Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00159


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Full Text
N> 17.
1.1 .J
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Sabscrev-se na Tipografa do mes rao Da tv
qoe sahir todos os das atis. rH& Dlre,ta N- ** 1 ? andar em mezes por 840 reis bou folha
Quinta Fema 22 de Janeiro. S. Gaudencio B.

-

/ U dessemdeserendrehissuble; ou meprisubUa m vtux

>
i

1
~IoRALE NIVERSKLU!
Preamtr as 10 h*ras e 6 mtn/w manha.

Pede-si-



nos a inm&w das seguintes correspon-
deneas da Aurora Fluminense.



O'm
BSERVAgOES.



Srs. Redactores.
. ,

<;
A disposicaS deste Art. he contra sensp. Que
razao dejustica, ou de conveniencia podera'haver
para que o. devedor de huma q.iantia conocida se
responsable por outra, que se nao pode dizer e-
*.h& tes-jS 55S?:* 5ssfl***Mr
rio da Cou.missao encardada i o eXa,e daquelle
^tabeleciinento Pe ciiz que existem em circulaCa5
Rs. 1574:920i;00: Wde resulta hua excedente
deRs. 254{:445U4(>0, que pelo An. vea, a ser hua
dom gratuito te.io pdaN, c.,~ ao Banco. Se a este
rugando.ih.o^ordoasiuser.remna^aLha. K^ft ^^^~J^-^K"
_ Projecto ofrecido pela Commis.a5. &2dMF"a" 85 su| &
8000tOOOUOO, quantia nao so suficiente para sal-
dar o nreiuixn rlue Hivi.! ;..__l-.____
uunco.eren.bsao das suas Notas, entend que hu-
ma medida de tai importancia, e de cuja adopcao
seguramente depende ou a cura, ou o aggravo da i3*
Jam.dade que soffremo, deveria ser discutida pela
Assemblea cadahum tidadad podesse contribuir, e nesta intel-
I ,'l,l'".l IIHI.I.I,.! .. .1_________ -

Observacoes.

-jpre
existindo ladbem em Cir-
poi
accreacentar de mais que,
cu!cao tal ou qual soinma de Notas falsas, aquella
rtm4-j____ u j responsabihdade se tornara' m lis aggravante Pa-
dicinnlfl;T T Art* CarCCe t 96r -d" gU- a Na JW fom mandat0 d? Pfsarem Pr dePos,to 9e Ihe cumpre fazer, e nao premiar a orevancacaS
a Adnmnstracao da Ca,xu da Amortsa9ao ultima- de hura, a neghgencia de outros, e o interesa cieT
mente creada todos os ttulos de dividas activas, e tes, e daqueles miere.se desr
passivas, que o Banco tiver contrahido, assim como Art, 3. A Nara turnar a i; j
o pap.l trculos, chapas, e mais utensilios, com Banco, em ApolOT 53fiSiTTSS t
T? CaV'aStTa8; PorM.ue conforme as Le- tegral o^s suas^cces pelo Predo uif.moenpr^
Sl^n l?Hmerca nUl' ^^de huma casa timo, que a Naca5 tiver cont.ah.do, en^3do-
fe lida nao devem curar da sua liquidado. Se po- se aos Accionistas devedoi es do Ba neo o lo,
rem se allegar que para huma tal fallenc.a nao con- das suas briganes com o mesmo Banco. P
correu a vontade dos proprietanos, mas sim as exi- Observvces
rnZl d GoVern' ^P^er-se-ha que nao he o Pede a razao, e a justi'ca qu'e a Nacao nao pa-
?e a7X1 Tf S "kadm;niStra rem o Poder Legislstivo, que heo lutor geral da que os Accionistas desembolsad; assaz he haver
Nayao, e que de certo na6 concorreu para os .males pago por tantos anuos lucros cor espondentes ao
quoobngaoaeatamed.da. quintuplo, e mais das suas U^SSSlX
O 2. membrodeve ser suppnmido, porque na- mesma Na?ao para com os possuidores decapa
da ha ma.s ocioso, e fugitivo deata Le, do que a imaginario que circulava, a seguranca do seu Xa-
prorressa adiantada, que .11, se faz. Ainda nao esta ment, de maneira que iimos pela prLeVa ve^na
curadas as firmas que nos abno o existente Banco, Historia dos Bancos, e a8,ociac5es commercTaes *
nemao menos se descobno, com esperanca de bom mesmo que se dizia devedor, sWir de fiador a.
resultado, o remedio para ellas, ej se havia deas- credor.
segurara creaca de outro Art 4.0 0s fundos metlico, existsntes no.
M&.7& c A Na bhca todas as Notas do Banco extincto, que se achao Caixa da Amortisa^, e sera logo aplicados pele
em circulacae. Governo ao pronto resgate das !tfetas do Banco,,
-



I
/
/



(66)
f d decreacao, que valem se
ndendo-se a moeda extraa basta publica tfMKU >,*-*t,^
pelo ma.ot preco 0*fK^ toda a r^J5. "r" delle, tond. o res-
Ene Art. he diminuto, porqoe g'*'^
. ^Jx' NrQ/.lr,n ; aaualvalendo muiiu
duvida mais de 2:W*^ '"l^, abaixo preco, -
em toda a parte, fa^erem-se ^&n o're-
OB8ERVA9OE5. Este Art. he diminuto porque nao falla no em & 0 de ta9e8^ ^ 6e retluzem
prjda moeda" Nacional, a qual jaleado inurto ^ V 1 Pablla S" U. considerare, ad-
SaS do que as Notas, e na5 podendo ^^*^ dividas da .ede J^*; ~CJ presumda, que a ex-
!i ^tranffeira, carece de huma medida part didonarmo8 a oatra da rnmn j encarre*
SatafSS TaSbem se carece de regular ia do passadondeve ^^^ do ma. ef-
, modo a venda da moeda extrangena, por flj| de taes transares, na ^ teinW .**.
^^^^ta-tapobto, decerto ^f<^^^^^^^ os IgU
rem precisos ao servido publico. rmmnuni'la-
fe o A venda dos bens de raz ^ C^nt*
, A venoa ao, oe... ~----------- ^TSS&. K
des Regulas de hum, outro sezo, que esuver.ni ^*^Zp rMf ..-.
qnefica desdeja' considerada dividas activas da Leu^ ^o ^ Be!ml moeda; e coa, reducja d.
Ho A cobrada d.vid entiga da Na.*. B^^atS^
OpriroeiromeSbrdS;.apenascarecede ^^^S^S^^StX
os Regulares sao meros MPJ27 re-
e invertidos em tal administrado por effeito der-
beffia asLeis, que lh'o hao prohibida, claro esta
que tal propriedade nao he idntica com aquel* que
S? e possue o Cidada. Taobem o nao desap-
probamos por temor de consciencia em atacar a Re-
l .!i L. ronservacao, e permanencia desta
bservacoes.
A materia deste Aru he alheia a esta Le., e dar
apprimir-s^ tanto pelo quedsemos, quando Wtad.
Z I disposicao do U d Art-?-f' qTulP0,
que, quande se cuida ^ pagamento de huma d,v da, he
tranho o curarmos do arranjo econom.co das Casas Re-
es .Mm _._ n. ,\ Nacao. entao-
provamos por temor de fl-tLS'dS. 2T mSW- toree, preciso^ Nac*5, entao
SU =,%Tder;re' d^eSSdetns Sdar. da accommodaca* dos individuos que o, occ,
em poder dos Regularea ( recordem-se os P^e,rS Pa' Fca3 desde ja encorporados nos Pro-
cuLdalgreja): ^PP^^^^J^l prios Nacionaes, para ser,. vendidos eo, hasta pubUca
podendo empregar-se com grande Wl^V> J Go \odoS os beQS de raix possuidos pelas Or-
Taca esta somraa de capital bem parado, e deUcil P hum oatro RW qM nao foremjw-
liquidaao, huma vez que O fagamos gradualmente, 8 J e par& residencia dos Re ,
Tamos dissipal-o, apioveitando talvez no momento, proveud/0 Goyerao decentemente ao decoro daouelle,
menos de metade do seu valor. e a subsistencia destes. &i-
Heconheeida a difficaldade, ou para melhor dizer A^ n 0 Q GVerno fara inventariar, e avallar
a mpossibilidade de realisar peremptonamente, ainaa ^^ estes prOVedo ao sea alheamento de manei-
Besmo ero notas do Banco, o preco preaumivel de tal ^ se na3 deprecein pela repentina accumuU.^.
rronriedade, tanto porque nao pode haver ero mao no ^ ^^ ca esumindo.se de m le, eoomo taee
r ^. .__:...., ,r,>mnl;,i!n,. nue bastera para era- .... .______l . emo em notas do Banco, o pre^u p.=------- -- ra que se na0 depreciem pea reywuuu a^..-"^^.
propriedade, tanto porque nao pode haver em mao o ^ ^^ publca presumindo.se de mi le, ecomo taea
Particulares capitaes accumulados, que bastera para em- ^ sem nenham effeUo toda8 ag transacces feitas
pregar em taes compras, quanto porque, sabida, como g ^^^ Qrdeos, que importarem alienasao do
he a ouantidade de bens para vender, a M0urren" dominio, ou outros quaes quer encargos.
para os demandarem ser diminuta, ou para melhor dizer Observacoes.
nulla. A demanda que apparece, quando e poem em ^ ^^ degteg dou8 ArtgQS admittimos a disposicao.
venda hum, ou outro predio, nao he a que nos fleee- ^ inventariar os bens, e prevenir as alienacoes feitas pe-
perancar, porque neste caso os capitaes 1DPro6u"'v8 lo3 Religiosos; e quanto ao mais reprimo-nos ao que
Lo superiores ao valor dacousa offerec.da. Se mo a- quaQdo comDatem,8 o 4. do Art. 6.
qui na Corte ha de acontecer o que P~8"l^ctf,nol' Art. U. o Tada ai Neta do Banco, kaviidM t
2ue m w.8 dive eperM aM Protincu. Qm compra-

_ a


TTJ77
IIMI
M

los artigo? 4. 5 e 6. e as que se icharea. nos Co-
fres do mesmo Banco, era recolhidai Caixa d'Amorti-
sucao, e carimbadas cora o rotulo sem valor -~ A C-
mara dos Diputados, no principio de cada Sessao, insti-
tuir huma Coromissao de exame, a qual, depois de veri-
ficar a legalidade, e a veracidade de todas as transacco-
f relativa? ao resgate de Notas, queimar as que achar
resgatadaseravirtudedestaLei, dando de tudo conta
m.sma Cmara, para ser consignada era suas Actas.
Observaces.
A Conimissao dtvera ser con--posta de Membre das
duas Cmaras. i
Art. 13 Os Funcionarios da Caixa d Amortisa-
no, que desviarem por qualquer titulo, ou motivo, qual-
quer somma, que por esta Lei lhe lie consignada, ou lhe
derem contraria aplicacao serao" condemnados no triplo
dessa somnro, com inhabilidade para o servico Nacional.
OBSFKVACOeS.
Nada ha que emendar nesta disposicao.
Art. 14. As Notas do Banco laceradas serao d'o
ra em diante substituidas na caixa da Amortisaca por
Cdulas doGoverno, em as quaes se declare o N., eo
valor da Nota ttubstituida, este por lt-tra gravada, a-
quelle por letras de mao. Estas Cdulas serao assigna-
das de Chancella pelo Ministro da Fazenda, e de proprio
punho por dois Membros doCorpo Legislativo dos resi-
dentes na Corte, o pelo inspector da Caixa d'Amortisa-
cao. Das Cdulas assignadas, e das eraittidas, e das No-
tas resgatadas, se tomario os asseutamentos uecessarios,
e que iudiquem a quautidade, e valor de cada huma das
Cdulas, para servirem ao exame proposto no Ait. 12.
Observares.
Os dois Membros do Corpo Legislativo que devem
assignar as Cdulas, serao tirados d'eutre os da Lom-
missao de exame.
Art. 15. No caso de na5 bastarem ou de faltare
os meios propostos nesta Lei para o total resgate das
Notas do Banco, que ficao em circulaca, a Assemblea
Legislativa propor todos aquelles que juigar convenien-
te.
Observaces.
Nada ha que emendar, posto que seja ocios.
Art. 16. O Governo fica authorisado para dar to-
das as providencias necessaria? para bem, e prontamente
arrecadar, e liquidar todos oshaveres do Banco, deqnaP-
quer natureza que seja, e fazer as despezas a essa con-
ducentes, participando Assemblea para sercm approva-
das. ,.
OBSERVA90E3.
O que se commette ao Governo, deve commetter-se
Administracao da Caixa d'Amortisacao a jira de conse-
Cuir-se unidad, de operares, e responsaoilidade perfei-
ta; o que nao acontecer dividindo-se os encargos entre
o Governo, e aquella Administracao.
Art 17. O Governo passara a Caixa dos Depsi-
tos Judiciaes da Corte para o Th.soureiro da Caixa d
Amortisac.5, acojo cargo ficar, ^^^
da Caixa a commissao c.ncedida pela Le. A Caixa po-
r.m dosDepozitos Judiciaes da Bahia, .8. Paulo, toma-
r a direccao estabelecida na Lei a talrespeito.
Observado es.
N.S desprendo a BU. materia, jugarnos que care-
demeihorreda^ ^ < q #
,o. ei.e t data d.U W, coo.go.do ao
~dU, da. dividas easaiva. do u>eSmo Baoco.
r b Observaces. ,
Carece de ser alterado, segundo o Projecto que conw
*** Art. 20. F* por em quanto suspenso 1.
-
do Art. 1 da Lei de 15 de Novembrode 1827, que fuE-i
dou a Divida Publica.
ObservacSis.
Nada ha que emendar. .
Art. 21. Para maior dotac*5 da Caixa d'Anort-.
sacao fic o Governo authorisado para estabelecer no Im-
perio huma, ou mais Loteras do valor que juigar conve-
niente a dar-lhes os regulamentos para o seu bom xito,,
e p?.ra deduzir do seu capital a quantia de 20 por cento.
a beneficio da mesma Caixa.
Art. 22. Os premiados com os premios grande*
podera, querendo, conser.val-os na Caixa d'Amortisa-
cao, recebe.do Apolices da Renda Publica. O ***r,
deste premios ser entao empregado na amertisacae det
Apolices dos emprestimos anteriores.
Art. 23. FicaS extinctas, e abolidas todas as Lo-
terias concedidas pelo Governo anteriormente a esta Le'
Paco da Cmara &c.
Observares.
Approvando a materia destes trez ltimos Artigos
ententieruos que se peder tirar raellior proveito, estae-
lecendo nutra norma d,e perceber este beneficio.
Se me couljesse em partilha o contribuir para a re-
dar-cao do Projecto 1 presentado, eu o conceberia no f?~.
mos em que a qui o offeieco censura publica, pareceu-
do-me nao alterar essencialmente o systema.
Art. 1. Fie* extincto o actual Banco do Brasil/
stabelecido pela Lei de 12 de Outubro de 1808 e
passarao por deposito a' Junta da Caixa d'Amortisncao
todos os titulas de dividas activas, e pussivas, que Ban-
co tiver contrahido, assim como o papel, trculos, chi-
pas, e mais utensilios, com que fabricava as suas No-
tas.



Art. 2. Os fundos metalices existentes nos Co-
fres do Banco passarao inmediatamente a' Caixa d'A-
mortWacad, e a Junta cuidara' logo de vender progres-
sivamente a raoeda extrangeira, conforme a demanda,
pre^o do mercado da Praca, recebeudo em troco Notas
do Banco, que ira' carimbando com o rotulo extiu-
cta.
Art. 3. Para a mesma Caixa, e na mesma cca-
siao passarao as Notas existentes as Caixas do Banco,
e com estas todas as que Louverem entrado por eff.ito de
pagamentos alli recebidos, ate' ao dia da oxecucao da
presente Lei, que, humas, e nutras, serao logo carim-
badas. _T ml
Art. 4. Os fundos metlicos em rooeda Nacional
ficaraS em deposito na Caixa, para serem empregados
conforme a disposicao do Art, 18. .
Art. 5. Os fundos metlicos existentes as Cai-
xas filiaes da Bahia, e S. Paulo, assim como outros quaes-
quer valores em deposito, sero empregados no resgate
das Notas que tiverem emittido, e as sobras enviadas a
Caixa 'Amortisacao com as notas que tiverem resgata-
d, estas para terem o destino do Art. 2. = e aquejas
para ficarem em reserva conforme o Art, 4. c se forera,
em moeda Nacional, ou, sendo em moeda extrangeira,
vendida, e empregada conforme o Art. 2.
Art. 6. A Junta da Caixa d'Amortisacao he aa-
thorisada para arrecadar, e liquidar todos oshaveres do
Banco, de qualquer natureza que seja5, e fazer asdes-
pezas que taes diligencias exigir ; e todas as Notas
que sehouverem por, effeito de taes am-cadacoes, eliqui-
dacoes, entrarao na disposicao do Art. 2.
Ari. 7. As Notas fio banco laceradas serao d'ora
em diante substituida^ na Caixa d'Amortisacao por cdu-
las em asquaeH se declare o numero^ e o valor da Nota
substituida, este por letra gravada, e aquelle por letra
de ma. Estas cdulas serao assignadas de chancella pe-
lo Ministro da fc'azenda, e de proprio punho por dous
Membros do Corpo Legislativo, e pfirinspector da
Caixa. Das cdulas asignadas, e das emittidas, assim
como das Notas resgatadas, se farao os registros oeces-
sarios, indicando o valor, e quantidade de cada huma
das tres classes de papel.
Art. 8. A Nacao pagara' aos Accionistas do
Banco em Apolles da Ditida Publica, com o juro de







TTOT
----------
6 por 10* o valor integral das suas Acedes, deduiidos he milla, e de nenhum effeito.
de dbitos que os Accionistas liajao contrahido com o
inesitio Banco ; e este pagamento sera' levado em coa-
ta no debito que o Governo com elle contrabio. Estas
A plices porem nao s erao amortisadas antes da poca
marcada no Art. 18.
Ait. 9. Feito este pagamento, e liquidad* o
saldo que anda lhe ficar aderar, o Governo cuidara'
de o pagar, abrindo annualmente hum emprestimo de do-
us mil contos de reis em valor real; e as Notas que re-
ceber era pagamento da venda das A plices, ira' reir.et-
tendo-as a' Caixa d' AmortUacao para serem carimbadas.
O valor destas Notas assim rescatadas sera' o pagamen- tlo,,s Reputados, e hum Senador, cotn o encargo
Art. 10. Os emprefitimos serao feitos com o minadas nesta Lei, com authoiidade depedirem
juro de 6 por 100, e o de I por 100 de amortisacao ; e todas as Estaces do Governo as informales, e cla-
a venda das Apolices pelo preco mais vantajoso que reza de que necessitarm, dando de tudo conta
se offerecer na concurrencia do9 compradores, as e- progressiva a cada huma das Cmaras, pafa ser con-
pocas em que se verificar a venda assegurados o ju- signada em suas Actas ; e ficando a mesma Com-
ro, ea amortisacao com asseguintes garantas. missao em exercicio durante o intervallo das Sess-
. A hypotheca de todos'os predios rustico*, e e.*' at ser substituida por outra, ou reeleita, se as-
urbanos, que possue a Na cao as di fi rentes Pro- f"m conyier s Cmaras. Dou* d'entre os seos Mem-
vincias do Imperio, dos quaes se irao annualmente bros Q*9^nara as Cdulas de que falla o Art. 7. f
vendendo aquellos que a Assembladesio-nar. e o mesmo .numero de assignaturas bastar para
2. A hypotheca de todos os predio"rsticos, e authoriear qualquer das suas requisicoes.
urbanos, quepossuemas Ordens Religiosas de hum ArL lS' Se> finalisada a remissno da divida
e outro sexo, que fica taobem sujeitor disposicao do Gverno, e liquidados todos os llaveros do Ban-
do antedente, quanto sua vend pro 3 A imposicao de 10 por 100 sobre"o producto rateados pelos Accionistas os fundo* metlicos
de todas as Loteras que se extrahirem no Imperio, ^e moeda Nacional, qne se man da 3 ficar em depo-
enjo imposto ser directamente arrendado pelo sito pelo Art. 4, e de enta por diante sera a-
Thesoureiro da Caixa d'Amortisacao, logo que se mortl'sadas as Apolices que receberao empagamen-
findea venda dos Bilhetes. O premio de 12 por 100 t0 <'a8 suas Accoes. No caso contrario porem de
a favor dos Estabelecirnentos a quem ellas se conce- restare!fi ainda Notas em circulacao, continuar o
dem, ficar reduzido a 10 por 100. resgate com aqulle fundo em deposito, e com o va-
4. A cobranza da divida antig-a da Nacao, ^?r *as ditas Apolices at onde chegarem ; dedu-
que, medida que mente entregue ao Theoureiro da Caixa d'Amor- *V,e ',r empegada em tal resgae, a qual ser con-
tisacad. siderada como pagamento da Nacao feito por con-
Art. II.' Fica considerada divida anti2a toda ta de,taes Apolices,
Art. 19. A prestaras mensal de 60:000$000
rere, que o Art. 28 da Lei de 15 de Novembro de
1*87, qne fundou a Divida Publica manda fazer
Caixa d'Amortisacao pelos rendimento9 d'Alfande-
ga, auxiliar os mais rendimentos consignados nes-
a que ti ver 5 anuos de vencida, no pagamento da
qual serao recibidas Notas do Banco, ainda que
iia corra na respectiva Provincia.
Art. 12. Concede-se o descont de 10 or 100
em todas as dividas que tiverem mais de 10 annos
de vencidas; e o de 15 por 100 as que tiverem 20 ta Lei P.ara pagamento dos juros, e amortisaco dos
ann3 de vencida?, no caso dos devedores as remi- emprestimos permittidos para o resgate das Notas.
rema vista. Fica prescriptaa divida antiga anteri- Art. 20. Fica suspenso o. I. do Art. 21
or a o anno de 1808. "a referida Lei da Fundagao da Divida Publica.
Art. 13. O Governo he authorisado para es- Art. 21. O-j Funcionarios empregados na
tabelecer as Provincias principaes do Imperio, Lo- Caixa d'Amortisacao, e seos Administradores, que
tenas de pronta extracao, em beneficio da Caixa d' desviarem por qu.ilquer titulo, ou motivo huma
Amortisacao, e pratxar o meamo nesta Corte, sup- somma qualquer, ou lhe derem contraria applica-
primiado algumas das que ha concedido, e que se- S*> pagarao o triplo dessa somma, icando inhabi-
jao menos attendiveis em seus fins. litados para outro algurn Em prego dos Scrvico
Art. 14. A Caixa dos Depsitos Judiciaes Nacional. Os Membros da Junta que servem sem
da Corte passara a cargo do Thesoureiro da Caixa or(lenl^S vencero poi IO) de commissao pela
d'Amortisacao, a beneficio da qual reverter a Com- remiS9ao da divida que o Governo deve ao Bnco,
missao concedida p?la Lei. As Caixas do3 Deposi- exceptuado o pagimento feito nos Accionistas, de
los Judiciaes da Babia, e S. Paulo, tomaran a di- 1** Ua Art 8-
recr/ao estabelecida na Lei a tal respeito.
Art. 15. O Governo far inventariar
1

Art. 16. Todas as Notas do Banco, ha vidas
por effeito das dispoicoes conteudas nesta Lei,
carimbadas como se determina, serao queimadas,
progressivamente porta da Estacad em que se
mandad recolher, e depositar, nao se demorando o
Consumo, logo que tenha a quantia de 400 cont*
de ris, e pea imprensa se far antecipar a noticia
desta opera cao.
Art. 17. A Assembla Legislativa nomear
no principio de cada 9essa6 huma Commissao de

dactores, os cordiaes seatimentos de hum Brasileiro.
bnparcial.
____ (Continuarle, hi.}
Permmbuco na Tijwgrafiullo Diario.
mteiro. Toda a venda, ou aenagao de bens de
Regulares, feita por elles depois da data desta Lei,
* ^**^0



k

A


MUTILADO 1


Full Text
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