Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00121


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Full Text
ANJO X3
QUINTA FEIRA 3
DIARIO DE
OE MARCO DE 1853.
N 51.
PEMAMBMO.
PKE90 DA 3UBSC1UFCJAO
Siibscreve-se a 15JO0O por anuo, e *B0OO por
quarlel pago adianlado, c ,va.Hi j>or quarlel p,u:o
\(*iii'ttii( na casa do seu prnpriclario, M. Figueirila
de Paria, na praca da I ndciiendencia, ns. 6 e 8, o 00
liio de J. casa do Sr. JoaA Poreira Martin*.
M.1I11.1 ir a Y. Uuprad.
Macei o Joaqnin Bernardo Mendoura.
Parahiba 11 a Josenudrigua da Cuta.
Natal a a a iaaquim Ignacio Pereira.
Aracalv u a Anlouio de Lemos Braga.
ir.u.i' h tiuilherrae Augusto de Miranda
Maratdmo a Joaquim Marque* Rodrigue*.
Para' o n Justino Jos Ramos.
CAMBIOS DE 2 DI NAR90.
Sobre Londres a 38 H
a Vari, 310
a Lisboa, 95 por cento.
Ouro. Duras hespantinlas...... . iSWPIK)
Mocdas de bt(KI veHias . . IBJHXKI
c de (oii>novas . . n.-'i'm
de 49UOO...... Patcoes brasileiros..... . 51IOO
Prala. . 19IH0
Pesos coluinnarios..... . 19UIO
.....\i'............ . 19800
Acedes do Banco...... . tot
Descont de Ledras . . 8al2
MOTICIAJ IITIUNOIIKAI.
Portugal . ti: de Jan. Austria. . 1 de Jan
Hespauha . 13 de Suisaa . 9 de >
Franca. . fct de Suecia.. . 28 de Det
Blgica. . . .1 do Inglaterra 22 rtc Jan
llalla. . 1 de E. 1 ni'l". de i)
Alemn ha 5 de Mlico. . 15 de "
Prussia. . 4 de California 8 de a
Dinamarca 31 de Dei. Chili 1 de Nov
Russia.. . 30 de Buenos-A. . 2 de rev
Turquia . 25 de Montevideo. 4 de
NOTICIAS SO IMFEHIO.
Para'. 29 de Janr.
Maranhao 6 de Fcvcr.
Ceara'.. 9 de
Parahiba. I i de
Alagos 20 de
S. P. do Sul 12 de Janr
Minos. ... 3 de Fev.
S. Paulo 3 de o
R de Janeiro 15 de
Babia.... 19 de
PARTIDAS DOS COUJUIOS.
ni 1 ni 1,1. todos a dias.
Victoria, nasquintas reirs.
Caruar. Bonito p tiaranliuns, nos das I c 15.
Villa Bella. Boa-Visla, Ex e Oricury, a 13 e 28.
Cioianna c Parahiba, segundas c sextas.
Natal,.quinta reirs.
das da semana.
28 Segunda. S. Romao,
t lrn;.i. Ss. Adriao,
Eudocia e Sulborlo.
2 tunarla. Ss. Jovino e
Basilin.
3 Quinta. Ss. Ileinele-
lio eMarinho.
i Sexta. S. Casimiro.
P. do Sur. dos Mari.
5 Sabhado. Ss. Janeas 0
Palatino mm.
ti Domingo, i. da Qua-
rcsnia. S. Viclor.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundas c quiulas.
Ilelatno'
Ierras e sahhados.
h'uzcnda
Ierras esextasas lOhoras.
Juizode Orphito*
segundase 5. as 10 horas.
I'rimtira rara do cirel
lerdas e ti. ao meio-dia.
Segunda rara do cirel.
quarlase sub. ao meio-d.
13
Kexcrciro. 1 Oiiarln nuugoaiilc as i horas, 21 11
nulos e 33 segundos da inaub o.
11 8 I.11.1 nova as 3 hora, 13 minutos c
segundos da inauha.
11 10 nu.ii i., rrescenle aos II miuulus e :i
segundos da inauhaa.
a 23 l.ua cheia as 5 horas, 4 minutse 39
seguudos da larde.
fueama de hoje
Primeira as 1(1 huras c Vt.minulos da manha.
Segunda as II horas o 18 minutos da larde.
EXTERIOR.
d
11'-
-
111
,1c
.-
.a,
.la
cs-
m
ile
.el
CHRONICADA QUINZENA.
Para 31 a. Inatn de 1863.
Vcat>a-so umannoe cometa nutro. A ultima ho-
ra dcsle periiKlo expirante ja nos vai escapaulo, e
marrando a fgida melanclica das. cousa: ora
nivslerosa o solemne porque lembra ao cspiriloo
o que se fez, o que se deixou de fazer, as tentativas
irreparaveis, as esperanzas engaadas, as illusoes
desvanecidas c ludu o que se deixouem caminho.
Assim os anuos se iiissam e caheni no abvsinodo
lempo; cada um delles (em sua irrevogavel parle na
historia, cada um lera seu ferrle, ou sen signal glo-
rioso, e ao cabo de cada um volla peridicamente cs-
se inslanle supremo, em que o human para, como no
Icrmo d'uma viagcn, para medir anda com a vista
esse es|>aco, que acaba de percorrer, para abracar
essa reunan de colisas, nas quocs nada se piale mu-
dar.
O human em sua fraqueza neressilii de-las alias,
as quaes a Iradiccao c o uso do um carcter parti-
cular ; cllegosla de mrdlanlc de si em sua estrada
estes mam miniares, especies do froiltciras do li-in-
pip, fronteirasque siia imaginacio llxa ; porque na
realidade o que beque nos separa do passado. oque
he que he que nos separa do futuro ? Nada, nlguin,
cousa que se nao pode aginar, un veo misterioso e
inv isivel, que estamos incessanlcmenlc oceupados em
rascar, c que se reforma nccssanlemonlc diaillo de
luis. O deslino humano he marchar semprc para o
ilesconhecido, umitas ve/es pelo desmoliendo mes
no ; a diunidade do homein he saber issu o prover a
ludo.
Assim Icui sido semprc; mas d'um meio seculo pa
ni e parece.que cada muiucnlo contribuc para ron-
ileusar o veo dianle dos nossos olhos.
Asrevoluc.ocs o os alalos liraram-uos o favor (loa
borisontcs estensos, das perspectivas corlas, das cou-
sas duraveis, deslruindoou aderando os principios,
|Mr cuja falta as socirdades, som seguronoa, e sem
ineios, lornando-sc o escarnen de per|ieluos arcasos ;
elles nos crearan! esta almns|ilicra es|iessa, pe/ada e
aulenle, na qual umitas vezes lem acontecido su Mi-
mosa claridade dos relmpagos, c onde cada phase
do uossa exisleucia lem sido marcada |Kir culpes de
1 ,ui>, ilc lal surte que agora mais do que nunca para
o inundo i'ontemporaiieo ha ulgiuna cnusa de sorpre-'
liendedor nesla ultima hora laucada entre um perio-
do 11110 se acaba,* un periodo que comer.
lia dezoito niezes toda esla sombra,. Indas eslas
Irevas, que accumulain e cuudciisam as revoluoes,
t'uvolvian o auno de 1852.
Todos os olhos se vollavam rom sociedade para os-
la dala, como para um |Hiiitu negro e anieaeadur.
I.luaiilu maisella se aproxiniava, inaisaugincnlava a
perturbarn universal. A Franca presrulia para
si mesuia una oataslrophc. que nao teria igual.
4K partidos em lucia inedain-se rom os olhos sem
-aborciu a que sedeviam resolver. A Europa eiim-
movida, e inquietaesperava.
II prior de ludo he, que liuha-se cheaadna crcr
ipicudireilo, e a juslica nao podlam liiuinphar por
si niesnios e reaularmcnle.
\ssjin linio se preparava |Kira o combate deadeaj
resides |H>lilirns superiores al a ultima \ illa : Irislc
miucuuencia di>s situacoes falsilicadas.
Kniliiu, que del ia conler em seus flancos obscuros
ctManon de 1852 yucm poderla responder a esta
nercunla iiuiver-alnienle fulla pelo terror publi
Hat Ja cabio lamben.....|ias-,uL> e*
.....moravel. Elle Ja rcvcluu iud<
liba.
Nada acontecen do que ie entrevia cora mais ter-
ior, e o que m> realisou csla\a s.....du> ida na lucir
ni>sleriosa da omisas; mas nSopoda oslar no pre-
enliOMDlodopovo, o qual ora essa lei sonla do
malulo mural, em v irlu Je dj onvr afrvoocies sao
i Miilemnadas a parverem pola focoa, como as mais
lunVti iiaVem, Fui rom elTeilo a espada ano qne-
hrou o odre obuio de leiiqieslailes e terrores, foi a es-
pada que domou a Espbiiie, o mpoz-lbe um res-
fKisla maisfavoravel paz publica.
Km vez do Irmmphn do surialisinu, .1i-liiiu.-.
mais immenn reacrio daauloridade, vimos rocon
liluiroin-se os |oilercs mais inlciros, eas reMilucies
do IKI8 nao sobrcviverein seno pelas lonilenci.is
que eslava emana ualure/a produzir.
- I'artindii da Franca, como do grande o nico foco
:" nomnenlo eunqicu, a rerelo coiiiiiuinicou-so i
Toda a parle, Allemauha, Italia e Despalilla, a
qual liuha linlavia esiapado das eoniinooocs revolu-
cionarias. Se se percon se todos os |iaizes interro-
gando es; anuo assignalado sobro o que elle produ-
zio, por toda a parlo olio poderla responder : nros-
Iracao do espililo liberal d'oulr'ora, 11.insimular"
ladical do |Mnler, lomado o nico regulador da vida
e do peusaineuto dos povos.
Ja o 1. dcjaiieiro de IH52 esclareca urna Mrie-
dade viulenlameiite reslabelcrida, mas anda assiis-
lada e iucerta do resullado da empresa do 2 de de-
lembro de I8SI. ti I. 8 de Janeiro de 1853 se ole-
vasobre as ultimas -eonsequencias dessa eviduco.
quo inudou o futuro, sobre a rcslauraiao Impenal*
que dala de hoiileui a|>enas. |>elo menos 110 nomo ;
olio voni esclarecer una soriedado, na qual a Miga
de ludo ocenpa o lugar da f pnlilica, e que sem ler
saudades cerlameule das insliluici'ies republicanas.as-
sisle 40 ruuasrimcnln das iiisliluicuu e dos usos mo-
uarchioos, unicamcule preoocupada de vor seus inle-
rossi-s consolidados, seos lares protegidos, a aclivi-
dade publica recuperar pouco a nouco seu curso, e
" oslo das cousas duraveis lomar a adiar seu po-
der.
Ser isso dizer que lodos os problemas oslo esco-
lados, cqueo futuro, esse futuro d'auanha que se
.iniiuiiota, he seninivslorio''
No.scm din ida! resoh idas as quistos de certa or-
den, oulras se levanlam c nascom dessa Iransforma-
co que se Opera na \ ida dos jiovih. Esla hora nios-
nioims advertira, si^ fosse preciso, deque o desco-
iibecido recomoca iircssoulciiieulc, o bem como hoje
laucando um otilar sobre 11 passado d'..... ,......., fia
lugar pala pormmlariiios nos uicsiuos: (Jue lemos
feilu que temos conquistado'.' que Ioiihis perdido?
quo tK'iihores lemos dado de nos-as acones verdade
e a jiistica? Taiuliem |Hidemos pergnmtar-nos 110 li-
miardesle novo periodo que se inaugura : yuc farc-
inos .' que desuno nosespera? que dcixar na hislo-
11.1 oslo iinniiipie >ai passar-sc? IK52 divulgoii lo-
dos os seus segredos, o que Irs em seus flancos
IKVI ?
ionios similores dos acnnlccimcnlos, nao po-
penelrar o fuluro, inesmo o mais prximo, o
da hora ou do minuto que vai passar-se ;
me e*U em nosso poder, he permanecerinos
icrdade c ao bem, he esla a nica niaueira que
nos lie dada dedisporde nosso porvir. Entremos.
pois, ueste auno que se abre, coin um roracao livro
rom urna vontade recta, com um espirito csclarecid
pela experienria, ccoin um |iensamculo despido das
paixAes d'oulr'ora.
Almo limo |iara lodos Desejamos ao bom seuso,
e verdade mais feliridade do que livcrainem mu -
los encunlros nesles ltimos anuos.
Desejamos aos |hivos a nvidcraoan que os faz siqi-
I"ni.ir seus govemos, e aosgovernosa moderaco,
Sucos faz supportar os povos, laes quaes ellos san,
umo-eusla mullo tentar supprimir uns, ou oulros,
he |>reciso une elles se aroslumcni a vlverjanlea
comstiascondicoes mutuas, coin suas iiecessidades c
seus iusliiictos legiliinns. Desejamos i liltcralura
melhores dias, aos escriplores un pulilicn c ao pu-
blico esrriplorcs. Desejamos que o nosso patl, lo
engenb;)so em atormentar-si', sailia sempre o que
quer, e labeadOHii n5o o troque polo que nao que-
ra. Desojamos eiullm, que esla oivilisaco euro|H>n,a
qual solfre por momentos lo lerriveis e eclipses,
Iriiuuphe no que lem de lnm, de justo, de sensato c
de iiitelligenlc.
lie no poulode vista desla civilisaoo moderna,
que scrao dollioilivainoiile jillgados lodos os aoonlo-
cmiiiiiis, lodosos periodos que si' luecodeni.
Agora nos ullimiis ruiiiorosdoslo auno que se aca-
ba, e que se prende por lanos laoos 1.......ivimenlo
geni do seculo, as eousis ordinarias nao ileivam de
seguir sen curso. Que faclos. e que iucidenles ca-
rarlorsiui ,^ics iilliuios das 1 O anuo do 1852 nn
sulermiou sem iimnnvo succi-sso do nosso exordio
na frica. Ha iloiis anuos, pouco mais ou menos,
em igual Apoca Zaa(cha t'i 1.....ada de assallo, boje
be Laglmnal. Diremos que be mu passo de mais da
Clfilisaoo no mundo brbaro? Sem dnvida resta
imiilo que 1.1/01-0, reala pooar osla lona, coloni-
sa-lae ronqiiisla-la paran Iraball.....I para .1 indiis-
Iria. como disseo priuripe I,ni/ Nu|Hiloo na vespo-
ra de oingir a coroa. Besla, sobre ludo, la/.er mm
que a Algoriasupta.se asi iiiesmu. o \a-se loriiando
cada \vr menos nina carga para a Franca ; mas nao
lio osla obra nu-sieo, que ha lauto lempo proparam
os no.siis soldados rom una iufaligavel ooragem /
Nu he parasen ir a oslo glande dosigiiioipiexosj-
crilioar-se as vena ohsciirainenle lautos nfliciaos bri-
Ihanios.......lis qu.ios. o general Bouscario, acaba de
horror um Laglmnal ? Km quaulo a Franca escola-
se em dissenscs, i|ue enervara as almas, oscurecen!
a varonil o simples iinc.io do de\er, e arriscam lan-
as ve/esdar scoracous um falso impul-o, nossos
Otilados na frica prosegupiii na obra mais dilllcil,
aquella que osla mais rhoia de puro herosmo. El-
les nao lem essos momentos de llovida lo frequenles
lias lovolucoos, onde earecc-se d'um esfnrco prn-
digio.so para distinguir o que o patriotismo or-
n.
AhlHcl-kadci
llriiusse. onde
nao sao peulio-
dc"
um temido e
quo eonti-
l'ara olios nao ha que esrolher. a e-Irada be diiei
e simples, e poden rabir.....im della rom a lio-
loica soreiiid.idodogouor.il Bouscariu, faiendoseui
soldados -111.11 em no momenlo em quo a bala os fe-
ria : o Viva a Franca. 11
Laghoual violentamente lomada,
no nicsino inslanle caininhaudo par;
ilovo, como sesibe. viver inlornado
rea de ngnranca que o anuo ,to isa
lia ? Na realidade esla conquMa da frica li
das niaions empro/as, quo 1 Franca so I.....apli-
cado ha milito lempo. F.llu deve lor ah adiado um
campo de aclivid.iilo, urna escola do soldados, e um
imperio novo, que mais laido dar rivili-aco.
Co.....licito nao*' pule maisduvhlai da convenien-
cia da di ilisaoo da Aflica. A obra actual he, co-
mo di/iaunis, l'azi r fruilllli 11 lodos o- saonlincis h o
io- nesla torra, o ho lambern sin que nosreaU a oi-
fccluar. A conquista pelasarniai leja o passado, a
conquista peta J.vsJMicco religiosa o moral, |h-Io
r.iftallin, polo 1-..........icio, o pola industria lio o ro-
turo, e o desoouhecido. Ouanlas eeraees se gasta-
rio anda nhto, o qual sera o resultado? Ah csU
o mvsloro ; masoni noiiliuina parlo coilamonlo si'
manifesbi nielhor a necesddade do urna aeco segui-
da, e persistente que emane de um enverno islaiol.
Mas no ponto de visla deala esUblllilade Interior
do goM'ruo, como a rospoiloda silunco material e
liuaiiceira 1I0 paiz, que doiva anda anos si o auno
do 1852? .Na ordeill poltica nada pode melhor do-
seuliar nesles iillimos inslanlos o ino,\ iineulo real
relo em Frani;a, do quo os reculo- snalus cnsul-
tus viudos em apoto do roslabclecimeiito do impe-
rio, e o retalorio de .Mr. Troplong, quo aeompaulia
um uolles. De urna parle o imperador escolheii nn
sua familia o berdeiroeventual, quo llie devesucce-
der no o,.....lo falla do lienloilo directo ; siic.....-
sor designado lio o principe Jernimo que foi rei de
Woslphalia. Do oulra parlo mu segundo soualuscmi-
sulius rosuniee consagra as mudancaa retas narous-
lliiico do Iti 1I0 Janeiro de 1852. Eslas mildaiicas
nn modilicam sonsiveliuenie si'in dnvida o mceaius-
1110 o o. expedienta da lei. que rogo a Franca ; o-la
ino-ina consliluico nao era oulra cousa senao a or-
ganisaro o forma do hiiporfn, i......os o nouie. As
......lilicai.oes actuaos nio l'a/oiu oiidonlonionte mais
do que desenvolver o mismo ponsaiuenlo, ri'M-stiii-
1I0 a auloridado soberana de inai. alias prerogalivas.
Eslas modioacries locam principalmcnle em Iros
poni-issonoiaos ; una dolas allrihuo ao ebofo do
e o principio dos poderes ponderados, e mitigados
pela 1111 i'i ii-iic.m e registre das asscmblas polticas.
A balalha Irava-se sobre qualqucr cousa: solire fl-
naiiras, solire os Irabalbos pblicos, sobre a menor
prerogaliva. Cada nm tem a victoria a seu turno
sesundo o vento quesopra. Infelizmente nesla lur-
ta qualqucr que seja o vencidn, uo be verdade que
he esle um elemento csseiical de tosa a organisa-
oo publica? E nao demonstra islo que deve ter
havido ha inuilo lcm|ioalKum riele secreto em uos-
sa vida|H)l(ica, para ella se ler lautas vezes resumido
uesse antagonismo ardoute entre duas forcas chama-
das a obraren! juntas, c a ronrorrerem, cada urna
em sua esphera, para o bom rummun, para a adini-
nislraco conimum da sociedailc c do paiz? Oala
que esclarecidos pida luz da experienria deste meio
seculo fossomos vor que a mollior muneira do en-
tender a liberdade nao he contestar e perseguir in-
cessanlemoule o pmlor al que elle sucemuba. e que
o lucidor meio do fundar a auloridado hoassenla-
la em araulias liberaos e justas.
.Na ordeffl titira nao lia doulrina uiais manifesla.
Olanlo a situarn material e liiianoeirn do|iaiz, he
sabido o grao aclividade que reinal
me/es ueste dominio dos negocios e dos inlorossis
Paree-e que esla auluridade siispeudeii-se um mu.
inoiilu, 011 jiclo menos que o que ora 11 m ardor fe-
biil. aplacou-se um muco para nao dar lugar, seno
io mu miento ordinario desla |ioea do anuo. Nao
se Hideduvidar que ha 11111 anuo que se ;leui inani-
feslado um molhorainenlo leal no dominio ma-
terial.
11ra dar urna medida 'deste melboranicnto. o en-
verno puhliooii ha muros dias nina ovposicn li-
nuoeira do exerchno crrante-
As randas indiicclas foram avahadas para 1X52
em 37 mlllics mais do que liara IH.5I; ollas excede-
rn! j o algarismo das a\aliarOe,i|iriinili\as. Oaus-
inenlo he boje de SI inilhos. Todava por mala real
no soja o nogiosso da riH-oila publica nao doivar
lo havor um delict quo o goveruo liva em til in-
Ibes ; mas cuja uiHirlaiicia dimimio a seus nlhns
dianle do reconhcciniculii da aclividade da indus-
tria, do commercio, e da riqueza nacional. Assim
pois no ponto de visla poltico, como no mulo de
\isla niateiial.oaniio de IK52 doiva a Franca calma
-oh o Imperio de suas ninas insiiiuicAes, naquerando
no rapouso as prcoccupacrics tW outr'ura,leudo anda
dolioils; mas l'a/oiulo seus iiogucios, e sii ledindo
gosardos honelicios de nina prosperidad!' recupera-
da. Elle ddixa o enverno reconstituido e cnsrande-
riilo, liMcquauln he H-ssivol 1,1ra fazer o liem, e
iIi-m'iiiImi acado inleiramenlo de lodos.os eslorvos da
luda dos partidos.
A rcssuiTcico da monarchia iiu|)crial nao se |i-
de duvidur que ser 110 futuro o fado capital da his-
toria da Franca em 1852. o que se explica pclodes-
locameilto que produi em todas as condiciiesda uos-
sa existencia mlilica interior. Quautn situacoda
l'ranra na Emoia uu mmneiilo em que esto anuo se
araba, onde devoraos procurar os seus B) mptomas ?
Ser na ir.....ilido da acqiiioscencia do certaspO-
lenciasao imperio ou na lenUxUodeoolras? Itera na
ri'duocodo overcloauslriaco,da qual se talln recen-
loiuenle. mi na viagem du joven imperador a Berln,
em suassaudese eraaenadHcursoal lio evidenteque
\le- cada mov.....11(0 da Franca retumba nratVindameote
na Europa, o -en resullado he despertar unta mulii-
d.io de quistos que locam na grandeza iiiesmo, no
papel do nosso paii uomundo, no equilibrio ilaspo-
lencias. e 11.1 ordem ouro|ioa. Pnr umaciuncideucia.
mtranha mi auies inui natural tal>ez. acontece que
oeste mes......iiomeuto inhlicam-se militas obras, nas
quaes -o aclis alguma cousa dessas grandes quistos
do mlitica geral] dessaspraoccapa^oaaque nasoera
eipi-iiamoiilo daSOoluCAes aqun nosso pail he
arrastrado. I) Sr. Ficqiielmout rou/uja um livroqne
cmnecou o anuo pas-ado co.....ltalo de l.'ird l'ill-
menloR, a Halalerra eo Confnenle. Oulra bra,
chura vcui halar boje dos limiltl (Id Franni. S o
titulo diz o peusameuto da obra.
Todos ooiiliecomj o prlmeiro votnnie do livro do
senbor Kkquelmvnl, o bouradoesladisla austraco
laucara neslas irinieiras pagiuas mais do una idea
engenhoaa < nusala, mais do urna paasageni franca o
justa. Talvoipara maislldelidade aoaeu titulo elle
julgou-so multoobrigado a acusar inoessanlemeiilo
a Inglaterra e lord rainerslon pete qoellxerain o
olnipie nolizorain. t) Sr. Fioquehiioul reoonheoc
iinus grandes culpados das desordens da Euriqia ues-
te seculo: Napolcio coin sua ambicio e lord Pal-
mersjpu.com mus principios. Elle v catas desor-
dena nascendo da perlurbaco moral que so Introdu-
zio nas retacos entreo grandes govemos; mas nao
se iinlfr colimar fonle dolas 110 regulanienlo
dos negocioi do conlioenle donoii do imperio ? So
ha ruinado) nio podem elles ser de diversa especio'!
seu dcscnvolvimciito legitimo, na formado de seu
I "hIi'i lerriforial, nao fez seno cslorva-la uessa obra,
quebrando as IradirAes mnnarebicas, a que se ligava
seu eiigraudei'iinenlo prorcssivo, sulisliluindii a
instabilidadcaos govemosduraveis, lomando impos-
siveis os 1.......Hlenlo- seuuidos e pcrsisleules, os de-
signios maduramente concebidos, enervando ciiilim
o -colmenlo nacional. Quein se nao lembra disse
grito cloquenlo de Mr. Cousin u'uma de suas pagi-
nas sobre madama de l.ouguevillc: 1 Foi a l'runilr
(auligo i.ii tolo que commetleu o Ineiptavel orime
de ler suspendido o im pulso de Conde e da grande/a
nacional! o Allnal a revoluco em dreumslancias
diflerenlcs iroduzio o mesino rcsulla'do. De suas
viclorias, de suas Conquistas epheincras uo resta
nada, nada, seno a louibranc.i do Ulna smnbria o
inulil energa, c dos exeessos de enio daquelle. que
a levou ao som dos tambores a todos os campos de ba-
lalha.
I quo o autor moslra lambeni, he que no ilum-
nenlo dos povos ronlcm|Hiraiieos, emquaulu a imir
parle das lolencias europeas se ongrandecoram. so a
Franca Dcou estacionaria alierla o sem defe/a por
ha minios lodo um lado dv seu territorio. Nao lie do admirar
'que osespirilos se volloin s vezes para o-la- (no-
tos, quo enrona.....problema do destino europeo, o
que as agitein, cuino se fosse lo fcil rosolvp-las pra-
licanionle. romo em Iheoriu. He monos faril corla-
incnte lixar fronleiras verdadoiras no terreno, o so-
bre ludu guarda-las i|P quo Iraca-las no papel; mas
em lodos os casos iifi lie um esliido van oiiinpcne-
Irar-sc icio espectculo da historia da Franca, daa
condicies de sua exist.....i,i o do sua grandeza, iro-
curar de que lado csto as alllancas naluraes, ins-
truir-si' das causa, que lem podido em corlas horas
produzir lo >r.....pos o lo tartvcb revea depohi
do loulalivas que oxreihain Inda a |iromrco. lio
esle o ohjcrlo da liltcralura mlilica. Anlg;
ilissorlnvii-se sobre a miideracao dos poda
limde 1852 osrrevem-so ensaioi sobre as fre
naluraes da Franca. Os livros nao piulaui <
Jios ?
Mas na liltcralura |irniriamcnlc ilila ni
Ira cous aluda 1 Que obra oloqucnlc se pr
se prepara? Do que maravllha 1 imaginan
leni|Hiranea ms enclieu ueslis ultimes diasl
signal do vida don agora o espirito Iliterario como pa-
ra saudar o a.....iqae su acaba? He a elle q.....Ic\e-
inos desojar dias de ins|Mracao c de fecundidad!' '
enlrada dcsle novo periodo. lenha ricassearas para conqieiisarcm asque no'ro-
Ibcmos at aqu!
E todava um dos mais raros espirites deslo lempo
araba de onlr,iiiliar-se lias curiosidades liislorioasda
Russia, para nos referir o romanesco destino de nm
desses avenlureiros mysteriosoa que chegam a ludo,
mesmoao Uirono. Esle espirito he o 8r. Uerime,
o sua historia a dos Faltu* Demrlrh. Na liiitura
desla exisieiiri 1 aguada o perigosa, o Sr. Moriino
si' torna a adiar Cora a sobrio Jado, o a forra de um
tlenlo .110.1,1111,1,lo a medir-so rom ai realidades
ralis eslranhis, Nao Kvia nutro dia aqu meuuo
um evoiii|do ilis-o uissas siena, rpidas o fortes, em
que revive u avenlureiro russo? o pretendido lillm
'le tu......Terriver, he o son hroe desla va como
Columba ou Carmen, lmente cora a ovaclido his-
trica de mais. I ina cousa alisjucnda o fcil de
iinlar-o he que o Sr. Mcrinie larac sor lo bom
eseriplor nos ^us conlos do IraagiiuirJo, como em
suas bistorias vcr.'adciras; elle d lano realce c vi-
na leal s k'i>.....igons que inventa c cria, como
aquellas, cujas robos rconllieom dnoinnonlus i ,11.....
Donde veni i-lo-oiio da iialmc/a especial de um
tlenlo uanvllll.....na.......lutado para a narrar,,
ule
os leui-
i ha "ii-
mln/ ou
i ron-
yuc
lera sobre ludoem
a precUo d tra-
que
niea buje,
no romano
1 lll
qual foi a publica da Europa em 1815 e durante os i vivo
ou para o cont? OSr. Uerimei
sous quadrusa Ihinc/a, eclareza
:'. qualidadea mais raras do qui
so nu acliam nom no Ihcalro, no
em nada do que a imaginacii pri
Com elleilo, por muco que n observe a literatura
actual, he bal do Dotir-se isto. o que mais ralla Ir
una certaiuei|a na invonco. como na liiiguagem,
l,e essa Inrca secrati que so conten e nu so derra-
ma seno em parle, he uura coquo proporciona os fados, as (kSilAes, os senli-
ineiilose a-dillorencas de um ca actor, i fa/. vi>er
isside Ulna vida clara, real c lgica.
Oquefalta .........so seculo nao he cortamente a
arle do.lesenuilviinenlo. lio a arlo do desenvotvi-
montii justo. Cora algumas duslas qualidadea de
mais a comedia reprawBtada oolrouia nothealro
ti anco/, It Coraeao e a Dt.le, nao loria sido inlimla-
meuto nionos coutosla\ol ? Nolla havlam gennens
seuiduvida, bavia una idea aluda que mu.|iuucu
nova, bavia esbocos do cu,icleo. o uns longes de
cuslunies. Nas priinoiras sienas do drama parece
que tudo si- dispc para -o raprasentar um mundo
sis mais serias, c suas crises ministeriaes a cliamam
para um mundo mais real. O gabinete presidido
por lord IVerbv todos sabem que cabio do poder, leu-
do apenas existido alguns mezes, o anuo de 1852 o
vio uasccr e morrer. O ministerio ingtez rabio jus-
Ijiueiile sub o peso do plano de linancas do Sr. Dis-
racli, o qual era cerlameule una das obras mais no
lavis c mais hallis, e no poni do visla poltico
pareca o melhor combinado para desunir, neutra-
lisar o aunullar as oiqiosirftes.
Que resta agora da passagem de lord Derby c do
Sr. Ilisraeli nos negocios? Itesla cima de ludo
um fado inqiortante, lie a arquicscencia doschefes
do parlidu lory a liberdade commeicial, e s gran-
des reformas econmicas de sir Roberto Peol; mas
osla ailboso nicsmo nao iodo salva-Ios do naufragio,
ti ultimo gabinete uo linha som dnvida grande Tor-
ca na cmara dos ronmutus, sua maioria ora nuuic-
ricameute muco consideravcl, e elle liuha contra si
amatar parte das illusiraces parlamentares; mas
esta maioria era rnmpacla em face de adversarios
divididos, o elle poda viver ao favor distas divi-
sos: elle lirava sua razu de ser da impotencia de
cada urna das fraeces parlamentara em formal por
si mismas um governu.
A finca das opposioo. eslava ii'uina liga pnssivel,
que se realisou elfectivamcnle no iillimu momento
sidire as |,romslas lnauceiras do Sr. Disraeli, c
d'ahi resullou esla siluaco, nica lalvez nn Ingla-
terra, que fez subir ao khIci lord Aherdecn o lord
John Russell, lord Palmerslon e o Sr. Gladatone,
Sir Jamos i,i ih mi e Sr CarlM Wood, ii'uina pala-
vra, lodis os cholbs de larlidis, lorvs, vvbigs, pc/i-
im e al radicaos ropiaentados no novo gallineto
por Sir \V. Molosvvorlh.
Cousa eslranha,' lurd Aherdecn e lord John Rus-
sell leem-se oomhalidn em Inda a sua vida, e ei-lns
agora reunida n'um mainu minislerio. Ha alguns
lie/os a|,onas. Inri) John Kussoll despedir amarga-
inelrte do Rabinete deque ora chefe a lord Palniors-
inn, uqual pouco depoisaieu turno derribavalord
John llussell no Milauouln, o ambos boje se acliam
Junta nu poder. Por nina nova anonuilia he lord
II......II quo |ias-a ao /',iiv,i/M (l/"/,oe, e lord Pal-
merslon lira na pata do interior. Todava no fun-
do nu be nina anomala 18o grande romo pode pa-
recer primeira visla, he urna rombiuaco enge-
nhosa, ou untes palrinlica, que lem a vaulagem do
nao despertar iienhuma siiseeplihilidadc na Enrona,
o de deivar lisia as relaris da tiran llrolanhacnm
as potencia conlinenlaa, e do por lord Pilmenlou
i frcnlc da mainr forra nacional da Inglaterra, a
milicia, para cuja fnnuaco idle conlribiiio o auno
lassadu, (I iiuvii gabinete britnico reunir por
sua coiu|insco mulla elementa de fon;a c de
grandeza ? Elle be lalvez o mais rousideravol que
lem existido om Inglalerra. A unir cousa que so
Lale dizor dolle ho que he muilo cousideravel. Nao'
o fcil [ater sabir d'mna liga um toilor duravol;
he lu i, 11 que lanos chefes do laTlidos vivara mili-
to lempo juntos, sem que se levantan dilliculdadcs
e impnssiliilidadcs.
Isso hidoria ser assim. se de inuilos anuo- tara
,a nao se operaw na liiilaloira una real Iransfnr-
maco de tarlidos, o ge as dilforencas nu loudessom
a apagar-se. <.*ue dilferonca ha. mr cxciupl......i-
Ire os loria o os wiglis, entre as vistas do lord Abor-
dan o asvislas de luid John Itnssoll om inulta
muios do mlilica Interior 1 Rala a polilla atran-
geir.i, a accao da luglateria no exterior, oheaqui
que hrilha vordadeiraincnle o patriotisilHi ingle,
lio dianle date grande interesse que curvara indas
as trelonces lessoao-, he ello que roguta Indas as
inbiuacnos. Nu -e HJdc di-siniular que.....
estado nilireilo de assiguar os Iraludos diuloiuaticns
mana das
l'l
o;i niiiunerciao-, o mi.....00 do mudar
alfandega sem ralifiraejlo legislalixa. Al eniu
desde i fundacu do rogini.....onslitucional em Fran-
ca a- cunaras linhain o direilo de iutervir neslas
malerias, direitocontestado lelo goveruo na coslau-
raco. recoiihecido ,h'|Hiis,lo I8:gi. desmedidamente
isioiiilido tola repulido
N
temo
fiilun
liis a
.--_
ORESTES E PYLADES.
( rM Estsphsa da la MasUl.t.)
XXII
Sol nniuio./a vegetal be dado brilhar pola sua
lielleza apagada c sem arto; mas assim como um
diinanlu carece de um engaste dganle para fallar
ao. olhos, assim como um quadro careco de urna
rica guarnicao para obler o elleilo dosejatlo, as
imillieres carecem de um rnalo simples ou ele-
gante em rolarlo com o seu exterior o os liomens
1 para terminar eslo poriop um loniinlio sabio ),
os hoinciis mesmo no sao, como diz Aristteles,
"n uuahjuer oulro pensador, senao o que dellos
saljuiii fazer seus olfaialos.
l>isonios que Emilio era um rapiz nltn o bollo,
o eshiiidoino-nos rom alguma complaconcia sobre o
retrato que dellc trocamos no comeoD dosla liislo-
na. Mas alguiis dias dopois do sua chegnda a Pa-
(') Vide Diario n. 50.
nova ulerpret
|,orio. Oulra ,|S|M
uaasar para o U,M-
Irabalho- de -, r,j t.|
quo liimaiii i.m Sll|
quaes ilcier.u. 1IU.
rao legislativa w
lo CHiiliuiiai
|ij legislativo,
rada roparlic ,n
ule,.i liberdade d
ni im
i I.I..I.
llsid
[ is*i
abolido boje por una
a alias un lempo do iiu-
1 sonatas consiillus fa/
crolii a evecucn da
i. reservando aquellos
espea di, atado, o-
gAuer iroviaineuto a iane-
/ora em dianle o nrcan.....-
" i'iiiado mr capitulo* aocor-
iliopo lera vnta-ln sollio i ,
erial, delirado aoKilcr ove
diu
li lilla e qualro a.........no se seguirn! ? Cousa es-
Iranlia. diiiis gnvomu. se surrcdernin em Franca nis-
te inloivallo, o dos Boiirluus codo rei l.ui/ l'bilip-
ie. limera ainulo da Borona, odia bnpoa-lhe om
seu iMsrimuiiln condicois iusui|wrlaveis, ideulili-
cando do alguma sorlc sua clcvaeucoin asliiiinilha-
ces do iaiz. das quaes nao era culpado, Irritando
contra elle lodos,,. risontiiuenlos do lalriolismo en-
gallado, o entregando aos seus inimicos a arma-mais
tuorlifera talva, qual ella lucearabio. O oulro,
iiuouna parle do conlincule nio pedia amar som
iluvidu, mas que ttsera grandes e vordadeiros saori-
liciiis para a maiiu.eiico da paz, a Europa rodeiou-o
de dilliculdadcs e lacos, |io-lo em susKMla, o rum-
irazia-se s ve/es em enrraquecc-lo; licand
ila
tente quaudn poda la
lo, lalvez niesiun uei
poupados.
A Europa sdvia a
chamada mrsua pueii
engolillo o por seus ii
ica-lo n'um perigoo uolamon-
os disgustos pcssoacs foram
ranea, sendo neressariaiiienle
i, mr son passado, Hir seu
xorcer una grande
lincl
inlliieniii sobro o cnulinenle, era preciso quo ella
oceupasse o son lugar pelo poder territorial que nu
se oblom seno polas arma, uu pela inlluoncia moral,
pete proel)lisino da inleUigeocia. A nica nianel-
ra de fuer esuuecet os tratada do 1815 oa a a.
mover-se nos limita de um
ministeriorolalivamonle aooni|rogn dos funds,
Tacsso algumas das inudaiicas mais graves da-
tinadas a roonlenar a legislaro francoza com as ina-
(ituii;es adunes. Mr. Troplong em son rotatorio
cx|ioeos inolixos ileslas uiudaucas som dissimular
as quesloesque ollas irodu/ein. as quaes larecoiam
sHlIlcicnlomouto cortadas ,eln espirito da conslilui-
cn. Na ox|sisenios mi nis-a ve/ n rtsullui Indas libcracoes do s"uadu. O quemis unamos no re-
latarlo de Mr. Treptena be que este Irabalho parea
por momentos um bllelo,, quo nana um buigo
nmbale oulro o priuripiti d. |io.lero-som lariilha,
ris o joven provinciano lomara pello novo, nao era
iikii- o ine-mu liiiiiiiii. Ocamponez so bavia re
penlinainenlo tranformado n'um n fasliionablo
da mais alta categora, o nunca o talento do lin-
io mn, o qual imli.i gluriosamenlu obrado esla me-
latnorplioso, lizora resahir molhor vanlagons Lio
bem barinonisadas, como as que a naturoza de
Nnirinunl lloara liber.dini'iite ao mis-, Wu,.- Emi-
lio os'tavn 18o mudado no moral como no physico.
L rapaz eslouvado, jovial e ingenuo, que arda ha
pouco por Clotilde n'um amor, cuja pureza os ali-
jos podiam invejar, aorabo do qualro ou cinco
dias nao era, graeas a inadainesella Anglica l.ov-
:iiiii', senao um rapaz ordinario, como lodos os que
tcem dinln iio o sade. E todava mailamosella
Anglica ura urna joven modista das mais enten-
didas o das mais discretas: mas, como a sua parle
moral nao liovia rocobidu todos os dosoiivolvimon-
los sysleniolicos, por meio dos quaes una virgom
do clas-c iiiiimilialaiiionic superior ocha so em es-
tado de suslontar com sous sentidos ossa guerra
perpetua, qual se dou o nome do virtude ; como
porconsogu'.nle olla linha para ouvir o naturoza,
que fallova om seus vinto annos, otividos l:i" bem
preparados, como s do Emilio, dahi resullou quo,
dote Proel] llSmo, O qual lupprlmia do alguma siw- na en
io as lioiiieira-. I.uiz l'hilippe pareca ler resolvi
lu este problema priodeaenvavlmenlo da liberdade
mlilica, o de lodos os ineios da inlluoncia ptciBca
Sua mlilica mr niuilas causis, cnlro as quaes de-
vi -e coi Lmenlo colar a malevolencia de nina par-
te ila Europa, foi vencida. Ho por isso que as mes-
illas ipieslcs rcnasreiu ilomis doli, o se fazcui aiuda
brocharas sobro os Umita da Franca.
E-lo livlinho dos Ijmiltt dil h'raiiru, pon,lo de
parte toda a considerarn aclual, esla longo de ser
sem mrito. Elle poe notavebnenteera relevo dous
ou Iris mulos dos mais Imprtenla da vi,la mlitici
do nussn miz. (I que olio motn |iriiioipahneulc
ho qnoarevoliic.....ui longo de servir a Franca om
loiro ; mas muro dopois o aulor doxa
escapar olio, a lgica vai como pode, o ungido mis-
Iui,i-so nn teda a parte, a ee$0 uo he mais do que
nina serio do oiinipliraces mors, c u colectador
note esse iudi/ivel inconmiodo, que Ihe rausa Inda
a obra, om que o cmico o doxa serio o distrahido.
He preciso mis quo este pobre auno lindo so regoci-
je um muco, e no. reservo anulnos alguma alegro
aventura Iliteraria. Tema O Mundo dot Patearos
de Mr. Toiissonel mr muiln
toda a comedia, fjuo dirn "os lellnro, comed.
n'um aludo ornilholog.......a pintura dos pasaros,
lesnas Iciscilcscus cuslumcs.
Sm, certameulo. o poder da magia phalausle-
liana o da harmona da Inica com a dominante I
I) iiiumlu dos lassaros nao he na realidade a mais
iuvomivel ilomnnsiracn ,I.i o do procreen liuma-
nilariii M'lo iihalauslirio? A formula do gerifalte
lal qual a revela o autor, nao resbnic a prxima
ovolucu, da liuiii,iinil.ule. que deve fazer suceder o
reinado da inulhor ao reinado do hornera ? .Nao po-
demos uegAr, quaulo ao mais, que o aulor faz bos-
quejos histrica de una verdadeira novidado. Sa-
hem os senhuros. por cxomplo, Hirquo a revoluco
francesa Ion sido malograda mr duas vezes? lie
porque as asscmblas uo qui/oiain decretar a igual-
lade da miilhor, e mesmo sua siiporioridnite, seno
O or.
Tudo osla com elleilo uisl
dcs-
apozor das oxcellenlos lembronc^is quo linha do
ordenado de Mr. Robinol, ceden suin o nioiior
combale a aleicao quo aarrastrava para o u bel
lo coinpanlioiro do viagom, e eslo nao pozera mais
obstculos ao cumprimonlo ilos desojos impetuo-
sos que o empurra v.-uii para os brac/js do niadamo-
solla An(*olica. Emilio s conservara de sua pri-
mitiva o boa iialureza essa inslinctiva candura, que
leva todos os coroces roclos o puros a considera-
rom c prifneiro 1090 como definitivo, o a compro-
metieren! sriomento o fuluro por juramentos de
cierna ternura, som indagaren! se o cororao tomou
relmenlo parle nessa- paixoes improvisadas, nom
se o objocto amado be digno do tonta dodicapo.
Porque lodos as prodigalidades oslo nos allribulos
da inociil.-i,lc, olla negocio loo barato o fuluro, quo
nao compreltonde, como a sado, cujo preco igno-
ra, o a fortuna ( so a lem ) de que dispiie san lor
lido o Irabalho dcgauba-lu.
Emilio julava-so para sompru preso por esle
amor, cujas causis o tendencias uo poda expli-
car, o ftizia a si mesmo o offeilo de um passaio ca
liido no Ineo.
Emquanto eslava na preienca de Anglica
ininencia da innlher. Sabom donde voein
grata da Franca ? He da uiquidado da le slica.
K lamben! peto contrario a causa da grandeza da
Inglalerra? lio urque os Inglezcs fazem lodos os
estoicos mssiveis para assomclharcm-sc a mulbcres
barlieuudit-se sem re/imr.
Nao invenamos nada ocrtamoiite, e adiamos que
seria divertido segiiirinos anda o autor. A|ioslc-
1110* que mitro da quaudn lord Derbv e o Sr. Dis-
raeli cahiram do ministerio, foi porque se osqueoc-
ram de barliear-se, no que u destino inglez o a lei
do irogrcsso humanilario cslavam iguahuonte em
.falla.
>r felicdadesua, a Inglalerra oceupa-se ele cou-
gabiuete britnico parece solue lud
visla da siluaco da Buropa. Sunieiilo pde-se ,er-
guutar q.....-ircuiiislaucia nova iiido tornar farois
islas aproviniaccs, que lareram honlem imposs-
vi'is, cuino se a Inglaterra quteesao reunir tudas as
suas fibras. Quo ronllido se elcvnii? Que lula
ost eminente ? (Juo o luinisloru ingle/, rene nim-
ios elementos de lorca, nu so plle duvdar; mas
durar elle? Tal lio a questn a que sii o parla-
mento pode responder. 11 novo gabinete vai adiar-
se em prcsciic.i da phahuigc compacla dus lorvs, de
que lord Iterbv e o Sr. Ilisraeli sin anda dictes um
na cmara dos liuds, nutro na do- roimnuns, o o
afilie, o mu espirituoso chaiiroller do Usen, que
tem sin'.'.' objocto de muilos ataques, he corlamoule
homein de paea-n.- com usuia. Lord Derbv de sua
parte j dorlaroii qua-i ,v:'uona. 0 parlenionln se
aiiiuii depob da primeira tfectoHfip -'(" chete do
niiiiisleria, de lord Abordoen. o dopois da ferias
do natal he que se Inruaru a abrir as raudos dis-
cusses. Talvez enlu so os'larocain alguns dus
ni.vstoriis dista iriso. Em todoo raso um iinvo u-
terosse so prenda boje rnarelia da Inglaterra.
Dernafa nn he na Inglalerra rnenle que o lm do
a.....i se assienala mr crisis polticas, os plisa da Eu-
ropa uo oslo ass/ v igorosamonle organisada ara
nada iloivarom ah do si mismos. (I minislerio hos-
puuhnl tandiem araba do succumliir gravidadoda
tarefa que linha emprchendidn. Ninguem se esipio-
ceii ik que o senlior Bravo Murillu nprisonlara s
corles urna rouiiio de projeotos. rujo elleilo era ni
trodu/ir mulla mudanea eMenclaa na legis|ai*<
perior note genera a | mlilira da Poninsula. J fallamos distas inudancis
' as quaes se apngain buje dianle da peripecia, do qtlc
aUopanha liellieatro, Ha mulla vea alguma ditl
cuidado,como tedaiabem, em |iouolraros!'grodo,la!
ci i sos que se operam almdos Pv rios. A causa ina>.
aiqiareule da queda do senhor Bravo Murillii beque
cfiogou a una situarn extrema som lor preparad
lalxez os mcios de irnv idonciar sobre olla, e som es-
tar em estado do llraalill eran auloridaileasilllcul.
dada que o ladeavara ; ello rabio no ultimo momon
lo mr nao adiar um general que qui/esse ser minis-
tro da guerra. I) carador principal do nnvo m.nis-
toriu he ler vndo tara deso/cr osla siliiaro, qiara
apaslgur a irritaran da partida. A ralnbamil uo
parece ler sido atranha a esto roultado. Permltam-
uos. si'nnonlc mna olsorvaco. hoquoislo croa para
a i aioln Isabel urna situarn que nao dexa de ler
perig.....ilroumaconsliluic......irudeuloinenlo ou
uo doclai ada ilofoiluusa pela coroa. c una reforma
loruaila boje cortamente mais dillicil. taimo quer
quo l'or, o _.dom,le do senhor Bravo .Mu illo uo exis-
te mais ; porm mr um cslralil.....aprioho uo he
iara os adversarios mais naluraes deslo, nem para os
mais eminentes iiienihros do partida ronslilui'ioual
conservador, que o poder lassou. Pode-se mesmo'
oh-ocv.u um corlo cuidado cuiprcgadn em allaslar os
liomens mlilicis, que llguraram na couunissao mo-
derada formada em visla das irovimasetefoBaa.
Quaaafoa meintiros do unto gabinete? Onrcgl
denle do consclho, o general Itoncnli, he um ilos ofr
liciaes. que cresceram na ultima guerra de succes-
sn. Elle era. ha alguns auno-, governador de Cubl
tMternpoda primeira expedicao do l.opez. lina is-
l.ovallte, aqual era uiu.'i llloc.i 10:11 linda, C 0
anuvo com o mais encanlador o completo auau-
dono, Emilio gozava de unta plenitudo de felici-
dide, do quo nutici livora ida, c do qual ninguem
melhor que olio eslava em oslado do apreciar lodos
os eiioanlos ; nj||) apenas licava s, a lembranea
do Clolildo lornava a cnlrar-lhe na alma, o coin ella
os romorsos e a alHiccao.
0' Clotilde 1 dizia ello comsigo dirigimlo-
se p-ira a. alamedas mais sombras do Luxembur-
go, afini de ovilar o encontr dos estudantos que
all passeavain com o cdigo debaixo do braco
Inncando olhares liborlinos sobro todas as An;ol-
cas do que lio povoado esse igradovol jardn). O'
Clolildo, tu me amas sempro Eeu, infeliz que
sou, tornoi-tno para semprc indigno de la ternura.
ostou ligado por un amor fatal oolorno aumalin-
da moca, cuja" felicidade promelli fazer, o que
morrena duas vozos, se eu a abandonas,'. Emilio
ic.....usov dolor sou ponsatnonln nesla palavra
abandono ello volliva a cabera para laca-
la ao vento ; mas fcJizmonlo madimosella Angli-
ca nao persisti mais em sua primeira nelinaco.
lie verdade quo olla nunca bavia atoado com
periede inhnizadc pessoal parece existir entre elle o
0 general Narvaoz. He a influencia da rainlia Chris-
110a. que o general Roncali dovo a |msioo de presi-
dente do consclho. O lionii'in mais polilico lalvez do
gabinete ho o ministro do interior, u saibor Llren-
te. Publicista distnclo, o orador fecundo, o seulior
1 Im oolr era auligamcnte dessa frarco im il.iioi que
marebava s ordeus do senhor Pacheco. Mais rcccii-
leuiente elle eslava i-un u senhor Bravo Morillo. (>
oulros minslros sao liomens larliculares uu geno-
raes. He evidentemente diflicl, que desla coin>osi-
ro, c das circumstaiii'ias actuaos nissa resahir para
o nnvo gabinele de Madrid um carador bom preci-
so, e I >eio saliente. Elle procura precisamente crear
este carcter que sua urigein uo Ihe d ; esforea-su
l'o, viver, c trarar una liuha poltica. Como dizia-
lllos. seu |>i no i[ial nilalo he l,oo|no ai o alo ailda o
que bavia de extremo ua situaran da despalilla. So
olhassemus de icrlo, militas complicacoes se desco-
Im 111.1111 em lala osla eriw,
Quaulo ao lado politice he fcil de prisenlir-se :
be a queslo inesmo da rofonna roiislilucioial. E
o-la refurina se far agora ? O novo ministerio nio
hcsiluii ein irununciar-se iela sua iillidade, o a me-
lhor razu. que mudo dar. he tuda a bisluria conten-
Kiraiiou dajlesiianha, da qual 1 sulla que nao ha
gabinote, qiie uo (culta sido forrado a siyiprir mr
mcios dirlutriacs os mcios que Ihe dava a consli-
luicn.
(Is conservadous hcspanlioes, que repeliera absn-
lulamoiile esta refurma. uocoiiheceiiique ha Imias.
o,n que he preciso moderar as usliluircs para xi-
ver-se. Somonte u essonoial he que esla obra seja fei-
la madura e liv remonte, que seja esclarecida mr dis-
oussocs rollccldas, c ovile bula a appareuria de rea-
co excesiva, coin,, di/.o senhor marque/ de Mira-
lloros u'uma brurbura instructiva que publicou agora
sobre estas malcras.
Assim v-se que o anuo de 1853 comer na Hespa-
uha sobre nina cri-c ministerial acabada apenas, e
solire dfliculdadesiiiie podoiu nn estar anda apla-
nadas, lio rclicidadc siran Picnmiilc iseapar distes
ubresallos da historia contenMiranca. Awzar de
mais do um reccio leglinio, que poda haver, ha um
anuo, o rogimeu conslilucional lem H-rinuiicoidooiii
O em Tuiiii. o 0 Piomoiilo goza om paz de suas ins-
liliiecs livres. ti parlamento coiiliiiiia a sessaoa ca-
la hora mismo, e di-, ole a negocios do |iaiz.
Duas quesliVs essenciaes tem sobreludo allraludu
.1 allenro iiiblira uestes ulliiuos lonqsis, una boa
discussu da loi sobre0 ras;iineiilu civil, une leve lu-
gar no senado, a oulra he a apreseutaro do orca-
niculii que furucceu au inslilenle do consclho, v: se-
nhor GavouTf ixcasio de expor a siluacu liuaiiceire
do Piemonle na cmara dis deputadns. O negocio
d" rogulamenlo ib, easamenlu cv il ho srm 10 0I111111.1
duv ida o mais gravo, e o que pesa mais sobre o osla-
do moral do joven reino constitucional. He igual-
mente dilcl hujeevila-ln eresnlvo-lu. A quistan he
sempre sabor om que medida o railer temporal, c o
poder ospirilual devem concurra* para eslo acto da
vida. Aos olhos da igreja o rasamente he um sarra-
nienln. c s vale pela ronsagraro religiosi; aos olhos
da lei civil he um contrato, o lem mrsi misino luda
a sua forca. "
Trala-se de conciliar eslas duas iulcrpiTlarcs ta-
ra Imprimirn casamento a dupla sanrro religiosa e
civil. Mulos se bao de lenibrar, que roi volada urna
le a 0.I0 rospoilo o anuo pa-sado tela cmara Jos
do|iula,los .........le/a. Esta le tassiiu au senado, o
qual siihinellou-a agora a nina uuva elaborarn, sis
irodu/.iiido-lho nindlirariHs prnprias para ih-sar-
niar os eacrupnla do poiler espiritual. Cnuscguio o
sonado de Turin conciliar os iulerissis diversus eom-
rorudoenii| prometllda nata delirada quistan ? Nu sabemos
al que poni uo risullurium iiiconvenienles graves
do meiii imaginado telo sonado, o qual consiste em
casar-se de alguma surto prov isnriameiile perente o
Otado civil, mas licaiulo o easamenlu 1111II0, scuu
fur secuido da ceremonia religiosa.
ti irimciruartigo da lei fui regeilado, e a lei tosa
intoira licou ircjiihcada. de sorle que o governu po-
monta Inrua-sea adiar aluda om pro-enea dosla es-
luhiisa dilliruldado. Quaulo situarn linanceira
,ln >aiz. o oicainoiilo do IN.5I oflerece della resumo
inasexaclu, iiifeh/monlo olla nu so a|iresciila com
un apete dos mais brilhanlos. Domis 11 senhor
Cavnur sonda a chaga coin franqueza, moslra o ile-
liril quo tosa snlue as linancas picinonlczos. Esle
dolicil lera tara 185:1 do 25 milhes sobre um nroa-
ineiilo lotal de 125 milhcs. Para sui|iri-lo 11 saibor
Cavnur cunta fazer algumas economas c pedir ao im-
posto nov os recursos. As reformas, que elle propte
sin s.'hre o direito do sal. sobro a laxa tessoal, e dus
movis, s.''hro 11 coininorc'o ibre.rt''iiilosiria. Ac-
cresronla-se um inimstosobre as carril.,
ras. Eslos novo, tributa deverto na-cssai.. ,.,,.,_
wpplanlar inuitus inlercsses queja oslo sollrendo.
lio una dosgrai;a rorlanienle tara um rgimen que
se funda agora, fazer pagar sua boa viuda aos levos
mr aggravaoodc mposlos. A sabedoria o pruden-
cia do goveruo picmimle/. devem all iar o mais pns-
sivel o fardo, sob uqual vcrgaoasm|tulari"ies pobres,
o laboriosas de corlas tartos 1I0 paiz.
A Turqua continua a oceupar assis vivamente a
opiniio om Indos os graudcs estados da Europa.
Nao se Mide dzer que mal fe/, ao governu da Porta a
recusa do ralilicar esse malfadado emprostiiuo. que
alias ora lo ougenhusamonle ronibiuado para forne-
rer-lhe os meiiw de sabir d'uma rrsc lerrivol, e mic
em -cu- intonsses os pequeos ojuilalslas da 11,111-
\.t o da Inglalerra, assim como"osiabinoles do Pa-
rs o de Londres. Esla resoluoo que nao sabemos
'I".lil" o abri rcpenlinainenle os ullios aos mais
conliados sobre as rhagns do iin|terio oltoiuauo.
Al eulo o o-i'ii iio ile civ ilisaoo livera o favor do
sultn, e se eslo espirito peuctraia lao Iciilaineulo.
nessa sociedade Ido rebelde a lodo o pensamoulo, ile
reforma, icio menos eslava na ordera do dil, c po-
da Iludir.
Aquellos mesmos que pela indolencia, que viam
nos hornea aparragada de rcprescnla-los, duvida-
vam do ileno successo da empreza, sculiam-se in-
clinados indulgencia nos juizos que formiilavam
sobre o estado e- sobre o fuluro da Turqua. Por
ntaisdisojoso que se losse boje de adiar materia de
elogio ua mlilica da sublime Porta, nn se pedera
loco de censurar o mo caniiidio era que alo go-
veruo so onlranha cada vez raais. A prohihico iu-
timada aos paquetes eslrangciros de fazer o servirn
do Ikisphoro, e o inlerdiclo que solfre a circulacu
las uiw'das estrangeiras na Turquia vieram ajuiihn
novas fallas, as fallas que se curadeiam d'alguus
mezes tara ri ueste inalfadadn paiz. He lias mais
illas regies, e sob todas as (tamas, que reiiia a
influencia finala, que ana-ha o governo turco a
urna serio do medidas falaes, o as intriga quo der-
ribaran! os ltimos iniuislerios sitiam o proprio ser-
rallo}.
lauto ardor o verdadoiro desinteresso; norquo os
amantes foilos pelo modelo do Emiliosao mu ra-
ros om iodos os paizos ; mas nao dava ao vocabu-
lario do amor feliz a sgniGcacao positiva, que Ihe
allribuia sou ingenuo amanto, o eslava longo de
lomar ao serio todos os imprudentes protostos, quo
Emilio Ihe prodigalisava na sincoridado de sua al-
ma. O-enliiiioiito, ou para melhor dizer, os son-
[imonlos, quosubjugavain nosso jovon viajante,
alisorv 01111 do tal modo suas idea-, o paralysavam
lao completamente seus projectos, quo elle nao
cuidava mais om fazer uso do seu b Nieto de or-
dem, nom do sua carta deinlroJucciio para Mr.
Millar* la
S um mozdopois do sua chegnda i Pars lie
que Emilio foi levado a notar, quo a oonipanliia
de miulainosello Anglica som nada perder do at-
tractivo i|ueo soduzira, nao olTurecia ao espirito,
do quo ello era mimo molhor dotado do quo sul
linda amiga, todos os recursos quo se pfldom de-
solar. U amanto do madainesclla l.oyaul luncin-
do-socom os olhos fechados n'u.n mundo de deli-
cias, do qual ignorav o alcance e o resullado. nao
sabia quo > sociedade levada alo aos ltimos limi-
ta Iroz cotusigo um conejo do salisfoces unifor-
mes, quo sao viiinha.s bom prximas do enfado.
J o par amoroso ser,lio-se ligoiramento fagodo
dosoxlases, om que so engulava vinto o quatro
boros por dia, disperdicando volupias, quo podc-
riam fornecer urna carreira mais lonya ; um por-
que nao liuha idea nonltuma doarranjo das con-
ferencias, oulro porque julgava opponuno apro-
voilar um tetnpo, cujo tormo mais ou monos pr-
ximo previa. Ambos tinhan sonlido a imperio-.,
nocessiefade do urna disiraccao nossn carroira do-
masiadimente cheia do gosos. O Prado ei iber-
lura da Grande Cbiumire Ihes ofloreceram oc-
casio de desenvolver com oulros e nio com olios
o luxo das soduccoos, de quo eslavam suporobun-
dantomenlo prvidos. Emilio sorprender sem ft-
car mili disconlento o olhar que sua lerna compi-
nheira lanoavg a uns rapazes bom foilos, e ello
mesmo unsaiaudo com alguns esludaiiU de dis-
tinecao espassus de dansa earactorisadus, u oulros
quo aprenda ha quinzo dias com muilo bom suc-
cesso, couiei;ava a comprohonder a verdadeira uu-
lunva dos sonlimenlos.queo lornaraiii perjuro ao-
seus primoiros juramentos do amor.
XXIII
Quando Emilio aprcseniou-se uiu casa do Mr.
MUTILADO


Salie-sc i|"*' onlroriainentc ao liso, rondana-
nieute a lei rundamenlal ilu ini|ierio, Ahdul Med-
jid lem Vitado mor, cm detrimento de seus IIIIhm,
0 -u irino Abdul Aij, hordoiro prejiimplho do
podar.
Eslo aclo de generosidade, que inoren: lodoolou-
toi to ponto de \isla d.i huiuamMade, nao loe cn-
1 reanlo brllliaiitot oonseqitemiin poli tiras. Ohmio
do sultao lem-se tornado o centro de toda* as ma-
noiiras, qne pAem fioje en pectoo os |iouro* bens
reilos durante os nltiinos anuos. En quanlo o joven
principe se applica voluntariamente por roslo, por
poliliea .1 lisonjear osprerniiceiios dos vetlios luiros,
u despenar n laualismo, t u tornar ;i por en proli-
ra aquelles dos anillos cosluines que parerem me>
nos couformei a moral dos tem|K> modernos, o sul-
tao ti eme pela s:ia vida no palacio, onde leude cada
\e/ mais a conscrvar-so encerrado. Todas as noites
tuu 'nal. a sullaiin Valido1, julga eni sua lerna snli-
rilude jid para inelhoruarnnll-ln contra alquina lenlati\a
criminosa do amiuos de AImIuI Azis.
Ijii quauto as intrigas do ser mi lio loman esla do-
loma gruMdade, a insurreirm dos Itrusos, c a do*
Houlenegriiios nada perdem de sua importancia.
I-ira jw bem provado que as tropas imperines foram
halidaa uac\pediro, que dirigir um contra os rcliet-
des do Lbano. Somcnle o iiciieral turco qui* eobnr
-n.i Mc-li-ii.i con mu semillante de dicnidade; elle
conceden aos remolinaos um armislicio sol pretexto
de dar-Ibes tempo de vollarem a nielbores sentl-
menloa. Uto Bignilira, qu elle Mies deixa IihIo o in-
vern para prepararom nina resistencia aluda mais
loimiilavel. e que na primavera as tropas oltuma-
nls leularo alcinii no\o ataque, o quid lera anda
menos poasibilidado de ser (cIik.
He con esta triste condicao que os lurcos cover-
naiu una parle do \aslo imperio, que possuem ;
hu' nominal que real, sen dominio lie a cada m-
ntenlo contestado sobre diversos pontos.
todava o I rusos fa/em menos bulla que os Mon-
ten euri nos,
Estes oceupam todos os das as cen vozes da im-
preusa Allema s*ib lodas as formas. A bistoria
sal. Todos osles luteresses nos precedorao e nos
sohremerao, ello eram lo honjem, e sero de ama-
ulifl; mas leiusuB* pro vas o seus eclipses.
He denles tirandes iiileressos, que se deve desojar,
quo a ultima ora de 1n.',;i os sebe florescenles o
prsperos. He a ellos que se dove re|elir anda ;
[hus anuos! {/teeue den Deux Monde.)
2
r

PERWMBICO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
1. astiao' orttaaria m 2 de mareo de 1863.
Pretidnictu do Sr. Pedro Cacalcanti.
A's II lloras da manba, feilaa cbamada, verlliea-
sc eslarem presentes 27 senhores doputados, rallan-
do rom causa participada os Srs. Joaqubn Manocl
Veira de Mello, e-sem ella os Srs. Manoel Cavalcan-
le, Francisco Joao, Jos Fclippe, Velloso da Silvei-
ra, Alvos da Silva, Moroueio, Catiro l.eao, Mu id
Moiileiru, Haplisla e Aharo.
(> Sr. Prndenle declara aborta a sossao.
0 Sr. 1. Secretario l(> a acta da sessao da abertu-
ra que lio approvada.
O Sr. i. Secretario menciona o seguiole
EXPEDIENTE.
t'm ofllco dosriibiir dopulado Joaquim Manocl
Vioira de Mello, participando que por motivos impe-
riosos, dcixa de lomar parle nos Iraballun da assom
Idea lias prmoiras MMOQI do me/, de marco.Inlci-
rado. f '
Oulro do primcirosecrolario da asseinbla provlo
cial das Alagoas, remetiendo una eullcrcao dos ac
losleirislalivos daquella assemblea, promulgados na
scwSo ordinaria do anuo passado.Para o areb\o.
Ol tro do secretario da provincia do Amaiouas, a-
compaiibandoa reme.-sa de duas eollecenes los arlos
promulgados no auno de IRh pela assemblea da-
quella provincia.Igual deslino.
Oulro do secretario do-presidencia, remoliendo Ti
evemplares da falla eom que o E\m. presidenlo da
fOViQdl, atiri lionlein a sessao da asamblea.
l)jstribuiram-se.
a geograpbia, e osroslumes do Monteneuro sao mu I OuIrodomoMiio, la/endo roinossade17 oxompla
dos nteresses do momento. Nos profundos es tu dos
deque osle paiz he objerto do oulro lado do Hlien",
rei'inlicceinos cuui parlicular satisfacao o filelo, que
i'iii producido os Irabalbos to numerosos publica-
dos ba de/ anuo'* pela /irme, sobre os Sla\os do
meio da u'iima justa previsto do futuro reservado
eslw potos. Os lurcos de sua paite toinam nmito
ao kerio a qneslao do Montenegro. O evereilo da
Itosna recebe de lia milito lein|M lodos os reforos
'pie I he podem enviar de (Innslanliuopla ; mas este
evereilo lem inunciisas difllculdades a vencer para
11111 i 11 o prouresso audacioso dos Mouleueurinus.
Sao s<> estes llie oppnem lodo o eutliusiasino de
mu patriotismo e lo sua coragem do alio dessa for-
lale/a natural, que forma a Monlanba-Nema ; so-
nao lainboo os Itosniacos.anda malsubmeltidos de-
pot d'iiina lonoa ueira. ameacam de croar-lbe dif-
liculdades cabindo-lbo sobre a relamanla. Assim
rosdorelatoriodoins|H'rlor da Ibesourariada fazen
da provincial.Weiilieo destino.
Oulro do secretario da provincia do Amazonas,
enviando um cveninlar do rotatorio, que em seguida
ao do i: vii. presidente do l'.u, e em virlude la ir-
ealar de I I Je marco de H'iH, Wi 0 Kvui. presiden-
te daquella provincia Jlo Haplisla Tenreiro Ara-
nba.Para o archivo.
Oulro do secretario da provincia le Minas-tieraes.
remoliendo dous evee.plares ilo relalorio apreseuta-
do a assemblea ilaquolla provincia, pelo presidente
agosto do auno pascado.Para o archivo*
Oulro do mcsnio, acnmpanhuimoa rerOOlM de um
exemplar do relalorio apre^eulado pelo nrosldenle da
pro\ incia assemblea reSpediva em "i de marco do
auno passado.Para o archivo.
I na reprcM'nlacao da stniedailc denominada DOT
as hopas lunas inarrham con grandes preeaucoosj Amibos, da tiraa-llrelaiiha o Irlanda, d huida ao.
.7
nir entre |>opulan)es desconladas contra um inimi
eo bellicoso, proteuido |M>r urna pttBlQSo ipuisi inac-
cessi\el. A populado do Monleiiogro est'toda de-
baivo das armas ; os velbos e os monillos guardam
as casis, os lioineus cnrreui em miM para a frou-
leira. Neslos luuares, onde o oslado de mi erra rei-
na quas em |H'rmaiicucia, lodo o ridado, por po-
bre que soja, Osla armado pelo monos de duas pis-
lolas, i|ue nunca I be saom da rinlura de dia, e quo
repousam de noilc aoseu lado cuidadosamoute c;;-
regadas.
Se asespiuuardas sjo menos ('.Dinerosas, a Itussia.
o a Auslria alii OSt pan fornece-las. Na VOrtla-
de fallapiafijnleiumieiiie a arlilhaia aos Monle-
|"V ,iim-, esta ii.in be a arma dos povos primitivits;
-fias se os turcos sao a osle respeilo mu superiores
. aos Monleuegrinos, eslastiporioiidade nao pode ter
unsdcsliladeirns, onde a arrio so eoncculra, as con-
sequoncias que loria em campo raso. Osllootano-
uiinos procuram sobre ludo a uueira de sorpre/a,
na qual sao eveelleules, e onde a arllharia be mili-
tas venes um embaraco. qnasi sempre um appare-
Ibo intil. Apczar das vaulaueiis ii|rou(ostaveis,
que possuem os turcos a respeilo do armamento, e
do material do guerra, a sorle nao lites1 parece favo-
ravel, e devo-se infolizmenlo leiuer que a Turqua
d ut-sla urcasiilo uo\a prova ilc fraqtieni.
Se diNles pontos diversos *\-\ Kuiopa Lineamos os
(dhos alm dos mali"<, para o no\o uiuiido, l se agi-
i-.iii anda quosloes de ordem militas vaca diuYrcn-
lei, mas %\.\ de menos alcance. Para loinar-llie lo-
ila a grandeva be preciso penetrar o ilusiono da vi-
da dinua Mea poddroaa, romo a anulo-americana,
dessa rouquisla porinaueulo, dessa lula nuil liwlas
as fon;as da naturea, do*M trabalho &iuaulesc.i,
rujo resollado be levar a elvilba^ao ;>* rogiSes mais j
lonuiuquas.
Cada anuo, que se poaKf, OKlarotO algum novo
progrosao deala prodigiosa potencia. Como so sabe,
OS Es'ados-Liiido estn boje u'uma especie de i ai
lerrouuo polilieo entre um presidente, cuj poderes
van lindar-se, e um presidente U elelo. (pie eulij-
ia brevemente em evercieio,
Osonhor l'illimne dirigi ao cungresso de Was-
hington sua ulliina inensageni, promplo a eSGOT do
poder, ao qual subi pm una cuciunslancia forlui-
la. licrtjiueule ba nina urande/a \eidadoia ne-le
espeetaeolo dhim simples ridadao, que delta um
pollo supremo par* voflar vida privada. Dando
roiiladw progresos que fez aiuda esleaunoa liu.io
americana, o senhor Fillmoro pode allrihuir leyli-
inainenle a si urna parle ilesles i calillados.
A mensagcn do presidente dos rislailos-luidos
lora em uuiilos punios de poltica interior e ejfle-
i ior, os quaes lem uecessju ianieulo um loUtresse -'.
norhojeera presenra da iiiudanca prxima "V"
leccinsUIH-'- -""' ' I .. ...i m M, |KiiieroM< wisuv, .'siiinoiile o
.unore lembra coin auluidado, e corla-
.emi iiOOfttra depropiwilo, no uioiueuln em que
o parlido demolala val subir ao poder, esla grande
iloulrina da nao nlcneiu.lo. que (em sido sempre
uuiilos phnieiros diurnas dos estadistas da Cuido.
A monsagom do senhor Kilbnore pro\a as boas re-
ia*"es dos BsladosI nidos a da Burojn; ella ho
mesino moderada na passagem quo di/ respeilo a
Hespanba e Cuba, deivando lodavla enlrever o ver-
il, ideiro pensasnenlo dos Kslados-1 nidos, quainloha
alguIM mozes o uoverno de Washiuutou reciisou ac-
ceder a urna proposla da Inglalerra e da l-rauea.
>Ma proposla tenda a assignar nina coiivencao, pe-
la qual os Ires govemos desisliain de toda a inlenco
ile obler |H>r nina via qualquer a pose>s,in da J11,
de Cuba. O uoxerno de W'asliinglon desiste de to-
llo o projeolo para fazer honra ai direito publico ;
.....Srecusa entrar na romenc/io, re-cr\audo as-iin
" direito da ainbiriio e conquisla impular. Elle
bem sabe qne aeslaejeeslo oaodeve loirontellcr-se
posto que lamboin nao do\a olba-la iudillerente-
inenle.
Asthll niaiehae so deseiividve a IniJo americana,
em quanlo que ao sen lado, o .Mxico cabe cada vez
mais na anarehia. Sobro todos os pontos relenla
a iiMiircirao. todas as provincias estn em fugo, o
nao m p(kle mais prever onde parara esla dissoluro.
No ineode lodas oslas cenas un dos episodios mal
curiosos he cortamente a conquista da provincia me-
xicana Sonora feila pof um franco/, Mr. de Haous-el
Hnulhon.a frente d'uma cenlena de nossos compalrio-
las. Mr. de Kaoussel BoiiIIkiii baleo j um corpo do
evereilo mevicauo, odie nao parece liomem de pa-
raran. Estranho destino do secuta XIX verre-
uovarein-M! qIuuiis desses accasos, o uol|>es de auda-
cia, que lizeram a fortuna dos primoidos explorado-
re da America!
I aos sio alunos dos traeos movis e cararlcrisli-
os da historia da Kuropa e do Noxo Mundo aflora
(pie o auno de IH.V2 vai perder-se no pasado. Cri-
-i'n minisleriaes, reforma de coustitucoes, insurrei-
ces, e dtscoasoes (larlaniontares, ludo igto he a su-
perficie ; no fundo o que se agita, he o destino hu-
mano, boa liben lado moral, he a civlisaro univer-
soheiaiios o a lodos tw que uoxeriiain as nacoV- em
que se professa a roligiao cbrisla. sobre obJeclOS trn-
ilenles niesina.A' conuni-sio de negocios oecle-
siuslicos.
lio requerimenlo de Benlo Francisco de lana
Torrea, professor publico de instrurcao primario do
segundo grao da tita de Pao- l'Albo, pedlndo ser ju-
bilado rom o sen ordenado, na ra/ilo do lempo de
nenien.A' COmmissflo de insliuccao publica.
(HtfiKM DO DIA.
BMtWt* df POWiHaSO'e*.
Corridos os diversos escnilinios, o apuradas is
scdulas, do em resultado lirarem as ciunmissoes
c.....postas da mancha seuuiile :
COHttituiruo' a imderet.
Srs. I'ortella.coin tft votos; l;iguoirado.\lello.eon
IH o Domingos deSouxa l.oo, eom 13.
Fazenda e ornamento,
Srs. Mariol Monlelro.com ID votos; los Pedro.III;
o Manoel Joaquim. l.
Cnibis.r despez nrorHHOss,
Sis. Goedesde Mello, eom -2\ votos; Oliveira Ma-
ciel, 17: e K-tclila. I.*.
Obra /nihUrns.
Sr-. Mello Reg, rom Mi VOlos ; lunacio Joaipiim,
rom 15; e bario de Canlbarlie, rom 15.
Hedaroe* (/ Srs, Auiiiai.roiii2n voins; Mello llego,IT; eCor-
rea de Ibito, eom 15.
In*lrtiiriui publica,
Sr-. Varejao, rom 1 votos; Maccl Monleiio.com
IS; Haplisla, l.
tjstatielica.
Sr>. lluro- BarrefOtCom 17votos; PiolodeCampos
l; o Tiuueira de Mello |;l.
Jn*Hrii civil r criminal*
Srs. Manuel Firroiiw.c.....15 votos; Estelia.ll; o
Haplisla, II.
Negocio* eccicsiaeticot
Sis. Pinto de '.amp'n, rom Ovlo-; Varejao,:*);
o Villela. rom 18.
i:.ritmc dus poiurat ntuniripaei.
Sis. A.Jos de Oliveia.roui 17 VOlOSJ Sa Peroira,
17 ; e Auuiar, l.
(hrainciiiii municipal.
Sis. Augusto d'Oli\eira,com M ; Paes llanelu,I;
e bario de CapibarlbCi 12.
suudc publica*
Sis.S IVreira.rom 2 volos; Ai|nino,Hi; e Bar.
ros 1 alejo, l.
Pelico'ee,
STB. Han..-Hauelo, eom'* |UIMj,)us deSOUXS
13;
or'-
Costa *
'.es, H; e Ibto. M.
Milleroies eslava on trajo de fasbonable ar-
mado cniKuurra. O leo mus decanto do Jo-
kuis club do boje nao poderia acbar que notar em
s.eu irago, desdo as botas enveruisadas, quadrada-
nioiite ilesenhaila- por Fiz Patricb, al scu chapeo
do castor branco, om forma de ballo, de Chorvy.
Scu coltelo de scliin prcto bordado de azul ro-
velava um corlo arisiocralico, cm que o engenho
iipoi i>r do Ilustro Blann pozera sua asignatura.
Sua gravla post eom arl segundo os principios
ii, ii- ortodoxos saha do armazem de madama Boi-
vin, o fozia rosahir a simpliodade real de urna
carniza de Louii lloussay, o qual crea va oniao
foros d'arte o de lalonl urna ndusiria, cujos be-
noricJos coner;am a vulgarisar-sc,
Mr. Milloraies, que como lnanceiro nao Imha
gosiu, masque tiulia porspicacia, vio eom um
lance de olhos lodas as disiuceos superlativas des
s<> trsgoqiiarevolavn anda de lon;o um fidalgu,
' iralou a Ku.ilio eom lodo o respeilo, nois o ban-
Mue.ro, iiBeciandoos formas rues o caprichosas
do mundo irabalbador o apressado. nio poda re-
cusar aitoneocs insjinciivas aos signes exteriores
lendio no empate dos vol* laxor do
Hilo.
Ij'ijisUlrH' .
Srs. Castro l.eao.comi IK tolos; Poitella.l; c lir-
naclo Joaquim, U.
Ordenado*
Srs. Paefl ltairelu.com 17 voto; ManoelCatalcanli,
l ; Coila Gomes, l.
Fijrwuo* rfo rea policial,
Srs. l-'lorencio, rom l tolos; Manoel llatalcanli,
l ; e AoRUsto d'tHivoira, 12.
iendo dado a lioia
o sr. Presidente d para ordem do dia da sosso
aegalute: prmelro, dlscussSo dos projectos n 2\,
epprovando oregulamento de 12 de mam do auno
de iSl, promulgado pola pie>ideucia arena lia
instrurcao publica; u. 211. evlin^uindo O limar de
adininiHliadoi do Ihealro deSaot Isabel; Heguudo,
disciissao do projoclo n. Js, que d ao municipio e
e oulr'ora eomproheudit a enliga (resneala ileEsj;
lercciro, discussao do projido n. ;I2. concodendo a
Fillnpe Mena Calado da roosera Rexlrardlo de 3
loteras, aliin de crear o promover a industria
do bivo de seda na provincia.
Ilonlinuarao da SOgUUda dis
Floree.
I.eitmade projcclos o puecCTes; o letana ases-
nao: eran duas horas da Urde.
CORRESPONDENCIAS.
Sr. reductor.Em 1837 soffri no Rio Je Ja-
noiro una moleslia do pollo, r|iio "niiilo me en-
commudava, e cuja cama era sabida. Hecorri a
varios mdicos de grande noinuada, o lodos me
aconsolharam proparaces inonuri.Tis, de (| uso : lodavia a molestia nan ct)oii, upezar dos
osForcos dosses mdicos, alguns nicus ntimos ami-
gos, o do sincoro dosejo, '.1110 tinliam do cu-
rar-me.
Em 1839 a molestia desapparecou om virlude
de urna applicncoo eviena, aconselliada pelo l>r
Silva Continenlino, mas comecci logo a solrer
de urna opulencia, cuja raca oelegancia invejava
om sogredo.
Urna carta daquelle toloirau de ReLecourt,
disse elle lazendo saltar o sinots do banquoiro do
Dijon, <|uequer essecliaro amigo?... Urna in-
trodticcao !... Milito mo lisongeio., senhor, pela
honra de conhecO-lo. Em que poo'.erei lor o pra-
zor do ser-lhe til ou agradavcl'/
Eu sou, responden Emilio levomento sor-
prendido do obsequioso acolliimenlo do rico ban-
queiro, masquecomprohondia admiravelmenla a
necessidade do mantor-so ao nivol d s apparencias,
que Iba oblinham to alto favor, scu estranho em
Paris, e como linha do recebor do s nitor urna ha-
galellado trezonlos luizes, nao quii apresenlar-me
n'uma casa lo rcspeitavel, sem saii'dar o liomem
honrado de que ella icm o nomo.
'__ Su ti eu, senhor, que fico mui lo hoprado po-
la sua visita, e agradecer! a Releoouri osla von-
uiguin. Estranho em l'aris. conlini iou o banquet-
ro dando seguimonlo a idea que o tiuha impressio-
nado, pcrmilt-mo, meo charo snibor, que lite
diga que suas carus de naluralis5ao na capital
das boas ntaneiras, oslao escripias eom letras de
horrivelmente doi efleitoa dos remodios anteriores
al 18(3.
Ku havia lido o Organon de Hahnemann eom
lodo o cuidado, e tuccessivamenle li e esludei ludo
quanlo se (oi publicando na Europa a respeilo da
homoMpalbia. Adoutrina agradou-me, porque
olla se apresentou fcil e clara ao meu espirito,
mas livo ropugnancia de seguir um tralamenlo
longo, como o que exigiam os difforonles pheno-
menos dos meus soflrimentos, apezar do viver em
constante o rigorosa dieta.
Em 1844 vim para Pernambuco, e molhoroi
coiisideravelmenlo, tal ve/, pela mudanca de clima,
ocomaminba residencia no campo. Em 1848
chegou a esla cidado o Sr. Dr Sabino Olegario
Ludgero Pinho eom o nobre lim do propagar a
liomii'upatliia ; o logo.no come;o da sua pcopa-
,,'iiiila e da sua clinira foi obstado e guorreado pe-
la medicina oflicial
Eu, que nimio desejava ver praticamento o
desenvol vi ment das doutrinai, que havia esludado
eom lano esmero, som nunca lor visto aoSr. Ur.
Sabino, nem liaver trocado coin elle urna so pala-
vra, era enlrolido a menor relacio, tomoi a meu
carjo doffendor, nao a pessoa do Sr. Dr. Sabino,
que nao procisava da minha coadjuvacao, mas a
doulrina de Hahnemann, que eu luppunba ca-
lumniada ou mal entendida em lodos os seus ra-
cionaos fundamentos.
Dcpois desto meu aclo lodo oxpontaneo, e filho
do minhas sinceras convicces, live nesse mesmo
anno a prova da ellicacia dos remodios homicopa-
licos, nao so em mini como em pessoas do minha
familia.
Em 1841 o Sr. Paula Carnoiro curou-mo do
urna ccphalalyia chronica, arhando-me preso
fortaleza do Bru; o om 1850 tambem racobi dos
Srs. Drs. Sabino o Luz. oulro irahmenlo na mos
na fortaleza, sempre coin o mais feliz resul-
tado.
F.m principios do 1851 roapparocou a mesma
molestia de pello, de que linha sido victima no
llio do Janeiro, eom lanta inlensidade que quasi
me impossibiliiou dosalur a ra. Eslo incidente
me obrigou a osludar por mim mesmo a minha
moleslia, leudo eom luda a alienco o tratado de
Hahnemann sobro as molestias chronicas o o do
Jahr sobre as molestias de pclle.
Ilavcndo-meu Sr. Dr. Sabino feilo presonjo
de urna rarleira eom .10 medicamentos, romocci o
meu iraiamcnlo, Cazando asapplicaces aconselha-
das por lodos os amores que consultei, proporcio-
nando-me o Sr. Paula oulros remodios, que eu
nao linha. O cerlu he que, depois do Iros niozee
do um tralamenlo regular, fiquei completamente
hom, som o menor oncommodo nem resiillado
dcsagradavol.
Entretanto live occasio de fa/cr muilas ap-
plieaiiies pessoas do minha familia, e do meu
ronhcciinenlo sempre eom o mais feliz resultado
No auno prximo passado, pi sonhor da doulri-
na c da pralica, leudo obsorvado por mim mesmo
a marcha de muilas moloslias, live occasio de cu
rar eom uina immonsa facilidade militas molestias
graves, nao so agudas romo chronicas.
Mais do sessenta curas, operadas em |iessoas do
meu coiihecimenlo, e pobreiquo me procuravam,
criaram om mim a profunda conviceodo qne a
sciencia dollalinumann beiirfi vordadoiro prodi-
;;io do espirito humano, mas quo o sen desenvol-
vimento pralico depende de nina certa aplidao para
a verdadeira apreciacao los symptomaso escollia
dos romedios appropriados.
iMuilosdo meus amigos, enlre os quaes conlo
coin prazor o Exni. Sr. Dr. Francisco do Paula
Itipii.i,i o o Illiu. Sr. Bernardo Antonio de Mi-
randa, se empenliaram para quo ou eslendesse es-
la minha pralica, coroada por to felizes successos,
al em pessoas do suas proprias familias, eahrisse
um consultorio gratuito para os pobres na minha
casa, e podesse [ior este meio ser til liumanida-
de solCre.Jor.1, aos meus amigos e prenles, o o
lodos quanlos quizercm ulilisar os meus conheci-
ntenlos, adquiridos torca do muitu csiud^ j0
ni ii -11 applicaco.
Convmdo coin o desojo dos tr;U4 amigo!, e de
inuitas pessoas do inei; onhecimento, tomei a de-
lihoracao d; ;;jr oln minha propria casa um
consiil;-'rj,, grainito paraos pobres, onde recebo-
rao nao so consultas como romedios gralis, dedi-
cando-me inleiainonle a eslo mister, o consagran-
do para osle nobre Jim os poneos dias quo mo res-
ta m de vida.
Qualquer oulra pessoa, queso queira servir do
meu proslimo, tanibom me achara prompto a
qtialquer hora do dia ou da noile Todava de o
declarar, quo nao aceilarei doontalgum, quecs
leja em oflorlivo tralamenlo eom qualquer medico
ou professor allopalha ou homu'opalha, salvo coin
o TOnsonlimenloexpresso dostes.
Nao me servirei desses apophlhegmas banes
do sciencia som privilegio ou caridad* som
limites, etc. mas emendo quo a inlolligencia ho
una dos*, a quem lodos devem cutio cm qualquer
parle olido ella so adiar.
Desejo cordialinonlo a propagacao da medicina
bomcMpalhict, esorei incansavcl em aconscllia-la
e dilTiindi-la por quanlos inoios eslivorom ao meu
alcance ; mas desdo j declaro que, rospoilando to-
das as convicedes olhoias, nao provocarei nonliu
maqueslo eom a doutrina contraria, nom acci
laroi oulra luva que nao soja alirada direclainonto
contra a doutrina que professo.
Ningmem pdadittr ao espirito humano : para
ninguein pode prescrever regras nom limites a
inteligencia, que se descnvolve pela Corea expan
siva do seu proprio ser imagom de Dos que a
criou ; portanto ninguom pckle privar-me do uso
da minha inlelligencia lodas as vnzos que eslo uso
nao e lleuda a direilos de um lercciro.
Dosejo, pois, nao ser encommodado nom moni
ficado por ninguein, o viveromns tranquillos, na
cenan da que nao rceo nunca diante do nenhum
obstculo, quando a minha consciencia me grita
^avanteJos Ignacio de Abreu o Lima.
Sr. redaelor. Ho mais urna voz que pelo
jornalismo vom cxallar cflicacia pralica da ho-
ma'opaihia, de emola rondendo merecidas graras,
nascidas do profunda gratido, ao discpulo de
llaliuemann, quekiobem exerce a diflicil arlo do
ouro al sobre o junco quo vmc. lem na mo, so-
bre o qual leio o nonio doThomassin, como so es-
livesso abi improsso em maiuscnlas romanas.
Depoisdoslo cuinprimenio, no i|ual o cstylo e
o lom da bolsa so casavam adiuiravelmente,
banquairo orguou a caboca o curvou os rins n'um
nobre comen lamento de si mosmo.
Emilio fe/ein forma dosauda;o um pequeo
sobresalto, cuja raca cavalleirosca estudra nos
excellontes modelos que se expoe gralis no baluar
lo de Gand e lugares circumvizinhos. Como Mr
Milleraies conhecia osm gesto sem nunca ter po-
dido imita-lo, lieou perrogaloriameulo convencido
da iiiiporlancia pe'soal do sou novo conhecimonto ;
mas Emilio, que nao se enganava sobro os mol
vosda ronsideracao que inspirava, e que mo gra
do seu, eslava lisongoado eom isso, nao quera
descer do pedestal, em quo sua boa prosonca o col-
loca va,para pedir ao banquoiro um apoio que a ro-
aeco dos sous senlinientos de estima fa/.ia iiiuiio
duvidoso.
Elle guardou prudeulonienie o silencio sobre o
motivo do sua \isila, o o banquoiro don pleno cur-
so s suas dsposices hospitaleiras.
curar, quanlo nao olvida os principio* de cari-
dado.
Aooommetlido forleinenle por um alaque do ho-
morrboidas, cuja violencia ubio do ponto a pro-
duzir eentroter por espaoode vinto a qualro dias
urna fluxao de sanguo, que progreasiv* esensivel-
meiiie ia-mo esgolsftdo ai ferea > desengaado
que* s naturraa nao operarla o meu restabeloci-
mento, live nesta conjunclurado recorrer a applica-
co de remedios homorapalhicos, que graluitamen-
lo me foram Cornocidos pelo Illm. Sr. Dr. Podro
do Alhayde Lobo Hoscoso, a quom dovo boje o
ver-me livre de um ataque, que em palavra* nao
posso bem comprehendor, assim como a extenso
Ja minha gralido ao mesmo Sr. Dr.
E na deliciencia de um oulro modo, por meio do
qual Iho aprsente a manifeslacao do meu animo
ponlioiado, sirva este publico leslemunbo do urna
inoi le-i'i'ir do meu sincero reconliecimenlo ao be-
neficio quo sobre mim acaba de diffundir.
A. T. S Magalhos.
ReclCe, 20 de fevereiro de 1853.
Sr. redactor.J no ultimo qttartel da Vida,
contando periodo 80 annos do idado, son forcado a
oceupar a atloncao do publico, nao s para nlaira-
lo dos desgranados successos quo em minha fami-
lia lem lido lugar, como tambem para repollir a
provocaco insolente, quo pelo Liberal Pernam-
bucano n. 1 ^8 mo fez o Sr. Antonio Barbosa da
Silva, agente o principal autor dos mosmos suc-
cessos ; o como o negocio por sua gravidado de-
manda algum dosenvolvimonlo, principiare'! po
manifestar as antocedoncias que fizoram eom quo
esse homoin lorrivel procurassoamargurar, o tor-
nar dolorosos os ultimo* dias do minha existencia
j.i bastante atribulada.
Infcliziiionle o bem contra a minha vonlado
consoguio o dito Sr Barbosa casar so eom uina
nica filba queou linha, o quo era o idolo do meu
coracao, osupposlo quo, nao obslanlo o dosgosto
quo me causou semollianlo cnsainonlo, ou procir
rasso bouoficiar aquello sonhor, jj coin um soffri
vel dolo, quo Iho dei, j eom mullos oulros soc
corros, que om diversos oceasioes Iho prostei, nom
por isso deixou ello do nutrir contra mim desde os
primoiros dias do sou consorcio o odio rancoroso
o desojo declarado do ver approximar-su a minha
morlo para apoderar -se da pequea fortuna, que
eom sacrificios possoaos pudoadquirir. Sem em
bargode condecoras suas malignas inlonccs por
innmeros fados, quo seria onfadonbo referir, ou
entend quo na posico om quo mo achava em ro
laco a minha filba, corria-mo o dever de cuidar
dola emqiianlo viva, e depois da sua morle, que
realisou-so por desgasto: causados por sen mari
do, da sorle de meus netos, a quom considorovao
amava, como filhos de niiubas onlranhas: assim
proceili, chainando-os para minha companhia, tan
lo mais, porquo me persuadi, a visla do conheci-
menlo que linha do Sr Barbosa, e de sua pessimo
ndole e propeusoos, que elle nao era capaz do dar
aos referidos' iiious nolos o seus filhos, a conve-
nienlu oducaco. Roolisado eslo primeiro aclo
cuidai eom o maior desvello om emprogar os muios
conducenles a que meus nolos, eilucados do um
modo conseiiianeo nos mous desojos, piidcssom
para o futuro 'oprosontar bom papel entre os seus
concidados, 6 para islo nao poupoi despezas, fa
zendo eom quo um dolas, do nomo Manocl T lio-
nia/. Barbosa Freir, csludasse na academia de
Olinda, onde so formou om 1851, depois do ha
ver feilo gaetos consideravois : a oulro, donme
Bruno Alvaro Goncalves do Abrou, fiz dar a na
truecan elementar nocessarla para se poder desen
volver, como lioinoiii civilisodo, e a tres meninas
prodigalisui os cuidados proprios do sou sexo, fa-
zendo rccolhor duas dolas ao convento da Gloria
desla cidado, aonde al o presente so arliam a ox-
ponsas minhas. Suppuzquo obrando asjini, cum-
pria coin os deveres ijj naiuroi e ao mesmo lem
po dava i^uilvo gralido do Sr Amonio Bar-
monos para rwpoitara minha volhico, oarrefocer o
odio profundo.que ha longos annos me consagra-
va ; porm engaqei-me. esse liomom nao s con-
linuou a dosejar a minha morlo, como fez inlo
ressar nosso objeclo a seus proprios filhos, que por
iiiiui haviam sido criados o educados livo enlao
do linar, nao, eom um nico braco assassino, pen-
dente sobre minha caboca. ; mas, eom Iras feras,
que desejavam tragar-me. para opoderarem-so da
paqueo* fortuna, quoduranle 50 annos do liaba-
Iho continuado ou havia podido ainontoar. Ao
principio ignoroi os planos tenebrosos do inous ne-
tos, o a inlelligencia, om que ellos estavam eom
sou pai, masuuia circiiraslancia veio esclarecer o
horror de minha siluoco, o convencor-mo do ris-
co quo en corra, o foi a seguinto :
Por equidado linha ou criado alguns engeilados
la cuja educaco tanibom nao mo esquoci por con-
iidera-los, como lilhos adoptivos i enlre ellos sr
distingua Manoel Amonio do Espirit Sanio,
que por suas ntaneiras alCaveis e obediencia que
mo proslava, havia eaptivado o meu coraco ; foi
islo bstanla para quo o Sr. Antonio Barbosa
seus filhos onicndussoiu, quo a heranca quo do
mim esperavain eslava arriscada, o no intuito do
segrala, visto que mo suppiinham prximo
morte, principiaran! por machinar claude-liua-
moiilo contra os ditos mous ongeilados, o particu-
larmente contra o referido Manoel Antonio, quo
julgavatn ser por mim mais favorecido nao me
oscapou a ogorisa, que elljs volavam aquollos
innocentes, mas pnrsuadi-mo que ella nao chega-
ria a pomo de faze-los commoller um crimo bor
roroso, como meio de satisCazerom sous daniuados
inlontos. Coin a mais profunda mogoa declaro
que mo illudi: um plano do morlo eslava trinado
sem ou o sabor, ello Coi executado, como passo o
referir.
No dia 23 do otittihro do)anno prximo passa
do, polas 0 horas e meia da larde, pouco mais ou
menos,vollandn o meu engeitado Manoel Antonio
do um passeio da salido, quo lia via dado, ao chu-
gar junto a porleira do cercado de minha Cateada,
no lugar de Orob, ahi foi accommollido pelo do
sorlor Simplicio do tal, que vivo snb a prolecto
doSr. Antonio Barbosa, o qual ( desertor ) viudo
acompanhado por mous netos, assassino'u aquello
infeliz Manoel Antonio eom um tiro, que sobr
Emilio foi apresentado logo madama Millo
raies, mullier alu e bella, quo carregava mages-
losamente, e eom uina graca perfeita o piso de
quarenU cinc primaveras bem numeradas, da
quaes os dous tercos, comodina Mr. Milleraies
iii.nc ivain um trato histrico no pandemonio da
moda parisiense.
Ha no brilbanle conclavo do dandysmo Comini-
llo um corpo de veteranos formado do bellezas
Iraiiscondontese boa loz, sobre o qual o velho Sa-
turno, lempos eda rerum embola sua fouci
nha mylhologica e gasta seus denles de ac. Essas
augustas padroeiras da elegancia, diguilarias do
Paphos c de Guydo, quo empunham som vacil
lar duranlo un* trinta annos o scopiro imperial do
graca e do espirito, esto mil vezos melhor osu-
belecidasno mundo amoroso e sentimental do que
as virgei|s mais verdejanlos, e as mocas de um pri-
mor admitlido u classificado, pois coubecem a fun-
do lodosos recursos da casquilharia, odosse arse-
nal forniidavel tiran armas irrisisliveis. Feliz do
rapaz bem vestido, o, fallando secundariamente,
bom dislincto de sua propria pessoa quo acha gra
^a. dianlo dessas divindadea do Coryntho gynecia-
co 1 Osconselhos desses arbitros supremos do gos-
elle disparou, o, como se houvesem pratioado
urna accao meritoria, os referido mous netos vol-
laram depois de somelhanlo acontecimenw para
minha casa, onde moravain, sem que eu, nao obs-
tan leas occorrencias passadas, rae podes* capaci-
tar de que no principio da vida alies fossem cap-
zes de perpetrar um crimo tao abominavel e reves-
tido de tantas circunstancias aggravanles. Ah
a minha boa f alo mo deixou recordar mo nessa
occasio, que nas'voias do seinelhantes monstros
'itavaosangue de Antonio Barbo* da Silva.desse
Antonio Barbosa,por quem o assassinalo lie cousa
trivial, por isso nos primeiros momentos do minha
dr, nao eonheci ejue o assassinos de Manoel
Amonio estavam dentro de minha propria casa, e
aguardavam talvoz um onsajo favorIVel paracon-
linuai em om minha pessoa a oxecuco de seu dia-
blico plano ; entretanto ellos mesmos sodescobri-
ram, quando a voz publica j os indigilava, a
igualmente seu pai, como autores mandantes do
moncionodo assassinalo : descobriram-se, disse
eu, porque principiaram a porlar-secom insolen-
cia descommunal, usando do um lom altivo e aber-
lainenta ameacador, ecomo so islo anda nao fosse
baslantc, declararan) no scio da familia, que de
accordo eom sou pai haviam mandado malar ao
desafortunado Manoel Amonio, de quem eu era
oscravo, oque outrn lanto fariam a mim, pirque
eslava vivendo mais do quedevia ; fizeram anda
mais suppondo, quo, como velho, que. sou,
eslava no caso de sor oscarnecido, o morlo impu-
nemente, passaram a iiijuriar-mo, chamndo-
me Joo, esrravo dos ongeiladose a cada mo-
inoinouto om lugar, que eu podesse ver, apreson-
lavoni os seus punhaes, os afiavam em minha pre-
sonca, como quo para incutirm o terror no mou
espirito.
Colloquu-so qualquer um na minha situado, e
veja qual seria o seu dosesporo, adiando so rodea-
do daquollcs, a quem criara ooducra, como sous
lilhos, o \cndo-so por ellos iiiesmos ameacailo do
mono. Nu me ho possivel descruver as impros
ses quo exporimcnlei : ora mister tomar una ro-
soluco, o ou nao achei outra, quo me parocesso
mais anonada, do que abandonar minha casa, o
ludo quanlo possuo, para salvar a vida ; assim o
fi/., procurando asylo nesta cidado, dopois de ter
sollridoemboscadas em inhiba viagem. Aqui che-
gando dirigi-nic aoExin. presidente da provincia,
a quom oxpendi porescriplo ludo, quanlo acabo do
relatar;S. K\c. acolheu-iiio coin bondado ooxpedio
suasordens, para que os sceloralos fossom captura-
dos ; conslt-mo, quo um delles, j so acha proso,
mas o Sr. Amonio Barbosa, que be sem a menor
duvida o principal agente de todas cssas desgranas,
confiado lalvezna impunidade, quo al boje o lem
favorecido, apresenlou-so aqui como nina Vestal,
procurando defender-sodas iuipulacios, quo elle
chama calumniosas, mas que sao a oxprcsso ver-
dadeira do seus crimos e maldades, e, como que
deaejando-me preparar um novo laco, om que eu
caliisse, romo innocente ovolha, elle recorreu ao
virtuoso capuchinlio frei Sebastio para servir de
medianoiro conciliador onlre nos
Victima seria eu om poneos dias da barbaridade
dosse honiein, se me deixasse illudir a poni de
acreditar na conetliacao por ello proposla Nao I
Ainda que velho, desejo vivor, o fura misler que
eu au conhoccsso u Sr. Amonio Barbosa, para
mo deixar apanhar na rede, que elle mo quer
armar.
Bom me cusa ver-me obrigado a explicar-inepcia
maneira, porque acabode O fazer. mas lio orcoso,
qne u publico liijuo conbecenJo a deplorara! silua-
fio em ijiiu mcacho smonle, porquo possuo al-
guns onsde fortuna, e lauto mais ho isto neces-
sariu. quanlo pido acontecer, que o Sr. Antonio
Barbosa e seus lilhos consigam assassinar-me a
Iraic.io, como lem prciiieJilado. So islo se realisar
( o que Doos nao ha do peruiillir ) servir esla
minha corro?[;i)Hdencia de um corpo de delicio
contra ellos, de um protosl,' fl* o bomem vivo
faz cm favor do homcn mono, e contra os seus
assassinos, para sobre ellos recahir aeco e poder
das leis.
Nom embarga dizor oSr. Antonio Barbosa, na
correspondencia, quo fez publicar, quo foi bom fi-
lho, bom esposo, o que lie bom pai, O cxcellenle
cidado. porquanto, quem o conbecer de perlo
nao piidor deixar de dar una gargalhada do es-
carneo ao ler soinolhanto assorces.
Ser por ventura bom filho, quem levantoii o
brac,o sacrilego contra a pessoa de seu proprio pai t
Ser bom esposo, quem atrocidou sua desditosa
consono, p-roinovondo-llio a morlo para coneubi-
nar-so coin urna oulra mullier ? Ser bom pai,
quem nao cuida da edneacao de seus filhos, e pelo
couliario Ibes inspira ideas pervoreas e crimino-
sas, disipando osbens, que depois do sua morle
doviaiu perlenror-lhos? Ser bom cidado, quem
manda assassinar o seu scinelbante, como, por
oxemplo, o infeliz Francisco do Tal, por antono-
masia. Caberlo, que foi morlo por cobrar, o que
se Iho ilovia, Manuel Amonio o nmilos escravos,
quo brbaramente tom expirado em acoile-'.'
Se un individua desla ordem he bom filho, bom
pae, bom esposo, o linin cidado, 0 Sr. Antonio
Bubosa da Silva tambem o be, mais eu pens
polo contrario, e por isso lunho receio do ser vicli-
iii i do piinhal e bacamirlo do mesmo sonhor, tan-
to mais, porque nem nimba idade o perniiMc
allegando quo o finado Manoel Antonio Cora a-
sassinado por baver dellorado unta moca, e espin-
ado um padrona provincia da Paralaba, assim ru-
mo que eu o persigo om virlude d*s sugeiloes de
mou teslamontoiro. Desgrao*do O infeliz Ma-
nocl Antonio nunca carregou cpm una nodoa,
3ueo desbonrasse; sua vida foi sempre escoimada
o crimes, e o nico que tinba, era suppor-so que
eu o eslimava, o que em consequencia o doixaria
aquinhoado na terca de meus bous ; ludo o mais
be ealiiiniiij, o so assassina-lo foi um dolido hor-
roroso, calumniar a sua memoria he urna infamia
abominavel, s dignado scu assassino.
Kmquauto ao meu leslamonloiro, que he o meu
digno cunhado o lononle coronel Antonio Matbeu<
Rangel tambem be evidente, que j polo scutoro-
porlamenio, j pelo nenhum inleresso quo elle lem
de me ver sobresaltado, e Cora de minha familia
em urna idade avancada nao Ihe pudo caber a or-
gui{o, quo Iba Ca oSr. Antonio Barbosa, argnic.m
esta lanto mais iniqua o revollanle,quanlo eu lenlm
doscernimenlo preciso, eponencia uocessaria pi-
ra conhocor os nieus aggressores, e evila-los, alini
do que uocohiigam arrancar-mea vida : he pois
um embuste, o que disse o Sr. Antonio Barbe
sobre os dous pontos, que ficam indicados, assim
como igualmonlo o ho, o quo elle lambeta referi
a cerca do t'ro, que diz ter sulTridu sou filho Bru-
no. Ah 1 o Sr, Batbosa quer usar de estrategia-
contigo, o eom o publico pora illudir a impula-
cto, que sobre elle e seus lilhos pesa eom luda a
gravidado do nefando crime, que commetterain,
mas a voz do um velho que nunca se arredou di
estrada da honra os alcancani por luda a parle, po-
dindosompro juslicn conlra ellos,
Sonborvs Rodadores, tenbam paciencia Min-
go, e publiquom ojiaslinhas, quo sao o resultad"
de minhas convicces, ea expreasodos sontimen-
tos de minha alma, cum que muitu obrigaro ao
seu constante loilorr Joo Porcira Freir,
COMMEHCIO.
AI.FAMIBUA.
Keniliinciilu ludia I .' .
dem do dia 2......
I3.78IS6H
14:760*839
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Drst'trreijnm hnjr X de nutren.
Barril inule/.<> lmirex* mercailorias.
Hruiic inulcx Curu/ine haclhn.
Hrimie miirc/ S. Miifitel mcrrailria-..
Kmuiiu |"H lu-iii'/.i Silvana ..(..> ....
Hriuiic inixle* -y .Ibraham e Sarah cemento.
l'alacliu iHirlumie/ Joven ll'enc**la'o aute
depeliM.
I'iiailio brufleira .imelia MereadorlaV.
CONSOLIDO iEKAI..
UomljiuMili) I ilia I..... I73f9096
Moni l. lia _....... fcXtrtKJT
i:7.ll.N,'l
- f)I\EUS.\S PltiniN.lAS.
Hrmlirfenli. do lia I.....
l-t.'lli do 11. i _'.......
1749291
IHK&5I
_i;^iui
Exporta cao
It!' de Janeiro, hrUuc escuna narional Consta*
te (Hiveira, de 143 tonelada, eoiulu/io o iKguiile;
.7 pipes agurdenle cachacfli > lita espirito, 375
mullios pallia aurrelas tamarindo, ;iOO(I0 arrnbnl
ile assurar. I.">|| liarrica fariolia de Irigo, far.!.*
rail de alrassus, ,0 rai\asrli.i, Tardo- r.ii/. di-al-
leia, mnliele de aro, fi raixas Calendas, O sarco*
co\eda, f."XI harricas hacallio, I..VM cocos rom
casca.
I'araliiba, hiale nacional Parahihaiw, de 'X lo.
Heladas, coudiixio o seguidle : 47 volulDM fazeii-
da, '1 caliei phosplioros, laixas de foi io, -JIKI Kir-
rfcas liacallio, i sacras ano/, fdu/ias de cadeiu-
ameriraiias, I haln'icom lanleriia-.e mais ulijeclos, |
li.ii 11 .i c I cai\a bolachas, 2 couros de xado.
HKCliUEDOKIA DE REMAS INTERNAS GE-
RAES U| PEjRNAMBUGO.
Rendlmento do dia 3......1 ::t "^">'J
CONSULADO l'UOVI.NCIAL.
Itendiineiilo do dia 2......l:H_>i-1^
i

MOVIMENTO DO PORTO.
Sacio, Mihiii'i* no ufa *j.
l.itcr|HHil pelo Cear italrra inuleca t'tiliniilm
rapiln Hi.li.iul (luhbl
ruma asauear e la
oeiro, vCilliam Kavmoiid Jnior.
Will
Ir,
mu cu nunca sube M
Sr Barbosa su prevale
dcs|iodir-so ilai|uellrs,
sao desafectos,
A oomarea do Lio,.,. |o,oj
de 50 annos. aonde por div
risdiecu publica, me conl
les oslan no caso do poden-
.Sr. Antonio Barliosa ; elle.
meios de 'i no o
rir herancas e
i molivn Iho
ivu ha mais
2es oxorci ju-
seus habilan-
a mim, o ao
quedigam, igual de
ns ho o perverso o calumniador, he o assassino
ivosado a derramar o Migas de seus semelhantes
para salisla/er vingancas brulaos, o nicsino para
adquirir uina heranca, que ainda penenco ao seu
legitimo possuidor : nesle parlicular |iois louvo-ino
na opiniao dos meus enmrcaos, u das pessoas que
me conhei'cm, sem que me demore em refutar
as insinuarnos, quo a moa respeilo faz o dito Sr.
Baijiusa na correspondencia, que publicou.
Cuncluindo esta direi que nao prevaleco o em-
buste, do que o Sr. Antonio Barbosa laneoit mo,
lo os i-.iii lii/..'iu por um caiuinho de murtas o de
rusas porfeicao do dandvsmo e ao templo da fa-
ma. Madama Milleraies ora urna dessas deidades
quo Imam em sua fronto graciosa a aureola da
moda. Ella linha rncebido as homonagens de mili-
tas geracos do adoradores, dos quaes os mais an-
ligos haviam chegado ha milito lempo ao oslado de
I.oyelaces curvados ou de ovens pais estropeados ;
a mor parte delles engrossavam a mullido do seus
fervorosos admiradores, o chamavam-na bella da-
ma. Fdi dola que um litteralo feio o maligno co-
mo um macaco, disse: a Urna mullier nos restos
de sua bodeza, que escravisa seus amantes. Pa-
lavra lorrivel, que fez mais offeilo na classo esti-
mavel das viuvas iiiteiramenlu fra de idade, do
que urna retirada pregada pelo ahbade Coeur, ou
pelo padre lacordaire
Nao s Emilio foi convidado pera as reunies
intimas de madama Milleraies, seno tambem pa-
ra pintar sem cerimonia eom alguns Deis de pri-
ineira escolha. O banquoiro recondu/.indo o jo-
ven Jashionoblo, o qual noapreciava sua fdii-i-
dide, como faria, se livosse mais alguma experi-
encia do bello mundo, nao pode deixar do felicta-
lo eom offuso pela sua victoria.
Aracal) bialc brasilciro Captbnrilie, nieslrc A"-
Ionio Jos Vlanna, carga varlni nnero,
Nc-Vork barra americana Trueman, capil i"
K. II. I'reeiiian, caraa murar.
Salen paladn aincricano Klizahel Feilo*, rapi-
ln E. A. Vplun, coin a mesilla caraa que Iruiixc.
Sutpendeu do lamcian.
I'aialiilia liialc brasilciro l'urahitinmi. niHrc
llcurii|ues de Souza Malura, earaa baealhaa e
mais acncros.
EDITAES.
O Illm. Sr. inspcclur da IheMOrirtl piiui"-
i.il. cm ciinipriineiilu da ordem do Exin-Sr. pean-
denle da provincia ilc I do crrente, manda '
publico, que pcraulc a junta da fazenda da roeWI
lliesuuraria se lia deairemalar nos dias I, i e 3 de
marru proximu viiiduurn, a quem por nwuoa Hiera
ultra'de acude la |io\oaco de l'aje de flores II*"
liada cm:i:l9HsUUUni.
A arrenialai;oser feila na forma dos artigas 'Ji r
i7da lei pro\incial n. Kli de 17 dcniain da 18511
e sob a i lausulas es|ieciues abaivo copiada, a
pessoas quo se prnpozcrcn a esla arrematarn cuei-
parei;am na sala das scsscsda mcsica junta i1"- ,''a*
iiui declarados, |ielomeio dia, coiiqn'lcnlcniiilr
lialiililiiilns.
E para eonalar se mandn allixar o presente, (
publicar |>elo Diario. Sei'relaria da Ibesuiiram
prn\incial de lV-riianibuco i de Janeiro de !K*:i,
O secretario, .Inloiiio Ferreira if.lmiiinriini'i.
Clausulas especiaos d'arrein.ilacdu.
I.i As eea deete acude ser" feilas dccoiinn-
midade coin as plantas e onjainenlo aprescnliui*
nesta ilala a a|ii'u\aru do Emii. Sr. praldeiile >
provincia na iui|iorlaiicia de : iuhnmki
2." Eslas obras devero principiar no prazu w
duurtlneze, e seru cnncluidas no de de/ BMief >
contar confurme a lei pruvincial n. tH6.
3." A importancia desla arrcmalaco er |WO
pin tres preslai.'Ac ila maneira scguinlc : a I." *
dous qninlus du \alor total, quando tiver i-uiicluu
a inpladp da obra, a '2.' iii.iI a primeira. iIc|hisim
11 > i .lili, u lerinu de recebimenln previsorio; a*
linalnicnlc de i.....|uinlo iIi-|ioLh do reiebinicnl" d<
llnilivo.
i." O arrcinalanle ser nbrinado a craiiiniinu.ir i
repartirn das obras publicas cum antecedencia '(''
trala dias, u dia livo, em que lem de dar prinrip
i esecucju das obras, assim coinu uraballiari -in-
damente durante qiiiuze dias, aliiu de que p**'
cnaeubeiru cucarregadu 3a ubra ussistir aus primOp
rus tr.ilialbus. .
5.1 I'ara ludo u mais que nSu esliver esPOCJOCsa
as presentes clausulas seu;uir-se-lia o que dele......
Tenho visto muilas apresenlacoes, disse el
lo aperlando-lhe a mo eom um ar penetrado, i*
peco-lhe que creia quo nunca vi acolliimenlo iii
lison;eiro e mais decisivo. Na venlade, senhw,
eu linha razio de diier que vmc traziaem si*
carias de naluralisaco parisiense. O senhor I
destinado a grandes cousasao mundo elegante,
muito folgo do ter adevinhadotudo isso ao prinje*-
rn olhar. Mas, accresccnlou ellerelirando-so, de-
pois do um cordial apeno de mo o de urna aud-
codelinnnceiroligeiranionte misturada do urna
lima fashionablo, ainda quo ou nao pralique, !
nho porspicacia, e nao rae engao sobro a Uieoru
Este rapaz nasceu daody, isso he inconteslavel,
elle o lem al na pona ds unhas, e daqui a dous
mezes ser o comi do Orsiy do lugar.
Dita esta palavra, a qual servio do transieao a
ideas do ordem mais positiva, Mr. Milleraies bu-
fando seus dasejos de elegancia ao canto mais obs-
curo de seu cerebro, continuou camlnliindo pa"
a caita os clculos, que a visita de Emilio un'
interrumpido.
( CotUinuar-K-haJ
MUTILADO


7
, o sob as clausulas sspeciaes aliaiso
I
i le provincial n. 286 Je 17 de maio da 18M. Con.
turnio,O secretarlo, .Monto Ferreira Atinun-
riaeao.
O llhn.Sr. inspector lliosouraria pro-
vincial, em cumpriraonto daortlem do Exm. Sr.
pi i.l.-n da provincia da 15 do crranle, manda
aiorpublico, quo nos das I, 2 o 3 de Merco
prximo vindouro, so ha de arrematar a quem por
menos li/er, porania a juma da (anuda da ntesma
lliesoiiraria, a obra dos reparos de que precisa a
parle da estrada do Sul comprehcndida entre as
ponteados Afogados e Motocolomb, avallada em
1:650000 rs.
A arromataeao ser foila na (orma dos arriaos
24 o 27 da lu provincial n. 286 de 17 de Maio
de 185
piadas.
As pessoas quo se propozefem a osla arroniata-
ro comparecam na sala das setsoes da incsma
junta nos das cima declarados pelo meio dia,
competeulemente habilitadas.
E para constar se mendou allixar o presente
c publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernain-
buco, 18 de fevereiro de 1853.O secretario,
Amonio Ferreira d'Annunciacao,
Clausulas especiaos da arremalaco.
1." Estes reparos serao feitos do conformidade
rom o orcametilo, approvado |)la dirocloria em
conselho, eapresentado nesla dala a approvacao do
Exm. Sr. presidente da provincia na importancia
de 1:6508000 rs.
i.' O arrematante dar principio a estas obras
no praio de un incz, o devora conrlui-las no de
cinco tntjzes contados como determina o artigo 31
da lei provincial n." 286.
3." O paftainonto da importancia desla arre-
malaco sorfeitoem duas preslseoes iguaes a I.*,
quando o arrematante liver fcitn mela'do da obra,
o a 2.' depois de concluida.
4.' Para ludo niais que nao esliver determina-
do as prosoiilcsclausulas.scguir se-ha inteiramen-
lo o que dispoe a lei provincial n." 286. Con-
forme O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciacao.
O lilil. Sr inspector da ihesouraria pro-
vincial, em cuinprimenlo da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 21 docorrenlo, manda
fazor publico, quo nos dios I, 2 o 3 de Mano
prximo vindouro, se hade arrematar a quom por
menos Szer, pranlo a junta da hienda da inosina
Ihesouraria, a obra do agudo da (reguezia do Bui-
que, avahada em 3:3009000 rs. A ai remata
ser foila na forma dos artigos 2-1 o 27 da lei pro-
vincial n. 286 de 17 de maio de 1851, e soba
clausulas especiacs abaixo copiadas. "As pessoas
que se propoxerem oesla arremalaco, comparecam
na sala das sesgues da mesma junta nos das cima
declarado! pelo mein dia, competentemente lia
I'eiuMo, provine!! das Alagoas, com casa decom-
mcrcio de Krosso trato : oulro-sim furam nomeadm
em seusSo do 13 de Janeiro do rorrertfe auno, avalia-
JorOS JoSgeilcrosdc i 11, | ,oi Lo. o ( rvpill l.u.io, i'ln vir-
tile Jo evecuefle.conimerriac.,iluraulco Iridalo do
185.'! a 185.', os Srt. Thomaz de Aqoluo Ferreira, c
Joo Canlo/o Avrea, o quaoa se achan om oierci-
cio jKir lerein lomado po*o, e prestado jurumeuto
na (orina do cdigo commcrcial. Secretaria 1.a de
marco de 1833.Juno' Ignacio de Medrirot Reg,
no impedimento do secretario.
THEATRO DE SANTA ISABEL.
SI MI 11,0 : DE NARIJO DE 1833.
23. RECITA DA ASSIGNATURA.
Di*!!* ile brilhaule s\inphonia subir a Mona pe-
la primeira > cinesia provincia, o magnifico drama
om 5 aelos, e ( prologo,
MARIANA
Ol
A VIVANDEIRA.
Quadro primeiro O casamenlo a tambor.
e|r.uiido O acusado innocente.
Arlo primeiro Vinte auno* de|>ob.
Homnido O baile.
tereciro O ducllo.
quarlo O veo nc i >-. .i.
'ijuiilo Silencio c perdSu.
l'ERSONAi.ENS DO I'Koi.im.o.
Bernardo, scenlo. J. A. da Cosa.
Marcial, (amoor mor. M.J. Mendos.
It (l.iMiinr furriel, A. Joruc.
I m \ janle......II. de Sen na.
Tfiti........P.B. de Sania RdM
Mariann, a vixandeira. Manuela l.ucci.
A scnliora Muller oslalija-
dera.......Itila.
PBRSONAGBNS DO DRAMA.
Vclor, seu lillio..... deS. iniiiiu."nh.
Kduar, medien......J. J. Be/erra. -
Mlfio doMonlclar. I,. C AlDOdo,
Marcial ex-lamlMir mor da
uuarda Ini|ht;i1 M. J. Monde.
O utrlo de 'loumlle. B. de Seuiia.
llela\oine. sargento invalido
sem nina p**nui.....A. Jurue.
I'm cacador.......Ki-sendo.
Helena de BoanTorrand, mu-
Iher de Bernardo. O. I.ucei.
Marianna.......M. LtICCi.
A Marianna lie iitn da|uelle> dramas que es-
cripln* em franco/ leNe o privilegio <\v Mr Iradu/i-
dm om ludas as liniMias, o familiares em lodosos
Precisa-se do 15OJ5O00 rs. a premio, dando-ae
|mh- lij polhcra iimcser.iMi que vale S00000 rs. : a
ijuem convier t.d negocio, annu
3
Aviso ao commercio.
Os abaixo assbjuadoscontinuam afran-
qtioar a todas as classea em geral os sous
sortlmentos de fszondas por baixos procos,
nao menos do urna peca, ou urna duzia,
a dinhoiro, ou a prozo, conformo so a-
justar : no seu arinaaom da praea do Cor-
po Santo, esquina da ra do trapicho, n.
18.ostrn Hooker & Companhio, no-^
gocianles inglezi
Ihealros. DMe lie Imm argunieal
loeteguklai que este drama Idniide
ruin grandea applauso emCWm
1

E para constar so mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario. Secretaria da Ihesouraria
provincial de Pernambuco 24 de Janeiro de 183.
O sccroiario Antonio Ferreira d"Annuncini;8o.
Clausulas especiaes-du arremalaco.
I.-1 As obras do acude do Ituiqic serao lenas
loconformidodeconi a planta e oreonicnto aprc-
.-cntailo nosta dala ,i ipprOTtejO do Exm. Sr.
presidente da provincia no importancia de
3:300*009 n.
2." E>las obras ilcvcrao principiar no prazo de
Msenla dias, e.serao courluidas no de ilcz niezes,
a coniar da data da arrematacan.
3.a A importancia desla arrcmataca ser paga
em tres proslacoea da nianeira segun le : a I.' dos
do/c quintos do valor total, quaudo livor concluido
melado da obro ; o 2. igual a primeira, dapoisde
lavrado o termo derocebimento provisiirio : a 3."
linalm ente de un quinto depois do receliimenlo
definitivo,
4.* O arrematante ser obrirado a communi-
car a reparlico das obras publicas com anteceden-
cia de trinlo dias, o dia lixo, cin que tein de dar
principio execnco ilnobra, assimromo tralvillia-
r i seguidamente quinze dias, nlitn de que p08H 0
eugenheiro encarregado da obra assislir aos pri-
inoiros trabalhos.
5.a Para ludo omais,i|uc n.incsiiver especilica-
do nas presemos clausulas, seguir-se-ba o que do-
lerinina o lei provincial n. 286 de 17 de maio de
1851, Conforme, O secretario, Antonio Fer-
reira d'Annunciai.iii.
O llliu. Sr. ititpector da Ihesouraria i|o la-
zonda maiid^ fazer publico, om cumpriraemo do
disposlo na ordem do tribunal do Ihesouro nacio-
nal de 20 de Janeiro ultimo, n. II, que as letras
passodas a favor da (alenda provincial, quo nao
liverom al a dala deste pago o sello proporcional
a que estao sujeitas, o dovero pagar dentro do
prazo de 30 dias, que paia esto lim Ibes lica mar-
cado, findoo qual prazo as quo o nao stislizorein
serao obrigadas revalidacao, conformo os avisos
de 6 do outubro de 1817 o 3 de Janeiro de i S.'iii,
o ordem n. 114 do 30 de abril do 1851. E para
quo cheque ao conheeimento dos inloreasados se
manda allixar o presente, o publicar pelo impren-
sa. Secretaria da ihesouiaaia do fmula do Per-
nambuco 22 do fevereiro de 1853.--0 olficial
uiaior interino, Emilio Xavier Sobrelra do Mello.
'iiiii
>i>i
,4
meras \o-
resenliidn
le Ja-
lTinci|narii
O Lillteles
... S boras
>laui a .-i
ila imluuai' dornMumt'
AVISOS MARTIMOS.
Para o Porlo Sxdiira neslos Hdiaso brimie |
in-ur/ Mdiia feliz, capilao Loiirenco rormiiiiles
do Carino, |ior ler quasi loda a CWgi pronijila. pu-
dendo receber pnssai;eiro-,laiao que loin bans com-
moO|j oa piclendeules Iralem cun o dilo capilao na
placa ou com o consi'jnalario Antonio Joa'pin do
Sou/a Itibeiro, no -eu eseiiplorio na i na da Cadoia
numero IH.
Para l.oanda o Beumioll.i o briuue porluiMicz
reloj, capillo Prandaco Ribeiro Palta nafra com
brovldaile. recebe carga mimla o paamiifiroB: (|iiom
preiouder dirija-M'ao. coiMignalanoaOlivelra >*inw
A Gimpanliia: na ra de Apollo Da H. ou ao rcfiii-
lo capilao.
PARA O RIO l)F. JANEIRO.
O briuue nacional Firma, segu com nmita bre-
viil.nl'1 para o Rio de Jnneiro por ler parte da car-
ga jirompu: para o reatOt p88sageiro8| eeacrarosa
lieio, irata-M com os consignatarios Novaos s
Gompanhia; na ra doTrapiche( n. $4, priroeiro
andar.
Vende-so a barcaca TeMaora Fctiz, de :1K a
Di caix-s, boin conafrufda e prompla a soaur via-
i -labpi
e e&ain
do Sr. I
Rosario
i i
rio da
provincia, e foca dola;
Porte do Matos, junio ao
gueiredo, e para ajusfar na roa
padaria n. IS, junto aouuarlol de
BCIll par,
larua do
(tolicia.
Para o Blodo Janeiro salieno dial? de mar
(,'oo inulto veleiro brigUO Rocie, anda roecbeal-
^iinia carga, passagoiroao escravos a frete, para
eujo lini : trata-so na ra do Colle^iu n. 17, se-
gundo andar, ou com o unloioc.ip.li a ih
PARA A ILHA UE S. .Ml.l El. pretende
sabir rom a maior brexitlado a OSCUUa poiiuguexa
simiiii: pina carga o pasRasciros Irala-ao no eacrip-
torio i\f I boina/, do AqulM Konwca& 1'illm. roa do
Vigario n. I9( primeiro andar, ou nas Cinco Ponas
c.....Manee) do Reg Lima.
rrccma^~e res camos para carrear ureia
pura o no\o alerro da |Minle do Afoliados, as>im
como laiiibciiiseeiupreitam canoas de areia para a
inesnia obra: i|uem laesnouocios quizer faser, en-
lenda-sc nos A Tintados com oarremalanle da mesma
olira Antonio Gom;al> es de Moraes, c em sua billa
coni o teen le.....niel Mauocl Joaqtiim.
Fraueisco Xavier \ai para o Rio de Janeiro,
e leva em sua comnaiihia os seus tres escravos An-
tonio, crioulo, de Ifi aim')s, Trajauo, crioulo, de 14
anuos, Jaciulbo. pardo, de 13 anuos.
Francisco Xa\icr, \ai para o Rio de Janeiro, e
leva em sua compaubiaoseus dous escravos Jacii
(lio, pardo, de 13 auiiosi eTrajano, crioulo. de t
anuos.
Antonio Lopes Pereira de Mello, lem feilo so-
iodade com inercia I eoiii .Manuel de Coulo (uedes
ta oja de mitidezcs na ina da Cadoia Velba u. 7
para uirar nuneuocio da mesma, sob a firma de An
Ionio Lopes Pereira de Mello A Companbia, roim
consta da oscrinliua parliciilardaladaem l.'idocor
rente me/, reuislrada no tribunal do oommercio en
24 de-do mesmo mez sob numero ti, o que se an
imuria para conliocimeulo de <|uem jiileressar.
Precise as singar au ale duas pretas, qvc air>
\am para vender na ra, e.que lonban praliea dis-
to : -quem os tner, dirija-seao Corliune, casa n. II.
ou aununcie para ser procurado.
O abaixo assiunado, procurador baslanlo di
.1 > ijiiini .1 i SiKa Mouro, pm ordem do mesnu
avise eos devedoraa de seu coustltulnloi que mii
piiiiiein quanlia alguma, lano de coutas de li\ro,
como de letras, senao a ello Mouro OU ao abatid
BSaignado, |his que be o nico aulutisado |hh-son
coiistiluiule com lodos os poderes, sob pena de pa-
itaren! de novo ao u-rdadeiro credor [telos ineios ju-
diciaos, alenlas as decisOes po aeo coosliuilnls
lem oblido em todos os ti ibunaes.Thetnloro de .//
mriila Coslff.
Arrend-k mu siiio no lunar da Florala .
ni casi de sobrado, o qual lem conuuodos para l'a-
ilia, venea para capim, o rom pasto para vaceas.
^ MANUAL llSlOI OPATIICO 1)0 rf
DR JAIIN THAD17JIJ0 KM *
POHTUGI'EZ PELO DR. P A.
LOBO MUSGOSO.
Sabio a luz o 3." c ultimo volumc destS
importante ubra ; os sonborcs assignanlOB
*1 podem mandar recober os leus cxempla-
w res no consultorio bomo'opaibieo p ilucior.ruadoCollegio.n.'25, I ."andar
Roga-ea ios senlioros vendedorce de blllieles a
cauteles das lolerias dn Rio de Janeiro, que, caso
suiani alguna premios em Iros \iesinios da 17. lote-
ra das uses deCaridadOi que nao <>s paguein aen&o
a MU proprio dono, que nas cosas dos mes.....s i-slo
com a liiuia Marques.o quals aelombra dedoUSBU-
inertK, 11 _' o i:i.s ; e o momio pede a quem ellos
forern preaenlados'de tomar connecimenlodo iiuli-
viduo, poi> que lanibem ron bou, junto com OS \-
Kesiinos, urna |H>rco de dinhero no dia 27 do cor-
rente*, e para que se posea verlucar quem teja o la-
dreo : os ditos vigsimos foraui vendidos em asi lo
a l.eite.
ida est ntgldo, desdo o dio 36 de oulobro
passado, o oseravo, de Aniola, i\v nomo
Velloso, cojos signaes ifio os legulnles :--
anuos nOUCO mais ou nwnos, altura rcuu-
nSn uiuilo pela, barbado, com falla de
no meto da cabecil, alguno cabellos brau-
ii na cabeca romo na barba, be icos urOBSOa
dar, nao mal parecido, inaua o pos grusus,
be-
liu-
4>
tf
4
Sr. Com
Ali
prosimo
Antonio
ipi,nenia
lar, cor
cabellos
coa, laul
boca re
boro Iraballiador ^ cnsada c em indo o sen ico
be agurdenle, e mollea vesea embriaaa-se,
|toe-so que aluuoni o conserva oeeiiUo, semm
procediniento ib eacravo* roga-se, prtenlo, as
eutoridades poUcfaOB suasaltonoes a respeilo deste
osv;a\o, o protesla-se contra qui'm maliciM-.nnoiile
ii lnba escondido, as-im romo baver a pan dus
lias, d'aquelle queoli\or: Osle OBCrevO fui do Sr.
intonso Velloso, morador emTaeuga, deMepassou
i ser de mu Si. Anlonio Jos, morador em Soasa
lotera de nossa SEXIIORA do
ROSARIO.
O lliesotirciro denla lolerlii annuncia ao respeita*
vel puulii'o, i|ue vio indo bem ai venda, doa liillic-
Icfceqiie breve marcara o ilia im|ireleri\el doan-
damenlo qoe TOiirorrom n eimiprar o resto do liilliele, ipic
eiitlea vcuda nos Iujum- ja .mu.....mlu..
Antonio Lopes Pereira da Mello ai a Porlu-
K.I Icvamlo em sii.i eompanliia sua senliura 1>.
'I'lieiiiliiliiula Mahicde Pereira de Mello.
' Aimlii se nrerisa aluitar un inoloipie para o
aervico eilerno ilc una rusa de pouca familia ; nil-
verle-se que o servido he o de compras, c ftiicr al-
liiiiii reraoQi i' flnaDCH-ea l'oni Iralamentu : na llie-
Murarii ila l'.i/enda itrral, n fallar rom o norleirn.
Arrendado"un enuenlio ilislnule desla praea
!l Imillas, sendo muilo ti mi il'.i^u.i. de lenas, de
|ilantares e cerrados, c na inesnia uccusio se \cn-
aertfo i iitencilins do niesnio para sen andiinietilii :
mi ilerra di Boa-Vhla u. 13.
<;os.set Riiunni, profeasui de boeMope
tina prla escola do Rio do Janeiro, eonlinua
a dar roiisullas grati* aos pobres lodos os dias
uteis, das 8 horas da manbaa atao moio dia
no seu consultorio, na das Oures n. _>s
Mmmmwmmmmwmi
Preeisa-se de nina prela.ou nioleque.para ser-
vido de urna ramilia, que venda na ra : quem ti\er
dirija-so a ra do Hospicio casa n. 17, ou aiiimncie.
AVIM i\06SENIIORES Di: ENCENslO.
ltenlas as frandi-s \anlauons na inuaRCm de
eanna, provenientes de ler os lamliores das n loe li-
llas |n-i h't i menle tornoados, abai\o assiunado res-
peilosameulo lembra aos sonborcs de enuonbo, que
na aua randiese) de ferro em Peca de Portas, so po-
de perfeiUmenle lomear de novo emjoen do lam-
bores, c aparan- ondireiiar os denles darcorrotai
com i.ini.i presteza, que se piUle enlroua-liM no mes-
mo dia, ovitando-se assim o Inconveniente da demo-
ra dos carros o o empalo da moauem ; assim como
quo a mesma lundlcaAse eoba aempre aorllda nao
ao de Dovas moeoidea de divenos lmannos o mode-
los, senao lamliem de rodas dentadas, lauto para
auna como pan iniuaesde todas as proporcOes, a
siber : Mdla por \o|la, \o|ta e quarla, \o|lae ter-
ca. Milla e meia, duas, ires.qualro \ollas, ele.,elc,
o prtenlo quaJquer lenfrar de engenho que-
ronditaneloiara sua nioouda, alim de moer mais
canua no mesmo lempo, ou retarda-la, alim de es-
pienier mais liqnitlo da mesma caima, pode sem de-
moraescolber as rodas rouipelenles. l-iindica de
ferro,na ra do Hrtiin, passando ochalariz.h. II'.
Umrmiiii. enueubeiro.
Antonio relieiauo Rodriitues Sede, lem abor-
to em sua casa, da ra do Rosario da Hoa-Visla. una
aula de comet a, em que locoiouar as disciplinas
d.i Bjeomelriai arillimoUca aluebra, geometra e Irlg-
nonieliia.
Anda esls* para alugar.ee a casa terree n.
10, sita na ra do Arag&o, muilo propria para nego-
cia por estar em ermasem, com tres ponas to tien-
te, e ser em Iwm liiiir, e al rommoda em proco : a
Iralar na nraee da lina Vi-la, botica U. (>.
JOAllM FRANCISCO l)K IIARRiiS, RA DO
lUlIAU N.ti, l'RIMKIRO ANDAR. IIAIIIA,
Bsecula ordena moreantis, e recebo a configiuicfio
ombiircariVs, ludu mais quaudo fm produfldo pela
lialoresa OU industria ; e leudo lodos os qulsltos ne-
cessarioepara bemdesemponhar quaesofler commia-
aoee: recommende aosUiustrese Mnredos negocian-
tes desta praea o seu escriptnrio de COnsIguaCjOOS, es-
perando nada dei\ar a de-ei.ir s pessoas, que o qui-
/erein onnpar com os IUBS ordena e remossa-.
Para o primeiro de jinibo vindouro, ou an-
tes, so alega urna pequea casa, ou do om an-
dar, ou cus terrea rom un sotan, com quintal ou
petpieiiosilio, que soja perlo do Recite : na ra da
Cadeia n. (MI, primeiro andar, so dir quem precisa.
Precisa-so atusar om molcqoe, paran aervico
de urna casa do pcqueiia familia : na ra da Crux II.
^eOBCBB^^ m
Paulo Gaignou, dentista.
INklc ser procurado a qualquer hora em
ni casa na ra larga do Rosario, n. fe
16, segundo andar. fe
9
LEILAO
Terca-feia K do correnio no .irma/ein de M.
Carnelro, na ra ilo Trapiche n.R, baverd lefISo
princijiiaudo as 11 boras da uianbja em pnulo, sendo
deuiohilias lano para Ma, como para oecriptotorio,
quarto-, sala de janl.ir. cninlia. ele. elc..assim como
ao mein dia em poni ir a lojln mu oxcelleide ca-
de qnati i
os para don
das. em liiuill
animaos.
bome-lado ; e com ar-
Avisos diversos.
. retalio da irmandado
so d'A.uonia, erecta ih
em nome da actual ni
Ofl os BOUS amados Irmi
Birlar-
N. S.
ilo iflorioso p
convento de
ea retiodora, con-
m para se reuuirein
DECLARAC^OENS.
turne. I
roa, Iral
Nrnnn
O
ubi.-. I
REAL COMI'VMIIA DE PAQUETES
INGLEZES A VAPOR.
* No ilia :l ile murro, ea>
I pel'a-se da Europa ii
vapor Tiiy. coramao-
ilanle Miiss, il qual do-
pnis da denoca do coa-
egniri para oaportoi doSul: pun paaiaKei-
a- ta.
nenal de mariaha admllle para as suas
ns olllclaej de rarpinleiros.
Oiirsenul deiiiarinliaulniillepara aaobCH il"
iiiellinniiiiciiiii do iMiri iarveDle>livraa.
Ocoiisellin iiliniuislralivo, de aecurdo como
.illuc j-2 iln refulamenlo, Dn paMIeo que furam
droilaa aa propnlaa ilii Srs.Muuoel da Silva Mal-
lines, Suiueirn e< Pereira, Jn*c Murcira Lope., o
Anlonio Pereira de Olivcira Ramo, para rorneco-
rein o. I. azeile de rarrapalo c de coco, \claa de
earnatiba, llns de alodio, r pavio. ; o "i. panno
.mil, dilo pelo, c liriui lirauco liso ; n. case-
mira enramada, lu.lluiida para forro, c tiiiu liranro
liso; e o 1. bonetes ; ludo conforme ai ipiali-
dadescquanlidadej auniinciadas : aihcrliudn ao.
\eiuledorcs que dcvpin priociplai a recnlher para o
arsenal os ditos objcrlos no dia ."> deste inen, pelas
tu imi.is do din.Mentirla do conaelhoadmlnb-
ir.niM.. de Bureo de 1833. Jo*' llr linio Imjlr-.,
rnrniielprcddenlc inlerinollenando Pertira do
(.11/110, secn'laiio,
Oroiicllioailiiinislrali\o, em virluilcda au-
lorisac.io da presideucia, em olliiio de26 do feve-
rcim proiimo pa*HKM, Icui de comprar 09 oujeelos
muiiiiIii; li\nMde iltenla, folliascaila un, -.....tu
paulado. .1, resinas de papel atinar" li. 'Idus de di-
to de peto 3 taoMi de ateretat :w0, l-l" ""' '^.
lila prela, lto,1, garrafas (i, p.os de taire 24, iiiin-
\eles linos 2. mas* de olircias &), loallias de limos
i. jaiTa de barro 1, co|h de viilro 1, bandejas para
n.....'Miiosl.baci.de tunca I, ci-o de follia I. As
I" il- a quem comiera % enda de tae.sobjeclus,apre-
iiileinassua. propo.la.em carias fecliada., .com-
p.iiibailas da competentes amostras, na secretaria
dn nm-fllin, eslalielecida uo arsenal de mierra. a.
tu I.....nda iiianluaduiliaH do corrciilo,nici.Sc-
crelarla doeertwtho aduiiuistralivn p.na fnrneii-
mcjilo do arsenal de guerra, i de marco de 1853.
losr de Ihllo Ingle:,coronel presidente interino
Hnnardn l'rrchu do Catino, secretario
TKIHL'NAL 1)0 COMMERCIO.
l'elMKcretaria do tribunal do coniniercio da pro-
iucia de Pernambuco, se f. publico de ordem do
IIII-.HIO. que uu iiiiv. da fevereiro proiimo |iassailo,
f"i inarrlptu do livro da n-alrirula o nomo doSr. Jo-
vnlouiode Araujo, angWrjda a sua carta de
iini'irianie mili irulado no lincla junta dncom-
rcio, cidadSu lirasilciro domiciliado na cidade do
(l-i
Cha San J
do Carino.
vida a IihI
tuiM'ii roinpeieuie eoMblorio no dia li do eorreule
met, |>elas ti boras da inanbaa, alim de que reunidos
BOJ lui'-a tieral |Hissam tratar, ediscutir, un nlijei-lo
ini-iimil- e do grande ulllidade para a mema ii-
inandaile.
Manuel l-'raueisni l.ui/. da Silva vai ao Itin de
Janeiro, lev ando em sua cuiiipaubia para sen snico
o--ni- OKravua Joaquin)| pardo, Trajano a Anlo-
nio. crioulo..
loaqulmGome, doa Sanios Marque., di- kZ
tiente do Sr. A. C. I'orlies cun
i'M tusivo para curar a lauue/. no
i'iS. U, o imperador, e Neonea
Iral dell.Vglne publica ollereie
[ ao n-speitavel publico -rus ser '
de rural railicaliuelite a gagui
cacia dos ineios einpri'i.ado., en
lado do aja ensilloj aa conlu
do ni i [........ onde UrO -rali le
Individl.......tan livies de lio Ir
lo. O Sr. Kurlies. depois de nt
Itcados dus priiueiros medicus di
da Jamaica e Jas prit
rhleo apreaenloa a S
seusdisi-ipulos quemis soll'iiaiu, e pr>
iufallibiliilailc do leu sistema. As |
. que se qni/ercui tratar, acliaiao o
ciante mi ra daCadelado Roclla n. lo.
primeiro andar, dis 9 a- 3 da larde de lo-
lia que n.io forem de miarda
natural da ilba de San Miunol, com pr.itica de cai-
xeiropara labema : no laruo da Sania Ou* n. I Ileseppereeeu no dle 10 de fevereiro de eneje-
nlio Massaimana do Cabo, om piolo crioulo, bem pa-
recido, de nome (ieraldo, reprsenla ler i annos,
eslalura regelSS', e 0 simial mais claco he nina DISN
que lem em mu pe de om (uoipie I lie cabio pin ci-
ma, em eeaueoo: aeten o peuar entregue* ao llim.
Sr. inalor Padilba, ipic ser bem |iao ou iovo-uao
dito engenho.
Antonio l.ui/ .Mondes i'elira-e para o lliode
Janeiro, o ie\a enisua cnmpauliia para seu servido
osseusescraxis crioulos, de nomos, Mara, l.ui/ e
Vicente.
A masa resedora da irniaudande duSenber Unin
JesiH dos-Martirios, da iiireja nova, leudo deapre-
aenlar ao* neis de^doad oss>uuHiiosdonseeeM
Sei'!nt em prociedo solemne, fa/oin scicnle aos mo-
redores das'seiiiinlcsruaH,parai|ueeslas cslejanide-
cenlmenle limpas:ao sabir pela ra deIlorlas,cam-
boadoCnrmo. Flores, Nina, enfreutea jVaea da ln-
ilepcndeuciu, Cru/es, Cdela, Rceife, Cadei.i-N olha,
lia\e-sa da l.incuela, largo do Gir|Ki Saulo, \'iu.i-
rio, A/eile de 1'eUe, Madre de Dos, Collegio, Quei-
mado, Mvra\eiilo, Direila, lra\essa do Dique c ra
dos Martirios. A mesma mesa vista do capitulo I
dos eslalulos (pie i-crc a innandade, confiada a
lodosos i raos eni ueral para sexla-feira i demar-
co seacbarem na igreja lelas 3 boras da tarde, a lint
de Acompanbarem a procissiodo mesmo 'Scobor.
Olferece-se um Iiomom |Hir(iiuue/ para feitor,
jardinciro, ou criado da una casa: quem precisar
dirija-se a ra do Vicario n. 21.
Senhora doO'j eujo escrevo he
negra de nome llosa, balsa, m.i
rido, nariz chalo, cor prela, rost
feias, aervie de parlona UO in.iln
est fuglds desde novenibfo de
noasuldor Antonio Jos passaraii
t.iiilos Pereira da SilvS, I
mente uerleneein a Anin
casado com una
s veJha que o ina-
redondoi feicoes
a qual (ambeni
IsMi. Depois ilo
a sor escravos do
>jc fallecido, o prcsenle-
Caldas da Silva : quem
os peg
rompe
secca,
les.
i* i
Uve
n dollos Jer milicia corla, ser bem re
do, na i iiii da l'raia. arnia/cm de carne
II.
baiio essignadoq morador em Tora de Por-
>m bons do i.n/ e ejercicio de pial ico da bar-
ra, vendo nos irabnlhos da cmara municipal desla
cid.nle ninadeilarac.io de um individuo com iiiual
nome ao seu, como responsavel "li fnllia Jii'tirn,
declara que nao ee onlcutle com elle, nemlSopou-
CO non ou lilbo, o qual be de menor idade. Keci-
fe 2s de reverelro de 1853. Wanoei th siim Nevet,
Pede-so encereeMamolee a corlo morador da
ra das CinCO-PontOS. qte por obsequio deixc.de
conlinuar emn SUOS palavras j ac^OOS ohceoas, por-
que junio deSmc. inoram rantiiins./ mi e (&
rnilia.
Jos Rodrigues de Araujo Porlo, vai a Pflfln-
L'ul, levando em sua companbia sua seuliora, I).
Candida Cardo/a de Araujn Porlo, o seu lilbo mu-
ir, Jos Rodrigues de Araujo Porto Jnior, del-
udo por sene procuradores osSrs. foae Cerdoso
Avio-, Krancisco lioncalves Netlo, e Jos Malbeus
Ferreira*
Precise-ee alocar um sii) que nao soja muilo
(equeno, e quo estoja bem plantado de fmcloii is,
sondo porlo da pntca, linda quaudo a rasa n.'io-oja
de non tos coromodos, oque uaosoesige. quem o
annuucle sua morada para no cuii(rolar.
A matricula laaula de Luammalica latinado
io das arles, aeha-ee aborta, emeasa do respec-
o substituto, na rus Pova deOlinde, c por Inipc-
(lOSIITOIIIOIIIUKIHII'llllllll- R
.\o Mallo Uruaw, c.....aliado Olio, M. dejj
_".Siqiicra (ai\alcanle d eonsullaa e medica-raj
aiiienl.is Lialis ao-pobre-, lodos os dias das E
lunas d,......iili.i.i a I da larde, ________ jjj
I'rocisa-so arrendar, por um ou mala i.....os,
um sitio que M'ja perlu desla cidade, einliura leja
peqiMUO. oque se eviue iudiq.....aMlinenle be que
leona planta de capim ou balva para o ler. garan-
lc-se o boui Iralaineiitu. tanto nu sitio eomu na casi
etc.: quem olivi-r aununcie pura ser nriK-urado, ou
dii-ijo-w ao lintelHrcife,na ra do Trapiche n. 5.
Ilcseja-sc fallar com o Sr. Jos Mondes Car-
Ciro l.o.io. a iieiiorin de seu iuteresse: na |iraja da
liidepeliili'licia. n. -2t'.
ATiE.\(.:Ao.
Iltlerecer para dar lii;es de erninmaticii porlu-
ue/a e franceza, una jiessoa que j lem alguma
praliea rilan mesmo per rasas parllculare. : quem
de seu preslimo qui/er iililisar-se. dirija-se a ra da
Santa urm n. ttti. que acliar com quem tratar.
M il lid \ DE NOSSA SEMIlllt A UO
ROSARIO.
O proprielario da casa da forliiiui auiuitu-ia ao
pollino, que inuiluu n seu eaUadedmcnl* da casa
0.7 da roa Direila, |iara a ra do Queiniadu, rasa
n. 01, como titulo de Casa da Espcranra: n.-l.i no-
va casi e na pracn da Independencia, loja du Sr.
l-'orlunalo. actia--e i venda um cmplelosnrliiuento
debillielcse cautela dalnlcria .cima, cujas realas
lireve lerau o seu audaiueuto.
llillieles.......... tjOOll
Meio............290(10
uarlos ,........I:200
lleriinus..........'aliOU
Alt Utl IA, E DOCES UOHUAUOS.
O iliino ,i.i rasa da ra estreitu du Husario, n. 1:1,
avisa au poltico que receben peln iilliuiu vapur du
Sul, um rico sortimenlu do doce, bordados para pre-
sente da quaresina, o l.linhem Inhib libas rio ara-
lula, a :t.Ml i s. a lala.
Precisa-se almiar um niolenue, que euteuria de
coziuha, seniln para aervira nm liiimem sulleiro: nu
ra do Trapiche Novo. n. 16.
Prcci-a-se rie mu raiveiro para venila, brasi-
leiro, ou eslraimeiru : em lora do Portas uo palen
rio Pilar, n. '21.
Denlo Juaqiiiiii de Crvalho lem urna carta ,
vinJa da Ilha de S. Miguel : na ra da Cruies ,
n. 10.
AGENCIA UE PASSAFORTES. E THTI.OS
HE RESIDENCIA.
t'.lauliuo rio riego lima, lira paapporle para
dentro, e fura rio imperio, riespacha carravo..
lira liluloa rie lesiileucia para eelranseiros!
ra ila Praia, primeiro ailar, u. il.
Precisa-se ile nina ama rie Icile! a tratar na
roa Nova n. .*>s, toja de modas rranreus.
Obacliarel Wilrnvle coiiliniia a Icccinnar em
ti,iin-iv. na sua resirieucia ila ruadas C.ru/.es. n". 2,
primeiro andar ; o para maior couuniiriiriaile e me>
nos oiiiis ilns pessoas que com elle 1.1 seapplioarom
u ose eslilo, lem cslahelcririo a quanlia rie S00O
rs. por sen honorario inensal.
AMA.
Preci-a-serie nina prela forra j rie iriaile para ama
apera de nina criauca : quem eslivrr instas rircuius-
taucias, dando abono a aun boa conriiuia. dirijs-ae
a ra rie S, l;raucisco. sofirariii u. N.
FEITOR.
hn -a-se de um porluguei para Iranalhir em um
sitio un limar rio Keineilin ; quem esliver ueslascir-
ciiiiislani'ias culeiiri.i-se ruin o poileiro d'Allandega
desll ciilaile.
MADAMA Ittlt riER, MODISTA I-TIAXCE/.A.
NA III A NOVA N. -W
O Dr. Joaquim Villela de Castro Tavares, sil-
vosa no paleo rio Paraizo, n.26,
Sa*}Jtw*#**o)l#a&
C0\SUJ0Rltl II0M(E0PATHI0.
0 Ra do Trapiche Novo n. 9, no J
hotel Francisco.
flP I) Di. Casaiiuva cunluu'ia a dar consultas *
; e remedio, gratis aos |>obreii, ,la-7 horas ria 9
41 maullad al ao meio ilia. A pessoas que.Qtf
19 no forem pobre s panorao rio 5 a lODOOO #
9 rs. pelo Iralamcnlo.. O escravos s pogorSo 0
9 rie a I "-mu ra. A
LOTEHIA DES. PEDRO MARTIH.
As rodas desla lotoria, ailan impreterivelmonle
no dio iodo mareo prximo futuro, no consisto-
rio da matriz da Boo-Vista. 0 resto dos buhles
osl ,i venda nos lugares ja atinunciados, o cm
Olinda em casa do Rvm. vicario.
O pharinareiilico Manuel l'civnlo ria Silva &
<.....i'.uiliia previne ao res|>eilavcl publico desta
ciilade, e ans seuhurcs de ciigcnlios e fazendeiros,
Suea i al na- para bubas e cravo seceos, annuncia-
a na ra riu I! nuil u.Ot, nao sao as verriarieiras,
preparadlo pelo tinado pbarmaceulico Seliaslio Jo-
s de Oliveira Macerio, por issu que as nicas que ha
rio sua pi eparaciiu si eiistem na liolicu ria roa do
Uilegiu n. IH, cuino pruvam o assiuuatura do li-
nariu, quo acumpauliiiin a pitillas nas direrrnes rie
seu uso.
Avtoa^ae aos mbore ucademici rio viaem na
ra do Crc|io n. II, loia ilc livro Jo baralciro An-
loniii 11,.nu il:.....Ferreira a roniprar osseuuinle li-
vro : Tissol, philnsopliiH ; tratado rio Jireilo penal,
|.ir Koci ; por llogron, Coiligo Jo Commerriii; por
Danierun, Cune rie Pliilosopliia 1 lnslilnii;fte Je Di-
reilu Civil l.usitauu lauto publico romo particular,
|Mir Pascual Jos Je Melln IraJoziJn em porluuiiez,
iur Francisco Jos Freir; liisliluicoes rie Dreiln
i'.ivil Lusitano, por Pascual Jus'' rie Melln Irailiiziilo
puf Manuel Corrala l.ima i.iui'iliarit'. Manual rie pu-
blica ; Historia rio Brasil, pelo autor Je Jiiersas
otilas ; llireilo Publico, por Francisco Ferreira Li-
ma ; Direilu Criminal, por Cunto ; Cousliluicaii Po-
ltica do impeli Jo llrusil ; Tratado ria Pena rie
Morie; Pardearos ; Diaeski Braallelro c Apndice ;
Digisto l'orlugiic/ ; Direila Criminal ; Pruressu Cri-
minal ; Doiilriuu rie Acr,oe> ; Coiunienlario ila Carta
Coiislituciiin.il: Diccionarioiioilugiieze latino; Dic-
cionario italiano e francez, fraucez c italiano ; |)ic-
ciiiiiaiio rie .Muraos ultima cilicco ; Direilo MiTran-
til; lluilauaipii'; i-orriusrie^li|iaria Dalia, apuriailtas
e procuraces selladas.
OlTerece-se um rapaz com iilaili' de 10 Mi-
nos, o qual sabe ler o oscrever o contar prluilanien-
le, para caixeirode alguma loja quem o prelon
der dirija-se a lv|iojrn|ihia Imparcial.
Aluga-re |ir llisOOO rs. por mez, 11111 preto
cwravo, encllenle coilnheiro, inuitolicl, humible,
ruiJaJo-o, sem vicios neni pailecimenlu alimm : na
a do IJneiina.lo. 11. ili, .uuiiilu ailar.
wmmmmmx:.
m-so o feudem-ee i>rrha-
MMideui-ia 11. 1(1, runrrunl
i le\ou
furia coree
i tesISOf. lui-
3.
precise'
niii
llsl,,
nll
n I n
prnpi
leni a honra d
receber um lindo
nas, o de bllelo :
maulas de lil para cebera de MMiInua. cliel
nho la\ radus, bicoe >U' liiilio,
nas, Borefl e Mes, pnlseirae,
pie- o seliin meco, bonites
-d.i
iblicOi que acabe de
fe Duendas preles, t-
BB para a ipiarisnia,
t, imila<> do Monde,
protnsde lilu de li-
m <'iiiilli.i. Id", peu-
rliaiiidnie, grodeiuh
eaniisiuliai. fianjas o
(ranean de seda pelas, brillienles capolinlios de
L;iiisdonapli'S, de oliainalole, o do seliui maru, e
Ottlrai militas la/o mas pnr diminutos preOOBi
#>## u f -:-'f h v y: &
liKMISIA AUERICAN'O.
l>. w. Da)non, dnirglao dentista, cuuliua a **
[ eieroer sua proftsaao, leaendo lodes as opere*
9 (oes que forem precisas de qualquer naluro- 3*
9 /a, lano por fi.iii. eoiiiii na sua residencia, g
mulo podo M'r procurado e qualquer bort '*
na ra da Cll n. 7, segundo andar, im Re- 6t
Selfe. (
Proeisa-scdu um buin eozinlieiro, para et-
BtOBlrenneira : a iralar na praea do Corpo Slii-
10, renda de Paloieira & Bellreo.
VOO.
Sitio do Tasso na Crui de Alma-, da puni de
lYln'ia, desappaieceu mu couclix ou corruplao, no
da 21 ilororronlo ; o pnr ser um paanriho inuilu
meneo, seu dono d io?ihki de grailOcac^e a pieui
iin' levar, eu er noticia de queni u lem.
Liva-see cngoiniua-se, com miiiu perfei-
cao o asscio : no paleo da rbera do 8. Jos
-n. 15
ATTENCAO, L'NIG DEPOSITO NBSTA
i:ii>Ai>E.
Paulo tiaignoUi denllele recebeu auna deuli-
friio do Dr. I'ierro.osta amia rnuliorida como a mo-
Ibor Kouaulor, leu a prupriedade dceoii!ier>ur .1 Ihkti
ciieirosa preservar las dores de denles, tira o
uo-.li desamadavel une ila om ueral o rliarutu. al
uuuias pillas desla n um eopo d'uuuii sao snlUeion
Rogi-eee pessoei que per enuaui
l de merco, um guarda sol cor de eafi
rom o cali preto, e nina rusa luanea n>
ja deo mandar entregar na ru l>ireiia, n
Ada/ da mal i/ de Hoa-Visla 11. H
o .iludanduas preas vendedores.
Oailisladramalioo, .lose .M,i\imo de Almeida
(..1I11 ,il. relir.i-so para u .M;iranlido.
Precisa-se um caixeJro*. de 10 a \Z anniw, pre-
lerindo-so dosnlUnMWclieejedoi: nu beecode l.enlia,
\endaque vira pera o forle das Cinco Ponas.
IMereee-so um lioiiiem rom as liahililai/M ue-
cessaries para administrador de engenbo, entrando
comIGescrevoade ensedee iodos bous:a falar
na ra desCruies n. i1'.
Precisarse de uma .una, smenle para se em-
prear no servido de costura eli e engommado liso,
de una casa de muilo pouca ramilia: na ra do Pa-
dre ll.n ianuo, n. .
Joaijiiim Pinheiro Jaeomo inuJou o -eu
ttcriptoro para a Iravossa Ja Alad re do Dos, 11.
10, primeiro andar,
Kredcrico F.Tinun, llamburgud relire-se pe-
ra ('ira do Imperio.
I'rerisa-se de tuna ama para rasa de [mea ra-
milia : na ra da Cruz do Recle, n. M.
I'rri-isa-sc alllgnr 11111 sitio jicrlo da
niara 0111* trulla boa casa, cs(ril>;iria', CO-
rlicira e nlgllione fi'iiclrii'as, o que sejn
!>rm cerrado 011 murado na ra da!
Cruzu. 10.
Precisa-se do um raixeiroipie lenha praliea de
negocio, para raixeiru.de uma padaria, ipie soja ra-
paz, o que di1 liador a sua conduela : no paleo da
Sania Cruz, padaria n. MM.
Na casa n.fl, delYonledoTrepklie Novo, elis-
io urna carta pflraoSr. (bandido Jos de Lomos, \ in-
da do Para.
Os genitores M. II. I'., e a. 11. P., alo chama-
dos a ra do Sol. n. 9, pira o lim que n.iii iifiioian,
hito M preso de t das, contados da data tiesto; dn
rontrerio nesear-ce-ha a eeclerecer melhoro nego-
i io, e son- nornes por estnse.
I'rerisa-se i\v lima ama dr Inte
lireleriiido-M-srm lillio: na ra dos Qual'
leis, o. -1\, Segundo andar.
Precisa-se de um fornefro : na ra ealreila d
Rosarlo, n.8.
Aironda-se um siiio cm Santo Aman), con
umitas fruteiras. epaslo pera quime vareas j quen
o prolonder, dirija-e a ra ta (ilnria, n. 70.
Dao->e 90flnJOOOrSa a premio de 'i porcenlo a*
mez. Mihre |enhore?i de ourn, mi prala : na ra da
Santa Cruz. n. (il.
ARRBMATACAO.
Pelo j il i/o luunieipal da -. -muida \ara do mol, e
i ropiei inienlo do lestumeiileim, Bcba-se eni piara
publica para ser arrematada,lindos OS dias da le, por
piein mais .dlorerer, a bem afroiaie/.ada vendado
miado Antonio Jos do MegaJheea, sila na pra<;a da
Boa Vista, n. IB: a a\ aliara eehe-se emniaodo
W, SOCIEAE RECREIO l).V ff
TABIARINEIRA.
\ direccao' convida aos lenlio-
L0TKK1A 1)0 KIO DE JANEIRO.
A roda da 17 lotera das Cu, de Cari-
dad.- corren no din 22 do na lindo, e a
lisia iee>pera no ajxir Baliianac|ue deve
cliegac'at o dia H do corrente.
ATTENCAO'
l'.ni mciarlu Je fcvtrelro ileale anuo auscutnu-Mja
na 11.1 .tai. h i o. um rrloulinlio forro, dPilaJnll
anuos, por uonic Jos Cusloilio, cheio Ju rorpo, com '
narcaadabexlna.no rosto, em cuja ra ii|ireiwlia
o oulcin Je niarrlneiru: consta ler estado emterrus
do enaeiilin Calendo : roua-sc a lioni ju IiuiiiiiiJ.i-
dc nao s uo nimmu sculior de cneuliu c a qu.es-
quc mili ns. como a ludas as auloriJaJe puliciues e
pessoas Jo w.o o upprclieudcreni, reniellendiMi oii
uvisaiidoa sua alDirla inai de nome Jerouvniu, nio-
railora ua ra Jos l'earadiira, aira* de 8. Jos, olla
ra da Cadeia do llciifc, loja de Jos Come Leal.
OSr. que foi \er a casa dn ru. das Triuchei-
las n. H, e fioii de lc\ar.a resposta, quelra animo
ciar sua morada ou aiiparccu, que se fat lodo o ne-
aocio com o que esl acnlro, a sua lontade; eim
mesma ra .cnJc-nc :1a I arrobas do catrarrillia de
cacao, cxcclleiitccli. muilo fresco e sabo'roso, com
Icile ou sem elle.
Sil.eiio Jos Pereira Bordos, retirare para
PorluRal, c dciaa por seus prururaJores oa Srs. Jos
Francisco Hilieiro, Albino Jo^ da Sil.a, Manoel
Teieirp Lernos.
_ Bilaiiuel Jos Ja Costa Moiitcirn, cidado brasi-
Iciro, retira-w para Lonnda, e por no venda uma
escrav. rrioula, Idada -JO u.inos, engomma ofrlvel-
mente, c lem encllenle conducta : na ra Imperial
167.
. abai.n umiBiiado tteituu de ser caixeiro do
Sr. Uiogo Jos da Coala desde u dia 2 de marco do
rorrcnlo auno. Jemino Franciico dm Chagm.
-O ali.Mvu a.M-ii h|u faz ver ao publico, quo ou
Dlbado E-.le.ao, simi-branco, araborUdo, do idade
III anuos, clicio iiocoriKi, auseiilou-sede sua casa,
cuino lem Je coslume, cleMle dezembro prximo imis-
sado. aprcndeiijn o otlli-io Je ra-pinlciro: rogu por-
lauto us auluriJ.ilesomle querque seachc o pren-
Jo, c o resliluan a sua cumpanbin
Jimio* .In/oniodo Hegn.
i;u.M)ir.\'o DA AURORA.
Na fundicao il'.Viiiora arlia-se constantemente um
rumplclusorliiiipiilo Je niacliiuas Je vapor, lauto
Je alta como do liai.a presan,Je mjelos os maisaii-
provado.. Tanilieni se apromplo de eiiioninienila
de qualquer rumia que e possam desejar com a
maior prcslc/a. Habis olliciaes serao mandados pa-
ra as ir assentar, e os faliriraiilesronin lem de cos-
liiine ,-ilianc.iin o perlMIO liaballio d'ellas, eseres-
piuisaliilisain por qualquer Jefeilo que pussa nellas
apparecer Jurante n primeira safra. Militas machi;
nas Je \a|H>r coustruiJas ueste estabelecimeuto tein*
isiudoem conslnnle servico nesla provincia III, I-',
e at 10 anuos, o apenas Iciii exigido mili insiuuili
ules reparos, e aigumas at iieiiliuns absolutameu-
le, aerresrendo que n rnnsumo do ronbuslivel lio
mili incnnsideravel. Os Srs. de engcnlio, |wis, e ou
Iras qiiesquer pessuas.quc precisarem delliactiinisni"
respcitusainenle cuuviunjos a visitar o eslabele-
ciinento cm Santo Amaro.
Ka ra Nova n. IH. loja Je M. Jo A. Cojii lia
eropre um uraujf sortiiiieiito de obras feilas de In-
da, us i|ualidailes, lano su|wrores, como mai. or-
dinarias ; rami'as brancas linas fiauccrus e de co-
ros ; chapeos fi.iiirc.es linos; ditos de huela d'aba
larga hranros, cor de chombo, pretos, c cor do > i -
nho, os mais finos que ha no mercado ; ditos do sol
de seda ; um sorliineiito de pannos linos, c merinos
Je lodas as cores ; briiishraucos e decores, de puro
lir.ho, e d'oulros muilo. padrScs ; lencos do seda
liara algiheira ; dilns*l>aia grvala ; suspensorios ;
I.......les para montara de senhora. ; ditos para Ih>-
niens ; paules ; calcas, ejaquolas para iiequenos de
10 a 12 anuos ; um uranile sorliiuento Je nalils de
Inda, as crese quididades. Kaiem-sc vestidos para
as senhoras monlaiema ral alio Je iiicrinii, Jeiiual-
querrur, de 105OU0a.VO000,rs. Ha mil wrlinivnlo
de eharulos linos cliegados da Babia, o uniros mais
baratos pura aealiar ; em lim o freguex que cnlrai
nesla loja, satura promplo de um falo completo,
tra/endo sempre. o goiernador do mundo, o senlior
dinhero.
COMPRAS.
, tiara 1
1 ifia ti 1!
re, siirius
M'SS.KI II
le iii'oiiori'ni
lalli
ompareoeran
CO.NSI I
11l.nl.
corrento, alim
convidadof para a
liliailn doAUeluia.
CHATI I-
les;
deniirri
: na ru
elleiile |iara
Itrrga do Ilusorio
lailltieill senrliaia |h
a coiisei'MH.i.i Jos denles
11. 3, legando andar.
Joaquim Je AlmeiJa Pinto, natural desla ci-
dade, phariuarculicn upproiado pelas academias da
Pars e Babia, scienlilica ao rcspeiliml publico, e
em |iartieular a seus amigos, que desde n primeiro
du corrale me/, ae echa de mm da bem arredila-
da holiea da enliga ra dos (Juarteis desla cidade,
|wr compra que dell.i fez ao Sr. Jca Mara liun-
i.alies Hamos; protesta |mis servir com [kt.u,
'ili c ailiviila Je. a lodos aquelles que se Jignarctii
procurar osen 11010 eslaheliTineulo.
l'iecisa-sc de una uirslra para eusinar pri-
uieias ledas a meninas, em mu eimeiviii JUIante
Ja praea K leguas, prcferinJo-so que saiha locar
pianu : u quem euuvicr, aniium-ie pura se procu-
rar.
|. iMirlaraiii 110 Jia 2 Je fevereiro, Je um siiio da
uoa Via^em, uiiicumiIIo rudado |H'quenu, muilo mi-
\o, as elinas curiase a cauda U|iorada com lezoura :
quem delleder noticia, ser hem re......peDMHto, na
ia.ua ,la lndc}ieudeiicia 11. 12.
Jos Joaquim Lojh's de AlineiJa e sua senho-
ra, relirum-sc parau Europa, le\undo enisuaeoin-
I uiliia uui.i lillia d menor idade, e a senhora II.
Mara da Encirnaeilu Ferreira.
I 111 lioinem sulleiro, de IS anuos de idade ,
perilo cuteudedor de borlase |iomares, poda o en-
jerta, ludo rom perfclcio, rouslruc e he jardinciro
hbil para qualquer servido que ni olfereca, o |ior se
aehnr dewuipiegado se otrerece para auum enge-
11I10, ou sitio; o quul pode ser procurado naruado
Pires, casan. 7.
O bachurcl lu/ Pilippe de Sou/a l.cao. es-
tabeleceu banca Je adxogado : na ra Nova, sobra-
Jo n, 53.
tllllO IH iM' II-1 H' \ 1 II II 11
10 PARA OS POBRES.
Na casa ain.iiell.i paleo Jo Collegio, primeirii a-
ilar, residencia do general Abren o Lima. Esle 000-
siillorio he dirigido pelo propriu general Abren e
l.ima. e nelle dam-se cnsul las iralis aos pnlires em
lodos os dias uteis denle as del da inanbaa al urna
hora da larde. O mesiuo senlior pude ser consulta-
do |Hir oulras pessoas a qualquer hora do dia ou Ja
noile. "
O. abaixo assigna.los, procuradores e aduunis-
Iradoi-cs do pairiinonio do Sanlissimo CoracJo de
jesu-. Ja villa deIguaraHrf*olncla de Pemambu,
en, faicni saber ao respeilaxi publico, que teuuo si-
do anuuiiciada para o Jia Je naje a rremalaolo era
basta piililica Ja fa/enda deiiominaJa Pilar .
sila ua rilieira de Jagiiaribe, lerinuda cidade do Ico,
e provincia do Ceari, perlencenle ao j referido
recolhimeiilo, como j (ora annunciado pelos Me-
mos abaixo assignodns, fura a supraiiiJicaila ar
remalarao IransferiJa para a primeira praea do raei
de abrildeale eorrenle anno,em cousequencia Jcor-
ilein ou Jespaclio dn llr. jnii de direilu da primeira
\ara doi-ivel da cidade do Recifo, |ieranle o qual se
lem de fuer dita arreiMlaefe. E porlanlo, todas as
pessoas que quierem pnssuir esta f.zeuda, queiram
com|iarw-er, 011 mandar seu. res|ierl\o* prorurailo-
res munido, dos eenpeteBtOS poderes, cerlos de que
para nu \cuda preredeu a licenca liiqierial, e que
o [laaamento deicr ser em dinhero a vista, assim
1.lu" i|ua adila fazenda lem tres leguas de compri-
mento pelo riacho dos Bastios cima, o o ano se
adiar defundu de serraaserra ; quefoiavaliaJa ju-
dicialmeiile em IfcjWiXIOO rs incluidas aigumas ra-
hecasde culo v.ircunl e caMlthli', leudo terrenoslilui-
lo 11111.1 ios para refa/.-r gados. HiH'ife ~> Je Janei-
ro de ItiVI.I'iidrr lloremio Xiirirr Dia de .ilbu-
auerque.h'rancitrodiu Chtiyii* l'erreim Duro.
.Idolfo Manuel Cameloit Mello e Aiaujo.
Roga-o ao credore do Sr. Cui-
Iherme Bauch de y reunirem Itoje 3 de
niarro. ao meio dia COI ponto, no ar-
iiiazrin do menino, na ra ila Craw n.5'.
alim de ilrliluTiuviii a r-|ielo da li-
unidaciio' de rmiini.
Joaquim Kiillno Jo Hego relira-se |rao Rio
Crande Jo Sul. eleva em Ha companlua o. eu e*-
craios UeneJirlo e LiJia.
Na ra Ja Scnzala \*elha. defronle Jo Sr.
Martina, pintor, compra-se tojas a qu.liJailes Je
ferros m-IIio e metaes, assim cuino rnelos Je pan-
nos linos e ru'cnutas, e mulamhos Jo tojas usqtiu-
liJailos que sen ireni para fazer |ia|iel ; assim como
cahos lelhos, lonas, ele.
Compra-se tuutu em porcoes |iequeuus, coiuu
ui amles, tiolijoes que servirn! Je grava ingle/a ; no
leireiro anJar Ja ceja n. 112 Ja ra Ja Seuzalu
Velba, junto a cocheiru Jo Sr. Lobato; paga-se |hii 4
prcCO ra/oaiel.
Conipram-se escraios, o \cnJem-se, nicliein-
se de cominissaA, lano |iara a provincia como para
fiira delta; na ra dos IJuarleis 11. 21, segundo an-
dar.
Compra-so .VIHIO aliiueires de ral pretu, paia
a obra do Hospital Pedro il, quem livor e qui/er
vender, remelle a era proposta om caria fechada 1
admiiiislracao de coridade.
Compra-se um caiullo iio>o, grande, manso,
-em achaque, nem o nienur defeiti', o que ande hom
batM, paga-se bem : quem o liver c quiler disinir,
leve-o a Agajlo Kicher na cocheira ao |ui do llieu-
Iro velho, que elle duslar.
O i-ora'torMa\oriurirom|iia acedos da Cum-
lunhia do Behiritie. ~~N,
VENDAS ^
A 5.I00 n.
iiu 1- (Hites decambraia rom l>. I>......-
de tvyaro, 5,600 w.; corle de (hilas
largas, milito lina, rom burra, a 1,200
m.; corles de CBHa rom harta, |iadro'c
na
V.
Cesar.
fin porta da Allainli-j;a armazeni
11.20, M'iide-e oleo de lindara, em poi-
co V a vootade dos compruilores; acode
milao', i'IiiiiiiIjo de uiitniao', e suecas
com fareJIl 1 V.000 rs.
Manuel Jos du Molla vende a sua taberna ,
ita ua ra Jo Caldeirciro, 11. 00 : quom .1 prelen-
lirija-se a inosinu para Iralar.
novo e multo lindo, a 2,000 rs
rita do Oueiniado, loja n. 21, deJ.
Icr,
Ycndc-se um |iar de ruda, novas par. ruhrio-
lel, por proco romnioilo: na ra da oledado n. 12.
, Veude-sc um guurda livros moderno, em It vo-
lumen, comMoilas as formulas de toja a escripia cm
11.11 tula- Johrailas. (Kilo mojico proco Jo 8^000 rs. :
na ra dus tluailois 11. 21, loja de miudezas.
SENTIDO, 050 A,HE CONFRONTE AO
ROSARIO DE SANTO ANTONIO,
(.limo li' niaiitlnu osle tlwe'! itergutitava em um.i
OtCM um iKMpedoa seuaiuiu ; de lanos que leulio.
Ihe luruoii u auiiixn, anda nculiuiu me u uiauduu
que igual seja ; oho4|)ede,jia verdade, ojiiediloM*
o 1 11 39 A da ra d<> Hosario he quem pode Ibt ; l
mennio, 1 -* ineuiiu runi|irei eu, c porlanU \auin \a
o fundo do caiio: aiiu o^ dous amigos deram lim
aiun caixaoe wua de qualro quarliulu^: o :t!l A
a%isa aos boiialeilores que semlo-llw referido o pre-
spule o l.i/ puhlico, para qui; lodos euliam ter o
comprar o melltor de lodos oh doces.
ANTOIS PAII.HETE & C0JUA-
2 MOA- |
tt tinliima-se a vender no deposito geral du $
jg ra da Cruz n. i2, o escrlleule e bem ron- (
ml ceituadn rap ureia prela da fabrica do Can- g
f luis Pailhele Aj I '.oiupanliia, da Baha, ;'
i:raiidesetioqueuus|)or^ues, pclu proco eslube- f
S loi-ido. I
*#*##
Vendeni-so 20 escravos, sendo 2 luido, mole-
roles de idade 18 annos, I dito de meia idade, bom
iii/iuheiro, Oulro dilo canoeiro, 1 dilo serrador, 10
dito, de ervi(,-o do c.uipo, 3 escravos de l a 20au-
ii..-. sendo varios de muilo boa conducta : na ra
llireila n. 3. .
Vendo H- ou arronda-se um sitio no lugar Ja
Piranga, freguoiia do. Arogado.. ua ealrada que val
dus Passo, para a Varaea. coufronle ao sitio do Sr.
I a,-neiro, com boa Ierra da produccao, com quaren-
I, e lanos i^decoqueirosdand" frucl", inaiiguei-
ras e basunles ps Je c.jueiro. de b, qiiali.lujes.
rom c.-i-a do laipa colierla .le palha, foroiro, quer de
anM oa oolr. inaneia, por preso coiiiiihhIo : na
..... laraa do Husario u. 11.
Vende se a loja de funileiro da ra llireila n.
I1, i..... lodo- os seus peilences : a tratur nu luesma
a qualquer hora.
VeuJc-sc coclionillia Je muilo boa qualidade:
ua rua Ja l'.ru/. anna/eiii n. III.
VonJenie sacras com superior fui iulia Je
mandioca, por proco rommoJo : a tratar na rua da
Cadeia do Rcrifc, esquina do boceo Largo, loja u. 2ti,
ou trapiche doCunba.
MUTILADO
v


HT-
T

rspellios com uiolilii-
mail lieos (|iic lem
(la
L.
Esyi i-
I muilas fa-
___ Vendein-se
en* domadas, o
upparecid inste ulereado : na ra
Cruz do lterile, n. -YO, urmn/.em di
Selmler i\ C. W
Moinhos de vento
rom bombas ile repuso para regar luiran i1 baiva:
ile rapan, na runilira de I). W. Iliivvinan: na rui
ili> Bru II-. (i, Si- III.
NA III EMILIA PARA A CADEIA
,.j| Vender panno mi pretu, a 28WHi, :1320o,
B :u & :i.2no. Ijuki c mm, lilo verde. aSMOO,
lOOO, curies de caseinira prela mallo sape-
rior, a jJKXKI, WKI, IJIKKI, 11W> e II?,
selim prclo de su|ieiior qualidade, 800u,
39500, 1S0II0, e -i500 u ovado, leos ti
seila bramos, a 13000corles ile ciscado li-
iilm, a 720, ciirle do cambraia de salpieos do
cores e bramos, n SjfiOO. e M90O, .-hilas es-
curas de IhiiiIus padrees, a .V9-VNI a poca,
corles de t-assa franroza, a 2&500, e :tJI200,
1 vestido, de buhados rom liieo do iillini" gns-
lo. a (5000, risrados fr.11ne7.es milito bonitos
- largo, a 210 o eovado, ganga ainarella"
trancada, a IsMHl 11 corle, sarja prela hespa
nimia, a 28500 o eovado, eoulra:
/nulas, pul iireons eiumiinili'..
A 6,000 re. pequeo, 6,600 rs. *candes.
Vendein-se chapeos de sol de soda ingleza de
superior, qualidade, pelos preros aciiua : na rua
do Cnllcgio 11. 4. .
NA COJA N. (r DA RUA DO CKESPO,
HA AS SECUINTES FAZENDAS BA-
RATAS.
Vendem-se corles de \osliilodo cambraia rom ba-
bados. a 630110 '; dilosconi barra, a 5?>000rs.; !-
01 de cambraia de salpieos brincos, a IteOOOe I9OOO
rs. ; corles de cassaobila, a:S>100rs.; dilo com bar-
ra, u 28H00 rs. ; ditos de cassa Anacen, a :i20ll
rs.; cortos de chita 00111 barra milito lama que leni
l:i '. corados, .1 laWNIrs, ; "feas derhila escurase
claras, a 6S000 rs. a pera e IfiO rs. o invado ; pecas
de cassa iloipiailrosa slOOrs. a peca e 280rs.I ve-
ra : un rua do Crespo 11. (i.
Vendan ee o erdedeiroi sciiin. loglen*, pa-
lenle, do nula e sem ella : na rua iluSeiiza la .No-
va 11. i-'.
Vende-so marmelada nova om Ihh-oIus del o
2libras, ramulla- cun 2 e l libra- do peas, dilas
00111 2 o I libras de i.....-iva., caitas com inassas li-
na- di' oslrcllinha, ludo mullo superior : na rua da
Cruz do Kerife 11. IG. derronle doSr. I>r. Cosme.
ESPERMACETE AMKUICANO.
Noarmmn da uaraai da Medre de Deoen.
.'|,v.....le-soo verdadeiro osperinarcle anieriraiio,
..... cata) dollO a :tl libra-.
1,28 e I.Y0 RUA l><) CKCSI'O N. (i.
Superiores onhcrlores de algodau, oscuro* inniln
oucnr|iad.iscaraiidos,propricAfiara estraves, |iclo di-
iiiinulo precede I32K0 c l- 10 rs,.
il .... ..naiiiiinnii iiiirieiirn Vc-
DAVID WIM.IAM BOWMAN. rniuMihoirn ma-
rliinisla e luuilidor de forro, nuil rcsiieilosanionlo
aiiiiuneia aos senhnres propriclilrios de engolillo,
fa/eiidoiriM, o ann-i-Mlavl publico, queoseu esla-
Ih-Ioi'imeiilo de ferro movido por inarhina de ya|>or,
Kt na do llriim paanndo o chafar;, ronliniia ein
eITcelivo eutn-irio, ese acha coinplclameiilc nionlado
com apparelhos da primeira qualidade para a per-
foila conrwcaftdaa inaioios |iccas de inachinismo,
HabUllaO para emprebeiider <|uaiw|iier obras da
suaarle, David William llowman, desoja niaispar-
licidariueiile chamar a allonoao publica para as sc-
nuiules, iwrtcrdellasuraiidesortiinenloja proin|-
lo, em deposito na mesilla fundii;ao, as quacs cons-
li uiila- em MU) fabrica poden competir com as fabri-
cadasom pala eslranueim. lano em proco comu em
qualidade de malcras primas e niao do obra, a
saber:
Machinas do va|Hir da molhnr ooustriicao,
Mocndas de caima para onueiihos de IikIos os (a-
iiiaulms, movidas a va|ir |ir anua, 011 animaes.
Koila-de asna, inoiiibosde venlo o sorras.
Manejos inde|iciidenles paracavallos.
Iludas douladas.
AkiiIIios. hrou/.es e rhumurcira*.
I ..n illiiii-- o parafusos do lodos os tamaitos.
Taitas, i-.ii ni--, crivose bm-as de fornalba.
Moinlius de mandioca, movidos a ma ou |ioraiu-
maes, e prensas para a dila.
i ,li,i[ia- de Iii^.iu o fornos de fariuba.
Canoa de ferro, loroeim de ferro e de brome.
Iliiinb.i- para cacimba c de repuxo, movidas a
man, por animaos 011 vento.
t;......lasios, guinchle macaco*.
Prensas hidrulicas cite parafuso.
b'erraienspara navios, carroso obra-publicas.
Gilumn.'is, varainlas, .i.ulr- o portOea.
Prensas de copiar carias o sidlar.
Ci.....1-, carrosde man carados do forro. Pie,etc.
Alin da npertorldaJoMlii na obra-, ja' ueral-
meulcreronbiM'iila, llavid Williaiu Bowman uaranle
a-mai-evada coiiformidade cornos niolib-i e desp-
ulios rcmeltidos pelos M'iihnres que-o diuuaiem de
fazor-lhe elicommoiiila-. aprovoilaudo a necasia pa-
ra nurailocer aos sous numerosos alllilRiee IregueZM
.1 preferencie com que tein sido por ellos honrado,
o as-c::uru-lhes que nao poupara e-forcnsediliuen-
ciaspara continuar a merecer a -na coulianca.
^ i^Sv *? *v *> ^^^^>
. MIIKNIIAS PATENTES DE A. EK. $
* DE MORNAV.
9' Em rasa do Rothe d Bidnulac rua do
.<*, Trapicl...... 12. acbam-se eiinalanlcinei
*; le a venda MACHINAS INTEIRAS E
S HEIA8 MACHINAS de varios lamanlHM
A dista oonsll ucean. Estas MOENDAS lom
W a vanlaRin de OHlralrir das caimas, por
A\ cima del.". POR CENT" mai-caldo doque
- M ordinarias, com a.....mu Inrca inolriz.
Acluun--c> lam.....1 na me-ina casi l'A
XAS DE I-ERRO do.....dllosuperior,
Atenis do BdwlB Maw
N.i ruado Apollo 11. (i, armaieni de Me Calmoiil
,\ Compaidiia, acbai- con-lalllenii-nli' boD snrli-
nn-ndis de l.iiv.i- de ferro-cnado obalido, lauto ra-
sa como fundas, moeudas ineliras ludas de ferro lia-
ra animaes, i^na, etc., dilas para armar 0111 mdei-
ra de lodosos laiuanhns e modelnsusinais miKleinos,
machina bnri-nnlal para vapor com Ibr^a de
i cavallos, cocos, passodelras de ferro eslauhado
para casa de purear, |M>r menos preco que os de co-
in, e-envens para navios, ferro iiRle* lano em
barras cuino em arros e Tullas, e ludo |ior barato
prc^o.
Veiule-sc cafo de primeira sorlc : na rua no
Vinario n. 9.
Vciiilciii-wraiasdoehirc para rape, a imila-
c,ao das de larlaruga : na rua da.Cadcia do Recife,
bija 11. 1S.
Vende-so un bonito moleqiic, de 10 anuos,
sem vicio,ou dofelto : na rua do (Jueimado, loja 11
N, defronle da botica.
Vende-se melado de una casa lerrea, sila na
rua do Sebo, 11. 29, livre c desembaratada do qual-
quer hv polbeca : a Iralar na rua da Cadeia do He-
cife, n. !.">, loja dcChrisliano Rourgard, que dir
quem veude.
Ili ni E BARATO.
Na rua dn Passeio loja 11. 9, veudem-se lindas ra-
valas de ditlcrciilcs padres a 120 rs. rada urna ; om
du/ia, a 19200 rs. ; a ellas aillo* que se acabem.
Vendom-sc amarras de ferro : na rua da Son-
zala Nova 11. 42.
PARA OS SENIIORES DE ENENHO.
Vendein-se formas de ferro para assuoar, levando
al I 't arrobas: na rua do Trapiche 11. II.
4
PILMAS HOLLOWA Y.
Este ineslimavel csperiflro, cnmposlo intciranien-
lejde hervas medicinaos, nao conlin mercurio, noin
iinTra aluuina substancia deleelerea. Beniauo mais
icm .1 infancia, e riirnpleao mais delicada, be
iuualnieutc pruinpto eseiiuropara desarraiiiar o mal
na couiploxau mais rnhiisla; he inleiramenlc inno-
cenlc em suas operacAcsc efTeilos; pois busca ere-
inove asdnoneasdequalqueres|iecice grao, por mais
anliaas e lenazcsque sejam.
Enlre inilhares de |iessoas curadas com este re-
niedio, uuiiia- que ja eslavam s portas da morlo,
pri'servandoeiii seu uso, consoMuiram recobrar a sau-
de e forjas, depoisde haver tentado iiiiitilnionlc lo-
dos os uniros remeilins.
As mais aUliclas nao dcvcni ciilroear-si' dcscspi'-
raco: facam um onmpclenle eusaio dos ellicazes ef-
feitos dessa assombrosa medicina, c prestes recu|ie-
I.II.111 O lil'lll'lii lil ll.I -,lilil-.
Nao se perca Icnqio 0111 lomar esse remedio liara
qualqtior
%
'4

do
/
vos sres omdAEs |; 2 MMUTO
If.I til nll.l llCHMll. i; Vende-so a dinlieu.....u a pra/o. ou |'iinula-
se por propriedade nesla praca, um gpde tillo
,1.-11.1 dislanle lucia legua, cun ca-a ib--nlailn. >-
cinilia-, fruleiras, bau para capini. e uroporcoca
na sii-lonlar aniiin-luienlo de 20 a IMI vana-.le
icito : a (talar noalerro da Boa Vista, n. I, lercei-
ro andar.
Oesse.
Vendeo geaao em barricas, rliogado ullimamno-
le:eiu casi J. Kelb-r ,\ Companliia, na rua da
Crii n. .Vi.
Veodam-se billicie- e mejosbilhetes equar-
da ileciin.i-'iilava loieria daOrdom Torcoirade
Baha : na praca da Independen
f
i
Na praca da |iide|eiuloncia u. 17. loj
siruuoiro. vondem--e linos Imlos de P. II.
cabio para divisase bonetes do mais lino qui-
lla, passadeiras bonladaeaile I.....ilo mulo pa-
ra os hombros, bandas com franjas de ouru <
de lelro. Iclin- o espadas do metal pri
cine : Indo i.i.i proc-i cniniuod
VINIIO DE COLARES
de limito superior qualidade. em harris do 7 om pi-
pa, eoi casa de Augusto C. de Abrcu, na rua ila Ca-
deia do Rccifc u. ts.
SACCA8 COM FARELLOS A 3,500 r.
No arma/.em u. I. do Caos da Altndola.
I-AZENDAS PROPRIAS PARA QUA-
Itl-SMA
Selim prelu de Macan innilo superior, a :I.tJIKi e
IttfloOrs, orovado; sarja prelahespanholada prj-
.....na qualidade, a 23 la innilo lina elstica, a 39O0O o3(300rs. o eovado;
panno lino piolo a :l"Sl o l*KI rs. o nevado, dilo
a/iil a :\<**\ o 'kViOO rs. o rdvado; princesa pula
imiilii lina, a MHI e I.^KIO l. ; alpaca piola lina a
rlOO o IrSHMI rs. n cuvado ; corlo de briin de puro li-
libu a l.-iltle j-ihhi i-,. ; ganga amarolla inlr.insada
innilo oneorpada. I 400 t. o eovado; i i-cadn de
liuliii. a INO rs, o eovado ; e imiilus mais falcadas
por proco commudo : na rua dn Cres|io n. (i.
DEPOSITO l)K CA. e potassa.
Na rua da cadeia do Rei-ile u. 'iO, voiidem Ciiulia
,\ Aiuoriiii harris com \ amibas de cal em pedia,
ii'cenlomoiite clicuaila de Lisboa, o pulassa de boa
qualidade.
Taixas para engenhos.
!Vi liinilieau' de ierro de llowuintiii
. Me. Ciilltiiu, na' run do lliun, pau-
sando o i li.ii.nt/. oontiDua haver un
rompleto sorluiu'iilo de laiv.is de reto
rundido e balido di! Ti a S palmos de
bocea, as i|iiai's aeliain-se a venda, por
pioro ronurrodo e com proiuptidao':
du-' urtti-se ou carregant-seem carro
-i'tn ili-.-|ic/.i ao comprador.
POTASSA SliERIOII
Veudem-se |ior preco innilo com-
niodo, no arnia/.ein n. 7 de. ces da
lliiodegu, de Jos Joaipun l'ereira de
iMello, ou no esceiploeio de N'ovacs A
Compnnliia un rua do Trapiche n. 54.
Coi casa del. Kdler & C. ua rua
da Cruz n. lia para vender, e por
|ir carros, (licuados iillimaincnle.
?--"Max^/^L.
HOMEOPATHICA
2 III A DAS CIII/KS 211.
I'*, i.jnhi jHir um iittiirimiiTiiliai n/i/hiti-tiil"
Bale i'-ialieli-ciinenln possue tndosos me-
dieiimenlosal aflora expi'riinenladns, tauln
na Eumpa CODM no Brasil, e prepranos |io-
l;i-in.iiliina-ila iuveucaA do llr. Mure.
Carloiras de 12 lulaMal 100. |>or procos va-
liavei-. conforme a qualidade das calvas, a
qiiaulidade dos remedios c suas dvnaini-
-.iiiie-.
racarleia com o-2i primipaes roadl-
os hu......paleos o 3 obras differoiilcs, indis-
pensavpis para o- principianle- queso qui-
/eroin convencer da veruade da pon i.....li-
cim ;coulendu alnido muitoscnnsidhoseli-
uicns, a palhouciiosia (\p IK inedieauenlus
par.................VOoo
Tobos avulsos ( cada um ; IjjOOO
l'iiiliuasilc lisios os iiiodicaiiieulus em fras-
cos de ', onca............2C000
AMAM-SE CRATUl AMENT
para os pobrps, lalos as receilaa que fara .di
mandar qualquer professor.
Na inesina Isilica encuiiliar-so-ba senipre
um orando snrlimenlo de livros om portu-
gus o trance!, c einfm ludo quanto he no-
cessario |iara o estudo e pratra da homopa-
lliia.
N. II. Ri'itrinam-sc araluilamonle lalas .-is
carleiras vendidas no eajabelecimenlode Cu-
jo* remedios, |iebi buinidade ou |H>r qual-
quer oiltra causa, livcrcnisulo deteriorados.
Veniloni-si' em casa de McTlSfiumil" A l>>m-
panbia. na praca do Corpo Sanio u. II, osecuiule
vinbn iloMarsoilloem eaiva. de 3 a (i dallas, linlias
em novellos e caneleis, breu em barricas muilo
uraudes, ac de uiilaii surlido, ferro nulcz.
SI PERIORES CIIARI TOS DE 1AV INA
vciideni-sc por piceos coiiiiihnIos: na rua da Cruz n
I.....iiazem de J. II- (iaenslov......
MI ATERRO DA BOA MmIA. N. IB,
DEPRONTE DO rillBINAI. DO COMMERCIO
velldem-se a- KguInleS la/eml.'- piel.". |sir pro-
cos miiilii Ii.ivii-, pannos linos, caseioii.is. casinetas,
alpaca-, sarja de soda o do lila, prinoozas, lula- .
uieliii- o creps, o os preloudcnles que nu pode-
i vio v ir comprar, pdern ni,indar buscar as uiuus-
iia-. que Ibeserio icinellida-, o iuiialnicule 0 ulli-
mii preco.
O 39 A.
.I.i rua eslroila i imhuule an Rosario, vendo i........-
pin.,- v.iii,,,,.- ,i,. aiiierenles Kostos, |.i- na calina
cni que oslamos, se i.....am apele ivcis, e salulari-
pela sii.i (i'in|i"-i...iu.
lo:
S. Francisco da Baha : na praca d
ca loja de calcado de Porto Companhia, u na
rua da Cadeia dn RCJfo, loja de niiuilczas de Jo-
SVSTEHV MKICO DE HOLLWA.
C0T| a ;i(iOr
com litttnu
atoalhatloil
de largura,
ceu de cTi
s Fortnalo dos S uiliis l'orlo, c logo que chaguo
i lisia -o pagos na- iia'3111.13 lojas qualquer
premio.
Bilhoies i, too
Meios. 2,200
Quarlos 1 .200
LOTERA DE S. PEDRO MAIMt DE
OI.IMIA.
\os 12:000,000, l:000,000, ,~i:000,000.
c 1: 500,000 di es.
Na pi.ua ,l.i lu epeiideucia u 13 o 15 loja de
aleado do Araules II. 37 e 39, 1 .ja de . ilcado d'
l'eilo A (oiniianhia, e na rui :l Cadeia lo Rocn
n. 15, loja do mind saa le jse i orlunali ios e Cl do- Sau-ulela- da
tu- Purlu, venileiu- o liilliele-. ni
mesllia loieria, que ui do correr u i da 10 de iiiarc
lu crrenlo auno. Os quall'o iimolio- premio.
jiaiule- ^tn palios sem ode-cuuto de olio tur celili
dn iiii|ii.-!n garal.
Bilhoies...... Meios....... Ouarh........ . I.IHKHI. liViOO. 3*300, . . la i :IIIHHKS
:isi.SKa
:IKI(WH
Oiiinlo-...... . 2^7IKI. . ;1IIIINB
Ileciiniis...... IS.0O, . :2mr-OIH
Vigsimos. . -7(l. . 6009001
LENCOS DECAalBHAIA A I-oiki rs.
No alerro da Boa Vista, loja de calcado u. 5B,
veudem-so rico- lenco- de caniliraia Indo- alu-ilu-, 0
eoni bien a l.-MHI r-.. esl.ioo acallando ; a-sim co-
100 frascos com oleo de ro-a. laranja. mil-lline-,
vilele, o oulios ebeiro-para cabello a 3211. 100 o
.VIO rs.
B PARA CKIUIOS.
Q \ i'inli'-sc eliapeo povernlMdw < fbrnMH < l>'T qualidade, gala rio oura a de
W pratrt, larii>e istreiln, holm^IistisdiMir.id" I
mi, ludn por prego eomroouo : na praea IlAE PAULO CORDERO.
Na rua da Cadeia do Recito loja n.SO, do Cuiiha o.
\ ni.....i., vendo-so boles e lucios ditos do rap Paule
Gordeiro.
CIVANDE rABRICA DE CHAPEOS DE tOl,
RUA DO COLLICIO N. 4. y
J. l-'alquo fu/-cenlo an respcilavcl puLdlrn de
Peruaubuc.....em particular los^-^cve^ireuuo/.os,
que acaba de recelii-r de Paris, como ibT/io de Ja-
neiro, da fahrU'a do falque Iriua-, ^itu lindo o
coinplclu sorlimcnln de chapeos de sol do seda o de
paiiuinhu, laido liara leuueus como para sonhuras,
leudo para o^iruneiros um eseoihido soiiimenlode
chapeos de sol com Cabos inteiricos os mais lindo-.
que Icm vimlii om caricaluras diversas, dito-de cali-
na, ele. ; grande quanlidado de sedas o panninlui-
piu peca paia cubrir arinacesservidas, as que fnreiil
de folio, envcruisain-se que lieam novas ; haleias
lamas, i-slreilas o de ac para esparlilhos o vestidos
de souhoras, lipuualas bonitas ; eohrc-se o coneor-
la-se lala e qualquer qualidade ilo chapos de -id:
lodos osobjeotos cima moiieinnadns volldolll-s^, em
porcao ea relalbopor moiius proco que om uulra
qualquer parle.
Vcndciii-sc Vinlio de champagne
ipialidade
ituuo, e de sum en
casa de Kcllcr cVC, rua da Cruz n
Veiidem-se lahoas de pinlio
costado, costadinlio
para fundos de
as barricas e as
jas da Smi'ia
sonido o I.....
cas : cemento
reinos de Cala
cin
.").").
lai-
H-
larri-
tiniis,
oleo em botijas : alea/.
do'Tlicalro Vcllio.
AGENCIA.
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42. .
Neslc cslaliclci'imuiilo continua u Im-
vee um completo rluncnlo de motn-
das e meiai mocndas paea en^cnlio, ma-
cliinasdc vapor, e lni\as de Ierro batido
o Cando, de todos os tamaulios, para
dito.
Vendein-so lunas, brinaao, brins o nioias lu-
nas da Hussia : no arma/eni de N. O.- lieber ^\
Couipanbiii, na rua da Crux n. .
Depofifo da fabrica de Todos os Saoto, na Babia.
Vendee. em i -a-a de N. O. Biel-i v C., na na
ilaCru/ n. f, alLiodao trancado iPaquella fabrica,
uiuilii prnprn para saceos de assucare roupa de es-
cravos, imr preco commodo.
___ Vonde-se ovrellcnle Jacaranda da Babia om
pranclics o loros ; loda a porcao ou duzia : no
escripiorio do Hoslron Rookcr Companlna. na
praca dn Corpo Sanio, e*|uiua da rua do Trapi-
chen, -lo.
;; ATTENCAO.
J( Na rua Nova n. (U, vonde-se um macho
uiaiulo, bnnilo, inaiiso, nuvo, edous cabriole- ^
5 les, um novo, innilo liiiin. chouailo ulliina- ,
S monto do l-'ranra, oulro vellm lamliem do A
w sluas realas, e un cairo americano mullo pro-
0 pilo para as viaKons para o mallo, ludo por
11.......u.1.1 preco. W
Voiiiioin-so candelabros do quaim achico Imes,
rlieeadot recenlenwnl pela barca franco/a (hutatv.
na rua da Cruz, annazoiii n. JO.
aviso aos SBS. A8SUCAREIR08.
Vendo-as liu mulo/, para cosersacens, rcccntcincu-
le i'bouailo, e do suponer qualidade I mi casa de
Eduardo i\ Wyall, na rua do Trapiche Novo n. IS.
Na rua do Queimado u. primeiro ambir,
casa de Silva cv C. vende-se por proco limito om
nuda chaposilosoda piolo para honicin. o esaaocias
do lalas as qualidailos o de primeira surto.
Vende-se vinbn da Madeiia do superior qua-
lidade om quarln-e oilavosde pipa, por proco com-
......In.....arina/einile N. O. Biebor & Cuiupauhia
na rua da Cruz n. i.
I>oI:ih:i .niiei-ic.iii.i
Noanliiiodoposlnda Cadeia Velha n. I-', existo
nina pequea porcao do pulassa americana, chollada
loconleinelile quepor superior l ivalisacollla da hlls-
-ia : vende-se por preco rasua\el.
ATTEN^AO'
I.RANIIK KSIABKI.KCIMIiNIO DE FAZEN-
DAS POR BAIXOS PRECOS. Rl'A HO CRES-
PO N. It.
lina pnrcao de cohcrloro- da Haba, iiiuiln pro-
prios para o-cravus a tilo, o grandes S00 rs.,
cada um. chitas o riscadinhns, f,i/onda lina ali.^100
rs., a peca, o invadu a 100 rs.. dila- iniidiuhas
corea de rusa e ruvas, a OsVsi rs., a peca, ecovado
180 rs., dila encarnada ecr de trra, a 79000 rs.,
ipeca, ecovado 200 rs superior muira amarolla
enlrancaila. innilo enenrpada o ruin urna linda
., o eovado, brins de liubo (raneados
- ipi.nlr.is a 1X600 rs., o corlo, superinr
\ liubo lodo ad.unascadu com S palmus
i IS600 rs. a vara, corles de cas-a fran-
(a/.elliladoimiilu Ihiiii unslu. aS&aOOr*.,
o corle, inadapnleslarunso enenrpado-. a 3.-SOOO rs.,
a poca, ditos linos a35OOe3lHO0 e UOOOe MfiOO e
5|000 r., assim c....... um completo sorlimenlo, de
unirs umita- faVudas. elodaspor baivos procus,
ipn- se .Lu.i a.....slra-, deisahdo scus conipclciilos
penhores,
Vende-se um bonitocavallo ; na coclieira de
Joan da Cimba Re-,
Vondo-so om casa do Schafhoillin & Companhia,
rua ila Cruz. n. 3S.
\guardentede Franca do superior qualidade.
Chanpagnu verdailoiro, por proco eoniiiiodo.
Conservas deervilhas oilu sardinlia-.
CAMISAS I RANCE/.AS.
Soiliiuoiiln do camisas brancas o de cor.......i pe-
bit de lilil e milros, de dillcreulcs procos, om
du/ias; na rua do Colleuio u. i.
MajMtMl ..:.:/ S SK^i
I SETIM E CIIAMALOIE PRETO.
y Vende-se selim piolo d......icio, proprio para *J
_ ve-iido-, a 29500o 3*000 rs. o eovado, chama- ,.
9 tule piolo bordado do lislia, a :000. 2.-.VKI e g
; 3S000 I, o eovado, sarja do -oda piola laln ;*
ff bespanbola, por preco commodo: na luja do vr
:l sobrado amarcllo, nos qualro cautos di rua dn M
te Queimado n. -'' #
::::!' ^min^K
LOIERIA HE S. PEIIRO MABTVR DEOLINIIA.
A.1. 12:0008000 e 6:000D00 ris.
Na loja de niiude/as da placa da Inilopoiulencia
n. t, vondoin-so bilhote- inleiros, moins, quarlos,
quidn-, decimos e vigsimos dista lotera, que corro
iilipreterivchnenlo un da 10 de mareo.
Bilhcles......... I2NMHI
Mein.......... 6*000
Quarlos......... 3>:UKl
Quii............ SJ700
Decimos......... I300
\ iaosiinos........ ?7oo
Voudeill-SO PALANCAS HECIMAES, pro-
prias para arnia/.eiu de assiicar, para pCNir al 000
11: na rua do Trapiche 11- 3.
O 39 A
dama estrella, coulronte ao Rosario, avisa a sous
freauezes, qi.....uiislanlemente-acharSo em sen es-
labelceiineiiln latas de bolachiiiha de Aramia, a.....
incln- que cin nutra parle.
Remedio espacial para liouha- e cravos
o-cus. cODlInm a vonder-se na boln ila ri'l dn
llangel 11. (i-i, i|llo foi du linado Sobasliao Jos le
Olivoira .Maccilo.
Oleo especifico para curar a caspa e con-
servaro cabello, continuo a vender se na botica
da rua do Rangol 11. (it, a (140 rs.c.ida vidru.
Vende-se mu sillo a boira do rio, no liui da
propriedailo de Sant'Aiina de donlrn, adianto da
poni de 1 cbi'ii. dei'nuiio do -iio do Si. Gabriel,
com 1,600 palmos ao lonso do rio, o boabaixadc
eapini. que scuiln ciinveuienleinenlo aprovoilada,
sulenla mais de20 cavatina; lem urna mageslesB
casa cun 70 palmos de Frenle e 90 de fundo, cora
salas,aabinetes, alcovasequarlos, s cooflnacoma
oslrada que ll.....le 1 cochera poni piuji-i Lula pa
unir a estrada nova com a da piuito do L'chi'ia |ada
passaueill du Oirdeiru. A pioximidade dn banbu,
a eb"_-,iniia o commodos da casa, a ferlilade ilu tor-
il...... a salubridade du limar, san cirruinsluurias de
Tinde merilo para quem desojar reunir u 1I1I au
gradavel: osprolonuenles podetn enlaorJer-aa com
o correlor Mitiu-I Carnoiro, e para ver, com Joan
Venancio Mnrhndn, lia nie-nia propriodado, dofrun-
10 da venda do Sr. Niculn.
Veiuloni-se aecos do baen de Pernainhueu:
uit escrlptoriode Manuel loaquim RamosoSilva.
Deposito de tecidos da lubrica
de todos os Santos, na Baha
Vciulo-si! em ras.i de Domingos Alvos
MiUheuf, na rua da Gru do Rwifo n .r2
primeiro amlar, algoJo .ronsailoda.juolla
fabrica, muilo proprio para sarros u rou-
pa de escravos, assim como fio proprio para
redes de pescar o pn\ios para velas, por
prec.0 muito commodo.
\ 4'iiilem-se ilou* jarnis ile portTluna COU ll
re>*. una niesi to esrieM'i, doilra
marmoio, urna mesa de meio tic tala, ludo cm sc-
-niitlii mao, e por preco rommiMlo : queiu as quixcr
e.nnprar, lerrea dt lado Jimio, pausando a ponleunlia.
Vcndc-sc um molcque, rrioulo, do 16 anuos,
sene muilo liem una casa, Auiilo boin <->-iii|ir.l
nffo lem falla alguma : na rua do Collcijio, n. *2 ,
primeiro andar, se dir quem \cnde.
Vende-* urna Mgri, de :10 aunos de idade,
do bonita Ik-ura, sem \ icios, nem arliaqiies, ende
na rua o faz ou I ros serview de rasa, vende-se por
pieoisAu : na na ila Ou/. u. 'i\, *vu.....lo ;iih!,ii.
No esrriptnr.n de loiningos AUes Mallieus ,
na runda Cruz, u. .Vi, piimoiro andar, ba para vea-
der, mu lu na uulera Linda de |j>crpuol, Halilre ,
/.ni ."ni, sal ile Kpsen, |tedra hume, ro\o lena, o uos-
o groeao.
\ onde-flc, (Mir eommnilo pre^o, os se^iiiiilea
li\ros lalinos: 1 dicrluiiario MaHiiuin l.oxit..... I
.lili de CompctsieSo, I Tilo l,i\io, -2 oltras do llui.i-
eiu ditas do Virgilio, -J Cireros, 2 Corueos, I
Selecla e I compendio de l'liilosopbia por (eru-
zcje : atrs da Maliiz da Boa Vista, u. 22,
ImHhuiw .-pliro. turo no van ira. mi-ii.ni
Alpo,,-.,. i:til..m..l.i.K-- nB- 1 ,.M,lu. I
Vtll|".|.l-. Alda. Ill-U il 'lo. 1 ll. !,... Uil.- CM- aVavSi
A-Oum. C.lir... Mnch.- -i ni.-uu.vi
CotwilaBM. DaMtMada ou I'lle- Kry-i,..-!.. 1 el..,-. |.,l..i- lie. l'l.llMM. 1
MMBIO. launalu ilrt. PlIKipcl,
IVhiU.iiil,. .in lU alt _ atodaa |.CCt It.-lrllfi.
fr^> pai i|Ual- 1.nila. IIhe ,,|,
i|,i, r. ...., ii........i,.. i.i- Sjmpiom
......nl-tu HtajnMaafa, .I.,.,,,-.
PA>d0flMM .1. Incid. Tt......--
-d Lir,,^ MlgMtOM. Ti.-mIi.I, ir
ana fin.. Inflamar/..-. llura..
Vendc-ne um inolequo rrioulo, com idade de 11
alaiim, de muilo bonila flgura, nem ,11 -m ni-in
arliaquc e com pequeo principio de roiiuliciru, e
proprio para ser applictdo ao mesmo ofllcio, ou ein
uulru qualquer, e veio do malo lia pouro : na rua do
Crespo loja n. 16, esquina das.Crue.
Vendom-so superiores bichas de Hainbur-
go, das ultimas ebegadas, e livros paitlodosem
brauco, de lodos os lamanhos : no armazem de
Joo Tavaros Cordeiro o Joaquim Pinheiro, na
Iravcssa da Madre de Dos, n. 9.
Vende-se um guarda liv ros, moderno cenibom
uno, por 49300 rs. : na rua eslreila do Rosario, loja
n. 21.
No escripiorio de Dominio Alves Matbeus,
na rua da Crus, n. 53, primeiro andar, lem para
vender muilo su|wrior jacarand cm praiirluVs: para
ver no armazem do Ruda-, na rua da l'raia, e lia-
ra tratar com o annuiicianle.
AOS BAHATEIROS.
Nlo lia cuiBcrac,o, venham vcr.|ra rrer, faicn-
dasa mais baralas, que se lem iiiiuunciado segun-
dn as suas qualdades: ^^
Corles de cassa chita, novos padrea, a i900
I ni"- de dila dila, linos arrendados, a 2500
Hilo-de cambalas de coi o-de 6 varas, a 2*500
Ditos de cassa com seda, a tfi)000 ca 980110
Pe.,as de cassas de quadros o lislras, a 2*200
Ditas de chitas largas para iberia, a 5J0O0
Cines de boas casemiras de cor, a......49HOO
l.a-enui.i- laela- de mili boa qualidade e
novasa..................2*200
Meriiui de rordu prela e verde, a......JSK100
Alpaca que lem quasi duas laruuras da com-
iiiuiii, a ,........... IW
Dila de cores minio cncorpada, a....., ftHO
Selim prelo macSu lluramente de seda, a 3*i00
Chpeos franceos lino de frinas moaler
as, a...............,
e millas miiilas(alendas brancas e derures,
lr..aii!..,i.l..a,- da Vi-ae.ni nal .
O deposito ucral deslas pillas be om casa du Sr.
J. Sfiun, pbarinaceulieuestabelei-idu na rua da Cruz,
n. 22, nudo se acballi seinproeipoalas venda pelo
preco do I-3IKKI por cada bocelinhl, a qual lonleiu
mn iuslruccan om purliiuuo/, que explica 0 moilu
de usar-sc delb-,: oSr. Silln bou nico euearrega-
do neb autor pala son corrospondonlo no imperio
do Brasil;
I .\y.fi'NI)A'SltAllTAS. COJ.V NO-
VA DI-:.IOSt:HilZI'EKEIBA& n-
I.IIO, RUA NOVAN. I (i.
Vendom-so elisias de salpieos iiiiinlinlios
du cores Bntt, a 180 rs, ; ditas caboclas as
mais bonitas que lom apparcrido, a 200
rs ; dilas roxas de cores lixas de bonitos
padroes, a 20 rs. ; ditos linas adainasca-
Cldas du lindas rortx, a 280 rs. ; ditas
prolas do salpieos o lislras, a 200 rs. ; di-
tas para roberas de lindos e variados dese-
nlias, a 2llii r-.: madnpulcs, a 2,500,
2,800, 3,100, 4.000 e -1,500 rs. a pe-
ca ; a varas, a 150, 180, 200, 240,
280 r>. : algodozinliu, a ICO, 180
200 rs. ; algudao mvsclado, a 200 rs.; di-
lo azul un i!,, cncorpailo, a 240 rs. ; ililu
de lislras, a 200 rs ; dilo enmurado,
280 rs. ; castores do quodrinlios o de lis
Iras, a 320 rs. ; In. de padrcs escurse
muilo oneorpado, a 360 rs. ; brim brnnco
muilo lino, a 1,200 rs. ; meia casemira
nuilo lina, a 500 rs. ; casemira prela inul-
to lina, a 3,500 rs. ; corles do cassas de pa-
droes novos, a 2,500 rs,; cambraia blan-
ca, a 300 o 440 rs. ; dita muilo lina cun
vara de largura, a 800 o 1,000 r-. ; MS-
de quadios para habados, a 300 rs. :
dilas de lislras a 320 rs : liamburi;o iniii-
lu lin.., a 480 rs : plalillia do algodao, a
200 rs. ; princeza muilo lina, a 1,00H rs.;
alpaca lina, a 1,200 rs. : lila
lencos do cambraia rondado-,
ditos de ebila imitando seda,
dilns para labaco, a 100 rs ;
Cusa, a 480 rs. : meia- para
a 400 rs ;
a 320 rs. ;
a 280 rs.;
panno da
enhons, a
280, 400 o 480 r-, ; e niilras inuilas f-
zemlas que se vendern barata- paro adqui-
rir freiiezia.
\M ll.l IIIVIII I Ml'lllllllHimil
SALSA PARRILHA DE BRISTOL
SdlIHE A
SALSA PARRILHA ESWDS.
ATTENCAO .
A salsa pal rilha de Ib islol dala desde 18.12. o lem
eoiislauleinenle manlidu sua repiilacao, sem nec.-ssi-
.lado do recorrer a potnposos innuneoa de que as pre-
par.ieM- do merilo |iodein lUspear ae. O successn
dn Dr. Ilrisl.il lem provocado iuliuilas iuvejas, ba
enlre .mili-.....InsSis. A. II. D.San.ls.de Novv-
Viuk. preparailurese prnjirielarins do salsa parrilha
conlieclda pclu uomc de han.ls.
b-ie- seubores solicilaram em IHi2 a lajeocil de
salsa pariilba de llri-lol, o como nao o ptMlessein ob-
ler. labricaram lima iiuilaca de llrislul.
Kis-aqui a carta que os Sis. A. II. D. Sandsosi-ro-
veramao Dr. Brlsloi, no dii 20 de abril de 1812. e
ipu- -e acba em misso poder :
Sr. Ilr. C. C. Ilrislol.
Hualo, elr.
Nckso apreciavel senhur.
Em lihloo anuo passado lomos vendidoquanli.la-
dos coiisideravois du ovlraeto de sabl parrilha de
Vin. o poln que ouvinio-dizer de suas virludei a'-
quelle-que a lem Usado,jllluamosipie a venda da dila
medicina se augmentara mulUssima. Se Vm. qui/or
fa/ur mu COIIVeniO COnilMMCO eremos que niN resulla-
ria milita vaiilauoiu. latiloa nos cometa Vm. Temo-
limito pra/erquo Vm. mis responda sobre e-le a-
suniplo. o so Vm. v icr a eall cidade daqui a um me/
mi cous semelhanle, leriamosmuilo praxerem o v.-i
em nos-a botica, rua do l-'ullun u. 711.
Fieama's ordensde Vm.leus seguros servidoras
AasigDadOi A. II. ll. Sands.
CONCLUSAO'.
Primeiro. A aiiiiuuidadc.ia salsa parrllhi ^f ilris-
lol be clarainenle provada, poisq.ieolla.lata.b-.il
18112. o que a le Sands s ap|>arerou om ISP2. poc
na qual i-le ibuiniisla nao pode obler a agencia d
Ilr. Ilrislol.
Segundo. A superinriilaile da salsa parrilha de
Ibislnl he inc.mleslavel, |Hiisque nao ulislaule a eo
eurrclieia da de Sands, o do una porcao de oulras
preparacios, olla lem inanliilua sua ropulara.i om
quasj imia a America.
As numerosas ovperieneias feilas com o uso da i
-a parrilha em bulas as eurorinida.les originadas pola
iinpure/a dusaligue, o o Ihiiii oxiloobli.lo nosla corle
pelo lllm. Sr. Dr. Sigaild, pr.-ii.Ionio da academia
inipe i.d do medicina, |><-l" illuslra.lo Sr. Dr. Anli
llio Josi Palllo em sua chuica, e cm sua animada
casa de sade na (iamboa, polo lllm. Sr. Dr. Salur
nio de (Miveira, medico do cvcrcilo, e por varios
.nitros me.lic.is, permlllfltn buje de pr.M-lamar al
lamoule as virtudes cllicazos da salsa parrilha do
Ilrislol,
Visto acbar-se de novo iberia a botica do Sr. Jo-
s Mana Couc.'dves llamos, na auliga rua dos Ojiar-
leis. inudou-so uulra ve/ para all o deposito di salsa
parrilha de Ilrislol.
Na rua do Trapicho n. 3 vcndein-so, por
preco muilo commodo, os seguimos arlbjos :
Al/O.DEMILO.
FACUICS, i abo ue i lufre c de pao, miiilu boui
sorlimenlo.
PAKNAIIIBAS
DSPINGAItDASdo coi;a de diversasqualidades,
PISTOLAS.
CLAVKNOTES.
camas dk *erro envermsaas c
muilosou tros objeclos proprios para luja de fer-
ragens.
Para fechar conlas vende-so um gratulo
sorlimonio do copos ordinarios, riscados olisos por
preco muilo cm cotila : na rua do Trapiche n. 3.
Vende-se, ua run liireila, u. 11, manleiga a
400, 480 o 500 rs., c queijus mullo nov os a 1*140 rs.
No atorro da Boa-Vista n. .".">.
ha para vender um Ibilburv com
colierla |hisla. unviieilo Imiiii gosln.
Vende-se a casa lenca n. Ib, da rua Augus-
ta : a tratar na rua das Irincbeias, n. t8.
eamo
todas
baralissimas : na rua do ucimado, loja n.2l, de
CERADB CAII.NAt'IIAESEBO KEFINAIM).
\ onilo-se in. armazem de I). B. Aiidrade \ Cmiu-
panhia, rua da Cruz, infrunlo ao chalariz. n. 19.
Vende-se um silio na cidade de (oiaima, jun-
lua igroj.idosMarlvrios, rom 200 palmos de reule
o 00 de (undo; coilcm 5 moradas de rasas, 2 de
|K?dra clldu laipa, cacimba d'agua de la-lier, 0 pe
de laranueiras do diversas qualidadoi. :W jaqueiras,
limeiras. jalMilicalioiros, aiianazeirus. palnieiras o
eoqueiros : quem opreloiidor, dirija-se a cidade de
dunda, na rua Nnv. junio ao palacio do Sr. Bis|w,
oocni'ioiaiiiia.. na rua du Tanquinlio, em casa du
Sr. l-'eliv delHivoiru.
Voiulem-so candelabros p de lirnuze, para
1110*1 de meio de sal)......mis rico |mssvel, com di(-
lei i-ii i. gost.M o imr milito baixo prcen : na i ua du
Oueimado n. 71, iunln a loja do cera.
FIGURAS DE PORCELANA.
Veadam-W figuras do porcelana do muilu IhiiiIus
goslos, proprias para enfeites de mesas e cuusulos,
que se ven.eiii |K'loniodico prei;o de ."KlOOO rs. o par:
na rua dos (.luarlois n. 21. luja de miudezas de Cruz
A 20 BS. A CA XA.
\enderti-se caixascomobreias a 20 rs. a caiva.heni
cuino de 10 rs. c l0 rs. : ua rua dos narleis n. 21,
loja de miudezas de CruzcV Baslns.
AS VEKlUliEIRASI'EX.NAS DE AC.
Venillim ai n vordadeiras |.......as de aro i hico de
lauca enicaivinbas o om carleiras. as quais lem
provado o inelhor |Kissivcl, o |M>r proco mais mdico
do que om uulra qualquer parlo : na rua dos uarreis
ii. 21, luja de miudezas de Cruz A Bastos. .
I'AI'EI, PAUTADO.
Vende-se muilo superior papel do |ieso c paulado,
liem coiuoscni sor paulado, por proco mais couimudu
do que om uulra qualquer parlo : na rua dos (uar-
Icis u. 21. bija do miudezas de Cruz cV Baslns.
i II > HA DI HAS PARA COI.I.ETES.
Vendoin-se aboluadiiras para .oliles do diversas
qualidades o goslos : na rua dos uarleis n. 21. loja
de miudezas do Cruz i\ Baslus.
BOK'l-'s PARA EM EliES.
Veudem-se botoei proprios para enl'oilos.le vesli-
dos de todas as coros : na rua dos Ouai leis n. 21, luja
de miiido/as de Cruz o. Ilaslos.
RICAS BRAVATAS.
Vendem-so rica- grvalas com mola e sem mola,
piola-o ilororo do inellinr ansio possivol, boni comu
I.....os para aravala. por mdico proco : ua rua dos
Oiuirlois n. 21. luja de iniu.lozas de Cruz V Baslns.
l'A I l.o CORDEIRO.
Vende-se o verdadeiro rap Paulo Cordeiro via-
jado dilo de l.assesendo grosso. meio grosso e lino,
M. o..... o lianlni-, em bules o meios boles, anude os
freauezes acharan oslas diversas qualidades do boas
piladas sonipro fresquiilias: na rua dos yuarleisu.
21, loja do miudezas de Cruz v\ Baslns.
PARA RAP.
Voiiiloni-sc superiores caivas para rape, o de inui-
i.i lindos modelos, lauto de tartaruga corno'dJemassi,
por i.....li.-.i preco : na rua dos Ouarleis n. 21, luja de
(aiiz A Bastos.
MEIAS PINTADAS.
Vendenvae ine'ias piuladas para hninoiis, ineniuos
meninas, de superiur qualidade o ansio, bein cuino
inaiii-a- para meninos, meninas, wnnoras e horoens,
|mr mdico preco : na rua dos (.luarlois u. 21, loja do
miudezas de Crin o, Baslns.
SUPERIOR BANHA.
Venderle muito superior banlll em lalas de 2
pelo mdico proco do IWKn rs.: a ella aillos que so
acabe : na rua dos (.luarlois II. 21, loja de niiiulczas
ilel.iuzA Baslus.
I M RELOGIO.
Vende-so mu reloaio do salMinole patente suisso.
muilo baralo o om perMto oslado, iiciu cnnio um
lialicclini muilo Ihiiii feiln o com una iH'dra de hri-
Ibanlo un passadur, que so vender IuiiiIhiiii por rs.
.->.V"000 : na rua dns Ouarleis n. 21.
I IVAS DE llllll.AI., SEDA E PELLICA.
Vendoin-se luvas de lorcal para meninas e sonhu-
ras, boiu comu de seda decoros para senhora e para
bou.......assoliiiadns.ilitas de pellica lisas c enfoiladas,
para senhora e para I.......m : na rua dns Qoiruas u.
21, luja de miudezas do Cruz A Bastos.
BANDEJAS.
Vendeni-sc iiiuitn bonitas bandejas odc lodos, os
lainanhos, por proru mais barato do que em nutra
qualquer patio : na rua dus Ouarleis n. 21, loja de
miudezas de Cruz e> Baslns.
VtMiileiii-se relogiOl de Oliroe tra-
la, patente inglez : na rua ila Sen/.ala
Nnva n. i.
MSICA.
MOENDAS SUPERIOKKS.
Na i'undirao' ile C. Starr. C. ,,
Santo Amaro 'acha*e para vender nm-
rudas de calina, toda de Ierro, de lisian
inodell e eoiistrnreao' milito superio-
res.
ARADOS DE FERRO.
Na fundfrao' de C. Starr. & C. ein
Sunto Amaro aclia-sc para, vender ara-
dos de ferro de superior qualidade.
Domingos Alves Mallieus, lem para vender un
seu escripiorio da roa da Cruz n. 52, primeiro an-
dar, i aluugas de barro vindos do Porto, c venladei-
rns charutos de S. Felis de diversas marcas: ludo
cm porejo e a procos commodos.
__Vende-se urna eiccllente casa, sila nu bairrn .U
da Boa-Vista, com 3Q palmos de vSo, duas grandes
salas, seis quarlos, coziuha (ora, .piarlo lio quintal
para nielo-, tala c alcova loriada, grande quintal
com bastantes (ruleiras, sapolis, romeiras, pinlieia,,
i-iir.ic.ui da India, goisbeiras brancas e eueaniad,
bananeiras de todas as qualidades. um grande algre-
le, com bastantes llores: tratar uarua do Oueima-
do, loja de miudezas n. 24.
Vende-so meio duzia de cadeiras, e Ires liam i.
|wr preco commodo : na rus da Cadeia de Sauto An-
Ionio "ll. j un I ii ai 11 boa l rn v el li<>.
Vende-se urna negrinba gil para ludo ; no so-
brado encostado a igrejado l'araizo.da parte do Quar-
Vende-so urna escrava crioula, sabe cozlnhar n
ordinario de urna casa, engomma, c lava de sahii.
vende-se inir preco commodo: quem a pretender di-
rija-se a Sanl Anua de dentro, a (aliar rom o seu x-
nfior, dcronle da casa do Sr. Joilo Venancio.
V eiiile-e nina ra-,i le I ea. na i ua I liqiel l il. bein
rouslruida, com bom quiilal, cacimba e portan, dc-
ronle do cli.il.ui/ n.!.": a (altar na mesma rua ras)
n. 53.
Vende-se milbo em sacra muilo novo: na rua
do Binario larga n. 39, (venda I e no boceo dn Azei-
le de l'.-ive. armazem delnarpjiui Filippe da Cosa e
I..... Mnm/ de Barros n. 37.
Vonde-so urna podra marinare branca, com
8 palmosdu coinprido, que serrada d para 2 pa-
ros de consolos : quem a pretender dirija-ri a rua
da Praia n. 55.
Vendc-sc um cscravo |jnni cuziiibeiro: quem n
pretender dirija-se a rua das Boias, n. 16, segundo
andar.
Vende-se (eijo mulalinbo, em saccas, |mr pre-
co comino.1.1: na rua de Sautu Amara n. 8.
Vcndem-sequeijosde.Ylinas muilo (rescaes,rmn
2 h |Hir 010 rs. : un Paleo du Carmu n. I.
Na rua das Cruzos n. 22, vonde-so nina muala
de lllaunos, muilo |>ossaiite, que coziuha, lav a e ciafl
COSlara >li -o una prela da mesilla idade cu/.iulia,
lava c vendo na rua ; e um npthun escravo pmpris
liara silio, por sai Irahalbador do envada c he innilo
IHissaute.
DEPOZITO DE CAL E POTASSA.
No ,ii-niazein da rua da Cadeia iln
IIi-iiIi- ii., 12, lia milito superiur ral de
I.isIh'i.i em |n-.li-,i. assim romo pulassa
elicjjida iilliinaiueiite a preeos muilo
razoaveu.
JDEI'OSITl) DE DOCES DE TODAS AS i
; QUALIDADES. SECOS E DE CALDA. E
if l(INIEITOSIM)CES DE EORA DO IM-a)
jlp PEBIO. 3
;iv* Vendeni-se lauto em |Mircan como a rola- %
Silio, om camiihas ln-m eneitadas para mimo, C
o barrilinhos do Ihiiis lainauhos. (rseos de ^
i'C coii(eilos, dilos com (rucias da Italia, talas ;-
i; cun aeleia de goiaba caraca muilo |K.'ilural. %
i garra(as com refrescos de lamariiidos para o ^
A calor, bullidlo. Ihiiii leiio. para cha, de di-
* versas qualidades, aseiin como cha da melbnr ^
ij) qualidade, e uulras mais colisas que s a v isla j$
# docompradur: na rua da 'Cruz n. 21, de-
9 (ronlc ao chalan/. $
Vende-se niilho em saccas muilo novo: na rua
larga do Knsariu ii. .111.venda ; e no neceo do A/eilr
do l'eivc, arniazoni duJuaquim Filippe da'Coslac
joto Mirlins do Barros,n, 37.
VeadesM mauleiga ingleza |or 520 a libra. <>
trancen |h-Io mame prcc,o ; azeite doce a cinuli
por SJV800, e garrafa lilO, vinljo de Lisboa a cauaila
por J.-SKSI, e garrafa 2HO, e todos os mais gneros |kii
baralo preco, assim cuino cha bom: na rua larga dn
Bosario delimito da igreja, venda n. 39, ladu uto
sal.
Vende-se um cscravo moco c robuslo, ptimo
canociro remador, e proprio para lodo o servir:
na i ua'do Bungel ii. 59, segundo andar.
Vende-se una vaeca, nova, gorda,muilo man-
sa, parida de poneos .lias, a qual d de 3 a 1 aaira-
la. de Icite : ua Solc.la.lo, sobrado que lica nu oils
da iareja, se dir quem vende.
V endem-se 2 lileiros de amarcllo, enycriu-.i-
dus eeuvidracados. para purla de loja de miudezas:
na praca da Boa Visla, n. 5. .
Vonde-se una escrava criuula, de IB ann.,
i ce,Mu,I,i. cuso, faz labvriiithu e engoimiia, boa pa-
ra una senhora a acabar de educar: ua rua do Col-
logio, u. 21. primeiro andar, se dir quem veiide.
INSTRUMENTOS 1)1
tanto para oreliestias eomii para mu-
si.-ii militar, veiideni-se muito emeonta
em casa de Bl'Ullll Praegei' & C. rua
da CriB, N. 10.
AOS SENHORES DE ENUENHO
O arcano la inventjao' lo Dr. Eduar-
do St.ille em llerlin, einprej'ado lias co-
lonias inglezai e lioliandezai, com gmt-
de viuitaj'em para o inellioiamento assiicar, aelia-se a venda, ein latas de ID.
libras, junto rom o metliixlo de empre-
i;a-lo no idioma poeliij'iie/., em casa de
N. O. Ilielwr A Companhia, na rua da
Cruz., n- t.
Em casa de J. Keller cv Compan-
liia, na rua da Cruz, n. .")">, lia para
vender ilous eveelleiili-s pianos fortes,
de una das inelliorcs lidiricus, e clie-
gadot tiltimiimente da Europa.
Veiidem-se rclo|;ios de oui-o. pa-
tente injle/., os melliores que lem viudo
a este mercado, e do mais acreditado
fall ieante .le Liverpool: cm ciis.ule Kus-
sel Mi-I l-.is V Companhia, na rua du
Cadeia do Heeife, n. 36.
Vendein-se vaipn-tus de lustre, |xira
ollera de cari-os : na na dn Senz.ala
Nova n. V2.
Vendem-se verdadeiro vinho de
hampagne de excellente jualidade, e
muito em eonta, para lieiuulacao' : ein
usa de Bruno Prneger & C, na" vu
ilu Cruz.,, n. 10.
Charutos de Ha vana.
Os melliores ipie lifin viudo a este
mercado, venilem-se eoiitiiiuadaiiienle.
cm casa de Hriiiin Praeger & Compau-
lia, na rua da Cruz. n. 10.
Veudem-se oleo de linhaea em Ih>-
iijas de 2e meio a alo'es cada nina :
ESCRAVOS FGIDOS.
un
tus.
ii'inuz.eiii .li
na rua do
Uanod
Aiinu un.
Silva Siu-
50 e 58.
Desippareceo DO dia 2 de (evereirn pruviino
passado, o cabra l.uiz, liaivu, secco, cari ronipriila,
larba jii piulando, lora 10 a 15 anuos, muilo n-gii-
la: quciii u pegar podekva-4o a seu sculiur Pnaca-
cu Pinheirii de Araujo, no lugar da liuarila. jiinl" I
|Hivo.icau de llabaianna. ou D0 Becic ua rua .lo
i.iui-un.i.l.i ii. 10, quesera bem recuni|H:usadu du-s-u
Irabalao.
Alndl rouliiiua a estar (uaidu o prelu Anlu-
uio, representa 10 anuos pouro mais ou menos (u-
ai.lu nu dia lli de evereuo do siliu dn Toque, ihi
luaar da Turre cun os sianaes segundes: eslalura
regular, |wmas linas, rosto bstanle descarnad.!, lem
um sigual muito visivel.que he. urna marra de fc-
rida juntu a (unlo |iroruran.lo oruslu, que (oi 1*11
ou algiini lunior, he muito trabalhadur de cn.'lia.la.
o ligeiro cm loilno ucrvi^-u que faz. eosluma ciiibiiJ-
aar-so, levou camisae calcado algudao grosso, chapsa
do palba ; dcscnnlia-c que lanihem anda com urna
caivinha de piuliii de guardar roupa, c que o-leja
ine.ino iH-cullu pela Turre, estrada nova, Casa lorie.
Caohana, ou D**teairrabaMes, Irahalhaiuloa lilil"
de forro, uu de pagar semana: fui cumpradu.i Hiilii"1
Jos dus Sanios, morador cm Campia Urinas.
quem peaar, un doli dor nolfcia, sera' aeiiirnsa-
iiionlo leciimpcnsadu |ielo aliaiiu assianadn. a.-im
como | a mi-la com lodo o rigor da lei contra quem "
livor o. un... Recife 25 de evereiro de IKi-l.-
h'rtmcisco Carulcmle .llliui/ueri/Ht
SlliNAES.OS MAIS CLAROS.
Hosappareeou do engolillo l'na da (rcaiiezia de
-a ni., lu.", na nuilo do dia M do Corrodo jaiiei-
i.........ci.no |(.......lelo, ciiouln, carreiro. de nladc
de 2K anuos, odr licni prela. bailo, secco, espadao,
bracos grossos, peinas muilo linas, a caiv.i dn i" -1,
sobre-sabida, una iwoia cmbela im-ia imn nurrz
de quehnadura sobro o |k-, os |hSi pequeos e apallie-
lados, rusto coinprido, sem liarba, olhos peque-
pequeos, bocea regular, beicna linos, orelhas liem
as, denles muilo alvos c |H!r(eilos, com os os
cima limados, losla arando, lom marca de um pe-
quea lallio no queito, ou junio ao calilo da bucea,
e de .una as na.leaas, he cocbilador c gauu. aiinla
mais .]ii.ni.lo lem meci, .piando ciuiinha anda.ipre*-
.ado inilmaiiibi-e para dianlo, balanca.....ilo. i"
os bracos, lem ar alegre. I'ugio lev ando sonienle
vestido una carala de algodao,-(rni he provea
que Icnha roupa (urtada. sle escravo (oi -uui|>ii'-l"
cm .oti-iid.ro de non an Sr. Maviiuii Mariubo dat.n-
iili.i Wanderle>,do cngcnliodeMariang da Urea.....
zia de Men un. do iiroviiieia de Alaaoas. Rogasl
pin lauto a appreliensao desse escravo, que polos tal
signacs au peale esca|wr a neiihuina v isla, e leva-
ao dilo eiigonbo Una. de Antonio lautos Percha
Burgos Ponee de Leis, ou nesla praca, i rua Dirnl
ii. 91, rasa do Sr. Joiio Auguslo Baudeira de Mella-
que gencrosainenlc ser recompensado.
No dia 5 de fevoreiro do prsenle anuo, ne-
sapjiarereii a prela lanaria, lllhado Dro.ode Arca,
onde foi escrava lo Sr. rapilao-mr fiarlholinni'11
uu .lesna viuva'. j andn pe llio (irande ''!
Norte, Parahilia e Alaaoas, veio |ra o Heiife f|
agosto do auno passado, o ora escrava do Sr. J-1"
la Cruz Cordeiro, cm Guarabira, c Icm os sianae- .-
guinles: alia, cheia do corpo, cor prela, plivsi"-
iiomia carreaada, lioicos grossos, e lem n.is brac*i
seioccosas bstanlos marras carne do ehicole, I"'
olla diz seren de sarnas, o no |hvscoi;o dcb.uvii m
nrclha esquorda, nina ciealriz bastante visivo!: le-
vuu um vestido de algndau azul, outro de ebila Hi-
la com flores en. ainadas, e oulro brauco com j....."
cas verdes, e um pannn da taisla. aavo,azulebraie
cu, cun franja brunca e encornada, debollnlu'oa''
quein a pegar c entregar na Parahiba ao Sr. A"*0"
iiin l'eniandes da Silva, ou ao lllm. Sr. majiinii'
polica (.eimiii.. Anlonin doAlmeida Albuipiermir.
uu no Becife. na rua do Crespn. 8, ser gcuercn*-
inenle pago de seu Iralialho
ron.! Ty, 4s H.
MUTILADO
F. a Tadu.
-m*.


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