Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00120


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Full Text

QUABTA FEIRA
DIARIO DE
DE MAR (JO DE 1853.
N 50.
PEMAMBMO.
TBXt}0 DA SBlCM-iJAO
Subscrcvc-sc 159000 por auno, e 4000 por
ipi.u ii'l pago achantado, e jOO por quartel pago
\ ene-ido, na casa do seu proprielario, M. Figueira
de Paria, uapraca da Independencia, m. 6 c 8, e no
Rio de J. rasa doSr. Joan Pereira Marlins.
Baha
Macelo
l'arahiba
Natal
Aracaty
('ara'
Maraidiao
l'ara'
K. Uuprail
n Joaquim Bernardo' Mondonga.
JosRodrigucda Ce~ia.
Joaquim Ignacio ereira.
o Anlouio de l.cmo* Braga.
n (luilltermc Augusto de Miranda
Joaquim Marques Rodrigues.
Justino Jos Ka mi.
CAMBIOS 91 1 M MAB.90.
Sobre Londres a *J8 }{
Parta, 310
< Lisboa, 95 |kw renlo.
KBTAJM.
Ouro. lincas hespanholas. ........ 293000
MocdasdetSMIlOvelhaa...... 168(100
de Ii9l00novaa...... IGgilOO
de 49000......... 79OOO
Prala. Paiacoes brasileiros........ 19910
Peno columnarios........ 19940
mexicano!......... Ijjho
AceAes do Banco......... 10?
Descont de Ledras....... 8al2
OTIOIAS BCTnAsraxnLM.
Portugal . 16 de Jan. Auilrla. . 4 de Jan
Ilespanha 13 de n Sui-s.i . 2 de d
Franca. . 21 de Suecia.. . 28 de Dei
Blgica. . 3 de n Inglaterra 22 de Jan
llalla. . 2 do E. Unidos 4dc
AIiiii.iiiIi.i 5 de 0 Mlico . 15 1I0
Prussia. . 4 de California 8 de
Dinamarca 1)1 de Da. Cliili . 1 de Nov
Russia.. . 30 de Buenos-A. . 2 de Fev
Turqua . 23 de Monlcvidco. 4 de >
NOTICIAS DO
Para'. 29 de Janr.
Maranlia (i de Fever.
Ccara'.. 9-de n
l'.n .1 lnli.i I i do
Alagdas W de
S. P.do Sul i-2 de Janr
Mina*. ... 3 de Fev.
S. Paulo 8 de
RdeJanciro 15 de n
Babia. .-. 19 de *>
r ARTIDAS DOS COIUIIIOS
oiiml.i, lodos os das.
Victoria, nas quinta leiran.
t^aruan'i. Bonito e (.aranliuns, nos dia* I e 15.
Villa Ma. Boa-Visl,EieOricury, a I t W.
(ioiaiina e l'arabba, segundas c sctlas.
Natal, quintas fe i ras.
das da semana.
_'h Segunda. S. Romao.
1 Torca. Ss. AdrTao,
Eudocia e Su i Iberio.
2 Quarta. S. -Jowno c
Husillo.
1 Quinta. Ss. Hcniele-
rio e Marinho.
S Salta, S. Casimiro.
P. do Sur. dos Mari,
."i Sabbado. Ss. Kocas c
Palatino mm.
t Domingo. I. da Qua-
rcsma.S. Vctor.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
secundase quinfas.
Hclacao'
tercas e satinado*.
Fazenda
tercas eseilasas lOlioras.
Jaizode Orphaos
secundase 5. as 10 horas.
Primeira rara do cirel
terca1* e ti. ao meio-dia.
Sri/unda rara do eiret.
ijiimUiM1 sin. ao inmo-d.
EPHEMIIUDE8
Fc\erciro. I Quarl miimoanii* as 1 horas, | nu-
nulos c 33<*etnindos da inanbaa.
H La nova as 3 luna, i:l luinutus e 1
segundos da mauliaa.
n Iti Quarlo cresecule aos ti minutos c -i
segundos da manhaa.
211 La chela as 3 horas, i minutse W
.(anuidos da larde.
rBEAMAR DE BOJE
Primeira ai 1" horas e t minutos da mauliaa.
Segunda as 10 horas e 30 minutos da (arde.
EXTERIOR.
LONDRES 10 SE DEZEMBRO
Asalleracoes orgnicas operadas na couslituicao
do Franca, desde que Luiz Napoleao assumio o
imperio, nenhuma importancia intrnseca leni. Da-
do o fado de um despotismo irrcsponsavol, pouco
importa quaos as forraos mais conveniontos a se-
ren adoptadas pela auloridndo suprema.
Vo oin progrosso inudanras considoraveis que
anda mais reslringirao a independencia do cqr-
po legislativo, e cercearao os privilegios do sena-
do. Nein ora de esperar opposicao alguma real a
e-ssas modificacoesda constituicao imperial.
A resistencia momentnea opresenlada por cor-
tos moinbros da lejislotura foi tao fraca o to cor-
tez, que quasi se pode pensar que suas debis
postularles foroin suggoridas por um governo dis-
creto, quo nao quiz alTrontar eni sua usurpacao o
odio inloleravel ilo urna unaniuiidade apparenlo
Afim de evitar-so esta censura, o para (uardar-se
.10 menos as exterioridades da decencia, fez-se al
goma opposicao verbal s suggestes imponaos
Mesiuosol o despotismo algum respeilo he proc
so triluifar-so a opiniao' publica ; o miosoiia pru
donto liuinilhar os FrancezBs a seus proprios olhos
nu |ieranle o resto da Europa. As convenientes
formalidades foram, pois, observadas c fizeram-so
osdevidos protestos contra a invaso imperial nos
poderes dos represen la n les. Nao bou vo om ver
dade ramio explosao de senlimonlo, nom ebuli-
co violenta de palriolisino, o por fim urna gran-
de inaioria oceitnu os rescriptos do imperador.
Mas as conveniencias da decepoao foram escrupu-
losamente (nardadas. Os novos sonalus-consul-
tus sonio san duvida votados pelos chamados do-
putados, o governo naturalmente levar a elfeito
suas propostas, o o patriotismo da opposicao ser,
por ceno, dovidamento (ulardoado. Ha occasies
ni quo.os Francezes aparlam-so judiciosamcnlo
dos precelenles Romanos.; os modernos adulado-
res do poder tpm cerlamonle aperfeicoado as tai-ti-
cas do senado c das municipalidades italianas dos
das de Tiberio e Caligula. Fazer opposicao o en-
contrar urna derrota arranjada do ante-mo, lio
limito mais engonhoso, o ser por sem duvida, as
ronseqtiencias, mais provoiloso do quo votar esta-
tuas eallocucoos gratulatorias. Os inimigos apa-
rentes ele Luiz Napoleao sao talvez os seus mais
doslros aduladores.
Mas no presento ostallo da Franca as suas mu-
dances conslilucionaes sao som significa^o. Sao
ellas meras alteraccs mecnicas, quo simplifica
rio talvez o jogo do governo, mas quo de ncnhiim
modo affeclam o principio da administraco. Tal-
vez ellas torncm a organisai;o desptica um pouco
maiselicaz do que era (Tantos ; mas o golpe do
Estado decidi realmente da lorma do governo, o
conslituio o poder supremo Ello proclamou o
principio autocralico : c realisado c-i:. as mudan-
cas as lormas sao de secundaria importancia. Ri-
las sao as consequencias neressarios da usurpacao
Iriumphante, o mais se Icm desenvolvido pro-
pono que esso iisiirpato so tem consolidado.
Pelo ce golpe de Estado i o Napoloonismo consli-
tuio-se leda Franca ; t o> rgimen imperial
foi restaurado som atlcnco s circumstancias al-
teradas das poca. Se Luiz Napoleao julga devor
intervir as suas proprias crca^oes, agora que
ennseguio o poder supremo, nada lia nisso que
nos dova sorprender.' Como ello al aqu nao res-
peilou um s dosdeveres que tem conlrahido.mais
nos admiraramos, e com razio, se o vissemos
agora com oscrupulos da abrogar a constituicao
quedeu. Se ha, porm, falta de f entre elle e o
i:orpo legislativo, cromos do boa volitado, que ella
he completamente innocente Ho isto una ques-
lao nicamente entre elle e seus cortos, c estes
cntendein-se perfeitamonto sobre o inolhor modo
de fazer a transaccao.
Fra ridiculo esporar una opposicjao conslitu
cional ao imperador. Elle est inleirainciilo fura
de questo. Os liomens pblicos imlependonlcs
que serviram sob os autoriores govornos, conser-
vara -se retirados da nova ordom do cousas, mas o
autcrata lio senhor dos funcionarios civis e do
c\orcito, c quem quer quo tentasse oppor-so-lhe
de veras, ver-so-hia immodialamonte colono de
Argel ou do Cayena. O imperador he soberano,
presentemente tille reslaurou o syslema do sou
lio, com todas as suas peiores foicoes. Quem sem
projui/OT lar a historia concordar quo a organisa-
co civil do consulado o do impe'io, era maravi-
Thosainenlo apropriadaas crriimslancias espociaes
do lempo. Era necossario pacificar a Franca e fj-
zer fren ti contra poderosas coallisocs ; o para esso
Tira podia-se violar a liberdado civil, seno juifi-
cadamenle, ao menos com algum fundamento. A
igreja foi tao branda olo humilde que o Estado
resolveu-so o reslaura-la o sustenta-la. Mas a
estes respeitos, os casos dos dous usurpadores nao
eslo em porarello. Napoleao no coineco de sua
rarroira inosirou algum rospeito pelas inslituicoes
popularos, e quamlo esso respeilo cessou, elle
rompensou o scniiincnto nacional dando-lhe as
conquistas esternas. Em suas transaccies, desgra-
nadas como foram, com a igreja calholica romana,
einpregou elle esta omnipotente inslituic como
moio de promover a ordom c a nioralidado publica,
porm jamis como um agente cleitorol. Suas
solicitai.'c'icjb foram as campanhas da Italia Nao
corrompen o oxernlu, levou-o antes i victoria; nao
comprou o clero para seus fins, reilaurou-o antes
ssuas legitimas funecoes. O Napolenismo mo-
derno ho alguma cousa diverso. Histricamente
he urna resaurreico e un anachronismo ; prali-
camento he a peior formada corrupcao individual,
e da degradarn nacional.
De|iois da primeira rovolucio o povo francez
recobeu alguma educacao polilica ; mas longo lem-
po antes oslava elle acostuiiiado, ainda que do um
modo imperfeilo, accao popular dos corpos le-
gislativos. As instituices representativas foram
tao antigs na Franca como na Inglaterra ; o nos
poriodos primitivos da monarchia frauceza, erara
ollas mais importanlas deque entre nos nos tora-
pos dos Plantagonots. Constiluiam urna parlo nn-
cessaria do systema politicoda Franca monarchi-
ca ; o sob a restauraco, bera como sob Luiz l'hi-
lippe.tinhain o primeiro lugar no governo do paiz.
Agora porom vimos que o {overno parlamentar
da Frarn;.! lio nina imilaeo desnaturada do sys-
toina inglez, o quo o papel da asscmblila ho um
desprczivel arreraodo das formas americanas. Os
advogados do imperio, inclusive o proprio Luiz
Napoleao, aflirmam que um despotismo fundado
si'hroo sullragio universal he o governo nacional o
logilimo da Franca. Cronwol foi mais modesto
quando siihscrovcu ao poder nunca visto, a auto-
ridode absoluta que nao podia justificar com prin-
cipio algum ile lgica arrostro. A polilica mais
audaz do Luiz Napoleao nenhuma garanta of-
feroco ponnanoncia do sen dominio arbitra-
rio. Sejam quaes forom os accidentes ou in-
fluencia quo determinaran! o eslahellocimenlo do
imperio, he histricamente verdado que o povo
francoz ere as insiitiiiooes representativas. Seu
enlhusiasmo Cltico, podo, por breves momentos,
induzi-los ao osquccimonlo do seus devores pol-
ticos : porm he mais de esperar, que urna vil
usurpacjio lenha um fim prximo e deshonroso,
do quo um grande paz queira abandonar sua his-
toria, e mudar seus inslinclos nacionaes.
( Aforniiiy /'/irruirle. I
parece digno de occupa-la na presento csso em pro-
veito da provincia.
A [ici icii.1 sade de S. H. o Imperador, c de sua
Augusta Familia,a |)az inlcrna c externa do paiz.que
sao o primeiro ubjeclu do desvelo e inlcresse nacio-
nal, icmIi;.hii a ...IimiiiiicI,i.Ii- deste dia, C O la/c-in
mais festivo. Pela |nssc destes bens conaratulo-me
sincerameiito com vosco, e vos felicito, e tuda a
provincia.
Traaqnlllldade, secaraava publica, a ladl-
ida.l.
A iroviucia estii em paz, e maniresla vivu desejo
lc ici |ii'in,i-l.i para uosar de suas vanlageus. Km
neiiliiim dos lugares de sua itraudc exteusao tem sido
.iini-.ii ...Le a seguranza publica, ncm incsnio appare-
ddo smnal de conspiraran coiitra ella. Fiel M ins-
Iruci.-cs o ordens do governo imperijl, Icnlio eui[irc-
aadu o. meios conducentes ubler a inanutcnriu. da
Iraiiquillidadccordera publica, procurando fazer oh-
servar as Icis, c os principios de jiislica que consis-
ten] em se miarda lodos n scu direilu ; deserte
que o estado de pazda provincia conlinuoii sem in-
Icrrupro desile a niinba cnlraila na posse da presi-
dencia at agora, c nos seus habitantes s lia dispo-
des
n.i,\.,iiii.o.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Sessao' da abertura no I. da marco da 1863
PraUemaa lo Sr. Pedro CaealcoHll.
As. II bora* da niauliiia. falla a chamada veiifu-a
laratn praaoBla os Sr-
A.....
Jn-
I, 8 leudo on-
IVcIrn l'ran
di'puladi
ORESTESE PYLADES.C)
( roa Eiephen le la MadcUtna.)
XX
EnnlioRayniundo con o seu Lillietc avista,
lioz-se a caminlio para Pars niuiloinais alegre do
<|uc ha tiiuioaosesenlia ; elle a vor os lugares
onde respirnvajua bem amada Esses lugoros eram
I'aris, ao qual iodo o coracao joven das pro-
vincias chama com nsmois vivos aspiracocs; Pa-
rs, sobre o qual lodos os nossos romancUias desde
JoJacjues Russeau at Paulo de Kock tem
cscrtpto tao bollos pedagos, o que o nosso rapaz ar-
di lia niui lo lempo por vor e esludar a fundo.
Mas so vat. como dizem, grande disiancia do
opo bocea, lia um abysmo de Pars a Dijon ; o
ingenuo rapa/., quo nao conliecia da vida, seno o
que .mil.-, aprendido em Noirmonl, nao sabia quan-
lo ho acil aoacasu fazer grandes mudannas no es-
T) Vide i^ianon. 48.
para coii Iruir.iu di' lodos os bens da assoriarao |Millira.
Sinto, porrin, dizorvos que a seiiuraiira indi\i-
ln.il aind.i he milito precaria, nao olwtanli; o em|e-
hImmIo governo em garanti-li, o nlbrcodo una po-
liriii esrni|iulosn. O proba, que leudo a scu egO
I prcM'in;o dos delielos, e a represlo do t'iimiuo-
sos, FUihea\alarsiiarcs|Hiiisatiilidado, ca nao derli-
na, por causa dos Inqiecod c dilmuldades, ticandt
em in.Hrjo, iiiwprosigue persevcraulo cni sua hnn-
io*a uinpreza, i|iial a de perseguir |cloi mcios le-
uei MMlMaMe c nlfcitores, iiiiniuosdeilaradus
da sociedado.
>< As dilllculdades.'qne se o|>|khii prWfo rriniino*o*, c t ua jusla pooljslo, aeoroo^ndo-oa
pan conUtraarem a perpetrarcrimei, senao sao n-
superiveta naarlualidade, toin ludo nciilralisain e
inuulihsaiii miiilas vezesa urvm da lei, e asdiliucn-
viaspoliciaes. Em primeiro lugai a farilidade, que
temo -irariii de emboscar-sc cni um lerritorio VM-
tissiuio adeepoToadof e por eoneesulatoda oreultar
oss4'iis nimes, ronrorre poderosaiuenlc peni fre-
qucucia deelea; depon, a proteccao, ou eommberat-
;. que muilo enconlraui, sejapara eyitarem a pri-
sfio, seja para sulilraliireiii-sc nina justa foinlein-
naiio depuis de presos o procedidos ; a repumian-
ria das lesteuiunlias cni depor contra elle*, edinjui-
m a jurados em proarlr deeboei que os prejodl-
quem rcsulljdo da iinpunidade, que (em armado
OSOaRMainne. contra os que, em cumpiiuieiilo dos
seos de veres, volam pela son pnniaSe ; rallada pri-
soei Bagaraf] situadas em distancias acommodadass
idas c viudas de presos do limar do delicio para ellas,
e dolas para o jury, onde lem *l julaar-sr dotinit-
vauonle a causa criminal sao oulros tantos emba-
raCOScom que lucia a juslica publica, e oxplicama
Talla deeoguranca indi\idual ; lio nutras lanases-
peran^M de impunidade, e esla eicloe aquell.
Mandar um prosa de Ouncuri'para a cadeia des-
la eidade al ser occasiao de cliama-lo ao jury, c de-
puis para Ouryeuri alim de sor julaado, parcofren-
do-sc una extenso de IHO leguas, pola mor p.ule
doseiia, ho como um alisunlo ; e admira quo nao 10-
nliam lodos fgido em camiono; nao menos lia da
admirar quo etMI denominadas prises exislenlos no
lulerlor da provincia loiiham podido guardar alanos
prasofl ; e so ha risco de finjila dos presos, niuilos
dos quaes a lem conseguido tiessas idas e \iudiis,
lambemaodd agrave IncoBvaalenie da demoro dos
seus jolgamenlos, o inoommodo immpporlavel de
uma viagem 13o huma, o tanto milis, se por venluia
oproso n;io hecriiuinoso, poislMMii ihjhIc isso acon-
lecer.
n Ein.de/endiro foiam desll eidade para CanurA
I res presos, sendo dous prouimcidos por rriine de
unirte, escollados porpracas de liilia, iuclusi\o oiu-
foiior qna oommandave a escolia, no logar chama-
do Sorra da lliissa eelavam emboscados faecl-
.....vsoaeaj numero superior que sorprendern.a es-
oolbi, matando o commamlaiile o um soldado, econ-
scmiiram a stdtura dene* reos, dos quaes* dous foram
fernlos. o um dos malfeiloros minio. Nao lardn
muilo qiio*no Tosse assassinado o sulideleuado do
Alliubo, no IcnnudeCiiruar.e a VW publica indi-
vlta como seu assasslno a um dos ditos reos, quo por
elle linda sido processado o pronunciado por crimo
de mora. I'az-se toda a diligencia pela prisau des-
sos face non jos o ros. alim do selhes i'|Mir a nena
da loi, c consla eslarciu presos dous que se dizem
dessa quadrillia.
Oulra quadrilba fez lo.-o d'emlHiscada sobre al-
-iiimas prac.is do destacanieulo de Wo d'Alho, que
lama* uma diligencia policial, e ferio Bravemeolea
duas. O delegado de aecnrda como commaudaule
do deslacamenlo Iralou da prisSo dos facdnorosos. o
o mesiuo rnimnandaule ja coosegulo a do.alunas, o
piixeimo omsuasdiliacncias para a captura dos ou-
lros. Em l'ajo o dislacamonlo, em marcha para o
lugir do seu destino, solTreu limo de dciilro de mm
imilla, e pardea um soldado. Anda alo lem *id
-tossm'l descobrir ti assassino, o qual para perpetrar
o ci'imc com seizurauca de impunidade. proenrou
um limar orino apiopriado sua occullac.o, Hcca-
bem porin siispcila* lieni rumiadas sobro dous ou
Iras individuos deanadlslricto.
E^s^'s racloa alleslam a audacia dos facciuorosos
procadeoledadlffleuldadei que ha em descobri-los,
piini-litsc aomesuio lempo a guerra aborta em que
estao csoniprocsli\cram com os destacamentos, por
seren desUitadosa raprimMns, prendo-luso entre*
ga-los juslica, para oeprocessar a castigar seaundo
sua culpa, como lem (cito imiilas vetee, sendo imlu-
liil.Molmonleo sustentculo das auturidados locaes
no du'Oinponbo do lUM lunccrics criminaes e pol-
ciaes, e be diana de mencionar-so a reaularidiidodo
seu piocodimonto osua banuouia com os habitantes
dos respectivos dtslricios, e liemassim a prudencia e
lino rom que lom accumulatlo as fenles poliriaes,
segundo as ordens do gorerno di provincia, de ac-
cordoeomo mrvioo publico, o coimnaudantes deslacamonlos doTimbaha,na comeraa det.oiauna,
do Ikun-Jai dm, na do l.imuiro, e do Cimbres, termo
l.i comarca do lirejo.
ce Dulros fados alleslam onenlmn recelo de cas-
liuo, e o dosprozo cm'que Icm cabido as leis crimi-
naos.
I Entre moitOS otar-\os-hc os assassinatos, do
subdeleaado de Timhaba, Anlouio Jos (iiiiuia-
raes em iHde abril do anuo passadu, do sulMleleua-
dodo timooiro, JofoAntonio Gallo em -2 dejunbo,
do Raymnndo de tal, noCabOf a|>oii1ando como as-
saselna do bacliarel HuarittOwlbo de Albuajuerque,
c en Toreado no dia II dejuilioem \endirla dossa
inorlequc se Ibe allribuia.eiiMez do ser enli cano
iquellesqueo prenderam no districloda
io Jos de Oleira, ("osme lo S l'eroira,
Iro da Silva, padre Vicente de Siquoiva \ aro-
j.io. i'miH'iino Guedes de Mello, llarao daGapIbarl-
be, Joo Valonlim Villela, Jos Francisco da Cost
Gomea, Joaquim de Aquino Kousecas JoSoJos l'Vr-
reira do Aauiar, Podio Francisco de l'aula Caval-
POnti do Allmquerque, Manoel l'ramiscit do Paula
CavaJeantide Albuquerque, Joaquim Pires Machado
PorfeUa, Joa do HegoBarros Kalcflo, Amonio Pe-
regrino Maciel Honleiro, Jeronvmo UarlInleDO Fi-
Bueira de Mello, Joaquim Piulo lo Campos, Manoel
KirminodeMello. Caelauo BsleJila Cavakante Pes-
soa, FloreiicioJos.- Carm-iro Uonteiro, Jos Quinli-
.....ir ('.asir Leo. Ftoriaoo Correa de llrilo, Ma-
noel Antonio Marlins IVroira.
> .SV. I'rrsidnilr declara aborta a leasfeo.
o sr. 2. Secretario l a acta da sess&o preparato-
ria que he approvada.
ORDEM DO Df.
ICleivao' da mcm.
Corrido o escrutinio para presidenU
Irado na urna _' l listas.soheclcito o Sr
cisco de PaulaCavalcanti com lt> votos.
Sao Immedlalos em vol a cu Sis.
Barao de Capibaribe..........'I
Maciel Honleiro......: '\
Cosme le Si* Pereira. ........I
Corrid.....scru.nlo para vieo-rmesidenle e preen-
Cllldas as forma I i dailes lesjae-, lando entrado na ur-
na _' listas, salte eloito oSr. Itarao de Capibarilie
com 13 votos.
Sao lamnera volados os Srs.:
Maciel Uonteiro...........i
Aquino..............I
Jos Todn..............I
Comparecern, mais os Sr>. : Francisco Xavier
Paos Brrelo, Immiimos de Son/a Le.'io, Manuel Joa-
quim Carucirn da Cuiiha, Aimuslo Fredericode Oli-
velra, Francisco Itaphaol t\c Mello Rege, Francis.o
de llano. Brrelo, I imano Joaquim de Soiiza Loao,
Francisco de AsSSOlivcini Maciel.
I'rocede-se a eleicao de secretarios, r temi entra-
do na orna 39 lisias.
Sahein eteilos os Srs.:
Manoel Joaquim Carnoiroda Cimba .
Antonio Jom- do Oliveira.....
Floriano Correa de rito.....
Umbellno Guedes de Mello .
lunario Joaquim do Sou/a LeiO. .
Floioucio ju*<; Carneiro Montelro .
Manoel Firmiiio do Mi'llo ....
Caetauo EsleUls Cabanlo PeSSOO. .
Jos Pedro da Silva.......
JosQuinlIno de Castro Lcao .
Jo.ii. \ alenlim Villela......
Cosme de Si Pereira. T .
(H eleilosoccupam seus limares.
OS?. Presideiifr con\ida OSSCIlhore
aassislir a missa VoUva M Espirito"Sanl
Suspendo-so a SOSsCo ; era quasi nielo dia.
A" um;. luna leudo voludo, nomea-.e para com
por a depuiacrm que lom de receber o Bsm. presl
dente da provincia na ante sala, os senhores:
II.ii,m. do Capibaribe, Joaquim Piulo do Campo
O Augusto Fiederioodc Olixeira.
Tedo chegado S.Eic e sendo Introducid
as formalidades do reaimento loma assento dirci-
la do presidente da asscinhla, faz a leitun do se-
guinle
RELATORIO.
e SENDORES.
Em cunipiiincnlodo artigo 8 da lei de 19 de agos-
to de IS34t venho expor-vos o estado dos neaocios juslica por
pblicos, e ollerecoi a \os*a cousideiaeao quanlu me i Esi'ada, comarca de Sanio Anlao, de Manoel Jos
de Oliveira no engolillo Pindobinha, na comarca h
Nazarelh, em l7desclcmbro;o qual foi alado a un
poslc c nrcahuzado, leudo sido apandados em floran-
le e presos os assaHnos |mr diligencia do coinmau
llanto do deslacameule, Jos da Cruz Vieira Sciptai
de Castro Quciroz Macedo, que innrrhou rapidamcu-
(o para o In-.n do delicio com a Torca do sen rom-
mando. A* exceuca do perpetrador do assassinati
do subdelegado (iaio, que anda iiiio foi descobcrlo
os outros foram procossaiUts, e alguns presos : c apc
zar das dilllculdadcs, a polica (em couscuuido a pri
sao e b processodo muilos criminosos, eiilieaaudo-o!
;h /.ni da juslica para os punir na conformidadedas
loi ; mas asdecisoes tinaos vem inuumeraveis vezes
contrariar a iwliria em suas eoimccocs acerca dos
individuos quo prende e processa, o quaes sao ab-
solv dos pelo jury, como consta das parlieipaeoes of-
llciaos, mesmo a rcs|H.'ito dos processados (tclos delie-
los cima referd cubrir, e o chine tica impune, ou persuade-se que os
(em descolarlo eos processa, c sao ahsolv idos e de-
clarados innocentes, daudo-sc a mesma impunidade.
Nao quero dar preferencia s convceoes da polica,
s menciono os fados para que liquem mais pate-
les as difliculdudescoin que lucamos na investiaa-
eao dos crimos, e dos seus autores para terem re-
presso legal.
O governo, |Mirm, nao perdo de vista esta pri-
meira necessidado da provincia, e ineossanlemento
trabalhaparasalisfaze-la, eauxiliado pela boa volita-
do c dedica cao dos arenles policiaes espera resta hc-
lecer a seaurauca individual, naorclroredendo (lian-
te dos omharacos, e pelo contrario esforcando-sc pa-
ra remove-los, por ipianlo sem ella nao |m'mIo havor
vordadeira tranquillidade; e sea provincia (em
conseguid livrar-se do estado de auilacdoein que a
collocaram eonROOOSea polticas, procurando as auto-
ridades lcaos cxccutai' o peiisameulo do governo,
que he abrigar lodos os hamlantcs la provincia A
sombra da loi, ronvm, c he udispousavcl para com-
plelamenlo do seu estado de paz, lorna-se chcclivu e
real a soguraui;a individual, para oque a provincia
couta com a vossa ellicaz cooperacao, e com a de lo-
dos os eidados inleressados na sua rivilisai;ao o
prosperidade.
Reprimir crjme, garantir lodosos seusdirei-
tosindividuaeseih' propriedade, economisar as ron-
das publicas, daiido-llies a vordadeira applirario.
eis o servico mais Importante gao si' pode fazer
provincia, e a manifeslaeao pralica do amor o iule-
reaM por BOUS habitantes o por sua prosperidade ; eis,
n ohjccl principal da solicitud do um aoveruo, que |
tem eonseieueiade sua inissao, eso (M-notra da Im-
portancia dos devores que I he sao Inherentes. On-
dea lei nao he asss poderosas para mauler a cada
unidos iiuevivcm debaixode sua prolecciio osdirei-
los que ihcrompolcm nobatealnionlejuslca, o sem
esla nao ha vordadeira paz : be pois de absoluta no-
cessidade rennirein-se tmloseiu torno da lei para dar-
Me esse viaor donde resida a nianiitcncao dos seus
diroilos, ea seguridade, d'oudo deriva o estado de
perfeila Iranquilldado em que a sociedad desen-
vidvo lodos os recursos do que he capaz urna grande
rciiniao de indvidunsdc*ejosos aen* da associac.o, e do leaaraos seus descendenlos
um porvr de felicidades.
For<;a publica.
" Em virtuJe da lei provincial n. J'.k dolido
niaiodo anuo pasudo, inandei oraiiisar o ro pode
|>olicia pi'l.i mam-ira quo consla do plano junto u. I,
o o mappa n. .! modra O sou possoal. Com o iuluilo
de economisar esM parle da despea publica para
applicar as sobras abertura e meUieranwQto de es-
tradas, como quera a asscmhlca provincial, delul
de admitlir pracas desde que ehegUO osla provin-
cia, e fui facilitando as dispensas ou lia i xas do servi-
co. A redueeo do numero de piaras ao tivado pe-
la citada lei lem sido feila i:rathiahnenle, como era
necossario, o di quuutia volada para so mauler a
torca ueste oveicicio devem remanescor mais de
.itr.onii.ciwi (pie toro sua applicacao, assiin como as
sobras de nutras cousiauai oes na conl'orniid.nle do
artigo 38 da lei n. 300.
Mas o corpo de polica na pode precncher hem o
sen ion com UM pracas. As diligencias que se
destina pelo quo perlouce ;i picvenclo dos crimos o
plisfo dos malfeiloros, i nocessidaile sos para diversos punios da provincia, ooservico de
destacamentos que om parle he feilo por elle, exi-
gen, um estado complete mais elevado, para que o
ollcelivoe djspouivcl pooH satisfazor as importantes
applicares do sua criaco.
>< A larca de primeira linba da provincia coiupoe-
B0dos balalhes, segundo, nono e decimo-primoiro
do iiifantaria, equarlo de arlltiaria, da compartida
Qxa de cavaltaria e da do arllires, com o total de
1,852 pracas. Esses corpos estilo incompletos, dis-
tribuidos om deslacamonlos, c empregados em ili-
vorsas diligencias, nao tem dispnnivois para o Servico
diario dosta eidade o numero de pracas necossario,
om ordom a quo ello se faca com a regularidade e
descanso do cosime.
A renraa ti sacan da guarda nacional, conforme :
a lei de 19 de eetenibm c iiKlruccAcs de de oiilu-
brode I8*>t, anda osla muilo em principio, se bem ,
que se preparam actualmente propostas relativas
mullas comarcas.
A pro(>osta da rcirrganisjicao porleuceulo osla
irca.queabraime os tresuiunicipos do Hecife,
Olitida c Iguarass, foi approvada pelos decretos to
:il de Julbo do anuo passado. us. I.OJ. e 1,026, e
s commandantes dostmlalboea iratam de realbw-ta.
A guarda nacional desorganisou-se nesla provincia,
0 sua reslaurarao lie Iraballutsa; mas urna acollada
esculla dos cite fes e dos oulros oMiciaos, quoilevoiii
esrnerar-se em restltuir-llie o scu mitigo esplendor,
encera otraoaJbo.
lio uma necessidado imperiosa asua reoraanis;ir,lo,
ris que delta muilo dependo a rousolidacao oM'guranca publica individual.
i> Admlaitirac^o' da fueada provincial.
a A arrocadai;ao da ronda no exorcirio lindo foi
rs. 7l:7K,-?lI."evcoi|ud do oven-icio antoiioi
em rs. 30:180^77, pois foi ella i\y rs. 707WiOM.
A despeza imporlou om rs. 7:W:IV>1W; epaasou
; para o renle exercieio um saldo de I43MT|093
rs. inclusivo o do overcioio de IK.VI IS5t, que fez
parle da ronda do exercieio lindo, sendo em dinhei-
ro rs. 95^14353, em letras rs. ra>353|64p. A reu-
da arreoadada no primeirosomeslre do cononleox-
eieicio oi de rs. (:08A|gJ0t o deduzida a sua des-
poza, verillcou-se osahlodc rs. lt:l:H!>ja(7l, sendo
om tlinbeiro rs. 7l:Wl|7l, om lelras 7I.-91I300
(Htr conseguiute o fundo'ds|Hiiiivel em ca xa no pri-
meiro de jaucira dosle auno, era de rs. K":Si)llrM>l>t
dos quaes rs. l7:303|SMen dlnbeiro, c I0:26791 *<
rs. em lelras, veiirendo-sc deslas dentro d exercieio
r>;. K0:62-VHi66. E porque a arrecadaco do soguudu
someslre, com a do trimestre addiccioual, que cm-
plela o exercieio na conformidad do logulanieulii
de 3 de agosto do anuo passado, cspcra-*e que seja
superior do primeiro, como de ordinario acontece,
ImmIos no met parecer alargar algumas verbas do
despeza, que por sua eslreiloza no nrcamento x gou-
loileixarde prestar, como he de mister ao servico pu-
blico.
Nao dovo omillir, c be sabido que o primeiro se-
mestre somprc necessila do auxilio de um saldo do
anuo lido, queso eftlima em rs. 150:0009000, mais
ou menos, o por isso nao se pode contar com o rc-
luauescentc da renda do ereicio que acaba, para
applicado |wr inleiro s despozas do que Icmdcco-
mecar; mas o saldo cima demonstrado, a regulari-
dad com que a Ihesouraria administra os negociosa
sou cargo, o o oslado da provincia dio lugar a SO nao
recciar que liquecomproiiiellid o supprimonlo das
despo/as ordinarias o imprelorivois; alm do que, .
inlelliacncia dalbosotirara ajudando a admiiistra-
cao provincial na execucao da lei do orc,ameulo ex i
tara os incmiveuiculos de tuna applicacao proripila-
da de suas disfiosicos. Nao hcudinissivej que todo
0 saldo dispomvcl liqu morlo, em prejuizo de me
llioraut'.'nlose obras reclamadas pela provincia, por
uma cautela exagerada basta quo se reserve, quan-
toa prudencia aconsolhay o o mais sconsidere ro-
mo renda acliva, ceir no orcainento da reccita do
scgtiinle exercieio para occorrer as despeua deesas
obras.
A Ihesouraria orea a recoila do exercieio do |K 3
a I8"l om rs. 70J::J99!WH), o a despoza em Igual
mnuna. nao imuprehendeudo <> caleamenlo das ras
iJesla eidade, o o subsidio do llieatro, uem a divida
leexorcicios lindos, o urouondo |>ara reparos o con-
servarlo das obras, para as coniecadas e quo liouxo-
rem de ser doereladas, urna eousignac.ao de ris
1 ..'>::KS,>S7I, entretanto que a directora das oluas
publicas propoe rs. ShOJJuW)0; a dlOerenca de
urna oulra proposla, com a Importancia daqucllas
verbas de despexa omlllidaii, eleva a despeza lolal
do futuro exereleto mah doHOi:iwm?, que alo he
contradictoria rom a recelta, vista uwcoasMera-
cOosj aprosenlailas..acri(Scoiido que semprvsodao
algumas.s forlilicara receila, o si' lie prudente orea-la para
menos do que foi no exercieio lindo de 1851 |s j.
loque se presumo que venha a ser no corren le,
lambeni nfio he dosarrazoado conlar com sua eleva-
ao sobre ooreamentii da Ihesouraria, e dolar mais
generosameiile aquel los ramos do servico publico que
oxiaem mais ampias COnsignacOes. I) rolatorio da
lei.....ai ia que vo> ser apresentadtt com oorcamon-
to do exercieio futuro e balancoa do exercieio lun!
exigidad dos voiiciuienlos dos empregados da (he-
souraria, e requer una melhor romponsacaod scu
trabulho; assiin romo requer, o com summarazao,
que se noincem dous amanuenses para a Ihesoura-
ria, pois be impossivel quo o secretario, por si s,
sem ler nom ao menos um om pregado que o auxilio,
possa ilar emita dos negocios sen cargo, sendo por
issodislrahidos os da contadura, com detrimento do
seu vnii", |>ois lem os indispensaveis.
n Essa aulorisa<;ao relativa ao consulado aopasso
que rcconhoceii a necessidado de sua reforma, o mu novo rogulainenlo.que liabilitassea roparlicaopa-
ra ctnnprir satsfac loria mente os seus devoies*. res-
tringi a despeza ao crdito volado. Nao he poseiivel
nina reforma anropriada a necessidades do servico
da reparlicaocom a quantia docrctaila |mi,i paga-
mento do seu |u-~-K.il, salvo M'-in/imiu -i- os venci-
inoulos dos actuaos emprcgailos, roiluceao que nao
parece ler lido om xisla a citada lei: o para conci-
liar sua disposico, pelo que perlcnco a reforma do
consulado, com a oulra parle, que iiaopormillo aug-
mento de despeza, dolorminei nosarls. 17 o .VI que
a repartieSo luneeionaam com os actuaos emprega-
dos o vcnein.cntos om quaiilo a asseiuhla provin-
cial nao jipprovasse o reimlamcnlo na parle relaliva
aoaugiuonlo da despoza, que he de I:7ti-^i:t2 rs.,
licainlo porin a reparlicao bemorgauisada, o com-
pensado o Irabalbo do lodos os empregados, com a
adopcao do regulamento uessa narle. Esse pequeo
auamcnlo de despeza sem duvida retribuido por um
melhor o mais lucrativo servico, nao deve impedir
effeclividade do urna rerorma acouselhada |ela ox-
periencia dos negoceselo eonsuladn. A dcmnnsira-
cao numero :t explica esso augmento; coufroutai-a
com o regulamenlo, o com o |>essoal que boit,
evi-lo.
Mandei conliuuaroexame dasconlas da oxliucl.i
Ihesouraria de quo traa a loi 0. 323 art. I-i, no-
meaudo a comniissiio rcsiiecliva, visla do arl. :t
da le n. 300. Por ora nao ha resultado digno do
ser relatado. O inspector da fazenda provincial lom
m seu cargo inspeccionar os Irahalhosda commisso,
o activa-la no cuiuprimeulodusseus devores.
A commisso do exame, e a de arrumaco dos
pajHis da dila Ihesouraria foram suspensas m seus
Irabalhos |M.r porlaria de98 de abril do auno passa-
do al segumla ordom : a provincia linba j desiieu-
dido com a commisso mais de 10:tMMI*j0 ts., o a
de exame mtbrmoe que Ihe eram precisos mais don
anuos para concluir os sous Irabalhos, ,1 ?orle quo
o prejuizo que sollrcu a fazenda provincial com os
extravos e malversae/ics da exliucla Ihesouraria ae-
do primeiro semestre do corrente, prestar-viw-ha gravuu-so rom essadespeu
I sobre o que lica ex|Misto,
:ocios da fazonda ytn
paco de dous dias nos projoelos iiiilhor combina-
dos, e mais .ornamento acariciados.
Emilio tinlia lomado uma carruagem das Mcs-
sageries roaes, hoje nacionaes. Elle julgra po-
der concedor esta cominoilidado ao possudor do
uma ordom de sois mil [rauco-, sem fallar de uma
bolsa muilo mal guarnecida como principal; mas
muilo redondinba como dinboiro de algiboira.
Quando entrou na carruajero, un dos cantos estava
joccupado por uma moca,a quem um hornern {or-
do de idado media aportaba amao pela portinbola.
Emilio senlando-so obsorvou, nao sem algum
embaraco, quo ia estar s com a sua companhei-
ra do viaijem O rapaz era flho da nalureza, suas
maneiras nuuca haviam lido nada de fingido;
pois ignorava a dilliculdade para um caralleiro
bem educado do consonar seu asscnlo om lodas
os posiocs, cni quo o acaso das rdac/ms sociaes
pode colloca-lo. Elle crou, como poda tor feilo
seu amigo Blaisc, notando quo a moca olhava pa-
ra elle po!o canto do olho.
A viajante era linda, nao obstante o trajo gro-
losco com que eslava remirada ; porque ninguem
sabede quanlas precaucoes so rodeia um provin
ciano, macho ou fe moa, quo faz una viagem tao
cousidoravel, conloado Dijon Porisfseienia le-
guas medida ante-diluviana mu dillieil do tradu-
zir-secm kilomoiros ). Ella linha olhos grandes
azucSde uma depura eloquonto. Seus caballos cs-
tavam meliidosom papis, mas as pestaas e so-
branccllias aununciavain, que doviamser domis
pretodo mundo.
Kmilio ignorava que esta dilTeronca do cores
conslitue uma opposicao justamente apreciada po-
los conhecedores; todava o aspecto goral desse
rosto, cujas feic/ies eram mu delicadamente dese-
nliadas, causava-lho sjnsaroes quo nunca etperi-
mentra, mesmo em presenta do Clotldo Porque
a admirac/io que senta por madamesella du Ques-
noy assomelhava-so a um culto inteiramentc livre,
devomos dz'lo om louvorde Kmlio, do lodos os
seniimenloi vulgarese profanos; porm o attrac-
livo, que fazia a cada instante seus -olhos encon-
trarein os da bella desconhecida. o encina do uma
perlurbacao, que llio (embrava a oxaltaoao, quo os
vinhos fortes de seu pai Ihocausavam s rezos,
quando jantava mais copiosameiHe quo do cusid-
me. A moga, que percobia com a sagacidade or-
dinaria ao seu sexo a profunda auoiicao, do que
era ohjecto, poriava-se com una decencia mui
conveniente.
Olhava sem alTeclacao de uma parte para oulra ;
mas todas as vezus que seus olhos se dirigiam pa-
ra o lado de Kmilio, olla os litava um instante no
viril o bollo rosto do rapaz, o qual estremeca a seu
pezor coro o choque elctrico deste encontr.
Emilio nao procurava tomar coma das emo-
cOosquc o agitavam, suas ideas nao eram a?saz lu-
cidas para isso, elle eslava lodo dominado pela sen-
sacao que pela primeira vez osperimonlava.
Muitas horas se passaram nesta con tem placa o
perigosa, sem que Emilio cuidasse om dizer uma
palavra do simples polidez sua seductora compa-
nlieirad viagem, c sem quo Ihe viosse ao pensa-
ineiito, quo sou silencio poda dar m'opnio do
sua urbanidade. Sua perlurbacao dogonerava sem
olio sabor numa especio de embriaguez, que Ibc
entorpeca o pensamonto. Emfim o rapaz tove a
suspeita vaga do porigo quo corra, a para subtra
hir-so a olio litigio adormecer ; mas seu coraco ba-
ta fonemente, vertigens desconhecidas o incxpli-
caveis Ihe faziam andar acabocaem roda. Ello
suflieiontes esclarec moni
0 0 mais que respeila 80
vincial.
O imposto do S -2 do artigo 33 da le n. :W10 man-
dei arrocadar, quanlo aos productos fabricados com
materias primas viudas dos pai/es eslranaoiros, leu-
do-so om visla a mod'ohra somonte ou o Feitio, |mis
que essas materias j lom pagos impostos de impor-
taco, e nao podom considerar-se de prnduccao da
provincia. 0 governo no seu proposito do flseulsar
a arrecatlaciio e de promover que se ella faca com
zeloe aclividade, para que a ronda possa occorrer s
deapeaas publicas, nao deve eomtodoeaquecer-eode
que.....ipmlo be um sacrindo daarte doconlri-
htiiiile, e por ultimo do cttusumiilor, e incumbe-lhe
lazer exeeular sua eobraoca com iodo o escrpulo,
de sortc que nao transponlia o que a lei levo em v is-
la, e quando osla seja dUVldosa em sua applicacao,
llevo julaar a favor do conlribiiinlo, para au correr
o risco do platicar urna injustica ou exlorso. lio
como est exereendo suas iunc{6es a administraco
da fazend.i.
O imposto ilc lOOgOOO rs. por oscraVe despachado
para torada provincia, croado tola cilada lei arl. 33
i S devia produzir oelloilo do urna redueeo consi-
deravel DOiiunioro dososcrav.w despachados; com-
bla se poa di/erque a lei fui Iludida poratgUOS
vendedores de escravos. faieiido-os remoller para as
provincias vi/.inhas, d'ondo vinhain com passapor-
les como so a ellas perteuceascm, para o lim de aqu
seren tientos do im|K>slo na sabida, o mesmo baja
raza para siippor-scquealauus sahiriam sem pagar
o imposto, por abuso da excopco esUl>etec.da ijo
citado artig, com linio he lunogavel que elle dimi-
nuio a sabida de escravos c oslo resultado cao da le vai sondo cada ve/ mais avultado. Seno
primeiro semestre do exercieio lindo foram despa-
chados 711 escravos para fra da provincia, quando
sepagavaa imposicode 5$. <* primeiro deste ex-
erciem despacliaram-se 123, como consta dorelalorie
do inspector da Ihesouraria, a ditloreuca nao deve
cansar admlracjtb, por quauto a despeza passoa i
ser vule ve/es maior, o coiiseaiiiulomcutedevia ala-
car om sua liase a especiilacao .l,i compra tle escra-
vos para se vendereni fura da provincia. ltima-
mente visla ilas observacoes l'eilas pelo chofe de po-
lica, oadoplando a medida por ello proposta, delor-
minei que o imposto s<' arrecadasso i\v qualqiier os-
eravo que saiihe deste porto, ombora se.dtaseme
viudo de OUtra provincia, subslstlndo smenlea ex-
copcao referida, |>or ser expnwsa na loi, o uecossa-
ria para nao se converter sua disposico om um ve-.
\aiue muilo mais productivo do inconvenientes cdo
Injusces do que do renda para a.provinela. Em
ludo, principalmente om materia do eontrUralotai e
de providencias perloncenlos jostlca criminal, a
exagerac'o he iuloloravol.
He verdade que os especuladores lom mandado
comprar escravos om ondas provincias para daqui
embarcarlos para 0 Km do Janeiro p Kio (irande do
-til. pois nao pasando o imposto, por nao seren doa-
la provincia. Ibes faria conla essaes|iecularo; mas
acoulcceudo ou pudendo acontecer, que escravos
desta provincia fossem apresontados como do oulras,
Ira/endo (fall passaporles, vordadeiros ou falsos,
como ha razo para so stippor, o moio mais seguro
he sem duvida exiair-se o imposto de lodos que d'a-
qui hajam do sabir, o quem quiter evita-lo que OS
embarque de l para o sou destino, nao se fazendo
nisso injustica ou vexamo, porque nao ho um ramo
do industria ou romiucrcio ventajoso proviuria,
que *c coarcta, he sim urna es|KTtilaco do que hem
podom prescindir os quo nella so lom oceupado, np-
phcando souscaplacs ohjecto* de proveilo para a
provincia, o dcixuidodc ueaociarem compra o ven-
da do escravos.
A aulorisaco concedida |miIo artigo :t da lei n.
:MI0 leve seu eflelto OO locante rerorma da thesou-
raria provincial, com a pultlionco do regtilamoiilo
i\*> .'(do asusto do anuo pirssado ; a do argn 27 JS \
para so reformar ocousulado provincial omir-sc-lhe
novoreaulaniento rcalisou-sc piihlicaiido-se o <\r *!
do dezembro; ambos feilostlo BCOCdO com as propos-
las que o inspector da Ihesouraria ouoreceu, ilo
essas duas repartlcjmsnma organsaco regular o ade-
tpiada ao Imuu desempenho de suas importantes at*
hibuices. O Inspector no seu rea ton o mostea a
A agencia das AlagoasencarrcRada da arrecada-
cffo dos direitosdo algododesla provincia, qnc\*lli
he ohjecto de exporlaco, pnnea vantagem apreseti-
ta, como se vi do rotatorio do inspector da Ihesoura-
ria, e estou pela sua opinio de que he melhor sup-
|niiiii-la, couvencionando-so com a proviuria das
Alagoas tima iiidcmni.sac.ao desses ilireitos, que ar-
reeadaN para si, ou |iediiido-se aosen govenio, que
OS mandearr.cr.idar parosla provincia, percobendo
urna porcentauom pelo Irabalbo a roparlicao de ar-
racadaeSo. lina nWlteaclo exactae proficua he
impralicavel, e d materia para conlimi'wconlliclos
o reclamacoes. O corto lie que a agencia nao corres-
ponde ao lim de sua crcac,o, o ve-se rodeada de
embaraces, < 111 < nao pode vencer, no cumpriuienlo
de Mas ahrgacoes.
" Culto publico.
A devocSo em verdade unarrefece nesla pro-
miii ia. epato contrario muulom-scactiva, como at-
losla o esplendor c pompa do tullo externo. So uma
parto dasdespezas feitas annualmeule com as solem-
nidades religiosas Tossc applicada reparacio dos
templos, nutro seria o sea oslado, ueralmcnle fallan-
do. Gnu ludo os liis nao se iiogam coucorrer pa-
ra a consorvacoe decencia das igrejas, e Hallas ve-
zes o sou man osta.lo procede do nao havor quem
>in zoloc vordadeira dedicara repara
mi......
rosi.-tio uma meia hora, quo Ibe pareceu iiiu 'secu-
to, dopois entreabri levemente as palpebras, oavio
os olhos, os bollos olhos da linda moca, quo o co-
briam com um olhar intenso o rdeme.
Vendo-so sorprendida, ella abaixou as palpebras
como uma virgem de Murillo, e foi enri Emilio
que Ihe lancou olhares chammejantcs, cuja influ-
encia incendiara a dcsconhecida pareca sentir ins-
linciivamonio ; porque o lenco quelite cobra mo-
destamente o col levantava-se e abaixava de uma
maneira mui significativa, mesmo para um aman
to fallo do experiencias, como ora Emilio* Esie
sem considerar comsigo de que modo poderia con-
tinuar do viva voz uma conversarao mental, que
a eslava lio adiantada, s procurara os meios de
diminuir a distancia, quo o separava da bella dos-
conhecda, quando um desses acasos que o diabo,
comoj ti vemos occasiao de notar, parece sempro
proinpto a por disposico dos quo cuidan no mal,
voio apresentar-so para ajudar Emilio alancar-se
no mais gravo embarazo que podia tomer om sua
psito. xx[
Esiavo-so ono no principio do niez do mar-o,
la. o decora-l.'is. A <|ii,intia volada para reparo;, di;
malriics nao corresponde iircrnAn dcsle ramo du
arvleo pubUco, porque a renda da provincia d-
triliue*si> |hii muilos, lodos 1-ecla.iiiados |oi' sua sub-
si>leiK-i.i, e assiin no |ioile dolar a rada mu com a
i.....eaaria......simiacilo. Deal quantia ,urt. 17 da
lei n. ;itHI leulio mandado dar algum auxilios, c
cortos aduiiiiisli-jiilnrcs do obras de malri/es uioslrain
o lioin em|ireuo das sonmiasulilidas para neus con-
eerloi, qnet tu Inewuraria, quer do* ticis.
ce A matriz, do Cimbres, que eslava completamen-
te arruinada, e,, 'eu-sc de suas ruinas, c acba-sc re-
odlDcada desde Waeul runilamonlos, pelas dilijou-
i-ias du niissioi|.irio apcislulico o R\. I'rci Caetaiio
de -Missina. hem coiibecido nesla provii.-c^a pelos ini-
porlanles ser\ icos que Ibe lem feilo, ajua\."1
secretario da missao, pelo delegado do-|)olicia, com
mandante do destacamento c suas pracas, c |K>r mui
los cidado- divnelos, que csliniaran essa occasiao
de servir rcliiiiao. e de remover prolextos de dis-
Mdcjo dos indios da aldeia de Cimbres .que vmatn
descontentes pelo estado de sua iureja) rom oulros
habitantes do termo, e sobre Lidoajudado pelo poto
du mesmo termo, e do diversos lugares, que coucoi-
reu numeroso > uenir a sania palavra.
ce E.l.do aaaharo da prorlncia
ce As iiirorina<.ocs doconselho do saluliridade e da
proevedoda da saudc, e oulrasdo como extjucta ale-
br nuil clLi, que tantos estragos fe/ nesla provin-
cia, esperancas de no reapparecer esso flagello ( felil em |ierniciosos resultados. De nciihum dos
IHUitosda provincia lem viudo noticias de oceurreu-
cias extraordinarias pelo que respeila a salubridade
pulilira. n.i c i.i.nir da Victoria porm a iieslc da be-
xiga deseuv v iclimas.
l'ara soccorrer os doenlcs, c empregar os meios
le minorar tao grande mal, h/ partir daqui um m-
lico, o lii. Miguel Joaquim de Castro Mascarciibas,
on.....ia aiiihiiiaucia, encaiiei;aiido-o de concertar
com a cmara municipal e deleuado da poliria as
providencias tendentes a neulralisa-lo, ca salvar de
suas narras os-indigentes, que abandonado!, o dcs-
pnn idos de socorros, suecumbem em maior numero,
al |Hir falla de alinientaco. E remo medida in-
dispoiisavcl o presidente do oonsellio de salubrida-
de Ii-iii feilo remessa de pus vaccinieo, e o dito m-
lico esforca-sc por applica-lo, sendo que da parle
los hahiiaules desse lugar ha mulla rcpuuuanciei em
sesujcitareni noculacaoda vaccina, comuaconle-
e geralinenle pelo ceulro das uossas provincias. De
Cimbres consla ler apparerido o sarampo em abun-
claiictn, e nu-moa lioxiua, |>elc) que a cmara iccla-
mouoemprego da vaccina.
ce Nesla estacan nao lieslranho o apparecimciilo
de taes molestias. O mesmo presidente em exposicau
minuciosa c lucidamente desenvolvida inoslra as
causas de insalubridadc, e os meios de rcmove-las,
ou ao menos de altenuar seus efleitos, dc|wndendo
de medidas leuislatitas, administraliws. e policiaes.
cujos caprichosassemelliavam-so aos da mocidade
plnntasiica, se ainda he pcnnittido aventurar a
comparato classica das cslaioes da nalureza com
a existencia humana. O lempo, quo era sobarbo,
quando Emilio so pozora camiqho, havia soffri-
do una rpida o completa melamorphose : um
vento glacial soprava com furia, a nove cahia a
grandes pedacos, o comegava a cobrir o caminho
como no invern. Os dous viajantes nSo ropara-
ram na mudanca do temperatura, mas o conductor
da diligencia, quo naoesiava sdb oiinporio do no-
nhunias ideas amorosas, o que nao eslava abriga-
do, como esla honrada corporacSo esl boje, sb
o capoto do tejadilho, julgou a proposito honrar o
carro cqm uma viailn ; ello deinouse oscorregor
pela correa que pende dos llancos do carro para
facilitar a subida da escoda, o apresentou a cabera
na yidraca da porta.
Deveniosdizor que osle rosto ornado de mu
barba rrescida e espessa assiin proparado para coni-
modidade da vida errante, c robarlo por um ca-
puz de pellas,rjiiu dava un.i falsa apparencia com o
Hercules Famoso loucado com sua pelle deloo,nao
\.
MUTILADO


fc
.--
ontrond" lambeta ah os particulares com o cu nao
punco impurlaulo conltngente.
,< viuda uo tai possivel dar comeco a'facmen-
lo iioral ila ridmlr, mil dos meios proposlos |ra o
ublerqni' soja salubre, por falla de podra, sondo a
|.ui ,;.ui i|iie vem da Iba de temando no transporta
do governo 13o pequea, que a petardo multas xia-
gons desse barco, o sen deposito Ritual poura avalla.
ofllciei a ramara nuiticipal para ir approveilando
cssa pedia, e mandar reparar as calcadas, para nao
-o loroarem iutranzilaxeis, proseguinlo a repartirn!
la* obras publica* cm suas diligencias para ohler o
o tarneriiucntnilr podra. N'o enlrelanlo a inosina
icpai lii-m esl prevenida pain emprcgar os mel!
neeessarios aoaesgdto das aguas, que se cslagnam na
eidadc, c dar-fhn o melhoramcnlo que for poMiral,
aioda que provisorio, aloque so pn**a fazer a obra
radicalmente Boa tormos da lei n.'21)7 e do roatilu-
inenlndcilt de dcrcmbrotlnanno |ia*sado, que pu-
bliqi:ei para sxia cxecuoo.
He imlis|iensavela oonsignacode urna quanlia
aiinual para osle objeclo, porque mesmo anles de se
alcalizara pedra necessanaao Cfllcamoulo da rida-
ilc pode-sc prover ao melhoranienlo do suas ras e
prai;as, nivcllaudo-sc o lerreno e dando-sc dlrcceio
as aguas, para nao cucharearen), lomando-a insalu-
bre, e incommoda aos que a frequentao lodos os dias
para trauroui das cupoefles da v ida social.
lina das medida lemliradas |ielo consclho de
-1 lu lindado, c mencionadas pelo sen presidenle ein
relalorio, que foi prsenlo ao governo geral, e pro-
vincial, consiste no deseccamenln do pantano junio
- cidado de Oliuda, que muilo roncoi-re para sua
insaluhridade, e influe no eslado sanitario uesta ea-
pilal. O governo imperial |vor aviso de K de Janeiro
deslc auno acaba de mandar proceder aos preciso*
exames e Irabolbos preliminares cerra do modo de
exlingir-se csse foco de tabres, c de aproveilar-se um
eilenso terreno, que do lempo inmemorial esl inu-
lilisado, quaudo lio corlo que descolierto, pelo es-
golameuto das aguas palndosas, que o submorgcm
deve valer muilo, |ior sor apropriado qualqucr
genero de cultura dos que se aprociam junio as ci-
liados, sendo evidentes as vanlagens que dn seu apro-
vcitamcnln devem resultar osla cidade e de Oliu-
da, bastando a da cxlinco desso pernicioso deposito
ilo sesoes. Trala-se de proceder no o remenlo da
obra dodcseccamcnlo c canalisa^o das aguas, e
bem assim 6 medico' dos terrenos que podem ser
nproveilatlos.
k InuraceM' publica.
O relatarlo n. i do consclbeiro direclor geral
rom os inap|tas annexusde ns. 5 7, edo director do
Ivceu, dar-vos-bo esclarccimcnlos sobro o estado
da iiislrurc.io publica. Kvislem lili aulas Icprimei-
ra* lelras do sevo masculino ua provincia, e Ib' do
evo fcinitiiun ; aquellas forain frcquenladas por
SM07alumnos 00 auno lindo de I8.V, como consla
los mappas paiciaes rcmcllidos pelos professore..
n.io -o romprchendeiido os das aulas da Escada,
Faada (nade, e Sena Talluda, lia ponen prvi-
das, o da aula da passagem do Jnazoiro, d'ondc nao
veio o mappa ;' oslas por 000 alumnas. As aulas de
I.ilini. exclusivo a do Ivceu, sendo este no anuo li-
do, a saber, lies ucsla ciliado, nina na de lioianna,
iMiIranadoNazaiolli, uulra na da Victoria, urna na
villa do Limucirn, taram l'reipientadas por 1 alum-
nos. Agora saoScom a da villa de Iguarassii, creada
pela ici n. 287.
as aulas do 1)000 malriciilarani-so 101 alumnos
i'vcluida a de desenlio que neulium leve j di
ipiaes ti8 concluirn! a rrequeucia do anuo lectivo
rain o apreveilainonlo. que consla do relalorio j
diado. As aulas publicas do laliiu desla cidado, as
particulares onde se ensiuain materias i^u.iessdo
ousiiio do Ivceu, as de Oliuda, que frcquenlan
alginis aluiiiuos que teem em vista inatrirular-se
no curso jurdico, o pretarem ostudar n'clla-
seus praparalorloi, expUoM o pequeo numero de
alumnos desse eslalK'liTimculo. A cadeira de de-
so a provincia goneralisa-las em escala mas anipla,
e offcrccoriBiniore rompeusaces aos professorc- o
aiis |iiodios pelo son Irabalho, para luelhor salisfa-
zerein u neceisidados da ana vida publica e pri-
vada.
Seorstarla ajo goverao.
i;ni virlode daaulorisaco do arl. 34 da lei pro-
vincial numero lo i. exped a rasolucao da 26 de Ja-
neiro do.le anuo, c o rcgulamento da mesina dala,
para reorganisacio da sccrclarl do governo e dlrtc-
(,-ao do servico a scu cargo.
A mancha por que se d||lrlblllO a quanlia do
HHKWIOn res votada para cssa reorganisacJo, cons-
la da tabella numero 10, incliiindn se os voiirimcn-
losdc dous esrrlplurnrins creados de arcordo rom a
loi cenm a niesma reorgaoisaco, pelo que d-sc
umcicessode loOpUOO ris, de|cndonle de appro-
vorSo. A diviso do Irabalho por seccSes, eoiifur-
me a reaolucao Damero II, o imporlanles e"varia-
dos objectos om quo devem oceupar-xc, clarificados
no regulamenlo, explicam a reorganisacao o mos-
Iram a necessidado dos einpregados do cada aoefao,
quo vem a ser, um oftlcial ebefe, uin escrj|>(ura-
ini, um amanuense; fallando dous ainanuensc
para a seccao do arcliivo, porque o pcssoal apenas
deu para se Ibc de-linar um ofllrial que be o dieta,
oqual lem de ser auxiliado pelos esrriplurarios e
amanuenses das oulras scrcocs, por nao baver aulo-
ii-M. o para aereado desses dousempregadns, sen-
do que as outras seceftes nu podem dispensar os
sens sem prjimo do servico. A despeza de mas
l:(KK)9IKKI com os dous amanuenses, que dcTcm com-
plelor a aaoglo do archivo, be reclamada pelo ser-
vido publico, c sua dccrclatao viril aconsliluir a
secretaria no eslado em que deve ficar para proen-
eber o scu llm ; sendo corlo que o scu trabadlo be
mas pesado que o de oulras secretarlas de provin-
cias de priineira ordem, as quaes todava leem
niaior numero de empregados.
uiz applicar os iiOOHXMH) ris Croa{So dos dous
amanuenses, mas nem a lei aulorisa cssa crearilo e
iiem me era pernnllido lirar aos actuaos emprega-
dos o venrinienlo que i Ululo de gralillraco pelo
clftotivo exeiririo Ibes arbilrci, conforme a rilada
Ici, visto como nao devem deixar de Icr o absoluta-
mente necessario para se nianlerem com a decencia
exigida pela sua posrao, se be que assim mesmo
elles lom o indispcnsavel para sua sulisislcncia
Alm dislp convm observar, que o arcrescimo de
empregados diminiio a quola dos emolumentos per
lencenle cada mu. o sem cssa gralillraco licariain
de peior condico rom a reorganisacao. faini nina
despeza do :i:HtMtJOOO ris roncorrer o corno legis-
lativo paia a reorganisacao da secretaria, tliesouia-
ii.i e consulado, as'mais imporlantos reparliciies da
provincia, sem o que lloaran incompletas em detri-
mento do servico son cargo.
Obras publicas.
O relalorio do direclor da icparlic."in das obras
publicas, com.....i.ippas annexos, vos instruir so-
bro os ueuo.ios que por ella coiiem, otiles conclui-
das, i-i.i andamento, arri-nialada- o projecladas.
Esta ni|Hirlaiilis.i......aiiin de servico pnico lem
merecido parllcular alienc.io da parle do governo, e
sccnnilo as tarcas do cofre nroviucial, vai sendo
suslcntailo com mauitasla ulilidade; empreando
se nelle quanlo se jutaa dispnnivcl, salvo o s,,ppn
monto iudis|iensavel dos oiilnis.
O leslanlo da obra da airada da Vicloria foi ar
niiialado, e depois de ultimada, se eslabcleccijii a
lio -reirs p.ua irrocada(l0 do pedagio, que deve
nianler ana dispendios......n-ervacao, ab.....lo- qu
j existem. I'eri'orrer una CKlensao d
rom lacilidade, poupaudo lempo, sem ri-
sli de animaos com suas cargas, alni de
coiiiniodos, inseparaveis de ion caininlin
cbeio de precipicios, principalmente na
chuyas, a troco de SO ris por animal, lu
de licuclirio.
Xodas as e-Iradas sin necessar
2

oito I.
ico do per-
oulros iu-
desi.ualt
i-lac.ioda'
: um gran-
he verdade
senlio, un deve sel aludida, ou lalvez Iransfeiida | mas julao mellior o sisieina de se concluir una del
para o coUegio dos orphaos, onde o sen |irofessor las, ou ao menos do so Me fazcrein os inelliorameii
todera ensinar rom algum proveilo. Aclualmeulc | los geracs que removain os peri
eslo inalriculados no Ivceu 7.'i alumnos conforme o
mappa uuniero 9.
Se a inslrucco publica nao esl no grao de adian-
laineulo que desojamos, nem devidamcnlc nriiaiiisa-
da, corre uisso a |iar de oulras inslituirocs, anda
novas, e rodeadas de eslorvos. 1'iua volitado per-
M'veranle de a melliorar e aporfeii;oar, pi'iile activar
o sen desenvohiinenlo e abreviar um pouco o lempo con*
em que deva aprescnlar-se inais elevada. O deleilu vacii
la inspecrao das c^-olas, derivado do ponen zeloe san
la condescendencia dos liscaes. da conduela dos pro-
tassnros, lainliem emparlelba com oulras fallas do
que w reseutetn os domis ramos do sen ico publico.
as lu iiain iulraiisil
cossivainenlo a retoeil
cuidar de pequeos lan<
apruveitain e nao da
de passauem, sem as quaes
conservar-so, caliendo aqu
obre a avallada aoanlia qu
conservarn do ponen que >
leve sel -ii-leulada
A ins|H'cc.to he illdispeii-avel, e conrea) qu
severa, para n.io s,. tornar oensim jiulilico una il-
Iiiso. e as caileiras benelicii". simples, s destinarlos
a dar um ordenado aos prnfessores. Honra aos quo.
eiicaiTcuados de objeclo to lraiiscenilenle,qur como
I >i i iies.ui c>,t|ur como direclorese ins|iec|ores do ensi-
llo.cumprcm os sens deveres,e assim coucorrem para
o coiiciessnda cixilisaco da provincia.
O svslema do cenlralsoco e de unida.le, que
rnnvm observar no casino publico, para que acerca
delta se superiiileuila de.....modo pmveiloao e ca-
az dclbe dar sua verdadeira importancia, esta con-
lidendo no regiilamento de l de inain de IKil,
piauloo |iermille Lsiluncao das escolas, sendoque
ni loilos os objeclos da publica admiiiisllacao .cn-
le-j a ililticnlilaili' do bem executar as disiKisictHs,
ipie llie sao conceriienli's. procedenle obras |r
do, sem
las eslrad
ler-so pelo cofre provii
Na eslrada do mirle
que lira entre o en:
lioianna. o mais pode
das nutras mais ueces-i
A eslrada da E.ca.l
mais importanles. Ti
I.....al approvailo a enq
ibslaculos que
proredendo-se assim suc-
ias oulras do que o de so
. em cada UOia, que pouco
limar a arrecadaco das laxas
as e-Iradas nao podem
haniar a vossa allencao
j se disi'cndc com a
lem l'eilo. A consol -
nula dos que se utili-
iiio por ser iuipu-sivel inan-
cial.
por exemplo, l'eilo o lauco
mli.. llujari o a cidade de
es|ierar, jiassaudo-se a cal-
idas de inellioranienlos.
be, seiii iluvida, urna das
ido, piirem, o governo im-
ireza de nina eslrada de ler-
do Eduardo
reto numero
com o av iso
Icgislali
das distancias, ai quae- sao oulras lanas barreir
quasl iiisuperaveis arcan adminslraliva o de nina
pupiilaijo lao peipieua quanlo dispersa em oxlen-
sissinio lerrilorio.
X direcloria do Ivceu o SuaMnMi luuicoes pela ma-
ueira eslaMccida un cilaJofeL'iilameul.....a pre-
judicim a esse >IoukCsc allcintarinos sallribui-
joesda dir uria ueral da inslrurro ; e com qual-
"''"" "".'.Hiilicac.in que mais clara e positivamente
uniforme a direocao e nspcrco do ensillo eleinen-
lar c superior, |KHler-se-ba obler o resultado que be
compalivel coyi as unssas circumslaucia-.
\ agoa a direcloria do Ivceu, o anda nao foi pro-
vida porque lenbo hesitado sobre a sua prolieuidadc,
ou, para dzcr com mais exactida, sobre a sua ne-
cessidado : e incliuo-ine ao lado de ser director do
lyoaa um dos scus prnfessores. de livre escolba do
governo. veucendo nina gralilieaeo nao excedente
a KKI3IKI0 ris. o qual sbslilua ao direclor geral
la instruccao publica nos seus iuqiediiueutos, veu-
eondo enlo a gralilieaeo de overcicio d<
legulanienlo do 12 do maio do 1851
sendo substituido por outro professi
meado da mesilla in.nii'ii.i, o qual xenca o uralili
cacao res|iecliva. Assim se conciba a economa da
renda provincial com o servico publico, e a expe-
riencia vem ein apoiM desla reforma do regola-
ineulo.
One o direclor geral lenlia n inspeerto do Inda a
instruccao, como esl determinado no regulamcnto,
lie necessario; mas o Ivceu deve tamliem ler o scu
direclor para sua iininoiliala inspeceo e regalan*
dude, pnrquaiiln muilas sao as incumbencias da di-
rector a geral, e nao he |hissvoI que exen; aquella
uispeccao diaria, e nao inlerrompida, reclamada
|>clo eslaliclciiiucnlo do Ivceu, o qual em lodo o
caso deve ser manlido c suas aulas prvidas de pro-
taisores habis, vigiada- un.....lulamente e bcm'rc-
gulai isadas, pois be o eslabeleciiuenlo lili ra o com
quo deve ;conlar a provincia para ronimuuicar a
inslcurco a loilos os seos habitantes, e oconselho
natural da direcloria da instruccao pulilica.
I'or ultimo direi que a |>equculiez dos ordenados
uo permiti que a provincia lenba profossores de
iiislrnrro eleineiilac com as precisas lialiililacne-.
nem esl i'lla por ora preparada com os meis de
ollerocei matles vanlagens que conviden) pessoas
liahililadasa fa/ei o sacrificio de residir nesses luga-
rea do cenlro.lo fallos de recurso o ao mesmo lempo
abundantes de inconvenientes. Assim mesmo no
Oslado actual a instruccao elementar he mui provei-
losa, e vai roncorreudo para civilisar a provincia.
A 11 cacan do-suma cadeira do primeiras letras tic
empre um bem, como a de urna freguezia ; podes-
jl Agua-I'rela, dilleriiulo a peliei
0Alfredo Mornnv, como consla don
1030 de 7 de agosta paaado, remeliid
de 11 tUi mesmo mez.lalve/seja priidenlenao encelar
novos Irnbalhos noasaeslrada o que sera objeclo de
serio indagacao da reiiai lic.m das obras publicas.
r'aco votos pela reai-acao de nina empre/a. que
piiiuieiie a provincia vanlagens incalculnvefa,
o govornolom mullocmxhU osle ramo do servi-
co pulilieo, e anda podo contratar o nwlhoraiuenlo
de diadas al a quanlia de -iiusmi-iiiiii. alenlas as
aveis do cor.....le evereicio, e as do passn-
impioiuelliuienlii daconsignacSo que bou-
verdes de volar para inte IHVI a IHM. tirada da sua
renda propriameulc dila, quero dizer, da que nelle
botiverde ariecadai- se o svsieina de conservacao das estradas por arre-
cio, o unluralmculc deverao concorrer os ines-
pie se priipozerem arrcinalacndas barreiras;
ma que esl bem longo de ser coulrariado pela
'JHti, pois anlnrisaiiiloa creaco de cnnservado-
res pagos pelo governo, noeiclueeerlamenwi a con-
servacao por coniraio, desde que for mais econmi-
ca, como sil|i|.....bu que deve sil. A quola da- (.Ira-
das, e das oulras obras publicas-emelbanles, senho-
re-, nao corresponde uecessidaile- da prov iinia. ao
sen progresan, ao sen anhelo de melliorameuhM ma-
leriaes, nem he pn.-ivel alliuui-lo-, mas assim mesmo
ponen abuuilaiile, muilo lem feilo, e pode cimliuuar
a fa/ei. sendo liein applicada a cconomlsada,
U governujulgB-se aulorisado para liidoquanlo
enleuile ser condiiceule -na boa applicacao eco-
arl. lildo Inoiula eacnilila obrar legalinenle. 0ensillo do-vs-
0 seu turno I lema de conservacao por arremalacau podo rmuccar
do Ivceu no-i pela- estradas do norle, eda Vicloria, ou me-mope-
lla
svslo
lei u
ora proprio para tcduzir os ollios primoira vista.
A moca que. loi quom o vio primoiro eniruu a
lur.grilosdoespanto, o o bravo Emilio volbndo-
se para o lado, pora o qual sua companlioira de
viageiu olhava com ar espanlado, nao podo deixar
lo recitar um pouco, movilcenlo quo o poz ao la-
do da bolla dosconliecida.
Em que osiavam oniao euilando I oxcla-
mnn o conductor com urna voz ronca, quequadra-
vi perfeitamento com as firacas de sau exterior.
I'or ventura Mies faca modo, ineus anginhos, pa-
ra grilarom assim? Ali I sonlior, ilesc-i um pouco
a >idraca da porla para poi rinos fallar mais f-
cilmente.
Emilio ahaixou a vidriicj Sem iK-ivsr sua posi-
'.Ju, porque a moca em seu irror Iba agarrara no
braco.
lie para dizor-IIiu, mcii joren Adonis, con-
iinuou oconducior com um ar jovial que nao dos-
i;raduu muilu a I'inilio, que faz um lempo lior-
rivel no lejadilho, c como anda cal una pessoa
no carro, so vmc. consumo, cu me arronjaroi alia
por osla noile, menos quo nao nos vcnlia al|um
liajanlc o prime.rocscriptorio. Nao licpermii-
Ias oulras, anda muilo em |iiiucipio, se parecer
veniente.
a Mandoi lagar por irrematacio a ponte dos Alo-
cados, e da Magdalena, que ilfio entrada para esta
cidade, e fazem parle das estradas quoS ellas vem
ler;e ora Iralo de realisar a arremataco da ponle
lo Kecfe, para ciijacoiislruri.aoo governo Imperial,
por aviso de VI de Janeiro desle anuo. ConsigOon 0
auxilio do :gl:il:i-l:l, recoiumeiulando brevidade
na cveciic.ni da obra, cerlainenle muilo urgente, pois
a punte actual, por seu eslado de ruina, precisa,
quanlo ante-, de suli-liluico. alias I.....I peder acon-
tecer que de um monieulo para onlro ilcsapparera,
e nao-era a priineira ve/, licaudn illiadn-os hahilau-
los desla cidade, que lodos os dias, o sem iulerrup-
i.-ao, alrave.un a ine-uia ponle do Itccife para na
uniros bairros, e vice-versa. Tamliem foi aulori-a-
da |ielo.overnn imperial a obra do cites de Apollo,
que esl em exeruco leudo sido arremalada por
it:IT>ISO, e aanemalacoapprovada por aviso de
ilOileoulubro do aiiiin passa.lo. A ulilidade dessa
obra be bem coiihecida, e dola fez especial niencao
n i.....i aajacesaor no sen relalorio, que vos apresen-
lou naaberliira da aesjSo pas-ada. A ca-a de delen-
rao esl anda muilo aluzada. He obra para a qual
rhain.....iiiln parlirularmeule a vossi allencao. Tem-
se ibspeudiilo cometa a quanlia de Hi7:.itK37ll. e
so nao fsse dirigida no seolido de rouslruir-sc por
Inleiro. lia muilo i~laria concluida una parle, c subs-
idiada a actual cadeia, acanhada, pouco seuura, e
no lodo apartada das cuudiccs de nina prisiio. Esse
tulo. sb neulium pretexto ao conductor 'do urna
diligencia, iniroduzir se no carro. Emilio pouco
habituado s viagens, ignurava esta circumslaucia,
mas, quondo mesmo a conhocesse, seu bom cora-
cao nao Ihe loria ponniltido locusarum abrigo a
umacreatura do Dos em semelliante lempo. Alom
disio olio eslava dividido onlro o vago pezar de ver
sua conferencia inlerrompida, e a honesta satisfc-
elo de escapar ao perigo do urna posican, que Iho
pareca inslinclivnmcnto ir,eotnpativel com o amor,
de que sou cornean eslava chcio por olildo. O
perigo cm vez do diminuir linha pelo contrario
sensivelmenlo augmentado com a ebegada do con-
ductor, o qual com a enorme camizolla de polka,
do quo eslava vestido, oceupava por si s melada
do corro. Forcoso era aos dous jovens viajantes
aporiaroin-so um contra oulro, e a conversacao
muda, que um lisiante antes ias, achara tiesta
siluacao opprossiva meios auxiliares, que ptinham
lilloralmonlocm contado as opinioes dos dous in-
lerlocutores.
Supplicamos mui instanlomcnlo os nossos loilo-
jes, quo nao levom suas ideas mais longo, do quo
pode permiliira estricta docencia. A joven via-
iiinniveiiiente perrebi apenas rhcguei c-ia provin
e Iralei de mandar acabar o ralo do norte, rasa
deadminislracao, o de inspeceo geral, cuja couclu-
-.in -e ni ..mi em mais de 70:0009000, fazendo aniiiin-
ciar sua arroinalacati. Mas nada aeconsegnio, o for-
;!-' foi mandar continuar a obra por ailininislracan
com a consignaco de IK:00!)000, que Ibc coulw na
dislrilinican da quanlia de 3O:O0O|OOO, volada para
ella, c para o bospilal Pedro II.
i Na proposla do director das obras publicas pe-
de-so a quanlia de :r>:00;i000, pora a casa de dcleu-
oao no exeri icio futuro, e do seu relalorio veris que
a conclusa das Ir- pecas cima referidas exige urna
despeza de .">2:tl0O9tKK),'e podar elleeluar-secm quin-
" .....e-; ellas cstariam feilas com a quanlia j des-
pendida sonao foe a errada applicacao que Se Ihe
den. Soja como for, be absolutamente preciso con-
signar fundos para o arabaineulo desse raio, o das
duas casas de adininislracn c inspeceo, para scrcm
transferidos os presos da em que se acham aclualoicn-
le, a qual deve ser approvcilada, feilas as aconiino-
dacftes o obras, que foreni iioi-es-Hirias, para casa ilo
jury, da cmara municipal, e das audiencias ; desli-
nando-se no pavimenta terreo um lugar para servir
de priso aos sentenciados por criines leves, aos quo
sao presos por simples correceo, ou para averigna-
ees noliriacs.
fdieaqul leinhrara nceessidade de se conslruirem
as casas de delenco mencionadas no relalorio do incu
anlecessor, saber, urna na Serra-Talbada, oulra no
llrejo, oulra cm tioianna, e oulra no Uio-Formoso,
para so reco|bcrem os presos dessas nnnareas, c as
das mais prximas, desapparecendo assim cm parle
os inconvenicnlcs ponderados no arligosegtiranca
individual do prsenle relalorio, j que lao redo
nao ser possivel construir radeias cm todas as co-
marcas.
ii Para forneccr d'agua polavcl os povoados (pie
no vero soffrem falla della, tcm-se feilo luda a dili-
genria por sen deposita em acudes, mandando-se
exccular as obras para isso necessarias, como consta
da relacin. Id, que tamhcui musir as diffcrenles
abras concluidas, em andamento o arrematadas; ou
annunciailas |iara seren contratadas |ior arrcmala-
co, desilc o principio do anuo paseado al o prsen-
le ; e o quadro ueral annexo au relalorio do direclor
las obras publicas mais circiimslanciadamcnle mus-
ir o oslado de lodasellas, e as qnanlias dispendi-
das, oiique lem de ds|>cndor-so cm virlude dos con-
trolas. .
'< Ezeeacao' da le b. 396 da 5 da malo da 1852.
o Nao |hhIciuIii realisar-sc dentro da provincia 0
emprcslimo de 00:00O?000. aulorisado pela lei n.
Oli, para ser o seo priiiliu-loempreuailo no mclhora-
llleulo da- e-Iradas da lisiada, Pn-d'-Alho, snl e
norle, julguei pi udcnle abs(er-me iloeonlrala-lofora
da provincia, antes de propor-vo- o alvilre de se
leiilaresseiuelborameulu por ineio de sociedades, ou
conipanbias, na tarina da Ici n. 0 de 10 de jiiubo do
IK.Ti, habililado o governo para entrar romo accio-
nista, em coiifonnidaile dos arligos :V2 e Xi. Eslan-
dn tudorisado aquello priiueirn ineio de levar clfei-
lu o nielhoraiueulo das estradas, e aulorisaudo-se o
segundo, sin he, podendoo governo eontrelar oenv
prcsllmopara ainpregar o sen produclnnasesliadas,
ou promover a stiaaberlura pnriueiodecumptiuhias,
sendo accionista al quinta parle do valor das
obras, c runtaudnroin a cousiunaeau da reapeeiiva
quanlia, parece-meque inelbor secoasulla o inlercs-
se da provincia, porque no caso de se poder einpre-
hender a obra por i-ompanhias, deve-'se picferr es-
ta nielo; accrearando que doem'prestirao s poder
applicar--.......terco auuualmeiile, 90VKI004 >". na
eonfiiriuidade do arligo -. da lei, e nie-ino e-la ave i-
gutidu que nao ha possibilidade de applicar-se maior
quanlia, com aquella prudencia que o m-gocin exige ;
e sendo elle ouerusii provincia, a qual com a sua
renda ordinaria vai suppi lulo cssa- obras o lalvez
possi apioviiniir-.e dessa quanlia o suppriinenln, nao
se perdecom a demora, e (entaliva da creaco de
compauhias, o quaudo uo se realise, far-se-ha uso do
eioprcslimo, cuja ulilidade nao desapparece por nao
ser logoellerlnado. Pala evecin.o da lei.pubiiquei n
regulamenlo de -27 de novenibro dn anuo passado.
< Patrimonio dos orpha'ea.
Arcnda do palrininnio dnsorplios be oreada
.10461)0,C sua despeza cm 2K:.V;to70. bavendo
por......-equencia um dficit de lOSt'70, conforme a
ileninnsliac.io ii. II. Este estado seria satisfactorio,
so os oslahcleciincnliis inanliilo-rnm o rouiliinrlrlo do
nalriinonionSosoflVesNm precisos, porque qualqucr
pequea economa nos militas pequeos arligos de
despeza furia de-apparecer o dficit. Mas uo be as-
sim ; e dos relalorio- o. 1:1, da admiiiislracao do pa-
trimonio, u. lo do direclor do collegio dos nrpbos,
-ilo i.....i lugar denominado Sania-l'bere/a, pesio da
cidado do Oliuda, se evidencia o apuro da falla de
meios, Bill que se adiamos inesnios eslaheleciinen-
los para o'-coirer -suas mais vilacs noccssidnili--. en-
lie as quaes iiienriouarei a d una casa para habita-
ran) das orphas, que em nimiero de (pilenla, cuino
agora, e as vives de mais, inoraiu em um andar
de casa particular na rua da Aurora, alagado |ir
SSOgOOO, parecendn estrella prisn em que eslo re-
clusas. Admira o estado sanllario do collegio ; un an-
uo passido nciiliunia falle......'......I Informa suaze-
losa direi-lura ; e de ordinario gn-am de pei'leila -an-
de. A Providencia vem ein seu -inTiurii. e bem as-
-ini dos orpllfloa do cnllegio de Saula-Tliereza, situa-
do junio a um glande pantano, nao leudo fallecido
um si un espacode dezesele meses da admlnislracao
doaclual direclor, que sobre elles exerce urna inspec-
eo veriladeiraiiienle palernal.
n A ailininislracoilii patriuionio, poluto em pra-
lica o seu desvelo ecaridade pelos nrpho-, li-calisou
suas rendas, elevnu-a-a mais 7i--vlKSI.....iiper-
dcii de vista os re|iaros Indispenrevohipara aconser-
vacnde seus predios, leudo mallo taita em pouco
lempo favor dos seus ailiniuisl rada-. N'eio porni a
bracos i nni o sen ido pelo luelboramenlo dos or-
phaos unadivda reinnlieeida |iorsenlenrada quan-
lia de IttbWWJOO, procedenle de cmpeulios do. au-
lign- ailmiiiislradurese usufructuarios do palriino-
nio ; e nao hoiive remedio -enio recorrer gencro.-
daile dosciodores, que, ein allencao ao- niplin-. an-
iiiiir.im ao pedido de preslacoes, feilo pela adniiiii-
Ir.ii.-in. leudo ja sido pagas duas vencidas. Em lal
coryunclura furciiso foi fazer reduccois, que vieram j
a ri'caliir m> (pie j era exiguo, importando em rs.
kWQyOOO; o de mu tal estallo linanreiro resulla a
iteiici.....liado .....ios para oceorrer s neressldades
relatadas as eipoairAeacitadas n. ISe a. 15.
i Se millllissnpfln cofre provincial pagar ia-
preslaciies, que imporlaui em 2:7IW>00, por anuo,
os dous rnllegios sahiram do apuro ein que se acham.
Sendo suas rendas iusidlii-ienles para suas des|H>zas, -
o desfalque do :7IKr^glO deve necessariamenle pro-
diizii a falta dos objeclos iudispensaveis a subsislcn-
eia dos orphaOS, como esl acoubM-endo.
i. EsiatMlectmenlos da earldada.
o Junio ochareis, sob n. 10, o relalorio da admi-
nislra'.ao d...... e-lalidecimelitos, d.illil......liria do
sen e-iadoe das sua-preci-oe-, O balance de sua
recoda e despeza no exercicin de IK.>I a IK."r, e no
primoiro Irl.....slre docorrenle, mealra umareceila
de rs. 711:117 i-TiO, c una despeza de rs. 70:1 ais! 12,
sendo o saldo de rs. l'.:."itl3S:IH, inclusive a quanlia
dan. 1:071-01. em lebas.
i O hospital, onde sao receblos os dctiles, que
un -e de-tiiiam ao dos lazaros pela cspcrialiiladc de
sua enfermiilailc, anda est em casa particular, do
que resulta, alem da falta deaeommodacaes i...... os
liocnlcs, nina despez animal de rs. I:800|W)0 de
alnguel, que si- paga ao proprielario.
< 0edificio piojeclado e ein comeco, para servir
le hospital, cun a ilenomiiiaeo Pedro II. lle-
ve instar HIO:0009000, confbrme o orcamento; e
j se v, pois be de simples iuluico, a dillicolda.le de
seu acabainenlo, sendo que a obra se faz com a con-
signaran dada pela aenihla provincial, que Ordi-
nal i.miciita IndeiOtiOOfOOO.
i Tem-se deap.....lido .....i a obra, desde o exer-
cicin de IW7 a ISIS al o prsenle, a quanlia de rs.
jtfcr>i7:l, e ahi hmivc nniesmo erro iioladn no
avalentada dlrercodaobra da cas,i de detenrSn,
,e do odillcio. que suhslilul-c a c. particular,, no di. 7 do mez nassado, precnchidau tarmalida- Den,^, ^^mUoj^^mumi tuteo ,1,
,e esl osdoen, ,. emnregou^ a consignado ^f^o^**^ ,rrorad.J .J^ eratcInW"'
C*> dos beus do exenta leve sua devida execucSo.mc- Janeiro p. p......i"
diente n rcgiilamenlu de 27 de jullio do auno pas-
par
onde eslao osdoen tes, empregou-se a consigna.
em una conslrucciio geral. Nao adoplei esse syslc-
ma, e posillvamenle rceomuendei que se lizeaae um
lauco, que podesse arommodar os doenles aclual-
meule admissiveis no bospilal, cujo numero lie do
cincocnla, porque.....-mo os rendimcnlos nao dan
liara mais. A adniiiiislraco,nols,lala dejazer con-
cluir um lauco da fronlo para-esse flm, e depois se
ronllnuar na conslrucco da oulra parlaaaln o
supprimenlo do cifre provincial, e com onlicorros
daqucllcs, que |>or sua fortuna eslo no caso de eier-
ccr pratiranicnte a caridade, nao piulen.lu mais util-
mente pralica-ia do que eoncorrendo para a tanda-
cao e dolaran de asv los destinados aos que nlo (cm
meios para Iralar do ana saude, e precisam de soc-
corro, parecendo natural que um principio de hos-
pital om o novo edificio excilea vonlade do concor-
rer para seu complemento, mormeiita quaudo urna
adininislraco desvelada offerece exemplo do cari-
dade, dispensando parle do seu tani|m om cuidar dos
miseravcis, quo procuran! o asvlo coullado a sua
iliienin, ezelando as rendas destinadas para to
meritorio fmi.
Verdade he, que o zelo da aclual adoiiuislrac
be embararado pola deficiencia di resursos, de que
ha misler para bem deseinponliar seu nobre encar-
go, mas sua |>crsev i-i au..i. e das que houvercm de
-itere ler-llie ir aradualnienta veucendo asdilllciil-
dades, conlaudo com a caridade do corpo legislalivo
que cm lodas as leis da fixaca'o da despeza animal d
provas de sua lieaelicencia. Casaram no anno pas-
sado tima ni (ilii.i. c qualro exposlas, cujo dota de-
pende da decrclaraoda assemblea legislativa da pro-
vincia. O mappa n. 17 mostra o mov imenlo dos esla-
helciinenlos de caridade.
a Celosa miniar de Plaaantelra, aldela da
Indios.-
ii Posta queem comeco vai prestando osla colonia
a ulilidade, que della seesperava, e o governo ini|te-
rial uo |ierde do vista dar-lhe incrcmealo : or
e.iiiiinuiiieae.nl com a colonia Leopoldina das .Ma-
gnas, anillas eoueorreodo para si- devastarem exlcn
sas matlas, c dolas se dcsalojarem os malfeilores
que, aenulandir-se em sua espessura, dabi sahiain
bm correras snbrc as Ierras visnhas, resollando de
sua dcsappnrico |Htvnar-se o lugar de lalwriosos ha-
lilanles, os quaes tem ousavain aproximar-se des-as
muladaspongosas; he evidcnle a vaulagem que re-
sulla desse eslabelccinenlo, e o inelhnrainento, (pie
deve recebera agririillura da provincia.
a Dado que alguns ludios, e uniros individuos
que o uo sao, arbnm-se reunidos as Ierras das au-
luris aldeias, sujeitos a um rgimen particular, ron-
vem que o governo da provincia seja habilitado com
os lucios noces-anos para chama-Ios ao lraha|lm, li-
raudo-os do ocio, a que militas vez.es se cnlre-jam
por falta do- lisdriponaavela Inslrumentoa arelnos,
o al do, semenle
_.t..
.. A de t de maio do atino passado n. 2S'.I man-
dando roulralr a illinninacao de Oliuda foi l.iin-
betii execubida, celebraudo-se o contrata com Joo
Francisco Antunes para ter naquella cidade por cs-
|i,icn de lies anuos selcnla lamplocs ares.....ni orea-
lila opporiuna, como se pralira nesta capital, caja
llliliiiin.ic.in niandei ,ul iinelil.u Com de lanipiies,
que se ellocaram ua rua da Aurora, no lugar de
Sanio Amaro, alienta a represcnlaco dos seus ha-
bitantes, quo in-i.lr.iram os ncimvenienles da falla
lellesem urna rua imporlanle, e (oda habitada.
f'.om.icollocac.io ili-ssesdcz lampie-, que ciislnu ao
governo a pequea quanlia de 2009000 rs., (sendo a
demais despeza por ronta dos representantes e de
qualro, que se transferirn de oulro lugar, mide
nn aprnveilavam, ou eram dispensaveis, complc-
lou-sc a illumiuaco dessa formosa rua.
ii Mandoi realisar pela quaulia do 1:0008000 rs.,
a compra da casa, que serve de cadeia na cidade de
Nazarcth, perlencente a I). Anua Pcrpelua Dantas
Scnhorinlia, tendo assim elfeilo o arligo 36 da Ici
n. :mo.
i Os inelborainentos dorio lioianna deque Irala
a mesma lei no arligo 11, ainda ao foram encela-
dos, por dependeroni de esludos e uvcsligacnos do
(pie est encarregada a reparlico de obras publicas.
cofre geral lem sido abunilantcmcnle suppridas pelo
governo imiicria] ; sua conlinuaco e condusn sao
redamadas lela navegaco c comincrrio desla pio-
v inei.i; hili.lli.i--c licitas com aclividade.
i A academia jurdica de Oliuda tauccionava un
convenio de S. lenlo, desdo sua installac,o. e por-
que o edificio, pelo abandono em que foi deixado, e
uic-mo pelo deeilo de cimstrurco da parte cm que
eslava a anla do ipiiuln auno, amcarasso ruina,sen-
do absolutamente iiiroinualvcl esse perigo inmi-
nente rom ulraiiquillittailc de espirito necessaria aos
que i--ImI.hu. resolv transfer-la para a casa, que
se linliu mandadocoiislruir com oinluilo de lira-la
lo i.....vento, taitas os reparos e aconiinudaooos in-
ili-petisaveis. como o permiltio a urgencia dessa dc-
Uberaelo.
i O governo im|>erial acaba de mandar proceder
ao ni e.Mu.-niii da despeza que requer a coiidu-n das
oluas dessa casa, ;.......indo a representarn du di
rector interino da aeadomia, digno subliluto do di-
reclor ell'ectivo nosou legitimo impeilimeillo, que o
priva tic continuar a exercer seu imporlanle cargo ;
e se a dita casa nao tom os coinmodos iiccessarios ao
c-lahe|i'ciniciilo, ao nielius be um proprio liaciuual,
e nella uo se d o perigo, e a continua inquiclnc/io,
po OpprinSil.....-pn ilo dos acadmicos, c dos seus
Iteceila no correnle mez.
Despeza idem. .
Ilw:!ll9000

I6,:WI3000
Em lelras a vencer no cx-
erricio de 18.VI a 1H.M. tr):7093O0')
dem no de 1854 a tHj.".. 2Jt:7S-25K)0
163:i!HaOOO
O Ibe-iitireiio,
Thoma: Jote da Silva Gwmaii' Jnior.
O cscrivo da receila c des-peza,
.Intonio Cardozo de Queiraz Fomem.
COMMERCIO.
cereaes, mas principalmeule i u,, cua aiduiilade, c esmero em liesompcuhar
pois, em vez de se procurar couslruir um lauco ou
jante era urna honesla commcroianto do Dijon,
que so oceupava no ramo lao calumniado das nio
das o roupas. Ella ia l'aris para observar as mo-
das do Longcbamps, odovia ein sua volla despo
sar om ligilimo hymenoo ao homem gordo que
a acompanhra al o carro, c que era um honesto
omprogado da porfeilura.
Jumo do qualqucr oulro que nao fosso um ra-
paz simples como Emilio, madanicsella Anglica
l.nynutc, he n tiDine da rommerciante, loria corri-
do alguns perigos, o Mr. Robinel, o emprogado
da perfeilura, leria podido acharslguma cousa qno
consular no estado moral do tliesoitro, que sua es-
trella Iho ile.-lill.lv.l
Mas por felicidade das parles intercssailas na
alf-ieao dos dous via|antes, Emilio linha profun-
damento escripio em seu eoracao a palavra, que li-
gurava na insignia da moilisla.
Kilo ora incapaz ilo abusar da pos;o, q'uo o
acaso o a estrella de Mr. Robinel Ihe tinhan da-
do. E todava seus sitccossos para com inadame-
sella i nfielica, por serem menos decisivos, du que
ora possivel suppor-so, nao oram menos concUi
pur falla do .unta immetliala inspeceo que os oliri
gue a Irabalbar, sendo ein geral extremamente po-
bres, c destituan de recursos para sua subsisten-
cia. Ha pouco o governo uuperi.il maiidiiu applicar
a quanlia de LOOirstlOO, compra de instrumento*
para as aldeias da provincia.
i A direcloria ueral Irala de reslahdcccr as anli-
UB divisaos tas Ierras, reiviiidicaado-as da pn.-e
inju-ta di: vjsiuhns, que as lem usurpado, sendo cor-
to que mulla- e-lo assim possuidas do limga tlala,
lelo abandono em que hav'iain lirado as aldeias.
Dar nina boa dlraccao aos indios para Inru.'t-
rem-se utei- si provincia, be de absoluta ncees-
sidade, al que u augmeulu da populacuo eo pro-
gresso da civilisaco faca ilesiqqtareccr o ableiameu-
I.....oiifiindiudo-os com os de mais habitantes da
provincia, o acabando a separaco em quo vivem
alocarlo ponto, nao so sujeitando de boa vonlade
aosnuus sociaes, e prclciuleado, un molo da civili-
saco, Imitare perpetuaroautos da vida sclvagem,
(|ue de lcm|H) iminemni-ial ilcixou de ser a dos ha-
bilanles das referidas Ierras, militas dos quaes nem
vestigios aprcsenlan da raca indgena, i-haiu,iiulo-so
indios |nu haliilarein n- lugares das ulicas aldeias.
a Blblloibeea publica.
ii Para execiirao da lei n. 2!l:l de ."> de maio dn
anuo ipassado ex|tedio-e o regulamenlo de 10 de
agosln, e fez-se cncomnieuda de varias (tltras, (pie
bao de virda Eurtipi, para Icr lugar a abertura (la
biblinllieca. O edificio do Ivceu uo oftarece lugar
apropriado para o e-lalidceimculo ta biblinllieca, e
-era preciso talvez remover a aula de lalim para
milla sala, viudita ficar a hibliulheca cu Ivceu com
entrada commum, o que iraz inconvenientes, o
recurso que ha para ler-so a biblinllieca, nao den-
tro ti.....liliciodo Ivee.....HHjauto elle, para ficar
tlebaixo ta imiucdiata inspeceo e liscabsaen da
direcloria, como dbpoem o artigo 7. da ici. he lo-
aiar-seiloaluguel urna casa contigua, perlencente
ao patrimonio do bospilal, na qual pude abrir-se
ii.ii la de (-omuuinieaeii com o lyceu. A hihlinlhc-
<\i be de reciiubeeitla ulilidade publica, e leudo si-
tio esta capital dolada com a sua creaco polo corpo
legislalivo provincial, hadnwerar que continu a
volar amiuabuenle nina consiguaco para manler-
se, e lornar--e proveitosa pola aequisico de obras
e-ctilliiilas, que salisfacam a applicacao tos estudio-
sos que prensaren! de consulln-ln*.
The.nro publico.
i Apezar ta cvigiiiiladc do subsidio volado pela
lei n. 300 artigo 16, lem Irabalbo regularmenleo
Ihealro do Santa Isabel, e nll'erceido ao publico mil
dislracco, esmerambi-se o emprozario (m lomar
agradaveh as reprosenlaces, Ma. nn he possivel
rom n subsidio de feOOOfOOO enlraler o ihealra tic
ama manelra que convide a Irequenta-lo, a mi-c~-
s.iriainenlc deve ficar prejudieadn o empresario que
o acallar com os-a quanlia para supprimenlo das
deopasas. Seas obras da proviuria preci-am tic
lu Ic.cni-ignacoes, ipie eveedem s fon;as do seu co-
fre, nio pudendo esta ser mais liberal coni uniros
arligos ta despeza publica, lainhein lu- cerlo que a
populaco ta capilal. e os quede fora vem ella
freipienlen.....le Iralar de seus negocio., nao leem
oulro ineio d" dcsciifado ao quolidiano lid u da
vida.
tt Kallava.....egulanieidn para o governo iiileriu
e econmico do Ihealro, e linha sitio rccimuueiula
do pelo artigo l 5 2 da lei provincial u. MI de 2S
de jiinho tle IHaO. Enrarreguei a direcloria di
apreseiilai* um piojeclo, que -ali-li/ee a- condii-
cortila evisleucia do edalicleciinenlo. e leiitlo-n ella
organisado rom proinpliilo. reconhrceiido |hu- ex-
periencia a uecessiilailc ilo rcgiilainenlo. e seuliiidi
que sem ello uo poilia, como desejava, desempe
libar sua mis-sio, piiblirou-se o tle 22 tic Janeiro des-
le anuo, ruinpriila assim a filada Ici.
o Cemlterlo publico.
a A reviso do regulanieuto docciuileriit, para
-e Ihe fazerem algumas modilieaeic-, era reclamada
|K'la cunara municipal, eem virlude da aiilorisi-
clo ilo arligo :il da lei n, :100 exped o regulamen-
lo tle2"i tle iiovembro du anuo pasando, Icndu eu-
rarregadO Irabalho da revisan ao presidente de
fousclhii do salubrtlade, e seutlo ouviita a cmara
reclamante. Palla > regulamenlo tos carros fne-
bres, de que (rata o arligo Sido de 2."> do lloveni
lo... para coinplenienlodes-e Irabalbo,em viudo da
cmara o projoclo, que se Ihe remclleu, lera o seu
destino coaao parecer conveiiieule. -V cmara re-
prsenla a necesaidade de se concluir o obra da ca-
pella ilo cemileriti, ei.inii enlista do seu offtclo, que
veio aeompanhado do orcantsjato da receita c despe-
za municipal, o VOS ser prsenle, allegando, que a
randa dn cemilerio nn ti para easa obra, que i.-if-
veidevaaar concluida pelas Irmandadeae i.....tr.i-
ria-, |ini.ii Bipensas docofre publico j se taz. a par-
le estlente. A concluan da obre be .....-c-saria,
paraque, feilas as cueomuioudai;ncs na capella. de
linio so lirem os enterro- tas icrejas da ciilade, e su-
burbios, que re-peila a oluigaco de sepultare m-
se os radavere- no cennleiin.
i O mappa ii. 18 inoslra quanltrs nelle so sepul-
I.n.un no anuo passado.
a Objectos diversos.
" Evcfulou-sea le n. 2!l."t ta crc.icaoda villa tle
fngaaelra, leudo tomado noass a cmara municipal
-o eoniniercial, e vai poderosa-
para o adiautamcnln ilo com
Ihe causara ao mesmo lempo um encamo inexpri-
mivel o pungen es remorsos.
O' Clotilde I pensava olio arrancando do
fundo do pollo suspiros quo fariam levan lar uina
moiilanlia, porquo razao ossa mao, que seguro, e
quo faz palpilar meu eoracao por sua doco pres-
siio, nao lio a la Porquo nao he tou corpo dul-
gado, que se desenlia junto ao incu braco T Por-
que?... porque s a ti he que amo, e amarei seni-
pre. Esta inulher he una desconhocida, que nao
tornaroi a ver, as emocies quo simo junto della,
sao apenas a iiiiagem das quo mo reserva teu
amor.
Infelizmeub) madameella Angolica Loyaul,
quo nao sabia que seus atlraclivos s sorviatn nes-
le momenln para a repolif,o geral dos amores do
seu companhoiro do viagem, o quo seus suspiros
cratn para o eoracao doli o quo o ezerclcio du fu-
go he para o soldado queso propara para a guor-
ra, uiailaino'ella Anglica Loyeul loniava ao s-
j*io as homcnaeensquo dovia a nina das mais pc-
rigosas impo;foic"jcs da naluroza masculina. Ella
s va atravoz do urna nuvem, que se ia tornando
leveresdo magisterio uo diminuirn durante es-
se estado tan npposloao seu exeiTico.
i A de guerra ea do artfices, van produzindo os bens
que se esperavam de sua instituirn. Sobre seren
um abrigo ta orpliaiitlade e da pbreu, pru|Hirrio-
uautlo ineio- aos ineuniei de ailquiir a instruccao
primaria, eofDciosdonde poaMm tirar urna hunesla
Mlbsisl.....-ia, muilo ennerrem para animar e de-
senvolver o melboiainciilo tas arles ; e hem assim
a a-sociaco dos artistas, esludaudo o seu aperfeien.i-
meiilo. e procurando euuummicar e facililar a a|i-
plicaco dos meios de acunipanba-lo ein scu prn-
gresso.
ti Prospera o han.
mente concofreude
......fio e inilusli ia ta provincia, e a associaco
inercial preeinhe o lilll to sua criacn. A prnv lucia
alm tlis-o lem bem fundada e-perauca ta realisa-
i;o de oulras assoriacnes, que muilo devem concor-
rer para o aug......lo da sua Industria c coinnicrcin,
como lejam, a companhia de seguros, a do navega-
co por vapor abraiigcndo o litoral cutre o Ccar e
Alagoa-, e a de vaporea para reboque de navios nes-
le pacto, a- tpi es Indas lem snlicil.idn a appruvac.n
dn- -en- estatuios e dos privilegios que jtilgam ne-
eetsarlos sua existencia. Dcveis auxiliar eslas
empieza- lio uleis i provincia.
.. Acabara tic commuolcar-me irc- negociantes
tiesta prac.i, que fui concedido o privilegio pedido
para a companhia de navegaco de vaporea cima
menciuiiailn, mas quo n.io sendo -iillicienle nsubsi-
tlin concediilo pelo governo ueral, Icru.de solicitar
um auxilio desta asseudila, iiidis|tensavel para po-
dcrein levar a eM'eilo a empreza.
i Aqu termino, scnhnrcs, alia exposicn cujns
tleleilos sern sanados por vean Ilustraran, o pelo
inellinr i'imliecinieuln que leniles ilo- negocios da
provincial o de suaspreclsoca,
" En a vejo no caininlio do progresso. desejosa de
um futuro brillianle : mas o futuro prepara-se pelo
|ire-eule e o passado lainhein ah enlra eoni suasre-
cordacoes, que san oulra- lautas licites tle grande
proveilo, porquo partan da experiencia, que uo
erra.
i Da grandeza e |>ro-periiladc das provincias nal-
ce a do estallo de que fazem parle Ulcerante, ma- a
grandeza ilo todo he que Taz sobresaliir a deslas
parle-, o d vigor arada nina della-,
i A grandeza e prosperidade do Brasil esli lo-
limaineule ligadas as suas aslilllicoes, e na iiiinu-
Icncn o tlefeza deslas esl -na paz e seguranca ; a
paz de mu i naco em progresso, a seguranca do
lioiuein livre ; e, COMO colisequencia ni.....-aria, a
vida activa ta agricultura, ilo rommercio a tas ar-
tes. A prtiviucia se empenlie na inamilenco tas
insliluicoe-, o cm sua dofoza, pugiundo pela obser-
vancla das leis cdalusllca, que della dimana, eesse
ser o seu modo de exisiir, como irdeulementede-
seja, e pode realisar.
Palacio do governo de Peniambuen I. de mareo
ilo ISVt.Frmirisro Antonio llilirini.
Finda a leilura. e salando o Exin. presidente da
provincia com as formalidades com que liavia entra-
do, oSr. presidente d para ordem dodladasassao
d'anianliaa, elcicio decommiasMa, c levanta a de
buje : eram 2 horas tl.t larde.
PKAtlA DO III-.CII-'E 1. DE MARCO AS II
HOHAS DA TAHDE.
Coiaces offlclaes.
Dcsconlo de lelras do 8 mezes 10 por cenlo ao
auno.
AI.FANDEOA.
Rendimenlododia I .... 13:78l3i.l
Deicarregam Itoje i. de marro.
< .alera iugleza Bmprtu mercaderas,
(alera ingleza Linda can an.
Briguc ingloz Abraham e Sarah mcrcadorias.
Brigue iuglez Caroline baealhao.
Patacho portuguez Joven IVencetldo azeite
de palma.
Escuna nortugueza Sikana mercadorias.
Piladlo bra-ileiro .luirlia gneros do paiz.
CONSULADO GERAI..
Uen.limenlo dodia I..... l:73St>'.MI
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimcnto do dia I..... 174a20|
Exporlacao .
Ncvv-Vork, barca americana Traeman, de 2lio
toneladas, rondiizio o seguinta ::i,.VtO saceos com
I7,(0 arrobas de assucar.
Araeaty, ltale (tipibaribt, de 3 fonaaaaaa, con-
duzio o scguiulc :80 barricas farinlia de Irigo, It
barricas liolijas tle genebra, i ditas garrafas de ci
veja, .17 ditas assucar, '2 laxos de cobre, 1 caldeira
de ferro. 10 barris de mel de furo, 9 coiXa-, I
haliti e I gigoa louca, 21) caitas figos, 10 c.unbele-
.M.'i. 2 quartolas vinagre, 10 sacras pimeuta, i bar-
r- mantelga, V pipas vlnho, i caixas cb, 10 garra-
foes vasios, 12 barricas holaehinha, t tillas lu-e.ui...
Ii barricas e i caixas ferragens,2 cmbrulbos cauela.
i barris viuho, I barrica louca, ti barricas servej.i.
10 barris [mi mu a.
Liverpool com escala pelo Cear, galera ingleza
t'iiliimliuM, de MI toneladas, rondiizio n seguinlc ,
1,700 saceos com 8,00 arrobas de assucar, I' ca-
xa com 38 livrosinipresaos, I embriilbo com 2 livros.
I caixa com relogio para coacerlar.
RECEBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS CE-
R.vES DE PERNAMBI Cf).
Iteiidu.....iiu dn da I......l:73fi,Vi7'
CONSULADO PROVINCIAL.
Rcntlimenlo do da I......l:li.VxX|n
^OVIlVIEiVTO DO PORTO.
Nato entrado no dia I. de marro.
Macoi 2 dias, galera ingleza Relia, do 383
lonolodas, capiLio 1. Bol, cquipagem 18, car-
ga assucar e algodo : a.Deajie Ypuje. Yv*
a este porto receber ordens o seguio pora Li-
verpool.
Nario* Mihidon no innmo dia.
Babia escuna brasileira Sociedade Feliz, ca-
pilio Belmiro Baplisla de Souza, carga fari-
nlia de Irigo.
New Bedford galora americana Valparaizo.
capitao E. S. Smilb, com a mesma carga que
Home.
EDITAES.
TIIESlH BARIA HA I A/ENDA PRH\ INCIAI
Dentonttrorao' do
ereiciode ISij a 185.1,1
Saldo cm :ll de Janeiro
P- I........
Iteceila no crrenle mez.
Des|ieza idem. '.
Saldo em letras em II de
janeir........
Receila no coireule mez.
ri'trntr un rni.ra do e.
tldefecereiroit 183
IS0:2O!b-iS8
38:.i8W
2i7:7!l'.ls2b'i
t73O|8O0
Sabio MO. 168*163
I lli:7-20-illl
Il(i:720.-Si|0
Despeza idem 9
Reis. Mti:72IWilO
II6I880M4I5
Km cobre. . I.IXtio
nulas. . 20ll:li:llrs>0ll
" lelras a xe icer em
mareo de I8.V :):l:'.L>7s>-''iO
Idem em abril i em . 2.VV-2O
ble.....III jillibo idem. . ll:0l:l-HJi
lilemeiu iiitbn i lem . litera ein nuliilir hiera . 1:8171606
Idean em noven ni idem. !l:70:rt2:i.l
Idem em pudio e I8i . 6:896jo0
l.lent ein oillllhri Idem . 1 -. 17 -l.iit.
Idem em iniveiu ro idean. wvstm
Idem em ouliihn tle IK.V. \Miismn
Idem i......nvein m Idem. !l:70:l->2H in; s..'i-nr,
O llK-soui-cir...
I /itmiti: Jo*r dn Slnt (iu*imi> Jnnior.
O cs4T\.l(i tlii ri'crila cilospiria,
Inln/iiii Ctiriitizu tic Qiieirnz l-'niKvni.
dontospara laniwlo n'uma confuaodo ideias, quxiaart eacuro, os temos soniiinento3 do Mr, Ro
MUTILADO
binet, sua uiagcslusa gordura, e suas quinhenias
libras de renda hvpolliocadas sobre o orcamento
do eslado
Emilio ainava rdante, sincera c saniamente a
madanicsella du Quesnoy, sua imagem' adorada
nunca Ihe sahia do poiisamenM, e mesmo junio
dessa bolla desconhccida, quo lliodava com perfei-
la ingenuidade irrecusaveis tesieinunhos da affei-
t.ao quo senlia por elle, ,a leaibranca de sua bem
amada reinava despticamente em seu eoracao.
Mas nao devomos esqueccr quo Emilio entrava om
seu vigsimo anuo com lodo o fogo do nina nalu-
reza lano mais iinpressionavel eardenle, quanlo
era prudente. As duas subsianciss, deque a phi-
losopliia do collegio nos etisina quo se compe a
exisloncia humana, davam-se em seu organismo
um combata de mono, o segundo as leis quo re-
gem o equilibrio dos nossos (Justinos o maior poso
aballara, a baca da batanea, o inatoria triumphra
do pensainenlo. Emilio linha resistido Inalmenlo a
a fascinacao que o dominava, depois se linha dei-
xado levar por essa invoncivaj ombriaguez, o an-
les quo o conductor, o qual a cada muda de es-
tallos duscia, tivossa dlinilivamenlc sabido do
O lilil. Sr. inspector da lliesouraria pro-
vincial, em runiprimunto da ordem do Exm. Si.
prosidenledo provincia de 15 do corrento, manda
fazerpublico, quu nos dias I, 2 o 3 do Marro
prximo vindouro, so ha de arrematar a qiiem por
Mujo-- fizer, pcranle a junta da fazunda da mesilla
lliesouraria, a obra dos reparos de que precisa a
parto da eslrada do Sul compreliendida muro as
pontos dos Afogadoso Motocolomb, avaliada ein
I :ri50)>000 rs.
A arremataco ser [eia na forma dos arligo-
ii o 27 da lei provincial n.' 286 de 17 do Maio
de 1851, e sob as clausulas especiaos abaixo co-
piadas.
As pessoas quo se propozerem a esla arrcinala-
ouo conipareeam na sala das sessoes da mcsina
junta um- dias cima declarados pelo lucio dia,
competentemente habilitadas.
E para conslar se mandn nllivar o presme
e publicar polo Diario.
Secrelaria da Ihesouraria p/ovincialde Periiani-
buco, 18 de fevereiro do 1853.O seereiario,
Antonio Forrcira d'Annunciaeo.
Clausulas especiaes ila arremataco.
1.' Eslcs reparos scro fcitos de conformidade
cnni o orcaineiilo, approvado pela direcloria em
consclho, c aprcscnlado nosla dala a approvaco do
Exm. Sr. presidente da provincia na importancia
del: 6508000 rs.
2.* arrematante dar principio a estas obras
no prazn do um mez, o dever conclui-las no tle
cinco mozas contados como determina o arligo :il
da loi provincial n.' 286.
3." O pagamento da importancia do*la airo-
malaco ser feilo om duas preslacoes iguaes a 1.".
quandoo arrematante livor feilo melado da obra,
o a 2." depois do concluida.
^' Para ludo mais quo n.io esliver determina-
do as prsenles clausulas, seguir sc-ha inleiranicn-
lo o quo dispiie a lei provincial n." 286. Con-
forme.0 socrclario.
Antonio Ferreirada Annmteidtao'.
Olllm. Sr. inspoclor da lliesouraria pro-
vincial, om cumprimenlo da ordem do Exm Si.,
presidente da provincia do 18 docorrenle, manda
azor publico, que nos dias 15, 10 o 17 de Morn
prximo vindouro, se ha do arrematar a quem pul
meaos fizer, peranto a junla da fazenda da mestna
lliesouraria a obra do I'>.' lanon da estrada de
l'ao-d'Alho, avaliada em I8:560M6 A arremataco sor feilo na forma dos arligo-
H e 27 da loi provincial n. 286 do 17 de Main
do 1851, e sob as clausulas especiaos abaixo co-
piadas.
As pessoas que se propozerem a osla arromaia-
eo comparei-am na sala das sessoes da mesma
junla nos dias cima declarados pelo ineio dia,
o..in|ieimneneme habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o prsenlo
e publicar polo Diario.
Secrelaria da ihesouraria provincial de Pcrnam-
buco, 19do fevereiro de 1853.Osocrolario.
Antonio h'erreira W.lnniinciiirao'

carro, o rapaz, cuja alma era urna das mais Icaes
que se podem enconlrar, consiuVrava-so seriamen-
te compromcltido a fazer a felicidade do madame-
solla Anglica Levant a rjual nao Ihe linha ain-
da dilo seu nome.
Ilavia nosso corarlo ingenuo una ignorancia
tal das cousas da vida, o das oslranhas liberda-
des, que se arroga osoxoniais forte no arranjo
das conveniencias sociaos, quo o pohro Emilio es-
lava mais inlimdadp do quo a moca, quaudo a
sabida do conductor para o lojadilho lornou em-
fim urna explicaco nevilavel onlro os dous novos
amigos.
Como nao podo entrar cm nossas ideas csbnca,
mesmo de leve um dosses quadros da vida de cs-
tudantes o aprondizes de coslureira, em que lan-
o so deleita a lilleralura moderna, terminronlos
aqu oslo capitulo escabroso. Abandonronlos um
instante Emilio aos desvarios dostas paixoes juve-
nil, e quando o lornormos a vor em l'aris Ion*
ou Iros dias depois do sua chogada, nao veremos
mais nello o noivoda linda Clotilde, porm o Ma-
dor titular de madamesella Anglica Loyaul.
f/ConlinMdr-r-/iaJ


Clausulas especiies para arremata
1." As obras do 15.' laneo da estrada do Po-
d'Alho sanio foilas do conformidad!) coin o urca-
monto, plantas, perfil longitudinacs o transversaes
approvodos pala Directora em consol lio, eapro-
senlifdos ncsta .dala ( 13 dedajembro do 185S )
a approvacso do Exm. Sr. presidente da provin-
cia na importsncia de 18:^609664 rs.
2.' As obras do 15." Unco principiarn no
prazo da trinla dias 'o deverao ultimar-so no de
doz mezas contados na formado artigo Al da le
n."J8G.
3." A importancia da arrematac.o ser papa
cin qualro presttc.es iguaes jal. depoisde oito
o lereo das obras do lineo, a 2." dopois do comple-
tados doDS tercos, a 3.*quando forom as obras ro-
i Indas provisoriamente, o a 4 depois da entrega
ililinitiva, a qual tcr lugar un annd depois do
rorebimento provisorio.
4.' Para tudo o que nao se acha determinado
pelos preeentes clausulas, seguir-so-ha o quedispoe
a le n. 286. Conforme.O secretario.
Antonio Ferrerad'AnnunciaQo'
Olllm. Se. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimonto da ardem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 21 do corrento, manda
fazor publico, que nos dias 1, 2 e 3 de Marco
prximo vindouro, se ha do arrematar a quem por
menos lizor, parile a junta da fazonda da mesma
thesouraria, i obra do acudo da fraguezia do Bui-
que, avahada em 3:3' 0l0 rs. A ai remataran
ora folla na forma dos artigos 24 o 27 da loi pro-
vincial n. 286 do 17 do maio de 1851, o sob as
clausulas especiaos abaixo copiadas. As pessoas
que se propozerom a esta arremalaco, coniparecam
na sala das sossocs da mesma junta nos dias cima
declarados pelo meio da, competentemente lia
liililadas.
E para constar so mandou affixar o presento o
publicar pelo Diario. Secretaria da thesouraria
provincial de Pernambiico 24 do Janeiro de 1853
O secretario Antonio Ferreira d'Annuncinojlo.
Clausulas espaciaos da arrematarlo.
!. As obras do acude do Buiquo senio feitas
iluronformidadecom a planta e orcamento opro-
sonlado ncsta data approvaro do Exm. Sr.
presidontc da provincia na importancia di:
t:3OOOl0 rs.
." Estas obras deverao principiar no prazo do
lusscma dias, c serio coucluidas no de doz niczcs,
a contar da dala da orrcmalavo.
3. A importancia desta arremalaco ser paga
cm tres prestocoes da maneira soguintc : a 1." dos
dnzo quintos do valor lolal, quando livor concluido
ul" ule da obra ; a 2. igual a primeira, depois de
lavrado o termo de rocehi monto provisorio: a 3.'
linalmonto do um quinto depois do recebimento
definitivo. *
4." O arrematante ser obri;ado acomrauni-
ntl i NMTlifiO dasobras publicas com anteceden-
cia de trinta dias, o da lixo, em que tem de dar
principio naonato da obra, assim como irnbalha-
nj seguidameulo quinze dias, alim do que possa o'
engenheiro oncarregodo da obra assslir aos pri^
muiros trabadlos.
5. Para ludo omais.'que noosliver especifica-
do as prsenles clausulas, seguir-sc-ha o que do-
lermilMJ lei provincial n. 286 de 17 de maio de
1851, Conforme. O secretario. Amonio Fer-
reira d'Annunciacao.
- I'ABA A II.HA DE S. MILEI. pretende
sabir rom a maior brevidade a estaa Kirliigucza
Silcaita: para cargae pasiageiroe Irata-so no escrip-
lorio de Tliomaz de Aquino Fouseca A Filln. ra do
Viglrio n. 19. primeiro mular, oo oesCincoafonas
rom Manoel do llego Cima.
LEILOENS.
PARA MQl'IDACAO DE COSTAS.
O IcilJn don arligos per Uncen les a liquidarlo a
loja, quefoi da fallecida madama Porta, fot transfe-
rido, por causa da cliuva, do da 1.* para 2 do cor-
rele, quando lera lugar s 10 horas di DUBbll em
ponto ; nj armazein da ra da Cruz n. 51.
Terca-feira 8 do corrcuic no armazein de M.
Carueiro, na roa do Trapiche u. 28, liaver leilu
Srincipiaiido as II horas damanha cin ponto, senil
o modulas lano para sala,'romo para escriplotoriij
quartos, sala de jaular, cozinlia, etc. ele, assim como
ao meio da em ponto ira* a leittio um csccllcntc car-
ro de qualro rodas, cni inulto bom estado; e com ar-
reos para dous ananaes.
AVISOS DIVERSOS.
DECLAKACOENS.
ui;ai.
Olllm. Sr, contador da thesouraria provm
al no inpcilimenlo do insperlor da mesma lliesou
iria. manda fazer puhlico. que do da 2do corren
por diaole paaam-se os ordenarais c mais dospo-
i- pros incims, temida al o f.m de fevcreirn pro-
.....> ti mo.Secretaria da lliesouraria provincial
r- Pornambuco, I .le mareo de 1853. O secretario
.Moho Ferreira l.lnnuneiarao'.
COMPANHIA DE PAQUETES
INGLEZES A VAPOR.
No ilia :l de marco, os-
pera-sc da Europa i
va|Mir Tuy, roiuin.in
liante Moss, o qual de
pois da demora do ros-
para nsporlns dnSul : para passasei-
ios. (ralu-sc cni rasa da anemia, na ra do Trapiche
Novo n. 42.______________________________________
THEATRO DE SANTA ISABEL.
SUMADO B li. 'iuno IH 1881
23. RECITA DA ASSIGNATURA.
Depoisde brilhanle svmphouia subir a acea pe-
la primeira vez Mala provincia, o niaimilico Iraiuu
ein 5 actos, e I protafa,
M&kWk
ou
A VTVANDEIRA.
.AIIMTEPMTlt.UK BE LEITUI
Por or.lemdolll.il. Sr. presidente da direcloria
se convoca o nonsellio deliberativo para reunir-*
cm sessilo no da 2 do corrente, |>elas 6 horas i
larde.
;jeneKxx*
Aviso ao commercio
Os abaixo issignados continuaiu a fran-
quear a i.iil.iv as classos em goral os sous
orlimentos do fozenilasporbaixos procos,
nao monos de urna p.'.;:.. ou urna duzia,
a dinhoiro, ou a prazo, conforme so .-.-
justar : no seu armazem da prara do Cor-
po Santo, esquina da ru.i do trapiche, n.
18.Iloslron llooker 4 Companhia, ne-
gociamos inglezes.
rccis-se .1" riuSTio is. a r.
|K>r h)|K)ihcea nnaacrava que velaflOOiOOOiai: a
quem eonvicr tal negocio, anniiucie.
I'rcrisi-se de tres raneas para arrogar aroia
para o novo aleo .la punto dos Afoliados, assim
romo lainhciii se emprcilam canoas de arela para a
mesma ohra : quem laes neuoeios quizer fazer, cn-
tenila-so nos Alosados rom o arrematante da mesma
ohra Antonio Cnncalvos .le Morai-s, <...... sua Talla <|
rom o leneiile-coimiel Manoel Joaquin.
Boaa-scaoSr. Dr, M. I.. M morador uoM.
que venha pauar a quem nao nnoiii, a quintil
de <0lfiO de lalo de MIBClvlllOi do auno pana-
da ; isto at sahlm.lo .", do correle, do contrario se
dir o sen noine por eslenso, ole.
Francisco Xavier vai para o Itio iTc Janeiro,
a leva em sua eoinpauhia os seos tres csrravosAn-
lonio, crioulo, de i(. anuos. Trajano, crioulo, de I i
;.......s, Ja. inllio. pin.lo, de 1:1 anuos.
C. J. Afil) iV U, ronsiiiiialarios da brignc
dinamarqus Lomm, preeisan saber quem be o re-
rebedorde 18 barricas rom eeiiienloj marea II 1/18,
2ditas .lilas, a marra S 11/12, viudas a onl.........
AVISO AOSSKMIORES DE i:\i;i;\iio
Atienta as uraudes vaulagcns na inoasem de
eanaa( proveuienlcsdeteral tambores das inoeii-
dasperreilaiueule '."rucados, oabalso assiunadores-
pcilosamenlo leinhia aoaHhhores.le enueiiho, que
na sua funditafi .le l'erroem I-ora .le Pollas, se p.V-
ile perfrilanienlr IwMUa DQvo un.jouo de tam-
bles, e aparar c eudellar os lenles das carretas
com tanta nrealBMi 'I...... nWe eulregi-loi no mo-
mo dia, evilando-se asxiui o inconveniente da demo-
ra dos carros e o empalo da nioaaem ; assim como
quo a mesma fuiidic.ac.se acba sempro sorlida nao
so de novas moeudas de drVanoi lanianhiH e moilc-
lus, sonad lambcn de ralas dcnladas, lano para
anua como para animaos do (odas as proporeocs, a
saber : volla por volla, volla e quarla, vollac ter-
ca, valla c mei.i. linas, tres, qualro vollas, etc.clc.,
e i'oi Ionio qualquec senlior de ensculio quo-
rendo accclcrar a sua moenda, iifim de moer mais
canoa .....acamo lempo, ou relardo-la, alim de es-
preincrmnisliquido.la neanu caima, pode semdc-
3
m
moracwolhrr ,i~ rodis rompclcntes. I'umlii;^
ferro, ua ra do Hrum, pass^iuo ocbafariz.l
Hnwmau. cnaenlioiro.
, C0>SILT0RI0 HMOEOPATHICO- I
3 No Mallo irosso, comarca lo Cabo, M. o*c3
t?Sii|in'ii.i Cavalcaule J coAalbn c mcilica-
|incnlo% t'i,ils aos |H>|irc4, loilos os di.is horas da inanlia a t da larde. E
> priineiro O rasameiilo a tambor.
Bogando O arusado iiiiiocoiilr.
i pnmeiro Vinlc anncw dopois.
granudo O baile.
terceiraj O ducllo.
quailo 0\oc rasga,
quiujo Silencio e |icnlti.
PEBSONAGENS IM) l*KOI. Heruardo, sarfiento. . . J. A. da i "-i.'.
Marcial, lamlior mor. . . M.Lateadas.
Hilavoino, furriel. . . A. Jorac.
1 ni viajante..... Mb....... . B. de -senn.i.
. P. H. de Sania llosa.
Mariauna, a vivandeira. Manuela l.ucci.
A senliora Muller .eslalnia-
ileira...... . Hila.
PEHSONACENS DO DIIAMA.
o ucucral Bernardo. . . I. A. di Cosa.
\ i. tur, seu lilbi..... . F. dcS. tiiiiinarcs.
Ed-jiir, metlico..... . j. J. Baaarra.
Gaalfa de Monlrlar. . . I C. AiuoaHlo.
Marcial, cs-landMvr mor da
loarda Imperial 0 bario deTourville. . II. J. Mendos.
. B. de Sciina.
Bclavoinc, Miruenlo invalido
-cni una |;rna. . . A. Joruc.
Cm carador. ..*... . Rosendo.
Melena de Bcauferrand mu-
llie. de Bernardo. . . C. l.ucci.
Marlaana...... . M. l.ucci.
A Mariauna lie um dai uellcs dramas que es-
rilos em fiaurez leve o privilciuo de ser Iraduz-
drr. em Indas as liimuas, Ihcalros. Dislu hcboiuara fanuliarcs cm loos os miento tft innmeras ve-
es seguidas queeslc dranva lem sido represcnludo
(ni grandes applausos ea) l.islmi c no Hio de Ja-
iciro.
I'i incipiar as 8 horas.
Os billicl edam a venda no lucir dofostume.
AVISOS MARTIMOS.
, Para Luanda o BeiiRiiella 9 brimie |K.rluauez
Wo:. capilio Francisco Hibeiro l'allia sabe com
brevidade, recebe raria miuda c passaiicirns: qncn
prcIcii.lerdirija-seaoscoiisiniialariosOliveira Irnuoa
A l.imp.inliia: ua ra de A|K)lloii. II, ou ao referi-
..... PARA O RIO DE*JANEIRO.
O brigue nacional Firma, segu com milita bro-
vulodo para o Rio do Janeiro por ter parto da car-
ga prompla: para o rcslo, passagoiros, eescravosa
frato, iraia-se com os consignatarios Novacs &
Companhia; no ra do Trapiche, n, M, priineiro
andar.
\ ende-sc a barrara Timadora feliz, de :W a
Kl ..mas, bem construida c |>roinpla a seguir via-
eem para qualquer porto da provincia, e fora delta;
para ver examinar 110 Forte do Matos, junio ao
eslaldro do Sr. Fiiucircdo, e para ojuslar na ra
laraa 1I0 Kosario, p.i.lana 11. 18. junio aouuarlel de
polieia.
-- Parao Rio do Janeiro salieno dial"' demar-
can nimio veleiru brigue Recife, oinda recaba li-
gnina carga, passigeiroae escravos a frote, para
cuja lim : trata-se na ra do Gollegio n. i', -se-
gundo andar, ou com o ordoiocap.b a la
mesmo nav 10.
I'eaneiseo Xavier, va i para o Hiode Janeiio, e
leva en. sua rompaidiiaossciis dous escravos Jacin-
Ihd, pardo, de II anuos, c Trajano, crioulo, de II
anuos.
(luein livor cmilas rom O Sr.Cnillicriiie IIiiih-Ii,
queira aprcscnlar em casa de C. J. A. A C. ale
o dia ."> .le marco, Igualmeole se roe. aai devedores
do mesmo que saldem loso os seus dbitos, o lam-
beni a.lverle-se que 1..0 paiiein conlas a niuiMicn,
que Bao seja anloritado por C. J. A-& C.
A nialiiriila daaula ile uraiiimiilira laliua do
collcain lasarles, nrlia-se alirrla, enirasa do resper-
Iimi suhslilulo, na ra Nova dcOlinda, e por Impe-
dimento do professor oflcrlivo.
- Antonio Lopes Pereira .le Mello, lem feilo so-
rieda.le eouiinereial coin Manoel de Culo Cuele-,
na loja de miudezes na na da Ca.leia \ elha 11. 7,
para airar no negocio da mesmi.sob 1 Arma de An-
onio |.n|ies l'ereira .le Hallo A Companhia, romo
onsla ,1a CSCrlptUrl parliiiilar.lala.ta em 15do ror-
rele me/, reiiislrada 1111 Irihiinal do eomn.cirio em
i\ desie imano mea sob Homero U\, a que ao an-
nuueia paracoiibeeimenl.i.le quem inleri-s-ar.
Pleca ie aluijor umu alednas nielas, que sir-
vam para vender na ra. e que leiihainpralica dis-
10 : quem as live, dirija-seao Corlume, casa n. II.
011 aiiniinric para ser procurado.
o abaiso aasignado, procurador htslauba de
Joaquin da Silva Mourio, por ordem .lo mesmo
avisa aos devedores de KU ron-liliiinle, que nao
paguem quanlla algnma, lano deronlas de litro,
ionio de letras, sean a elle Moma.. 011 ao abaixo
indinado, poli que lie o nica aoleriaado |mr seu
rousliliiinle rom lodos os poder.-., sob pena de pa-
paran di.....vn ao verdaddro croilm pelos moiosjii-
iliciaes, alenlas as ilrci-o- que -en roiisliluiile
lem ohlido em lodos os Irihniracs.Tlwiihro de .l-
menla l'n.ln.
O Sr. Joaquim dos Sanio
comparec na luja da ra da Qual
Arren.la--e um silio 110 I
rom casa de sobrado, o qual lem 1
milla, vanea para rapini, e rom
I'rerisa-sc arrcnUar, por um ou ni .1
um silio que seja |>crlo dcsla ridade, cnibora seja
pcqueuo, oque se exiue indispensavcimenlo he que
tciilia planta de ropim ou baiva parao ler, naran-
le-se o bom Iralamcnln, lano no sitio como ua casa
ele.: quem olivcr amiuiirie para ser procurado, ou
dirija-se ao liolclIlccife,110 rila do Trapiche II. 5.
Iloira-sc ao Sr. DsjnlDflOI Adolpho Vieira de
Mello Iraa Passeio Puhlro, loja 11. II, para se Ihc
nulregar urna caria de Importancia, viuda do .Norte.
Ilcseja-sc fallar com o Sr. Jone Meinle- Cal
iciro l.cao, a iieuoeio de seo inlcrcsse: na praea ,ln
liidepeuileui-ia, 11. 'J.
Oflerece aa om npai porloguti tiara caiieiro
le venda ou nulro qualquer eslaheleeimenlo, para
lomar conla |ir balance ou sem elle, para o que
lem bstanle pralica : quem de seu presli.....si' qui-
zer ulilisar, diriia-se a ra estrellado Kosario 11. 16,
venda.
ATIKVAO.
OOereae ai para dar lie.Vs de ui.iinin.iin .1 i.orlu-
imcza c franceta, una peama que j lem alsuma
pralica disso incsiuo |Mir.ca-as parlu-ulares : quem
e MU praallmo quizar uluisai-se. dirija-se a ra da
Sania Cruz 11. Sti. que arliar rom quem halar.
No dia i do correla...../., depois .la audien-
cia do senlior juiz da segunda vara do rlvel ,
se ha de arrematar porseri ultima prara, urna col-
clia, por cxci-uriio de Manoel Lopes da Silva ronlra
l.uiz de l'inbo Home-; e-.ripvo llaplisla.
LOTERA DE NOSSA SENH0RA DO
ROSARIO.
O Ihesoureiro de-la lotera aniinniia ao respeila-
vel publico, que vao in.loh.....as ven.las .los l.ilhe-
les, e que breve marcar o dil iinprcU'rivcl do .111-
dt......ule das rodas: rogi-seaosainautcs .la- loterias
que roiuoirain a comprar o rcslo dos Mneles, que
existe a venda nos limare- j anininriudos.
COJA DEMODASlKANClv/.ASNO ATEHKO
I.A BOA-VISTA, N. i.
Hadamos Mauvernaj ,\ Companhia, lema honra
le parl ipar a seu- freiiiie/e-, que ellas reeeheraiu
iilliniainenleelieaado.lo Havre
de chapeos do seda, .lo ultimo
e meninos, e......1 lanihem de
lilaila mullo Unos, rerbados e
hapolhihos paia meninos, de um a Ires
meii.i. de cmbrala bordadas, ranezous
pelo navio l'.ii.hi
um lindo soriiiiieul
uoslo para senliora
chapeo- de 1 1II1.1
aherlos
me/es,
A/ev
linio
o Juni.ir
11, 29.
la Floresta
1......nulos para ft>
paslo pata var
enfeilados, curies de vesliilo- .le -c-da pela e de
cores........las de lili, de linho branco, dilo imita
cao hloli.I, dilo prelo, capoliiihns de lil prclo, dil.
.le -e.l:' pela e de cores, rom seus competentes calle
les ; lloros.....ilo linas de seda e velludo, luvasdc
ledas a- ojualidadea, lano para hontana romo para
senhoras e meninas, onMUBVe caneca para baile,
trancas c franjas de todas as cores, lilas de lodas as
quali.l ni.--, e inuilos oulros ol.jeelos de bom uoslo.
que se ,1,0.0. por proco rasoavel.
Aluga-se o sobrado grande .la Hagdalena,qne
Dea cni frente da estrada nova, na semencionam
... sous commodos, porque sd com vista dos pre-
lendcolei poderao ini.-s jnlgar se be ou ua a maior
rasa que ha tiesta eida.le, e SCUS airehables, niuilo
bem repartida, e da inelhor niao irobra.eoin carim-
ba da inelhor auna de beber, e silio murado : os
prclefldenles o poden ir ver. o para Iralar. no ater-
ro da Boa-Vista n. i">.
LOTERA DE NOSSA SENIIOIIA DO
KIISAIIIO.
o pi pi le,o ie .l.i easa da fortuna annuui-ia ao
pul.Meo, que nulilou o sen eslalielerimento .la ea-a
11. 7 .la roa Direila, para a ra do Oiieiiua.lo. easa
n. 61, rom o Ululo de Casa da E-peranca: nesla no-
va casa C lia prara da Independencia, leja do Sr.
l-in-.inaio. aclia-sea venda um completo aortimento
debilteles e cautelas da latera a cima, cujas rodas
breve lerfin o -en andamento.
Itilheles.......
^?^av^-V^s*.*;** ^i^t^^i^V:^
$,
s
3
9
ftlANUAI. IKIMOI-OPATIIICO 110
DR IAIIN TIIADIZIDO EM
PORTUGl'EZ PEI.ODR. P. A.
LOBO HOSCOSO.
Sabio a luz 3." <- ulllmnvolumc desia
importante obra ; os sonborei aaignanlea
podem mandar ns?eber os seus oxompla-
x" res no consultorio liomu'i.pailiico do Ira-
e?1 ductor, ra do Collogio, n. So, I.* andar,
Roga-SC aos sebpres ven.le.lo.es de liilhele. e
cautelas das lolerias do Itio de Janeiro, que. caso
saiam alanos premio) em tres v Igcsimos da I".-' lole-
ria das Casas .leCarida.le, que ngo os paguem sci .10
a seu |>roprio dono, que as i-oslas dos mesUM esl.i.i
com a Urina Marques,!, quals 1. se leinbra ded.ms n-
meros, llcl:iK; e n mesmo pede a quem riles
forcm apreaenladoa de lomar eonneciroenbdo Indi-
viduo, polaqne lamben ronbou, Junto can aa vi-
ucsiuios, una poreae de dioheiro no dia 7 do eor-
renle, c para que se pos-a veriliear quem seja o la-
dran: os ditos vicsimos foran vendidos em casa do
Sr. Corra l.eile.
Aiiula osla tullido, desda n dia iT, de oiiliibro
prosimo passado, o cscravo, de Angola, te nonio
Antonio Velloso, cuj signaej sao os scauiuii-s :
quarenia anuos pouco mais ou ni.....~. altura rega-
lar, cor na., milito pela, barbado, .0111 falla de
cabellos 110 meio da eaheeii, algUM cabellos blan-
cor, lano na ralieea romo na barba, heleos gn.....-
iHH-a regular, nao mal-parerhlo, mioa c nes -1....-.
bom Irabalha.lor de enxa.la e ein lodo o servir.., Im-
bc agurdenlo, o multas rezos embrlaga-se, sop-
poa-ae que algem oeomerva occullo, segundo ..
procnliniriiio ilo eacraxo; roga-se, portanto, as
aiilniiil.iiles |H.liciacs suas alleiires | respeilo deslc
escraxo. e prolcsla-so eonlra quem maliriosaroenta
o lenha escondido, assim .01110 liaver a pasa dos
ilias, .i'a.inollo queoliver: esle esclavo fui do Sr.
AatOUSO Velloso, morador ein Taeoga, deslc passou
a lar de um Sr. Anlonio Jos, morador en. Nos-a
Senliora do O-, rujo eacrava I.....asado 10111 una
nema de nonio llosa, baila, mais velha que o ma-
rido, nariz, chalo, or prcla. roslo redondo, tenue,
feias, servia de parleira no malo, a qual lamben
.-.i., fgida desiie iiuveinbro do 1850. Depois do
, wuiidor Anlonio Jos |iassaram a ser escravos de
hu..- l'ereira da Silva, boje fallciiilo, c presente-
mente pcrlcnecm a Anlonio Caldas di Silva : quem
os icgar ou dilles der noticia ccrla, ser bem re-
compensado, na rua da Praia, armasen de carne
secca, n. I'..
O abaixo aasignado, morador cm rora de Por-
tas, com bens de raz o exercirio de platico da bar-
ven.in nos irabalboa .la cantara municipal desia
ridade urnaderlaraeao .1.......individuo rom Igual
ionio ao seu. romo resp.msaiel da folha /tmtra,
declaro que nao se ciilciidc rom elle, neni lio Hin-
co rom seu filhn, o qual he de menor idodc. Itccl-
fe 28defevcreiro de 185:1.Manuel da Silea l'e-
reira.
Pode-se cncarecidaninlcc a eerlo morador .la
rua das Cinco-Ponas, qac Rir obsequio dcixc de
11I11111.1. rom suas palaxrascaccoes oliceuas, por-
que junto de Smc. moran familias.1111 pul de fa-
milia.
Josc Itodriancs de Araujo l'orlo, xai a Porln-
I, levando em sua companhia sua senliora, D.
Candida Cardona do Araojo Porlo, c seu lilho me-
nor, JosO Kodriuucs de Araujo l'orlo Jnior, dei-
x.iinlo por seos procuradores os Srs. Joao tirdozo
Ajres, francisco lionralves Ncllo, c .'os Malheus
Fcrreira.
l'rocisa-se allimnr um sio que nao seja multo
p.-ipieno, c que estoja bem iiiiuhulo de friicjciras,
sendo lerlo da praca, alada .piando a rasa neo saja
de mullos coinniodos, o qi......10 se eviae : quem o
liver anniinrie SOS morada para se .nnlralar.
Anlonio Lopes l'ereira .le Mello vai a Porlu-
aal levando en. -ua coinpaiihia sua senliora D.
Thcodolinda Mamcde l'ereira de Mello.
Mcios......
Quartos.....
Herimos.....
Anda si- precisa alie
sei v ico externo .le una cas..
verle-se que o snico he 11
rom re.-a.l.....abanga-ec
turara da faiendi geral
11000
^.-fllKI
isaou
gfjoo
inoleqiie para 1
ira familia; a.l-
de roinpr.l-, e fa/er al
bom Iralamento : na Ine-
1 fallar rom o porleiro.
de
j$. lio-sel Uimoiii. professor .le 1........opa-X
Hila pela estola do Rio de Ji.....ir... coulimr -
tu......ullasjrafis aos pobres lodos os di
Si u'eis. das 8 horas da inanbaa at ao.iueio d
t'fc 00 -en eoiisulliirio, rua das Cruzcs 11. 28.
UmmwmwimmmMmK:
Pie.-isa-se.le una pela,ou moleque,iara ser-
vieo di......a familia, que venda ua rua : quem liver
dirija-se a ruado Hospicio .asa n. I", ou......uneie.
PLANTAS VIVAS EM VEGKTAtAO, Ri:-
GENTEMBNT8 C1IKGAAS DE IBAN
CA, NO ATERRO DA BOA-VISTA N. -fj.
O amador da agricultura qmqalsar......iprar qual-
quer qnali.hi.le de arbuslo fraclller...... Hor, queira
diriulr-sr a rasa rima oeste, .oto .lias, pois no lim
dell.s se retira o Importador tiesta provincia. De
novo-e aasegura que as plantas sao de ex. elleole
qualldadeo mercclmento, romo se mostrar!" a qual-
qner a.n.i.lor, -elido (.ara notar que a collereao da
magnolia chegou em perleilo eslailo, o que sedeve
provcllar, visioser oclinu desta provincia apro-
iriado a ella.
Arrenda-se um engenho distante dosli praca
!l leimas, sendo nonio Ihiiii d'asua, de Ierras, de
planlaces c cercados, e na mesma eceasiaoic ven-
dern os utencilios do iiiesmo >ara seu andamento :
no alerro da Boa-Vista n. t.
Oflerece ae nina -eniu.ra para ensinaralgumai
crias a coter coaluras choa e libyrinllio, a marcar,
.-a 1i11ni1.ua riiiistaa. por .liiuin'nio precojetam-
ben recebe algunas para com ella insistir: quem
qui/.cr servir-se doieu prcslinio, dirija-e a rua Ve-
lha n. 55, qne achara rom quem Iralar, a qualquer
hora.lo dia.
Antonio Feliciano Rodrigues Sello, lem abor-
to em sua casa, .la rua ilollosario.la Boa-Vista, una
aula de tn-ometria, em que lecouinaiw as disciplinas
da ueoiiieiria.ariiluneiira, algebra, geometriae trig-
nomelria.
Anda esl para alugar-aa a rasa lerrea n.
III, sita na rua doAragao, inuilopropria par., nepjo-
eio por estar em armazem, rom Ires portas de frai-
le, e ser em 1.....1 limar, e al cnininoda em proco: a
Iralar na prara da Boa Vista, lwlica n. li.
JOAOITM FRANCISCO DE BAIUIOS, III A DO
Jl IIAo N.il, Pltl.MEIIto ANDAR, BAHA,
Cx.-ciila oidens niercanlis. erecebea riiusjmiarao
einhairac.H's. ludo mais .pianito for proiloti.lo irla
ualiire/a'ou indiislria ; e leudo lodos os quisilns ne-
cessario. para bamdeamponhar qnaesnier eonmis-
soes : leeo'iiiineu.la aos illuslrese h.mr.i.los negocian-
lea dcsla piara o seo eacTlptorlodeconssgoleoes, i-i-
peiau.lo nada deixara do-ciar s possoas, que oqui-
zerciu oceupar rom as suas ordens e remessas.
Para o priineiro de jiiulio vinil.uiro, 011 au-
tos, se aluna una lequeua rasa, ou de mu an-
dar, ou rasa terrea rom um sotio, com quintal 011
fiequeuo silio, que si-ja perlo .lo neclfc : na rua .la
Cdela 60, priineiro andar, N dir quem pni-isl.
Pn-cisa-c almiar mu moleque, para o servijo
.le nina casa de pequen., familia : na rua da Cru/ u.
63, arnia/.em.
M Paulo Gaignou, dentista.
S Pode ser procurado a qualquer hora em
sua casa na rua larga do Rosario, n.
M6, segundo andar. *
O bochare! Wilruxio contina a lccrionar-em
fraucez, na sua residencia .la ruadas Cruzcs, n. --.
pii'ii.'irn andar; c para maior commodidade e me-
nos mus das pessoas que com elle ah se applirarem
a esse esludo, lem calabeleridu u quanlia de ajjUOO
r-. por seo honorario mcnsal,
DENTISTA AMF.IIICAN0. #
II. W. Baynon, oirurgiodeulisla,conliuiia a
5 ezercer sua proflssio, fazeudo lodas as opera- X
5 ^ies que foreni irc-isaH de quslquer naliirc- !z
2 za, lano por foro, como na sua residencia, 2
** onde (i.'nle ser procurado a qualquer hora : *
1t na rua da Cruz n. 7, segundo andar, no He- ;'{
#i**a**|#iitKai*a#(*
Precisa-soda urrHom cozinheiro, paro ca-
sa ostraiifeira : a iralar na pra^a do Corno S-m-
lo, venda do Palmeira & Delirad.
voou.
Silio do Tasto na Cruz do Almas, da ponte de
l'rhoa, desappareccii um rondiz ou Cnrrupio, no
dia !M do corrale; eporieram poasarinno mullo
manso, seu donu d lii-utri do |iraliflcai;ao a quem
Ihc levar, ou der uolicia de quem o tem.
l'reclsa-se de um Irahalhador de masseira : na
rua lama do llosario, padaria n. 18.
Aluaa-se urna rasa terrea rom commodo para
eran.le familia, coin um urande soliio e niuilo fres-
ca, e por commodo prcro, a qual he edificada ua
rua do Pilar : quem a prelcnder, dirija-se a rua do
Vivarlo ii. 21, a fallar com Manuel Anlonio de
Santiago l.essa.
AMA.
ri ocwa-sc de una irela forra j de idade para amo
secca de una enanca : quem esliver tiestas circunis-
tanciaa. dando aliono a sua boa conduela, dirija-se
a rua de S, Francisco, sobrado o. 8.
FEITOB.
l'rerLsa;se de um porluguc para Irabalbar em mu
silio uoluuar do teinedio ; quem esliver neslas cir-
riimslaucias enlcn.la-sc coin o porleiro d'Airandeua
desln eidaile.
MADAMA BOITIEI1, MODISTA FRANfJfeZA,
NA III A NOVA N. 58,
lem a honra de aniiuiiclar ao uiblieo. que acaba de
recebar um lindo sortlmenlo de fazendas irelas, li-
llas, e de bonilo uoslo, propras para a quaresma,
maulas de lil de. sola irelas, iinitacao de bloiule,
pira .aheca de si-iihora, chales pretOS de lil de li-
nho laxrados, bies .lo linho. esi-iunilha, lil, peo-
nas, llores e lit.-s, pulseiras. rliainalole, grosdena-
ple- o -elim maro, bonitas cainisinhas. franjas o
(ranras de seda irelas, hrilhautcs rapotinhos de
. urosdenaplcs, de chamalole, e de selim macan, e
' mitras inuilas fa/en.las por .liuiiniilos precoa,
^skw:i:ic:";::;39.:!HH : :;::;;::.;
I CMSl'LTORKI IIIMKKIiriTIIICO.
fp Rua do Trapiche Novo n. 9, no ^
hotel Francisco. :<
O Dr. Casanova continua a dar' consultas -;t
!: e remedios graUs aos pobres, das 7 horas da U
}l> mlll.a.I Ble .... meio .lia. As peaYoOS que C
jii mo foreiu pobres s auario de ." a (l,*slHSI ;f
J rs. ieh> iralamento. Os escravos so pagarSo ;-
1 de 5 a KWKKI rs. ';%
Lava-sec engomma-se, rom milita perfoi-
co c asseio : no palco da ribeira du S. Jos
;ll. 15.
AOS CACOS.
Joaquin Comes dos Sanios Marques, discpulo o
agente do Sr. A. C. I-orbes com privilegio eiclosi-
vo para curar a gaguea no Imperio, porS. M. o fn-
pera.l.ii ,e lieenca da junta central de hvuiue publica
oflerece ao respeilavd |uibli.-o seus serviros na arte
de curar radicalmente a gaguea. A ellb-acia doa
meioaeniprcgadoa, eo feliz resultado do seu euaino
j se conhece na capital do Imperio, onde um gran-
de numero de individuos esli livres de hio lerrivel
defeilo. O Sr. I-orbes, depoisde inoslrar cerlilira-
.los dos priineiros mdicos de New Vork.da Jamaica
e las iniocipaes cidades do l'aciliro, airesenloii a S.
M. Imperial (res dos MUSdbielpuloa que mais sef-
li iatn. o prnvoii a infallibilidade .lo seu svslema
As pessoas que se qur/crein Iralar, arhar.io o amiiin-
rianle na rua da Cudria dn Iteril'e ... til, iiinieiro
andar, das II s:! da larde de lodos os .lias, que nao
foiein de nanla.
TRIBUTO DE CIIATIDXO A SUA HACES-
TARE IMPERIAL,
.rnAor.'
Vo-s.i Hagcsladc Impetial senprcjuslieeii
pie slbalo em promover o IrtMl. diillou-se
der a. ri.la.l.io Norte-Americano Alcxandr
.hcll I-orbes, privilegio para curara gaguea.
Os abaixo antiguados, Sr,. que em si ten. as pro-
\.i- ile quaiilo ha slo e p.le ser proveilo-a iiuma-
uiila.le a arle que se leu esse digno Ameriraiio,
nao lodiaiu deixar de leslemiiiihar N'oss.i Hlges-
lade Imperial sua iratldio.
Fasenoo Vossa Hageslade Imperial jnslifa um
hoinem anlgodoa hoineiis, fez ao mesmo lempo um
lieuelirio real seiis-ulslilos.
Sirva-se N'iKsa Mai-sln.le Imporal ai-olher rom
benignidado nossas cipressoc .le sincero reeonhecl-
ineiito, e icriiiillir que piibliqueinos mais issla pra-
va de amor coiicedi.la aos brasilelros.
Itio de Janeiro, 1:1 de dezemhro de 1833.
ii.^i .Mi..i.i Joaquina Rodrigues. l). Therexa
Alaria (.oines da Silva.D. Alaiia'J..anua l'eixolo.
II. Alarianiia Airosa.D. Car-lina Airosa.D.
i hele/,. Leopoldina de Sanl'Aiina.D. Alalhil.le
da Ciinha Alachado.D. Alaria Leocadia Ferreira
Soares.Slgnal -|- de I). Anua Jariiilha da Ron.
Ouirina Gemida das Dore-.Pedro Joao Hanuer.
Joaquin Cunes .los Santos Marques.-Francisco
da Costa Dias.Jola de Frailas Ribciro.Manoel
i Lili/ Pereira de Audra.le.Carlos Itiheiro da Silva.
Rento Fraiici-i-o Utogo.Antonio Alachado Pe-
reira.Jos Mllliiz 'l'ello 11 in-el de Sanipai..,
Adolphe Feraudy.Joo Anlonio de Abneida.
lien 1.1 Alauoei de Cerrando.J"se Ferreira de Pi-
nho.Antonio Comes de Siqueira Chave-.l.uiz
Cl.iuiini de Hagalhles.Dr. Jos Antonio .i... Reta
Uonlenegro.Juo Alvares deAaevedo Lemoa.
Francisco Jos Rodrigues.Francfsc* Alvares de
Azevedo Lemos.Joao llaplisla Rodrigues Duarle.
Alarliiuai.no de goma Pinto./epherino Jo-
Pereira.Manuel Lutada Cosa e Oliveira.Tho-
nai Lnia (ornes.Fernando Pereira de Anteado.
Ezequiel de Oliveira llosas.Sinnalde -|- Frau-
ri-co llaplisla Saco.Jos Itiheiro de Saupnio.
Cilperiro l'ranri.uii.Joaquim Rodrigues Ciinha.
Joaquim Silveira Larer.la.Manuel lerreira di
Firil Filho.Joaquin Alalina- l'ereira dos Sanlos
AuUinio Alanoel (aielho..Mauricio Piulo Soares
Lu/ Toixoirn da Paixo.Sii/nal --de Alevamlre
l'erreira .los Sanios.Simud-|- de Fraurisco Josdc
Freilas,Joaquim la Silva Alaia.Jo-c ,lc Barros
Franco.Joaqun .Marques Lisboa Jnior.
.^^a^ *?,<* *. *v ^*v. *\**X>
$ CONSULTOKIOHOMEOPATHICOU
$ Rua do Collegio n. 25
^i meiro andar.
O Dr. P. A. Lobo Moscoso, d cun-
das da
PASTILIIAS IIF SIH UJ:
VECETAES CONTRA AS LOMBIIK.AS.
Approvadaa pela junta central dobvgiene oibli
ea, e preparadas por J. Al. Soulli, pharmacculiro.
mcnihro ulular da academia imperial de medicina e
da sociedade de pharmacla do Rio de Janeiro.
O iiiiirn deposilo verdadeiro denlas pa-lilhas be es-
la helecidn pelo mesmo aulor. na liollca do Sr. Jos
da Bocha Paranhos, rua Direila. n. 88, em l'cr-
nambuco.
Desde muilo temioaarlc medir eslava procu-
ra ilo um me.licameulo que fosse farilincnte admi-
nistrado as rriancas sujeilas s molestias vermino-
sas, molestias terriveis que condozem lodos os dias
ao tmulo um grande numero dcllas.
O uoslo c cheiro dos aullielminlicos empichados
au-hnje eram oulros lautos obstarolos sua admi-
iii~li,ie,i.i; por isso cromos ler prestado um grande
sen ico humauidade, c principalmente aos pas de
familia, annunciando-lhes um vermifugo, debaixo
da forma de paslilhas, sem cheiro e sem sabor, qoe
l'i'ssne .i .ne.io ,i m.o- eheuiM rouio aiillielmiulico
vermicida eonlra as lombrigas intestinas. ( Lombri-
gas, oivuras, ole, ele.)
A composico daspastllhas liopiiramenle vegetal.
Quando em I8I. llzcinos a (al preparado, eslivc-
moslo corto da sua ac^ao vermici.la que mi hesi-
tamos um inslanle em ciperimenla-la em uossos
proprios hllio- antes do a fazer conbeccr : o elfeilo
foi esiantoso, e loco que os Ilustres professores do
Itio de Janeiro c das mais provincias do micrio a
conhereraiii, nao duvidaram emprega-las em todas
as molestias verminosas.
O cffeilo di-slns paslilhas be lao cello que nao po-
de liaver a menor duvida sobre a sua efllcacia, como
consta .las ..pinino- de muilos illuslres medicus que
abaixo Iransrrcvemos. Comliido como as crian-
ras esliiu sujeilas a outras molestias, riijos sym!-
lomas soquasi os inesinnsilasinolestiasxerminnsas,
acoiiselhauos, nos casos graves, .le consultar um
lioinem da arle anles de administrar as ditas pasli-
lhas; nao que ellas possom produzir algum limo el-
feilo, Kirque iiasiui romposirao nada enlra de no-
civo; mais porque pensamos mis que naquelles casos
i.Iinii '
', sl'OI-
conce-
C.iin-
Sul,
senh
rula
pri- $

SSAPOIl
DE RESIDENCIA'
Claiidiuo do Reg Lima, lira panaporiei pira
ileulio, .- fora do imperio, drapillll o-cravos, e
lo.i lililes .le rcsiilcuri.i para eslrai.)(eiros : na
rua da Praia, priineiro andar, u. i.'t.
Precisa-so de umu ama de leile: a Iralar na
ru Nova n. 58, loja de modas frauce/as.
v sullas gratis aos pobres, lodo:
) 8 as 12 horas da maullan. $
Pralica qualquer operaban de cirur-
, gia, ou de partos. fo
~! Ileiebo Bsrravoidoonles para iralar do ^
9) suas cnfermiilades, ou fazer qualquer *_*
v! operagao, [ior prepo commodo. y
AITENCAO, INICO DEPOSITO NESTA
CIHAIIE.
Paulo Cniuuoii, denlisla receben amia dent-
frico do llr. Pierre, esla amia conheciila como a ine-
lhor que lem npparerido, ( e lem inultos elogiosS
sen aulor, lema iruprinladc de o.msorviir a luirra
clieiro-a e presi-rvar das llores de denles: lira o
e.n-1. lesauradavel que d clu ueral o charuto, al-
yunia- nlas ilesla li um i-omi d'auua silo salllcieu-
li-i; tamlH'in m- achira p dentilrice exrellenle para
a ronservar.i.i dos denles : na rua lai-ga do Rosario
n. S6, -euun.lo andar.
Joaquim de Almeida Piulo, natural dcsla ci-
liado, pliaiinarctiliro appr.oa.lo n'las academias de
Paria .- labia, siculifica au respeilavel publico, e
em particular a seus aiuimis, que desde o n-iiiH-iro
do rorrenie me/, se acha de hisso da bem acredita-
da botica da antioa rua do (Juarleis dcsla enl.nl-.
por comii*a 'que della fiz ao Sr. Jos Alaria Cou-
valves Ramos ; irolcsla pois servir coin pericia,
zelo e aclividode, a lodos aquclles que si' dignaren
procurar o seu noxo eslabelcciinenlo.
O iiharmaceulico Manuel l'cixolo da Silva A
Camiiaiihia previne ao respeilavel puhlico desta
cidade, e aos senhorr-s de engenhos e fazendeiros,
Iueas pillas para lionas c cravoa seceos, aiiiiunein-
as na rua .lo ttauuel n.ti, ala ala as ver.ladiras,
preparadas pewBnado pharmareUUca SebasHeo Jo-
s de Oliveira Macedo, por isso que as nicas que ha
de sua prepararan -o existen na botica da rua do
t'.olle-ni n. Is. como prnvaiii as ass&ualuras ,1o li
nado, que acoini,iiih.'io as lilulas as direcc.'H:s de
-en uso,
ORfece-N una ama .ata casa de poucu fa-
milia, smenle rara o servic.. decaa, aquat du co-
iiheciiiieulo de sua conduela : na rua do Hanuel
ii. 31.
gravea au deve adminislrar-sc remedio alaiim em
quanlo a moleslia nao be pcrfcilamcnle diaunos-
licada.
A dose das paslilhas he a sesuinlc:
Duas a seis laslilhas ein jejuiii, para ascriaoea- .le
i a li anuos, nuimicnlando a dose -i .iln. il.....ule w-
auiuloa idade. De 10 a 19 paslllnas para os adul-
I."-, o 15.1 (I para as >ess.iasde 30 anuos tara rima.
Hepele-se a me.na dse 3 dias a lio, e no quarlo
dia pdo-se dar um purgante de iHo de ricino.
\. II. Piiile-scau^menlar a diisedas paslilhassom
recelo de produiir irrilaeao algnma nas vlssdigot.
lii.is ; e se ak'ilmas vezesnao ha lumhrillas expulsas,
pode-SO calar Parla que lodo e qualquer svnqiloiiia
de moleslia verminosa lem ilosipparoi i.io. So
uuem-se in allcslados dcditlrcules mediros que lem
sido publicados ne-le Diario.
(,-_j^.r-,;i'M'lti*'mVWV.CIiW> ?l^t**tt*'*JnJ
Q Alugam-se c vanden-ae biel
m d Imli-lien.leiicio n. 1(1, coufii,
nmmmMmMmwmMmii
Iiisisa-se ile una oiesira para ensillar in-
11.....a-lebas a meninas, em um engenho dislanlo
da praca 8 leguas, prcferinilo-se que saiba locar
piano: a ijiieiii convier, niinunrie iara se irnrii-
rar.
Avisa-se aos seuhores acadmicos de virem ua
ruado Crespo n. II, luja de livn~ do baralelro An-
lonio Dominu'iies Ferreira a com.rar osseuiiinles l-
vros : I i-sol, pliilosophia ; tratado de direilo penal,
por ll.ii i ; por Itouron, Codiuo do Couunerriii; por
I Daniel.....Curso de Philnsnphia ; Insiilniroesdc Di-
reilo Civil Lusitano tanto publico cuno particular,
por Pascoal Jos de Alello Iradu/i.lo em porluuucz,
por Francisco Josc'- Freir ; Inslilniccs de Direito
Civil Lusitano, porPascoal Jos de Alello, Irailii/ido
por Alanoel Concia Lima (.luerhade, Manual de po-
liiica ; Historia do Brasil, peM autor de diversas
obras ; Direito Publico, por Francisco Ferreira Li-
ma ; Direilo Criminal, por Cotilo ; Consliltiic.u. Po-
ltica do imperio du Brasil ; Trillado da Pena de
Alorle; Pardessua ; Bigeato Brasileico o Apndice;
Diueslo l'orluciie/ ; Direilo Criminal ; Proceam (a i-
niinal ; lloiiliiua de Accies ; Comnienlario da Cola
Constitucional i Diccionario loilnuiieze lalino; Dic-
cionario italiano e fianrez, franco/, e llalli.....; Dic-
cionario de Horaea ultima edierifo ; Direilo Mercan-
til; Biiilaniaqiie: curdas de lri.a.la Italia, apitilaulas
e proCUracOes selladas.
OfTerece-so um rapaz com idade de 10 an-
uos, o qual sabe ler uescrever e contar f,erfi!lamen-
lo, para coixeirode olguma loja quem o preten-
der dirija-so a ivpojjraphia Impari-inl.
I.VKW HS.. E COMER.
"vjjl rua rua eslreila do Rosario n. 13. loja, precl-
sa-selrliiuar um .rolo parao servii;o de smelo, ia
..,,.. IjMJjOOrs.....la-.e o-usl.....o.
Alt.vNM TA, B DOCKS BORDADOS.
0 donada tSP da rua estrella do Rosario, u. 13
ao publico .fH.' rerebeii icio ultimo va|uu'ib
ni rico sortlnienw.de doces bordados para pre
da quaresma, e lamhcn h .la.hinlnis de ara-
i -2,800rs, a lata.
Dcaappareccu no dia 2 de fexerCiro iiroxiiiii
passado. o cabra l.ui/, bailo, socio, cara engira-ida
barba ja pintando, lera 10 a 13 anuos, muilo refis-
la: quem o pegar podeleva-lo a seu aonbor Francis-
co Pinlieiio de Araojo, uoluuar da Ciiarila. junto a
povoacao de llahnianna. ou no Recire na rua do
(ineini.i.le n.-10. quesera bem recompensa.lo do seu
Irabalbo.
Precisa-sc aliiL'ar um moleque. qucenlenila de
cozinha, sendo nira servir a mu boinein sollciro : na
rua do Trapiche Novo. u. I(i.
Furlaran no dia ->X de fevcreirn, de um silio da
Roa Vlagcm, mis cavalh. rodado peqoeno, milito no-
vo, as i-linas curlasea cauda aparada rom lezoma :
quem ilelleder noticia, ser bem recompensado, na
naca da lllde|iclidolicia ll. '2.
Jof Joaquim Lopes de Almeida e sua senlio-
ra, retiram-sc .ara a Europa, levando em sua com-
p.mili.i umu tilua de menor idade, e a senhnra I>.
ALiriada Eiicarnaro Ferreira.
Prerisa-se de um raixeiro para venda, hrasi-
leiro, ou mtrangeira : em Fora de Portas no palea
do filar..ii. II,
lenlo Joaquim de Carvalho lem nina caria ,
viuda da liba de S. Miuuel : na rua das Cruzcs ,
n. til.
Almta-M por 111-000 rs. ir mez, mu .rolo
e-crav.....xrellenlc coziiiheiro, muilo lid, homilde,
cuidadoso, seinxicios nein padecimenlo aliiuiu : na
rua do Queimado, n. Ili, seuundo andar.
lu homem sollciro. de 18 anuos de idade ,
perito entendedor de borlas c penares, pda e en-
seria, ludo con icrfeicao, couslruu e he jardiueiro
hahil .ara qualquer serv ro une se ollerei-a, e por se
adiar desempiegado se oflerece para ilgumenge-
oh.....o -ilio; o qual )de ser procurado na rua do
Pires, ..isa n. 7.
Ollerece-o nina criolita de Ima conducta, para
ama de casi de ..nica humlia, ou de homem sollci-
ro : quem de seu presumo so quizer ulilisar. dirja-
se a rua deS. li.uu Jess das Criolitas, n. 29.
Ficen transferida para boje, depois da audi-
encia do Sr. Dr. juiz municipal da 2.'* vara cixel,
i i'. .i,.i aiiuuiiciada ueste Diaria u. 17 de 2t do
passado, da casa terrea na na Direila dos Afosados;
por nao ler havi.lo quem sobre a mama lancassi'.
Rosa-sc a um Sr. (uarda da alfaiidega, a sa-
lisfaco do ccrla quanlia no prazo de tres dias, lui-
dos quaes nao paifaiido'dcelara-se o noine e a pessoa.
Ruua-sc a pessoa, qucpnr cuganolcxou nodia
I de marco, um guarda sol cik de car furia cores,
com o cabo prelo, e urna rosa branca no caslao, ba-
ja leo mandar eulreuar na rua Direila, n. 3.
O ha.liaiel l.ui/ Flllppe da Souza Leio, M-
labeleceu banca de advogado : na rua Nova, sobra-
do ii. 33.
Alraz.lamaliizdaBoa-Aislan.lt. precisa-
se alujar duas prclaa vendedoras.
O artista dramtico, Jos Mximo dcAlmeida
i .alo al. relira-sc para o Maranho.
I'recisn-seum caiveiro, de Ida \2 anuos, prc-
fartaao ai dos ollimosrbesadus : no beccoda Lenha,
venda que vira iara o forte das Cinco Pimas.
I'ei.'......i -e.i .|iii'i,i competir responder, qual
o innlivoporqucol. s balalbao de artilbaria iqi,
falln com a coiilincnria devi da, a abertura da
asseiuhla.
Ogerece-se um homem com as liabililai;oes ne-
easariaa para administrador de engenho, adrando
om 6 escravos do enxa.la, e todos bous:'a Talar
na roa dasCrozos u. til.
Precisa-sc de una ama, smenle para se cm-
preuur lio serv ii;o de costura cha e eiiKOlnmado liso,
na casa de muilo pouca familia: aa rua do Pa-
dre Fhvriaiiuo, n. 5.
Joaquim Pinheiro Jacomo nuidou o seu
scriptorio para a travessa da Madre de Dos, n.
10, primeiro andar.
O Dr. Joaquim Villela de Castro Taxarcs, ad-
xoi^a no paleo do Paraizo, u.'JC,
LOTEItlA DES. PEDRO MRTIR.
As rodas dcsla lotoria, audoiinproterivehnonlo
no dia 10 do morco prximo uluru, no ronsistn-
rio da malriz da B.'.i-Visui. Oreslo dos buhles
asta venda nos lugares ja annuneiados, o cm
Ollnda ein caa do Rvm.'vigariu.
Frriieii.o l I ni,i i ii.iinliiir-iic/. relira-sc w-
ra fra do Imperio.
Precisa-se de una ama par rasa de |iouca fa-
milia : na rua da Cruz do Ilccife, n. (,t.
COMPRAS.
Compram-sc escravos, e |.,ii!ani-c bem ava-
dando : ua rua A'elba u. 53.
Compra-se una arle latina, pelo Dr. Moura :
quem a liver c quizer vender, annuucie para ser
priH-uiada, anda mesmo sendo usada.
Na rua da Senzala Vellia, defronle do Sr.
M,o lin-, pintor, romiro-so todas as qualidades de
ferros vellu* e metaes, assim auno ourelos de pan-
nos finos e rasemiras, e mulambos de lodas as qua-
lidades que servlreni para fazer papel ; assim como
cabos venios, lonas, ele.
Compra-se lano cm wrecies pequeas, como
'.Minies. |,i,tij,.,s quo serxiram de grasa maleza : no
ni i ei i ii andar da cata n. I l'J da rua da Senzala*
A'elba, junto a rocheirado Sr. Lobato; pasa-se por
pre^o ii./ii,im'I.
Compram-se escravos, c vendem-se, receliem-
sc de rnnimissa, tanto tara a provincia como para
fra della-, na roa dos Quarteis n. 21, secundo an-
dar.
Compra-se 5,000 alqueirn. de cal prela. para
a obra do Hospital Pedro ll, quem liver e quizer
vender, remella a sua proposta cm caria fechada a
adiiuiii-ii ,.c."io de raridade.
Compra-se um cavado novo, grande, manso,
sem achaque, ni.ni u menor deleito, e que ande bem
Iwixo, paga-so liem : quem o liver e quizer dwpor,
leve-o a Augusto Firher na coebeira ao p do lliea-
Irn v'clho, que elle ajustar.
O correlor Mauveruay compra accoesdaCom-
laidiia de Beblribe.
VENDAS
. em
mo-
hu m
e coiiilrmvao milito sii|rtio-
Vondni-so superiores bichas do llambur-
go, das ultiman chegadas, c livros paulados em
blico, do lodos os i.iin.inlin- : no armazem do
.fin Tavares Cordeiro o Joaquim Pinheiro, na
travessa da Madre de Dos, n. 9.
Vende-se om guarda livros, moderno eembom
uso, por 1j(l0 rs. : ua rua eslreila do Rosario, loja
ii. 2.
No cscriplnrio de Domingos Alvos Mallieus ,
na rua da Cruz, n. .Vi, primeiro andar, ha para ven-
der, viudo na uniera Linda de Liverpool, salitre ,
zarcao, sal de Epsen, ledra hume, roxo tena, eges-
so BIOSSO.
No cseriplorio de Dominaos Alvo Mallieus.
na rua da Cruz, n. .",->, primeiro andar, lem para
vender n. ni le -n|iei no Jacaranda em praualics: para
ver un armazem do Dantas, na rua da Praia, e pa-
ra tratar comoannunriaule-
No alerro da Boa-Vista ir5j,
ha iara vender um Ibilbury com
eiilierla pnsl.i, novo 0 de linln l'ii-Im.
Vende-se inilho cm suecas muilo uovo: na rua
lama do Kosario u. 3!l,xcnda ; e no liecco do Azcile
le Peixe, armazem de Joaquim Filippe da Cosan
Joiio Alarlins de BurriH.n. 37.
Vende-se nianteiua inaleza |Mir 380 a libra, e
Iraacen pelo usno proco; azeiic doce a unida
por IJ800, e narrara WO, viuho de Lislnia a caada
por 99000, c |>orrafa 280, e lodos os mais ucneros por
barato irero, assim como cha bom: na rua laraa do
Rosario defronle da reja, venda n. 39, lado do
sul.
Ven,de-so um eseraxo moro e robusto, ptimo
canoeiro remador, e proprio para linio n servico :
mi rua do Kaniiel n. 59, seaundo andar.
Veode-se um moleque, crioulo, do I (1 anuos,
serve muilo Ihuii una casa, muilo bom rompradnre
iiio lem falla algmna : na rua do Collegio, u. 21
irimeiro andar, se dir quem vende.
Vende-se una neura, de ;M) anuos de idade.
de bonita liizura, sem vicios, nem achaques, veinb;
na na e faz oulros serviros de casa, vende-se por
pi i- i-.i.i : na rua da Cruz, n. 51, scauudo audur.
MOENDAS SlIPEKIORES.
\u fiiiidir.-io' de C. Slarr. 6 C.
Santo Amaro uchnxe para vendo
i'iiclas ilr calina, ludas .1.- Ierro, de
llllllll'll'
re,
MIADOS DE FERRO.
Na fundjcao' le l'.. Starr. A C. em
Santo Amaro acha-fC para vender na-
dos de ferro de superior ([iialidade.
TAICHAS DE FERRO.
Na liiinlir.i..' d'Ainoi'a em" Saiilo
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
na do lli'itni l.e;.i na entrada, e defron-
le do Arsenal de Maiinlia lia' tempre
um grande sortimentO de tnielias tanto
de fabrica nacional como Mtrangeira,
batidas, fundidas, grande*, pequeas,
razas, e fundas ; e em anillos os logares
i'sislem (|iiinditsles, |iara ('arrogar ca-
noas, ou carros livres de despe/n. Os
preC8* Sil" ol< mais commodos.
DEPOZtfQ DK CAL E POTASSA.
No armazem da rua Hecife n. >, lia milito s::H-'''ili'' v','!l1 ,,c
Lisboa em peora, assim como ""^
chegada ltimamente a pircos tun,..
ra/.oavi'is
W*'^VJit!iW^M*Wi
^DEPOSITO DE DdCES DE TODAS AS db
(.11 AI.IDADES, SECOS E DE CALDA, E ;.J
9 COMEITOSDOCES DE FOBA DO IM- #
Ht PEBIO.
3$ A'endem-se lano em mryao como a rea- 40
Jt} III", cm cainhas bem enfeiladas rara luimo, JSJ
e barrilinaoa de bous lamanhos, frascos do ft)
nfrilos, ditos com fruetas da Italia, latas 35
com selcia de uniaha c arac malte iciloral, A>
3 uarrafas com refrescos de tamarindos para o ib
is) raba-, Ik.IiiIios bem feilos para rh, de di-
versas qualidades, aSsim |cumo cha da melbor tb
qual ida. le. e mil i a- mais colisas que so a vista K>
do comprador: liu rua da Cru/ 11. -Jl. de- 9
Ironle ao chalarla, aV
#iSi)Si#affie*!ta*Svt!)
Vende-se um moleque crioulo. coin idade de 11
a \> sanos, de muilo bonita laura, sem vicio ucui
achaque, e com lequeno principio de coziuhciro, o
proprio vara ser applicado ao mesmo oflicio, 011 em
tro qualquer, cxeiodu malo ha pouco : na rua do
1 1 e i-' loja n. I(i, esquina das Cruzes.
Veoda-numi casa lenca, na rua Imperial, bem
couslruida, com bom quintal, cacimba e Hirtao, de-
fronle do chafariz n. 4o: a tallar ua mesma rua casa
11. 33,
Vende-se inilho em saca muilo novo: na rua
do llosario larga 11. 39, xenda ) o no beccodo Azci-
le .le Peixe. armazem de Joaquim Filippe da Costa e
Joo Mmu de Barros 11. 37.
Vende-so una pedia inarmora brinca, coin
8 palmus de comprido, que serrada'd para S pa-
res do consolos : quem a pretender dirija-ro a rua
da Praia n 55.
\ende-se um escravu bom cozinheiro : queui o
pretender ilirija-sc a ruadas Boias, 11.16, segundo
andar.
Vande-se fcijoii uiulalinlio, ein suecas, por ire-
i;o commodo : na rua de Saulo Amaro u. 8.
\'endem-se qiieljos deMinas muilo frseles,com
2 h i'iu Bill rs.: no Paleo do Carino n. I.
Na rdd das Cruzes 11. 22, xende-se nina mulata
de iOnnnos, muilo pos-saule,que cozinha, laxa e cose
..i.lui.i chao una prela da mesma idade cozinha,
lava e vende na rua ; e mu ptimo cscravo propria
p aa silio, por s-t Irahalhador de clisada o he muilo
possanle.
Iiiiuiine.u> Alvos Malheus, lem tara vendor 110
sea cseriplorio da rua da Cru* 11. ~r2, primeiro an-
dar, caluiiRas de barro viudos do l'orlo, o verdadea-
ros cha: utos de S. Kelix de diversas marcas : .lud
em i'in 1 1" e a piren- commodos.
Vende-se urna excellente easa, sitan b" da
da Boa-Visla, com 1)0 |ialmos de vi.....uas rajn es
salas, seis quartos, coziidu fora, quarloiioqiiin.il
iara ir.-los, sala a alcova forrada, ramle noinlal
com bstanles frulciras, polis, roineiras, pinlHiiras,
corae.io da India, goiabeiras brancas e encarnadas,
bananeii as de lodas as qualidades. um grande algre-
le rom bstanles flores: a tratar na rua do O-ueiiiia-
iln', l,,,,, ,|,. inlildezas 11. SI.
Vende-se mciu duzia de cadeiras, o tres llancas
par pro? cominodo : na rua da Cadeia de Saulo An-
teado n-' Di "*l0 aolliealru velliu.
_ Vende-se urna ncgiinliagil |iara tudo ; n so-
brado encostados grrjado Paraizo, da arle do l)uar-
lel.
Vende-se una escraxa criolita, sabe ro;inh,ir o
iirdinario de nina casa, engomma, e lava de sab&n,
vende se por proco roaannrao : quein a prelcnder di-
rlja-M a Saill Anua de dentro, a Pillar roni .. -.-u se-
nlior, dcl'ronlc du casa do Sr. Joao Venancio,
:v

\
MUTILADO


MoinboH de vento
, ., bomba* do repelo |rn regar hurlase Imivis
,l,. ,.i|,iin. na fundiciio ilc I). W. BoMiiian: na ru
.lo llruin us. ti. W o 10-
"XTftTA I"'
NA (.11 B VOLT A l'AKA A CADEIA
Vende-se panno lino prelo, a 2?NttO, :l,--'0o,
.VtwKi < UiKKm......vari. itite azul, a asww,
;t00. 000e 60000, ililo venia,' a 2W00,
M0BQ,corle*dacasemira prala mullo upe-
,.,,. .i .VtOOO, H8000, 'J.T0U0, I0SKK1 c I fe,
selim prelo de su|K-rior qualidadc. 3g0flO,
ilBOO, 181100, c 485110 o invado, lencos de
^J seda Inaiico*, a laOOO, cortes de ri-.i-.ulo li-
-i nliii, a 7II, cortes de candiraia de salpico* de
i-ores c bram-os, a IWiOO, c JiSHI. cliilas os-
curai de bonlles padroes, 59300 n peca,
corle* de cassa franceza, a 29500, e ItftAM),
u-slidos de buhados com bien do ullimiicos-
i, a figOOll, ciscados franceses mulla I.....Il
largos, a W o cavado, ganan BnareJIa
trancada, a lettM unirle, sarja prela hespa-
nliola, a 29500 ocovailo, c oulras luuila* fa-
zendas.pnr prerns coinmodos.
vende-se urna armaran e una h.-.i.inr.i grande
com iniiuM1 pesos, urna lialanca de baleno rom po-
sos, un torrador grande c un moinho de caf : un
rua dasTriurlieiras n. ft. aoude esl a fabrica de
choeolile hiiiinropaihieo, co mais a umiadodocoin-
prndor, r garanlc-se o chave da caa; ludo se vende
por ineiMM da melado de seu valor por o dono se re-
tirar iiuiilo breve, e avisa aos seu* devedores ilo lhe
ir pugar quanlo anles, do conlraro serao puMtcidoa
oh seu- nonios e chumado* a juta. Vende-se a col-
leccn inleira desto Diario de 1H"0 ; na iiiesiiinfasa.
A 5,000 n. pe^seao, 5,500 r. grandei.
Yendem-*>e cha|>eos de sol de seda inglcza de
superior qualidadc, pelos procos cima : na i ua
doCollegio n. 4.
NALOAN. (, DARLA DO CRESPO,
ha \s si;;li\tes faziindas ba-
ratas.
Vei.den.-se corles fie vestido de camhraia com ha
Itnilo, aGgNN) rs. ; dilos com barra, a.-isOHOrs. ; |>e-
;a de camhraia de salpico bramos, n .'IdlMlOc WMHI
na. ; corles de cassa clila, a 2pf(lO rs.; dilo com har-
a, a ?800 rs. : dilos di) cassa frauce/.a, a 'MrJtW
n. ; corles de chila com barra muilo larga que leiu
13 lsco\ailos, a t^UOO rs, ; pecas decidla escurase
rhirns, a figOOO rs. a \h>vh e 1 '.ti rs. o co\ado ; pocas
4le rassa deipiadrosa 3,00 rs. a pera e lSUri. a va-
ra : na rua do Crespo u. t.
Vendem-se os verdadeiros sclliusinulezcs, pa-
lenle. de mola c sem ella : na rua daScnza la .No-
va li. lV
Veude-se marniclada nova i'iu hcela- de I e
tlibras, carnudas com tic i libras de peras, dllaa
i-oiii J e t libra* de animas. cai\as com niassas li-
uaa de cslrcllinlin, ludo muilo superior: na ruada
ClUI (jo Kecife u. .(>. defionle doSr. Ur. GoaOM.
ESPERMACETE AMERICANO.
i\o arma/em da Iravessa da Madre de Dos n.
'JI. vende-se o verdadero espermacele americano,
eiu caiuade30a Xi Ubraa.
1.280 e l,O RUA IX) CRESPO N. l-
Superiores coIh'I-Ioi-^. de alyotl.lo, e-curo-..........
eiicoi'|>ados eurandes.proprios para aarravaa, pelo di-
miiiulo precode liHO e Ifilll rs.
OS SEMIORES OFFICIAES e<
DA l.l ARII4 WCIOVIL |
Pin Na |iro;a da Independencia n. 17, loj<* de Er
!yl sircueiro. vaodciB-M linos hotoes de I*. II, ^*
^ clao para di vitos a boneteado roabfiaoqaa ii;
Ja Id. aagadeJnu bordadas de bonito nialo pa-
..;,', ni os hombros, bandas com franjas de uuroc
t^J de relrnz, leliiis e c-padas ile mclal prin-
^j cipe : ludo por precocoinmodo.
MMIi) DE COLARES
le inuilo superior qualidade, eni barril de 7 em pi-
pa, em cas.) ile Anunslo C, de Ahreu, na rua cUCa-
dcia do llerife u. is.
SACCAS COM FARELLOS A .",000 n.
No arinazem u. I. do (!aes da Alfaudesa.
PAZENDAS PROPRIAS PARAQUA-
RE6HA
Selhn pelo de Macan muilo superior, a :iBll e
39(00r. im.iv.i.Io; sarja prala lie-panlmla da pr(-
iDeira qnalidada, aSyUOOra-uoovaUa : casimira pra-
la muilo lina elstica, a 3)1000 eSdOOn. eovado :
panno Bita prele a :i?(hi e -iki i-., o corada, dilo
mu a :lV)ll e 3.VHI i-, o invado ; prlnceu prela
.....lio Un, a800 la(MM> i-. alpaca prela lina a
800 e IgOOOrs. i, eovado; corle de briin de puro li-
oliii ,i l|M0e :nki n.; aania aiuarella Inlramada
mullo enroi|iada. a 400 ra. o eovado; riaado de
liiilm. a 1811 rs, ocovado ; e miiilas mais faseilda
iKir |ireco roiunioilo : ua rua do Crea)...... (I.
DEPOSITO DE CALE PTA9SA.
Na rua daradeia do RaeiteD. 50, vendem liulia
i\ Ainoriui liarris com i arrobas de ral em pedia,
i ecealaiMula ebegada de Lraboa, e polaaia de boa
|ualidade.
,v^lCA0.ii.f7:////(
liAVmWM.UAMUOWMAN.
'Iiini-la e fuiulidm de ferro, mu
enneidieiru imi
respeilaumenlc
peilosjunchK
le eu!.'('iihos.
fazenderos. e aoff^pcilvff publico, qafeotea Bla-
helecimenli' de ferro movido por machina do vappr,
ua na do llriiui passando ochafrii, contina em
cffeciivo eureirio, ese aeha complelamenlc nwntado
com appardnaa frila confoci-ao daa puioraa pecas de luacliiiiiiimo.
ilahililadopara emprehender quaespu-r brasela
sua arle, David Williain Bowman. deseja malspar-
licularmenle chamar a alienlo publica para as se-
suiules, |Kir ler dolas erando wirlimenlo ja' pmnifi
lo, em deposilo na inesma fundcao, as quaes eoiis-
Iruidasem sua fabrica |x>deni coin|etir rom as fabri-
cadasem pai/ e-lraimeiro, laido em proco como era
qualidadc de malcras priman e maO de obra, a
ahor:
Machinas de vapor da niellior coiislrucno. .
Moondas de carina para enpenhifs de lodos os la,-
mauhos, movidas a vapor por auua, ouaniuiaes.
ItiKlasde aiun, inoinlutsdevenloeserras.
Manejos inde|>endcu(es para cavallos.
limlas dentadas.
Auuilhoes, hron/os e chumaceiras.
r..n iIMmc-s c parafusos de lodos os lmannos.
Taitas, paros, crivos o bocas do fornalha.
Mniuhos de mandioca, movidos a ma oo por ani-
maos, o prensas para a dita,
r.bapas do foiao e fon ios ile fatinha.
Canos de ferro, lurueiras de ferro e de hronze.
Itoinhas para cacimba e de repino, movidas a
runo, por animaos nu vento.
Iiuindasles, iiinclioso macacos.
Prensas bvdraulicas o de parafuso.
I;erraueuspaia navios, ra rose obras publicas.
Columnas, yarauda". mades o porloes.
I'ronsas'de copiar carias o sellar.
Camas, carros de maoearadosdo ferro, etc., ole.
Alm da suporioiitlade das snas ulnas, ji' ucral-
menlerecoulieciila, David William Bowman izarante
a mais otada confnrmidade com oa niddes o deso-
dlos remollid(s pelo-, rubores que se dignaren) de
la/or-llie eiiroininciiilas. aprovoilando aocca->ia pa-
ra auradecer aos sous iiuineroso amiitos 0 fro^uc/e-
a profvrem-ia coui que loui sido por ellos honrailn,
c assouura-llios que nao Hiupara cafnos o diligen-
cias para conlininu- ;i merecer a sua coidianra.
k. MOEMMS PATENTES DE A. E E. tjf
^> lE MOHNAV. Zk
. 9 Em casa de Rol he A. Bidoulac ,. rua do W
(fo Trapiche n. \'2 acbain-si* coiislanlemoii- #
* lo a venda MACHINAS INTEIKAS E *L
C1 MEIAS MACHINAS de varios lamanhoa 0
K dala coiisiiuiija. EstasMOENUifilem jj
yJ a vanlaaem de exlrabir das ranQJB, por ^
A oimadel.'i POR CENTO inaisraldo do que [ff
idiiiii ia
Cu
re
com a inesma forca molri/.
Acham-se lamhein na nic-nia casi IAI-
i
SAMIS.
XAS hl. I-Kllllll de uimlellnsuperior.
Ti' ARADOS Timos l>i: FERRO da acre
.lilaila fabrica de RANSO.M K MAY. 8
(4***i^^ ^ *% *V *V v******^'
Vende-se a casa lenca n. lli, da rua AllgOS-
la : a Iralnr na rua das Trini lionas, n. 18.
Vattda-aa a dinlieiro, ou a praio, ou periDiila-
M' |>or propriedade nesla praca. mu mide sitio
dalla dislanle inri,i lolua, em casa ile-nluado. Ca-
cimba, friiicir.i-, baia para eapin, epro|.....ota
I para suslenlar anniiaiinenle de -' a :ill \accas ,le
Icile : a Iralar uoaleiio da lloa Vala, n. I, lercei-
ro andar.
Geno.
Vcndc-so uessoeniliarricas, ebeflado ullimainne-
le : eiu casa .1. Keller 0^ laiuipauliia, na rua il.i
Gru n. ">.">.
Vendem-se billiele- e meins liillicte- e quar-
loada ileiiniit-oiiava lotera daOrilum Terceirade
S. Francisco da Babia : na praca da Independen-
cia luja de calcada de Porto a Goropanbia, o na
roa da Cadoio do Recite, luja de miudezat do Jo-
s Fortunatodo> banlos l'mio, o logo i|"' chegue
a lisia sao pagos nas mesillas lojas .qualquor
preini
llilllOles
Meios.
Quartos
LOTERA DE
1,-100
i, '00
1.200
S. PKDRO
OLINDA
Aos 12:000,000, 6:000,000
e 1:500,000 de a
.Na piara da Independencia n>K^ '
.lirado do Ataulcs. n. :I7 e ty ."lija
Potto ,\ tauupauliia
MAItiVI! DJ-
1,1100,
. 15, loja de mlndeaa
C--II-SI' liilheles
celllo
EX
i de
SALSA l'AKKILIIA.
Vii-eulo Jote de Hrilo, OBJCOagepU em Pernain-
huco de B. J. I). Sands, cliimir-,, amoricano.fa/ pu-
blico (po (em oliei:adit a* osla praca urna grande
porcodefraacna *m aialsa parrifha de Sands, que
-,io \cr.i-* .imonle falsilicados, o preparados no
.aiieiro, polo (pese tleveui acaulelar os con-
.Miinlores ile lio praaOJn Talismn, de cabir uosle
enuam. loioando as fnueslas coiise(pieuci;i~ que
soinpre costiimain Irazer 01 niedicanieulirs ralsilita-
dose elaborados |K'la mio daipiollos, (pie aulepoem
-fus Ulereases aos uto costrosos da Iwoianidade,
Portan I o pede para que o publico se possa livrar
desla fraudo e disliniua a venladeia salsa parri-
Iha de Sands ila falsificada o rcreuteinenlo aqu che-
cada; o ammncianle faz ver (pie a verdadeiraso
vende uuiraim'iile em BUS Indica na rua da Coucei-
nSo dO Kecife u. lil ; o. alm do rereihiario ptue
aniiniianha raila frflMO, lem em baiwi da |iriin<-ir;i
piuina seu nome Impresso, e se chira sua firma
ora manuscriploMibre o invollmio ImpTcaao domes-
ino frasco.
HOMEOPATHIGA
iil BA DAS CRUaSES W*.
f)ii i'/nln fot um phariiiaceniim mproeado
Esle eslahelecimenlo possue lodosos me-
dicimniliis |bj agora ei|WI nuentailos, lano
na Eniojia como no Brasil, v proparatlus \u-
las nnii'hiiiasda inveucad do lr. Mure.
Carleiras do i InUrsal l), por procos va-
riaveis, conforme a qualulade das i.hv.i-.
quantidade dos rvmedios e suas dvnaiiii-
*ac/ies.
lina carleira com os i principaes remedi-
oshomopalicosell obrasdifferenles, indis-
aeeaatvelt para os priodpiatttee quese qui-
nrem conveneer da voniado da nova medi-
cina conleiido alm ile muilos consolhoscli-
nicos. ;) paiboueiKsia de iH incilieamcubw
I"*.................iSOUO
Tubos ovalaos | cada um .....I9000
Tiuliirasde liKlososinedicatm nlos em fras-
roMle ', onca............KMI
aviam-se <;katittamente
para os pobres, lodos ;e. recodas que para ali
*X mandar qualquer professor.
i9i Na inearoa botiea ewonliane-ba sempre I
M um Brande 'ortimenlo de livros rm porlu-
ffnete rrancoCt? emflm ludoquanlohe ne-
reaaai laara o ealodo e praea da honu-opa-
Ihia.
N. B. Belt>rmani-Si.'k"raluilaioonli'Indas ;is
rartettas vendidas oo eslatM'locimenhidoru-
; jos remedios, pela humillado OO por qual-
quiT entra raosa, liveremVdo detrioradoa.
l7e.J>,T.:_
na *riia da Cadeia (lo Becjlc
de Jos Fortunato dos San
los Corlo, voudi'^!i-so hillieies, nietos e cautelas d,
mesma IoIo'-mI. (jucha de correr no da III do man <
lo i'or.rruli' anuo. Os ipiatro |iiiuu>iros iiremio*
|D* ande lAo |i.il:'is -oiii o descont deoilo por
do imposlo i*eral.
Ililholos.......I3>000. .
Meios........ 69500.
Quartos.......3**100. .
QttiDtoa....... 39700. .
Decimos....... IdjOO. .
Vfgealiuos..... >7(mi. ,
LENCOS DE CAMHliAIA
No alorro da Boa \ isla, luja
vondein-se ricos lein;os de camhrai
cora hico p inmm i>., ealo-M .nah
. IlMKMMWO
. I.IHMI-IMHI
. 3:0009000
. l': . l^alioOO
. I.IM-iMI
A I96OO BS.
do rah.ado n. ,*iK,
ii lodos ahorlo, o
ando ; assim ro-
mo frascos com oleo de rosa, laranja, mil-Horc
vilete, b oulros cheiros para cabello a UD. 100 1
:m rs.
rui\ nimios.
\ euoVse cnepeos eove nlaadoa de boallari
(01111,1- q Imi i qualidade. -il.iu do ouro o de
prala. lajrfloe eatreilo, bctoealiaoadounidoA-
110, ludo por preco couiinodu : ua |iraca da
ludo|roudoucia 11. 17.
Calmonl t\ COra-
(.inlna. na praca do Corpo Santn. II. osouuiule
v jubo doMarseilleem caxas de .1 h ti duiiasi liiilias
em novellos e cairelis, bren era barrlcoj muilo
Brandes, ac de uiilafi abrUdo, ferro nalez.
SI PfijltES CIIAKL'TOS DE MAYAN A
11 inli 111 MiMlr1 plOijiyiiinii.....In na na da Crux n.
I. armazn, de J. H. vHfinslev.
NO atekho da m\ VISTA, N. 18, .
DEFBONTE IM) TltlBINAL DOCUMMEKCO
vondeiii-se as M-miinles fa/eudas prelas, jMir pre-
eoj oStilo bajtoe, pannos linos, casemiras, casinetas,
alpacas, sarjas do seda o de lila, priuce/as, cliilas ,
melins e cre|ios. o Os pretndeme! que n.io podo-
lem mi comprar, |HKleiu mandar husx-ar asamos-
ira-, que llir s-rao ri'inrlliilas, r iaualmeiilo o ulti-
mo l'lri ...
0 39 A.
I ruj eslreKn confronto ao Rosario, \onde os mais
puros varopes de ditfcroDiot ajoatos, (is na calnu
**nquoesl.......-. se loruaiuajMlecivcis, e solidare*
pela SUS i011qnM.ir.T0.
RAPE PAULO COKDKIKO.
Na ruadaCadeiado Hoiifo lojaji..VI, de Ciiiiha \
Amorim, vende-se boles o pjeiof Jilos de rap Taulo
Cordeiro.
GRANDE rABRICA DE CHAPEOS DE SOL,
RUA DO COX.LXGIO N. 4.
J. Lalque fa/ cenlo ao respcllavclpublico do
l'eruamhuco, o em particular ao- seus frefluozos,
que acaba do receher ile Paris, como do RJo do J,i-
noiro, da fabrica de Falque [rinaoe, um lindo o
Completo sorlinicuto ile efaapCOS ue -ni de scihi (> de
pannlnho, tanto para bomena como para seubora,
lendo paia na priroeiroa um oacolhldo sortluento de
cha|K>os de sol com caboa Intelrfeos os mais lindos,
que lem viudo em caricaturas ilm-rsa--, dilos de can-
11a, ate.; grande quantidade de sodas o panniulius
em poca |taracohnrarniai;essiTviilas, asijuc forem
de forro, cim-rnisain-so que iir.ini nnva-; baleias
largas, etreilaa e de aro para espartillioi e vealldos
de soiihitra-. henalas bonitas ; cohro-so o concer-
la-se I oda o qualquer qualidadc do chapeos de sol:
lodos osohjorlos ;i< iina mencionados vendem-se em
jwrcaA o a relalho |Mir monos prt-<;o que em oulra
qualuuor parlo.
aruadaCadeiadoKeciren.fi, primeiro an-
dar vende-so (abollas, palillos e laeos para lulhar. |ior
Meca muilo era coala; lodo novoem Iku i^iailo.
Ka roa do Trapicho n. M, primeiro andar
vende-se o sesiiinle : jiasla de lirio llorenlino. .
inrlhor artigo que se conbeee paro limjiar os tiru-
los, brauquece-os o melifica as BjeBfflvas, deixando
imm jBBato na horca eaajadavel rheTro: aejoade mol
para os cabello*, limpa a caspa, e da'-lbe marico
liislre; auoa dejioiolas, isle manico rosmeslico po-
ra Bacal sardas, miras, e emholosar o rusln ; assim
Ojomoa tintina imperial do Ur. firom, osla valio-
sa pre|>araca fa/ dos cabellos ruivos ou brancoo
roniplrlainenle pretoS o maclos, sem daino dos
meamos, ludo por preoaa emnmodos.
OCULOS.
Chceou a prac,a da Indcpendeiu-ia, luja 11. 18 e
20,11111 ricn -011 intento deoculos|>ara lodasas 1 laUH,
soja com vtdroa hraucos ou a/ues, mni gra'o 011 sem
tprt'o, comainianir- de oVro, do prala, de tarla-
raga, tic halei.i. 011 de a<;o, a vonlade do couqua-
dor.
\'ondoin-so lonas, brin/afi, hrins e moias lo-
nas da Kussia : no nrinazem de N. O. Bieher v\
Companhia, un rua da Cruz n. .
Deposito d falirirn de Todo o* SaiiIoi na Babia.
Voiiile-se, ein casa de N. O. Bieher A C na rua
d Gru n. 1. algoriao Iraucado (raquolln fabrica,
niuitoproprnparaaaccosdeaasucare mi'i1" de os-
cravos, por preco coniinodo.
Vende-so oxcollente Jacaranda da Babia em
pranchoes o loros ; iodo a |)or\ao ou duzia : 110
oscripiorio do Rostron Rooker & Companhia, na
[naca do Corpo Santo, esquina da rua do Trapi-
chen. 48.
Arnela de Edwa Maw
Na roa to Apollo n. (i, armaxcm de Me. Calmonl
t\ Conijianbia, acbn-se conslanlcmenlo bous surt
bienios do laixaa de ferr Coado e balido, tanto ra-
sa como fundas, moendas bietiras lodns de ferro tfa-
ra anim.11-, au'oa, ele, ditas para aunar em nladei-
1,1 de !">lns n- lamanliu- r nindeloso-in.ii- mnderiKK,
machina borisonlnl para vapor com furca dt
I cavallos, cocos, panadeiras de ferro ealanhado
ira Pisa do piiranr, por menol |ire^o que os de ro-
\ csm\ciis para navios, ferro iuglez lano em
barras como em arcse follias, cludojior barato
prefo,
Vendo-so caf de primeira sorlc: na rua do
Vinario n. 9.
Vendein-scraixasdAchifre para rap, a imita-
rlo das de tartaruga : nawua da Cadeia do Recife
luja n. IH.
Vende-se um bonilo nudeque, do 10 anuos
sem vicio,ou deleito : ua rua do(Jueimado, lujan
K. defronlc da bolira.
Vende-ae graia do Rio tirando, superior, |H>r
preco commodo : no armazem da rua da l'raia, dr
Jos da Silva Campos.
Vendc-se metade de urna casa terrea, sil na
roa do Sebo, 11. 9, livre e descnbaracada to qual-
qtierh>polbeea : a Ira lar na rua da Cadeia do Re-
rife, Da 15, loja dcChrislauo Bourgard, que dir
queso voude.
BOM E BARATO.
Na rua do Passeiotoja a.'., vendem-se lindas gra
valas de diflerenlcs padroes a i*2t) rs. cada urna ; en
duzia, a 1&00 rs. ; a ellas anles que se arahein.
Vendem-se amarras de ferro : ua rua dj Sen-
lall Nova n. r!.
I'ARA OS SENHOUESDE BRGBNBO
Vendein-sc formas de ferro jiara assurar, levando
at3 '. arrobas : na rua do Tra| y(0 A'ITENt. XO
^ NaruaNova n. til, vende-se um macho
<:r grande, Imnilo, manso, novo, edous rabriole-
Z (os, um novo, milito bom, chouado ullima-
i.f menle do I-ranea, oulro velho lambem de -.*
ifuas rodas, o um caiioamericano muilo pro- w
3$ |irio jiara as via^ous para o mallo, ludo jmr .':;
;.; coiiunodo proco. ft
Vontlein-so candelal-ro*, dequalroecincolu/es,
etiegados rccefltemeole |ela barca (ranceza na rua da Cruz, armazem 11. 20.
AVISO AOS SBS; ASSCCABEIIIOS.
Veode-ae Ib iuilcz jiara coser saceos, roconleineii-
le obogado, e de siqierior (jualidade : em casa de
Eduardo t\ Wvall, na-rua do Trajiiche NOVO n. IS.
Na rua do (Jueimado n. _'*. |>rimeiro andar,
rasa de Silva \ C., \eude-se |ior jtroco muilo em
ronla chapeos de seda prelo para liomem, e essencias
de lodas asqunlidados o de primeira surte.
Vende-so viudo 1I.1 Madoira de superior qua-
lidade 0111 quarlose oitaviwde pipa, DOf PreCO com-
nuhlo: no armazn) de N. O. Bieber ,\ Companhia
na rua da Cruz 11. i.
rl:iss:i :iiuri*i(-:iii;i.
Noantiuode|HM.ilitila Caileia Vellia n. IJ.'exisle
una pequea jion;ade polassa amerirana choL-ada
recenlemenle(|ue|ior superior riv alisa com a da RUS-
sia : vendo-so por preco rasoavol.
No alono da Boa-Vista, n. 12, vendoin-secba-
peof de BCda, enfeilailos de llores, a It-KMMI rs.
cada mu.
ATTENCAO
GRANDE ESTABELECIMENTO DEFAZEN-
DASPOH BAIXOS l'BECOS, RUA DO CRES-
PN. II.
1 ina jiorcao do cobertores da Baha, muilo pro-
prios jiara escravos a tilo, o mandos S0O rs.,
cada um* cliilas e riscadmlioa, faienda lina aoVMXio
rs., a jioca, e eovado a KiO rs., ditas miudrulias
corea de rosa o roas, .i(e**>oo rs., a jioca, eeovado
180 ra., 'Maencarnada ecr de torra,a 7^000 1-..
a peca, ocovado 'JIM) rs.. superior ganga amareila
i'uli.iiK.iila, muilo encorpada e com urna linda
cor.a300nM ocovado, urina de linho trancados
com li-lras o quadros a I -iiiKi rs., o corle, su|H'rior
aloalhadodo linho lodo adamascado com 8 palmos
de lamira, a I^HIO 1*. a vara, corles de cassa frau-
cezailernr, la/enda demnilo hom gOStO, a3|^00rs.,
0 1 orto, madapoloeslargse encorpadoa, a :i?oou rs.,
a jMra, diloa Anos 3foTOe3g800 e .^MNic l300 e
Sjwuuro..aarimcomo um completo lortunenlo, de
outras mullas fazendas. o (odas jior haivos jiroros,
que si' daio ai.....Ira-, deivando seus eom|ietenles
pouhores.
Vende-so um iMiulounlXclur ,"a eoelicira de
J0S0 ila Cunlia Beis. f
Venderse em c4aAio*Sonanieiin & Conrpanhia,
-^ ruada Cru?. n. ;is.
Aguaru^tlUo de Frailea de superior qualidadc.
Crittnpagoe verdadeiro, por proco commodo.
Gonserva deervilbaseoe sardiohas,
CAMISAS IKANCE/AS.
Sorlinienlo de camisa brancas ede cor. com |>e-
los do linho o oulros, de dillercnles preros, em
duzjas; na rua do Collcio u. 1.
# : -:lft.1i@K
$ SETIM E CIIAMALOTE PRETO. #
,; Vende-se setiin prelo , vestidos, ail93Me3g000rs. o eovado, chama- ..
** lote prelo bordado de lish a, a -^000, M00 c g
9 39OOO rs. o eovado, sarja de seda jirola lar^a J
V: bespanhola, pof piero commodo: ua hija do **;
;; sobrado amarello, nosquatro canteada rua do 3C
1 Quetmado 11.29.
;;':c^;:c::;;;:-;-;:;;. &$tm*n*mmmm
LOTERA DE S. PEDRO MARTVR DE OLINDA.
Aos I4000f000 e 6KM0V000 rb.
Na loja de miudezas da juaca da Indejieudeucia
11. t, vendoin-se hillieles inleiros, meios, quartos,
(juiulos. decimos c vigsimos desla loleria, que corre
imprelervclniente nodia iodo marco.
Bilhelcs.........1 -N. 1
MelOS.........li-NMHI
Ouarlos.........:lMtM)
Ouinlos.........29700
Deci.....s.........19300
Vigsimos......' ?7oo
- Ven.loiu-se BALANZAS DECIMAES, pro-
prias para armaiem ileassucar, para petar al ii
j : u,\ rua do Tiapiche 11. I.
O 39 A
da rua eslreila, eonlionle ao l^-aiio, avisa a seus
freuuezes, que i-onstanleuienle acharan em seu es-
tahelecimeiito latas di- holaehiuha de .Vrarula, a.....
menos que em nutra parle.*
o :9 .\,
da rua estrella, confronto ao Bosnio, deposito, ven-
deos mais lindos halaios jiiulados, arolalho. o mes-
1110 lomos : silo de l: em lornn-.e a 8V000 rs."
Remedio especial pan boubas e era vos
leocoSi eooinua a vender-se na botica da n*a do
II ,111--I ti. f i f, que fui do tinado Sobaltilo Jos do
Oliveira Macado.
Oleo espeeilico para curar a caspa o con-
servan! cabello, continua a vender se na bolica
da rua do Rangol n. 64, a (i 10 rs. cada vidro.
Vende ae um sillo .1 boira do rio, no flm da
propriedade de Saul'Anna da dentro, odiante da
ponte de Uclraa, defronte do sitio do Si. Gabriel,
com 1,600 palmoaao Innan do rio, e boa liana de
cajiim, que sondo convenienteinenle ajiroveilada,
luitenla mais de 90 cavallos; tan urna magestosa
casa com 70 palmos de fenle o M) de fundo, com
salas, gabinetes, akovasoquarlus, e conflnacoroa
estrada que lem de recebar a jmhiIc projectada jura
unir a estrada nova com a da ponte de L'clioa peta
paasagetnado Cordeiro. A prosiinldade do baaho,
a desancla O commoduS da casa, a ferlilado do ter-
reno, a saluhridadodo luuar, sao cirriimslancias de
grande mrito para ounu deaejar reunir o til ao
umailavcl: OS|>rcleiidonles jxnIoui onlendor-M' com
o corretor Miguel Caruciro, e para ver, com J0S0
Venancio Machado, na mesma propriedade, defrou-
le da venda ib* Sr. Nicolao.
Veiiilem-se accAos do banco de Pernanioiico:
no eacrlptoriodoManoeCJoaquIni It,......-oSilva.
abri^gBbP^a|^iaVt)^B|f^^^O^iC4^laC
^'-- ^ -""".--..-.-.. aaa^jfa^vB^ aa^,fpi^ aaar^ppij^^a^^apB^ .
Deposito de tecidos da fabrica ,
de todos os Santos, na Baha.
Venilc-se em rasa ilc Domingos Alvos Q
Mallieii, na rua da Cni/. do Bei'ifc n .'i2,
primoiro andar, algmlao lr-;iiisnil-i ,1.,.jij-II.i
4
-?
T
t
iikhi:iio ivdoii'umn.
IMOTO UOLLOWAY
Militares de individuos de todas as nacoes podem
lasiamaeliar aa viriudes deata remedio iucompara-
vel, e pmvar, em caso necessario, que j>elo uso que
delle llzeram, lem seu corpo e membros inleirainen-
Ic saos, depois de baver empregado Inulilmenle ou-
lros Iratamenlos. Cada jiessoa poder-se-ba conven-
cer dessas curas maravilhosas |iela leilura dos perio-
disjs, que Ibas relalam todos os das ha mullos an-
nos: c, a inaior jiarle dolas sao 13o sorprendeules
que admiram os mdicos mais celebres. Quanlas
pessoas reeubraram rom esto soberano remedio o
uso de seus bracos e pernas, depois de terem perma-
necido longo temjHi nos bosuilaes, onde deviam sof-
frtr a unpulaco! IV ellas lia mu i I as que havendo
deUado csses asvlos de jiadecimenlo, jiara se nao
suhmetlerem a essa operaco dolorosa, foram curadas
coui|ilelamenle, mediante o uso desse (irecioso reme-
dio. Almonas das lacs jiessoas, na eTiisao de seu re-
coiiheciiuenlo, declarain esles 'resudados beneheos
diaulo do lord correuedor, e oulros masislrados de
Londres alini de mais autbenticarem sua allirma-
liva.
NiiiL'iiom ilosesjH'raria do oslado de sua sadc se
livesse bastante conllam;a jwra ensaiar este reme-
dio conslaiilemeiitc, seuuindo ulgum Ieni|io o Irala-
mento que necessilasse a ifalureza do mal, cajo rc-
sullado seria jirovar iucoulestavelmenle, que ludo
cura!
O ungento lie \itil,ma* particularmente
n xeguitte* ca*o$ :
UMttM. jN, Qwknaaiu
I .um).,.-. FrtokM. Sarnn.
Callo*. ts*rw MtaUam s>
ClpCirii lnrh(iV*.
Caruainu. h.ri.mM,.,.;,., ,i.. n
19900
a5oo
2|S00
90000
ajtoo
51000
480O
29000
29000
c C* I'"'!
Tlnh. rm ,l.l.l.r
1..1I -M...
Ti.... .1.
DlMfl . 119 I.......
^ d. I..'..l.
d. 1.1111-
II f.ll. .1-
lll.'l-
.r.l..lm
fabrica, muilo proprio para sarcos o rou-
j>adeescrnvos, assim como lio proprio para
redes de pescar e pavioo para velas, por
pre^'o inuito commodo,
V.....Iimu-simTous jarros de porcelana coflo-
ros, imii.i mesa de escrevor, dous consoloscom jiedra
uarmore, urna mesa de meio de sala, ludo em be*
guuda ma, o por pceca commodo : quem as qulaer
comprar, dirija-se a rua da l'niao, primeira casa
lerrea do lado direito, passaadoa iKiniezinha.
Vondem-M! lcrizulhos de jiarreiras musca I el,
em oslado da se por na talada : na rua da Coaceico
da Boa-Vista n. jS.
Vonde-se.' por cnimiodo proco, os SOguinles
livrOS latinos: I diccionario .M.il-iuuii Lovinm. I
dito de Composacfio, ITitoUvfo, I obras avHora-
Solela e l eompendlo de [lUloaopbia |H>r /:/ : atrs da .Matriz da Boa Vista, u. 22.
O deposito coral dosle linimento he em casa do
Sr. J. Sonm, jdiarinaceulico eslabelecido ua rua da
Cruz do Becilen. 22, onde soacba sempre expoato i
venda, jm'Io preco do I.-*:hmi rs. rada Iniccla, a qual
conloin una tnatraccao em |iorhinuez, que exjilira o
modo de usar-aa delle o^r. Souaa he ouncoencar>
regado petofoletpara seu correspondente no iiu|>c-
rio do Brasil.
VA DEJSEI.UIZPEREIRA& II-
LII0, RUA NOVAN. 16.
Vendom-secliilns dcsalpicos iiiindinlios
de lre- fi\as, a 180 n. ; Jilascalioclas as
mais bonitas (roa loni npparecido, a 200
rs ; ditas roxas do coros (xas de bonitos
padroes, a 20 r?. ; dilas linas adamasca-
radas de lindas i-ores, I rs. ; ditas
pretas de salpi'os e lislras. a 200 rs. ; di-
las para cobortas de lindos e variados deso-
iiIn-, ;i 2i)ii r-. : mndapolocs, a 2,500,
2.K00, 3,100, 4,000 e 4,,'itlO rs. a pe-
ra ; as varas, a 150, 1X0, 200, 20, o
280 rs ; algodaozinlio, a IG0, 180 o
200 rs. ; algodQ mesclado. a 200 rs. ; di-
lo azul milito oncorpado, a 210 rs.; dilo
de lislras, a 200 rs ; dito cnlranrado, a
280 rs. ; castores deiiuadrinhos o de lis-
Iras, | 320 rs. ; dilo de pailrcs oscuros o
muilo eiirorpado. a 300 rs. ; brini branro
muilo lino, a 1,200 rs. ; ineia casemira
muilo lina. ..-i 500 rs. casemira prela mul-
to lina, a 3,5oV-r.-. .-ores decassas do pa-
droes novos, a 2,500 rs.; Minrala'av
oa, a 300 e 4i0 rs ; dita milito lina rom
vara de largura, a 800 e 1,000 rs. ; cas-
tas de quadros para babados, a 3G0 rs. ;
ditas de lislras a 320 rs ; bambuco mui-
lo lino, a -180 rs : platilba de ajgodo, a
200 rs.; princeza milito lina, a 1,000 rs.;
alpaca fina, a 1,200 rs. ; lila, a 400 rs ;
Irni'os de fiambran rendados, a 320 rs. ;
dilos de cbila imitando seda, a 280 rs.;
dilos para tabaco, a ItiO rs ; panno Ja
Costa, a 480 rs. ; moias para sonboras, a
280, 400 o 480 rs. ; o oulras mullas fa-
zendas que se vendero baratas para adqui-
rir Iraguezia.
H'sE,afttisittsat'i3ffttEBttM
WTII.IIIIUIK I SI I'KHIOIUIHIIK
SALSA PARRILHA DE BRISTOL
SOBRE A
s\i.v\i,\iiiiii.iiuii:s\mis.
ATTENCAO'.
A'salsa parrilha de Brlalol dala desde IK&elem
eMiisliinleii^nle maulido sua re|iulaeao. sem mvessi-
i lado de recorrer pompeaos aniiuneiostlequeas jiro-
paracoas de mrito podem dispensar-ae. o socceasn
lo >i. Ilrislol lem provocado iidinilas invejas, ha
entro oulias, a> ilosSrs. A. It. I. SamU, de ew-
Vmk, nreparadereae pronrielarioada salsa |>arrilh
conherida pelo uoine de Saiitls.
Batea senliurea aolicilaram em \x\ a auoncia d
salsa parrilka de llristol, e como nao o |K)dessem oh
le, fabricaran) urnairoilacao de Itrisioi.
Bis-aejui a carta que oasra. A. It. P. Banda escre-
verain ao l>r. Ilrislol, no da 90 de abril do IK1. o
que se acha em noam jHMior:
Sr. Dr. C. C. Iliislol.
Blalo, ele.
INosso apreciarel sonbor.
Km todo o anuo passado lemea vendida cuantida-
des coiisideraveis do evlraelo di* -,il-,i jiarrilha de
Vin. o |ielo que ouvimos di/er de suas viriudes a'-
qnellesquealem usjido.julatamosquoa venda da dila
medicina M auuuioulara' inuilissiino. Se \ ni. qui/or
fa/er um convonio coiiuiosco eremos (juo nos resulla-
ria 11 ni i i.i vanlauem, lano a ada como a Vm. Temos
muilo pra/.er (pie Vm. nos ros|mud;i sobre osle is-
suni|to, o so Vm. vior a esta cidadodiiqui a um me/,
ou colisa seinelhaiilo, loriamos miiiln praier em o ver
em uossa Imlica, ruado Kullon n. 79.
Kican a's ordens de Vm.son-, seguros servidores,
i Assiuuados! A. II. I. Sands.
CONCLUSAO".
Primeiro, A aniiuuilaileila salsa p.iM iiii.i do Bris-
lul lie i-laranii'llli'|iru\aila, |iuis que ella ilala ilesile
18.12, a que a iie Sands si appareoeu em IHi. poca
na qual esle droguisla nao piule uliler a agencia do
I Ir. Ilrislol.
Segundo, A superioridade da saki parrillia de
Ilrislol he iin-iinlesla\el, poisque nao nbslanlea rnu-
eiirrcni'i.i da ile Samls, e de nina |Hin;a de Oulras
prepanMaSi ella lem maulido a sua reputacM.....
(iiasi IikI.i a America.
As numerosas experiencias feitas cnmoiiso da sal-
sa parrilha em Imlas as eurermiilailes nriuinailas |.rI.i
impurasa doaangnei eo bemexiloonlido nesla eorle
pelo lllui. Sr. I >r. Siiiaud, presideiile da academia
n|iri i,il ile nieiliciiia. |H'lo Ilustrado Sr. Dr. Aulo-
in Jos Pcivilocm sua clnica, e em sii.i afamaila
Madeudena Oamboe, pelo lllm.Sr. Dr. Satur-
nino ile Olixpra, mcilico ilo crciln, o |...i varios
oulros mediros, penuillem hoje ile .....hui.n al-
lamenle as virtudes elllca/es da salsa parrilha ile
llrislul.
Visln acliar-se de novo aliorla a ImiIc.-i iln Sr. Jo-
s \I.iri;, (iunnihes Hhiiios, na anliia rua .In- l.lu.n-
leis, iiiiiilou-sc oulra \e/. |iara all o ilc|msi!o ila salsa
parrilhada Brlalol,
Na rua do Trapicho n. 3 vendem-se, por
preeo muilo commodo, os seguinles artiyos :
ACODEiMILAO.
PACOES, cabo decilitro o do pao, muilo bom
sorlimcnio.
I'ARNAIIIUAS
ESPINGARDAS do caca de diversas qualidades.
PISTOLAS.
GLAVINOTES.
Camas de ferbo envermsadas c
imiiios ou tros obji.-ctos proprios para loja de fer-
ragens.
Para (ochar canias vonde-so um grande
-"runenlo de copos ordinarios, risc.idos o lisos por
preco muilo em carita : i.a rus do Trapiche n. 3.
Vende-**, na rua Direila. n. It, niaiiteisn a
IIMI, 4H<) c ."ifiO rs., o qiicijos muito novos a iO0 rs.
'Vondenwe cles de ctseinira, |ielo diminuto
mero de :l,000rs. : na rua iloQueiiuado, n. 9.
AdSHAItATEIKOS.
Nao lia exagerarlo, >enham ver.|Nira crer, faien-
ilns as man barata, que se lem aiiniiiiriailn segu,n-
do as suas qualidades:
(Virlcs de rassa chila. hovoh padroos, a .
Dilos de dita dila, linos arrendados, a .
Dilos dcrainliraias de roces de 6 varas, a .
Ditos de cassa com seda, a 80000 ea .
Pecas .le cassas ile quadros c lislras, a ....
Dilas de chitas largas para coberta, a .
Corles de boas rasemiras de cor, a......
Casemiras pretas de ,nui boa* qualidade e
novas a..................
Merino de cordo prelo e verde, a......
Alpaca que lem quasi duas larguras da rom-
iiiuiii, a.................. 880
Dila de cores muilo encornada, a....., S80
Setiin prelo niaciu puramente do seda, a 39100
Chape*! franece Anos de formas moder-
nas, a ...................69800
c oulros mu i I.i- r.i/i.ma- brancas e de cores, lodas
luiralissimas : na rua do Queimado, loja n. 21, de
J.H.Cesar. >
CfiRA DE CARNAU'BA ESEBO REPINADO.
Vende-se m, armazem de I). R. Andradc S Com-
panhia, rua da Crin, ronrronlcaorharariz, n. 19.
Veude-se um dosengenhos, Telha ou Brilhan-
te, silos ua rreguezia de Scriiihaein, c legua e meia
ili-i.inir- do embarque, de muilo boa (irodurco,
inocules e rorrcules. e com exrcllciitc* maltas, sen-
do aquello d'auua, e o oulro de animaos : os pre-
irti.lriiirs dirij,un-sc ao engenho Telba, a fallar rom
0 respectivo proprialarlo.ea nesla ridade, a rua Di-
reila u. 91, primeiro andar.
^ Vende-se um sitio na cldade de lioiaiina, jun-
io a iureja dos Mari) ros, com 200 palmos de frente
eliOO de fondo; conlm 5 moradas do cosas,'2do
|H'dra e 3 de laipa, carimba d'agua de beber, 00 ps
de laianueims de diversas qualidades, 30 jaqueiras,
limeiras, jalHiliraliciros, auanazeiros, palmciras e
oonueiras! quem o pretender, dirija-se a ridade de
Oliuda, na rua .Nova, junio ao palacio do Sr. Hs|m,
OU em (iiiianna, na rua do Tanquidio, em casado
Sr. l-'elix de Oliveira.
Vendem-se candelabros |m de hronze, para
mesa fe-enles gosliM e jior muilo' baixo prc^o : na ruado
!.",.....i.i., n.71, Junio a bija de cera.
Vendein-sedczescrawis, sendo um lindi, mua-
lo proprio para pagen, um bom molerolc rozinlici-
ro, una crioula pn,|iria para mocamha que cose,
cngnmmac cozinha, duas negras quilamleiras e cin-
co dilas para servido de campo : na rua Velha
u. .Vi.
FIGURAS DE PORCELANA.
Vendelti-se liuuras de |m .i iI.hi.i de muilo bonitos
BJOSlOS, |ironHas para enfeilei de mesas e consoles,
queso vcnifem iclomoiliro precode jgUOUrs. o liar:
ua rua dos Qnarlefi n. 21, loja de miudezas de Cruz
& Basles.
A20RS.ACAIXA.
Vendem-se caiaa rom obrcias a 20 rs. a eaiva.bcm
Como de 10 rs.c (0 rs. : na rua dos Ou.uiei. n. 21,
loja de miiide/as de Cruz A Bastos.
ASVERDADEIHASI'ENNAS DE AyC<>.
Venden ao as verdadeiras pennas do a^> (Uro de
l.inr.i em carnudas e em carleiras. as quaeriem
provado o melhor |>ossi\el, e |H)r proco mais mdico
do que em oulra qualquer parle : iw rua uwQatrlail
n. 2i. loja ilciniidezas de Cruzo, Basles.
I'AI'EI. PALIADO.
Vcndc-sc muIm su|ierior pa|K'l de peso e paulado,
liein como sem serpaulado, |mii- |ireco mais commodo
do que em oulra qualquer parle : na rua dos (Juar-
leis u. 21, luja de miudezas de Cruz & Bastos.
ABOTI All 'RASPARA COI.l.ETES
Venilent-se abiiluaduras para rolletes de dispersa
qualidailcse gosliis : na rua dos (hi.nl
de miudezas de Cruz Bastos.
BOTOES PARA ENFEIT
\ endein-se holies prn|iriiis para
dosdeliHlas ii-. cores : na rua dos 0
de miudezas de Cruz Bastos.
RICAS CRAVATfAS
Vciiilem-se ricas grtalas .....Ju nula e sem mola,
prelas ede cores do mcibor uos'ui possivel, heui eamo
Iriirus para grvala, per modaleu preeo na rua dos
Quarlcis n. 21. luja de iiiiuiilezas de Cruz 0, Bastos.
PAI LO C(HDEIRO.
\euile-se o verdadeiro vii|h' Paulo t^irdeiro na-
jado dilo drtiasse sembro grosso, meiogrosso o lino,
\l. ... "u e Cantis, eu*niolcs e meios liles, anude os
1 frcmiczcs achar.ili oslas diversas qualidades de boas
piladas sempre fresquinbas : na rua dos Quarlcisu.
21, luja de iuiuilc/as de Cruz \ Bastos. .
PARA HAPt.
Yoiidcin-so snpsfiores caixas para rap, e de mui-
lo liiul,,-. minelos, lano de lariaruga como de inassa,
| por mdico preco : na rua dos Ojiarlcis n. 21, hija de
Cmi ,\ Itaslos.
MEIAS PINTADAS.
\ eudeni-se lucias piuladas para hnmens, meninos
e meninas, de su|H'ror qualidade e goslo, liem como
brancas para meninos, ineuiuas, seuhoras e houiens
por mdica prcc.o : na rua dosQuarleisn, 21, loja de
miiiilczas de Cruz ^ Baslos.
SI PERIOR IIAMIA.
Vende-io limito superior baiiha em hilas de 2 ti, c
|ioh> mdico prero de 3*4100 rs.; a ella anles que se
acabe : na rua dos Quarleis n. 21, loja de miudezas
de Cruz f Baslos.
I M REI.OCIO.
Vendc-se um relouio de sabonele iiateule suisso,
muilo barato e em perfeilo estado, liem como un
Iraucelim muilo Ihmii feilo e com una |M-dra de bri-
Ihanle no passador, que si1 vender lamliem por rs.
.VWSKI: na roa dos Quarleis n. 21.
UVAS DE TOHCAL, SEDA E PELLICA.
Vendem-se linas de lorcal para ineninas eseuho-
ras. liem como de seda decores |iara senhora e para
hoiueni.asselinadas.dilas de pellica lisas c eufeitadas,
para -enhnra e para liomeui: na roa dos Quarleis u.
21. luja de miudezas de Cruz ,\ Baslos.
BANDEJAS.
Vendcin-sc muilo lamilas bandejas ede lodos os
lmannos, por preco mais bal alo do que em oulra
qualquer parle : ua rua dos i.iu.n In- n. 21. loja de
miudezas de Cruz A, Baslos.
VViuIl'iii-si' reoslos de ouro o Ora-
ba, patente ingle/. nu na Nova n. 12.
INSTRUMENTOS DE MSICA.'
Linio paya ordiestra ionio para mu
tica tnilitar, vedcnaxe BjUiito emeonta,
i'n> cata de Brnnn Praeger iV C. ma
da Cruz, N. 10.
.VOS SI'.MIOHES DE EMiE.MIO.
O arcano la nvencao' do Dr. Eduar-
do Siolhr em Berln, empregado na co-
lonias nglezai e liollanaaat, com gran-
de Vuutngem para o iiicIIioi aiurnlii ilo
assncar, aclia-sc a venda, em latas di-II)
libras, junio com o mclliodo de empre-
ga-iO no idioma portugliez, em casa de
N. O. Bieber & (ximpaiiliia, na rua da
Cruz, n. 1.
Em casa de J. Keller & Compuu-
lia, na rua da Cruz n. 65, lia para
vender dous exielleiili's pianos lories,
de urna das melliores lubricas, e cho-
gadot ltimamente ca Europa.
VendenMe ivlogio de ouro, pa-
lenle inj'lez, os nielliores me tejn viudo
a esle mercado, e do mais acreditado
tabricante de Liverpool: em casa de Itus-
si-l Mellors & Oimpanliia, ua rua dn
Cadeia do Iteeil'e, n. .lli. .
Vendeiii-se vaipietasdeluslre, para
coberta de carros : na rua da Seu/ala
Nova ii. 12.
Vendem-se verdadeiro viudo de
champagne de excedente nunlidade, e
muito em conla, para lifiuiducao' : em
casa de Bruno Praeger & C, a rua
da Cruz, n. 10.
Charutos de Havana.
Os melliores que teem vindo a este
mercado, \riidcm-so coiitiiiiiadanicnte,
cm casa de llriiun Praeger & Compaii-
bia, na rua da Cru/. u II).
VendenMe oleo de liubara em Ik>-
lijas de 2 e meio a 3 galo'ca cada urna
P0T4SSA SimiOR
Vendem-se |>or pi-ero muilo coni-
indo, no armazem n. 7 de cus (|,,
alfandega, de Jos Joaquim Pereira di-
Mello, ou nokescriptorio ,de Novaes 4
Companhia na rua do Trapiche n. ai.
Em casa de J. Keller & C. na rua
da Cruz n. 55, lia para vendei', c |n-
preco commodo, couros i>i-opi'ios pai-n
cobrir carro, chega Taixas para engenhos.
Na fundirao' de ferro de Bovvmumi
& Me. Cali un, na rua do Brum, pa-
sando o chafariz, continua haver um ,
completo sortimento de taixai de ferro
fundido -e batido de 3 u 8 jialinos de
bocea, us (piacs acharn-sea rendu, por
pi-er/) commodo e com pi-omptidao':
embai-cam-se ou carregam-ee em carro
sera desjieza ao comprador.
Vendem-se espelhos com -moldu-
ras douradas, os mais ricos que tem
apparecido ueste mercado : na rua da
Cruz do Recie, n. 10, armazem de L.
Schuler Si C.
Vendem-sc Vinlio d champagne
legitimo, e de superior qualidadc : em
casa de Keller & C, rua na Cruz n. 53.
Vendem-se taboas de. pinbo lar-
gas da Suena, costado, costadinlin, as-
soalho e forro para fundos de barri-
cas ': cemento as barricas e a tinas,
remos de faiu, oleo em botijas : atroz
do Tbeatro Velho.'
FAZENDAS FINAS E DE BOM COSO
PROPRIAS PARA A QUARESMA.
Na rua Nova n, 8. loja de Jos Joa-
quim Morcu'a \emleiii-se os mais moder-
nos cortes de seda prcta adamascada
que nrezentemenle lia, os padio'es san'
escomidos, e a fazenda he magnifica,
sohrcssahuido a ludo isto o preeo que
nao' deve desagradar ; liem como Sarja
preta hespanholla de muito lina (ntali-
dade ; dita mais inferior para 2000 i^,
o eovado; rome-as de filo prelo guar-
necidas de bico de blond ;, ditas nan-
eas de bico de lindo ; voi pretos ilc
seda de superior qualidade ; manas de
fil de seda o melhor que ha' ; \eus'
pretos de fil, petpieiins por preco di-1
niiunlo ; luvas pretas de seda e de|iel-
lica de ipialquer (pialidade pala lin-
mem e senhora ; letpies pi-etos de setjjji,
O melhor que ueste genevu tcm viudo ;
e niuitiis outras fazi-rflas de gosto e
ipialidade que.* vefflflerao' Jior haivos
pi-j-cos.,-
AGENCIA.
Da Fundcao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste eslabeleeimento conlina a ha-
ver um completo soi'limento de ngen-
das e meias moeudas paro engenho, ma-1
chinas de vapor, e taixas de ferro balido
e coado, de todos os tamauhos, pina
dilo.
ESCRAVOS FGIDOS.
no armazem de Manuel da Silva gan-
tos, na rua do Amorim, ni. 50 e 58.
Vm.I.i continua a estar fgido o prelo Aulo-
nio, rc|irescnla 10 anuos iwur.o mais ou menos, fu-
aiilo no din 16 de fevercuo dosillo do Toque, no
limar da Torre rom os signaos seguinles: estatura
rotular, pernas linas, rosto bstanle descarnado, leal
um signal muilo visivel, que he, urna marca de fc-
rida junio a foute prororaudo o rosto, que foi lallio
ou akuin lumor, he muilo Irabalhador de enrli.nl.i.
e liueiro em lorio o servido que faz, costuma cniluia-
car-se, levou camisa e calcado algodao grosso, chapo-
de palha ; ueseonfla-ea que lambem anda rom unu
caivinha de pinho de guardar roupa, e que csleja
mesmo ocriilto |icla Torre, estrada nova, Casa fnrlc.
i:.irli.iii-jn, ou iicslcsarrabaldes, Irahalbaiidoa lil
de forro, ou de pagar semana; foi compradoa Bulinn
Jos dos Sanios, morador em lampina Grande:
quem o licuar, ou delle der nolicia, sera' geacro>.i-
inetite recompensado |ielo abaiio assiguado, assim
como protesta com lodo o rigor da le conlra quem n
livor occulln. Becife 25 de fevereiro de 18.VI.
f'riincttro < ./i iil"inl>' .llbuquerque
AVISO.
Hcsspparcccu da casa do abaixo assisuailn, M
dia seila-feira 17 de dezembro, um escravo, cabra,
natural do Ass, por nomo Miguel, represeiilaodti
ler 1 anuos de idade, com os sianaes segiiinli-s :
eslalura regular, corpo reforrado, maos e |ics man-
des, leudo o dedo grande do jmS liaslanle scparail
dos oulros, sem barba, rosto triangular, oIIiik pe
quenos, denles limados, c falla um pouro fanhnsa
levou camisa de riscado com mangas curias, rales
dcalgodaO azul e chapeo do palha. I-ovoit jiiiil.,iin-fi-
le una salva de prala *lavrada com as iniciaos A. V,
S. B. enlatadas no centro, e pesando 217 oilaia
nuta-se a quem a mesma salva for ollcrerida, c 1
uem poder apprehender o dilo cscra\o. de o man-
ar entrenar a seu senlHir, ua rua da Cadeia do Ke-
cife n. 10, ou no sitio de sua residencia em Bcnilicj,
em frente do viveiro, que Dromcllc aratilirar rea
uenerosidade,Antonio lulenlim la Silin Btfi
roca.
SIGNAES OS MAIS CLAROS.
Dosan|wrercii do oofteiilio Una ta fregue/u ik
Saiiln Anlao, ra noilo do dia 13 do corren!t* Janei-
ro, o esenno Kcuodiclo, rrioulo, carroiro, dt* ida do mJH .nuil'-, cor bem prela. laio,pci-co, gipadaudo
loaros rossos, |vcroas inuilo-Unas, a raiu do mI'
Milirc-saliida, ......i |H*nia raubota (loria)rom man.
de queiiuadura sobre \*, o ps pequeni e apalhe
lados, roslo romprido, sem barba, tlio-* |KMine-
petjlenos, borra regular, belfos finos, orellias bem
o.i-, dealea muilo ahos o i>erreilos, rom o de
rima limados, lesla urande, lem marca de um |""
queno lalbono queixo, ou jiuifu au calilo da Iioit,
do .urra nas uadeuas, he cochUador e aao, anda
mais (filando lem modo, quaudocamiulia audaapres-
sailo inrlinando-s*'para dinnle, balanra muiloeoai
oslni;os, lem ar alegre. I'ugo Ii^.hhIip smeiilfl
M'slido una ceroula de algodao, fiortu he pro\aH
ijio' loiili,i HMi|i,i loriada. Esle e-Travo foj eompi.nl'>
em selembro de IH>0ao.Sr. Maxim Marulio daCu-
ulia Wanderle\,do cngenliodeMariang du begue-
zia de Meirim, da protinca de Alauoas. Houa-*e
porlaulo a apprelicusao desse escravo, que pelos^'u-
siguaes nao pode escapar a nenliuma >isla, cle>a-l"
ao dilo engeulio Una, de Aulonio Carlos l'ereira de
Kuruos l'iiinv n. 91, rasa do Sr. Joo Augusto Bandeira de Mello,
que generosamente ser rfjeo upe usado.
No dia .> de fevoreiro do prsenle anuo, de-
sipparcce^a prela Ignaeia, fllhado Brejode rea,
onde foi esrrava do Sr. capilao-inr Barlholouieii
oudesua \ i uval, j andou pelo Rio (jrande >\<>
Norte, Parahiba e Alagoas. \eAn para o Recite em
agosto do anuo passado, c era escrava do Sr. J<:<
da Gru Cordeiro, em Guarabira, e lem oa BigUMI se-
guirales: alia, clieia docorpo, cor prela. ph\-io-
nomia carreaada. l>eicos grossos, e lem nos braco,
seioe costas bstanles mareas como de chicle, que
ella dixscrein de sarnas, e no pescoco deliafvo da
orclbaesquerda, urna ciralri bastante visivel: U-
^ou um vestido de alaodo azul, oulro de chita ro-
xacom florescocarnadas, o oulro braneo com Irn
cas verdea, c um panno, da Cosa, novo, azul e bran
eo, com franja branca c encornada, do bottrfnhM
quem a pecar c entregar na Tarabilla no Sr. Audi
uio I ornandes da Silva, ou ao lllm. Sr. majordi
[Milicia (iemiiiio Aulonio de Almeida Albuquerque
ou no Kerife, ua rua do Crespn. 8, sera generosa-
menle pago de seu trabalho.
No dia l do eorrenle mex de feveceiro, u>
sappareeeu do engenho Malapiruma um escravo de
nomo Miguel de idade ifc anuos, poueo mais ou me-
uojj, cor fula, altura regolaj, IM una pequea n>-
iiira ou lalhono umbigo.tem moa ferida na caiinelw
do urna das pernas, lc\ou confino mu malole do
couro de earueiro : roga-se no* ewiUk de cani|w
ou quem o encontrar, de aprehende-lo e le>a-lo <*a
dlo engenho, ou a Passagein da Magdalena. n
bHO ser bem recom|iensido.
|ptm.i-Typ. M. r. Paria. -1SM-
MUTILADO
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