Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00119


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Full Text
mmmm
DE MARCO DE 1853.
N 49.
DIARIO DEWPEMAMBIM.
FRE(JO DA lBlCUPtJ AO
SubwrovM a 15*100 poranno, e WOOO por
!-.....1 pa* adlaulaclo, e tSUO por quarlcl paflo
\<>nrido, na rana do eu praprielario, iM. Pigufira
dr Paria, murara da liiilr-nrnriciiria, na. 6 e 8, e no
Kio de J. casa do Sr. Joao Ferrira Marlins.
Babia
Marei
l'.u.iliilia
Nalal
Aracaly
Oara'
Marauhafi
l'ara'
I". Duprad.
Joaquim Brrnardo Mcndonra.
o Jos Rodrigues da Cosa.
Joaquina Ifciiacio Pereira.
Antonio de I.emos Braua.
(iuilherme Augusto de Miranda
Joaquim Marque Rodrigues.
o Justino Jos Ramos.
CAMBIOS DX 28 DI rSVXBXIBO.
Sobre Londres a 28 <
Pars, lltli
Lisboa, 95 por tent.
"
Ouro. Qn ras hcnpanholi.
MoedasdeoWOOvelhas.
de6jM0nova .
da400O
Prata. Pataeoes l>rasileiros. .
Pesos rolumnarios .
r mexicanos .
Aretes do Banco. .
Descuido de Lellras .
"joo
itijooo
l'.-IKM!
nono
mw
I9NO0
101
8a1
NOTICIA! ES T RANO EIRAS.
Portugal . . 16 de Jan. Austria. . 4
Ilespanha . 13 de > Suissa . 9
Franca. . de Suecia.. . 28
Blgica. . . .1 de Inglaterra >
Italia. . . 2 de B. Unidos 4
Alemanha 5 de i Mxico . IS
Pronta. 4 de r, California 8
Dinamarca 31 de Dei. Chili 1
Russia.. . 30 de Buenos-A. . 3
Turquia . 25 de o Montevideo. 4
de Jau.
do
de DW'
de Jau.
do a
de
de
de Noy.
de Fcv.
de
NOTICIAS SO IMPERIO.
Para'. 29 de Jaur. S. P. do Sul 12 do Janr
Maranhao 6 de Pcver. Minas. ... 3 do Fov.
CeTara'.. 9 de S. Paulo 3 de >
i'.u.iiuha. 14 de i> R de Janeiro 15 de
Alagdas 20 de Babia. ... 19 de
PARTIDAS DOS CORREIOS
Ollnda, todos os das.
Victoria, as quintas reiras.
Caruar. Bonito e Caranhuns, nos dias I e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, EiiicOricurv, a 13c 28.
tjoianna e Parabiba, segundas e sextas.
Nalal, quintas, reiras.
DAS DA SEMANA.
28 Segunda. S. Houiao.
1 Terra. Ss. Adrin,
Eudoria e Suitberto.
2 ijiui i.l Ss. Joviuo e
llasilio.
3 Quinta. Ss. Ilemele-
no e Marinbo.
4 Sexta. S. Casimiro.
P. dolor, dos Mari.
5 Sabbado. Ss. Focas e
Palatino nim.
ti Domingo. 4. da Cua-
resma. S. Vctor.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundas c quintas.
Ilelafao'
tercas e sabbados.
Fazenda
tercas rsextasas lOboras.
Juizo de Orphao
segundase 5. as 10 boras.
Primeira rara do cirel
tercas e 6. ao meio-dia.
Sfi/itnda rara do eivel.
quartase sab.ao meio-d.
Fcvereiro. I (uarlo mingoaule as 4 boras, 21 mi-
nulos c 33 segundos da manliaa.
o 8 l.ua nova as 3 bora, 13 minutos e 33
segundos da manba.
. IB Quarto cresccnle aos 41 minutos c 3
segundos da inaubaa.
o 23 l.ua rlicia as 5 boras, 4 minutse 39
seguudos da tarde.
PREAMAR DX HOJE
Primeira as 9 horas e 18 minutos da manba.
Segumla as 9 boras e 42 minutos da tarde.
PARTE OFFICIAL.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quinal lnl mm citad. 4* BooHO
OTmtr* o 1863.
ORDEM DO DA N. IM.
I i.i.tiiimi.i o Sr. niarechal de campo Antonio Cor-
a Seara, comraandaiilo das armas, que aos coros
do exercilo era guarnido nesla provincia, *r passe
ii'\islademoslra uos respectivos quarlcisna manbaa
dodia I. demarco vinduuro, pela ordem seguinte :
sfi horas o batalhlo n. 11, o o contingente do oila-
vo; s 7 os hatalhoes ns. 2 e 9, todos de intaiilaria !
as 8 a companhia de cJWallaria ;s8 de artfices : c flnalmeiile s 9 o balalbio n. 4 de ar-
tilharia a pe. Candido Un prrrrira,
Ajudanle de ordens, encarregado dodetalbe.
EXTERIOR.
BOSTON 16 DE DEZEMBRO.
a as Taruntw ailaatieaa 4a Ama-
rlo 4o Sol.
/Do SalionalInlelligenter.)
A poltica dos Eslados-L'nidos he a poltica do
omroereio a c nao a da conquista. O espirito
da pocba animado pelas cmpreas particulares pro-
cura cada dia novos campo- a scus Iriumphos paci-
lins, u o coininorrio cui parte nenluima do glolio,
poile faier mais bellas acqiiis'u;oes do que cssas que .
bsena em suas excursites pelo Amazonas cima e enli
1
aballo, e polos dentis rios desta inaior ilc toda
hacas, n hacia atlntica da America rio Sul.
Falle-se ciibora de Cuba e do Japo ; de (odas a
quesliiesriplonialcasrio dia a de mais valor e im-
portancia para o nosso pata, lie a da navegacao li\ re
rioslas eorrentes mageslosas, e de scus tributarios.
Ella avanlaja-se a lorias as mais. He este o ponto
ira portan lissinto.
As regioes regadas pelo Amazonas, conquislarias ao
-el va geni, s bostas forozes. c aos replis, e converti-
das a lavoura poricram sustentar com os seus pro-
ductos a popularlo de lodo o mundo. He urna re-
giao fcita | i,n,i o arroz. A produrcaucommum deste
grao lie alit dcquarcnla por mu. A eolheila faz-se
clUfO mezes dcpoU da plantarn, e esta pode elToe-
luar-sc em qualquer quadrado anno. Assmo plan-
tador laucando hojea larra un alqucire de arroz,
pdedaqui arinco mezo colhcr quarenta. Plan-
lando osles quaronla piide cm outros cinco mezes ca-
li 1er mil c seisceulos. Em dez mezes a torra produz
ah mil sobre un e mais.
O trigo pode ser igualmente plantado all em qual-
quer poca do anuo, e cm Iros mezes pne-seem es-
lado de colher-sc. Assim o cultivador pi'rde tirar
qiialro colheilas cada anuo. Suas estarnos sao un
\ri.ii> continuo, com urna snecessao |ierpetua do co-
llieilas.
A poUlfea dos Eslados-rnidos be a poltica do
commercio, c a poltica do commercio he abrir este
rio an \.i|.or, o os seus valles colouisarau o ao cul-
tivo, suas Ierras, are aguasaos mislcres c exigencias
do coiumcrcio e ilo trafico. A na'ureza em linios ns
seus aspelos prodigaliaou suas bellezas hacia atln-
tica da Amcrici do Sul, aos \ alies do Prata c do
Amazonas. Ahi o reino vegetal ostenta as suas for-
ras em toda a sua magnificencia e [MMler ; c o reino
mineral oliisrari as \ islas so fcttM iberios os seus
tbesuuros navegarao, suas llorestas s colonias, c
seus|>ampas<-ulluni. O que lem feilo o commer-
cio |>elu America dnSul lio nada para o que tein do
nlium desses paizes intralropicaes pode gloriar-se de
ler rios e trrenles como as da America Meridional.
A linha de cosa da frica Oriental be disposla
como a hacia sul-amorirana; mas nao nlTereee as
monroes una fredo bstanlo para foriicccr-llic os
vaporc uue devem alimentar as mananciaes precisos
para produiir grandes ros.
As iiioiirOes de sueste, quando os ventos gcraes Ocano indicolhes pcrniillem sonrar, deriuem-se
|ier|rcndioularmenlesobre a rosta da frica Meri-
dional, romo i.i/i-m na America do Sul; mas no ca-
so da America ellas sopram per|teluamcule, e no da
frica por menos de meladedo anno. I'orlanto nao
podem dar frica nem meladedas olmvas que re-
cebe a America do Sul.
O cali Giiardafui forma o ngulo roclo da linha
da cosa africana, romo o cabo da Sao Hoque a res-
pcilnda America. Mas os ventos que alravessam
esta linli.i entre o cabo de San Hoque e o Isthmo.
Icm Iransposlo ooreano allanlicoeo nvCarmlbba
c d'ahi passaram a torra prdhhcsde humidade ; pe-
lo contrario na frica as monges do nordattai ana
alravessam a cosa que M csiendo do cabo (nardafui
ao Islbmo do Suez, lem rocobido vapores iinicamen-
le do mar Vormelho ; a quaulidade. |H>r lanlo.de
humidade que oslas numcoes levan |"*a O interior
'frica de inMibuma maneia piule sor igual que
as do atlaulioo Iransporlam para o interior da Amo-
rica do Sul. A difTcrencn entre ellas be lo gramle
quanlobc ad.ns snperlicio'* evapbranlOJ e\|Mslas as
nonrnes do nordeste, em um caso pelo atlaulioo, e
cm nutro pelo mar Yonnollin.
Os donas) sientas rio monces.odo nodeslec odo
sueste, eticerilram-so no interior da America do Sul,
Equarior e o Isllnim. < t punto destfl fiicon-
IMMkSf e nudo estas "vislem,
Iro be um lugar d
exisletn BjBCUHVaa.
Estes e oulros aueulc
eslacoesnas|Milei h
o pipeclalnenla no \ Mea; em naeni de ehuva c
necea abrasadora. Nao assim i
Ahi rneve rrijularnienlc en I
poslo que chova mais em
em oulros, como acontece eul
como aqu, pode chover e olio
anno.
Agora paroce-me que qualq n
ver aoompaubado com um mai
hender a razan porque osla re]
America do Sul, nu osla p
do Panam al ao pare
para o atlaulioo, lem o de>
do i1oIk>. Vimos que a frica
O Oriculal, so Ihoassemelba n
la. e nislo somonte ; oque cinln,&j de scV"|equona
a saa saperflcie evaporante, e|m ..ns apr-nontoi
.lo\a(Hir, nao poda a frica Meridional ser *l
prvida de duna*, o o conseHuAqiode r.- son a
America 4J0 Sul.
Em loilas as domis rouioos inlralropicaes do ulo-
bo, na India, na Afria Occidental, na Nova llol-
lamla, o na INdinezia, oanno hcdi\idido 1:111 osla-
dlo chuvosa escoc, e durante osla ullina pouCBOU
iiouliuma china cabo, as fontiN soccain, o gado pe-
rece, e os COrpOS morios infeooi.mam o ar. Enlo
inanileslam-so lanibem olas rogloea a pesio (pie
lerrlvelmenu as assoUi
No valle 1I0 Amazonas nao se d tal condic.io.
Ahi a queda da amia, po-lo que copiosa O Amazo-
nas he a medida riellas nao he coulurio accuniulada
dentro de DOOCOf mezes, nem acompanbada dos ler-
rivob furacies e lormenlaa furiosas que segtten M
mudancas de estacos na India.
que o Amazonas he um paiz tropical
loreologicos di\iilem as
n.iesda America do Sul
1 Oicnoco em ebuvosa e
a constante, o i mezes de
111 no v.111 lo Amazonas.
la>lo anno, e
los mea* '1 '!">
.,tudo( ah
em caiP *lia do
pessoaqu" ""' ,,_
1.a na m.io. comnre-
iuIralnP'**'1! d
de sua btf W
'Mi. = despoja
clima mais"'ilii\el
Oriental efUADi-
uitfgiiraro'l11 r0~
fazer. Elle lem apenas desflorado a margein doslc publico jnlga deseu clima
das mais regios tropicaOS
po; porm pelee razos j.i
ha a rospeito do valle ri>
011,tras quaesipior COOSM que
oonliuoutc com a povoa^o e a lavoura ; o sen vasto
interior est intacto. Ocorac.iodo paiz he um cla-
re commeicial, c nem ser tocado seniio |m>|o poder
du vapor, c pelo uso livredossas eorrentes magesto-
sas.
He desla reguo, da summa imporlancia de esla-
belecer nellu colonias, de mandar-so para ahi emi-
grantes, va 1 Mires, o machado eo arado, cornos meu-
sagoiros de commercio, que vamos tratar.
Vejamos, pois, primeiramenieemque estado osla
ella, o quolongcdaquelle em quede\e estar, oqual
a sua actual coi id i co ; o assim nos acharemos habi-
litados a melbor julgar do verdadeiro svsienta de inforem disso a semelbau
poltica, que deveriam adoptar a sen respeilo ludas do Amazonas.
Miacocs eommcrciaes. Omoio-conlincnte da Ame-f Agora, qual dt
ompan
abrasadoras 01 n urna esla_
los na nutra, como acontece
de ouli.i s regios rioOrem
siMiiolhanca cnlre OS climas
do que eulro os de Romi O
E quem OJUrlOBSe inferir
do fado de se acharem Hom
latthide, oslara lao Innue de
11I0-0 ao clima
1 India, por etcm-
Ipuutadas, o porque nao
Amazonas, mnneoes ou
lUgeitom a secca
lo auno
de una 1
ea ejajamen-
irlc ludia, e
00, nao lia por isso mais
Ja India e do Amazonas
de Ilusin.
semelbaitca
1 o Boston
xordade com
los climas da
l..s clima
co de mar que flea entre os parallelos de 30 c 36
graos de lalitude sul. Sua largura he de 100 mi-
litas, 011 mais, conforme o lugar em que fdr medi-
do, e forma-se pela junecio do Paran e do Uru-
guay. ou o nomo de valle do Prata a toda a re-
gulo banbada por estes rios e seus tributarios.
O tlruguav be um bello rio. Nasce na provincia
brasileira de Sania Calharins, uas verlcntes occi-
deutacs da a Serra do Mar Seu curso he a prin-
cipio na iliri'<-r.-in oeste, e depois sul; lem perto de
700 militas de extensao; banha urna regio rica,
frtil e soffr i velmen le aproveilada. At Verla |tor-
co de seu curso serve de limite entre o Brasil e a
banda oriental, de um lado, e a Coufedcracao Ar-
gentina de oulro.
O Paran he um rio magesloso. Forma-se da
juucrao ilc dous rios brasileiros, o Rio-ranrie e o
Paranahiha. O prmeiro nasce perto do parallelo
de _<> graos sul, nao longc da costa, o na rica pro-
vincia de Minas-tieraes. t) valle cm que o caberial
das aguas denle rio, se rene ao ro principal, be o
mais magnifico |M>ssivel; lem uertu de INI milhas
no lugar mais largo, sobre W)0 de comprimenlo.
O curso do Rio-tirande lie na direcoan oeste.o can li-
nda por ninas ."lOU milhas at enconlrar-sc com o Pa-
ranahiha que corre do norte, onde sua origcm
quas se mistura e confunde com o Amazonas.
A populaciio das duas provincias interiores rio Mi-
nas-lieraos e (ovaz, onde estes dous tributarios do
Paran, o por onde corren 1, be Olanlo a primeira
de um iinlli..11. e quaulo asegunda de uns I.V mil
habi lantes.
A |Hilitica quas ja|Mineza pralicada rolativameulo
as evploracies scientilicas do Prata e seus tributa-
rios, toen conservado o mundo na ignorancia da
inaior parle riesse valle.
O l>r. Kraucia eslabolecou ha b.islanlc> anuos no
Paramiav um governo fundado no svsloma Japooei.
Kisas iiniloii esta poltica dorante torio o teni|Mi em
leve no poder ; e o Brasil a pralicon sempre*
odo que os uiMgraphos conhocein realmente
muiln mina cmi>a acerca dos tributarios Brasiloiros
do Piala, do sua navegabiliriade, o rios recursos
commerciaes rios paizes que ellos baiiham.
'."iif.tr.....o ntappa do imperio do Brasil pu-
l'licaih.....1 |Kt( sob os auspicios da Socicriade tieo-
uraphica rio Bio de Janeiro, e que lenlio dianle de
inim, n Paran uas priniciras 800 milluH aballo da
juncejo do Rio-Gralfl ed Paranahiha, corre |Kir
limaros inhablados das provincias de fovaz, Mal
lo-(iiossoe S. Paulo. Pass;mdo csses lugares inha-
bitados alravessa as repblicas hespanbolas desla
reuni, |M>r espaco de unas 1,-JOO milhas, at entrar
110 Prata. A o longo desla poroao de seu curso o
paiz beem geral bem povoario, c segundo Monlgo-
merv Martin I cuja auloririade be mais rcenle
do que a rio mappa da siM-iedarie tieographica rio
Brasil, rieve oslar em alio uro de oulti\o. Escre-
vendo no anuo passado acerca deste rio ello diz:
Durante os seis ou uilo mezes em que o rio Pa-
ma ou Prata estove ltimamente aborto ao rom-
n.ercio euro|M*u, mais to valor de dezesois milhoc'
de ilollars foram trocados em gneros, por produc-
tos, e isto sem neiihmn eslahclerimculo ou svslenia
roercanlll previamente arganbado. Dous combis
de navios mercantes, mude 110 o oulvo do Vi..
descerarn o rio com cargas completas.
He verdadeqoe osla otnaneao cemnercialse de-
ve em parto allrilmir .< accuinulacao da propriedade.
em consi'quencia da anterior inlcrriccanrin conuner-
oio polo cucial Rosas, cuja pulitica evclusiva fo
oue .
Mr 11
dado Dr. Francia, como elle propri-
Poilllea por conaegnlnu inlelramenta
1 o Iralo cominoicial. ou de qualquer ge-
ialmenle CQR os Eurojieos. Se Rcnas
leria feilo denlas regios um oslado a>-
1 dos don- ltimos seclos.
eieioriesle rio, ronheco que lio niuil
. mas que o leja actualmente lano q
diado cima, lo Martin, be o que
um
.lu
a 10
-na
os que
India e
rica ilo Sur asscmclha-scniuito na liuura a um trian- \ ulratmpicnl
guio rectngulo. Sua bviMilhcmiza Bes da narlo rio \ frcquenles,
muilos anuo
ouriie
'arifieo ; um dos seus lados eslende-se desde o Ca-
bode Hora atao Cabo de San Roque. Ahi forma-
se o ngulo recto com o oulro lado que se cslemle
du Cabo de San Roque, na lalitude de .*> graos sul.
atao cabo La Vela noinar Caraibba, em a lalitude
i'J. norte.
O lado inaior tira cnlre oscaltos Aven c San Ro-
que ; lem elle 3:.i00 milhas geouraphioas de esleu-
so. O oulro lado lem apenas :.')00; ao passo que
a hvolhenuza queso prolonga na drecco dos Ati-
riese tica do ladodu Pacifico lem para mais do 1:000
milhas.
Esta configuracao cueree unta |K>rierusa influencia
sobro os climas da America do Sul, especialmente
no que resucita a heitographiu.
(n grandea rios desla rigiiio, o poderuwAmajonas,
e o manaloao Prata sao resultados della. Por le e--
la regiao, frouleira an sueste a rosta do lado grande
sobre o hemUpherio do sul, as monges de nordeste
o sucsle.quaudo alravessam o Atlntico,salnrada* de
humidade, vilo paru o interior completamente carre-
jadas o resolveudo-se em chuveiros, al que appro-
MUiani-.e s |ie\CS que coioaill o cuino dos Andes, e
a ultima ebuva, em que as converle osla lampera tu-
ra imiiln haiva, deposila-sc para depois don oler-so, o
ongrossar as fontesdo Amazonas,do Prata, c dos seus
tributarios.
As inonnVs de nordeste coine^am a soprar porto
do Iropiro rio Cncer, e viudo rio quadranlo de onde
\oin, dirigem-sc nbliqiamoulo alrave do Atlntico.
Na sua passafeem lelo Ocano produzem a evapora-
co da sua superlicie e soprando em ngulos rectos
abre a costa Sul-Ameicana que so prolonga do ca-
ito de San Roque ao de Ka Vela, levam para o inte-
rior os vaporesqoe formam as nuvrns que lesfeilas
mu cbiivas supprem do agua o Magdalena, Orenoco,
e os tributarios do norte do Amazonas.
O volunte d'agua quedescarregam un mar estes
exprimo a quaulidade que estas moneesde
|iie Iransporla
le um paiz
i com etniVM
cea luanlo
FOjai planicies MO reliad,
tu sodrer nina nica s
rio perpetuo rerflol
A forlilidado. e a salubridarie : porque Sob tal cli-
ma ludo medrar. A proriiiecJn rpida, o a queda
comanle da materia venetal que ah so tom operado
por niilharos e milhares ileaiiuo,doM'mlei eurique-
cidoosolode eslrumo vegetal.
O fado de existir ahi a wgelacan pni umaartivi-
dadeperpelua, de naohave ponodo algiim de ro-
pou.o vegeutl; de que logo., e nina follia murcha o
cabo, oulras (pie comecan a apuntar ahsorvcmrihe
o* gaxes, faz rio vallo do Amazonas um dofl climas
mais salubres enpraxiveis.
Teuido mostrado que o clima das realoes do Piala
edo Amazonas be um clima Un. leocas, que he an-
tes biimido e queule, tonho osla bel ecldo quaulo bas-
ta para Convencer satisfactoriamente a qualquer que
o solo ah. soja alias qnal Tur a sua COOSliUllcdo, lle-
ve (or em si un rico deposito do exlrumo veuotal,
priHlnzido |M'la queda das folban de sua magestosa
vegetaeao duranle muilos anuos.
II.
V011 mostrar agora a situacao presente, o M futu-
ro-, reenrsos ecapacidariocoinmerciai da grande ba-
ca sol-americana. I.imilare ininlia allettoo dos
ros vina/ma e Piala. BOS seus Iribnlarios, e aos
valle-, regados por ellos. Mas trataremos prmeira-
iiioute do Prata, e compararemos a exleucan do paiz
que ello b.iuha, com n que percorrerein os rios do
bemisjpherio do norte,
i) valle rio Amazonas estenric-so por ambos os
hemqdieriiM; a sua hacia he 1 nias va-la do mun-
do, mas nao perlcnco exclusivamente nem ao norte
nem ao sul. Portanlo he o ,Mi-siipi, como ver
111-, orn que banha a inaior baca no liemspherii
rio norte, o o Prata no henispherio do sul. A mi:
estes riiK corrom de norte a sul, cada
una grande variedade de produccocs,
mu las diversidade- de climas.
As reas rias principies bacas que
em mares aceessiveis ao <
I
nina imita"-
lilazouava.
hostil a tod
ero. eapO
(riuiiiphas>i
1110 o Japao
Ocomm
Importante
tu o faz oe
virio.
Mas sup|Hiubamos que fosso ummilbaorioriollars,
em vez rio dezesois, que se conduzio rio abaixo me-
diante osla livre navegacao inesperada do scisou oilo
mezes; oque nao seria se se desse nina navega-
ran a vapor livre o regular duranle seis ou niloan-
uos, non quaes ns vapores o o commercio estimulas- furcia |
sen a prodaccao do paiz a augmentar as fui cas de
seu capital industrial'.'
Dcixandoo Paran e camiuhaiirio anda para oes-
le. encontramos o Paraguav, o tributario mais ma-
gesloso dosta baca. Acompanbaudu-se as suas loi-
luosidades, pode ser elle navegado al distancia de
quas duas mil milhas do mar. He 0 Missouri rio
valle do Prata.
Un amigo que residi por varios anuos na capital
da repblica do Paraguav, volton riahi ha
mezes; e pode poflanto fornecei-iios informacfVs 110
que respeitaa e-le rio iiilere-sanle o regiao do paiz:
e lamben Francbdel Castluau he eonpelenle para
mais exquisitos. Productos, porm de urna regiao
listante que o commercio, em seus mais altos vdos
nao pode altada *peuelrar, n.io sao ella< anda conde-
cidas pharmacia ou *s artes me-lia nicas. < Ellas
comprebendom, diz Hopkius, algunsrios perfumes e
iiicensos mas rieliciosos que se |M>dem imaginar.
Oulras prodnzcm unta 04(iecie de mbar, rijo, que-
bradizo, e insoluvel nagua. Alguuscedros riao lum-
bein nina resina semellmutr a gomma arbica; o
(nitros urna cola que depajs de secca he impeuelra-
vel humidarie ou agua'
Ha tambem uestes bosques vrenles a cada pasito
a arvoreda borracha, a bauuilba com a sua lava per-
fumada, o palo nanlo donde he exlrabida a gomma
de gaaco do noss Crescem (ambem sylveslres hentas maravilhosas
selvas, amadurecem c murcham annualmenteo em
grande quaulidade, duasou tres especies de canha-
1110, a MMO) xoponiru ou uoz sa|>ouacea, o cacao, a
berva mate de superior qualiriade, duas especia de
algodo, c acham-se tuinhem ahi leos vegetaes e
grandes quanldades do cera.
Os pampas sao pastados por immensos rebanlius
de gadoccavallos; c uraudes |Mirci.es rie couros,
cabellos, chifres, ossos, sebo, etc., sao completamen-
te perdidas para a exportaran.
Sobre as feriis margeos allnviaes de lao vastos
rios vegeto com profusio a caima, o algodao, o fu-
mo rio una superior qualidade, o arroz, a mandioca,
o millio e mil nutras produccocs; ao passo que splc
variedades rio bambs Imrdam asribanceirasdos rios,
eornam os seus Ugos frequentos con libas da mais
rara (ornosura.B
Por lim este viajante resume sua dlscripflo deste
hom aventurado valle uns seyuinles ferinos:
Vimos as florestas produziurio es|Mintane;unonle
ludo 0 que he prenso ao conforto o ao Inxo do gene-
ro humano, riesrie e bello llflodoelro que Ihe fome-
ce o Veslnario, at aos mnlixe uno noa phantaala
crea ; demle as madeiras que Ibe din nnviiw, casas <
ornatos para seus eschptorios, at s bervas que Ihe
coran as molestias, ou os incensos que Ibe deleilam
0 olfacto. S#i nos resta acrreseonlar que o seu clima
preaU-se optlmameDle cultura rio lodos os graos
prove (osos o de IimIos os alimentos vegetaes, priflu-
ziudo fruclns deliciosos para sarjar a volitado e l-
songear o paladar."
Da repblica rio Paraguav nnrie esleve Hopkius.
bocea rio Prata, ha apenas mil o quinlieiitas milhas
de rio navegavel. Subamos, pois, mais cima do
bello Paraguav, alravessemos pelo Brasil e remonte-
mos este rio pelodistrcto a rios Diamantes a al
cidade a Diamantina, o riahi vamus i pista do sua
erigen |Hir cima de seu leito rie brilhantos e rie arous
ri'ouro at as caliecoiras rie onde elle borbulba m*iu-
lillaniee ros pa ni I eco nto, uas mnnlanhas Diaman-
tinas.
Desla forma p.idoromoscnnlomplar a grande di-
visa nque separa, se com oll'eito as separa, as agua-;
do rio da Prata das do Amaznnas.
Essji cordilhera esleude-so rie ste a oeste (pela
dislanra de unta linha roela de mais do duas nnj|
milhas. De um do seus lados corrom rios para o sul.
do oulro para o norte; e tanto u iv, como oulros a r-
i.isliam 110 seu leito diamantes o oulras podras pre-
ciosas. Esta aurfera o rica regiao minal abraca
nimios grfii>s de lalitude c prolonga-so pelo IHVrio
loogtlode. Pretendo Iratar dola cm mitra occaslo.
Oiieslioua-se so as aguas rio Prata e rio Amazonas
unem-se ou nao pm- meo deum canal natural, corno
acconlece cutre O Ama/unas o Orenoco pelo Casi-
quiari, rio motn quonlTerecam una navegacao pelo
interior, desde Buenos A>ros em 35.' 00 lalitude
sul, al a foz do Orenoco que desemboca no mar
Garabba en 11.a de lalitude norte. Na vei-riadc
una navegacao lal naos Iraria aos uossos pe* OCOU-
duclo commercial das verlenles atlntica da Ameri-
ca rio sul, mas ainria despejaria os seus thesouros no
ine'fiio M-o em queo iiOSoMississipi lauca as suas
aguas, o sobrosdoulo de seus productos e suas rique-
zas.
Em lodo ocaso, baja OU nao na aclualidarieesse
canal natural, podemos esperar para o futuro, quau-
do M colonia-., os vapores, e a civilisacao tiverem a-
proruudario suas razes na grande hacia rio Amazo-
omplelarius pela arle 08809 eanaos que a na
ranle
treme
egotarao, de reas d'ouro, de seixinhos
dos com brilhaulos, e vao reunir-se e en
sar-se no poderoso rio de prala chamado por isso
Rio de U Plata.
Deixemos o uaiz do anligo Francia, e orcupeno-
nos dn Malto-tirosso e do Brasil.
O viajante deixando a repblica, esubiudo o Pa-
raguay al a celebre regiao de ouro o diamantes do
Mallo tlrosso, enconlra para qualquer lado que va
um paiz encantador, alternado do pampas e alame-
das de grande belleza e etlensao.
Navegando pelo Mcnduigo, que corre de osle, o
suhiuiln por elle urnas setenta 011 oilcnta militas 011-
ooulra-se a puvoacao rie Miranda.
Os povos da sua visinhanca sao industriosos.
Criam graudes rebanbos do gado ede cavados. Cul-
tivan! eni grande abundancia a caima, o milho, os
legumes, a maudioca e o algorio. O clima he salu-.
bre o aprazivel, e muilos dos seus habitantes attn-
gem a iriadede 100 anuos.
lio ahi que o |)r. Waddell, o botnico, cncon-
Iroua a nirayu com uina elegaute folhagem, e cu-
jo fruclo foi deaeriptopelos indios, que disseram ler
elle urna forma oblonga cconlcr unta confeccao na-
lural que ellos muilo apreciavam.
Ha |H>r loriosla regiao quanldades immensas de
pao vilete, e oulras madeiras de entalhacao, as
quaes sao ah usadas como lenha; porque emwra tc-
nliam grande valor as marciuorias. o- pavo* de-las
para ge ns, ajiezar de seus bellos rios uavegavei*, an-
da nao acharam oulro meio At< conriuzir cssas ina-
deirasao litoral, KOBO em cima de lenlas.
Voltaudo ao Paraguay a icena be animada por
imiueiisas manadas que paslam as suas campias
perpetuamente verdes. O valor denlas manadas con-
siste principalmeule em is seus chifles e cornos.
A povoai;ao rie Poeon, na foz lo Cuvab, be um
dos lugares mais floresri-nles rio interior rio Brasil.
Casleluau, diz ( c no que segu sera' elle a miiiha
principal auloririade, em quantO nao rieclarar o con-
trario ; que muilos individuos por si sos possuem
DOSSaaldoia mais rie oilo ou riez mil calieras rie gario.
Passando-se dlretta de Poeon, e loroando-soo
braco osquerdo do rio, que conserva o nomo de Pa
i.iguav. atlingo-so a untas i."ti milhas dn distancia
cima della, o forte de Villa-Maria na frouleira bra-
sileira.
Os canhoos montados nenie forte, foram onnriuzi-
dOS pelo Amazonas cima at ao Tapajoz, e tiesto rio
pelo Alinas cima, d'ahi foram transportados por
letra aira vez das regios diamantinas al as cabe-
reirasdo Cuvab, ahi embarrado* no Paraguav, e le-
Vadoa por elle arriba al Villa-Maria.
A oeste ha ritironles rios formusos, que uascirios
na llolivia o un Brasil, desaguara no Paraguav,
cima da onbocadura do Cuvab.
Diversos riesles riiw intrelacam-se com as cabecoi-
raa do Madeira. que he para o Amazonas, o que he
omesmo Missouri paran Mssisnipe. Terei ainria
oeeasfao de fallar denles Iribularios, do magnifico
paiz une eJIes reaam, o da Ma porlaacm.
Villa-Maria est no meio di gratule regiao da ipe-
cacuanha rio Mallo Crosso. Em IHItfoi mandarin
Francisco Real para explorara regiao diamantina
deMa provincia. Mas aconleccurilie. euunrio creio,
o mesmo que boje aconleceria com os oxplorariores
do coi n more i o ; ricos de diamantes romo sao os rios
eleltosde cascalbo desla provincia, nao obstante
eonheceo-se que as ranriqueras vegetaes eran mul-
lo BUperlore ,is de tau reino mineral.
Esta bnmensa punlacju natural de Ipecaeuanba
estenric-sepor nina campia do una rea de "(.IHMI
sorra, recolheu em qualro aunos 7,000 quilates de
diamantes.
Casleluau calcula lodo o produelo de diamantes,
do Brasil at o llm de 1819, em 80:W0000 do dol-
lars.
He a riqueza mineral desla hacia entre o Prata o
Amazonas, queacluaudn por meio de seu ouro e dn
seus diamantes sobre a ruptdei de scus ronselheiros,
(em sido a praga do Brasil.
A principio os diamantes pertcnciam a Corda, c a
ningiiem ora oernutrio visitar o dislrirto diamanti-
no, a menos rio na ser sso sob a mais estricta vigi-
lancia. Postos militares foram esta bel ce idos por loria
a regiao para impedir o |m>vo de colher esla riqueza
mineral.
Sunpoubamos que os Eslados-I'uirios (inham osla-
lielecid (hislos militares na California para prohibir
ao povo rie vis i la-la e cavar ouro, qual seria a condi-
cao deste estado em compararlo da que he boje"? Se-
ria a do interior do Brasil actualmente.
A poli tica do Brasil lem sirio naos fechar ao com-
memo, mas at olwervacao, os maravillunos recur-
sos, as proporc,oes, e capacidades dossa mais bella re-
gio do globo ; e entre os inmenso- thesouros que
ja/om aln tlonnenlos, e -mi riesenvolvintonlo, |.....lio
eu as podras preciosas e os metaos na elasse dos me-
nos valiosos.
Exi-ie agora no RO 0 original de urna ordem pu-
blicada quando Hiimboldf viaja va no sul da Ameri-
a qual oiricmmaudava prendrosle grande lio
1110111, desde que ello pozesse os ps no lerrilorio bra-
siloiro.
E ha apenas dous ou fres anuos que este governo
lemhroii-sc rie (ledir permisso ao do Brasil para en-
viar um vaporan Amazonas, atlrn rioe\plora-lo, nao
em lieuelirio nico riew Estados Cuidos, mas a beni
lo commercio, da scionria, edomiuirio. Pois essa
permissao Ibe foi recusada. A eonsequencia disto foi
ipie ilons olllcia-s da armada livoram ordem de atra-
vessar os andes sahiitrio de l.ima, e descer o Ama-
zonas al<' onde pudessem. lu riesles offlciaes, o te-
nente Horndon, ( da armada rios Estados Cuidos )
voltou ha |n>ucu, o osla agora trataurio de seu relato-
no ; oulro, o tcuenlc (ibbon acba-se anda em sua
e\run;ao.
Assim |mis einronseqiiencia deste esniritoJaponez,
que ainria subsiste n Brasil, nossm ofllciaen na pro-
secucao ria se enca o rias obser vacos a bem ria fa-
milia humana, foram obrigarios por esta poltica dq
sorle rie peni
milhas quadrarias. A Culhella I
podo ser foi I a em Inda a roda rio
experimentada pode colher jmt
riesla raiz, que levada ao rio d
libra. O Irabalho de una man o
de cada
tura nao tenha acabad
volvido do rima baixon Prala,
para todus ns lins prcticos du
equarior no mesmo lugar em que
ja \u> mar suas aguas.
Casleluau, um sabin franeez,
('l"
1 loa
lia R collocaila,
onimercin, silbo
Amazonas riespe-
istn.
Segundo llopki
Deste paiz ede nei
seguinte:
" Posmi fallar con 1 tod
o Paraguav be oulro paraizo 2
recursos commerciaes, diz elle 1
.1"
un abraca
e atravessa
-e dispejain
eanico, |h>-
ommen
-eguinle
itas, rea -J.O.H.tKO m
sipo, rea 982.000
m S.M..1MN1 ditas.
dita
W7.00
nordeste receben) do mesmo mar,
dais nuvetis, precipila-se sobre ns declivios, queali- friem-se classll
meatw eelns eorrentes. Ellas sao como os cauos e Na Americao Amax
conducios n)uc a nalureza collocou sob- as ROleiras Iba- quadradas I .
de-la grande bacia,que tom os Andas per verlcntes e > Norte di mesma.Mi
o mar Caraibba e o Atlntico do norte jtor ois-
lerna.
As rmmoOee do Atlntico do norte allravessam a
uqierflcie do mar quaudo se aoba emprognada de
e\aporisacdo, c fornecc rio ebuva, orvallo o humi-
dade. Nova Granada, Venezuela, as tres Galanas, e
as verlenles allaulican do equarior.
Por oulro lado as iiwnces de sueste comecam a
soprar porlo rio parallelo Que passapor 30.e on
35* c l-irii me sul. Ellas alravessam lambom obli-
quanienteo Atlntico c cabem perpenilicularnicntc
soltre o linha da rusta Sul Americana, que se estli-
do do cabo de San Roque 00 caito de Hom. I- pas-
Utm ao inferior com loria a sua carga rie humidade,
que se resolto completamente cm chuxys antes de
alravcssar os Andes. Aquanldaric de humidade rc-
cebida domar o desfeilo em rbuva sobre esto pau
inaravilhosaiiiente fructfero*, 'poric-sc calcuLir pela
pie levam ao irar o Prala e o Amazonas.
Diremos awra que mo ha no globo enliiim |kuz
tropical que tenha romo ede tuna lao drandeevlcn-
mo de costa rronleira refelRo da* meMOM sobre o
ttceano, c tem to esaclamoule rroiileifa cnuioollo ;
|Kir cunsoguiile nenhum paiz inlralropind ewsle no
alobo que seis (5o iierfeilameiile rendo ro-*o esla do sul, o be o inaior rio q
gtande rcKio do Amazniias na Amoricl dn Sul. : le lem ello as e-lacoes na ordem inversa da:
\ti longo 1I.1-et-sli-allanlicasdos EstadiK-l'nidos, rio norte. Quando o lavrador e-l senieandn im
la- co-ia~da China, e das co-las de leste da Nova norle. ornllivarini das lenas desla bella baria est
llollanda, as Ierras tem em seu prolongamrnlo a rccoll......lo seus frurtos; o portanln o plantador,
ine-ma tlire "i uno a-inoiicrM1-d'e-sas regiOes. Es- cultivador o o mercader do Piala darao a le aos
Sul ria mesuta.Prala
Europa.Danubio, 14,000 dll
frica.Nilo, 590,000 dlt.
Asa.Vang Ise-Keang, na (bina, rea
ditas.
Gandes, na India, rea WJ.OOO ditas.
Assim, poi-, v-se que o Prala be o Iccoiro rio
do globo cm rea, que o son valle be o riobro rio do
tauges, o mais do triplo das mais vastas hacas dos
rios da Europa.
A hacia rio Piala abraca todas as latitudes, e
muilo mais quu os valles rio ludo, rio Ganga 8 do
Yrawaddv, que 1S0 as maioros bacas da India.
Ella teui iMirlant lorias as apfidoes agrieolas, c mui-
lo mais do que se enconlra nos climas ria India.
Estes irendos recursos do Prala jazent |M?la m.or
parle dormentes. Acham-se escondidos no coracao
da Ierra, 011 rfccultos nos recesaos das uionlanhas.
As aunas do Prata eorrem por climas que se pres-
tara cultura rio assorar, rio cha e do caf, do ar-
nrz, rio canbamo, du. fumo, rio algodo e rio trigo,
dan drogas, rias madeiras, das lintas c especiaras, c
rie quasi todas as proriucer*s agrcolas da torra.
(tunda Prala est bx I o dentro do heinispherio
i ha; |Kr eonseguin
a seguranoa pcln conheci
ment pessoal que dellc leiiho. Ouasi riiviriirio pele
trpico iB' (Capricornio, sua superficie be como nimi
mesa rie xarirez, marcbelaria aqu c all rio bellos
pastte rie magnificas florestas. Difle-oiilerie todas
as mais Ierras de que tcnbo noticia, parece elle esjie-
t alenle desuado para a lubilaco rio hoinem.
as parles orcnlaes rio nosso puizo priineirospo-
voadores acharam as torras (odas cuberas de malas;
no entretanto que o oulro extremo, n oeste dnftfis-
sissinpi prolongava-se por unta vasta extenrao de
prados ifesliluidos rie arvores. Ao norte rio Brasil,
do mesmo nodo, existen narestas virgens, e naa
liarles rio sul, e tambera na Banda oriental. Entre
Itio-, Corrientes e repblica argentina, encontramos
eonllnoos pampas, romo os noatos prados, mui'os
dos quaes nem produzem a lenha nocessaria para os
usos domsticos. Nao assim no Paraguav. onde alm
da qiianlidarie de florestas sufllcienle para a coustruc-
cao de frotas de milhares de vapores, ha anda mal-
las rio sobra rie maileiras rie bula a especie para obras
oruameutaes e ulois.
> Coinecaudo pelo leito do rio Paraguay, encon-
tramos na parlo brasileira os segundos producios,
ouro o podras preciosas, asSOCar, molaco, pellos de
extraordinaria grandeza, cabello, cebo, cera, pollos
de vea do, de tigres, arroz, Iriso, o as dilforoulos ma-
nufacturas ria raiz de mandioca ; na Bolivia ouro e
[tedras preciosas, prala, caf, reputado pelos jutiei
coiupoteules igual ao rio Moka, e quina.
a Podamos anda tirar deslesdous paizes mu i las
mitras protlucciVs ria America tropical, e he domis
no Paraguav que encontramos a inaior riqueza le
torios osles valles."
Ellos ilo nma gramle profusa o rie bervas medici-
naos, o rhuibarbo, a salsa parrilha, a jalapa, a be-
/ouia indica, o nMafrai, o pao sanio, o saligue de
drago, o balsamo de copuiha, a noz vmica, o alca-
rii/. ogeogibre.
i Acbam-so liuibont ah materias que foruerem as
tintas mais exquisitas. Entro ellas a coelionlha,
duas especies de ail, um vermoibao vegetal, usa-
fro. baste de ouro e nutras plantas que produzem
lodas a- Ualas vermelna cerregada, prala e verde.
as suas florestas eneonlrain-se sessenla varie-
dades rio marieiras preciosas para a coiislrucco rie
navio*, Ih'iii como para obras do mareincria e enta-
lhacao. Entre ellas a a arvore rbamada teibo, que,
piando verde he porosa o mole como a curtios, e p-
de-so corlar romo urna maca, mas quando secca he
lao dura que quas iguala ao aro; o mh o> ricura,
ou pao cobra, cujas folhas ifco um es|toclico infalli-
vel contra as venenosas mordeduras das serpentes ;
o ftiln tlr lerfo, ou pao rie lele, que bem se podera
chamar unta varea vegetal; e o ,pfa>,
mi pao do bebado, que tambem |Mider-se-hia deno-
minar una diilillacao vegetal. Encontra->e ahi a
resina icira. riebaivoria Ierra uit- 1 ai/es da- arvore-,
loarlos lie um pe/ natural, prnmptuc preparado parabrear-
-e ;i- costuras do* navio*.n
Diz-se que mu i tas densas arvores prtMluzeui gim-
mas e drogas de rau-->inias virtudes, c to aromas os
i que as nu...
noiin.r,,.....1.11,1 humidade eaimnham paralle-
1 larra, nao podem soprar per-pcndirularmenre
obre ella, nem impedir scus vapores direcUmcute
1 travez della para o interior, como acontece na
imerica do sul. A eonsequencia disto he quo ne-
iniit 1 los do norte durante seis mezes Ao anuo,
sem iiiiiipelidor alguin.
O rio do Piala, propriamente fallando,be esse bra-
I Ini luindo o Orenoco.
(11 Vede o sen atlas gcograpbicoo eslatislioo.
I Vede o botlelim ria sorcriarie uooaraphica e
BstatlsUea Americana vol. I. Memoria sobre o Pa-
raguay por K. 'A. Hopkius, Esq. cnsul riosEstarios
L'nirios 110 Paraguay.
quo foi mandado
por l.uiz Pbillippo, cm is'i I, a oxidorar o interior
do paiz, o que passou rio Rio rio .Janoito ,10 longo
rio sua divisa, para a Bolivia, d'ahi para Lima, e de-
pois alravossou os Andes, e deseen 0 Amazonas at
sua embocadura, d militas nformanV- nova-e
ImporiaouN acerca rio (nria esla regiao. Elle viajou
durante quatro ou cinco anuos, c a primeira parte
de suas viaeens acaba de ser agora mesmo publi-
cada.
O |u iiiiij.d nbjectn rie sua oxpedico, diz elle, a
foi esfudar em todas as suas parles a vasla hacia rio
Amazonas, que est destinada a representar um
grande pa|ol na futura historia ria America por-
quanto accrescenla elle, o completo riesprozo riesla
baca fluvial pelas uacAes ria Europa, ha rio algnni
dia fazer pasmar o inundo commercial e |Mililco.
a Unta HCurcXo uas partos seplonli iunaes ria pro-
vjncia urna occasiiT oppurluna rie ricleiminaiuio. a posi-
oio das nascentos rio Paraguay, hora como rioTopa-
joz ; c pdenos contemplar an mismo I.....DO <><
bracos riosrious maiores rios rio mundo, o Prala e o
Amazonas, brotando das chlranhas da torra a nos-
sos ps, e entreUcando-se um com o oulro. Alm
disso, o como para turnar esle sitio mais curioso e
mais iuleressanto aos lime un, a nalureza collocou
suas minas de diamantes em unta regiao ouric seu
valor be pequeo cm comparaco com as grandes
vantagens. que o commercio comer algum dia des-
la maravilhosa juneco d'aguas.
Fui iiesla regiao ipic o intrpido vclbo sargento-
mor Joaode Souza achou um funnrl natural por on-
de leva o trbulo de sdas aguas ao Amazonas, o Bll-
inidouro assim chamariu, porque corro cerca rio um
quarto de legoa por debaixo d urna inonlanba.
Deixaudo Cuvab em I7( dcsceti elle pelo rio
deste uuinc ao Caragua), o sub por este al em-
bocadura rie Srpiluba. Subindo por ente al as suas
cabecciras, abri ahi por meio rias floreslas com um
machado um caminho rio Iros leuoas, pelo qual
(rjiis|Hirtou seus barco-, o emharcou-se nnsumidou-
10. Navegando or este rio al rlenpparecer debaixo
de uina inontanua, riosombarenu cnUo, abaudmiou
seus barcos a corrente, atravessou a maulauba al
ao lugar onde o rio (orna a surgir, e levo a boa for-
tuna de ver que seus barcos tinham-na tambem a-
Iravessado sem damno.
Reembarcanrio-sc dcsceu enlo o Arinas, e o Ama-
zonas at o Para, onde foi prco conlanrio as suas
descobertas; porque foi sempre a poltica de Portu-
gal, e lem sirio posteriormente a rio Brasil, esse ex-
clusivismo ja|Minez no que rcspeila a estas grandes
hacan, o thesouros que ollas en cor rain.
A repblica do Paraguav aeha-sc situada ntreos
parallelos de 2-2 e2K graos de lalitude Sul. Pde-sc
pois dizer que be um |wiz r.rtra tropical,
A provincia brasileira de Mallo-drosso cst cu-
tre o iiarallelo de 7 graos de lalilude sul, o o trpi-
co rio Capricornio. He i'm*iv/-tropical. Suas produc-
coes, jmis, rieve-se sup|ior que sao, a muilos ruspei-
(os, dinerenles das do Paraguay.
Esla provincia em seu maior comprimenlo c lar-
gura ter uns 10 graos rie lalilude, e (ambem 16 rie
longlude.
A grande divisa que sC|tara as aguas lo Ama-
zonas das do Rio ria Prala passam pelo meto della
em Zigzag dr ste a oeste. De lira extremo a oulro
ile -eu 1 torso, desde o Atlntico al aos Andes, ex-
tra he-se le seus lia neos on de suas torrentes, ouro,
dlananlese podras proel oan.
as suas verleuti-s do norte morera o IVM-anlins,
o Chinga, o Tapajoz e o Madeira, tributarios do A-
mazonas, e maiores rio quo uialquor los rios da
Buropa. Tambera tem sua ongem as cavidades do
norte deslas aurferas vertenles, o Paranahiha, que
va-a ilircrlaraeiilono Atlntico.
Nos sen-declive-rio lado rio sul acham-so ancabe-
ceirasdo Paran o do Paraguav, que Imrbulbaurio
cm torrentes sriu l illa ules rie pabetas, coran los de
prala,serpejam scus cursos atravos da mais luxti-
libras por dia, co sudario rie cada (rabalhadi
d,f() dollarsal i poruiez.
Casleluau calcula que desde iHilOal l837ttpor-
laraut-sc thsla provincia paran Rio nao menos rie
KtNI.tHKt libra- riessa droga. Bale abundante SUD-
primenlo tiv baixar o seu proco. Mas o carcter
singular rio-te commercio be. que este producto he
rccolhido mismo das margena rios rios mais gran-
illosos iloglobo.e transportado 0111 cint;i le muas ao
liUoral por unta distancia de t.'JOtt milhas. a dospei-
lo deesas magoinoasestradas abortas pela nalureza.
A ipecaeuanba ria-se bem nos lenos fofos ou
rcenlos, o acha-se tambem em grande abundancia
as ribancalrasdo Vermilbo, do Sepiluba e rio Ca-
tacal.
Abunda ahi igualmente a baunilha. Seu proco
quaudo Casleluau estece em Villa-Maria era le 00,
cenia, a libra.
Subinrio-so o Cuvab. que he o principal tributa-
rio brasileo rio Paraguav, a nina- IV milhas .ti-
tanio deSUa fnz etieonlra-se a flon-scenle eidade de
i.u\.it..i. capital ria provincia do Mallu-tirosso. Tem
I ella urna popula;ao le cerca de 7.000 almas. Taz
! um commercio activo com o Rio |K>r meio de cara-
vanas que contara rio -00 a .100 muas cada urna.
Seu commercio consiste em cotirnn, pellos de meas,
veadOS, ele, ouro em p. liamanlos, ipecacujuba, o
semelbanles. 0 Irausporlo para o Rio be de quas
15 dolais sobre cada 100 Ibs.
Talvi-z entro todas as eooaM maravilhosas que se
encontrara nesla grande hacia da merieado Sul
a mais maravilhosa soja, o ver-sc urna cidade, capi-
tal de uina provincia mais vasla do que os trinla
e Iros estados primitivos desla confederacao reuni-
dos, c que oceupa as margeos I Prala |miucu mais
uu menos a iiiesinu |m>s;.1o, que S. l.uiz oceupa as
do Mississipe, eueeluaiulo seu commercio nao |M>r
meio do vapor, nemjpor agua, mas por meio das
muas oarrogarias, e por unta riislanca tal da cos-
ta, que as caravanas empregam na viagem de ida
c vol la de dez mezes a um anuo.
Quo um semclbaute estado rie cousas se d no so-
culo XIX, DO meio ria America do Sul, no meio do
mais bello syslenta lluvial para as oxcursdes de va-
pores, quo COObece o mundo, e cu jos tributario- na-
vegaveis perleuceiii a nada monos que cinco naceos
disfiiclas c independcnles, e que a poltica do
commercio nlo tenha ainria exigido a sua aborlu-
ra* navegaeJo ao tralco, ser cortamente para o
futuro a mais pasmosa de todas as pasmosas real-
dailcs desta regiao.
O Brasil tem no entretanto a um tiro de pedra
desta mesma capital, e com lodas as fcilhlaries, as
aguas naveuaveis rie seu proprio Amazonas; masau-
da assim tanto receto lera tirio elle de que o vapor
admitilo nes-as aguas revelo ao mundo as immen-
sas riquezas riesta provincia, que, como ja lizemos
ver, sua polltlea lem sido peior do que a do Japo :
pois que cxclue da colonisa;o e da cultura, do com-
mercio cria civilisacao a mais bolla recio lo globo,
regiao mais vasta que o continente ria Europa, e na
1u d be perenne a colhetados fruclos mais delira-
os ria Ierra.
Cnyab aoba-sc no meio da regiao do ouro. Eu-
conlra-se ah esle metal cm veas misturado com os
seixos no fundo dos ribeiros, he um p na superlicie
dosillo. DepoUriasehu\aso*escfavos o os meninos
v eem-se ajwnha-lo nos regos das ras de Cuvab.
Ha nesla ciliado uina droga do Amazonas chama-
da Guaran', rujo consumo be enorme, e qual se
allribuc virtudes medie inaes as mais admiraveis.
as caheceiras doCuyabesl o celebro riistriclo
rios diamantes, 110 Brasil, c eomquanlo na actual
poca, rie sobrias realidades, se nao |M>ssa dizer que
as ras da ridade Diamantina, povoaciTo principal
riesse riistriclo, nejara calcadas com diamante-, toda-
va elles encoulrara-so alu de euvolla cora a Ierra, e
como o ouro as excavarOes da California.
Mesmo na presenca de Casleluau eslaudo um dia
um individuo a linear uina estaca para amarrar a
sua mua, achou um diamento le 0 quilates. Os ra-
pazes enconlram militas vezes ouro cavando na
Ierra, c at j se lera adiado diamantes 110 papo das
oalllnhas.
Esla pedra preciosa acha-sc no leito dos rios, e os
mais nolaveis oslo silo o Ouro, o Diamantino e o
Sanl'Anua era toda a sus exleucan ; o rea-, o San
Francisco de rujo nomo ha ahi tres; c proprio Para-
guay por unta distancia considoravel do -eu lveo.
0 sumidnuro que esta no lado amaznico desla
verlcnle, djjsjtc tambera ser muilo rico de dia-
mantes. .
1 ni he-panhol, D. Simn, explorando com -enses-
cravos o leito de Sanl'Anua nicamente na estaejo
cao na manjadoiira a soll'ror loria
gOSi a vivar como macacos ou phdcaa, e a descer es-
se erando rio desde suas fontcs at a embocadura
em jangadas, paos cavados, e em oulras quo taes em-
barcarnos que potliam encontrar.
NaS mnnlanhas ao norte de Diamantina vio Caslel-
uau hrutand rias mesmas foutes, as aguas du Amazo-
nas e do Prala.
Encontramos ( diz elle ) urna das fontcs rio
Amla (tributario do Cuvab ) que nasce cm urna
paU do pial, c corre para o Sul ; ella acba-se a
noroofoeate la sua bifurca, quedizom ser um poueo
mas elexaria. Estas duas origens unom-se quasi im-
medialamenle noAallenara formarom o Amula, que
travessa a estrada rie helio. A or geni rio Eslvado,
emque nos achavaiiios, he situada em unidos pontos
inai- iiileress,niles que apre/enta o continente. Ahi
rie faci e alguus passos de riislanca urna ria oulra,
evi-lem as iia-iciite- tos <|ous maiores rios rio mun-
do, o Amazonase n Prala. Ser algumdia muiln f-
cil estabeleeer urna communioa^o entro osles ruis
gigantescos; porquanto. simplesmenlc para regar
seus janlins, j o dono la casa, om que eslavamos,
tentara, s?gundo elle proprio nos disse, coudu/iras
aguas de um para 0 leilo do niilrn. A nascontc do
Lina moi r,n.Eslivado, que be verdailoramonlo un braco do
lia quinze libras Ariiios, aeba-seom umacaxidade rio platd, COJa ver-
I dallar por caria il,M,,e ,,c adiada para norte cerca de fiiO ps a oeste
rdin.iria he rie 5 ,la ***&& mesmo mue; e T'* ps a oeste delle appa-
l.e
peronni
v < rece cm tima pequea alameda a origcm rie oulro af-
luiente rio Tumbador, que be coohecido como um
dos Iribularios do Cuvab.
< A n aseen le do Estvario be |mis na linha que
divide as aguas que enrrem para norte, rias que cor-
rom para sul. O mesmo phennniouo se observa no
Macu ; nos lempos las gratules eheias, lem elle
urna frrenle, cujas aguas em corlo ponto se sepa-
ran! rie moriu.que rie um lado corren para o Cuyab*
e do 'miri* para 0 Topajoz.
Todo este grande plato est situado na linha divi-
suja das amias. O superintenrionle lo Eslivado
disse-uos quo unta vez unta canoa tiuha ido rio Cuva-
b ao Arjuos, mcriiaiile um crrelo rie apenas qua-
lro leguas alravez ria.C'i-ipola, e que o proprietari
le Mae pro|idx o eslabolecjmcnto desta coiumu-
Dlcaofo. x N
Diamantina presla-se a um trafico illV<-......Wio
Para, p-hi Arinos, Topajoz, c Amazonas. U'lug
do embarque be a dez b'guas rie distancia da |nv
voac,ao, e a viagem cima e abaixo, riahi ao Para,
leva oilo mezes. Diz-se que o Topajoz he doentiu.
As mercadorias eslrangeiras que chegam a J)ia-
manlina por esla va -.io vendidas cora un lucro.na
razao de oilcenlos e cincoenla por rento de seu
cusi no Para, que he j de cincoeula a cera por
ccnln duque aislara era Ne-Ynrk.
Sueste enramerein fosse extenso,que nao o lie
110 prsenle, e nem o ser sem a navegacao a va-
por,a Pensvlvaiinia muilo lucrara nelle; porque.
en Diamantina e na provincia do Mallo Grosso, o
ferro vende-sc ueralmeule a 25 riollars por caria 100
libras, 550 ioltan por rada tonelada; proco que
se&uramcnto satisfara ao negociante de forros du
Iualquer paiz. O sal vende-so ahi a tH dollars ca-
a 100 libras, c a farinba a 10 dollars por libra.
Castelnaii colleja 09 procos de trinla c quatro don
priucipaes arlgon eslrangeiros de commercio, entre
as tinas pracas do Para oda Diamantina, c adin-
renla rio lies Beata a respeilo dos daquella be como
jestahclecemos de 850 por cenfo.
Passaudo lesfe abencoario paiz para a Bovia,
Caslolnau enconlra unta qualdailo de povo iuteira-
nieule diversa, luduslriosos e progressislas, os Bo-
livianos, contemplando seus bellos rios, Pilcamayo e
Madeira. suspirara pelos vapores e pela navegacao
livre rio Prata edo Amazonas.
O Pilcamayo nasce sob o flanco do sul de sua bol-
la < cidade de prata como he chamada Chuquis-
caca. O Vermejo oulro grande tributario boliviano
do Prata tem sua iiascenle mas ao sul. Depoi> do
um BOrao de mil milhas para sul eslc. estes rios
desemlMKram no Paraguay; o Uo aiicioaaraeiile do-
seja a Bolivia a naveg.ic.io a vapor riesles rios, que,
ouvi dizer, que olla oll'ereceu um premio do 'jl.lNIO
dolais ao pnmoiro vapor que subisse o Pilcamaxn
al ao ponto navegavel.
CbiMpiscaca osla situad:i a cavallciro de unta
moulanha que parle dos Andes, o conslilue a divisa
entre as calteceiras tu Pilcamayo o do Madeira. Es-
le ultimo rio nasrendo noh o flanco do norte desla
ciilade, c **riiniido-se a um tribulario que desee da
cidade de Cochabamba passeia garboso por uina- tren
mil milhas para sul o ste ; depois crescendo, e aug-
nienlaudo-se com os numerosos tributarios que re-
cebe no caminho. dirige-se era ruino de norte para
o Amazonas, o Banha Santa, Cruz de la Sierra, ca-
pital da repblica.
Das duas cidades priiuoirameulo iiomoailas alca
Or.-afjn, pelas vol tas rio Madeira vai unta distancia
ile duas mil milhas, das quaes mais de raetadeuo
territorio Boliviano. Cora razao pois suspira esta
r 'publica pelos vapores fluvaes, e pelo llrefo rie
navegar o Amaznnas cima e abaixo.
O clima i'j Bolivia lio um rios mol boros climas
tropicaes rio globo. Este clima, cora efl'eilo, e suas
proriucies,polem-se considerar como abraneend
lodas as teinperalura e producios das de todas as
partes babilaveis do glolio.
Ahi, ran individuo senialo na raz te uina mou-
lanha, e rodeado dos-salioriw fruclos dos Iroptcos,
laucando as vistas para os putearos cornados le nove
que'lite licam sobranroiros, apaulia com un lancar
d'olhos lorias as classes la gouima vegetal. Princi-
piando pelo Cliiroraoya que derrama em redor de si
.1 fragancia da seus auanaze, de mas laraugeiras,
na bauMllia, que siibnrioalra\e-a |H>r alamedas
rie oliveirase parroiras, rie |K>cegueiros e pereiras
aloque emflm riepois de ler completado todos os
mali/.es vegetaes na ordem da produceu na /una
(orriila etemperada, entra pola frgida, e sob osen
iuvolnc.ode nevo alimente no seucumo os musgos
o lidien- das regios potare-.
Cerca de netade da Bolixia, est siluala no valle
MUTILADO
\
ana


-
y
/
lo Amaona>, um uuarlo uo valle du Piala, c i> re*-
laule (le nao lio descro mi iiiouUiiIhi, no valle do
LagoTIlirara, casa liacia inlcrior cm que o local
c a civilisacau do I'cr Uveram auaoriiiein.
No nicu segiiiutc Iralarei da Bol\i ria .1111.1/.....ana. (II eekely Slcxenqer.)
FRANCA.
Julio 4o* lllaattrw eaerlpiora do Anaiuarlo
do* Dom Mundos obre o
BRASIL.
IMPERIO CONSTITUC 0HIL D. PSDKO II
IMPERADOR.
Situaco geral do Brasil em 1851."Sessao
legislativa e discussao do voto de gratas.
Inlerreneo no Prala. Diffirencas com
a Franca. Queslao do tra/uo dos negros.
Lei ile i de setembro de 1850. Dif-
fieuldades com a Inglaterra o ameafos de
rompimenlo Lei sobre a colonisaco.
Jai sobre a inslruccao publica. Lille-
ratura epublicaces modernas.
Somos eiiiliiii chegados ao maiore mais impor-
tante estado da America do Sul, aquella quo re-
no mais conduces do estabilidade, o ollerece mais
jirobabitidodes, nao sude durajao, seno taiubein
doongrandecimento, pelo simplos desenvolvimon-
lo da seus iinmonsos recursos naluraes: lio do
imperio brasiloiro, que queremos (aliar. O Bra-
sil he aunica das antiiflis colonias hospanholas c
portuguesas, que, declarando sua independencia,
consiiiuiu-soemflionarchiacom a forma reprsen-
la lita
A constiluirao proclamada nesse paii om 1825
be bojo a mais volha do mundo, exceptu desso
mylho, -alis lio real, a que chaman) constiluiciio
ingleza.eda conslituicao federal dos Estados -Uni-
dos da Amorica do Norte. Esla i-onMiluico, esia-
bolecendo um principio de eslabilidade, o dando
ao iiiosmo lempo na vida poltica urna certa salis-
facao s ambicies, talvou o Brasil da anarchia, om
quo lom ido obysmar-*n a mor parto dos oulros
Estados da America do Sul. Talvez osles ltimos
tivessem sido garantidos de muitas difficuldades,
se na poca da invasao franceza do 1808, ol-rei
Carlos IV de Hespanha, como a familia real por-
tuguesa, livesse ido refugiar-so om suas possesaius
americanas. O certo boque s o Brasil leve o be-
uelicio desla situarn o ueste solo virgem robenlou
urna nova bastea da casa do Braganra.
A monarchia salvou o paiz da anarehia c do
dcsmembrameniode tal son, que lodo o amigo
territorio portuguer. tom permanecido unido o
rompacto, o [orina bojouin vasto imperio, o qual
confina com o Por ecom o Ocoano Atlntico,
ruin a .intima Colombia o com a repblica oriental
do Uruguay. Os Brasiloiros om geral reconliecem
de boa memo estes hendidos ; por isso a nionar-
cbia lem lancado rpidamente profundas raizas en-
tro elles. A simples comparacao de suas inslilui-
roos com os do scus vizinhos ero urna lirao per-
manente As ideas republicanas, sem ter nunca
nada de real e de serio poderam adiar favor nos
primeiros lempos da independencia, sua influencia
se fez sentir em algumasinsurroiooes, sobro ludo
ao sul do imperio ; mas ellas foram perdondo suc-
oossivamenlo terreno, principalmente depois que o
imperador actual, em consequoncia de urna regen-
cia lempesluos'i, chcgoii i sua maioridado, moco
ainda, o j maduro. O imporodor > Podro II
tom agora vinlo sele annos, elle lem-sc distingui-
do por urna real inlolligencia dos interesses brasi-
Iciros, desile quo lem as maos o poder, e preside
a politica de seu imperio. Em torno dclle (orniOH-
se um certo numero do liomens capazos o zelosos.
No Brasil, como cm toda a parle, he politica
conservadora linnemenlc proclamada, que s/in de-
vidosos mais renes beneficios. Ha j alguns annos.
que um ministerio conservador est no poder, a
minela maioria das cmaras apoia sua politica,
a qual lom sobrevivido a algumas modificucocs.
A .-un o Brasil cmrou n'uma estrada regular c nor-
mal. Seu futuro poltico est ao abrigo da insia-
bilidade, eolio he ao mosmo tenq>o muilo livre.
A iiiqirensa ah gosa de urna latilude quasi abso-
luta, he verdade, porm nao excrco grando influ-
encia.
So ha una edada possivel para o imperio brasi-
loiro, lio as ambire decena preponderancia na
America do Sul. a qual seria mui simples sem du
vida, so nao fosso oxurcida, seno pelo oxpeclacu-
lo do um oslado molhor fundado, mais vasto, e
que couseguo desenvolver mclhor sua prospcra-
ile, mas quo seria tim pongo, se sa trajufisse por
tentativas, niesmo indirecta > engrandecimen-
lo territorial, comoso/tSin podido suspeitar muilas
vezesnos neenciOsiTo Prala..
*? !*iO passado osbocamos ligciramonlc a his-
toria politica do Brasil. O quo a caraclerisa boje
lie a calma c regularidade, quo noli a so intro-
duzom.
Esto resultado he principalmente dovido, como
j dissomos, ao ministerio conservador, quo est
no poder desde 27 do solombro de 1848
lo da Confederado Argeniino para a paeificaco
do Repblica Oriental ; mas esto tratado nao foi
ratificado polo general tostl. Desde onlao o go-
vorno brasiloiro jul;ou enlrevor um perigo aindl
maior, o esse perigo resida na ambicio ailribuida,
ao dictador argentino, da.ominor exclusivamente
nasduasmargens do Prala por ti, e pelo general
Oribe
Desde enlo o Brasil comecou a procurar ou-
lros meios do aeco. No continonlo americano sua
politica era aproximar so dos estados yizinhos da
Confedorooio Argentina, o enlabolar com olios ro-
laces para chegar a conlrabalancar. a autoridade,
que tomava o generol Rosas. Dohi o reconhoci-
menlo feito por elle da independencia do Para-
guay, contestada pelo niesmo general.
Esta -ituacii dovia tambem determinar no Bra-
sil disposieoes mais directamente favoraveis ao go-
verno de Montevideo, e p-lo em hoslilidade com
Oribe, alliado do dictador argentino. Ao fhasmo
lempo, nao podendo chegar pacificacjlo do Prala
por urna convenci com Rosas, o Brasil cuidou
ora vollar-se para a Europa. He a esla poca, em
1844, que remonta a missSo do Sr. viseando re
branles i Inglaterra o a Franca.
O Sr. do branlos vinha encarrefjado de cha
mar a allencao dos dous governos europeos sobres
siluacao do Prala, o sobro a necessidade de resla-
belocor a paznessas regios por vontadoou por for-
c, tomando por ponto de partida a independencia
da Repblica Oriental. Elle ossim o fez. Dahi
nosccu a mediacao unglo-francoza de 1845. S
monte a Inglaterra e a Franca por diversos moti-
vos excluirn! o Brasil de toda a cooperacao
O governo francez lemia ver surgir alguma o-
ra complicacao da ingerencia do urna potencia
americana, reputada rival a ceos rospoitos, no
regulamenlo desto questo.
O gabinelo inglez nao queria aceitar urna ac-
cao commum com o governo brasileiro, quando li-
nli.i com elle difliculdades incessanles a rospeilo do
trauco do cscravos. O quo rcsultou desla exclusio
impoltica Jo Brasil? Rosultouoquc nos vimos:
seis annos do mediacao, do nogociacoes, do blo-
queios, da lentalivas impotontes pora chogar-se
emfm ao quo nao se queria ao principio. Rosas
consoguio cansar os dous govornos europeos. A
Inglaterra j linlia tratado com ello. A Franca ia
fazor o mismo. Oriho eslava a pomo de triiini-
phar, centrar om Montevideo, quando o Brasil
vondo desenhar-se una siluacao, quo podia tor-
nar se ameacadora para ello, na qual pelo menos
via um perigo que ot onlo procurara desviar,
detorininou-soa obrar por si mosmo. Foi onlo,
quo elle intorveio formando urna liga com o go-
verno do iMontovido, e com o general Urquizo,
tornado um rival limivel para Rosas. Ello 80-
viou um oxercito, c os acontecimentos mudando
complelamento de lace so desfecharam como j
mostramos.
Rosta sabor so o Brasil nao aproveilou se do-
masiadainenlc.junlo do governo da Monlevido.da
influonciaquoiho dava sua iutervencao.
Pensamos quo o {overno imperial nao nulre
designios hoslisfonira a independencia da Ropu-
lilica Oriental, ello nao lem inlenco doencorpo-
rar do novo o Uruguay ao imporio, como om 1821;
mas nao foi evideiileinenlo elloquem lirou as mais
reaes vanlagens dos ltimos aconlecimenlos ? Em
primeiro lugar livrou-so da lerrivrl vizinhanca de
Rosas, e depois lodos virain os tratados quo olio
oblovo do governo montevideano. Um dolles
principalmente he grave, lio o tratado delimites.
Foi esto quo mais custou a ser aceito polos novos
poderes organisados na Republira Orienlal. Esla
circumsiancia nao conlribuio pouco para favoro-
cer a elevaco presidencia de um partidario de
Oribe.
O governo imperial scnlindo isso, assipnou re-
conleinonte un novo trotado om semillo mais favo-
ravel an EsladoOrienl.il, o sullocou por ora difli-
culdades, que podiam aggravar-so, o lomar a avi-
var ossa especio do hoslilidade, quo lem sempre
existido na America entro a raca porluguezao a
rara licspanhola.
Em lodo o caso nao se pudo negar o habilidado
e vigor, quo ogabinclodo Rio-ile-Janeiro dewn-
volvru ncslo negocio Islo lio para olio um suecos-
so inronlestaiel, o lano mais lisongeiro para o
espirito nacional, qiianlo o Brasil pode dizer quo
foi bom surcclido n'uiii nogocio, onde naufraga
rain os mais poderosos govornos da Europa. Era
esla poltica que o gabinete imperial c Mu) part
darios linha de defender as cmaras do 1891.
Antes quo ella livosse alcancado scus resollados
que diziaa opposiro ? Q110 o Brasil so lancava
n'uma guerra inlenninavel, u quo os rondinienlus
do paiz nao soriam sufliriontes. F.stas provises
eslo al hoje longo de seren justificadas, pois o
oxercito brasileiro j evacuou o territorio oriental.
Entro as questoes exteriures que se produziram
no Brasil em 1851, una lem um inleresso espo-
A sossao legislativa de 1851 abrio-se no Rio-1 ciol Para nos, pois trala-so do urna dcsavonra
de-Janeiro cm 3 do maio, o fechou-so o 14 dese-
leiiibro. He juslamento o periodo do quotro mozes
llxados pela consliluico brasileira, o urna proro-
gaciio do doz das. Desde a abertura das cmaras
nolra-so a maioria consideravel quo apoiava o ga-
binele imperial. Os candidatos i presidencia dos
cdouscorpos legislativos, oSr. Araujo Vianna pa-
ra o senado, e o " mara dos doputados, foram eleilos quasi per una-
nimidadu As commissocs formados pora respon-
der ao discurso da cora composoram-se dos mem-
bros propostos pelo ministerio : os Srs. Carnciro
Iao, Liuipo do Abrcu 6 Olinda no senado, o na
cmara dos depmados os Ts. Poreira da Silva,
Aprigio e Maciel Monleiro. O imperador no sen
discurso expoz a siluacao do Brasil no poni de
vista exterior, u os difliculdodesquose tlnliain ele-
vado a rospeilo dos negocios do Prala. Quanlo ao
interior ello chamoii a allencao dos cornos legisla-
tivos sobrea necessidade de prcoccuparem-sc me-
nos dodiscussoes poli ticas abstractas, do que do
dosciivolvimenlo dos inloresscs inoraos o maioriaes
do paiz. A discussao abrio-se logo sobro estes di-
versos pontos as cmaras. No senado olla foi sus-
tentada polo ministro dos negocios eslrangeiros, o
Sr Paulino de Souzs, contra o Sr. Hollando Ca-
valcanli, membro da opposico, o na cmara dos
dopulado.s o Sr. Pereira da Silva defendeu apo-
ltica ministerial n'uinnolavol discurso etn res-
posla aos ataques do Sr. Souza Franco.
Esta discussao ho urna especie do revista do to-
das as questoes que conslituem a siluacao do Bra-
sil. A primeira do todas, o a mais gravo sem du-
vida ora a da inlervoncao, cnlao eminentf, no
Prala. Como vimos, foi algunsdias depois df a-
bertura das cmaras, om 29 de maio, quo o gover-
no brasileiro assiguou um trotado, anda secreto,
rom o govorno de Montevideo, e com o general
Urquiza. Estes recentes aronlerimenlos, quo li-
voram lugar as margensdo Prala, j foram ex-
poslos por nos. Era impoisivel por cm toda a cla-
reza as complieagoes que so drsenvolveram nosla
parto da America do Sul sem tratar do Brasil, quo
ncllas rupresenlou o primeiro papel.
Alm disto, nao he doslos ltimos tompos, que
o govomo brasileiro so preoecupava do oslado per-
nianonie do guerra civil, om quo cahiraa republi-
a do Uruguay. Esta guerra ora om diversos pon-
i de vista um perigo para o imperio, ella expu-
nli i .-, (requemes di-prodares os proprictarios da
provinriado Hio-Grande-do-Sul, o arriscava a re-
novar a insurreicoo mnl oxlinrta nessa provincia.
Assnn, cm 184.1, celebrou-so um tratado no
Rio-de-Junciro entre o gobinele imperial o o agen-
a Franca. Esla desavonca fundava-so om dous
pontos, ambos os quaos foram esclarecidos nos de-
bates legislativos pelo Sr. Paroira da Silva. Um
dosses pontos ero a quusto do limites na fronioira
daGuiana Francezo.
Ha muilo que a Franca conlosta ao Brasil o di
roito de oceupar o territorio alm do rio Vicente
Pinzn, fundando-so em que eslorio nao lio o do
Oyapock, fixado como limite das duas nacfles po-
lo arto do congresso de Vicua do tt de juulio de
1815.
O Brasil sustenta a preloncao contraria. Em
1830 o governo francoz eslabeleceu poslos avan-
;ados no lago Mappa e na ilha Maraca O gover-
no brasiloiro proteslou contra osla oceupacao. Em
5 do julliodo 1841 fez-so um arranjamonto esti-
pulando,quo o territorio contestado uo seria coav-
pado por nonliunia das duas naciics, einquanlo
uoso livesso fixado por um commum aecrdo o
vordadeiro senlido dos trovados.
A quoslo eslava ueste- termos, quando cm
1849 o governo brasileiro promulgou urna am-
nista em favor dos seus desertores refugiados ues-
te tcirilorio, com a conJico de licarem ahi estabe-
lecidos tomo colonos. Imincdialamcnto alguns
navios de guerra franeczes appareceram no Ama-
(ci. F,m consequoncia doexplica^es mutuas, quo
s so lorminaram recen temme, os navios fran-
eczes so rotiraram, porquo o Brasil declarou, quo
nooutorisra scus nacionacs a morarom, sono
as porcesde territorio n.io contestadas.
O oulro objoclo de conleslacao entro o Brasil o
o Franca linha um carador mais gravo o cnsul
francoz cm Pernambuco, Mr. Sents, linha sido
preso por ordem de um jiiiz brasileiro. Segulra-
sc um pedido de satisfaco da parte da Franca, a
qual reelamava adomissao dojuiz que passra o
mandado do prisao, urna indemnisacoo em favor
de seu cnsul, euma reparaeo para o seu pa-
vilho
Finalmenlo depois das negociacoes soguillas,
lano ert Paris, como no Rio-do-Janeiro, o jniz
do Pernambuco foi severamente reprohondido, e
eslipiilou-soque urna salvado vintoo um tiros do
canhes seria dada ao pavilho consular, quando
fosso reslabelccido. Smonlo o governo brasileiro
declarou que islo era antes um acto do condescen-
dencia do que a repararn de um ullrage, que mo
podia ter sido feito i narn franceza A Franca
declarou ao niesmo lempo quo so jubnria obriga-
da ao mesmo acto om circiimsiannas idenlicas.
Assim so lorminou osla queslao, quo nao podia
sor uin elemento serio do coinpliraces onlro dous
paizes unidos por ionios inlcrossci.
A siluacao do Btasil est sb o peso do urna di f-
ficuldado mui di&Ventemente gravo, lanto no pon-
to do vista exterior, como no interior: queremos
fallar do trafico do) negros, e das complicacoos in-
cestantes de que elle lie Ionio entre o Brasil e
Inglaterra.
Em 1851 anda estas difculdados se renova-
ran!, o houveuma trocado notas diplomticas as-
ear, vivas entre o ministro ingle B9 Ro-do-Ja-
neiro o o gabinete imperial. Todos sabem que a
Inglaterra orrogou-se o monopolio da proleccao
dnsnogrosno mundo, um pouco em inleresso do
humanidade, e milito no inleresso de acu coin-
morcio. Em 1828 ella fez imroduiir n'nin ira-
lado com o Brasil o principio da abolicao do tra-
fico ; mas depois dessa poca no meio da insiabi-
lidade do paiz, esto principio nao podo ter appli-
eacao. No fundo o Brasil so ochava n'uma silua-
cao mui complexa : se abolisse o trafico, se priva-
ra do nico moio eflieaz do irabalho agrcola, que
anda eslava sua disposicao, o se o tolerasse ou
deixasse proseguir n'uma grande escala, como se
fez por muilo terapo, croara para o imperio um
immonso o permanente perigo pela disproporco
cada vez maior entre a raca branca e a raca ne-
gra. Dahi a longa hesilaco do goveruo brasileiro,
o qual linha ao mesmo lempo de alTionlar as re-
clamacoes cada vez raais^rgentes da Inglaterra
Todava cm 1850 a resolucao do Brasil pareca
tomada, quando o governo inglez provovelmenlo
para apressar pela autoridade a conclusao da ques-
lao, e ajudado do humor imperioso de lord Pal-
morslon, dirigi ihslmcroes sua osquadro na-
quellas paragens, para que aprisionasso lodos os
navios nogroiros, mosmo as bahas e porlos do
Brasil.
Estas ostranhas nslruccos chegoram Amo-
rica, quando, como acabamos de dizer, o governo
brasileiro eslava decidido a obrar por si mosmo
contra o trafico. O gabinete imperial obleve do mi-
uistro inglez no Rio de Janeiro, o do chefo da
esquadra britnica, quo as ordens do almirantado
fossem suspensas para doixar-lhe o cuidado, o a
iniciativa da abolicao do trafico dos negros pela
via legislativa. Esla arranjo com os agonles in-
glozes ho de 19 de julho de 1850 ; a lei quesup-
primo deflinilivamenlo o trafico no Brasil, ho de
4 de setembro do mosmo anuo
Eis aqu tinaos sao as bases desla lei: ella con-
sidera como criino do piraloria a imporlocao dos
negros nu imperio, o eslabelrco urna jurisdieco
excepcional para esla especie decrimos, a do > au-
ditor demarinlia. Esla auloridado faz o processo
das possoas o dos navios, quo caliem no alcance
da lei. Todo o navio, quo lom a seu bordo os ob-
eclos proprios para o transporte dos nogros he
considerado como empregado no Iralico o declara-
do boa presa. Osdolinquonlos pdom solfrer urna
mulla de 90 200,000 francos, alm da pona de
traballios forados. A isto vom reunir-so algu-
mas medidos' especiaos concernonles aos escravos
oxislonlos no imporio. Esloboleceii-se um im-
posto annu.il sobro cada um delles nascidade
Os cscravos nao podem ser empregados em ne-
iitmni cslabelcclmenlo publico, o nao dovero ser
iiitroduzidos as colonias, que so forniarom. De
niiim lado os navios quo transpnrtam colonos bran
eos, nao pagan) o direito de ancoragom nos por-
tes. Um regulamenlo do 14 do oulubro do 1850
determina os meios de execucao da lei do 4 de
setembro.
Assim o Brasil pareca oslar em regra, o linha
ciimprido os obrigacocs conlrahidas no arranjo
convencionado de 13 do julho de 1851 com o
ministro inglez ; alm disto elle dera ordens, para
que a lei do 4 de solombro fosso rigorosamente
executoda. Todava as rcclamarucs da Inglaterra
recnmicaiaiii iIonIc n- primeiros dias du 1851.
Em 11 de Janeiro o agento britnico, o Sr. James
Hudson-dirigi ao governo brasileiro urna nota
acerba, na qual so queixava do quo o trafico con-
linuava mais que nunca, o lorminava declarando
quo as inslrucroes, cuja execucao fora susponsa
pelo arranjo de 13 de julho, teriam dahi om diau
le lodo o seu ofloilo. Ora nao parece quo esla sus-
penso fosso bem mal, pois mesmo autos dosta da-
la os navios inglczes se linham aprosonlado nos
aguas do Brasil, o linham soltrido o fogoda for-
taleza do Poranagu.
Esto ultimo meciente den lugar a um novo des-
pacho do 15 do Janeiro, no qual o Sr. Hudson
reclamen em lom imperativo contra somelhante
aclo, c podio quo so dessem ordens pora quo fac-
tos dosso genero nao so renovassom, ao que o ga-
binete imperial responden, que nao podia dar oslas
ordons, porque ellas implicaran) o reconhecimenlo
do direito que a Inglaterra scarrogava
(Quanlo ao lodo dos factos o pretendes oxpos-
tas na ola do Sr. James Hmlson com dala do 11
de Janeiro, o ministro dos negocios eslrangeiros, o
Sr. Paulino de Souza, os ropellio pcromploria e
jiisiamenlen'um nolavcl despacho do 28 do mes-
mo niez.
Eslo despacho lerminava do modo seguinlo i
n O Sr. Hudson podoria dizer quo a Inglaterra
procodc assim, porque lal be o seu bel prazor, c
porque ella lem a forra : osle argumento loria .10
menos o mrito da franqueza, u
De fado o que a Inglaterra persegua com suas
prosas llegaos, ora o commercio brasileiro He f-
cil do presentir-so O alcanro das inslruccOes de
lord Palmcrsion que o Sr- Hudson declarou do no-
vo om vigor. Desde cnln nao reslava so gobinote
imperial, seno procurar dofonder oflicozmcnlo sou
commercio. Nao podendo faze-lo ello mesmo pela
forra, pedio a autorisaro das cmaras para por o
commercio de cabolagein das costas brasileras sob
a bandeira do una oulra naco com a condicao do
defoza contra a Inglaterra. Nao se publicava o
nomo do povo que so aprescnlava para isso ; mas
iingiiem o ignorava, eram os Estados Unidos.
V-se, quo mais graves complicacoes podiam nas-
ccr de um da paro oulro, quando o irascivol clie-
fodo a Foreing-Oflico lord Palmerslon soliio
do ministerio.
O novo gabinete ingloz pelo orgo de lord Mal-
meshiiry rolirou os nslruccos dadas ao agente o
aos cruzoiros britnicos.
A Inglaterra nSogosla de lor os Estados Uni-
dos om face, o alm disto ncsla rirciinist-.inria seu
governo reconheceu a Ic.ildado dos osforcos foilos
polo Brasil para reprimir por si mosmo o trafico
dos negros. Ho do cror que osla dilTiculdade ox-
lerior estoja bojo aplanada. Resta o lado interior
di abolicao do trafico. O govorno brasileiro fez
um arlo em si mesmo justo o moral pola suppressao
do Iralico dos oscravos; mas lem agora de oren par-
so de substituir pelo Irabalho livro o irabalho es-
cravo, o qual vai cassar do recrular novos bracos
pela importarn animal dos negros : he preciso
cuidar, o que he niesmo o (Im desta grande medi-
da, om fortificar a raca branca ao lado da negra.
J vimos que o governo brasileiro isontava de cer-
tas direitos os navios que iransporlassem colonos
branros.
Este ho openoso arlo menos importante nesto
genero. Ao mosmo tompo quo a loi que prohibe o
trafico dos negros, era votada pelas cmaras, urna
omra loi com data de 18 de solombro de 1850 ora
promulgada sobre a reparlicao das Ierras vagas do
imperio o sobra a colonisaco. A lei de 18 de
setombro divido as torras em propriedades domi-
nioes o em propriedades particulares. Nao roco-
nliceo por hgiiimos proprieiarios, titulo parti-
cular, seno os que adquiriram torras por horan-
ras, compros, trocas, ele ou por concessoes do
govorno chamadas sesmarias. Quanlo s tur
1
2*
ras tomadas sem nenhunt titulo, ou por assim di-
zer pelo direito do primeiro occupanle, a lei nao
valida, nem garantea propriedado seno do terre-
no cultivado eHeciivormmie, e moisdous tercos do
que nio he cultivado O rulo he considerido co-
mo prtenosme ao domino publico. As torras do-
minaes sorao medidas odivididas em quinbos pa-
ra poderoin sor entregues aos frliculores por um
proco que o governo marcar.
O governo he lambem outorisado para mandar
vircada anno i cusa do thosouro ceno numero de
colonos livros, os quaes serio ompregados por um
lempo convenanle em eslabelecimontos agrcolas,
o na formacio das colonias. Os estrongeiros, que
comprarem trras, ou os quu exercerem alguma
industria no paiz, podero naturalisar-se depois
de dous annos do residencia, o serio isentos do
servico militar. Taes sao alguma dos medidas to-
mados pelo governo brasileiro para o desenvolvi-
ineiilo da colonisaco.
Alm dalo, mesmo os particulares proprieiarios
de ierras comecam agora a convidar os colonos es-
lrangeiros para cultivar suas propriedades
formom quinlios, o os do aos colonos com mei
lucro.
Cada um faz suas comilones o seus contractos
parle. Ha j no provincio do San-Paulo flo-
rescenles colonias esiabelecidas nos torras dos so
nliores Vergueiro eQueiroz, membrosdo senado
No Rio de Jonoiro os Srs Carneiro Bolens, Vallo
da Goma o oulros proprieiarios lom mandado vir
colonos allemes. Os Srs Pi, o Fernando de
Abrcu lem igualmonlo colonias de Ponuguezes
em suas possessos. As colonias mais prosperas
formadas pelo governo sao as de Pelropolis, espe-
cio do Versalhes do imperador D. Podro, sima-
do cinco leguas do Rio nas monlanhas da Es-
trella, com urna populaco do 5 a 6,000 colonos,
as de Friburgo o do Pedra-I.isa, o sobre ludo o do
San-Loopoldo. A colonia de San Leopoldo roce-
bou seu nome da archiduquoza Leopoldina da
Austria, primeira imilher de D Pedro I. Flaos-
la situada na provincia do Rio Orondo do Sul a
qnatro leguas do Porto Alegro. Oilonta oinigrados
allomesa rompo/oram om sua origem om 1824,
o apezar das doprodacoos dos Indios, apozar das
guerras civis, de quo a provincia do Rio Grande
foi lliealro, conlava roccnteracnlo S.OOO habitan-
tes, e evporlava porto de um milho do mercado-
Has. Einlim oulra colonia, croada por urna casa
alloma, a casa Schroeder do Hainbiirgo nas Ier-
ras do senhorprincipode Joinvillo conla j l.opo
colonos, bem quo sua formaco s remonte n urna
dala mui recente. Esla colonia lio situada sobro a
margom diroila do Rio-San-Francisco em Sania
Camarina, sou porto podo receber navios grandes
Na Allomanha a allencao comer a dirigir-30 so-
bro e Brasil, e para os oulros estados da Amorica
do Sul, eos numerosos emigrados desto paiz vo
procurar nova patria nosh) solo virgem. Temos
aos olhos um tratado feito recenloinento om Ilam-
burgo, om nomo do Sr. Souza Quoiroz, senador do
imporio, com colonos Esla conlcalo he por cinco
anuos. OSr. Quoiroz prometi supprir aos gastos
da passagom do colono, o do sou primeiro anno
demorada, dar ISes lanos milhares do psde ca-
f, quintos podorom cultivar ellos esuas familias
O colono podor Igualmente cultivar oulros inic-
ios necossarios sua subsistencia, o na expirar,i'.
do tratado recebar os ierras nocessarias para o seu
oslabeleciinento proprio mediante as condcoes quo
se estipularon). As obrigocoos do colono sao cul
livar exactamente. Ello tom melado dos productos
da venda do caf. O concessionario nada tom so-
bro os oulros fruclos consumidos pelo cultivador,
ello nao lem a nielado, seno da porro dos fruclos
enlreguos ao conimorcio. O colono einlim se obri-
ga a reembolsa' ao Sr. Quoiroz dos gaslos da pas
sagom o do primoiro oslabeleciinento com a de-
mora do quatro annos ou om dinheiro ou om g-
neros. Assim como p-lo nolar-so, o moviinento
da colonisaco lendo a desenvolver-so no imporio
brasiloiro, ho urna fon to de riqueza, cujos effeitos
seria diflicil de calcular-so.
A potencia brasileira chegar gradualmente a
assenlar-so sobro esla base solida do irabalho li-
vro o inlolligonlo. O commercio nao podor doixar
de lomar um vo mais rpido ; os recursos do es-
tado deveru necossariamenle augmentar, e per-
millirao aa govorno entregar-se a novas o fructuo-
sas omprezas do ulilidado publica.
A rospeilo do commercio, das (naneas o dos
irabalhos pblicos o Brasil osla, ha muilo tompo,
n'uma via de progresso scnsivel. O ministro da
fozenda calculava assim o movimcnlo das impor-
laccs no Brasil, ha alguns annos : do 1847 a
Ih48, om 14,219,301 pesos, do 1848 a 1849
15,455,000 do 1849a 1850 om 17,378,286 ;
o no primeiro semestre de 1850 a 1851 em
j.922,892. As alfandegas sao urna das princi-
pan fonles das rondas publicas. A rereila goral
para 1851 ora avahada cm 27,350,000 pesos, o
a duspe/aoni 26,171,064. Em 1814 o Brasil
linha apenas urna ronda do .12 milhes do fran-
cos, em I8.JI esla ronda se elevara a 40 niilb/ios
de francos; para 1852 os clculos do orcomonlo
elevam-na i 190 milhSos do francos. Nos lti-
mos lempos o governo brasileiro pode comecar a
amorlisar urna parto do sua divido, a qual so
manjein habilualmenlo om Loudies na Usa de
96 o 97.
Este progresso dos recursos pblicos perniiltio
dar um impulso mais decidido aos mellioramentos
e trabalhos maleriaos Segundo os relatnos mi-
nisleriaes, diversas estrados importantes iam a-
brlr-so do Coriliba oo Paraguay.odo Matlo-Grosso
a Sanlarem sobro o rio Amaz .nos. Muitas vas de
communicacao so linham dirigido pora este rio
cuja navegnro allralio hoje a altoncao no Novo
Mundo, o quo ho destinado a fazor cliegar a civi-
lisac,ao mosmo ao conlro do continente sul ameri-
cano. O Brasil einlim vai ter seus caminliosdo
forro, as cmaras volaram em 1851 a concesso
do una linha quo so dirige do Rio do Janeiro pa-
ra as provincias do San-Paulo o Minas Coraos O
privilegio hoconcodido poroitonla anuos, ogoter-
no garante um lucro de 5 por 100 companhia
concessiunaria ; urna oulra lei concede a navegacao
vapor entro as provincias de Bahia, Pernam-
buco o Alagos.
Reuniremos a es las medidasdoiiiteressomalorial,
urna modida de oulro genero, quo nao lio monos
inporlanlo, o que pcrlenco a 1851 : he a reforma
do onsino frita pelo govorno em virtndo do urna
autorisar.in das camarai. A inslruccao primario
ho gratuita o obrigaloria. A inslruccao secundaria
he paga pelos que a rarobeni, os quaes sao livresdo
procura-la. Todo o particular tem direito do abrir
eslabolecimonlosdo inslruccao primaria e secun-
daria em concurrencia cora o Estado, sob condi-
cao do urna moralidade demonstrada entre os pro-
fessores, ede sua oplido provado por um exame ;
urna auiorisacao previa he lambem necessoria, o o
governo lom o direito de inspeccao sobro os oslo-
belocimenloslivres, olio podo mosmo fecho-los por
causados bons coslumes. Como so v, 1851 nao
foi mo anno para o imperio brasileiro, ello sabio
desie periodo com um grende successo exterior, o
da Prala, e urna niultido do inloresse em va do
augmentaren! o de foriilirarom-so.
O Brasil tem inconloslavelinenlo (liante de si
um futuro immonso ; paro qualquer certificar-
se disto, hasla considerar sua oslonso, seus re-
cursos naluraes, e lodos os elementos de prospe-
ridade quo elle conten anda nm estado bruto. El-
le lem a ambicio de ser na Ainorca do Sul o que
sao os Estados Unidos na America do Norte. Islo
he um exeinplo a seguir no que toca ao irabalho,
colonisaco, i industria o. eo commercio mas
no ilia om que o Brasil manifestar a rospeilo dos
seus vizinhos de rsco hespanhola um poueo desla
humor invasor, quo osroctorisa os lorrivois fillioa
da PuiSo.'no tardara ver ligar-soconlr)si todo
o rosto do (-omnenlo sul americano.
E domis cora que lliu ir ello procurar um en-
grandecimento territorial qualquer, mesmo de al-
gumas leguas de terreno, como na fronioira da
Repblica Orienlal ? Seu solo nao he asss visto ?
O Brasil nao lem s de guardar-so doslos orro-
baiamontos, ello deve desarmar as desconflancas
dos Estados de origem hespanhola. Conquistas e
abusos do influencia soriam couso lio veas o lio
impolticas, romo asqnestes abstractas, que lem
ha muilo lempo alimentado lodos as discussoes.
Nada ha sabio, til e fecundo nessas regios novas,
como o Irabalho, e a aclividade incessante que
multiplicara os intoresse, o fundam sobro urna
base real o poder desla joven nacionalidade.
ntreos diversos elementos que conslituom sua
siluacao polilicao material.o Brasil nao deixadeter
ceno moviinento inlelloctual. Cada dia se forman)
liomens esclarecidos o instruidos, Quem seguir as
discussoes legislativas do imperio, notar segura-
mente talento, ao qual muilas vezes nao falla, so-
nio urna vordadeira o prounda originalidado. O
Brasil conla estadistas dislinclos, como os Srs.
Paulino de Souxn, actualmente ministro dos ne-
gocios eslrangeiros, Limpo do *breu, o Carneiro
Leo ; oradores como os Srs Visconde do bran-
los, Quoiroz, Moiilezuma, Forraz, Pedro Chavos,
Visconde do Olindo, Rodrigues Torres, Peroir
da Silva, o -Maciel Monleiro ; o administradores,
como os Srs. Goncalvos Martins, Fotizerdo, Tost,
Bario da Boa-Vista,Pedreir, o JeronyinoCoelho.
A littoralura lie representada om seus diversos
ramos pelos Srs. Araujo Vianna, Silva Pontes,
Firmino, Aprigio, Paranhos, Varnhagom, Ma-
rinho, Alvos Branco, Amaral, Gonealves Dias,
Porto Alegre, Mogalhies, ole. Ha igualmonlo
mdicos o naturalistas como os Srs Jobim, Va-
lado.o Paulo Candido
A vida inlellcclual se derrama nn paiz por um
assz grande numerode esrolas, sociedades hilera*
riiti oslabelociinenlos sciomificos. O p^meiro des-
tos cslabelocimenlos ho o Instituto histrico e geo
grapliieo, prolegido do um modo lodo oxcopcional
pelo imperador, o qu; ""slinna presidir pessoal-
inenlos suasscssos. dustu, Instituto he
recolhor lodos os inalcnpos,. a elementos proprios
para esclarecer os divorsos periodos da historia do
Brasil, apcea anterior oecupaco porliigucza,
as primeiras exp'orarrs dos conquistadores, as
lentalivas do coluiiisaco, n'uma palavra ludo o
que colisiitue as Irwliroes nacionacs do imperio
Todas as illuslracoes poliliras, liltorarios e sa-
bias do paiz perloncem a oslo cstoboleci'nonlo, o n
impulso do imperador d aos seus trabalhos una
certa aclividade o um reno intoresse Mui nota-
veis memorias sao publicadas frcquenlomcnte n'um
resumo, que ho o orgo do Inslitulo. Mas nao
sao oslas as nicas prodiiccos histricas quo tem o
Brasil. Podia-so ajunlar s publicacocs especiaos
do Instituto diversas nutras obras : os a Aunaos >
dj provincia do Rio Granito do Sul pelo Visconde
de San-Leopoldo, senador e conselhoiro de osla-
do, o Plutarco bra-ileim o, quo he urna serie de
biographias dos personagens dislinclos do Brasil
desdo a sua doscoborla, obra do mrito do Sr. Po-
reira da Silva, a Corographia brasileira por
Manoel A y res do Casal, as Memorias do Rio
de Janeiro pelo ronego Araujo Pizarro, e Ni-
colao Li-boa, a Chronica do Brasil pelo Vis-
rondo do Cayru e os cscripios dos Srs. Accioli da
Babia, o Baona do Para
Na poesia o Sr. Goncalves Dias faz-so distin-
guir como cantor dos bosques c das harmonios
americanas. No romanceo no theatro lambem se
podoria notar algumas tentativas origjnaes.
Todava (levo so dizer que na lilleratura pro-
piamente dita a imitarn franceza domina ho-
c no Brasil. Nossos romaneos, nossos dramas
; nossos vaudevilles vio divertir a curiosidade
dessas populacocs ardemos, u eertamonle nao he
isto um alimento muitn substancial. Einlim o
imporio brasileiro a este respeilo nao est em cu-
tas rondicta, quoosoulros paizes da America
lo Sul.
Todava o Brasil tom ludo o que ho preciso pa-
ra crear com alguna esforcos urna lilleratura na-
cional ; elle lom sobre ludo a viva, suporficial
voz, mas sempre brilhamu imaginarn de seus
Slhos.
Basta ver em sua historia grande de liomens
dislinclos, que elle nunca ressou do fornorer a>
letras porliiguezas : os Amonios du S, os Ma-
noois do Moros, os Greorios do Mallos, os
Gonzagas, os Claudios Alanoel, os Basilios da
Gama, o os Durnos, lodos nascidos no Brasil. E
nn h Hura nesla fecundidade de outr ora um pe-
nlmr para o futuro, medida que o imperio bra-
siloiro so fir adi.intando na estrada da rivilisa-
;o, e retemperar nos trabalhos de todo u geuoro
ua nacionalidade nasccnlr ?
\ .liiiiudire ileit Deit.i MoHUi
teja mi aiutor. Pouco lem de vida quem nao v jr n
resultado, assim romo a tenteopa, que Mies d o Iri-
bunal, que om vista dos /aeore |ior oulros concedi-
dos, talvez nSo queira campar de Catjo.
En desojo vero final denso questo para saber se n
cidailo lem dircilo, ueste paiz das garant.*, dr ser
assasNinailn iuipuneiuente, anda quando tem a triste
(eliridade de 1er pareles, que gastem alguiu cobre
para punido do seus des|mrliaiiles. Se a eousa sahir
como espero, appmveilo a monedo, e vou paraa Aos-
ii alia. |iori|uu j Iciilm vencido a primeira ditllriil-
dailc ila IniKia iikIpzo, a philnsuphia da pronuncio,
a qual consiste cm conservar na bocea o maior mime
ro de Iciti a- |io-nel, e ao depois cuspi-las em qual-
quer vana, trelo queja hoje o inelhor orador brit-
nico nao he capaz de pronunciar qualquer nome com
menor numero de ronsoaiilc.
Alada nao cliegou a Ltndoya, e o Catiope segu
al -alili.nlo. segundo me informa o Pereirinlia, que
sulililuio o pai na secretarla dosoverno.
Em Macan, nome lo lerrivel pora os iiHurmco-
conionde Holms, edn navio naufrauado, aluda exis-
tem algumas familia-, que au sei quandorheifaro.
Continuara a portar-se bem as que aqu rxislcni.
Eslava adeviuhando, para o que lenho meu -co
quando Ihe ilis-o, que os nufragos s, embarrirailo-
iriaiu, no navio (retado, para Australia ; eem verda-
de, s me enaanei em dizer embarricados, quandn
elles irru do Ir eneatrolados.
I) navio era que vieram tinha qualrorentas c laula-
loncladiis, o o do trinla conlos, sem comer, tem du-
zenlase puucas. As calzas veem sobre o conves, e
rreioque virio a Ierra para pastaren) nas prensas na
orcasian de arrumar.
Algn* dos nufragos esli halando com a hiato
ria, e j vio applicandn scus Oui/res, que cu nfln sei
o que ligoillcaiii, se serio synoninios de Were gmt.
Cliegou no dia 21 o missiouario Fr. seraphiiu dr
Galana, e tornou a seguir no dia 23. Trouxe, e lr-
vou grande acoiiqianharacnto. Crcio que ainda foi
missionar no rcnlro.
Sio indisiveis os crandes beucficios [ireslados pm
aqucllr iucausavel Iraballiodorda viuda do Senhor.
Nioquereudo olleiider sua iiiodcslia, farei um elo-
gio cm pouras palavrasOs Paraliibanos jamis o e-
quererio
Quando menos pensava esgotou-sc-mc a malcra ;
IHirlaiilo aceite meus protestos de estima e considr-
raco, c tenlia a certeza de que llie desrjo ludo quan-
lo he Imuii, e quanlo para mim quero, principalmen-
le se chegar para ambos.
N. II. Chcgaram uoS.-Saliaitm-MI prarasc I al
feres dessa provincia, com boa viageni, e inaiiduin
lembranras aos amigos ; assim como.....as agradece-
mos, porque, nicamente por isso, maii ral pouco iln
i/ue. nada.
PERY4K0.
AS8EMBLA PROVINCIAL
Smmo' prp.rlorl m 28 de fevere.ro de 1863.
/'rexdenein do Sr. Dr. Pedro Ctiralnriil>.
A's 11 horas c V*. feila a chamaila peloSr. priinri-
ro scrrofnrio, vcrilira-M eslarem prsenles os Sr-.. :
Pe Cavalr.uile, BarSo do CapibarilN*, Florentin,
Maciel Monleiro, Jos Qitinliuo, Anlonio Jos de
Oliveira, Cosme tle Su Pereira, Joaquim Piulo de
<;.ini|it>-. Barros Brrelo, Mello Reg, Barros l;.il-
i'i<\ Aiiatiislo OIveir.i, Amiiar, Porlella, Valentini
Villela, Oirr^a de Brilo, luedes de Mello, Martin*.
Pereira, Varejo, Aquinn Fo-iseca, Paes Brrelo.
O Si: Premente declara eslar alwrla a aeao pre
paraloria da assemhla, c ua forma do arl. 8. do re-
ti.en lo, mandou-se remetler a presidencia da pro-
vincia a relajo dos detallados prsenles.
Nao lia\endo mais a IralaMC dssolTeu-se a reu-
iio. Era iiieio-dia.
DIARIO DE PERYtMBim

Hoje l.'(tc niarn, aonieio dia, lera lugar a ahci-
Itir.i da nssemlila lenislaliva pro\ucial.
&}&&$&-
Tendo recebidoo a Annuirio dos Dous Mun-
dos ltimamente publicado em l'aria, daTOu-no
pressa em Iranscrever neslo a Diario o artigo ,
om quoos Ilustresescriptores do to inleressanle
obro dao cont dos aconlecimenlos quo tiveratu
lugar cm nosso paiz no anno do 1851, para que
as leiloros vejam como vamos sondo considerados
entre os eslrangeiros. Esse artigo lie o quo tem
por titulo Brasil na parte oxterior desla ollia
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Parahiba 35 de evriro de 1S53.
Estamos hald-. dr m>\tl,idi's pelo o;ue iieuliuma
imporlanria lera a prsenle para Vine, i|iic lano
uosla de nolirias.
#A galiilnidadc puldica conliuua na mesma. e as in-
li'iiriilriili'-, maliunas, eraimliras,\.o srat,indosur-
aleirjmeiilc, e sem ruido.
Al ehOTM que reappareo-rain n'um ilia, l ,1 KUMOfaT-Mf o runlinuamos ten lrandes cs|erau-
ras, principaliueule, ponpie \amos salieuiln, (pie o
tio drande do Norte e Cean, sempro DdiM OOmps-
nhelroi de infnilunio, laml>ein j se (|uei\am. Anda
Dio vimos ri'lainpmns para o rendo, siunaes rerlos
eaaimadnres para nos.
Nada me lia rouslailoronlra a lrancpiillid.idc pu-
hlii-a, eiCOplO que ua freaue/ia de Taip panol lia-
ver-se oruanisado urna quadrilha de ladnes de ca-
billos eescraMis, leudo a sua fenle um iud\iduo
dos lados dessa provincia. O* repelidos fnrlos de at-
cravose caxallos all succedidos cm pouco lempo, e
ullimametileo haversido lirado da casa do l.il mn*-
li'o uniescravo, pilliado lia poucas liora^, lem feilo
acreditar garaMotoa uolicia.
Seria muilo convenieule, que Tosufin (trocessados,
iiiiihi puldii'is, r.r->//''-io os rr i mes de hlllni da BB*
rravos, eauinaes vn\ aliares de quatro e don- pes ; e
einquanlo assim nao for, (eremos de ver ueneralisa-
daessu industria, na qual nao se empreua capital, e
nem (rahalho muilo importante.
Os fh'tgg* eslao em calma, veremos rom que se
saben i.
Seuuem nesles 2, ou t dias pan o Brejo Joaquim
dos San I im l.cal, Mauoel dos Sanios Leal, l'.nilola.
Arccnio, e creio que (laldino, para reapOIMlorem ao
jiii\ la Arca. A barcada lie imiwrlanle, e (leni.imla
inuila se^uranca. Tem Krassado por aqu, que os
amiiosdos tres primeiros prelendem loma-loseinca-
iniiilii) ; mis cu creio que isso nao jiassa do uolirias
sem i'iiii'liiuu'iilo. e que sao ''orumuns ein tais ooca-
siois. Corro que oSr. AntonioBorues du Konseca lio
o defensor ; mas en nao pos-.o cjer, quo o Arauao, c
Felzardo os'desam|)arein emquanlo elles fi\erem al-
Lima ckelpil, pois iis libnar- cm lacsrircinnslaiirias
nao ro-luiii.iii; deixar m amigoii.
Madama Carlota cunbeceu, qaco l'cir.io nao he de
brincaderas, c lem-sc couiporlado muilo l>em nesles
ltimos lempos, c di/em-ine, que esla unirlen(emen-
te nutrida.
EsqupriaHiic di*er-llic. que a Sanios Leal da-M?
por doenle para nao responderM jurv duraule a ad-
iiiiiii'IracaodoEvm. S c Albuqueique, e nem ein-
quanlo el'verna AnVi o inle^errimo jui de tMieilo
im. \-- Jnior, poique cor aaBanria d>Haa ao-
pera alt?uma couja aoaMfluir \Mm Inflaenciai fAn-
mas pareec-me, que o gado Ihe lal motfMoiro, poi -
que lenho ouvldo dizer. que elle senue, ainda que
lOlilirSI'OMIIMI..
Senbores Kedaclores.Para desengaar os incr-
dulos, royo-Ules mieiram Iranscrever no seu pro\i-
ino numero o artigo infra do Jornal do Commenii
do II ni de Janeiro, |>eloqual se vo que daquella pra-
<;a foi eu\ iada no vapor do pastado mea a aomnia de
77:1 :}H(iOrH. producto da 1.a entrada dos accioniv
las da coinpanbia l.uso-Brasilcira. Seu constanie
loilor. t'm commereianle.
Comnaiiliia I.uso-Brasileira. O Sr. Victorino
Pinto de S Pasaos remelle pelo paquete Tarto/ a
coinriiissao directora da empreza Luso-Iirasileira. pm
cunta di primeira entrada dasaecnes que dralrlbuie
tiesta prara, I.OOO, ua irq>orlaiiciade T7:t2M>"
ao cambio de '2H.
COMMERCIO.
AI.FANIIEliA.
Kriiilinieulii iloilia taSB .
dem du (lia '2H......
3H>:IR'>IK'i
l-':l*<-a,l
NI^ISSMS
Dan trregam hoje I. de. marco.
Ilriuc luidos Abraham eSuiiiA merendona-.
I alera inulcza /imprem ditas.
Patarho ixirlinme? ^ore ll'eneeslii'o ancile
do palma,
tialcra niele/1 Ijndii mercadera* c lasas de
ferro.
Kriune hiele* Carotiiu hacalhu.
Escuna porluuuetu Silcana mercadura-.
Esruua brasileira Amelia pipas valias, fu.....
c sabio.
KEMH.MEMtl III) .MEZ DE FEVEHEIHi'
UE a-. i
Ki'iiiliini'iilii lol.il...........3:'il:t-'ili'
HmliluicAes.............. 54|8M
K. :-J:i'iK-:iii
Direitns de cnisiimo..........
Dillis de I |Htr < ruin de i rr\|e l.n ."i
liara im |Mirlos cslraiiucinis .
Ditos dito para ns |Hirti*s di, imperio. .
Hilos dilo de lialdeaciio........
KxprO ir nlr ,lr ."i |n CCIltlldos ttCIICroS
com caria nagua..........
Hilo de I \ por c. dos lleneros dn p'n/.
Dilode I 11_f |>or c. dos Kcneros lima,
Arin.'ireiinueiii de I |hm' canto das incr-
eadorias...............
ll.i dila da |>ol\ora..........
Premio de l|porccnlo dos tm'mnmlm
.Mullas calculadas nos despacito*. ,
Hilas tinenta*.............
Sello llio................
Pllenle* do* rimparhaiilm uerilcs .
Dita* dila* es|ieciae*..........
Feilio do* tiluliN dos meamos, do* rai-
xeiros di-ipacliaiite* e ajudaule* dos
Or-|.M.inlr- A;............
Emoliinieulo* de ccrlidoes.......
Ks.
Vaa leguinle' etpeciei.
Dinheiro. lt~:7S69l:VI
Aasiauados. I7l:'.h)70
Deptmto*.
Em halanco uo iilliinu de
jaueini p. p...... WKOggWfl
Enlnido no corrciilc iner :8H6)JHW
3ISI1MMI
18)103
o'l.-SSO
T.'-smu
Im.-T'.iT
.1:11-717
KstHlT
hillsWJ
2l8jkiCT
:i:|o>i;
it(.- n
I8.W"'
35SWI
ISSBOWI
lo-.vm
7-Jim
l.\-'il.n
:ii>:t.^-7i"
l:.l:L'.--7i.-
.i::|o:i-|a.
ICMKnsfil-l
Sabido*.........
E\i*lenles.......
Sat sci/llilllc* ctperir*.
Dinheiro..... l.'II.JoHH
lU3......17779.i.
Alfaiulcu'aXIe l'ei iiainliiieo de feM-ieiro de I8S1.
O cscritao inlerino,
rritnchcn de Punta (nncatces du Sih".
t mportacao
Briinie ilinWniariiiia I/>iiiie, \ indo do Hamburu"
eoiaianadii aC. J. Asile) S coiii|>aiili,i, maiiifol""
o Hcuuiile:
I enivicliiicolale, I dila obras de llandies. I bar-
rial arenques. I caia niiiidcza, I pacota Hvros m-
lireaw, lOcalaai lustre, I dlla*aarro,0 barrica-
rntenlo, :KKi ara f.relle, :i ealua ioaurooi' n"-
la, 1J barricas. "> lula c 4caita* droga., I banica
semeiile, II caisa* ch.,:ll uiirrarue*vadiiilia, I ral-
va vidros, -dita* ferraaeii, 1 dila qoiuquilluiria-v I
liarrira cadinhoa, I cala encerados ; a ordem.
10 caltaa tecidos de alaodo, 89|wcotes cabus,
ilr
Itl
Hll
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C.,|
De
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l.ici
l
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n
A/e
Cae
MUTILADO


1(118 barra dinhos, I fui>li>s balnncas, II caitos lucido de liiilm,
100 caitas queiio, 2 Jilas lciic,o de alodio, 2 dita
uiimuliuas, idita cenlos de seda, i clia luu;a, 1(10
barril alcatro, 1 cala vldro, 3 pacolcs amostras;
.i C, J. Asile) ( Companliia.
-' calas rap, 13 ditas tecidoa de algodio, 3 ditas
i "urosdo lustre, 8 dilas miudeas, 1 dita tecidu. de
lia, 25 dilas le ragens, I dita lecidoa de seda, 2 dilas
o6 pacota amostras ; a J. Kellcr & Coinpunliia.
10caitasarranuin, 100barricas cemento, 10 .-,ii-
ta* slearinas, I dita nrrcios, 8 dilas couros de lustro,
I dita objeclos para supulciro, 1 dita Toriuas de vi-
Iro, 8 barricas brotas. 4 caita cartas para jogur.l d-
i.i bezorros, 3 ditas chalet de algodu, 2 latas bula-
rbiiiliai*, 2 Ddalos do carue, 6 calas boeelas; a .
O. Bicha ,\ Oiinpanbia.
I caixa botos ; a K. Kruckenberg.
:l caitas leucos de algodio, 15 dilas metas, 5 dilas
lecidM de laa o algodio, 3 dilas de algodSu ; a J. II,
aeiisly.
12 caitas diversos objecto, 2 fardos teridos de lia,
.' ditos dilos de liiilio, -2 ditos ditos de teda, I barrica
e|M)iiJa, I caita e 1 pocote amostras; Bruim l'rac-
scr & Companbia. *
IcaiiocoDi 1 pedra do sepultura; a ('.. Kruuer.
I cala couros do lustre, 1 dita drogas, 11 dita ob-
jocto para chapos, 6 barricas arenques, 6 "garrafocs
drogas ; a A. I.. Slrann,
I caia (lucia, 1 pacota estampas a C. Chris-
ii.uii.
caitas thesouras, I dita confeitarias, I dita lien-
ualas, 2 dilas l"cidos de lindo o algodio, 3 ditas si-
lbas, I dita Illas e mais objectos ;a F. F. Trame.
l'Ji.VX) botijas vacias ; a Hotbei Bidolac.
0 barricas pregos, 2 caias obras de vidro, 2 di-
las lilas, 23caiiasruiudexas,8 dilas espelbos, I pa-
role amostras; a J. 1). Wolphopp & Coinpanliia,
I cala renieules ; a F. I.. elto.
I sacro inoeda de prata ; a li. Calmont A; Cuin-
pauliia.
1 caias c i lardos papel, 1 pacole amostras ; M.
J. llamse Silva.
5caias bitas; a J. Tcgelmeier.
Patacho Nacional Amelia, viudo do Rio de Janei-
ro, consignado a Francisco Jos d Magallics, ina-
uifeslou o segunde :
22 mi lililes f.uenclas, 15 pipas valias ', a F. Jos
deM. Bastos.
1 cala la/cmlas; a Alberto Branco.
2 caias rb* o (JO mos fumo ; a Manoel Al ve
Guerra Jnior.
50 sacros o 2 baricas farinba ; a Jos Candido de
llanos.
800 caias sabio ; n Tasto & Irmio.
50 rolos fumo ; a Jos Antonio Alvcs do M.
211 barris carne salgada ; a viuva Amonio o\ Fi-
Am", araras.........
uapngoios.......
............
............
Caf Ihhii......".....
reslolDo..........
e eoin casca.........
muido...........
Carne serca..........
Cocos com casca.......
Cbarulos hnns......"...
ordinarios.......
regala c primor .
Cera de carnauba ...>...,
1 em velas..........
Cobre novo mi d'obra.....
Couros de bol salgados......
espitados........
> de cuca.........
de cabra cortidos. .
Doce de caldi...........
guiaba.........
secco ...........
jalea............
Estopa nacional.........
rsurangeira, mi d'obra.
Kspanodures Brandes......
a pequeos......
Farinba de mandioca......
a
100 rolos fumo ; aManool da Silva Santos.
CONSULADO GEHAL.
Meudiincnlo do dia I a 96 73:831.2!i:t
luna do dial....... 3:2:155307
77:6641600
alqueire
.*.
uo
cen"
milbo
. araruta .
Ft-ijao..........
Fumo I,,,ni.......
(lili...........
o em Inlli,i Ihhii. ,
ordinario
reslllm.
Ipccaciiaiiha......
Somata.........
(jengibre ........
Lenba de achas............
ii loros............
I'ranrliasdeainarclln de 2 coslodos. .
i u louro..........
Costado de amarello de 35 a 10 p. de
6. e2 ', a 3 de I....... n
le dito iisuae........ o
Cusladinhn de dito.......... n
Soalbo de dilo............
Forro de dil...............
Costado de louro............
Cosladinlio de dilo.......... n
Soalbo de dilo............ u
Forro de dilo.............
ii cedm............ ii
Foros ih-Jalnjuba..........i|iiinlal
Vara's.^parreiro............lu/.ia
ouiiilhodos.........
nina 103000
. un 3000
.'{ 32II0
(9100
Io200
ii 231(10
n 3B200
ftHOO
Is400
rento 28100
Isfioo
i 8600
25II0
6*100
88000
8160
8111
8140
158000
8200
8210
8200
8400
320
18000
18000
28000
. n Mi ni
alqueire IjWOO
if 2*000
a 28560
88000
-' > i i
38000
080(10
1IXMKI
l-M,l
Vjooo
8)000
28000
1)606
aooo
urna 125000
78000
O arsenal de i.....inda admito- p.n a as suas
obras, bons olllciaos de earpinleiros.
O arsenal de niariulia adniitle para as obra do
mcllioranicnlo do porto serventes li\rcs.
3^
AVISOS MARTIMOS.
M
,11111
Em
ii quiris,
ubros rodos
ilesirupira para carros.
DIVERSAS PROVINCIAS.
Ileudiinenlo do dia 1 a 36 3:597)638
dem do dia 28....... 867)898
3:7058.31
IIENDIMENTO l)A MESA DO CONSULADO
DESTA CIDADE NO MEZ DE FEVEHEIItO
DE 1853
Cousulado de 7 portento.......
Aiicnrimcni......... 2:I63I50
Direilos de 15 por rento. 8)000
Hilos de 5 por renlo .... 183)330
' Btpnlicirtc da rapoiazias. 6739050
Multo............ 780011
Sellos............ IKB3C3I9
Eiiioliimenlos decerlides. 68280
72:6678'" I

77:00is000
fitvm* provincia**
l'i/n.....lo ulumlilu Hm
Grande do norte..... 18030
J 11 > Jilo C UUlriM -V\ ir | i., di
l'araliiba......... 2,558936
Dito do i-'-ucii oulnM^C*
iktos la iIUh....... 790S67(
l'H'i illln ,|.i- ALiLd.l-s. . 2:7118880
i-vpiMio- uhldoi...... T7'l 5" Vil

80:8608131
804*483
DIUii raiilentoi....... 3:66l860t
Melai.o..
Milbo. .
Podra da
amolar. .
ii lillrar. .
i .. reboto .
Ponas de boi. .
IYi--.il',i......
Sola mi \aquela. .
Sebo em ramo .
Pelles de e.......Ira
Salsa parrilba. .
Tapioca......
Unbas de boi. .
Sabio.......
. canuda
alqueire
. ulna
. cenlo
inollio
. meto
I
. una
. a
80)000
m-iui
78000
6)000
:13.50o
l.-SHI
58200
irM)
8)300
2KKI0
1)900
1828,1
1)600
8960
ar 1081100
li.-n -i
Pilo
28VKI
8610
8800
:te,s(K)
8120
8)000
IMI'KI
8200
I8MHKI
1)500
tao
SOBO
Para Loando c Benguella o brigue porluguei
VeluzK capitn Francisco Rbelro Palba sabe com
brevldade, recebe cargaMniuda e passaueiros: qiiem
praioudcr diiija-seaosconsignalnriosOliveira Irinons
A Coni(ianbia: na ra de Apolloii. 14, ou ao referi-
do rapilao.
l'AWAO RIO DE JANEIRO.
O brigue nacional Firma, segu com umita bro-
vidado para o Rio do Janeiro por ler parto da car.
ga prompta: para o rosto, passageiros, cesemos a
frote, trata-so com os consignatarios Novaes &
Coiupanhia; na ra do Trapicho, n. 34, prmeiro
andar.
Vendc-se a barraca Tentadora Feliz, de 38 a
40 caitas, bem construida e proinpla a seguir >in-
gem para qualqucr porto da provincia, e fora della;
para ver e eiaminar no Forle do Matos, junto ao
e-laleiro do Sr. Figiieircdo, c para ajuslar na ra
larga do Rosario, pallaran. 18,junio aoguarlel de
pulira.
--Paroo Riodo Janeiro sali no dia H domar
con minio velciro briguo Rocife, anda recebeal-
guma carga, passageiroso escravos a froto, para
cujo inii : trata-so na ra do Collegio D. 17, se-
gundo andar, nu com o ordoiocap.h a ti
Preeisa-se de urna ama para casa de pouea fa-
milia : na ra da Cruz do Rrcife, o. 61.
o Sr. Joaquina dos Sanios Aicvcdo Juuior,
comprela na leja da rna do Quchnadu, u. 29.
Arrenda-se um sillo no lugar da Floresta.,
com casa de sobrado, o qual lem commodos para fa-
milia vanea para cjLPini, e rom pasto para >accus.
MANUAL llOMOtOl'ATHlCO DO (/
DR JAHN TRADUZIDO EM !>'
LEILAO
l'ARA LIQl'll)AC.iO DE CONTAS.
O h-i i iiiiMiirii ii da fallecida madama Porta, e na
qualidade de tutor dos menores Albos de-la. fura lei-
I ni. por nlerveii(.-lo do ajenie Olivcirn, larca feira
I. de marea prximo,4l 10lunas da manhia em pon-
i, nu sen irmiaem da ra da Crol n. 51, de lodas
as reslanles tandas e oulros arligos da lojn, que
fui da dita fallecida, eslolirlecida oulr'ora na lina
Vista, as quaes sao as seguidles |iluinas, cnfcile
para cabellos, cbapeos, turbantes, corles de vestidos
de seda, lito n cassa, rendas, filo prelo e bronco, liso
c bordado, peras de sedo surtidas, filas de velado,
ineias de seda, sarja, larl'.ihua, lafet, cliamalolc,
lionecos j \eslidos, lencos de rambraia de liiilio, lo-
ro de seda e de hubo, um riquissiniii lii de blonil
para imi\a, inanias, peilos de rami*as, manleleles,
lenros de seda, icos, cassisde edres, lu>as de seda,
e de pellica, eolarinlios, pescociiibos. nulas do ea-sa
burilada, pulseias, raniiinbas, coifas de cassa. sus-
pensorios de seda, libelas, brincos e varias obras de
liijiiuleria falsa para quaresnia, cintas do rordoo,
franjas, requilife, renda de lia, Igulbas, bolOe ele.
ele. ; e assim mais de dutis oparelbos pora meso e
cha. Milros, copos, e lioudejas ele.
AVISOS DIVERSOS.
MOVIMENTO DO PORTO.
Sxi'io* enlrmhi* no ilia 1S.
Moii(f\ili;o 10 das, [iiI.cImi ameriraiio iClizahe
h'rllim, capillo I. \. V|)loif, cjirfi.i ronrosimt-
nas: .i lnaiio Voulc t\ C. Veio a osle |Kirlo re-
frescar c seiuc para Salem.
Hitas de Saiidewidi 00 dias. iza lera americana
Valparaso, captlio E. S. Smiiii, cirga ueite
de pelu; ao capilffo, Velo a osle porto refteicar
e HgVM para New-HedfoKJ.
Navio "ti/iitto no momio din.
I ".iirl,i por llenuiiela patacho portugUOX Snua-
tlr, rapilao Anluiiio ile(ianallio Colim, Carga0S--
sucar, aguardanlofl mais gaaoroa.
EDITAES.
lleta do consulado de Pernanihiico,28ile foM'iei-
,ro de 1853. O escrivio.
Janane aerara Mara Lamaehi lie Mella.
Exportacao
llahia, escuna nacional Sarieilaile, de 122 loilela-
ilas, C.....Iii/i'i o segundo : 751 barricas farinba
de Irlf, I caita emn pinecis, I dita com 200 duzias
de roKeles.
HECE1IEDOH1A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DB PEHNAMBUCO.
It.....Iiiui'......I. ili.i is......2:1618520
IIENDIMENTO DO MEZ DE FEVERE1HO
DE 1852.
Foros de lerreaoa de mariiiba. 2718328
l.,i'ideitiios.........t 83)750
Sitados bes de rali...... 2:%ls226
Direilos iiiimis e \elhos e de elion-
rellaria.......... 8188898
lii/iino da dita........ 53,58863
Matricula do curso jurdico, erarlas
de barbareis........ 6:0778600
Mulla porinfracto doregulainciilo. 1280(10
l.eLiilimai;oes........ 61.-000
Sello do papcllito e proporeiouol. 1:01.589.58
Premios dos depsitos pblicos. 1)606
Emoliiinenlos........ 1)5)800
Imposto -ubre lujas e rasas de des-
roulos.......... 4:703)580
Dilo de nevis, nrapM, ele., fabri-
cailoscm paiz eslraiiuciro 3lOsOOO
Dilos obre seges....... 91)900
Dilo de barcos........ J i-su i
lava de esrravn....... 3818000
lli|iosiroes e resliliiieoes. 28500
Salarios de Africanos...... 8IUO0
20:751818,5
RerelK'doria 28 de feverciro de 1853.
O escrivan.
Manoel Inlnnia Sfcno'f) rfo .iniaral.
CONSULADO PROVINCIAL.
Reiidimeiilo do dia 28......2:2678955
RENDIME.NTO DO CONSULADO PROVINCIAL
NO MEZ DE FEVEIIEIHO DE 1833.
Direilos de 3 por renlo......, 31:5608580
Direilos de 5 por cenlo........ 5:1788071
CapalaaJfl de 320. rs. sobre sacca de
algoda................ 5168610
s Dcimo dos predios urbanos. v 9:IHK>s:MI
Hela si/.i de esrratiH......... I:38B)360
Sello de lierancas e Icuodos...... 67088!M
Notos e vi-lhn direilos......... 818219
Elilolumeiilns de passopnrle de iHiliria. 18800
Malrirulas de iuslrilrrao superior. 1658*100
linpos.....e 3 por cenlo........ 1978100
Imposto de 20 por renlo do consumo
d'agnai denle............ 393S6UO
luiposlo de 1008000 rs. per rasa de
vender billieles de lolcrias de oiilrus
provlurias.......,...... I0O.T000
Mullas................. I "J-_W5
Juros............,..... .58901
30:6158583
Mesa do consulado provincial 28 de feverciro
ile IK53.O escrivio da primeira serbio, Juav tif-
ia do Hei/a.
PAUTA
das prtrm rarrenle da Hrnr, algadaa, e mail
genero* da naiz, aue *e detparhmn na mesa da
roitmtlado Ir Prrnambitra, na traiana de 28
Fteerelro a 5 de Marta de 1853.
A-~iirairincai\,is bramo l.'qualidade
2.
o ii mase........
i' liar. esar. branco.......
o ii mascas ado.....
eliiia
\l
podae em |,liiin,i de I.
II "_ 3.
em caroco ...
ionio de agurdenle. .
oardeole caebafa .
ii de r,ii.n,i .
> resillada. .
nebra.........
qualidade
caada
Licor.
Uro/
A/iil,
Cecftu
.............iMiliia
, ...........caada
..............uairafa
pilado duas arroba*, mu alcpnie
sm casta...........
de mamona.........caada
Mieiidnini........ ii
ii de |ieitc......... n
2.1KKI
18600
18100
3)000
l.-ilOO
28560
.5810
1)700
IKKgl
18275
8500
8300
8100
8800
8l<>
8180
8100
8180
6810O
1.200
8760
18120
18280
51000
O Illln. Sr. iiis|Hiinr da lliesoiiraria de l'ozeie
do inaiida fa/er publico, que em riiinpriiueiil'i de or
deni do Evin. Sr. presidente di prminria. lera di
irprara, peranle a inc-inu tbesouraria no dial
de marro prximo fuluro, para seren arrenialadoi
de vendo, o qiieui mais der, ouBlorM caMillos. per-
teiireules a eompaiihia lita de coMillariade liuha
os quaes pdenlo sor examinados na respectiva ro\a
por qiiem os quirer arreuialar. Os prelendenles eoin-
parceam na sala das sesscs la referida tbesourarin
no dia cima meticionado. .i una boro da larde. Se-
cretaria da tbesouraria de fj/enda de Pcriiaiiihuri
26 de fexcreiro de 1853.O ollleial-maior inleriuo,
i:,ni/io Xarer Sotreira de Mello.
O Or. Caslo'lia Manoel da Silra Cuimnra'e*, jai:
de direilo da I rara ronnnerrial neMa eidadi
da llrrife. prariaria (Ir l'ernantlntm inr S. M.l.
r <., a Sr. Dom Pedro II que Deotguarde etc.
Faro saber aus que a prsenle caria de editos vi-
rein, ed'ella noticia Urerem que Miguel Bstovea Al-
vos, me dirigir por csrriplo a pelirao do Ibeor se-
uuinle:Di/. .Miuuel Eslc\cs Alves, morador ne.la
pra^a que leudo de propor una arr.iu ordinaria aliui
de cobrar a ipianliade _: jininmmi rs.,dc principal e
os juros roimnerriaes da roiilostar-lo das lides em
diuule, de Jos Brandan Jnior, acontece lor-sr es-
te ausentado para lugar nao sabido, e por isso-i,
|idc elle ser rilado por editos roiiio o ui no julio
de pa/, e ronsla da coi lidio junla. por isso illgne-se
Missa Mmlnria mandar provara ausencia e julgada,
passar-sc caria de edilo. pelo lempoda lei e |Mir ella
sei o supplieado rilado para lodos os lemos da accao
e oiecuciO pena da le. Pede ,i V. S. Illnl. Sr. Di.
juir de direilo do riiele roininereio assim o inaudr.
Dislribuila estaE II. M.O adVOMulo llrilii Ha-
cedo.Nado mais se conliiiba em dila pe icio a
qual endo-me epretenlada n'ella del o despaclm tc-
guinlc.Dislribuila, como renucr. Iterife 83d......-
tubrode IK52.Silva liiiimoraes. Nodo mais si'
conlinba emdilo meii despacito, do|Hiis do qual se
via a disiribuieao do Ibeor scuuinle.A Baplisla,
Oliveira.Nado mais se eiinlinba em dito dit-
Iribuirao depois do que priidii/.indo o supiilieanle
suas lesleiniiiibas, esubiiiilo os autos a ininlio cou-
clusiio, profer a senlenea seuuinte:Visto o alle-
nde! folbns 2. e a inquirirn de folbas 7 a folbas
0. jullo provaila a ausenria do reo em lunar nao sa-
bido, pelo ipie mandse ni\em editan na forma re-
querido, rom o pra/o de :(0dias. guardada as dispo-
sic/ics do S 2 arl. 15 o 51 do regulumcnlo, e pauue
o reo decusn. Recife 18 de lerereiro de 1853.
Ciislodin Manuel daSilia liuiuiares.lim ciiin-
priiiieuloderuja iiiiulia seuleiira se posson n pr-
senle caria de edilosroin o pra/o de :I0 dios e mais
2 do mesino Ibeor, pelos (paos eliaino. eilo e bei por
ciladouo dilojose lli,uid,io Jnior, por lodo (mul-
lendo na pelirao supro Iransrripla, pora que den-
tro do dito pra/o, eompareea n'este jui/.o por si, nu
por seu procurador, e allegue o que liver, c uio
compareceudo lindo o dito pra/o se acensara a rila-
rn na primeira audiencia seuuinle, e correr a cau-
so a MU revelio. al linal [seiileuea, silo cteeucio
real euiboleo dos suppliraules, pelo que toda e
ipialipier pe-.soo, prenles, amigos, ou conliecidos do
dilo supplieado o poderla fa/er srienle do (pie ci-
ma lira evposlo, eo porleiro do auditorio publica-
lllvar mu na prara do -couimerriu, oulro na
r,i-,i daa .unlieiirias, e oulro ser publirado |iela
prensa. Dado e passado nesta ridade do Recife de
l'einainbuco tos lile feverciro de 1853.Eu Ma-
noel Jooquin Baplisla. escrivio interino osubserevi
t'nnlodia Manoel da Silra aaimara'ex
Theatro de Santa-Isabel.
lieseindiivida que os reunios Ibcalroes fa/em
parle do operfeiroomenlo da riv ilisarao, e sobre lu-
do quaiidn apreciamos um bello drama i que se une
um hbil artista.
O es|.....tnrulu Ijriro. que leve lugar quinla-f"-
ra 21 ilu proilmo paaaauo em a nosso Ihealro de San-
la-lsabel milito pode alirmar esta asserrio.
Ilem o previa.quandodisseiiios. em o n. Stderta
bem ronieiliiailo liilho. prestes oslamos .. gOUI da
inleressonle funcrao Ivrica que vai dar oSr. Uarria e
sua sciihora nu meono lliealro, se bem que jireen-
rhesso nnssos grandes deaojo, j nio esl em duvidl
quaulu trausrrevc.....silo jornal de Montevideo l.i
Defensa acerca du alio ineieriineiito, e credora la-
ma desles cantores, o que liem o aljrina, por sem
din ida, o manifest acolbiineiilo e applausos que
levedurespeilavel publico deslo enlode: e bem ba-
ja..... que em nosso Ierro snubo o bello ochar admi-
radores.
Km ceral a esrolbo das peras qnc execularain, fui
dos mclliores, releva poriu roiifessiir, quedeve pri-
mar a bella aria do Allila, ranloda pri.....ro-an.....le
pela seubiiro Garda com sua iiioviusa voz, c a aria
da Parisina, pelo Si. Carria, em quereveloU-W ex
eellenle canlor e actor. For
iiilelliiieules verdadeiro miiii
liiinella.ein caricato, allrahii
-peeladi
'inpeulu
, e bem merecido
, Ole,' ai aaaidur
para os amadores
O duelo linal do Co-
o risogeral dos vidos
elogio pelo lioinde-
remio, (lindo-se
(pie vale ni i-o i i i-. : a
aiiiiutieie.
para rarregar areia
DECLARACOENS.
Id-Al.
CO.MI'AMII.V DE PAQUETES
i.NGLEZES A VAPOR.
N'u dio 3 de morco,es-
i-sc da Europa o
vapor Tai/, roinman-
danle Moss. o qual de-
pois do demora do ros-
lunie, seguir para osporlos doSnl : paro passagei-
ros, trala-se em cosa da licencia, na ra do 'l'rapirhe
Novo n. 42.
I'or esta sobdeleiacia. se faz constar a qiiem
ronv irr, que no nionbaa dodia 1 do rorrele forain
presosno lugar Agna-Fria ibi Fragoso, pelo inspector
de quorleirao respectivo, Manuel do Oslo Pranrili-
no, e Manoel l'ranrisro de Ouciroz, que illzcni ser
moradores nos Cinco Puntas, os quaes conduziam ra-
da um delles um cavallu. ndaquellecra russo, e liem
gordo, o quol foi conhecido perlenrer ao coronal Joa-
quina Cavalconle de Albiiquerque, (|ue no dia 22 do
........loiiii/ hniam loriado na ra d'A|iollo (pian-
do pisavo assuror mu sen morodor. e foi-lhe eulie-
gue |wr mostrar ser seu leualmenle; e o denle be rus-
so sujo, nu parteando roanho.o qual nacha no de-
posiln particular ole que legalmeiile soja cooliecfdo
ser de aluem poro Ibe ser entregue. SulidoloL'ai ia
de polica do (aralodo Sedala eidnde deOlinila,26
de feverelro do 1853.O sulHlclegado supplenle cin
vercicio, Miyuet Jo' Tei.teira.
Aviso ao commercio.
Os ahaixo tsslgnados dintiiiuain a fran-
quear a ludas os classes om (oral os scus
siirlinienlos do [azemlas por liaivos proios,
nao menos do nina ueca, ou una iluzia,
a ilinhoiro, ou a prozo, eonforme so a-
j 11 la r : no seu arinozem da prora dn Cor-
po Sanio, esquina ilo roa ilu trapiche, n. ^
^ 48.Itoslrun Buoher Coiupanhia, no- g|
Jra goeionles in'(lezcs.
por hvpiilbeca um eserai
queui ronvier lal necoci
Precba-ae de tres
para o novo alerro do poni do Afoliados, assun
rnino tambeniseeiiipreilain rauuos de areia para a
mesmaobra: quem laesn oda-s nos Atogados com uarremalanle damesma
nina Alilnnio (ioiir.dves de .Moroe-, e ..... sua folla
cuino Irnolilo-cor......I Manuel .loaquinl.
Rniio-sciioSr. D. M.L. M.. morodor no M.
que veuho i,i mi o quem nao ignora, a quaulia
de60)160de lalo de seuscavollos do oniio |ias.a-
do ; islo al salibado 5 do correle, do roulrai io K
dir u sen niimc pur eslenso, etc.
I'ranriseo Xavier vai para o Rio de Jauciru,
e leva em sua companhifl o- seo- lies escravos An-
tonio, riioulo, de Iti anuos, Irajaiui. erioiilo, de II
annns, laciiillin. pardo, de 13 mino..
J. S. Asile) iV C, consignnlarios do liriuue
diiiomarquez Aoii/sr, prerisaiu saber quem be o re-
rehedorde 18 borricos rom reinenln.a marca R 1/18,
8dilas dilas, a narro 8 11/12. Indas a orden no
mesulo navio.
Francisco Xavier, vai naia o Rio de Janeiro, a
leva em sua cnnmaidiia os seos dous escravos Jacin-
Ibo,pardo,de 18 .mnos, eTrajano,eriooM,de II
anuos.
Oilein liver eonlos cun o Si. Jos A. Biineb,
queira aprsenla!" em casa do C. I. -\. cV C.. al
ii diu 5 (le marro. Ignall......le se nina aos del odores
lo ine-ino quesaldem logo os seiis debilos, e lam-
liem adveile-se ipie ii.lo pauelo ronlas a iiiimiiem
que nao seja oiiloiisado por C. I. A. o C
A matricula da aula de ur.....inalica latina dn
i'olleiiio das arles, acha-se abarla, em rasa do respec-
tivo subslllul.....a na Nova deOlinda, e por ini|n--
dimenlodo prohsaor efledivo.
( Pin nnlrmdo llbii. Sr. niesidenli da direrloria, j
se roiiMira o roiiwllifl (leliliealiM para reunir-se
em sessau un dia 2 do correlo, pelas 6 horas da
larde.
Anlnnii Lopes Pe eir de Mello, lem fcilu e>
ciedade cummereial com .Manuel de Coulo Guedeja,
ua luja de iniude/es na ra da Cadeia Velha 11.7,
para airar no negocio da mesilla, sol a tirina de An-
tonio Lupes Pe eir de MelluA Ciiiiipauhia, romo
rousluda esrriiiliua parlirulardalada em I5d,
rente me/, registrada no tribunal do ronunriv
21(lesle man......../ 10b mi.....IO 86, o que si
H' I nuil, i.i paraconbecimenlode quem Inlereawr,
No dio 26 de feverciro dn rurrenle annn,
Mparec.....lo abaito aaesignado moa eaerava crioulo,
de noine Alevand.....Yu niela, estatura baivo, nariz
lieqiieuo, bocea regulor, liem falloulc c |',- urou-
des ; lem o lodo direilo do rara mais rrrsrido, a se-
nielliaiirade inrharo: Icvou vestido derbilacoin as-
seulo eiiraruailu, caniiso de iiinrim, o um iiomio do
t'.osl.i ok'iimo chuso usoiln. Esto cscrovo fui a pun-
co i.....predi ao Sr, I'ranriseo Vieira de Barros,
com casa de negocio nu bairiu du Recife, (em com-
llieltidu noesparnde 1 me/es In-s fuiiidas, ......loo
seu COulO no Porledo Mal"-. I'oi inroiiiiacao que
n ahaivo ossiuuado lem oblido, nIh- ser ella iiluilo
couherida nesse limar, un Poro da Panrlla, e em
Olinda, nudo por milito lempo presislio: rima-sc a
qualquei |Kissoa que apprehendc-la. levar nu nuar-
lel dn Hospicio, que ser bem rerunpensada, e
lamliem prulcslani na fdr'rna da lei a quem aroula-la.
O lenle l'eli.r Jote lia Silia.
Prcrisa-se aluuarusna al duas prolas, quo sir-
vam para vender ua rua,.e que Icnham pralica dis-
to : quem ns liier, dirlja-seao Cnrluiiie, raso u. II.
ou aiinuiieie pora ser prururado.
O abaito ossiiiodo, procurador bstanle de
Juaquim da Silva Mourau, por ordoni do inesnio
avis.i aos devedores de seu ronsllliiiule, que nio
paguen) quanUa algumj lano de cuntas de livm,
ruino de letras, senio a elle Mourio un ao abaito
asignado, pois que be o nico uuloiisado |ior seu
rousliluinle ruin lodos us poderes, sol pena do pa-
garan de novo no verd.ideii.i nedoi pelos maleaJn-
dieiaes, alenlas a- derises que seu eonslilllinle
tem oblido em lodos os liibnnaes.Tlieadoro de At-
meida Cotia.
l-'reileriro F.Timn, Uamburgue/, rclira-se pa-
ra fura do liiqtcrio.
? PORTUGl'EZ I'ELOR
9 IX)BO MOSCOSO. W
fi Sahio a luz o 3." o ullimoyolumo ilesla .&
b imprtame obra ; os senhores assignantes
2 i'iiili'm mandar recobor os seusetempla- "\
P ros no consultorio hmuopalhico do Ira- W>
t) ductor, ra do Collegio, n. 25, I. andar, vjw
lloBa-sc us senhores vendedores de bilhctcs o
cautelas das Inlerias dn Rio -de Joueiro, que, caso
saiam aluiins premios em Ires vigsimos da I7.n lote-
ra das Casas do Caridade, que iio os pognem senoo
a seu proprio dono, que lias cosas dos mesmos esli
com a tirina Marques,o quols se lembra de dous n-
meros, 412 e 438; e o mesmo pede a quem elle
forem opresentados de turnar ronliccimenlu do indi-
viduo, pois que tamhein roubou, junio con) os vi-
gsimos, urna |,oi,',io de dinbeiro no dia 27 do cor-
rele, e para que se possa verificar quem seja o la-
drao: os dilos vigsimos foram >elididos em cosa do
Sr. Correa Lcile.
Anda csl fgido, desde o dia 26 do outubro
provirno passado, o cscrovo, de Angola, de nomo
Antonio Velloso, cujos Biguaes sio os seijuinlcs :
qiiarenla anuos poucu mais ou menea, altura regu-
lar, ,'i'n uo iiiiiiin pretu, barbado, com falla de
cabellos uo mel da cahe\-, iiIkuiis calicllos bran-
cot, lauto na < aliei. i como na barita, lieicos grossos
liora regular, nao mal parecido, maos o pe gr.issus.
boni Iralialliiidor de entoila o em bulo o servido, bo-
bo aunordente, o muilas vezes embrasa-se, su|i
!"!<--.' que olKuem o conserva occullo, segundo
pruccdimeiilu do escravo; rona-se |iorlanlo
auloridades polelaes suasallenrocs o respello dcsle
esrrovo. e protesla-se contra quem uialicinsamenle
0 lenba escondidu, assim cuino liaver o pogo dos
dias, d'aquelle que o liver: esle escravo ftt do Sr.
Aiihmsu Velloso, morodor em Tocuuo, desle possou
a ser de um Sr. Antonio Jos, morador em Nossa
Seiibnro do O'; cujo c*rravo he rosado ruin umo
neuro du nomo Rosa, baiae, inos velbo que o ma-
ridu, nariz charo, eor prcla, rosto redondo, feires
feias, servia de parleira un malo, a quol (aiuliem
esl fuuido desile nnvembrii do 1850. Depois do
|Missiidor Antonio Jiii passaram a sr*r csrravos de
Culos Percha ,1a Silva, boje fallecido, e presente-
mente pcrleucein a Antonio Calidas da Silva : quem
us pegar ou delles der noticia ecrlo, ser bem rc-
iiupensadu, na rna da Proio, armazcni do carne
otea, n. II.
-Separnu-se amie-avehiieule a firma sueial de Bi-
Ihar & IrmJo, lirondo ado um esluhelciido sol sna
Urina e scus amigos lalos om viior. Cralu 21 de
Janeiro de 1853 J'nti/uin Lope llaijmaada do lli-
Itiar. Pedra /ote1 Gonftdtet da Silva.
O abaito asignado, morador em Fiira de Por-
tas, com liens de raiz e everciciu de Ortico da bar-
ro, veudu nos lionollios da cmara n.....icipal dosta
cidade una deil.iraeui de mu iiidividuu cun Igual
iinnie ao seu, comn respousavel do folho Jaslira,
declara que nan se enlcnde cun elle, neiu IBo pun-
co rom seu lilho, u qual be de menor idade. Bcri-
fe 28 de feverciro de 1853.Manoel da Silra l'e-
reira.
Pcdc-se enrareridaniulec a rerlo morador da
ra das Cinru-I'nnlas. qae por obsequie deive de
continuar comtuaa palavraeac{oe obcenas, por-
|iie jiiiilu deSnic. iniiram ruinilios.fm pai it fa-
milia.
Jos Rodrlguea de Araojo Porln, vai o Pnrln-
I, levando em sua cumpauhio sua senhoro, D.
Candido Carduza do Araujo Pollo, e seu lilho me-
nor, Jos Rodrigue de Araujo i'orlo Jnior, lici-
tando por scus procuradores os Srs. Jofto Carduzo
Avres, Franrisco Goneelve Nctlo. e Jus' Malheus
l'erreira.
Precisa ec allugat um aillo que uio sija mullo
pequeo, c que estojo bem planladu de rriirleiras,
soiidn perlo da prara. nimia quiindo a rasa nao seja
demudo* commodos, oque naosecilgoi quem o
tiver allliuurie sua morada para se cunlralar.
A peuoa a quem perleneer urna vana, que foi
apprehendida as plaas de Manuel Jerniiviun Bar-
rcirus Rangel : queira diriuir-se a cosa u. 7, na po-
vviar.io dos A togados, quedando |os signaos I lie ser
enlregne,
Juaquim lialu. morador nesla cidade, |ier-
liiinlaanSi. VicenteMoreira toSiha, ic.ocavallo
que, do polla do vendo do rna de Hurlas, corren
poro sua euebeiro c l exisle, o quol 0 Sr. Mureira o
lem como depositado, pcrgunla Joaquina Pinto, ao
Sr. Moreira, qual fui a pessna que o depnzilni. nu
-i n cavallo he seu'! yuern que me responda.
Preeiso-se de umo amo, smenle paro se em-
pregar noaertieo de costuracliS e engommado liso,
de nina casa de multo |Kiuca familia: na ru do Pa-
dre Fl,u ianiin, n. 5.
Perilcit-sc urna chavo pequono, do porta de
salo, desdo a rasa do l)io;o Jos da Cosa, na rita
Novo, atio bece de Sonlo Amaro na inosnia ra:
ijiiuin aebou foca o fovur rcslilui-la, nn alerrn do
Ba Vista luja n. 40, quo so (ratificar o
echado.
Joaquim Pinboiro Jacmitu inudou o son
eeerintorio para a iravesM do Mailrojle Dos, n,
10, primeiro andar.
O Dr. Juaquim Villelo de Casiro Tovares, ad-
VOga no palco ilo Paraizo, u.26,
Os eoulroladores do foriiecimciilu das carnes
verdes do Iterife derlarain que, boje, principia o pro-
co de 3)400 rl. a | de carne verde.
Aiilnnin l.iqies Pereiro de Mello voi o Porlu-
uol levando em toa coiupanhia sua seohora D.
Theodoliud i Mainede Percira de Melln.
AOS GA0O8. ,
Joaquim (ionies dos Soolos Marques, discpulo e
aaenie do Sr. A. C. Fortecom privilegio exclusi-
vo para eiirnr a soeuez un iln|'i in, pur S. M. o Im-
perador ,e liceneo do junto central dclivuine publica
ullereee ao respeilavel publico seus serviros na ai l-
ele cura radiralineiile a gaguei. A ellieocio dos
inein- empregados, e o feliz resollado do seu eusinu
j se conlicce na capital do iiiqierio, uude um gran-
de numero de individuos eslo livres de Ion lerrivel
dcfeiln. OSr. Furbes. depuis de mostrar eerlilirn-
lus dus primeiro mdicos de Nev> Vork, da Jamaica
odas prlncipaoscidadedo Pacifico,apresenlou aS.
M. Imperial Ires dus seus discpulos que mais -or-
friani. c proveo a iurallhilidade dn seu sjslcina
As pessuas que se qui/erem lialar. acharao o nnnun-
cionlc no ra do Cadrio do Recife u. 10, primeiro
andar, das 0 as 3 da larde de lodos os dios, que nao
forem de guardo. ______ ___
rj iNsii.ioiiiii lliniiiliil'Vllliio p
i No Moli ririKso. eoiuarca do Cabu, M. dej^
Hstqueira Cavaleanle i conaoltai e .....dlea-jj
Niinciilos uralls aos |Hilires, lodos os dios dos 8B
Mlioras da nionbaa o I da larde. ^^^^ til
Precisa-sc arrendar, pul um nu mais ;......is,
um sitio que sojo |ierln deslo cidade, cinhuru sejo
-or- I peipienu. uque se exiue indispeiisavelnioiilo be que
em tenha planta de ropim ou liaiva poro o ler. uaroo-
an- Ic-se o Ihhii Iralanicnlo, Ionio no sillo romo ua casa
lele.: quem o liver annuncio paro ser procurado, ou
le- iliiijo-seao bolelllecife,na ru do Trapiche n, 5.
Precisa-sede um bom cozinhoiro, para ca-
sa estraneira : o tratar na prai;a du Corpo San-
to, venda de Palmeira & Bellrao.
Onerece-M ama .uno para rasa de punca fa-
milia, smenle para o servido de coso, o qual d co-
nhei inicnlo de sua conduela : na ra uo Rangel
n. :ii.
Roua-se ao Sr. Domingo Adelpno Vieira de
Mello ir un Passoio Publico, luja n. II, para se Ibo
enlfenr una caria de iui|Hirlaurio, ximlo du Norte.
Desojo-so fallar rom o Sr. Jos Meiules Car-
neiru Leau, a nesorio de seu inleresse: na prora da
Independencia, n. 26.
Ollercrc-se um ra|z iHirlumicz pora caixeiro
LOTERA DES. PEDRO MRTIR.
As rodas dosta lotera, andao impreterivelmento
no da 10 de marco prximo futuro, no consisto-
rio di iii.ilnz da Ba-Vista. O resto dus hilhelrs
esia venda nos lugares ja annunciados, o em
Ohmio em casa do livm. vicario,
LOTERA DE NOSSA SENHORA DO
ROSARIO.
O ilicsnurriro tloslu Mcrij Biiiiuncia au respeila-
vel publico, que vho iuJo Iwiii as vendas dos Lillio
ct, e que l^^e^e marrar o dia ii.prelervcl doau-
il,iinriiliiHas roda* : rogu-fwuosainauteH das (oleras
que coni'iiltjim a comprar o reslu dos bI leles, que
isle ,i veiidn nos Intu r-j-i aiinuiiciados.
-OJA I)EMOI)AS1'KaS<:EZASNO ATEHHO
DA IM)A-VISTA, N. 12.
Madames Mumeruay i\ Cont|>aiihia, lema (mura
dr |>.irliripar a seus Tregeles, quo ellas rcceberain
pelo navio t".'1/*7(H,o,tulliiiiaiiii,iile(,lieKiido do Havre,
um lindo sorlimeulu de chancos do sola, do ullimo
Roslopara sculiorase memuos, como (acnltem de
cbaiwcw de palba d'Ilala muilo linos, fecliados e
aterios; cliapclinbos para meuinos, de um a Ires
ihczcs, romeira.i de rambraia bordadas, rauezous
enfeilados, corles de veslidos de seda prcla e de
cores, manas de filo de linho branco, dilo it imila-
<; i" blond, dilo rrelo, capolinhos de fbi prcto, dilo
dfi seda pela c Je cores, com seus rompelenles colle
les ; flores muilo linas do seda e velludo, ltmo.de
lodas as qualidades, lano para homeus romo para
senhorns c meninas, enfeiles de cabera para Iwile
lran.;as c franjas de lodas as cores, filas de lodas ai
qnalidiides, o muilos oulros objeclos de bom goslo
que se daro pir pre^o rasoavel.
A |iessoa (|ueanmmriou alujar um molcque
para lodo oseme/), diiija-se a ra cslreila do Hosa-
rio, loja de marcineinin. i'2, quesedir quem |cr-
leudc.
Alunam-se duas escra\as que cozem, ensonv
mam e ro/iubam : quem as pretender, dirija-so a
ruado l,i>ramenlo u. M, que adiar com quem
Ira lar.
Alua-sc o sobrado urande da Magdalena, que
Oca em frente ta estrada nova, nao se nieiH'ionan
iw seus commodos, porque s rom \isla dos pre
ledenles poderao (-stes julgar se he ou nao a ninior
eas;i que ha nesta cidade, v seus arrchaldcs, muilo
liem reparlida, e da melhor mo d'obra, com cacim-
ba da melhor agua de beber, c silio murado : os
prclondeutcs o podem ir\cr, e para Iralar, no ater-
ro da Boa-\ isla o. 4.
LOTEHIA 1)E NOSSA SENHORA 1)0
ROSARIO.
O proprielario da casa da forluna anuuucia ao
publico, que niudou o sen eslahelecimenlo da casa
ii. 7 da iiii Direila, para a rna do Queimado, casa
n. lil, como titulo deCasa da E^pl,ranra: nrsi.i no-
vacaMeua praca da Independencia, leja do Sr.
I'nrlunalo, arba-se venda um completo sorlimeulo
cuja'
rodas
, WHM)
. l>7f4HHI
ii inolctpie para i
ouca fumilia; ad~
ompras, e fa/er al
tebilhelix e cautelas da lotera a cima
breve lero o sen iiudamenlo.
Itillieles.........
Meios..........
(mirlos.........
I>ecim..........
Anda se precita nlugar un
scrxico e\lerii verlfl-M que o snico be odor
uum recado, e alianca-se bom tiatnuieiilo : na
sourat a da fa/emla ROral. a fallar rom o DOTlell
(i(Ksp| Rimonl, profesar de homeopa
lina [rola escola do Riode Janeiro, eODBOl
a dar coiiMillas graKi SOS pobres linio-, oa das
uleis, das S horas da m.inhaa al ao mom da
uo seu ronsiillorio, ra das Ou/es n. ;;s
Mwwwttwiww f a a me tu t
l'recisa-se de una piolo,ou ninleque.poro ser
o de umo lamilia, ipie vendo ua rilo : ipiem livor
i.|.i--e a riioiln llospiciii coso n. 17, ou oniiuncie
P
dcveiiilaou oulro quatipicr eslalieleeiinenlo, para
lomar coula |ir bataneo mi sem elle, para o que
lem baslante pralica: quem de sen preetiaw se ipii-
7.er ulilisar, dirija-se a ra cslreila du llosario n. It,
venda.
Jos de .Mello embarca para o Itio de Janeiro.
ATTEXCAO.
(Merece ee para dar ileftcs de grammalica porln-
unca e france/.a, una pessoo que i lem aluuuia
pralica disso mesmo por casas particulares : quem
de seu iiresliiun quicr ulilisar-se. dirija-se a ra da
Sania t.rui n. K6, que achara com quem Iratar.
No dia 2 de marco protimu nudouro, depuis
da audicneio do Sr.juu da -ee-unda val.i do i'hol.
-o lia ilearremolar |ior sor a nllima" proco, umo col-
dio.' poreiecuclo de Manuel I.o|m-s do Silva coulro
lu/ de Piano Bargas; etcripv DapIMn,
Precisa-sede um rapaz para colveiinde \emla,
de \2 a 11 anuos, cbegailo ulliuiauciite do Porto ou
illias: na ra da Madre de Dos li. :W.
PLANTAS VIVaS EM VEGETACAO, RE
CENTEMENTIC CIIEGADAS DE FRAN-
CA, NO ATERRO DA BOA-VISTA N. 46.
(1 amador tia ourieulluro que quizer cuinpror quol-
quer qualidudc de arbustu rruclifcrn ou dur, queiro
diriyir-se a caso cima uestes oitodias, pois no lim
delles se relira o Importador detta provincia. De
iio\n se assegura que as plantas sao de cvcelloiilc
qualidade e inorechneiilo, como se nioslrorii o quol-
quer amador, sendo paro notar que o colloccoo t\;\
magnolia cliegou.....nerfello estado, o que sedeie
aprovoilar, visto ser o elimo di-sla proxiueia opro-
priodu a ella.
Arreudo-se um eii'aenlio lisloule deslo prora
9 teguas, sendo mullo Ihhii d'agua, de Ierra, de
plonloci'ies e cercados, e ua niesuia oecosiau se \en-
dero os ulciieilins du nicsino poro seu ondoiiieulo :
no alerto do Boa-Vista II. 48,
tlllerece-se uni senbora poro ensinar alumnos
crios irru/.er COsfurai eb.los e labuinllin, o morcar,
eoilniilrino rliiislaa, pur diminuto proco; c lain-
lieni riH-elic alaninas para cun ella assislir : quem
quirer semr-so dn seu pri-sliuin, diri|a-ae a ra \'e-
llia u. .Vi, que ochar com qoem Iralar, a qualqucr
hora dodia.
No ra das Trini-boiras, rasa Ierren n. 22, ino-
ra o parleira etamlnada Huso Marn da Omceicao
l'aes, o quol ullereee n sen presumo o quem luniier,
uo deseiiipenbudas funecoes relalias a sua prulissao.
I'ierisa-sc de um feilur poro um enuenlio, dia-
blillo do proco 1(1 leguos, poro Irolar du ajuste; diri-
jo-so o ru da Cruz n. 13.
\nlonio l'elieionn Itodrigiies Selle, lem alicr-
liiein sua casa, da ra du Kusario da lina-Vista, nina
aula de geometra, em que leeciunar os diseiplinos
da geometra, arilhinclica, algebra, geometra e trlg-
iiumelria,
Anda esl para nlnaar-se a casa lenca n.
Ki, silo uo ra doArago, mullo proprla pan neu
ciu pur estar em armaiem, com tres porlus de rron-
le, e mt em bom lunar, e al ronimoda em proco: o
Iralar na praca da Boa \'lata, betlea
Jus' Mario de \'os<.....ccIIih llourbon. invciila-
rianle dus I mis deitados |hu sua tinada mal U. Ce-
IhaIna Salusliaiade Vasconccllus lliarle, casado que
toi lino Manoel PereiraOulmarle,contldtaoajne
se julgarcm rreduros dn dito casal aiircni quaulu
anleJustificar suas di idas, no nveiilarioquc se es-
l proeedeiiilo nos bous do clilu casal, uujuizo llllllli-
liii.d e orphaosda cuniorco du f.aho.
JOAQUIM FRANCISCO DE BARROS, RI'A l>0
JlLlAO N.tl. l'HIMKIKt) ANDAR, BAUIA,
Etecula urdens inercunlis. ereceliea consiguai;ao
onibarraces, ludu mais quanilo for produ/.ido pela
nalureie uu induslrio ; c leudo lodos os quisilos ne-
ress.iriiM para bem desempenbar quaesquer enmniis-
soes : reronimciulaaosilluslreselionrailos iieucian-
les dcsla prai;a o seu esc iplnriu de consiunaciVs, es-
perando nada destara desoiar s pessoas, que o qul-
zerem nrciipar com os suas urdens e rcmessas.
I'KECISAO".
Pierisa-se de um fui neiru ileseinbaracodn.e de um
pequeo qae sirva para entregar pao em urna Ire-
guezia deiilrn du llecife: na ra do Seuzala Velha
ii. IH, padoria.
It.ejo-se ao Sr. Tilo de Mallos. > indo da lla-
hia, o laior de annunciar a sua morada, ou de di-
rigir-se a rna do Trapiche n. I.
(Jiiciii annunciuii querer l.'gWKMI rs. a premio,
dirija-se a roo dos l'ires u. 28, que su dir quem d,
nu mais anda.
Precisa-sc de umo amo, com preferencia sendo
branca, que saib eoxlnliar, enmmmar o onsaboar
emn iierfeisn, livre de peusio de familia: no becco
do Theatro, junto ao botequiii do l'aivo, segiiudu
andar.
I"ara u primeiro de juidio vindouro, ou an-
tes, se aluga una pequea ca, ou do um an-
dar, uu rasa terrea com um solo, com quintal uu
peqiiciiusilin, que soja perlo du Kecifc : na ra da
Cadeia u. I, prinieiru andar, se din, quem pnri-a.
I'recisa-se olugor um muleque, para u servido
de umo coso de pequea familia : na ra da Cruz n.
Ii:l, ,ii m.l/......
ACENCIA 1)E PASSAI'dHTES. E TTULOS
E KES1DEMIA.
Clouduio do Kego l.uu.i. tira passa|iorle para
deulro, e fora du imperio, desparta escravos, e
lira lilulos de residencio pora i-slrangeiro : ua
ra dn Preia, primeiro andar, n. W.
l'rccisajK de urna ama de leilo: a Iralar na
ra Nova n.XH, loja de modas fraiicezas.
Aulonlf.Jose de Barros tem una carta de sua
de Portugal: na pra^a da lndepeo-
AKERICAO.
Achando-so concluido desdo o ultimo do du-
zombro protimo (indo, o prszo du alerrtio, e res-
tando ainda por aferir nio pequeo numero do
ancoras, pesos o medidas de objeclos, quo ic von-
dem pelas mas, como corno do porco, Icito, mel,
ozeilc, lugumes etc., assim como de armazrns o
cai.uas do vondor ral, barcos Je carue secca, e mes-
no do algumas lojas e oflicinis : sendo do nlar
que timo s regra dos que dovoni usar lodosos
senhnrcs meslree do obras carapinas, podroiros,
canloiros, vendedores do madeiras etc., nao tenhu
sido o/rido al hoja : o arrematante da mesmo
aferieaii convida a lodas as possoas incluidas no
presente annuncio, satisfazercm este precoilo da
lei, na considorapao de que nao o fazendo incor-
rem, nao s as mullas, quo Ihesimpoem as pos-
turas municipaes, mas lambem em grave prejuiso
de seu interosses pela repulso que ho do encon-
trar da parlo do publico, quo nao podo nom dte
comprar os seus (eneros por pesos e medidas, que
nao e-tejam legalmenle aferidas ; aleni do que
tem o arrematadlo o diroilo de chamar a juito os
otnissos. o de reclamar a oliendo dos Srs. liscooi
sobro ellos.
Precsa-*e de um trabalhador de masseira : na
ra larga do Rosario, padaria u. 48.
| *:0>SI I.T0RI0 HOWEOPATHICO. f
Rna do Trapiche Novo n. 9, no
W hotel Francisco. 4
# O Dr. Casanova contina a dar consultas ft
9 e remedios gratis aos pobres, das 7 boras da W
# manliao al ao meio dio. As pessoas quo dtt
iiiiu fureni |Mibrcs s pagarn de 3 a OoOOO #
$ rs. pelo Irnlamouto. Os escravos s pagarn
de a 11 i tt#*#4*W)ac
Aluga-sc urna casa terrea rom cummodo para
grande familia, rom um grande solo e limito fres-
co, c por 10111111,1,1,1 preco, o qual be edificada ua
ra do Pilar: quem a pretender, dirija-se a ra do
Vicario n. 1, a rallar com Manuel Antonio de
Santiago Lcssa.
* AMA.
Precisa-se de urna prela furra j de idade para ama
secca de nina erienca : quem esliier neslas cirrums-
1,111, 1,1-, dando abono a sua boa conduela, dirija-sc
a 111,1 de S. l'rancisco, sobrado n. ti.
Acha-se contratada |ior compro o casa 11. 7 do
ru Augusto, |ierleucenle ao Ur. Manoel Teiteira
Peivolo : sealgucm sejulgor com direilo o mesma,
por b> poibei'.i ou oulro qoolqoor Irausar^ac, declare
per esle jornal, no prazo de Ires dias.
OABAI\OASSI(iNAUO
faz seienle aos seus devedores desla uraco, c inesuiu
de aluuiis lugares do moli, que desle boje em dion-
le incumbe pora rulirador de suas dividas a Mauoel
iirencoCarneiro Monleiru, e. fiara iuaior clareza
e sigual, osconliis que ao dilo cobrador entregar irn
por iiiim lirniadas ruin 11 dala do dia, mezo auno
e as eulreuar.l'ielorino Jone l'erreira.
I.ava-seo engotnma-su, com mui la pertei-
n. 15.
perro*..
Precisa-sc de um purluguez para Irahulhar em um
siliu no lugar du Kemeiliu; quem esl\er neslos rii -
eiinisloncias enlenda-se cun u (Hirlciro d'Alfondega
desla cidade.
MADAMA ROUTIEB, MODISTA 1'RANCEZA,
NA BU A NO VA N. JN, V
lem a liuura de onuuncior ao publico, que acaba (I:
receber um lindu sorlinionlo de fazeudas prelas, B*s
as, e de IhhiIu uoslo, priqirifls psra o quaresmo,
maulas de lili, do seda pretos, 11111I.1,m de blondo,
pora robeco de senhoro, diales prclos de fil de li-
11I10 bnradus, bicos de linlio, escomilba, fibi, |ien-
nas, llores e lilns, pulseiras, cbamalote, grnsdeua-
plos c selim macu, IhiuIiis camisiuhos. franjas c
trancas de seda pretos, brilhanles capuliiibu du
kTusdcuoplcs, de cbamalule, e de selim maco, e
oulros muilas fazeudas por diminutos procos.
COMPRAS.
familia, vind
delicio, lujo 11,'
Paulo Gaignou, dentista
* Podo ser procurado a qualquer hora em 5
3 *ua caso na ra larga do Rosario, n. 8
S 30, segundo andar.
(Iliocbuiol Wllruvlo couliiiiio a leeciunoreiii
francez, na sua residencia da ra das Cruzcs, n. --,
nrimeire andav ; e para moior .cummodidade e ine-
iiosonus das pessoas que com elle abi seapplieoix'iu
a esse esludo, lem e-laliebridu a ipianlia de .'tjWIO
rs. pur sen liounrariu mensal,
voou.
Siliu dn Tasto ua Cruz de Almas, da |iule de
I eba. ilcsopporcieu um oourliz uu i-urrupiau. iui
,li.i 2\ ilocorrenle ; e por ser um piissannlio mitin.
manso, se dono d HUUIIO do gratiHcoc.no a qucui
Ibo levar, ou der uulicia de quem o lem.
Couipiau-se esrraws. o pagom-sc liem agra-
dando : na ru Velbo 11. 5.5.
Cumpru-sc timo orle loliiid, |ielu Dr. Moura :
quem o liver e qui/er vender, aiinuncic pura ser
procurada, oindo menna m*ndo usada.
Compra-s uinesiTavu de iiaco, preferindo-so
,1.11 ,,-1.1, |,.i;,1 o ser\ico de ra e que seja de Ikiu
cuiiiluclo. paga-se |air bom precu: na ra du Quei-
mado.loja de iiiiude/as. n. .'i:|.
Compra ee Ma padaria 110 correr das Cinco-
Punas al a ra Hircilo: qCiem liver annuncie pul
esla folha.
Na rna da Senzala Velha, defraudo i\o Sr.
Martina, pintor, compra-se lodas as qualidades de
ferros vemos e mi-loes, assim como ourclos de pan-
iios linos e caseiniras, e mulombos de tudosasquo-
lidades que servirein para faier |Mi|icl ; assim como
cabos vemos, lunas, etc.
Compra-se lano em |iorcoes |ieqiieuas, eonra
grande, bolijoes que servirnm de grata ingle/o : 110
lerceiro andar do rasa 11. 112 da ra da Seuialu
Velbo, junto a rocheirudo Sr. I.olioto; paga-se jior
preco razoavel.
Coinprani-se pserovos, e vcndeni-sc, recebeni-
so de coininissoa, tanto jiar:! a provincia como para
foro della; na ra dos (Juarleis R-.it, seuuudu an-
dar, saj ,.
Coinprain-sc vareas com'crias, e mii
.',,11 iilr-, 011 pequeas, que lenham deitado de dar
leile, embora eslejam mai;ros, nao sendo m-IIioi
|Mr preco coiumodo : no eiigcnho Moreno, cni casa
do proririelni in.
Cuinpro-se .'i,(HKI aluneires de cal prela, paro
o obra do Hospital Pedro II, quem tiver c quizer
vender, remella a sua proposta em caria fechada a
odniinislioco de caridade,
Compra-se um cavallu novo, grande, manso,
sem actiaqiie, nenio menor defeile, o que ande bem
baito, paga-se liem : quem o li>er e quizer dispor.
Ii^e-o a Auuustu Ficber na cnebeira ao p du thea-
tro velbo. que elle ajustar.
O correlorMauvcriia) onipra actes da Coiu-
panhia do llelunlie.
VENDAS
Vendem-so superiores bichas do Hombur-
go, dos ultimas chegados, o livros paulados om
branco, do lodos os latnanhos : no anna/eui da
Joo Tavaros Cordeiro e Joaquim Pinlieiro, na
Iravesso da Madre do Dos, n. 9.
Vcndc-sc um guarda livros, inotlciuoeeiulioiu
uso, por 1 ii-i rs. : na ra eslroila do Hosario, luja
11. U.
No escriplorio do Domingos Alves Malheus ,
na na dn Cruz, 11. 52, primeiro andar, ha |iara veu-
der, viudo na salero /.irtda de l,i\er|>ool, salitre ,
zan-o, sal de Epscn, |icdra liuiuc, roto Ierra, egc---
so arosso.
No oseriplorio do Domingos Alie Malheus,
na ra da Cruz, 11. 52, primeiro andar, lem para
vender muilo superior Jacaranda em pranchoes: fiara
ver 110 ai na/.....do Dantas, na ra da Praia, o pa-
ra Iralar com o anuunriaule.
No alerro da Bna-Visla 11. .Vi,
lia para vender um lliilhury com
-^^r^S-daae rulierla pnsla, nuvuede bom gusto.
\ eiide-m milbo eni saceos muito uovo : ua ra
lomo do Rosario 11. a'J.vendo ; e uu becco do A/eile
de Pello, ariiio/i'in de Joaquim Killppt da Cosa e
Joao Martin de Barroso. :17.
Vende-no mailleiga ingleza |wr ."ill a libia, e
fronceza pelo mesmo prego ; azeilc doce a caada
por 18H110, e prrafo t(l(), vinliii ilo Lisboa o caado
por MKKI, o garrafa 2&), e lodos os mais teneros por
barato prefo, assim romo cbbom: na mu larga du
Hosario defronte da igreja, veuda u. 39. lado du
sul.
Vende-so um escravo muexi o robusto, oplium
canoeiro remadnr, o proprio para ludo o servico :
ruadoKanuel 11. .'9. segundo aml,u>
DEPOSITO DE DOCES DE TODAS AS Ol'AM-
DADES.SEaiSE DE CALDA, ECOMBITOS
IMICES DE FOHA 1)0 IMI
Veudeni-e laoto em porcj
Caitinlins hem enhilada par
bous l.unaiilios. fraseos 1
tas da I'
tu peili
alo
no.
como a retalla, ni
iiimo.ehariilinbosde
1 'coiifeilos. ditos com fruc-
.....i. eHinucleio de goiaba caraca mui-
ral.uortafas com refrescos de laniarmdos paro
......beUanea be,., fellos par cha, de diversa
qualidades, a*.n eoeta cli .la mell.or qualidade, o
oulro niaii cousas que a vista du rompedor: na
ruada Cruz 11. 21. defronlo ao cliafonz.
VeiHlc-e um molcque, rrioulo, ilelbaniius,
sene uiiiilu I'"' <"m ''asa, multo Imni comprador c
,n leal luna alguina : ua na do CnUegio, n. 21 ,
primeiro andar, se dir quem >ende.
Vendo-te una negra, do 30 anuos de idade,
de Ifonila llcura, sem vicios, nein acbaipies. vende
ua ra e, faz oulros servicif. de caso, vende se |h,i
prociajlkuvuu do Cyi*fji,'i, segunde oudar.
MUTILADO


hespa-
l.i
BEB O V CONVENIENTE NESTF. TEMPO
CALMOSO.
ExcelleuM riTveja um gigos de nina daa : na
iravessa da Almlre-de-Deos, amanera do Franca
S I mio.
NA QUB VOLTA l'AIt A A CADEIA
Vende-se panno lino prelo, a 1H*KI, JiJMI,
.igOUO c KatMO acurado, dilo atol, a 29800.
IfitilK). IjOOO e 690IM, dilo verde, a23MI0,
9000, corla, ilo rnsrmirn prala mallo npe-
10.1. o .XKKI, Si-lltt-t. '.ISKI. lOSOOO C 118,
sctim prelo ile superior qualidade, 3900O,
39310, 191100. o lIS-VIO o invado, leen* rio
seda lirancos, a l*, curies ,le riscarir.li-
uho, a 720, orles ile ramhraia de salpico* de
cores c blancos, a 39600. e I*!, cliilas es-
curas ile buiilns parirte, a ."i93IO a toca.
corles de cana francea, a WSOO, :i--il,
volidos do babadns roin bieo do ullimn non-
io, a 6000. riscados franoozcs mullo bouilos
largos, a 240 o invado, uans .muidla
(ramada, a 19600 o corle, sarja prela li
nimia, a 293M1 o nado, eoulras inuila:
'^3 /endas. por procos coinmnilos.
\ ende-se nina armaran e una o.
rom cmase untos, una balanza de balean rom le-
sos, um Inrrauur gramil'o un mninbo de caf : na
ni. il.i-Tiinrlieiras n. M. aonde osla a fabrica de
cbocolale boiuceopalbicn. c o mais a vonlade do com-
prador, egaraule-so adune da casa ; (udoscvciide
|ior menos da melado do seu valor por o dono se re-
tirar muiln breve, e .i% i*ii ame seus deteriorado Me
ir pagar quanto antes, do conlrario serio publicados
os seus nomes c chamados a jui/.o. Vendle a col-
leofta inleira dosle Diario de 183; na mama casa.
Moinhos de vento
com bombas de repujo para rogar horlaso baixas
de oapim. na fundicaft de I). W. Bowniau: na ra
do Ib um i. 6, 8 e 0.
A 6,000 rt. mata, o 5,600 n. craades.
Vendem-se rliaptos de sol do seda ngleza de
superior qualidade, pelos precos aciina : na ra
iln Collogio n. 4.
NALOJA N. C, DA RIJA 1)0 CRESPO,
HA AS SGUINTES FAZENDAS BA-
RATAS.
Yonrienl-se cnNes de vcsliriode cambraia i'om ba-
lados. a69000 rs.; dilo*rom bara. .VjOOOrs. ; in-
ca de cambraia de salnirn Itrnnro. I :l3O0tle l*HIO
rs. ; rollos de cassa dula, a 29100rs. ; dilo rom bar-
r, a 23H00 rs. ; dilos de cassa frnnrea, a :!320O
rs.; corles de edita com barra niiiilo larga que lem
13 i, ornados, a 49000 rs. ; PMH decbila escurase
claras, a 88000 rs. a tera e I6tl rs. o colado ; petas
de cassa dequadrosa 28-1110 rs. a icra e 280rs. a ta-
ra : ua roa do Cros|Hi n. II.
' Vendem-se os verriarioirot. silln indo/os, p-
lenle, do mola o sem olla : na ra riaScnza la No-
ta n. 12.
Vende-M mnnnelaila nota ein linelas de I o
:! libras, caitiubas com 2 e 1 libia-de pera, dilas
i..... i> e i libras de :.....-iva, caita cum mas-as li-
nas de eslrellinba, ludo iniiiln superior : na ra da
Crui do llocife ii. 16, derruido doSr. I)r. Come.
ESPERMACETE AMERICANO.
No armazeni da Iravessa da Madre do lieos n.
21, vende-se o terila.leir opprmarclc americano,
iin caitas de 30 a 33 libras.
I.-280 I,lo RA DO CRESPN. 0.
Superiores cobertores de algodn, eaearOS inuiln
eucorpadosograadee,proprloa p.iraescravos, polo ili-
niiiiiiln precode 19280 e 19(10 rs.
Vende-so um cabriolel coba lo, novo, comea-
tallo oh sem elle, o os arreios notos, ludo do bom
goaa : ua ra da Caricia Velba n. 16. se dir quem
pos seores viciis i
I ll\ CARDA NACIONAL.
T| Nu prara da lnd('|-piulmcH n. !7. loja de
^ siraneiro. vendein-s- tinos l>o|6cs.dc I'. I
n Bailo para dlvIlMfl bonetes do mais lino jue
^3 ha. passudeiras bordadas de honilo oslo pa-
,3 ruos bombros, tandas com franjas do OdToe
\$ de roiro/, (ens e espada* de metal prin-
v2 rio : Indo poi pirro roinniodo. Pft
M.MIOIIE COLARES
,h' mullo superinr qualidade. ein barris de 7 ein pi-
pa\em casa*de Augusto C. de Abreu, na ra da Ca-
dei do Recite n. 48.
SfCCAS COM FARELLOS A .".OO rs.
. No ..i iii.i/cm ll. I, do Gics .1,1 V I (. 11 1 -.:. i.
P6TASSA SITERIOR.
Nu ra de Apollo, BTinaxem n. i B,
li'in sii|K'i'ini- poliissa, |nir |iii'i'n insiiiivi'l.
FAZENDAS PROPBJAS 1'AtA OIA-
RESMA.
Seiim prelo de Muran iiiuilo superior. a3|800 e
INidOi. o eotailo; sarja prela bespaiilinla da pr|-
ineira qualidade, a2?t. ocovado ; casiiuira luc-
ia inuilii lina elaslica, a 39000 o :l9200 rs.ai rotado ;
panno lino prelo a :|-ihki e i.Ni rs. o cotailo, dilo
.i/ul 3SS00 e (9900 rs. o rotado ; prinre/a prela
mullo lina, a SOII a Idilio rs. alpaca pela lina a
HiNI o I--N.I rs. ,, rotado ; corlo de brinilk puro li-
ubo a I9(10e 290110 rs.; ganca amarEttiiiilransada
muiln eucoi |iada. a 100 rs.^. rffario : risradu de
liubo. a 1811 rs, nootnic,; o militas mais fazemlas
por procii romiumb; na ra do Ciespn n. Ii.
"TosiTO i)E CALE POTASSA
Na ra da cadeia do Kocifc n. 31. toudoni 'C'unba
A Amoriin barris rom 4 arrobas de cal em jicdra
rorenlenieiito i bogada do Lisboa, c polassa do DO)
qualidade.

l'AVIDWII.I.IA.M I1UWM lieirom.i
rhinisla o fundidor do forro, mol repellosamenle
.iiniiiiMi,! aos senliores propnolarios de BDR......",
faienrielro, c aoreapeilavel publico, que o seu esla-
lidei inienlo de forro movido |mr marbina de ya|K.r,
na rua do llriim iiassaud ocbafarii, continua em
elleclitoetin icio, eso acbacomplelamenlomonlado
oni apparelbos ria primeira qualidade para a |>or-
feita conrecoaii das in.iion- pera de macbiiismii.
Ilabililad para einprebender quilesquer brasela
marte, llavid Willinin llnvvman, desoja mais|iar-
licularmenle chamar a allenrai publica para as se-
guinles, |K>r ler dolas grande sorlimenlo ja promp-
lo, em deposito na mosma fundicafl. a quaes enns-
Iruidaseni sua fabrica porioin roni|>elir rom as fabri-
cadas em pai eslrangoiro, lano em preco como em
qualidade de malcras primas o mas rie obraba
saber:
Macbinasrio vapor da nlolhor ronslrucao.
Moenrias decannapara oiigenbos rio Iwlos o la-
inaiiln. inotidas.i vapor por agua, nuanimaes.
lindas de agua, monillo* rio venino serras.
Maoejoa IndependenUe para ratalb.
lindas doularias.
Aguilbfios, broii/.os e clBimacciras.
CavilhArs e parafiisos de Imlns os lainanlius.
Taias, |>aroes, rrivns e lincas do forualba.
Moinbos do mandioca, movidos a maik mi |Mirani-
maa. e prensas para a dita.
Chapas ilc fugan o furiuis dofariuba.
C^nos ilc forro, lornoiras de ferro o do bronce.
Bombas para cacimba o do replico, movidas a
man, jior auimaami tenlo.
(iuiudaslc*. uninchose macacos.
Prensas Imli ulicas e de parafoM.
Kerragons para nat ios, carros o obras piiblieM.
Columnas, varandas, graries o |iorlcies.
Prensas rio copiar carias o sellar.
Camas, carros do mane erarios de ferro, ele., or.
Alm riasupcrinriilario das suas nbras, ja' uoral-
menle reronlierida, Datid Williain BowlDan aaranlo
amaisocacla conforinidaile com ns molda e riese-
llllosremellidns pelo seuluues que se dii;ii;,iein de
fazor-lheeiirommoiiibis. aprotcitando anceatiad pa-
ra acraderor ans seus iiuniernsos ainiuos o Ireguewa
a plilinncia com que lem sirio por ella honrado,
e assocura-lbe que na poupara csforcoseriihgen-
cias para rmilinuar a merecer a sua cnnlian i.
.$, ^^^ *> v \ v sv*tA;1?

s
MOENDAS PATENTES OK A. Eli
HE MOHNAV.
I.ui casa rio Itulhe c\ llidoiilac na da
Trapiche ll. 12 achain-so conslanle.....i-
lo a venda MACHINAS I.MEIItAS, E
MEIAS MACHINAS de tarios lanianbn
desla lonslrucca. Eslas MOEMIAS lem
a tanlauem de' etlrabir das cannas, |kii
Cbaa de I.. POR CENTO mais caldo duque
nldinarias, com a inesina rnrra mol i/.
Arham-si- lamb.....la inosnia casa 'I -VI-
SAS HE l'ERRO de mnilello superior, i
V ARAIMIS TOIIOS lE IERRO da acre
'A .lilaila fabrira de HANSOM E.MAV.
Ocho.
Vendo-so cessuem barriras, ibenailo iillinianino-
lo:om casa J. Keller A Conipaiibia. na fu da
Cruc n. .Vi.
Vendem-se billicies e meios bilhelcs c qnar-
los da decima-oilava loieria daOnlnm Terceirade
S. Francisco da Babia : na presa da Independeo-
eia loja de (aleado de Porlu & Companhia. o na
rua da Caricia do Recic. loja de niiiulezas de Jo-
s Fortunatodoa Sanlo Pono, e logo que chaguo
lisia sao pagos as mosmas lojas qualojuer
premio.
Bilhele-
.Meios.
Quarlos
LOTERA DI-
Aos 12:000.011
c
da
A ra
.....I"
. l.-fOO
. 2,200
. 1,200
S. PEDRO MAM YH DE
OLINOA.
. 0:000,000, 3:000,000,
riOO.000 di' rs.
ll.....I'
de, ll
libia,
ndem
37 e
de iniuile/as ,
tellilein-e bil
que ha de
mu., li-
li. 13
. loja
I da l'.a
. l-orli
.....i
I"
loja rio
ile ,.iba,lude
leia rio Retire
malo dos S.in-
e cautelas da
Na piac
calcado d.'
Pollo t\ (
n. 13, loja
los Porto,
uiesina luleria
do crranle ani
arandei san pa
rio imposlo uoral
BillielM.....
Meios......
Ouarlns.....
Ouinlo.....
Decimos.....
Vigeeimoa. .
LENCOS HE CAMBRAIA A W< US
No Herr ria Roa Vi-ia, loja de calcado
teudein-se l iin lencos de caiubrai.l Inri
Com bien a 19600 I.. 0I80-M acaliandu ; assiin ci
mn frascus nuil nleo do rosa, laranja, niil-llnre!
pi.iln
.em odesc
131000. .
69300. .
3*300. .
29700. .
18500. .
9700.
no rila 10demarco
plinicien premios
Dio de olio por cenlo
. 12:0009000
. 6KHJO9OO0
. 3:00lWioo
. 2:( . I:20000n
. (illlISSIII
. aherlns, o
liolele.
"ilSIl-.
uniros cheiros para caladlo a 320,
S\M,S.
SALSA PARBILHA.
Vicente Jos de Hro, anleo aconte em Peraam-
l'iico do ll. J. I). Beoda, rlninirii atncriraiio.fa/ pti-
blico qiw lem rlienado a osla iirara nina erando
|nrr de frasrn*. de salsa [larriftia de Sands, <|iio
silo verdadoirainiMilo faKilicados, e jiic|>arados no
llio do Janeiro, judo iiie se devem aoaulelar i ron
mimidores do lio precioso Talismn, de cahir noslo
11 "i". loman sompre i oslumain Iraioi os ninlioaineiilos falsilic;
Un o elaborados |>ela mo daquellcs, que anlejMK'i
seu iiilorcssos aos malos eenragOl da liiimanitladi
FbrlanCo pede para quo o puldiro se possa li\rar
desla fraude e diftlinaua a verdadeira salsa parri-
llia de Sands da falsilioada e recenlemeiiloaqiii rlie-
aada ; o aiintinrianle fax \er que a verdadeira se
tendeaniameiUc em Ma bol ira na rua daCoiicei-
rao da l* .-..onipanba rada fiasco, lem em bai\n Ua primeira
! 1..111.1 wu iiihitg impresso, e se achara ua lirma
*m niaiiustriplosobro o ii\olloiio impresso do nics-
iihi fratco.
mxs&aaimmmEtBKKXXM
Bal -m- m ; ,-%.
HOMEOPATHICA
211 roa i\s ciir/i:s sa.
Dirit/idii por Htnpharmareiitirn nppniiKn
Esle eslaheleeimoulo possilo lodOBOa iar-
dii menlo ale aiaira otperuiiinlailos. laulu
na Enrnpa romo un Rrasil. o preparailos po-
la uiachiiia- ria inteiira rio i)r. Muro.
Carloirasrie l2luliosal 160, por precos va-
naM'i. conforme a qualidade da caicas, a
qiianliilade dos remedios e suas dtnaini-
an>e.
Imacarleia onm ns 21 prinalpaea remedi-
im Iiiuiii'"paliciwe3 obrasdiflerenles, indi-
peHsatois para os principianlos queso qui-
ferein eontencer ria terdarie da nota morii-
1 ni.1 COIltendo alm de iniiilnsrmiselbuscli-
nicos, a palhogeiiosia de 18 ineilicaioenlos
I"? ,.................2.-B000
luais atulsiK i cada um i......(IODO
Tinlurasde lodososmedicameutos 0111 fras-
ceada !, onca............2gooo
AMAM-SE IHATITTAME.NTE
para ospqbrcs, lodie. asreceilas que para ali
ni.ni.1.11 qiialquer profossor.
Wa mesnia botica oncnnlrar-e-ha sempre
um grande surliuienln de litros em i-niu-
giiezo franco/, e emlim liiduqiiaiilo he ne-
cossario para o esludo c pralica da bomnpa-
lliia.
.N. R. Reliomain-v L'r.iliiilamenleIndasas
rarleiraa rendidaa no esialielociincnioileco-
jos reinedins. |iela huinilarie nu |mr qual-
iii-i unir causa, literem -ido deleriorado.
casa rio ]
ileni-eem casa rio Me. Cilninni A Com-
panhi.....a iraca 1I11 Coi po Sanio 11. II. n si'guillle :
vinlM de Maiscilleem caita de 3 a l ritmas, bubas
iin notellos e carreleis, brou em barricas muiln
-laudes, ac d......Ia -oilido. reno ingle/.
SUPERIORES CIIAIU K.s HE IAVA.NA
teudeni-w- por procos cnmniiKlos: ua rua da Crm n
l.armacem dej. H. IJagislo}
!'\l!\ CRIADOS.
\ ende-se chapeos envoriiisado<. de hoiti
|2 formase boa qualidaitc. galfiodo 0111*0 0 de
gl piala, largoe ealreilo, botoei Utoadourado ii
R no, ludo por precn i-ommodo : na praija da
K.\rP.PAl U> COKDKIIO.
Na na da Cadeia do Recite loja n..V, de Cimba ,\
Amorim, ^eude-^e boles e meiosdilos Gordelroa
Vcndem-se lonrosde relro/ de diwrsas coros,
puulo de no, mullo em nao, para oufeiic de peacoca
ilescnboras, lu\as do u'lio/.do inesnio ponto, coirs
dctelro/ do iiio-ino poni para meninos, raini/ihbas
com gola bordada a imilarao de blondo para senlio-
ras, rendas de aeullia de nioia, proprias para uuai-
nicodesaias brancas, loalluH, ele. ; coifas un soli-
deos para occlesiaslicii-., e \arias pecas de musica
para piano, como, sejam, s\mpbonia ua opera, o
zampa, |n.ll,.i. a nova ina/buika, lindas valaaa B qua-
ili illi.i- : noseL'iindo andar do ulliiuosobrado i\n rua
das Ou/es quem \ai para S. Francisco do lado di-
roilo, onde lambeni raonearregaffl le bordar a miro,
c a maliz.com nuiila pe feicao. a blanco, a |hiIo de
(apeles, pasaucus, ramos mi liornas a I las oti sedas
de coree ou outra qnalqaer costura ou bordado,
GtUirDI rABBICA DI CHAPEOS DI SOI.,
RUA DO COLLEGIO N. 4.
J. Falque faz scieule ao re*peila>cl pobl > de
l'ernambuco, e em parlicular aoa MUS fre'fjiii'/i-..
que acaba de receber de Taris, como do Hio do Ja-
neiro, da fabrica de Falque Irmao-*, mu lindo e
complelo sorlimenlo de chapeos de sol de -na r Be
panninbo. lano para homens comir para senboras,
leudo para os primnos um escolbido sorlimenlo do
cba|Ki>s de mi| rom cabos inleii iros que loiu TDOjO em caricaturas dhersas, ililo-.de cali-
na, ele. ; uramlequaulidadr de sedas o paniiiuhos
em |ie^a para cobnr armari'- sen idas, as que forem
de ferro, omornisam-se que licam no\as baleias
brajaSi eatreila.H e de ac para osparlilbos e \eslidos
lo s<'iiboras, henualas bonilas ; cobre-so e cmicer-
la-*e toda g qualquer qualidade de chapos de sol:
lodo* oeobjeclos cima inencionados veiulem-so em
jior^ao e a relalbo |Mir ineno proco quo em oulra
qualquer parle.
Ka rua da Cadeia do Recife n. ti, prmoiro an-
dar veiadc-w labellas, pannos e lacoa para bilhar, por
pre^o muito em ooala; ludo oovoem Ikhh eatado.
Na rua do Trapicho n. M, primeiro andar,
ende-se o MgUUte |ia*la de lirio llorontin, o
uirlhoi arliuo quo se conbece para limpar os deu-
braiiqueco- bo goatO U bocea < aurada\el tbeiro; atoado mol
ara os cabellos, limpa a caspa, e da-lhc masco
;.,":
Acaaclada EdwI.M.-
.N.i rua de Apollo u. Ii, arma/em de Mr. Calmonl
v Coinpanliia, acba-se rnnslaiileineiilo boiu sorli-
menlns do lairns de (erro coario o balido, lantn ra-
saeomo rundas, mooiufaa inellra balas rio ferro
rn'niniaes, a3oa', ele, ditas para armar em
ra rie Indos os lamanhos o moi|elnsnsina inudei nos
machi na lnn isonlal para tapor com for^a de
Icavallo, cotoa, |iaisadciraa de ferro eslanhnri
para casa de parear, por menos proco que ns de co
nre, esrovens para navios, ferro inule/ lantn em
barra fnnio em arcos e folha, e lorio por baralo
preco.
(IM>***)f# W
tt RISCAIIO FRANCEZ A 160 r.
* Vende-se rlsradinho Trance* com flores, de
* huidlos pariroes e cores fitas, pelo dimiiiiilo
2 preco de llillrs. urnt{lii: na bija do sobrado
amarello, nos qualro raulos da rua do Quei-
y* mado n. 29. 9
Vende-e caf de primeira sorlo : na rua rio
Vinario n. 9,
\ eiiilem-e caitas rie chifle para rape, a imila-
co rias de larlaruga : ua rua da Cadeia do Recife,
loja n. 18.
Vende-se um bonito moloque, de 10 anuo ,
sem vicio, ou defeito : na rua do Queimado, loja n
K, ilefrnule da bolica.
Vcnde-e graia do Rio lirande, suierinr, mr
iroco ciiinmodo : no arma/om da rua Ja Praia, do
Joso da Silva Campos.
Vende-so melado de urna casa terrea, sila na
rua rio Selai, n. 29, litro o riesombara^ada riequal
quer hypolheca : a Iralar na ma ria Caricia rio Re
rife, n. 15, Inja de Cbrisl..... Boursard, que diri
quem teinle.
ATTENCAO.
faUfinia* haraaf, loja nova
Vendem-se chitas rie salpicos miiiriiuhos ricrores
litas, a ISO rs. ;riilasrabiadas as mais bonilas que
lem api..o o irin. a 00 rs,;dilasrutas de rores litas
do bolillos padrAes, a 220 rs.; dilas finas de (odas
a> cores, a 280 rs. ; madapules a 29jOO, -toKOO.
38IHO. ISOIK, 1M1I0 rs. a paca ; e as varas a I.VI,
180, 990, 210, 280 rs. ; aluoriiio meselario, a 200rs,
o rotado ; dilo aiul inuilo cnrnrpadn. a Jln i-. :
aluoilao/inlios a 1(10,180, 2(K)rs. a tara; dilo en-
trancado a 280 rs. ; ililn rie lislras. a 200 rs. o co-
tado"; corles decassas rio ricosriesonhos, a ^"iOOin
cambraia branca a 900, ttllrs.; dilas linas rnm ti
rada largura,a uno, o Ioihi rs. a tara ; baaillh
lina para rneiinsde cie.uica. a llllrs. o co-
' qnadrps para babodw, a 96pra.i
IraaaSO rs.; hambargo mullofl-
a; ilalilhasrio algodjo, a :l8"00rs
a 200 rs. ; brlm de linbo (branoo)
i muiln lino, a 1?2IIO rs, a tara ; moiie
para senhoras, a 280 rs. ; dilas milito Ii
4
muid
iado
sas d
dita de li
no, a \m ni. a \
i peca, e as van
en I rau
entren
ar,
isl
re;
roslc ; assiin
ii, esla alio-'
ou brancos,
ii daniiio do-
ra ncar sardas, rimas, o eml.elc-.ar
como ,i Untara Imperwl do Dr. Hi"
sa prepara^aft fa? dos cabellos m\
ouiplolamenle prelos c maCJOJ ~
meamos, ludo por |iiccosooinmodos.
0CUL0S,
Clieunu a iraca ria InrioiKmdeiua, loja u. 18 e
Jtl.uin rico sorlimenlo rie ih-uios para lorias as vislas,
soja rom viriros branens nu a/uos, ciim tjra'o nu sem
i:ia'n, e comannacoes rie nurii, rio prala, rio larla-
i iil'.i, rie baleia, ou rie ac, a vonlade
nr.
\'eiuleni-si. lonas, hrin/a, l.rn e
na da Russia : no ainiazem de N. O,
Cninpaiihia, na rua da Cruz n. i.
]>rpoito m fabrica de Todo, o Balito, na Baha.
\ onde .o. em eaaa de N. o. Biabar & '. "a rua
iuOilii|irupriii|iarasaccnsileassucare rouna rie en-
i rato, por jileco comroodo.
i cumira-
moia lo
lliohor o\
a lOO.c 180 rs.; lencos para lbaro, a H0 rs.
riilos de eliila muiln linos mitanrin soila, a 280 rs.
ii.......ria Cosa a .TOO rs. o errado: o oulras malla
la/curias que so venderlo baralas para adquirir fre-
-10 /m na rua uta n. 16.
rom B BARATO.
Na rua rin Passeioloja n. 9, vendem-se lindas ura-
talasrioililloronli' pariroes a 120 rs. cada nina em
dalia, a IldbO rs. ; a ollas anlos que se acaben.
Voiiilem-se amarras rio ferro : na rua da Sen
/ala Nota u. 12.
Vende-se una prela de liaran de 28 a :I0 au
nnsdeiilaile, Ima couriiiela o nn lem innhslia neiii
achaques, rom algumM baboliriaries que se diri
i innpi.iiliir, mr ireco coiuiuudo. tonile-se mu ire-
cisao: ua rua ria Rnria n. 'i2.
Na na doCnlloiin n. I. ctisle urna Kireao rie
i-slampas rie anlo- e aulas, em punto uraurieepe
qiieuo ; eollecroes ilos lassos com I V cslampas, l
nutras ruin hiru em kiiiIo pequeo, proprias para as
sonhnras tra/ereni nos litros rie nracies ; o rio '
ra,Sanio Antonio; S-Ben(o; S. Jos; o .Menino
lleus ; S. Jacinlhn; S. rYaurisru; sania Juaniia
Nna Sonlioi a ria Cuuceican ; S. I'aiilu; as Tres
1'es-na ilaSanlissiina Triudarie e S. Heuodiclo.
TARA OS SENIIORES DE ENCENIIO.
Vendai ao furnias rio farra para anacar, letami.
al:l >, arrnbas: na rua rio Trapiche 0. 3.
S. 888iS.'58i: ^
AITENCAO.
}$ Na rua Nota n. 01. toiirie-se um niaohu
j, grande, bohilo, manto, novo, edonaeabriole-
Ua, um noto, malla Ib..... (bagado ullima-
2 mele rie Fruta, outoo valho landwai rie
^ riuas nulas, o um carruaineriranu nuiilu prn-
5 prio para ai vlagena para o mallo, ludo por
;:.. loinmodn irecu.
\"euriem-so canriolahrns dequalruecincu lu/eg,
ehegadoa racenlemealapalabarca franre/a Gutn
na rua ria Cru/, ainia/eiu n. 20.
AVISO AOS SUS. ASS1CAREIROS.
Vendaje lio ionio/ para eoaeraaccoa, recenleme
lacliegado, o rio luperior qualidario : nn casa do
Eduardo ,\ Wyall, na rua rio Trapicha Noto n. 18
- No esrriplorio de Novaos & Compauliia, na
rua iloTr.ipioii" n. 31, iiriineirn andar, vendo
se o seguidle :
Cbopeos do Cliilo, grandes o pequonos.
Oiios pardos c prelos rio Mi de Janeiro.
Marroquins miiitus superiores.
I.inlia do rnriz. e rabeen encarnada,
''echaduras de broca e lizas sorlidas.
Foicc de roca.
Vende-M ludo liaraio por ser para fechar
eonla.
Na rua rin Queimado u. 28. primeiro andar,
rasa rie Silva e\ C, teurie-se mr iroro umil.....n
eoilla chapos doseria irclo para hiiinoi.....o-.onoi.i-
de lala asqualidades o do primeira -elle.
-j Voiide-so t ililiu ria Mailoira rio suponer qua-
liriaile einquarluse nilato de iiia. mr oree......m-
iiiiiiln: mi armazom rie N. O. Itieber A Cniipanhia
na rua ria Cruz u. i.
l'oInMMIl IIIIHlll llll.l
No anllgo deposite da Cadeia Velba n. 12, ovisle
iiiii.i peqi.....a inrcaii rie polasa auieriraua. chegada
roconleiiioiiloque|inrsu|ieriiirritalisariiina da Rus-
sia : rende aa mr praao rasoatol.
Nu Hierro ria Ro-Visla, n. 12, teiidem-soclia-
lons rie seda, enhilado de llores, a lOSOOO rs.
rada um.
ATTENCAO'
GRANDE ESTAREI.ECIMENIO I1EIAZEN-
l'ASI'OR IIAIXOS PRECOS, lll'.V KO CRES-
l-O N. M.
1 ma lorc.lu rio cohorlnns da Rabia, muiln iro-
prius tara oscratos a 010, e Grandes -' 800 rs.,
rada um, ohilas e riscariiiibns, fazouila lina a ii- khi
i., a icca, o carado a 100 rs., dilas miiidiulias
coros rie rosa e rotas, a (.'iOO rs.. a pera, einvado
18(1 r...dila encarnada o cor rio Ierra, a ToUOO rs..
a peca, acorado 200 rs., aaperior uanua amarella
oulrancaila, malla encarpada e enm una linda
cor, a :B0 rs., urutailu, brins rie Otilio Irancados
com lislras o quadros a IJdiOO rs., o corle, superior
.ii.orilia.Lulo linio, lorio adamascariu com 8 palmus
rio laiaura.a lotlO rs. a tara, curies do cassa frail-
een decAr, fazonda demuilo bull kosIo, a:i9200rs.,
o corle, maria|Hileslaruose encnriados, a :1jIKIO rs.,
a|iei;a, dilos linus aitoTiOOe :|J800 c ialllKIo 1jOO o
.VHHIrs., assim rniiiu um riimplelii sorlimenlo, rio
nutras miiilas fazemlas. olalas ior baikos ir.
que so riaro amostras, dbanle seus riiiii|ioleules
peaborea.
\ ouile-so um bnnilooatallu ; na cncheira rie
Jrein ria Ciinba Res.
Vendc-so cm casa de SchaNiuillin & Companhia,
rila da Cruz n. .'18.
Agurdente rio Franca de suporior qualidade.
Clianpagno verdadeiro, por preco commodo.
Consertas le crvilhas edo sardinlias.
CAMISAS I RANCE/.AS.
Sorlinicnlu de camisa branca crie ciir. rom pel-
lo* rio linbo c nulros, de ilitrereiiles prccun, cm
riuzias; na rua rio Collouio n. 1.
SETIMECI1AMAI.OTE l'RETO.
J:jl Vende-se -oliin prew de macan, iro|irio iara <:
_ tos idos, a2.'iOOe:i8(KIOrs.ocotado,cbama- _
g lote prelo iKirdailo rio lisli a, a -ijsOIXI, 2^'ill0 e J
* :l000 rs. o covado, sarja de soda prela lama
*7 liospanbnla, mr ireco coimnndo: na luja rio **
8ohradii amarello, nos qualro eaiilus ria rua do C
Queimado n. 29. t
*Htt#wei nmnmmmnm
LOTERA DE S. PEIIRO -MARTVR I1EOI.INDA.
Aos 12:0008000 o ftOtWaOOO rcis.
Na loja de miudezas ria (iraca da Independencia
n. i, tendcin-se bilheie inlciroa, meios, quarloa,
quinln-, decimos e liKosimos desla lotera, que corro
inipreleriteliueiilc no da 10 de marco.
Rilbele.........128000
Meios.........moa
uartoa.........3>100
Ouinto.........2"OI)
Dedmo..........looo
Vlaaaimoa........ I70"
Voiideiu-se BAI.ANC/S DEC1MAES, pro-
lirias para armazeiu de asaucar, iara ar ale 600
. : na rua rio Trapicho n. :i.
Vende-as, na rua Dirolla, n. O, manleiga a
400, 480 c 300 rs., e queijos muilo iiovm a 1! II) rs.
Vendeni-so corles de rasemira, pelo diniiniilo
ireco de 3,000 rs.,: ua ruado Queimado, 0.9.
OS A
da rua osheila, canfronlo ao Rosario, avisa a seus
fietic/e", quecnslaplenienle acharo om seu es-
lalnle imenlo ialasdebnlaliinba de Ararula, a.....
menos que em oulra parle.
O 3 A,
da rua eslreil 'oiifronle ao Rosario, do|ioslo, ven-
deos mais lindos hlalos piulados, a folalho, e ini's-
mo^ternos : silo rio 12 om ternos,e a RWHIO rs.
Remedio especiar para bouhas e eraros
seceos,' continua a vendor-s'na botica da ma do
RBngel n. 64, quo fui Jo finido Scbasiiao Jos* do
Oliveira Macedo.
' Oleo especifico para curar a caspa e con-
servaro cabello, continua a venderse na bolica
da ruado Rangel n. 64, a 640rs.cada vidro.
Vende-se um slio a beira do rio, no flm da
propriedaric do Sanl'Aiuia de rienlro, ariianle da
ionio rio telilla, defronle do silio do Sr. Gabriel,
com 1,600 palmoa ao longo do rio, c bnabaiiarie
. .i|.iiii. que sondo contonicnlemenle aprnveilada,
suslenla mais rie 20 cavallos; lem urna mayeslosa
casa com 70 lalmos rie frenle c 90 rie fundo, com
salas, gabinetes, alcovas o quarlos, c confina com a
estrada que lem de receber a noiile projeclaria para
pnlr a eslrada nova oom a da ionio de Cclida pida
pasMsom do Curdciro. A proximidado do banhn,
a ologancia o commurius ria casa, a f i lil.nl,- do le -
reno, a salubririnrieriii luuar, san circumslancias rie
Braulio meriln inra quem desojar reunir o ulil an
aaradavel: os irolenilenles poilem enlenrier-se com
o currolor Miauel Carneiru, o ara ver, com Joao
Wnanciu Machado, na mesnia propriedaric, defron-
le da tonda do Sr. Nicolao.
Voadem ae aceta do banco rio l'oriiamhuro:
no escriplorioilc Manuel Joaqiiim Ramoso Silva.
II DO SE VENDE POR PRECOS COMMODOS.
Na rua rio Cullei;in n. I, Inja demiudczas.vendoin-
so trancas de cararul.tlc seila o rie alnruiao branca,
lanifiarmas rnaaicas; lilas sem pona de lorias as
larguras, proprias para onfeiles rio Unirs o cliaieos
rie meninos ; amilhciros rie melal rom agulhas; sa
palinhos e louquinbasile lia ; baluizinhnsric viilrn;
franjas ara luallia ; raK irinceza superior o arcia
trola rio Rio de Janeiro; raixiuhas rie costura ara
seubiira ; eslojos rie navalha com osiolhos muilo li-
nos ; hallados de linbo do Porlo de lorias as larau-
ras ; um rompilo sorlimenlo ilc ralungas para pro-
sopo, assiin cunin oulros muilos objeclos que so dei-
xam de amiuiiciar.
Vende-se una iieura do mcia iilario. lerfeila
om:nmiiiaricira, ru/inheira e clnreira : na rua rin Ro-
sario, u. 22, legando mular.
Venrieni-so tres mulcquos rie 16 a i\ aunns,
ando um ptimo eofinlieiro ; Iros .anlos de Illa 18
anuos, sendo um ptimo para lauem ; Iri-s prela da
18 a 20 aiiims, proprias para lodo oaarrlea; las
tardas, sciuln urna linda mulaliiiha de 12 aunns.
tara se orillear, euiilra rie 20annns, <|iieoiiuomma,
cuse o cu/inha ; um prala rie mcia iriade, e una
ircla lamboiu rio meia iriaile, que ro/inba, lava c
t curie na rua : na rua rio Queimado u. 7 se dir'
quem temi.
j|*,raTi^aKsjasJijwa^ajiaBsa^^si5^^saB'B jav^rjava;^^p^HB^a)afsaB7^snBr, .s^r/
Deposito de tecidos da Fabrica
de todoo os Sanios, na Babia.
Vcniln-se em casa de Domingos Altes
Malhous, na rua da Cruz dn Recife n -Vi,
primeiro andar, algodo transadodaquolla
fabrica, muilo proprin para saceos o rou-
padeescravos, assiin como lio proprio paro
redes de pescar e patios para velas, por
niUilO Colime i I
m
\oude-se urna arm;
para loja de calcado, ou ouro t\
monto ; com i.t MlmocdefaDc
e com lialcao, sendo loda a arma.
lo liom rsiailo, |ioc preco o mais
_ da proprid
11,'ilipii'l r-l.ilirh'i'l-
o e 10 do l.ii jiii
odelouroem mu
commodo possi>el
mi praca da Independencia n. I'>.
' ESf AM-SE ACABANDO A 2:000 RS.
Cortes ilu moia somira, fozenda muito lino, i
do lindos padres, pelo barassimo preco do 2,000
rs. o corlo : na rua Nova, loja nova, n. 16.
A 1,44o RS.
Cortos de castor do a.;odo. fazonda muito en
corpada odc padroes oscuros, a 1,440 rs. o corto
na rua Nova, loja nova, n. 16.
Vendem-so :i carrosas em bom oslado, as quaes
senem paraltois, ou caballos, e (.iii1m.mii arreios pa-
ra os mnsmos osipiaes s.lono\os, ad>orlc-se que so
veudein junlas ou separadamente! na rua da Cadeia
Velba. ii. 1*. se dir quem tendc.
Vende-se una carrnca urande de qualro rodas,
muilo forle c de nova COMtTOCC&O, a qual carreua
H mi ambas, com tuna jimia de Ihs ou cavallos, oom
mais facilidade do que as.carrocas ordinarias com
qualro, |>oi isso (orua-se recoinmeudavel; ua rua da
Cadeia Vellia, u. I(, se dir quem > wtii.iiiunt r. sii'iiiiii!iii\ni
SALSA PARRILHA DE BRISTOL
SOBRE A
SALSA IV\RRILII i HE SAMIS.
ATTENCAO'.
A -,il,i larrilha rie rlrilnl riala rii-nle IK't, el.....
riiii-lanlciiiculo iiiauliriii sua ro|uilar.i, aaoi iiocosi-
ibiile do riTin rer I |inni|iu-u iinliiiniins de i|ilo as pra-
lararos do inoriin nhIoiii diapaaaBr^ae. o aacaeaaa
do Dr. Iiii-ioijiin provocado laflailai luvajaa, ha
enlro ouliii. I rin-Sn. A. II. I. Sands de New-
Vnrk. preparariore o ironriolarios rio salsa parrilha
roiiliocula telo iiume rio Sanri.
Bataa feaborai aoHdlaraai om Iku i a^saaia rio
aalaa larrilha de Itrislul, o rumo nail o podaMOM 'dt-
ler. lelo o .n .un lima laillacaO do llrihtl.
Kis-,-i(ii n caria iueosSrs. A. II. 1). Suiileore-
vorain an llr. Ilrisl.il, nodi.i 20 de abril do I8, o
Uno si' acba em nosso tuiler :
Sr. Dr. C. C. Ilrislol.
Bfalo, etc.
Noaao aarvciavel aeabar.
Em lodo o aiinn najiaao lenms tendiiln quaalida-
ries cnisiriorateis rlu ovlraclo de salsa larrilha rio
Vln. o teln que uiitimiis di/er lio suas tiritles n'-
i|iiolles que a lem DdoJulgamoa que a tema ria ilila
medlelaaaa augoiaalara inuiissimo. So \'m.i|iiiieer
(.i/o un rontonio comuocu cromos que nos resulta-
ra muila vaalageai, laalaa nda romo .. \'m. 'lomos
mullo praierqac Vm. no. reapoeda aobro ale as-
siini|)hi, e se \'in. tier a osla ririarieriaqui a um me/,
nu omiso emellullile, le ionio muiln |-i .1/01 em o t er
em ii---.i iHilioa. rua rin I 11I1..1111. 79.
I'icama's orden* de Via.'seu* acgoroi aervidaraa.
Aarianadoa \. II. D.Saad*.
CONCLUSAO'.
Primeiro. A anlisnidadeda snla parrilba rio Brb-
lol he cbirameule trutaria, mis que ella data daade
Ik:12. e qaa a de Samls sii apparaeaa em ik. pm-a
na qual esle dmiiu isla nao nulo oidora auouoia rin
Dr. Brislol.
gegnado. A Mperioridade rin salsa pairilba de
Brislol be ilirnuli-sliitel. mi que ihslanloa roii-
;i .1.1 rie ganda, o rio nina torcao de nulrns
preparaedea, olla lem naalido a sua repalacat wn
oasi bula a Alileiieii.
As numerosas et|H'hencias feilas rom o uso dasnl-
sa tarrilha cm todas as ciircrmirindeitnrmiuirias lela
im|tiire/n do iini:ue. e n bom etilo obliilo nosln ci'trte
pMO lilil. Sr. Dr. Siuanil, ire-irienle da acarieinia
mqierial rio moriiciua. h-Iu illuslrailo Sr. Dr. Aalo-
niu Jos Peixoloem sua clnica, oom sua alaiiiaria
casa do salido na tiainlion, poln llliu.Sr. Dr. Silur-
iiiiiu rio Oliteir, medico rio oterrilo, o mr tarios
oiilriK iiiimIco, termilloni boje do trorlamar al-
lainenle as tirludes eflca/iN ria salsa tarrilha rie
Ilrislol.
Vislo arhar-ae rie nutu aherla a bolica rio Sr. Jo-
s Mara linncaltes Humus, na anliua rua rins Ouar-
lois, mu.Ion--, oulra ve/ara all o rieioluilasala
tarrilha rie Brislol.
Para (eeliar contas vonjo-se um gratulo
sorlimenio do copos ordinarios, riscados o lisos por
preco muilo em conta : na rua do Trapicho n. 3
Vende-so por preQO commodo, Manual do
Semana Sania, Manual da Missa, Horas Marian-
nas, com capa do velludo, a linas estampas : na
livraria do pateo do Oollegio n. 6, do Jlo da
Costa Honrado.
Na rua do Trapicha*. 3 vendom-se, por
proco muito commodo, os'seguinles artigos :
A<,0_DE MILO. v
FACES, cabo decilitro j,do pao, muilo bom
.sorlimenlo.
PARNAIIIBAS.
ESPINGABDASdo caca do diversasquolidaJos.
PISTOLAS
CLAW^OTES.
Camas be ferro i.nvihmsadas o
muilos ourosobjeclos proprios pora loja do fer-
ragens. j
Vcudc-sc um ewravo rie bolilla fisura : a Ira-
lar na rua rio Queimaifu n. .VI. luja de miudezas rie
Manuel Joaquim da Silva Ferrar, das '2 boros da
larde al as .
SISTEMA MEDICO M IIOLLOWi.
PIULAS HOLLOWAY.
Esle ineslimavel especillco, composto inloiramen-
le de hervas medicinaos, uSo conlm mercurio, nem
oulra alauma snbslancia delecleroa. Benigno i man
(enra infancia, c 4 compleiSo mais delicada, be
iunaliui-ule pruniplo esexuropara rieaarraiRar omal
na iiiiii|ili-t,in m.iis rohiisla; he inleirainenle innn-
cenle emsuas oporar,6ese cneilos; pois busca ere-
move as rinenoas rie qualquer espericc grao, mr mais
anliaas e leazos que sejam.
Entre milbares rie pessoas curarias enm esle re-
medio, muilas que j eslavam as portas da morle,
|treert aiidn em seu uso, inn-i-uiiiiain recobrar a au-
de e foi-ras,.do|ioi de hat er tentado innlilmenle lo-
dos US OllIrOS I oiiie-lio.
As mais alBiclas nao devem enlregar-*o desespe-
rarn : f.ie.ini um comtelenle ensaio dos efllcazes ef-
feilos deasa assomhrma medicina, o prestes recupe-
rarao o beneliciu ria saurie.
>ao se perca loniio cm tomar esse remedio para
qualquer das seeiiinlesenfcrniidadcs
Id.
Alpcr.
fU,
AnH<
t.llm...
Colla
|W CptlppltC
n.-i.i
|U.V,.
nmtzo.
It.-lllMl,,!,-..,
f..rt.. ,.,
I i.r.,,.,1-1.,.1.-
Ho.
I..I r..... I... I.
r.lla il>
Krr.lpH..
Fi*r.....'II".
.111- ....
di
I...I,,
IMrd.
>
-!ru\.i...
l.oBltrln.1 .!-
Mal de ;-!,.
N.nra M culi.
l.-li.i.\l.. d*
l-l.llo.1,4 .01
umwfo pul.'
. U.-1. n.,1,., ,1c yi
nh-.uiuiUi.in-t.
S- ni|.l..in,"
pflun-
T.iim
Ti........I
rirer*",
I.
rrkoiJa.
pela.
Manda.
Ub/ataM,
=..... rlu.. lfil1aiiii,r,Vl.
Irn-Uri-tadc.
O deposito geraldeslas pillas he om rasa do Sr
J. Soun, phariaooiilicneslabclccidona rua ria Cruz
n. i, onde se acham scniirc exiioslos ii renda |ielo
irorn rio laHMI lor caria h-iceiinha. a qual ronlOm
uma iaalraecfo cm porluaucz, que explica o nimio
de usar-sc delles: oSr. Soun he o nico encarrega-
ilu telo aulnr wra seu corrcs|Miudenlc no iiniero
do Brasil.
CHITAS DECOBERTA..
Vendcm se chitas do colierla, de lindos o va
riados dosenhos; o 7.000 rs. a peca, o 200 rs. o co-
vado : na rua Nova, loja novo n., 10
AOSBABATEIBOS.
Nn ha exageracao, venham vcr.|ara crer. fazen-
ilasas mais baralas, que se lem anuuiiciario segn
dn as suas qualidados:
Corles rie cassa ahila, notos parirites, a .
Dilos rie tlii.i ilila, linos arrcuilarios, a .
Dilos de ranibraias de cores do l varas, a
Dilo,le cassa com seda, a HlOOO ea .
Pecas de eassas rie quadros e lislras, a .
Dilas do chilas laruas tara robera, a .
Curies rio boas casemiras de cor, a ....
Casemiras trolas do inui boa qualidade e
1.................2W200
orriao trclntenle, a......2*1110
lem quasi riuas larguras ria rom-
................. HHO
010 01 I. o I .. a......
1*100
25--ilKI
2*"iOO
'lsl
2(J0
V-J M MI
l|80O
untas a ,
Merimi tW
Al|taca que
11111111, a .... .
Dila de coros iiiuilu
Soiim pialo inacii puramente de aada, a .
Chapeo! fraiue/.i. linns de fnrmas niuder
as.
iteloo
(IS800
hranras o rie carea, loria
t Queimado, luja n.81, de
o unir muilas fazondas
baralissimas : na rua -I
J. 1'. Cesar.
Vendanvaa ISescravusile amlHis os sexos,
rie diflerenles idaries: na casa de eomuusso na rua
larga dn Bnsariu. 11. 22. segundo andar.
Venileni-sc sarras coAi feijiio mulaliubo noto,
telii h.ii.iln .i i-.., -Ii- I !.- .: sicca: 0.1 ma Duoila
11. 8.
Vendem-se riniis jarros rie porcelana com flo-
res, unta mesa de cscretor, dous couolosconi podra
mamullo, unta mista rie inein do sala, ludo em so
.11 mi.1 nio, o mr iroro 11........mIo : quem as quizer
comprar, dirija-10 a rua ria l'niao. trimeira casa
larrea do bulo ilireilo, passanilo a punlc/julia.
Venrioni-se meruulhos rio parreiras nuisralel
em eslailu de so ir na lalaria : na rua ria Cunreirai
da Boa-Varia a. -W.
Venile-se oxrellcnle Jacaranda da Babia cm
pranchcs e loros ; loda a parran ou duzia : no
escripiorio de Roslron Ruokcr & Companhia, na
praca doCorpo Sanio, esquina da rua rio Trapi
che'n. -IS.
Cf.KA DE CABNAI'BA E SEBO REFINADO.
Vcnrie-sc lio arina/ein rie I). II. Aurirade c, Com
laubia. rua ria Cru/, confronte an chalarla, B. III.
Venilc-se um ibis cnsenlins, Tolha un Brilban
lo. silos na frouue/ia rie Serinhaom. c legua o moia
lisiantes rin embarque, rie muilo boa troriurrao.
menles o crrenlos, o com etcellenles mallas, sen-
do aquella d'asua, c o ouiro de animaea : ns tre-
leadanles dirijam-se an ciigenhn Tolha. a fallar ron
uros|ieilito iro|iriolario.011 nesla ciliado, a rua Di
reila n. III, trimeirn andar.
Vende-M um siliu na ririarie de Ciuianna, jun
lo .1 igroja ilns Marlt riw, rom 200 linos rie fronte
o WKI rio fumn ; cni'ilm ."1 muradas de casas, 2 de
todra o:l de lair-a. cacimba ri'ogua de beber, Wl ts
de bu.inueiras rio riitersas qualidade, :WI jaqiioiras
limoiras, jalmlicaliciros, anana/oiros. iliiiciras e
roqueiros : quoni n prelenrior, dirija-so a cidarie de
Olindii. na rua Nota, junio ao talario do Sr. Di:.
ou 0111 l.oiann.i. na rua Jo Tanqiiinbn. em casa rio
Sr. t'rlix ilcOlivcira. ,
Vendanvaa candelabroa i do brome, ara
mesa do meio do sala. 11 mais ricu Hissitel, com dif-
foronlos goslos e mr muiln baito ireco : na 1 na rio
Qiioimnriu 11.71, junio a bija de cera.
Ycnriem-sedezesrratns, sonrio 11111 lindo mua-
|tro|irio |iara tagoni, um Imiiii mnlecolc cozinbei-
, iiiii.i rrioula |irntria tara iiiiHauba que eaaa
entornilla c roziiiba, riuas negras quilandciras o rin
lilas para serticn de caniio : na rua Velba
tara
FIGURAS DE PORCELANA
Veuilem-sc guras do porcelana de muiln IhiuiIos
goslos, iniurias ara cnfeilca rie mesas c censlos
que se tcndeni .elnmoriicn irccnde.'isDOO rs. upar
na rua dns Quarleis 11. 21, hija rie miuilozas de Cruz
A Baslos.
A 20 BS. A CA XA
Veiirioin-se rait.is rom nhreias a 211 rs. a oaixa.bcm
como rie 10 rs. c IM) rs. : na rua dns Quarlcis 11. 21
loja do miuilozas rie Cru/ t Baslos.
ASVERDADEIRASl'ENNAS DE AC-
Veadeae-ea as verdadeiraa penoai rio aoo | bico de
linca en caliiohai e om eartatoati as quaes I
pnitailuyi inelboi tossitol, e mr troco mais 1I10J1
rio que uVn oulra qualquer larle: na rua dos Quarlcis
n. 21, loja rie iniiriezas de Cruz & Baslos.
PAPEL PACTADO.
Vende-M- muilo superior w|iel de teso e paulado,
liein conioscm ser miliario, por ireco mais conimnjo
lo que cm oulra qualquer tarlo : na rua rins Quar-
lcis 11. 21. luja rio niiiiile/as rie Cru/ A Beata.
A1IOII ADI RAS l'ABA COI.I.ETES.
Venricm-sc alioluaduras ara colleles de diversas
qualidados e goslos : na rua dos (Juarleis 11. 21, loja
de iiiiudeia.de t'.riizci Baslos.
BOTO'ES PABA EM EITES.
Veiidem-se liolOes proprios para onfeiles rio vcsli-
dosdelodas.isci.ro: na rua rins Quarleis 11.21, loja
le miudezas de Cru/ o Baslos.
BICAS BAVATAS.
Venricm-sc ricas grtalas rom mola c sem mua,
[trolas e rie coros rio inelbnr gnsln tossivel, tem muin
lenco para grtala, por modicu preco: na rua dos
Quarlcis 11. 21, loja do niiuilczos rio Cruz A Basles.
PACT.O CORDEIRO.
Vcuilr-sc o verdariciro ra* Paulo Corilciro t ta
jado 1. dilo deliassesonrinarosso. mcio grnsso c lino.
Mein 00 c Ganloi, em bules c meios ludes, amule os
freguezes acuario eslas diversas qualidade de boa.
piladas scnipre fresquinhas: na rua dos Quarlcis 11.
21, bija de miudezas de Cruz & Baslns.
PARA RAPE.
Veiideni-seaupcriures caira para rap, e rie mui-
ln linilos mojlos. Ionio rio larlaruga como rio niassa,
pM mdico proco : na rua dos Quarlcis n. 21, loja de
Cruz & Baslos.
MEIAS PINTADAS.
Venricm-sc meias miliarias para lioinens, menino,
e menina, de suionor qualidarie canso, bem como
brancas liara meninos, meninas, scnburas o hnnioiis,
por mdico ireco : na rua dos Quarlcis 11. 21. loja de
miudezas de Cruz \ Baslos.
SFPEBIOR BANHA.
Vende-se muilo superior banba em talas de2 s, e
tolo mdico precn de 33)000 rs.; a ella anta qaa aa
acallo : na rua dos Quarleis u. '1. loja de miiide/a-
deCruzt Bastos.
CM RECOGI.
Vende-so um relnain do alinele tlenle suissn,
muito baralo o em terfeilo oslado, tem como 11111
Iranrelim iniiilu bem foim o rom una podra de bri-
lliaulc 110 passador, quo so veiirier lambeiu por rs.
jaUOO: ua rua dos Quarlei n. 21.
UVAS DE TORCA!., SEDA E PELLICA.
Vendem-ee luvasde lortal tara meninas escolio
ras, bem romo de oda decores para senhora e m.,
I......ciii,asolinarias,riilas de-pellica lisas e enri-ila-l.i..
Sara senhora e para boniem : na rua dns Quarlei n.
I, luja de miudeza de Cruz A Baslos.
BAADEJAS.
Vcndein-se muilo bonilas bandeja erie lodo o
lamaiiho., ior preco mais baralo rio que em oulra
qualquer parle : na rua tos Quarlei 11. 21, luja ilc
miuriezas de Cruz & Basto..
Vende-, por commodn precn. os seguinli-,
livroa lalinos: 1 diccionario Magnum Ceiicon, I
dito de Compoaicfio, 1 Tilo Civio, 2 obras do Hora-
cio 2 dilas de Virgilio, 2 Cicero., 2 Coriielios, I
Selecta e I compendio de Philowpbia por lieru-
zez : airas da .Main/, ria Boa Visla, n. 22.
VA BF.JOSLLilZPEUEIRA& Fl-
LHO, RUA NOVAN. 16.
VenJein-si! chilas de salpicos miudinhos
de cores fias, a 180 rs. ditas caboclas as
mais bonilas que lem apparecido, a 200
rs ; dilas roas de cores fitas de bonitos
[tadroos, a J20 rs. ; dilas finas adamasca-
cadas de lindas corea, a 280 rs. ; dilas
prous de salpicos e lislras, a 200 ra. ; di-
las para robnos de lindos e variados dese-
nlos, aSOOrs. ; madapoles, a 2,500,
2,800, 3,100, 4,000 e 4,500 rs. a pe-
ca ; as raras, a 150, 180, 200, 240, e
280 rs. ; algodaozinho, a 160, 180 c
200 rs. ; algodo mesclado, a 200 rs.; di-
lo azul muilo encornado, a 240 rs.; dilo
de lislras, a 200 rs ; dilo enlrancado, a
280 rs. ; castores de quadrinhos e de lis-
lras, a 320 rs.; dilo de padroes escuro u
muilo encornado, a 360 rs. ; briiu branco
muilo lino, a 1,200 rs. ; meia caseinira
muilo fina, a MM)rs. : casomira prala mui-
lo fina, a 3,500 rs. ; corles decassas de pa-
drees novos, a 2,500 rs,; cambraia bran-
ca, a 360 e 440 rs. ; dita muilo lina com
vara do largura, a 800 e 1,000 rs. ; cas-
I sas do quadros para babndos, a 3110 rs. .
9 dilas do lislras a 320 rs.; hamburgo mui-
lo lino, a 480 rs : plaiilha do algodo, 11 !S
200 rs.; princoza muito lina, a 1,000 rs.; *j
alpaca fina, a 1,200 rs. ; lila, a 400 rs ; A
lencos do cambraia rendados, a 320 re. ; W
Jilos Je chila mitanJo seda, a 280 rs.; 3
ditos para tabaco, altiOrs ; panno da w
Costa, a 480 rs. ; meias para senhoras, a 3
280, 400 e 480 rs. ; e oulras muilas la- 5
zondas que se vendero baralas para adqui- a
rir freguezia.
P* it"R 1*R.iaHait.^"K**VVH*^>4^.m^"R^>W9i.iW **''. w-*^-
NO ATERRO DA BOA VISTA, N. Ik.
DEFRONTE DO TRIBUNAL DO C0MMKIU ln
M'iiilrin-o as seifuinto fazend* |>n!lis, |Kit orc-
n- muilo li.ii\u-, pannos fino, raMeiniras, ouiicl*,
,il|i,n .is. sarjas le seda de la, prinre/as, chila>,
mcliiis c crepes, c os prcleodcoles que n potlc-
rein vir comprar, pdvm luandir husrar *witnr;-
Iras, que llic wrao remeltidas, o igualmente o ulli-
mo prew.
O 39 A,
ila rua eslreila ronrronlc ao Rosario, vendeos mi.ii*
puros xarope* de diflcreiiles osIos, |iois na raima
em que oslamos, se lon.amapc.ec.veis, o salulan'
pela sua roniposcSo.
\'cnde-se a rasa lerrca n. tti, da rua Avgv*
(a : a tratar na rua das Trinchciras, n.\H,
Vendc-se a diaheiro, ou a prazo, ou permuta-
se |H>r proprUiladc nesta praca, um uramlc siliu
ilella distante mcia legua, rom^asa desohrailn, ca-
rimbas, frulciras, baixi. para capim, o proporr.V
para sustentar annualmcnte de 20 a30vaccasd
feite : a tratar no aterro da Boa Vista, u. 4, lercri-
ro andar.
ESCRAVOS FGIDOS.
Anda continua a estar fgido u irelo Anlu-
nio, reprosenla 10 anuos wucu mais ou menos, In-
giri mi .lo. 16 de Icvercirn dn silio dn Toque, no
lugar ria Torre ruin os signaos segundes: estatura
regular, lernas linas, roslo bstanle descarnado, lem
um -i -o.il muiln visivel, que be, uma marca do f-
rula junio a foule procurando n rosto, que fui lallin
ou algiim tumor, he muilo Irabalhailnr rie anchada,
e ligeiro cm lodo o sen ico que faz, cosluma oinliiia-
...o -o. levou camisaecah;ade algodo grnssu, chipes
de tallia ; desennfla-sc que (anibein anda com iiiii.i
caivinha rie linho de guardar roupa, e que cslcjl
mesiiio ncciillo pela Torre, eslrada nova, Casa forle,
Cachanga, ou nesles arrababli-s, Irabalhanrio a lilnl"
de forro, ou de lagarsemana; foi comprado Rufin
Jos dos Sanios, morador cm Campia Grande:
quem n legar, uudelle der noticia, sera' aenrrn.e
nienle reconiicnsario pelo abaUo assignado, assiin
eonm troiesla com loilo o rigor da le conlra quem n
liver ......lio. Becife 25 de fevereiro do IB).
Frnnriico Garateante .ttbuqiterque
AVISO.
Dcsapparereii ria rasa do abaixo assignario. un
dia sesla-feira l7dedezembro, um escravo, rabra,
n.iiiii-d do Ass, por nome Miguel, reprearnlaiulti
ler22annnsdoidade, rom o signaej seguii.....:-
--i.ilo.i regular, rorioreforcado. mos e pos gran-
des, leudo o dedo grande rio p lu-l.inio eparado
do oulrns, sem barba, roslo triangular, olho i"--
queuos, denlos limarios, c falla um pouco fanliosi ;
levou camisa de riscado com maiuas curias, caira
de algodo azul o chapeo de palha. lasrou junlaiin-ie
le nin.i salva do prala I,lirada com as iniciaos A. \..
S. 11. onlacadas no cenlro, e pesando 217 oil-na-:
roga-se a quem a mesnia silva for nffericiria. e a
quem Hxlor ai|irehciider o dito escravo, rie o n .m-
ilar enlregar a seu senlior, na rua da f^adoia rio Ib
ife n. 4tl, ou no siliu de sua residencia em Bonifica.
ein frenle rio viveiro, que promelle gralilirar rom
gonerosiriade,Antonio l'atenlim da Silra bar-
roea.
SH.NAES OS MAIS CLAKOS.
l)esai|ioreceu rio engenho Una da freguezia de
Sanio Aulao, ua unile do dia 13 do rorronlc janci-
rn, o escravo Benedicto, crinuln, carreiro. de Wmlo
de 28 aunns, oiir bem prela, bailo, secoo. e|iadaiiiln.
bracos grossos. pomas muilo finas, a caiva dn |>sil>
sobre-sahiria, urna perna cmbela ;lurla rom marra
ilequeimariura sobre o p, o ps lequenos e.i|isllir-
lados, roslo eomprido, sem barba, olho |tis|iie-
|ioi|i......... hiicci regular, lieicos finos, orelbasliein
as, denles muilo alvos e lercilns. com o de
cima limados, lesla grande, lem marca de.....|ie-
queno (albo no qucixo, ou junto ao cauto ria lutria,
e de surra na aadegas, he cochiladur e gago, anda
mais | ii, i io lo lem me. lo. <|o.nolo r.nni lili,l ,in.l.oil" -
sarin no lio. mi. > -- |.. o.i dianle, lialanca muiloiin
os tiraros, lem ar alegre. Fugio levando sinculr
vestido uma carala do algodJo, porm he proiairl
que Icnlia i oii|i;i furlada. Este escravo foi e,in|>i. i
em selcmlirii de IH'iOao Sr. Mazimo Mariulio daCie
liba Wanderlcv.do engenlio rio Mariana! da treaiii-
zia de Meirim,' da iroi iuria rie Alaaoas. Rosa-*
Kirlanlo a apprelieiisaii riesse escravo, que pelos son-
iuoai-s n-lo lorie esc.i|tai a iionbuma \isla, eb-i-t-l1-
.o .I i lo engenho L'na, de Anloniu Carlos Peroira do
Sorgos Punce de l.enn, ou nesla praca i rua Ibrcil.i
ii. 91, rasa do Sr. Joo Augusln Bandeira do .Melln,
que -ei.......iin-1111- ser recompensado.
No dia 5 de fevereiro do prsenle anuo, rie-
sappareceu a prela Iguaria, lilharin Bronde Are.i.
iiirie_foi esrrava do Sr. riil3o-niiir Barthol.......n
ou rie sna viural.ji andn peln Hio tirando dn
Nurlo, Parahiba c Alagoas, vcio para o Recife ein
auoslo do anuo passado, e ora escrava do Sr. Joan
da Cruz Conleiro, cm GuaraNra, e learoasignae -e
gumles: alia, obcia rio corpo. cor prela. ihyin-
i.....lia carregada, lieicos grossos, e lem nos braco.,
seiuc roslas bstanles marras conm de chiclo, que
ella diz seren de sarna*, o no pesemn ilebaivo .l.i
nrelhaesquerda. una ciralriz ha.lanle visivel: lc-
TOO um veslido de algodo azul, oulrn de dula re-
xa com flore encarnadas, e ouiro branco com Iran-
ras ionio, c um panno da Cosa, novo, azul o bran-
ca, cun franja hranra e cocemaria, de bollolioba:
quem a tegar o entregar na Parahiba ao Sr. Aillo-
nio Kernanilc da Silva, ou ao lllm. Sr. majonle
Hiliciolicnuino Antonio do Almeida Alhuqiiorquc,
ou no Becire, na rua do Cmpon. 8, scr gonents.i-
uienlo pago de seu Irabalho.
Nb dia 21 do jrrenle mez de fevereiro, de-
sap|iareceu rin cnaenbo Malaiiruma um esoraiodc
nome Miguel, de idadc22 anuos, muco maisoii luc-
ilo, cor fula, allura regulrr, lem uma queiia ro-
lara do lalho no umbigu.lem nma ferida no raoncl i
de una da pernas. levim mmico Jim malote *
coiiro de carneiro : roga-se aos rapiHea de camp
.ni i|iiem oencnnlrar, do apreliendn-lo c lev a-lo a"
dilo einenbo, ou -i l',issagom da Mamlalcna. iw
jilo ,(. Kranrisro Mamede de Almeida Jonior, que
ser* bem recompensado.
perm.i Ty, *. M.
MUTILADO
W. 4.F.rU. -18W- I


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