Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00139


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Full Text
DIARIO D
WW

PERMIDICO.
nu;o da auuscaigio'.
Sulrreve-e 158000 porannn, e 4JW00 por
qWrtel |mbo adiaulado, c (j>00 por quarlel |iko
vencido, na rasa Jo cu pruprielario, Af. Figuriru
drFuria, ua|>i.k;.i da I.iUi'Wiiilencia, M. 6 e 8, euo
Rio de J. rasa do Sr. Joao Pereira Martii.
I J)uprad. .
Joaquiu Bernardo Mcudonra.
Jos Hudrimics da Costa.
JoHipiim lunario l'creira.
a Anlouio de Leinos Brasa.
o (iuilherirteAuKUslo de Miranda
a Jnitquim Marques Rodrigues.
(i Juslmo Jos Hamos.
Babia Macekf a a
Pura hila a
Naial u a
Vl.M.lU 0 .
(.(vira
Maranbao
Vari* '
CAMBIO* I 14 DI MARC/O.
Sobre Londres a 2K 1.
Pars, SU
l.l-lin.i, 95 por riMitn.
MKTAKS.
Ouro. OnraOicspanholas.........299000
Moedaide 6iOB vcll.as......169000
0 de SrtOO novas......Kv-smmi
de 4|0t>0.......... HjjOOO
Prala. Palacocs brasileiros........ I.?!ii Pesos columnarios........ 19940
1 mexiraitos......... Ivvm
Arcoes .do llanro......... h 1 5
llesronlu* de Lellras....... f)at2
NOTICIAS MTRAaraBZAAS.
Portugal . 1! de Fev. Austria. . 3 de Fev
Ilespanha 8 de Suissa . 2 de
l'ranoa . 8 de Sticeii.. . 28 de Jan
Belaira. . 5 de > Iiiul.ilrrr.i 8 de Fev
Italia. . 3 de E. Unidos" 26 de Jan
Alemanl.a . 4 de MWke . 15. de '
Prussia. . 4 de California 3 de >
Dinamarca 1 de Chili . 1 de lle
Russia.. . 30 de Jan. Buenos-A. . 5 de Fev
Turqua 25 de a Montevideo II de
NOTIPIAS DO IMPERIO.
S. P.do Sul 12 de Janr
Minas. 25 do Fev.
S. Paulo 20 de
Rde Janeiro 12 de, Mar
Balda. t8 do
Para'. 5 de Mar{o
Maranliao I i de
Ceara'. 12 rio
l'ai alnlia 14 do
Alagdas 20 de
PARTIDAS DOS COHKEIOS.
Oliiula, lodos os das.
Victoria, as quintas (ciras.
i .iiii.ii ii. Bonito e (iaranliuns, nos das I e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, EitieOrirurv, a 13c 28.
(, Natal, quintas feiras.
das da simajia.
21 Segunda. S. Benlo Ali
22 1'erv.a. Ss. Basilessa e
Calecina.
23 Ruarla de Trevas. S.
Virloriuo.
21 Quinta de Fndoeuras.
! il...... nuil.ii-iihI.
25 Sellada Pailao -fr <
ale ao mcio dia.)
26 Sabl.ado de Allcluia.
S. Ludgnio.
ii Doiniuuo de Pasroa
la Hcssurreirao.
audiencias.
Tribunal do commercio'
segundase quintas.
triaran'
tetras c sahhado*.
Fazrnda
teri;a" esextasas lOboraa,
Juizodr Onkfloa
segundase 5. as 10 horas.
l'rtiiirira rara dn rirrl
ten;as e 6. ao DMfJMtta.
Sri/undarara do rir*/.
quarlasc sab. ao meio-d.
tmnmi ibii
Marro 2 (Juarlo mingoanle aos 31 nimios o
H segundos da larde,
u ti l.ua uova as 5 hora, 4H minuto e 3
segundos da tarde;
n 17 Quarto cresceule as 9 horas, 14 mi-
nutos e 10 segundos da tarde.
25 l.ua rheia as 4 lloras, o 1 miuuh>>>
da naiiha.
PHXAMAH DJt HOJX-
Priincira as 6 horas c 6 minutos da manha.
Segunda as ti horas e 30 minutos da larde.
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DA JUSTIQA.
Por decretos Foi rcconduzido o hachare! Joao daConla Limae
r.a-lrn no luiwr de juiz municipal c de orphftos dos
lemos reunidos tic Marah c Bar ra-de-San-Joao,
na provincia to Rio-de-Janeiro.
I oram Horneados: .
O bachurel Ignacio Joaqiiiin Brl-osn para juiz
municipal da lerceira vara do municipio da corle.
Joao CaiH-io Nuncs M o reir para (enentc-roroiiel
rnniinandautc dofaalalhao da reserva do commando
superior da Guarda nacional do municipio do Saba-
ra, na provincia de Mtnas-lieraes.
Temando l.ui/ Machado de MaualhAcs e Joatpiim
Correa da Silva Jnior para majores-ajudanlos d'or-
dens do cominando superior da guarda nacional do
uiiinji'ipjo de Maraiina, na mcsina pro\ncia.
Fernandii (ialiriel llclioiloro pata capilfio-seerc-
1.1 rio- fra 1 da dila guarda.
Francisco de Souza Monleiro |iara capilao-tiuar-
Icl'intwlrcdlo.
Joao Paul da Silva Cosa para ciruriiio-mor
dilo.
Joa Teiveira da Pffiseea Vasi-oncellos para ma-
jor roiiiiiiaudaule do estpjadrao de ca\ aliara do
loiiinjaudo Mipri un ili ^ticiiil.i ii.ii i.mal do munici-
pio de Sal).ir.i, da iiiisni pnnincia.
Antonio \'i MoiirauaVeri para majorca ajiidanles-d'onlcu^ to comniaiiilo su-
perior da guarda nacional do municipio do Serr,
da JoM|imn Bprnardinoda Silva Slocklerl para capi-
lilo-sccreario-gcrH do mesmo rom mando.
Keifinaldode Faria Medina para capitao-tpiarlrl-
incslre dilo.
Ur. Siman da Cunlia Pereira para ciruruiAo-mor
dllO.
Francisco Jos la A mujo Fonscca para major
ommandanlo tlasec;.1o tic balalli.lo da reserva da
Loarda nacional do dilo municipio do Serr.
Itmiardiiio da Ctwla Sarmeido para lenonlo-ctiro-
ncl rommaoilaiilc do primeiro lialalhao do comman-
do superior da guarda nacional dot muir i pito d
Eitpirilo-Saulo, Vicloria c Serra, ta provincia do
F^piriln-Sanln.
.Mauricio JtM; de Soura para commandanlc suih>
riorda suarda nacional do municiuio de Inliamm
pe. da pm\iucia da Baltia.
Francisco Borues de T.analho paracltcfe doesla-
ilo-inaior dilo.
Eimcdin Cavalranli ilc Mello para inajor-com
inandaulc to csquadrAo de ravallaria dilo.
I*r. Joao dos Heis de Souza Dandis para lenenle-
roroucl commandanlc lo primeiro balalliao dil
Joaquim Mcndr? de Canalho para Icnenlt'-ctiro-
nel t-ommaudanle do segundo batalbao dilo.
Fclisbcrlo (lomes Ferreira jara lenenle-etronel
cominandanle do lerceiro lialalbao dilo.
Dr. I.uiz Harballin Muuiz Finsa paia leneule-cn-
roml ebefedo cstado-maior to commando superior
ra guarda naeional do munfcipii da Fcira de San-
TAuna. da mesma provincia.
Jos Baplsla dos Sanios e Manoel Alvaro tic Fa-
ria para majores ajudanles-d'ordens do COminandfl
Miperior ta i-uarda nacional dos municipios do Prin-
cipe e Acari ta provincia do Rlo-Granoe-lo-Norte.
Manoel Baplisla Pereira para eapilaii-sccrclario-
ueral domesmo eonmiautlo.
Francisco Anlonio re Medein
)uarlel-meslre dilo.
M.i......I Kaplisla de Araujo
dilo.
Franci-j-o Ferreira Pimculel
Prenle para najorsa aiudanlat-dN
mando superior da goaroa nacional
Babral, no Oar.
I Fretlerico Kndriuups Pimculel para
lario-garal dito.
Vicente Candido (amdcanti para capilao-tpiarlel-
meslrcdilo.
Mr. Aidooio Dombigoai da Silva para drurgiao-
nior dilo.
Anlonjii de OIM>ra da Paz c Joao Cornos Pereira
para niajores-ajudaidevd'ordens do eomniainlu -u-
periar da uuarda nacional tlis municipios de Sanla-
lem, Alempier, (Hii.lns. Faro. Villa-Franca e Mon-
rAletire, no Para.
Jos Ignacio l'ereira tle Miranda para icapitto-
secrelario-ueral dilo.
Manoel Antonio Pinto Cumiantes para -capitn-
tpiarlcl-mcslre dilo.
Foi prninovido aonoalo tle lenenle-coronel COTO-
mantlaule do pritucirn batalbao de caradores do
ominandosuperior ta guarda nacional do munici-
pio da capital to Para o major ajudariU'-d'ordens
lo ine-mo commando' Anlonio Pimeula de Magfl-
para capit.lo-
para cruri:ioi-mrir
e Francisco (ornes
ns do eom-
comarca do
a pitati-scr re-
ir dos rantocs fosse declarado neutral, c que a
genio da prae^i podesse sidiir lodos os das a forra-
gear durante o espaco tle seis a oito boras. coro-
nel Lagos, rbclc dan IQnM siliatlnra*, nflo quiz
conceller jnais to que Ircs huras ; exigi que so gen-
te neutral salude a Torragear, c juo os U-i prara
nflo .i\ ,uir,i-.-'iii duranlc a tregua um so i"-1 alcm
dos cu cantoc.
O conlra-alniirnnlc Hcnderstm, clicfc das Torcas
ii.ii ;ies de S. M. B., vendo que os bous ollicios to
ninlra-almiraiiIcSuin tfnham sido baldados, enlrou
por sen lurno ein orJ ollerecendo ao coronel La-
gos sua mediacao. f'oi anda mais inToli/. to que o
sen collega, ponnaalo a resposta lo chefe sitiador
U'io companbada de clausulas laes que o almiran-
te Hendcrson rccouheceu louo que intil serta levar
adiante seu em|K'ubo.
Estavam as cousas uestes termos e seguiam as bos-
lilidades, a esteris c sanguinolentas liierrilhas de
lodos o-rdius c de ludas as horas, quotulo clwsnn a
Buenos-A>rcs c ctirrcii impre-s-i urna mensauem do
conarnaau fodaral conalltnlula de Santa F [auej
publicamos no Jomo/ do Cominrrrio), tlirigida ao
ilirector prtnisoro da Onifeleracao Arueuliua
Sr. general Irqui/a, ropresentaiitlo a comenieiicia
c nccessida.le tle que este laucasse man tle lodos os
lena poderes, influencia e mem denecSo para pfir
termo do modo o mais priuleule e ueCWVO guerra
l'i.ili i'-id.i que assolava aquella bella ]H>rcao da fami-
lia argentina, ponen dpois apparecou o manlfeslo
peloqual o director provisorio auuuncia\a i confr-
deracao e ao mundo que annuira os \otos do con-
greaao emarehav para Buenos-A)reb resolvido i
ampregar a forca, se suas proposices peetflCM e fra-
teruaes Tossem despiezadas.
O general Irqui/a, liel a prmucssa fela cm seu
man i testo de primeiro ensaiar os meios persuasivoi
c conciliatorios, mandn adlanle urna nminiissio
tle paz rompila dos Sis. I). I.uiz Jos lie la Plata,
sen ministro dunesocloa wlranaslroaj Dr. Zovf-
ria, presidente do eongre-so de Sania F; e gene-
ral Ferr, vicepresidente do raesmo congieau.
.No di,i 21 que a commissao enviada pelo direrlor provisorio
imli.i ebegado a S. Jos de Flores, qiiarlel-gcneral
das forras sitiadoras. Poneos momentos depois re-
ceben ogineruo, por mao do coiilra-almiraiile frail-
ee/, as primeiras coimuunican'irs dos nunmissarius.
Gonslavam eslas de urna nula ou ofliriu lo general
Irqui/a ao genera! Pinto, aqnem da\a o Iralamcn-
to ile gorernattor interino da provincia de Bnenos-
A\rcs, c de um oflicio dos commissarios que se re-
feriaui quelle documento, e em termos moderarlos
c amgatele aollcttavam a abertura da nesociaedo
tic paz.
hslo eomeco, a noticia geralmente arredilada
rlc que a cummissao viulia munida ddB mais ampios
poderes para conseguir o MU lini pacifico e benelico,
infundio em torios os da praca 0 senliiuento de paz
e reaniniou as perdidas esperanzas de um lermo
promplo, honroso c pacico ra hila fratricida.
Ogoverno leu coota Intrnetlialamente ovala re
(ao importante successo, e foi por esta, cflin a mesma
promplidoe boa Miulatle, autorisadoa entrar na ne-
gociarn priqiosla em tu esperancoMis leriuns. Em
consecuencia nomeon aoverno urna commUHoo de
qualro memhros, os Srs. l.ourenco Iones, ministro
do interior e dos negocios eslraneeiros Beueral
Pal, e lepresenlanles Aiiiliorena e Sarsliehl. para
eiilentler-se e tratar cun os commissarios do ilirec-
tor provisorio,
Comieram asduaseommisdOOS em reunir-se para
a -na primeira cimlerencia no dia I do cnrrcnle em
mu ponln assignal.id i entre a- dua- tinlia-, ua igre-
ja de Balveoera. Nao le ', porui. lugar cala
ajustada reunJAu, porque, quanoo saina a cominis-
-ao da praca, o po\o a roden e llic (H'dio nilicilas
O general Crquiza nolicilou, por intermedio doi
seus em ladosdfl (a, us Iwiis ollicios dn representan
te do Brasil ua coiifctleracao argentina. O governo
ole Buenos-A) rea tevecoiilicchnenlo desta solicita-
cao, eacolheu-a com agrado econliaura para o caso
tle ser neresaaria.
O governo da repblica oriental to l'rugua) (inha
anteriormente o'erecido a sua mediacao a um c nu-
tro lado.
Os nossoa vizinbosc al liados do Estado Orieulal
conlinuavan em paz, gracasao adiura\elliomsenso
c palriolis.....que manifestam lodos os partidos.
No dia |."> do IM passrtdo, com presereve a cons-
tituicAo da repblica, foram alierlasas eamaras le-
ganallvae. He a segunda vez, depois de BOVe largos
anuos de guerra civil e externa, que us Orieutaes
assislcm reuniaudos seus representa ni-.
A mciisainni do podereswulivo he muilo oninia-
ilnraelisiuigeira para a repblica e para lodos tu
seus amigo-. (H brasileiros nao pndein tleixar de
ver com particular Internase e contenuneaUi o pa-
cico e esperanzoso eslatlo aquetem rhegadoos seus
maisinur.cdialos \iziuhos, dcimis da allianca de 21
tle in.iio de 1851, em que o rasil leve a parte que
sabem aquelles que bem conhecem Q pndein apreciar
(is suriessiis (pie Irouveram a queda de llosas.
Nao nos leudo possjvel |Mir falla de espaco |iubli-
carem sua integra eSN importante docuinenlo, fa-
rcnHH aqui alguiis extractos :
Enlraes, Srs. senarloresc representante-, no en-
fundo pe indo de VOSSOS Irahallms legislali\osdeliai-
xodoi mais favnraxeis auspicios. A aeloalidade de
uivssos negocios domsticos he lao salisracloriaquan-
(o poda esperar-so, ltenlo o estado tle desorganisa-
OhOj de pobreza, c ile proslracao em que licou o poli
depois iUi guerra.
i< IvstamiH em paz com todas as nacoe-, enas ine-
Ihores relar-.es com aquellas que com uosco*e acbam
um mais inmediato contacto por fados expressos mi
m poliUeoa no de i
nli;
nao
IK.K
lili..
e jm
lili
ulivo proco ron
se mitro local mais prxima, pois liuha receio de
Iralrao de elgous dos eludes slHadores. Correram
na ridade que o modo como I cnmmissAo de fura
iniciara a sua mlsettO dessoslra a nina parle dos
sitiadores : c que estes, ni-eio-os re que se HteSBBfn
grandes ronce-soes i praca, baxiam sollado grito-
anai chicos c promovido um pronunolamenlo para
aeclamacao to coronel Lasos como govoTDador da
provincia.
le nao perlurbou a boa Inteligencia
s partee coolralanlea ae baxiam nos-
novo lugar para as conferencias.
lia a pri
ide
lado
Este i
sm que as d
lo. Foi aju>
ii curto alcance das fui lticaces, e marc
meira enlrevisla para 0 dia segninle, J di
No-la conferencia pacluou-se sem con tro
[pie parece., a medida de suspeiislo d'nrm
N fruslara a metliacao do ronlia-almiraul
Ei- as eiuidice-desle ajuste preliminar:
rr inl
exigente-
l>lebrarlo o Ira lado de l.'nle in
S. U. o imperador rio Brasil, entrn
eional o respe i tu a todos os tratados,
se declararam vlidos e subsistentes.
c Ocmpenliocomquoo podereiC)
levara euciloaquelles tratarlos grangeou-lli a confl
anca do governo brasileiro, a qual sustentada por um
proceder leal Rrma no paiz a pea, que he a condlcAo
de villa para a- naces.
a Palla a repblica OTlisar com o imperio mitras
eslipiilaeoesquo se acbam indicadas no referido ha-
lado. i> este lim e com o lin lamhemde inler\r
uo (talarlo deliuilixo de pa/, que a roiivenc.lo de 'XI
re BBOSlO de iKiKdeixou pciirlenle entrr- a repbli-
ca argentina e o Imperio, dispunha-eeo governo a
enviar um ministro pleuipolenciario .\ corle to Bio
Janeiro ; (iivum-iancias imprevistas o inipcdirain
d agora ; porem este negocio lita tlebaivo rio sua
particular allencao.
s commissarios orieulal c brasileiro, euearreaados
la rletnamicao de limites entre os dous BeladOSi
quanto a direccao tpie deve seguir alinha divisoria:
ibrlaaram-osa suspender suas opercAes na rou-
leira rio Lluii. O governo espera que ellas serao re-
movida
lisfactoriamenl
i no lamenta o astado de guerra civil em
a a repblica argentina, nossa-vi/ iulia 6
por i-o, tpie o be. aflccla de COttO modo
nio. A polilicadereslriclaeseveraneutia-
o governo no^ptounasaucsloeequealll ee
lehatem, aliauca a permanencia lioB0SS0 Ugladu pa-
Esla neulraliilatb' salvadora, proservantlo-
que se ach
irmSa. que
nossa sita
lidode que
lo
lllf'l
les tpie
hilitou-nos laubem pa
oAIchh ao. .ton- partid
raefto. aervindo entre o
mover pa/, quelites desejamos laul
meamos. Ksie passo bqji ou nao liem ai
ibre nos pesaram, lia-
Oerecennna dossm bons
lUileudentes ta ronfcdi-
de mediador para pro-
como a mis
lliiil.i. sem-
torrenle.
ersia. flo
seiuque
france/.
prelar honra dos noeeoe principios eintences. o
governo fai tofos pelo irlnMccirnento ra pe na-
ipieil.i repblica, e espera que os annlirneiiUw de
concordia e tle conlraleruidade en Iranio emlim no
eoracilo de torios. A situar lo actual daquelle paiz
nao lein deixatln partir para IIi um encarreuado re
negocios que rle-de setembro do auno pas*ad
noinearlo.
" l> governo acoliten nuil lodo o inlere-e una
mleaflo especial dpsgavernoede Franco ede Inglater-
ra junto a esta repblica, temi porltnieslreilar suas
actual aprsenla. Nao lie uosstvcl, com eiTeito, c
lempla-la com olhos palnolicos sem experimentar
um scnlimenlo de salisfarjau.
o \ paz, a urtlem, a liberdade rcinam enlre nos
o senlimenlo geral de seguranca reanima o traba
IIm>, a industria e o coimnercio prosperam, a iiuiu
dos nimos so fortifica, e uossas instituiroen se con-
stditluni.
a Depois to quudro que o governo araba tle esbo-
rjar-vos do oslado da repblica, se er com direilo
de ter ctinllanra em sen pon ir, c que Mear ao abri-
go das ms palOOS. elevando-se assim a nina altu-
ra digna de suas insliluiroes e da familia orien-
tal, o
Na cmara dos representantes honve, as seasoes
do 1 c *> do crrenle, una discussilo extremamente
calorosa, em que uito fallaram as rleiuonslraces que
em casos semellianlcs codumam dar os espectadores
passamlo (ambem a adores jno <--i*,,'"i "l" *\,u' l,r-
senciam. Tratava-se de nina pelico tle um general e
tic algn* uftlcias superiures pura que Ibes fusse
conferirla a medalba de Casenis, liem que neo |ier-
leneeaaem div i*iu oriental expedi^oaiaria que por
llnelo de 13de fevereiro re (899 fot remuueratl
com essa disliiicnlo.
A roiniiussiloe'nrarregarla de dar parecei stdin* es-
se negocio era com posta em sua lolalidarle de mem-
bros qu perleneiam ou aillieriram sempre defen-
sa tic Montevideo. O parecer foi, como nao poda
deixar de Mr -em injuslica e inconveniencia, que se
li/esse extensiva aos peticionarios a disliurcao liono-
rilieu do decretu tle l.'lrle fevereiro ; mas a roniini--
sao pi.ij.-i/ a medida como geial a para lodos h que.
como os Impetrantes. houveaHm era Cawros defen-
dirlo arlependenria e liberdade do pai/. a
Daqui resultou une os repre-entaiilesque nao per-
leiirerain ao p,irtitIo ta defensa de Montevideo Im-
pugnaran! o projeclo, porque tlava como exislindo
cunstiliicionalmenlp o decrelo de \'.\ de fevereiro,
acto discriciouario do governo ra prara.
A dhcusaao foi, como tadtsninost ronlilda o ar-
rlenlissima, sendo sn-tenladade um lado |ielo Dr.
Acevedo, c do oulro |M'I. Dr. Come/, membro da
mi noria, rerenlemenle eleilo pelo departamento do
Salto. A rominissao -ustenlava que o decreto de CI
de fexereroera um ros muilos arlos eonsuminados do
governo da praca, que nao potlia, porlanto, rereher
sanceao de um rorpolegislativo que rnmcruu a func-
donarem l"> de fevereiro, c que deve sua existencia
allianca celebrada por aquello enverno* <>- opno-
silnres eulriiu heuaram-se sempre no terreno ta in-
coiisiiiucionalidade dos arlos legislativos exerridos
pelas passadus adminislrai;ues durante a guerra rivil.
O resultado rlessa|Kleja parlamentar Toi a regei-
ro do parecer e a approvaro em rontinenle pela
mesma maioria tle um projeclo que approin o decre-
to tic l.'l tle fevereiro, e 0 Uf extensivo a lodos os
militares ta repblica que combatepui.....i Caseros.
\ lribuleio ras medalhas coneridas dlvisio
expedicionaria por atpielle decreto foi feita rom
randa eoiemnidade pelo presidente actual da rc-
pnblira, pouros dasile|ioisde lomar posse do gover-
no. Se o decreto ora Inconstitucional, ou, o que be
0 inesrnO) careca ta saneco que araba re receher,
o presidense da repblica, dil a inluoria, infrinsio
a cousiiiuiciVi, e e-t.r sujeilu a ser por i-so acensado,
\e-le -eiiliilo apreseutou o Sr. Come/ nina mncao,
tpie lirn pemlenle, e sobre a qual nao se sabia co-
mo poderla lgicamente proceder a maioria que de-
claren incoiistiluconal o decrelo de 13 re fevereiro.
O general Augr I Pacheco, eucarregailo pelo go-
vernorle Hueuos-Avre- de una mis-ao especial jun-
io rio governo do Brasil, licou em Montevideo. A-
cbava-se enfermo, eesla circumslauria, quando nJo
rente I nova phase da siluacao ti.in |- Un Parigual ha noticias al .11 de Janeiro, rli/ia-
sequeri ministros de Franca, Inglaterra, Slde-
lo li iM.mi conseguido siuiao
objecuM que i mil.mi em vis-
Bueuos-Avres em lins de
i) Mercantil tic Porto Ale-
corrcnlc, exlraclainos a?
Da resenta semanal d
gre pulilie-gda em G do
seguiules noticias :
ti CAMPANIIA. Eslrtranquilla, masoroubo
de gados continua a eiacerbar o desgoslo dos eslan-
cieirus, e sAo attribuidos a isso alguna assassinalos
que loem apparecido cm diversos pontos da provin-
cia nos ni tiraos mexes.
OS BFCBES.Nos primeiros domezbouve noti-
cia de que esses el va nena linham apparecido as
immediacoes da colonia Mundo-Novo que be parti-
cular, mas lalvez a mais llorcacenle da provincia.
Tomaram-so algumas providencias, e entre ellas a de
destarar para uquelle ponto um ulllrial do corpo |io-
lirial com forte partida. Nada miis se disse refe-
renleaquellc lugar.
m No municipio da Vareara, porm, liortve um
Tacto muilo notavel.
Em Janeiro do auno passado fora arrebatada da
rilarla rolunia.Muudo-N'uvo a familia ,'mullicr, sogra
e quatro meninos do colono Oflmeisler, que eslava
dolido em prisn por mu proceasti de rcsislcncia as
aiiloridades. A misera familia esteva um anuo n-
treos sclvagens, al que ein meiados do mez ante-
rior o cacique Doble, que ha quau tres atmos se a-
piesenloue se tem conservarlo amigo, reimindo ho-
niens da sua tribu, e xizinbos do municipio da Var-
eara, enlrou uo mato c sorprenden e maln pela sua
propria nulo ao cacique bravo Jiulotirnnilf, que era
quem lionaaVrebaladoe conservarlo eomsigoaquella
lamilla. Com a morte do chefe eelvagem a tribu ra-
gio, e foram resgaladasa inulber, a sogra e um me-
nino cunhadn re OincMcr, Acandocom os Indios
oiKros Ires meninos, que ao ouvirem os tiros (iiihain
fgido espavoridos pelo malo dentro.
CURSO MI LIT Alt. Vai abrir-so nenia capital,
o que ha dous anuos foi errado, lie musidcravel o
numero de ulliriaes suballornos e cadetes que prc-
lendem malricular-se.
i DOENCA E HELIBIO. No dia !> publicou-
que estando doenle oSr. Ir. Savfio Lobato, chefe
re noticia, passava esta.vara Inlerinameule ao Sr,
Dr. Antonio Vlefra Braga.
era nina disenteria de sangiic baslnnte Aoleula, en
fermidade esla que se calende milito na estafan ai
lual. fazemlo nnmeroeaa victimas.
ir O medico tloSr. SayAo er.ioseu particular apii
RO nSi. |)r. LundcM.sciidoigualmente visilado pelo
Sr. Dr. Flores, que tambero maalinba relaces de
inri/adf com o eufermu.
r< Hepoistle Iresouqualro lias, a dysentere tlc-
sapparereu, e aniumriou-se que o Sr. Mr. Savo es-
lava mellior. Assim o arredilou sua familia eelle
mesino, que al deseen a seu escriplorioa Ir.iballiai.
M.is alguna empreados notaran) logo mudanca no
aspecto, as maneirase as palav ras do seu chefe, e
pediram sua lamitia que o (i/essem deixaro traha-
Iho.
n AIgiimas horas depois a alienacAo nienlal eslava
declarada, c chegou o caso de se Ibe vestir una r,\-
ntisa tle forra para evitar que fersse a alguin de seus
assitlentes.
r Logo tpie a noticia tiesta cruel desgrara circu-
lon, o inleresaede toda a populacho aedospertou a
favor ilo desgranado enfermo, e ninguem hoiixeque
nao desejasse ver aliviar offehorrivel nlbrlunlo,
que privava a unit familia muilo numero-a de seu
II.ir
Immediatamente
sfacullalivris mais
lo Sr. Savia u
! relac
Ibaes.
Foram reformado' nos meamos po-dos :
O inajr do exlinrlo segundo balalho ra nanla
nacional do municipio de (jurluz, em Minas, Anlo-
nio \ ieira ra Silva Piulo.
0 coronel chele ta eitincta lerceira lejiao ra
guanta nocional da i apila! da provincia de Pernam-
buco, Joaquim Canuto de Figueiretlo.
O coronel chefe da exmela legiao da guarda na-
ioual da capital to Bio-Crantlenlo-Norle, E-lev,lo
i Jos Barl>osa de Moura.
0 major ila corarla lerceira legiao da cuanta na-
rional da capital do Cear, Joo Cndano Bezerra tle
Meiiczes.
O major do e\tinrto batalbao da guarda nacional
ida povoaro da Miriliba, do municipio do Iral, no
MaranhjOj Jtn Flix Mendos.
O major'lo extiucto segundo batalbao ra guarda
lacional do municipio de Paranagu, DO Piauhx,
silvestre Pereira Brasil.
O major ta exliucla legiao da guanla nacional do
lito municipio, Cahriel Francisco de Araujo Costa.
O major da extinrta primeira legiflo da guarda
nacional ta capital do Ccar, Joaquim Estanislao da
| Silva Guarni.
Fui concedida a Jos Bndrimies Leite Pitanga ,
'demisso que podio ib- lenenle-t'orouel couuuaiitlan
le rio lerceiro batalbao da guarda nacional dos mu
niiipios de Macei e Sanla-Luzianlo-Vorte, ra pro-
vincia das Alagoas, e iiomeatlo para o substituir iit
referirlo posto, Bernab Pereira da Kosa CalheirtH.
I. A-|,,i
am suspensa
2. Hur......
User
:t. Marca llnlia dnlr
o eveirilr) -iliadoi.
f. As beililidades s pi
lilirlades entre a capital e a
|ini Ierra 0 por agua.
e-ta auspensao o esercil
posIcAes iclualmeiile tem.
i da qual SC tlexe
iler.o reuovar- Arl.
panha (Ir
r. Art.
capital o
t Arl.
conserva
.- Art.
quarenla e oito horas de|n
pen-ao por qualquer ilas
rr Arl. 5, Durante a i
ficam e-labelecidos como
Dicacao entre a cidade e
i'icJo, pelo centro ; a Defensa e a da Itti-Oidem,
com aua respectiva conlinuacjto pela ra /.unja neo pelos vincules de uiiu
mas baveuilu-se retirarlo
os ministros encarresado
ni iiogociacSo. nada ha >
couvemeu
emporaria
l.'H i .i o 11--
hre este a
lis de denunciada esta sus
duas parles contraanles
iis|k*iisAo tle hostilidades
tnicos ponto- de coniuiu
a camnanha as mas Fedc
Barraca*! e a do Panto iie Jallo o aua
nuacao nelo camloho tle Palcrmo,
ti. Nesl.is rua-seni vre a coinmunicac.Mi
dea oe individuos nactonacs ou ealraugeiri
indlcfto re nao levaren arma de esj
e niofaram reunies, uei
am exrilar alarmas. Na- g
sern depositadas as
intente qnizercm pase
onli-
O re lo-
, rom a
l'.ll Jll-
i formeni
lardea de
los indi-
ir I.....na
IHTEROIR.
MINAS GERAES
El*!' l/tarario dm rolletjiot dr OttfO l'rrln, Mi auna.
(jtiriiiz, Jai; dr tma. Rio Prtlo, .li/n aura.
lliriirndij, r S. Jmio tl-Bti.
1.- Sm./n II.mu-........ IHII
.'.- Fucoacelloi........ I.'*
1.- Bclinrn.......... III.
M.-nii-iiii tic Barros...... til)
1.. J. Hiboiro........ .y
hins de Carv.lh......... 89
BIO DC JANEIRO 14 DE MARGO
SE 1S63.
Recebemos honlem pelo naquele a vapor Ingles
l'iinre rallas e folhas do Kio da Prala que atenu-
ara, as de Bueiios-Axres a t, c a- de Montevideo a
do correte. .
Hesgraradamenle reinnva anida na provincia de
Buenos-Axres a guerra^ivil. O contra-almirante
francer. ti Sr. Siiin, fi jfn\as lenlativas demedia-
cao cutre as duas liarles conlcndciiles, nao duvidan-
ilo inesnio, no caso de ser islo admillido pelo gover-
tp -le Bueuos-Avres, entender-se tlireclamenle com
a sala dos represe na ules, que alias lem -re
inarrliaflo em sua nKiioria de arcordo com o poder
esaeoilvni
(>e lM iufelicitlade ta mediaeflo, ou fosso pr-
aaeosani.....- u.lo eSlivaBI dUpOStoi para um ar-
rojo pacifico, o cerlo beque as Icnlativas rio Sr.
Snin, iniciadas e repetirlas com mu empnnbo digno
da inellioi sorle. foram mal ^uceedidas.
A ullima iiiealiatj.lo do chefe das frc- nvaea
.''imce/a-, que n principio pareca ler nascido stih
:|ir'ir>st naufrag
medida preliminar tle
ma, e re que se n
grupee que posaara
caria mua ras liaba
viduos que respecti
a nutra.
7. Pelas mesillas nas designadas no art. .">. |mi-
der introdu/ir-se na ridade loda a claase de arligos
de consumo para alimento com sujeiriio ao- legula-
ineiiios de pulida.
K. Beriprueamrnlo por te o exlrabr-e da cida-
de para a eampanha, e pela- meanUU mas, (orlo ar-
tigo re coimnercio em relalbo, escoplo OS arligos de
guerra que BSD prohibido por ambas as parle-,
i 9. Durante o curso da negociacao. os arligosrlo
prsenle convenio de suspenso re hostilidades p-
denlo ser ampliados ou restringido-, por accordosconi
mona, segundo a conveniencia o aeouselhar.
o 10. O presente convenio preliminar coniecai.
a ter etleito desde da i do correnle ao nascer d
sol.
Nesle estado fcarain us douslieMigeraiiles, Al lp
paremias, os primeiros pasaos darlos desta vez para
a conciliario, pertnitleni esperar que se consigna o
lim ;e.tlc feilu, na ruladohavia geralmente MU e*
peranca ;ocominercio a senlio e Ihe tleu furc.i la/r-n-
do baixar algiima COUSnopreco das Aneas, que li-
nham subirlo cousirleraxehnenle pelo temor de nova
emissan, ou pela agiolagem ros correlores que tem
emeoaa inftosotherfojonietro da praca re Buenos-
Ayrea.
Enlretanlo cartas re pnaaoas desapalionarJas e de
criterio ahalam aquella esperanza, alias fumlada mis
circumslancias difllceisdeambo. os l.idos eonteutleu-
les. Nao vm nina solucao que po-sa ser aceila por
itiadose sitiadores, e stdirelurlrt temem a exagera-
rn das influencias improvisadas que boje dominan!
a r-.nnpniba da primeira provinria da repblica ur-
gentiua.
Dos se amercie dos nossos viliohose lbesdaquil-
lo que ile|M>is ra barbara Ivraonle de Rom ibes lesa
filiado, juico pralico e unio. Com oslas duas con-
rlieMN a inlelligciicia ea moralidade mTiiparao a li-
na'l a allura que Ibes pertence em nina associaco
Ote, eotnoa argentina, est destinada a ser civilisada
e grande*
Antes que as consas lorure-sem ein Buenus-Avresu
aaneelo qne epreeentavam aalilda ve um epatadle digno de notar--e. ( coulra-almi-
raulc fraurez, ao entregar ao governo de Buenos-
i)res as primeiras coabnuntcaeoes la comniiaalodo
lireslor provisorio, ollcrcreu tic novo ojseui DOW
inicios. A reaWisia do governo ft lrarjaeri|Maem lo-
Ips asrilhasde BoeOOS-AjreS. Derlanm Ibe o go-
verno quedesejaria fosee reselvjda a qneatio an
inti-i rriiciiii (le sSlnSMAoS, mas que se dosgrarad.i-
menle assim nao fosse pssVCf.ftU^/er#>fl tfgW-
tlianio ile ofSMrfOS amerieana* que ueuerosa-
ldg.
nnu
eiacouunum.
mente daipii
re entraran e
sumplo, .
" lniei;uam-se tratarlos de ami/.ade 0 deconuner-
rio t......os Bslauos-nidoe do Norte da America,
ruin S. M. Sarda e rom S. M. F.. rio, quaes seris
Instruidos pelo ministerio cojnpetenle. o soveriio
er que, aluda que as regras cslabeleridas pelo reilo internacional bastara ni para -olver as quilines
que se possam aprcaenlar na pratica do Iranco mor
cautil, lie melhor todava lixa-las de aulcinao, C0n>
binando-aseoiuasdisposicoesde DoSSaslois, alim do
evitar disrusses que sao sempre ciifadoulu.
No interior gota a repblica ua mais perfeila
Iranquillldade debalso rio amparo da le. tina po-
ltica moderada, equitativa c crmciliailora, o rrs|
lo a lodosos direitrK consagrarlos por
fundamental, e as vantagens pralkas do rgimen da
lei sobre a desorden! tos lempos tumultuosos I.....e-
cenles em nOSH niemoria, lem fnrlilicailo no espi-
rintlo pnvooamor a paz, i ordem 0 s insliluces,
e preparado-o para receber comproveito e gralrlao
os nielboramenloi moraea e matertaes, re que he ble
siisceplivel nuaao paiz'pela ndole de seus nalunese
pelas eli/es eoiirlieoestle seu solo.
A'sombra da pazo paiz SO val levantando de
seus desastres, e*o governo estar" sempre prompto
para apresenlar-vosas iiidicacnes e prnjeclos sobri-
as medida- reparadoras que nossa siluacao eilgC e
que lai.io esquecer a poca que pasiou para nle vol-
lar mais. Orspirilo tic, \>m- .iconlianca em sua du-
rarlo o adediraclo dosclieTcS polticos dos tleparla-
ineulos e -uas juntas eronomieo-adminislralivas,
cujo louvavel /lo o governo vosreronuneiula, fanlo
o pie falla para que a repblica CheglM R0 CSbulo
de pro-p ridade que lodos dosejam, e de que be lo
digna por -uas virtudes e por seus sollriimutos.
o economa.
u.lo obstante a HUppreSSaO re diversos direitin que
se le paradar uns facilirladeao.coinmercjo; porem
as necesidades supervenientes a le ilo orcamento,
etpie nao foram jm-vistas no Icmiiodo suasuireio,
as dospeuscoma paciflcacjloda repblica, a encor-
porarao surcessiva de urna immeusitlarlc tle nfliciaes
invlidos e vinvas na lisia militar, o augmento das
vigas ra alfaudega e das pracas de polica dos de
parlamentos, o armamento de aluumasembarcantes
para vigiar a cosa, o c-lahelecimcnto de nina alfau-
dega de deposito na Colonia, e nutras despezas pen-
dentes, occasiouaram um dclicit mensal que o gover-
no leuisuppriiln |K>r meio re einpreslimos sm vos, ralculcldus deutru ila quanlia para que liiiba
aiilurisaco.
Porm cora asmediuaStosnadasno ramo da ar-
reratlaefm, com a ronlanea que o nosso eslado actual
Inspira, com o progreaeooo trabalhoe da industria,
ha rana para iNpcrar-sc que as rendas trscenlo e
bstanlo para orcorrer a bulas as exigencias do mi -
vico publico.
A junta tic crdito publico Horneada para a li-
quidacao e classjIieaeAo da di> ida do oslado prosegue
em seus Irahallms, e pelo respectivo ministerio se
vos tiara* rauta do resultado doliese das metlidasque
M tem lomudo para seu melhor andamento.
s IJiiaudo a divida esliver liquidada, e se liouver
providenciado oe meios de paga-las, so este faci
bastar para a convorlet em um poderoso Inetrn-
iienlo de seguranen e de riqueza para a repblica
agua toda*
clienle, e I
una opli-
> mas
de
creooree
qo,o--si-
ria or-
urnoeesao armas. (i govorno de Buenos-Ayroa
Mhtfa qua o lerreneaeilc n distancia rio dez quadras | n mente Ihe ha\ia sido oiioienda
vinrulai.i ; sorle dril
que buje parece esmaga-la com seu peso, i
loruarao os mal inleresrados susleiifador
ilern e ras iusUluie&es,
o Quae-quer rpir sejam os emharacos e prejui/o
que soll'ra o tliCMiurO publico jirla iixullieiencia da
aaeaa renda aetnaosi -ran paaaegeiraa, de racl ra
parar-ni, e sobrelurlo de pouca siguilicar-lo ao ladt
dos resultados verses que o qua 1ro de nossa slluaeSi
haeEstados-Uuid<
una pequea parle d.
la, e tpie regressariaii
fevereirn.
Cartas de Piudamoubaugaba, escripias em 5 do
correnle, amuuiciain que n rio Parahiha comecira a
encher no dia com espantosa fnrea 0 rapldes, e que
no dia iiiinietliaio j.i estavam cobertas di
Osla as mallas das suas inargens.
A punte re Jacarahx foi levada pela 01
poule.de Pindamonhangaba, mo grarb
ma coiisliucran, liiiha perdido j un lan
As noticias dos moradores de cima e a coutiuua-
vnv das chuvaa faziam recelar que esla cheia fosse
una das inaiores que lem (ido o Parahiha.
A enehente rleve provaxetmculo senlr-sc ein
Campos no dia 17 ou K rio correnle.
15
O paquete a vapor Imperador, entrarlo honlem
dos porios do Sul, Iraz dalas de Porto Alegre e do
Bio Craudo at ti do correnle.
No Rio GrOHdMmt de ido pa-sado encontramos
o segninle lamenlavel faelo de indisciplina em um
dos cornea eslrangeiroa ao eervlco dn imperio:
havido ltimamente alguus accidentes deploraxeis
porm que felizmente uflu foram tle lauta etmsequen-
ela como poderiam ler sido, e Julgamos do nosso do-
ver aclara-tos, alim tle que as noticias nao rbeguem
desllguraclas c cauaem mafores sustos fon desta ri-
dade.'
o Por ordem rio Sr. commaudanle da guarnirn
tiesta ridade e frouleira foram prisas no dia 2\ rio
correnle, algumas pracas do segundo regiment re
arlilharia a eavallo, por lian t.....primenlo de devo-
res ua imite antecedente. Alguus soldados porm
mais lu blenlos serviram-se desle motivo parasedu-
/ir cerca re fl) uniros camanutus para se a presen la-
rem nesse mepiiiodia, pela vollada I hora para s 2
ta larde, em. frente rio quarlel'do ('ominando da
guaruicao, e a elle queixar-se de severdade de seos
rdliiiaes e inferiores, do pesudo servico das guardase
laxinas, ele.
Logo que elles all chegarain e principiaran! a
sua queixa en) tom de aSNiada, foram dc-armados
tanto pelos olllciacs ao servico do commando da
guarnirlo, romo por alguus de seus proprios otll-
eiaea queacudlram au aabereme ilvorolo.
u Logo depots re desinuarlos foram (puntarlos
mandados para borde da presiganga, |ior ordem rio
Sr. coiiim iiidanlc da guarnirlo para dall respoude-
rem a conseJha de guerra, lirandn o resto presos ou
rclidts nos seus quarleis.
a Na noilc st'guiile acuutereu que o segundo l-
enle de arlilharia prussia na o Sr. de Bcissvvlz,
quando meia uoitc ia rondar a guarda do hospi-
tal, fui ataclo por um a-sassiim, que o ferio, sendo
0 uss.issino bjjnbera ferido pelo dilo offirial.
s Dassassiio levava urna baiouela, e pelo Ijoucfe
conhecoao eer um soldado rio balalnao lo.Nao es-
l.t bem averiguado esle facto, quaulo ao eSSOarinO
ier aoldadOj apesar re estar de baionela e boncie do
bala I h;lo 10, segundo consta.
tr Este aroulccimeiilo den lugar a criminosas con-
versas entro algumas pracas do segundo tle arlilha-
ria, no seu mesuio quarlel e vista de alguus supe-
riores, em consequencia do que o commandanlc do
regiment nslallou um eonselno de guerra no
da 2, peloqual foram algumas pracascoudemnadas
1 aereen chihaladasou cousa quoovalha.
a Quando ua tarde to da ia esle castigo ser
execulado em frente s baleras da Irincueira, um
ilnssfiilcuriados lancou-se aoscu comiiMtndanleqiie-
rendo com elle hilar, o qual em sua densa acutil0U-0
pelo |tesroco do lado superior, indo logo dalli para o
hospital.
n Pela energa que cm geni moslrou toda a ofli-
eialidade, Imiiii pensar0 lidclidadc tosolliriaes infe-
riores, eremos terminados desaguisados que poderiam
ler tidogravissiiiasronscqueneias, cstajulu boje, sup-
|Mimos, a disciplina iuleirameule roslabclecida, e
continuando o seguudtvegiiuento a fazer o servico
la gnerniejao da ciilade.
c BsporanMM que aoja esta a uUim ves quo oe
-ubi idos do 2. regiment do arlilharia a eavallo
eoniinellain actos de nsubonlinacilo e de-respeilo
ao pala que os alimenta e paga, assim como aos seus
oflleiaes, que lio bem teeru sabido captar as syaa-
jialhiasde lodos os babilaule- desla cidarle. >
No dia i do correnle dous escravosdoSr. Manuel
Jos daSilveira Lima, morador nos suburbios da
ciiia L'm dos assassiniM apreseutou-se o pulira, ooutn
evadio-SC.
so convocarare conferencias
lisliuclos rleslaeidadi', csa-
lo mais se separaran! do seu
lado preslaudo-lhe dia e imite cuidados paler-
naes.
ti A scienca e a amizaile rio mana tladas parece
que coineeaui a ab-ancar sobre a lerrivel cnlc mida-
de urna vicloria que seria hrilhaule lia dous dias
que o doenle ee conserva em malor calma, conbece
todas as neasnasque \, e se lera, oque nAo adirma-
ulos de delirio, lem longos nlcrvalb tle
He i ido, julgado objeclo le delilieraclo, c manda-
du imprimir o seguinle projeclo :
t A assembla legislativa provincial tle Peruaiu-
huco resolve :
tt Artigo mu.'o. I ir.i em vigor a le provincial u.
151 de 30 de marco de l&W, que determina os limi-
tes entre as freguezias do Kio-Formoso e Una ; sendo
revogadasas disposicoes em contrario.
n Paro ila assembla legislativa provincial de Pcr-
nambuco 21 tle marco do 1H5.1.fanos Barreta.
Pinto de Campttn.
Em seguida sao lulos e adiados, por haver pedirlo
a palavrao Sr. Guetles de Mello, osseguiulrs pare-
cen :
A' commissao de ordenados fui prsenle um re-
querimentn do padre Manoel Thomaz da Silva, nro-
resaor de primeiras letras da freguezia da Boa-Vista
desta cidarle, pettindn augmento tle ordenado.
A commissao, ronsblcraiido que acha-so depen-
dente da approvHt;o desla assemlda o regulamenlo
de \2 tle mati de 1851, que fixou o ordeaado e gra-
lilicacaoque tloxciu perceber os profesores de pri-
meiras letras ; ccnlendendo tiue neuliuma delibe-
raeo especial conven tomar este respeilo, dexen-
tlo-se antes eslierar pela deciso desla assembla -
eerca do mencionado regulamenlo : be de parecer
que se iiidiliru o rcqiicrimculo do supplicanle.'
n Sala das commissoes^ia eaaerabla provincial de
Pernamhuco 2\ tle marco tle I85&WjTOW Barreta.
-Manoel (anilnititi.Canta Carnet.
a A" cuminissiin re ordenados foi presente orc-
querimeulo do professortle lalim da cidade da Vic-
loria, los Pereira Borges, solicitando augmento de
ordenado.
ti A rnmmisso enfeude que, arhaudo-se depen-
deule da approv.-fcao desla assembla o regulamenlo
de 12 de maio tle isM, que IWa u urdenado dos pro-
fessores catheilralcos, nenliuma delilicraco parcial
couveui lomar a este respeilo, devendo-sc esperar
pela decisau da mesma assembla acerca do mencio-
narlo resulamento, sendo que por isso bode parecer
que 80 ntlitira o rcquerjmentn do supplicanle.
Sala das commissties d,i assembla provincial de.
Peruambuco 91 tle marco de la!.I'ae* Brrelo.
Manoel Caratcanti.Co*ta Gomm.B
O Sr. C.uede* de Melh : Rcqueiro a urgencia
para que sejam discutidos j os pareceres adiados.
OSr. Prenidente: Est emdiscussAo a uruen-
Pelo P.....I
F.uropa, ordena
em Londres tpu
e.io do contrato
principal obje
moa, moni
perfeila Incide
n Esla enfermldado do Sr. Dr. Sayao, recahiodo
sobre um homem notavel pela sua posirjffOQ inlell-
gencia, rleve dar lugar aabsirdusronuuenlarios, mas
be opinio de Immensmuilo eoiupclenles que illa
(exe urna causa inicuamente physica, como he Oro-
Iroceaao re uuia forte liemorrliagla IntestinaL ('-
exemplos deosis anlogos san als numerosos, ao
diieff do facultativos abalisados. n
17
ingles Taa, que boje larga para a
o governo ao ministro brasileiro
e proceda naquella corlea cclehra-
para a estrada de ferro que faz
lo da le de dejuphode 18-W.
mralo nao foi realisado insta"corle como
nico concorreule, 0 Sr. x srondo tle Barbaceua.
nao so porque a proposls deslc 8r. ee enartou em
alguus pon los do crllal de .! do fevereiro prximo
passado, como porque v-la de nlonnaciKS rece-
hidas pelo ultimo paquete ha motivos para crer que
n.'o sera posalvel levar a edito a empresa com a ga-
ranta de qualro por rento que o Sr. xiscondrde
Barbacena iropoi.
Segundo somos informados, a directora ra com-
paubia organisada em Londres esla itisposta a cu-
rar directamente cm ajusles com o governo impe-
rial.
Todas as cartas recchidas re Inglaterra anuuii-
ram grande concurrencia para osla empresa, ga-
rantirlo que seja OJOTO tle cinto por eento ; 6 00000
ella disputada por capitalistas' poderosos, he re es-
perar se consigan) rondieocs vaulajosas e apromp-
la reali-acao desla grande obra.
O Sr. x isenndr re Barbaceua e l>r. Thomaz Co-
clirane Kguem para Inglaterra neale vapor.
Jornal dn Cominerao1.
m\\\)\\\\M.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
Senao' ordinaria em 21 de marco de 1853.
Pretidentia do Sr. Pedro Cavalranli.
A's 11 horas 'j da inaiilnla, (bita a chamada, ve-
rilica-s.....tareffl presentes 21 senhores depularlos,
fallando o-Srs. Jos Filipnc, Velloso da Silveira,
Porlella, l'loieucio, Alves ra Silva, Ignacio Joaquim
e Baptisla.
O Sr. Presidente abre a aessto.
Litla a arla da sesso anterior, be approvada.
o Sr. [.Secretario menciona h aegulnleaj
EXPEDIENTE.
L'm olcio do secretario ila provincia, cobritulo as
infoi inanias ra thesouraria da fazemla provincial
acerca da arremalacn ra illiimihar.lode Oliurla.
A' quem fez a requsic,,1o.
Um requerimenlu de los Francisco Pereira ra
Silva, |" luido providencias sobre o abuso que se
(em commellido na edilicaco dciuna casa sita na
ra do Crespo, esquina da ra daCadcia desta cida-
de, perleneeiilc a Antonio Jos re Magalbcs Bastos.
A' commissao de postura municipaes.
Outre O Silwmo dos Sanios Lopes t^aslello-Bran-
co, eserivAo ilas suhibdegar-ias das fregue/iasda S e
S. Pedro Marlvr de (Hiutla, pedindnquesc marque
(piola para pagamento da quanlia de _'7>I 17 r-, de
cusas dos proeessos, que se Iho esUodeventlo. A'
comnaisaao de orcamenlo muir mal.
Oulro de Joaquim Correa ta Costa, agente do lis-
cal do contrato das carnes verdes, pediudo augmento
de seu ordenado.A' CQenmifBlO de ordeuados.
Oulro de Julo dos Santos Fragoso, professor jubi-
lado na cadeira de grammalica latinada eitlaile tle
Coianua, pediudo que se consigne quola na lei do or-
camento para ser nago da quanlia de HtML^JUO rs., de
quo Iho he de*edt>r a Ihesouraria provincial, pelo'
accrescimo de sua jublac^n.A* commissao de m--
I rucea o publica.
Fti lido e approvadoo seguinte parecer :
ir A commissao de rendas munici|aes o emitas, a
quem foi nresenle o requerimenlu que I esla assem-
bla foi dirigido pelos amanuense, da serretaria da
cmara municipal desla cidade, precisa, para dar o
sen parecer acercarla pretendo dos pelieionaios.
ipie pelos rucios eompeleulis aeJB OnfMa a mencio-
nada cmara, a rts|K'itoda mesma prelenco.
Sala lasriunmissrM- da assembla legislativa pro-
vloeial rio de Capibaritx..4, /', de Oti>etra.Po--- Nar-
reto.a
Nao havenn quem peca a palavra sobre a urgen-
rja, d-sepur approvada.
Entra em discussflo o parecer adiado, acerca du pro-
fessor de lalim de Santo-Anlo.
OSr. Gnede* de Mello :Sr. presidente, eu con-
cordo com as nreniissas do parecer ta commissao de
ordeuados sobre qualquer um tos requermenlos
que cslln sobre a mesa e em discusso, ou se Irale
tle um dos professores de primeiras ledras desla ci-
dade, ou du prufessordelatiin da cidade da Victoria ;
mas nao concordo com as conclusAes porque cnlen-
loque os peticionarios nao apresenlam semelliantes
prelenciM's sem algum fuinlamento, jior isso ac ha va
mais rasoaxel, que os seus requerimentos cm vez de
seren imlirosMns, russcni remetlidos commissao do
llislruccfo publica para.que esta pesaiulo as ra/es
ros peticionarios, desse um parecer qualquer sobre
nasas preteucjei como fosse dejosUos, A conunlsaAu
reinslruceo publica comrunais versatla na respectiva
legislando, e leudo em xisla o allegado, parece u mais
propria para com fundamento formular mu parecer :
en nao me pronuncio airla pro neffl contra a pre-
lenco ; mas ardi qu<' he urna morte muilo prema-
tura prelenco, que pode por ventura ser abona-
da por muilu juslica. A commissao apenas indicoii
para iirdiferirosreqiierimenlns. ofacto de estar pen-
denle ta approxacao da assemlda o regulamenlo de
\2 tle maio de 1851 relativo inslruielo publica, o
quo uio me parece bstanle. Por eslas breves con-
sidcraees pedi a palavra para ollereccr una emenda
riincluso to parecer, que esta em discusso.
Vai a mesa, e be apoiada a seguinte emenda :
'i lie tle parecer que o requerimento do supplican-
le seja remelllo commissao de inslruccao publi-
ca, para esta o tomar na consideracao que lie mere-
cer.S. Wrt.inbelino.n
() Sr. paat Brrelo:Eu nao pudo liem enten-
der as nones em que o nobre depntado fundainen-
lou a sua emenda: disse, entretanto, o nmlivu quo
lev o ti a commissao a ndcfsrir a pretoni;ao do pro-
fessor de lalim da cidade da Victoria. Esle'pm-
ftssor pede que o seu ordenado seja elevado i res
(HI-MIIKI, e o uuico argumento que apreseutou cm
favor re sua prelem;0 foi, que o prosessorile Goan-
na percebe HMi?MKa) ris mais do que elle. Nin-
guem di/, que semelbanle argiimeuln seja valioso,
e tl ao peticionario dircito ao augmentu de orde-
nado, que solicita tiesta assembla; no enlanlo a
commissao nao atlendeu a isso ; o que ella leve em
v isla fo, que achando-sc o regulamenlo sobre a ins-
i trucedlo publica siibrnetlido ao conhecmunlo desta
assembla e al na ordem do dia, c elevando o nies-
mo reglamento o ordenado dos professores de la-
lim ,i '.'id-Kin ris como rleseja para si o peticiona-
rio, mo cuuviuha por ora tomar urna deliberacao
parcial sobre esla materia. Quando se discutir n
regulamenlo, oque ter lugar brevemente, exami-
naremos qual o ordenado quo devem ler us profes-
sores de latim das dillercntcs localidades e cutan
lomaremos nina medida geral, na qual se achara)
eompreheiidido o peliciunario. Eis o motivo que
lexo a commissao para dar 0 seu parecer uo sentido
de se iudeferir o requerimento do peliciouario ou
antes de nao ser esse requerimento lomado cm con-
siderucan. Conclu declarando que vol contra a
emenda.
OSr. l-'iijucira de Mello:Sr. presidente, eu
oppoiibo-me ao requcruciilo que fui mandado
mesa com o lim de emendar o parecer ta nnbrc
commissilo de ordenados relativamente a prelenco
do prufessor de lalim da Victoria, pcdimjo quo" o
seu ordenado seja elevado a GtMWjOOt) ris, |iorquu
parece-me que estando .a coimnissjlo de iuslruccu
publica incumbida do exame c revisao to regua-
inenlo ta pnsideucia, tic \2 de muio do 1851, so-
bre as aulas tle iiistrucc.o primara ila provincia,
he rlesnecessario que esses papis xo oulra vez
commissao para ella dar o seu parecer ; quando se
tratar de urna medida geral, eulao veremos o quo
convui fazer, se regular os ordenados dos professo-
res como o regulamenlo determina, ou se dar-I lies
conforme o Irahalho do cada um no ensno, as cir-
rumslaucias da loc.ilidadc em que esliverem os pro-
fessores, ecl., |Kirque tal vez succeda que, dantlo^n
o meanSO ordenado a lodos os professores, una tal
providencia tendente a formar cutre elles a iguaIda-
de de vencimontos, protluza ao contraro urna ver-
tladeira desiguahlado tle retribuido, por isso sou
tle opiuio que a emenda nflo deve ser approvada.
Scudo, porm, esle o mcu parecer lambem nao
posso approvar o pareceeda commissao relajivameu
le materia, porquaulo a commissao disse que es-
lando dependente ta approvac,3o da assembla o
regulamenlo de \'2 de maio de 1831 que flxa o or-
denado dos prufessores calhedralicos, nenhnma de-
liheracao convin por ora tomar a esle respeilo, c
se tlcvia indeferir a preleur^o do supplicanle. Esla
concluso nao me parece estar nos principios esla-
hcleridos, e por isso sou de opiniAo que esla mate-
ria se deva adiar al que se aprsenle o parecer da
nobre eommisso de instruroAo publica.....
VmSr. Deputada:i\ Un datlo.
II Sr. Fioueira de Mello:...E wya discutido o
regulamenlo da inslruccao publica. Emquanlo islo
semlo lizet, parece extraordinario e iuconsequeuto
que se indeura o requerimonto do |elciouariu,
porquanto se o parecer ta cnnimissao de inslnic(5o
nao fr spprovarln, se entender que os ordenados '
rlevein s.-r diversos conforme as localidades, enla'o
ileveino**litciitir oslas prelences.
Assim o parecer da nobre eoinmisso lloesli us
principios poi ella mesma es la be lucidos, e me pare-
ce quejiao ptide ser approvado ; mas sir que deve
ser adiado o coiiliecimentu des-a malcra al ser dis-
entido o parecer da commissflo de inslruccao publi-
ca, depois do que trataremos de discutir este reque-
riiuonlo, ou de ojulgar prejudioatlo, urna ve/ que
j. se lenlia tomado Orna medida a respeilo.....
f>.Vr*. Patt Harreta :Enlj
emenda .'
ti Sr. Figneira de Mr/lo :
qiiei | ine-iu.i COUSU, llls -in
i), como s' op|Hiz ;
'arquea emenda nao
ipic xa ,< cummissitj
MUTILADO 1


=
de
sar
slruerlo publica, c isso me parece desneces-
0 Si: Manoel Caialeanli:S.u sou membruda
comissssslo o assignei o paiecor. A coiinnlHAo nao
limioii roisliecimcnlo Ja materia: iisdcferiu. Eu
nAo snu Jim-consulto, nial si i qui umitas vaos W
nao loma conlieeimenlo d'uma iiwlc.ia |>w nao vlr' leri
operarlos das loteras, e arrrcsrenlnu que essa me-
dida fiavia iIh alopiada para regular.ladc das lo-
lerias ; masen observare!, que no llio k eilraliem
onnuahnenlcsiio municipio neutro lalvc 20ou
:K> lotera, e quo aqui na provincia tito exlraueui
mita do duas ou Ires pur inno; alora deque aslo-
etn lempo, etc.....
J'ni Sr. PfpulaJn :Ma, que vera sso aocaso'
tMiiiioI l'acaleauli:A ('un.mis.au enlendc que
nao ha dittrii nadmohre a materia, poique ja
existe projeelo igual. O motivo que o nonre depu-
ladndti, para que nao foe approvado o parerrr,
[o para (pie so nao dsse uin indeferido (5o solem-
ne; mas parece-me que a assemhla deve procurar
ver-s ti.vre desles importunos, que no nSo deliam
cuidar ein cousas uiais ncoessarias. Esle professor
ilcvia salser que existe na caso para se discutir o
regulamcnlu da inslruccflo publica ; por coii-cgu.u-
ledexc-sc indererir: rrcio que- lio oque devia ra-
ilSi: Figueira de Mello :Adiassc.
(1 Si: Manoel Caraleanli:O juiz quando nao
loma conlieeimenlo da cama, pao ada, indeferc.
Encerrada a discussio, -ao os pareceres approva-
do. sueeessivamente, -codo rcgeilada a emenda.
ii Si: .Iguiar:Sr. presidcule. levan(o-me pa-
ra fazer urna recluinaclo. N'uma das sesslrs pasa-
da, quando so Iralava de fizarlo da Torca policial.
e or\a o nobre depnlado o Sr. Jos Pedro da Silva,
respondendo ii urna refereiiria que cu havia feilo ao
Uberal Pernambueano, diese que se cu havia de-
clarado gostor daqoclln folln ein razAo de sor nolla
inallralailo o Sr. Jos Pedro, quoesle Sr. daprezava
imeii juizo, c enlo respond cu duendo: Hotos
mu' do oue en tenlw feilo, porgue de*pre;ei, tlet-
prruedeiprezamn do mine deputado: c como
o aparle publicado iiu jornal de boje iio seja pelas
incalas pala ras que, luuilo de proposito empre-
snei, porque abisel :MRo/ni mais do que Ii
fn,o e farei- reclamo contra es-a nexaoti.M
.....mi i i I il.iipi.il n.iii ficou licm pronunciado
uin. pensamcnlo.
ST. Jote Pedro :Pedi a palavra nicamente |.
ra declarar, que cu i,.in alterei o aparte do noble de-
pulado. Est tal qual o Sr. lachigraplio o loinoi
ellcziuc abi esta, pode dizc-lo.
IIRDEM I"' DA.
I. discussio dq projecto n.7, que manda creai
lugam de thesoureiro eescrivao para todas as lotc-
rias, adiado a requcrinicnlo do Sr. Barros llarrol.
ale que os Ilustres signatarios se apresentassom i
II Sr. Manoel Caraleanli:Em prmeiru dis-
i n...o quasi scinprc sao os prujeclos approvados.
Eu nao sei quacs as x islas dos nobres signatarios do
projoclo e desejava oiivi-los.
Diz oart. I. doprojcrlo: le
Eu julgo que ... loGria deven ser indas pruhil.i-
.las, c que nao lia inaior risco as cautelas do que
nosbillielcs.ou que punca .liflerouca lia, porque os
buhles lamber scespalliam pela elasse pouro con-
siderada da sociedade ; mas o projecto cslabclcec
un thesoureiro c un cscr'iin. Nao entro ncsla ma-
lcra que be niuilo gravcomuiln nicliiidnisa. Hu-
mis, cu creio quo os nobres autores do projoclo de-
sojan! que conlinueni as loteras ; c como cu desejo
ipie ellas so nao scgsilariscm, xolo contra o projeelo,
voto contra elle |wrquc n,1o quero lolcrias de quili-
dade nenhuma : os abusos que se |H>dcui ilar sao os
inesnios. Mas, esle Ihcsoureiro c este eecdvlo nlo
lem ordenado? Uraluildriicnlc ellos n.lo lulo de
querer servir ; por sso, eu desojo quo os nobres au-
tora Ma ulilidade...
IISi: Figueirade Mello:Sr. prcsidenle, o no-
bre deputado inipuguou o projeelo sobre o funda-
incnlo de que as lolcrias eraui immoracsc prejudi-
cial...
ti Sr. Manoel Caralranti:Nao bu |Mir isso.
II Si: Figueira de Mello:-E por isso o nobre di-
putado disse que Ble quera que ellas so rogular.sii.-
scm. Tem sido milito debatida cutre os economista*
r nioralislasa questaoda moralidade e ulilidade das
lolcrias; eu nao quero entrar por ora ein lal materia,
e Mmenle farei olsscrxar, como mnlixopara duvldar
la opiniao do nobre depulado. que lodas as leuis-
laeocslcinailmillido as lolcrias. Na Franca lia lo-
lcrias.
o Sn Manoel finiilriiiili: Na taiica nad lu
lolcrias.
OSr. Figueirude Mello:So nloai lem ago-
la, ja as leve; c se agora as nao lem, be poique cos-
.saram os motivos quo a lornaiaiii MceMHriM. No
Brasil desde milito lempuque s lolcrias lad...... te
lem concedido, tanto pelos poderai ganes, como pe-
ta, as-eiuliloas proviuriacs: o auno passado esta
mesilla MsembMl erefcl que conceden una loleria a
licuelirio de urna Igreja oe Irmandade, e esle inno
i fe ieual graca para a croaoto do bicho de soda.
Poi eoiiseipioneia, aasseinbla parece ler ili'iv.nlu de
parteaquestao di moralidade das loleria;efun-
riando-eo no fado de que os eolrea paMIcea na. po-
Ipiii courorrer para coilas despozas, nao lem diivi-
dado conceder ossas loteras, que ponen a pMKO II-
i.iiii das aluibeiras dos ooiilribuinles os iiicim para
se poder fazer etu despean, e elWaier as neres-
sidades deqoe ellas sao conseqoemia. Por ora usm-
o entendido entre nos, que as loteras deven] ser
adlliillidas.e que deltas se dovom tirar aquella- v.io-
laoons de que sao so-i opliveis"; onlrclanlo se for se-
guid I opiniao do nobre depulado, paioee-me que.
desde j.i. osla asscinbla deve annullar as loteras ja
concedidas.
Passaubi agora, Sr. pro-idoiilo. a tratar do pro-
Sein disoussao, me parece que elle he ulil na
1 em quo d;i um s Ihesoareiro, e mu s es-
i riv.io pin lodas as lolcrias : nos VemOS que o re-uJ-
lado de buvoraui diversos Ibesourciros lio que as lo-
lerlas sto postas a venda luda- ao iiiesmo leiiipo, e
que timas alnpilhaodo as nutras, as lolcrias pro-
l'iiaiiienie da provinrK so corroni dopois de mallo
lempo: ora para evitar osle inconveniente, o de
uin se azercm as oleas, que pira II loteras que fo-
ram deereladsj,entrado conveniente que baja uin s
lliesnuroiioe um s esnivao, e que aquello marque,
quando o aoverno nao Unba feilo, aordom Meessi-
V8, em que cssas lolcrias dovem correr, alim de que
n son produelo ssja applicado i obras, para que os-
sas loteras sao destinadas. Bata provldeocii me|ia-
ie,e, i (inveniente, e na corte fui ella adoptada tanto
para o municipio neutro i.....lo para a provincia do
IIo, de Janeiro, resultando de una lal pralica. que
a-lolcrias so lem cjlrahidn rapidaiueiiti-, e produ-
/idoos benclioios que se liveram em vi-la na MU
eoncessao, apnlieando-sc o sen i producto As obras, a
queiella- se desliiiavain.
Agora relalivaineule venda de cantlas de
quaesqiler lolcrias de que Irala o projecto, parte-
me qucc-la-disposc;lo nao pode ser approvada. por
que sendo oslas cautelas parles de billielcs que so
viudcni subiliv ididos, alim de podorom mas facil-
lllonle ler cjlraci;ao as loteras, as peanas que nao
piidem i'oui|>rar um bilhele inleiro, uifls |Hidciu com-
prar uin vigsimo. ,.....lecimo um quarlode bilhele,
e como oslas subdivses de hilhelesconcurren! milito
para que a respectiva venda se faca eoni rapidez, nao
pono por MBOaparovar esla segunda parlo do I. ar-
tigo do projeelo. cnlendo que se deve drinar lal
qual Oliste, nio wi pela razao que j dei, como por
-o que eu vejo que o govcrnogorHl lem tolerado, que
vendaiii esses (piarlos, decimos, esses vigsimos, c
nao me cnnsla que dessa venda lenhain resultado in-
oiiveniciile
Aclio por lano o projeelo til na sua prunein
parle, mas qiianlo a seuuuda que prohibe a venda
las lanicias, n.lo |kisso volar |K>r ella, c em lcm|io
i,p|Hirliiuo, na secunda diseussao, Jiei de aprescnlar
urna emenda. Conforme coa estasidei, vol para
que o projecto passe a segunda diseussao.
II Sr. Mneiel Monleiro : Sr. pre.idcnlo. diroi
apenas iluas palavras acerca da malcra (leste pro-
jecto : em primeiro limar ohservaroi, que elle lulo
csli redigido melhodicameiile, e algaida as regras
que devem presidir a redaceflo de un projecto de
le. Nao seise o reaiiueiilo dacau e-labclece re-
-ras para a rcdacco dos projeclos, mas o rcgula-
nicnlo da camara'dos dcpiilados eslalieloce claras e
precisa normas para regular laca redarcAes. (O no-
bre depulado le o projecto.! Ora, licm v a assein-
noJ-a prov iuria. lau inuilo iiiooorcs qu
,ia e numero de blllietos, qu"
nsnalmpor......
Hio-dc-Janciro, oque atiera e deslroc totaMMOt
a pretendida anajogia, da qual alias se dediizio a
necessidade da ecearao proposla
II Si: FigMetra de Mello da um aparle.
O Si: Manel Monleiro: Pergunlo ao nobre
deputado -i......onde que isso he objecc.io sena ; se
culcndoquesini, cu respondorci : po fuco seoao
referir un, aclo, n,lo entro na raza".. ,1, lio ; o helo
que cu cslalieleci beque e\trabndo-se na prov n
eia apena-diiasoii lies lolcrias, nc
para crenrcin-se dims lugares novo
publica naojustiflea. NAo vejo, por
guia de scinelhaulo crcncilo, a n.u
aiYominudur nlgueiii; iMirnuaulo
do que laes dous empregados q
mu i ia/ ii, ha
que a ulilidade
, necessidade al-
iar o desojo de
lito coniprohcn-
Iram servir gra-
iinn, pro-
da assom-
iiliv iiliio.:
lal cra-
la de manera atajara ipio ar-
hanan das loteras da provinria
nnpleacAo alguina, quo juslinquc
lacao. oureclamo medida llgUIM
pcito : o tiiii. pois, do projeelo nAo
s se ser Irciu no prinicn
i- -e-.fies scguinles ler.i
un ordenado para esses
nsoqucucia natural d
tuitamcnl
vaveliiioulo ni
blca de volar i
esla lie a co
cao. Nao me i
tualmenle na
lenba havidu
semclbaiilc lu
especial a lal r
imdcscr oulro.
Ouaiiln I segunda parle, o illuslre orador ja p
derou que esta asseinbla nAo he a mais com|vol
te para estatuir sobre ella ; e de feilo as cautelas
que se v.....!.......'que piulen! ser ohjcrlo de asn-
illas fraudes, sAo subdivses dos bilhele das lole-
ria da corte, sobro as quao- me parece que esta
aajembla nao pode legislar: be um fado que laes
raulclas circulan! no mercado publico do lli-ile-
Janeiro, ceslao palenlcinoule HPWtM i venda:
creio, pon, que esla assenibla nAo obrara tullas le-
ualinonleso por voiilura e-lalioleci medidas pro-
hibitivas de um olijeelo. que he aulorisado no Itio-
de-J......iro polo uoverno, e que a assembla geni
(olera.
Sciibores,seiain quae- foreni o- inoonve.....desde
tac. cautelas, repilo, a assembla provincial mo he
roni|ictenlc para regular de........oir .nciihiiina as
riiiire-iie-de loteras, (oncedidas pelo poder geni,
mlooprnlefazcr.
Ora, sendo islo assim. jo v \ Exc. que a segun-
da parle do projeelo deve ser rejeilaila. porqoe he
evoi liitanle sembla. Nii disculirei a quesillo da ronce.....11-
loleriaj, niasobsorvarei que 0 Sr. Manuel Oivloan-
lifoi mullo coherente cun......u- principio-, e i'oin
a-iniviuia-ipieadoplii ; diz ello que lio conlrarjo a
eonce-ao de l(.....ia-. e lab
quor ro
iiicntam
liadc-a'
pprova
Icnhod
inquir
O S
allo a i
itn
Slll
II lilil
ne .pn
oto di
iizao pa-
e enlao diz elle que mo
niinoralulado, porque nug-
inlenlos, e-ies cliegaro ao
de-lriiiielil o-a illiniorali-
......uto o honrado ineinl
ii o projeelo. Quaolo mim, parcee-
liin baslanle para |usliucar omou
lacaiiaupnijec.....c se diselllo.
r. Omn de Mello : Sr. preside....., eu
iiecus-iiliiile que ha de reu'ularisar a venda o
'odas loteras da provincia, admillida a uti-
tilidade delta-, c aulorisaihis como estilo polo poder
legislativo, de inaneira que possam ellas aproveilar
ao-s.....conrcs-ionai o-, ponpie nflo he su ila e.in-
nilicneia dos bilholos do llio de Janeiro que pro-
ve.......al : mas tauliom da falla de ordein na e\-
IraccAo das lolcrias da provincia-, resollido e-lo .pie
lem 'feilo f-.il que nao loliban tillo ollas a i-vlraee.lo
e indamenlO que seria para desojar, mase.....o o |
jerloconforme eslii redigido ndo me r
liiii. porque pelo fado da creara
souroiro e um esrrivAo. nao so di......nslron anda,
lina, que se consiga ene lim que.....le-ejava,
A voto contra o-t.l patelo projeelo. Hilme
islo a opiniao apie.enln.li.....lo
Hit araba de rallar, porque lodo
Til........eiros das loteras .pie evis-
i prov ilieias nao perreliem por <*
i-iipou.iiii, que pese sobra o cofre
all
pode eilingni-lo no oslado actual dos nossos costu-
.....-.
n Si: MonocICmaleanti-.E as lolerlas he o
ii........i !. .
o Si: lieira de Mello : So todas as nacocs
procuran! rcgiilarlwra priwlilulelo, e diminuir m
iludida- policiacsalgiins dos -en maiores inconra-
noalcs, segue-se que lamben! devenios fazer o mes-
mo cerca das loteras, c que o irgumenlo do nobre
depulado nao lem baslanle forra para provSi o que
pretende, Son do opiniao quo rT>riijcolo. I'asse a sc-
LMiudi diseussao, o que enlo procuremos cnionda-lo
como mclhor parecer.
O Sr. Mnritl Monleiro: Sr. presidente, quan-
do tk Ilustro orador podio u palavra para me contes-
lar, persdadi-ine quo ello se propunh a produzlr
novo argumentos, e acresccnlar aos quo linlia ex-
pendido preccdenlemenlo. pois que ino parece quo
as razoes por elle emillidas no principio da diseus-
sao I.iran rompidamente Iludidas: o nobro depu-
tado nada, porcm, accrcsronlou que podfcsse destruir
a evidencia das.olnervaoOes que foram oflerecida
cana em coiilaslaco da sua opiniao.
Sr. prcsidenle, disse o nobre diputado, que o tac-
to pllegado por mim, ou antes que o receio, por
iiiiin manifestada, de que n creara,! de que se trata,
havU noccssai amento no fiiluro Irazer ulgum gr-
vame ii fazcnita publica ; disse o nobro depulado.
que e-e leceio da iinnlia parte era infuiidado a rbi-
niorico, |mrque podia succeder quo os bencnriadiM
cnmessiis loteras pagassemno escrvAo c thesoureiro.
Eu responderei ao nobre deputado, quo no projecto
nada se ni lia dis|MMlo a lal rcapcitn...
II Sr. Figueirn de Mello : llavcmos do emen-
.la-I.i na seeiinda diseussAo.
I) Sr. Mnriel Monleiro : Quando o poder Ic-
gislalivo concede a esta, ou aquella rinaiidado, a
esta ou aquella individiialidade una loleria, o agra-
dado ronla rom a ole.'i.ili.laile dos lacros amanea-
dos un ie que Ino conceden bencuelo...
O Si: C.neite* de Mello : Nao ronliim, |Hirque
eirorlivamenlcellos pauain.
O Si: MnrM Monleiro : E quem os piale obri-
gar a Isso '.'...
O Sr. Ciiedetde Mello : Kqiicm pdoobrigar
celias pessoas a servir graliiilamcnlc'.'
II Si: .1/u >/ Monleirn: Oh similores, |K>s,
diz o corno legislativo, a inquir.nina dos hilheles do
lodat as lolcrias aera rccolhlda em nina man que lie
designada ; e e--e ndividuo lie abrigailo a rcrobcr
essa mporlanriii, c a dar-lhe o desuno que a le llie
preocreve
O Sr. I'igiieirn de Mello : Na scminda dis-
eussAo remediaremos isso.
OSr. Mantel Monleiro : ... Iliz o Itiesouroiro,
aoeoiiees-on.uio: V.k me havei- depauar o mcu
Irahallm ; liras e-lo pode responder, n.lo sonhor ;
porque lei uto meobrig a easc onos: loan ra-
llo do iiobro depulado mo I
lie preciso novo precdlo, no
para qnawacaulelo este lo.
vWoqoe....."joclo nao le
gum, nlo diz quem ha da |
escrvlo, e
que e--e- el
tiopodosulMistii
ida ao projeelo. p.
uto algnin.
> legislativa
nlc : he, pois,
lenvolvime.....al-
ilhe-ouroirucao
allegada pelo nobre depnlado de
idos serlo paaos pidos
i rundan
di-po-i.
de
ih<
, Pi
le
ICilllo
i.'mIo ser 'aulori-
: ni i-, como -su
que -. segu he,
ondo luda entre
-iiuiaiios e os do
,. que hado .no-
per venan -o
toa Individuos,
leve pagar tacs
dos iudivi-
do
He
Itll
Osi
cM das.....
car ......Ii
I"
'!"
.la-loleiiie
egadosdi
llllllM---.
di-
l'li
lili
e, p.. quand,
reiro OsVOCcmI nuoca Mtiti;
,. cofres publico-, por isso
nlabalceida a pnllea del- j
los pela P"r......lagom que os I
arl.ilr.-nu. Om...... n segu.i-|t|
abunda...... nos prin.......- do ,,,
ii assembla nao pode tomi
atera. P......11.....vidente q,
mili por lei geni aulorisa.l
T-e snb-.tivi-.-H- ale a -e-.ill
.........eeonlirinapelaleilu,
rio abril do isi irl. 3S q.
da parle, eu acb,
..........lamia..... q
eouboeinienlo de-la
n venda deraulel
l'urqu:.....i .....lem I.
da parle dosbilheb
do ragulamcnlo de
diz o segainte : l.)
Poi tanto he claro, que eiuilrariaudo oda porte do
projeelo dispesicooi de lei. aeraes. un materii es-
hitara da-all tuneos da a-oniblea, o por.....tolo
contra.
rt.SY. Figueira de Mello : Sr. presidente, ani-
da diroi alguma cousa .- favor do rideelo, alim de
que elle passe em |,limea di-rusati. .la o hon-
rado orador que acaba do fallar, muslrou em
minlia opiniao milito roiiclii.lenleiueiil......o o
sudo.....,1o en, virtinled
ndo h .nliii danoslo no projecto,
que liavru.lo duvida l futuro, Ii
o- inlero-ses particulares dos ron
Ihoouro, nessa luda leu!,. por <-<
ciiuihiio tlii-ouro : em verdade.
alear.......lacla entra u Ihesourn
se se trata de sabor quem he, qi
empregados, se .leve ser do Ihcsouro
lu-, e rorporac.iesqucrc.-eh.....asMCOnce
ib.:-i..ii.. be quem ha de wccumhir.efcupporl
pea...
II Si: Figueira de Mello : Se na lei
mai endo }
a Sr. Mattel Mofileim : Me paren
que o recelo por mim manifestado nao lie .1
.o. neio e-la completamente destruido pela
vanV. a que 1110 I etilo.
o nobre depulado que me proceden, nlodeM
ven um argumenta aqu produzido, e veui a a
que a rpalo das loleria di provincia, nenbnmi
Irregulardade so lem denunciado ao publico, quao-
lo ao proresso empregado em sua eitracrgo...
iisr. Figueirade Vello:Alse leinaiinunlla-
do alguma..,
II Si: Mwiel Monleiro : M.n. ip.....do so le-
iiIiiiiii anuullado loleria*, oque lio corlo lio. que o
projeelo nao lomoiliiini essa incouvoiiienlos, c que
n liizil.i que -e .li.'ii un corle pura a ereac.lo de um
i......un cscrivlo, para todas as lolcrias,
la aqui, porque a conlelo que lii se nolou
unte allliiencia e eMinreilo do loteras nao se
provincia. Disse o nobre depnlado que ha-
llgom un iioinearilo do um s. thesoureiro,
n que u loteras nao eoiieorra-
le ninas rom oulras. que laria
rao se verifleasse gradualmente,
iiadeiiiiisdeiiulia'. ele. ele.
Mi-, -enlioi,-. e.....Hondo que o projedo nada
r a da-
nto ri
pois,
uneli-
obscr-
.o|.
de
pe
pi.rqu
ilit
olla
Vil
porconla
i das I.....r
un lo
ll.lo -lili
Ion pan
oerivli
-.....m
as. Ora
Un
liulidlii
a a p.u
i um ler
di-ia rallo
e.M.i.iile lili
al a da regu
los bilhele
Idea que esle arlign nvolvo iluas ihsposicAes niiiili
diatiaetu, e estatu sobre objerto milito diversos...
o Sr. linrroi Hrrelo : Coulra o que a cons-
lililicoreiniiniieii.la.
OSr. MaeielMonleiro : Emendo que doma-
ueira alguma esle projoclo pode ser adopiado romo
Mili : 11 i-i 11 d i ni 11 a- razftes, porque a malcra do prlr
meiro panto he nleirainenle diversa do objeclo do
seando. Bomseria, ipic qualquer que houvose de
presentar algum projeelo, amalando ailo ver-
sado nessr. c.ivl.es de reilarcAo. o ajo flzesso |i
in.-smo e invocasse o auvil'
mais habilitado, para assim
causara a'nina assembla os inronvcuienles que ae.i
ho de assignalar. Vol anda eonlra o projeelo ; po
qiielcnhodecombaler asna piopnii matera l
ll.iiejaria que o nobre autor do projeelo o funda
menlasse, c expendesse as razos que leve ein visli
qiiaiiilii.eencarreuou do iniciar lal medida; om
ipianlo, porm, nSoo r,iz, emquanli.....- nlo ocla
resse coro as sua medilac.ies, eu Iralarei do raspn
dei a- nlijeic.-ips que iiK.uii feilas polo mcu nobn
inigo, nSr. I -noira .fe Mello, que ......nu a -i i
defe/ii .lesie projecto. i ludir oradiu .i quem mi
tiro, lulo pmdu/incm alinno e iquiio do projeet,
razio .ilmniLi emi.i iii.mle: di-e ello eulrelaiili
pie na corle havia um lliesouri-iro e nm e-ervai
ques......rarr.'L-avain. opi inn-im de recelier almpor
lamia do- billiele-, c o segunda de i-"-rptiuiii a
l Mea
;es i
aren
lrojerlii nlo ba crear empregados pblicos, o pi
Issojisevqiiecoinell......i nada so val
cofres proviuriacs, e nueconseguinlcirn
sisto a rii-o q........obra depulado i......
>.......onlra o projoclo; o Ihcsoureiro i
das lolcrias bao de sor pago, pi
Ibes liao de fazer... conei-.-ioiiar
parece-me que toda a vez que liouver u
reiro e um .. cscrivlo pant lula- as loteras, .
miiie-lina tanlagem d poderdiminuir-scapi
lagem.'que agn K pag.....rque lendoa.....uiqn
dos lima soiiimii miii.u a recelier, o -cu
poder tirar .....ibor retribuido eroboi
reulagem seja reduzida pela melado, oup
CU. Porlauto, eulen.lii que nao se d.i o Inconveilioilll!
que o nobro depulado luiir.....le -e ereuein eliipre-
.ii.plovinciiie-.ede.orein.....specf
rios pagos petos cofres pblicos. Al
lia lambo.....mil lu.inde vanla-ein na
su Ihesoureiropara lodas a loteras,.
I,u i-ac.io de-las, ov laudo que a venda
se fiu- ao mesilla lelil........liste assim a -
trcelo. Se ,......mora roe iAb ralba, pn
qiieiilgun.il.-ses Ihesoure..... piilicularcs I
do iilriiiiciil.i- c.....a- rmandailo-, nu corpo
que lem sl.lo concedidas Mlulcrlasi ora nu
queso hvovase nniso llii-oureiro.........ii eseriv.io
pura lodas as loleria-. -e e-le e-crivau e Ihcsoureiro
In-i......nlhidopclo enverno nuil ledas as -eLUiranca-
precisa, estou prrsiiadidedeqae esla mama faclos
do quo oh Idilio alg......lembranc nao M Kpelirgo.
I'imilmenle me pireCO que liaven.lo mu so Ib......l-
roirii e um ai esrrivuo para lodas as loteras, a llio-
arararla geni que lem de roed.....losa loleria o
imposto dettj;. leudo do lomar emita a nina -
iiesMia, ha de lomar estas cintas cum nonio mus r.i-
cilidade, coin menor tiidiiitliniloquearluabneiilo. por
ler de enlcndol com innitn- tliesoureiros e eseriviles.
Bu disse, que havcAdo militas lolcrias, e sondo lu-
da -,m bilheta di-iriliindo- ao mea.....i..........
populara nao era bastante.....nerosa, in-in batanle
rica para fazer exlrabir e-sas loteras ao ine-ni.....i-
po, e ino- diiti resallarla que ellas -criara d.......radas,
eeui vefde -eexlraliir.....ti, OU 8 poranuo, exlra-
hl......i rnenle i, ou 3. Eoobiervel.....aa que, umi
vez que osle Irabalbu seja rciilarsado pelo Iho-uu-
reiro, ou lelo governo, e quo se marque ou rkaaifl-
quo a precedencia dessas loteras, devor iieei-s-aria-
ineide liaver milito mais eilncd; Osle fui o meo
nrimiiicntn, e nao aquello que .. nobre depulado II-
{urouiun combaler, dtxando quenlollieeonslnvi
lercm os Ihosoiireiros da- BCUUMI lolerlas pralicado
aclos, pelos qnaes as loteras Icnliam sido prejudica-
das. Porem aiiida ncsla parle mo proreile aargu-
menlaeaodo nobre depulado, porque romo ja disse,
Ihcsoureiro- e cscrlva lem Be...... ilcuteadoi para
rom as corporac. a quem ossas loteras lem sido
concedidas, o causado assim n.lo pequeos prr-juizo.
IJuanlo a razio dada pelo nobre depulado para cs-
tabelocero molivo, ponpie o nobre depulado que lal-
louem primeirn lugar, o Sr. ManuelCavaleanli, vil-
la eonlra o projeelo, parece-me que ella nlo lem o
menor rnndaraeidp. O uobre depulado pretenden
quo o Sr. Manoel Cavalcmli volara eonlra O projetv
lo, rmrqqe sendo as loteras inimoraes, elle mo que-
r si ria roiiularisar essa inimoraliilade. l'arrre-ine punin
le algiiein para bao que a razan contraria he a que deve proceder, sea
lar o dcuggrado que toleran lem alguma nunoralidade,. ot clarn que
oes (levemos rcgulara-la pura quo e-sa imiiiuiiili-
dade ato produza todos os seus nulos elTeilos.
He islo o que se deve fa/oj c o que se lem
feilo em lodas as nacocs. e para o provar eu
apre-enlaiei ao iiulire depulado um setemphi. A
piosliluicao lie -em dlIVlda um grande mal na laele-
da.lc, bc'ummal que a sociedade lotera, porque nAo
lem unios de o poder avilar ; enlrclaiilo em lodas as
snriciladrs bem ordenadas, era lodo o- pazes rivili-
siidos lem-sc procurado regularisir este gr.....le mal.
Pi.ilanlii n.iu lem fuudiiHienlo o argunienlo de que.
......las lolcrias una i......nrabilailo, deve fa/cr rom
pina
diz n rrspoo dala malerii
nao no Iheeoareiro compete reguU
"o m peca..... a procedei
ii .
. n.iu,
no rcL'uliuueiil
II Si: Mnriel Moille
p,ler,l/e|-e-.icllisiilii-il.
o llio-oureiroeo e.-eriva
um reguUmei......reven
raqu.....scrivao e Iheaoi
II Si: Manuel larali
VerilO pde-sees.......el.
l Se. Maeiel Moilleil
siilelile.nnolircilepulail
cscrivlo das tillen......
lun ac.....miliiieii
liacciio' Para q
/.- Mello : E o govcriiu a dar
,: Puis se o govcrnu
i, ou regularlo, para que
Se o governo pode faiet
ido cssas bv poln....., p,i-
lili: He porque o go-
: Para que. Sr. pre-
illribueao lliesoureiro a
upilal o lacla do oslas se
lo prejudlcarera em sua oi-
Nao sabe......tire depnlado,
que as loteras do Itio de Janeiro sao
qua..... a orih.....le'soa exlr.ieeao, pelo govemo,
quaii.loa lei lito eslalielece i. pieceileneia J
c Se. Figufira de Mello : O governo marrn
a precedencia 1
II Sr. Maeiel Monleiro : Marca, lim, scnlior;
marrn a precedencia : por......... para que ho um
thesoureiro o.....ocrivlo Se lulo be assim, anude
osl a Torca de SUA ar-niineulacln, desojo saber. CU
nao a veja...
O Sr. Mi
procurando.
II Sr. /V,,
que I,.,,, qu
:l'ainlio.....stnii
ef Cacalcant
nlo ai lu.
a He Mello : O pelel rogo, lio o
OSr
jusliftci
Maeiel Moni,
iq
linio calor
Caval.-i.nli,
n.'-l"......I" i
dade. Eslraii
L
opiniao ale
Sftr?
bl.i que mu
O Sr. Fig
Ihanle cousa
ilevi.....el I.
a: Niln
. Manoel C
ira sustentar son
airas materias";
que paroro-nie
a opiniao do Ii
idisorv linios o
\kqmli.doa|'i' ""
pnncq.i
mas nli-e
te luinl.mi os nobres dcpulados, que afctssignaram,
para inslarcni por urna medida anteriormcplo regci-
lada. He verdado que vo|o como ubscrlplores des-
le projecto pessoas, a quem devo iiiuila consnlea
(lo e olleiiciii, mas nein por isso poi-odcixirdo de-
lejar, quo na tcrcoini disctuslo anolira depulado.
mo sclarccam ; em lal caso o ineu vnluser* an-
da mais ron-rieiiciososobeposivcl.
Nlo queru oppor-me ao projeelo -em priinciro nu-
v ir ,iu. nobres depulado que o asignaran): c por-
teo, nlo querendo oppor-me om quanlo nlo ouco as
razos dos nobres dcpulados, llmilo-me a mandar
una emeuda a mesa, com o fin de inelhora-lo.
contra.
') Sr. Figueira de Mello : Tcndc essa oroen-
da a imponaos hahilanla do novo municipio a
ohrigaclo do conslruircm a cadeia, ca ta-a da ta-
nliita....
0 Si: Caineiro da Canlia : E o quarlcl para
o dcslar.smcnto....
1 ni Sr. Depulado : E a matriz, um hospital, o
o passcio publico.
n Si: Figueira de Mello: Basla-mc por oro so
islo ; o creio qnc esla obrigacAo, que pretenda im-
par ao. Iiali.uiies do novo municipio, nlo be cv-
ti aui din.u i.i.e ante, muilo rasoavcl.
UM Si: Depnlado: Nlo he este o coatume ncs-
la provincia. ,
0 Si: Figueira de Mello : Se aqui nlo lem si-
do o eostuino, ao monos na provincia do Uin do Ja-
neiro, be esseo eslvlo ; lodas as novas crearnos de
villas que all so hSofdlO, o lem sido com essa ron-
di;lo, o me pareco milito conveniente que a casa
adopte cssiiniarclia.para ovilarmosqueacailamomen-
to so queiram obter rrca.;es de municipios em uli-
lidade real, o mesmo com prejuizo publico, porque
j experiencia lem del.....islrado, que depon de crea-
da qualquer villa, dcnlrifdc pouro (empo se lula
com mil dilllcilblade-; os delegada nao lemeadas
em que cneerrom os criminosos. nAo ha casa em que
o jurv possa Irabalbar, ou as autoridades darem suas
audiencias, n.lo haca-a para a ranura, c ciilAo ou
nlo se cclchram as sessoes, ou silo estos feilas em
um o.lilieio particular, anude uin podo liaver a nu-
bliridade necessaria, as uaranlias precisas para que
os negocios vu hem...
1 ni Si: Depulado: V. ludo isso ha ein Agua-
ldla 1...
II Si: Figueira de Mello Niiosci se ha, mas
o que seibo, ano anda nao navando, ama xez que
se lulo Imponha esla obrlgaclo aa cidadlos, que dc-
sejim elevar Barrara I enleaoriii de villa, uo vale
a pena mudar sede do municipio de Agua-Prela pa-
ra lliirrOiros. Se. porm, lia para isso razos espe-
cules c ponderosas, cu espero que os nobles depula-
do apraa.............
II Si: Pon nrrelo : se mo roiivicr, darc a
O Sr. niieeira Maeiel:Eu fui ao lugar, c nao
pude nunirojur)....
O Sr. Figueira de Mello :Mullas vexaosjui-
justica n'essa cicepciio que propio o nobre ic. apparcccm as ooaiaroas, aoiide "deve haver
lo? Se ao mena ein Agul-1'rciii bouvcssem jurv., o como alcnaVV rena Bol. dia.em que ol-
dilieios, anda hatera algum mulivo prate- Icsscapresenlan, dios sesslo poraribada
se eligir dos hahilanla de Barrelros o que nunca se
csigio dos habilaules do oulros povoadus, que lem
sido elevados calhegoria de villas: nao havera
o s
ore de
razos
do
. Figueira de Mello : En sei, que O no
alado, lie mallo competente para dar essa
ronbece bem o lugar, lem milites luientes
irlo a-sna. rellexes mo convencern a poni
llar do proposito em que me iclin do vola
eonlra o projecto.
Sr. prcsidenle. naudire mais nada, para nao pro
longar a discanto ; econduindo von mandar i mo
sa a emenda de queIcnho fallado pina bem dos CO
rofra publico-, pur bem de no......anidlo, porqu.
smenle a-iin ello lera edlDcios quo para ello siio di
nrimeln nocessdi......
O Si: Firiniuo de Mello :Scnbore, leudo dos
de o auno passado lomado a putei ui.ludo do projecto
que se ;o lia em diseussao.c leudo alm disto poculiai
eonhecmenloda frcgueia de Barreira, onde aisci
e lenho fanulia prenle- e amioos ele...
II Si: Pinlo de Campo*: Tem lo cu cora-
ao...
II Sr. Fin,ino de Mello : .Me parece que nes
las eirriiinsliiucias me vejo na necessidade dee-
pender iiiii.la desla vez aliuna-nli-ervacos em abo
.....lomos......vi-loqueo.-cus i.....ues aiabam di
er i......-pellada polu nobre depulado.quc se scnlou,
o em cuja nuinoro lenho a honra de sor conlem
piada,
Senliore-, as raze- do publica nlilidlde, cm que
so estriba o diado projecto. j foram profusanienU
expeoilidiis iie-l.i i-i-.i n auno pondo, quando se Ira-
lou desla qiieslilo.niln lauto per mim, cninn pell
dep.
esses cdilicius, aluda liaxeria algum moiivo pan
inellianle exigencia, mas se note lugar nada disso
ha ; se nunca abi funrcionou a cmara por falla de
casa; se p'cssa villa que eiMe em uome desde a
sua i naci al boje, anda nlo so reuni ojnrx, nao
--pin- non ler urna rasa pura sso, mais lainbem por
ralla do pessoas que sirvam parajuiza de faci....
O Sr. Altee, Maeiel :Ha ."/J inclusive os aleija-
dos, a nalpliabclos, oegm, ale
O Sr. Paet Brrelo: Ora, eis aqui informarla
que cu eli.im.i i o i oiliei.ie o nobre deputado qpe ser-
vio de juiz de direilo na comarcado llio-Formoso,
quereudo ahrir o jurx cm Agua-Prela, niin o pode
ronsoguir, porque nlo Ii.im.uii n'aquello tcrinn pes-
soas h.-iliililadas que complclasem o numero de ju-
rados eligido pela le, entretanto o inibre depulado
nlo quer quo passe o projecto, o como recea que esla
assembla o opprovc em 3. discussio, aprsenla osla
emenda, cujo lim nao lio oulro,se nlo inulilisar o
mesmo projecto. Todos veem que ho sso urna lc-
tica do u.iliie depuiii.lo ; mas cu espero que esla as-
sembla coherente com as duas votaciie, quej pro-
fera sobro este negocio, nnberi inulilisar a lctica,
regeilando a emenda.
a Sr. Figueira de Mello :Sr. prcsidenle, eu
nlo desejava fazer opposieilo no projecto,.como j o
doclarei; mas aliena procurar todos os melos de |-
liislrar-mc. c baliililar-mo a volar rom cnuscienca.
Para iihler esse lim pedi aos nobre depulado que
aarignann a-mesmo projoclo, livessem a bnudade
de dar as razos, em que so bascaran! por isso
(pie em :t.i diseussao n.lo duv dara volar a favor lid-
ie, se o- nulires depnlailos me osclarcccssciu ; mas o
Sr. ilopiilado Paes Barrete, que ltimamente acaba
de liillar. o que me parece lo convencido da til
dado desle projeelo, nlo quiz ler a rardade de ni
Iluminar, de me esclarecer, enopouCO quo disse
parcoe-me que nlo lexc para assim dizer uulro in-
leiitu, duque llrinar-iuc na opui.lo, om quo cstixc
o inno prximo pegado de volar contra o projecto.
O nobn depnlado cunientou-sc com .lizer apenas,
que na sos-lo passada elle liiiha adxogado a "
leste projecto, apresoutado as razos om q
-,- lui-eava, oque ,-liis aindaornin boje as mesillas;
mus qual foi a decisilo da casa a respeilu o nao jul-
gar plau-iveis a razies apresenladas palo nobre de-
| alado o regdlar o projecto logo na diseussao.
Ora parece-me que a assembla don o m.iior des-
menliilo quo podia dar ao nobre depnlado, quanto
,i ulilidade dan projecto. c procedencia deajaa
razes. que o nobn depulado diz que dera. He
veriludcqucn assembla j no-la -es-ao approvou om
j. c 2." diseussao o projecto : porem nimia ello exis-
te om X" diseussao, a be nolla que llevemos ventilar
esta queslao, vlltO q
lie
nao o foi
rgo
od ola
.....a
depulado o Sr. Pi
bi
illuslrs collonas, que p
I.....ir parte lia discussio
que agora ropul.....io-
consideru anda presente-
xianlaiimasrellox.-.e, jul
iiceil-i.in. puraque ItaO |i
lipi
lian el
ea oc
luiros do
iin dlgnaram-i
illll de-as ra/i-
repellr. por bao que a
ineinoriada cata, toda
lever aerescenlar ne-t
letn as eonsideriico.
obre deputa
l,ie depulado alo i'ioioi:
Val n mis.a, e be appr,
.. A xilla de Barrenos
ieali" olio i*"1 '("o nolla soloiiba o
llieienrif l
ta.comq.em.
idire depuliido, que parcrc-hio empregou
- em conte-lai n opiuilo do honrado Si.
i. que a -uas observacH's ou doulriuas
ino piiilcm ser aeeilas em sua general!-
bou o nobn depulado.qoo o Sr. Cavd-
ie a. lotera ama Immoralldade, c en-
tever regular ; c era prov .la sua
Hl o fado da pr.isliloicilo, (pieos povos
uiil.un. teniendo o nobre dcpuladu.quc
ait.irasiin......alidada; masa essem-
ilo illuslrada...
nafra ,i, Mello i Eu nlodiM.....me-
; eu di-e, qnc lia inmoralidades que
i:iilarsii,l,-|s.....uli.is ha que dexciu
qnecsla iiiuralidadeprosiga, pro.luzn -ni- Iris,
une pelo svsleni,i.ln|Min.....lo pu-a niai- facH
i. con-eunir-se a sua destruirn. Se I proslilulcJol
um grande mal que a iridedadetolera, iiorqoenl
ser dalniidu : nlo disse leda regalartseda.
OSrt\Maciel Monleiro : Bem ; ata disllnc-
, ao re|.....de coiiiplelainenlc a oliservflc.io do no-
bre depulado, quo cello nao podia adoptar a coiiera-
lidade dalbcse ; a queslao he pois so a immoralida-
dc proveniente das luleriu he da moma erdemde
unirs, que se lulo 000011 do.llilir pelas causas a
quo se iiienilom, o finca quo ns hbitos Ihc dan. As
Inte, i i-, -enlinre-, -ao lodas inslituidas om pimoilo
lo li-ro, de niancir.1 que, Indas a- vezos que o poder
legislativo quizo uno lar eaw ramo de re.-ci.la, l-
eain acalladas ns loteras, c por eonsequencia tal nn-
iiioi.ili.lade lie eo..... rente de recursos, he como
Ii.......lo ronda publica, culo como urna transa.can
feili.....Ir o governo e os projuizosda popularan.
Srnhores, ou cnlcudu quo apodera pnldiras.c
prinnpalnienle nleaislalivo .levo, nao digo luu-i-
gr com o, prejuiza da p^pulaclo, macos tu eorn
ellos mi maf/ha regular da sociedade ; mas quiuiilo
he fcil romov.-los. alo vejo razia para que nao
faca. Ja disse, as lolcrias slo todas cslabelcridas
pelos govenios das diversa nnrncs em provdlo do
li-iii. -o um ramo do i enda publica, c nao he iiiua
i.....-a. i ,1o entre o poder publico c os prejuizos da
populacao,
linliniio, Sr. presidente, i volar contra o pro-
jecto.
Encerrada a diseussAo, he o projeelo sul.inctlnln a
volaran, c regeilado.
Terreira diseussao do projeelo n.ldeslc anuo, que
sopara a povonc.lode llaireiros da comarca do llio-
pormoso.
(' Sr, Figueirade Mello:Sr. prosidonlc, o
anuo p n-ado, cu me oppuz-a esto projeelo em pr-
inoira disrusso ; mas sendo este rcproiluzdo este
anuo, e enlrandoelle de novo om dMusaSe liniilei-
iiii-ii volar svinliulicaineiile eonlra elle na .egiiuda
leiloia, ciHiedirqueo n.....voto fosse dedando isa
neta. Enlrclanl.....baovando quo a rasa w acha
ni tinada a iidiiplllr e.le prqjeCta esu torreiru diSCUS-
.!....-c.....inuiiudne.....ser...........e.....-niinhas an-
gas i.....vicooes. cu qui/ora ouxn iisraziV-oin que
iic.io apre-onlou o ii
lou.acabaulopoi apr........a
da no projeelo .oh a condierjo de sor edincidi cm
priinciro lagar a cadeia. casa da cmara ole., as ex-
pensas dos habitaiilisilaqueltii frcguezil, para enlao
diir-sei-uinprmeiilo a lei, quose acrela ; mil, -c-
nhorci.qiiein nao xquea emenda tem por lim inu-
lilisar.....lomo mullroslo projeelo ; porque seinc-
ihanic coudieao wnao dea em parle alguma desla
provinria, quirido oulros.....ila loma e comarca
lem sido creada oalr'on por osla assembla ; esla
mesilla capital aliis liio rica o populosa, ja lem por-
ventura urna can decamari su.i t
0 Sr. Mmiel Monleiro : Apoiado.
OSr. Firmiuode Mello i -A propria cadeia mo
he iusunlcienle, e a que so eslri odlicando he por
venan I cusa doj particulares 1 Nilo sei, pois, em
que razos so funda 0 nobro depulado para una lal
condicSo.
1 iialinento eiimpre-mc examinar I unir razio
quo den o nobn depulado tratando do impugnar o
projoi I", quand disse que assim prn.-e.liii pan ser
coherente com m raa opluioa, aqui emitlida o au-
ne pa-s.ulo ueste semido j esto argiinicnlo, porm,
n.lo me parece -er prodacenle perdoe-me o nobro
deputado que llio diga a x isla das seguimos razos
que me sugera alo sen pensimonlo, ermre hima-
nuin ti, diz mili.....ixim......lito snhiifa.....ni. lie
parlilhadal......anillado, eaenlona rom lidio mu-
dar as Hn-a-npuii'ie-,quaud.......Miar esclarecidos foi-
sesn.osda xor.lii.lo, oiiuir-se-liia.qno o erro -cria u-
xeueivel, o be por issu que IragO anda em abono de
minhii opiniao es|'outro prov erbio latino -..../>
(lMS c. Eiiiab......lesta.....iiuaopiuilo iragofinalmente
sesdiores, o exciiqi!.. que nos araba do dar esla a
embica II queallo q.....m- oecupa, quando reun-
in .i anu, pando o projoclo. quo se discuto, len.lo-
o approvado ate arino em prlmdra e segunda d
ruano, elcnlio rqueoapprovani lambn sin li
reir. V. poi-, cmara que o argumento d
lepillado nlo |
nada I seguate emenda.
iMiipo.loi.isei -inaugurada,
in.li uni nina cadeia, o a
i can em que a enmara re-poctiva .levo fazer II -un-
-e--i'.o-. S. II. FigueiradeMello.
ii sr. Paet Brrelo :Sr. praidento. julgo-.....
di-pen-.idii do dars i.ize. em que. me fundel para
aprescnlar o projecto, (pie scdLoulo, n.lo s porque
j.i o lii nu nutra occasnl......as anda poiquen 00-
bre depnlado nlo olmpugnod; alm d'iaw, estou
persuadido de que qua.-squer ipio sejam as rtxdei
que se apresenlem en. fstvur do projoclo. ellas nao
lerlO a xirlude.le deraoxoi o nobredopulado do Ur-
ie propaila......pie n tena de volar eonlra elle....
O Sr. Figueira de Mello:Esla engaado.
OSr. Pae* llarrelo:Declaro por tanto que nao
me levante! pandara eipltay4a lgida pelo
nobro depnlado. porm sim para me oppor a entra-
da que foi mandada mesa c quo acaba de ser lula.
0 nobre depulado roreandn sem duxida ipic O
piujoi in pa-e, quer ao monos embanca-lo na esc-
eueu.i. mo-lranil a-ini.....a volitado que Ibe lem.
i) sr. Figueira de Mello:Nlo tenlio lal; o nu-
ble .reputado nao deve ullrihiiii -me inlonees que
nao lenho.
SI Si: Paes llarrelo :Creio que oxprimin.ln-mo
por esle modo nlo oliendo ao nobro depulado ; n
sua na vonlade 10 projecto he tal, que nao venando
elle sobre malcra de arando Importancia, lodavia
q.uiuln fui xolad.iein seiiun.l.i di-eu-au, i, nobre do-
pulado z declarar na orla o salivlo; o a emenda
que acaba deipresenUr ilud mala odenwnatra.
1 ni Si: Deimlailo :Se o prujedn lulo I..... iin-
porlaocia, nao deve o as-embloa oceupar-se cniu
elle.
O Si: Pae* llarrelo :Eu nao digo que o projeelo
nao ronlenhj materia importanle e.le inleresso pu-
blie, oque digo he, quoa imidquca Ioiihu.Io Agua-Prela para Barreiros nao he cousa de
iluta Importancia, nao Invdve tantos nteresses.
co.....oplras medidas, que x alba a pona declarar na
nrla n manara porque se xoloii.
II Si: Figueira de Mello :Na orden dos inlc-
re-es proviiH'iaes lem e-sn limita inqnirtanria.
Ha Hurto* uparle*.)
O Sr. Pae* llarrelo:Oiiom julga o projeelo ven-
tajoso c de nlcressc publico, loni-lhe boa volitado,
su-tenla-o e vola por ello; quoiu pelo conli ario o
julga prejudicial, lira por sso tcn.lo-lhc..... vonla-
de, comhite-o c procura por lodos os ineios liize-lo
cubil ; nao vejo por lano que o. nobres dcpulados
teiibiim razan em ollendei-se por liaver en.hinque
inoslraviim mu volitado ao projecto.
Sr. prcsidenle, appaiiho-mc a emenda que foiofle-.
rcciila pelo nobre depulado, porqu......leudo que,
fazo le.......lera liansfereneia do tormo de Agua
Pela para ll.uieiios da euu.lie.io dg serem ediliea-
d.,. iii-lellllillio lilgiii oill-l.l da -eu. habitamos
una cadeia e nina casa de enmara, he o metate que
nao querer que soinellianlo Iraiisrerenria so rc.diso,
ao hsciio- Ho cedo: ab'in dissu nilo vejo iiizio para
O nobre depulado envergan ein mim mi
de. ou loncilopiemcdila.l.i motivo parliciil
culto de fazer caliir n projeelo: declaro ao nobn
deputado, se he que Induzo bem, o nao poss.s Ira
ilii/irilc onlra iiiaurira as pidaxras 4 eoulade
que ompregou o nobn depulado. Eu dedan i......i
le depulado que nilo lelllin motivo iicnl...... parli
rular pan me oppor a cread da x illa de Barreiros
e anles ludo- para aiinuir a elle, so me convence*
sonido Ma ulilidade. Enjii disse que as possoasqui
sslgnaratn o projeelo, alo para mim luuilo rccoiii-
uielidnxcis ; e que pur i-so desoja i ia muilo rnneor-
ror liara que suas ideas fossem adinilliilas. Pnr Ou-
lro i.ul.....lobre depalada ato ignora, que as pe-
suas.le llaiieiros, que se nlere-sam pela olcvaean
desla provincia a xlia. sio pessoas de iiiinha iimi-
zade, e a quem dom at rccmheohnenlo particular,
assim como que o propriojuiz municipal d'Agna-Pre-
lahe pessoa do inhiba ionizado, e
creaeao. enlrelaulo apenr de lud
Ira o projeelo, e por tal proced
lile
lo cu vola
ma domo
. MeulM.....i me leve
tue deputado he siiinma
er.uc cm mim asi un
-tu
sil
ach
vph,
pOC1
He esta a
9.....^SU
re depnlad
i- minl
pala
que nao (eolio motb
tai eonlra, o que iru
te injusto, quando cu
lado.
IniSr. Depulado !Pol
projecto imio, leulio-lhe mii
OSr. Figueirade Mello
que n nnbro depulado agor
que se dedada du palavrai do
II Sr. Par* Hrrela :S.....
qUO oslar pela explica, quede.
xras. enllu lom-as no sentido que quiso...,
II Sr. Figueira de Mello:Eu liei do lomar em
I.ein- o. nillidos, 'e procurar dosfazer o equivoco
quo as palavras ilo nobre depulado poden produiir,
e coiiiii lenho conseguid......um lim. que be moslrar
que nao tenlin motivo particular que me leve a l.i/n
opp,..ielu i, elle prnje. 'o nn nslsliroi mais (obre
esle poutii. Agora quinto I donuminaraodc licita
para fazer rahir .. pndeclo qu.....lobre depulado lia
dado as rellcxes |.or mim feilas acorra delle, lam-
bn o nobre depulado nlo lera razio nenhuma, eu
oiiu quem la/el rahir o pi ojelo, com a miiilia emen-
da ; mas nicamente melbora-lo. c- uu se ruido que
aprwenUrnim idea nova,nao, wnhora,he tuna idea
que......Sido adopli.....por malla.....vineiiis o prin-
Clpalmeole n-la provincia do llio do Janeiro.
OSr. Pae. Brrelo:Omos sto umullaT....
II Sr. Figueira de Mello :Entre ellas, aprsen-
lo a provincia do llio do Jaiieir......
!..:.,:A nica....
o sr. Figueirade Mello-.lina das mata escla-
recida proxlucia do I.....or......
lia Sr. Depuliido :Pero xisla....
II Si: Figueira de Mello :Anudo o- negocio-,
lo. sido mclhor tratados....
ii Sr. Mello liego:Na assembla provincial,
liego....
II Si: Figueira de. Mello :Eu nao faro aluda
A:i~ lei- de tola- as piovinnus para apreseiilar aqui
todas ii. qucutqincu. a .nema obrigarao.de que Irala
miuliii emenda; poli seo nobre dewlado nlo pn-
de tirar de iinnli.i igaonncil argumenta) algum cm
eu lavo.-, lira lodavia demonslradn que .........u
provincia .mulo imporlanvj n tem Mo o momo
.pie ou pr.q.....ho, e quo nlo he cousa noxa o objeclo
da mhu......onda
lio iiiai-.lio nina erando vaulagcm mi n.iul.i. emen-
da, c lie que os cofre- pblicos dcixnrilo do ser ura-
v.idn. eom Ola despeza, pnrque olla ubliua ao- c-
dailaii-, nloemadm na retelo desla villa, a se co-
lisarem para fazer cs-a cus, da ramiira, MU cadeia,
e pnderoin i.-sini eslabeleecr a villa que de-ejani. o
que por cello n.l.i demandan liso manilo- cnpilao-.
De mais sendo a povoecto e fteguczla de Barrdra
l.,i. u ii.coniii he, sendo habitada por cidadaos mili-
to abastados, me parece quclodos ellos eolisaudo-se,
mullo rteilmcnle consegnirilo a riinstruccAu desses
don. c,litlo-, e quo nolla na., gastarlo mata .lo
8.-O0OS a lOiOOQs} de rs. Os inuiadores.de una fre-
aiiczia tilo rica como Barreiros, nao piulen, por so-
molbaiilc ipi,inliaeinpulireeer;elle- Ion. bastante pa-
irioii-mo para fazorem este sacrificio, o dliviar o
curies pblicos da iieeessidadodo fazer os inissi...
edificio....
O Si: IIui.io* llarrelo :l'oi por isso.lque eu xo-
lei eonlra s.u projeelo do acude du Bum-Jardhii ;
os habilaules do la que silo ricos poden quolisar-
II Si: Figueir,
ruezia do ii.iin j.
.....c-ou a culi.
le
sequen,
entre u
iihiim..
Umi
disse o
II .si-
de...... I
A.'ila-P
villa...
OSr,
qu
litado
I paridade qu
nutro lugar
de Mello':En nono isso, a fre-
t lins lem lelrogradi.dn dopnis que
do algodlo, ao passe que Bur-
il a do tanicar, e por ou
o nobre deputado adt
Hilo Id.. Iiiudamel.il. i
r. Depnlado :J
Mitrarlo disto.
Figueira de Mello:Einlim, Si
ineu argiimonlo r.ii, de que a fre
ota le
bre depulado aq
presi
Iregw
pr.q.orros pina continuar
O Sr. Oldeira Maeiel :Eu denu
da....
o Si: Figueirade Mello:....* reliram-se pan
os lugares, cm que tem muiura vanlagans, e ron..
moda -em ante- fazorem ns esforco que eslo um
suas all ilnni -.le- para quo baja o Jury. Islo j acon-
teceu em Agua-Prela ; porque d que umjniz liou-
xo, que ah so demorn apcoas um dia, e que pm
ii,i" se liaver reunido jury, enllo volloo paro sin
casa no dia segunde.
Um Sr. pepuiado :Quem foi 1
II Sr. Figueirade Mello: Peco aonotarasdepu-
lad.i- que roe nlo ubriguem a declarar nomo....
O Si: Paet Brrelo:Mmo faci Ise que > no.
tire doputailo. que lie juiz ill,deinrou-o 8dla,o fez
lodous esforco para'conseguir a reunido, mas o..
Ihc foi isso pos.ivel.
O Si: Figueira de Mello :Sr. presidente. Ai
desejava votar pelo proeclo, pelo qual n olere,
sam taulo os meus collegas ola coa, e os n.oii.
amigos de Barreira, mas nlo meo faze-lo, quando
vejo, quo uo ha na casa um a requer menlo, |iel,i
qual so peca a crcacto desla villa....
(ui ,sr. Depulado :Ha una represenlatlo....
0 Sr. Figueira de Mello :Pelo menos o projer-
ln nn ..Ilude a esse documento, e por iso rom ra-
zio entend que na casa nlo havia urna s represen-
tarlo dos hataanu deisa freguezia, pedmdoscmr-
ihnle crcaclo....
1 ui.Si: Depulado :E houve rcpresenlacio i.
ra o onde do Bom-Jardim T
O Sr. Figueira de Mella:Nlo, senhor; mu
Siiein -alio sean foi por lal motivo,que aeaaa enlen-
ese que devia regeilar esse projecto quem nabcsc
o nobre depulado au fundiiu oseu voto nessa ra-
zan .' Mas, Sr. pii-nlenle. se tac grande a neces-i-
ilude de crear-so mu munldpie cm Barrciro-, he
provavelqueospovosascnllriam e procuraran!cer-
ra dca representar aos poderes compelenlcs ; e |snr
i.so-eu desejava lresla lepri-enlaca.., avallaras ra-
zies cm quo ella se funda. O nobre depulado ihc
lambem, i|ue era nina injuslica relativa obrlgar--
04 lia lo la ules d Barreiros, a fazer a casa da cama.
ra c a cadeia, quando se nlo lem imposto a mesial
condicln ao oulro. municipios que lem ddo novi-
inonle creados....
O Sr. Firmino de Mello ;S-E nuandn.aqai un n-
dado do Herir, lie essa despeza reala a cusa do. co-
rres publico....
II Si: Figueira de Mello :Mas, senliore, qual
he o resultado que nos temos mil.ido de nuiles run-
cessoes, leda aos povos de oulros municipios ? 11ra-
rem as villas como cstavam, leudo apenas o nomo,
e nada aomc.ussipie as sn.lHilse,oomo casa da cma-
ra, cadeia, quarlcl, c &c. Ilepois lenlio nina aulra
razan, que he i defeza, a danUra publicas, com
qao os notara depuladas aqui tanto argiimenlaxam.
quand" se discuti o projecto do anide do Bom-Jar-
dim. Entilo d-ei,un us nobres dcpulados que es
cofres pul.liras lulo deviam concorrer para una des-
peza que smenlo aproveilava as pessoas d'aquelle
lugar, e qnc por sso estas he que deviam ronrorrer
para essa despeza. Ora.os nobrosdepulados ronvoi..
reran.-me tanta ruin as sua razies, Sr. presidente,
que d'or.-i em (lianteha de sroste argumento mcu
Achule en.todos os casossomelhanlos, esc o argu-
mento dos nobres depiilados a rcspciln de acude da
Bom-Jardim c da lluminacAo de Goianna deve
proceder, parece-me lamben, que elle Ion applica-
r.lo ao caso em queslao, o por sso cu o aprcsculi.
somomcnaicsiriipulo.
'lasubcu. me admira, que os nobro depulado .pie
lano pugnaiii poreslc projeelo, que lauta capaes-
dade agora irisan, s.a povoac,lo de Barreiros para ser
devala a villa.lhc iirgassem ha poucos diasusnacn-
toira de prlmeiras tetras para c sexo feminino, re-
conheceudo assim auc a pupulaclo era Uio |>eque-
I n- no india.......ero sufllriesslc de meninas
para rrcqucnlar urna esculla. Esta conlradico tic
ianire-1,-1.
Sr. prcsidenle, eoneloird declarando que o no-
bre depulado por niin jne querer dar as cxplicnr.sos
qucllic pedi, be Musida reluctancia cm que r-i.....
lo voloip.c lou coulra projecto. Peco tos meus
amigos perdi por osla Iraca oppaidio aos seus de-
lejos, mas declaro, com luda a franqueza do mcu co-
que a culpa be du nobre dtq.ulado, o Sr. Pao
llarrelo. pelos niulivosque ja expuz.
O Sr. Manoel luiateaiili: NAo herertamen-
lo para esclarecer ao nobre dopsilado, que ho ine
lie de estatislire...
O Sr. Figueira de Mello : Declaro que nao te-
nliiie.se litlo...
II Sr. Manuel Caralranti: Tanto faz. cx|ir
vocalmente, como isir escriplo...
f Sr. Figueira de Mello : Nunca llzobra al-
l.....a, (pie [raime da materia como principio ge-
Sr. Manoel Cataleanti:Mm consla-me que
ha lima obra du s.obre depulado acerca desla cs|-e-'
ci : nlo ho pin- para e-ielaaeccr ao nobre depula-
do que pedi a palavra: nlo n podia fazer, non. o
poaso : e s quero dar algunias i.ronnacos que
lenho. Sei que o lunar de Agua-Preta est coi
idiazi. inaior pnsixel, e que provaw-linoulo. ou
do corlo, nlo ho con. pouro lempo que elle proure-
dlni, quando Barreiros lio um lugar que lem aug-
mentado mu!" ; eas .-abocas dos le unes devem -er
isas lugares mais |Hipulosos ; e sendo sem duviiLi
nenhuma Barreiros o lugar mais populoso que xi-
to alli. itcxcpor isso ser x illa. Eu nln lenho min-
gos, i o 'i 11 inimigos, ou nlo sei se os Icnho: sAo mu-
sas essa* que cnlendo nlo deven ser Irazidas para
aqu. Amiga OU inimigos em Barreiros, nAo sei-e
i. uin. ; mas sso sslo ten. nada rom aquesllo. Ora.
o ler n vonlade a um projecto Uinbein silo me pa-
rce ubjeeli. de angravo. Eu Icnho u... xontade a
un. projoclo que julgo mono conveniente, e decla-
ro que lenho lido un. vonlade a muilo projeelo.
aprescalados ncsla casa: lenho empregado o.e-lm-
c.s que |soso para romhale-los, o mslo na ha musa
que offenda. Agora, quanlo a materia do projeelo,
dio,., que VOlO por elle, e eonlra a emenda pnrque
nao suppu.ihi: que ns cadeias e a casa da cmara
eslejun no-mesmo estado das escolas, e dos acude-:
as cadeias slo ulna necessidade social, quando a.lo-
leu.lcs ho local...
II Si: Figueira de Mello : He iicccssida.le na
toral...
O Si: Manoel Caealcanti:Natural... hom.ii
lo xaiio: ..un essa classillcaclo Isoiilhou-so a
mesmo. Necessidade leelal ; eos BovoruiK-Ao.nai
croados para este lira, do que para proxeie.na ,-ie.i
des e a escolas. Reprimir os crimos, garantir
pnqiriedaile de rada um, este he O lim do governo
salisfeilo islo, entilo romos aa oulras. lie pois:
quo a emenda propio una innovacAo .em necc-i
dade. Se iu creassomos nina nova villa, anula *
pedia conceder, mas nos apenas fa/emos ".na lian-
r. ronda do mu lugar para oulro : do nm lugar en
que o.'., ha cousa alguma, para um lugar emqui
nos julga...os isodorlo Tazcr-sc essas obras: onde si
encontrarlo malcriaes, Irabalhadores. &e. M : c-
sas causis precisas, e que creio que om Agui-Prel
nao se acliain, oque nlo aconlece om Barroiru- qni
he um dos Ineares mais prsperos...
II Sr. Darro* llarrelo : Dopois do Itio-l'or
moso, para o sol, he a primoira povoacto..,
OSr. Manoel Caralranti: VA lema fel
Irt
V
nm
Pae* llarrelo: Aquello acudo fez
bre deputado embirrassecom tudn...
OSr. Figueira il Mello:O notare depulado
be... picleqdcu que a freguezia de Agua-Prela
devia reunido n jurv por n.iiilu lempo ; sua- o nu-
blo depulado naon fez cirgode demonilrar que ama
falla de reunan du jurv se d.....parolo haver jura-
dos sufilcicnles, ou porque os jurados se nlo roum-
ram, ou por culpa (os emprogados, que deviam pre-
idir ai. jurv, fazer assiolilicaclesdos que a ello ile-
nan. comparecer edlC.
I ni Si: llepuludu :0 jlliz nnnneipal esta alli.
pie informe....
II Si: Figueira de Mello : Vnllando-sc para o
Sr. Olivcira .Maeiel, o nobro depulado, pude infor-
ir qual o numero das pessoas qualicaihss para ju-
dos !....
O Sr. Iliireiiu Maeiel:Cincocnla c nove, en- j zio do uobre depulado nln I
indo analpliabetus. cegse aleijados. calar no mcu espirita) as q
II Sr. Figueira de Mello :l.ogu pelas nossai
s ten. o iniiniripin do Agua-I'rela uumein -"lim
culo da Jurada paralo nm tribunal do jurv ; cm
.....o nAo iloinonsiroii que na villa de Asua-Preti
loixas-c de reunir-eco jury, por uio ler cita- quali-
lirado o neceanrio numero do jurada, coulinuu
iiiiinorer ni apinilo do que lie uiiiainjii-liru i
ncao des-a villa. Eu lem MU d a V. Exc. e a ca
pn..... municipio do Ouricury, pcrlenrrnlo d.
imarca da Boa-) isla, mo sereu uio ujurj por es
paco de mullos minos por culpa dos empregado. ; i
.Irelaulo alaguen pedia a .xlinicnu Han iiu.ni-
pin ; quem -alie seileonleco 0 mosinn nu de AgIJI
Prcla |Mir ooina idnticas 1
srerom as al para lugares para onde nln lia
la alguma. Como o uta vote para a madanri
do nina x illa ..lo lie dado nenia isorquc ealcado quo
sso lie ventajeen, nAo pealo impar aos Mutilantes
......sus; e |K.r esse inolixo voto pelo projecto c
centra a emenda.
II Si: Firmino de Mello : Seiiliores, (on.el I
ia del palavra, nlo tanto com .. lim de dar inaiore escla-
rcrimcnlos a queslao que nos occiq.a, por s-o que
j o lem sido baslanle, ncm cu uulro a vaidade de
una tal prelcncAu, mas para justificar dada Mil
vez o ineu voto ncsla mide, a, sessdo que para islo
me vejo na ssecessidade de responder a llanta arnu-
meulu do ssotaro depulado, que se oppe ao pro-
jeelo, senlindo lodavia ler ocrasito de separar-n.r
da sua npinil ncsla queslAo. O |iriineiro argiimen-
lo do nobre depulado, a quem lomo aJionrade ro-
ferir-mo, rni aluda que ala assembla India ja o
anuo passado regeilado o projoclo que se discuto,
mas a slo, son lluros, j responden esla inc-ina as-
sembla volando ale anuo mi pri.ueira c segunda
diseussao n favor do mesmo projeelo, o assim re i-
nlo'i ulna sua ulilidade.
Em segundo lugar insislio .. nuble depulado na
necessidade da coi.sl.uce.ln da casa da cmara, o
da cadoia para a adopclo iUprojecto. nusslraiubi por
esla occasilo que o Rio de Jamiiu por sua illuslni-
lo J liavia dado esle eiemnlo ; enlcelunlo csli ra-
luIhYieiilc para laiei
teiiliu en. contrario.
|K.r quinto reconheco que os liatailaules da cida.lo
do Rio de Janeiro niin esl.lo as inesn.as esremiis-
lancias que li-, li.diildlile- aonollo 00 im|seno :
en. segundo lugar me parece que, lie da competen-
cia do governo a ronslrucelo das cadeias, que a
constituidlo quer que sejam segura, lulipas c are-
jadas, havessdo diversas casas para scporarlo do*
trena, i\r., o be clan, que a coiwliluiclu do inqu -
rio n.lo liavia de Impar sen Ihanle ohrigaclu a nina
individualidad.' moral, quaes ,-s lialiila.ile. di uin
termo ou comarca sera ies|Mii.s.diililade alguma, pm
nln haver pSMM crin o dil. nninaila, a quem -.'
isoib-ssc obrigar, mn sim ao governo que be re-poo-
-ini pell(eanranei individual edspreprledadei
ti
icl
'i...
III.
S
re.
en.
ILEGIVEL


ra
:
Ouanlo porro n conslrueco da casa ta oaroiM
municipal me parece prcfcnvel |ara ser aproveila-
i.i umaoulra idea, que cm l&'iO'apresenlou a esla
.iMii'inhla em sseu refaiorio o K\m. Sr. xlscoude do
Paran, piando admluislrou esta provincia, o era
,i i te fii"c*ili' rtpac a deiaproprinflo de varitrs ferrnos particu-
lares," cm me alguna* povoirAes Se acliain rollnea-
i.i- para aforaren) perpetuamente ana que prelen-
desscni edificar; por esla forma as cmaras muuiri-
pues rariam o* reudinientos, c oh molos neecssilnos
para Iwa ediucae1*ode suas rasocelivas casas, e un-
iros misteres que Ihc sflo peculiares, c esla assem-
hlea yraiidn do circulo de mas atlrihuieOes farla
mu raudo benito ao publico, concorrendo, para o
rrcsriniciilo da uosms povoocOes, quesc aehnm cm
me.ira desproiH.reJR eom a capital da iiosaa pro-
iuria, acabando poresses lugares rom o despotis-
mo que souYem os aeuD (militantes na ma distribu*
i mi das Ierras, causa a mais poderosa do nosso atra-
so e decadencia.
I 'Mus estas reflexivos aosarcumenloido nolire de-
pillado, pasaarci a offerecer .i considerarlo ta as-
M'inhla mai. aUuinas raines ti*- publica lilitidnde,
que mo pareceos* necesarias acrcacvnlar a favor rlu
profecto.
Eu emendo, senfaorc, que a polica daquolles
lugares, a a administrarn fia juslir.i mcllioram con-
oideravnlmenle com a adopeflo deslc projeclo, por-
que a povoarao de Rarrcros, situada lfmargem do
rio l ii.i, > nos limites desta pnivincla coni a das
A I.i-iias, na disiancia de 5 a 7 leguas da comarca do
Hio-Formse, som*o ensidcravolmeule uestes ne-
gocios principalmente no iu\eriio, c he de notar
que as raesmas eircumslnnclu se ncliam ontrn
limito* povoados situadas ao redor da mesilla povoa-
rao, como sejam Abreu, S. Jos da Corda (rande,
Vanea de Una, &c, as quaes luda liirram cm ler
perln de si a administraelo da juslica, este erando
elemento da clvillsacflo ilos |hvos ; entretanto que
o (crino d'AiMja-Prela, creado lia lanos anuos, ne-
nlium resultado aprsenla por falla de pessoas lia
hililadas, que precncham de um modo legal as \s
tas desla assemlda, inconvenrenle que te previne
rom a reuniflo ile ambas as freuuezias em um so
termo.
Fiualmenle, senliores, nao desojara Iralar por
iNla occasi-lo do projeeto que cu, o nobre deputado,
e o nosso colleja o Sr. Cosa Home* tvenios a hon-
ra de Hcrecer i consideradlo desta assemhlca para
< reacao de radeiras de tirimcira* teltras para o se-
\n femenino as xillas do l.imoeiro, do ('abo, e na
poxoato de Barreiros, visto que infelizmente mo
me achara na casa, guando ene projerlo foi regel-
lado, e do qual lamhcm acora o nobre deputado
acaba de tratar, mas reflclindo que o regiment
da rasa prohibe O fallar sobre o vencido, deivo de
entnr nesta qucslito para obedecer a este precedo ;
e Jim lano lenho concluido.
0 Sr. Pinto de Campo*: Isto he irrespondi-
(tSr. Figueira de Mello: Sr. presidenlc, na
orden] cm que lenho fallado, nao leudo |>odiilo of-
lerccer lodosos afmenlos queseapresentam ron-
Ira cale prnjeclo, j porque mus apartes me lem Iraiislornado um punco o me-
Ihodo qne eu quinera seeuir ; j porque nao eslou
muilo acoslumado a fallar em publico; che por isso
ipic aloda pela ultima vez me levanto a impugnar
pi ojelo, nflo rom esperanca de convencer ai nobre
depulado, mas tan smenle para cumplir um dever,
Sr. presidenlc, se examinarmos os fina da elevadlo
de Idrreirosa villa, me parece que ella m.oproduz
iM'iilmm In-m aos povos, do novo municipio, qurse
atienda aos negocios municipaes, queraos indicia-
rlos. Pelo que di/ respeilo aos nepocios municipaes,
liepssivel que o povo de llarreiros lucre alloma
roOM em ler allia villa, porque emlini a I urna pos-
tura se faro' em proveilo dessa |>ovoacao; porm isso
mesmo |de faxcr a cmara do Rio Pormoso, appll-
caiido-a a Barreta, que dista d'alli apenas cinco
leguas: mas pelo que diz respeilo a Agua Prela, os
lialutantesdcste municipio hilo de iteceauriamenlc
perder, se liverem tic hcar ligados a Barreiros, que
IliCs Itca na distancia de 10 a \1 I cimas.....
.S'r. Oveira Muriel: Apenas ninas seis le-
snas.
OSr. Figueira de Mello : Perdoe-me o nobre
ileputadag sempreoovldlier, que Baneiros dislava
ilAiuaPrela ti ou llosuas, e assini parece mu-
que peloa nappaaejoc poaaoo, Barreiros e ll For-
imisi liram equidistantes d'Aeua Preta. e lempro
iiiiv dizer que o Rio Foruioso dislaxa da povoafflo
(leste nomo ninas {> lagOMi |muco mais ou njienos,
(lia, M'iido estas as distancias respectivas desses tres
luif.iies, -i'L'iir-e qne se o povo de Barreiros lucra
eom ler no sen territorio una villa, una miinicipa-
IldadCi oa de AgUI Preta, que llcam milito distantes
vem a perder eom a extinecao de su a villa* princi-
palmente uotaiido-se que o municipio lem W Mlft-
UbDJ, lautos romo Hirreiros, e que assiin nilo ha
luudameuht rasoavcl para a adopeo dote projeeto.
Se com esla creaciio az-sc bem a Barreiros, faz-se
lamber um mal a Auna Prela.
I'el<> lado da administracAo da juslira lamtiem n,lo
vejo motivo, para que se ha de fazer QM transferen-
cia, porque Barreiros nada lucra estando prximo ao
Hip Formoso, ao passo que Asua Prela ha de per-
der milito,porque distando 10 ou 12 leuuas de Un
reiroa, osseus habilaules tem de percurrer lodo osle
paan para ohlerem o menor despacho da- aulorida-
Ors policiaca ou judiciarias, e bao de sollrer eom as
lillleuldades e em har eos que dahi resullam. A ra-
/oqne se den de que em Auna Prela haviam mul-
lo puncos jurados, nao he proJueenle, porque alm
das razoes que eu dei, cm contrario aoquedissMt
nolire deputado de que haviam apenas .V.l jurados
oualilicados, cu noto que pelo decreto ii.27Hdc IKi:i,
hasta que apenas B qualillquem .Vt jurados, para
'lnfpo-.-a qualqucr municipio ler um Irihiiual do
jiu > e juizes municipaes Fiiiipleiites.
/ m Sr. Drpuludo : Mas, cutre oj, qualilicados
lia analphahelos, reos e aleijados.
o Sr. Fijurira de Vello : Em toda a parle so
'pialicam pi'ssoasquese acham uessas eireumstan-
' i.is; e mesmo j hnuve um ininislro que disse. que
iHidiam ser jurados os auatphahclos ; o Sr. Alvo*
braneo datadlo em 1835 ou IKUi, que para ser J-
rado hastavao Imuu sciiso, anda que mo irfpJifjaiio
ler ni'in escrever...
/ ni Sr. Pepiilao : Anda que uo possam as-
ligMTa senteuca.
O Sr. Figueira de Mello: Mas di/-se que os
jurados nao eonipaiercn ao tribunal, equal lieiM-e-
itledio.' Seni mudara villa d'Auua-l'rela para llar
roirm '! i\iio, o remedio he
duequem ihneaMo c nn
-a, oestou todava de tomar parle no* da commissao.
Nao se -upponha que a odioaidado que de^se exame
po.ssa resultar influa de Hmmi modo para este
meu pedido; porque se al agora rio li ve occaiiao
de emillir a minha npinio a re.peilo, e acora mes-
prematuro fa/e-lo, todava he rerloquc j
lenhn u meu juixo formndo, c os metis collejas sa-
heni o conceito que formo de-.se hcflocio, que Qti
siijeilo i sua perspicacia e inveslifiacao.
('Aiisullada acasa cerca do pedido do nobre de-
putado, concede a demissao requerida*
Tcndo dado ti hora.
( Sr. Pirsidenlr desiyna a ordom do da, o levan-
ta a sessao. ( Erain -2 ^ horas da tarde.)
Heunla'o da 32 do mr?o do 1863.
Pretdeneia do Sr. Pedro Caralcanli.
Ao mcio-dlfl, fcilaa chamada, rerlflcfr-ee eslarem
presentes 17 Srs. depuladiM, deixando de compare-
cereui os Srs.: Barros Fnlco, Portella, Aauiar, Tin-
belino, Eflcllila, Souza I,cao, Varejo, S Pereira.
Caslro l.e.in, Mai lin-, Costa (lomes, llrilo, Ignacio
Joamiim, Bnplisla, Arreada Silva eAuiar.
Nao havendo numero legal para haver sessao.
O Sr. Prndenle da para orden) do da de ama-
nilla o mesmo que eslava dado, e dssolvc a rcuuao.
{ Era mcio-dia e 10 minutos.)
DIARIO DE MI\UIIIU;o.
Pelo Teriol, onlrailn iln tul no .li.i 2J, llrpmiw
inninp .ln Hi(Mlp-Jmicir Mr 17 riu corrMle, e iln
Hnliia tU J-2.
S. M. o lni|H>rn noljri la morlc do na ROglMl rniaa, a prinrpza
II. Amplia, eacerrnn-sc (mu- odo iliax, p nsplvpu lev
mar hielo coni a rnrlp |ip|o lpm|i ilc sri* inp/ps,
spihIii piii Irps ligoron, e pm Iris allixiadn.
Tinlia Mledao no di, II, vlcllnud. Un ima-
rplla, o iiiiMi-niluii Jhsp Aiiliiniu Marlnho, cura da
frpBuezia do Sncr.imciilo, um dos parlaqienuina mah
eloonenla da oppoilrto, orador
uieriiu, e (andador do mais arredll.
hipmIoiIp pilucacao qup cvislp na crli
lo dblinelo braalleiro foi 'ramenlo
pial do imi.......: ao son enterro con.
las pemiMgrada, oda elevada nodr
Sr. ininislro da jnslira.
Tinha luinlicni fallecido un dia 15.
deapopleiia lalmiuante, oconaelhelr
nodo Aiulrade Piolo, i.....loa anligoa
S, M. fnjperlal, p honesto aervldor
\n dia 15 rimi|iaroi cu |icraiilo o c
|iiiiiioim-loiionlc Candido Cu-Indi
inicialqi......lava deqaarlo das olio
. Pont
i aprc
sondo
i dn inuifrauin.
aira Castro, e -
Mular Icslonnn
|>tr punsoijiiouc
.....lo grandi
DO c-lal>cli-,i
A mullo ros
son lilla na ea
orreram mui
i>, iuclu-i\o I
iloum alaqiu
i Josa Cada-
* cainarislas dr
lo nlailo.
iinsclliodp iiucr-
de Lemas,
nioia-iiuilc.
rmenlo das carne* veriles para esla cidade, londn
em datado 17 do corenle aprcsculadna V.Bae.
una cipoiicAn cm ojuo descro>oram as dilllculdailts
da -ituarao Pin que so aohavan, rotativamenle -
ipiellc forpeciinenlo pcl<> motivo notorio da ecca,
que actualmpnlp devasta os cprlcs e consegulofC
raeacci dogado,, oque nos termos da olUma liarlo
do artigo i.* du contralu celebrado pm C de junlio.
de ts"il he roiSo pnra que V. Exe. admita algoma
mndiliaecau no mesmo conlratn, de mancira, quopo-
iili;i os ditos contraladorcs fura da sittiac.in varaa-
deiranicnlcexcepcional em que se acliam asulisisli-
rem seni a (referida luodillcacaoascoiidicocs estipu-
ladas no soliicdilo conlralo; foi V. Etc. servido,
n.u> obstante ser competente para deliberar a lal res-
Dallo o que conveniente fime, snbmelter o negocio a
asscmblea provincial que se acha reunida, sem em-
bargo da urgencia reclamada pela Mioma dn ob-
jcclo, urgencia esla que cada dia se torna mala pal-
pitadle, visloquej iiilohe pissivel aos mosmoscun-
Iraladorcs, segundo as noticias p avisos reccliidos,
lioilerpin adquirir o numere snlllricnlo de bofa para
o consumo, setmudo as clausulas cslipuladas no uro-
dicto contrato, sendo que ueeossariameule (era de
occorrer aluuina falla, seno ale aos ltimos diasdo
corrpntp iiipz ao menos do principio de abril pin
dianle, pois que Ibes be absolutamente impossivpi,
em face da raridade que ha de srmellianle genero,
foriipce-ln ao consumo na qunlidadc p quanlidadc
qup foram contratadas.
ii Noslasrirnunslnncias oslando psaotadas ases|ie-
rauens que nulriain dr nina prompla modilicacao
qup os lirassp das ilifllculdados expendidas, elles
vem declarar a V. Exc. que licrliegado o caso fbr-
luilo descera, o couseuiiinte pseacez donados, pie-
veniln ppbi contrato quo com esla goveruo celelira-
ram, o que nao |>udcndo, eueni devcmln elles lopor-
lar na efeilu- do una torca inaior, nn se responsa-
Indisam d'nra oin dianle pelo ciiniprimciilo dn arli-
-'. I.* du mencionado conlralo, alenla n uaranlia
iiui-i'jnaila, i- a reserva feila na ultima parle Inci-
tado artigo l.-. c fazoniesia dcclaracgo lorcados pela
uravidade da siluacan em que le acham, p lainhcm
r nao haver V. E\c. ailmilliilo a inndilieacau quo
e5
mu. He desle mismo publico, quo espora mais
urna prmado maguaiiiniidailc, concorrciulo no dia
31 docorrcnlc, ao espectculo aqui aiiuunciailo.
Os bilbelcs achaiu-se o venda em rasa da benefl-
ciada, ra da oidciadc Sanio Antonio, n. 7.
Principiara s 8 huras.
AVISOS MARTIMOS.
i .ii para
lo iuler-
i, < que
espaeado
vapor AHoub......lia do naufragio, h
Kuadvogadoo
rogado, requeren
Ihe fui concedido
ojulganieiilo.
No da iiumoilialncumparpcpii uprimpirn*leupnlp,
Alilnuin .Manuel l'eniandes, que eslava .le qual'ln
naneca-ian dn naufragio, acompanhado peloMoad-
VOgado, 0 desoillharu.lilnr Jn.iu A. do .Miranda : re-
queren iaiialnipiilcaprespiilar Icsteinuiihas, o foi-lbp
eoncedldo las-lo no dia (i du pruvium fuiuru mea.
Amitos P-los iiDIciius, appellaniln |iara oa scnli-
menlaa de iusliea ii cunscllm, raaiioreram pnr iu-
Icrmediu de seus advOgadaSi que primcirameiile fus-
njnlgadoo ei-commaudanle dn vapor, mas nao lin-
den.....nnspiiuirn ilpferiiiicnln di-sla policiln.
No Rio haviam dalas da Bueoos-Avres ale t do
rnrronlo. de Uonle-Vidu, Porlo-Alegre e llin-tian-
de ala ti.
Em nulra parle nllorerenins ans leilnres eircunis-
laiiciadamonlo as noticias relativas a eaaes dilteren-
les lugares, Hgonua as exlranifuos do lornal do
Cwttiiin-i-in.
lia H.ihi.i nada ha que pnssamoa meneimiar.
I1
PlhrS I rrl.lili,ii .un
llnlrn siin prnlpslain, pelas ponase damnos-su-
pervonienlpse pola cllcctmdailc do direiln que Ibes
compete, em v isla das emergencias para que nao
ouiicoiTcratn, o pulanlo rpquprpin a V.Kve., ipic
acollando a derlaraaSo lclma tolla, Ihes delira com
juslica.E H.M.Waiiiirl Jwtyiiim iln llrgii r II-
buqHirque. Jiallm Ptrtlrade Furia'. M-
i/iiIa \ DhIi-ii.h
MOVIMENTO DO PORTO.
Hurlo t,
lliu Grande do Nuri
guerra Caaranaa,
Pedro Ignacio Mu
llin de Janeiro o llalua Tdias,
eiuninaiidanle Iticliard RJvetl,
Osla prnvincia, llenr> Ib-uliain
Francisco Falque, Jos Vieira
.eiibora, J. C. de Paria, A. V
li'iiilin un ilin i.
i das, briuiie nacional de
ntnmaudaiile o capilao lenlo
Ultillll
amp
i Jnior, A, M.C. de Hallo, A. A.
<;oiin!\ii)<).
A* SECGA.
Ilorrixei norsesn duvida,ao noaanlollma -iina-
Ao! Alm do-i malea moraes Miamos .1 bracos com
una grande lalamidade pli\--ira : a accca esao fla-
aell. qne em iHi" noavislloutCa quasl inda-, as pro-
vlneJaa do Norte apresenla^a hoje com carcter lal-
teimais aterrador, edtsnoslefies maisdevaslailoras
doijiie n'aqnellapora ; as ultimas noticias vihdasdo
interior edas|iio\Hriaslimlropliesdaoromi> certa a
morlandade dos gados, o ii do sonto ciu alirans lu-
gares, e ludo se val romo que preparaiulu imra sof-
frerinos nesta ridade, os ell'eilo- de nina lo.....qne
principia a maulfeslar-af : A reduceflo do paile
pela morlandade c mesmo pela exlreina magreiN do
lueeilste, deve neeesaarainenle Impossibilaroaeon-
Iratadoresdo rornecimenlo daa rarnoaa eumprir as
rondires a que se Mijrilarain, \StO COnM nos COIMh
laque no conlralo elle* cxcluiam os casoa riirlni-
loa de aerea, peste* e guerra,, noque obraram rom
nanda dbeernlinento; e poIsob>slados pela rardado
de gado a fa/er o rorneelmenlo na asala correspon-
dente.!- necesidades da pop'dar.lo, elles so arliar.io
justlflcadoa perantea mesnia noputaclo, c o gover-
no rom qiicm conlrataram ao passo que sobre lodos,
ricos, c pobres, callIrUo MeOeilOS deploraxei. de se-
meihaiiii' InipoasibiHdadCi efliloa osles queso a pro-
videncia pode remoxer, iiiaudaiido chuvas qne me-
llinrema rond(iio actual dosscrloes, cemquan-
lo nesla cidade sollVeniins a carc-lia (|oa genera de
primeara noceasldade, que Itorrorea nflo emprmenla
:le(
Nario**ahi
Balda hiato brailelro Fortm
Jo* Severo Moreira Itios, car
Passagcirosi Antonio Ha>mundc
relio
vapor inicz Tin/
PaaMoeiroa para
\ iruiui.i Falque,
de r.urxalhoe sua
de Fiuiieiredo, J
PARA A RAHIA
ii-in ili-si';iiii- i'dirr pratesa o aovoeve
Icim hiato niicioiial Fortuna,.capitfio Jote
Strvoro Mot-eira llii ; para carga e'paa-
an([oini8, trala-iM^ com os coiaijjhnturios
na rita do Tnipiche n. 40, primeiro nn-
tlur.
Para Montevideo e ItiienSis-Avres salie, pm
nouens dias.a polaca hespanliola Joven /oi/orcx,lein
hmis niinniodos para passaceirns: quem na mesma
quizer ir de passaecni, enlcnila-se ronin capilao na
praos do minnicrriu, ou com Nnvacs e Coinpanhia,
na ra do Trapichen. IH, primeiro .indar.
A veleira escuna (oanle Mara, que se es-
pera a lodos os momentos, partir* cam Inda a bre-
vidnde para o Hio tirando do Sul, locando no llio
de Janeiro ; e para una c nulra parlo smcnlc pode
rccelM'r esrravos a frele c paftsaqeires, para o que
Ipiii excellenlrs commodos: Irala-se com os ronsiR-
nalarios na ra du Vinario u. t, ol com o capilao
na loga do massaines do Sr. Horcos.
Para o Itiu de Janeiro, obriguena-
cional Elvira", legue d'entro em pou-
oot illas, por ter parte do leu carregamen-
toprompta; para o reato do metmo, pai-
lageiroi e eicravoi a filete tratare com
.Mu. hailo & Pinheiro, na ra i. 19, m-;;:iii.|u andar, ou com O capilao
C. J. Asile) $ Cnmpanhia, consignatarios do
liriaue sueco listar The odor, precisan raucr quem
lie o recebednr de urna caita com pedras, marca C
ii. 3, viuda no mesmo navio, a ordein.
v LOTERA IX) RIO DE JANEIRO
0 noaniidore* dos hilhete ahaivodc-
clarailo, da lotera 4 dro II, rjueiram r receBer os competen-
lis premios nus lujas em (pie foram com-
prados
Quartosavigctiiuoi . .",,!).-)i. . 1:000,000
Oilavos...... .2,712. .2:000,0(10
Hilarlos...... . 5,815. . 1 000,000
Vigsimo*..... . V.82C. 1:000,000
Oilavos...... . 5,088. 1:000,000
Meiohilhclc. . 2,878. 100,000
e outrea premios de 200 c 100,000 ix-is.
Achnm-sc a venda os liilhetiw da lotera
i dafreguecia da I llorn, cuja lista se es-
pera pelo vapor de 5 do mez de abril, e
que w vemlem pelos procos abaixo de-
clarai'
dos :
BiUiete inteir.
Meiohilhclc, .
Ona fio .
Oitavo .
"'igesimoa
22,000
11,000
5,500
2,800
I ,.100
pn
Filippe Nrj de Oli
Commercio. ,
l'AKA LISBOA
\ai currea.ir com a possivel brevidado a nova barca
liralidao, capitn Antonio Pereira Humes Jnior;
para carea o paasageitos Irala-se cnin 01 ronsisna-
lario. T. ile Aqiiinu fiinseca k\, I illio : na na do Vi
gario li. 19, iiiimeirn andar, un ruin o capiUo na
praca.
PARA O PORTO
m Inda a prosle/a a liana porlueiio/a
pililo Jos Thomaido Lima: para cana
na ra do Visarlo II. 19, pri
na/. t\r AquillO tnlr
ni praca.
MltiLEL pretend
escuna porlugueza
Dt-etnios mo pagos mmediatamente
lujas i ni que sao comprados
traa
i dia
coinniaulaiilo
varios generoi
le Araujo, Aii
la llorba.,x;,
pr
AiisiislnCario) lle/eira, Anloni
llins de Otlvetra, Auguslo Reaienl
Trieste Mane austraco O/o, capillo N. Damia-
novich, carga aaMiear.
Canal pela ParabUn brlgua iir-lp/ liareku, ca-
pilao lllairSIoan, pin lastro.
Kew-York brigue americano Oak, capilao Daniel
llayer, cama assucar.
Canal brlgua diiianiarquo/ //mi>e, capilau n. I..
Klbom, cama assucar.
AssTl palarlin hrasileirn .Imonjnm, ineslrc Fran-
cisco linncalvcs de Seivas, carga varios gneros.
I'.issaueiriis, Francisco Carrilho do licu Barra o
I criado, Justino Pereira da Cunha e I criado
Maria Joaquina dos Anjiw.
Olisrrrit'ni'.
Flindcou no laiueiru para acabar de carrejar, i
galera porlugueza Saerauii(o, |.apiian Joaqun
Josa d.i Fonseca.
vai sabir
Ollmfia,
e passage
niciru ailar, escriplurin de II
seca i\ FillHM un roui 0 eapilai
l'AKA A II.NA lili S
sabir eoni a maiur brevidado
ira cama o paangeiroa Irala-a no
ma; de Aquiuu l'unsera & Fillm
Vigario n. i'i. primeiro andar, oo nasCinco
com .ManiK'l du Komi Lima.
PARA o PORTO.
A Hlenla iiariunai .s.s. Triodaile, fabril
novo,aaane eai poueoadufa, pnr un*parle doi
reeanipiilo promplo ; para u resto do niesini
sillona : p.
tur/o de Tin
e-nip-
111,1 lll
Pona
n.i .i.
e pas-
EOITAES.
pulaojtei do Interior?! I';
moa t'oiidfniiiidot dr certo, om rerloe pcrl
gradea emelhiiiileSi nuu eoMfdcnindoqu
vem de um podernuperiori cumpre que i
iiKwronioM-r por niela de lupplleaie i>m
dlflqucm lira Divina( Iksam noh he rlu
casillo em <|ue os niiiiisiios do aliar etereciiil <
Mnlo ministeriOi devem orar i Dos pelo povo
soflre, o qoe m Relia amearado de urna das mal
ealamidadoi porque bi panadoi c asalm obn
d.iijii ocvomplo deconlricAo ipic lo neeesMirJ
dm prewDleieirruimtaneias, Um queja mffrt.
po osla
los u di's-
ellai nos
prucure-
quomo-
.ida a or-
l|IIC
Pelo lliosouraria de hienda do Pcnwmbueo m
fai publico, que a ultima piara pura .1 arrenialacfio
.1,1 obra da ponle Jo Rcrifc. anmmeiada por cale jor-
nal para o dia 11 do correntei flcou Iraoiferida |ara
o dia 5 tic abril prximo vludonrv: o prelendenlea
ronipareraiii nene !i,i a nieama liora j dosiunada,
conipetenlemcnlc hablliladoi.
Seerelaria da llteaoorarla de fazenda di* Pernam-
buco, 1\ tlfinaiTo de 1853. Oollirial-maior Inle-
rino, Emilio Xavier Sobreir dr Mello.
A tmara municipal do KerJfeeonlrala i plan
larflodoanoredosiiMruaa tin Paswio Publico, do
Sol, ta Aurora e pmi uiilnu os i\\n: se ijiii/orvui i ti
funii'1' tirssf irabalho, dando niesmo es aore*)
poden* ilrRr-W a mesma 'amara por pclirtVs, mi
que declarem oa nomos dolas, aflmdoserem pre-
leridas aquellas que forem mais proprias para io,
e as condicocs por que podem la/rr. Paco da a-
uiaia municipal ilt Reeifc, oinsecsAo de 23 de marro
tlt* ISVl.Mumirl Joaqulm rffl ff .lll'ii'/ucr-
i/ur, pro^preaiilenIc.*--.rNoeil Ferretra .uroii, sc-
crclario Inlcrfno.
sageiros, lrata-se noeacriplorio do F. A. ta Cunha
A C., na ra to Vlgario 11. II.
Vender a barcada jrefi/aaTora,de Iota :m eal-
i, I'i-im couslraida 0 a|iaiilliada de um ludo,
umpia a seguir viassem para qualqucr porto da
lio\una, ou ora ticlla, para mtc examinar no
Forte do Mallos, junio ao esialeiro du8r. Kiguolro-
do, e pira Iralar na ra doVlojrlo n. II. arma/0111
de forneciineulns, acharAocom i|iu*m halar.
K-landu a rlieuar la llaliia a 'Hilara su da Itu-
lin, depriincira marclia, rom parle do sou eavresja-
mciiio, aimla pniii- recebef di* l..(N) a 1,300saceos
<\o assucar para ieuoxa; quem os liveredesege car-
regar para o nuisiualario Jos S.iporili para Iralar doajusle do
frele, pois prelcnde-se uai> ueniorar mallo lempo o
dii'i novio nesle porto.
LEILAO
o
mis
A peana que pergonla pido Diario da i di
enrrenle, quem lie o cnrres|Nmilenlc do eneenlio
(JUnga, declare qual dasriiuuas he.
Al.NllA AIISR. AMADOR.
Suppoo illtttire oscriplor que alo ,iumprehon.
doinns as suas palavra, |k>s er, na appiirencia
quo domos ma inlerprnlacan a corlo Ircohn da sua
fecitt Tlieotral', e querendu presentemente purill-
rar o man sonlidncoui que elle fui Iraeadn, nos jul-
uani i-ilp senhnr (ju estpidos quo possamos acredi-
tar, de simples o guioreules seus esrriplns pojados de
salvias Inlamanleai___Sr. Amador, becovardia
atacar o indeieao, malla principalmente quandn nao
lemoa.....Utos qoe a bao us onrianai porlanlonlo
aoeira aasiin merecer o titulo de calumniador quin-
ao lana uereaidade lleva ler di boa oplnilo publi-
ca para merecer lamlieni eonflanca a sua proeoruaa-
riaAerMa, Os golpea que incossanlemenle dirige
liquollas damas que bem ciiiihece se emlmlum mile
a coiisjderac.lo quo Ibis cuncedem as pajaoai que
Ihe. faxem juatira! Respeile as Individualidades;
nao persnnalise ridieiilarisandn. porque bem saben
illutlr que o ridiculo asscnla-lbc iierfeilamcnle.
au puatuimoa oa senllmentoa tAmaiit de lianla,
ilude l'almririoidr Ini/laterra ; mas Indn n huinem
social deve ser ufano em eonleeler as infames allri-
DUlcOea o as torpes calumnias, su prnprias de um
mberavel.O /'. /. rfe /. /:.
Para o I. da junto prximo vindoaro ou an-
tes, alumno lima pequea casa, OU de un ailar mi
rasa torrea com aalao, cninqiiiulal uu pequeo silio,
que soja periodo llecile: na runda Ijnlciii n. fio,
primeiro andar, ae din! quem precisa.
Aluga-ae am riti por um un dous anuos pprlo
da praca; Ponto de I dula, Capnnga oa Hangui-
llto, que loulia baila de capini pan dnus coallns,
eliauliii : quem livor, dirija-so a ra da CadeiadO
Horife 11. W, primeiro andar.
-- Irocanvaa Iris, ricas lmagena senilo o Seilbnr
Cruciucado, Noasi Senbora eSiii-Jose, cliegadas ni-
limamoiiloile Lisboa, asquaea se vende palo proco
la factura, pul lerom excedido ao lainanhoquc so
liedlo: na ra do Vinario n. I, luja do pintura.
I'roeisi-so alugar um sitio por dous un Iros an-
as, na Passagorn, Uangoinlio, Capunga, Ponte elida OU Allliclus. nuil casa para familia earvnrp-
iiiueie 00 dirija-se na da
tjuarla-feira, :tn du corrcnle,
inauliaa, liavcr.i grande leillo para I
arma/em d<
.....iuJ3
na na do 1
lano novas
dros ; diverg
jardn.; ricos
; diversos
jerlos, de. oft, ; n
lo \r lanibem o loil
la, eordo e andador,
1 pin;
l-apirl,
tpia.1.
lado
un tolirrla.
II liora- da
liar coalas, e
M. CariiiMi-n,
38, doaesjulnle : mobilias,
as ; loura ; raodiclros ; \i-
iii.ii inore para adornos do
rtiu eslampaj; ramas lie for-
oriros ; ooulros mullos ob-
11 comoao nmio-tlia em pon-
nm excellcnle eavallo ti- bcI-
e um rahriok'l em inuilo |tni
AVISOS DIVERSOS.
DECLARAOOENS.
l'llSl.lnail \ l'EIIIDO.
CMARA MUNICIPAL,
Contina a oslar em praca peanle a cmara mu-
nicipal desla ciliado, no dia II i do ron rule, a obra
dn aieiin da bravean da Concordia, o parle da ra
lll l'al......
rt arsenal de inanul
ionio ovliuuuir o jui&tdn municipal, jiorque de nu-
la-erve ; mas em lodo o caso se deivo subsislir u
Municipio.
1 I'i'ji'u-m' H,|in 1 ,n.ii.....ule. que em Auua-1'rela
do se processau. iipm hp iiena^upin p capluram oa
ominosos ; mas sp lal fado se tpm dado Pin nulrns
nipus, bojelip ualural que Ipuha cessadn. pnr isso
leein Agua Preta ctala um furto destacamento, e
rtateleeeu-OB nina eolonla mililar. a de l'iineulei-
iis ; p entilo essa colonia o destacamento jiodem
reslar, cpreslam com elfeilo as iiutnriiladps Indo o
pora p coadjuvaeao.
- lie|mis deludo isio, Sr. presidente, cafare! ob-
TMir, que milito brevompiile teremus nina estrada
1 ferro, que ha do amar pnr Agua-Prela, c nao
i'i.i louveuienle quo baja alli autoridades para pro-
er de remedin quaisqiiorpvpnlunliiladps qup |his-
iiii dar lunar nueslabelerimenlo dessa estrada?
(Ira, quandn nos venios, que aquello povo deve ir
ii'lliniandu pela factura dessa esarada, parece o\-
.mnlinarin, quo Ihe qiieiramus lirar lala a iliipnr-
mcia, inudaudu a villa do mu limar para oulro, o
liriuueuios os cidados rocinrer para llarrpirosquan-
uosles ?
M. presidente, lein-so Rilo, que llarreiros lem pro-
reilido, h.i do prnuredir muitu, |Hirque lem um ter-
i'no frtil, e para acoderar case progroajo, so Uu)
uor dar una villa, masen notare!, quo Agua-Prela
unliein lera os mclhores irrrnios qne se condecen!
1 provincia para a mllura da ranna, que lodos os
las alli se estilo cslnlieleccndu uovns engenhos, o
"c so a i-Irada alli ohesar. como mis todo, ile-eja-
' e esliramos, Aaua-Prela lanibcm lia de aug-
acnlar mullo, e que por lauu deveinns eonaervar*
V a rali-noria de villa, deque oa. Sou, por tanto
iipini.iii que o prnjorlo nlo deve ser apriivadu ;
1 1 1 |inrm, cm sua saliedoria, resolver Uno ou-
oiler.
Encerrada a dlacoaao, he o projeolo nbaaetUdo
"lai.ilno approvado, sendo a emenda regeilada.
" Sr. itdetit Mello i ( Pela arana Sr.
resllenle, leudo receido da asemilles um vplo
.......Iiniiurilico para fa/er parle da romniisiwn que
" onrarroeada de examinar as conlasdu corpo de
"liria, tomadas pela Ihetuuraria, deve ser grande o
Hdiameiilo rom que vento pedir a demissiio dane
murilleo encargo, mas conlio que a cmara se dig-
"de iiiciiar as raioea que me obrieam a isto, e
11.......nlcndcr son niuilntlciidivei?.
IllnUusO, depnisde in.lallaila. reconlieccu que
lia Irabalhar sean em rasa da residencia de
........cnfliiiis no bairroda lloa-Visla ; ou
n bairro do Saniu-Aiitoiiin. c pnr isso he mui-
'""- o prejudicial ,i minha salido lomar o Ira-
te ir Indas as lardes a Boa-Vista, tanto que s
ei roniparad, e |iara que axoa nobres cal-
lia i-Uiam Miiheiuln um Irabalho dcMBiial,
/ond eu parlo di-sia eninniissa.i spnaoein no-
liiilu.i iniulia domi-so; |Hirquesenao cslun
iHnUtada do i.mi.ii pane ni- IrabalHM da ca-
ao publico:
(ls conlraladnres do rnriiorinienln das carne, ver-
des para e-la cidade, com a lisura o a boa fe que os
caraclerisam, vem e\|Kir a Indas as classes.la popu-
lacauas urrurrein-ias que lem haviilu relativamente
. ao conlralo. c a silnac.io em que piles ltimamente
i|u.ililioar ai'lllilil jura- I se lem adiado enllocados,
havendo numero sulll A ultima parle doarliaol.
uielhiiranienli
em boin oslad
S. Evo.
Mnnleiru. me
latean e.S. I
peimeiraeso,
laqueeoslum
obra- da ea
CO.N8
dO pullo
inpra para a<
asno^as, ou
obras do
usadas 5
1 romo governo
da I85, delen
na provincia,
josa eilstonies, iikesmo 1
caeoes ao referido conlral
elUrilos d'uma forra uia.i
to conlralo eelebrOrdo
la provincial em data de6 rio jbnbo
um orhiiios de mierra
1 aUraeJaO as Imposl-
iverno admllUrla......im-
t'in ordom a rcparar-so o-
ehabililar-ae nsconlra-
pesbi
\i
ii<>
.lin,
[adores ao sea cumpriiueoto, sem um pn*jui/o rerlo
einrallhel, urna daquellas liypotlMaea ae lem des-
uTaradanionii' reallsado porque lie sabido por Mm
'jo.- icmlo (aliado as chovas no lempo couvenienlo, a
BBceaae aelia devastando <*s serioeaj ealalipimas
comarcas proslmasa osla cidade, lo feuineira u;io he noantivel obtar-ee as reirs, e mesmo em ou-
(ros limares omlo se eosUnna.a comprar uatlos, um
numero sufleienle de bobipara oconsuino eliectivjo
da populoefo desla niesma cidade. Conselos dos de-
veres que haviam conlrahldo o mata qoe ludo elo-
ae de aua pronria dlgnldade, os ronlraladores re-
corrern a tonos os oxpediealos que ;i^ circumslan-
riaspiTiiiilliam para poili'roni oMor por compra o
nado suIHrieiilc ao aliastecimenlo da cidade; nlo
ruidaramdo prcro, ponpn*suicilavai-so a tpialipior
que elle fosse. emliora se Ibes anlolbasse mu prejui-
oimmctlialo, mas iiem aimla ansim Ihes lem sitio
poasvel atlquirir um Humero lal de liois qne bstan-
le seja para o lonifrimento na tpiautidadenmlralada
a meiio- aimla ai que be eiiRida pola populasjBo,
simiAo por conseqoencla Inevllavcl una uimlnui^flo
no iredilo fornetimeiilo nos di as, Olalve nosmezes
sulKi'tpifiiU'- a ronlar ta presente dala, se a Fro\i-
deneia Divina nao remover Dauello, rujo* ell'eilos j experimentamos.
Km face le cirt'iimslanrias IAo Bravee, os ronlra-
ladores sormrren*lo-si atpirlla parto doeonlra(o,qoe
lira Iraiiseripta, pediram ao Kt.iii. presidenlc da pro-
vincia que admillissi' urna modilicacao na forma pac-
tunda, \itornino era rheuado o caso de forra maior
sompre oxrepluado em Indas ai nmvencOes, mas S.
Ew, nao obstante sor competente para isso, dcrli-
11011 da aulorisario que o conlralo llic tla\n, para a
assemiila proviuca>, aemduvlda pela importancia
eiiiagiiiluileda malcra,cnlrelanto que a estte/, de
Hados continua em maior encala, a poni "de uiio lia-
.eresperant-a di- adipiirir o que seja snfllcieule para
supprir as iicre!.idade da populado.
Ki* o estado em que se acham osconlraladorcs;
desejos lem el!es c mui ardenlcs de satisfa/ercm esa
toda a sua plenitudeasconde,ocsdo cuiilralo, v para
tolo nao alleodiriam a qualquer prejui/o, inaM falla-
liii^ o oaanJifal. isto he o gstdo a quasi moraliMiiie
HSHKMSlvol Un- lie o potlerem adquirir na quanli.la-
1I0 quo o consumo exilie : por isso pois expondo, r-
moncaham tleenpor, com lodaalealdadeasjravhlado
da siluacan 4>m que se acham, elles esperam que to-
das ascla"i'- '/
que a Impossiveis nin-i......podo ser obrigatlo:
Hecife j:\ demarro de IK.VW Os nmlMladOTCS,
Manuel Joaauim do fUgO e lllnu/urr'/ur.Ju Pereira dr Furia*.Mr*Utilu \ Dulrii. Jotr Joa-
auim llolelhn.
.< Illni. e E&JB. 8f, O eintraladiire~ do forne-
KfMii. abre chrismn na capt'lla th
os dias <\.\* feslaa tos gloriosos S. Pu>
oticalo d'Aniaiaule, que leiim lugar nW
sqonda ollavaa de pascoa, aendo aolTer
manillar os padiinhos em neiietieio das
ella.
i.AiKinKi'tnirn.ALEMi'Ea-
NAMBUGO. ,
Os 1 redore* do subdito porluuue/ AolonlO Ferrol-
ra da Silva sao convidados aprosenlar nesle con-
sulado, ilenlrn em ISdltS, 1001 lllulOS OU millas
para seren alleodldos 0 informados do que lia sobre
O estado di herania tlcixada pelo monno tinado.
Consulado de Porluoal em l*ernamburo aos 1 de
PROGRAMMA DAS GRANDES FESTAS
NO MONTEIPO.
Na madrugada de acgunda4eira, 2H corrale, so-
1.1 arvorado mm leda a pompa e lolemnidade o '--
lantlarlt- to Marhi S. I'anlaleao. lindo limaros
II horas desse mesmo dia a festa to mesmo Santo.
na qual aera orador, o reverendo padre ilustre Ir.
Uno do UonleCarmello; ns duaa horas da larde
-ri.i olltitritlo por alg
um janlar aos mendiuo
r cm proclasfla do Pn<
milagroso S. (ionralo
de isvi. Joaquim iiajiiisiu Moreira.
ni.iiT
THEATRO DE SANTA ISABEL.
GRANDE IAILE IASCARAI*.
SADBAD036 DE MARCO DE 1853.
A orcheslra eieeulan brilhante< e variadas al-
sas e quadrilliasa *
Aluir -i'-liio BS portal as Olio liora-, e as oilo o
meia Aeeular so>lia urna sj mphoiiiaj depoia da qual
romper o baile, pie acaban ai duas horas da ma*
ti rugadas
(l> prcCOI sao os iiir-'inns ihis baile-, .inleriores.
QtUTA FKI1A 31 DE UICI H 1883.
I'HIMEIIIO BENEFICIO
de
Leonor Orsat Mendes.
Ilepitis deexecutada una omerlura.principiara o
espeelaculo pelo bello inlorcssaiilo tlrjuua em ">
actos,
A Duciueza i\e Ln Vauballiere<
hntoutiuuitio dos tUtOt,
Aclo I. O Haplo: '
Aelo II A corlo to rcenlo de l'ranea.
Arlo lll O contracto te casamento.
Arlo IV A duque/u emeneiiada.
Aclo V Os dous irniaos.Heoscasliua ocrimee
prcmeiaa xirludo
ERSONAGEN8,
Besante tle Tranca .... OSr. Senna.
Duque de 1.a Vauliallierc. OSr. Dexcrra.
Jorsc Ra>inundo.....OSr. Cosa.
Adiiano, eslntlaiile.....O Sr. Ainoedo.
.Moii-seau. labelliao OSr. .Mentios.
Daricnullo, capitalista OSr. I.i-boa.
Duque de Saiut-Aiiiian. OSr Jorge.
Conde Onidc de Sabrn.....OSr. Joaquim.
I ni criado....... O Sr. Ho/emlo.
Julia, lilha do Ka>mundo A bencliciada.
Mara. ........ D. Carmela.
Fhlalfloa, Pagano, esbirros, etc.
Segulr-se-lia una Jocosa lare^i; c tiara lim ao es-
pectculo O engranlo duelo
O MKSTHK HE MCSICA
BravOi meu bem, eata < 1<- trvtner.
No qual o Sr. Guimarles oor obsequio benofl-
ciada, cantara a parle to velno, e a beneficiada, a
du dama.
lie esle, e-pcil.mil-., que Leonor Orsal Mendes,
no sen priint-iio benelirin nt'-li rjilade. lem a hon-
ra de apnr>eiilar ao res pe la \ el publico, tle quem
se con (essa sumuianienle urala pelo Ih.iii acolhi-
inenloipiellick'in prodialisado desdeqiieaqui cln>
ius moradores da rreguexia
; as teto horas ta larde xi-
o da Panolis a Imagemdo
de Amarante, que era con-
dii/ida em chanda por i xiruens; eas 7 lonas da uou-
le ler lugar O 7V0fum, no qual sera orador o pa-
dre mr-irt- Ir. Joaquimda Piedade Inopes, e tenni-
nar a rcelividadc dosae Santo r.....a enlrcaa da bau-
delra nova Julia, depoia do que lera limar o lien/i-
inenlo da da 8. lioucalo, e a clexacao de baloes
aerostalicoa; s 10 libras desea mesma imite saldr
o inaslro tle nova inxcncao que sera carreuado por
qualro lindas pastora*; as 3 horas da madragads
delerca-feira lera lugar, ilepois de haxer percorrido
OS Indares tlocosliiuie, o arxoranienlo do estandarte
to miraculoso S. lioucalo gar ns II horas deseadla a mala do rnesnw Santo,
pial seni orador o -ladre mejlrajarovlnclal dos
carmelitas; as 7 horas da imite lera luu.ir O beuzi-
meiilo da bantleira ta Senlmra ta Boa-Ksperanca ;
is B principiara! a daoea do inaslro pelas pastoras,
quo aconipaiiharem i bamlelra, depoia do que irao
eillrogar a de S. lioucalo o nova jni/a; as .1
horas ta madrugada de tpiarla-teira ser ar\o-
rada a bandelra da Se da Bda-Eaperanra. o as ll
horas to dia ter lugar a le-la, na qual SeVll orador
o padre raesire franciscano fre Joaquim la Piada-
de Lopes ; as 7 horas da noile ser entregue a ban-
tleira a nova Julia, e logo depob .tra* lugar o ma-
Rbloso logo da artificio, leltopelo ensigne artbta t>
Sr. ituiiiio Gomas da Fonaeca, enio nonio hasia
para ae Iba ler (ello todo o etoglo, Em cada tlia das
fe-las ia dar* aos devotos) no primeiro um xitlhiiho
con leudo um milagroso medicamento para lodosos
ni.id s; no segundo, o registro lo milagroso casa*
menteiro S.lioucalo d'Aniaranle ; e no leiieiro.mu
rosarlo da Sr.* da Boa Esperanza, para todos quan*
los re-aremcoiii fervora dexoco. alcanearein o que
pedirero. as prlmelra e segunda ailavaa ilo pascoa
Ew. Reverendissima abrir crisma na mesma ca*
pella, pama ronfirma^llodo sacramento do.baplis-
mo, epara o que sVi coiixitlatlos lodos os cluislaos
para ii.io penlerem lao Taxoraxel occasitt).
OSr. II. II. L, lenha a liondade tle pagara
quanlia ipic tlexe ha mais tle um auno a posoa que
nao Ignora; doconlnrio lera de ver oseunome
por extenso nesle Diaria.
O Sr. I. J. tle A. lenha a boudade de man-
dar pauar a quanlia que dexe, a pessna que nao
i.....a, ha mais de um anuo; ver o seo notue pm aalenso ueste Diaria.
Atuga-se um sitio na estrada de l'ainameiriui.
com casa tle taipa e grande porcao de arvoredos de
frutas: na ruu do l'asseio, loja n. '2\.
1'recis.i-se tle um moco porluiue/ ilc l_' a M
anuo-para caixeiro tle xenda, com pralici ou sem
ella: na ra do Rosario di Boa Vista, u. .
Filippe Karj tle Olixeira relira-se para o Rio
ilo Janeiro, levando em sua> coinpanhia os seus es-
craxo'SiinAo, croulo, linaria, parda e Innoreneia,
cabra.
No tlia I ."i de abril correni as rodas da lotera
tle San l'etlro Marlxr, na matriz da Roa Vista: os
bilbana CStao1 a xenda no aterro da IJoa Visla, eas-i
n. k, daGulmares, bilhclaa a i", molos aW
quartoa a SB300, declines a l|$00.e vigeaimos a700.
No dia '21 tic marco tle IK.V1, pelas (i doras da
larde, fuuioda casa de seu seulior Juslino Pereira
de Varas, o pardo fe^udoque obieve por compra a
l'i. Manocl do Sanio Sepulcliro, representa ler tle
itlade :l( anuos, Ihm estatura, urosso Ao corpo, cara
comprida o com marcas d DOllgBS, Icsla lama e
cabello acalirallmdo, quando amia he semprc com-
pocadO! levou camisa to madapolJo e calcatleal-
godaoiinho alvadio, a chapeo da cooro esiecscra-
xo be cmilicciilo por xeinledor de albos pola ra.
quando caplixu do dilo I i. Manocl; roua-scaqual-
tpier auloridatle poliNal, pessoas, ou capital-, (|,
ampoo anprehenoam.sjue serio generosamente re-
oiiinensados por sen senttor, na ra das Cru/es
i. :o. *
O ahaixo asnimiado, lesl.niienlejro to fallecido
Joao Antonio Martlnl rfovaas, reapotadendo ao ap-
nuncio do Hr. Jos de Uedeiros Tvarea, fas saber
que arta lenliordevea masaa daquetie Ealleciatna
quanlia de res Wi?>V. romo coasia dea lxfos.
Com Mara da Coria Carealho,
los: quem o t\
Ou/. n. JO.
IVecisa-se alugar, para ca-ii eslrauueira le
poma familia na passagODl da Magdalena urna
preta,(pie sjiiliaco/inltareeui-ommar jierfeilamente:
diiija-se a inaila Cadela do Recife, armazom u. I.
I'reri>a-se alugar um silio que nao seja milito
peipieno, e que esteja bem plantado de fructeiras,
sendo pecio ta praca, anda quando a casa nao seja
de nimios commodos. o qne nao so trxiue : quem o
tixer annuncie sua morada para se conlrlilar.
Na ra ta l'enlia u. -J:|. primeiro andar, se
dirqnem da tlinheiio a premio, luosinneiu peque-
nasqnaulias. mm penbores tle orno ou piala: e
quem vende urna biblia em purlugnea t* latim, pro-
pna para algum Sr. sacerdole.
Oliacharol Ailruxio conliiuia a leccionarem
fiante/, na sua residencia da ra das Ciu/es, u. d'i,
primeiro andar; e para maior commodidade e n\r-
MOpUSdaspeSBOas que com elle ahi se^ipplicarem
ewk* esludo, lem eslabeleeido a quanlia de SgOOO
por seu honorario maOSal,
Na roa do lalvramenlo n. lo, deeeia*ee sabej
quem lio o nrrrespoiiiknte d\> eugeuho Ulinga*
Es| juslo u contratado a compra do sobrado
da ra tle S. Rendida cidade de Olinda, |H*rlenceii-
le a 11. Auna Tlicodora Kerreira ae .Mello; se hou-
ver algumembairaoo em tlita compra declare |or
esta foiha por espaco de olio das.
I.axa-se e engomma-se com aseeioe [K*rfeii;.lo:
no paleo ta Riboira tleS. Jos n. I.i.
No arinu/em da ra da Moda ii. 15, do abai-
xo aatalgnado, precisa-** de mu hoiueiu capa/ para
andar cora ramujas: no mesmo xemle-se una por-
t;o tle mercurio em caixinhas de libra, e um braco
de batanea de Romffo com lodos os seus perlences,
e duas i rnicas com linios os perlences e um boi ;
assimeomei coiilimia a xentler cal tle Lisboa, a me-
Iborquo ha no mercado.
Josr .lnloui"da Silva I anua.
Deseja-scsabtr a.....le mora o Sr. Lu/ Epi-
fanio Mauricio Wandcrlcx, para se halar de neuo-
cio que Ihe di/ respeilo.
Perdeu-ee um par d'ocules com aros tl'onro
dentro deseu i-slojo tle marrtHpiim xenle : quem os
.li li.*i etpii/ei n-sliluir, tlirija-se a ra to Crespo,
PASSAI'ORTES.
lirain-9o pJssoportes para dentro c forado impe-
rio, despacliaiti-se esrravos, correra-so foi ha o lirain-
so titulo- de residencia : para este fim procure-so na
ra do Quoimado u.-r., luja de miudesas do Sr.
Joaquim Monlfiro da Cruz.
.Uuita-se o quurlo andar do nubrado da ra du
IrapielieNoMin. i-J, a (miar no primeiro andar dn
mesmo,
O Sr. Dnminsos l'ereira do Espilo Sanio,
morador no en yendo Praiciro, queiravir paliara sua
letra que deve na loja da ra do Crespo n. 10, certo
iletjiie emquanlo onao li/er continuar a sabir.
IVecisa-so de um caixeiro de 12 a Iti anuos,
que lenha pralica de venda,e di> fladoi a sua conduc-
ta : na Ponle Vclha da Boa-Visla n. :3.
Antonio de Almcida, subdito jiorlugue/, reli-
ra-se pan a llha tle S. Miguel.
Quem precisar de um caixeiro, rhegadu ulli-
mamenle da llha, dirija-se a ra do Vjgario, xenda
de Jolo Sirnoestlo AI me ida, que dar oseselareci-
nieutos precisos.
Precisa-so de um liom forueiro, sendo iwra pa
na->e lii'iu : na ra Imperial n. 37, padaria.
Prerisa-sedo una ama escrava que saba co/i-
iiliai c eugouunar, para una casa de poura familia:
a Iralar palravessa dn Oueiinado n. 7.
Manuel Pereira da Silva participa ao rommcr-
riti desla iiraca e aos seus freguezes, que o Sr. Fran-
cisco Jos Ferreira das Noves, deisou de sor inlere-
satlo no sen armaxcm do raruc secca da ra do.Praia
40, o por issu lict ttem nculiuiu ilcito qualquer
Iransaccao que faca em seu nonio, depois daquelle
lia.
O gerente da firma social tic Silva & Coinpa-
nhia, leiii a honra de convidaras seuhoras de hnm
uosln o aosseus freRiie/es, para irein ao bazar da
ra to Oueiinado u. 8, primeiro andar, aonde en-
eoulrarao muilos o variados objeclos, como sejam :
pagndcusde cambraa hordadoparasenhoras, man-
teletes de dila tlilos, ramisilas de dita dilus, mau-
guilflS de dlla ditos, dilos de dita lisos, o com po-
lillos bordados, ditos de lil bordados, puiihos do
eambraia dilos, luvas de pellica para senliora, bran-
cas, cor tle raima c prelas, dilus de lon;al prclas, di-
las de pellica para hornera, cor de raima, brancas,
cor de laranja, e de jouvin de lodas as cores, alflne-
Icsdcpcilo de brlhaiitina para senlMua^dilos da
mesma |icilra para cabera de dila, molas de seda
prclas rompridas, nenies de tartaruga do boa qua-
lidade e do mollior goslu para tranca, aderecos prer
los o cmplelos, c cm suas compclentes ca xas, gorra
prela para veslfdoa, rtirtts tle collclcs prelos de gra-
nadina, IhiIm-s para abertura do camisas de hrilhau-
lina, ricas bandejas para cha com a mais lindas pin-
turas, perfumaras brasileas, essencias de difleren-
les qualMadrs e niiiilo linas, una nollroua dejac raud com molas, c estufadas cora assenlo tle mar-
rouuim, banhas de rosa tle nnUle, da l>ercaraola, de.
lateebouly e de cidrao, em poreftes tic una oilavaa
mna libra, a 10 rs. a oilaxa, o outros muilos objcrlt
pie se trocaran |or M>ueo dinhefro. O bazar oslara
iberio al as!) hora* da noile para commodidade das
culloras que uui/erem ir honra-lo
Ai
t"5fSiLrIijiaL\2S;-
AO PUBLICO.
o abaixo aignarlb vntk\ aotao.
iiIkiics de engenlio, IhmiiiIoics,
lazetideiroa, o nopublicu em {jmil
i|iic, de combiitacBa Sbm iI;iiiiiis
rusas roiiiiiii-riiiics inglezai, fran-
i-t'/jis, allciiiaiis estiissns, tem liber-
to mi ra du Colle(riu, n, mu
grande ai mazan, ncameute sorti-
ilii ile (azenda linas c gmssiis pa
vender por grOHoe a ratalho < por
pi'i-i'osnials baixosdodueam crual*
iiiii-i- nulra parir. Antonio I .ni/
ilos Sanios.
i dodrmo n. :l, rticani^c um en
tifiado, una kaaRem da GoncicJJn, urna tlia tic S.
Irancisco, e ulfra dila de Sanio Antonio.
O abaixo issifjnatlo upu enau*eci-
(lunicnic -,i pestoa i|in^ leve i bowhide Id'' lu-.ir iniiiis cartai vindas dn Maranlio
e Geara', quu liuj Ih'ai restituir,, poii ja' leve icni|>o de ta-
ller sen coiiteudo, na na du Queioiado
ii. .">, loja Cruz, on (!< novnmente dcita-las no cr-
relo. AuloiiioJosc' DuarU'Coiiuhra.
n l'KMISIA AMERICANO. $
S I, w. Haxnon,ciruruiHodentista,contina a *-
. esercersua prolissao. fazendo lodas as opera- S
^ enes que forera precisas tje tpiabpiei nalure- W
S U, lano |Mir frn, romo na sua residencia, g
9 onde pmle ser pcoeondo a qualquer hora :
2 a roa da Gnu n. 7, segando andar, no He- 9
W rife. <$&
:-; :':::::.:::;;:"::::.;;:::::::-
COMPRAS.
loja n. U'.l, que ser rcroinpoiisadn
Precisa-ae alugar um mnleque para servir a um
boinemsolleiro; prefei ir-se-ha um une enfeuda al-
uuuia cousadeco/inba : na ra do Trapiche n. Ili.
Joan Antonio Orpiuleiro da Silva relira-sc
para Portugal, delUlido as suas casas tle commercio
nu mesmo j:\ro, e deixa por seus procuradores os s,.-
nliorcs Francisco da Costa Amara!, los Joaquim
Oas l'Vruaudes e Mathcus Ausliio iV C.
Joan Antonio (larpiuteiro da Silxa, como lenha
tle relirar-se para Portugal, raga aos seus credores
de Ihe apre>enlarem as suas conlaj correntes de li-
xiii, no pra/o tle oilodos: assim como n^a a suus
devedoresjhe liajam de pagar no mesmo pra/o, para
exilar que seus pn>eurudorcs osajui/em.
AtiSr. Antonio Jos tle l.iina Jnior, ha pon-
i chegadoda Haba, roga*aeannuucla sua morada,
que se Ihe desoja fallar.
Aclia-se deaempregadn um rapa/ to mallo tpie
h\ esereve, e eoula bem, e sujeila-se a ira cscriplo-
ilxeiro de rua.oii a almmia arrocadacao tic ar-
ma/era : quem dalle precisar, dlrlja-oo a ma larga
ilo Rosario n. _'i. primeiro and,o .
.Xa terca-feira, 15 docoireule.tlesappareccu do
: unen lio do Sanio Amarinho, l'reiueV.ia da Var/ea,
i negro Silvano, com os rignaos legnlnlaB: lavoa
camisa e ceroula de aluodo da Ierra, reprsenla ler
jll anuos de itlatle, cara um ponco lur^a e lalhada,
altura regular, nao falla desembaracado, o lie algu-
ma cousa fula : quem o penar, lexc-o ao inencioia-
do engenho, quesera bem recompensado do seu tra-
badlo.
O abaixo assimiado .julsa nada dexer nesla
praca, mas se aluiicm se juli;ar credor, aprsente
suas cotilas no pra/o tle oilodias, na praca da ludc-
pentlencia n. \-J..Jmiu Fita* Pinto de (oureia.
Tendu fallecido ocarrocoiro Alemdo Eduartlo
llaedickc, morador na ra Vclluv pedo-so aos seus
(i dimes de apprcseiilarem suas emitas no consulado
hanoverlano, ra de Trapiche n. .19, para scrciu
consideradas 00 raleio a queso ha de proceder, islo
al o dia 7 de abril prximo, sot> pena tic perderem
o seu tlircilo.
Exadio-se da villa do Rananeiras, provincia da
Paraliiba do Norle, no dia 1 de dezembro prosiino
pasnatlu, mu esrraxu de nomo Francisco, mualo,.
multo claro, com :I0 anuo de idade, caballea estira-
dos, bem lu liado, bocea grande, altura mediana.
ctu'po regular, Olnos pequeos e quasi-semprc mu
pouco iiillaiiiinadiis, rosto compritlo, nariz rea ti lar,
com um pequeo sjgnal de queimadura no queixo
de uinlado, |>es pequeos, peritas linas; eoluma
serapre fazer feicH's de riso, quuudo falla cora al-
iftioin. Esle escravo he peilcncculc a JooErneslo
HoiileirOi morador m villa de Banaiicira, OOBdc
elleiu-io: quem o apprebcudcr, queira nmda-lo
a seu senhor na mesnia \ illa, que dar lUU^DOIhs.
a quem apri'seiita-lo ; bem como o poder- apresen-
lar no Recife, na loja tos Srs. Gouvela ^ baile, na
ra do Quoimado n. 37, ounoSoliral auSr.'Anto-
nii Haxmundo Caxalcanli, e na l'arahiba ao Sr.
Antonio FrancJaco de Ollvelra, on no Marauhio ao
Sr. Joiio Mauricio Smitl ^ Companliia. que Mil
qnalquei (lestes luL-.ires lera a mesma r*eoiu|>ensa.
Jos lliasSinitVs \a| faflr una viauein ao Hn>
le Janeiro. (
Precisa na da urna ama de bule: na ra de
Santa There/a. u. Id.
Gomura'ae umaa Horas Mariannas,- tas anligasi
que e-leja era Itoin uso : na praca ta liide|ieiideu-
cian.li
Compriiiii-so "iwcnivi de un boa os
sfxos, tendo boaa ugurai paija-si^ muilo
bem: na ra das l.aranjjciasn. I i, sc-
gundo andar,
Na ra da Sen/ala Vclha. defroule do Sr.
Marlius, iiinlor, eorapra-si lodas as qualidades da
ferros xellioy e raelaes, as>im como uurelus de pan-
nos finos e cqsemiras, a raulumlws de Iwlas as qua-
lidades tpu* scrxirem para fazer papel ; assim romo
cabot \elhos, lonas, ele.
famipcam-se escraxos, e vendem-se, recelicm-
se tle commissaii, lano para a proxincia como para
fiMadella; na ra dos (uarlcis n. SI, secundo an-
dar.
taimpia-seuiiia verjja de podra, que lenha seis
a solo palmos, c que seja usada : na praca ta Inde-
pendencia n. \2.
Compram-sc prclas de meia itlade o menino
\ellias, rom lialulidades ou sem ollass, sadia, que l*e
para engenho; paua-se heni: na ra larga do Ko-
aHo u. 35, loja de raiutle/a-.
Comprain-se uitaoV ino\icanos, a
1.8511: na rna Nova n. Mi.
VENDAS
Vemlera-se sacras com farellos, a 30tKI:
armazeiu n. I do caes ta alfandea.
GRANDE SOUTIMENTO I1K L-
VAS DE TODAS ASOIAI.IDA-
DKS, I- POR MENOS PRKCO DO
QUE EM OLTRA QUALQl'EII
PARTE.

Vendem-se luvas de ponto imdez para ho-
mert, a 19200 rs. o par, ditas para senliora,
a IjJfKW rs., nimio QOVas, (mis sua qualidade
lie Iflobna qne o amiuucianfc responiuibilisa-
se, dilas do seda prela e de cores para ho-
rnera e senliora, a IJOOO rs dilas tle toreal
com bullas, a 18000 rs., dilas de seda (ran-
eada do cores para hornera, a 19000 ra.,tran-
cas de seda brancas o de cores para cufcile
de xeslido, luvasde p*dlica enfeitadan para
I senliora, penles de cliifre para prender ra-
W bello, quu nao fazcm tlill'eiene.t de tarlaru-
ga, a jOOOrs. cada mu, ditos do tartaruga
para marrafas, a 610, os mais linos Iwles do
inaili e|>ei ol.'Mpie aqui lora x indo, a 1^000 rs.
ja a (roza, um completo sorlimeulo do pe fu-
\i inarias como sejam IhiOos do han ha nu no-
fr mes os mais delicados possixeis, cilralos do
vertladeiro amble, palclioulx, rail flores,
miel de Inulalerra, mauseliua, lavando, atuui
do colonia de Pixer pura c aiultarjsada, tli-
veraasquallatli^de limirascom bauh.i. oleo
para cabello, DOS linos (Mira limpar denles,
sabonetas muilo linos,eoulra militas rusas
que se eslu vendendo qUJi^i do* rav*' *?-
menla para apurar dinheiro : na ra to
Oueiinado, bija de miudnxa* B. i<, de Amo-
nio Joj do Arcxcdo. Sentido, ralo so eiiRa-
uem.ua luja que be pnssando o boceo da Con-
ffreRac.o, a segunda, |>orquc do conlrano
Inri ii aondAiin sejam iM>; bem serxidos. KL
\iiw\.\ (.onipiiiihiii, rocebe-
raiii pi-lo nllnr.d navio cliegado de Bairj-
bin-|;i>, banricat ?oin cementa preta du
nii-lliiir qtialidade (jiu- tem vindoaeite
inri ruilii. o <|iiiil vendem em noreitei, n
vontade doi eompradoeen i ita ma >
Trapiche u. ">.


/C. 'V \\-
l>AVin WTM.TAMflOWMAN. onuenheiro ma-
'liinbra e ruiidwlor de ftiro, timi res|>ei(osameutc
'iiniiiiiria aos sonlioros propietarios do engenhos,
ru/cndcim, eaorespeitavol publico, queoseueala-
Moeimenlo de ferro movido |Mir mu lin;i do vapor,
na riia do Urtim pascando oehafaiiii r>iitiiui em
cITeuUvo rvrrrirjo. ese,ir lu roruplctmiiriili; monlinlo
rn. uppareUios da primoira qualidade para a per-
lella conferca da* minores pecas do macbinismo.
Habilitado para empretader quaesquer obras da
fila arle, l>>d William Bowman, deseja maispar-
licularmenle rliainar a allene^m publica para a *c-
ninles, por le dellas grande sormeulo ja' promp-
lo, em dopo*.ln na mcsiua fundiraft, as quae coos-
li uidaiusua fabrica poden i competir rom as fabw-
'.na-.rin pa/ li.tiLTiin. (anloem prego como em
qualldtde de materias prima e mao de obra, a
saber:
nlurbiiiasile vapor da mellior coaMtracaA.
Moehdas de raima para engenhos de todos os ta-
ni.uiiios, nsovJdjna vapor por agua, ouanimaes.
Hodasdc agua, moinhos de vento c tierras.
Manejos inde|endenlesparacavallns.
Kndaadeuladas.
Aa.llioe*, bronces o cbuuiHeoira.
CavilMcae norafasos de todo os tamaito*.
Tainas, jtaroo, crivose hora do foriialha.
Moinhos de mandioca, mo\ido a mao o mae, e prensa para a dila.
Chapas de foge forno defarinlia.
C.iimsde (erro, loram> da ferro c de bron/e.
Bombas para cacimba o de repiixo, movidas a
mart, por animae 011 % etilo.
(uiudastes, guinchse macaros.
Prensas hidrulicas ede parafuso.
Ferraaonspara na\io, carroso obrapublica1*.
Coluimias^varaudas, gradee e portos.
Prensas de copiar caria c sellar.
Cama, cano de mao o arados do ferro, ele, ole.
Alm da superior idade das sitas obra, ja' gcral-
iitenlereconlitcida, Mavid William llowman ganle
a mais ovarla conformidade com o molde e dese-
nlto remedidos pelos senbores ques dianarem de
fa/er-lhe eiicoinineiidas, aprovoilando a occasiao pa-
,\ affradenv boj neos nnmeroaoa amiuos o fromie7.es
i prefaJanaia cont pie lem sido por elle honrado,
i' asseimra-ll.es que nao |hi upara esforcosediliiieii-
cia para eoiiljriuar a merecer a sua conllanca.
DEPOSITO DE CAL K POTASA.
Xa ra He Apol|o, nrmu/cm de I-<'il
Kci, \enclivsc* nova e aimrrior tw>l
Vendem-se qneijos londrirms ditos Ir pialo
muLo frescae*. latas com bolacbinba, soda ingle*
qijBrcn e a relMho : na ra da Cruz n. 4fi, dc-
lionli'iln Sr. I>r. Cosme.
Vendc-se unuicasa na ra da Concordia: a
Iralar com Julio l'oinanlinn da Sil\o Mello, na ro
da l'niao. defronle do earlorH do Sr.Porlorarrelro
COM TOQUE DE AVAillA 01 EM IU.IXARA
I)E COMVUAft,
C-liila mtudinhas fina de todas as core e flxa* a
."UJfiOO rs. a rafa, v o rovado a IGO rs.; algodatinlio
lito con 17 vara a lati rs., a peca ; chitas cabo-
rlasaem defetloa IGOrs., o avado: na ra doGres-
|>o loja da esquina que volla jwra n cadela.
QRANDI rABRIGA DE CHAPEOS 1>E BOL,
AUA DO COX.IJMIO M. A.
J. Falque faz scienle ao re|>cilavel publico de
IVroamhucu, o em particular ao sen freguezes,
que araba de rereber de l'ari, como do Hio de Ja-
jioiro, da fabrica de Falque Irmaos, nni lindo e.
completo sorlimento de cliaiwos de sol de soda o de
panuinho, tanto para bomen romo para senhoras,
leudo para m primeinn um escolbidosortimenlode
cliapeos de sol com cabos inteiri;os os mai lindos,
quelcm viudo em caricaturas di\ersas, ditos de cali-
na, ele.; orandoqmmtidade de seda o panoinhos
mi Mea parartibriraruiaroes servidas, as que forem
le ferro, envoruHAm-se que ficam novas; baleias
largas, eslroila o de ar^i para csparlilhos o vealldoa
de Roboras, bengala bonita ; robre-aa e conrer-
la-selodaeqialquorqiialidadede chapos de sol:
Imlos osobjeclos cima meiu'iouados \endem-se em
|H>rcaO earelallmpor menos preco que om oulra
qualquer parle.
4
issa;
nMIID COlBO Cal vii-fjcm em H'ili'a, CiiegH-
du lia pniico ili.is na barca Gratidao.
RAPE PAULO C0RDEIR0.
N'h liiailaCadpiailu Rci'ifclujali.JO, de C.iinlia S
Ainoritii, vemlo-!*r Im>Imc neiofdlUM ('.unleiro.
011 QUE PECHINCHA!
Corleadfl briimtiancado, branco rom 2 % vara de
puro imliM a l^'2H(l: na ra doCrc|>o n. ti, loja de
fazeudas.
ItIA IWCHESPO N. 10, I.OJA DETAIIOKDA &
MAI.VEIHA,
Si'inprc coulinuain a ler venda um grande o com
pelo sorlimento de palilo de lodas asquaJkladfle e
de lodo os proooa; assim como um completo sorli-
tiicnlo de fd/endas finas e grosaai de toda ai quali-
lade^ e dos inellmrcs gosto que houverem no uler-
eado, e |wr menos nreco que om oulra qualquer
parle, que socom a \ista o comprador so convence-
ri da \erdade.
PofnstSMl :imri*enii:i.
Noanli^olfposilnda Cadeia Velha u. \'l, existe
nina pi-quena porral de polaa americana, cbegadl
reeeidemenlqueporuiH'hnr rival isa rom a da Kus-
ia : vendane porprefo rasoavel.
Vendem-se amarras de ferro : na ruada Sen
/ala Nn\a n. S'Z.
1,-280 c J.HO BA 1)0 CRESPO \. 6
Superiores cobertores de algodo, escuros muito
enrorpadose grandes pioprios para ecravos. pelo d-
ininulo prerode l?>2Hlle 11*440 Ia*.
PARA PALITOS E GALEAS.
Alpakas de rordo mesclatla. de cores muito bo-
nMasaTJOrs. o ro\ado, corles de brim de liidio
trancado a ll^ocorle, di los de UBgl amarella dia paracalc,! oajaqoela a i~* o corte, lambem n
veilile a COVadO apoicAoque M qui/er, na me>ma
projKirrilo fa/rnda inexcladas muito boas para ja-
quelase palitos a Jtlr*.. o co\ado: na ra do Quel>
ni.i.lo ii. ', luja da Eslrella defronle do boceo do
ivjv Frito.
PARA A QUARESMA.
Kico corles de soda piolo labrados, muito lino:
a :UWKMI rs.; gros-lo-aaples pelo muilo lino,
-J-.'^N) rs. o covauo ; sjirja prela muilo lina, a 290Q
is. o covado ; selim macu muilo superior, a 39500
rs. ii to\ado; alpaca Mrela, a ."iCO rs. o ro\ado ; dila
muito fina, afiO n, \, o\ado: ua ra do Queimado
n. 7, loja da estrella, defronle do boceo do Pe
Frilo.
VILLA DE PORTO CALVO.
Vendo-so una lelra e urna obrigarao, areeila imr
Lourenco Alvo Fiado da quanlia ile 3:51H.>m;I
rs., morador ua villa de porto Calvo proprietario
fa/-se todo o neuocio para saldar emitas, anudo ha
dixidasno lem herdoiros: na ra da Cadeia do Re-
eiren. 8.
No Forte do Mallo, dcfronli: do arma/em do
Sr. Joaqun) francisco de Alm, anda tem para
vender-so esrra\o de ambos i* sexos. Iwias limiras ;
assin como sola, pellesde cabra, e Ikmis lab\rinllios
aeeulados em boa eamhraia de liuho; e ludo >cn-
do-se |Mr probos coumuidos.
DEPOSITO DE CALE POFA9SA.
Na ra da cadeia do,Recfcn. SO, \oridem i\- Amorim barri rom \ arrobas de cal em pedra,
reeciilenieule chocada de Lisboa, o pofassa de boa
qualidade.
Veudem-sc lona, muito em cnnla : no arma-
zn! do Vo\ Brolher : na ruada Cadeia do Her fe,
ii. (2.
Vendem-se o verdadeirossellinsinuleze, pa-
tente, de mola e semella: na ra daScn/.a la No-
van. 43,
Na porta la Alaudcfja anunzt'm
n. SO, vende-ce oleo deluuui^atempor-
rn'cs a \oiilade dos (ompi'adiiren; acode
unan chumbo COm 'aivllo a .000 i*k.
LIVRARIA DO AMICO KAKATEIKU NA RtA
IM) CRESPO N. 11.
Na ra do Cres|Mi n. II \endetn-se diccionarios
Trauce/ pwtuguaz, eompnslo pelo rapilao Manuel de
Soon; ditos porlumiez, por Oinslancio; dilo fran-
ditos do Conslancio, porluuiiez franrez e francez
porlngnez; burro de Saluslio, traduzido no |i da
lellra; dilos de Horario em tres ^ohmios; curso
eomprato de l.arroiv; Alai:num Lexicn; obras (Je
M Mantua; eulleceo de compendio; carlhasde Lis-
boa e do Forlo, cdiro de IH."iJ; apudaulase procu-
racoo- selladas; rape .Meurou a 1^0 o retro prelo
e nal a HOr-. a oita>a.
Veiide-fe airo? de Cusca no cae d<>
la 1)106 em nina liarcara, por luenOfpreOO
(loque em outra Vcndc-se una prela m'iilandcra, o comnra se
oulra do meia idade: na Boa-Vita, ra da (iloria
II. 'i.
VoodpBHW dous medeques. crioulos, um com
idade de 14 anuos, e oulro com 10; lambem lem
para >cnder-se fumo de Caraiihun, muilo bou) :
ua Camboa doGanqo 13.
I'AU \ MASCARAIKW.
\ eudem-se mascaras de cera c selim, lano para
bomein COBa M -cidiora. por huralisssimo pro^o :
na ra doQueimado, loja de miudezasda boa fama,
n. 3*.
Acha-se a venda "'' librara da rua do Collosio
n. -JO, acarlador. Jeron>mo Villela de Caslro
TavAfW. lente siibslilulo da academia de Olimla,
dirigida ao Exm. o Umii. Sr. arcelibipo da Babia
aceres do parecer do mesmo K\in. o lUin. Sr. sobre
H seguale eonsnUa. Se os paroohos pmlem SW pro-
cesados, 0 puuidoa pelo poder temporal, quaudo vio-
lam asulirigacAea inyalaa, e a le do oslado.
Vciraem-M bataUa novas minio iu-
HOMEOPATHXGA
211 RL'A DAS GRUZB8 .
Dirigida por um pharm/iceutiru tippronuln
Ksle cslahelecimonto possiio lodosos me-
dicamento al asura expariatooMofi lauto
na Europa como no Brasil, o preparado* |
?as da
toaino
ras : CCulCIltO
remos de faia,
do Tbeatro V
.).>.
is-
as machinas da in\enca do l>r. Mure
Carleirasde 12luboaal ItiO, pOTprecoava-
ria\oi, conforme a qualidade da- raflMi fl
quanhdade dos remedios o sua ihnami-
sacoes.
Fina rarleira com os l princjpaes reuiedt-
01 boVDQOpaUeoaeS olirasdifferenle, indis-
peoaavebpanoa priDclPlanlea queso qui-
zerem convencer I. venada da nova medi-
cina ;eonlendo alm re nniilo-coiwlliMs li-
li iros, a padkosoneala do 48 madleaiDentoa
|mr.................250000
Tuboaavalaos{cada mn .....It>":ki
Tinturas fio todos oa medicamentos em fras-
cos de \ onca............''"''in
AVIAM^SK GRATUITAMBNTE
para os pobre*, (oda asroceilas que para ali
mandar qualquer profos-m.
Na mosnia botica eoeonlraiHlO-ba sempre
um grande sorlimento dellvroj em porlu-
gOOSe franco/, e emlim ludo quanlo he ne-
cessario para 0 esludo e pralica da homopa-
Ibia.
N. B. Heronnam-soEraluitanienlo loda-,i.
carteira vendanao eslahelecimenlodo di-
jo remedios, pela buiuidade 0U por qual-
quer oulra causa. iWefenisidO deteriorados. ^
Vendeni-ta Vuilio ae aiampHgne
iiini", e de superior qualidade em
isjt de Keller & C, rua da Cri* u
- Vendem-te taboai de piulio
Suecin, costado, costadinho
e fono para fundo de barri-
al barricaa e tinas,
oleo em l>otjas: atfax
-Ido.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continuo i ha-
ver un completo sorlimento de moen
diis c meias moendaspara eneenbo, ma
chinas de vapor, c luisas de trra batido
v coado, de lodos os tamaulios, para
dito!
Vendsm-sc lonas, brmoAi briusc melss lo-
nasda Rosiia; no srmaicm de N. 0. Bieber ts,
Compaas, na na ila Cras ti. I.
Drpo.ito d. fabrica de Todo, oa Santo, na Baha.
Vonilc-sr, cinca'a de N. O. Hiclu-r &C, rua
ila Cruz n. I, algodao Iraurailn (1'aquolU Tala ira.
mnlloproprio para sarcos do asurar o roupa de es-
cAiTos, porvraoo rommodo,
Aiencla de Edwln Mw.
Na ruado Apollou. (i. anua.....le He. Calmonl
fi Gompanhia, srha-se consUnteniento liis wiii-
mciii- de lalxaa do lrroroado eballdo, lano ra-
sa ronm hindss, moendse ludirs lodas di1 ferro pa-
ra snimaes, auna, ele, ditas para armar em madei-
r.i de lodosostBnisnlMMS modelososmab modernos,
niarhiita Imristmlal para vapor ruin lurra di'
rcavallos, edeos, panadpiras de rorro estsnhado
para rasa de papgsr, por monos proco que os de ro-
bra, eseoTeos |iara navios, forro iiu:lr/ lano em
barras como em arcosa fnllias. p tudopor baralo
preco.
v 4l^*><4 ^v ^v *v *^^v^vl?
_ VciiiliiM-si' rmjicllios com moldu-
ras don radas, os ruis ricos jiie tem
u|i|>airciilo nBste mercado : na,rua da
ii/ do Reciie, ii. ,0, ariiia/.iiM de L.
ilmjer | C.
Cfmo. ,
Vcnde-sf gessoern barrltsa, rhoaadu unlmsmne-
lc:em casa J. kcllar Companhia, na na da
Crdtn.53.
Moinhos fle vento
rnni liomlias de repuso para reuar hurlas o baiaa
di- eapun, na fundirn ilo I). VV. llowman: na rua
do Urumiis. 6, He io.
A 6,000 ra. p.qa.no., 5,600 ra. (rawla*.
Vendem-so rh^peos de sol de seda inuleza de
suparlor i|ualidadp. |tolm preros arima : ua rua
du Culloffio u. '/.
A IMKO US. O CORTE IIF. CALCA l)E i l|i
I VARAS.
Brim Iranradii hranrn de puro linho c mullo en-
rorpado: na rua do Crespo, lujada esquina que >ol-
la para a Cadeia.
$ Vender por preco rnmmodo una exeel-
H lenlc casa de |iedra cal, nova c bem cons-
a Iruida. com duas salas na frenle soalliadas,
^ oiluqiiarlus, saguao, coclieira. islriliaria, esi-
liocom anoresde fruclo, e liando.
M
!
i

periores, em canaatpa, a 1,000 i-s, a ar-
rolla : no caes da alli'di;a, aiiiiazcui de
Jos loaquior frrira de -Mello.
.Vendem-se Vra**balim defi-ps-
iiuis, de sola, r obra niuito boa : na rua
la Cadeia do Recife n. i>.
CERA DECARNAUBA.
Veotlo-se minio superior ceraderarnaudade pri-
iiieira sorle. laido em porfo rnniii a relaldo: na
rua N 5 a n. Vi.
ffi SKIEMIAS PATENTES HE A. E E
S DE MORSAV.
ir Em rasa de Rolde ,\ Bidoulsr rua do
, Trapiche n. l*i aelism-se roiislsnlemen-
W lea venda MACHIAS INTEIRAS E
B9 MEIAS MACHINAS de varios I.mm.iiiIi"
v*, desls loii-irii.i.ao. E-las MOEN DAS len
* a vsnlSReni de oslralilr das eaunas, |hh
p, rima de IJ piiu CENTO maiscaldo doqui
a as ordinarias, com a mesma l'nri.'a molri/
9* Aeham-se lambem na mesis casa TAI-
A XAS HE IERRO de inndello superior, f
TL ARADOS TODOS DE IERRO da acre
P) dilada fabrica de RANSOM EMAV.
Vendc-se marmelada unva em drelas ,1c 1 e
.'libras, raixiiidas com i e i libras de peras. dila~
com -2 e i libras de ameixas, ealsas rom inassas li-
nas de e.lrellinlia. ludo muilo superior : na rua da
Cruz do Radie n. 16, defronledoSr. Ir. Cosme.
Veudec vlnbo da Madeira de superior qua-
lidade emquarlose oilavoadepips, por preco rom-
modo: uo armasen da N. O.Bieber i\ Companhia
na rua da Cruz u. 1.
O Ti!) A.
Confninle ao Rosario de Sanio Antonio, xeude ri-
eai&iudas com smeodoas e eonfeiuis, e lambem
frasquinhoa delodo o laiuanlm, asropea linos o o
uclbor di1 lodos os doeas,
I.M REFINADOR.
Vejnde-se Imi prelo perfetlo reRnador, o ipie m;
ifianca : pin olimla, ladeara doVaradooron. M.
Vende-so una taberna na rua da Aurora em
Sanio Amaro, junio a fundirn, com punios fundos,
mili bem sfregoesads, e rnmmoda no slURUM : a
Iralar ua mesma rom l;ranci-ro BoteJhode Anidado
Vendc-se um casal de eseravoa pardos e imiili
motos, a esersvs rose, ongomma e coaiona perfeia
nenie : na rua 'U Madre de Deas a. 36, primeiro
andar.
Vende-sc mu osrravndr lionila lisura. m>iii m
rios nem ai baques, de dado i anuo; o motivo por
que se vende se dir ao comprador : ua rua das
Cru/esn. 28. lerreiru andar.
Vende-sc una prela de IH aunos de idade.
rom principios decoslura. enuiiiumailo. ro/inliado e
npliina para Ir.iiar de nicninos: na rua da Cadeia
ilo Recife u. 53, lerceiro andar.
Vndese uinaaaun ce boas vosea e por preco
coimnodu : un primeiro andar da casa n. 23) da rua
da Cruz.
mmmmimm
los da fabrica
de todos os Santos, na Baha.
Vendo-so em casa do Domingos Alvos
Mallicus, na rua da Cruz do Recife n. ,ri2,
primeiro andar, algoilao ironsadodaquella
fabrica, muilo proprio para saceos o ron
padeoscravos, assim como fio proprio para
rodos do pescar e pavios pora velas, por
muilo commodn.
[lein-se M'i"i
a iiiicuiii arvoresue irucio, o iiaiinn, proprio
i* para passar a fesla e fiara as pessoos doenles, a
2 por ser no luaar da pedra molle em Apiparos ; -^
lamben) se \ ende nina parle no lodo da L'ran-
'! depropriedade de Apipucos : alralarroma 't
;; propriclaria na rua do Arauu, sodradon. IJ. .
$3 primeiro andar. U
:<*{&
------Vcndein-sc rclo;ios de onioe pia-
la, patente iiifjlcz : na rua da Sen/.ala
Nina n. 2.
FAZENDA8PR0PR1ASPARA QUA-
RESMA-
Selim prelo de Macu muilo superior. sSISOOe
JSdOOrs. orovsdo; sarja prela hesoanhola da prj-
nu'ir.i qualidade, S JslilSlrs. o covado ; casimira pre-
la uiiiilo lina cl.i-i.i, a WSKI e:lj>(Klrs. o rovado ;
panno fino prole a :wkw e Ijouo rs. o covsdo, dilo
azul a tollO e l,>"i(MI r*. o comhIo ; priuceza prela
muilo fina, aide l?ddd rs. ; alpaca prela lina a
WSI e Ijsdddrs. o covado ; corle de brim de puro li-
ulm a ISMOe 2yKHI rs.; ganga amarella lulransads
mullo eneorpada, s 400 ro. o covado; riscido de
liubn, aINdis, urnvadn; c iiiuilas inais fazeudas
pnr precn comilloilo : na rua do Cics|hi ii. li.
Tabeas para engenhos.
Na fundieao' de Ierro de I). \V.
Bowmanil, na rua do llruiii, jiussan-
do o cllaariz continua haver um
completp sorlimento de taixas de Ierro
fundido e batido de ~> a s palmos de
bocea, as (inaes aeliani-se a venda, por
preeo eominodo e eom proniplidao' :
einliareain-se i ni iarre;ani-seeiii carro
si'iii despe/.a ao eomiirador.
POTiSSA SUPERIOR
Vendem-se por preco muito com-
modo, no ariiia/.eni n. 7 de caes da
alfandega, de Jos Joaqnim Pereira de
.Mello, un no oscriptorio de Novaes &
Companhia na rua do Trapiclie n. >%.
Vendem-seen casa de Me. Can.....I Com-
panhia, na praca do Corno Santn, II. oaeaulale:
\ indo de A^arsiMlleem ealsas de '> a li duiias, lindas
em novellos eesrreleis, dren en dnicas mailo
grandes, aro de milasnrlidu.ferro inalcz.
AXTENCAO1
GRANDE ESTABELECIMENTO DE I AZEN-
DASPOII BAIXOS l'RECOS, Rl A 110 CRES-
PO N. M.
lina pnrc."in de enhorlores da Radia, niiiilo pro-
prio pan.....i.imis a tilo, c arailes mki rs.,
cada......chitas a risradinbos, faienda lina aitSKK)
rs., a peca, e covado a lld rs., ditas nindinhaa
cinc* de rosa e rosas, $9500 rs.. a peca, ecovado
180 rs., dila encarnada ecdr do Ierra, a 7,-.hki rs.,
peca, ecovado -'MI rs., superinr ganga amarella
culraucada, muilo eneorpada a em nma linda
cor, a3f)0rsa, ocovado, brins de lindo lrsne,ados
cun lislras a uuadros a I.>oim> rs*, o corle, superior
aloalliado de lindo lodo adamase,uln cun 8 palmos
do largura, 8 19600 rs. a vara, cortes de cassa l'rau-
ccaaderor, fasenda de muilo boni goslo, sS^iOOrs.,
o corle, madanolocslargoae encorpados, a :inmmi rs..
a peca, ditos linos a ITSSIe :i.?WMI i- l|000e 18500 e
OOOrs.,assimco..... um completo soiiiinenlii. de
OUlrai inuilas fazeudas. e ludas pnr bal SOS piceos.
que se darao ainoslras, deisaado seus conpaleules
Deuhorea,
Km casa de .1. Keller iV.f.ompan-
liia, ua rua da Cruj! n. 55, lia para
vender dous oscelleiltcs pianos lories,
de nina das melliores fabricas, c clic-
crados iillimamenle ila Europa.
ATTENCAO'.
V.....len-se sbotoaduras douradaa e chumbadas,
lin i-, para palllds, dilas para colleles. dilas para
vealldoa de senhoras de diflerenios gualidades, lu>
vas do pellica, Inrciil, soda e linda Escocia, ornis
baralo que da.....precn .....ias de seda pelas o cor de carne para seulinras,
atacadores paracsnartildos de dilos. pculesdcliufalu
para marraras, ralxiulias de asnillas francesas rfefl
a 1*2 ede 12 a 15. u mais fiuu que>c |Mde Iradalliar,
canelas com penuas c crciao fino, galvauisadas de
prata, e com diflerenles mollas, eaislnhasdevidro
Iransparenlaa para botar joiaa, o oulros objeclos de
oliles, e nutras inuilas fa/endas que seria iinpnssi-
vel menciona-las : na loja de miudesaa, em frente
ilu l.iM'amenlu de F. A. de Pinho.
Na rua do l.ivramenlo sobrado n. Id, vende-so
pnr lodo u precn. bis prelos e brancoa, seda prela,
i-Iiii.i para veslidos, de varios padrees, dila para ce-
derla, cdalcsihs seda, maulas para sendora e meni-
na, lene......."Iras rateadas para acallar; as-ini co-
mo umadereco.lrsncelins slllneles, cordoes, brincos
sneUarelegios,de uurneprala, eurnuiles paraos
mea.....io oulrasobras deouro e prala.
icxraaaJBZS""
Vendc-ne um sobrado na rua da Guia n. t
iienliuiiia din ida dnverem receber-*e por coala al-
cym sitio a lieia mar, que tenlia coqueros, ou lerre-
noqusirva para pl.uila.'iiodos niesmos: na mesma
caniasgundoandar, se traa donegorio.-
No aniia/.cm de l'azendiis Ilacatas
diiriia iln Collcgio n.2, fendoa linissi-
irios palitos de pao, (rlinccz.es, a I fi.s'000
cada um.
BECAS Di: CHITAS FINAS COM 58 C0-
VADOS SfiM DKFEITO AI.CUM, A
"i.OIIO RS.APEeA.
Na rua Nova n. 10, loja nova de Jos i.uiz Perei-
ra vV EHmj, vendem-se pe^as de cbilas linas, de bo-
nlloa padrrtes, sem dcfeiln algn, ped daralissimo
preco de 5VKKI rs. a peca, e lid rs. o n>\,i,l,; con-
\ida-se aus seiilioreaclicfes de familia a iiiandarein
buscar a> amimlras.que visla da qualidade c preco
da fazeuda nflo deisarSo de comprar.
BOTICA IMCfPATBICA.
Rl'A DAS Cltl'XES -\. '28.
Arlinm-se a venda sohratieRuii.ps:
Alatiiialromplrlod l>r. Jalir, \olumcs ri-
ramonle oiirmleriiaiiVi';.
HiiTuiiarn ile inetlerinji. por N\len.
.M.iini.il i|i> ilissorrin, |M>r fonle.
Curso de plirenoloRia, prr Itroussai-i.
Alias pomplelotleaialiiiia rom lle-ilam-
pas ruloriilas.
Ilonnitipalliiadnnieslira, por Itiuel.
Memorial do medir lioimi'opnlli.i por
Tliaas.
Tralsido dasniolt-sliasrlinmira", por llalinc-
maim.
MnliriiiaveleriiiaraIiomfriipalliira.por Mier.
Orcanon da arleile miar, por Ifalinemaiin.
Urlralo de llahiieinanii.
Tratado U moleiliafl da pelle.por Jalir.
Traiimenlo da lebre aman-iiii.por TltomaZa
Jlomii'ttpalhia domi'slira. por MeriiiL..
Klemeiilos de mediriiia Operatoria rom e>- :
lampasndoridas, Nolinnes, or Vclpeau.
Klcmeiilos ile liomirpalhia, por (iOmI Ii
moni.
TiMtamenlo homieopalhic *1.i< moleslias ve-
nreas, pelo mesiiio.
Palhofleneia dos itrinrpacs medlcainen(oa
lirasileiros, Imdn/idado rranie/, por *-
sel liMimil.
AOS SENIIOHES liK lACCNIIO
O arcano da nvencao' do l)r. Kilinir-
do Slolle em Berln, empreado as i'i
loiiias in;;li'/a> e liollan'le/.as, eo'in jran-
de vantagem para o mellioraiiieiilo do
assucar, aelia-sc a venda, em latas de 10
libras, junio eom o melliodo de einpre-
|'a-lo no dioma porfuffUCX, em casa de
& Companl
N. 0. Biebc
Cni/., n. i.
Vendem-se relogioa de
tente iiujlez, os melliores rjuc
a esle increado, e do inais
fabricante de Liverpool: em casa di
sel MiJl.irs A Companhia
Cadeia do llceife, n. 7il>.
Vendem-se vaquetas dehistri
. na ra da
nuco, pa-
lem v nido
leredilado
Itns-
na rua da
ollera
Senzala
de carros : na ni
Nova n. \>.
Vendei-sc oleo de lindara em lio-
lijas de 2e nielo a o 'aloes cada una :
no nrmaxem de Manoel da Silva san-
tos, na rua do Ainorini, ni. ">(i e 58.
DEPOZIT0 DE CAL K POTASSA.
No arma/em da rua da Cadeia do
Recite u. 12, ha muito superior cuide
Lisboa em pedia, assim como polassa
allegada ltimamente a precos muilo
ra/.oineis.
NOVA FABRICA DE CHAPEOS DE SOL,
\0 ATERRO DA BOA-VISTA N. >>.
Odeno desle ealabelecinieulo lem a honra de par-
licioar ao raspellavel pudlicu de/Parnambuco, prin-
eus froguexas, que Ide chegou |ieln
i mmmm
C.BS -
>*M
- =
t ltif^:!Im!
n "Ik^flslIiS
t Imtinv**
Sir aff-iliifrillal
,s' "1S2
8.8-8111^ -E S
2 .. ff urSs i si 9-a.
Ivnliilifff!

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1 ^siisalflI.S
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i" r ? 7 i ? = i r B :
s
cal-
ato de tecii
io ue
champagne de eabellente cjualidadej e
mullo em conla. paro liquidaco' : em
casa de llruiui PraegW o, <".. na rua
da Grui '0.
O SHA'.
i.....,.....< ao Rosario de Sanio Alonio, depasilo
de inassas tina-, ende cfcoeoUleempaalhas, iwiio-
ral. parase a|H-oniplar un Irsicr na Imcca, dilo de
Listos, do esloascali dilo a Wrs,op*o,
j Clcheles prelos a 80 ra. a ,
xinha.
g Vendc-se linos e^roso-.pelo diminuto preco jj
^ de NO rs. : na rua doOuelmado, luja de mili- r-'
% dosss. u. 17. de Anlimio Jos de Asevedo. gg
SACCASCO.M FAIUMIA.
VendenMe suecas com milito superior familia de
Sania Calbarina. pi lu diiniinlo precn de INHSI rs.
cadi una, para fi-i bal cnlllil, (lilas com fcijllo, dilas
un millin, |air piecn cnuunudu : ua rua do Amo-
rim n. 39.
Mis BARATEIROS.
Alpaca lina com inais de nina vara de largura, s
880 rs. o covsdo rerle de :l l| nados decaaami-
ra prela lina. S 7^'ilSI; inerinii lino de curdaii, pre-
di e verde, a l|80D o covsdo ; chapeos linos Irace-
os,aT|000rs.; pecas de editas Isrgss paracober-
las. i .Vsutlli rs. ; enres da ranibraia de lislrsa a
quadros de rores, i.....i li l|J varas, a J.-Miil; dilos
de casss cbia*. padrees de cesas Ih.....sa, s Ijjimio ;
malas dealuodao grossas do Porto, proprlai para a-
qaacareanes, al60rs.;e um bellosortimenlode
nasudas novas brancas e ds con-, por bsrsllsiimo
prcro: na rua do (Jueiinado, loja n. I. de Jos I'c-
PARA0 MAIU.WISMO DO BOU GOSTO.
Veodem-se ricos lencinlHM de reros da ledas as
cures a ISOOOrs., praprfoa paran lempo prsenlo:
na rua do l'asscio l'uliliro.loja u. 9.
o 59 A.
Coiirronle ao Rosario de Santo Animan, conslaii-
leineule venda os inelliures boliuhos para cha, cada
um (le per un inesnio misliirados, sendo de 12 ou
inais ipialidades, <]ue em parle alguna mo lis Igual
aorliincnlo.
_._ Vcnilc-se s.ilsa parrilba, ulliiuaineiileiliauida
do Bar: no eserlplorio do agcnlc de leiloes. Fran-
cisco liiimrsdc Otiveirs. ^_____,______
.asasStfSKiTSi., EKKlSiaSfflEHBlSHSa
Meis pretas para senhora.
L Vende-sc meias prela de NlgodCo, muilo no-8
S vas, para sendora, fldO rs. o par ; dilas para H
|a meninas, a 200 rs.: na rua do Quciiuad, no- jg
m va loja de miude/as, n. 7, do Antonio Jos s
ge de Ajevedu. ___ W
Vcndc-se um cscraMi moco e rone, proprio
|Kira servico do cam|o: na rua de A|>ollo 11. 2U,das
i doras da larde em dianlc.
Veiidcin-sc maulas prela de mullo gosl.....
proprias para a i|iiania, camliraias pai a inosqui-
Irirns, linio |K>r daralo proco : na rua da Cadci 1 Ve-
lha n. 33, luja de Jos Rodiiuue de Araujo Porto.
Ciinliniia-M' a mmhIci cera de caniaidia eeOU-
ni miudus, mrliihV: na ra da Cadeia do Recia*,
lojade niiaflansde Jos Dias da Bilve.
ripslmenl
Ultimo nal iu de tranca, um rico sorlimeiilii de cb.
1.......icsni. lauto de seda como depanninbo, ricos
chapaos de eanhora, uinlo de seda como do punni-
11I111, lambem un grande surliinenlo de pecas de
seda e panuinbo para quem qulser mandar cubrir
.11111.11 ucs usadas, e fas-ea qualquer qualidade de
concert; iodos os objeclos cima mencionados ven-
ileni-sepor prec.....ais coinniodo do que em i|ual-
quer oulra parle
Itomediii os|iecinl para hondas o rravos
WCO08, conlimia a vender-se na dolico da rua do
Rnngel n. (4,que fui Oliveira Miiccdo.
AOS FABRICANTES DE VELAS.
II. H. Andradc i\ Giiiipuubia com arina/cni na
ruada Cruz, conlhmleao cliafarisn. 13rasemseten-
io a lodos os seus Iregueaaa, que recahwam ultima-
inen.euina POTcSo de cera de carnauba do Ararah .
a mais iiuperior (pie pode haver em scnadliaiilc ge-
nero, a qnal eslSovendendo al^MSI a anoba.fondo
em sacras de 3 a I arrodas
* Vende-se sayo muilii liiiu cm darriquinda:
na rua da Cruz, ariiia/eiu n.63.
. C.'iixinhas com grampas a 160 rs. :
5 Vende-ae trampas em calslnbas de melal, !
-^ contando ajenlro S0 a 30 grampas, pelo dimi- '
j nulo precn de laOalOOrs. cada nina ; preco '
<-J que so a calsinha val odinlielre : ua rua do
9 Queimatlo, nova Inja de miudesaa, n. 17, de
Antonio Jas de Asevedo. 'g?
SS jes ..:. ;:.f.;as.sss:2;Jai.3as 9889
MEIAS DE SEDA PRETA PARA SE-
NHORA.
\ enilein-se superiores meias de pon de seda pre-
la. para scnliura, polo baralis-imii precn de :i-(Nin
rs. o |iar : ua rua doQueimado, luja de miudesaa n.
33, bem cuuliecida |h>i- ler na dente a ligura da boa
5AIS BARATO HE IMPOSSIVEL.
Os miMis administradores da loja da eslrella. na rua
dn Qiieiinadn n. 7, defronle do neceo do l'eive-l'"ri-
lo, aorando acabar cora urna porco de alcaides que
Iroiiveraiu da suaanlii.'aloja, resolveram hender por
lodo o prcro as fazeudas seuuinles : relallios de cdila
nrdioaria ue9a6eaviKlos, a 100 rs. o covado ; levan-
do oque liver o relalbos. dilos de dilos mullo liins,
a 110 rs. n covado, dilus de cassa de cores lendo ca-
da ii'taltin 1 vara alguns I ,', vara hevendo
muilo de iuual padr.ln, a 3:20 rs.; cambra ias de cores
ni,linarias muilo laruas, proprias para cortinados mi
para unirs obras Idnticas, a 3J0 rs. o co\ado; pe-
cas de cbilas mn POUCO Iracas, a ihmmi rs., rica(les
escoceses de padrees muito finos efixos, pnprioapara
veslidos, pnr parccercni de seda, 011 para obsaa de
ineniins, a :HMI rs. u cmailn; cassas de quadro para
bailado. *2il> rs. a vara ; castores muilo lions jiara
calca, a 'IJ'i 1 s. n covsdo ; corles de mei,> caseinira
de slflodlo muilo forte para calca, trillo rs. o cova-
do; rucadlnhos Irancasas, a IKiirs. ecovado ; cur-
ies de camliraia cun darra de cr inuilii linas, a
39IOI) ra.
TAICIIAS DE FERRO.
Na uudicao' d'Aurora em Santo
Amaro, c lamliem no DEPOSITO na
dcl'ron-
NOVA LOJA DE KAZF.NIiAS. XA RA DO
COLLEGIO N. II.
Nesle iiomi eslalielccimenln aeda-se nm novo sor-
liiuenlo de fa/endas, peds preces abaivu mencinua-
itns: ri-cados rraiiic/.es unos, enm i pilmosde lar-
gura, pcln diiniuulu precn de ISO rs. o Curado, di-
los rslreilos, a lili, corles de cassa cdila. pailroes
miudlnhos, propriM para praca. a IS8INI, com 7 va-
ra-, madapoln entestado, manda mnitoeneorpeda,
a -.-ytMI a pei;a, dilos linos com pequeo dique, 1
:WHKl c :i.-j(mi. diins Unos, a 3S8O0 e IsOOO rs., di-
tos muilo finos, s IS300, editas dvas escuras e ca
ras, a |A0rs, orovsdo, dilas linas, a IKO, aW, -'-II
eu'ill arovadu, curies de camliraia de buhado, a
.'(.ski r<., dilos arrendadas de ludas as cures. 1
.3lMI0. etc. ele., e unirs mullas fajendas (pie si
......Irarlo ao comprador, por baralo preco.
UVAS DE TOItCAI..
Veiulciii-M* lii\iisi1o I01r.1l p;iii M-tihnra enioniia
i-, molliona qae m pilc encontrar, i-Ho imniii^nio
prcro tic HIJO rs. o |;ir : n.i rua do QudOMdo, loja
lo miaileuM n. 33; e*U loja ho bom eonbecd |Hir
lerna (rente a Agorada boa fama.
TODA AHKM.:.\0 AS SKI.LIMES I VZBNDA6
BARATAS K BOAS.
Ka loja do Leopoldo da Silva Qoeiroi. rua ilo
Oueimado n. -2J, venHlenvoe chilaa lo bonllon pa-
droeaa I.V, 100, lw. imiis.....-ovado ii'iirr*dc
caaM rom barra de cores bonllai a ii,o rs.; dihM pn>
ra grvala de JiOerenles gustos u360rs., cdaiun ;
corles de caoa rliilas di liom uoslo e nires litas a
39l00| oSsfiOO r., cada um ; dilos eom barra a
?7(M)rs.: Iiivis linas lo cor para sonhora a .MU. ;
corlea de cambraia tic udpleoa de diftereatea cores,
cbilas fraiico/a>ilo padrous nioilerims, loncos He ae-
da para alnibeira a lyMOn.; cortes do oolletea de
fnslAo a TOO, o'HMIrs. (castores para calcas, muilo
bonitos a 60, -Mi 3MI, e : ra., o corado brim
pardo, o branco. di lo de tpiadros injndos para pali-
tos, corles do casemira tic cor, Inmoles do \eiludo
bemenfeilados Para moninosa 1*000 rs, o para o
*WH)rs o Covado ; inerin prelo a J>iim i ... ,> co-
vado ; dilo mnloflnoa380O rs; panno lino Mpe-
rlora>f9300rs.; alpaUu piolase de diflerenles
ojualidadoaojue a vista do comprador se din. o ore-
CO| princesa, lilas, loncos prelos para oavalai selim
maeju, lavas de soda prela para senhora, dilas pa-
ra horneis. multo boas aTOOrs.; meias pretal para
-enliora, e oulras mallas mais Ta/entlas ipio os com-
pratlores leudo tlinheiro, c voulade ir suas quali-
dade* naodoivarAo de comprar.
NA LOJA N. 0, DA RUA DO CRESPO,
HA AS SEGUINTES r\/i:M)AS BA-
RATAS. #
VondonHMCoron de vestida le eamhraia com ba-
bados.aOaiOOOrs.; dilos com barra, as|000ra.; |o-
ca de camliraia de salpico- brancoa, a 3|000e QO
rs,; corlea de casaa cinta, a SsffOOn.; dilo com bar-
ra, i :>koo rs.; dilos de ca Irauceu, a 39900
rs.; corles tir dula com hara muilo larga pie. lem
I t 'J ruvailiK. a i^MM rs, ; pecas docilita escuras
claras, ;i (iNHMI r-. a poca e ITO rs. o royado; pecas
<\v raaM de quadro-a 2j}i00rs. a pera o JHlr". a \i-
ra : na rua do Graspo i, t.
ARADOS D FERRO.
Na fundirjW de C. Starr. & C. mu
Santo Amaro acha-se pura vender cji-
dos de ferro de auperior qualidade.
Vendse lima I>Oi.tinliu mulata de
idade di* 14 anims e una prela CTlOulil
com a mesma idade, poueo mais nu me-
nos: no aterro da Boa Vista, n. 18.
\ i'iiiii'in >r mis i iidi'ii.i- eom asseulodc palhi-
idia. um par tic hauqiiinhas do columna e nm jo^i
tic consolos, linio ilo jacarando, um par de han<|in-
nhas e seis cadeiras com awcnlo de palha, duasra*
deirasde ha lauco e um lavatorio, ludo de amarcll,
e por preco commodo, e c vende a vonladc do com-
prador: quem mizer, dirija-se uo largo a r i bu ira
ii. II.
Vende-sc Cariaba de mandioca de inperor
(pialdade,medida velha com eoiulocpor preco r.iui-
modo: no horco de .\breu, delronlc da casi de pa-
lo do fallecido Jos Caelauo.
rjiAiurosm uavaNa.
No arma/em de J. II. (ansle\, na rua da Gran .
I, veiidein-se por muilo couuiiodo proco, superiores
charutos da llajiana.
Vrmlc-se cera de carimlia, primeira strlc.a
6|000rs. a arroba, |>elles de cabra, aMOOO rs. o
cenlo, e sola boa : ua rua da Cadeia do Kecife n.
'.i. primeiro andar.
ESCRAVOS FGIDOS.
Hesappareceu no dia 18 do crrante n pn-M
Catharina, a qual linlia sido comprada no lia h -h
..lenlo uo Si. Candido Jos daSilvetra, o Ictoa
um taboleirocom miudezas; escudo perada oOiba
i\ n,M'-ii-.i.l,i de Apipucos, ao chegar prn;a
lloa-Vita tomn a evadir-se; tem os signar- se-
uialcs : cor prela, alia, com urna lislra paula n
lempo prsenlo Sa qnnrana, casimira prola'iiia a Uicnlc lo peicoco, levou Jrincos pequeos de [n. i M
upunD
MS\
DAU-ROR.A
sempre
ias tanta
rua ild lli'iiiu Ioj'o un entrada,
te d(i Arsenal (le Marinlia Ir
um pande iiliinciilii de lai(
de fabrica nacional como eitrangeira,
batidas, rundidas, grande,, pequeas,
c em ambos os lofrarcx
razas, c ImimIuk
existem f|uindastcs,
noi, on ca*rros I
piceos sao' os in;i
para
ca-
Os
carregai
ivres le despeza
S coniinodos.'
MOBIXIAS DE FERBO,
COmO sejam, eaileiras de (lilleicnlCK mol-
des, mesas csola's, Indo do mais modl I-
no gosto, anido de Pars: yendo tena na
da Ci'ii/., ii. 10.
Vende-sc laiinlia de mandioca de
superior qualidade, e iTOeutetnsnte ebe-
i'adadi'S. Mallictts: a Iralar a Iwii'do do
liiale nacional S. Josc' da Tainas, Inndia-
do em frente do caes do Collcijio, un ua
na .lo Trapiche n. iu. primeiro andar.
(.. STARR 5 (
rcspailasamcnle snannelajo que nu sen osinuo cs-
lallsaimenlo em Santo Amaro, conlinna a labricar
soin a maior |icrfeir.o e |irnni|iliiliin,la re iiiai'liiiiisiiiii |. it.i o ii-wi da aurirullura, iiavena-
lo e manrifkdan, e qaa para maiar emnado de
teus numerosos Iragnasaa c do imbiiro em oei ai. tem
alieno em um ilus grandes arasasons iluSr. Mesqui-
la na rua da Uriim, Slru do arsenal de iiiarinlia.
um
. DEPOSITO lili MACHINAS
eonstruidas na diloseu eslabelaciBiealo.
All acharan os compradores um rmpleln snrli-
mienlii de niiKHiilas de eanna, com lodos ns mellio-
ramenlos(alguna dallesnovos eoriginse.1 dequea
experiencia de muilos anuos lem mostrado a neces-
lidsde. Haebinss de vapor de balsa c alia arassao,
laixas i|e lodo lamanbo, lano batidas como rundidas,
carros de nio e dilos para rondii/.ir monas de assu-
car, machinas pan muer mandioca, prensas para di-
10, Tornos de ferro balido para fminlia, arados de
ferro da milis appnnada ronslrucco, fundos para
ilamliiipies. erlyos e portas para ronlbss, e nasa
inlioidade de obras de ferro, que Kria euf.ulonlio
enumerar. No mesma deposito eiisle iiimi pessos
inlellicenle e lialiililaila para recebar lodas as en-
coinmcndas, ele, ele, que os auuuiiciaiitcs contan-
do coma caparidnde de suas ollkinas c inacliiiiismo,
e pericia de seus ofllriacs, se cninproniellcm s fairr
,e\ecular, rom a maior preslea, iierfeieo, o cuela
conrurniidade com osinodckwou dcsculios, e iiislruc-
coes (|ue I lie forem furnecidas.
Em cusa de J. Keller & C. na na
da Cruz n. ha mira vend
(lu l_.rn/. n. ;>.), lia para vender, e por ruua-se a pessoa que o approhen.ier, preco commodo, crtros proorios Dar L'lr:iri'"a1i",li"'!'.....S'S!,mE2?do-
I ijiiii ii.ii.i. ^odlSiloriirreiile nie/. Unan mil
coliiii- carrea, dragados iiltimameiile. de naca de nome Tbencsa, JdadosidUt.......
Charutos de Havana'.
(h melliores qu tceni rindo a esl
mercado, vendern-m- eonlinnailameiite,
am rasa (le lli'iinn l'i'aejjer A Coinpan-
liia, na rua da Cruz n III.
as orellias, \eslido do chita rosa, e panno da
la de lislras aiues c encarnadas : quem a |aar |i-
de leva-la a rua do l.ivramenlo, bolita n. (jue
ser recnnipensado.
Dcsappareecu, no dia II do corrate, a carra-
da nome Manuela, cabra, de cor fula, olhos ve-
nos, altura resalar, rheia do eorpo, (lernas uro-si.
licico. cabidos, falla de dealae na lenle, cabrita
mo carapiahaa, mao se ps arailes, eatcanhare rs-
clindus ; cosliuna acanlarcoiiliniiameiilencla^riin-;
esla cabra j foi panda na primeira fuaiila, que fe<
no Enseiiho do-Meio, ua Vaiv.e.i ; c porio julga-
se ler setuido para o mesmo euuenlio : quem 8 lic-
uar, leve-a rua da Roda n. (9, OJOS sari rermu-
peusailo ; assim como prolcsla-se usar de lodo > ri-
uoi da lei contra aquello que a IrScr em wu poilfr.
r- 1-au lli do corrale me/ demarco, fiiio do si-
lio da Trompe urna parda cscrava de nome Ilusa,
nal^iral dcsla cidade, altura regular, idade de IS ai
nos. punco mais ou menos, he muito mnara e saol
doenle. cate lem urna moleslin IslTeiquoliicgrsvo,
falla-llie um denle adianle da parle de rima, (ca
urna pama enebada, fugio unicamanle por mo-c
querer Iralar c nem lomar remedios', he natural r-
leja recolhiila em casa de algn sen pslrouo pan
lias sinistros, |ior isso se prolesla contra quem a te-
lilla recolhida ou a delenha em casi, cuja llenura
- servir de nroleacr os seus vicios, pelo- ipi.ii'-
cliegpu ao cslailo deploravel em nuesoschn: rasa-
se a lodas as autoridades noliciacs e capilae' de caiii
po que della tiverem noticia, 0 conilui-la ao referi|ln t
silio da Treni|ic, sobrado n. I, que ahi se saUsfani.
sen Irahaliio.
SIGNAES OS MAIS CLAROS.
I>esanpareceu do enyenlio- Una da tresne, u ifc
Sanln AnliTo, na uotcdoilia |Adooarrunle janci-
rn,oescra\o Benediclrt, crinulo, carreirn. de oW*
de :H nonos, cor liem pela, baixn, BflCCO, espadao lnanis RriHtws, peritas muilo (las, a cai\a do i '
-iliic,ilinl.i, unta perna cmbela (UH*(aJ 'ni n un'
de qoeimadora nolyc o p<*, os pea peqoonoa eaiwllie-
lados, rosl comprido, aem Uirlia, ollios eque*
[cipienos, bocea regular, be i eos limw, orelbas liein
as, denles muilo alvos e perlcitm, com oa '''
cima limados, icsla urande, U.....narra deumpa-
queno i.'dlm no quci*o, ou junio ao cado da bocea*,
e ou sorra as nadeaaa, heeoehUaoVrcaago, anda
mais ipiando lem medo, quindo camiuba anda api -
aado iiielinaiidiH para diaule, lialanca muilo tu i
o-* bracos, lera ar aleare, l-'ucio levando sonwiric
veslido nina eerouln de alRodo, pormlie pru\ard
que lenba roupa furlada. Bsle oseravo foi comprado
em selembrotc-lHOao Sr. -Mximo Marinlio daC-
nha Wanderley.do enueulio de Ufaran da freguc-
/i.i de Mejrim,' da provincia de Alacias. Koua-^
prtanlo a apprebensm desse escravo, que petosseib1
simiaes nao pMle escapar a nenhunin v isla, e leva-I*
ao dito enacnlm rua, de Antonio Carlos Pereira <
Burdos Vutu-t- de l,eon, ou nesta praca rua Dlroi
II. 91, calido Sr. Joao Augusto Baudeira de Mdli
ipii1 i:euerosamenleser recompensado.
Notlia -Jl de iu;n <;n do corrente mino, fbflioi
rua da Cadeia to Hecjfe n. Ui, 0 prelo, crioulo.
nome Antonio, de idade 10 anuos imuco mais >
menos, temios seuuinles siynaes; urna pequenn li
rida sobre o olboesquerdo, um sianal na farcdire
la, crossotlocorpo, jiailiado baslanle, pifxa akun
cousa da perita difeita : levou calca de caseiui
ciuzenla, camisa branca de madapoln, cbapo pn
lo de seda, levou urna pequea Ironva, e de-cnili
tu ler lomado a e-lrada l*1 Sanio Anlao; por la
roga-sc a pessoa que o apprebeudei, de levar no I
uar cima imlicatlo, que ser. reeom|KMisado.

I
mais ou menos, altura reuular, magra ; lev
corno vestido de calla deanolailo e panno da O*
COBO om ello encarnatlo: quem a desoattrlr (hkIc le
la a rua ila Piaia o. 47, tprv s'i.i Ih-iii iecoin|'v'
do.
Fort.!-,!>*. u H, r. mTvi*. -I***


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