Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00154


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Full Text
*
N.. 12.
,'
-


Auno de l&ttf.
DIARIO DE PERNAMBUCO

S.tac^. .. Tip.gr.fi. i. -. N. W Di. DireH. I. d.r -.. p.r .*> r.. k. Mk.
nse satura todos os dias atis.
Sexta Feiba 16 de Janeiro. S. Marcello F. M.

L,e Citoycn genereux, en servant la patrie nepeutavoir
le dessemdeserendrehaissable, oumeprisablea sesyeux
Mor ale Ukiversellb
P reamar a 1 hora e 18 minutos da larde.
t&Nrfr'filf
Continuado do JV. antecedente.
\
Huma das mximas perniciosas, que a-
qui s pertendra avancar, para proceder
com anticipac^o na Creacad aqu do Sy terna
Feodal de Ttulos, e Dis>tnce* de Grande-
za/que ata degeneran, como fica dito, em
retalhe do Territorio do Imperio, e que in.
validou a igualdade perante a Ley ; ma-ca-
da no Titulo oitaTO da Constituicao : huma
destas mximas foi, que a nossa forma de
Governo exiga apparato, estrondo, Jerar-
quias, e que aa podia lia ver Imperador
Constitucional sem hum Estado de Grande-
za proporcionada Alta Jerarquh. Ora es-
ta mxima velha do Sr. de Cayr, preciza
ser combatida de tres modos: 1. coma
ConstituicaS na Moo: em segundo lugar
com a Historia na cabeca ; e em teiceiro lu-
gar com a natureza das cotizas, e com as
Doutrinas justas, e exactas daquelle fiel cri-
ado do Imperador, o Sr. Conde dos Arcos,
que embota se engaaste com outras cou-
sas, nesta parte teve muito juizo.
A Constituicao como j se demonstrou,
destrua o espirito de Classe, Privilegios, e
Foros em toJo o Titulo oitavo, e o artigo
da Constituicao 102 ip* II, nesse wiesrno
ponto ein que os homens irreflectidos se fir-
mra para crear Aristocracia, so admitte
concesses de recompensa de ssrvicos, c
nao Ihes da uctn Regiment sequerde cias-
te, e muito menos os faz Hereditarios, e nao os
cra por systema, nem para brilho, appara-
to, nem estrondo, pois que at Ihes nega
Di'nheiros Nacionaes sem consentimentoex-
presso Nacional, como se ve claramente no
inesmo 11 do artigo 102.
A Historia nos instrue da situacao em
que se vira diversos Res, e Chefes de Na-
ces, quandq circunstancias, inesperadas,
oo huma sorte adversaos ohrig&ra a recor-
rer a Juiao Claro, e a simplicidade, para
restabellocerem suas Fortunas, e firmar sua

reputacao, e merecerem o nome Augusto de
Fundadores, ldomeneo na mais remota His-
toria ; Alfredo jdepois; Pedro Grande da
Rsala modernamente, e de nossos das o
Hay do* Paizes Baixos, que anda esta vivo
e sao : folgo muito em citar estes Reis, filhos
<]eoulros de iguaUerarquia, para que os
Srs. T..fuis do Rio de Janeiro nao venhao
dizendo que os Reis sao dispensados de ser
virtuosos, Justos, creadores, Paternaes, e
cioBOS de sua reputaca Pouco dire de
ldomeneo : poder ser Fabuloso muito da-
quillo que se diz delle, na fundaca de S-
lenlo, depos que sanio do scu Reino ein
Creta Alfredo o Grande Alfredo, cuja
historia eu desejaria 1er a quem me quizes-
se ouvir, depois de huma terrivel e longa
luta, para expulsar os Invasores da sua Pa-
tria, viveo desde logo com a nobre simpli-
cidade, frugalidade, e applicaca, que o
trausmittira Posteridad orno Auctor da
primeira circulaca das luzes em Inglaterra,
e como creador do Julgamentodo Jury.
J^ada constado scu estrondo, nem luxo;
pelo contrario com a sua paisimonia levan-
tou cabera ao seo Paz Pedro Grande da
Ruisi, depois de se livrar cte Carlos D zc
da Snecia, apregoou na sua corte a simpli-
cidade nos costmes, e a suppressao no
fausto : foi viajar incgnito, trabalhn mul-
to, e incancavel.nentc para po(ir os Rugaos,
e pO-losno Estado em que esta.6* hoje, e na-
quelle, em que ha6 de vir a estar. O Rey
dos Paizes Baixos, nosso contemporneo,
est vivando no seo Reino como hum Pai
vive com os seos fwhos: a sua economa he
notoria ; a sua aversa ao fausto tabem, e
os Neerlatidezes seos Subditos, Industrio-
zos por natureza, aiuda mais o sao pelo e-
xeinplo que elle Ihes da, e vivem unidos nos
dois Paizes reunidos ( at pouco mortal-
mente desunidos ) mais por effVito do j' izo
peculiar lo peo Rey, do que pela influencia
de outros Elementos.
No Bnz-.l nossos Kstadisti se Cortezas






*-


T
*
(46)
v
i )
assentarao, que o nifldat digno Pedestal do
Throuo ora o i! do artino \0 da Consti-
tijicaj), e n-.o o .Titulo oitavo : ma*eu prin-
cipio linos I i.)-(S a convencer-meque Sua
Mag-stade o Imperadou, mediante hum pa-
lictti lo da Historia, cciti a nossa posicao j*o-
culiar na Aiih ni-it. ai' plena JuMica a-
quclies, iji por Honra imperial, e Digrii-
dmie da ConMituica, ;nn<< hendem a **.
pinliosa tarefa de ftUrtif verdades mu serias,
h dcspeio da in\.llc'cao, o impericia de
Conselheiro, on Ck&tsx&L'*, jl,a nfc tem
experiencia do Grande Munoo. e para o
que tornuvei a citar o Sr. Conde dos Artos,
que linha cstudado prcticamente o Brazil,
v que ja' na opooVicao dos de Coin ercio, na sua demasiada cx-
tiiisap, conhecia bem que a extravagancia
uo luxo, p a* exagerares na ideas, haVia
contribuido, e nao poueo, pura fazer retro-
Jttdar a felicidado do Brazil ; bem como
vinlia recoulieciio que oespitito e huma
I\obreza fuiticia, e aventmeia ( cono elle
quaiiieavu a dos Lobatos ) so' servia para
dar a/.us a hum furioso espirito de Privilegi-
os, emania de Lug-iri.s Pblicos, qu<-ab-
sorveotudo, como de tacto, no Brasil desde
1808 :il S'I.
Parcce-me meos leitores, que tenho
nio-tu>do o |nr!;> da mxima, (pie aqu $e
pntrnoeo i.i.buiir cm.l 2{ H5, e fjj6t
s: bie o espirik) di- claws Privilt&ips e Fu-
los, em opj.os'.ca ao Titulo oiiavp da Cons-
tt i!(,i"i, (i iyiQ ourigou oCurpo Legislativo
( uu meuo> a Cmara de* t)< pitados ) a ser
jiuident e (irc.isue'to no modo de met-
t r hs as Leis lit/gulamentares que ftaii-
uO a la,:. r, M vi- ta do Titulo oitavo, e que
tncotitr-a\a uuncusos obstculos, em vir-
tndfi lo (pie os Aiiii-tos \cilios ha\ia cous-
tiiuido, no intcnallode Novembro de 1^23
a \ln\n de ib2G; oh-laenlo*, queaiudahojo
se nao desvi-i' c rao, f tpie nao deixa ta-
zer huma s Jiistitui(;ao Nova, coin perfe ta
npidiea^a ao Brazil, e c-mliada com ttqin -
la Harmona, queiltve haver entre as L "VS
de hi.ui Po\o n .\o, e o desetnolvimenlo
da ludoshia Ge.al de que hum Paiz, rico
pela Nutere7.a, lie *u voltemos a Mr. Barlliclemi Desuoyers.
Diz elle l Lu chamo, politicamente fallan-
Jo, Povo Kil.idriosu, (tjiiclle uonde as clussts
Dominadomf ekegqrao (t lundir se as elasses la-
oji tosas ou trahullindcrcs ; cu bem, aondeasclas-
es laboriosas tan adquirido huma decidida vsecn-
dciicia nibte ascasses dominadoras. Aq|i temos
nos k ilores o uo-so caso, ivflictau.os bem.
S a Migesladc o hnperador TcmCon-
it:>w;d->, (uiihio eslava na sua Imperial
Aaada,, para azer viveraqui ota verdade
do meo Ecojiomista Dcsnoycrs. Na esculla
d.s seos eiiadus, e no conferimento da-i
HuiiraSj Oititicces, longo de apagar
uellcs o espirito industrioso, e laborioso,
lies ton facilitado- a reside Bit na* *,,!l* |**
vas, e mais lugares donde tira sua siibiis-
tei.cia facilitando at ua escalla do Wl
iesrectivos sei vicos, aquellas troca* e siibs-
tittcesueiessarias, para nao f..aerean fyUm
liassiias Fa/endas: e at mesmo fallando
em lavouras, e trabarnos; ou progrclimcn-
tos uteis de Artes e Mecanismo respecti-
vos, quid lium interesse, e hum d- zejo de
os animar, que faz muita honra a Sua Au-
gusta Uepntacao : e agora periquillo eu : c
0 que lie Ufco? He hum RecoiiiifeiiMent e-
viiente, e iinjueslionavel do Triunfo da
necessidade do prevleciinento da Industria,
e do valor sobre as elasses que p-ssa ter
no Brasil vistas de se coh-t'tiiiren. domina-
doras, em opposcuo mauifesta nao so a
Coiislituicao jurada, uias atnatureza das
cor/as. Aida mesmo suppondo todosos
Titulos no*os no Brasil urithmeticamente
r cs, nem anida tts^im mesmo se Ibes pode-
r coueedvr s-epar-ireni-se dasclases labo-
r.osin, deqjeelks fazcm pa;te, por mais
hulea raza que eu vou ponderar.
Todo o ^er\ ico de indostria e lavouca
he aipd eo-t'cado com e-sciavos : ora va Irun
Titular, u nao se algum ja mu Rico que B
ENRIQUECE SE NOS LUGARES 1UBLICOS, rstdff
(pialrti ann.is foia das suas fazenda", on
1 >nge dos objeetos da sut industria, e di-
ga me depeis como se aclia: como achara
8"'S efcfaVO*S tfOBS Ci i.S, seos ga to*, CO-.-
leio, eac nscrvacai do seo maqui >mio ;
e mesiiO c<><< o achara tile a siia dtvposicao--1
mural, oi-tiahnla, e *mhoqm cda no circu-
lo das Niuliarias, < das di-peudio-as Baua-
tellu da Coiic? Srs. L'oriezoes sejaiutssin-
t( rus ; a pe/ardas u va- R f< rendas Titea-
res do Sr. Clemente P< icira. o e-pi'tto de In-
dustria ha deabsuiM r > esii.uo das cas -es
doiuiuado'as, ou paanieiliM* dizer, qiu
anjipu (umruucafi s bre as outras Ota,
o que eu acabo de estibeiecer^e demons-
trar, he saliente, e conforma se coin o que
uvanei i. talvez om algmn man humor, no
meo N. 3b, a respento du Ari-toeracia No-
minal do Brasil: cu nao tiv^ nem trnh em
vistas o ii al do Brasil nem o desr de nn-
gu^m : pelo coutruri s- eu me nao impor-
tsse coin o bem ser do Brasil, conlentava-
m em rir de indo isto, e de espetar pela
PronniaCa da opinia Publica, e pela
CefeacaS do Trafico da Escravatnra ; que
antes de dez anuos hade por o Proletario
cun deztilhos, e sem escruvos em hum ci-
tado mui su pe t r ao Titular Proprietario, ^
que tendo dez filhos estragados na Corte,
ti ver perdido a metade dos seos escravo?,
ou todos; principies estes que eu desenvol-
v na Cmara dos Depmados, quaudo vi as
Ideas, que o Senado tinha dos uo-s>s Che-
fea de Fogo?, excluindo-cs de votai1 tas te*

***
,


-m

\
(47)
leieoes d* Municipalidades, quando tives-
em s fillios, e nao rendas, cuno as que se
requeren pura Elitores Parro miats.
Mas dcpois de t r considerado, debai-
xo dos preceitos da bein entendida E.-ouo-
u.ia Palitica, nicos queceuvm ao Impe-
li ilu Ij. a>iI, toda u incoherencia e falta
ele Harmona, que o* nossos Estadistas a-
*|U tivcra un seo modo de entender a
tousliuica, eoseo Titulo oitavo; resta-
ue agora azer as rrHccces moraes sobre o
contraste desagradavei, que se appresenta
na eouinaraca do nassadn rom G prrrfifntC.
A Nafa5 Lraslera pncipiavit a -respirar
d iusunportavcl jugo, e pedantismo dos
espiitos da elasses, Privilegios, Foros, e
Furor, o inania de Empregos Pblicos
desde 18,8 a 1821. Eu mesuio acabava
de ot.vt. a nimtos Fidalgos Velhosde So-
laf. lamentar o camiuhoque tndo i^to tinha
eutao levad: a alguna mesmos dos Sis.
que aqu beatficamente gozan agora dos Des-
} jos daquelle tempo, oov decidir magis-
tral e cathedraticameute, que isto nao
era esudo permanente : t is que vi-jo
sforcarem se otes, para eutubolgr no Bra-
sil buje o espirito de Classes em opposica
essa medira Constituica, e a toilos os iu-
tirt.s da Naca, -que a jurn : eis que vejo
que o Ministerio v*dho uad tratou de asta-
\h! c i uo Intersticio de dois anuos e meio
de 18fc3 a 1826, regras Geras de recom-
p< usa aos Brasileiros, semudose das Leys
Vi Ibas para dar rennneraces de nova ca-
Ihegoria, a inuitos que odiava, e anda
hoja de* o Biasd, ts eis que vejo o Brasil
iLctainoilOieadu em huma Arena com posta
de tres c/uadades de Gladiadores polticos;
huns que h- ii'io illudem, utros una se il-
ludem agora, e outros queja se dludira, a
juc conlucem sua illusad : maso lempo do
Desengao lie chegado : em vao o Minis-
terio procuiar persuadir Naca que elle
sou.be manejar dexteramente as redeas do
Imperio at a lnstal'nca do Corpo Legisla-
tivo : a Nacao Labe betn o contrario; esa-
be tnais, que quando o Ministerio transado
couvocou, eiustallou o Corpo Legislativo,
be porque j.est;va desconfiado de si inti-
mo: em v o Corpo Legislativo querer
convencer se que teriaobrado mal em diri-
gir se ao Tiirorjo por meio de Deputacocs,
Figo no piiucipio dos trabalhos, vista da
insidiosa conducta Ministerial que tinha
cambiado, com os interesses do Brasil; a
Naca, e o inesmo Corpo Legislativo co-
nhecem boje bellamente, que huma sinsera
xposica, feta com anticipa9a, nos teria
poupado omitas desagrada vais reflextfs
que agora formgao, e se appreseuta em
glob*, j pelo esiado da Moralidade, jada
Materia do Brasil e at nos teria evitado
ouvir mus uo Jornal de Cointncrcio que a
Fallad;> Tlirono dos Encerrainentos leste
anuo, prooa ssm replica contra w jhsemUa.
Maso in-muuito d*s lecriraiuacoens h pas-
sado: a uossa salva guarda, % o bem para-
do, .lie* rescio-iseeneia; eoTitulo oitavo
da Constituica Ive que nos dsve por tolos
de accordo. O Rio de Janeiro enuilltado de
espirito de Classes, P.ivile^i>s, Foros e
Furor de Lugares Publico*, po le otonon-
laueatnenie transcender, ala mesino-oppri-
mir, e atiligir; mas taes triunfos sao do
curte memento : a forca da woral, e da Iri-
da Capital do Imperio, tem a sua irreststi-
vel tendencia; ea Con&tiluicao amalgama-
da com o Imperador, e o Imperador com a
Constituidlo, he o nico Le me que possa le*
var a Nao do Estado a salvamento : mas
p ucas, ou'nenhuiiias espara'scas ponere-
mos a pisceucia com dr^uidade, em quanto hou-
ver huma elasnedehomens apostados a man-
cha' as r'< Heecoens, eas Doutrinas serias ilrs
hnaiens zelozos, i-itparciaes, ecoiihecedor< s
das iiossa afrontar riscos, u perigo-, quando ha ba
jog.i lizo, franco, e Cordial ua divergen ia
das opiuioeus polticas: na?* he triste ter de
lutar co-n as asdiosa* Ira noias de homen
apoucados, que se preirallec. in ignominio-
samente da Oiguidade da Reserva, ou do
afastamento dos Homens de Bem, jiara re-
presentar com negras cores o que he claro,
e acisolado corno a agoa pura. Hej velha,
esabida a mxima dos Cortezoens Velhus,
eainda inais dos modernos = de nunca ac-
creditar fcas virtudes, ou as qualidades
que eiies nao possueni = mas he tabem
verdade que na inetarnoifose dos lempos, c
na circula^a das luzes, estas, e outra-* que
taes mximas devem hir cahindo por teira.
Tem sillo pratica constante no Rio de Ja-
neiro, de procurar desacreditar T doa: e
pergunto eu =s Quando se liver conseguido
desacreditar lodo no Brasil, Er-tar o Bra-
sil mais accreditado ? s=s Diz-se no Rod
Janeiro que oaLibcraes, Libcndoens, Libera-
lismos, sao estes, aquellos, aqelljutros, e isto
para qu 3 Ser para procurar eutabolar a
miseravel geute que o novo Espirito da clas-
ses, e Privilegios, e Furor de Lugares Pu-
blico* teih apresentado em Scena ? Se he
para isto, neste caso meo voto he, desde },
que se convide o Conde de Paraly, os L >-
batos, e Isidoro Sapateiro para voltarem ao
Rio de Janeiro, porque ao menos com es-
tes homens tinha eu desafogo, e conhecia-
os. Mas uad: nos na precizava mos re-
correr a taes expedientes : a Constituica
ahi est: Nosso Imperador twobem; e ha
^oralmente sabido que. a Identificaca de
llum com Outro, heno-so nico Palladlo.
A experiencia uos esta mostiando que et






I


t~>w
-.*y^
7^-
o
I


***
ossos deffeilos de educado no. c">P- Sr. Ajjj Kl?do?. pelos pre-
h5 at ao Vlmisterio, e que com le ei ~ alares, que se Iho arb.trao. n.
trames at ,.o S4.1ctu.rte do Despacho: m- m o. prtioaU q^ y,.-^^ N. o
trigas, miserias, ninlurias, sedeseuvolvem J'' ,nios je2003OO rs., poito que nao
rpida, eauecessivam.nte ; ..ota.p *p ~^e uncial destllala e
...por. sem que Noo AuS.to aperador '^"^r lo'dos os N.-. pr.mi.dn m-
Possadizcr = Este Ministro, lie com elle.- "er jet^ daOrdem, e.n que sairao, o
to Homem raro, Home. B*.diirio. depd^ -
<,,. v. autioipa. e previne fndoc Me das,,aE7na1'enoia de Noticias rec.b.-
lixadoraur s.eepdoqoa^oaoP,, nrodo J ^m co^q^ N rte represenU.,.
Agoaabsixo; brigou com o Sr. Ol.veua ma Jo a, S. movido de
ovares = depois com lodos .pedanle a J^SSSTS propozra unirem-se no
Bcroarrb. = Seos Successores R.vaes entre "^Xtr'itanio ra da Cruz Sexta f-
,i MipSalcrio do Mrquez do Agmar nao Cnj.UdoU ^ u.
voconl.ecia .uperiorida.de entre si O br, ra de se verem ligados a ou-
M.ciel da Costa boje Queluz, que de facto ao geliinentos para cooperaran
a tinha pelo sen merccimeiito, n perdeo pe- iros tr9tesituaca e.n que elles
la sus erguica, e elcma mangado = U em o .
Sr. Antonio Lu., Imje Iuh.mb.ipa. conhe- se acnao gf ^^ B
cia bom as Correrla, do Systema Marit.m. ^ I Coroii<| moriiJor na ma do
nw dizia com ronl.a criminosa = Vamos l>t*^ i8que nesLmcsma c-
com a Marinba == o Ministerio Cal.nno .1- J^^,'. rtai'.dade Lsgosreme-
gu.nacou.aliiafazendo; es que aparece a ,.te acn De|g.do partooente
borden, dos Allemaens, o que o resultado ..SrUil ? declarado. .
ll.e ...ostra que elle nem poda co o V a en- a uiw d Exp08tosaba-xo as-
,e, hoje ttio l'.rdo. O Corpobeg.sl.W< x ^u, publicar no Diarip N.
c,cer.o..-se : O Sr. Clemeate Pcre.ra quer adiado en .P^^ ^ ^ Loler|.
tr.twl.ar; couheee talvez a necessidade de M* o fora5 ,lados por
!,., que,,, ssiba Pr m.r da Pacto : o Sr. ASuo.n> J form. que deca-
Calmen tabem sabe islo. mas ambo, igno- esmo la V ^ publicar
rao, o.M.aicccm ignorar, -^* '^aeTfora" os bilh.te. qu.Vroduzi.a5 pre-
grande difere5a catre saber o que he pr* JJV
Sao, c veritical-o. lie ueste estado de cou- n.-os ew ^ j^ pe|a ge.
sas que nosvem actiar a Paz, e taoue.n w Tl.eodora Joaquina de
tora dtra oglord, en quem falla a Malaene- n D I. eod......q...... m.m
,a N. 41 no ..Unto que salta aos olh. 0U4g ,a u, Seohora
de lodos, que p.lo boje emr.com elh- U ^"j ^ Candida Re-
cais, qa.ii tirer huma reputac.5 .U.b.da D. 1-oriM ........... lQ.m
. caus. do Brasil, e que... tiver qn.lida- ^ ^ o'367 ,,elo 111 Sr Jo-
des, e ronlia boa, para i.lent.hcar ludo islo O d, ^ f< ........... ,0:000
com huuizelo..u equivoco, pela bem en- ze Ramos ue ----------__
IcwlidaGloria do Nosso Augusto l-undador. 2.20:000
I'udo o oais he Cbimcra ; he.lluzao:e 26;400
viva o Titulo oitavo da Const.iuicao. que s acate de ii p ^---------__
dostroc o espirito de Classes, de Pnvile- Liquido 1S>3:600
AVZOS Particulares. Soma 197:478
1 Declar-se que o 1. N. branco, que rarrce^la em recnita.
yt^ sr-s: sar<$ J saas w*
htKQ foi lG53; cuja decltra?5, n'-a mes- Compra-SC
u.o wa seiulo foita, nem par isso into ^ /Viiihn, para tacos de
^rL^^rs::."^!;:^^ ^ut aTre,r.Mi.i,arp
Peruambnco na Tipo L


Full Text
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