Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00204


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Full Text
ANMO XXIX
SEGUNDA 1 EIRA 17
DIARIO DE
DE JANEIRO DE 1853
.4. 13
PEMAMBICO

punjo x>a SUBSCRIP9A0'.
Sulmcrave-M a I5B000 por uno, o 4S000 por
quartel pago adiantsdo, e 1950(1 por quartel pago
\fii drl'uria, na piara la Independencia, us, fi e 8, e no
llin do J.rasa doSr. Joafi Pereira Marlius. _
Balda 11 F. Donrad.
.Maoo (i Joaqun, Heanlo Mcndonca.
I'arahiba 11 Jos Rodrigues da Costa.
Natal no Joaqun! lunario Penara.
Araoal} Antonio de Lomos Braga.
Ceara' >< o liiiilhcrmc Augusto de Miranda
nlaranhao a 11 a Jnaqnim Marques Rodrigues.
I'ara' 11 ii Justino Jos Ramos.
CAMBIOS DE 16 BE JANEIRO.
Sobre Londres a 28 >j a 'L d. por 00 d. \.
Pars, 335
Lisboa, 95 |ior renlo.
Oiiro. Oii(at bespanbolas. .
MoedasdetistOOvelhas
de 49000 .
Prata. Palaces brasileos. .
Posos rnluninarjos .
mexicanos .
Acortes do Banco. .
Itoscontii de Ledras .
39(000
HiSIlOO
H.MIIKI
9.-4NMI
IW20
19920
I9K00
10?
Nal,,
KOTICIAS UTIlAHOimAS
Portugal . * de Dez. Aoslria . a
Ilespaulia 8 de Soissa . 3
Franca . 8 de .1 Suecia.. . 30
Blgica. . * do > Inglaterra 8
Dalia. . * de B. Cuidos 90
Aleniaulia 3 de Mlico . 8
Prussia. . 3 .le California 25
Dinamarca 1 de Chili ... 1
Hussia.. . 1 de Dueos-A. 211
Turqua . 7 de Nov. Montevideo
de Dei.
de
de Nov.
de Del.
de Nov-
de
de Out.
de Nov-
de
de Dez.
NOTICIAS BO IMPERIO.
8. P. do Sul 2 de Dez.
Misal. ... 8 de >
S. Paulo 10 de
RdeJanciro 25 de
baha. ... 5 de Janr
Para'. 23 de Do/.br
MaranbaO 25 de
Ceara',. 21 da
Parabiba 10 de Janr.
Alagdas 23 de Dezbr
PARTIDAS DOS COHltlIOS
Olinda, lodos os dias.
Victoria, as quintas feiras.
Caruar, Bonito e (iaraidiuns, nos dias I c 15.
Villa Bella, Boa-Visla, ExeOrirury, a 13 e 28.
oiannae Parabiba, segundase sellas.
Nalal, quintas fciras.
DIAS DA SEMANA.
17 Segunda. S. Anulo.
IK Tena. A cadeira de
S. Pedro Ap. ein H.
19 (Juarla. S. Canutoroi;
Ss. Audefase AInicuc.
20 i.Iniiii.i. S. I'nbio p.
m. S. Nefito m.
21 Sexta. S. Ignez v. m.
S. Palrocolo.
22 Sabbado. Ss. Vicen-
te o Anaslucio nini.
23 Domingo, da Septua-
gesitna.
AUDIENCIAS.
Tribunal do rommercio-
segundase quintas.
felacao'
tercas e atibados.
Paseada
tercas esextasas lOboras.
Jtlizade Orphaas
segundase 5. as 10 horas.
Primeira rara do cirel
Ierras e li. ao moio-dia.
Seguala rara dfyrirel.
quarlase sil,, ao i,ft-i<-,l.
Janeiro.
Ruarlo
nulos i
3 mi
9 l.l
EFHEMERIDES.
lillgoaule as 7 ll<
10 segundos da tarde.
I .na nova a 1 Imra, 33 minutos o :v;
softindos da tarde.
< 17 (Ruarlo crescenle as 2 horas, 19 minu-
tos e 11 segundos da maiihaa.
segundos da manbaa.
PREAMAR BE HOJE
Primeiraas 10 horas e 5i minutos da mauMa.
Segunda as II horas e 18 minutos da larde.
PARTE OFFICIAL.
11IMS II RIO ll tlllltIMl
Dcrl*clo ii. 1061de 3 Ir iiovcinliro
de IMS?.
Atiera o numero das estacOes navaes, e algu-
mas ditposicoel que Ihe sao relativas
Tomando em eonsilcraoo o muilo que eonvcm
disciplina o regularidadc do servico das eslaoes
navaes allerar-llics o numero, c algumas disposi-
i;5es, que a seu rospeito so acliar om vigor, hei
por bem decretar :
Artigo I. llavera quairo 05tacocs navaos cor-
respondentes s quairo seccoes, om que, pela fnr
na soguinte, so divido a costa Jo Brasil.
l'rimeira serrio, que seeslender desde a ex-
troniidadc austral do imperio at o pararello de l!>e
sendo o pono do Rio de Jancin, o centro da cs-
loro.
Segunda seccao.jdesdo o pararello do 19'al a
foz do Rio Je lian-Francisco na lalitude delO" 30'
quo ter poreenlro o porto da Bahia.
Terceira soccao, da foz do Rio do San-Fran-
cisco at o Cobo de San-Roque coin centro no por-
tado l'eru.inibuco.
(Juana seccio, desdo o Gibo Jo San-Roque at
os limites do imperio coni a Goyanna Francoza,
oonuuuandjta sorvir-llic de conlro o porto do Ma-
rn bao.
Cada una das referidas estacos recebor o no
mo do porte, quo tiver por centro.
Art. 2. Ein cada ostoco haver unta divino
contposla J.'s navios de guerra, quo o governo de
terminar, sujeita iinmcdiatainonlca um eoininan
danto ein chufe, quo ter ss atlribuices o deveres
mareados no regiment provisional da armada, ca
pitulo3, artt. 2,5, 6, 0, I", lie 12.
Art. 3. O commanJonlo Je Jivisao, que nao
for ollicial general, poder ser .-o tnosnio fmpo
comuiandante dotnn dos navios da estaeao, e ter
faciildadu du mudar do navio temporariamente,
quaudo julgar indispcnsavcl ao servico.
Art i A correspondencia ollicial coin o go-
verno relativamente ao servido e disciplina das tli-
visios.-ser dirigida pelos respectivos coinmaiiJan-
tesao quartel general da Marinba.
Art. 5 O lim destas divisos ho_fruzar de con-
tinuo ao longo da costado imperio, cada una den-
tro dos limites, que llios sao designados para :
priineiro, proteger e auxiliar o commarcio c nave-
garn nacional: segundo, obstar ao contrabando
de gneros do imporlocao o exportaran, e ao trafico
illicilo de Africanos : lereeiro, vij'iar pela segu-
ranoados habitantes da costa, defendendo-os das
hostilidades de Corsarios, ou Piratas, c auxilian-
Jo as autoridades na suslnniaco da ordem o tran-
quillidaJe publica quarto, daraosolliciaese lh|u-
pagens dos navios a instruccao o exercicios neces-
sarios, para torna-Ios peritos c destros, assiin na
in.'inolira, svoluo&ea6 navegaeo, como no uso o
manejo das difieren les armas, de que so conipoe a
forja inarilitna : quinto, fazer observarles para
determinar ou reclilicara posico goograpbica Jos
pontos da costa, illias, obaLxos levantar plano dos
portes, babias, cnseadas, e ancoradouros, notar
as sondas, correntes, mores o ventos Joininanles,
o lazer quaesquer outris observa^ocs temientes
ao apereicoaincnioda navegaco, o conbccimenn
da coala do Brasil.
Ar 6. Vronwiandaiiie em chafo designara
os limites do cruzeiro de cada um dos scus navios,
dando oos Cuinmandaiiles Jellcs as necesearias ins-
. trueecs, para procedercm na forma Jo disposlo |
no art. 1, o determinando a Juraeao dos cruzei-
ros ; o modo porque sern rendidos OS navios
quando c a que portes se bao de reoollier, o o ma-
noira porque deverao os respectivos commandan-
tosdirigir-llies as suas parlicipacoes, o o resul-
tado Jos Jifliirenlcs servicos, de quo forera in-
cumbidos.
Art. 7. Oscomm.indanles dasdivisiies percor-
rero ainiuilaJas ve/es todos os pontos das suas
respectivas estacte, alim de v iirificarem se os rom-
mandanles dos navios Jescnipenham, como de-
ren, as suas obrigaces, cespecialmcnleas incum-
liencias, de que sao oncarregados por este de-
cret.
Arl. 8. Os cominanJantesdascslaces navaes,
0, na sua ausencia, os comniandanles do quaesquer
dos navios dellas, devoro salisfazer as exigencias,
que o* presidentes das provincias lizorcin. nao s
para manter a ordom .; tran(|uillidadc publica, mas
a bem dequalqucr ramo do servico nacional, que
urgentemente as reclame, com ospecialidado sa fo-
roni tendentes rcpresso do trafico de Afri-
canos.
Arl. !). (guando a exigencia do presidente Ja
provincia pareos ao coinmandanlo Ja estacan, ou
Jo navio Opposls a algiima conimisso especial, Je
que sa aclis encarrogaJo, ou dainnosa SO Service
naval, oxpor respeilosanieute ao mesmo presiden
' H|as razi'ies, que Ihe assisleui para assim pensar j
'as, se este insistir, deve oofiioia^ salisfazer som
Jeniura a exigencia.
Arl. 10. No caso Jo arligo anleccdoiiledevco
prosiJenluda provincia dar inmediatamente cotila
Jo faci, o Jos motivos Jo sua Jelcrminacao ao
ministerio da marinlia, ciimprindo lambem ao
comtnandante da eslacSo, ou do navio levar
ao conbucimonto do quartel general semclbanto oo-
currencia.
Art. 11. JNo poder jamis o prcsidenlo da
provincia dar liccncas, ou passagens s pracas dos
navios, o,'ni dotorininar u menor alleraeo as
cquipagens delles, ou quolqiier acto; quo loque
disciplina, o economa interna dos vasos do
guerra.
Arl. 12. Ficam revocadas as dispostoocs dos
decretos n. 32(i do 2 de outubro Je IM I, o n
475 de 23 de setembro de Jo 1816, que nao l-
zcrem pane Jo presento decreto.
Zacaras do (oes o Vasconcellos, do meu con-
selho, ministro o serrelario do estado dos negocios
da marinba, o tenha assiin entendido, o faca
oxoeutar.
Palacio do Rio do Janeiro, om 3 de uovembro
do 1852, trigsimo priineiro do independencia e
do imperio.
Com a rubrica do Sua Magostado n Impera-
dor.Zacaras de Get e Vasconcellos-
dos Icm V. ESC, .ili-ni ile o
fon fwaufo o telsrvsss pabli
foroiidade donrl. 17 da le do
rento anuo ra que nao |KHlond<
ijramlr dhlanria remediar
Iras, a de */
ide-
o exigir, na con-
4 de judIio do cor-
o govorno om lao'
mate da admi-
INTERIOR.
tLM.Ot*.
Sauprilitao' do* jtiizes de direilo.
i.......les nuuristrsdyi nao esli isentoi de sel ar.
1-e.lados do overeicioile cus cargos quaiulo ahusain
pelo sovertm das provnciae,provainos ennr h seguin
le Iralialbo que nos coniiniiuioiiain.
Prmeira linhat sotra faevldade io rfidenle
de irnrina *ii*iieitilrrcm os jaize* de direilo.
h'trriidn /ilo/.ivl. e tenia elle* oaiidos.
ICxaiiiiiieinosas foiiles do direilo respectivo, c as
rasOai Je conveniencia publica
O arl. 31 da caria de lei de 20 de o.....brode 1883
coiieedeu SOS prcsidenles de provincias a faeulda-
ii de de suspender o uiagisliado, apois de ouvido,
a no CASO era que, de ciuitiiuiar a servir o ntSBisira-
ii do, so possam seguir molim, e roxollsi ns proVIn-
ii oa, ese nao possa esperar ns.olnc.io do Impora-
,i dor.a
Depois desla lei xeio a constituirn do Imperio
de II de desamoro de 1823 queconferioao Impe-
rador, no arligo 151, a faoublade de h susnender os
ii juizesde diroilii por quoixos contra.elle feilas,
,i pro, eJendo audiencia dos mesinosjiiizes, eouvido
>< o cmiselbo de oslado.
Maso direilo dos pnsidenlos de sii-pemler o. ina-
gMradOB eonllnuoa a vigorar mesmo dermis da coiis-
filuico, sem duvida porque a earta de lei de20 de
outubro, feiturada assonibla einisliluinle, ora nina
lei especial, que nao poda enloniler-se rengada pe-
la generalidad odu arl. 151 da oonsliliiieo ; e com
ofloiio smenle o foi pela lei de 3 de outubro de
1834, arl. 13. s
Que lal direilo eouli
diari. l.">i da constitu
lo a pnrlaria do 17 deseleniblo do 1827. concebida
mis seguintes lermos yuo S. M. I. querendo fazor
i, manler om inda sus plenitudes iiMleoendencis do
< poder judicial, mareada na conslituicio, e previ-
ii un ao mesmo lempo que o. magistrados por abu-
i -o da ailloridado que Ibe. he confiada, re.rein os
n pinos, c deixeni de Ibes ftner promplaJnrti(a...\.
ii manila roooiiimeiidar a N'. Esr. o presideole do
i Pernsmbuco debaixo da .na maior responsabili-
dado as.iin a liiloral observancia do arl. 31
a a vigorar iiiesinu de|K
o prova evulicraulcniei
libro do
iracao' rom a breridade nseSSSSI'flS, es|iora quo
ii X. Exc. iiHando da auloridade que a referida lei
k Ihe lem conferido, baja de prov idenciar de ma-
ii nera que os |>ovm confiados sua admiiiislraoao
i nao' niiiliiin oppn'ssao' ah/nma da parte dos em-
" progados pblicos.
A rasiio desle aviso do Sr. Diogo Antonio Feij he
sem contrailiccSo algiima dcnaturer.ageuerira,e per-
manente, e d a medida da neeessidade quo lia de
lerem os presidentes a faouldade de suspender os ma-
gistrados. Comtudu prosigamos.
Km 13 de dczenihro de 1832 proiniilgnu-sc o c-
digo do priKesso, que he nina lei geral e, perinaneii-
le, e no arl. 132 concede iiuii olaraiiienlo SOS presi-
dente- de provincia a atlribuico de receberqueixas
ronlra os einpregados pblicos inclusive os juizesde
direilo); de julga-las ronrlutlenlc*, e de remelle-
las aiitoridadejiiiliciaria, a quein competir, para
proceder na forma da lei: o aeeiosoenla t) go-
,i verno e prcsidenles, alm disso. darao' ai proci-
ii denria>; >/ar ronberem na* *tin* allribniroe*.
lina doslas he inoonlestavelinenlc a de *u*prn-
der.
Eslalieleoido, |Miis, polas leis e avisos suplantado.,
o direilo dos presidentes de provincia suspenderen!
OSinsgbtrados, lora anda, em I2de agoslo de 1831,
ralilienilouii $ II do arl. Illdo arlo addirioual, onde
si- den as aoscmhlas provincises a altriluiioo de le-
gislar sbreos casi" e a forma, porque podeo os
presidentes das provincia, nanear, mhnuhr, o
anda mesmo domiuiras empreaos provincises.-
Kiopregados proviuciabssan lainliciii m juizes ilo ill-
reilo, a vi.la do arligo 7. do inesino arlo addieio-
nal.
Nom so diga que o arl. 3 da lei da ulerprelacun
de 18 d malo do I81l) liinilouosse direilo dos pro-
lid........ ilei'laraudo n que o S II do aolo addi-
ii cioual coinprelioiiilesoinenlo os omprogadns pro-
i vinciaes, cujas(Unccoessto reUHvssS objaetesso-
ii Inoos quaos iKidoin "le-islar as asseniblas provin-
,i ciaes, o por mancha nenbuma aquelles qoe no
,i rreados |r lels goraes, relalivas a objeclos da
ii competencia do |Midor logislalivo geral. Por
Juanlo ronvom notar om priineiro lugar que nao po-
ia a lei interpretativarevogarnm arligo consiito-
cional : o ein segundo lugar qucoarligo ciladu nao
levenulro lim sean determinar, |>olos motivos que
linios san.....a faciildadc que as assembas provin-
oiaes, com algiiin aliu.o, ovorcianijegislandoampla-
meiilc sobre os raro*, e a forma, |uidcndo assim ex-
traviar a marcha dos einpregados, que. coniipiaiilo
fOSSem priivinriai-i, exorciam todava attribiiiooos
oonforidas por leis geracs.
Ooiroilnpor coiiseguinle da lei inlcrprelaliva nao
piulo eslender-se aleni do seu objerlo ; islo lio : alin
das fliiiccoes das dilas assoiiiblas provinriais, no
que podenco aosen poder do legislar sobre os ea*o*
e forma, o nunca jamis ao direilo desNSinma>nque
laclo aildieiiinal doelaroil perloncor aos presiileiili-..
(Jniz a lei da inlerprelai.au par limili-s ao aso, ou cor-
busos das as.oinlileas prov iiiriaes ; ni.is nto
tralou de liinilar o direilo do. prcsidenles : do ron-
Ir.ni......ia darn artigo interpretativo urna ampu-
tado exeessiva o destamnersds.
I onio. paranlo que. legi-lando sobre os cases o a
forma, nopodem as asseinbleas prnviiioiacs csleu-
dor a .na an ,iu ao. empreados pMvineiaes de st-
Iribuicoes seraes, coma osjuinsde direilo ; mas |
den
da
ni. ||
Ihe
2(1,1
uta de lei d
adoo. nicos o
|K)der V. Exc.
ovoreieio do sens logare..
mente por osla secretaris
n. autos comprobatorios i
de da suspenno ao Irib
Se al a dala da portarte
do, presidentes suspenderen!
eslava na le de 211 do oiiluliin i
inipliclaniclilo un arl. I.'ii.l
iiliilin
is em que
isMrfer
io.. dandi
na do osl
iirge
loria ileivar de estar na portal
RAlHllt odelegouevprii
oviiioia. Mas onnliniii
duna inenorldadeapi
Hdojiilihodel83l ipil
i buio.iii de suspender o.
pela regencia cuniulslr*
i le. ,1a. resnerlivos prov
i do o magistrado, a hsvi
i na foruia do arl. I5i da
N'esta lei \.....|he om
do 182.3, que lem
envido o conse-
i. iiiagislradns do
parle iuiniediala-
do. e remetiendo
iri......iccc-.ida-
I competente ele.
lada. a fonto do diroi-
os magistrados nao
o revogada. o iiem
nstiluic&o, n.io |io-
queo I.MI'E
presidenles de provincial suspende-loa
ra*o< e pela forma eslabelorida pelas leis ge-
raps.
As-iin que. a lei de 3 do oululir.i do 1831, que om
ultimo oaso l'noii sendo nina da. ba.es irrreusavois
dn direilo do suspender, concedido priinoira aulo-
ridade da provincia, cslalicloeeu o* raso* es firma,
porque os presidenteBde provincia o-poderfo exer-
ier. (I S 8 do arl. 5 diz :
i Suspender a qualqoor empreada por abaso mi
orn ooiiiinelliilo em seu nfllcio, proniovendn lili-
l .....diatamenle a responssbilidsde do mesm
So os presidentes de provincia nao leem coin efli'
to a faculdade de suspender os juizes de direid
medanle queixa, desap|>areccni a i.i /.1 i sunioien
ou cllirienle do decreto de 8 de outubro de 181:
Iiic eslalielorc o processo adminislrativo |Mir que
evem iiasrtar os emprogados pblicos, incl
juizes de direilo, quando leem de responder as im-
pulaci'ies que Ibe forem feilas, de criines e oniissocs
no exercoio de seus empregos.
Pois liein: o 2 desle decreto dispe: n que
ii iiidcpeiiilonlcincnlc de ordem iin|icrial, |Kidero
i os presidenles de provincia mandar proceder as
ii diligencias delerminadas no $ 4 do arl. 17 da lei
ii de 3 de dezembro de 1841, e uiivir depois ans
ii juize* de direilo para rc>|Hinder. No arl. 5
determina : que a rolaco, a quein forem rcmel-
ii lides os papis, rioirernenle* ao juiz de direilo
k *u*pen* i S 1 do arl. 17 da le, ele, etc.
Aqui Ii ala-so do caso, em que oj'i': de direilo
he denunciado pranle o presidenta, o osle o manda
re*pon*abili*flr peranlc a rolarn. O decrelo sii|i-
poe ojuiz do direilo reinellid'o a rolaco, eji/-
pcam. K quein osiis|tendci na hv |Milhesc do decre-
lo sean npresidente da provincia'.'
Temos anda a circular de 29 de Janeiro de 1841,
que deflnJndo a pslsns iiis|iilisiln emptiigsils
na coiisiiiiiieao. declara em vigoro ; 8 do arl. 5 da
lei do 3 de nuluhro de 1834, quo da ao. presidenles
0 direilo de *n*pende-lo*. A integra da circular
he osla:
ii S. M. o Imperador, lomando ein rousiileracao
" a. llovidas quo leem appnieiiiln sobre a iulelli-
k geuria da palavramagislradiinos casos em que
a a consliliiico do im|icro allribuo ao poder mode-
,i radur a faculdade de siispouile-los. e ouviiulo o
,i i-oiisoiiio d, solado, com cuja oplnliu hoove por
n bcni rniiforiiiar-se, ordeuou que oomiiiiinicassi'
ii a X. Exc. para servir de regra nos casos oeeur-
ii rentes, que a palavramagistradosempregada
a no Ij 7 do arl. 101 da consliluico do Imperio,
ii romp oliendo nao o. juizes de direilo. quo pro-
1 sidein s comarcas, mas tamlK-m os inembros das
n relajos c Iribuiiaes superiores, que lainlieni sao
ii juizes ile direilo, pois que applicam as leis ao
ii tacto, e s*o per|ieluos; mas que nao acoulece o
ii mesmo com os juizes muiiicipaes, de orpbos,
ebefes de |Hilicia, delegados, subdelegados e ju
nao tiverem urna immediala rolaco com as provni,
cias, ou que puderem adinllirdeinora sem Iransloriio
da adiniiislraco provincial.
A este principio maior descnvolvimento veio dar
o arlo addicional espargindo lelas provincias mais
algumas rentclhus do |Hider adininislialivo central;
j |ieriiiitliuilo que as assemblas legislativas pnn
v iuciaes se eiicarrcgassem de parte da missao da as-
semlda geral; j lambem que ellas exereilassein
mesmo as funcoi'ies do poder moderador, suspenden-
do os magistrados, c do pudor judioiario, dmiittiu-
do-os: assim romo atlribuio aos presidenles de pro-
vincia a faculdade de uoniear, suspender, e mesmo
dimillir os empregadus provinraes; couoeileiido-
Ibes linalmenle que pudessem exerrer funecoes do
|n>der moderador, convocainlo cxlraordinarianieiile
as assemldas provinciaes, sauccionaiido ou rtTU-
saiulo suas leis, etc., etc., etc.
Que, pns, be de cslranbar que possam os presi-
ilenlcs do provincia sus|ienilor os juizes de direilo,
promov eudo immediatamenle a sua responsablida-
deperante OS Iribuiiaes de jusloa'! D'aqui nao po-
de resullar seno i-oberoucia no nimio por que de-
ven ser entendidas as busos do syslema pulllco,
le nos goverua. Acaso dlr-se-ha que lira tloslrui-
la a inde|iciidcucia do poder jmliri.irio |air seren os
juizes do direilo suspensos pelo govorno, ou pelos
presidentes? De relio que nao, assiin rumo nao
lica dcslruida a inde|ieudeiina do |iodor execulivo,
r seren os seus ineinbros suspensos, e al desti-
tuidos pelo poder judioiario.
He o presidente a primeira auloridiule da provin-
cia. Indas as oulras Ibe S0 SUbordiosdaS he o pri-
neiro responsavel |icla Iranquilidade pulilica, e lem
restricta obrigaco de exocular o fazer execular as
leis, e velar na boa administraeau da juslica. .Mas
-elle ImpassKol, e com os Iliacos cruzados; se
osleiminha ocular da propoiomia do un. juir. de
lireilo. que escarnece das leis, que oppriine a
qualquer ridado rom lilis siuislros, nao |anlrr de
proiuplo ombargar-lbe o passo, confnrme o exigir a
gravidade do abuso, e as consequouciis talaos que
selle podara resullar, phanlasUes ser a preemi-
nencia de sua auloridade.
Aquellos que, prelouilenilo exagerar a Indepen-
lencia do poder judioiario, nao rourcdeiii primei-
ra ailloridado adminislraliva da provincia a farol
lado de suspender os juizes
ser um |Miuro amigo de da-las, do que ter de refe.
rir-lbe ocrorrencias lainenlaveis, c creo que |icnsa-
ra comigo.
Os thugg* estn liem comportados, porque nos ul-
timos mezes do anuo prximo passado, ellos loma-
rain una Iwa rora; e nao sei onde estabelei'ero
o'i'-li' a.....,, ......piarlel general.
J v porlanlo que vamos bem de soguraura in-
dividual, equaulo a Iranquillidade publica,'nada
oiiso aiwverar, |Hirqueas malililasscdulasdilacera-
das lem causado algiius dislurbins em lugares dn
Interior, qoe sen duvida lorio desugmetar apo-
zar das providencias do governo, souao lioiive'ruina
pronipla sulistituioo, para a qual o' govorno pro-
viucial iiiin est prevenido, segundo me iiifoinii o
Ramal he.
Eslodc lal sorle safadas as sedla
val,
dos
de
pequeo
dnr. que be diOlcil verificar sua logiliniidade'e lo-
leniem car rom ellas, para leva-las ao depois
ao Ihesnuro, |Hirque sao respousavois, no caso des,.-
rem julaadas falsas.
Duvidoqiieo mesmo Ihosiiuro possa verificar sua
legitimidad!', em tal estado se aoham olla..
NlO sei qual a razo porque se nao Taz esa subs-
liluicao antes que m ospeculailore. lemhrom-se do
sondar osso lerreno para algiima liernardu.
A morlalidade tein cresiido no enrenlo mes iiV-
la rapilal. nao poriiiolivoile opidoniia, mas ir.....
que pelo augmento de raima. Eu que j me aolio
adiaiiladoem anuos, lemo esses mezes climalericos
porque iianpsluii iiiuilo danoslo a essa vageni om
""l;.....glolai; tenbo pouoo gesto para avcnluicir,
or un ni nao ser descolierla o sexla
ni baile
ii osar
In
qual
ilireiln
iri-lllar
oli-
uionle aos presidonles de i
sreceu a lei da regencia
no al!. 17 diz : A allri-
magisllailn. .ora everiiila
amonio com os prc.iilou-
ioeia. em eim.ollio, iiuvi-
inln procedido informarn
consliliiiou. ii
la fui alidada a allri-
lni irn de suspender, dada aos presidenles pola lei
de 211 de oiiluliro. o evplieaila pela |mrlaria de 17 do
Miembro, queja depoisds consliluico raeonhacia
anda a mencionada allriliuien.
lie ov idele que a lei da reuonra n.io fui que ori-
giiiariamoulo eiiiifelio aos presidenles a faouldade
de siispendoi os msgisirados: norque tal direilo j
preeiistl.....nosls le.io parllci:larfnada mai- -o le-
gi-loii do novo sedn oslaUdeier o principio de
poder a regencia, cujas gtlrlbuieAes enliosp msrea-
x.mi. sospander os magistrados ouiuiilalivaiiioiile
com os presidenles do provincia, Atiemla-se hem
paraospalavrasda lei : n altribuicao' /, sn>]MM-
der os magistrado* *era' e.rerrida camitlatirumrn-
idnile* da*
eiswrlfros proessrios.
a- quein racebeu o poder
a: o. presidenles ja n ti-
ode 1831
i basta rape
para
pro
MARGARIDA
ou
I (SIN llIORKK. |-|
l'llll M." Emilia Oirardin.
CAPITIT.O XV
i Conliniiarao.,
Madama u"Alzas, consenlindo uio do pressa
ein dcixar a lilha viajar sem olla por esses primei-
ros rios sempro peri;osos para urna convalescon-
le, era aiiula um symplomaassuslaJor
Kmruianlo que elles conversavam junios pro-
curando oceiillar um ao outro suas suspeilas o seus
temores, Mr. Je La Fresnave, porfailomente cal-
mo, llrsressou a sala grande procodiJo pelo cria-
lo que a annuneia-lo. Voltor tao cedo, que ou-
Jaeia acreilitar-se liia elle com Jiroitos ?
Esievo tciia bem querido estar presente, filan
dn Msrgsridao vis.se entrar, para saliur se ella o
espanta, OU SO usa visita imprevista a moleslava,
mas elle eslava lo irritado, linha Uio vilenlo Jo-
sejo Jo insultar a Rolwrlo que fico na sala po-
C) Vido Diario n. 12.
le rom o* p
Bala plirase d.........Ira
de sii-pender foi a reuoi
uliaiii.
II aviso 1I0811.....1I11I11
ler...... lo espliciloa, qiu
iibe,er-se a necossidsde pulilioa di
ionio- de provincias fscuhladc desuspeudern
Irados.
,1 Ein ron-oqiioiii ia do que V. Exc. espos no seu
11 nilloio do priineiro de jullm panado, retalivamen-
11 le a oondllrla irregular do juiz de OTS dessa oida-
11 de ronlra Mara do Carino, boiive a regencia em
.1 nomo dn I.MPLItAIIOItpm bem ordenar, que la-
t dos os papis relativos a osle objeelo fossoin en-
11 viadiK lelaeaodosla oidade para lomar 1.....Iieei-
ii menta, e fazer ollociiva a responssbilidade do so-
11 bredit juiz ; o que pomlerasso a V. Exc. que.
,1 s.....lo da sua all iinlieo rigiar *nbrr a innihirla
dr linio* o* ampngamt para fazo-Ios enlrar om
ans devore, pelos nieio- lgaos, sobre o uiagislra-
'i servandn-so respeilii dos inagislrados o que s'
a aclis disposlo 110 arl. 17 da lei de 14 dojuiibo do
1831. que marrn as allrihiiieos da regencia.
Ksi liquido : |. yue o. legisladores ein 3 ilonu-
broilo 1811 enloiidoran, que pola logislaou anle-
r, e niesiiio pelo arligo III II do aolo addicional
os presidonles peiliam suspender os inagi-lradn. :
2. Que osle direilo nao solVreu quebr algiima polo
arl. rilado da iulerpreluco. que dello nao COgilou ;
massinio unicamonle das allrihuiees das assom-
blas provinciaes: 3. Que respeilo dos ra*o*e for-
ma do suspender os empreadas puramente arorN-
linr., podciii legislar aui|daiiienlo massomblaspro-
viiuiaos ; mas quaiilo aos can, e u' forma de sus-
p.....le o. einpregados provinciaes de allribuices se-
nes, sd o piKle fazer o |Kider logislalivo geral. E
porlanlo Smenla nos ram/r pela forma das lei. ge-
nios pndein os presidentes suspender os juizesde di-
reilo. ,
O. avi.os de II do iiiaroo. ede 21 de solomillo do
1835 apoi.uii osla dimlrina. ib : A regencia em
ii soma do Imperador, o Sr. D. Podro Segundo, em
ii soliieo duvida que V. Exc.
ii leror, qoedovera segnr-se un
ii gislrados, que foram suspensos,
ii V. Exc. que a ilispo.ii.ilo do art. 11 S 7 da lei de
ii 18 de agosto da I8M acto sddWoosl] nao obela
i, i'veoiieo da. do. arligos 77. 153, e 155 do cdigo
,i do processo criminal, poisqne podem nina, o ou-
, Ira. le n sen porfolio i'ilin|irimeulo, pieonilion-
ii ilo-se, pela oxoi'iioo das do cdigo, os lilis que se
ii nao oslenilo a lei referida de 12 de agoslo. Por-
ii que sea queixa do responnbilidadocoolra o ma-
,i gislrado for levada directa, e immeilialaueiile
, a.-riniiiiM provincial, o esla o suspender, mi de-
,i niillir. na coafonnidadedo referido arl. II s7da-
,i qnollaleidc 12 de agoslo, dever alm dbn ser
,i romolliila a mesilla queixa autoriilado polfeial, a
ii quein competir, para proceder na furnia da lei, o
i, para .o iniporem ao acensado a- penas raspeclivas,
,i oiiiifiiriu.....Hsposto uuarl. 15:1 do oodigoilo pro-
ii cesto criminal, equandoaqoeiu forsppreseols-
I, d.iai, priNideiiloda provincia, e este baja de mis-
il tender o magistrado ein observ aucia do arl. 5 !i 8
K da lei de 3 de nuluhro de 1811, ou dever remol
> ler assenibla legislativa da provincia, eslaudo
i reunida, para seguirse Mes termos tetros cxnns-
ii los, oMever proceder na oimforuiiilailo do oilailo
i, arl. l53do eoiligo do processo, n Anda mais.
mas das
andam
do juiz
pun
i 3 de mililitro tle 1831; oque lodavia nao obsta
ii a que os inesmos presidentes devam exerrer essa
o atlribiiiro oom a uinderaoo que |iede um aolo
ii de Ij ii i., gravidade. n .
tira; di/eudo a cirrular que os prcsideiiles po-
dem suspender os juizes iiiiiuicipnos, de orphftos,
ebefes de |mlicia, dologadns, subilologadns e juizes
de paz, iniu Ibe liega a de suspender os juizes
do direilo, o liem poili......nt por sor alhibuioo
dada pola ledo 3 de outubro, que a inesma circu-
lar considera vigente. E se o govorno imperial
pode suspender os juizes nao perpeluos, pola gene-
radado da coiisiiiiiioo lambem os presidentes
podlo .uspoifller os jui/.is. dr direilo. pela genera-
lidado du arl. 5 S 8da lei do 3 d.........Iiro, que om-
prega lambem a |Kilavramaoislrsdo,eque por-
ianta faz ci.....ilaiivii o direilo do suspender o. oni-
pregadn provinciaes, n...... snoasjulses de
) msgblrados de nperior calliegaria, lai
lesoiiibargadore.. nao; porque esli-i siin
gados geran. A Idea cardes] da citada
be: determinar oque wdeve eutander porms-
gislradnse uo eslabelecer a ragra de que. nao
dein os presideulo. suspender os juizes de direilo;
iuppor-ee o eunlrarlo ncaria seireular em inani-
fosla aiiliiiomia com ludas as leis e avisos suprarila-
dns; leis e av isos que nos pareoeiu tornar inconoiis-
s.....lireilo dos presidenta! acerca da sus|H'li.o dos
juizesde direilo.
Agora encaremos a queslo pelo lado do rgimen
o.....liliiiional, consiiloranilii-o lal como aeliialmen-
loexisio; e so depois raspondereinos a algu
iihjooces nao as rhainuroinns frivolas que
por abi rolando, sobre o fado da suspensa
de direilo de Hacera.
A consliluico do imperio, rousagrand,
po dtfulvis&Oi harmona o independencia dos |wde-
ros poliliros, nao |ierdeu, e nao dovia perder de
vi.ia a .na uecensrls euDcenlra{fo, quuuio fosse
sullirieiile para manler a unidade adiniuislraliva,
veriladeira iuiniga da cnifuso e desputismo.
Bsla anidado nao existira sem duvida, Mospo-
deri-s polilicos nao enconlrassem uns nos oulros cer-
lo correclivo aosseus raclprocos abusos. A oonsli-
luirin he mili sibia qu.....lo. adiuilliiido a Indepen-
dencia do poder jiidiriario. den ao poder modera-
dor, como a chave da organi.ai o poltica, a facul-
dode do suspender os magislrados, m quobru lo-
davia da independencia do poder judioiario; pois
que os seus iiioinbros sii piideni sor destituidos por
senlenca. A siispousao be nina medida tempora-
ria e puramente administrativa, que se liga mili es-
Iroiljioonloao direilo de suprema uspecono, encar-
nado no obefe do oslado, no Imperador.
Este direilo regularmente nao pode deixar do ser
Irinsniillido, ou por loi. mi |air mandado especial.
sos delegados do Imperador na. provincias, onde de
neeessidade se deve sentir o reflexo ,1o priueipin
loi-larar a activo da adminislraro central: ehe por isso que
>-'a consliluico no arl. 165 quer que baja as pro-
vinrias um presidenta ninuoailo livreineiile|ielo Im-
perador, o ilimillido quando convior au Imni .or-
vioo do oslado: o no arl. IliO ordena que seibo
merquen! as sltribalcSes, eompelencls e suloridade,
o guanta ronrier ao melbiir dosi'ni|.....In, ile.la a,l-
imnislraoo.
Nesla parlo.a cnnsliluieo be lo providente
permita a essatnbla geral todo o arbin i.....u
car as aflrihuieos dos presidenleso qiianlo eon-
vierau inelbur deseropnhodesla sdministrae&o.
So os presidentes de provincias nao liv'eroni.
quaudo hoiiver urgencia, a faculdade do oecorrer
aos abusos das autoridades judielarias provjiuiaes
le i.unn. neeassarb.......le relaxada a unidade adini-
nislraliva na parle em que ella ueocsila ser mais
vigilante o vigorosa: loriamos om lodo o imperio a
oliaarohia mais lerrivel, que he a judicaria.
Tal nos parece a razo |mrque as nossas leis dan
ao. presideulo. a faculdade de suspender o magis-
trados, sdlieel, os juizes de direilo, e do obrar
prnvi.oriaiiioiilo quasi ludo o que perlenee ao inqie-
ndor, escpelo d'aquollas nioilidas quo dizein
re.poilo aos iuleresses mais altos do oslad
rlamctilc |
parle do muiid,
Assisli honlem a um sarn, i
marcar-Ibes a diBerenca, qoand
corlo gran que hoiive em palaoi
me pude inlrodiizir.
Foi bstanle concorrido, o vi mais de meia dnxia
no iiiilioososolbiiihi,. ,p,e eerlameiile meleriain foi-
liiniiwsH.socunaoesllvera lao caplivo da. bollas
uvas, almro.os abacaohis, odoriloras mangas do
edn pernanibueano, o sasonados maloca
genio lainbeni ooiiiig,. d'ellos alo dar nota ,
caiis,! ,i roas-bir. fiambre, o msJs solides boaim
e liquiilos gules do oonforlaliv.. Madoira. rorrolHi.
rante i orlo, indio......Champagne, o maoio Soiubal
Iue para uiiiu sao inferiores fresca agua di
mbi.
dillioil
issa ,le
a lorio
uila
le direilo em raso nr-
zcs de paz, os quaes, poslo que com maior razo gente, uo reparen que v jo cabir ein um rnulra-
|,n.un ser sus|ieiisos pela governo Imperial, sao isenso deploravelj islo be: van tirar ao presideulo
tambem sujeilos a se-lo |ielos presidentes de pro- esi'udo coin que elle protege as parles contra a
xilina, romo o permille oji 8 do art.'t da lei de oppresso e parcialidade do juiz; vo arrancar-lhe
nina arma proveilosa, sii |ielo prelexlo de poaler
della abusar, no enlaulo que do aojuiz a faculda-
de de abusar sua vonlado; de fazer injiisli^a s
parles por sua pronria conla ; o depois de ludo islo
dizer-se que a inilopendenria do juiz be garanta
I'ara asparlos!!: Curioso he na vordade o ter-se
Hiedo do abuso do presideulo, que alias pode sor
doiiiillidn ii'iiiii abrir e fechar olhos, enciihum sus-
lo da prepotencia do juiz, quando sobre o primeiro
liosa maior somms denspoosabllidsde. Cobrir-aeo
presidente de responsabilidade desde os |is al a
caliera, o amai lar-se-lhe as Daos para nao ronlra-1
riar as malversacAes, he doulrina incompreheiisivel.'
seno anarchioa.
Nao ha, porlanlo, razi
gar-se ans presidenie. ,1,
suspender.......s juize. do
o leudo delles onvMos.
DussubjeccOestelovantam; a l. luqoe lomen-
1......vid'1 oeouselhodeeslado pialeser suspenso o
tais do direilo, avista do arl. 151 da ronsliliiio.io.
Ligo os presidentes uio podem suspender. A 2."
que anida quando pela lei do 3 de nuluhro de
18.11 se de, ao. presidenles o direilo do suspen-
der ih magislrados, era someole para o lempo da
"-.....tai e nlo para ao depois de declarada a inaio-
ridade do Imperador, a quein a consliluico con-
cede privativamente temelluute aiiribuie.
A in iineira objei i;o est respondida com oque j
spacha expendido. A queslo he saber: se os pre-
-lilonlo. podem suspender os juizes de direilo. Se
podem, lie evidente que nada (em ellas cura ocon-
selho de estad......as cora wconsdhOS da presidencia quando vejo an Imige......1'esSM roslos Je fin
i exisliain; boje nom ilepeudem ellos de laes pinico, mudo do rumo, e vou procurara oandiii
io fundamental par., ne-
" provilieia a facililla,le de
direilo, mediaule queixa
a I.
Eu desenlpo malta a quem esquecer uns Mo,
ullios por um lionilo rarho de uvas, um lindo rosta
Por uinopl......abaoacb, ninas bellas niaos porduas
mangas do jasniin, um llexivol rnrpo por un lloco
melo; mas esquecer urna beldado, aimla inodiocre,
i">r urna garrafa de Cbanqiague, de Madoira, de
I orlo, de Bordeaiu, de Seluhal.....de qualquer i-.-
peoie, anula ao /arrima Christi, pelo qual quizera o
hielan fazer rhristo lacrimar em sua Ierra, rcrla-
inenle be oriino do lesa-beltlade, que nao merece
l"'r,'......osnioion......Iiiiln pur um i7;, nlium presllmo romo eu. Bacho preferido Cupi-
do .. Lo quizera que na malbtup dos lomassc
urna solemne wnganea d'aquelles i......ssciihorcs, pa-
ra v-losde goelas seicas pedindo misericordia ao
lieos vendado,
llouverara qosdrilbas......lalradancas, que en s-
prwiei como taalo, porque nao houve um par.
que liveau a niiiili-Meiideneia do aceilar-ine por
'""""'.....S, speisr de ler sido cmcids a reserva.
Agradoii-nie a prnfusii.....I,,,ni ujtlo do dono .1,
sarao.
As minbaspatriciascaminham un progresso: mas
liaoeslou goslaudo das modas dos vestidas de i'imc-
la. e nom do ar do faslio, que algumas carinan >
lomando.
> o,
bello
Imillas inuili
i llianez ; mas enjna-mo
ipie dasngurara um rosli
seja, pelas csrsn-
nllerceii |Hilo seu
ii priK-eiliineuto ul-
prores.il. dos Illa
, manda
que
oiinscllins om prosenoa do arl.' 12 da lei de
DUtabro de 1811. Mes..... quando a susponso he
decretada pelo imperador, nao I.....mais de ser ue-
cunriamcnle novlo o conselho de oslado, de que
rala o arl. 3 cap. 7 da conslituioo ; porque aquel-
la cniporaeio fui suppriuiida pelo arl. 32 do acto
adihcional. O conselho de eslado actual, creado
pola lei de 21 de uovembro do 1811, nao he o da
ooiislitiiico, o apenas lem vol consultivo, qnand,
apraz ao Imperador, conformo se v do arl. 7 da
rilada lei.
A segunda objeceo di>sap|iarocc lambem visla
da doulrina que siislenlamos.
Anles de ovislii a consliluico j os presidenles
liuliaiu o direilo de suspender ns magistrados, com,
j demonstramos, dundo a caria de lei de 20 de
outubro de 1823: depois da oonsliluieu, e antes
deexislir a regencia, coiiliiiuou a regir o mesmo
'"relio.....mo provamoa coin a porlarnesile 17 de
seleinbro de 1827. Na lei que inarrou as allrihui
oaVs da regencia o direilo fui manilo, e explicado
por diversos avisos, sendo lamben consignado no
arl. lOg || do aolo adilicioiial; e mais logo nn arl.
58 da le de 3 de uiilubro de 1811. explicado
polo aviso de 24 de setembro de 1835, dcrrelo de 3
de outubro de 1813, eeircularoa 20 do Janeiro da
I8U. que apiiareceu j depois da regencia, iinlem-
PB da inaioridade; imis que a regencia linou-se em
dojlllbu do 1810.
A loi ilc 3 de nuluhro he por sua nalureza una
lei regimenlal e permaneule: o simples fado de
desapparecor a regencia nao india faze-la caducar
ou abrogar. E se eslava railura, uu abrogada no
S 8 do arl. 5. ruino be que a rircular de 2! deja
neire do I8II, hem cuino o decreto de 3 de outubro
de 1813 a consideran vi^onli.....smo nesse arlig,
.......si' psragraphof Enlo o arlo addicional. c le-
das as leis feilas no lempo da regencia acabaran! su-
I,llmenle com a mesma regencia ? O lamanh.0 do
absurdo se revela pela fraquoza da ubjoc^o.
{Timbre .llagoano.)
'>m,
A..... a iialiiralidaile
presunipcj......irgulbo,
quando por outro meto i
llegadas s do mono, que Ibe d
Nao sei como se alora a conversa de urna sonhii
ra, por muilo esplrituon que soja, por mull
variadas ronheeimenlos qoe lenha, que tama o sera
aillo de quera senlc cheiro man. Por iiiiiu o digo
00/
ll,
quena onJo algumas pessoas, quorendo rolirar-so,
foram procura-lo.
MargariJa, avistanJo Mr. Je La Fresnaye, fi-
eou paluda como una cstalua ; ello acollieu-o
com iiinollisr do dureza c frieza que o espantaran!
e dosconccrloram por um momento Depois Jo
urna saudacao do urna civilidade odiosa, so assiin
nos podemos exprimir, ella voliou-se para o pes-
soa quo Me fallara parerondo escula-la com una
allencao profunda. Roberto lovo toinpo Je obser-
var MargariJa, o bem como Estevo e maJama
d'Ariar, pergunloii tambem o si mesmo : O quo
lem olla ? Margarida nao era mais ossa niulhor
quoelle amava por sua anglica doctira ;ella tinba
mudado de nspoclo ; sou olhar triste, sou sorriso
contrahiJo, sua fronte, enrugaila pela colera, li-
nha nenilo sua nobre screniJaile ; ello nao acha-
vii mais ein sen rosto essa JigniJaJe suave, essa
canJura seria de tnadowi, quo eram o carador Je
sua belleza. O lypo religioso anda se adovinhava
alii, mas alterado, contrariado ; nao era mais a vr-
gem pensaiiva Jo mostr Ja Italia sorrinJo ao Me-
nino divino, era una joven sbbadessa indignada,
dasoobrindo um cruno na communidodo o con-
ileinnando a roligiosa culpada a sor onterrada viva
nos subterrneos do mosloiro.
Mr. de I.a Frosnayo sontio so Jesanimado,
[uui Jesencaniado.
Sen hora, disso ajle. quando Ihe foi permit-
lido fallar, perJoo me ler vinjo enfaifa-la anda ;
mas nao pude resistir minha impacienle curiosi-
dade. Digo-me, por favor eu Uio pego, se a pre-
Jicao de seu somnmbulo to cumprio, c se re-
celieu esta manha a caria que elle llio annuii-
cira. .
Na disposifio de humor ein que MargariJa se
acliavn, esla pergun|a.nnreceii-llie Ja mais alta in-
solencia, por isso respondou com urna frieza cheia
Jedesdem ;
Nao, sonhor; nom hovia nenhuma razao pa-
ra que ossa cana fosso escripia.
Huberto comprohendoii quo eslava perdido.
Vejo, sen hora, replicou elle com voz per-
turbada, que o somnambuco nao eslava lucido e
que se engaara... sobre ludo... Agora, acrosecn-
lou ello, que a sonbora so Jignou salisfazer a mi-
nha curiosiJaJo, nao tonhn mais nenliiima razio
para importuna-la.
K elle so retira va confuso, bumilliado e cons-
IcrnaJo. pois a amava..., quando maJama Je
Arzae apparecenJo repentinamente a esla pala-
vra de curiosidado, o fez allivainenlu parar na
liona.
Ah I sua curiosidado est salisfeila so-
nhor, disso olla coin um lom mofador, queira pois
ler a hondaJc Je compaileccr-se Ja minha e de
permittir-mo que Ihofaca urna porgunta mui in-
discrela, econfesso mu indecenle .. Nao se trato
Je um somnmbulo, mas Je um encontr que se
fez honlem...
Eslou ssuas ordens, senliora, promptoa
rosponder-lho.
Nao mo atrevo, disso olla, lio ombara-
{osa.
Pura a sonbora 1 isso me admirarla.
Nao, mas para o sonhor lalvez.
Oh I eu nao tenho modo...
Pois bem I um amigo meu cnconlrou-o
liontcm pela manha... s oilo boros...,
Roberto parecou contrariado. Margarida litava
sobre elle olhos escrutadores, Estovo olhava paro
MargariJa ..
MaJama d Arzae cominuou :
As oilo horas, ora era urna ra, cujo no-
me nao me lembro, mas quo lica prxima ao ca-
tninho Je ferro do Orleans... O sonhor Java o
braco a urna mora linda como um anjo... c vas-
tla mais que simplesmeiiie.
He venlade, sonbora, disse Rolwrlo com
um sorriso triste o ar constrangido.
Pois sim, senhor, he isso o que mo omba-
raco dizor-lhe... Um amigo meu suslcnlou que
sa moca, a qual elle eren reconlieeer..., era ma-
damesella Zizi Ja Opera.
CORRESPONDENCIA DO lil Milu DK I'KR-
WMllllll
Varahiba 1 de Janeiro de 1853.
Nada lem occorrdo de|Hiis de minha ultima car-
ia, o Dos queira que continuo essa calmara de
novidsdes, aaho se ellas forem de inlerasse publ-
ro. Anles quero oslar baldo de noticias, apezarde
I de umaseubora. onihora menos agradaveldc semblan
le, enibora menos espirituosa.
Aleunin colisa ha que corregir, porque algiima-
seiiburas, illudlas polas altenciics devidas ao sexo
eiilendem que sao lirias de puro ulfinin; o que pai
iiiiiu he um pheaomeno psyeholpgko, visio que ella-
a mis lem ro|ielidas occasloes de se convenrereiu dn
conlrario.
A-si.linodia 12 dn oorrenle a ropetliro de(ia-
brina.....uisso Apollo.
Achei que foi muilo mclhor deseinpouhado do une
na primeirarcnila. Quulo a iiiim, as honras da
noileforaindosSrs. Bezeira, AmiM'do, o Mouloiro.
A Sra. I). Mauielila i-ileve sublime. 0 Sr. Pin-
lo, de quem ponen Ibe leiiho fallado, porque ,, ,,,_
fundo rom o Sr. Hozendo, bem como esle, ciimpriu
muilo hem seus deveres.
No rundo drama levaran!o beijo visto por
mili! |iela primeira vez. He muilo bella aquella co-
media; o do inoiiii limo gnslo.
S. Exc. osla resolv ido a laucar, al o dio 23 do
correte, a primeira pedia nn edificio do novoihes-
Iro ; c eu nsoeaibo na pello de conteni, porque es-
lou rom esperanzas de assislir ii'elie algumas rerila..
PrazaaosCos, que elle |HKsa rourluir aquella im-
porlaiile, e til obra, que eternamente Ibe agrade-
ceremos.
Tambem lem resolvido laucar a primeira podra,
ao mesmo lempo,da oadcia. ConcillaS. Evo. aquel-
las nina., o a Parabiba lindaren' ndonsmab ne-
isarios edificios, cuja falla ella lano soiilo.
Tem sido o Exni. S o presdeme, que nielhnr tein
ciiinprobendido as necessidades da Parabiba, e que
lem sabido istbOu-lu. A agricullura Ibe deve
mai. lacilidade no roteio das torras eomaiiilioduooo
dos arados, mclhor emprego de forras com as novas
machinas hvdrauliras, ilr.rini'enli.nl,,. pelo enge-
iiheiro Rclimiba, reforma de semcnles, einlrmluroo
de novas.
A industria ,a deseoberls da eodiiaila, e Jo n'ar-
more, |ielo hbil Mr. Rriinrt; e finalmenlo a miiio-
ralogia, a liolailca, es|ieram auciosas os resultado*
da viagera iulentada por aquello naturalista, que so
acba munido de lodos os inslriimeulos nocessario. a
lo importante viagem. E qimJ o que tanto tein fci-
lo em lo pnuco lempo Es a razo do meu quasi
fanatismo por esse administrador ; o porque amo
de veras ao meu pala, o beijo a mo que o beneficia,
I".......i|ielle n camiiibo do progresso. Por essa
Ali sonhora, disse Roberto, era minha
irma.
Elle olliou para madama de Monillos. Oh I
quanlo foi feliz I Margarida tinha corado ; ella
ostava radiante de alegra : loda sua belleza, toda
sua ternura Ihe linham voltado.
Era enlao isso, disse Robarlo com sigo sor-
rinjo-lhc com amor, ella eslava com ciumes I
Estevo linha seguirlo todas as mpressdes que
Margarida nao poder occullar; o com o coracao
cheio do amargura o de dor Jizia com sigo ao
mesmo tompo :
Ella linha ciumes 1
Mr. de de La Fresnaye so relirou ; logo que
ello chegou i distancia tal que nao so tinha mais
quo leme-lo, unto tmmonsa risada fez Iromoras vi-
dracas do salo.
Oh isso he encantador! Jizia um.
Est bem boa a graca I Jizia o outro.'
O que ha pois ?
Sua irma?
E nao ho, nao ?
Qual 1 elle nao tom irma, he filho uni-
do. Sua mai ora minha prenla, eu a vi morror,
Jisso o vollio diplmala ; ella s linha um pezar,
ora nao ler nenhuma lilha.
De veras I eiclamou maJama J Ame,
Filian elle zumbel! Jo lilil!.
Tambem pora que o inlerprllou dianta do
lanta gonlo ; elle foz como fazem os inms.rus con-
vencidos do abuso Jo poder, nogou, improvisou
um documento, um documento falso ; improvisou
urna irma para as necussidades Ja causa, para ob-
ler um voto!... E as risadas comecaram outra
vez.
Margarida sorria com complacencia a estas ma-
licias.
Nada a impeda de oslar contente, nada per-
lurbava sua confianca ; nao sei como isso so ex-
plicar, Jizia ella com sigo, mas visto que elle o
disse.eifa era'sua irma !
Gafclao vesliJo para o janlar, moslrou-so limi-
lainenle porta.
Vemc, ineu filho, dissa-lhe MargariJa, o
como o menino-nao ousosse aproximar-sc por ler
siJo ropelliJo urna ho-o anles, ella correu para
elle, tomou-o nos bracos o abraecu-o com effusao.
A visia JoGastono Ihe fazia mais mal agora...
Elle Ihe lembrava Roberto... mas ella nao aborre-
ca matas Rohorlo I
MoraliJaJo : Una mulher rom ciumes nau po-
do educar muilo hem sous lilhos.
( Contimiar-it-ha.)
I.


*
rui'laii'i i ininba, porgoc pelo iiii'ii palz dou a
Da-ta I" liojo, |i.n olii j osla da sulTriscl coin-
primeuto. Saiidc, o nuanlo lio bom Ibe dcscjn.
nun
vidl
PER\AMC0.
IfECIl'E 15 I)F. JANF.IKO DE 1853.
A'S 6 HORAS DA 1'ABUE.
ni:iosiii iii SOAYVL.
No ilia 9 rheuou ilo su I ii vapor l'uriiemr, cuja
demora dea lagar a variadas coidjjriuras, teunt
iii'iiliunia ilcllas se icali/assc: fo una arribada for-
rada pola fallu de rarso, que o delevo em caiuinlio,
o nada mala. Aa milicias que Innuo do Rio fornin
disliluidas de interesse, mas oulio lauto nao pode-
mus di/pr com as que rcrebeu na Babia. Heforin-
do-so ao Mercantil, comniuiiicoii-iios o nusso cor-
res|Hiudeule que o hriguc Principe, chollado alli de
Buenos Aires com idias dp viasem, vulgarisra a
nova de que t'rquiza, lomlo derrotado as Torcas
maulladas iraqu-Ha capital contra Entre II i"-, arha-
va-se testa de luda al unirs di onnfodcrac.ln si-
tiando a mesma capital, > quem a fumo j-dispunha
a icii.ii-i--.. Ksla noticia pareceu-noa, por diver-
sos nuil i mis, ser nina dasipic scdizcui ila meia noite,
o nos |M.r so a publicamos em Insistencia neiu ob-
sorsacao algurna. Era breve o va|wr inelcz o.....-
nio o brasilcim, os quacs deven) chocar at o dia 21,
tirarn todas as duvidas4 respeilo.
Falleceu na ItabiB o bem cnubecido cscrlplor das
Marinla*, babiana e fluminense, o Sr. lVns|iero
l'iin/, ii qual em urna oicursao esta provincia len-
lou I un. Un tamliem um iieriodico com o inesmo ti-
lulo. Era una persoiialidado toda mi generi*, e
quo pela presenca so se reiclava, qnr nos seus Bus-
tos, qur nos hbitos de sua vida. Heunindo, romo
bora din ii Comi Merranlil do Rio, .i um espiri-
to sarcastico urna inaueira desersenipre oxlrasacaii-
lc c algunas vezes cmica, o esrrlplor das Marmo-
ta*, i'in.iii/i.i seus arligos curioso, e ns peridicos
de sua lavra cram sempre nials ou menos prnrura-
dos pelas uo\ idades e exdruvularias que Mies en-
ehian as columnas uu em prosa ou em verso.
No dia :i ou I do correnle foi assassinado na fre-
liueza do .A 11 i ii lio, rom duus Uros de emboscada, o
subdelegado da mesilla, Tlinmaz de Aqiiino Duro,
boniem pai de familia, e segundo nos dizem boneslo.
Knibnru o morlo fosse pouco pronuuciadu era polti-
ca, atlribiic-sc todava a motivos eleilora.es o seu as-
sassiualo, \islo que nenliiiraas intrigas ludia; euin
boniem de lime Dionisio he o indiailado como
na\, publicadono Diarion de 25 do novembro do
anuo liniln, om o qual propoz-so S. 8. sOtlsfMf
a alguna esclsroclmonlos, que Iho ped acerca da
niui'iiil.i patente de sua invencao ; eu eslava re-
olvido t nao tornar a dllftij-ao, por entender.
quo olla lluvia tur duacido de inlereaso, o perdor
por velba. Urna ve, porm, que repulidos an-
nuncios apparecem ullimamonto no mesmo Dia-
rio asegurando quo aquellas moendas lein urna
vaiilugem do 15 por cunto sobre aa outros usadas,
parece-ma que nao vem fra de proposito o pro-
seguimenlo da discusso qua a taf respeilo fra
encelado. E, po9, sejo-me permillido onlrar des-
de j na queslao, iralando-a na inetmaordem em
quo o Sr. Mornay a ira ion
Increpa-tne S. S. do lor lido os alleslados qua
aconlpanliarain o scu primeiro ortigo com lao
pouca nileneao, que attribui a um o que ora de ou
tro. Mas semolhanlo censura he injusta ; porque
assa parte do meu artigo, a que S S. se refore,
tanto diz respeilo ao periodo da caria do Sr Dr.
Domingos de Souxa quo comeca assim : urna
onlra vantagem de summa ulilidade. .. como ao
do altosladu do Sr cnsul inglez, que diz; das dislinccoesimportantes etc. ele. .. Neo obs-
lanlo que seja consideravelmenlo motor o niais po-
derosa a moenda quo aquella que lom substituido
em Carauna, cujos tambores tinliam smenle 19
pollegadas em diomelro, com ludo Irabalha com a
maior perfelco possivel, sendo tangida pela me.--
ni.i machina da forca de oilo cavallos, assomada
j ha desasis annos
Ora, o quo se colligo deslas palavras lio quo as
moendas patentes exigen), seno mcuor, igual for-
ra i das anligas; c portante bem proced quando,
contestando quo laos moendas nao absorvessem
tnaior forrea, me refer ao allesiado do Sr. cnsul.
E se osse nao foi o pensameiilo desto Sr., o que
perlcnderia olio concluir, quando rcierindu-sc as
canlagons da dita moenda, diz que ella he movida
pela iiir-ni.i machina de vapor? E mesmo admil-
llndo esso engao de minha parle, isso nao prova
quo o meu raciocinio nesio ponto nao fbsso justo ;
aulurdcsscailontado. M cuincoo para o annode lamo assim quo a minha oljeccao acerca "do era
IBSJ, u qual de certo nao dallar* de ser o continua- 'rTr ""'=
dor dos horrores do passado em materia de seguran
ra indiv idual, se pelo menos os estimulas de honra,
na falla dos de juslica o hunianidadc, niio induzi-
i''ni as ii.i--.i- autoridades |ierseguireni o crime,
aflm de que a nossa civilisaco nao |iossa ser consi-
derada por .i I _' ii i-i 11 romo a niais hedionda sclvaseria.
-Noda 13 lese lugar o cousurso para u substilui-
co das cadeiras de iualez c francez do l)ceu dcsta
cidade, sendo o acto presidido pelo Exni. presiden-
te da provincia. Tres candidatos concorreraru;
mas loco pelas provas do primeiro dia conheicu-se,
seaundo nos consta, a insnfliciencia das babililatles
rom que se haviam elles apresenlado. No dia seauin-
le sement dous comparecerain, pois que um, bem
avisado, leve a prudencia de por-sc fiira da |ieleja, e
uBo esperar pela declaracao suleniBe de sua incapu-
eldade paraneierciciu du magis(erio,cumua liveram
de soffrer os dous, que, niais confiados na sorte, nao
quizeram render-se senao .i > i -i ,i 1 a volaco. Ficuu
portanlo adiado o concurso para outra epocha; e
inuito serio para desojar que o rigor da justica que
dcj(a vez se le sentir, jamis ruase abandonado em
casos enielbantes por indignas ContidcnfAet, pois
que, si assim nos seriam jioiniados o dezar c a mi-
seria de vermos prov idus em lugar de Ionios, rumo
lera acontecido, individuos reconhecidanicnleiiilia-
lieis, que minen fizoram eslmlns particulares sobro a
malcra doensinu. oque al alguiuas vezesiam pro-
ver-so dos liiros ella iiinierneiiles, do|wisde acha-
i em-se na posee do Ululo.
(irandes embaraces tem causado no mercado dos-
la cidade a fallado Iroou para as Iransaceics; eesle
nial, que uu mande ciiniineriln lriui-w |muco sen-
rivH, lem pesado enormemcDte sobre o |iequcnu,
assim eo.....sobre nsoperariosde lodas as industrias,
com esperialidade vd......sdas ullimaa rimes de
povo. leudo sido alnniil,me .....Irada doassucar
no niel pa.nl". aiiuilei en que o pailainenlo di,
Brande amen de freas para aaacouduecilo aqu
realisado Unan refluir a moeda miada para o inte-
i iur da pro\ lua, quando a falta delta i so fazia al-
giiin tanto sentir pela- rege$6Cf das pequeas soilu-
laadilaceradas, e subsiiiuicao das mcsinas i Ira-, que n.ln eraiu ompro de igual valor, Euiquaii-
lo pois nao viillam ai cooaaj por si mesillas au sen
oslado normal, esperamos que o (overoe da proiin-
cia, lomaiiiloeiu SOa illulrada c.....-idoiaeao oslo es-
lado do ROflrimtUto geral. |im\eja para que elle
di~appareca o inai- cedo |Missi\el, eniprouaiidn a
incilidas que a sua silMileria e experiencia adminis-
trativa Ibe niiisliarnn como mais adaptadas e ion
eeolaocasao lim.
O vapor Ara Sulradnr, que hejo rhegoii dn norte
ileMiu lodfj as provincias sera no\iiladc, o nada
lieuve digno deniencau.
Eulraraiu em toda a semana 21 emliarcaces o sa-
hirain 211.
H.....leu a alfandofla MKMWM rs.
rallet.....nSipeasoas: sendo 7 lionx'ns, (i mu-
llieris.e I2panulii. livres; I honieus, 2 inulheres
e i parrlo, eacravos.
.tpururao' de lodofoi cnlle toto, rleiiim' ilr Barrriro* prmiiliila pelo Mt
ilrjm-. mais colado, Cantina, Alliulm, emula-
ran em reparado da Iretjae-.ia de Maranguape.
i M.neilial de campo Antonio Correa Boira n.11
2 Desonihargadnr Jeronvmo Marliuiano Fi-
BUeira de .Mello..............
i Barharel Anlonio Cecilio de Si Albuqiier-
que.....................
j Di. Anlonio Peregrino Maciel .Moiileiro .
i Barharel Sebastian do Rogo Barros.....
li ll.iebarel Joto Jos Kerreira de Agolar. .
. Ilarliarol l'ranrisco Xa> ier l'aes Brrelo .
X Barharel Domingos de Suizn Lea.......
! AiiiiiisloKrederiiodeOliieira.......
III Barharel JosTliomai Nabucode Araujo .
11 Kieharrl Kiaurisco Carlos Brando ....
12 llr. Fraadaco do Paula Baplislit......
19 Padre Joaquim Piulo de Campos.....
751
67
.i
21
SM
582
5H2
57H
553
511
500
Suppteiiles.
1 >i. Jom- liento da Cimba e r iuuoinslo. .
2 Honorio Pereira de Azerodo Coulinlio. .
:> Antonio Jos de Oliveira........
\ Barharel Francisco do Bego Barros' Bar-
reto................
B Tenenle-iiiriinel Antonio Comes l^ai .' \ \
ti Barharel Alevandrc Bei iianliuo dos Bofs e
silva....................
7 llr. Joaquira Villela de Castro Tavar'es! '. '.
8 Barharel Rodrigo Caslor de Allmquerquc
M.il.iiili.n............
! Padre Leonardo Aulunos ile Meira ilcnri-
riques..................
l Barharel Antonio Francisco Pereira d Car-
valho..................
11 n.ii lanu Correa de Brilu. ....".'.'!! J
12 Parifico Lopes de Siqueira...... .','
13 Tcnenle-coronel JuJo do Beao Barros Kal-
ei/nt..............
. (Hjlrahiduitu atilhentieat.)
171
119
MS
367
m
349
Sil
319
319
309
293
276
MI
DIARIO DE PERMMBICO.
Kolroii nulo-heii lem dos portea do norle o vapor ,S\
SalroHor, trazeodo-nos dalas de Pari al 30 dn pas-
sado, do Maranhoo al 5 do crrente, c do Ccar
aUt.
Conlinoavam a oozar de soceso lodas as provincias
dease lado.
No Pari anda na* era cnihecidn o resallado total
da oleico para denotados, faltando a volajudc I
ollegios.
Ka capital do Maranhao paiwe-nna qoe havla fal-
la de farinha. pois qoe o tj/ooo do 1. do crreme po-
hlicoo o seguiote nolicia :
ii A lilil. cmara municipal acabo do fazer
liuhlico, que distribuo nuhma faririha a rotalhn.
na razio de |g60D rs. o alqueiro, oque vai manda-la
\ ir de fra para o mesiiio flnuV. Esla pliilanlropin
medid, uiiii a a lomar nesla roiijiinrliira, honra niui
I aquella corporacan. A Imrraa ilestiiiadn distri-
liiuean he a de Sr. Braganra.
Un Osar nada lam a iiieni ionar.
COMMIAICAIMI.
IIMM-KililH',:<.nlrs .l..s SMS.. |, ,|i,
tioruH.i
Nao MOilo podido, por motivo) particulares
(cujo ennlieeimenlo nada nloreasa ao publico)
responder prompianicnicau artigo do Sr. A, Mor-
wm
prego da mesma forca nio foi da nonhuin modo
destruida ; por isso que, anda o repito, toda a
vez quo so amoraga um motor qualquer om um
apparolho, ello he sempro calculado para produzir
um efleito maior do que o iiecessarioi e por c in-
soguinle pode ser applcado a mover consecutiva-
mente dillcrentcs apparulhos quo exijain do divor-
sas intensidades, comanlo que nenhum deseos ox-
eada o mximo limito. Esla objeccao anda sub
siste sem resposla, eeu quizara ve-la destruida.
Admra-so o Sr. Mornay que ou nao livesse
fallado no alleslado do Sr. cnsul hollandoz, quo
olTirma lor obtido, em urna sii experiencia, 74 por
cento ; mas nao rodele S. S. que, para julgar-se
do elTet de una inachiiis, uecossario ho fuzer-se
una serie de experiencias, para do lermo medio
destas concluir-so ura resudadoaproximalivo. Ora
havcndo o Sr. Dr. Domingos do Souza, senhor de
engenhofque ualuralmenlo deveria ter feilo, nao
urna so, porm repelidas experiencias), bom como
o Sr, cnsul inglcz assegurodo que acharara s-
menlo 70 por cotilo, o altoslado do Sr. cnsul hol-
landoz torna-so de pouco poso, eponledeseu valor
om vista dos daquellos senhores. So eu dovosse sor
censurado por deixar oqucatlnsla um, em virludo
de urna nica e pasaageira experiencia, para acei-
tar oquo ottostam dous cora mais visos de acorto;
maior censura merecera o Sr. Moruay por pro-
ceder de modo nieiromcnte inverso, sto he, por
deixar de tomar a medida das experiencias do dous,
para louvar-so na auloridadode um, que nao di
mnis garantas de acertar do que os outros. Foi
sement por esta razio que me niio roferi ao al-
leslado do Sr. cnsul hollando!, sem que todava
protondes.se desconsiderar o seu autor.
Aqui ha anda nina obserrocao quo convem nao
omillir. He palonic que nao usando o Sr. Mor-
nay da virola em suas moemlas, estas exigem ex-
periencias mais delicadas, para poder-se julgar do
seu resultado, vislo o melhodo ompregado para a-
precia-lo, isto ho, o do sublrahir-se o pa^o do ba-
gado do da canna, pora dessa dillerenca conhocer-
so o do caldo, dovendo succeder que por tal mcio
pedaoos do canna quo se cscapam para ocouxo
cansem desfalque no hagaco, ao passo que sao
considerados como caldo Bom soi que pora ob-
viar-so esso inconveniente, podc-se ter urna pes-
soa empregada em apandar tacs podaros c as can-
nas lonas, para fazo-Ios passar de novo na moen-
da ; porm isso ho urna dosvanlaem do systema,
porqu Iraz um accrescimo de mao. sobra que nao
lem as moendas ordinarias. E lanto he assim
que, segundo me consta, o Sr. A. dos Santos Si-
queira, para remover osso mal mandou pr urna
virlo na moenda patente que comprou ao Sr.
Mornay.
Passando a aecupar-me das outras assorces do
ortigo de S. S principiarei reiterando o que j
omilli emoulra occasio, o vera a ser quo as
moendas horisontacs de ires cyliudros, construidas
segundo as rogras, e assenlsdos om boas condic-
s espromem, lermo medio, do 65 a 70 por cen-
to de caldo, conforme a qualidadeda canna, a -
poclia de sua colheila ele. Se bom queconheca a
dilliculdade quo ha em applicar exomplos tirados
de autores a casos particulares, comludo para se-
guir o Sr. Mornay no terreno dos cilacoes em
quo i He se collocou, reeorrerci lambctn a opinioes
do autores, cujos oscriplos olereccrei a leilurade
S. S pondo-os no lugar em quo queira exami-
na-los.
O distinti M. Payen, profossorda escola cen-
tral de Pars, dia, no seu curso de chimica indus-
trial, edicao de 1852, pag 525: Um dos o-
perfeicoamenlos nolavois, inlroduzidos as colo-
nias, teiu sido o omprego de moendas mais fortes
e melhor collocadas, que angmontaram o rendi-
tnenlo de 50 o 55, depois a 6U e al a 65 por ta-
lo de caldo exlrahido.
M Durcaou, engonheiro bem conhecidu na
Franca, em a sua ubra inlilulada Noticia sobre
o fabrico do assucar na Luizia.publicada em
1852, pag. 15 diz, na parle em que Ira la das
moendas emprogadas nesses ltimos annos : Urna
noenda de ires cylindros bem construida, dando
2 1|2 vollasfior minuto, rendem Luiziania pouco
mais ou menos de 70 a 7.1 por cento de caldo.
Os engenheiros francozes Annengaud & Fro-
raa, no seu bem conhecido tratado de machinas,
publicado em Paris, lomo 5., pag. 105, descro-
vendo as moendas de ires cylindros con ires pal
mos de dimetro, sob as mesmas condicocs cima
ditas dizem : n Com estas dimensios a porcenta-
goni em caldo de canna de boa qualidode lie apro-
ximativamente do 70 por cont. O numoro dessa:
moendas, -assentados actualmente, sbem a vinlo
distribuidas do modo saguinle: 7 em Guadelupe.
5 em Martinica, I as Antilhas dinamarquezas,
6 em Bonrbon e urna em Malaga
Aimla uniros autores poileria eu cilar ; mas es-
les bastam provar quo o resultido cofhido pelo em
prego das moendas do Sr. Mornay nao be urna
novidade
Fallci cima em M. Pavn, quoj foi citado
pcloSr Dr. Domingos de Souza, dando somonte
um resultado de 50 a 60 por cento; mas como so
ii-, aquelleaulormesmo j chega a resultados mais
elevados, em virludo de novase mais cuidadosas
experiencias ; o que prova quo b Sr. Mornay o os
partidarios de sua moenda s IrVm recorrido -
oxpcriencm) remotas, qtiandn cortos mcllioranicn-
tas nao se haviam ainda operado. O Sr. Mornav
refore-so a opiniao de M. Avoqmii nio- doro di-
Mi
zer-llm quo osla o nao favoreca t porque segundo
um tratado daquelle chimico, transcripto por M,
Bouuingaull, que lenho a vista, lem-sa para a
raima chamada rajada e para a roxa 63 por oenlo,
barai canna branca 64, para a cayana 60, e II-
nalmenlu para a crioula 68. Qualquer dessos re
sullados osla longo da ser de 50 por can lo como
dizor. Mornay. Edemaiso mesmo M. Avo-
quin, M. Duprez, M. Daubre etc. nao clam
senao experiencias geraes, faites com fins eslalis-
licos-, o por consequencia nao foram escolher as
boas moendas; queriam smenle apresenlar um
resultado do proveito que nosdilTerentes paites em
que estiveram se colliia da cultura da canna Mas
dahi nao se deve concluir que as boas moendas
alli usadas nodao mais do que elles acharam na
ra um lermo medio da cultura om geral
Al.au dissn, para que perdor tempe em cnsul
taro quo se passa em outros paites, so no nosso
podemos tirar lodas as duvidas e resolver a ques
lio por fados? li disso em outro artigo quo nes-
la provincia se tem feilo experiencias, quu lem
dado o resultado por mira apresontado : os Srs.
lliiiileir.ni, Danjois e Brrelo, nos engenhos S.
Joo, S. Caotano, Engenho-Novo, Macuje ele.,
acharara que a media de diflerenles experiencias
regulava do 65 a 71 por cont.
Actualmente, como nos adiamos na forca do
vorao, ai cannas j rendem menos ; porm ainda
assim se o Sr. Mornay quizer convencer-se do
quo digo, escolha qualquer engenho, cuja moenda
esteja as con Jices exigidas e faca a experiencia
v.por exemplo.aoe'ngenho Guararapes, Bulhe
Morenos, Serrara, ele. o ver se nao ho oxncto
oquoafllrmo.
Nao acho claro o periodo do artigo do Sr. Mor
nay om que concordando com a opiniao de M
Payen quo aflirma que o assucar concorra grnn-
domcnle para augmentar o valor comhuslivel do
bagacn, julga que eu mo engao partilhando a
mesura opiniao. Ku uo pretendo que se nao es.
premo bom a canna ; sustento smento que alm
do cortos limites nao canvin augmentar a pressao
porque o caldo que se eolito do mais nao compensa
o mal originado pela inteira diluicao do bagarp
Que o bagaco lanibem era p nao he oprovoilado
como o menos quobrado, ho cousa to clara que
escusa ser discutida.
Porgunto, o assucar augmenta ou nao o valor
coinbustivel do bagaco ? Conlesla-o o Sr. Mor
nay, apoiado na opiniao do Dr. Evans, autor quo
alias confesso nao conhecer. Eulrelanlo como a
quostao \nli:i .ni lerrono das riiaee-, forca ho
(ambom cilar, por suas proprias palavras, opiniOes
de autores acreditados. Mr. Payen, na obra j
citada, pag 525, diz : a O bagaco, unicocombus-
livel de que se dispoe na maior parlo das colonias,
seria nsuflicienlo se elle nao conlivesso urna certa
quanlidade do assucar. Ho preciso, alm disso,
evitar que se espodace a canna as moendas, por
quo seria difHcil ompregar o bagaco mullo di-
luido, a
M. Kinapp, professor da real academia de
Cambridge ( compatriota do Sr. Mornay ), no seu
lr.ilado1hocnologia chimica, iuipresso om Londres
em 1851, pag. 281, observa : O hagaco sahi-
do das moendas, quodeixam deespreraer mais do
quo dous tercos do caldo conlido as cannas, con-
servara 6 por cont doassucar, que he cora elle
queimado as fornalhas.
Ainda mais : M. Iloussingault, na sua Econo-
ma Rural, pag. 210, tratando da vonlageiu de
augmonlar a pressao da canna, acrescenta : a To-
dava, parece que os senhores do engenho nao
eslo disposlos a ompregar una pressao muilo
fnrle, teniendo dilacerar o bagaco o reduzi-lo a um
tal estado do div sao quo torne muilo ncommodu
ulilsa-lo como comhuslivel Debaixo desse ponlu
de visla ha evidenlomenlo inleresso cm poupar a
parte Itnhosa da canna ( o bagaco ), quo ho som-
pre um auxiliar precioso c muilas vezes indispon-
savel ao labrico do assucar. u
Apoiado, ponanlo, em taes autoridades julgo
quo toda a razo lenho quando digo, quo nao ha
vantagem em exceder so cerlos lmites na pressao
da canna, nao s porque o bagaco sabe muilo
diluido etorna-sediulcil o ser cnipregado, como
lam..mi porque reduz-se a un coinbustivel dein
feriorqualidado. E note hora o Sr. Mornay, quo
ou nunca disse quo lodo o assucar rstanlo no ha
gaco hoaprovoilado as fornalhas.
QuanloaoscalculosdoquoSS.se servo para
encarecer as vantagens de sua moenda, nao mo
cancarei em conlesla-los; por isso que elles se
baseam em duas seguimos supposicCos, quo nosle
caso nao pdem servir para guiar a discusso :
primo, que com o omprego de laos moendas so ce-
ibo mais 15 por como de rondimento ; secundo,
que um carro do lonha cusa 500 rs. A priiuera
he precisamente o ponto conlroverso ; o a segunda
nao pile ser admissivel; por quanlo se ha ongo-
nhos em que aquelle preco he razoavcl, outros ha
cm que aquella quanla ho insuflicienle, e outros
mesmo existom que so nao servem de lonha por
nao tur nenhuma.
Admiro-me que o Sr. Mornay, autor de um
systema de moendas, diga que o emprego do dy-
natnometro nao he um miio pralico para apreciar-
so a forca emprogada em qualquer machinismo.
Se eu nao lomesse passar por prolxo opresontaria
a opiniao de engenheiros pralicos, quo adinitlom
e mcio como um dos mais seguros. Diz S. S.
quo < como nao existe evidencia tao conclusiva co.
mo os fados, ah existe o mesmo vapor Irabalhan-
do com o mosmo coinbustivel e com a mesma pros
aio do vapor, o he provado inoonleeiavelmenlo
que ost produzindo muilo manir- resultados.
Mas como est isso provado 1 Como so sabe
queo vapor Irabalha com o mesmo comhuslivel, e
que a pressao ho a mesma 1 O Sr. Mornay nao
se dignou dizo-lo Quero admillir quo, no primei-
ro caso, fosse pesando a lenha ; porm esso meio
ho muilo imperfeilo c fallivol, porque exigo una
lal identidade na qualidade da lenha queso nao
pode encontrar na pralica, nao s porque a nalu-
roza da madeira varia assaz, como tambem porquo
Ende esta achar-so mais ou monos impregnada do
umidade, o que fai alterar o mu valor combus -
livel. Se o Sr. Mornay mo distesse que para a-
preciar a forca da machina havia comparado a
abertura da vlvula, que d paiaagem ao vapor
do gonerador para o cylindro motor, quando tra-
balhava a moenda amiga, com a abertura actual-
mente, ainda assim, admilundo mesmo que S S-
houvessa medido a pressao do vapor nos dous ca-
sos, seria preciso que mo assegurasse que nenhu-
ma altcracao so lenha dado no machimismn. Mas
era mesmo isso se nos disse.
Alguns outros pomos restara ainda no artigo do
Sr. Mornay, que deixo do parle por serem do
pouca importancia, o para nao alongar muilo esla
respoBlo, que j vai mais extensa do que eu deso-
j ra. Parando aqui, peco desculpa aos que llvo-
reui liiln a bondade de Ier estas lindas, por havor
oceupad" por lanto lempo a sua altencao ; restan
do-rao assegurar novamenlo que me nao otiira no
animo o desejo de olfcmler individualmente ao
Sr Mornay, a quom voto sincera considoracau
Rocifo 13 do Janeiro de 1853. M. B B,
2
SBR
lar do segundo oro, om Novembro do atino passa-
do, n'.iul.i narlicular, da qual he professor o sur.
Jos Mara Machado de Flguelredo, cm presenca do
tiln. Sur. dr. inspei-tor do I. circulo literario,
sendo examinadores o< lllios. 8nr. padre mestre
Jiiaqiiiiu llaphael da Silva, e profeasor Candido Jo-
s I.Mua, se examinaran! Ire alumnos d'aquclla
aula... foram approvados plenamente entre os quacs,
mu d'clloa, meu Mhrinho.
Nodeixei |Hir lanto de reronherer pormlm, co-
mo por pesadas instruidas que a--liiaui o dito exa-
me, ca una, liuiii melhodo c delicadas maneiras len-
se professor, nfio s pelo desenvolvimenlo dos nies-
mos examinandos, quanlo por que, presciiulindo
drmals |domonslraces, he |iessa que lem exames
preparatorios.
8c estas proposicocs onemlem a modestia do Sur.
FiRUciredo, curapreuic declarar que he lao minenle
por amor da verdade c simples aeraderimeiito que
levo a consideraran do llluslrc |iiibliro o mrito des-
se pnifessor. A. B. Perreira.
p.blica(m\s a pedido.
SOMTO.
A' unlida morle da Klha da Sm, Sr. Antonio Ig-
nacio d Asento.
Dura |iarca cum fera crueldade
Contra joven existencia aprcoiavel.
Subtil uolpe desfecha incxoraiel
II..iili.iii.li. ao pai a til ha cm flor d'idade.
Carpa o pai do drtr chcio, o do saudade
li'.una.11 lilha perda irrcparaxel:
Quera senilo curva, mesmo inconsolavel,
Aos decretos d'iim Dos com hiimildade 'l
Se perde o pai a filha Un amada ;
Se da Ierra sumio-se n flor inimuza ;
Cacha o eo, que lhc d heiiiiiiia entrada.
F. la nessa uiorada loriosa.
Oiulcjm a virludo lem pooiada
Bepoiisc em paz a lilha virtuosa.
I.NJUSTICA.
A injustica tem nina faeuldade natural, que nos
leva a alnirreoe-la, independcnlemenle de lud
que|HMleinus Ier a esperar ou a rocear.
M iiijuslii;a he aqmllu que mais sopara o boniem
do hoinein, os homeiis de Dos.
Nada be til senao aquillo i|uc be juslu. A Ierra
uaodisla lano do mais distante dos asiros, cuino
verdadeira ulilidade da verdadeira injuslica.
O imn nao allrabo mais o ferro, oi o conilui
loro raio, do que a injuslica allrabo sobre as nossas
canecas lodo o venero de males.
He maior desaraca ciiniiuellcr una injuslica que
snllre-la.
A injuslica dos partidos nao he senao una alruz
injuslica.
A injuslica feita a um he una ameaca feila a In-
dos.
O injusto he horrixol, inesmo aos olhos do injusto,
Mais cruelmente atormentado pela conscieueia di
seus crimes, dn que se fosse despedazado pelas fu-
rias, o h..m..ni injusto Iraz cm seu soio o scu sup-
plicio.
I) honiein injusto osla senipre em presenca de Ires
Irihiinaes lerrneis, ruja compelencia nao |ide de-
clinar : esla sujcilo sua propria rondcninacao,
ciiiidcmuacao dos honieus e ciiinlemiiaco de Dos.
INJURIAS.
As injurias niio alcanzan! se uo aquellos, que se
iianoleiam cima dolas.
Quando a satisfarn nao he plena, as injurias nao
sao nunca reparadas.
KiiiKuem lie mais nipaoienlo cm siippnrlar as in-
jurias que aquellos, que mais facis sau em as irroaar.
As injurias sao as razos de quem nao lora razan.
Ho mais nnlire, mais cummodii o Inais aeguro por-
ln.ii as injurias que lomar siuiunra dellas.
Lasa a injuria que rerolicslos, por mais alruz que
Ha seja, mi......aangoe, mas no lelhes
O osqiiocinieiilo he o xerdadeirn remedio das in-
jurias.
Cln'lon, pergaolaodo sobre o que havia de mais
dinieil, respoiideu : uuardar um sercdo, emprear
lioin o leni|.......ppnrlar as injurias.
INTRIGA.
A inlriua lien rocano das almas fiara- o viciadas,
como a esgrima be o recurso das almas bailas.
I) Inlriganle be romo ai anba, que cerca asna piu-
le de ti.- iinperecptiseis.
Enlro ns riirlezin, dizia l.uiz XIV, eu/losciibro
niuilns inlrieanles e mu luurMamigus.
INNOCENCIA.
A iiiniHTiicia lie a -ande preciosa da alma, e mu
recuno, nina eooaolaelo uaa mais acerbas dores.
A Innocencia he a felicidadedos infelizes.
A iiimiceiici.i mollas vezes occulla-so ; maso es-
plendor que a cerca xeni cinlim a descuhri-la.
A iminceucia he o primeiro cncanlu da belleza,
l'm meniiusein iunoceiicia, be una flor sem gra-
ca e sem perfumo.
A malicia be l.io opaca, como a iunucciicia be
transparente.
Se ns indicios podeo servir da prnxas, he quando
se traa de defender a innocencia.
Aquello que marcha pela otilada da innocencia
axanra cniuseiiirauoa: aquelle, iinrin, que scihic
ohliquaniente dous ramiiihos, caluro.
Deixar o crime impune, he prcfcrvel ao condeni-
iiai a innocencia.
O ultimo estado de opprobio e dceradaci'Jo a que
se poda clieuar.he oda perda da innocencia c doscu-
limeolo que a faz amar.
Nada mis .1,1 lauto valar ronlraos alaques da unir-
lo, como a iuunconcia da vida.
Os suspiros da iinnccnohi excilaiu a alleui.ao da
I'ros Ideada. De pentamento por BaAot.l
\UIIIIUIII.
de
<:0RRESP0\DE^IA.
S'rs. ttedaetoret. Se be perniillidn oluuiar a
quem ciuiipiecnin sua nhricacan, lanlu mais diuno
he aquello que eMrlbaOOO-M no eiiiiiprinicnlo de
seus .Is-sere, eiiiera-se Irahalhnsanienlc no desem-
|ieulKi de seu mauisleriu, eeisoquedt assumplna
seuiiinle piiblicacan :
rYecedeudo-se os cxanies de instrucrao ele.....u
O PALACIO GYMNASTtCO
( Gymnasio central da cidade
Pars.)
He doliaixo das grandes aores, nosle limar osco-
Ihido quo ainda he Paris, masque he ja campo, a
dous passns dus campos Elvsoos, a dous pa--js dn
Sena que furnoce com aliui'ulancia a anua das ahin-
cos, be na seiba alea das siuvas, posla aaora sob u
patronato de Miuucl Montaigne, Ojooie ersueu como
por masa, o oslabelis-iinento o mais curioso o o mais
ulil da capilal, /1*
Thealro onde cada mu piulo ser aclor, limar de
prazer uiiiio, pnrqiio.einoulra parlo o prazer......iva
aopassoque aqu o prazer reslaura e fortilica, obrim
para ns periiiiiijusns, dislraceao dos lalniriosos, arena
para a niocidade robusla, piscina onde a siiilidade
sencida |Hirnussa cisilisacao, vem bther novas for
cas, sxninasioemliiii,1>mnasioum luda a bolla
esasla aeco|iciioila palas ra, lal he o desuno,lo mol
ment elesadu |.oiMi II. Trial au pruirressue a ro-
Benerarau phisica do hoinein.
ProvarajOjOO boniem he misorasel rolalisamenle
forra o a saude fra una larefa bom fcil. Cada
um, I......iii.l., os nlhns cm derredur de si, jhiiIc sor. a
mullidlo dos dnonlesqiie o cercam. Doenles que ca-
miiiham. que Iralialbam, qoe siveiii, doenles resiu-
nados ou antes desanimados, que lom cbeuado alea
dizer. Saffrainoi aquillo que nao' pndemot impe-
dir. Doenles que lem areilado sua doeiica cuino
cousa natural e normal,doenles em um estado lal
ue a saude loa parece una mentira, um sonbn !
ns os i nnhoceis lodos: borneas do aabinele.arlislas,
.-< i ijiloie-, victimas paludas o tristes doste vencuu
que se chama a immobilidade, empobrecidos diaria-
uicnle pela emorao uersosa* pelo calor facticio, pelo
ar vieiadu,pclncxclamento do cerebro, vos os coiihc-
ccisloslus.salicisque/i'iMrtm bem, excepto na ncsral-
aia, excepto sua uastritc, excepto sua entorile, sua
bronrhiles, suas mil e urna miserias ebronicas que os
torturara.
Elles passam bem !
E cun etrcilo, para que fallar senipre dcstos males
que en liara ni cm sua s ida o para ys quaes au coulu-
cem romoilio ?
Elles |..i- uu liem Kilo- escrevem, advoaam,
fabricam, cuiii|hoiii, maiiejam o arco da rabera, o
buril, o pinrel ; lugo ellos passam bem.
alasuao lie as-iui; serdailo be queoshoniens do
campo passam hcn, nossos canqKiiiezcs, quando es-
laulMins desande nao eslaodoenles; mas ellos leem
ar o noiv inieiii... respirara, scrveui-se dus msculos
quo Dos Ibes deu.
Em Paris, pauar bem, quer dizor: mfrer fra do
leito. A boa saude consiste cm estar de pe.
Ginhecia-so vagamente os principios da Bvninasli-
ca. Osjoaos da aoliguidada os haviam dado a m-
nbocer rom mais elllraria do que us esfor^os insufll.
cenlos de alguns modernos. Oiintudo, ou |iela lem-
branca da esluracin paga, uu por causa de cerlos os-
buens muilo riidiinciilaes, dexidus Bjiiinasiarcas
esliuiavcis, o espirito publico os diran lentamente
para osla porta abarla salsaeao. A idea pvnelrava
pouco a ponen as familias, o cada colleain, cada
iiisliliiicu, por iniHlesla que fussi", quera Ier sua
iiuni.iiu'ia de gimnasio.
Abi eslasa o barranco.
Procuramos salier qual era a cau-a das dille ulda-
des que a seidadeira u>mnuslica eiiioulrou em seu
canlinho.
O .le-,dn oto siol.au de um cobo au be |mrxonluru
bastante para detgoatar da msica aquelle que nio
conbecesse outro prova Bosta arle 1 Aquello que uo
livesse jamis \ isio outro- quadio- sean as tablelas
da cslafagem, acreditarla as sublimidades de Ra-
|liael Nao, ceil.mienle.
lie inelbor nada facer do quo fazer mal, Sio os
Emsticos de lia isa ordem que tem embancado fl
u da i\n B} uinasl ira.
A arle nao cousisle cora effello em provocar, con-
fusamente e como por acraso cerlos mn imenlos
desordenados. Tildo dependednlodo. Aqui, romo
por toda parte, o grande segreilo he a harmona. 8e
a haimouia vae revelia, o rcmeslio lorna-se vene-
nu, porque o equilibrio est rompido.
O que succcdc t he que aquellos que sodrcni so
asilara as impudentes promessas do charlatanismo ;
elles esperara, e cm um bello dia balera |Mirla des-
le pretendido templo que eurerra a furca e a saude.
Ellesvoein una cmara maisuu mennsvasla, mobi-
llada de iiish-uraenlos de tortura,e aqui e alli,
nesle passeiu do pristi, dous ou Ires pobres diabo
que se lirain us ossus a voz de um professor aborre-
cido.
I'ur ventura podem dar i mocidade a aolidade,
a Braca e o vigor aquellcs que as nao lera ? c osla
serenle lamaeenla se parece com a fontc de Joven-
cio T
III.
Cumprc dizer quo esla rehaiu da pureza phs -na
que se une lao iierfcilamcnte a pureza mural du
chrslianismn, esperava scu punlllice e sua ioreja. O
punlilire ful arbadu no din esa que II. Triat, ilcixan-
do scu esplendido si mnasio de lliu sella-, pasaou
nossa frunleira.E u punlilire cdillrnii a iureja. El-
lo linli,i sua missao, elle a lem preenehido.
O monuineiilo osla levautado. Mr. Trial |Hide di-
zer, sem exagerar a importancia de sua obra, h'xe-
gi inonamentam !
Esto edillrio he um vasto sabio rodeado do Ires
ordens de cloBantes galeras. Ocspaco he dividido
cm duas parles, das quaes a primoira he assoalhada
emqiiauloquea segunda, rhciaduserradura de um pe
de prufundidado, forma um iinmonso c inacio col-
chan.O que allrahea altencao primeira visla, he
a procissu das curdas que corrom em todos os senti-
dos, mis|iiramlo-so, rriizaudo-se c formando romo
una renda caprichosa, cujo locin espanta c euibara-
ca o espirito. No preco dosla priKlmiosa meada do
rodas esl a forluna de um hoiiiein. I'lla- ondu-
lan) em oseadas, o intermiuaseis foslos, em rusia das
tribunas; airasessaui uBsinna-in, siiliein, dcss'cm ;
VOS as viiiles debaixo seguir a rursa aires ida das nim-
badas cuscillar leiilanieulc na passaBom de mu rae-
nino que parece om paasaro perdido ooespacp.
Outros calis pendem aimla lisrcmenlo para a sol-
la, ouir.is eatteadas verUcalmanla para o braco de
ferro, hu isonfaliuonle para o curto, nutras termina-
das par brilbaiiLes aunis do rehre, serscni para n
exerririn da pndula que Mr. Iri.it lem tesado ao
supremo eru de perfeicao.
A Iravczdo enreiidanieiilu das cbnlas. apoi rebe-
le InBo da entrada um ssslem.i de oseadas do madei-
ra, aflerlamlo a forma de um treso boIIucu cun suas
buriblduras arcossorias. Pnudo-se pona "om pon-
a os dearos desla oseada aiganle, se passasa |air
rima das Iones de Notrc-Dame. As barras paral-
lelas musen. Inventadas por Mr. Trial estn em bal
xn. Suas tullronles posices periniltcm mais de
rcnln o cincuenta exercicios.' No mcio llualinonte
eergnea cavallodegranden natural o qual i
sislu lanos milagrea de Turca e de agilldade !
Nao fallamos nem dos maslros neiu das barrasde
ferro hnrisnntacs, nem dos instrumentos que se en
contram nos peqoenoi gjmiiasios,
Passanios em silencio "lainlH'in, |Mirque nao o po-
ireriaiiiiisdcscrescrsunirienleincule, diflercnles raa-
liini- mu Un ciigenhosas das quaes Mr. Trial, be o
autor, e que ello pnc disposicn das |icssnas mui-
lo fracas para seguir a grande lirSn.
Tal he o sabio cm sen as|ier!o puraniciilcmaleria|.
Mas ao mi.lo soam oilo horas, quanslo os innunicra-
veis bicos de gaz iiiumdain de luz o pavimento,
noaMgVea abre a porta dn lompln reslaurador para
dar |Kisagciii mullidandos ilisripuliH. quando as
Baleras ebeias se esniallain de flores, de rendas o de
arrieos, osillo Inunovei solire-alta, o palacio mu-
llo loma moa voz. a uialcria lerlc so agita o respi-
ra. He Testa o he lialalha '. O oxorriln dos auda-
eiososse arremessa eooqulala da sasle e da forra.
Pelas escadas, pelos maslros, |M-las curdas, ndo-
lescciilcs, adultos, Inmiens feilns, caliera na arena e
enmecam a partida. Ellos Irazeni u collar serme-
Ihoeo peilo mi.Avante o Treixo llexisel das bar-
ras parallelas Ame, o se reforc; os maslros puli-
los raiiBem dabaixo das unios, us atinis siispendi-
!.......ill mi o arreiucssam o esmnasta-curinso quo
faz a rambalbola dos ares, oeavaohe vencido de
um sallo, ao pasto que os hiladores derribados ro-
lam sorrindo-se no p denerradurd. Asaulc I asan-
te .' Esla ha a alegra, a vida, a mocidade qoe o-
Ion! Eslo he o uiosimeiilo salvador! Asanlo!
forlilirai vnssos museulof enersados, prorurai o
equilibrio, locai com o p ligeiro lia barra elstica
da trampulia, expanda o peilo, liebei o ar a longus
sorsos, esforc.ii-sns, Irabalhai, sisei -
Eis-aqui u ineslrc. Parai e sede. Eluvbo um
boniem temilhaole a sus. Porque razan scu |Hider
be triplo e quaih uplo '.' Por que leu corpo nuisru-
Inso lellexisel risalisa em primores, d'ohra da os-
lalaaria anllga T Porque sen sinnr heroico parece
zumbar a IHMsaderadencia '! Poique elle lom feilo
om si mesmo o que lenta fazer em sais. Mr. Trial,
o alhlela lera rival n hrcules das dados modernas,
be o Idbo loBiliino do sen pinprio nielliudn. Mr.
Trial reagiiidu s.ibre si inesmo, lem lilforahnenlo
forliflcado seus moscolose pairifltado suas carnes.
Ora. sede : onde ns mais anois hesitan), ello pas-
sa. Esla eorda que ello Bgarrou us ares pulanilu
nio um liare o ievnu i abobada ; agora ello nada
i e-paeo Bualaiulo com medita os csfiircos do
VOO aereo ; ello loca a horda da Balera, sua canuca
mergulhoo, seu corpo equilibrou-ae : esto ruidn que
uusis, he ja scu p que pisa norlio c que lomando
iillar, passa por cima, mais alio um metro da au-
ca dn cavallo....
IV.
O a-.obio soou. Os jugos lerininarani. Esle he
o signal ila HcJo normal. Em quanlo os discipulos
ja animados Vio etcoiher seus inslrumcnlns, dcss;a-
mus |Hirla o laucenins una s sta d'ollins nosle opu-
lento arsenal de armas pacificas ; ka u'elle p, i ,\?
rincoenla mil escudos de forro somonte : julaai so
Mr. Trial |mmIc temer a eeucurroiirin Sao hallas
'mamadas do lodosos tamaitos e do ludas as fr
mas, barras do ferro igualmente Braduadas e lernii
nadas lambem por hallas. Os curiosos arhain cun
nina admiracao misturada de espanto esla massa de
fern fiiudidii que se chaina : 0 peto de Mr. Triat
porque s Mr. Trial he que lem piulido erauer con
oliraen esleiidiilo, a cima de sua cabeca. Aquelles
que lem sislu o Hercules moderno fazer esle prodl
boso Irabalho. nao pmlem esquecer cpie ssmis cora,
ci'^s bateram em seus |K'llns ouiiiii na soena a mais
locanle do drama omais anebalador.
A lican normal, ou dn noalho. sonipre dirigida [nir
Mr. Trial em |ies*a, lem |wr lim sullicilar allcrua-
dameuloe em una nrdciii iiiodicahnciiic lgica, lo-
do* o* mnenlo* ifo rarpo humana. Esla licu f.ri.
a admiracao das posadas da arle. Pondo-so di
lodos os don- ; assegurcni ellas para moridado e
para a velhice, a saude que lio a inolhu metade da
Telicidade I IPreite,)
COMMERCIO.
PBAtA 110 BECIFE 15 UE JANEIBO,
AS 3 HOBAS DA TARDE.
Colaeo'e* officiaet.
Cambio sobre Londres a 28 3|4 d. 60 d|v.
Descont de lelras do 110 d|s8 por ceulo ao auno.
Compra* de oMUcar,
llraiu o quarla surte -80 por arroba.
Mascasado eseolbidu I5I0 por arroba.
Compras de algodo oVI por arroba.
Frelc'para Liscrpool (carga algudo) j|8e5por
ceulo.
ALFANDECA.
II........nenio do da I a II. '. 123:W16a7R.
dem do dia 15....... lai4Wl:l
I3&M781S8
Deiearregam hoje 17 te Janeiro.
Barca porlugueza Braehannte fariuha de
trigo.
Barca americana Juba gelo o niaecs.
Barca- dinamarqiieza Orion mercadura-.
Briguc inglez fila bacalbu.
Escuna americana poliu mcrcadurias.
BriBiic liia-ileiro Paquete te Pernambueo
pipas vsias.
Briguc brasilciro Gi'rtr/o.srt mercaduras.
Imporlacao
Brigue Inglez fiafti, s indo de Terra Nova, con-
signado a Srlu aiiiin Wlialcl |n\ C, mam fe-Ion o SC-
guiule:
IMO barrras bacalbo; aos meamos consigna-
tarios.
Barca americana Ytba viuda de Boston, consigna-
da a llenry Forsler I imnpauhia, mauil'ostou u sc-
BUiule :
25U,OnO libras slo, _ti I liana- niaciias, 25 ditos
pregos, li caixas chapos de palha, 3 ditas fazcudas,
1/2 barrica fariuha de trigo, I embrulho, I raixa
meditan,i: aus inesinus eousignalarios.
Patacho americano /-.'o/o, vinde de New-York,
rniMigiiado a Dcane Voulc iS Cunipauhia, manifes-
lou osoBiiiiilo:
1000 barricasc II) meias dalas ferraba, >.< me-
cas farelln, 2."i nieias caixas o 5 ditas cha, e 12- sac-
cas pincola; a Juliuslmi Pater & Companbiu.
CONSII.ADO GEBAL.
HeiidimenlododiaJall ,40:997s8tll
dem clodial.........3:038BOIi
1l:23JS*v'ii
IVEBSAS PROVINXIAS.
Ilemlimcnlo do din II a lt % 1:78>sfi2l
dem doblia 15........:)22s J0IJ273
Exportacao'
Canal css-una iiuleza Princesa, de 222 tonelada-
cnnduzin o soBiiinle : 2,8110 saceos com 11,0011 arro-
bas ,le assucar.
BECEIIEUOIMA DE-BENDAS INTERNAS CE-
BAES DE PEBNAalBLCO.
tem.......uloilodia 15...... 65758011
CONSULADO PROVINCIAL.
Bcudimenlo do dia 15......2:l37->"ti
CaaaUoa-
Vlsodaii -
Is.urar
ilir.ua
i lilil
par-
liispns-
. Esle
lado siqterinr, ella be bella o cduelora
romon ospeclaculo. Cincoenla di-cipiilos
los em duas lilas, oliedccem soz do ineslrc.
spslido de mu Irage osImuIui em sua brilbaulc ele-
gancia, eslii un meio dn recinto. Scu ludio lallie
represi'iita um painel assim ruin sua cabeca alta-
mente levantada, Na man diraUa agita orna vari-
nlia cubera de Migraa do prala. Sua soz vibran-
Ic o sumir cucho ;; sala ciimii um sunl \W hilzina.
Grandes t piipiouns erarricioB, dansa dn alada-
doi, carreir.i dolirada sobre si mesilla como ns au-
nis de Ulna sorponlc. iiequuua barra, lula de barra,
jobo da clasa. Brande narra de ferro, ludo se suecc-
leconi nina rapidez espantosa, cun um arrastanien-
In pruvcniciile da magia. Muilos seriam IcutadiH
deeiifraqiieceu. mas elles nao lem o lampo do on-
xuaarusuui que ns inunda; una crrenle RMgna-
Ina passa do professor ao di- quilo ; o pnder do
meslro se diside o so expande ; cada um lem om si
una soz mssleriosa que Ibe lirada : Camiidia I ca-
niiiiliu! eiiiiiBuom pura senao no iiionieuloem que os
rapase! do gj mnasio, no son |.o~io. abrom a tornei-
ra da agua fresca que deve lavar todos osles cor|ios
ardciitose fumeuaiiti.-.
Sera Iralar de urna questoniil sezesressilsida pe-
la cx|ierieucia, diremos que estas lavagaoi gerae.
d'auua fresca, depois do Irabalho, sao um dos detal-
les os mais sublimados que se pode imaginar. Nu
s niio ha iierBu, senao lamlicni ha tima saulaBom
unas el. Uepuis da lavageni, nao ha mais ladina ;
pude-sc principiar uulra scz cun limita disposiciio.
- Sahi do meu |icquoiio dominio de novellista para
tratar doste assumpto qiiasi-scieulillcu, |mrque le-
nho experimentado |iessoiilmeutco ->-tenia l'rial c
a npeneneia me lera sido feliz.
Aaora una ullinia palas ra. Pars s |Hsue um
cslaboleciincnto como o de Mr. Trial, c nJo ha so-
l um Trial ueste inundo. Pars esta prevenido.
Se Paris quizrr ser para crr, que vcnliac qoe veja I
lias depois de Ier vislo, Parts nao se deve quei-
xar mais slesiiasmoleslias do estomago, de sua. ue
sralB.1., de suas insuniuias :o nielliudn Trial acaba
dcnresa com estas serias ; i......Utods Trial nio
ai liuii alud......a m distas mil luulcslias da cisilis;i-
i.lo esauerada, reUdile au-cii Iralanielilo.
Veiibam |iis cquelles que l'aii- enei,......avene
na !Potasa simhan sobre ludo as mais /elo-a- do
luluiode -en- lidio-, e l.u.ain a OSleS llllio. queridos,
omais bello, o mais rico, o mais iucstinias' I de
PRACA DORECIFE 1.1 DE JANEIRO DE I8J3.
AS TRES HORAS DA TARDE.
feci*tu *emanal.
A aproximacau da sola do vapm
para a Europa den luaar a -.upo -
n\ aliados, moiilando a jicrlo de
MMKK) sobre Inglaterra; i
maior parle a 28 3|i d. |ir 1,-4X1".
lonha monda visla e alBlima- a
28 ', com a espera de lio das; v
sobre Paris a 335 rs. por frauru.
- Enlraran 316 sacras, eos com-
pradores esto desanimados pela
nolicia de grande safra nos osla-
dos da l'uiau; u proco da |iriraei-
ra serle regutou de 5s2ta)a59.iiio
|Mir arrnba, e da segunda de IB80II
a l,-s9(l. ,,,
- O mercado slese mais,froxo, o
as vendas clfeetuadas rogiilaram
ao- |uei;os soBiiinles: o brancii
seBiuiila serle 29300, lerrcira su-
perior 2s200, lerreira regular de
29100a 29150, quarta a boqun-
la e sexta le 19850 a iBII.VI por
arroba ; edo masa-avado esculliido
de Is-iiio a 19520, e o regular a
IjiOO por arrolla.
He peojuana a quaulidadc existen,-
le, o a|H'iias lemos noticia de una
senda a III rs. por libia.
Vcndeu-sc de509 4.5Sjior pipe
Consla se lizera sCuila d.......a
|ircao queesl a chegar a -sunl
tir Balan.
vemos um carrrgamciilo ola
si'iuana, que foi xcudido a 12)5011
por barrica. RclaMou-sc a 13.-,
e licarara era ser 5,000 barricas.
au ha ncnhunia dn Rio (raudo,
c apenas 2,000 arrobas da de Bue-
nos Axrcs llcain boje era sor; len-
do-se s elidido desla a 19200 rs.
por arroba.
\ euileii-so de 39800 a 18 por ar-
roba.
Existo grande |>orco no liiercadu,
e niio ha proco para elle.
Veudeu-se de 19300 a 4500 por
sirca.
Vendeu-so um carregameulo che-
Biido de Trieste a 179200 |mr bar-
rica, e i, talPniii- a l'.issssi a de
Ricliiiioud, de 159 a 179 a de
l'biladclphia, de I1s500a 11*750
a ileKaltiinore, edo 179500 a IK-
a de Trieste SSSF, liraudn em ser
de II a 12,000 barricas,
dem a 900 rs. pur um enipalhailo.
dem a 300 rs. |mr lailija.
dem a 510 rs. por libra da lu-
Ble/.a.
dem de I lun a I950 rada mu
dos iloaaengos.
dem de noWa 19200 por arro-
ba Aa de Santos.
dem a 1289 por pipa do branro
(\t> .Malaga.
BcBularam de 8 a 10 |ior cento <'
auno.
Do assucar para o Canal a .i.'i s. p
5 por Z, para Trieste a 57 ', e i
INM-rcnlo, e para o llasie a 80 fr.
o 10 por ceulo, edo algodo para
l.iser|,oo| a 5|8e 5 |wr ceulo. e
para o Havre a 100 rs. e" 10 por
cento.
iran no porto -58 emliarcaces, soiuln 2ame-
s, 2 austracas, 27 brasilciras, 3 dinaiiiarque-
:as, I fraureza, I hambiirBucza, I hcspaiihula, 13
le-'lezas, 3 purliiBiiezas, 3 sardas o 2 suecas.
Cutiros -
A :: u'.il .I.-11 lr-
Azeite-doce-
Bacalba'si -
Carne sceca -
CaM......
Carsu-------
Farollo.....
Fariuha slclrign-
GarralSea
Ccnobra
M.inlciaa
Queijos -
Toiirinho
Mullos -
I.............-
Frotes
Fi
rieai
MOVIMENTO DO PORTO.
Sur ios eiitrwlu* mi iii l.'i.
I'aia o |Mrtm nlcrimMliiis 1-2 ilin* e 10 Imu.is. dn
ultimo |.i>rfn \* in>ra<, vapor biavUeho S* tSai-
ratli.r, tniiniiaiulanle o itiiiiioiru-lriiciilr Anln-
Dio Curios ilc Azcretlo (^hiIiiIid: l^ssauerus pa-
ra esla provincia, Ka\iniin eatnifo. iirinicin riruriiiriti do c\ercil Jos Jti.i-
i 11 ri j Machado o sua lani.lia, Anlonio Barlio/a
(xinloiro, Franri-Htt Kailm/a Cordcim, Jniio l-Vr-
naudes l'aroidc Vijinna a sua st-nhiira, Anlonio
do Azo\odo IVrcira e 't osira\i)s, l.ourcnro Jow
I i.iih isi'n Su.tif- ila Sl\a Kclunihii, r'ranciiwn
Marlius Kulollm, Anlonio Francisco ile Oli\eira.
l-'aiisliua Mara da Conrciro, Brnln Jos da (ios-
la, l*odrn Antonio HiTnardiuo, Aniano di Sou/a
Araujo, Joh da Aiha Gn?Hio, Franriwo Ferr i-
i a do Novaeta I'assauciros qur wuik'iii wra o
luirlos do bul, o dcsondiarpsidor Francisco Mati.i
de FrciuMe AlbuataorauC nu fainila o ffcearra-
voaf Dr, Marcos Jo c^ia\ns, l'jiir-in I dn i.Mhnl.i Silva 'lavaros, Au-
rrliaiio ItiriianliMo do Yascoiirello*, ca|l Tlioina/. Ilonrijiic-, 1 urajalo, IU rocrulas para
ti i'vcri'ilo, o!) wi'inti. a enlreiMr.
Illia de>Y'rnaiido de Noronha ."i horas, palarlio
bratUelra 1'irainnim, muiniandanlc u pillo Va-
inillo do l.olli- lioiM--a. Pa-sjicieo-. rfrUKUo
Joo DomitiL'uosda Siha o sua familia, Francis.o
\a\ior dus Ssiiilii- v sua ramili.1, Mnnm'l 1 liorna/
diw Saiilo-., Mi'jui-I Aloxamlrino da Foiiso vio, l.c.nnli.1 (.--.li r,ir- Barrlo, Loando Jomj
lio/erra, JirsJoaipiim Hurtaos Filma, Uanittttiw
Miltciio di l.ii/ t son lillm. Anua Fauslna qW
Pratcrej] I -arin.ii. con una ramilia, '\ stildados,
I soldado BraiV), v M'ulciiriado- po liintai am u
HOU l0lll|M>.
Niw-Vorlva9 duu, patarlMiamoricanu rVufi
IWIuiioladas, caplo (',. S, h.iii.ou,
I


T
r.irua arinlm de Irino c nisis eneros ; a Deane
Voulle & Corapauliia.
l'ari o Maraiihio Has, briuuc escuna lirasilolro Grriota, le ll>8 lone-
ladas, riuilo Jo Mara da Silva l'orlo, cqui-
pauoni I"), carga arroz esola ; a Jos Baplisla da
l'iMisi'c.i. Pa-sageiro, l)"lboin Ferreira de Gouvcia
Pinicuiel Bellcia.
Rio di- Janeiro 26 dias, briK.ie lirasiloirn l'ai/ue-
le de l'ernambueol do 199 Lindadas, capitn
Leopoldo Jos da Cosa Araujo, equipagem 15,
r.irua vario* acuerna ; a Manocl doncaUes ila
Silva.
Sacio* tahidot no metino dio.
Biicnos-Ayrea brisue dinainarqucz l'on-Broek,
V. II. Jakim. carga assurar o mam gneros.
Trieste palarho l>r.-ni.-ii-i- Oriente, capujo W.
Lavcr, carea assurar.
Naeioi entrado* no da Id.
Stoekliolmo 96 dias, brique sueco Tegner, do 2IH
iniicl.nl.i-, capilao 1'. t. Mallnon, cquipam-m II.
carga ferro e taimado ; a Scliramm Wlwtely A
Companliia.
Terra Nova 26dias, baria ingleza Soreal, de 2l
loneladas, calillan James Wallarc, equipasen) 13,
carea 2,560 barrica com bacalho -, a Jobnslon
Palor & Compalhia.
PliilaJelpbia 33 dias, barca americana John Far-
num, do 219 loneladas, espitao I. W. Coulls,
i-quipasem 12, carga farinba de Irigo e mais se-
eros ; n Koslron Rooker & C.
I'.....Inl. i 21 liorss, biale brasiloiro Fspadarle,
de 31 toneladas, meslrc Bcrnardiuo Jos Baudci-
ra, equipagem 5 carga Iqros de mangue : a Joa-
quim de Oliveira. Passagciro, Joo Anlonio de
Brilo.
Aricliat 31 das, brisue inalcz Lady Falkland,
ile 159 loneladas, capilao F. eorge, equipagem
10, carga 2,137 barricas com baralbo; a Me.
Calnioul & Coiupanhia.
Porlo l'ilips 80 dias, galera listeza Clttiirriii-
ghece. de 893 toneladas, capilo (leorge T. Brwnj.
equipagem 32, em laslro ao capilao. Tras 19
passauelros. vcio refrescar, e segu para l.ondre-.
Saviot taido* no nte*mo dia.
I'araliiba brigue Inilez .lllanln, oarpilni W.
Slurrock, em laslro. Suspenden do laniciran.
Rio de Janeiro e portos iulermedios vapor hr.i-
-iloiro 8. Saltador, ooiiimaiidanlo o priineiro-le-
nenio Coulinlin. Passageiros que leva desla pro-
\inria. Fr. Francisco do SSm. Salvador, Jos
(ioucalics Pereira I.iin.i, Aiilimin NuuesTeiseirii
I< Mello, Manuel Rodrigues Vilarrs Jnior, Jiu
ila Rocha, 1 ox-eadete, 1 cv-sohlado, e o pardo
Josa.
Maooelda Silva Ferreira Jnior.
Dr. Luiz Salasar Moacoso da Vciga Pessna.
Manuel LuizCmucalvcs Juajor.
Francisco JoseSllveiro.
Aulonjo Jostiomea doCorreio.
Joao Francisco Regis Coelho.
Jos Candido de Canalho Medeiros.
Filippe Mena Callado da Fonseea.
Joaqun) (!.u ueiin Machado Rios.
Casiano Silverio de Souza.
Antonio F.uiiioda Silva.
Jos Paulino de Almeida Calanliu.
Joao Baplislade Souza l.emos.
Domingos Aniones \ ill.njo.
Jos de Barros t .ni i .i Sele.
Jos Maria de Carvalho.
Mauoel Caelauo de Medeiros.
Manuel Tboin da Silva.
Manuel Ihiarle HiKlrigues.
Filippe do S Albuquerquc.
Jnaquim Joao de Souza.
Jos Carnero da Cuuha.
Joaqun! Tbeodoro Pereira de Olivcira.
GabrM Germano de Aguiar Moiilarrojos.
Jos Ignacio de Medeiros Rogo Monleiro.
0 quaes ho de servir durante a referida sessao,
para o que sao pelo prsenle conv dados, del endo
comparecer, assim como os inlcressadi no inliaihi
dia as 10 huras da inanlia, subas lenas da le. I
para que cheaue a noticia do todos mandei passar o
presente que ser publicado pela iinprensa c allliii-
do nos lugares mais pblicos desle tormo.
Dado c passado nesla cidade do Recfc aos 13 de
Janeiro do 1H.VI. Eu, Joaquim Francisco de Paula
Esleves Clemente, esemiio o escrevi. Francisco
llotlrigaet Selle.
MAN!AL nOMOEOPATHICO 1)0 1)11. G. H
JAIIH, TRAIH7.IIK) EM POII1 TI.IKZ PELO
l)R. P.A. 1.(111(1 MOSCOSO.
A arcilceo de que gusa a bumu'opalhia em lodo
oBrasiIoasubsliluleioqiiaBiliil.il que Iciiifelluao
anligo svslema de curar animnu-uos a empreheuder
a traduroio desla IMPOHTAM ISSI.MA OBRA,
nica que pile guiar uo <|uns meilicos na praliea
do s>stem.i de curar pelos semelhantet, como aquel-
los que por eslarem lengo dos recursos facultativos
pie veem ohrigados a curar suas familias ou oulras
pessoas que prcclsam de socrorros mediros. lio par-
anlo osla a obra que, lodos aquellos que se arliaui
nas cirrumstancias de ejercer a arle de curar, dooin
|iosuir, a nao queiercni compronicttor aua conscl-
cueia coinmeltendo a eaila passo erros perigosos, e
que pwlem coniproinelier a onsleneia do seuj se-
melliaiitos, guiando-sc |Kir li\ros que longo do cn-
sinarem a doulrina, romo deve ser, fazcm rons-
liluir a sublime scienria de llahnemaiin no mais
puro empirismo e |Mir roiiseguiule lamber o mais
perigoso. C/inliniia a assignalura da ilila obra no
eonsultorio do traductor, ua ra do Collegio n. 2.5,
primeiro andar, por loOOO rs. |gos ao iwclier-se
o primeiro esegundo lolumes queja sahiram, c por
Iwlo o inez do fevcreiru ospera-se que saia u lercel-
ro, e enlao vendcrnic-ha a I8*K) rs. em hrochiira,
e a 2(ls(gl0 rs. enradernados em dous volumes. No
inesmoconsultorio luiosmelliores e mais bem pre-
parados meilieaineiilos hoinieo|>alhii-o-, j Mperl-
menlados, e reconhecida sna grande eftleaeia por
grande numero de pessoas que os possuein, exislem
as mais ricas carleiras que at boje lomaqui appa.
3-
DECLARACOENS.
REAL CO.MI'AMIIA
INGLEZES A
EDITAES.
O llliu, Sr. iuspcelor da Ibesoiiraria piiiviu-
einl, em cumprlmeutn da ordem do ElB. Sr. prwi-
denle da provincia de 3 do eorrente, manda fazei
publico, que nos dias I8"l9 e 20 do inesmo, ira' a*
praca para ser arrematada peanle a junta da fazen-
da da mesnia lliesoiiraria, a quem por menos Oler,
I rea grade do forro para as jmilas da casa de do-
leP(M com 3,901) fibras a IIII, liiiiini reis. A
anenialacao sera' folla na forma dos rticos 211'2"
da lei pruiineial n. 286 de I" de maio de 1851. o
sol as clausulas especiaos abaivo copiada. As pe-
mi.is que se proiiozeriMi a osla arreinalarao, iiiinpa-
recam na sala das sesses da mesnia junta, nos dias
arnia deilarados pelo ineio dia, coni|K'lenlemenle
luliilil.nl.is. E para roiislar N mandn allivar o
prsenle e publicar pelo Diario. Scrrclaria da Ihe-
souraria provincial de lVriiamburo 7 de Janeiro de
1853.0 secretario Antonio Ferreira d'.lnmiii-
ciiira'o.
('laiimla* etperiae* d'arremalani'n.
Primeira. Toda a grade sera' de forro balido, os
varos xerlicaos e as vollas sero de una s peca in-
lerica o redonda, leudo urna |iolleaada o Iros quar-
los do diamolro.
Seuuuda. Os lares liorisonlaos e os ralos da Mil-
la sero qtiadrados do urna pollcgada e Ires quarlos
de face.
I'erceira. As dislancias dos varocs de ferro seao
de 11 m palmo contado de centro a centro.
Guara. Os sois raios da volla sero reunido- na
cvlreinidado inferior |mr una sii peca de forro run-
dido, rom tres-pollc!:a ilimenses iiidie,idas no desenlio.
Quinta. Todos os Miros de ferro deierao enlia-
nhai-se drnlro da pedra Ires pnllouadasoni cada nula
das evtronliflados. Conforine. () secretario ./. F.
d'.liiiiunriarn'n.
Faro saber que I directora do curso jurdico
de i Hieda, de riinfoimiiladeciiin as ordens imponaos
Icio i.....Iiido consonar aberlaa sii-relaria do nies-
loo curso lOaot os dias uleis de 20 do Janeiro de
IfvVI enidianle, para son ei|wdienle: o para loinar
osle mais fcil quaulo as cerlidoes dos ovamos pre-
paratorios l'.n.i apioveitar os improssos, queja c\is-
liaiu promplos para omosino lim, ediilciillara IihIii-
\ia a fa|silicac"io, escroienilo a rubrica.Coolho
deque usa. em cada una das mcsinas cerlidMB,
b para que eliegue anconi.....inienlo de IihIosso
faz pulilico |hii isslo, que depois de rouislrado pelo
secretario respecliio, ser afllvado nos limaros do es-
tilo, e publicado pela inipiensa. Oliuda U de Ja-
neiro de 1853.O direclor interino, Dr. .Imihiio
Jote Coelho.
V Dr. Franrium llmlrigues Selle, jai: maniri/ial
da;. rara tiesto lidaile do Her fe de l'erimuiba-
n.jmr S. M. I. e C. ele.
Ftieu salwr aos que a prsenlo caria de edito vi-
rolo OH delta Dolida livaron que Jos Maria da Cos-
a Canalho me fez a petieto do Iheor souuinle:
Di' J.rse Maria da Cosa Canalho, lulor .los or-
pli.ios do fallecido Joan Antonio Mari ios .Sumios,
qncaendo Manuel Josconcnlvcs Bragadevedor ao
casal do inesmo linado da quaulia de 3119322 rs.,
no|.ni le de fazoudas que rniuprou ao ililo fallecido,
asqunes cnnslam dos liiros cuuimorciaos da casa, o
para que dila diiida nao prescreM o a lodo o lempo
lonliam os lulelailos do supplieanlo o direilosalMi,
vein proloslar na forma do arl. 1.53 S 3. do rod.
com.. peranlo V. S. |ielo pauainonln da referida di-
vida juros ecosiiis; reqiiiT se mando lomar por ler-
nioo seu protesto e osle intimado ao siiiiplicado por
edilos, \is(o se achar olio ausento. Nobles tormos
pede a \ S.. Illin. Sr. Dr, juiz dociielda 2. vara
assim Iho delira. E R. M.Jos Maria da (tula
Carralhii. DespachoDistribuida. Tome-M por
termo. Hccife 18 de dezomhro de IK.52.Itodri-
gue* Selle.DislribuiraoA MullaOlireira.
Termo de prolesloAos 18 de dez.....brolle 18.52.
nesla cidade do Recife de Pernamhuco em meii car-
lorio M'io Josi'1 .Maria da Coila Carvalhu, lulor dos
orphaos do tinado Joio Antonio Marlins Noiaos, o
ilisse peranle iiiui e as leslemiiiihas abaivoiissiuiia-
dasipie protesta ludo de coiiforuiilaile rom a petl-
efurelro o cuino assim o disse e pioleslon liz pete
lonno oiu.que se assii'imii o proleslanle com as les-
leinnnhas abaivo nwgliadaa. F)u Manuel Jos da
Molla escriMlooL'si'roi.Jnse Maria da Cotia (nr-
ralh.Cointilesloniunlia Jos Pereira de A/eiedo
Chaies, Manuel do .Nasciinenlu da Silla Baslos,
EslaMim as armas narionacs, n. 760 Paunu 160
rs. Recife7 de janeiiode 1853.Canillita, Fran-
ca.E mais se nao lonlinha oui dila pelii;iiii, pacho o lermode prolcshi aipii copiado, em virlude
do qual despacho o eseri\io que osla snbscreieii
ra do
para pta
n
a prsenle caria do inlilos,
r si' rila o inlnia ao supplicailo
;alies Iliaca para lodo o evpe
.....le protesto aqui Iranscriplo
idaile da polico o despacho
pela
M.i
li.l,
lo-
aqui
mandn peal
qual o son Ihi
unc Jos Gn
liapolie.loc le
do na coiifiiri
Ir.in-rriplo.
E p.o ii que rbociie a nolicia do dilo supplicado
Braga, mandei passar a prsenle caria de edilos,
quesera publicada pelo jornal, o aflivada na prata
do cominon in. casa das audiencias. Dada e pajaada
nesla cidade do Recife do Poriiaiubuco aos 8 de Ja-
neiro de 1853. Eu Manad losi da Molla,osrrivao
0 sulicieii.Fttiirri.ini Itinlrigne* Selle.
O Dr. Francisco .mrlenosSelle, juiz munici-
pal da secunda Mira uesle lerroe do Recife, |ku Sna
MagetUdeo Imperador, que Deoscuarde !*,.
Faro sabor que |ieln Dr. Jos Thoniuz Nahuco de
Araujo, juiz de diceilo criminal da primeira vara da
enmaren do Rorife, me foi parliripado le convocado
para o dia 10 de feereiro proiimo i inilonro, a pri-
meira sossii nrdinaria otate lonno, rujo sorloainenlo
leve limar boje, e para a qual sahiram sorteados os
18 jui/.i"- de faeln que so segiiem :
Joo Anlonio de Carvalho.
Manuel da Silva Barros.
Joao VI no -I II ilion o de Cotilo.
Jo,io Jos Lopes.
Franrineo do Souza Roen Mouloiro.
(.andido de Snuza Miranda Coulu.
Simplicio ,li,.e de Mello.
Jos da Silva Cam|Kis.
Mi.......I (irecorio Piulo do Anilrade.
Dr. Deudnro I Ipianu Coelho de Bilancnurl.
I.uiz Francisco de Carvalho Paos de Andrade.
Dr. Vrenlo lorreira Gomos.
I.uiz Maunol Rmlricues Valonea.
Jos 1-iiarioSnarosilo Marodo.
ManoelCiil......So.ue. (jrnoiro Moiiloiro.
1 i.ini i-ro Seiaphieu do A-sis Carvalho.
I.....i......;.ilus. do Alhui|iiorquo.
Jos,- Pedio do Rogo.
Anlonio Pelcha de .Meiulonca.
Jo- Maria l.i-nr d Amaral.
Dr. Antonio Vrenle do Nnsoimei.ln I....../a.
Jo-.- Rabrllo l'adilha.
Manuel Caiueiru Rislii.ues Cain|'llu.
DE PAQLETKS
VAPOR.
No dia SO do crlen-
le, es|iera-se do Sul n
va|nir Seren, com-
mandanlo Slrull u
qual ilepuis da domo-
s |rlos da Europa :
Irala-so em casa da agencia, na
ruadu Trapiche Novo n. 12.
O juiz do Direiluda primeira vara criminal
desla enmarca do Reti, u Dr. Jos Thnmaz Na-
buru de Araujo, faz publico que as audiencias do seu
juizo lerao lugar lias quintas foiras de lalas as sema-
nas, as 10 horas da mnulia.
Pela directora do Ivreu so avisa a quem enn-
vier, que a nialrirula das aulas superiores oslar
aborta 110 dia 15 osera encerrada un ultimo desle
mez, Miando o di-po.io no arl. 13 do regulamenlo
de 12 de maio de 1851. Recife 3 do Janeiro de
18.52. 0 direclor Interino, Victnle reir do
llei/ti.
O ahaivo assicnado csiriplurario da .....sa do
consiilailr, provincial, ancarregadu indo son reapecli-
vochefo do proceder nolancanirnln da dcima urba-
na das rrecuozias da Boa-visla, e Afincados, faz
scienle aos smihoriss prnprielarios quedar princi|iio
no dia 17 do rorrele mez, pela freguezil da Ibia-
\ isla.O lerceiro cscri|ilurario, Manuel '/.efirinn
de Castro l'iinenlrl.
Pola segunda scci;o do consulado provincial
si ionlilioa-se a quem inloressar, que dn dia 17 do
crrenle em dianle principia-so a cobrar Oimpoalo
le :| ;, s,dire diversos eslabelecimeiilos, o bem assim
lo impnslo sobre casas do modas e casa- que lell-
lom hillieles de Inlorias de oulras pravinciai, per-
loucenlo ans anuos linnnreirus de 1852 a 18.53.
O professor publico de lalim da frecuezia de
S. Jos, aludi aisiguadn, declara ao publico que a
matricula da aula da referida frocue/.i.i roinccara
luidla 15 d rnireiiie. na forma do arlicn 13 do
regulamculd do 12 do maiu do 1851, e que n alier-
Inr.i e everricio da mesilla aula lera lugar no dia 3
deleiereiro prximo futuro, em vista do artigo I i
do rilado reaulameulo : quem e qiiizcr malrfru-
lar, dirija-ae ao largo do Ten;o, casa terrea n. 33.
Manoel Franeitco f 'oelho.
O moro porlugue/. que no Diario n. 7 leoITc-
rere para lomar ronfa do alguma venda por balance,
do que diz ler bstanle praliea; dirija-ae a ra Nu-
mi n. .55.
Deseja-c fallar enm o Sr. Jus da Aluia, guar-
da livrus du Sr. Slarr: na ra da Cadeia do Recife
AVISOS MARTIMOS.
I'iti'ii o Rio de Janeiro aahe com a
inaior l)rcvi ti carregamento prompto, o brigue
brasileiro Animo, do iiiinf lie capitao e
dono Domingos Anlonio de Araujo: pa-
ra o resto dn carga, etcravO* e |)asii;i,i-
ro, liara osqiiars Irm ('vcelli'iili'scuniniii-
dos, lrata-M' com o mesmo capilao na
praca, ouemeasa do coricspoiidciilc, na
na da f.in/. do Recit n. 5S.
l>Alt.\U RIO DEJAXEIRO,
o liein cnihecido bricuo nacional Worrfo/Itoaahe
COOI mulla brev Idade por ler parleda carca pronipla :
assageirns para
a fele,
-, ealeoda-M como sen ron-
-ile Barros oo eoeacripUnio
lt.ii .i n re-ln da cuca
que lelll bous conuniidi
sicualaiio JiiscCnndhli
na ra da Cruz u.li.
PARA <) ARACATY.
a secuir rom DrealeU 0 novo e voleiro
paracaica Irala-so ua ra da Cadeia
un na do Trapiche Novo u. 16, segun-
Piopc-s.
hule nacini
reir Lopes
Velha u. 23.
PARA <) RIO DE JANEIRO
Sociic-cm falla no dia 16do crranle, a barra na-
cional Flor de Olireira : para o rosln da carga, pa
sauoiro-, o osemos a frele, se Irala rom n son cou-
sicnal.irio Manuel Alvos Guerra Jnior, ua ruado
Trapicho u. II, ou com n capilao Jos do Oliveira
l.oilo, na praca do Cnmiucrcio.
Para a Baha.
Segu rom brev dado a bom conheciila i-seiiua na-
cional \ilrlaiile, furiadi de robra, meslre Pamplii-
In Julio da Cosa Situ, lem grande parle do son
rarrocamenlo conlralado ; e para 0 ri~.lo Irala-so na
na dn Trapicho Novo n. III, secundo andar, OU na
da Cadeia do Reciten. 33.
Para o Rio de Janeiro salie com a
niainrbrevldadr possivel, por ler parle do
sen carrej'nmciito, a veleira liaren nacio-
nal Sortc; leu: e\eellenle comiiiihIim pa-
ra passaj'ciroa : quem na mesma (pn/.er
carregar, embarca esclavos, ou ir de
.1 11:... no capitao Antonio
Costa, na praca do com
panageiu
Pereira t
on ana
nia, na rila do Ti
andar.
la (aisla, na praca (loconnnerc
consignatario! Novacs A Compa-
apiclieii. i, primeiro
Para 0 Rli
hrev idade a han
ipuin Anlonio Giiucalves i
niaior parle do raiTccamcnl
cebe alcuiiia carca, para i
noel da Silva Sanio-, na, n
ruin o capilaua praca do
Para o Rio Grande d
dado o bricuo nacional Col
tier abruma carca a fie
de Janeiro satura'
i nacional Firmeza
Inevi-
Ih'nIo 10-
H........i
Vivos Guerra Jnior, na ra du trapiche u. II.
a Banl
pronqitu, c
pie si1 Iralarn
i da Cadeia
iiumorriu.
Sul segu n
'firilii, aillil
!ralar
apil.
e-la
III.Mol
i. Jna-
i.la re-
o Ma-
l),
AVISOS DIVERSOS.
Candida llalliina da l'aiv.lo Rocha, profeaaora
i lindar de pi iiueira- hdra-, approiada |ielo eover-
i da provincia, mntiuoa no sea mugislerin ua ra
\ Igario, onde sompre lem residido, e dar comeco
i diad de rovoreirn pruvimu, nao o lateado, mies
ir molivnsde mnli-li.i. A aiiuiiniianlo aliauca aos
lis das alumnas que Iho foreni Confiadas, que si'
esmerar o mais possiiel na educaran das mesillas,
cuino sompre o lem feilo.
O secretario da irmandade do glorilo ualrlar-
rha S. laa da Agona, creca no convenio de Ifam
Senhura dn Carino, jielo prejaeBle avisa a simisaina-
dos irinuso irinns, que pelu arligo 66 do rocilla-
menloilo ceinilorin publico de 25 de nnveinbru |iro-
miiio passado, e publicado no dia 3 du corrale mez
de Janeiro, determina que sejain solladns ns litlos
comprobatorios pelu meaos SO dias antea dn filleci-
menlo de ipiali|uer ii in.io, para imbIit ser inhumado
em sna- calar.....has no dilo rcina)rriu. o assim |iara
evilar qualqiier arlo de duvida. Ikiiii he que cada
un mande sellar sua palale ; o aquello Imato ou
irmaa que a nan livor, dirija-si' o ra das Flores,
rasa n. 9, da-6 as 9 horas da manha, o de I as 3 da
lardo, que inosiuo ahi ser salisfeilo com maiur
proinplidao.
Iho anniial general mooliiia of Iho subscri-
bcrslo thc Brilish Mochaiiii-s Libran, mil Ib' helil
al Ibeir rumiis, ra da Aumra S. Amar.......Tri-
da) Iho 21 si insl: al liaif pasl Seven u'clmk I'. M.
A drccc,ao da socii-dade das arles mecnicas
o libejses desla cidade, faz scienle ans soiihores so-
cio- da ni......a, que un dia 18 do eorrente em dian-
le, estarn aberlas as respectivas aulas, nos dase
liol.l- docosliimo.
Oiiein precisar do mu caicirn de lt a 16 an-
uos, para qualquer oslabilerimenlo, ovco|do venda
ou nadarla, dlrija-sc a (ypognpbia Imparrlal, na
ra da Piaia n. .55.
Prisa-sc do una anu de leile : no becon das
Bolas n. 2.
Boruardinn Viconledo Aiaiijo, snlnlilo i-orlu-
cnez rolira-se (lara hira do iinperiu.
No Ierro da Boa-Visfa, lob do ariattetas du
Sr. Duarlo, e na na do Sol n. 23 irinazeni de ma-
deia do Sr. Loilo. faro ravor de direr quein di
.5lBlrs. rom bv|mlhoc:i em casa torrea.
_ Procisa-sc do un padeiro i|........leuda de lu-
da, a- ina--a- ......na dasCruzcs n. 90,
recidu, e propara-so com a maior hrevidaile qual-
quer encummonda de meiliciimeiilos om bolica.
Reformam-so as carleiras que esliverem deloriora-
das, |air rnmiuodo pro^o, o vendoni-se lubos av uN,
a lOOO rs., c vidros do lindaras |r 2000. lia
sompre provimonlii da nielhur lindura do rnica,
MEIIICAMENTOINDISPENSAVEL. o cuja inev-
plicavel iililidade he buje rccnnhcciila al pelu
mais incrdulo.
I'reeisa-so de urna criada ostrangeira do moia
idade |iara o servir interno de casa de liomom snl-
leirn o adoeiiladn : quem osliver ueslaa cirrunis-
l.incias. ananaeie sua morada, ou falle ua ra l)i-
leilan.llH.
Em dias da semana passiula desap|iaroceu da
ra Nina, leudo sabido de nina cocheira o lomado a
direceo do palco do Carino, un raruoiru ruin us
sicuaiN leguinlea tranco, manso, que son la para
inonUria de menino, am lano gordo, o as mal
pomas ruin salpicos pardm, o om roda dos ollios o
|ielloda iniMuacr: quem n arhou uu souher delle,
queira onlrogar un dar milicia corla, na ra Nnva u.
71, secundo andar, que so cralilicar.
Desapparerou du euconliu Vinacro dn aballo
assignado, uu dia 13 dedezembru provimn passado,
un imileipie por iiniiio Jus, que reprsenla lerdo
anuos de idade, canculu, u heicu do cima lom un
sicnal de lascadura, bstanlo prolo, levuu cauli-a o
reruiilii doalgiMlo, chapeo de pallia grossa; sappoo-
se ler subido para o serlo om algara comlioy : |hir-
lanlo roca-se as aiiluridailes |ioliciaes ou qualquer
pessna que doli livor noticia, do |'ca-lo e leva-lu
au iiiesmo engoiilin, uu no-la prai;a a Icuaciu Gomes
Porlo, na ra estrella do Rosario, que ser genero-
samente roeunqiensado. Kjiaininomla* l'ieira da
Canhn.
Francisco lo Paula o Silva, escripliirariu da
segundaoaejao do consolado provincial, faz scienle
aos sondles pruprielarius dos predios urhanns do
hahro du Recife, ou a quem inloressar, que un dia
17 do corrale principia a fazer a CoUecta da dcima
dn dilo hairro para u crrenle anuo de 18.53.
Prccisa-sc do nina amu, criuula, que soja de
meia idade. para liidno arrauju de una casa do mui-
lu |Hiura familia ; paga-se uoiiornsameule : na ra
du Padre i'liiriann n. 27.
O socrolariu da irmandade do Nossa Senhura
lu Terco faz scienle a lodos os seos iriuus de anillos
ns sovos, que, em observancia dn arlicn 66 do novo
i. 11 iiniiio dn eomiloriu pilhlicii, siio ohricados a
sidlarom suas carias palales; aquellos que as nao
liveroni queiraiu prwura-las
da ra Direila. luja o cora n
* Na ra du Trapiche n
linda da Rabia, para o Sr. J
la-e Almeida.
Airenda-se mil enconlin disimile da praca 9
leguas.....m mullo Iwas Ierras de planlaces o cer-
cado-, i- ii,i .....sma orcaslao se vendern os iileneilio-
do mismo enceuliii. so cunviei a quem quizer ar-
reinliir. puis faz-so IimIo negocio : un aterro da
Boa-Vislaii. 13.
Desapjiareceu no dia 31 do dezeiiibru provimn
passado do l'iaucii, o oscraNo Vicenlo.....m os sic-
uaes segainlea: mualo acabtalluKlo, alio, seeeo,
I.....falla de denlos ua frente, olhos uiii^laulo fun-
dos, nariz alilado. bocea pequen.....un alciima bar-
ba, lem ejealriies do reino as c.islas o iiadegas, he
sapalelro o padeirn, o julca-se que ovislo nesla pra-
ca cun destino de embarcar para u mirle : roca-se a
quem o pecar, leve-u a ra do Queiiiiadn. na luja dn
si,lirado amarellu a. 29. que ser rocuiii|iousailu.
Desapparereii no dia 3 do currenlo. un prelo
r nomo Jo3o, de liarn, o qual reprsenla ler
A negnciu do ulerease ,* faz preciso fallar
com os Sr. Francisco Xavier Cariieiro da Cimba
Campollo, Joaquim .Xavier Carneim da Cuuha, Sim-
plicio Jus de Souza, Filippe Jos de Miranda, Joan
Giiillirrmo de Azevedo, Malinas Soarrs Ferreira,
ou uimunricni suas murallas |iara so Ibes ir fallar:
no aterro da Boa-V'islgj sobrado n. 17
Ollorece-so un rapaz jioiiuguez para caixeiro
de una luja de fazoudas, (wr ler praliea dc"lc ne-
gocio, o qual d fiador a sua conduela ; quem preci-
sar, du ii.i -o ii ra do l.ivrameiilu, venda n. 20, de
Correa & Innaos.
Qtier-se lugar un moleepie par*
servir em iiiuu cnsu; na ra do Trapiclie
n. I urma/.em.
Arronda-se, e laniliem i-ormula-sc pnr una
casa ilo sobrado de dous andaros nos bairros do Re-
cife, Sanio Antonio, e Bua-Visla enm commodos
liara grande familia, un silio milito porlo da praca,
I '"i sor logo ao sabir da Soledado para a Mangui-
nho enm alguns arvoroilos de fruclo, chaos pro-
prios com grande e decenio casa do sobrado e solao
loda onvidrarada, conlendo quinte ensartas, mu abv-
grelo na frenle, o que be Indu nuiraJn, e eiigradado
cun iluiis eleganh-s purlOos de ferru, e quairu cn-
lumiias em cima, as quaes descansan! qualro lefios,
o no I ii o. I o oiilru |iorlo, duas grandes eslribarias pa-
ra sele cavallus, e duas rochoiras, rasa para prel
'inii i. erando |hii;o d'agua de beber, com
iiipelenle liiunba, e lauque para haiiho : ,i micm
couvier osle arreiidamoulu ou nonnula, ilenja^ie
au nauuio silin qualquer hora do dia a tratar com
o seu pin|n iei.il io ; que, casoolTocluo oslo aegorto,
vender* um carm noio de qualro rodas, e nina pa-
rodia de cavados.
Aluga-sc mu.i casa de don- andana mis hair-
rns de S. Antuiiio e Boa-Yisla, ou eiilnde un an-
del o -olu que sejam doceiilis, e lenhaui sillliojeu-
los ciiitunodos para iiiimerusa familia : quem livor
aiinuneie, ou dirija-so a Soledadc, silio dos qualro
lee- a ipialqucr hora du dia.
O canlelisla Salusliano de Aiptino
Ferreira confiado na nrotecijao' do res-
peituvid pulilieo, ocouviila a comprar os
liillielesda lotera de S. Pedro Marlvr di
Olind
quanlo auto
i. 135.
. 13 evisl
uaquill A
lio lim
una carta
ros de Froi-
I
mais de .glanuos, he alio, cheio dn cnr|Hi, lem ros-
ln coinpriilo, ulliiis rasjnlarea, cujea claros -au ama-
reliados, nariz chalo, com un lalhoeni una das ven-
ias, punca barba, falla de cabeU..... mel da calie-
ra provenanle do carregar oldeclos pesados, um
jAdim iiiehadu ejjrs grandes; lerando camisa de
estopa velha cu.....m erando renioniln do eslnpa no-
va que Iho cobro as rostas, o ralra do casomira cin-
zoula o crussa : roca-so porlaulo, as autoridades |in-
licaea o capilaos de caajpo, captarem diin atmiTO,
o lovom-u a ra da Praia u. 39, segando andar, oli-
do sern reoomnensadoa.
Nuilia5dumoz proslmo passado.ilesa|iparoceu
lociiccnhn I linga dcima, na frecuezia deCabo,
mu prelo, rrioiiln, por Humo Francisco, do 25a 30
annns do idade, carroiro, haivo, um lano cheio do
eorpOgil lioicii inferior eahidn, pi'-s |N'quonns ; s ve-
zo-mauqueja por causa de cravns o iascaduras mis
mosuius, he farcula, conserva as costas sicnaes an-
licus do raslicu, o he rendido da verilha direila :
reriinimeiiila-so aos capilaos do campo o oulras jios-
-oa- a -uacaptura, e tico lovarom un diln enceiihu,
Mk.no Recife, na ra de Apello u. 20. que so grati-
ficar cun ceuerusidade.
I'ARA ACIIEliAIU lili VAPOR 1)0 SIL, APE
>AS FALTAN 3 MAS.
Pelo prsenle sr lemlira a lodos os a-
nianlcs da loteras da corle, qui.....110-
ro ettabeleoimento dueta geueit), sito na
prai;a da Independencia n. MI. aluda
encontraran' um liello sorlinienlo de l)i-
llieles e cautelas da 57 lotera concedida
a beneficio da Santa Casa da Misericor-
dia,' rujos aumeros sao' de tal palpite,
one nao' deixarao' por cerlo de animar
os compradores : por isso nuja-se a cslrs
senliorcs se dijjnem ler a liondade de
dir|;irein-se ao lerendo eslahelcciiiienlo,
lilil) de se lialiilarem.
Aluja-se um riti licito da praca
(pie lenlia Ima casa de VIvenda, cslrdia-
ria e coclieira, e (pie neja lieni cercado
ou murado : ([iieni tiver aiinuncie.
Acha-se cuulralaila a compra do sobrado n.
39 da ra das Cruzes, quem livor de fazer alcuuia
reelani.ien. ou si' jalear rom direilo a elle, declaro
por osla nllii no praia de 3 dias, na ocrleza do que
-e u nu lizor nao puder alienar icnurauria.
Piecisa-se do um enzinhoiro nacional on es-
Irancoiro: na roa da Cadeia do Hceife n. GO.
iindequeo (lrno thetoweiroda
mesma nao' se veja nadilla neerssidade
deespacara lotera, a (pial esta' marcada
para correr noda26 (lopresente me/: o
caiitelisla espera oliler do respeilavel pu-
blico este pedido, pelo (picllie licai'a' as-
saz grato.
Arreada se por I. 2, ou 3 animo engenboCa-
clioeira Grande, na frecuezia do Soriiihein, miiilu
bem d'auua, que mu copeiro com o rio Caniaragihe,
de mullo ba prodnCCfto, ceen ba mooiula o 5 taivas
un assonlameulu, eslnfa o 100 furnias |iara assurar :
quem prelender, dirija-so an prnpriolarin du mesmn,
Manuel Gnlicalvos Pereira Lima liuelicenhu Vici-nlo
Canipolln, oesla praca ao Sr. Antonio Golicalves Pe-
reira Lima.
No eagenho Vicenle Campolln, na fregaesi| da
E-a'ada oxislo um sitio |iara lavrador, com capacida-
de jiara lavrar HOOjwes uuiiiial sii uas varzeas, si'n-
do as mesillas de nussapi o pal, mullo parlo dn on-
Rcnhoque os partidos malsoislanlesdao 5 eamlnhos,
oiilreua-sociiiu casa flva caiada. e souzala ludo de
lelha : quem pretender, dirija-so au mesmo engolillo
para halar com o proprielario.
Na ra da Cruz n. 15, ovislo una caris para a
souliura 1). Barbara Francisca Xav ier de Mallos Mo-
F'al-so a escripluraro inerranlil em partidas
lu.....la-...... boa letra, e prejo cominodo: quem
precisar queira annunciar.
I). S. Campo-, com venda na ra das Cruzes
n. 40, lem das mclboros bichas |wra alugar e ven-
der.
Pl'BLICACAO JLRIDICA.
Saliiu a luz e acha-se a venda na livraria da pra-
ja da Tndepriidcnria, loja n. 6 e K, a socunda iili-
co do- inimeiios elomonlos pralicos do furo civil,
correla o acresseulaila com os Inlcrlocnlurios c de-
risoes doliiiiiiv as dosjulpdores.
I'reei-a-se .iln-.ir- nina prcla que -.liba en-
ciiuiio.ir. lavar, e fazer o sen i do una casa de
familia : nu atorro da Boa-Vista n. 58, loja.
HeceiK'm^e escnivos de ambos os
se\os, decommissao', compram-se e v en-
dem-se, tanto para a provincia, como
parufru; adianla-se linlieiro sbreos
decommissao', da'-se bom tralamento e
sejjuranca aos mesmos: na rita das l.arun-
(eirasn. I i, segundo andar.
LOTERA des. pedko mrtir.
Nafi sendo possivol ao Ibesoureiro fazer correr uu
mez 111-... lo esta lolcria.flra transferida suaeilrarcafi
para 2(i de jauciro crrenle, e disnoslo como osla' o
Ibesoureiro a faze-la correr nesse dia,es|ioraquoopu-
ldicoiiciiailjiiv.ua'. 11- ludilo, coul inil.ilii a VOlldll
nos lugares du cnslume.
Arrond.i-.o urna propriodade sila ua ra da
Florentina, cnnligua a du Sr. Beraugor, com op-
limas pruporr/Des para nella se fundar qualquer es-
laboleciinonln em ponto grande, por ler haslaiilo
csleiiciio, e porto de emba apio pidos fundos : quem
a prelender, pode ir ve-la, cnlendendo-*e com o
morador dn casa u. 10 da dila iiropriedailo, o qual
dir' com queni se deve tratar de qualquer ajusle.
Precisa-so de um |iequeno de 12 a It'annns
le idade para caixeiru de urna venda, preforindoo
tus i ho:: .I... ha |Miucu, omlHira nao lenba praliea :
i Iralar em Sanio Amaro, na vouda au pe do Sr.
Carduzo,
Arronda-se nina casa com evccllonles oununndos
na na da t'iiin, prupria para se passar a islario do
Verlo o invern, uiide se gnzara' dus jirazeie.- do
esmpo ilonlru da cidade : us preleudenles dirijam-
se au paleo du Colalo n. 35.
PRECISAO*.
\a ra Nova delrnnle il.i (inceicao n.
S, precisa-sede OrBciaesdelalociro.
Preci-a-so de um criado o urna ama, para 0
servleo de casa i na ra do Rosarlo da lloa-Visia,
sobrado de um andar, deliunle du becco du Tam-
bia'.
-- Lava-seo ciigniiiiiia--o, com umita perfei-
^.io o asseiu : nu paleo da ribeira do S. Ju
a. 15.
Sr. Juaquim Guldiuo Gnncalves da Silva quei-
ra amniuriai a sua morada para sor prururadu.a lio-
gneinde inleresse.
I
COMPRAS.
Conqiram-se esi-ravos, e \endem-se, recoboin-
sc de ciiiiunissai, lauto para a provincia como para
hira dola; nu ra dos Quarlois u. 21, soenndu an-
dar.
Cnmnra-se una morada de casa (orroa, un
hairro da Boa-Vista ou de Saulo Anlonio ; a Iralar
na ra do Arago n. 4.
_ Compra-sc nina porla om bom uso: quem a
(ver, dirija-so a na dn Cabua, loja de Joaquim
Jos da (aisla Fajoze.
Compra-te una casa lenca, quem liver para
nder dirija-sc a ra do Crespo n. 17 para Iralar.
Iimipra-se una cabra biso ) parida do pon-
en lempo, c que de bstanle leile : pagare bem, no
ilio aolado esquordo da groja da Estancia ; ou ua
ra da Cadeia loja n. l.
12:1 K 1.1 JKI
om k a i- i
3:ooos(aai
2:101 >?000
l:2IKr-IKKI t^
(KKteaio 5
Aviso ao commercio.
Os abaivoassijruadosconlinnam f
Iranipicar a todas aselassesem j;e-
ral os si'ns sorlinientos dca/eiidas
por bai\os precos, na'o menos de
unta pi-r.i, ou urna dn/.ia, a di-
nbeiro (in a pra/.o, eruiliirme se a-
j lisiar: no seu arma/.enidii praia dn
Corpo Sanio, (S Trapiche, n. 48.Rostron Rooker
& Ciiinpanliia, negociante* ingle-
Da-sede .508000 rs.. al I.OOOsOOO rs. ajino.
de 2 'Z ao me/, sobre pinbores do nuro, ou nrala :
quem prelender dirija-sc a ra dn Queiuiauu luja
n. 65, que se dir quem d.
0 almivo assigiiailo av isa ao commercin.ile ne-
iilimn.i Iransarcau fazer com unas ledas sanadas
pelo Sr. Francisco Joaquim Uuarle, e acodas polo
abaivo assicnado, visloj so aehareiii quasi pacas,
cuino provar pelos n-cilais que possoe Eni o.le
para obstar runiplirai;cs.Cutladio Vonfal-
Precisa-so de nina muiher forra pan ama -cr-
ea de urna enanca, e cuidar us sous arranjus :
quoiu esliier ne-la- cireumslanrias, dando abono a
sua lina conduela, dirija-sc a ra de S. Francisco,
sobrado n.8,
Oflereceae mu humein de moia idade para
caiselro.de vendaoadeposilo de pan, do que lem
praliea: quem precisar, -dirija-se a rus da Glurla
u. 88.
Precisa-so do nina ama de leile, sondo limpa
oque soja forra : quem osliver nesla oiroumslan-
ria, dirija so a ra da Amura n. 21, junio do Sr.
Oliveira.
Ensilares rom leda a perfci{lo linana nacio-
nal, fraueoz e inclr/. Indo-se n........ dar licciVs em
casa : na ruada Cruz do Recite n. 25, segando an-
dar.
PUBLICACO liERCANTIL.
Tudas as secunilas-feiras publica-si1 nesla Iv-
|H>craphia om lltilelim ('o//iwiciriVi/,eoiiloudoos pro-
cus correnles dos couoiosde inipuiTaco, eev|Mirla-
can, em Porlagaei, Fraueoz e lucloz, rujns procos
sao verificados pnr um correlor do numero; entradas
o saludas das embarrarnos, uqmrlarn e ovporlaen
dus elfoilos por ellas ruuiluzidos, nula dus direilus do
piirlu, odas alfandecas; relaco dos navius evislen-
lis nu aneiiraduuiu ; pesos o medidas eslrauceiras
comparados Com os uussos ; cambios. Troles o urna
revista semanal nulicianduas IransaeOes mercanlis :
sabscreve-ee a I2ynairs. pon.....o,nalivraria n. (le
H, da praca da ludciicnilencin.
HISTORIA UNIVERSAL.
Acaba de chocar do Rio de Janeiru e acha-se a
venda por 59000 rs., uu escriplorin do L. I.ernmlo
Ferim A Cnmpanhia.
A HISTORIA UNIVERSAL
resumida para uso das escolas eommuns dus Estados
Unidosds America dn Nurle pnr
PEIIRO PASLEV
Iraduzido |iara uso das escolas dn imperiu do Brasil
indo deseinharcador
I.Ol RENCO JOS IIIIIEIHO.
lie lisios os rasamos do liisioi i.i universal he osle
o nico que proenelieu o lim, e rom cuja historia
lica o loilor instruido us priuri|iaes faclns da l.islo-
| ra, o na coucraphia, para ciijodcsonvolviineiilo se
| Iho reuiiiram idcims mappas. Seria para desejar que
se sdnplasso pira compcniliu osle resumo, quenio-
Ihur pri-enoho o lim do que oulros de que se faz myi
nesla prnviiicia.
Perdeu-se ao dia 5 do deiembro da ra dn
M.....loco a ra do Hnsario da Bua-Visla, o dahi a es-
trada nova da Suledadeduas vallas dolrancelin.....un
una inedalba. em que eram gravados us marlvrius
dn seabor eam anebl lavradocom urna chapinha
lisa. Ouom achnu, quereudo resliluir, leve a ra dn
Aierru da Boa-Vana a. 31, que ser recompen-
sado,
INSTHICCAO ELEMENTAR,
Jos Xav ier Faiislinu Raiiius lem feiln rresar os
oxorcicios da aula de iiislrueeauoleinenlar que diri-
cia un ulcero da Boa-Visla n. 5, e nu po.leudo (lelns
sous afueres o oslado do saude diricir-se pessoal-
menle a cada um dus seuhnres que u huiiraram, enn-
liaqdo-lho a educacao do sinis lilhos.se prevallece do
|iresenlo uioio para Ibes dirigir sous mais siureros a-
grudcciiiicnlos, rocar-lhes que o rclevenislc quaes
quer tallas que hajarommoltido, o iilferecer-lhes os
servidos que cuulM'rem na esphera du.sen acaudado
pi'OBlllno.
Troram-scscdulasmiudas enm promiu, noo--
landu rulas: ua ra da Cadeia, casi de cambn
n. 38.
ATrENCAO, NICO DEPOSITO NESTA
CIDADE .
Paulii Gaiguou, donlisla reeebeii agua donli-
frice dn Dr. Fierre, osla acua einiheclda cuino a me-
Ihor que lem appareridu, i e lem muilos elucioso
.oiiaoioi. lom a prnpricilade deennservar a bocea
Cbeiraiae preservar das dures de denles: lira o
cuslu ilosacradavel que d em goral o charulii. al-
cumas cutas desla u um cepo d'agua san sulTicIcn-
les ; lamben! so achara |H denlifrice evcollonle para
a eonsenaciio dos denles : na ra larga do Rosario
n. 3(i, segundo andar.
Os seuhuris que so julcarem credoros du fi-
nadu Diogu RiHlricues, san convidados a aprsenla-
rom suas eonlas dentro do prazo de oilo dias da
publicaca'o du prsenle, na ra da Cruz dn Recife,
armazem n. 13, das 9 huras da manha as i da
lardo.
Procisa-sc de una ama forra, o de nina jirela
escrnva, para n servicia de casa do punca familia:
paca-e i.ein sciidu boa : ua ra do Padre llnriann
balar
iaSilra.
i .linio qui/er romp ai
no I ai io de Sanio Anlonin
i.....pouooi fundo-, a diuhcii
a ra estrella do Rosario n. S
nina loja de niiude/.i-,
nimio alieciie/ad.i e
ou a prazo ; dirija-sc
ipie -o dir.
Ouem livor vareas paridas jiara vender, que
estelen] dando de Iros a quairu carrafas de leile,
dirija-so ao l'iieu da Pnnella, no sobrado defroliloda
iareja, a Iralar cnm.Corvasin Piros Fornura.
lotera di: nossa skmiora
1)0 ROSARIO.
No dia 27 do crranle, amlaui a- inda- desla lud-
ria, n roslu dos hilhcli-, que ovislem esla' a venda
no- lugares do cosimnc.
lotera i: s. peiiro habti r iie
OLIMIV
Aos I^KMi.imki, 6:000,000,
' 3;OOiP5o e 1:500.000 v$.
O i ni rlli-1,1 s.iiu'ii.niit de Aquinn Ferri'i-
ra, ivba uo mpdlard publico, <\\w icmlo
lomado noVii psoluro pin fa/or trnliir o pre-
o iU* *eus 11 i 1111 11 c ci u l el l,i-, rH* ohriua ri |ia-
uur wh mu rw|Hiiiubiliiiailir i>s cmalro |ri
inriros premio* mndeo da n-fi-riiia lalerii
scui o dcKonla Mil, i'a tnica ilimtla r^ta' Pin mo m rpfi>-
riilos |'iciiiH^ saium nos son* liillioles tpir
\ionil)ricailos com S. A. Forroira, |iar;i(|iio
(k pOMOidorai IcIU-s ou .lollas sojain prom|i-
i.'i Nc. i ir rnH"ii-',f.ii>~. a iii.i lotera lia vu*
correr no illa 2<> de Janeiro docoironlo aiiiio,
ouundo o annuncio do Uiosoureiro. o-h'h-
liilheles o caiilollas se aoliain a venda na pra-
ca da lndo|ondenra 'iw.j;io 15, loja du cal-
cado do Arantes ; ns. :17 o !t9, loja de cal-
cadodc Porto (\ j)in|i.ilii.i ; e na run da
(.,nlri,i do Itcoifo ii. 15, loja do mindezas de
Jus I 01 hualo dos Santos l'orlo.
Hillielos inleiros. l:WM)0
Meta.......3300
guarios......:to:too
Ouinlos......5701
Deciinoa...... Ic500
VigerinMM..... 7k) t
^tmm mmma3i& soaam
O Sr. Franciwn Antonio Dma tein nina carta
na livraria da praca da Independencia ns. (os.
Jin Antonio do Azevedo relira-so para o Ro
do Janeiro, levando om sua rompaidiia uscu esera-
\o, crnalo, de nomo Valonm, fula.
lina |iossoa ipic lem derclirar-so desla pro-
vinciai vende orna pequea moliilia do amarelloe
variOd oiilioi olijii-liw : i|uem qui/xr compra-Ios, di-
lija-H-a ruada Trompo, casi junio ao sobrado.
QUARENTA Mil. R8.DGRATIFICACAO
a ipiem Irouxer o Civallo podio/, com marca ilo co-
lera iu> peKOCO por sor do carro, (picha poucoadiaa
furlaram do silio de Fernando lliolior. no HondegO,
ou ra ila Crol n. 4.
O Dr. J'iafpiim do Oliveira o Sou/a ensilla a
Iradu/ir, Tallar o oscrovor a lin_ii,i france/a : ua
ruado Araio u. 5.
O Sr. Feliciano Antonio Nunes-Bolforle, eslu-
da:ilo om Oliuda (om una caria na praca do com-
mercio ii. I'iri'isa-so de tuna ama COII1 l)'ii
leile, que nao' tenlia (illio, seje limpa (>
deboo conducta ; pagante I>piu : na pin-
ga da Independencia n.2G.
Aliiua-souma neara i|uelavaeenuonimaporfei-
(ainoule ; U\r. ludo arranjo de urna casa de familia ;
lamben] colioha ; qnem perlemler dirija-se a ra da
Maniueira, casa pintada por fura de cinzenlo.
O Sr. (pie lem um volumo .lo DittriO tU Pf^
tUOnbUCO de Janeiro a Jim lio do IHHqiuira nian-
flur Irazer a osla l> poaraplua, puis lio nocossario para
iiiii.i averBuacao; oeiio do que nao declaramos o seu
nomo pura qu nao lomeo pedido romo olloiisa.
f Osadministcadores ca imismi lu
ilc Joaquim Anlonio de Fe>
ra Abreu e Lima, '
pretendentes a'compra da loja de j
livros, siln no Ini'j'O duColli'j'io. u ^
apresentarem ns suas pi'o|ioslas rj
em rasa di' l.i'coiiilc l'i'i'iui A J*\
Compauhia, na ra da Cruz n. 201 i-*j
Ir o illa IS ilororicnli'. |^
Dcsappareceu a neura.moula, Bouo*liola, le cor
meia fula, alta, doluada, o som denlos na frenle
consta que fura para as bandas de Oliuda : quema
npnrehender, leve-a a ra da Aurora, casa junto a
roda, quesera eralieado.
A iiiosu reuedora da venerawl orden) lorreira
de Nossa Seuliora do Carmo desla cidade, convida a
lodos os sous earissinins inuaos o iruiaas, a solirila-
rom na seerelaria da mesma ordem, no dias do
Iraballio, das i as Odores da lardo, o nos dominaos
o dita cintos ilas !1 as :t. do irmau socrolariu as sua^
patentes, alim de as fa/.erem sellar em lempo, pan
nao iuoorrerem na penadoarligo tH> do regulante*)
lo do Eiii. presidente da provincia, de 5 de no-
vombro do auno prximo passado, publicado i\o Dia-
rio de l'mmmburi, n. i, de ;1 do Janeiro do onr-
loule auno.
ATTENCiO.
Iloutoin i:idn corronle, pelas6 borasda tarde fui
encontrado um cavallo, com una caraa de awnar;
quem forseu dono procure-o no palco do Carino no
primeiro andar do sobrado n. 9, que dando os si-
uaes cortos Ilio ser entregue, licando desde jo au-
nunciautesem respousabilidade pe > fuga do mesmo
cavallo.
O abalSO assicnado, Ibesoureiro da sociedad*
l'uiao Prosjieradora, per ordem da mesma avisa a
todas as pes*oa*que devem juros,proveniente do di-
|lioiros lomados sobre pculuires a dita soejedade,
jue.se no prazo de 3(1 dias.conlados da dala deste.nao
rosaatarem os sous ixiiiboreii.paaandu os juros venci-
los, se proceder a venda delles na courorniidade
dos papis do (relos. (ieminiaiu> de Jzeredo
Mello.
Oeseja-se fallar aosseuliores abaixo'inenoiona-
dos, a neaooiodoseu inleresse: na ra d Cadeia do
Recife n. 51. Csnieda Rorlia llozerra, da liba de
llamamos: Francisco Luiz Viraes, da oidado de
Olinda: Antonio Joaquim da Costa Oadellia, de Cior-
liciuiiiibo: EliasCaetano de Cirvallm, do Matori: Jo-
s Nunesde Freilas, da Sorra dos Poules : Jos Este-
vodo llano-, Ua Guraucia : Scveriuo Joaquim dos
Sanios, do Bezerros : Matbias Marques Privlo, do
Allinbo: Joaquim Tereira Fonjes, que trabalbava
nesla prac,a delaiioeiro, equesoju^a oslar do feiloi
om alRiim emieiiho: Joao Paulo de Salios, desla pra-
ca os licrdeirosdo Francisco 'riom;ah os liurito, desla
maca : tioncalo Jos de Amorim, ao yv da Tapada :
Vicenlo Ferreira da Costa Miranda, do Caxauu: Jo3o
MunizdaOwla, do Paoode Camaraaibe : Frauci^o
Jos da Silva, do Paco Redondo ou DomJnpM U^poi
i.oiioai.io-. doniesmo lugar, Guilhenue Piulo llon-
riipies.
Desenramiubou-sc uo da de dezenibro p,
p. du largo das Cinco Ponas, indo em um combOj
mi) cayabo caatanho, castrado, com ump* puuu
im.io rali nlos, do mesmo lado, de 7 para olio aimos.
com uiu pa nlais cea, que oulra ; leuui canaalba
com 0 pares dosnecos, una lata com manteiaa. quil-
tro < oros, uniaJaquQla.c una rodeo lema marca S:
roira-sc a quem oapprobender ou delle liyer noticia,
de n levaran Forlo do Malos, prensado Manoel lu-
nario de Oliveira Lobo, que reeoini-eusara aonerosa-
lilCllIr.
VENDAS
FOLIIIMUS PAR I8S3.
Saliiram a luz as bem conbeoidas folbinbas do
porla, alaibeira e padre, Jmpressas na Ivposrapbia
dosto Diario, as quai's achain-se a venda na praca da
Independencia, livraria n. to 8.
Sabio a luz a fullnulia com almanak admiuislra-
li^o, coinmercial e industrial, o qual, alen deou-
tros aorreveimos, roiilin anuido parle dos nomes
dos onacnbos, e sous piopriolarios; vondi'-se |M)r
>:H* rs. cada urna'; na livraria n. 0 o 8 da praca da
Independencia.
(alicfnicm fre(;ii*v.t*n a casa di' F'onli;
X li ni,in. a compraren! as navas c bem conbecidas
con-er\as \eaelaes de dillerentes qualidades para
'opa bolaeliiiilias, |bi>a-oilinlios|iimlezcs, superiores
qualidades para cita, jiotes cun doce do dulcientes
qiiafidades, boiones com massa d'arenques, ditos
cun dila de Aucbouv, queijos londrinos, |iresuutos
para Hambre, loucinho inalez, ludo ebecado jiru-
\iinamenle : na ra do Cadeia doRecife n. $.
Vendas t\c maderaa.
Veude->o 10 travs de 10 palmos de comprid,
i\v lula qualblade : os pretendentes j>oilem examinar
no caes do Ramos, e Iralarcm com Aulunio Leal de
do Uarros na ra do Vicario n. 17
Vende-sc urna jiorco de barris vasios de qua-
lro, o cinco om jiipa: cin cova de Porta, |rua do Pil-
Vndemete l)i,lia8(K llamhur(jo
diegada ultmamente |m^.u barca )
Sentn, como a rctallio: na praca
ta Independencia n. 10, eonfrou- v*
m te a na das Cruzes. <.
Vndente iarinhu nova di- lialli-
morsi a tratar com o harnteiro Silva Lo-
pes, na porta da alfandcj'a.
Venile-se um nmlcqne, crioiilu^c.om \i aiuiOMli;
iihiilc, liiimi.i limira, sfin licio, ncoi nmlr-iii. |ini-
|iriii para aprr-nilcr qualquer ulllcio: ua ra larga
ilo Uo/ario n, ,'W, Icicciru mular.
II lllltS.
N.i IhIh'iiiii iI.i ruu cslrcila ilu Rosario 11. II. TC-
llm deposito ilc biclias, *tt\ legadas as luchas urnas
que se icuilcn aos coiiliis iiHiilu em cotila, e alu-
::.uii--ea :I-2II rs., cada una, e muflirme a purcao se
ologarto |ir iiicihk.
AOPiULItO.
0 dono da taberna da ra esirea du
II. lom rosilvido torrar os sous genero!
(JJnbouo do que om oulra qualquer parlo, a saber
hiscoiilosde soda o de aramia viudos em latas la lo
slalerru, queijos novue, e oulrofl muilos objectos,
que stse diz aos freuuozes quando vierom coni|trar.
Vende-e um (-sfravo do iHinita tiaira, bom
Irabalbador ilc enobada, de naci: na ra du Cresjio
loja ambrolla u. i.
Vendo-sc uuiaosiia\a,crioula do, ,annos do
dado, le muito boa tiunra, cose, eusonima, cozi-
nba: na ra'lo CoHegion* ~l\, primeiro andar, se di-
lotera dorio dejaneiro.
Aos 211:000,(111(1 < 10:000,000 de rs.
Na loja di! niiiuli'/.as da prara da In-
ilcpciidi'iicia n. i, vcndein-se billielcsin-
teiros, incios, (|iiartos, oilavos e vicsi-
mos, a beneficio da .r>7. lotera da San-
la (Jasa da Misericordia ; vein n lisia no
primeiro vapor que .'hogar doRiodoJa-
neiro. Na mesma loja sao' pagos sem
descont lodos os piemios pie saliirem
nos I ii I luir- dli \ elididos.
Buhetei nteiros. ..*... 81,000
Meios bilhetes.......II ,000
Quarlos.......... 5,000
Oilavos.......... 2,800
Vigiiiiiiios......... 1,300
BII.IIFTFS DO RIO OE .HUIRO.
Aos 20:000,000e IO:0(M),000 lem.
O eaiitelisla Salusliano de Aijiiino Fer-
reira avisa ao respeilavel publico pie, os
sens hillieles e cautela! da ">7 loleria da
Santa Casa da Misericordia aeliam-se u
venda na prara da Independencia n. I3
15, loja de ealrado do Arantes, en. 57fe
50, loja de calcado de l'orlo & Compa-
nhia, o na ruada Cadeia do Keeil'cn. 15,
loja de miiiiU'/.as de Jos Korliinalo dos
Sanios l'orlo. A dita lotera corren .no
din 5 a 5do correnle, 0 CSpera-M alista
da mesma no vapor la coiupanhia
sileira no dia 20 do rorrele.
Ilusarin n.
, |ior Basaos
ihia hra-
NA LOIA PKKNAMHLOANA
finado Crespo 11,
Im mu rompidosnrlinu'iilo le fatcnrlns n-
lIivii- o trana./1., ni ai- liar.iia-ii. quomo-mn
om [ii inirii ,i-1.....; e islo so jaslillra rom os
Crerus de nlsumns nliaivo notadas:
asiniira prela lisa rliainndosrliiii, o
royado...........
Casimira de ^larguras deludas as ca-
res, o rovado. '......
Merinos prelos superiores, o cavado.
Pannos tinos pretos e de rores, pnr di-
ferentes preros........
Sarjas lisas f lavradas, e setius pre-
los c proprios para a quaresma, u co-
vado.......... .
C.i-si- franrezas de listras e salpicos
bordados de cores, o covado a TOO c
Bellas rassas francezas Dnissimas, cor-
les de 7 > aras, o rorle......
('.lales de radaro de cores a .
2SO0O
IStiOO
*KJ0
B
1,-sSOO
3a(lj
:i-i"siii !
OO i
vende-se ou |ierninla-se |ior una casa lerrea
nu escravo, um periueno silio cercado e iiinrado.com
casa de pedra e cal. planla de capim, roqueiros e
mais mi uredos de fruclas, e um viveim de lf'c, "
la/, fenle para duas mas : a Iralar no
ra dos Pocos, rom Judo
IH.MIEIRO A'
qual silii
niesnio, nos Afui:ailns,
llespanhol.
MANTEIfiA BAKATA COM
VISTA.
No Hierro da Boa-Vista n. 49, laberna nova, com
a fr....... piula.....le .I. '-'iiile-sc o sei.ui.ile : -
manlcilia iiiataa da me lior, a (.til rs.. chaitom, a
HH\0, dilo prelo com .1 emlirullios. I H I9B31, 1
eiiiiiill.n do mesmo por 610, c-pci macle iletiem
, IIIKiis., Imlacliinha inolea da iiuailra.la eredun-
d.'i, -'id. furiiilia doaiaiula, llif), dila do MaranliaO.
IdO, rlnirnlale do Lisboa, %0, cal do ciincn. IIII.
i-slrellinlia, 210. assucarretinado mallo bom, aWio
iflO rs., orvallas, l-i. btalas le 8 para rima, W
r-.,aioilcdiM-e do l.isbna. non r-.. \iuaure ile Lis-
boa, 120, dilo SO rs.. painso. a ouia, 580; de ludo
-. dar anioslras. o Os froviio/oo sihiro liem r>i-
dos.


^
^
4
;
/
Deposito de panno de algodao' da fa-
brica de Todos os Santos da Baha
Vendte obcmconheciuo panno daal*
godao' du Bunia, proprio para Mccot e
roiipa de escravos, i vontade com-
prador, assiin como lio de algoriuo' da
iiicsmn fabrica : mi escriptorio de No-
vaes & Companliiu, na ra do Trapiche
u. .">V.
Vcndein-se pellio com moldu-
ra dourada, ot mais ricos que teem
apparecido no mercado : na ra da
Cruzdo Recita n. W, armazem de L.
Schulcr & Cotnpunhia
.NA
BOTICA IIOMOEOI'.VI.tlICA.
Iiuii dic (ruten n.-X.
Arham-sc a venda a "liras scuiiinlcs :
Manual complete do t)r. Jahr, i vulume
ricamente encadenado!.
Diccionario ile medicina, por Nylcu.
Manual dedsseccao, |ior Coste.
Curso de phrenolonia, |Kir llrnussais.
Alia* completo de analomia rom II:.' es-
lampas coloridas.
llomoeopalhia domrslira. |u Biael.
Memorial ilo medico lininne(iualha por
Timos. a*
Tratado das inolcslias rhroniras, |ior lla-
hiiemami.
Medccina veterinaria hniiioeopalhira por
Gunlher.
Orcanon da arle de nirar, por llahnrinann.
Kclralo de lluluioniann.
Traladodas mnlcsliasda pello, por Jahr.
Elementos le honiocopalhia, por (iosset
Bimonl.
Tralamenlo hoiiineopalhirn das in(deslias
venreas, pelo mesmn.
Palhnscncsia ilos principaes mcdifamenlos
brasileiros, Iradu/ula do franeez, |ior liosscl
Bimonl.
JiL
Vendeni-e amarras de reno : na ra da Scn-
/.ala Nova n. _'.
Km rana de Itoxtron Hookci' oVCom-
panhia, na ruado Trapichen, t-8, ven-
(Icm-se bai'ris com carne Migada.
Trina, saines, renda, espisilha a vnlanles, eis-
le un Brande sorliuteillo dosles seiicros: na ra do
(hicimadn n* 71, junto a leja de rera, e vende a
Troco de sedulas mesmn emendadas, sendo verdadei-
ras e or muilo baila prego,
Vende-se um mideque, erioulo, rom 16 anuos
de idade, bonita figura, sem vicio ncn moleslia.
proprio para aprender ipiahpicr ollirio : a halar na
ra Aiiousla em rasa do Pacheco.
Vende-se a typographin do Diario
Novo, montada, tanto de prelos, eomo
de bonstvpos: a tratar na mesilla.
A 5,000 n. peqaenos, e 5,500 n. graadai.
Venilein-e cumeos de sol de seda uule/.a .le
superior qualidade, polos prcens arima : na ra
doCollegio n. i.
!"a ruado ItaiiBel. arma/ein u. 21, vendo-se
milho novo, lano medido rnifui em saeras; assiin
nimu rarilia da Ierra lanibem cm saccasou medida,
ludo por preco eommodo.
Vende-se vinho di' Champagne le-
jjiliino e de luperior qualidade : em casa
(lej. Keller Ai Companhia, na ra d
Cruz n. 55.
Venderte superior larinhademan-
dioca, clierjada dcS. Mallieus, n.-i escuna
nacional Anda/., tundeada ao pe do enes
ma eteuna, oh no eteriptoro de Novaes
i\ Companhia! na roa ilo Trapiche n.
34, primeiro andar.
Olooespecifico para curar a raspa e rim-
semr o cabelle, continuo a vendera na liuiira
ila ra do Rangol n. -i, a (40 rs. cada vidro.
Em casa de J. Keller iV Compa.
uliia.na ruada CrUZ n. 55, lia para ven
der doui evcelli'iites pianos folies, e una das nicllmivx lubricas, cbegados l-
timamente da Europa.
Arados americanos, cliesailos dos Eslados-lni
dos : na ra do Trapiche n. H.
Vende-te por proco muito eommo-
do superior fitrinha lavada em laceas di
alqueire, viuda de s. Matheus na escuna
Anda/.: a tratar a bordo da mesmaescu-
na, ol niatti 111,1/iin n.7ilo caes da allan-
dej'ii, de Jos Joaipiim Perda de Mello.
l>l:issa :.....Til lilil
Noanliaodeposiloila Cadeia Velha n. 1-2, ovisic
una pequen! |Kirca> de polasui americana, chanda
reccnlemenle que por superior rival isa com a ca Hus-
sia : vende-se por preco rasnavol.
Vende-se um rico cabriolo! iibIo/, de tpia-
Iro roilas, muilo leve, moderno, e rom muilo pone
uso : a fallar com Mii/iirl, que leiu enrheira Di
Aterro da Boa-Visla.
Morntln uprrlorr*.
Na fundicao i\C. Slarr V Companhia. em S
Amaro, acliam-se Vveuda moendas de caima. lo-
das de ferro, e um modelo econslruccao muilo
BOTICA IIOMEOPATBICA.
28. Roa das Cruzes 28.
Ha para se vendar alcumas caixas riras
com meilicameuloseni linlnra. Cada nina
sera' arnnipanllMila di' um frasco com sloliu-
los inerlos. eomeio de iisproparar.________
Depoiito da fabrica de Todo* o Santo, na Baha
Vendo-so, em rasa dcN. O. Hielter i\ C, na ra
da Cruz u. i, alcodao Irancado iTaquella fabric
muilo proprio para saceos de assucar e roupa de '
cravos, por preco rommiHlo.
Irado* de forro.
Na fundicaft da Aurora, em S. Amaro, vendem-se
arados de ferro de diversos modelos.
A 1,000 rs. cada um
Na toja da ra do IJucimadn n. 3, defronle do boc-
eo do Peixe Frilo, vendem-se barretes pretos de se-
da para clonaos a l^MIO cada um, assiin como mei-
ns prelas de laia, lamben para padres, a tfiOfl o
par: dar-sc-ba as amostras rom o coni|>elente
penbor.
Taixas de ferro.
Na fundicaii da Aurora, em Sanio Amaro, e lam-
hem no deposito na ra do Brum louo na entrada,
e defronle do arsenal de inariuha, ha sempre um
grande sorlimenlo de taixas lano de fabrica nacio-
nal como eslraiiBcira. batidas, fundidas, Brandes,
pequeas, rasas e fundas ;e em ambos os limares
exislem uuindasles, para rarreaar canoas ou car-
ros, livres de disqiexa : os preijos sao os mais roin-
modoa,
A|MCU da Edwln Maw.
Na ra de Apollo ti. 6, armazem de Mr.Talmonl
ov Compaubia, acba-se constantemente lious sorli-
inenlos de taixas de ferro ruado e balido, lano ra-
sa como fundas, moendas iueliras tintas de ferro pa-
ra animaos, agua, ele., ditas para armar em madei-
ra de lodos os tamaitos o modelososinaisuiodcimis,
marbitia liorisonlal )>ara vapor rom forra de
cavallos, ci'h-os, passadeiras de ferro eslanbadii
iwrarasa de puraar, por menos preco que (de cu-
tire, osrovens para navios, ferro ingle/, tanto em
liarras romo em arcos e folbas, e ludo por barato
I*0*-'"- ~
He peobmeba.
Vende-se um cabrinlel cimerto, novo, e moder-
no, rom arreios, ludo do melbor goslo : na rorhei-
ra do yuinleiro, na ra nova u. 3.
Vende ae geawaraharrica, ebeflado uitimamnc-
le : em casa J. Keller & Companhia, na ra da
Cruz n. V.
Vendem-se relogiot depuro e pra-
ta, patente ingle* : na rna da Sen/ala
Nova n. i.
ftJp*HWS9tttM 9S Vendem-se os vcriladciros cliaru- W
S los da llavaua : na ra INoxa. loja 2
Hf n. I
OLEO HK IIICINO.
VtBuVl SB (ihiide riel.......... latas de MI .,, |Kirpn-
... m.ii-1ciiiiiioiIm do qui......("lira qualqurr parle :
na ra da Cadeia do Reeife, loja de lefTageoj n. 50.
Mocndalpara calina iem virola.
A fundiaida Aurora em Santo Amaro, Icninms-
tanleinenl um sorlimenlo de-las inuendas entre
unirs imiilas, e sua ulilidade lem sido bem prova-
:la por nina limga cxperienela de 18 anuos ; a pri-
melra Icndo sido feila por um modelo nureainiarlo
pelosenhiir coronel Jiiiu/uim Ciiiiiliniil' ilt 101-
aeriiur paraoseu eugcnlio Jardim de rwra de
bgo; romo se v o do liv ro de enrnmnienda a folbas
III, anuo de 1831 ; e desde cnlao para ca iiiain (le
v inte moendas deslas lem sido fellas neslai fabrica,
ornose podovef da lisia une na misma faliiu.i ev-
..I,; cesta* todas IfabaUando em diversos enuo-
nbosda provincia, dando completa aaea ao
sen, proprielacii. Esle objeclo e TODSegne, Mm-
plcsmeule colimando os dous lanibores de baixo,
um em roldado rom o oulro ; c para ilo iioder le
luuir, i.....m-se diia. carretas......guilha*auperjor, e
urna em rada um dos infei iores ; a bridas, ou hel-
eos naluralmeiilc estando no lainhor de rima.
' Vendeni-seeinrasadeMc. Catmonl & Com-
paubia, na praca do Corpo Sanio o. i I, o scBuinle :
vi).......Marseilleem cnxas de :l a I. dnzias, linhas
oin novcllos ecarreleis. breu em llameas muilo
graadea, ac de HaO surtido, ferro illglcz.
* Moinhos de vento
rom Immbas le repulo para rosar borlase baixas
de eaplni, na fundii;ad de I). W. Bowman: na ra
do Brum lis. ti, He 10.
Charutos de Havana
Os melhores que loem viudo o oslo morcado,
vondom-se continuadamente, om casado Briinn
Prnogor & Compauhia, na roo da Cruz n. 10.
Vinho de Champagne
Vendo so o vordadeiro vinho de Champagne,
deoxcellonloqualidade, ao preco do 2SS0UO rs.,
osiim como do qualidado inferior, muito em con-
la : Ho armazom de Brunn PraO(;er & Compa-
uhia, na ra da Cruz n. 10.
Instrumentos de msica.
Tanto para orcliestra, como para mu-
sica militar, vciuleni-se milito em conla :
em casa de Brunn Praeger4Companhia,
na ra da Cruz. n. 10.
Vendem-se relofpoi de ouro (lepa-
lente indes, os nicllioies que teem viudo
a este merend, e do uiais acreditado la-
bricante de Liverpool : em casa de Uu*-
sell Mili' ii A CouipanliiagWia ra da (.a-
deia do Reeife n. 56. ^
rWfcaa^ai^^Bi.^ai^aiaaiaaaai^aiaaiaaiaa^j
Os abaixo assignndos continuam m
a ter em deposito(p-andesoitinicn- S
lo de tarinhat americanas, de dif-
ferentes marcas eqalidadcs; ven-
dem-se em porco'et a vontade dos
compradores: no arnia/eni do
becco do Goncnlvet n. \, ou no
sen escriptoro, praca Santo, esquinada ra do Trapich
n. i8.Bostron Rooker&Compa-
nliia, negociantes iii|!e/.c
ATTENCAfl-
Vende-se um siliu no riacho de Aaga-Frla, rom
lina casa,' liT/.i'nlnsc lanlus ps de coqueiroa, viu-
1c o tantos |M'sde larangeirase muilos ni.iis arvorea
de fruclos, lem lainbein ixcellenlc huia para
iiilo pasto para aado : quem o qui/er epn>
lla-se acocfieira amarella na ra do Cano,
,|'i
niii-
ia
capim
r -i .iv -. dirija
que achara cun quem Iratar.
Vende-sc v inlm da Madeira de superior
lidade eniquarloso oilavosde pipa, por preco mu
nimio no armazem de N. O. Bicbor A Compaidi
ua rna da Coi/ n. 1-
aaMatasasaaisB bs
CERA EM VELAS.
Vendem-se calvas com ceta em
velas, l'abricadas em Lisboa e no
Hio de Janeiro, sortimentos a von-
tade do comprador, e por mais ba-
rato preco do que em oulra pial-
UUerparte I a tratar na ra do Vi-
cario n. 10, leglindOandar, escrip-
toro de Maclinap& Pinlieiro.
rs.
Ilanael vende-se o
lelo preco de ItoMKI rs.
cores iav radas de muilo
Vende-se |>or 7IKWKKI es.......r evcellentc ea-
rravoda Cusa, muilo alio, sem vicies.....ni moles-
lias, be Imiiu |wra radeirinha, e he rauoeiro; ven-
de-se por precisa*, quem o pretender aiuuinrie.
Remedio especial para lioitbas a Bravos
seceos, continua a vender-sc na botica da rM do
Rangel n. 64, que fui do finado SebSSlUo Jos do
Oliveira Maccdo.
OCULOS.
Cbeanii a praca da Independencia, tajan. 18e
20.UIU rico o ntenlo de (muIiis para todas a- v isla-,
ela "in vidros blancos ou azui-s. com aran ou sem
ara'......nuiarmacncs de ouru. de piala, de laila-
rnaa, de b.deia. ou de acn, a vontade do compra-
dnr. ,
Venilem-se lona-, brinza, bnns.....cas lo-
nas da llussia : no ariuazcui de N. O. Bieher \-
Ciiinpauhia. na ra da Cruz u. i.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cunha i\ Amor!......a rna da Cadeia do Herir
D. 50, venileiuliarrisisnn raleui peiln.....iva, rhe-
aada de Lisboa polo ultimo navl..... briaue Flor
iln Mar; auhn romo birria com superior potam,
nova, e pin preco ia/ __ Vendem-se saccas com malloalva e boa anin-
ma para cnauminar e a/er Imlinhos : na rna do
(Jucimailo. loja n. li.
CHANDE FABRICA DE CHAPEOS DE SOL,
ROA DO COLLEGIO N. .
(i. Falque laxacienteao reapellavel publico de
Pemambuco, a em particular ans sens Irenieies,
que mA:\ de le.-elici de l'.ui-. ciMun du Hio de Ja-
neiro, da fabrica de lalipie IrmaiV, um lindo e
Cmplelo surlimenlo de chapeos le sol de seda e de
paiiiiinliu, tanto liara bu.....ns cuino para scnlmras,
lenil" para os pr......iros um eseollndo sorlimenlo de
chapeos de sol com cabos inleiricos os mais lindos,
que lem indo em caricatural diversa, ditaade ean-
ii,i, rir.; Brande quanlidndo de seda- e panninhus
em peca para cubrir arniacuos Hirlidas, as ipie tarem
de ferro, enverniam-ie que licam novas; balcias
largas, etreilM e de ico para nparlilboa e vesiidns
de senhnra-, bengalas I.....Ilaa ; cnbre-se e cuncer-
la-se Inda equalquer qualidade de chapen de sol:
lodos nsohjoclns cima niencionadiis vendem-se em
porcat earetalhopor menos preco que em onlra
qualqurr parle.
Vende-se una canoa de earreira em muilo bom
esludo, e por preco rnnimodo: na roa da Cruz
n .4.).
No raes da alfandeBa no armazem defronle da
escailinha se vende muilo boa Bomma para cnuiiin-
mar, e fazer lailinhos.
JALEA DE MARMELLO.
Vemlc-M- lia na do Colloiro n.., su|KTnr jala
de iiwmi'll" a Ors. ,i ...
3,800
Na lojn nova milis sM|>?ror -cinii macan,
n nnado, sedas prelanoili
Iimim citslo, rom IK iovalospor35(KK)rH. o rrU'.no-'
hrc/a prela i* selim muito HOpm para \csliilo a
2*VM) rs. o eovatlo, rtiapeostle seda para se id i ora a
l?SH)r?i. rada um, e oulros imiitosolijeetos que se
M'inli'iii |ii-i prero eommodo.
BLHETES DA BAHA.
Vendan-cena na da Cadeia do Reeife,
na alo'tiniiula lojn di' miiidc/.as de .lns<;
l'oililiiulo dos Santos Porto, quinta lotera la V. O. T. pagando iem deiconto.
Btlbetes. 1,400
Netos......-2()0
Qnartos. 1,800
Na ra da Penlia u. m2'\, primeiro andarse din
quem >ende una neura da Cosa, idade 2 anuos,
rom una ri ia, rom muilo leile proprio par*i mar e
Mlbelavar, eiiuommar, eo/inhar, comprar c fa/er
mais irmiM de ras ele.
Vende-se ou permuta-so |mh nina rasa nesla
piara um sitio na l'aifta^cm da Magdalena, e mais
una illiapfi tu il.i prara. emliora seja de maior ^alor
1 a casa, reslanilo-se a dilVerenra, eoi|foi iih> o ajuste :
' na na da Cadeia do Kenlc D ">f.
PAPE.
Joaquim Terreira Memles du i maraes reeelieii
Bgora pido \apor Ptirarn*r umaraua rom evelleule
rap naeioual priuee/a, da fahriea de.l. J. da Korha
i\ Coiupanliia clu Hiode Janeiro, onde I.....uiilo apre-
eiado, e I ido pero nieo que mellior sultsliliie o de
I. i sima, pela uraude semelliauea que rom elle lem
lauto em ior, romo em aroma. Kilo lie laml-oin ja
muilo apreciado na Italiia, Macelo, Cear e Mara-
nliao, erahnenle em lodas.as parios onde lem sido
mandado. N'euile-se naiiia da Cruz u. ">7. -i
andar.
Moda do Rio de Janeiro.
Vendem-se pulseiras de mal lint encarnad
VuND icao:
DAURORA
C. Starr Si Companhia.
Hospeilirsamniile aiinunriam que. no 9CU6tlenS0
esl.dn'leciuienlo em Sanio Amaro, conlina a falui-
cai. comauaior perleirao e promplidar*, l'l.i aqna-
liilidr de macliiuismo para o uso da auriruKura.mi-
veai;ai"i e manufailora, oque para maior eommodo
de MIH innni'i'osos rrcuue/cs e do publico em L'eral ,
lem aborlo em um dos grandes arma/en* do Sr.
.Mesqula. na ruado Itriim, lira tf do arsenal da Ma-
rmita, um
Depot ilo de machinas,
imik!iniil.i- no dilo sen esialH'Ieeiinenlo.
Ali adiaras os eompradom um completo wirii-
meitlo de moendas de eaitua, rom lodofl os utollio-
ramenlOB | llgnasdeUtl novos e oriuiuaes ) de que
a c\|i'i ii'iii i.i de nuil 'i- anuos tem moslrado a ne-
ciKsidade. Machinas ile \a|Mir de haiva e al-
ia pr*ssafi, laias de lolo lainanlio, lano batidas
como fundidas, carros de ma, e dilos para roudu-
/.ir formas de assucar, machinas para moer mandio-
ca, prensas para dila, fornos de ferro balido para fa-
rinba, arados de ferro da mais appro\ada conslruc-
nS, fund para alambiques, ni\os e Mirlas para
fornalbas, e urna inlinidade de obras de ferro, que
sera' enfadonlto enuineai. No mesmo deposito r\is-
le unta pessoa inlellilenle e habilitada para recidH'r
todas as encoimneudas, ele, ele, que os aiiuiuici
antes entilando com a caparidade de -tas ollii iuas i
mai biitismo, e periria de seusofliciaes, se eompro-
niellem a fa/er exi-eular com a' maior presle/a r
pe fricao, e exaela eonformidade ruin os moilelos ,
ou desenlios, e instritcci'W's, que Ihe rorem luriie-
eblas.
OVAS i; QUEUOS DO SERTAO'.
Vi'iiilt'in-se oval e qui'ijir do serian, muilo fres-
cae- o por preco rommodo : na rita JoQueimado,
loja u. ti.
t tLViR<;i;vi.
Vemle-se cal de l.islHta a mais no\a do mercado :
na ra do Vinario n. I!l, primeiro andar, eseriploro
de I. de Aqiiiuo 1'iiuseca ,\ Hlho, ou na ra do
Trapiche, arma/em de Antonio Auuuslo da Fon-
sera.
Vemleni-so pennas de Erna mu boas, eera ile
carnauba superior, loll o >apalos por inui eommo-
do pn,,.*n: "rt ,',,i, ''*' inicia do Hecife n. W, primei-
j =* = = 2 = ."* m
lil2ll5ii*lt5f if 3
zmmnmmm
i SI= "?-= II.112^-=_ s*3
a c-^. i- 7 ^ 5 f 2 = 3 2 '1
i ifilll-ilB
HOME0PATHICA
II RA HAS (III ZK-S 98.
Diriyiilii por um phiiriiiiiirulifii approtOtt
Este eslabelociinenlu |nissiic lodonM uii"-
ilicainenlusal auura axpcri.....uladus. laido
n,i Europa como noBraalLa preparado! pa-
la machinas da imonca llollr. Mure,
r.artcirasde IJ luboaalf 160, par precoa -
liavci-. iiinfonne a qualidade da- rail, a
H| i|uanliilaile dos rcniedius e silas dvnanii-
saciies.
lina carleira com aa i principaes remedi-
us humcu|ialicos e II ulnas dirteleules, indis-
|iensaveispara M |irinci|iianlcs (pese qui-
zerem convencer da verilade da iiuva medi-
riua ; conleiido almde muilos cunselhoscli-
nicos, a iialhouenesia de 18 medicainenlos
IKir.................iBsrtlO
Tubos avulsosi cada um ).....IJjCHXI
Tinturas de Indos os incdicamentus ein Tras-
eos de ,4 onca............-280(11
AVIAM-SE liRATIITAMENTE
para os |mhri(, lodos asreceilas que para ali
mandar ipialquer professur.
.Na mesilla Indica enconlrar-se-ha sempre
um mande sorlimenlo de livres em |H>rlu-
uez e franrez. e einlini ludu qiianlo be ne-
reiMario para o esludo e pralira da houieo|ia-
Ihia.
N. B. Kerormam-seuraluilaini'iileliMlas
carleira- vendidas mi cslaliclcciiiiinlndecu-
jos remedio, pela bamldade cu |ior
quer oulra rausa. liverein sido delerioradi
LOTKRLV DO RIO l)K JANKIRO
Aos 211:1)00,0011 le reis.
Na casa feliz dos ipialro cados da ra do Quei-
madu n. 211. voiiilcm-se os muilo fclizes bilhcles e
c.iiilcl.i- (la "i7 luleria da Miseiirunlia, ruja lisia
checa M da 21), sendu loiwlanleniciilc |iolos presos
aballa declarados.
Bilhcles..........22s(>
Meios hilbelw......HlMKSI
Quarlm...........'.Vid
Oilav...........BHIKI
N iuc-inlos........IpMH)
TOAI.HAS E GlAllDANAl-OS. .
Na hija do sobrado aujarcllo, na ruaduQucinillo
n. -20, lem |iara vender um craude sorliiiicnln de
Id.illias de lodos os lamaiihos. por preco muilo era
conla, aiwim cnniu vciule i.'uarilanapo do l'orlo. a
2JHKIIe .IS200rs. a duzia.
BAILE IIE MASCABA.
Na luja do sobrado ninarello. nos qualro calilos
.la rna du yuciinailn n.-2!), ha .....domos lujurios
pira mascarados ; a-nn rumo vrlbolinas de core-
para veslido* dos mesnic*.
MILHO MUITO NOVO.
Na ra da Cruz, do llecife, arinazcni n. 1:1, e un
raes da Mlandcua primeiro armazem nroiiaao lo ar-
co da ComxicSo, reiido-sy.......H>r millm qoe ha
no mercado, lanln em saccas, rmnuaus alqueire.
Vende-se um esrravu : na ra du llosarm da
Bi.a Vista n. -II.
_ \.....i,.......in,i da-iiii'lli'iii'- liberna, na ra
da Lingual! n. 4: lrala-*e na inesma por sen dona
ler de fazer lima viauem lora da provincia.
P, Kspcianca e Caridade, a muda du Km de Ja-
neiro : na ra da Cadeia, luja u. .VI.
Taixas para engenhos.
Ka fundicao' de ferro de D. W. Itovv-
iiinii, mi i-iii do lli'iiin, pastando o cha-
fariz, contina h haveraum completo sor
I i mi.-i i li de Olivas de ferro fundido c Im-
liclo, ilc ."> ii S palmos de bocea, ns cHiaes
ncbain-sc n lehdn, por preco eommo-
do e com promptidao' ; embarenm-te,
iiiirni-iqjiiiii-si'cni carro, sem detpesas
no comprador,
AOS SEMIQBESDE I.M.KMIO.
O Arcano du invencao' !" Dr. Edu-
ardo Stolie em Hcilini, empregado as
colonias inclusas e liollandezas, com
jji'.iikIc vantagem para o mellioramento
uOnSSUCar, UCJia-Se a venda ein lulas de
I o libras, junio com o methodo de em-
prega-lo no idioma portuguez : ein cusa
de \. O. Bicber di Companhia, na ra da
Cruz n. i.
Cal virgem de Lisboa.
Wiide-se superior eal vij'ein. ebegn-
da iilliiiiiiinenle de l.islwia, e por preeo
milito eineonla : no arina/.ein do Caes
da All'andcj'a n. 7. ou a tratar im es-
criptorio de Novaes A Companhia, na
rna do Trapiche u. V.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da rna da Cadeia do Re-
eife ii. 12, lia muito superior cal de
I.islma. ein pedia, assim entilo potBSSa
chegada ltimamente, a preeos muito
rasoaveis.
AGENCIA
DA Kl MllCAn LOW-HOOR.
Ra da Scnzala nova n. 42.
Neste exlalieleeunenlo eonliuiia i ha-I
ver um completo sorliinento de inoen-'
das e lucias moendas para cnj^enlio, ina-
chinas de vapor, e tantas de Ierro Imiiiln
cenudo, detodos os lamanhos,para dito,
Vende-te inarmclada nova ein hiK'eta- de I (
2libras, caivinhas com 2 e 1 libras de pera-, dllai
nuil 2 e libras de aiuciv.i-. caivas cun inassas li-
nas de cstrellinha, luduiiuiilu superior: na ra du
Cruz du llecife li. lli. dcfrunle dnSr. Ilr. Cn-iiic.
Na ra do Trapiche u. II. primeiro andar,
vende-se seuuiule : pasta de lirin llnrriitniu, i
nielhur arliuu (|ue se connote para linqiar ns den-
les, hranquerc-os e forlilica as ucuuivas, deivando
Iiiiiii gula na hueca c auradavel chairo! auna de niel
para ns ralicllns. liuipil a raspa, c ila'-lhe nigiea
uslre; BOM de perolM, esle niauico cosineslico pa-
ra sacar sardas, ruuas. e cmliclcsar o rosto; a--ini
como a tintura imperial do Dr, Brunn, ethi valio-
sa preparaca faz dus calM-llus niivus uu hrauens,
coniplelamcule prelos e niacios, sem ilaiuuu dus
niesmus, ludu |xir preros rnmniiMlos.
Fundicao d Aurora
Na fundicao d'Aurura acba-se ciuislaiili'inoiile
um complelusorliuiento de macbiiiasde vapor, lan-
lu de alta como de baila pressao, de modclbis os
mais approvados. Tamban se aprnmplain de en-
cnnuiicuila de qualqucr fiirma que si- pussi desejar,
.em a maior presteza. Habis ulliciaes sera uian-
' 'dailus para as ir asseular, e us fabrlraules, cuinn
lem de cu-lunie, aliaucan u |NTfeilu Irabalbn del-
la, e se respnisabilisam pur quahpier defeilo que
I nia nellas apuarerer durante a primeira llfra.
pluil.i- inacbinadle vajior construidas niv-lc c-l.i-
hcleciinenln teem csl.iilu cm cunslanli' servicu iicslu
prnvincia dez, dnze e al dcsc-cis .iniin-, e a|.....a-
ieem eviidn inui in-iuuilicaiiles reparo-, caluunias
ale nenbuns ahsululainelile, ai ere-rende que ocon-
sunimo docoinbuslivcl he nuii iiiciiu-idci.i\cl, O-
senhnres de enaenbos, |kis, e nutras ipiau-ipiei
nrnini ana preeb>arem de machlnumo aafl re-pci-
Insameiile convidado! a visitar a eslabeleciinenlu,
em Santo Amaro*
I

MUKNIIAS PATENTES HE A. EE.
DE MOHNAV.
Em rasa de Itulbe & Biduulac ra du '
Trapirhe u. 12 acliam-se cunslanleuieu-
Ir a venda 1IACIIINAS INTEIKAS E "L
MEIAS .MACHINAS de varios laiiianhns $
ilesla niii.lnircai. Estas MOENDAS lem |>
i vanlasem de ajUraUr das canuas, pur ^
cima (le 15 Piilt CENTH mais caldo duque lff
as ordinarias, r.....a niesma turra motril, /-*.,
Achani-si' lainliciii ua mesilla ca-a TAI- *&'
A. XAS DE ICIllld de modello superior, e ,f
72 ABADOS TOIMIS DE FEBIIO da arre- T
P- dilada fabrica de AANSOM E_MAV. $
',4*><^ ^ *? *V *i ^^?i^lf;i
\enileui-S4' os \enladeiros sellin- inulo/es, pn-
lenle, de inulii e seim-llii IM ra daSen/a la fio-
VI n. S'>
DAVID WII.IJAM BOWMAN, enfRu.lM.ro ma-
i liiuisla e fuiulidiir de reno, mu n-speilnsainriili'
aiuuiuria Bou M'iiliore- proprietariirs de einroiilnis,
ra7endcirirs, e iore heleriineulo tle TiTru nio\do por niarliina de \a|M>r,
u roa do Brum pMMDdo ocbaariz, conltoa em
cffeclivo e\ereiein, ese arha roinplelameule montado
rom apparellios da primeira qualidade pina a pOT-
leila rnuferea das inainre- peras de marliinismo.
Habilitado para emprehemler ipiaesquer ultras da
sua arle, David William Itoumaii. ileseja mais par-
lirularmenle eliamar a allenra puldea para M 80-
^uines, por le fraude sorlimenlo ja' piomp-
l, em dc|Misilo na niesma rundirn, as ipiaes enns-
Iniidat era MU fabrica pndein rompe!ir rom as faliri-
radasoiu pai/. eslranueiro, lauloem prero rumo em
qualidade de materias primas e man de ulna, a
lber:
Uacliinaitde vapor da molbor ronalruea04
Miieudas ile eaiuia para en^eiilios de Udu-Ns la-
ma uliiis, movidas a \apor por anua, ou airKie^.
Iludas tle auna, moiolloa de veillo e senas.
Manejos udepeudeules para ravallos.
Iluda-dentada-.
Auiiillies, lirou/es e eliuniareiras.
CavilliOeae parafuMoa de iodo, oslamanliOr..
Taixaa, paroc9< rrivoao horas de Ibrnalbaa
HoinllOB de inaiidiora, movidos a ma ou porani-
niaes. v prensas pata a dila.
ChaiHlitfie fo^ae fornos de farudia.
CaiKDtdc Ierro, lornciraa 'le ftaroede brome.
Bomban para cacimba e de repuio, movidas a
ina<>, por auinae* ou venlo.
i.iiinda-ies, Ruiuchose macaco*.
I'reu-as hvdrauliras e tle paraliiM.
I'orrauenspara navius. carros e obras publica**
Golumnas, v aramias, urades e porlAes.
Preu-as de copiar rallas e -i'll.n .
Carnaa, carros de inafl carados de ferro, eir., ele.
Alrin dasuperioridade das mas ulnas, ja' geral-
uienle reroulieeida, David William lltnvman uaranle
a mab exacta eonformidade com ou moldea e deae-
nlios remedidos pelos seuluires niiesa diunarem i|e.
fazer-lhe eneoinmeiidas, aproxeilainlo a OCCtoiaA pa-
ra aaradeCCT ao- -eus nuinerusos amiuus e IVeiIUeZCJ
a preferencia rom (pie lem sido por ellos honrado,
e assei.'ura-!lu's (pie nao potipara r-fnrrose ililiffeD*
cas (tara ennliuuar a merecer a sua eouliaiiea.
Vendem-so 2 eactavos de honilas liuuiii-, u\\-
timos para todo e sen ir, Seacravas de Idade 'l't
aiinus.de muilo boa eoiuluela ; ua ra Oireilan. 3.
Vende-ae um lellimcom lodos osaeuaperten-
ees, eum punco uso : na ra du (ai-spo, loja ta ev
ipiina (pie Milla para a Cadeia.
Veude-se urna cvrelleule harcaca de jaivas
de bota madeiras e uiuilu veleira. aparelliada e
proinpla a seuur \iaiem : na rna do Crespo ll. i'.\.
Vende-se um prelo de Irinla e lanos annos,
muilo liel e humilde, projiio para -er\ rude campo :
na roa do Quelmado hija n. 10.
Vende-se um cabriole! inalez, muilo lurte, e
iin ojiado perfeilo. com arreios para o tavallo, e
rom ii cavallo lambem, qaafOUdo o comprador ; na
cocbelra do Sr. Thomai Dow-lev, rna da Cadeia,
hairro de Sanio Antonio.
Vemle-se um caixao novo, proprio para reflna-
cao un padaria : ua praca da lloa-Visia n. 17. de-
posito,
RESINA DE ANGICO.
Veude-se resina de angieo : na rna du (.inclina-
do, loja n. 14.
Vende-se a lahema da rinoeslreila do ((osario
II, Hi.com pottCOI fundos: a lra(ir na uiosma.
VendeiD-ae lOOoncas lu^pauholas : na ra do
CoHegio n. lli primeiro andar.
Vendcin-xo i-xcrllcnlcn cliaruloadn
Havana, em r pricn |ira se fazer prcaentea, epoi
ro muito coinmodo : na ra Nova
i. 2. de A. Colombiez.
OLEADOS PARA MESAS.
Vendem-te oleadoa
droeni bonitoi : na n
moro .S-
Vemle-se una murada de casa sita em luna-
rassii : na rna da .Mal i/ 11. II. rom (lindo para o
Hio. Vendeiu-aa praochflaa de aicapira mclrim cam-
prinianloSDi '^> r i" palmoi, laninra 13 a is polle-
L'.nlas, dilo. de pa" carca, apiaa para lillr.u agua :
amada Praia, *arrarladoCardiai.
__ Vende-se nina amarra de lilil, eni iiiiiiln Ihiiii
usov lanln para servir a algOW navia, coma para pal-
pa, nina parfio de madeira de aicupira ; cavernas c
mab pa'ns ; nina parran de labnas de cu.lado de aina-
rclln nuiilii secen para portas, ou c.iivilbus ; Im'iii cn-
iiiii nina pni'c.'ni de caives debillia va-ins, ludu mili-
(n barato : na na da Cadeia do llecirc n. ."i.
HIlA ACQUISICAO.
\ ..i,LI,^i.....i sitio a' belra do rio, em Ierras pro
prias, no fundo da propriedado dcS. Anua do Den-
tro, adlaule da rinde dTcbia, defronle do illio do
Sr. Gabrid, rom I.IKl palinni ao loogo do lio o boa
babea de rapm, que sendu rouvenleulemenleapro-
veilada jiiiib- sustraa!' mais de illravallos. lem nina
ni.inclusa ram com TU palmos do fenle elHIde fun-
do, >.....aalaa, gabinelea, akovae quarlos, eeanflna
..ni i ealradaquc lem de recebar a ponte proiaclada
para unir a Kslrada Nova com a da Ponte d'l'cluia.
pela Paaaagern doCordelro. A pmimidade do ba-
nlin, a ferlilidade do tei leo, a lialubridado do lagar,
a elegancia c commodoa da casa, ro circuinslancias
de Brande meribi |iara qui.....lesejar reunir o ulil ao
atradatel i os prelendenlM pAdeui euteudr-M com
o iiiriclor lUgoeJ Carneiro, e para ver, com Joan Ve-
nancio, na nicsiua piupriedailc, defronle da venda
do Sr. Nirola'o.
RAPE l'AII.O CORDEIRO.
Vende-si' ruiie l'.iiild (ainlcii'i, ein li-
bras 6ii t'i'tiillin : mi l"| i de Antiiiiin l.ii-
iiis i'i'icii.i Je Mello, mi iiiii du Cadeia
n. 7.
Venden:--!' sai-cas i-mu lam milbii: do bocea
laiio du Bertfc, anda nc vira para a Senznia
Nova.
1 i|l|SJ
7 S T T S T I"
^>
Veilde-ae a honlo do hiale Con*tlnirao\ fuu-
diado deTroiila do Passelo publico, larlnlu de man-
dioca muilo boa e nova, pur piccp eommodo; (piein
ni/er pude Iralar a Imiiuo du mesmo, ou na rna da
ni/ n. 3,eseriploro de Amorim Iriuaus.
Veihlein-se por haralo preco pesde rmpiciro*:
a Iralar na rna da Crua >. 21.
PARA BAILES DE MASCA HAS.
Vende-ae por barato pre^superior galffo eniiefi-
no, mullo pronrin para vesluarios de mascarado,
prunas prola, DTaucaS <......-aiiiadas, lira lides e linas
pelurin de seda de di\ersns rt\\v<.> pof pceo couuno-
du: na pivcadfl Independencia ns. ,, >$ e MI.
CHAPEOS IM.I.K/KS.
\ eiulem-se MUCrfofOS chapeo-* prelos de pelucia de
SBcla -uperlina, ilo ptimas formas e muilo leves; na
praca da Independencia ns. i, H e30.
PARA COBHIR MESAS
Veililcm-se superiiires cuberas de oleado pintado
de rii'h. pidriics. oleado piulado de t a H palmus de
lariaira, de bnnilospadrees epnr preco coinininlo : ua
praca la Independenciaiw. 2i. SO, AeJO.
Deposito de tecidos da fabrica
d todos os Santos.na Bahia
Vende-se em casa de Domingos Alvos
Matheus, na na da Cruz do Recite n ,'>2
primeiro mular, algodao Inusadodlifllalla
laliria. nioitoproprio para saceos e rou-
pa deeasravos, issim roinu lio proprio para
redes de pescar o pavios para velas, pur
proco muilo coniinodo.
SSSF.
Vende-so muito superior fariiilm de
Iriso SSST, ein Imifins < inciiis li:irrii'is,
du ultimo ebegadu i este nici-ciirlii : na
uiivesso da Madre de Dos n. ii, arma-
zcni(l('J(iiin' Tavarcs din le ni e Joainnm
Piuheiro Jucome.
ESPERMACETE AMERICANO,
Nu arma/ciu da Iravessa da Madre de lieos n.
\, vende-se a verilaileiro eipefniaOBte americano,
ein caivas de30a33 libra.
wiiiimuir i surEiifiieiDi
SALSA PARR1XHA DE BRISTOL
SOBRE A
s.Lsmiiiiiui.Ms.xiis.
ATTEN^AO.
A -alsa uarrilha de llrislnl dala desde 1832, e lem
romtantcnieolf inanlido sua rcpnlaca, aein neooaai-
ihlde de recorrer a poniPOMM ailiuincios do que M pre-
pai.icoes de ineriio podeni dlunpnaar-ae. 0 HircoiM
du Ilr. llrislnl lem piovocado inllllilaa iuvejas. ha
eulre oulra. as dnaSra. A, II. II. Sands, de .Nc-
I Voik, preparadores e proprlelarioi de aba parrilha
rollheciila pelo niiiile ili'Sailils.
Balea enboreaolleItaram ein mi-a ao......ia de
pro-
I."-,-
i Idju
para mesas. |>a-
i du Trapiche nn-
..dsa parrilha de lllislol.e como uai
ler, rahricaram nina imitaran de Ilr
o podeiaemob-
slol.
II. Samlsescre-
Inil de IM:, e
Kis-aipii a carta (|iie os Srs
verain au Ilr. Ibislol, nodia
que si' aeha em aoaaa |Hidcr:
Sr. Ilr. C, C. Ibislol.
Blalo, ele.
Nosan alireciavcl senbor.
Ein lodooal..... pausado I.....os vendido ipianlida-
dcs (-unsideraveis du evlraclo de salsa parrilha de
Vin. e pelo que oiiviiniis di/cr de suas virtudes a'-
MII.UO NOVO EM SUCOS
vetAle-ae no armazem de I. K. Andrade \
Companhia: na roa da Cnu, eoufroiiie ao cliafari/.,
numero ID.
Vender a lalierna sila ua ra das Cruus ll.
2; o molivn porque se vende se dir ao comprador,
e fa/.-se lodo o lieuocio.
Vendem-se Ires taebns de cubre, nnvos, pro-
prios |iara refinaco : a Iratar na ra da Sen/ala
Velha n. 98.
Na ra das Cruzes n. 2, ecgumlo andar, ven-
de-se nina esrr.iva, parda, de 2li anuos, perib.....-
uoininadeira a coiinbeira, cose cliaa e lava de sa-
ba,' nina escrava, crioula, de X anuos, que cozi-
nha e lava ; e um cscravo, criniilo, com ollicio de
albiale, de boa finura e lidio
Vende-ae un machu de Minas, grande, nordo c
muilo manso : na ra Nova, ruclioira de Adnlphe
Boorseoli.
Vendc-se por 9."i05(K>l una upliiya escrava,
ci-mil, de 21 a anuos de idade, Ima cnuducla e
bonita liuura, a quat salie perfeilaiuente cnconunar,
cu/iubar, i.....ni vi^lir nina seiihura ; da-se a rlden-
lo : ua rna do Arauao n. 7.
BICHAS.
.; Vendein-sc e aluaam-se bichas chenadas provima-
n.....le de llainburm: na ra du Arauo loja de bar
beiro ii. 21, de Theofilo Jos Kerreira de Sani|iaiii.
ESCRAVOS FGIDOS.
Desappareren no din do enrenle ii,i>/. npra
lo Jnslnn, reprsenla ler '22 a Si annns. eslalura
haiva. urnssndo cer|Kt, lem falla de dmis denle- na
Treiile, liarlia Itiini, e lie nniiln reurisla; lev.....-alea
e cainita de aluiHl'111 1/.11I. chapeo de palha du Chi-
le j usado: ipieni o peaar piMle levara ra Diiviia
11.76 e "H, ipie ten r(Tiini|K'iis.nlo,
100,(11)0 rs. Je fjratilicjirio f }
EJ Noda 12 dnei.rrcnle paasde decembro KA
r^ dfsapparereu um nenro .le nomo Jauuarin, f J4
r.'% ftih. de idade, muco mais tu monoa de :lll |
C a :i"i anuos ; ruin os ftunaes scuuiules : al-
_ I lura e urossnra recular, bstanlo barbado
ty eoni falla de lenles na fenle, mein cambo
la, levando ehapo de; palha olcatlt de prr
ujo esrravtf toi coiupradoa Hippolyli
TAraujo, morador 110 enuenho Ca
' hai.as. lermo da (lampina (iramle. Esle e- '
cravo fui sedu/ado do eimenho Torrinha por f^3
I iiirenco lenlo da Rocha, semilirancn de 1
idade 2.~> anuos poueo mais nu menos, allli-
ra regular, aacco doeurpo, rosio corado, lem ^**
liii-l.mle liarha mas rapada, eahellos preliw. fa
ollurs meios paiiot, falla de um denle na
: frenle. Sahiu rom um chajM'o tle palha il<
! chile, e mimlado ein iiineav alio run*-. aid.io
1 lainhem desappareeidu do inesino enuenho
tpialn,uer paaaoa me peor traca ao cu F
aeuhor .linio Jos de Mederos T.orrea
inesri......lenho Torrinha, enaridado da I'
rahiha a Jaeinlo Jos de Medeiros Corr
ipie sera're oinpensatlo. As-.iin lainhem ro- M
Ea-SC a lnilasa>auloriilade-de policiaa c.ip- pl
-5 liiradndilnescravii. _^___ ^-^-,*;-
AVISO.
Deaappareoeu da casa tl> abaiio aaalgnado. 110
da -evia-feira 17de dezemhro. um eacravo. ralira,
nalural ler 2-J anuos de idade, rom us algnaea seuinlc-:
ealatura remilar, corpo reroivado, mfea a pos nran-
di <, leudo o tletlo urande do p bstanle sepai.nlii
ilonoulroa, sem harha, hmIo iriaiiiilar. oIIhm po-
ipienos. denles limado*, o falla um poueo fauhiKi ;
levnu ramlaade riaoado con maugM curtas, ralra
dcalgodafi axul o rJuaieode palha. Levouiunlameii-
le .....a vidva de prala lavratla com as inieiaes A. ^ .
II. enlieailas 110 cenlm, e pesando 17 oi(a\a
alo; euj
Cacianu
\in. e pelo .h/er de sua^ vn u.le. a- n |i|)1 a |||0sma ^ < fo|. uM).m.ilhl, ,. .,
que es que a le... usa.lo.juka.nosque a venda da da hw| jw lli|o ^^ ,,,. m;lll.
.nedinmKeatninenlara muili-s.mo. Se \ .... qu./ei J ,. IVJar Jt U senlior. na rna da(-.deia d., He-
|.e. ..... convenio omnos.-o eremos que nosresrdla- pfii ^ ^ m)ti)i,M,,1Mia lr,t|riiriil ,., nnillit,
na mulla va.ilat.en.. lanloa u.h romo a \ .... ''" I rm fre|lI(. ,, %ivoiro. que proinelle frHlillrar eo.u
I uenerosidade,.Inlunio l'ttlcntm du Silva ttnr-
muilo pra/erque Vio. nos responda sohre esle as-
suiuplo, e se Vm. vier a esta cnladedaqui a mu me/,
ou eOUSa -emell.aule. leriamos muiln pra/erem o ver
em iinssa holica, rna do Fullou n. 7!'.
licama's ordens de Vm.aeDB BCauroS -ei vidon*.
Astsiuiiadm A. II. O.San.ls.
CONCLUSAO*.
Primeiro. A aiiliuuidadeda 'alsa |arrilha de Bris-
lol he claramente provada, pola que ella dala desdo
IK.2, e que a de Sajada s.V apnareceti em IKA., poea
na qual e-te drouuWla nao pode ohler a a-teneia do
Ilr. Brislol.
Segundo. A auperioridade da salsa parrilha de
Brislol he inroiileslavel, poisque nao ohslanlen eon-
ciii lencia da de Sand-r, e de tuna porea preparaces, ella lem manlido a'sua repulaeao en.
ajila looa a America.
As numerosa- e\pei ienrias feilas rom o uso da sal-
sa |iarrillia em todas as eiifennidades originadas pela
iu.pure/adosanuue, en Imhd evilo ol.litlo nesla corle
pelo lllm. Sr. Ilr. Sinaiid, pre-idenle ta arademia
imperial de medicina, pelo illuMradn Sr. Ilr. Anto-
nio Jos l'eivilitem sua clnica, e em sua afamada
casa desande na liainhoa. pelo 1IIni. Sr.
nio de Oliveira, medien do esorelo. 0 por varhn;
onlro* inedkoB, perwiUem boje de proelamar aj-
lauenle as virludes eflica/es da salsj. parrilha de
llrislnl,
Vi-do achar-se de novo iberia a lutlica ilo Sr. Jo-
"( Maria lioncalv.s Ramos, na auliua rna do-. Quar-
leis. niodmi-'-e mitra ve/ pata all o dapoailoda sal-si
parrilha de Brlaal.
Vende-ae em a^. tle Deane Voule i\ Compa-
nhia, na ra da Cadeia americanas, assenlos de pallinhas e de madeiras, cu-
ino laiulK'i.i umearro americano tle i rodas cmnscus
eompelenlesnrreitts para um 011 dous cavallos pode
mi vMo em casi do Sr. Poiirier. aterro da Bmi-
VW,
roca.
lOIWMIfi rs.
Ilesapparoceu do abaixo. assiunado, no da 7 de
maiode is.VJ, tunescravo, pardo, de uome Leonar-
do, de 18 anuos, bai\o, eopeilo mu pouco meilitlo
paradenlro ; Imeseravo tle Juanita Maria dos 1'hssik
moradora na Bi>ri-Viaiiein ; de^-onla-se tp.e lenha
sidoseduzido e esleja para oserlao : a pessoa que o
apprehender e Irinixer a ra da Sen/ala Velha n. lili,
senundo andar, reepbera' a iM'aliliraca cima.
Fermmdn Jote llocha Pinto.
l)o abaixo nssicuado desapparecen, no dia IKdo
me/ de novemhro panado, um eseravo le una pm-
prieilade de nnme.Luiz, nalural do reulrodiM,. pro-
vincia,que ha poneos das o havia eomprado ao Sr.
Jos Caetann tle Medeiros, levando camisa de ma-
dapoln, ralea de melin. prelo, e eha|ro de palha
de carnat'ilia pintado de verde i o eseravo lem 0%
siimacs seauinles : haixo, groo, falla de denles na
fenle, e lamltem de timdedo em um thvspcs. e lem
i nina riralriz alraz de nina daa orellias Sonata ler
l>r. SHni andado pelo emtenhoOpiharihe : quem o p*-sar ou
dellc der nolicias, tlirija-e ao arsenal de marinha,
011 ao silfo do fallecido Jos l.eao. 110 Cordeiro, que
S4'ra' licnerusanicnle rerompensa-lo.Tfiom Per*
HflM/r,* Madvim tle Castro.
Desappareceu a 23 de dezembropro\'.nio p.ts-
sidou.uii prela esi-rava, de nacao Cosa, de iiomn
Roa*, leni tal I ios uramlos na eara, U.iiv.i Rroata,
roalo liochechuitt, leu. lalhos no hraro enpienln.
falla jrossa, cadeiras empinadas para lora; levou
panno da Coala coda lialraa azueo e brancas, ve-tid.
velho de cor io\,i, lem os pea urandes rom os calca-
1.bares radiados : quem a neuar le\e-a a IV.ra de
Porlas 11. :lti. que ser uraliliradn.
Fot, t Tyat. cN.F. FarU. 1853,
*

ala
MUTILADO


Full Text
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