Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00141


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Full Text
AMMO XXIX
QUARTA rEIBA 30
1
DIARIO DE
DE MARCEO DE 1853
N. 71.
PEMiMBl0.
puspo a nuBscrunjAo'.
' Subscrexc-sc a 15J0OO por anno, c iSOOO por
quartrl pago idianUdo, c vy'tUO por quartel pago
temido, na cau do seu propriclario, M. Figurirda
ir Furia, lia praca da Independencia, n. 6e8, cim
HiodeJ-can do8r. JoaA Pereira Martin.
Ilahi.i V. Duprad.
Marei o Joafjuirn Bernardo Mendonca.
Paralaba a .. Jos Hodrigucs da Cotila.
Nidal (ice Joaquitn lunario Pereira.
Artiraly ut i o Anlouio de l.cmos Draga.
Ccara' a o (juilherme Augusto de Miranda
M.iianlia.. ana Juaqum Marques Rodrigues.
Para1 u Justino Jns Humos.
CAMBIOS DK M DI MAKCO.
Sobre Londres a 98 )
< Par, Mil
n Lisboa, 9."> por nenio.
OurO.llura lH-.paulinlas. .
Moedas de 6KH) velhas.
o de 6W0 novas .
de MODO
Prala. Pataco brasileiroa. .
Pesos coliimnarios .
ti mexicanos .
AcwJes do Banco. .
Descont de Lellras .
ann
IIMIOtl
ttisot
ttJOOO
11010
19910
I9H0O
io jr
9 a 13
NOTICIA UTRAMOEmA.
Portugal . U de Fev. Austria. . 3 .le Kev
Ilcspanlia . 8 de > Suissa . 3 de
1lauca. . 8 de Sueria.. . t28 de Jan
Blgica. . . 5 de Inglaterra 8 de Fev
Dalia. . . 3 do E. 1 iii.l. '26 de Jan
Alemanha ? de Mxico . 15 de
Prussia. . 4 de Califendi 3 de
Dinamarca 1 de Cliili . 1 de llc
Rnssia.. . 311 de Jan. Htenos-.\. . 4 de Mar
Turquin . 95 de b Montevideo 6 de
NOTICIAS so rjonio.
8. P. ilo Mil 17 de Mar
Minas. 9S de Fev.
S. Paulo -II ilc
Hde Janeiro 17 de Mar
Babia.... 33 de
Para'. .' 5 de Mareo
M.ir,lidian 11 de
Clim!.. 13 de
Parabiba. II de
Alagas 30 de o
NBTDliSOI COIUIXIOS.
Oliuda, tollos os das.
Victoria, muqualas feiras.
Caruar, Bonito o liaranlrans, nos das I o 15.
Villa Bella, Boa-Vhda.EieOrirury, a 13e 3.
i iiianiia e l'.u alulia, segundase sextas.
Natal, quintas feiras.
OAS DA SEMAITA.
38 Segunda. ** 1. O.
39 Terca. + 3. Oitava.
S. Berthnldo.
30 guara. S. JoAo Cli-
maco.
:il Quinta. S. Balbina v.
S. Amos.
1 Sexta. S. Macario ;
S. Ouiliano.
3 Sabhado. S. Francis-
cn de Paula.
3 Domingo. S. Iiidorn
Are.
aubixbjcias.
Tribunal do eommercto.
segundase quintas.
Ilelaeaa'
lerdas e sabbados.
Fazenda
leri;as esextasaa lOlioras.
Juizo de Orphaus
segundase 5. as 10 horas.
Primeira rara du cicel
tercas e 6. no mcio-dia.
Segunda rara do rice/,
quarlase sal, an meio- Marco 3 Quarlo mlugoaulc nos 31 minutos e
H segundos da lanle.
9 La uova as 5 hora, 18 mu.......e 3
segundos da larde,
ir 17 Quarlo eroscente as 9 horas, 14 mi-
nutse 40 segundos da larde.
ii 85 La rheia as 4 hora, e 4 minutos
da manhaa.
FBuma di HOJB-
Primeira as 9 horas a 18 minutos da maoha.i.
Segunda as 9 hora c 43 minutos da (arde.
parte orriciAL.
COJfMANDO SAS ARMAS.
Qaartel geam-al na oldade do Recite n 21 da
marsjo da 1863,
ORDIM DO DA M.. 198.
De ordem do Sr. manchal de cam|H>, Antonio Cor-
rea Sera, comraandanle da armas, puhlica-se para
ns llns convenientes a imperial provisao infra escrip-
ia ilc de outubro do anuo pretrito :
provisao.
ii n. Pedro por graea de l)tot, e unnime acclama-
ilodonpotot, imperador conilitucional e defen-
sor perpetuo do Brasil.
i Fajo saber aos que esta minha provisao vircm,
i|ne, tendo subido ti minha augnsla presenta urna
consulta do cunselhu supremo militar, datada tic 13
ilcattosto docorrentc anno, que inamlri proceder
subre o rcqucrimenln de Alejandrino Jos Lopes,
|iriueiro sargento do segundo natalho de arlilharia
api,que allegando ler-so alistado voluiilariaini'iile
uoeorpn municipal |>ermanente,do qnal passara para
n cxercHo, iietlia que sua praca fosse considerada vo-
luntaria ; lici |mii l'cin. |..ir iliinha inmediata e iin-
lierial rcsnlurJjo de 13de sclcmbro ultimo delcrmi-
nar, que as pravas que do cor|io municipal |ierma-
neute passam, em virtude do art. 61 do rcgiilamcn-
Inji. 191 do I.- de julho de 1843. para o* corpo de
lirlnieira linha do excrcilu, devem alli servir somen-
ip o lempo que lites fallar, \isla do contato, so es-
literoo) litro do recrulaincuto |>or oulros moltos,
iMando purera em circumslancia de serein i cernn-
id*, serviaSo os aunos a que seriain obligadas, se as-
-cnlassem praca contra vouladr. Pelo que mando a
auloriilade a quem compete, e mais pessnas a qiiem
n cHiihccimento tiesta pertencer, a cumpram e guar-
din, la iulriranirnle cuino devem enclln se conten.
S. M. o Imperador o manonu pelos consellieiros de
-nina abaixo assignados.Zoilo Martin* desunza
Caldee a fez nesta corle cridado do Rio de Janeiro,
aos 5 dias do mei de oulubco do auno to naaeimen-
lu ile nossoSenhor Jess Chrisln de I8'3. E cu, o
niarechal de cam|H>, JoSo t'arlot Pardal, vogal e se-
cretario de guerra, a flcscrevcrc suhscrevi.,l/o-
Mtl (/ Fonura Lima e Silva. Jim i Paulo dos
sVmH ttarreto. Conforme.Joilo llaptiila Fer-
rrira.Conforme.Antonio de Pinho lite.
Candido Unt Frrreira.
Ajudanle de orilens, encarregadn do delnlhe.
PEiwium
ASSEMBLA PROVINCIAL
Sessao' ordinaria em 33 de narco da 1853.
Preiiieneia do Sr. Pedro Caailcanti.
( Conclusiio.)
Sr. AugniUide (Uretra :
Kequelrn que, pelos eanaes coiii|ie(ciile, sosolici-
le: primeiru, rnpia'dc IihIos os documentos relativos
an pagamento da primeira prcslacilu feilu an arrema-
lanle do ii{iidc da Caruar ; segundo, copia de toda
cnrrcspondcncia ofOelal havioa estire a prraideu-
1 na da provincia e o jui/.de tlircilo interino da co-
niarfti do Rio-Formoso, destle o I.- de novembro de
1859 al 10 de Janeiro de 1853, eomprenendldai lo-
dasas iiformarAes daibjs poraquellc magisrrado u
respeito dos Incidente' clciinracs que liveram luuar
naqiicllarnniarra.8. R..tugelo de Olictira.
OSr.Auftutoit tHieira.: i >' derolveuo
cu discurso.}
OSr. Muiioel Caratranli: (Juanto a primeira
lurte do reqiicrimenlo, eu Dio lerei llovida em ap-
prota-la cun o incu voto ; mas a segunda me parece
nao oslar mullo ns nossas aUriboIeoM, poique he
nbjerlo sobre que mis nao podentOd lomar resolucilo
almona...
OSr. Florencio:Vcllar na guardadaeooslilui-
ciu e das leis hoallrihuicao nossa.
n Sr, ManoelCarulianti: Deaejava, pob, es-
* l.irccer-me, e para que isln ii.lt) passe sem discus-
sin, foi que a encelei.
i Sr. Augusto de tllireira : ( Nao devolved 0
-en discurso.)
II Sr. Franriico Joo:Sr. presidente, BU ped a
palavra para fazer pequeas conslderacoa, que sr-
i.iiii i preparar una decisan acerca da iuilicaco que
t-la sobre a mesa, conrbriiie com a dignidaile desla
i an, e ronforme lamhem rtini a uravidade do a.-uiup-
cida mesina utlicai;3n. Parere-me que 80 espirito
do aLtms dos iiohres depuladus se leni apresentado a
dntida, se urna exigencia, lal qual esta, est uu nati
cin allribuicoes nossas. Talve/. iiiesmo oulros le-
nlta pal rcnln tao grave a exigencia, que nfto quei-
rain \ntar jior ella, si'in que por mu came mais pau-
sado leuliam-se eaclarcriiln i.....\eiiienlcmenlc. Em
uniera )>ois i obler-sc aria resollado, achata de loda
a iiiutenicnciii que fosse osla iuilicacn reniellida a
nina fummissan, qtH' Drill pudia sel a de ciinslilui-
r.lo c poderes, ou adiado ptir nui da, al que ruin
inaior/ellexo |Hnlesse ser considerada a sua materia.
Se aventuro estas rellcxocs, he pelo ilcsijo cxlremo
que Icnliodc que as deliheracAi's aipii linnailas o se-
lam cun loda a calma ucccssnria.
Pellas eslas retlexoes, que nRo sei al que |mhiIo
laiderfln ser aceitas pela rasa, se me he |iermillido,
jveiilurarci alguma S0QM tambera acerca da mesilla
materia da reaoerimento, Eu nao sei hem qual o
pensaineulo do nolirr aulor do requeriracnlo, mas
IimiIih para mira que nao he nutro, nem pt'itle ser. se-
na ateriguar at que |H>nlo lera sidoadminislratla a
jnslica no Rin-Foruioso isln he, de "que manera
lera MesenipenliatU os sen doteres na comarca do
Jlio-ForniHso aquelles, que silo enrarregndos da exc-
iinao das leis, presciuilimln inesmo tic naquenaa
pitoes elciloraes. Se he este n pensamenln do no-
lne doputadn ; se a exigencia desaa corres|iondgiria
lein de sen ir para esclarecer os fados queso lera da-
do ; se se tein em visla autnrisiresla casa usar de
altribiiiroos que Ihe sito proprias ; eu nao lerei tin-
tilla neiiliumaem appmvar oraquarimnnto como
voieu tolo, porque entre as altribuices, que nos as-
an marcadas de una maneira clara a au deixar ilu-
tla iilgiima. san por sem diivitla fados da ordem
ilcsic. Nns pnileiiins em alguns casos derrotar a 104-
peiis.10 de magistrados, promoter arcusacies contra
ellas, e al o lindemos faier rclalivamenle ao presi-
dente da provincia. Trmixe osles duus excmplos pa-
la mostrar que, alm das allrihuicoes.qoe temos, nd-
minislralitas, temo nlaumas judiciarias, que se
acliam leniiinanlemeiite ds|ioslas no acto addicio-
nal, que nos serte ile lei de organisaco. Eu nn la-
cu aqu considerar/tes algunias, sean rniisiderandu a
.rspeine |)elo lati do dircito : nao quero tle motn al-
Bum intnlter-ine, |Hirquenan pnsso ra/e-ln. 881 00-
ii.is t|tiesl lanlo, leuho para miln que he nils|ii'nsatel para a
lignitlade dcsln casa que, ou ella mande 0 requeri-
uirulo a nma commissao, que tenha tic tlar sobre elle
n seo parecer, 00 alias o appru. e. A reprotanlo do
icquerinienlo in limine imporlaria o arredannos tle
nns altribuicAcs que sAo nossas, ou alias mostrarla
.....impie amctlronlmcnlo da nossa |iarlc, o que eu
au tlesejo...
" ir. Manuel Caralcanli: Nao, nao ; isso
nao.
OSr, FrantifCO JoHo 1Porlanto, cora esta rc-
llctnes IciiIih t.....lindo oque tinha adi/er.
Encerrada a din uwlil. ha o requeriinenlo suli-
niclliiln voiaefe, a apurovado.
<> Si: Uanoel Caralcanli: Sr. presul......., lie
{ara fa/er tima i ecl.iinacan que petli a palaxra ; nAo
r-ilnc algumaa palatras que |ior veze prufiro ola
rasa, que nao corrijo |ir nflo ter lempo, ou por
preauca inesmo. Ni corrijo lainbcn o que digo.
puri|ue colillero o> grandes iwrigos ipie ha nessa cr-
fir.M, e cuiiira ella he que eu vou reclamar. Ite-
i lamo sini conlra proposicAes quo u3o foram aqui
prnfiriilas, e que se achara esrriplas ou iiiterlidas.
Ouandoculcioasdisriissfies. e tejo e-la ola dos
redarlores daremos em OOlro numero capero
logo por niitiilade. iiiiamlu iim dlsrorao nio se pu-
blica e.....-iii|ii>. eo espero lugo por un discurso
noto, e ordinariamente ssiin -urcede.
f>Sr. Florencio He venlade.
" S,. Memoel t 'oealcmnt : Undo n formU da
caso. Aqu esla ti cnnlrario do que se disse na ca-
sa, i- cu siiiin mullo que mu estoja prsenle o Sr.
nVpulada aatoc do durara, norqoe de fuct.....lie aas
lici.n......'. 11, teeicedew m.....aaco, abusan
llian, einillimlu |ini|s>siei'H ipie me san nirensi-
vas, e que en niio lulcraria : potteria elle die-las,
mas eu liavia tle repeli-lo....
O Sr. Baptitta: Fcr o mesmo comigo, e eslon
calado.
Oulro Sr. Depulado :0 discurso csln lodo alte-
rado.
(I Sr. Manoel Caralcanli:Eu creio que os la-
cbiaraphos nao sao quem alterara o discursos de una
maneira uto escaudalosa, a me parece que nn deve-
nios cnnsenlir, que isto se faca desle modo... ()
OSr. Guedeide Mello: He boin fazer ex-
cepeo.
OSr. Manoel Caralcanli:Eunao digo que lo-
dos os uobres depulatlosalterera iniressa forma ns
seus ili-cm -.i- : tn quera loca, quera altera. Pe-
quenas ruu.iTiip. tic Mirases, tic dguin erro tle pro-
nuici.i un correr da il>B8slll. isso admiti eu ; mas,
que se altcrcm os pcnsameuliH, que se inlrixlu/ain
proposc,o<-i novas, que se responda apartes que se
nao tlerani. ou se datan) tle nutra forma, ss nao he
|iii-i\cl oquero tomar lcni|io, |KirquujH a hora
est adianlatla : lomos lido algumas ve/es falla tic
merabrospara hater sesso, vamos lerasemana san-
ia, nada haveiups feiln, e he preciso nn perder o
lempo ; .in i .ni.ii i,., cu poderla analysar o dicono
tlnSr. Itrilu, c mostrar ludas as falsidadosqui- litro-
duzio nelle. Masalii se conlem urna insolencia, que
en nao Icria suppnrtado, c sinlo que ose senhor nn
esleja prsenle, para 80 lh'o dizer cin face. F^l-
le concille. tle|>o8 tle lotlas as falsidatlo, assim :
I K. !
Eu nao ronscnliria que una ridicula pessoa, como
he n Sr. Brilo, dissesse lato, 8 sinlo que elle nn es-
leja presente para utir olas palatras.
(' Se. Florencio I Cos Irop ftirt!
OSr. Augusto de tllireira : (Nao reslituio0880
discurso.)
O Sr. Pan nrrelo : O discurso to nobre tle-
pulado o Sr. Brilo, que boje fui publicailu, cnului
ditersas inexadiilAi's que me ilizcm res|ieitn, mas
cu apenas me oceuparei de urna. Oiiando n Sr.
Brilo quiz justificar o Sr. Higueira, comparanilu o
sen prtH'cilimcnln com o que livera o Sr. Nabuco
em S. Paul, disse entre oulras colisas o segra-
lo :(M)
ti O Sr. Correa de BrilO : S. Exr. disse quo
linha iulcrriniln uas elciees cuino Josi' Tliuiuaz
Nabuco tle Araujo, e que Corno lal aroilnta as con-
sequencias dos seus actos.'Entretanto os nubres de-
pnlatlo dizian que o Sr. Nabuco se liavia justificado
plenamente...
a O Sr. Manoel Caralcanli : Para un ni. nao.
Oulros Sis. Deputadns : Nem para inini, >
Ora, eu noouvi tpie os nubres ilepulatlns diasfia-
sera isto ; pela niinlia parle o que disse era roposla
80 Sr. Manuel Cavalcanli fuip>i* para mimjus-
tifo-ou-sc ciuiiplciiimciite ; c o inesmo daMeram
inuilos tos houradus ineinlirns, que se sentara tlesle
lado ; enlrctanlo, pelo inndn porque islo est eeerip-
lo, piule cnteuder-se que a assembla se pronun-
ciara CORlra o procetliinentu dn Sr. Naliui'n, enl
S. Paulu, tpiandu o coulirio succedeu. Achei.
pois, dever fazer esta rcclaniacn em cnnsiileracAn a
venlade a em atlencn ao nossu Ilustre amigo u Sr.
Nabuco.
ORDEM DO DA.
Primeira disms-anilo projedo u. ti, que extingue
o runselhu de saluluidaile publica.
O Si: Firmino tic Mello : Sr. presitlcnle, o
anno pnssado parccc-ine que lintite una delihera-
cn seinelhaiile,lninatla pnr e-la assenihla a rtspeilo
du eonselho de nlubridade, e fui ella sstabelecida
sol a cuntlicn de tpie licaria evtiiicln osle cnusellin,
lugo que fosse poeta em eieeucJM) a le geral, que
ciiou a junta tle htgienc publica ; nn sei, puis. se
a esla lei j; se tleu cxeciican, ponpiu a ler-se dado,
creio que he intil este prujecln...
O Sr, Huiros llarrrto : He para se dar exe-
cueao, uu pnr un se ler dadn, que se faz precisa
ola medida...
'> Sr. Firmino de Mello : B nos sUAM exccti-
loroda lei ?...
O.sv. llanos llarrclo : Mas podemos fazo-la
eisnilar.
O Sr. Firmino tle Mello : 'frala-se de 8I0CU-
lar mu lei geral, e islo un he da nosM competen-
cia, mas sim dn putlcrexeciilivu...
ti Sr. Par* llurrctii: Como ha una Ici.crean-
do urna juntada hygiene publica, nu ha necessi-
datlc do consclhn tle saliihridnde...
> .SV. Firmino tle Mella : Ja paasoo nota c;i-
sa n anno passatlu, cuino j disse, una lui semelhan-
Ic, determinando que licaria exlinrln 0 cnuselhu d
saltibridade Ingu que se dsw evecucn a isla lei
geral.
ii Sr. Manoel Caralcanli A eiistencia dn
eonaelho, lera obaladofl eieruojo tlosa le.
OSr. Pues Brrelo : A experiencia tai mos-
trando quccmqunuluevislir n conselbn. nu se crea
lal jimia, he preciso acabar cun elle.
OSr, Firmino de Mello: Beni ; cu levantci-
me smenle part pedir cxplicaco, aliin di1 eaotare-
rer-me sobro eslo negocio, c poder assim firmar o
raen voto coiiscicnciosaiiienle. todava parere-iiK
que n ni se lendu tlailn ale o presenln execucn .
lei geral, que crcouo cousethn tle hygtenc publica,
a protliria snffrersem duvitla cora a exliiicrn du
actual conselhu deulobrldade.
Jabn-ee a materia dlaoutida, e subineltitlo n pru-
jecln tolat;Ao, he approvado.
Entra em seguntla disrussAo o prnjeclo n. .3.5, que
be n segiiiulc:
ii Arlign iinicn. Os professores tle primeiras le-
tras desla ridailc. Vicente Fcrreira do Siqticira Vn-
rojn, Jtts Jnatpum llenriqucs Snbreira, Juaquim
Anluninde Castro Nunes e D. Alexamlrinade Lima
Alhuqiieri|iie leem direilo ti graliliraiju concedida
fela lc du nrcanienlo prntincial n. 361 arl. 6.
Ficaill ret ligadas halas as leiseni contrario,
it Pacn ta asseinbl.l 30 da abril de 1853.- .'../.
Ferrcii'a tle Aguiar./../. de Sotua LeO. I
JS'n batenilu t|ueui acerca ti mesinn pei;a a pa-
latra. enceirti-si' a tliscussn ; e siilmiellido tuta-
co pnr escrulinioseojelu, lien prujectn appfovade
unnimemente.
ti Sr, Mttciel Moitteiro : Requeirn a V. F^xc.
baja de cnnsidlar a casa, ifim de conceder a tlispeu-
sa to intersticio, para que este prnjeclo entre na or-
dem do da da srssAu segundo.
O Sr. Presidente : Julgu doncrosarin o rc-
Jiit'rimentn dn unbrc dapnlado, por laso que, un
evendn haver scsstln senAo sabbadn, leru passatlu
oslres das dn regimenlu, c enlti piule, ntlepen-
ilentemcuto tle despensa, ser u prujecln dadu para
urilein do din; mas, afie/.ar disso, eunsullurei a
casa.
O Si: Mariel Monteiro : Desisto do requeri-
iiieuto, o tleixo isso ao cuidada de V. Exc.
Segunda discusso do orejelo n. 31 dn anuo pas-
sailo.
Entra em disenssau o arl. I.
o Artigu I. A qu.tntin tic 33:0005 que Francisco
Pioda SiltaValoma lleve a Ihcsnuraria prntincial,
ser pan em 8 oilo preslacis annuaes, veiiceiuln n
premio aiinual de 9 por tato ; lican.ln |>or garanta
ilcsscs diversos paganieulos hy|Hilhecailns o|iecial-
incntc os bens do aiTCinalanle o seus liadnres.
O Sr. Manoel Caralcanli: En poco a palavra
liara dizer ahtuma rousa sobre a malcra dolo ore-
jelo ; isln falla de nenia....
i.s'r. Pinto de Campos : Jcst tao discutida
esta materia....
O Si: Manuel Caralcanli: Esla lAo discutida I
Nao cielo isso: pelu menos na iiiuha opiniAo, ola
milito discutida fura desla casa, mas ulo dentro del-
ta. Eu poucas rcflcxcs farei sobre a resoluco, que
peco a V. Exc Icnlio .1 bondade de inaudar-inc ffc.]
A materia parece que lulo he importante. Visto a
ntliferenca com que a casa traa tlella.... *
rutes: Nn enojado.
O Sr. Manoel Caralcanli: Eu rreiu que lodo
n mmela t....
O .Sr. Florencio: A cmara leudo formado o
sen juizo, para que mais tliscussn?..,
O Sr. Manoel Caralcanli: (Juando se nu lein
un proposito lili.....le tular nt-l.....i naquellcsenli-
il.i, lunponbo que liecnnvenienle utir algumas ro-
O discursn, subre t|iie reclama o Sr. depnlailn.
tle|ioisdedecfrailn|ielo larhigraplin, oi revisto pelu
aulor. sem que ola redaecn nelle pozesse a penna.
que algu
, que se oppoe ao projcclo, quer
llexca
fazer
O Sr. Florencio: Isso sim: quero mesmo ou-
v-lo, c o ouco com muilo goslo...
O .SV. Manoel Caralcanli: i Diz o artigo do
projcclo o seguinte (le.)
He escusado dizer alguma eclisa sobre a morato-
rias m geral, porque en Icnho dito a minha opi-
niAo, c a rasa a tein ouvido, e sabe qual be ; mas
ueste casn, he prcrisn untar que esta malcra he mo-
ratoria de moratoria. Eu nao estiidci esla materia
eslcanno, mas o auno passado algumas obsortacAos
apresenlei; e me parece que j houie una morato-
ria, ou se conceden una moratoria este peliciona-
rin, a qual da paite tlelle nao fui rtimprida uu \eri-
ln.nl.i; islo he, o pagamento nao se elfecluou; mas
aunra |iede-se seguntla moratoria...
O ,SV. Piulo de Campos: Veja o iiobrc depu-
latlo que esla distingue-se ta oulra...
O Sr, Manoel Caralcanli: Em que?....
tm Sr. Depulado: Pela oulra o arrcmatanle
800 ficava nbrigailo ao pagamento dnumjurolAo
crescido...
O Sr. Manoel Caralcanli: Juro niio he ga-
ranta >, cquaes sAu as aaranlas que se ronsignain
noprojecto? Vejamos lo.)
Isso n.ln he garanta. Pois os bens dosaiTeninlan-
tese seus Madures nao firam ht pulhecadiis logo que
olles aiTcniatam ? Creio que sim: esla garanta ex[s-
le, logo que ellos presum a banca nu lliesouro. Eu
enlcmlo punco da Icgslaco du raen paiz : nunca a
estudei: de alguma nutra musa enleiido, mas a h-
gislaco nanea ti cluilo, non he da minha prnlls-
so; "mas creio que al seria urna legslacAo alwurda
aquella que nu runsignasse ole principio. Logo,
se osles hens jo otoht |Mithectulos, nao ha pelo pro-
Joeto ncnhiiiiia garan'lia nova: ato tis inoinns bens
que jt olatam ht|mlherados, qnc coiitinunm 80
mesmo estado.
Senhores, njuro de 9 por cont, que para algiicm
he argumento favoravel, para miin heihsfatoraiel;
IMirque se osle arreinatanlc mereresse creililn, teria
ubttlo tlinhcirn pnr monos de 9 por cenln para en-
trar para o lliesouro; so puis elle se sujeita a isso,
he |mrquc nao ncha. Quem lein rredilo acba |ior
ole proco; mas elle que faz de conta nn pagar,
qiieconta cuma bondade da assenibla, cora a dos
trihuuacs, ele, etc., sujeila-sc a isso.
Desilen auno passado que ola isln cni quolu, o
di/ia-se: ns bens dos arrciiialanlcs eslAn para n a
praca, Icnhamos pena desles nfelizes. Passuii-se
umaniio, e cada uin olti de posse de seus bens, co-
mo eslava....
ti Si: Mello Ifetjo: Isso im|>orta o que tlsse o
Sr. Jos Pedro: que a Ihesuiirariu sempre ota de
palor coniiicao....
O Si: Muitofl t aealcanli : Isso so! 80; o |ier-
nulla-meo nnhre Inspector que a elle me dirija par-
ticularmente, e Ihe tuga que nsseus arsuinenliis fo-
ram.... inAo me record de una phrase un ponen
mais moderada, mas blo naoheoneoMvo] fniam de
pouco uto pelos intereasea da lateada. Na meec-
enrreu pbra-e mais moderada. He teriltule tpic elle
pude la/er tlslinec enlre a tpialidatle de ilepulad
e a de iiispcrlur; masen |iersuailo-ino que uu sen
iliacurao, que aqnl ola. i- que eull muitas tozos, elle,
aliui de denotado, pretaiece-sc da sua postefo de
nspeclnr da tlH-touraria.
Disse u nobre depulado que era inolhor dar a mo-
ratoria,tinque expor-s'ea rnbrar o nu pudor cobrar:
recebar bens que mo a praca nAn arbain o precu
porque forara avallados. Eu mo que qaank -i'
aiiemalam ushons ibis tleveilnresda fazeinla, devem
ser bens, tpitinlos li.i-lein para n pagainculn du que
detein : si:puis se aiTeinalaroni alguns bens, e u sen
producto nn chegar para iiitlcmnisticAu da fil7.cuda,
tletcrn tumar-se mais bous, cuiquniilu nslinuter,
ate tpiese nreenrha o valor du debito. Isto he o que
ou siippiiuhn doveraor; o |ierauniaiido lato ao no-
bre depulado que foljUrl dos leilns da fa/enda, elle
cnulirmuu-ine nesta Branca, de que sdete penliu-
rar tantos bens, quanlns bastera para o pagamento dn
que se dote a fazenila.
Mas, disse iiuhrcilcpilludo, quo, sea thesnuraria
fosse buje ruinar, nAn deixaria tle vor-sc nn embara-
ro de nn cobrar ou receher bens tpie nn ebegas-
sem para o pagamento, e que |K>r issn era bom dar
urna inuraluria. He terilade. c tlepnis? Isln he,
porguulo, quando se htuiter de fazerpllectiMiu pa
gameulu, nn se dar n inesinn DM07
t> Sr, Pac llarrclo: Vnu mautlar a mesa una
emenda part prevenir iss>
O Si: Manoel Caralcanli: Dcsejn quo teja
prevenido, mas recelo. Porni, como as ost.'
ta ilesgraca desle. irre
n I.......lieiti, eu di-scji
istlolatoratel possit
Ijiules. e tpior-si:
lueesse bencliri
fres publi
ren
laz.
soja o meiiiisdolturatcl pos-itel ai
ctis...
ft.se. Florencio: o mais justo....
OSr, Manoel Caralcanli: O mais justo, neo.
Estnu antes peln que dbM : 0 ineniis doftixnravel.
Cumulia uinai'inoniia, quo siippnuhu xai ser lida,
eu esperarei um penco para tlepnis contlnoar,
ti.- ini i e npnituia a legoinloemenda:
ti A manila de 33:00a, que Francisco Pi da
Silta Valonea dote i Ibcsouraria da fazenda provin-
cial, ser paga em niio prestaeAes annuaes, tencendo
o premiu de II pnr cenln ; passandu u cuiiocssiunarin
lolras garanlitlas \ sntiiai ia i' de |iessuas moraduras nesla citlatlc, prova-
ietiii,ina.s.garnniias anteriores. S. B. Paes
Hrrelo. Mello llego.
ti Si: Manuel Caralcanli: Cnm effeiln. pare-
ce que se previne: mas eu digo que nao se previne.
Eu digo que a emenda be innexcquitel, c duna
ra/ti....
c Sr, Pinlode campo*: Baile nu se concede
a monitoria...
11 Si: Manoel ( aralraitli: Senhuro, istu he
urna hurla. Elija disse que, se olas nassaa livee-
sem ii preciso crdito, leara dinheiro menos de 9
por cenlo...
O Si: a. F. tle tllireira : Neg.
OA'r. Manoel Cacalcanli : Pois eu lamben)
sei alguma musa dns nngocioi da praca, e lenlin t is-
ln le-.....i ii ledras |Hir menor precn...
O Si: A. F. tle tllireira: Ma su latina i
curln praio.
O Sr. Manoel Cutalraiili: Mas en croinque
quem pensa mu pooCO neslas cuiisas, tlete pretor
tpio u premiu do tliiiheirn ha de descer infalivel
mente...
fot Air. Depulado : Nn- olamos na actual!
dado.
OSr. Manoel Cacalcanli: Mas, quera tosy
las censas em um |Huitn mais elevado, prev que o
juro do dinheiro ha ile descer; eos eapuaUaUss, nue
sao muilo prot denles, nao so iinpuilarAn cnm ose
Inngn prazti, nina tez que acheni as garanlttis neces-
sarias. 'falte/, quo o Jura dn dinheiro denlrnde um
nu duus annns, nn soja unte |ior cenlo. Eu creio
tpii- ha de ser milito menos...
VB} Sr. D>'i>uht'lo : Talvoa dota sor assim ;
mas creio que nn hatera quem d tlinhcirn |wr no-
ve anuos nove |ior cenlo.
O.sv. ./. OHoitra : E, na litpolheso do nobre
tlopulailo, o projoclo be vanlajoso tara o lliesouro.
O Si: Manoel Cacalcanli: O prnjeclo he van-
lajoso ptira quem conta cora a rcalisacao tas condi-
coes.....
'm Sr, Depulado : Nao se rcalisaudn, lio se
conrale o favor.
II Sr. Manuel Cucalcanti : Entao eu nvanca-
re nina |iropusir,Io temeraria, e he, que ello nio
lijo de adiar quem Ibes garanla as lellras...
I ni Si: Depulado : Nessc raso, o dito |ior nao
dito : ntlo se concede o favor.
O Si: Manuel Cacalcanli: Eu ihssc quo nn
han de adiar, e purqtie ? Voo dizer o porque, lie
porne ellos locn aopiuio de nAn realisarcm os
seus empellais : nn ruinpriran a moratoria que se
Ihe tleu j tle oulra vez, e nao cumprirdu esla...
Cm Sr. Depulado : l'ica milla a lei,.
II Si: Manuel Caralcanli : He ao que chamo
burla. Domis, ha oulro porigu que eu receio ; islo
he, udmiiiH apOMibilldfede da Incaoortria se eoo-
lloOT tlesles iHWlbtea lilili/. nn sin, Oslan cm
mallo boa iioaicio ...
ti Sr. Florencio : Logo, pmlein pagar.
ti Si: Manoel Cocol, mili : Pndeni, ma- n.iu
ni | e pa. issn ilion que recelo que a Ihcsuiira-
i|tleli
ria. i
imlnciiilu-sc tlesle lllfHUea, invite
duas tirinasile reronheiitlo crdito, quo essas ellos
nao'achara, ina aceitera oulras, que nao lenham es-
sa qualidadc. Nos Tazcmos tanta cousa |r ronuii-
seraco...
O .SV. Jos Pedro: Isso he una hypolhesc gra
tuila.
O Sr. Manoel Caralcanli: Nos lemos visto
lautos cxemplos disso...
O Sr. Joe Pedro: Nao sei se |hhIcm apontar
um na Ihesouraria actual.
O Sr. Manoel Caralcanli: Nem eu fallo des-
la couunisernco merecida : fallo tlaquclla que se
au deve ler, que nn he merecida, pmque au exis-
lein mnlivos para l-ln...
O Si: Francisco Joilo: Mas o projcclo, nu ti
sua materia, nn he como dndole una ornla -, he
como urna apnela mercantil.
0 Si: Manuel Caratranli: Pois bom, opera-
rn mercantil que a asserahla lein tle sanreinuar, e
eu uo parle da asscnihlca tenlin rauda desrouli-
aneti nella, mesmn pnr sor operaran mercantil. To-
nlm milita descnnllaiica, |Kirque n lliesouro he sem-
pre muilo infeliz, faz sempre m.os negocios, c ha tle
fazer muilo |einr cun quem j nn |iaaou, rom
quem ja leve moratoria e nocumprio, e anda quer
segunda, e mo ha de cumprir.
Disse-sc aqui que, |mr nina legislarn que exisle
aetiialmenlo, legislaban geral, que foi tornada prn-
tincial. oslas innralnrias cram rnncctlidas pela lei.
Orn queso disse islo...
1 m Si: Depulado :\ requisicn dn gnicrnn.
O Sr. Manuel Caralcanli : Pola lei geral o
gotern pode ronretler osas innralnrias, c as tem
concedido...
Um Si: Depulado : O lliesouro pudo; mas lias
provincias su concedidas |tolu enverno requisicu
to |,i e-i,leule. ou cnm inftirinacn dol.
t) Si: Manoel Cacalcanli : E u antorno ja in-
Ibrmou a n-qsatlo dota?...
O Sr. 1'rctidente : O prujecln j rala, a na ca-
sa quautlu passtiu ola lei.
O Si: Manoel Caralcanli: Eu |iersuadi-mc
ler nutiiln ola dnulrina an nubre inspoclnr da Ihe-
souraria, porm cngaiici-mo ; mas, cmflm, soja
quera fnr, o quo rae pareee he, que se disse t|.....
governootataaulorisado para conceller otas mora
lorias..*
O ,SV. Cuales de Mello : N.ln esl.i.
O Sr. Manuel Caralcanli : Eu linha idea de
que se linha dilo aqui na casa, que isso otata assim
aulorisadu |mr lei, e curan ignoro a legislaco *\o
paiz...
(I Sr. Jos Pedro : A lei du auno pOMado tleu
esto direilo u asscmbla.
OSr. Manoel Cacalcanli: Beto argumento,
ihus, nu serte ; nn exisle a lei cnnin eu siippuuhn ;
lie un.....gaunmeu : mas, nn -erthidn esle aigti-
nienlu, nn-e segu que a minha npinin n.lnlenba
fiinilameniH mallo mais valioso, Concluir! rosn-
inimlo, o digo, que ns arrrmalanloja liveram una
moratoria, o nao a caontriram : peiloin segunda, o
en julgn que so Ihe nn dote dar, porque olles ni!
Onereeem untas garantas iiosle prujecln, nem dai.i
as que ti emenda antora, porque ma persuado que
a- p.....ms lialiiliitnlas a uo cumprirem nsseus Ira
los, nao adiarn osas Orinas, qnc ns al.....cm...
OSr. Pinto tle Campo- : E que Importa issu
an imhre ilepultiitti ?
t> Si: Manuel Caealritnti: l.lue me iii|mii
issu?...
t) Sr. Pinto de I ampos : Sim : se nu ai harem
fuas, ti lei nn lera cxecucAn ; mas eu digo qn-
han de echar, porque ato pessnas tle muito crdito..
O Si: Florencio : E o perigoaoOsM.....a Ihe
Dorarla ceder i empenhua ; mas onllo nn lia nada
infalivel,
O Sr. Manoel Caralcanli: A Ihesouraria po-
de enganar-s, e rumueiioliin iulorainonle conven-
cido de que fuas do rernnhericln crdito, daquol-
lasqucuo dia do son leiieimenlo pagara, nflo acol-
larn osas lellras...
Cm Sr. Drpaladu : Ouoni sabe ?
ti Si: Manuel I 'aealcanli : Oh senhores,
lamhem nn pnsso apresenlar nina pnqHisico leine-
raria ? Posso ; o estou promolo a carregarcom a ro-
piinsabiliilaile dola...
O .SV. Floreara: Oh issu salientes nos.
ti Si: Manoel Caralcanli : Carregu rnm a
ic-i.....sabilldadede lodo o que digo aqui...
O Sr. C.uetles tle Mello : En mais prntatol he
a opiniaodo nobre deputadu.
( Signaes de admiracaa. )
O Si: Manuel Cacalcanli : A niiiiha prn|ms-
cn. que o Sr. depulado diz ser a mais prntatol, he
que oslas firmas nao se prolartlo...
I'in Si: Depulado i Enltlo, dilo por uo dilo.
II Si: Manuel Caralcanli: Sim, senlinr, scnu
Ituntesse a piissibiliilatle dolo |s'rigu da Ihi-suiiraria,
n.i falla tlolas, ir aceitar aquellas...
0 Si: Jusc Pedro : Nn, soiihnr, he disposico
do sen regulan.....In iiiuilu rlara...
II Sr. Manuel Cacalcanli: A inlolligeiicia das
leis pdose! lunilla mili lirilaiuciilc...
1 ni Si: Dr/nltailu : Cnm Casal h.tpnlheso dn
nobre ileputailn uu ha nata quo so pona realista.
ti Si: Manuel Caralcanli: Quando rHiutcr
necea-idade de turnar qnalqoer medida, aujeilemo-
lii.. lis rniiscqucllfins de-las cnu-tl-, a esli-t riscos;
mas ipiandn nan ha, part que intus sujeilar-nns t
esle risrn .' Para tpio ?...
Cm Si: Deputadu : Eis-alti a quolao.
O Si: Francisca Joo: Por osas t tralagens
que oslu all marcadas, ossa cnnsignaco tle premiu.
I) Si: Manoel Carnlranli: Eolio o nnhre de-
putailu quer Agorar ata qoeetio como operacoo mor-
eanlil 1 Puis hora, mas u lliesouro, que em ludas as
suas pemenos nao be limito feliz, se se meter n
ineriatlejar'o-ltu.iile lodo perdido...
ti Si: Francisco Joa : I aml mu.(llmenle u es-
t faado, porque ns arremalacoea lolportam ope-
raefles mercaulis...
i .sv. Manoel Cacalcanli: Nn ha oulro re-
medio, o quando nn ha nulrn remedie a neeossida-
de obriga a isso...
O Si: Jos Pedro : Esto he o caso.
O Si: Manuel Cacalcanli: Aqui ha remedio,
e he fazer efloctiva acnliranca.
O Si: Florencio : Taha nn soja o melhor ;
laltoz que soja do mais taulagens para os cofro p-
blicos que passe a emenda dn Sr. Pao Barreln.
II Sr. Manoel Carulcunli: He bom modo de
responder. Talve soja melhor, c lalvez nAo soja.
Do mais, quando me consta que as |iessnas, qnc atl-
iincaiii ola quanlia, possuein :MM) cmilus de ris enl
prtipriedailo, su |a-ssuas poderosas, homoiis ricos,
que iissueni6c8cngonhi>s... OSr. Po Valcuca
mi lie senAii, como se tliz, testa ilc ferr.....
0 Sr. Pinto de Campas : Nao, senhor, he so-
cio,....
II Si: Manoel Caralcanli: Socio I... He socio
figura...
1 ni Si: Depulado : He o gerente.
O Si: Manoel Caralcanli: O gereulc foi ou-
tro : he quera ligura, he socio figurante ; mas note
negocio eulrain |icssoas muilo ricas, muilo |iodero-
sas, que leem 300, ou lalvez 3,000 conloa...
ti Si: Pinto de Campos: He de mais.
f) Sr. Manoel Cacalcunti : fjnando se diz
talve nAo se tliz ao ccrlo 3,000 eolitos ; mas ou
cotilleen alguns tlelle, que tcein 5, 6 e8 engenhus,
mas uu querem pasar, porque achaiu muita bonda-
de na assemhla...
ti Si: I. tic tllireira : E quantas possoas toem
onsciiho,o nao leem dinheiro?
OSr. Manuel Cacalcanli: Eva he oulra ques-
IAo ; e cntAo direi an nobre depulado...
O Se. Florencio: Se ello leem bous, entao as
lellras hJtodo sor bem endossadas.
0 Sr. aVaoal Carulcunli : NAo estn acoslu-
niadns a pagar, leem i-mo raiio eoslt.........
< possoas muilo capazo.
1 m Si: Depulado :Istu he muilu forte.
OSr. Manoel Cuiulcaiili i_ He muilo forle,
mas he a ventado ; o se nao querem utir oslas eoa-
sis fortes, nAo vcnlmm nesla casa pedir u que nn
lie jiislu, porque ao monos. oMiiquiinlu aqu me
adiar, beidedtnroqnesiol.......alan olio omi-
rlo tlosltts tcrilade-,
11- liiniiens que eslAn eni|-'iih,iilns note negnein
san repito |ie.-ua- iiiiiilu ricas e |Hidoronas, o |mh
ota rano roto retino proiootuo central emende.
OSr. Haptista : Sinto to alguma serle adiar-
me divergente do meu honrado amign, oSr. Manuel
1 ..iv.id tinti.
O Sr. Manuel Caralcanli: Ilavemos de nos
adiar divergentes muitas vezo, he muito proprio.
O Sr. Haptista : Estou bom cerlo que a cma-
ra me farti ajustira tle acreditar quo eu tumn a pa-
lavra, Ictadn nao por affeicoes particulares, mas |Mir
iniulia convieco.
Sr. presitlentc, este projecto que tem sido repug-
nante para mudos...
" Sr. Manoel Cacalcanli: Desgraeadnmontc
so para mira.
O Sr. Ilitplisla : -*... eao qual leni-sc cmpresla
do a idea de favor c pnlronngc, he para mim fonda-
do anjatiea. PeeoqMBM ooeent.
Senbnrcs, parece que os- antornns alisolulos, esses
aovemos, quecahiram lau desconceiluatlos, compro-
I.....duna melhor duque mis o nrlnejpto nmmiim
Ht, summa injuria. Eu vejo que um alvarti, si' bom
me Icmbro, tle 1761, mandando que nos contratos
cun a ramuda entre a clausula da renuncia da Turca
mainr, remolle Indatia o negocio ao ciinlieeimontn
do snheranu pon providenciar snbre u casn como
furdejuslira. Vejo igualiiHuile nulras dis|isicues,
que revelan) nldentemeote, que se nu quera
abandonar cerloa Intereasea preciosos, o nem dcixar-
se que o rigor dos priucipins nu autnristisse injusli-
(01 em Bam especiacs, que as leis ntlo podiam pre-
venir...
O Sr. Manoel Caralcanli: Applique o que
tliz.
0 8r. Ilaplislit Appliro, dizendn que rumo
essas ili-pnsicHes, nu tllgilinas licitas ja boje 080 lom
applicacn, e o 8M tasin dte ser prccnrhiilo pelas
inndilicaco do stslcina actual, ola a-seinlilea. o
nenhuin oulro poder, lio buje cnmpotoiile, para.
preciando m casir. fortuitos e torca molor, que |wr
ventora lenham aatlrldoaa devedorea da theaoora-
ria prutiurial, llitst cnneciler com jtislns mulitns
innralnrias, e he islu u que inuilus querem negar.
Sr. presidente, o- principio tle tlircit, que para
assim dizer lio aexprcsso da razan universal, he
que ti poste, guerra, e lodo n inulitotle forra mainr
exonera n devedor da abrigao; lugo o quo reala a
examinar he.sc eiricliamciilcoloarreinalanlo fn-
ram feridos desle mal. Ora, paroco-rac (|uoaserca
o a guerra dril, batida donte u Ioih|hi du rnnlra
lo tiesto arrematantes, silo fnclus pblicos c nolo-
rlns: que es.es facltst Ibes ararretaram grantlos pro-
iuizns, nn si. isso sc.tlethz poroma iierosidailo tas
colisas, como ellos o prutarain. Logo para que lan-
lurigui para ntlo Ihe conceder nina moratoria, 8U-
jeitus os devedorea a pagaren a divida em presta-
toes, sujoilns ludaxia aujuro de 9 por rento.
Senhuro, cu quero ser hem explcito na justifi-
carn du meu voto. Declaro francamente, que j-
inais teiicoria nsorriipulns do minha eonscioncia,
pan exonerar ates devedorea dn devino pagamen-
lo: ntlo, ou trullo dado prot as evidentes de que per-
loncn an.....ero dos que zelam com riiiiladii ostli-
uheirus puhliciH: mas, na htpnlhesc dada, em tez
de oerupiilus, polo cunliarin nalgn do abracar.....a
medida, que (ende o conciliar mol raxoavelmenle os
inlere.ses ila fazenda cnm as fortunas parlirularo.
Estes llovedora) nAo podem pagar tle una i vez
Iriitla o lanos cootoa de ris.
O S>. Mitimd f'ticnbimli : l-sii Uto he exacto.
o So. iiupiisiu : Podem pagar, diio honrado
denotadot porque lem bense pronriadadea.
O Sr. Munorl I'arairanli: Nn he esse Indi-
viduo he a -nciodnilo.
o Sr. Iliipiista : Existen!, sim, oslo- bous; pu-
rcm nu ha nincda dispntnxcl: Iho be forc.oso |ki-
lanto tlorazerem-se desles bous por um haixo preco:
Iho he preciso, por lano, arruinar-so sem proteiln
para a llionuraiia, que, por una experiencia irre-
sislivel, sempre perd quando recobo predios. Pois
he esse justamente o mal. qiieeu desojo et lar : cn-
Iciitloque so nn doto assim sarrilirar as furliinas tas
lamilias, promover malo iuuleis. quando com a sa
hia medida do prujecln em dllcinHo se salvan
lodos os interesses da thooiirtiria, sem se crear
a siluarau desesperada, que iniiilus querem para
detedor.
Talvez algncni acho prazo oxcositn; mas isln he
queslao dilfcrenle. Nn priineiro projecto ineii. buje
sulisliluldo pelo que est era discussAn, eu data me-
nor prazu.
Cm Si: Dcpulutlo : .Mas era sciujurns.
ti Si: Haptista : Alas areiloi ola idea logo
que olla appareceu na casa, o tpie prota quo fui oni-
inis-,in minha.
Tenbo declarada o meu tolo nesla matoria, o eon-
rluiroi repolindn que cnm a- pni-aunies do llancas a
contento ila Ihesouraria. imiiiu 0 pagamento dcjnros
tile ti realisactlotle cada nina da prolai;K-s aiinuao,
un ha razo para se negar moratoria a devedoro,
que sullrcrain projnisus pnr furea inaior.
ti Si: Manoel Cacalcanli:Sr. pre-ideiiie, os
priucipins do nobre ileputtnlo stlo muilo exactos,
mas a qoesUo principal nio fui tratada por elle;
islo he, se os pelirinnarius cslaxam ueste casn.
Huuto una rotoluctio. isso lodos nos sallemos;
mas rola provar se os peticionarios solfreram com
ella. Domis, 80 nio vi te 08 peticionarios robra-
rain parte desse imposto, nu posso allirma-lo ; mas
estou persuadido que sempre hatiain de ler cobrado
alguma musa, eisso que ciihraraiii inelterain-n'o em
si.....
f m Sr. Depulado:0 que cobraran] rcoolhcram
ti Ihcsnuraria,
O.sv. Manoel Cacalcanli:O nnhre inspoclnr
podo-mc dizer quanto rcculhortun oso arrcniatau-
lo?
O Si: Jos Pedro:Olanlo, nu possu dizer..
(( Sr. Manuel Caralcanli:Se ellos rooullioram
ilgitma eniisa, foi muilo pouco ; o uo he liara elles
ipiererem pagar apenas a miarla parte. Esle
|Mie,cs saltaiu aos olhos de lodos litis que aqui cs-
lainus.
Aeniontla que se aprcsenlnu uo cnrrespnnde te
islas du nobre depulado, em quem recoulicco mu
lo zelo pe,, bem publico. A emenda diz que se
'nneoder a moratoria, passando-sc lellras ti con-
tentii da Ihesouraria....
Um Si: Depultulti tFicando subsisliudo as ga
rantias que j exisliam...
ti Sr. Manoel Cacalcanli:Isso ntlo tora para
caso.
t) Si: Francisco Joo :So o uobre depulado
fnsso crodnr, liavia do sertir-lbe osa garanda.
O Sr. Manoel Caralcanli:Ncsse casn cu salte-
ria lomar as providencial quo julgasso necessarias.
Eu creio que os nobro depulado concoidartio
comigo cm que ha una m tonlade do |waar exlra-
rihuaria. E nu |Kideran esses devedores levar
muito lempo na opresciilaco das tirinas a Utajpn-
rtiria ; e depois, nn sert indo ulnas, anrescnlaPem
nutras, c assim letar lempo indefinido ,
O Sr. Franrisco Joo:Para isso ha correctivo
na legislaco. ...
O Si: Manuel Cacalcanli:bu ntlo sei qual lia
de ser o correcdvo, nao o conhrc.o. Recoin Me
cnm a emenda tiquemos |'ior to que com o projec-
to. Eu conheco bem o espirilu da poca: a con-
tlesccndeucia he um dns malo quo mais nos tlagel-
lan; isso he da |ioca. Eu nao quero me referir
ao nobre depulado, o S. Jos Pedro: sAo conside-
racnes genios, as quaes creio qnc ninguno de lala
f 'iwderti cnnleatar. A coiiitoscemleiicia lio um dos
malo que mais nns flagellam, e tle que lodos parti-
cipamos. Quem nAo quizer sor um pouco contles-
cendenlc. tem de hilar com muitas dilUculdades,
lano mais quo essa condescendencia jti se nao torna
tan reparavcl. |r isso que he geral. Por oslas
raztVes cu me pronuncie!antes polo prnjeclo, deque
pela emenda: porque della podem resultar males
mais gravo. Stlo ota as consideracoes, que tenho
a apresenlar.
fl ir Jote Pedro:Cl tirador disse, que achan-
dn-so bstanlo esclarecida a maleriu dn prujecln, e
couliecendo n'asaombla lulasdbposicAe par appro-
va-lo iulgata-se dispensado do tomar liarle na tlis-
ettss.iu ; mas romo um oobre orador, que o hatia
precedido, n linha cnisideratln, ojal n provar. nie-
nns zelosn polo intetesses ila fiizonda protiiiciai,
lina alaumtt (ousa mais duque j havla dito era
unir discussn para inoslrai-lho quo se nonata mi-
ga nade
llrttin. ., .,. ,
Eiilitiiidir-na quesin moslroii a nossibilidaile de
na perda importante para a fazenda so lo.,, m tl-
judicados Ihesouraria os bens ponhurados aos de-
vedores que pedinm a muraloria. Oue esta perda
l>" lia evilar-ae |ielo projecln que se disculia ; |>or-
que tendo-se, pela concossao da moratoria, de reno-
var o contralo, e sendo do dever da Ihesouraria
liedir n.1.1.......idneos que tenham bens de rail ucs-
la citlatle, nos conlralus do rendas que excederem
a dous eolitos de ris, nessa oceasiao exigirla a llan-
ca necessaria, o fiadores quo dvessem bastante inte-
reaso em nAo fallaren! an pagamento do soas letra.
Que alm disto 'se devia levar em conta o juro do
9 por % oO'erecitlo pelos devedores o consignado
no projecto, o que vencida urna das nuvas letras, n
nao paga, ficariam vencidas Instas a outras, o a
Ihesouraria, era rompensacAo da demora tic um
anuo, cora as vanlagcns desse juro, e com garandas
mn solidas para cobrar essa divida.
Feila mais algumas consideracAcs, o orador ob-
serven ao nobre depulado a quera respondia, que
nao era por falta de crdito possoal que os peticio-
narios, para pagaren) a sua divida, preferiam a
moratoria a haver capilaes pelo juro dosignadu no
projecto; mas |ior se acharen! |ieuhoradas as suas
proprieilado peta faenda, c nao podercm por isso
sen ir do garanda a esse enipreslimo; e que sendo
oslas as suas cirriiinslancia nao liavia quo recciar
de sua prohidade no pagamento das novas ledras.
Trouxe mais o orador para justificar a necessidade
tic empregar-se lodos os mcios possiveis para conse-
giiir-se ora dinheiro n pajilmente das dividas da
nuenda, alguns csoraplos de arreinalacdes de pni-
priedadel adjudicadas ti Ihesouraria provincial, fei-
las |mr baixo prci;n, e de oulras que o foram a
prona. Disso que considerava essas arrcmatar,oes
a prazos verdadeira moratoria concedida ao com-
pradores, o que se se liavia conceder a calos, me-
lhor fura que se cedessem aos primitivo! devedores.
Finalmente, eombalcndo um aparte, mostrou os
inconveniente* de conservar a fazenda bens du raz
oni ndmnislracau, e cxcinpliflcou o quo a eslo res-
iwiln disse cora o jardim botnico, assoverando que
para coiiservar-se esle proprio provincial, se lem
gasto mallo mais du que lem elle renJido. Cuu-
cluiu ilizentln que tilinta pela emenda.
O Sr. Manoel Caralcanli:Primeiramonle di-
rei que a falla de zelo, de que fallci, pode ser moti-
vada |iela ntelligeucia errada, que o nobre deputa-
du tln I,-i-l.ii .ni....
ti Si: Joti Pedro :Nao son cu, he a junla...
O Sr. Manoel Caratranli:Sim, senhor, a re-
partirn tuda do nohrc depulado, essa junla, esse
concilio, ludo o lodos podein errar. Por conscqiiencia
nada mais direi sobre a falta de lelo, que explico
dol modo, o qual nao osl mal ao nobre deputadu,
porque lodos nos Miamos sujeito ao erro.
O nobro depulado ltimamente disse que a the-
suuiaria recebia lien, que quamlu arrematados,
niiiltnania importancia da avaliajAo. Acredito
mmenle obto;mai purque succcdc islo ? Por falta
tle zlu....
O Si: Fcancisco Joo :Por deffeitos de nussa lo-
uislaco....
II Si: Figurita de Mello :Pnr defeilo das coli-
sas mesinu cm si....
Sr. Jos Pedro :E pelas circiinislaucias pe-
culiares do paiz....
O Sr. Manoel Carnlranli:-He isso una venia-
do, dissco iioliro ucpulatlti, que as ataliacAcs so fa-
zem legalmeote, calculando-se-as |ieln renda coufoi -
rae a lei: mas lio cnUiu purque osa reuda lu; a real.
Diz-se que se lera una renda, quaudoella DO oulra;
o iniiguoin me conlolar que os avaliadores, quan-
dn fa/.ein estas avaliat;cs, uo as fazem muilo niaiu-
10 du que devem ser: nAo so me dir que elles
cuiiiprera u seu dever, |iorque ntlo he possivel que.
lendu-u ellos cumprido, casas que su recebida com
a parle tic meiio daoxaliacn, ntlo achem ctim-
pradoro, senAo por melado. Em regra geral isto
lio so explica, scntlo porque a avali.it.tlo nAo he exac-
ta ; concilio dizendn que a Ihesouraria deve fazer o
menor numero que Ihe Mr possitel de transaccoos,
o por isso renov cala trausarc,o feliz, quo so Ihe
quer offerecer.
Encerrada a discusso, he a emenda substitutiva
suhmeldda vutacaocapprovada, licandu projudi-,
catluu artigo.
Tendo dado a hora.
ti Si: Presidente tloigna a ordem du da para
sabhado, (36) e levanta a sesso. ( Erara mais de 3
horas da lardo. )
Repetimos o discurso Infra do Sr. depoudo
Dr. Joao' Jos' Fcrreira do Aguiar, pro-
nunciado na sesso' do 15 do corrate, por lar
ha vi do troca de parte dallo na compafinaoao'.
0 Si: Aguiar: Sr. presidente, parecei lalvez
que eu prelendo abusar da bondade com que jti roe
lora favorecido a assemhla, quando Ionio pela lor-
reira vez, a palavra ; mas sou a isso (breado, nAo so
polo in.luc deputadu que falln era penltimo lugar
na ultima sessu, mas |inda e especialmente por um
dos mcus nobro amigos, que tambem lonion parta
nota discusso, em defeza tle una emenda de que ho
aulor, c que so acba sobro a mesa ; porlanto, pro-
curando ser o mais hrexe que rae for possivel, forre-
jarei por aconipanhar a cada um (lestes seuhores,
confiando que, antes tle Indo, seja-me permilddo ar-
rollar de sobro um dos mcus amigos, que nAo se acba
prsenle por nao ler ausento nesla casa, quero fallar
do c.....ni.unanle das anuas o Exm. Sr. niarechal
Setira, algumas palacras de dofavor quo foram aqui
proferidas por um nobre depulado, que se sonta tla-
qucllc lado...
ti Si: Florencio : Palacras tle desfavor ?
O Sr. Aguiar: Sim, de desfavor, porqnc quan-
do se oceupava o illuslre mombro do negocios du
...i |iu de polica, pens que em rc|Mla um aparte,
lis-e que lamhem o ..unin.unanle das arma tinha
culpa, porque, durante o lempo cm que 0 corno do
pulida bata esladusb a sua uspec{ao, ntlo liavia
protitleucindocunvcnicntoinente subre a rclaxaco
que Intrata nu mosrau rorpu...
O ,sv. Florencio: Disse una verdade.
O Sr. Aguiar : Bem : entilo ju v que nao al-
(erei o seu pensnmcnlo.
Scnhore, liada conllevo de mais fcil do ate lu-
la aecusacoes desla ordem, mas se o nobre depula-
do, que a formulou. Iiouxosse atlemlido a que o Sr.
coiniiiandanle da arma, especialmente ocrupad
com os coriKisocom a torca do linha do loda a pro-
vincia, nAoera possivel applicar una exlrema alin-
elo ao em |io de polica : so anda o nohre depulado
ltendesso a que o cor|>o de |>olicia. |ior cirrumslaii-
cia extraordinarias somonte, foi submcldo to com-
mando immcdialo doSr. Sera, mes quo desappare-
rtlas essas circumstancias, lambeniaquello Si. pro-
curou arredar tle si esse arcrescimo de Irabalho,
pois nem poda cuidar, nem lalvez livesse lempo tle.
cuidar da economa particular tlaquellc rorpu, que
incumba ao respectivo coinniandanle, vera que iitltt
foi muilo justo quando fez. recahiralguiua culpa su-
bco o Eira. Sr. Setira, a tpicm nao posso atlribbir n
espirito de favor quando tleu o altcstadu, que limi-
tara aqui foi lido peln nobre commandaiile da poli-
ca, purque enlcudendu elle nicamente com a dis-
tribuirn da torca, e havendo sido- nilu sempre pon-
lunlmule obedecido, nao conhecia, nem pedia ru-
uliecer n que tlemais occullu se passava un inesmo
corpo, nAo pudendo por cniseqiiciicia tambem provi-
denciar c remediar quaesquer fallas que podeasem por
ventura existir. Porlanto, ja comprchende o nobro
depulado, que foi vero do mais, quando allribtiio
ao 11 ni 11 n,i miau le das anua- parte...
II Si: Florencio : En nao allnboi, nolei.
ti Sr. Aguiar: Pow bem, qnando notou m>
cuniniandante das armas falla de zelo quanto aocor-
.....leiHjlicia, fazeiidorecahir tambera sobre elle a
culpa deesa relaiaco da que ecusou aquolle corpo.
Sr, presidente, sim como um dos meu nobres
amigos, o Sr. Pao Brrelo, eu deploro quo a discus-
so tenha lomado um caimnno inconveniente, e
tiesso collocar-so no terreno em que se ada, poreiu
ao monos a casa ho leslemiinha do que nein fui eu
quera provuenu es-a disctalo, nem fui eu quem
ilitvtleu eaaa direcc, nata mais teutln foito do que.
omptinha-la, e segu-la depois que lomou parle
nella o nubre depulado que servo de segundo secre-
tario (o Sr. Itrilu)...
I) Sr. Pues llarrelu : Fin niio consnrci a mu-
guen!.
ti Si: guiar : Porlanto rfata-mo a cuiscien-
ia tle que a inini nn dte ser iuipulatlu a estado a


KummBIQggaUBm x?r\~rr.M
i|uc lem chegado esla .discussu, eainda menos u ca-
lor, mi azedume que nella so lein dei i .miado; en-
tretanto i|ui- nao podia deitar pintar desapercibidos
algumas proposienes que, a nao serem explicadnsuui
runlladiu,pe4iriatt trazar aoparlidn aque pcrlen-
io um deear, ou quando menos, um,i rumiada aecu-
i-saio de imprudente.
Disse o meu nobrc mi,en. que, qualquer quo soja
a rolado sobre a emenda que so eichn oin diseinsu,
a respailo do augmento de cem pracas ao corpo de
polica, nenhun resallado eolheria, porque a
adopcio nu rejeieto dola nada allnal exprime...
O Sr. Paes nrrelo l)sscfquo qualquer que
-'!> avalento, no Irer iienbiiin resollado vanlajo-
so, nao altor,i nossas relarAes coni a primeiraautori-
dade dn provincia.
O Sr. Iguiar: Nao prime nada, |K>rque uo
Iraa nenhum resultado xunlajiiso ; mas, perde-me
n uobre depulado, -e divirjo desua Ilustrada o|i-
iii i" nesle poni, porque cslou, au conlrarfo, oon-
vencido de que a passagem ou queda da emenda
lem cxleusn tdguilicaco o exprimo muila c,n,-a.
nu.uni nos recusamos ,i dar ao governo aquillo
que elle pede e deSjo, mas que reputamos exressivo,
ressumbra dosla recusa um tcslemiiuho- incontola-
velde falta de ronllanva iqr-admiiiislracio. l'ma
IC1 que mi., o.lcj,mu. persuadidos,lo i|iio. com 100
pracasdo policia, a provincia pode ser governada. e
a Irauquildade publica manlida, o o governo nos
pessa un niaior numero, regeilada casa proposla,
desallendidu ene pedido, lie claro, lie evidente quo
nao oslamos deaccordo com a administraran. (.ioia-
dot.)
OSr. Patt Brrela : E dahi !
OSr. guiar: Krlahi 1 Hcsulla que a rejeico
desse augmento exprime seni duvida um pensumen-
lo lioslil.exprime urna repruvarto, exprime urna ren-
IIIM I .lcluiilll-ll.ir.il...
OSr. Paet lirtelo: Eu entend, que nao ;
pode-w volar coulra a emenda, sem |m>i- Issu se cn-
lender, que n,ln so lem conlinnra na presiden,-ia : ou
iiio.iu... cpian.lo hM'-o i'.uiii.iui.a plena no proiden-
le, nao volava por m.ii. de 100 pracas, porque acho
ser torca aullicienle |>ara as ne ressidndo da |iruviii-
iia,e aquella que os cofre da provincia admitiera
que se de1.
OSr. guiar : O que se segu dalii, lie que i
uobre depulado esle em divergencia rom a admiuis-
tracto, porque a foroa publica, como demonio go
\ernalivo, he una dasprimeiras necosidades que i
ndmiuistracaojulga-secom dircilo ele apreciar o di
obler daquelles que nella ronliain.
Eu comprcliendo beni que se nAn .leve negar ai
governo os mcio uecessanos para go\ ornar o pala,
inaslaiubom eslou persuadido deque esl a assem-
Ma no -ni dircilo. iecusnulo--< a conceder aquilbi
Jilo o. o i o-i iv or do arcuiclo rom o seu |ieiisanieulo.
e |Hir ventura o uobre depulado livesse oonllanen
no soreruo da provincia, creio lirmemeiilo que Ihc
dariaas.iOO pracas, cesin convencidodislo, porque
he elle um colorarlo iudis|ieii amianta, a um procedimenloque s podo ler por
base a mnina roiianca...
O Sr. Pat /lelo : E a conlianra lie caga '.'
OSr. .Iguiar : Naohecega, mas'a conlianca
momo illuslrada, como deve ser a do nobrc depula-
do, nao deixaria de fa/er osla concento iclin, de uilo
exhibir urna prova publica eaulbcniica dedivergou-
ria e mu vonladc para com a administrarn (|ue sus-
tentase*...
O Sr Pae< Hrrelo : De modo que, se.....tura
depuladnlivessse conlianca no presidcnle, e elle Ihe
pedisseduasou Ires mil pracas, embora liosas ren-
das o nao perniitlissem, dava-as.
O Sr. guiar : Isso he milito gratuito; porm
posto diier ao nobrc depulado, que se lix-.se con-
lianca na adminislraco, se eslivesse de accordocom
a sua marcha, e me |eudisse ella mil auumenlo do tur-
ca raioavel, embora me pareresseque i"" pracas sa-
h.i.i/i.mi os necessidides do sen ico da provincia, eu
llio dariaesso auomenlo...
OSr. Paet Brrelo: A minba conlianca nao
v ai al esse poni.
<> Sr, Iguiar : l'nis anda nisso diveraimos ;
porque o ineii vol, ciulul caso, seria jiislillrado pala
ronsideracao de que pndlaa adminislracilo ler usas
mulla anqilas c vanlajosas que me tosscnidesconbeci-
diis, sendo necessario, para realisa-la-, ease auumen-
lo de forra, ceu que Dalla runliava. Dioliulia es-
irupulo em Mliraaa-la, crendo em sua boa li al "
ponto de acatar pciisaiuenln alcni do ineii proii
l'orlanlo Sr. luesidentc Ja V. E
O Sr. guiar :Se no que acabilde diaer ha ii
e\ai liclao, ella ua.ro siimonhf do uobre depuladi
porque he coiji as suas proprias palavrae que Icul
urgumenido...
O Sr. Jote Pedro :O nobrc depulado nao rae
rnnipicliendeu;e fique cerlo que esaa tua assevera-
cfo nao me aloi ra, iiem to pouro me lia de aterrar
o que se dii pm ah...
() Sr. .Iguiar :Eu ulo lenho Icncaocle alertar
a nlnutiem; inaslambom assevero ao uobre depula-
do que me mo aterro com dicr aquillo que posso
e devo, e se meeiprhiin desla inancia be porque
pono o devo.
- O Sr.Joei Pedro :Nosci so ude...
OSr. .Iguiar :l'osso, porqu* a faruldadc phy-
sica.....i; inoo me a lirou, e a moral dcduio-a do meu
dever e do exame dos fados.
OSr. Maciel Mouleiro :Os mandalnriiH do pn-
volem direitode /.elar a fazenda publica; he un
dos sen deveres, o lalvez o nico...
O Sr. .iguiar:Eu nao procuro alerrar algucni,
mas oio lucro aqu leconheccr inmunidades, que
uein adinillido, iiein respeilo em pessoa alijuma...
OSr. Jote Pedro :Nunca exigi isso; no trabo
por onde o nobrodepuludo me faca a menor aecu-
O Sr. .Iguiar :Souhorc, eu eslava betu calmo,
c nada mais 11/ do que usar das prnprias palavras do
nobrc depulado, quando oceupou a alleneao da ca-
sa, juslillcandoo requeriinciilo que aqui aprcsculnu,
paia se iiomcar una commlssao, que tomavsc co-
nhecimenlo particular desse necocio. I'oi nessa oc-
i .i-m i que assevcrou o honrado inembro que e.uc al-
cance liilia resultado de duplcalas que podiam
muilu I .i-m se dar de or o. de calculo, o de cimanos,
querendo, lalvc;., assim arredar a idea de m f ;
porm en, sem que taubem queira admillir m f,
digo que islo he devido ao pouco cuidado, c lulo ler
bavido no examc dessas cenias o esmero necessario,
e a nao se le dado a ins|iecc;ui que a lei quer quo
se evorca, ipiaudo se trata do ife.pezas desta ordem
pnripiaiito, se assim nao filia, nao appareceriam
uein esseserrosdcsoinnia, ncn essas duplcalas, i
aiuda menos succedeiia que esses dinheros publi
rosviossemaeslar indeviilaincnlo cm poder .la
quelles, a quem uo |ierlcnriam; de forma que fu
necessario que o govamo da provincia, coufunni
disse o Sr. depulado llrilo, coniniunicassc, ou ad
rerliaaa i Ibcaouraria de que existiam esse. eognnoa
o Ihc li/esse sentir a iuoxaclidao cm que Inboravan
as cenias do cor, de policio, pira que aquella r
|i utir o. rhciiasse noconhccuiienlo deque na rcali-
dadeoxislia um alcance de mais do olo conloa d<
res, e que osso alcance eslava em mos e cm lnaai
onde mo devia evi-lir!....
I) Sr. Jote Pedro :Ja disse que o uoveruo nao
i.....rvalo nislo....
OSr. .Iguiar:Ueu lomo a dzcr-lhe que eo-
Icnla-se rom o Sr. llrilo. Sr. presidente, deivarci
esle campo, porque o nobre depulado loui-se velado
lano, o ou cslou Ionio de querer iiicoinmod.i-lo....
OSr. Jii' Pedro :N;lo e.lou vevado; j ped a
palavra para rotponder ao uobre depulado ; e mos-
Irar-lhe que osl em erro..,.
O Sr. ..'guiar : Agora, Sr. presidente, punco
2
3
liroi em n-p".i.i ao nohre depulado, que tallo
iillimo lucar na sos..'m pa.sada, mas he forcoso (pie
[o o aroinpanhe nesse desuraoado neaocio do Itio-
ediudo liecnca mies disto para r.i/ot urna
acerca do urna propoaielo emiUida pelo
enibro, quando querendo provar no prin-
lo si>u discurso (pie as 300 piaras do oorpo de
policia eram neooaaariaaao servico policial da pro-
viioi.i. o abundando na. mOea em que linn.ua o
sen vol, disse, que a torca de indicia era destina-
da siucnlc para a represso dos crinios, ciilrelanlo
que incumbo ao Boverno acial, por inoici da forra
liulia, a mauilencao da Iranquillidade publica ;
torta que o uobre depulado adoillliodo que a
ra policial he destinada, e cveliisivainonle dea-
ida a represso dos crimes, entende quo essa re-
que pensara, para loniento diierem aquillo quo Ihe i dar urna tlisrao,ao solemne pela reprovacao desses
faz sentir o impulso das paixoaat.... meemos arlos, mas o que succede ? Sempre bene-
OSr. Correa defrfloiA quesIJo he tuda] vol para cuntas a.....ridadea do llio-Pormoso, pro-
pessoal, iiilo quero eslabelecer comparacoos, Unto i legendo-a, e conservando ludo tu ilatu mu ; cn-
m.ii* quauu um dos que me informou, me he lo en- freanlo qift. quando un oidni qualquer desvalido
ro, como o he para o nobro depulado quem Ihe deu discrepa, anida incsmo qudfkaz.lo c a jnslica acoii-
esaeaewlarecimeulo.... selhcm indulBcnc.a, ah a|>pareco desnpledadamon-
O Sr. guiar : Eu qu> dizer que nao podia loo rigor da pena. E, aanbores. Irare, para pro-
duvidar-se da palavra do meo uobre amigo, o 9r. va disao, om fado que Ja fol mencionado era anar-
llr. tlliveira Maricl.... te pelo meu rollona oSi. Paes llarrelo; quero fal-
<> Sr. Correa de llrilo : E so a pessoa esliver I" da drislo que e arbn soirrciido o Sr. HaranMo,
as niesni.is circuinslancias, noderei por em duvid.i ex-priineiro rummandanle do una das companhias
a palavra delta ?.... do corpo de policia. As tulla- publicas ja deram
".Si. .Ijuiar':"Senhores.eii posso repetir fu- noticia do fado que occasionou a domissflo do Sr.
zer-me ecKo do urna calumnia, na iiiaior boa f, e Maranbao fraliramciilc conresso, quo o nobrc pre-
creio quo apropriando esta verdade ao nobre depu- Idonle da provincia, domillindo o Sr. Maranhao,
lado, nao Ihe irroguei a mais levo injuria. Eslava, "ni procedeu arbilranameiite, ncni pratieou um
|Mir vcnluro, o bourado mimbro no Rio Formo """'o I"0 I""1 er lachado de vilenlo, porque o
quando sao succedeu '! no: logo se en qualillco do '" en virludc de le; mas le que, a -dever ser
junarla a roferenria por elle feila, nao pode roca- applicada a respeilo d nulrns.proviivelincule nao le-
hir sobro o carcter qualquer desar que Iraoa essa "" "'esma inlelligenria. Diz o artigo 3 do re-
incxaclidSo, porque elle perlcnre mnenlo a aiiuelle gulamenlo do corpo policial:
que mal o inforniou. 'l"e delxar Tugir algum prem, cuiiHadu n sua
Sr. presdeme, disse o nobre depulado que o go- guarda, ou roiuineller contra seu superior ou rama-
verno da provfnra, haveudo lido conhecimenlodas akum crime manir quo os jircvislos neslo ro-
oreurrcnclaa do Hio-Formoso apressuiadanieiilc gulamenlo, sera demcllido c remnlido a auloridade
dci.i.isprovidenciasquecabiam cm suas allribu- policial coinpclenlc, cornos documciilos que hoiive-
ciles, lano que logo mandn parlr para aquella ce- rem, rol do (eslcinunhas c circuiiil.inciada infor-
marcaoSr. chefe de policia, accrescoiilaiido mais macBo. .
quesera imprudencia exigir do governo providen- "' l'orlanlo, clara, que ogovemoda provincia
cia. in.laulaueas, quando anda nao liaba informa- procedeu com rigor de le, demllndo o Sr. Mara-
caes do choro de palela qna para all Tora. Scnbo- "!li,n I""',or r"g'do um preso, oslando elle de cshi-
ros, j ha muitos das que eslo relo s.....edn, ji ha do-maior ; por.......noralneinm um |iouro este aclo
mis poneos de dias que fo para o Ric-Formo o Sr. de severa juslca de S. Exc. Ser crivcl que o Sr.
Iligucira Cosa averiguar, e examinar esse negocio; Maranban, um muro sera lorluna, que liona ape-
la ha dias queo iiiesmo Sr. Rigueira Cosa se acha "" c0"'" """< d vida aquello lunar que OCCupava,
nesla cidade, c ciilrclnnln mo me eonsla que Ulna "arregado de ramilla, c rnnheecndo as roiisequen-
provdenca lenba sido dada pelo governo para por 1" <[uc ***"* ''M'oslo. de proposilo lioiivcssc
lerino aos niales do Rin-Fornioso.... dado a fuga a mu preso do juslioa ;...
o sr. Corrtade Bro(d um aparto).... forauio :-E ale ora nimigo dallo.
O Sr. .Iguiar :-Eu que nao cslou iniciado nos O sr._-lgmar :>inaiiem odira; |.orque o Sr.
uuslerios, oque nao conbeco oque ha de oeoiillo Maranban, beui como lodos os homciis que leciu
neslr ncaoro, devo-ine regular smenle pelo que ramilia e a quem rallain os meios. no quererla
appaicce;ca ser assim, o que vemos'.... uns pou- "vcnlurar osen latan, tira, se cm minia- (ura-
cos de honiens perseguidos c roragidos, proriirando sioes, a equdade c as rirrumslaucias juslilicam
aqu, e,dli guarida ii,,;,i,/.. v.......s o Sr. Dr. Au- passageiro sonino das luis e o esquecnnenlo de su,
leroprclindoquesellicdumasvlo ne.lc, ou na- severidade, nao sena, lalvez, osla occasiao umi
quolle ciilm.....o, Sis. Am lino e DiiU parllhan- i' aquellas em me um pouco de indulgencia sem
(loa mesilla sorle.c o Si. Manoel llouiques Wan-iJ"slilic;ido. embora se reeouhcc.i que o govern
derlev, hunicui que sempre nos acumpauhoii em lo- "sou de mu direlo que Ihc assislia 1 l)elerii|inand(
do o lempo, cm bulas as pncas, cm lodas as crises, '.egulainoiibi (pie soja rcmellido o individuo i ou
diliceis, que nunca Irecuoo, quando solfriainos 'ondade policial para tormar-lbc o processo, cun
I apoiado, ; o Sr. coronel Manuel Henriqucs, cida- P" ?"C essa reinessa se clfccluasse sem deniora
dio Importante, prnpriclario abastado, condecorado "''"' "c gue u Sr- Maranlulo Iralasse de sua defeza
Ira a emenda do Sr. Vlllcla, que augnicBi a forca
do polica ; mas piolando dar o meu vol em favor
(aquella quo apreseotou o Sr. Pao. Harrcto, ele-
vando a corea policial a 00 |>racas nos casos extra-
ordinarios, porque eolendii que, com quanlo este
iguienlo soja dimiuulo, lie com ludo um beneficio
mm
da provincia, quando se possa acliar amilopicoa
em fa'
oH'ouuisliincia dimeeis, lm de poder sen ir d
vilin ao exercilo, se a torca desle houaer de ser em-
pregada cm alguns dos casos previstos pela emenda.
va do corpo de policia para capotes, a I9.T0O o rova-
do. Esta asserabln tirara desle fado cuja verariih-
de a commisBo garante, os eorotbvrlos a que ello .o
presla. A romrauclo dir linda gor em diversos
armasen adiou. a fl600 o aovado, panno mal au
pie o corpu do pulirla pagou a ;l100. Sbreosle
DI.RI0 DE \U\\U\10
M>rseusscrvi;os, liumenide paronlol.l como o Si
upes, conforine diz a Juilia ; o Sr. Manoel llen-
iques.em lavor de ouem rallara (o honrosos prc-
lc ule-, n.io poclc-inlo encontrar eu sua propreda-
de um ,w lo seguro, e nao pudendo descancar Irau
ludio em sen proprio leilo unolaiot).
Im Si: De/iutado:O ongeolio ro varejado.
misa que elle iniiica wllreu no lempo da prala....
OSr. guianDisse o bourado mcnibro una
rentada :oeugenliodoSr. Manoel Uenriques acaba
toser no da lerca-feira varejado. Im.......... a casa
le purgar, Imam do>n..u.la. a-c a-a. do engolillo c
i de vivencia, cal lijo escapen a propra groja....
(' Sr. Pigueira de Mello :() ipic elle nao sof-
Freu em lempo alg.........
O Sr. .Iguiar : Estarn as cousas assim em mul-
lo nuil pe'.' ser.io i-das as providencia
iiiiu dejer.-nsar islo o mais juslili.
Huanle cinco ........s que eslneiiios i
no docurso desse lempo era que i
''.....'s-a .fngin desliuusda
pecialmenle rol forle uaquella CO
essc leuipn, dlgt
le I.....lera, creio e.......
o Sr. Paes Barrito:AU boje...
OSr. Iguiar:que nada liouvo positivo a respeilo desse negocio, Dota i
instauren o processo, uein lia parliclpni
algum para que elle seja relio. Nao h
varaposieBo d'aquelle hoiiicm ? nao li
mcnlar i ainci-o ao alllielii? Porm
me licito examinar se por -
j nao lindera estar sollo;
va. se he ou nao nina viole
Curial, e de
linda se MV
So einjiiizn
ggr.i-
l.lo
i.ln
do
os..u> ccinslilue una ucccssiiludc illferenlc d
la que se chama Iranquillidade publica, o lu
i o entonelo c|Nr,clmilni,Inc..a- duas nei-essda
quer quo una soja salisfeil.i pela foro......i
nal, islo lie. a represso dos Crimea, c que a milr
aja aalbleila pelosoveruo geral, ialobe, a Iranuull
hilado publica. Consiull.......ble depulado qu
Ihcdiga, que me parece Ii.im-i erro de sua parle u.
apreciacn denla quesISo, porque i......iquillidadi
publica nn lie mbaio iincaiui-nleo.pocal eprivall
lo governo geral: a manulcncu da
piesidenle jn ve V, Exc. (|>.u. vnr- ,
hora mudo ros|K-ilea,opini(vs,.......m nobre .iiuigo. ,lu ."\,,,1n" ?,! nianulenru da ord
no,H)>so. neui devodcsla vez sog.i-Io. porque.....a *2?""*S '......." *! f'" "",''""" "'i'"""
mimbe liquido, e averiguado quo, polilicamenle "!""."' -"Mcele,,-.gorjea i lo emulo, os jioderea |
rallando, o vol dado ao governo be selnpre mais ou & i. "!'""! ",l"s "' I"".....te"m l"'"1 *
menos bnporlanto, cooMme .. meior ou menor guio f''" "h.,h '" SSL"DSW !'
de conlianra quo nellc se lora. '""'ll "ver por fnrea das les qi
Ja bavendo usado da palavra por duas vezes nesla !''" l'}m '-?1 mmm' "lc I'";'1'' l""l'">n> d
queslao,anda nina soma nao oCMpel particular- "" lr.'"lu monibro. poisquo involve ella,, inad
nenie de laxar pondcrae/ics a respeilo dos negocios \e ,l,-",il,,la 'bvisao des.as duas pal,,, anles neces-
do corpo de Hiela, lalvczniuilo de proposito; por- "J1 "ls"'1"1'1 '' "'". I'"'."- .,,r;''
que iiomeindoslioalosciir.....rados que .sirrein. e '"-"''^ *" go- emv isla de liidu quanlo se diz |H>r esse mundo con-' I"11""1'1' ", Ir.imiuillidiidc publica, e s........a es
Ira o corpo policial, eu me le.........-......o un, pouco |'" ''uiprebo.id.da a re-pro-au din Crimea, be el.
embaracado. eeonfesso que anda nao lenho podido m,ca '"'-'*>lml'-1 P**. '.....eonveinenle algum
un mizo deluilivo a respeilo do estado desle hw.*|'Pl"da a ole iinsl.r. .. auxiliar d
linlrelaiilo. sao Iflo repelidas e l.io graves as ] P""'U-
ptop
edad,
iiliodda-
ror
rorp
acensarnos tel
culos parliculj
ponen de des
im i imiplclaii
dgiim
forc,
C|U
r pela
t forc,
mprensa, quer nos <
lie iiulrirduvidas ,
miilianca, cmquanlo osso neaocioi
nenie liquido c lirado a limpo o
usou-ine admirncao ver que o meu ,
comniandanle desse carpo, oecOM
leu, a alleneao da casa, dissesse que lem
crecen
lenle
I"
ele
< se ha\
ia era ai
lo, ido ao
I do pre-
o
li-
mo, umaso-
llencao ou-
npoauapan-
res|
nos re
inioiil,
, fea aeplii
offl
IHir isso que
Itc cdlcga
do be
leito aecusacoes lo pequeas qi
|Hisla...
OSr. fierra, /feo: her,.-ri-nic
Otr. 'fii/ar :-8up|
'or|K>; mas enrao es*
sidente, lomare! oulio camin
Euenlendn, senhores, quo ba roiiven
necessidade de une, quanlo anles, leuhii
luoaocomplela desle negocio, porque a i
Mica rnuserva-K alenla e ao uiesino Ir
sa.nJk, podendo rbrinar un, jBlzo dclinil
lo desla quesillo mr aguardar o resultado dos (raba
Ihos da cooimbao, qne fo iiomeada por esta a......,-
Mea: o governo lem rigorosa ohrigaoao de justificar-
se, c ola mesilla assenibla dovo exigir essa JostiOca-
S*o, porque ao gnvernn olii ronliada a gerencia dos
negocios da provincia, o Indos ..leon, que nao he das
colisas menos inipoi lano aquellas, que di/en, res-
peilo aos d,nlicn... pblicos. (Juaiido se ve q
apenas com duplcalas de minies, c erros de soiiin
-c- M-, tlir.uu alram os da ordem dos quo aqui
fe, io n Sr, inspector da Ihesourai la, parece qi
a quolao dos negocios pblicos osla absolul.
nliandonada, ou quo mili.....proiiosilo deixa.....
lelapidar os dinheros da provincia : eadmira eapa
lalinenle que, j se bavendo dado esse dofalqm
dprXratetu^^
a,b>ur,,,o,:r,.,nb,,,qe,a,,ouho,,,eu,empe
' i Si. ./ose Ped..; 11 Sr. presidcnle nao olll
em ii tbesourariu...
O Sr. guiar : I
rlou,... ihilaridade.'
n Si: Jod Pedro : EhIi engallado ; fui ocio o-
poutateo do thesourara, ciiuiprindo esse dever...
O Sr. guiar: Aqu me. easegurou Sr. segun-
do secrelano qm- o Sr. presidente foi quem deu uo-
licia a Ihoouraria dolo desfalque, iuleiramln-a d
l> Si: lote Pedro :Nao houve tal colisa....
II Sr. guiar:Um agora lio com o Sr. Brlo,i,-
tatta*.'. e os senhores vejara l romo so arranjaui;
mas, einliin, taja la romo fr, o cerlo he que je, lacas
mus o lira do annii liiiaurciro, e agora......rale M
(|ue se desrobrio a evisleueia deaso alcance que,
alias nao be lo pequeo, de H a conloa de ris!....
<> sr. Martin* Peiaru;De quarcuta....
OSr, guiar:bao he a moma cousa, porque
lana culpa bavci a se a falla fosse de un, como c
losse.de dez....
OSr, Jote Pedio :E pode ser al de 100
nao Ice m.M.la I......
O Sr% guiar:Por coiisoquoncia posso raaoavel-
menlc dizer que houve deleixo. deu-se, ,|u, da,
incuria a respeilo desse negocio....
OSr .yosr/,,-<, :_E,l engaado; a thesoura-
ra ralo hade raternulagrea....
O Sr. guiar :Tonha paciencia, cslou dzendo
ii que penm...
O Si: Jote Pedro :Nao deve (censar assim.
O Sr. guiar :\M< dovo pensar 1 posso, e que-
ro peusar assim, |.....pie o lrice juloiis.i-i,i,....
OSr. Jos, Pedro :Para os bous lina, lia di pen-
sar como llic convler..,
OSr. i.:. o i- Eslo, di/, do o que pens, (pen-
sando de ,i. i o. Un mm a- palavras dn uobre depula-
do. proferidas na casa a respeilo da quesi,,,,...
> Sr. .I.nr Pedro :.\ llie.eu,,a,,a (em dousem-
pregados, esles estilo eiie.u regados de nuln serii-
cos. podiam pols levar anuos nesla liquidaeo...
" Sr. Iguiar :Nao conleslo slo, mas o uuc -ee
he que Ii.im.i um desfalque cintra os cofres proviu-
riaes no valor de "i(o ce.....s de ris ou mais, que se
l-Kle, sem oflensa. allribir a descuido da fhesuu-
rana, porque se cala livrssi-rollo o sen dever. se
iioiivose examinado earriipulowmcnlr, esiuerilhado
Masrontas, ramoIbe encune, nao auparrreriam
--a. ineiaeliagea do so,,,,,,,........;l.' '.i,,,,!;.,'.,.,
por .,,qenc,.i um lio avullado ,l,-f,,b,o. K-
^beaieidade.e ......, m ,,,.,, q,, ,Uh y
O Si. ,A
ule. lio,
linnlein, couimul......mm
un sua longa vi.
marta, porm ei
i a quemo d'u
niela, a. Nlngl
ceden no Ro-I-,
io. o i,i,,s hje ronbecem qu
a all repreaonladopela poli
ni duas rloicoes, nina das q,
deveria sernulla, enlretanl
nos e por consequenria nulla-.'
ezi.i do Rio-Formoao lia duas lumias d
, e quando fol na occaslao da r.......io di
collegio eioiinral, lend.i comparecido ambas essa
lumias o haveudo duyidasopoi venl
l""........rrer liara a confccc.1,, ,1a ine
paz decidlo que VolaSMUl nniraineule os olelores ,|
una parcinlidaele -. mas, depoil.....lado o parce
i.-.,., sobre a verlcacao dos poderes, .!
as
allelo so
nuaulo su
lessa eloii
desse dr.u
apparecer
parece qu
loraiu lile
A frcgi
eleilorea,
ado ineinlun occupOMe
, das olearnos ilu Rio-I'ur-
agcni reinonloii-so al i
" "-io o aecunp,.....arei al
crin piuiln slo be, da
ignora nesla ciclado
uso durante periodo
-.iiliailn
m.....,
i"
lias do
juiz .1
ll.uunl.i,
lll
ci.lio collegio. ou decidi a mesa q
nein uns non, oulros. decisio ola quo ..,
nppo.ie.in ,| delegado que cura rnrea armada Inva-
11.......''"""U eolb-gio, que suspenden os Iraballln
para consiillar presidencia. Suhmellid.............
I gocio ao c cenlieriinenlo do governo da provincia do.
| ridio ole que deviain volar os olelores que lo, .un
| Tellos petoe cuidados do delegado, sem te lembrai
que dosla manein, a ferir um aviso inuil.i expresan
e novissuno. firmado lambe,,, em lei, 0 q.ial deter-
mina que, quando bajan, duas lumias de elellorc
,1 nina mesiu.i freguezia, essa. turmas nao concurra,,,
para a Cumpoalcao da mesa eioiinral, uein v........m,
venlieaco ou approvacao do parecer dado sobre a
validado dos poderes.
.....eelan foi que nanceo a divergencia, o ap-
pareceram duas acias do dillorenles rol legios, ou por
oulia, dous ron,-.- iclos era dlneronlaa lagares)! e
por isso ja ve o nobre depulado que as .lili, u|.lacle.
eleilorao d'aqoetla.......arca partirn. pnmelr-
ineiile da viulcucia empiegada pelo delegado, le em
segundo lugar da ilrrisftomenos j.isla do governo da
provincia, sendo que por sso me parece que ,,. ,|,i-
loraa que se n-liraram do collegio. por nlo quero-
rem fazer parle delle. proeederaiii muilo em reara,
icull,nulo il.upi, que se uo pode, cora ra/Jo. impu-
tar aos eidados que se p|Kizer,iin .is violencias do
delegado u'aquello comarca, o nfclil rosulladu do
plan,, que baxia sido Iracado palo delegado e palo
governo. Senhores, do que Mea dito rouliereni a
i asa que duis lados se cbocaram no Rio-Forinuso,
quasi a poni de so rom asnillos, o como ,1'alii re-
sullassc i, policia o desojo de vinganca, osl explica-
do 0 vordadeiro motivo que deu lugar sprisoo dos
Srs. Aulero, Aveliiio o Diniz, pieii|u.,lce ora preciso,
i enno ja em nutra OCCBaUe disse, que .esses lionicns
oxptBssouia sua ousada.....
O Sr. Maciel Mouleiro: lia colisas nfus bo-
nitas, do que o nuble depulado diz, oiiioulia acea-
io co as aprcseularci jior suas proprias pal-
l
loa ur-
nobre
lempo
> que
r Pedro :-Mh.
vacio
OSr. guiar:.... ccnlrolauln uprnvcilou-se a
occasio porque oulra pinlera no dar-so, ou mi ser
1.1o r.ivoravol. Alada anles deconlinuar, quero vc-
Inriosaincnle conlcslar no nobrc depulado, a quem
responde, duas propoakjoeb no exactas que elle
avanrou aqu lioulcni. Primoiraineiilc dovo diier
cpn- n.iic homo declmelo da parle do Sr. Joao An-
tonio, de que livesse ,mihecido os individuos que o
baviam espanoado ; era segundo lugar, ralou aulo-
risado a asseverar quo, sem o querer, o honrado
meinhrn se fci echo de um dolo, onibusles que se
invenan, miiilas vezes, oso fazem espaldar para co-
boneslar llns que se Ion cm vistas, quero fallar da
cerleza que aqui se nos deu de que (piando aquellos
individuosrorain presos, baviam sido e^conlradoaU
mi os cavarlos sellados para fugircin. Soubores ha
enlrc nos um rollega, que cnlflo resida uaquella'ci-
dade, c all evereia un, lugar imprtanlo, qu.,1 o de
juiz do direlo, o qual me alllriiiuu que osseboiilo
ralciiladamenle ospalbado, ojo passnu de um ardil
sem fundanieulo razoavel....
II Si: Cunea de llrilo: E oulrosaHIrm.iiam-
ulo o contraro,
O Si: guiar: Eqiierer-se-ho, seulioro, que
eu duvide por um moinenlo da palavi., o as.eiea-
o.lo de um iinssn eollega. que culac all so achava,
revestido da Inwadaata raracler de juiz .le direllc,
pe-oa do una luinoslul.iileopcoluil.uli- a Inda a pra-
va, ilesapaivon.-nln, |air nn ler i-ileresse n'.upiell.is
liara arredilar aquello que lio di/,.,,, o
ad., espanlo
'........."".'o
pnlllira oppos
ela, o q......
a, c nimias ve-
......ca a Sr. Ha
noel Ueuriqurs Wandcrle) sollieu doslas por.ogui
enes muUoi apoiadoi I, nunca passnu pelo que ao
lualmenle experimrala i apoiaioil. Pota he poaai-
vel qucsoiirasrin mormurar, boje que vigoraeqoi
impera o principio politice porque saerlcou-se
audandoforagid.....aotrado na sui
menor seguran,;,,-.'
" S/-. Maciel Mouleiro ;Isso li
de; be a Dome que lem....
O Si:. Iguiar: Declaro minio solem nenien le.
d osla na,ion.,, nao posso, nao quero seguir a gover-
no algum, na., posso neni quero perlenoer parlidu
ucnhi.....a/miados', dola.......eir mi.....iio. Ncm
so suppunba que ha cm men o desojo do mudar cm
nimbas clicas publicas, nao. era vista do queso
paan.....i nn un- emoigunliaria uii-ono de, siiflu-
candoqualquer reaentimralo que podeaee existir em
luim. ir pedir i.....liiefea deaso oulro partido, que
modossoiu un, lugar de simples soldado mis suas li-
le,,.,., urna vea que qninanm sinceramenle reme-
diar oso niales ; nao rae mporlarn. repito, o es-
tou ccrlo de que ellos me baviam de aceitar, porque
aabeni que era sou urna praea mora, nem um sol-
dado inulil.
OSr. /Ve/,,,,,-,, de Mello :Sisamos
pu,., o ealeJaoMM no domo pealo aampn
O Sr. guiar :-.; ,i acons,...... que o laca.
"......'' oiupresleni inlenccs doslas, o que ,ssc fui
que a conliuuareui as cousas dola manein, vendo
mcus aunos, e os houieiis que euconlrei sempre
lirmcsna advorsidado, perseguidos o roragidos, eu
procedera como me Icnbnevpiiinidii....
0&r,Flortnclo:A descrean he sempre um
OSr. Manoel Caealeanli:SSo ha deaerejo
nem aqui ba exercilo....
OSr. /./i,,,-:--Nse persuada niu-uem que
me arrepeudo do que disse. lque a cmara corla quo
nao rae emergoilhu de ler proferido as palavras q
caboda diaer....
0 Sr. Maciel Mouleiro :O que he cerl
que o Sr. Manoel llcurquo le,n-se adiado mal
oni se ler sacrificado por ole partido; ola he a ver-
l> Si: Iguiar :Eulrelanlo, o que ha domis la-
inenlavelnslo.oquodi* o qnedoc pe......sar e
lodos os pon,.....linanos, ha a causa roprobonsiiel e
impopular de lodas oslas .leudes I asolados I is-
lo he, a uocessid.....de suslenlar a camlMi.....-a de
"."'!......''"'-'lug deaamparade |h-Iu opiniio da pro-
V ncia, repellido pelo, piulidos em que ella se acha
dividid........poda encontrar salvacto ns
br.^prasijlente. ealou bem prsenle que
lepiiladu uSj'.-tloieuc-io lez.huiilcni uiin
cuau puitidn domine.....i por nohaverc
opporiunoelucidado osla queslao, ea prini
la parece que o.., acensara,, be procedcnle
bem rellcciir o honrado n......bro, ha de ron
lo confesar, que muilo acertados andarn
ilingeiu n urg.in dos,, partido, quando ng,
nina so palavra a respeilo da candidatura do Sr. Ho-
norio.
o sr. Firmelo :Foi conveniencia ....
(' Sr. guiar :Nao foi conveniencia, fui inspi-
ractodoto ; porque se se livesse hulado do obstar
-.....'.....Ndatura, os malos do a rater briumpliai
seriara euipregados con, antecedencia....., malot
energa e a lodo o Iranse. o Migo, quando ,,e.....le-
cessoqueacausado Si. Honorio fosse derrolada o
perdida. Icriamosde ver e lamentar cm cada comar-
ca um foco do discordias o cm cada lugar da provin-
cia anude a policia se boiivesso dedicado causado
Sr. Honorio, um abvsmo abollo aos scus babilanlea
apoiadoi). Os nobrea depulados freio quesabem
perfoilanieiileo que se peaou em Uolanna, 0 que a
bavendo. cquacs as razies |Hirque ludo se acaboii
em paz....
OS,-, litlellila :-Alli nada aconlcrcii....
OSr, guiar:Unto aconlereu....mas....eu i,c-
'. Icenei.....nobre depulado para Iba diaer que, de
Uolanna ha de saber h.....i quanlo eu ; sou lili,,,
d'aquella comarca, lenho all parcnlcs.ainigo....,
OSr. Maciel Mouleiro :Podara ler bavido as
srenas do San-Joso dos Pinhaos en, S. Paulo.
O Si: Manoel Cu.akuuti :Para bao mu, be
corageui. nem energa....
OST. Kilellila:lluvia muila gente dedir
para suslenlar a orden.....
O Sr. guiar Igira, sc dislo, muila
dieada para suslenlar a ordem I seu mnd
nhores, nao prelemlo la/o,
mas devo dizerque, por pou,
deram as menas secnas qi
1 .o.....- ; c seja-ine lcito d
licito por ler concurrido c.....
genlc.par.1 que essa. sernas nao apiuireccssi
ha Ierro natal. Iclzinenle. porm, senhores. ,,
provincia de Pcrunnihuro deu un, lolcinunho de
uon.lo ber un facilidade queso Ihe impAcui voula-
es dosarruzoadas i apniadm.; a provincia do Pcr-
lainbneo mostroii desla vez, que aopinio nuldira
he quasi sempre maisforlc do que o podor da aulo-
riladc....
o sr. Paet Brrele:Apelado, he verdade....
O Si: guiar IN.io onlrarei na a|,rocae.1o, ou
-xamedoses |icquenoi fados que aqui lora sidolra-
ndos cuino prova de exlorsao do velos, on romo ci-
licios do coaccionara que fo*se osleon aquello can-
didalo volado ; IliOflai nrc-up.ue, clellcs, |Hirquo (H
olio pou,a, iniporlaules, o.....-......pm ipee me parece
|ue algum podem ser jusllficaves, porm nn po.s
Icxar do reparar em que, ao p,,--o que a adniuis-
irac.iu se moslrava lao severa para alguns, fosse da
-naior indulgencia para oulros.
"nobro ndniuislrad.el cl.e provincia, rnnherod.ei
cuno deve ser de lodo os actos pralirados polo de-
legado da llio-Kor.....s, do.clea ,-loica,, primaria al
agora, Mriieada qne ella ti i canea nica da uulli-
dadede un eollegio Imprtanle, <> ai.....si,, verdade
se acha gravada na ronseleacia publica, parece que,
para justificaros scus principio, do jualica, deveria
as,,,, pessoa. O cdigo a
poc que, dando-se c.....i
fuga dn preso, ser a pal
ib- pristo i..... Irabalb,
negligencia, soja a pon ,,
Ja so v de-la,disposico,
duas hvpolhcso c dona grao
primeira Ormwe na connP
W......" baae a negligencia ;
|w a pena mala severa de se
atura
qm
aug
soja
traball,
segundo a pi
Si. Mnraiih
de alBrrnatl
eol fazond,
al. no arl. 139, duv
ra do guarda para .
de dous a sois auno
|ue. haveudo snnieiili
ira a Ires auuns.
, que a lei eslabeloc,
is de eriminalidade i i
venca ; o o seguncb
; nopriiiieirn raso im
le p
ia na
branda de Ir
(lia. so he do noloriedade, oda malo
que o crime do Sr. .Maranban puje a pe
base a negligencia, e que por sso ., pi
iilcuri.
lcr,K
qu
.le
cabe i,,- a de tros aaoea do priaao, no grao mailmo,
he i'vidciiicquc, se elle l'osso proeeaaado com aee-
leridade quo a lei recommenda, poderla j oslar
ora lberdado. porque Ihc he farullndo pelo arl. lili
do cdigo do processo criminal prestar Sanca para
poder livrar-ae solio. Mas,o(o lendo-so ainda realisa-
doos.a remesaa; e nSo podendo aquelleaenlior pres-
lar nanea pcranic o preaMente da provincia, he
correnle que. por esle lado, o Sr. .Maranhao sollre
una nao equivoca prcpoleneia.
Senhores, examinando aiuda ole aclo por Una
oulra face, elle se lorna odiusissimo o qa-i iiiquo:
mis sabemos que os aquarlelaineiilos mililaros nace
-n lugaros proprloa ,- competentes para prbgo ,1c
r-ns do juslioa ; mis sabemos incsiiio que. lia ponen
lempo, os Srs. Evaristo Mondes e Jugo Manoel
Momio-, queeelavam noquartel d lleaplcioruni-
inimlce aenlencaa, rbram mandadoa recihor .,,-,,
dca da ciclado polo seuhor ibero do policia, que.
com rugo, cnlcudcu que aquello quarjel ralo ce
prieto rivl! nos sabemos anda, e crco que lo,
publicado un eipedicnlc ,1o govcrnn, mu nflii-in do
bre adminlslrador da provincia dirigido ao digna
iz municipal lia segunda vara, era que S. Exc,
dava como abusiva a predica seguida al aqu de
i as prscH-s mililaros aos reos de Crimea fi-
lis; prtenlo, lando oSr. Mariano ,le roiniiider
por um crime dos desla nulurczu, nao devora ler
sido mandado para ,, quarlel de polica. > o senhor
chote de policia, que Iiuh.i procurado destruir om
enligo abuso e que h.iv ia mandado rci-olhcr cadeia
os Srs. Mondes, pal e lilbo. eslava ohrigado a n.io
perinillir que aquello preso, quo j se achava re-
cibido ., cadeia, os-e removido para o quarlel de
polica. Mas. irado assi.....roeedlda, e resultando
dease proced.....,,, a fuga do Si. Marinbo, he do-
loi...... quo um individuo que nao hecollocado no
eslado-muinr para sor carro, oiro, que un, iudmduu
de quem so nlo pode razoavel e Jceeiileincnle exi-
gir que anclo agarrado a um prem, al lias suas llc-
cosidaclo as mais particulares, responda pela sua
fuga. Porll..........0 parece odioso, que |k.-I .icio de
condescendencia de urna aulni icl.ulo vonha a sullrcr
iim pal do ramilla o a meama ramilla :
Senhores, so Hz osla digreaato foi para provar, a
arelo ler conseguido, que em urnas coueas a malee
severidado so slenla, a eveciic.lu da lei appareee,
poni por p,....... em oulras, porm, laida indul-
gencia, lana tolerancia anda momo que a paz
publica porigueeo sanguocorra!
prosdonle, quando falle) pola segunda
Na sessilo de bunio,,,, haveiidn dado j destino ao
seu expediente, doclarou* a assemblca quo recebia
com profundo |iczar a milicia da ma,da morlo de
S. A. I. asenbora D. Mara Amelia.
Dopois dislo ouvioa leilura do relalorio, que a
eemmtaafa especial enoarregada dn came das ron-
tas do eorpo do polira, |iclo orgo de seu relator, o
Sr. Paes Barrlo, apresenlou i inesma assenibla ; e
linda osa leilura, manden, o Sr. Manoel Cavalcantl
ii mesa a seguinle proposla :
a Pro|Kjubo que o relalorio da coinmissio seja
improso com urgencia no jornal da casa, remetien-
do-so una copia no Exm. presidcnle, aflm de o lo-
mar na llovida cn-idoiacao. u
Kiilo uinveu-sc a discusslo sobre a maneira de
considerar o dito relalorio, visto que a coinmissio
abslcvc-sede inler|ior era ronrluso o seu parecer, c
req i,enca a urgencia pira se discutir pmposla do Sr.
Manuel Cavalcanli, volou a casa por ella.
Ka liaran, sobro a materia do relalorio os Srs. Jos
Pedro, llanos Falca,, e Florencio.
No principio da dscusso toi mandado ., moa o
seguinle requerimenlo:
ee Requeiioquc soja dado para ordem do dio o rela-
lorio quo foi lido, mandando-so imprimir cora ur-
gencia no jornal da rasa.Afufar.
1 olido a discussao pascado aln, da hora, o achan-
do-se ainda com a palavra o Srs. linelos de Mello e
Florencio, i,....., a .....una adiada.
A ordem do dia para boje lio a inesma dada anlo
red.....ene,.......
Eis i, relalorio da coniinsssilo opcoal, quo nos
temos referido.
o SENHORES.
A commissao especial, Humeada por ola asscni-
bh-a para cvaniiuar n Miado do corpo de polica on
relacan a sua escripluraoilo e lisoalisacn, leudo pro
cedido aos lialeall,ns que llio pareeornin mais eco
salios paraehegar ao lim quo foro destinada ; ven
dar-Mes eonla do resultado do suas posquizas, a
quilos bem que incompletas, silo ns que podiam sel
razoavelmenle rellaa dcuiru do curio eapace do lem
l, do qne ella pode dispor, o na ausencia de dado
precisos, que a |Hidcsscin guiar rom segurnnra, en
nina trela Ubi dilliril o delicada. E foi smenle poi
osla razio que a coiniiiissn liiniloii as suas invesli
gaeOes Maegnlnlai
Conferencias das rolarnos de musirs, c exame
dos prels perlenccnlos ao anuo linanrcirodc IH.">I
1899 ;
a Dito de Igoaca documcnlos perlenronlo ao pri
meare semcalra da exereielo correnle ;
o Exameiiulvrodelcrmos;
o Dilo na cala do corpn ;
Hilo na arrecadacao a cala dos rardamcnlos ;
o Dilo no llvro de Carga o descarga do quarlel
la eonlereneia das rclai-oo de mola qm
un forneridos pola Ibesouraria, relalvas a,
io de IH1I u IH.10, reronhcccii a coinnnss,
una dillercnca de Hrl.laOO ronlra a fazen
da provincial, proveniente de abonos de sold en
duplcala, erros de somnias, e vcnriiiieiilos lirado
pare, pracas j escusas de servico, ou que haviau
descriad,,, cuino se v da dcmonsIracAn o coula cor
rento anneus; arado pan.....lar que as relaetea ib
inoslra, pcrlcnrcnlcs ao archivo do corpo, relativa-
aos anuos do 1851 i 1893, edoprimeiro semestre do
oven icio vigonle, alm de olarem cinendaelas con
tinta de fresca dala as souunas, mo s deixam di
conferir com oa reapeclivoa recibos, coran lamben
nto conrerem cora as reanles archivadas na Ibesou-
raria.
" A cnniinissao n.lu pode, por falla de lempo, pro-
ceder mu minucioso exame as relacSaa e prct-
perloncenles.ioexerccio de I Mil IMI ; loilavia
!.....a rpida Invealigacao que nelles fez, aohmi
que alguma dlllerenca exbte contra a Ibesouraria po-
los.....sinos remitas ja notados.
ce Paseando ao exame das reanles de inoslra do pri-
mero scmolro do exorcico correnle. enconlrou a
rouunissao um alcance coulra a fazenda de rs.
Ili^lls.-.IISJ, sendo T.l.li.-vs.l de abonos do sold)
i foi
i-ii,
cluple
ubi
ida
lio de
dillere
do soimna.
i pracas qu
ronlo o di
c A co
edianlam
neiro e fe
obseriou
ludas eo,
sidos.
<( A
K:m:isilJ0 (li-
so achara dea-
acia ab
la cei,i
rentes |mnlosda|i
correnle, como ludo se
.monslracilo juntas'.
inraisso n.io pido verilicarseeslos ullinios
enlos forran descontados mis mozos de ja-
vereiro ; iioenlauloclla er, i vista do que
los mezo anleriores, que as pracas ada
iliniiarain, ape/.ir disto, a reoebor se
omo
os do
-nlos,
li-.ll
oraos.
iccusacocs
i, cm Coi
le-leuu
ler, que
> meu peq.
id;
ule de-
lta, se-
, uingucii
,na nn |
bou u lli
uilo me I,
ouu icinlii
live occaaiia de fazer algumas coiisidoi
que lalvez parer.-s-en, doloradas e um pinico a-
Ibeias das malcras, quede preferencia devein sor
Irnladas, iRirra, iuloressanib, ellas ei proviuria o ao
sen bem olar. enlcndi mo dever ler uislo muilo
escrpulo. Nessa occasio live de lamentar que a ad-
minislrarode Periiambuco, sempre connada a po-
seas do oulras proi inrias, que nem conliecoin im seos
recursos.....n oble, lialeilii.nl.,- para ns deaenvolve-
-, o aptoveilarem, lenha oceaaionada a pandba-
i do progreaao era seua inalhoramcnlos maleriaea,
o a islo resj......bu-.......honrado nicnibrii, que ral-
Ion ora ullinio lugar, parcreudo-ine. que a sua res-
posla nto pelele allingir an lira a que so propnnha.
Esluii tongoe oto quero aqui cslabolerer einnpara-
ces odiosas enlre individuos, non, momo un- roliro
ei esle ou aquello, porm. solue o que cuido disse a
respeilo ilole, malcra, iiitocn o loloinunbo da pro-
vinriu ii,leii.,,c'i,-ii,c-......s Periiiiinburaiios anda
os mais apaixonadiurp.ira quo me conlcsleme pro-
rom so liouvo oulra*poeei einqtie Periiamhiico ca-
minbasso con, mus rapidez as viasdo nros|ierdado
publica, como uaquella om que presidio ao scus
dealinos um Hlho seu? Conheco que osle pensamen-
ln ha de ser inlerprctado coran una consequenria
de balrrismo o do ceg opirilo do prnvincialisiuu,
mas dzendo nani-amonle aquillo que enlcndo, bem
pouro me mip ni que allibiiain s ininlia. ideas
a erigem que ellas nao lecin.
Senhores. oslen len, lorabrado de que ale I--i i
esta provincia senlia-aa rheia de vida, de rairoaego
uaquilb, que di/i,, respeilo eu, sou cllgrandcoiincle
poindu imrqne Indus so inlcressavam a porlia
em que case engrandeclmenlo nio aonYease obslaen-
los, o porque os preside,,les que al esse, poca ba-
viam gnvernadoa provincia, liuliam nella mais ou
mellos seguras anaeBea, ,- eonheeiam que os scus
ulcrcsscs eslavaui ligados aos inleroso de lodos,
rosullaudn d'aqui que todas cuiicorresseni para osso
loiiMivel um, a para que eaaee adminislrailoros doi-
va-.. n, padrode gloria, que |iei|ieluasscni a sua
loiuhruiiru ; mas, desdo quo islo ressou, o que os
l'eruandiuranns fnram arreciados da governaura, te-
mos ufclisiiionle observado, que, longe do occiipn-
,om-se as adniinislracilo com a nro|ioridado o on-
grandccimoiilo da provincia, lodo o lempo ho |hi,i-
i-o para se consumir em pequeas rousas, quo nada
exprimom, o en, nada melborain u uosso oslado. Os
administradores so succedeni, olivera a quem quo
rom, o a Dual relir,i,n-so sen, podenca allingir ao re-
sultado que desojamos, porque sempre permanecen!
na iuleira ingnurancia da provincia. Fazenda urna
oxecino a osla regra cm lavor do Sr. Honorio, bo-
je viscunde do Paran.,, creio ler dado nina provade
jealiea o mparrialhladc, alm do que, Sr. visenndo
do Panino na nimba npiuiao, nao he um nonio que
peclent-a smente a esta ou aquella provincia, be
um nomo brasiloiro, e que pcrlenee ao Brasil iulei-
ro. Aquello estadista qoiz dcixar nesla provincia
una Icwbranca.ana, qui, satisfazer o aronipanbar
0 amigos om sous mais caros votos, quiz, linalmcn-
le respailar o einnir-ee ao opirilo dos Peniamkuca-
aos. Alm dislo, tendo aquello en,incido brasiloiro
1 sua drnosle!.....dea os meios, forcaa, auioridadc e
llnbesr, nlsvera de admira, que l.....vase iiellimlo
i caimuho dos luelhoraineu.....I., provincia. Sr.
rop
immbsto procuro,! verificar, como era ,1
r, se todos os nomos que figura.....as rola
oslraerara de piaras ofTccIlvamenle eah
eorpi. ; mas nao Ihe foi posshel rcnsai
le exame, porquanto, leudo exigido |s do
Indiipenaaveia para taso, que ata o llvro-
ns livros auxiliaro das compuuhias, Ion
la, que o corpn nao posaula laes documen
ios, exislindo apenas alguns cadornus do iissenlai-icu
loa de pracas, osqu.ies pola irregularidade com qui
so acham esrriplos, c pala falla de aulheulicidadc
que ucllcs se ola, nio podem inorccci ncnbiima t,
e uein servir de funil.iuu.nlo i, qualquer averiguarn
segura. Nao pode portairto a conunisso aveulurarl a
ose respeilo um juizo conscic-nciosn, pelo quo li-
mlla-ae aasalgnalaraemelhanleralla para sobre olla
do governo, que he smenle quera
alientos ns recurso de que pode
issu declara finalmente que exist,l
de reserva nina boa pOTCcto de fardamei,l<
nio distribuido, pode ella verlltcarque o panno,!.,
fardlas sendo inferior ao comprado ltimamente, i
qual alias, romo fica dilo, o fol por um proco exag,
rado, ainda assim cuslou a llftiOII o evado, como ~
ve do termo n. 6 de 5 de deiembro de 1851, do q,,,,
consto igualmente que nessa inesma occasio se con,
proo a 8900 (o ovado} panno para calcas do peine
quulid.iele duque,, das fardas.
i( l'assaudn ao exame fcilo na caita do corpo e
quo devera, segundo o lermo n. 13, de 5 do corro.
Ir. acbar-sc em dinhoiro l:2HG|il5, a coinnii...
na., enconlrou senio vallo fin,, idos por diverso |
liciaes, sendo de maior quanliu oque de acha as.i
nado pelo nosso honrado o Ilustre collega o 8r. c
pilan Meu im. Pocho, na importancia do .vrinnuu
rolo da quaulia de WMrjOOO.quc Ihc foi abonad.,
quando excrcia o lugar de lliemnireiro do corpo, qu
s deiiou en, 7 do malo do IM.
Alm desses vales exislemem caixa'oulros.cija
dalas se remonlnm aannoaaulrripres ao de IKW
lodos ellos eslo assignados por aiiligoaofllciao, dn
quao sracnlc doas o vi.le n uo carpo, c o sen lulo
solie a ft.ttsai. A roramissau nao podo deixar J,
lan.....lar a iuenra com que sto conservados Bindi
boje cm caita osses vales, em contrario a dkewsicii
da lei que manda lazor eflecllva a cobranca ib II,
pela Ibesouraria provincial.
Quanlo no quo respeila ao livro de carga e desear
ga do quarlel-meslre, a sua escrlpluracio se arle.
rom um alrazo de 9 mezes, pois que apenas chegj
junho de I8W. >o mesmo caso seaciiam os llvro
de ,1,-1, ilmir.ic, de rardaraenlos das rompanhlas, da
quao -.cnenlo constan) as dislribuicflo das pe.
leda, ale junlu, do 1N,| ; p,.|o que lito se pOileic
nhoccr aiquando esli as pracas alionadas de l.
danienlo. Cuiivindo por llm notar que o cor|, n.c.
apresenlou, como llio foi exigido, os pedidos do f,,i
clmenlos foilos pelua^oinmandantcs de eeeapenbia
ao cpi,iilel-,o.lie.
Pela rpida exposiro que acaba de ser feila j.
podis ver, senhores, que o corpo do |mlicla l
longo de ac liar -e em um eslado satisfactorio pil.
que loca a sua economa hlenme lisralisar.in. acki
se em circumslancias taes.qne revelara um vicie, pm
lim I,,.,.ni ioa I e amigo, o qual se nnfor de pnnnul,
removido chegar bem depressa a destruir complela
o, en le esse prestigio e cuilla nca. que devem sesaf n
aoompaiihar mu rorpo.que pela sua nalureaa, clin, i
que be destinad, lem por principal missAo delli-mlii
a v da o propriedade dos eidados. E esta verdad,
be lano mais dolorosa de dlzcr-se, quanlo he C0TM
quo o governo por sua parle nlo lem coiicorrido pou
ro para (hogar o carpo de policia ao pin,lo em qu,
boje so acha, doitando-o quasi em abandono, c iih
curando, como era do son dever, do lomar as niedi-
das ndispensuveis |aravilar o desvio do diiilic-
ro publicos.e ooladodW
mo".
(larii-.., jo.la lein- 210, de 28 do jouba do INI
diz : aOs rundas da caita do corpo nao poder .lo m
k prora do carpo, qnaesquer que sejan os raninos
o allegados para se conlralr taes cmprealimo.
l'o.ic non.....ib- ., lo, o. o lll. de II dejiinbo ,le
IH.10. dismn o seguinle no seu arligo ..<, Os fu-
ir do destinado para innluineniee. -,.er ,,_...,-,',,, i.-
i( a caita dn rol pu, que |e,,s.a i ser aduuiuslraila |.e
ce un, cnnselbucoiii|M>slo docoiiim.uiilaiile, quo pre-
" sidir o momo ronsclho, do inajor, como lisrjl
a da i .uva. c do mu rapilAo Ihesnuroiro. c ina
- don. uflieiais uiguos. Horneados pelee presidcnle I,
provincia, o qual fica aulorisado a dar um rrsu-
ci lamento, ora que defina as allrbuicoes do coim-
( llio, o dclcrminc ,, svslema do oseripluraco d.i
(i caita ; sendo ohrigado o momo ronsclho a dar
,( nuil.,, lodo, os anuos a Ihcsouraria provincial:
(( levan. I.,o.i a fazer enecliva a cobranca dos croil,-
ii los cxislenlw cm caita, e llcando revegados asdi-
.( posirOea do arligo 9. da lei n. 210 de 28 de iuiilm
i de ISWt.
'Se estas dlapeekjSce legblallvaa bouvessera sido
observadas, o a rop.irlle.lu fiscal livesse examinad,"
cm lempo, romo llio rampria, as relao'Kw de inoslra
que Ihe orara apresenladas nieiisalmenle, cello Icr-
se-ia evitado 0 escndalo quo lodos deploramos, e
osla aiseinhla mln seria ohrigad.1 a chamar a -i um
negocio que be principalmente da compelencia do
poder udminislrulivo.
A conunisso se dispensa de indicar aqui as me-
dida) que ellajulga necessarias purs ubslar que no
fuluro so repibun flelos gueio, por oslar rcrlu de
lim fleo ellas mo cscapar.lo s laica c ulerease pela cau-
sa publica, que Unto distinguen! a esta asscmbla
Ao ruialisarolcimporfoilu Iralialho, a coimni,
julgado sen dever inteirar-vos, de que era seuse
rao c n\,sligac,Ks foi poderosamenteajudada pe
i. cscriplurarios da Ihesouraiia de foienda, J,
quii Peri-ira Itaslos, c Cosme das Trevas Tcixeii
epclo lente reformado l.uiz Jaron) nwlgnario i
Sanio, os quao se lornam merecedores de (oda t
Icnro dosla assembla pelo teto, nlclligcucia c e
siduidado com que judaram a eoramisso, ac,
panhande-a lodosos dias emseus Irabalhos, do
as i horas da larde al as 9 da noile, assim como i
lodosos dias sanios c feriado. Sala dascomini..,
d'assembla provincial de Pcru.unhuco, 29 de mal
do 1833.F, A. Paet llarrelo./: llaphaeXde M,
b, Rego.Auguto Frederieo de OHeeira.
CORRESPONDENCIA.
aitones
cdia-la,
IIIO
pide re
dispor.
^.M
xa, pelo qual se
ledo, da llce-i.i,
dn.nielos qui
mesnio. Apena
ananlo eacripti
duis termos do mi
unpi
a caita da (idminislraro i
lisie aln oroiupcleule li>...
nhea da entrada do fundos roce-
la para l.n.l.....culo, o da sabida
,.....iprampara a manufactura do
liste o livro de leaos, que cura
lo com regularidad!-, monos nos
bril ,1 auno passud.......,
quilos Maura c.....o llicsourciro, as.i,liilo as lounies
do consellio, dando entrada do dinheiro, ole., o nos-
so eollega Sr. Martina l'creira. que eulfo so acha-
va con, ussenlo ola casa ; parece mo o ler sido as
pocas llovidas o nella mencionadas, por is-o quedo
formo n. 11......liante a escripia so acha muila tree-
ca.iqiczai' de se referir a dala, aluuin lauto remotas,
devrade nolar-ee que sendo urlica Uncar-ee no tor-
mo do um rae/ ., dope/.a reali-ada un olerior. acon-
Icoc quo nu ultimo le mo desle anuo ..ib n. 2j\ cs-
onplo cm 3 do corionio, ja se aeba laucada a despe-
ze, da I3.-O75WI0 de c,.....,ra de pannos para tanta-
menloa, cITocluada nu dia 2 do referido incz. E poi-
que alera dola rirciinislancia arcrescc que o recibo
comprobatorio de semeUianle do.pe/.i era paasado
por um individuo, que n.io lem casa de commerrio
ola praoa, assim como que diversas denuncias rc-
eraera a i......intawo de que aquello panno Cora ulli-
,n,inienle comprado rerolbiib, an quarlel para fa-
zer lace a quaulia cu, dinliciro quo devora exislir
am cofre, e bem assim que fdra oblldo ir um pro
lucilo que appareee na e.....a dada con
Araba de ser nnmeado juiz municipal c de or-
pheios para a ridado da Victoria e sen termo o Si.
Dr. Francisco do Souza Cirne l.lma.
Aiuda joven, mas dolado de qualidados e tlenles
superiores, oSr. Dr. Cirne ir |ior son, duvida do-
aemprahar ennvcuiciilemenloa commiasio deque
acaba de eucarregar o uoverno imperial. De um
carador inllexivol o de urna moralidade a lucia pro-
va, os habitantes daquclle lermo aeliaro no nninra-
(lu seguras garautias coulra a prepotencia de scus po-
lonlados, qiioliiuinplmm da juslioa pelo moice cl.c
corrupro e veualidade. So o governo acerlnssc neis
nomeacoc-s dos juizo, como folizmenle acertou na
escolba quo acaba de fazer paro a Victoria, cerlo ,H
juslioa enlrc n uto eslaria tilo vili|wndiada coma
e ac lia.
le.un.i- |Mir nessa parle os narabens ao Sr. Cirne,
c esperamos que cada vez mais foca por convencer
o subido conceilo era que he lido
l'.IIMC.xJAO \ PEDIDO.
,1,,
lescargaaeIhearareiroi enicmlc...
ato one devia proceder rom o malorea
rerldade nota negocio. ComoBeitodir
i casa da arrecadacao do eorpo onconl
le panno azul para fardlas o,-alcas, i
|,nlc-, conloado aquellas I,.",1 jardas,
ina oimunis.
limito o so-
indo^oella
KSJtT
oslas 1,1,19
presldonie, |a olou Cansado
devo abasar mais da pariera.
da
ipi
caso :
ata
son.
dilas. Por osla occasioacbaudo-sc prcsenlv,..
mandante Interino do eorpo, deriarou que irado li-
do aquello paiino mandado xir da lleihia em razan da
billa quo no mercado dola pracn exisle desse gene-
ro, nao liaba a remeau ehegado complela, faliaudu
a|wuas mis 2IKI cavados que do iam v ir pelo seguin-
le vapor. Eulrelanlo pela rcduccAo daquclla iiic.ll-
d.i a covados, v-se qne a dincrenca be muilo maior;
porqaanlo ceiiislando du reeilio passado pelo vendo
dor, e do respcdiio lermo, quo a porco de panno
comprado para lardas he 2.110 covados. o para ca-
plesele 2,11.1, leconliooo-so que rallan! na primei-
ra I9.> covados, o na segunda 11.1, islo he 910 cra-
los menos, ilo que a parcelo paga c consumi do ter-
i-opeclivo I A commissao prevenida pelas reve-
Im.cec-de.quej,, fez nionco, o leudo mesnu, mullios
para suppnr que aquello pairan sobre figurar por um
pen,exagerado,o do nenhuin modo rorreqiondenle
i siiaqualuladc, fora roiuiirado no morcado dola
praea a dte un da Babia, muniu-sc do amostras e
dingindo-.,. o diversos ueaocianles de pannos roce-
"l'c. eu ene bem riin.ladas as suas suspeitas, por-
quantooTrererldos negocenles fura,,, acedo om
avallar o iwnno.para raples em Ie20l) a lylOOocii-
vado, c das fardas em 29100 a 2600, quando a-
luelehsu,,, pelo proco de 2eWI0 e ote pelo de
.18.10,); coi lilicando-se a commissao de que no mer-
cado desla praea nao exisle a suppola falla de pan no.
deiquella.cp.alidaclos, sendo momo que; po, nego-
ciaules dignos do toda a f, ll, f assegurado qu,-
desla pro mera se lem ronullido |iara a ll.ibi.i panun
parafeirdamonlodelinpa. v
A comniis-o toubo oiiul., ,- pde afiaucar, que
no da M ilororrenlea rata de Jolinelon l'a ,-, ai
vooib-oa .\l.,,,,,,.|tl,,r,o,,-i,, AKe.,loM,,,ao.2pe:
cas do aseante panno, que se acha reculhido I roer-
axeaaaaaxar-^---i
lll,,,.. Srs. inoclelo, da asscmbla legislativa
provincial.Pela segunda voz, e com o mais profun-
do respeilo, ven, im eommerriautes de vendaseis-
bomas noli, cidade do Herir, recorrer a ola ro-
poii.i, el asscmbla, alim do que se digne litar una
naso re, ia. e um processo regular para a exaeco dor,
imposto sobre as bebidas opirituosas de produce.n
da provincia, como que seja abolido o arligo 9 do li-
lulo 11 das posturas municlpao, que nao pode con-
linuar como so acha. |Hir euiincnlemeiile injusb, e
vexaloriodoroninierrio, c porque sua eteciicoo dn
lugar a pralica das inainres imraoralidades.
J na sosso do auno protimo paseada os suppli-
c.-'iiles Irouxeram prescuca desla asscmbla Mas
queias, e com ellas as raao que as juslifiran, o
por isso esrusar-se-han de repetir quanlo disseram, e
menee que Ibes
van l0C
npurlancii
ligo
parecem do na
lio sabido |Nir xi'm, senhores, que o imposto d>
asscnlar sobre um tacto certa c ndicalivo.dc que ,
conlrbuinlo cali no caso de |der c dever paga-lo
e sobre ludo propnrciouar o seu grvame aos cora
los o a foriuua de que goza o mesmo conlribiun
oren ,li-
le: o imposto porn deque trillara os suppliran
he mo s cobrado arbilrariamonle sem lese cerla
invaiiavol sobre que elle asscnle, c sem a meni
allc-nr.io a procura o |iriidun;.1o do malcra qne fo-
sen nbjeolo, como que pela disposico da referidiL f,
INMluramiiniripal, liraudn us suppliranlrs i
do priineiro soldado de nolicia, e assim senil
. le
vel | cor po vi, I,i
1.1-se
ubi
n,,i.
O preco
gurdenlo
nrerla, he (
ais alio por que se podo vender o
uando baja arando prnrura e pauea
e 100 rs. a ranada de qunlro -a, r.u.i-
o o preco rominuin e ellerlivo he do 2IKI rs. a W),
Ora, devralo pura a deduccilo dohnposlo procurar,
seo termo medio, como ilelerinina o regi, lmanlo de.
18 de Junho de I8i.i, que regula a cobranca do
momo imposto no municipio da corte, o qne aqui
foi polo em exiKiic.1i, por orden, da proidcnrla do
6 ,1c selenibro de 1831, ho certo que o arbitrio, que
tomamoa exactores de man a ccdlecla peto pin.
mximo de 400 rs. he odioso, lie por de mais cv-
rcnlrro de lodos o principios mais cnmoinhns da
scioucia, he opposln assim noque Miela asna ia,
Mas, senhores, esse primeira arbitrio l.lg odioso, co-
mo ho, seria ainda supporlnvel so os etacloro pn-
Idiru. o nao ttzesaem acimipanhar de oulro, qaalo
le litareui o iiuniero de cunadas de iiguardeulc, quo
conde cada um dos supplicanles, e Islo sem oulra
ilu que o que liles parece, armitcrrndn il
uilas vo/es ou quasi sempre, essa quaoli"
ie o duplo, Iriplu, o mais duque resline.....
|>orla a etlrorco ib-sse genero era roda una ven-
da ou taberna.
V esle priineiro vulrave ajuuUi-se ooiilrc. de M"-1
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i fallaram ossunplicanlcs; pU disposirao 9 titulo ii vemla de agurdenles aos escravos, que na apre-
sonlam bilheteadc seu senhores, e mio os inh-aclo-
i," rajeilosa mulla de 3000(>fs., o na reincidencia.
Iimii do duplo da mulla, -nlfrcm 15 dia de prisi.
Na he nitaler grande estere de razio, aenhores,
fiara alcaucar quafllo he injusta, quanlu he vealo-
ra urna tal diaposicllo. O simple hom Alo, indc-
iwndonle de conhecimenlos jurdicos, exigidos para
otlalieleriinrn[o da base do rrime e sua punido
proporcional, coniprehende o absurdo desta dispo-
sico, rediglda romo ella se acha, o gravante quo
l,iln resulta ao cooimcrcio das tabernas, c a immo-
ralidade a que pode dar lugar. Sabis, senhores,
que grande uuinero de prclos e de homens de outras
rom alisto nesla ridado: he um Cacto que ncnhiiin
rararlcristico distingue os livresdos escravos, sendo
que mullas vezea ao paseo que algum dcstes se aprc-
-onla linipamenle veslidos.lrajando atcuslosas rou-
pas, alanos daquellcs envergam o audrajo da mais
mioplrla miseria : ora, sendo islo assiin, como se
bao de haver os taberueiros e seus calielros para
discriminaron). unnjj)e oulros, c assim cumprirem o
disposlo na citada postura? Demos porm, senho-
res, qua casa diftcrira.iriac.ao era possivel, demos que
os laberneiro podiam conliecer tola a popularlo
esorava, como porm a postura permute a venda das
uuardentes logo que neseravo aprsente bilhele do
seu senhor, ei-loem novo embarace, pois que sa-
llis com quanta facilidade esla condicao pode ser
salirfeila.
Oeste modo, senhores, ao passoque a postura mu-
nicipal ataca o cammercio, |Mindo-lhe pOas insupe-
i .neis. pe o-i commcrcianles merce de qualquer
|nioa, que, mancomtinando-se com um cscravo
qualquer, acha mel de pralirar as maiores e inau-
ditas eilersoes.
Senhorea, nao he da inlencfio dos supplicantcs
-nhirahirem-se ao pagamento do imposto legal, 6
neni eximlrem-se ao runiprimento de qiiaesquor
"lirigacocs que se Ibes deva impar om razao da prn-
li-sao que Icin adoptado, mas nao querein pagar un
Hii|ioato arbitrario, nao querem estar sujeilos a urna
disposleflo absurda, e que somonte tem servido |wra
dar lugar a cxlorsoes, continuando a fazenda, e o
publico em que tanto se falla, e que muitas veres
141 servem de capa para os mais reprehensiveis aliu
sos.
Axim, senhores, esperara os supplicantes, que
daiidii mais urna prova da Justina e illu-li.". que
caracterlsam voasas deliberac/ies, Ihes deferiris,
mandando organisar um rcmilanicnto que os pnnha
a salvo deasas injustieas, que rcsultam nao so do ar-
bitrio com que se fu a collecta, edmo da cxccucAn
do artigo ti ilo titulo II das postura municipaes.
K. 11. M.Por iiiini o pelo mais commerciantes de
vendase tabernas constantes da rrpresontac,o que
so refere a prsenle.Jos de Bilaneoitrt Amarante
maiii do 1851. Conforme.O serrelario Antonio
Ferreir da timunctai;ilo.
Mimotl Joaqun da Silea HiUelro, Fitral da fre-
guraia de Sanio Antonio do termo da cidade do
teif, etc., etc.
jo publico otra o devido cn'nheoiinenlo os ar-
tigo abis transcriptos das posturas municipaes
em vigor.
TITULO 9.
Arl. li. Ninguem a cavallo pndern galopar, ou
correr pelas mas c ponles da cluadc, excepto as or-
den.moi- montadas coftlciacs em servico; sol) pe-
na de pagar 88000 rs.
Arl. 7. euhum carro ser conduziilo a correr
nas ponles u os ravallos dcvrra ir a pequeo Irotc ;
o nas ras nao poderlo ir a galope : os infractores
crAo multados cm 6*000 r.
Art. 8. A' noilc nenlium carro deixar.i de Ira-
zer lantenuu com luies: os lufrarlores orto mul-
tados em 69000 rs.
Art. 9. Nos ras ou lugares da cidade onde
houvcrlama, ou agua cnipocada, os ravallos irflo a
passo : os infractores scrAo mullados em 6*9000 rs.
E para que seinelliaiilcs arligos tenhaiu a devida
cm'ci ic.in, lavrei o presente que ser publicado pela
imprensa.
Frcauczia de Sanio Antonio do Kerife 24 dr mar-
co de 1853. Manoel Joautim da Silva Itibeiro,
DECLARACOENS.
COMMERCIO.
AI.FANDEGA.
Ileildiraeilln iluda I ,i 2I\ .
dem do da 29......
319:9818112
MMfSU
3itmfiM
Deirairegati lioje 30 de mareo.
alera ingiera .s'ieord f'fsA mcrcadorias.
Barca inglesa Bealrice ditas.
Hrigue inglez Tairy baralhno.
Mies) inglez Cinthia dilo.
I'olaca sarda Prineipio mercaderas.
Talacho americanoLoper farinha c bolarhi-
nhas
Ilarra |mrluaueza Margarda scbolas.
Iliale brasili'in. Caprichoso gneros do paiz.
CONSULADO i.KltAl..
Ilpudimeulo do dia I a 26 .... 6i:4li296
Idcm do dia 29....... 333B|998
67-0901894
DIVERSAS 1'HOVINCIAS.
Ilciidimcnlo do dia 1 a 26 ... 3:2089660
dem do dia 29....... (-"- n.n
3:2718020
Exportacao
Boston, hialc americano Ibhot Derereu.r, de II
(mirladas, condu/io oseguinlc : 1,100 sarcos com
7.(110 arrobas de assucar.
fbrollar, barca ingleza liard Anglian, de 101
luiichda,rondiizio oseguinlc : 5,800 eeo rom
27,000 arrobas de assucar.
IIKCKBEIIOBIA DE RENDAS INTERNAS (E
RAES DE PERNAMBICO.
Rendimeiilo do dia 29...... 9748919
CONSULADO PROVINCIA!
Itcudimcnlo dodia29......1:7815222
1R1HI NAL DO COMMERCIO.
Pela secretaria do tribunal do cummercio da
provincia de Poriiamburo, se faz publico do ordem
do inesmo, que neita dala foi molriculada nesle tri-
bunal a tirina social hrasili-ira, do viuva Ainorinicv
I- illi. domiciliada nesla praca, sendo scu giro grosao Iralo.Sccrclaria do tribunal do ronuncrcio
da provincia de Pcniambuco, 18 do marco de IH.VI.
No ini|iedmcnlo do secretario,
Joo Ignariu de Medeirot llego.
OConscllio admmislralivo, em virlude da nu-
torisacao da presidencia em nflicin de 22 do correle
mi'/, lem de comprar para forncciuieulo do arsenal
de guerra os objeclosseguinles: 220 caadas de azei-
le de carra|>ato, 15 ditas dito de coco, 55 libras de
vela de carnauba, I8dilas de lio diNtlgmlao,3 dotlM
de pavios, 20 ditas de limas surtidas, 10 arrobas de
lalao cm lencol, 1 caixa com vidros, 8 |Mdlps de cou-
rodc lustre, l-'t varas de brim branen liso, 49 eslei-
rs ile palha de cgnopuba. As pessoas a quem con-
vicr a venda de Utcsobjectos.aprcsenlem as sitas pro-
pujlas cm carias1, fechadas, acompaubadas das con),
ielenles amostras na secretaria do couselbo, eslalie
lecido no arsenal de guerrra, as 10 horas da inauhaa
do dia i de abril prximo fuluro.
Sccrclaria do consclho ailininistratm> para fonie
cimento do arsenal de guerra 26 de marro de 1853
Jone de Brilo Ingle:, coronel presidente. Ber-
nardo l'ereira dn t 'armo, ^ogal sccrelario.
O arsenal de inarinha contrata madeiras de loi
paran fabrico da crvela l:nido: as pessoas a que
islo coimer apreseiilar-se-ha na secretaria da o
per.i do mesiiio arsenal no dia 31 do correle ao
meio-dia, para isla das dimencocs, qualidades c
mais rircunislaucius exigidas para laes madeiras, for-
mulart'in as suas pro-aulas.
REAL COM PA MI IA DOS PAQUETES INGLE-
SES A VAPOR.
No dia 31 deslc mez
cs|iera-se ila Europa
\,i|'i Sereivi, com-
iii.iii l.niii- Slroll, o
qual dc'Miis da demo-
ra do rosluiue seguir para os porlos do mil. Para
passageiros Irata-sc cm rasa du agencia u. 12, ra
do Trapiche No>o.
O arsenal de inarinha compra para as obras do
melhoraiuciilo do porlo, canoas no>as, ou usadas c
cm I" un oslado.
CONSULADO DE PORTUGAL EM PEH-
NAMBLCO.
Oscrcdorcs dosubdilo |mrluguez Aulonio Ferrei-
radaSiha sao rouvidados apresentar n'esle cou-
sulado, dentro cm I5dias, os seus titules ou cuntas
para sercm Hendidos o informados do que ha sobre
o oslado da heranca dcixada pelo inesmo linad.
Consulado de Portugal em Pcrnainliiico aos 23 do
marro de 1853. Jvaatiim llaplhla Morena.
PARA LISBOA
v.ii enrregar com a possivel brevidade a nova barra
(ralido, capilao Antonio Pereila Idirgcs Jiuiiui;
para carga c pasjageiliis trola-so mi
nseca l'ilhu : na i
gario n. 19, piiinel-fQ, andar, ou com o capillo na
praca.
l'AIt.V OJ'OKTO
val sabir com loda a presteza a barra portuguexa
e passageiros troto-sc na ra ikiVigario n. 18. pri-
meiro andar, psrriplorio de Thomaz de Aquiuo l'on-
scca & Filhos ou com ocaiijlflo na praca.
PARA A ILIIA DE S. MIGUEL pretende
sabir com a niaior brevidade a escuna porlugueza
Silraua : para carga e passageiros trala-se no eacrip-
lorio de l'homa do Aquinn Fnnseca & l'ilho, ra do
Vigario n. 19, primeiro andar, ou na Cinco Ponas
rom Manoel du Reg Lima.
Vende-so a barraca '/'en/adora,de lote 36 cal-
vas, hem construida o aparentada de um ludo,
pi inopia a seguir viagem para qutttuucr |H>rlo da
frovincia, ou Tora dcil, para ver e oaajniuar no
ortc do Mallos, junio ao cstalciro do Sr.rft|ucirc-
do, epara tratar na ra do Vigario n. II, a
de forneciinenlos, acharao com quem tratar
Para o Araraly sabe com brevidade o ljale
Anglica: para carga* e passageiros trala-se na ra
da Cadein do Becifc, n. 4, primeiro andar.
Para LsIhm o brigoo fKirluguez l'iajante sa-
be iiiprclcrivclinentc no dia 2:1 de abril: quem no
mh'smi ipii/er caiTt'gar ou ir do passagem cnlcnda-
se rom os consignatarios T. de Aquiuo Fonscra A
I-MI,: na ra do Vigarion. 19, primeiro andar, ou
rom rapii.i o Sr. Manoel dos Sanios, na praca
PARA O PORTO.
A galeota nacional SS. Trindaile, fabricada do
novo, segu em |hiucos dios, por ler parte do seu car
rcgainculo prampto ; para o resto do mcsino c |ias-
IMWllOI. Irala-se no csrriplorio do F. A. da Ciinba
S C. na ra do Vicario ii. ti.
3
LEDLOENS.
MOVIMENTO DO PORTO
IR7
Karlot rntradot noilia 129.
I erra Nova -28 dias, briguo hainhurguez lid, de
292 loneladas. rapizo Pclcr Oesau, cquipagem
13, carga bacalhao ; a Dcane Youle & L.
dem 28 dias. hrieiic inglez Titania, de 220 to-
neladas, capito lleur) Pearse, cqui|iagem 13,
carga bacalhiio ; a James Crablreei C.
A'Ofo /aludo no metmo dia.
liba de Fernando hrigue de guerra brasilciro
' rureiite, commandanle o cafiao-lcnente Pedro
lunario Muroni, coiiduzindo o preso Manoel dos
I'ibsos Rcis.
EDITAES.
O Hipa, Sr. conlador servimlo de ins|>erlor da
llicsooraria provincial, cm cumprimeoto da ordem
do Bu. Sr. presidenlc da pnmnria, manda fazer
fiuhlieo, que ua dia 14 de abril |iroximo viudouro,
ira novamenle praca para ser arremiilado, (K-ranle
a jimia da fazenda da mesma Ihesouraria, a quem
por menos lizer, a obra dos concert do acude de
l'raruiihanu, avallada em 605)000rs.
A arremataran ser fcila na forma dos artigo 21,
c 27 da lei provinriol n. 286 de 17 de maio de 18)1,
c sobasclauulas especiaes abaixo copiadas. spes-
elas quo N pro|iozcrcni a esla arremalaco. rom|ia.
rerain na sala das sessesda mesma jimia, no dia -
rima declarado felo nioio dia, roni|ieteiilemenle ba-
l>ililadas.
F; para constar so mandou afiliar o prsenle e
publicar pelo Diario. Secretaria da Ihesouraria
provincial de Pcniambuco 26 de marro de 1853 (I
H'irolan .turnio l'erreirada Annunciarilo.
Clainmla* e/periae da arrematan
1. As obras dos rc|mros do acude de Tracunhaein
far-sc-hao de rnnformidade com a planta c orcamen-
loappruvadoa pela ilirccloria em consclho c aprc-
cutadosi approiacao do Exin. S. |iresidcnle na m-,
piirlancia de 6058IMI0 re.
2. O arrematante dar principio os obras n |irazo
4k trila dias, o serao concluidas no de Iros me/es,
contados de coiiforinidadc com o artigo 31 da lei pro-
vincial n. 28(1.
3. O pagamento do importo da arrcmalarjo rea-
-r h.i em duas |iresta^oes, a |irimeira de oilo
" mi- da mesma ini|iorlnncia, demiis do rerebi-
nienlo provisorio, e a segunda de dous decimos,na
iscasiao da entrega definitiva, a qual devora ler lu-
ar um auno depoisdo recebiiiienlo provisorio.
1. Para ludo o que nao se acha determinad nas
presentes clausulas, nem no orcainenlo, seguir-c-ha
"quedispoc a lei provincial u. 2H6 de 17 de maio
do 1851. Conformc.-O serrelario Antonio Ferreir
du Anmmciaciin.
nillm. Sr. contador serviud de inspector da
i-urai 1.1 iirovinrial, em romprimento da ordem
ilnExm. Sr. prosidenlo da provincia, manda fazer
polilicoqec no da 14 de abril prximo viudouro,
iia ii, amonio prafa para ser arrematado, peran-
' a junta da fazenda da mesma Ihesouraria, a quem
por lenos flzer, a obra dos rourerlos da |K>nlo de
Iracunhaem, avaliada em rs. I:93(is000. A arre-
1^. inala*;o ser feita na forma dos artigo 24 e 27 da
:% 'i provinriol n, 286 de 17 de maio de 1851, c soh as
lamillas csfieciac abaixo copiadas. A pessoas que
priifH/oroiii a o-la airoinalaoit, cinnfiaiccain na
ala ilas sesscs da mesma jimia, no dia cima decla-
rado |ielo meio dia, compcleiitemenle habilitadas.
fc para ronslar.se mandou afllxar o presente e pu-
'licsr |.I.. Diario. Secretaria |irov inrial de l'er-
Bambuco 26 do marco de 1853.O serrelario Anto-
"i" Irrreira da Annunciarao.
CltmkUu etprciaet da arrematado.
1. As obras dos concertos desta |mhi!c ser.to fcilas
lo) conformtdtde rom o orcamenlo nesla dala apre-
ciado i approvarao do Exni. Sr. presidente da
provincia na importancia de l:936JOO0r.
2. Estas obras devenlo ser principiadas no prazo
de um mez, e concluida no de cinco meze, conla-
"foinodclcrnihiaorligoSI da lei provincial n.
3. A impoclanria ilcsla nrremalaxo ser paja
co dnas presloi.*> igiiaes, da maneira seguinle: a
lirimoira quando o arrematante llver fcil melade" '
sobras, c a cumula quand eslivercm radas ron-
nilas.
1. Dorante a everufo das obras, o arrematante
"*"' '*" Passagem para o Itmailo publico.
I t.i indi, mai, ,|n,. B, n5iiVPr dclcrmidado
ules rlau.ulas, oi un mramc....., e-
pic di-iif^. a |o proviiKial n. 286 de 17
r
iiir-se-ha i
THEATRO DE SANTA ISABEL.
IIMAFIIRA :.niE NARl E .8J3.
PRIMEIRO BENEFICIO
de
Leonor Orsat Mendes.
Depois de execulada urna ouverlura, |irinci|iiari o
espectculo felo bello c inleressanle drama cm 5
aclos,
A DiKiitf/.a de l.a Vauballiere.
Acto I. O Rapto:
Acto II A corle do regente de Franca.
Acto III O contracto de casamento.
Acta IV A duqueza eiiveucnada.
Acto V Os dous irnios.Dcosrasliga o crime c
prenieia a virlude.
PEBSONAGENS. .
Regente de Franr .... OSr. Scnna.
Duque de La Vauballicrc. O Sr. Bc/.crra.
Jorge Ba> mundo.....O Sr. Cosa.
Adriano, ldanle.....O Sr. Amoedo.
Morisseau. lalielliu O Sr. Mciidis.
Dargenville, ca|>ilalista OSr. Lisboa.
Duque de Saiut-Aignon. O Sr Jorge.
Conde de Cloir-Vaux. ... O Sr. Santa Rosa.
Conde de Sabrn.....OSr. Jooquini.
Um criado........O Sr. Rozendo.
Julia, lilha de Raviniiudo A beiieliciada.
Mara. ........ II. Carmela.
Fidalgos, Pageos, esbirros, ele.
Scguir-se-lia una jocosa farra ; c dar lim au es-
ficclaculo o eugracado duelo
O MESTKE DE MSICA
ou
Ilrnvo, mea bem, eta' de tremer.
No quid o Sr. Guhiiuics |ir oliscqui i beiieli-
ciada, anlara a parle de velho, e a beiieliciada, a
da dama.
Heesleo eapeclatnlo, que l.counr (Irsat Mondes,
no sen primeiro lieuclicio nesla cidade, lem a Non*
ra de apresentar ao respcilavel poblico, de quem
se confessa siiininainenle urala pelo hom arolhi-
mcutoiiuelhclein firodigali>ado desde que uqui che-
gou. lie dcste uicMiio puliln quo espera mais
nina provade iiiagiiauinidailc, coiicorrendo no dia
Jl do correle, ao espectculo aqui aununriado.
Os hilhcles acliain-su a venda em rasa da benen-
ciada, ra da cadeia de Sanio Aulonio, ti. 7.
l'riucipiursShoras.
(jiinrln-feira, SO do rorrentc, s 11 horas da
uiaitha, haver grande lellAn paro ferbnr roulas, i
por qualquer |trero, mi armazem de M. (^iniciro
na ra do Trapiche n. :I8, do seguinle : mobilias
lauto novas romo usadas ; Innra raiitlioiros j vi
tiros ; divors. vasus do inaiiiioie para adornos de
jaiilim ; ricos quadros rom cslanifias ; camas de fe -
livor-- livros histricos : e uniros iiinilos nli-
jecos, etc. ele, ; assim romoao meionlia cm intu-
ir lamhem a lu.: mu evcellenle cavallo tle sol-
tador, e um rahrinlct em milito hom
ohcrla.
Sevla-fcira I de abril as
11 ta inanlia, o senle
Auluues l.it.i Icilo no
-on ai ni.i /oi .in.i ,l.i Cruz
ii. 25, de trastes de lo-
dos as qnalidede*, noves
o usados, c muiliis ou-
Irtts objeclos que scnlo
eiilregu sem lintiio-.
AVISOS DIVERSOS.
Di-se uinii poirfm le jxtluros di'
lijlo*, quati toilos novo*, a t|uemonnai>
din- conduzir la rus de Santa Thereaa.
Flix Venancio de Cantalioe, mudou
a sita sala to alfaiale que at cntu era na ra do
Ondulado u. 7, para o ra do Creapo u. 6, onde os
sen- freguezes o acharan, cont scntprc, f)roiii|iln a
di-seiii|irnhartoda e qualquer ultra, tendente a sua
prnli-aii.
Aulonio Jos Duarte Coimbra relira-sc |iara o
Maianhio.
O Sr. Manuel lenlo de Barros Wandcrlcv di-
rijae ama dasCruzes, n. II, priiuciro andar, a
nouooi tle sen interesse.
A olllciiia dccocadiTiiacao da prora da Inde-
pendencia n. 12. de hojecni dianlc ,29 docorrcnle
perl....."cao Sr. PedroAlliins Rigucira.
Filippe Nerv de Olivcira relira-se |>ara o Rio
Ma ciini|iauliia a sua esrra-
a.
iiltililo inglez, rclira-se para
GRANDE BEDUCCAO MIS PRESOS PARA OS
ASSIGN ANTES DAS 15 RECITAS ULTI-
MAS DA ACTUAL EMPRE/A.
A cint-reza do Ihealio tic Santa Isabel querendo
epproiniar os |trecos os de* Ihealrua da Eumpa,
gencralisar o gusto pelo Ibcalro em Pernaiiihuc',
(em resolviilo fazer as al loraoocs segundes:
l'ara os assignantc* de 15 recita:
Camarones de primeira ordem. .
segunda s .
Icrceira ......
qttarla .
Cadeiras
Fra da uMignalitra.
', -i h m >
55000
19000
SKI
18500
Varandti............ 300
Arhando-seja a-iuitail- grande parle dos cama-
roles e algiiinas oadoira-, a- petaOM que desejarem
ser assiguaules qiiciram appareeer 110 cscriplorio do
(beatro.
A enifireza ronlinnar a esmerar-sc na esculla
do espectculos, c pretende levar srena aluuus
dramas de increcimeiilo,
AVISOS MARTIMOS
PABA A BAHA
lem ile Kffuir oom protexa o novo ee
leiro liiale nacional Fortuna, capilao Jone
Severo Mbreira Uios ; para car(ju e pas-
a(i'ro8, lraln-st; com 1 coni(;iial,iiins
un ra do Trapiche 11- 10, priineirn an-
ijW.
Para o Kio le Janeiro, o brigUC na-
cional "Elvira", legue d'entro em jkiii-
ciis (lia*, por ter parte do seu carregamen-
lo]iniiiipla; para o reato do menino, ptn-
lageiroi e em'ravo a frote tratare oom
Machado A Pinheiro, na ra do Vigano
n. 19, segundo andar, ou com o capitm
Filippe Nery de Oliveira, na piuca do
Commercio.
'PARA O BIO DE JANEIRO,
o brifUfl nacional /Y/rrasegu im|irelcrvpliiienle
no dia 3 de abril prximo ; para rarga miuda passa-
gciroB. e escravos a frele, trala-se rom Machado A
Pinheiro no ra do Vigariu 11. 19, 2. andar.
-- Para o Aracitli, segu 0111 poucos dia, o hialc
Capilmrihe: para O reslo da caraa e passaueiros tra-
ale na ra do Vinario 11. 5.
.laiteir, levando em
parda de noine Paul
Joo PoiiiL'destre,
a Babia.
O abaixo Mrignado, subdito |iorluuez, rclira-
se fiara Portugal. Manoel da Silra.
Jos Antonio da Cuiiha Uoimartel relira-sc
fiara Porlimal.
OSr. B. B. L, lenba a bondade de pagar a
quanlia que deve ha mais de um anuo a possoa que
nao Ignora; do contrario ter de ver oteanotne
pr eilenao ueste Diario.
OSr. F. J. de A. lenhaa bondaile de man-
dar pagar a quanlia que deve, a p--a que nao
iuuor.f, ha mais de um anuo; du contrario lera de
veroseu noine por extenso nesle Diario.
Alugn-su um silio na estrada de Paiiiamciiiin,
com rasa di' laipa e grande porejal tle arvoredos de
fruas : na ra d Passeio, hija n. 21.
Precisa-so de um ntico porliiguoz de 12 a 11
anuos fala caiveiro de venda, com pralica.ou sem
ella: na ra do Ronrio da Boa Visla, 11, 98,
No dia 15 de abril correm as rodas da lotera
de San Pedro Marlvr, na inalri/. da Boa Visla: os
bilhclcs estn a venda 110 aterro da Boa Vista, rasa
11. is, de Quintarle, Mlhctea a 12^. meto a 6.?.
quarlos a :I$HH), decimos a l|tJ00,e vicsimos |700,
C. J. Asiles i\ Companhia, eontlgnalariodo
hrigue sueco Otear Theodor, precisan! saber quem
lie o rcceliedor de nina caixa com pedias, marraC
n. ;l, viada no meenio navio, a ordem,
' Aloya-se una esrrava para lodo o servico de
iiinaia-.i e compra) a I2 do CollcgiOi 11. 16, li-rreiio andar.
Precie le de um eaiielro fiara venda : na
Praca da lta-\ t-la, 11. Li.
Aloga-ae um sitio |tor um u dous anuos |terto
da praca; Ponte de Urln'ia, Capulina 011 Mangui-
11I10, que lenba baila de capim pan doua ravallos,
c hatillo : ifucm liver, dirija-sc a ra da Cadeia do
Beeiic 11. 19, |irniciro andar.
Priiisi-se almiar 11111 siti |torjlopou tres an-
n-, na Pa-ajoin, Manguinbo, CiyJJniua, Poule de
Uclnlaou Atlliclos, com caso |.ara nnlla ; arvore-
dos: quem u liver annuncic u dlrtj*-se a ruada
Cruz, n. 20. ,
Precisn-sc alugar, riera casa eslrangcira de
!,, familia na pas-asi.....la Magdalena nina
prea.quc saiha rozinliarccngoinmar pcifcilamenle:
dii ija-so a ra da Cadeia do Becifc, armazem 11. 02.
Prerisa-se lunar um ili que nao neja milito
pequeo, c que estoja bem plantado de fructeiras,
sendo |tcrlo da praca. anda qiiaiidii a rasa oto leja
de minios eomniodos, oque nao se evige : quem o
(iver anniinric sua morada para so contratar.
LOTF.P.IA DE NOSSA 9ENH0BA 1)0
ROSARIO.
O Ihesiiiiieirn aiiniincia aos aiiianlex tleslc jugo,
que lem mareado o dia 99 de abril Impreterlvel na-
ta o andamento das rodas, anda qua liqicm hilhc-
les que se ||iossa arriscar : o reslo dos buhles que
cxistoin acban'.-se a venda nos lugares do costiinie.
G| AtTst) AO CO.MMFITn)
'vj Osaliai\iiassi;nailns ciinliniiain
F a fianipica' a ludas as elasses cm
(eral os seus snrliinculos de la/en-
dai por hai\iw ]>rcciis lian' mi-
nos a ilinliriiii, ou a prazo, conlorme
njtistar : no sen aiina/.cm da
piara do Corpo Sanio, curpiina ila
na do Trapiche, n. W. Kos-
tron Hooker A Companhia, negO*
cinica iufdczes.
f!-v
>a ra da Pcnha n. 23, primeiro andar, so
dir* quem da dinbeir a |ireinio, Inesmo cm |ieque-
nasquanlias, com penhures de ouro ou finita : e
quem vende una biblia em porluguez e lalim, pro-
|tria nara aluum Sr. sarerdolc.
Prerisa-sc alagar uin mnlvquc para siTvir a um
homem sollciro! |ireferir-se-ba un que calenda al-
guma colisa de cozinlia : na ra do Trapicho n. 16.
No armazem da roa da Hnada 0, l>, do abai-
xo assigninlo, precisa-se de um lioniem capaz para
andar rom carroca*: no mcsiim vende-sc una por-
codc mercurio em raixinlias de libra, e um brai;o
di-balanc.ide Boiitao ruin linios os seus perlcnce,
e duas canoros com lodos o perlences o uinlwi ;
a..iin como conliuiia a vender ral de Lisboa, a me-
Iborqiieha no mercado.
Jone Antonio da Sitia I innna.
__O dcpulffldojos Tlioniaz IVabuco de Araujo
iniidou-se |iara a ra da Uoiao, e reside em nina
das li es casa de sobrado, qno lie por delraz da casa
d bario 'la Boa-Visla.
Lava-te e cnuoiiinia-se com asscioe perfeicilo:
no palo da Bibeira doS. Jos n. 15.
Aluua-se o quartoandar do sohratbi da ruado
Trapicho Novo n. 42, a Iralar imi primeuo anda d
LOTEKIA DE S. PEDRO MAUTYR
O actual thcsourcii'.t desta lotera, a-
bnixo assijpiado. afirma ao respitavel
publico, (iue rttu' ilisiioslo a' l'a/.cr cor-
rer as rodas infellivelmente no dia 15 d
abril prximo, c tnlvra nnti, se a venda
iiontiiiiiar come est do : roga, portanto, nos amadores deste
jogo, (pie Ihe preatem seu vnlioso apoio,
uttendendo ao lK'iielieios que luht rc-
sultam pnrn nprovincia.
Jos Teixeira 4188)0.
Rodrigo da Costa Carvalho, relirando-se para
Lisboa, aoiule pretende fazer n su resideneia, nAii
pialo pela rapidez de sua parlida desta, despedir-se
de lodos os seus amigos que o honraran! rom sua
amizade e conlinnca, c pedindo dcsculpa dcsla fal-
ta, o faz pr nui ilesle, assegurando-tlies que Ili
sempre u cnconlrarAo rom seu diminuto presumo,
mullo prompto a cumprir suas ordens, c que er
duradoura em sua memoria a lemhranca de seus
amigos, de quem se ausenta.
AO PUBLICO.
O abaixo assignado faz publico que pelas duas ho-
ras da ni.mil'',i. pouro mais ou menos, do dia 27 do
correte, estando descansando sobre um dos bancos
lo passeio publico dcsle bairro de Santo Anloniu,
suri-edn tpie, leudo depositado sobre o mesnlo bail-
o son rhapco novo do raslor, que ha poucos dias
Uto linda custado 149, leudo tanuiem guardado nos
Intis IhiIso do collelo dous relogios de ouro, sendo
um com urna correnlc grosna do inesmo melal de
rosto de 2009 rs, c oulro dilo rom urna lllinha prcla
tic rusto ilo 1009 rs. Ihe forain roubados ditos ob-
jeclos tan sutilmente, que o inesmo abaixo assig-
nado si [nido conliecer quem rommelteii o re-
ferido roubo quando j ia bastantemente disimile:
roga pnrlnnlo s autoridades plias a apprchcn-
silodos dilos olijeclos, menos o ehipD que exige o
sen valor smeule ea eaplura dos prepreladorcs de
scinclhanle crime, de rujos o publico lem completo
ciiiiheciineiilo. (iiitrusmi: o uiesino infra assigna-
tl julua nada dever a quem o esl voliinlariamenlc
cnxov tildando, c inesmo iiifercionaiido com os seus
indecorosos e immoraes procedimeiitos, |inrem se
os dilos senhores se jiilgam credores do niesnio, e\-
liibam suas cenias para seren pagas, do contrario ja,
e jo so aparlcm da sua |iessoa, seiiilo |irolcsla sabir
pura ra e lanrar inaodos inciosos mais vilenlos
e rasgar regiao abdominal dos inesinos, cxlrahir
as visceras |iara com as inesiuas sercm enforcadose
suspensos iiociunc da lorre mais alia que existe no
Bccife, para cxcuiplo de loda a nobre |aipula-
cau ilcsla cidade, |Hirque uAo quer saber de pe
son aigtinia. Minenle as|tra a Iratar-se de iloencas,
latil itlivsicascomo moraesde que esla sendo ac-
riiiiimelliilo uestes ltimos (empoa ; pote que mo
|Htdu niaissitllror t|ne sttb asna sombrase eslejom
pralicantlo acutes iulolroiiionlc neuras, o infames
quosiiiiieiilc o |totliaui ser na Tarlaria.c inteiriiiiieo-
le indiniias tic ser coinmetlidas n nielo dos chin-
daos honrados, civilisodos, cordatos o morigerado
que liabilam esla heroica c pilorosca cidade do Beci-
fc. O abaixo assignado cs|iera juslira de S. Exc. o
Eun. Sr. presidente da proviucia, e lambem dos
cidadjos iiernamhiicanos honrados, illuslrados e
cordatos, vislti que a sua innocente cntiscioiioia iiiio
pide |ior mais li'iii|io resiuiiar--e a sol re as Infa-
mes injurias c |ieslileiilas all'roiitasque as almas Imi-
vas e torpee Ihe cslAo cuspindu coiislanleineiito su-
dre a sua face, e os empele c repelle para lonue
do si rom aquella roragciii que o cararlcrisa. As-
sim o espera. Franchra Joii da Silra Araujo.
Francisco de Paula Dia Fernando val i En-
rolla a halar de sua saudo; o dciv.i pr son bstanle
procurador a sea pa, oSr, los loaqnim Dias Ptr-
n.'iinlo-.
No escriplorio Ierren ila rila da
Cruz o. 2">, ochaste o deposito do meUior
rape e o mais acreditado de Jimio Paulo
CordeirO, da cidade do Itio de Janeiro,
seinlo ascaixas cm lucias libras, para mc-
Ihor venda ; este rape pela sua frescura
e aroma tpie conserva, assim lambem por
ser o mais imitante do de Lisboa, tem
merecido grande areitac.ni c adquirido
loila a prel'crcncia aos de mais fabrican-
tes nesle inipefio.
Joaqiiiiu de Almcid.1 Piulo, natural desta ci-
liado, pliarinareulico approvadu |telas academias de
Paris e Baha, scienlilica ao res|ieilavel publico, e
em parlirular a seus ainiuos que desde o I-do ror-
renl.....ez se arba de posse da bem acreditada boti-
ca ila Mitiga ra dos Otiarlcis dcsla cidade, por com-
pra que dclla fez ao Sr. Jos Mara (encalvo- Ha-
mos; protesta [misservir rom lanicia, zclo e aelivi-
latle.i lodos aqucllcs.qiie se diguarcm pnuurar osen
sricntilica atn
i l'donm pi
limo passado, passou a sua I
tos Quarteia th'sta cidade, a ser propriedade do Sr.
Joaquim de Alinela Piulo, porvenda que dola tez
ao dito senbiir. o oiiiiuncianlc roga pois os seus
boas e antigua freguezes de continuaron! ootn a
mesma freguezia. |Mir quanlo leudo o Si. Piulo es-
iiidadooscu carao de pnarmacla em Paris, verili-
cado o sen dipluma era nina das academias brasilei-
iUS, aclia-se assiis habilitado para bem desenifienhar
osdcveies inlierenles a sua arle. O aunuin iante
muilo so ufana de dar aos seus bous c anligos fre-
t'ue/csum tan hom surcessor.
Rodrigo da Coala Carvalho fa publico que
nesla dala ano deve quanlia nenliiinia de dinheir a
posma .ilgiiina. e que, relirando-si' pnrn Lisboa, dal-
ia por scu bstanle prorurodor, |iara |iodcr cobrar
a heranca que ihe porlonce do seu fallecido logro,
aoSr. Miguel Jos de Aducida Pernaniliiiro. c lia-
ra poder robrar os dividas que Ihe dovci......mallo
diversos, osen cx-eflixeiro o Sr. Jos Aulonio l'e-
reira lleno, quem naneado na nona serviros que
Ihe presin, durante lodo o lempo que esleve i'ln
soa casa.
Perdeii-se una diva de ouro enmallada, de-
nominada brasilea, saldado de alleluia na Igreja
quem a acliou pode entre-
sobrado de dous andares.
Molla, que sera roroinpcn-
novo eslabeleciiuenlo
Jos Alaria (encalves Baniin
seus andaos, efregueses, que desdi
do convenio do Canil
ua-la na ra Auniisl
mdc mora o cscrivu
sado.
No engolillo Mnssiii
de lav radares desoccupai
lavradores de ilo/ a vilili
lecer eloglOI n bondade d
> lia dous sitios
zes do neolher
iuVi preeinandn
|mr
IIIO-IIIO. .
Proclan se de um hom nii ir,-endo Ihviu pa-ji|iioin as .pretender dinja-se
ga-ee In'in na ra Imperial n. S, nadara. i ili. primeiro andar.
dedai
, r ca|
invadas.
terreno |mr ser bastante
nberiilo, |iorin como alaiicm de mais loiiae pos-
Ignorar, releva diaer que indos demaiisain em
lo de manxapd a pal, regado por riachos peren-
i.s, c de boa auna, que scrpcain por vaiveas rres-
as c lav radias em lodo o rigor do ver*, rolbendo
assim o agricultor Inda qualidade de lavoura, como
iiiilbn, feijao. verduras, sem fllar-sc nas calinas.
que all daili de desmesurada grandeza, e reprodu-
zem-seem -mas |hii inuilos anuos, como se pode
mostrar ; a mandioca he como se podo desojar, c as
mais qualidades que se nao mencionan!, 0 observa-
dor as reconlicre. Tem casa de vivenda. sendo nina
iiileiraiiienle ptima, OSOOiala |ir concluir. O men-
eiunada engenlio hesilona freguezia de lunara-sn. a
quatro launas dedislnnria, le nove da praca : quem
o. pretender dirija-so ale Jnaho ao meamn ennenbo
Unsaupa a tratar ruin o proprielario
l-ranristo l'ereira o"Airada Camera.
Saliisliano do Aquiuo Fcrreira rclira-se para
a Europa, deixando |ior scu procurador liaslanle
na gerencia de seus negocios, durante a sun ausen-
cia, ao Sr. Guilhernio da Cosa Correa l^-ilc.
__ l,ava-sc e enaonuna-se rom luda a perfcicAo,
ludo pi proco conimodo : na ra da Boda. n. 45,
|iriniciro andar.
__ Kona-se aoSr. liscal dafrecueziadeSanloAn-
tonio que lance sua- v islas para a ra eslreila do Ro-
sario, onde continuamente botam aguas na ron,
nrincipahucnlc ni |iara o lim.....o quarlcir.lo da
lurejii para oQueimaibi, lugar esle que das oito ho-
ras da noilo em dianle se nao Iranzila sem levar o
nariz arrolhado, que tanto he o fedilo. Isto |iede,
O Amigo da limpeza.
O abaixo assignado deixou de ser ajudanlc do
boticario da ludir do hospital do Caridadc, so bou-
ver luiiina pessoa que rom elle lenba aluum nego-
cio, ou a quem elle devadirija-e a nicsina iHilica por
este oilo dias, pois pretende rclirar-sc delta.
A O Illm. Sr. Izidciro da (xisla Oliveira lein
urna corla viuda do Loanda, na ra da Cadeia do
Becife, n. IW. ...
__ Aluga-e na run de Hurlas nin anlao corrido
de frente a rundo, ovoclleulc |iara hoinem sollciro,
ou familia pequea : a Iralar no sobrado da mesma
ra, n. 1:10.
-se I.OlKlOOO rs. juros do um c meio por
cenlo ao ion, sol hv polheca em bens de rail nesla
cidade livicscdescinbaracado-. pauando-se mrnsal-
menle os juros : qo.....prolendcr dila quanlia rom
a. i'nndiroi-i lirondas, annuncic, ou dirija-sc ra
de Aguas Veriles, n. 102.
Alona-so um iiioloipie que faz o servico de
casao rm.......' oVSevr, cana letren nsotov
Aluganise in-i ewrava para sorv loa de cas) I
a JoCoHegio, o.
Oncrece-e um rapaz fiorluguez para caixeiro
de venda, ou oulro qualquer cstabcleciuieiilo para
lomar conla por balance, ou sem elle, para o quo
(em bastante pralica : quem de -en prestimo se. qui-
er ulilisr dirija-s.- Pran da Independencia, n.
10, das 10 horas da mnnba s 2 da larde.
J, C. Babe relira-se para a Europa.
____lio-i pi-M' fallar aoSr. Caotano Alveada Silva
Malhciios, natural da Iregnesja deMarsaglonuCon-
celho das Chans d'Anseaen cm Portugal a negocio
de son inleresse : no Aterro da Boa-Visla, n. :I4.
Jos Cardozo dn Silva declara que por ter ap-
pnrccidu entro do igual nuuic se assigna Jos Cardu-
zo da Silva Pinto.
Na noitc da prinieira oilava de Paseboa furlo-
ram da raso terrea, que se esta edificando na ra
d Seve, junto ao sobrado grande onde j foi o Col-
Icgio de Santo Antonio, una porta grande do cosla-
ilinho de amarello, una dita menor de louro, c Iros
laboas novas lainbein de louro, quem souber onde
param tac objeclos, ou quem foram os ladros,
queira partiripar em dila obra, ou ao meslre da
mesma Joilo Francisco da Costa, que recompensar
o Irabatbo.
M.ME ADELE POIRSON COM LOJA NA
RA NOVA, N. 10.
avisa ao respcilavel publico e com especinlidade ao
seus fregueses que se acha com o seu cstabeiecimen-
I do mercaderas francczas novamenle suri id de
ricas e variadas fazeudas ebegadas |>clu ulllmo na-
vio Ir.moo/ ,y. Miguel, as quaes vende |ior precos
muilo commodos, comoiw'jam Iranias c franjas pro-
las c de coros para vestidos c capolhihos 1 ricas se-
das lisas furla-corcs ; pentes de larlaruga paracic,
os melhorcs e mais miHlernos que apparccciu : ro-
.....iras de lindo franzidas do muilo hom gusto; cba-
pelinas de seda muilo ricas para senhoras, ditas de
|ialba armadas e simples, capoladlos dogros-de na-
ples l'io-ilo palha ede seda |iara meninos proprios para
naptisado. ditos de fllro pardos, hrancos epreto,
milito linos ; rapellas de llor de laranja para noi-
vas, luvas de pellica |>ara homens c senhnra de
Fromenl; chapeos de sol de seda para homcm do
melhorcs que ha, ditos fiara rabee,, e nutras mui-
tas fazeudas que os frrguezes acbaro na mesma ca-
sa com sorlimenlo fiara se eseolher i vonlade, ludo
por precos niiiiln rommodos.
OSr. Jos Gcraldo de Lima dirija-sc na do
Queiniado, n. II, antes de relirar-se para Naza-
rclli.
Na ra de Sania Bila. u. ., fazem-se Iransi-
lins de cabellos, litas largas, rendas para pulseiras
e aderero, tranca fiara aunis, cadeias claslrcas [in-
ca relujo por preeo comtnodo ; na mesma fazem-se
franjas de rclroz e transilins do inesmo para roupas
de liomcm.|
Um migo do Sr. Jos deMcdeiros Tovares^
res|ionde ao auiiiincio do Sr. Jos Mara da Costa
Carvalho, publicad nos Diarios de l'erniimlnirn
ns. (i!) e 70. po muila duvida trac lavaros deva a
quanlia de tii.~'_' a massa do fallecido JogoAidonio
Martina Novaos. prt|iic alo era Novaos lio abun-
dante de dinheirn que ipiand vivo demorasseOBMI
eonla mais tle um anuo sem a robrar, sendo o de-
ilor prompto pagador nvUohO do fallecido No-
vaos.
LOTERA 1)0 RIO DE JANEIRO.
As rodal da quarta lotera a beneficio
da frej'iie/.ia da (ilnri'i correo no (lia 22
do crrante; a lista rom pelo vapor Mu-
ciuv, que se espera a ~t ou i do prxi-
mo me/, do abril: anda ha algum resto
ilc hilhcles, mcios, (piarlos, oilavos, c
vij]esimos, ipic le ventleiii nas lojas do
eii.sliime pelos piceos ja anniinciados.
O autor do anniiiirio B. B. L. lenba alioii-
dade de declarar a sua morada fiara sor procurado.
Por mais que.....lenba Meneado de responder
ao Sr. nonvino, que me tem provocado tilo des-
leiilmenle, todava, romo so tlinnassc citar o meu
lime iliiipporlunamrnlc, conveili que rcs|toiula ao
Sr. anoiivmii queeu n.lo frcqiicntei oslbcotros |iro-
fanos na qiiarcsmu, .ipon.r- fui ao drama Vivan-
deirn, |tor napea te-io Hilo, e ncm sido represen-
Indo entro oda, c bem poiiin ser um daquellcs que
be |icrmilliilo na quare-ina ; e nprovnllo a occasiao
|ira pedir oSr. miiivinn que seja tanto senAo
mais cavalleiio, crtin quem liiinca IhcolTeiideu |tos-
soaltiienle, Sen a-sinuanlc cobrigado.
Hacha I'auna.
Aluua-sc nina rasa nos Apipuoos rom tftiin-
ll, raftiui para douscavallos, sendo a casa milito
fresca e rom bastantes commodos : a tratar na roa
Nova. I(i.
Os Senhores Antonio Francisco de Souza Ma-
galniei Jnior, e Manoel do Naseiinentn Basloslein
carias viudas do Cear : na rua Nova, u. 10
O Sr. leiiente Aulonio llcitriqucs de Noronho
tem nina carta viuda da Babia, na ral Nnvi
III.
Boua-se a pessoa que anniiiicioii ler adiado
um cordAo de ouro, que |niblique o seu noine para
ser procurada, visto ler-e do rasa anniiiiriada
o morador dizer que ero enganoj da lypogrannia.
O a.hninistradiir da massn fallida de Moraes ,\
Soares avisa pela iillinia vez aos dovedores desles
que venham pagar -cus debilos sem mais demora
na sua casa, rua da Cruz n. 10. rertos de que
aipiolles que fallareni serilo excciilad- semdisliiie
c.lo : assim como Ibes avisa de novo que Indo c qual
ipur iiauamentoquo lizcrem a oulra |iessoa sera ser
ao abaixo assignailo considera ae millo.
Gustavo it. Prtuftr.
O abaixo assignado romprou aos Srs. Salus-
tiauo de l'aulo A liman a iirmacao c lodosos mais
pertenecs e gneros de venda que linham na rua
llircila n. I.'l: quem se juluar credor da mesma
dirija-sc a rua do Oueimado hija da eslreila n. 1. a
fallar com Jos Rodrigues adho. no |irazo do tres
dias. Becifc 'M de marco de lKi.1.Bernardino
l.o/ie.'dc (ireira.
X posse-a moradora na rua do Torres, que
roslunia laucar |icdras das janellas nos viandantes,
se adveiic que a na ler emenda, se participar au
Sr.subdelegado pan queocorrijn.t'm dosincom-
modados.
AOS FABRICANTES DE VELAS.
N Boa Visla, liecco iIik Ferrcinis n. 5., ha quem
ensille por methodn fcil a forma de so exlralur a
cor, o man cheiroe o azeile do soto, ou da grasa,
tirando a materia rom consistencia fiara se razercm
ha- vela-, limito aproximadas s de slearina.
Joilo Falque subdilo francez, leudo de fazer
una viaueni a Bio de Janeiro, deixa |Mir seos bs-
tanlos procuradores, cm prl.....IB lunar e gerente de
me fabrica a sua mullier Virginia Falque, e cm se-
gundo lugar aos Srs. Haladlo\V Companhia.
Comprarom-se os mcios bilbctcs da \." loleria
exrellenle rap nacional |iriuceza, da fabrica de J. J-
da Rocha o\ Cmpaiihia do Blo de Jaueiro, unde he
muilo apreciado, e lido polo un qno luelhor subs-
liluo du Lisboa, pela uroiido teuilhanca que com
elle tem tanto em cr como cm aroma. Elle be
tambera ja bem apreciado na Babia, Macelo, Ceara
eMaranoab, e gcralmcute em todas as partes onde
lora sido mandado ; vendo-so na rua da Cruz n. 57.
segundo andar.
Trnspussa-se o urmaz.ciii da rua ilo
Trapiche n. IV, proprio (tura cscriplo-
rio: a tratar no mesmo.
COMPRAS.
Coiiiprani-sc escravos c vendem-e, recebem-
sc de rouiraisao tanto para pruvincia como liara
fra dclla : na rua Veiria, n. 55.
a roa da Senzala Velha, defronle do Sr.
M.'iim-, piuior, i-oinpra-se todas as qualidades do
ferro vellie* e raelaes, awiin como oureh de pan-
nos linos e casemiras, e mulamlios de todas a qua-
lidades que servirem para fazer papel; assim como
cabos velbu, lona, etc.
Compram-se escravos, e vendem-se, recebcin-
se de cominlssao, tanlo para a provincia como para
fura dola; ua rua doQuarteis n. 24, segundo an-
dar.
Compram-so prcla- de meia dado o niesnin
vclbas, com habilidades ou sem oUaw, sadla, quo he
liara engeiiho; paga-se bem: na rua larga do Bo-
arion. 35, luja de miudezas.
Coniprnm-se patneacs mexicanos, a
1.80 : na rua Nova n. IC.
Cnipra--e nma cabra (bisollioa Icileira, de cria
novo, paga-se bem. Narua do Sol vallando da rua
do Cauo para a das Flore, I. sobrado no 2. andar,
n. 5.
VENDAS
CIIABMA.
I'liil opina por I '.li.il na, ti adiiznt.i em poltuguo/.
e adopluda para uso da academia jurldira de Oliu-
da, mais barato do que em nutra qualquer parle :
na Prar,a da Independencia, livraria n. G e 8.
TOAlJAS EtilARDANAI'OS
Na loja do sobrado amarello na rua
^.ueiinado n. 20 ha para vender um completo
Mesnrlimeiilo de loalhas de llnho o de olgodao il-
utados os lamaiihos, ealoalbado do puro linli
le varias larguras e ludo por preeo minio
........I ; assiin como guardona pus a 29550 c
:|>)200 rada duzia.
da nova frcgiiozia de Nos-a Seofaora da Gloria da
i'nle, os. 21.V.I e 4782, perlcnccndo de boje cm
liante aos Srs. Joan Francisco Marques, e Aulonio
Teixeira de Mallos, moradores na villa do Passo,
provincia de Macci.
Na rua Nova li. 18 loja de M. do A. Caj ha
sempre um urande lorlinicntode obras fcilas de to-
das as qualidades. lauto superiores, como mais ordi-
narias; camisas brancas linas fi-aurczas* e de cores;
rhapeus ranrezes linos; dilos de bada d'aba larga
hraiiros, ror de rhuinto. pretos e cor de vinho, os
mais linos que ha no mercado; dilos de sol de teda;
um sorlimenlo de pairaos linos o inermes de todas
as rore ; hrins hraurua c de cores de puro lindo, e
de oulros niiiilos padroes ; lencos de seda para ol-
nibeira ; dilos nara gravla; suspensorio; bonetes
liara montarla de senhoras; ditos para homens; palc-
lils; calcas c jaqueles |iara |iequenos de 10 12 afi-
nos; um ura me suri monto do palclos de lodas as cores
equalidades. Fazcm-se vrslidosnara senhoras nioula-
rcui a cavallo de merino do qualquer edr de tOsvOOO a
.MpsIMK) rs. Ha um sorlimenlo de charutos linos che-
gados da Babia, c oulros mais baratos para acabar ;
cinlini o fregus que entrar nesla bija, saldr
promplo de um tacto completo, Irazeudo sempre o
uiivernador do mundo o senliordinhciro.
Dcsappareeeu no dia 20 do correnlc mez de
morro um cscravo erioulo de nomc llviario, que
representa ler de i a 25 airaos, com o signaes e-
guinlca : cor fula, com un pannos prelo no rodo,
drilles limados, poura barba, alfhra regular, ecos-
loma andar rom um oharui atraz da orelha : jul-
na-se ler levado vestido ramisa de madapolflo, cal
. i o i.piola branca, c mais alguina roupa que se
Ignora, um panno do esloupa : suppoe-e ler ido
para algum dos lunares segrales, cm osquaeselle
lem o-iail engento Paulisla, Itamarar, enge-
nhu l'llii, Nazarelh, ciigenlio llapionia do meio
Santo Anlao, cngenhns Acudo Grande e Rcdoinoi
lili; por is- rogarse as autoridades podraos, es-
pilles de cani|Hi e mais pessoas que ovircin. de i
negar, e o levar rua da Madre de leo, loja n
i, que so-aii-f.ua o seu I raba I lio com generoso
dado.
Gossct Bimnul, urofessor de lu
Una fela esiola d Rio de Janeiro, roulhn
a dar rousullas gratis a- pulir- lodo i~ das
Uteis, da- S horas da manliaa al a moni da
no -ou consultorio, rua dos Cruz* n. '-".
Jnaqiiiin lorrcira MendosGiiimarile, reeelieu ni
limamenle pe i'miaete Bahiana, nova remeses i
Vende-sc urna esrrava crioula motfi de idade
20 anuos, bonito gura, sabe coziuhar ensaboar c
anda na rua: a tratar na rua Dircita sobrado de
um andar n. 56.
Vende-sc nina taberna rom |wucos fnndo.
nic-in a annacaocom seus ulencilius, narua du
Rosario larga u. 3, pois est muilo arredilada tanto
em charutos cuino cm sigarros, que ua dila casa so
fabrcala ; |iois o motivo da venda be fiorque o do-
no vai Iralar de sua saudc fora dcsla praca: c quem
pretender dirija-sc rua da Cadeia ile S. Anloniu
ii. 14, esquina do becco do Ouvidor, que l acharo
com quem Iralar.
Vciidc-sc urna poreflo de ferro fundido, imiprin
liara lastro de embarcac,1o ou para alguma fundi-
c.1o : na rua da Senzala Velha n. M, venda junto
ao becco do Porlo.
Vendc-se nina secretaria de ton) goslo, e com
segredo : no alen da Boa-Visla, loja de ralrado
n.58.
Vendc-se 14 escravos seiulu 2 oplirao molo-
ques de idade 18 anuos, um dilu boni coziiiheiro do
torno, 8 dilos de lodo tserv iro, 3 ecravas mocas,
quilandcira: na rua Dircita, u. 3. ^^
BSiSaSaS -mi HBtS88e8SffflaigKBSS
HISCADOKRANCEZA KiO.
j VendesD-OB riseaaiobos franrezes de cores li-g
Ras] o lindos padroes pelo baralo preeo de ll0g
|?rs. cada covado, havendo graudcsorlimenlo pa-jj
Sgra eseolher: na loja do sobrado amarello noajg
Stqualro raidos da rua do Oueimado n. 20. H
ss .-s*'.o6saaS352a83 gs^sspHBOB.nam^
Vendc-se urna negra de bonita hgura, idade 22
anuos, cora una cria de um auno, cuja negra lava
eiigomma, rozinha, e cose cora milita perfeicao :
quera pretender dirija-so a rua do Oueimado, n. 17.
Vendem-sc varia obras de prala, (sem feio)
como ejam 2 pares de oaslicaes, I espcviladnr......
.i -ili.i, l rolber grande para tirar sopa, 1 duzia
de rolhcres para sopa, I ': duzia de cha ; assim co-
mo 6 plices do Ihealro d'Apollo, isto por sen dono
-o retirar para lora da provincia : quem prcteuder
dirija-sc rua duCabugu, loja n.6.
Vendc-se urna esrrava, crioula, de 25 unos,
enguinma.cozinha.lava roupa de sahao.tudu faz min-
ia lioni: na ruadoCollcgio, n. 21, priineirn andar,
se dir quem vende.
Vende-sc, per seu dono e retirar paro finada
provincia, nina om olIonio commodo de caranda do
ultimo goslo, urna banqiiiiiba de amarello, um lava-
So dilo, c um cabido dilo, ludo cm muilo hom os-
o : na rua da Mangucira dn Boa-Visla. csa d-
renla.
O ,"!>, A.
Confronte ao Bosario de S. Antonio, vendu
enviudas conleudo ligde muilo bom sag, por
11)000 rs.; o a rctalho vende por menos quo outr
qualquer.
Veudi'-se urna esrrava, sem vicios, ncm acha-
ques, cora idade de 25 anuo ua roa do l.mMnen-
lo, n. 4.
Na rua das Cruzcs n. 22 segundu andar, veu-
ilc-so urna escrava crionlade 26airaos, que cngoin-
ma, cosechan, coziuba, c lava de salido, c duas di-
las que cnzinbam, e lavam de sabao c servem bem
una rasa, e um cscravo de nacao, do 30 anuos, do
ierv ico de cani|io, ou de rua, e proprio para silio
por ser de cuchada.
A 30000rs.
Vende-so bichas, ltimamente rhegadas do I l.m
burgo a 30ZOOI) rs, o rento, em casa de Joao la-
varos CordeirO : na 3 a da Madre de Deo, n. 36.
iHSg^BOmsWHKB BH8BS*S"S3SKa)
IGORTES BE VESTIDO A 2(M)( RS.K
1 Na loja do sobrado amorcllo nosquatro cantos
Idarua lo Queiniado ii' 29 vendem-se cortes deS
. riscadinho rancez cores llxas e Iwnitos |iadios|j
rom 12 cov ados a 2*100 cada corle. si
Vende-so um caixildo dedohrar, iroprio fia-
ra loja de miudezas. na rua Nova, n. 16.
Vendem-se duas casas pequeas na
lia do Jasuiim por letra/, de S. Gonca-
Irt, em chaos proprios ; cada, una com os
commodos sejjuintes : duas salinhas, dous
ptartos, co/uiha, cncimha meieiru, pun-
tal murado : quem as pretender dirja-
le a rua da Cadeia de Santo Antonio, ai-
mazetn, n. 17-
Vendem-se duas verandas de p.io ero tom ca-
lado rom as taboas do assento : qnem a quizer
comprar dirija-se rua do Collegio n. 16, priraci-
i andar.
Veiide-e um cavallo. castanho,
grande, Iwin andador, e profiri fiara
carro: na ruadoQueimarlo, loja de miu-
dezas, n. 25.
v ondo--o muilo nova e su|ierior fariuba da
Ierra em sacras porcominodo preeo : n berro Lar-
go do Bocife, n. I. segundo sudar.
- Napovoar,ao dosAflimaiUis, sition. II, vendo-
-o ellis livainente bois evilellas gordas, refeilas na
froguezin da Escuda, e |ior isso uiuil descalcada*.
c a carne he a mais saborosa fvossivel.
Veude-se um arelo de bouita ligiua, bom
Ir.ihalhador de envida o machado, e para oulros
servico-: na rua dasC.ru/is, o. 30.
NA LIVBABIA UA RUA 1)0 CRESPO, N. II
\ emle-sc a linda obra de D. Quiole do la Man-
cha eiiiln-paiiliiil, II voluinescvn 21 eslaoi|ios, Ma-
nual cnciliopedlco oi'iii o-lampa-, tirito das tmi-
do Purgatorio rom moa estampa. Museo Pitloios-
co com novo estompas grandes a IS000 rs,
FELICIDADB 8EI LIMITES.
\visa-sc ?oa araant.-s de Mena, que un Praca
da Independencia, n. 10. existe um grande quan-
l |/ido s.irliiiioiil d bilhele, mcios o enulcllas
.i -od.iqoarla loleria ., Ik'iicIicio da nova fregue-
guezia de Nossa Senhoia da (".loria do Kio de Ja-
neiro, ionio lanils'in de S. Pedro Marlvr de cilia-
do de (llinda, leudo aipmllcs chegad em 23 actual polo vapor ingle/ 7 to aquellas pcwoas que quizorem,estar habilitada-
a seren brindadas com algum premio qaedcvem fa-
zer compra do respcclivo bilhete com antecedencia
i chenadn do vapor, o qual -o presume chegar cm 5
domo/ vidouro, pois qne ese aguardarem para
ullimo dia. lalvez -opi dilllculloso ciiconlrarcni di
Hieles para comprar, como conslanlcuicnle esto site
ledeuilo, islo pela cscacez que seaipre ha desle oe-
nero.
\



WiV
\VV:\\\fc\\K.V^
DAVID WILI.IAMlIttWMAM. engenhelro ma-
rhinisla r fundidor de ferro, imii rosncilosemenle
nnnunria nos sonhqres propriclarios de engolillo-.
fazendeiros, c anrcspeilavrl publico, quoosou esla-
beleeimcnlo de ferro mi ido por inucliiua de ya|Kir,
a roa do Brnni passandn orhafaiiz, rnnlina eni
efleetivo oven-icio, ese aehn completamente montad
rom apparelhos da primeira qu.didade para a |ier-
feita confen-aA das maiores peca de niachiiiismo.
Habilitado para oinprohcnder quacaquer obras da
suaarte, David William Bnwmau, deseja mais par-
ticularmente thamar a attencafi publica para asse-
BUintes, |xir ter dolas grande sorlimonlo ja'promp-
lo, em deposito na mesma rundicaO, as quacs oons-
Iruidas em oa fabrica podem competir eom a fabri-
cadas em paiz eslrangelro, tanto em preco romo em
qualidade de materias primas c inaO de obra, a
saber:
Marhinas de vapor da mellan rnnslruca.
Moendas ile raima para engenhos de lodos os ta-
maitos, movidas a vapor por anua, ouauimaes.
Rodas de agua, monillos de venlu e serras.
Manejos independenles para cavallos.
Rollas dentadas.
Aeuillioes, bronzes e ebumaceiras.
Cav ilhoes e parafusos de todos o tamaito.
I.iu.i-, parns, rrivose bocas de foinalha.
Vendem-se tuhoaa de pinito lar*
gaa da Sliecin, costado, eostadinho, as-
soallm e forro para finido de barri-
cas : emento as barricas o as linas
i-enins di- lula, oleo em Ixitijas : alraz
do Theatrp Vclho.
A f. I ACIA
Da Fundicao' Low-Mor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Nestc eslahelerimciito continua n lia-
\er un completo lortimento de mora-
da e uiea moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, c taixas de ferro batido
e coado, de lodos os tamauhos, para
dito.
. pan
Moinhos de mandioca, movidos a rna6 ou porani-
inaes. e |ireiisas para a dita.
Chapas de foeaO a Tornos defariulia.
danos de ferro, lorneiras de ferro e de bronze.
Bombas para cacimba c de repuio, movidas a
mad, por animaes nu venl.
(mudaste, guinchse macaco.
Prensas hidrulicas eile parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras publicas.
Columnas, varandas, grades e porldes.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros de ma carados de ferro, etc., ele.
Alm da superioridaile das suas obras, ja' goral-
meiile rrcinihi-cida, David William Bou man garante
amis rucia conformidade rom os moldea e dose-
iiliosremellidos |>elos scnbores quesc iliunarcm de
(uzer-lheeucomniendas, aproveilando a nroa-ia pa-
ra agradecer aos seu numerosos amigos e freiuie/e-
a preferencia com que tem sido por elle honrado,
e assecura-lbes que na* poupara esforcis e diligen-
cias para rontinuar a merecer a sua ronliani;a.
DEPOSITO DE CAE E POTASSA.
Na ra de Apollo, arma/.em de Leal
Kei, vende-se nova c superior |K>taSSa;
assim como cal virgen empadra, cherja-
da ba poneos (lias na barca (ratidao.
RAPE PALEO COKDE1KO.
Vi ruaaCadeidu Recife loja n.jO, do Ginlia &
Amorhn, vende-se boles c meiofdltoa de rape raido
CorMro*
Ol QUE PECHINCIIA!
Coi les de brim lrancado_ltt.uici|-(;sm-,,tAJ"a de
puro linlio a If^SBrTTrua do Crespo n. ti, luja de
fa/endas. ^^
r..y~" Potnausn ninrrirnn.
' Noanligodcposiloda Cadeia Velba u. 12, etisle
nina pequea porrao de |Hitassa americana, rlirsada
rcrcnlcmenlcquepor superior rivali*arm a da Rus-
sia : vende-se |Mir prcen rasoavel.
__Vcndein-se amarras le ferro : na ra da Sen-
zala Nova n. 13.
1,280 e I, HO RA DO CRESPO N. 6.
Superiores cobertores de algodao, eacoroe mallo
oncorpados egraudes, proprios para escrav os, pelo di-
iiiiniilo precede 1*280 o 1H0 rs.
VII.EA DE PORTO CALVO.
\Cnde-se nina lelra e una ohricarao, neroila-. |">r
l.nurenco .Vives Piado da ipiautia do 3:,>t8,>V>:i
rs., morador na villa ile Porto Calvo proprielario ;
I.I/-M- lodo 0 necorio para saldar emitas, anude lia
dividas niin tem berdeiros: na ra da Cadeia da Re-
rife ll. 8.
No lorie do Mallos, defronle do armazem do
Sr. Joaquim Francisco de Alm. ainda li'in para
veuder-seescravos de ambos os sexos, boas licuras ;
assim ciiniiisola, pelles~de cabra, e boas labirinllios
ai'euladosem boa cambraia de linlio; e ludo ven-
de-se por precos commodos.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Na ra da cadeia do Reciten. 50, vendein Cunba
,\ Aniorim barris rom 1 arrobas de ral em pedia,
recenlemeulc chegada de Lisboa, e polassa de boa
qualidade.
Vcndeni-sc lonas, milito em conla : no arma-
icm le Pov Brolher : na ra da Cadeia do Itccife,
i. 62.
Vendem-se os verdadoiro- selliMlngieies, na-
leille. de Minl.l O -eluoll.i: .....II.I il.l>eli/.l la No-
va U.43.
Na porta da AUandega armazem
n.20, vende-se oleo de linliaca, em por-
co'cs a vontade dos compradores; ucoi^-
inilao*, i linmbo de niiini;ao' e saccas
eom i'arello a 4,000 rs.
imMWBEB%S8m.
:-,: -m.
HOMEOPATHICA
38 ni \ DAS CRL'ZES 38.
Dirigiia por um pharmaceutirn approtao
Ksle eslalielecimenlo possue IihIosos me-
dieameiilosal auoraevpermietil.idos, laulo
na Europa romo no Brasil, e preparados lie-
las maeliiiias da iuvencaA do Dr. Mure.
Carlcirasdc Pilubosal 160, porpreeosva-
riaveis, rouforme a qualidade das ramas, a
quaulidade dos remedios e sua dynanii-
-acoes.
lina rarleira rom o 21 principar remedi-
os liiimeiip.il iei>- c 3 obra differenles, indis-
peusaveis para os prineipianles que-e ipii-
/erem convencer da verdade da nova medi-
ciua ;conlendn alm de niuilosconsellioscli-
nieo, a iialliogenesia de 1 meilicamenlos
.por.................a.">?(KKI
Tubos avulsos( cada um ).....I900II
Tiulurasde lalos o medicamentos em frB-
| eos de J4 onca............tMH)
AVIAM-SE CRATI ITAMENTE
para os pobres, lodos asreccitas que para ali
mandar qualquer professor.
Na mesma Ixiliea eiiconlrar-se-ba sempre
um grande sorliinenln de livros em porlu-
uue/ e franrez, e eiiitim ludo quaulo lie ne-
cessario |ara o esludo e pratica da liomeupa-
Ihia.
N. B. Reformam-segraluilamciile lalas as
1 arteira vendidas no cslabcleeiincnlodc ru-
jo remedios, |iela bumidade ou i.. -1 pial-
quer oulra causa, llvercm sido deteriorados
(TRtAiiK OrnaiTa:
Veude-sc milito superior cera de carnauba de pri-
meira surte, laulo em |iorcao como a relalbo
ra N Ja n. 55.
Vendem-se lonas, brin/.a, brins e meias lo-
nas da Kussia : no armazem de N. O. Uieber ^
Corapaphia, ua ra da Cruz 11. 4.
\>inle--e nina casa na 111,1 da Caincordia : a
halar cnni/iilio Veiuardiuii da Silva Mello, na ra
>Ya Cniao, I. h ..nie do carlorio do Sr. Porloi'arreiro.
miM I mil I. DE AVARIA 111 KM IIEINAHA'
DE COMPRAR,
Cintas niiudiulia linas de todas as cores c h va- a
'NiiMi r. a peca, e o cavado o 160 rs.;algodosinho
liso com 17 varas a tSWMI rs., a peca ; cintas cabo-
da em deleito a IfiO rs., o rovado : uarua doCres-
|mi loja da esquina que volla para a radeia.
Vendem-se queijos Imidrino, dilos le pralo
limito frerae, lata rom bolacbtptia, soda ingiera
em |.iin;.Mi e a relalbo : na ra da Cruz 11. 46, dc-
1 i.Mile do Si. Dr. Cosme.
OHAKDE rADBlCA DE CHAPEOS SE tOX.,
KOA DO COLLEGIO M. .
J. TalqUe faz srienle ao res|ieilavel publico de
l'eriiaiidiiieii. c em parlirnlai ao* eni frouiBies,
que acaba de rereber de Paris, como do Rio de Ja-
ueiro, la fabrica de Falque IrnuUta, um lindo e
(limpelo sorlimenlodecliapeui de sol de -ida e de
pauiinlio, tanto para liomeiu como para -enboras,
leudo jiara os pnmelros um esrolhido sorlimenlode
rbapeos de-l com cabo inleirieos e- in.ii- lindos,
qiielem viudo em eariealuras diversa, dilos de cau-
11,1, ele.; grande iiuantidaile de sedas e panniilio
em peca para cobrir armacoes -ervidas, as que forcm
de ferro, enverni-am-se que ficain novas; balei.i-
lamas, eslreilas e de ac para iparlillios e vestidos
.le sciilioras, lieiiualas.biiiiil.i; robre-se e roncer-
la-setodaequalqucrqualdadedc cbapos de sol:
lodosoaobjeetos aetioameiieionados vndenme em
jiorcao e a relalbo por meno preco que em oulra
qualquer parle.
Vendem-se Vinlin
legitimo, i' de itip%rior
rasa ile Kcllcr A C, rila
MOENDAS PAIENTES DE A. EE.
DE MORNAY.
Em rasa de Rolhe & Bidoulae ra do
Trapirlie 11. 12 acbam-se constantemen-
te a venda MACHINAS INTEIRAS E
MEIAS MACHINAS de varios lmannos
desla conlriirca(V. Eslas MOENDAS tem
a vanlagem de estrabir da raimas, por
eima de l.'i POR (.KM O mal- caldo duque
as ordinarias, rom a mesma torca motriz.
Acbam-se lambcm na mesma casa TAI-
XAS DE FERRO de modclln superior, e
ARADOS TODOS DE FERRO da arre-
dilada fabrira de RANSOM EMAY
de e
piabdaile
da Cr
un pague
em
11/. n. 5.5.
Depoiito da fabrica de Todo os Santo, na Baha
Vende-se, em casa dcN. O. Biidier C., na ra
da Cruz 11. 4, algodao trancado d'aquella fabrica,
muilo proprin para sarcos de aucare roupa de es-
rravos, por preco commoilo.
AcracU da Edwln Maw.
Na ra de Apollo 11. 6, armazem de Mr. Calmonl
fi Compauliia.aeha-sc cnnslanlenienle Imns sorli-
menlos de tainas de ferro coado e batido, lauto ra-
sa como funda, moendas iuetiras lalas de ferro pa-
ra animaes, aaoa, ele. ditas para armar em niadei-
ra de Irolos os lamanliose minelos os maismodei nos,
ni.!. luna lnni-i.iii.il para vapor com forca de
cavallos, cocos, passadeira de ferro estanbado
Sara casa de purgar, |Mir menos prei;o que os de co-
re, eseovens para naviie., ferro inulez tanto em
barra mino em arcos c folbas, e ludo por barato
preco.
Vende-se marmelada nova em buretas de I e
-Milu a. 1 amabas com 2 e i libras de pera, dilas
rom 2 e 4 libras de aincivas, caivas rom massas li-
nas de e-i 1 ell lidia. ludo muilo superior: ua ra da
Cruz do Rerife 11. Ili, derroiile doSr. Dr. Cosme.
Vende-se vinlio da Madeira de superior qua-
lidade emquarlose oilavosdepjpa, por preco rom-
modo: no armazem de N. O. Uieber & Conipanliia
na ruada Cruz 11. 1.
O 59 A.
Confronte ao Rosario de Sanio Antonio, vende ri-
cas eaivinbas eom amendoas e COOfeitOl, C tambera
frasquiulios detodo o lamanbo. xarope linos eo
nielliiir de lodo o doces.
r\l KEI'INAD0R.
Vende-se um preto' perfeilo relinadoi. o |ue se
anana: em Olinda, ladeira do Varadouro n. It.
O 39 A.
Confronte ao Rosario de Sanio Anlenio. deposito
de massas linas, vende cbocolalo em pattilbas, peilo-
ral. parase apromplai 011 Irazer na bocea, dito do
Lisboa, dilo estomacal, dilo a t"rs. o pi,
Veiidein-se espi'lbos com moldu-
ras dourada, os mais ricos que tem
Bpparecido ueste mercado : na rita da
Cruz do Recite, n. iO, armazem de L.
Schuier \ C.
^ Oaaie.
Vende-se geaoem barricas, clieuado ulliinainni'-
le : em casa J. hellei A Coinpanbia, ua ra da
Cruz n. 55.
Moinhos de vento
com bombas de repuvo para regar borla-e baiva
de capiui. na ruuilicai'i de II. W. Ilouman: na ra
1I0 Bramos, ti. 810.
A 6,000 rs. penenos, 6,600 rs. (raudal.
Veadem-aa cbapaoi e sol de seda iuglesa de
superior qualidade, pelos piceos cima : na rila
doCollegio 11. 4.
A laSM RS. 0CORTE DE CALCA DE 9 l|i
VARAS.
Ilrim Iranrado brauro de puro linlio e muilo 011-
eorpado: na'rna do Crespo, lujada esquina que vol-
la para a Cadeia.
Vcndcin-se relogiot de oinoe pra-
tu, patente ingle : na ra do Sen/ala
Nova n. 2.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de Ierro de I). \\.
Bowmann, na ra do Brum, pastan-
do o chafar continua haver um
complcio lortimento de taixas de ferro
fundido e balido de a 8 palmos le
bocea, as piaes acliani-sea venda, por
preco conunodo e eom promptidaQ i
embareain-se 011 larrei'am-seem 'arto
scni despez oo comprador,
Na ra do l.ivraniento sobrado n. III, vende-se
por lodo o preco, bis prclos e braneos, soda prela,
cbila para vestidos, de varios padrees, dila para ro-
barla, diales de seda, maulas paraeiilnira a meni-
na, lencose oulra rafeadas para acabar; assim co-
mo um aderece.Irancclina allineles, conloes, briiu os
aneles relogios, i\c miro e prala, corrouli-s para os
mesmosc oulras obras deouro e piala.
POTASSA StPERIOR
WiHlrin-sc por precomito couh
modo, no armazem n. 7 de cues la
alfandeea, deJoad Joac|uim Pereira de
Mello, ou no eterptono de Novaet iV
Gompanhia na ra do Trapiche n. 34.
Vt'inicm-M't'in esM de Me. CalnioBl & Cwn-
|i.iiiiu,i. ii.i prac \ ruin I' Marst'ilIt'Pin r.iix.is dr l ;i ti dti/jjts. linhtl
fin aovallui ecorrelei. breu cu barrieai mofto
grandWf aro Ir iuUi loHldOifern iiiglcz.
ATTENCAO'
(IRAM)E RSTABEI.ECIMK.NTO DE 1 AZEN-
DASI'OR BAIX09 PRECOS, 10 A DO CRES-
PO >. U.
lua ...i. ... de cobertores da Rabia, muilo pro-
prios para eacravoo a bw, a graodaa non rs.,
cada um. cbilase riscadinbos. fa/enda lua a i.-hihi
rs., a |icca, a eovado a IWI rs., dilas miiidiulias
Cora de rosa o nas, 0 6*500 rs.. a pera, ecovado
180 rs., dila encarnada e cor a"peca, ecovado (MI rs., superior ganaa amarella
enlranraila, imiilo eucorpada e com una linda
cor, aliOrs., o eovado, brins de linbo Irancailo-
coni lislras c quadros a InliOO rs.. o corle, superior
atoalliadodelinliolodo adamascado rom s palmo
dolaraura.a l3tHNI rs. a vara, corles de cassa fran-
cezadccflr, fazendadcniiiloboui uoslo, aSfdOrs.,
ocorle, maila|ioleslartfose encorpados, a telHIO rs.,
a|Wca.dlloslima:tJ.ic:i3ci00e jMKKIe 19500 e
\NMMIl-., ailli lelil Ulll i'nlllpleln -el liinehlu. de
nutras muilastazendas. eludas por baivos preces,
que se dariio amostras, deivando seus coni|Mdenles
paaaona.
Em casa de J. Kellcr V Com])an-
ln.i. na ra da Cruz. n. 55, lia para
vender lous e\eell de nina das melbores fabricas, e ebe-
gados ltimamente da Europa.
SACCASjCOM F Alt I MA.
\ endeiii -e saccas com muilo su|ierior tarinlia de
Santa Calharina, |>elo diminuto preco de tjOOO rs.
cada urna, para fecbar conla, dilas com teijao, dilas
roni millio, por preco comiendo : na ra do Anio-
rim n.39.
AOS UAHATEIHOS.
Alpaca lina com mai de una vara de largura, a
880 rs. o eovado; enres do 3 1|2 covados de casemi-
ra prela lina, a 79O0; merino tino de cord3o, pe-
le c verde, a 18800 o eovado ; rbapeos linos france-
/es, a 73000 rs.; pecas de ebilas largas para colier-
tas, aaOOOrs. ; corles de rambraia de lislras e
ipi.id i..- de cores, rom (> l|J varas, a 2o-j00; dilos
de cassa cbila, padMa.de eaa Iraacaa, al|000|
meia ileal&odao grossas do l'orlo, proprias para a-
quiM-er os |K-., alfiOrs. ;o un bello sm lmenlo de
la/enila ninas brancas e t roie, por baralis-imu
preco: na na ib Qoeimado, loja u. 21, de Jos l'e-
lena Ceur,
Vende-M om sobrado na raa da tioia n. t>. e
leiiliiima duvida llavera em reecber-se por conla al-
noni sino a beira mar, que lenlia eoqaairns, mi Ierre-
no que sirva par* ptanlacjo dos mismo: ni mesma
casa seuimdoandar, e traa do negocio.
I
(I 59 A.
Confronte ao Rosario de Santo Anlonin, constan-
lemenle vende os mellioros lallililie- para i I
um de pe-i ou mcsiiio misluEodos, sendo de t2ou
mais qoali.lades, que em paite al.illn llo lia iuual
siirlimenlo.
\ ende-se sala p,irrilliaSillimamenlccliogada
do l'ar : no ecri|ilorio do aaeote le leilOcs, Erau-
ciee leiiui de llliveira.
No armazem de fa/.cndns baratas
da na do Coliegio n. 2, vende-se finissi-
mos palitos de pao, franeezes, a 1GS000
cada um.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
O arenno da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonial inglezas e liollande7.as, com gran-
de vantagem para o melboramento do
assticar, acl>a-*c a venda, em latas de 10
libras, junto com o metbodo de empi'e-
ga-lo no idioma portugtiez, em casa de
i\. 0. Bieber & Companbia, na rita da
Cruz, n. 4.
Vendem-se oleo de linha;a em bo-
tijas de 2 e meio a galo'es cada nina :
no armazem de Manon da Silva san-
tos, na ra do Aniorim, ns. 50 e 58.
Vendem-se vaquetas de lustre, para
GOberta de carros : na na da Sen/.da
Nova n. VI.
BOTICA IIOMIII'ATIIICA.
RA DASCRLZESN. 28.
Acbam-se a venda as obras seauiiles:
Manual completo do Dr. Jahr, I voluntes ri-
camenle encadernados.
Diccionario de meileriiia, por Nvlcn.
Manual de disseccilo, por ('.osle.'
Curso de plireiiolnuia, por Broussais.
Alias completo de anatoma com I1: estam-
pas coloridas.
llomnMipalbia domestica, por Hicel.
Memorial do medico bomn-opallia |Hir
Tbaas.
Tralado ilasiiiolesliascbouicas, por llalinc-
inann.
Medicina velerinarialioinieopalbica. por Cun-
Ibei.
Oraan.....la arlede curar, por llabnemanii.
Relalo de llabnemanu.
Tratado das uioleslias da pidle.por Jabr.
Tralamenlo da Cobre amarella,por Tliomaz.
Momiiiiqialliia doineslica. por llerinp.
Elemeulos de medicina operatoria com es- ;
lampas coloridas, i volumes, por Volpeau.
Erimisnlos de bomiepalbia, por (ossel Ri-
numl.
Tralamenlo lioinicopalliico das molestias ve- i
nercas, pelo mesmo.
I'alboueuesia dos principaes meilicamenlos
brasileiros, Iraduiidado trancei, porGoa-
sel Ili.....ul.

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NOVAIAKHICA DICaiAI'KOS DKSOL,
NO ATERRO DA BOA-VISTA \. 22.
O dono dedo Claholcrimcnlo lem a honra tic pur-
lieipir ao respeitavel publico de L*nnambaco( prin-
cipalmenle bmn seus lYego^iM, qm lhe rlioeou polo
uliiiio nivio de Franca, um rico aorllmento decha-
pajoadeaol. lano tic sctl.i romo (topannlnno, ricos
chapaos do senhora, lano do soda como to ptmni-
nho. lambem um grauda torltmenlo seda o panninlm para quom tpii/or mandar cobrir
armaiVics uadas, o faz-o <|ualt|uor ipialittado do
conccrlu; lodos os olijorlos cima moniioiados von-
doni-so pin' preco Diaii otunmodo to tpic oin qiial-
iiiM'i oulra parlo.
DEP0ZT0 DIO CAL E POTASSA.
No anna/.ein da rita la Cadeia do
Itecil'e n. l, lia niiiilo sii|ierior calda
I,sima em jiedra, assiin cuino polassa
chegada ltimamente a precos multo
razoaveia.
Venilcin-sc feloj;ios#d' otti-o, pa-
tente inglez, ns melliotes que letn viudo
a este merend, e do mais acreditado
fabricante le Liverpool: em casa le l(us-
sel Mellort v ("ompanhia, na rila lil
Cadeia do Itecil'e, n. ."ili.
Vende-e sag muilo lino em barriipiinbas
na ra da Cru/. armazem n. (i:l.
.MAIS BARATO III: IMP0SSIVEL.
Os iiovesadiuinislradoresda luja da (-.(relia, uarua
do O. iicimadn u. 7, defronle do berro do IVive-l-'ri-
lo, querendo acabar coa una porrao de akaideaqae
Ir'oiixeram da suaanliualoja, reMilvcram vender por
lodu o preco as ta/endas semiinles : relalbos de cliila
ordinaria de a l covados, a IIIO rs. o eovado ; levan-
do otpie livor os relalbos. dilos de dilns muilo linos
a lio rs. o eovado, dilos de cassa de cores leudo ca-
da relalbo I vara algOD. I ', vara Iiavemlo
muilo de iuual padiao. a :I2II ni,; cambraias de ires
ordinarias muilo largas, proprias para cortinado. OO
para millas obras idnticas, a :l^(l rs. o rovado; pe-
cas de rliilas um pinico tracas, a l?(l(>0 rs., risrados
i.......e/es de padrees muilo linos olivos.proprios |iara
vestidos, por parererem de seda, ou para obras de
meninos, a :i(>0 rs. o rovado; cassas de quadro para
babado. J'di rs. a vara ; castores muilo bous para
Calca, a JO rs. o rovado ; corles de meia easeuiira
de aluodao muilo torio para calca, l>IIKI rs. o eova-
do ; riscadinbos franec/es. a IKO rs. o eovado ; cor-
les de cambraia eom barrado cor mallo linas, a
3*00 rs.
Vendte (arinlia de mandioca le
superior qualidade) e recentementc che-
ijada de S. .Mallicns : a tratar a Ixirdn do
liiate nacional S. .lose'das Tainas, tundea-
do em lenle do caes do Collcj'i, ou na
rita do Tin piel ic n. 10. piimeiio andar.
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Deposito de tecidos da fabrica
de todos os Santos, na Babia.
Vende-se em rasa de Domingos Alves
Mallicus, na ra da Cruz lo BeiMfe n ,'2,
primeiro ailar, alalan transadoda,|iiella
fabrica, niuito proprio ]>ara sarcos
pa de escraviis, assim como lio pro
rodos lo pescar o pavios para
i milito cominodo.
'WWMl
SALSA nillllh.
he
As numerosas experiencias feilas eom o uso da
salsa parrilba em todas as enfcrmldadej, originadas
pela impureu do langue, o bom evito oblido na
i ni le pelo lllm. Sr. Dr.Sigaud, presidenle da aca-
demia imperial de medicina, polo ilustrado Sr* Dr,
Antonio Jos IVivolo em sua clnica, cen sua afa-
mada ea-a de saude na Gamboa, p SaliirninodeOliveira. medico do everciloe por va-
rios uniros mdicos, peimillem boje de proclamar
allamenle nvirlodes etlirazes da
SALSA |>tlilill.||t
IIE
BRISTOL.
ola.Cada finmifi ronlom tinas Ijtira< to li-
quido, o a salsa parrilha to Hrislol lio ".aranlida
romo puramente vegetal aon mercurio, iodo, pofao-
siuni.
Visto achar-s*vdo ntivo ahorla n Indira doSr. Jo-
s .Maria tioni;alvcs Ramos, na ulica ra do Quar-
lois, mudouotilra\o/ ira alli o doposilo da sj-
h parrilha ilo Brislol.
TAICHAS DE FERRO.
Na l'inidicao' d'Aiii'orn em Santo
Amaro, tanbem no DEPOSITO na
na do Bruui lojjo na entrada, e defron-
te do Araenal le Marraba lia' aempre
um grande lortimento le tachai tanto
de fabrica nacional como eatrangeira,
batida*, Inndidas, grande*, pequea,
raza, Tundas ; c em anillos os logare.
evisleio i|iiindasles, para calichar ca-
noas, mi carriK liiies de despeiw. Os
iiieeos Iflo' os oais eolllllloili is.
ClIAItl TOS Di. IIAVANA.
No anna/eio de J. II. I.alislev na lilaila Crol n.
I. \eudem-se por muilo eoiumodo preco. 9iipatloro.
cliarulos da Havana.
ronora, |ienies ue ciuire para premier ca- **-,
ello, ipie nao fa/ein dillereuea de larlaru- (^.
a, a ir(KKIi-s. cada um. dilos de larlaruua P?
ara marrafas. a 610, os mais finos lailcs de W;
Oloo especifico paro curar a caspa o con-
servan) cabello, ronlinua a vender se na botica
da ruado Rangol n.64,a G40rs.cada vidro.
\'ciidem-se saccas com farellos, a :t?Si(K): no
arma/.em u. I do caes da aU'audeua.
mjamgiBaBB mim^mmm
'a CHANDE SOItlTMEMO DE Ll -
VAS DE TODAS AS QUALLDA-
DES, El'OIt MENOS PRECO DO
QUE EM 0UTRA 0UAMJUER
PARTE.
Vondom-so linas to poni indoz para lio-
mem, a ISifM. rs. o par. ditas para sonliora,
a 90B0ra.i muilo novaa. pola ana qualidade
lio tilo Itoa (pico aiiiuiDciaiile rosponsallisa-
ae. dilas de teda prola o do cores para lio-
mom o sonloira, a llOOO rs,, dilas de torca!
IJ| rom Molas, a l,">tHK)rs.. ditas do seda tran-
,\ '.'"''a de cores para linnicm, a I^XN) i*s.,lran-
^H cas de seda brancas c de cores para ODlIO
2* de vcalldOi luvas de pellica enlejiadas para
jS. sciihoi.i. penles do cliil'ro para prender ra-
' liell
sj ga
^Y para marraias, a ou. os mais uno imimkj uo y\
M madre|)erohi(pio arpii lem \indo, a I^MIlIcs. ii
B BfErOMi um coniplolo sorlimento de perro- nj
'J: marias como sejam hoies tle banda c>m ih)-
5p mes os mais delicados poi\eis, exlratos de ;
$ >er(la(b!ro ambre, palcboul>, mil llores,
miel de Inulalerra, inaoM-liiui, lavando, amia
^ de colonia do l'ivor pina e ambarisada, di- ,'i
B \eras ipialidados de liuuras com banba, oleo
V para cabello, pos linos para limpar denlos,
'iv saboueles milito linos, e oulras muilas OOOaM
^ (pie se eslo vendendo (piasi iW raca, s $ mente para apurar diubeiro : na na do
'\ Ijuciinado, loja de uiiodo/as n. .7, deAnio-
nio Jos de A/evedo. Sentido, mo so enua- *7
yj uom.na loja que be |assaudo o berro da ^>i gregario, a sosunda, porque do contrario t<
yj podem Ir sonde nfloaejam lio bom servidos. p
GOLIaBGIO N. II.
Neslc novo eslalteletimenlo acba-se mu novo sor-
limento de la/ondi-. pelos precos abai\o menciona-
dea: rbeadoa frmcezei Anea, com i palmos de tar-
RUrHa pelo diminulo proco tle IHO rs. o eovado. di-
loa (ireito-, a 140 corlea do cassa cinta, padroea
miudiiilios, proprios para praca, a iWIXt, com 7 va-
ras, madapoln en restado, fazo tula muilo eucorpada,
n .4600 A pea, dilos (nos con |>e|ueuo Uh\iu\ a
.'WHM) c frJM), dilos flouB, i :WMI o .?<0() rs.. di-
los muilo linos, a liiOOB, ebilas litas escuras o cla-
ras, a ItiOra. o eovado, dilas linas, a IKO. _1MI, 20,
e 2,0 o cov.ulo, corles de cambraia de buliatlo, a
."ijrllll) rs., dilo arrendados de toda* as cores, a
:X(K, ele. ele., e oulras militas fazoudas que se
mostrarao ao comprador, por barato pceo.
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NAEOJA N. li, DA IIl"A DO CKESI'O,
HA AS SEGUINTES IAZENDAS BA-
RATAS
Yendeiu-se corles de vaalldo de cambraia rom lia-
hados, .i ii-, xhi rs.; dilos rom barra, a .'.-s nuil-, ; pe-
ga de cambraia de satrico braocoa, a 3a rs.; corles de caBM cliila, a MtHI rs. ; dilo com har-
a, a ajBOQ rs. ; dilos de ra*a franceza,_ a :k>20'
rs.; corles de dula com barra muilo larua'quc lem
1:1 ', co\ados, a nhk i-, ; |iecas de cbila escuras e
claras, a ,-stHI rs. a peca e HU rs.-o co\ado ; ecas
de cassa de|iiadrosa l-slooi -. a pecae 2H0m.a \a
ra : ua ra do Crespo n. (i.
.MIADOS DE FERRO.
.Na indirao' da C. Starr. .V C. em
Sil n ti i Amaro actia-W para vender ara-
do*. Vendte urna bonitinha muia'tade
ulaile ile I i anuos e nina preta erionla
eom a mesma idaile, pono mais ou me-
nos! no aterro da Uoa Vista, n. 18.
Ycndein-se scii eadeiras com assenlode pallii-
ulia, mu par de haiiquiulias do columna e um Jago
de consoles, ludo de jacarando, um par de banipii-
nhas e seis eadeiras com aweuln de luilliu, duas ra-
deirasde balancoe um lavatorio, ludo de amarello,
e por placo conunodo, e se vende a vouladc do com-
prador: .|ie ni qiii/n. dirija-so ao largo da ribeira
n. II.
Vende-se farinba de mandioca de sii|ierior
i|iialida,lc,ine,lida velha com emulo c por prejo coin-
modo: uo becco de ,\breu, defronle oacaaa de pas-
to do fallecido .1 .-e ('.aciano.
Veodem-ae verilaileiro vinlio le
champagne de excedente qualidade,
muilo em tonta, para liquidaran' : em
cata de Brunn Prneger & C, na ra
da CriK, n. 10.
MOBIL1AS DE FERRO,
Como tejam, eadeiras de dillerenten mol-
des, mesas esola'n, tiulo do mais moder-
no gpato, viniln de Pars: vende-e.na rita
latan/., n. 10.
(".. J. Astlev VCompanliia, recelie-
raiu pelo ultimo navio cfagado de llani-
liui'j'o, harinas eom cemento pelo da
melllOI' iiualnlaclr niie lem viudo a ete
C. STAIllt \ C.
res|ieilo lahclccimcnln em Sanio Amaro, conliuuaa fabricar
som a maior perfeicao e prompldao,toda a,|ualidade
ce macbiiiismo para o uso da auiicullura, navcaa-
il.in emanufacliira, e que para maior rommodo de
ceus numerosos frcituces c lo publiio em ceral, lem
aberlo em um dos arailes armacns doSr. Mesqui-
la ua ra do llruiii, atiax do arsenal de marinlia.
um
DEPOSITO DE MACHINAS
coiisltuidas uodiloseii eslabelei^menlo.
.\lli acliarao os compra,h>res um cnmplclo sorli-
ineiilu de inoendas de canna, com lodos os melbo-
i menlos aluiius delles novo eoriBinaesi de que a
experiencia de mudos anuos tem mostrado a neces-
sidade. .Macbinas de va|a,r de baiva e alia pressao,
laivas de lodo lamanbo, laido batidas como fundidas,
carros de man e dilos para conduzir formas deassu-
car, macbinas para moer mandioca, prensas para di-
lo, tomos de ferro balido para familia, arados de
ferro da mais approvada conslruccao, fundos para
alambiques, crivos e portas para fornalbas, e urna
iuliiiWadc de obras de ferro, que seria enfadonho
enumerar. No mesmo deposito evislc una pessoa
inlelliuenle e habilitada para rereber lodasasen-
roinmcndas ele, ele., que os aiiuuiicianles contan-
do com a capacidade de suas oflicinas e inacbinismo,
e pericia de seur. olllciar-, se coniproinellem a fazer
eveciilar, rom a maior presteza, |ierfeico, eevaela
conformidade cun os mdelos ou desenlies, inslriir-
ces que lhe forein fornecidas.
Km casa de ,1. Kcllcr A C. na rita
da Cruz n. ">">. ha para fender, e por
pirco commod, couroi proprio para
cobrir carro, chegado ullimamente.
Charutos de Havana.
Os melhore que teem \indo a este
mercado, vendeni-s' coiitiiiiiadaniente,
em i asa de Brunn Praeger A Compan-
lila, na rita da Cru/. u. 10.
Veuile-se una taberna, sita un becco {.arco,
ii. 21, taanle atregenla para a Ierra, vende-sc
porseu dOBO ao retirar para fiira : quem aprelen-
der Irale na mesma com o aballo asaimiado, eo
i.....nio rota a lalas as pes-oas que se jiiluarein seus
cidiere* de apreseularem suas cuidas para seren
naga*. Jote Antonio ilu Cunka (nimar3e*.
Vendiese duas hancus dr Jacaranda )ior pre-
c.....uilocoinmodo: na ruadaCruzos, loja de mar-
eineiro, ll. :t^l
nomedio especial par boubas e cravM
seceos, continua a vender-se na botica da ra do
Rangel n. 64, que foi do tinado Sebastio Jos di
t )l'n oir Macollo.
Brunn Praeger S C. receheram le
novo um excedente piano forte,jue si' re-
comnienda por suas Ixws vo7.es e solida
conttrucoBo: esta' a' venda na ra da
Cru/. n. 10.
Em casa lo Sr. Tresse, na ra ilai
Flores, existe para vender um realejo
(cande de machinanunca visto aqui, com,
armario erelogio, tildo na mesma pera.
ESCRAVOS FGIDOS.
Conlifnia a eslar IVtgWo desile I" de deMmbn
0 cscravo cabra, natural do Km, pm nomo Migo !
representando ler -i annos de idade, com "- -i:
naes semiinles : estatura regular, corno reforcadu,
mos e pos arandw, Icmln o dedo irramlo do p
bstanle separado dos oulros ; sem barba, rol
Irianmilar, ollios |ieiuenos, denles limados, e f.illj
um punco laiiho.a : levoo vcslidocamisa di- riscailo
nuil ni.nicajcurlaj, calta de lioduo azul erlup
de palba. Levou junlamenlc urna salva de tra-
la lavrada rom as iaiciaes A. V. S. B. enlai*
das no centro, e pesando 217 oilavas. Uo; i I
Suem a mesma salva for olTerecida, e a quciu |h>-
cr apprehender o dilo escrav o, de o mandar i-
h. ..l a seu senlior, na ra da Cadeia doKccifc, u.
10, ou no sitio de sua residencia em Bcmlica,
frenle do viveiro, c promelle-* graHflear com te-
ncrosid.de. Antonio I 'alentim da Silva BtUTOal
Evadio-sc da villa de Bananeiras, provincia iu
l'arabiba do Norte, no dia 21 de deiemliro provin
pastado, um esrravo de nome Francisco, mualo,
muilo claro, com :10 anuos de idade, cabellos e-I irj-
dos, lwm barbado, bocea grande, allura mediana,
cor|io recular, olbos pequeos e quai sempre um
imuco inllainmailos, rosto comprido, nariz reaular,
com um pequeo sianal de queimadura no queivo
de um lado, pm pequeos, pernas linas; eosluna
sempre fazer fciciies de riso, quando falla rom al-
cuem. Este esrravo he pertciiccnlc a Joo Erneslii
Monleiro, morador na villa de Bananeiras, don*
elle fiiRio: quem o apprehender, queira inainl.i-li'
a seu senlior na mesma villa, que dar lOOoonor.
a quem aprcscnta-lo ; bem romo o poder apresen-
lar no Recite, na luja dos Srs. ouveia ifc l.eilc, 11.1
1 ua do Queimado 11.27, 011 no Sobral ao Sr. Anto-
nio Raimundo Cavaleanli, c na Tarabilla ao M.
Anlonin Franci.ro de Oliveira, ou no Maranlini,w
Sr. Joao Mauririo Smitl cV Companliia. que em
qualquer ihsles locare lera a mesma reeooipeosal
SIGNAES OS MAIS CLAROS.
He- i|,|i.uereii lo euueiibo Cna da freaucria *
Sanio Anlo, na noiledodia II) do rorrcnlc Janei-
ro, o escravo Benedicto, crinulo, rarreiro, de na*
de 2H auno., rdrbem prela, baiio, Meco, espadao*
bracos arossos, pernas muilo linas, a jaiva do peda
aibrc-ssliida, una perna cambeta lornTrom na
ulereado, 0 pial vendein em pow'ie, a 111 msica militar, por menos preio
Miiil.idi- dos compradores: na ra do que i'in nutra parte; eiulo |iara liqtlida
Trapiche n. 3. conta.
Vende- manletga iiileza mullo ImaalH de queimadura sobre o p, osps |ieqiieiioseapallifr
' lados, rosto comprido, em turba, olbos peone-
|>equenos, bocea recular, beicos finos, orellia- bil
as, denles muilo alvos e porfolios com i~ *
1-ima lunado-, lesla lu ande, lem marra de um I*-
queno lalho no queixo, ou junio ao ranlo ila bia-ca.
e de sum as nadecas, he cochilador e gago. anu,
mais quando lem medo, quando eamiuba anda apres-
sado iiiclinando-se nara dianle, balanc.i muilo com
os lir.io.,-, lem ar alegre. Fugio levando somenlc
vestido una cerouln de alaoilo, porm he proiaicl
que tenha roupa furlada. Este escravo fui rompado
em selcmbro de tKV)ao Sr. Mavimo Marinho d.it.ii-
nha Wandcrlej ,do engenho de Marianas da Ircgue-
zia de Mcirim, da proviucia de Alaaoas. Rofta-se
|inrlanlo a apprebensao desse escravo, que pelos sciis
signaos nio pode escapar a nenhuma v isla, e Icia-l"
ao dilo engenho L'na, de Antonio Carlos Pereira de
Burgos l'onre de l.enn, ou neslo praca roa llireil.i
ii. l, rasa do Sr. Joao Augusto Bandeira de Mello,
que generosamente ser recompensado.
No dia 21 de marjo do corrcnle anuo, fugio da
ra da Cadeia do Recite n. Ili, e prelo, criuulo, de
nome Aulonio, de idade 10 anuos pouro mais ou
menos, lendoos segiiinles signaos; urna pequea re-
nda sobre o ollio esquerdo, um signal na frc direi-
la.srossodocofpo, barbado bastante, puia alcuma
rousa da porna direila : levou calca de easennra
rinzenla, camisa branca de madapol"0- chapeo lin-
io de seda, levou una pequea Irouia, c desmol.!-
se ler lomado a estrada de Santo Ailo; por i-so
roga-e a pessoa que o apprehender, de levar no to-
car cima indicado, que era recompensado.
No dia 22 do crrenle mez, fugio una prna
de naco de nome Thereza, idade 30 unos, pouc"
mais bu menos, allura regular, magra ; Iciou no
corpo vestido de cbila lesbolado c panno da Costa
rain ourcllo encarnado: quem o descubrir podo lea-
la a ra da Praia n. VJ, que ser bcmrecoinpcii-
sado. j
No dia 21 de marco de 1853, pe1"?6 ,lon",''
larde, fugioda eaaa de seu senhor Juslino Peren
deFaris,opardo I guari que ohleie |M>r compra
Fr.Manuel do Sanio Sepukhro. reprsenla tercie
idade 3fi annos, boa estatura, grosso do corpo, rara
comprida e com morcas d blicas, lesla larca o
cabello aeabralbado, quando anda he scmpri'ieni'
parado: levou camba de madapoln e calca deai-
codozinho alvadio, e chapeo de com o : este escra-
gat he conhecido por vemledor de albos pela na,
quando oaialivo do dito Fr. Manoc!; roga-seaqua -
quer aoloridade piliiaal, |ieoas, ou eapilaes de
eampnoappri'henilan, que ser.io geueroaanienle re-
ciunpcnsado por lea -,-nlior, na ra das.|1Crii'-
rs. a libra, dila a 280 para lemnern, rhocolale d
l.islwa aMKI a libra, cha hv-son muilo bom a 28000
a libra, dilo brasileo a 19760, date de coiaba lino
por preco comuiodo; c oulros mais gneros liara-
Ios: na roa larca do Rosario, n. M, vend de qua-
Iro portas, defronle do Rosario. v
Vende-se rap- de l.ishoa intlltli tifs-
00, ultimnmeiileclieyado.em meias lihnis:
na praca da Indenciidencia, loja n. 5.
No Forte do Mallos, defronle do armazem
do Sr. Joaquim Francisco do Aleiu, vcude-so su-
|ierior 'era de carnauba, ludios, coluruos, saceos
com cninnia, e vanos oulros ell'eilos receulemcnlc
chegados do Araiali, ludo por precos agradaveis.
Vendem-fi canarios do imperio muilo canla-
dores: na Talco do Carino, vendan. I.
GUARAN'
Vende-se ua ra do Raucel, venda n. 5, o me-
Ibor cuaran que evislc nesle mercado, sendo islo
muilo bom para quem cosa de lomar refrescos :
ch,cuchi a elle freguezes, que ja ba muilo pouco ;
lambem se vende muilo bom doce de guiaba em
e.iv.e- de cinco libras, |Mir commoilo preco.
Na venda da ra da Cruz, n. 57, vende-se
iii.n mol l.nla muilo superior em lalas.
Vende-se no arinazeni n. 5 da ra da Cruz,
meias garrafas com \ar,qic de vinagre : rrcninmeii-
da-se o uso dcsle precioso rcfrigeranlc, mili til na
prsenle estacan para moderar o movimenio rpido
do-\-lema i iiculalorio. c diminuir o ealoi do corpo.
Na mesma rasa vende-se iIim-o lino ,1c coiaba, pro-
prio para embarque por ser fabricado de mmlo que
nao se atiera com o lempo.
INSTRUMENTOS l)E MSICA.
Brunn Praeger & Companbia, na ra
da Cruz, n. 10, receheram de novo um
sinliiiieiito de instrumentos de msica ,
como sejam, flautn de chano em mi las-
mole fa', com \ riaes ; pisliVs rom sua
competentecaixa ; flautas debut; vio
loe le diU'ereiUcs pialidailcs, e com inn-
rliiiiismo ; assiin coiiui 2 violi'ies tiiniis-
simos, toilos guarnecidos de madrepero-
la ; tamhcm rci-ominendatn osen gran-
de sortimento le lodos os mais instru-
ineiiliis, laiilu para orelieslra, como pa-
rtn.i-Trr. *a F. Tari.. -1863,
MUTILADO


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