Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00114


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Full Text
F
Anuo de 11)44.
Sexta Fera 24
O Di AMO | lllilirn fr
he ile 'cs "'I
pratis. O* 'I''* 1
T
lodos os di
las que nao forem santificados : o uraco da assignatura
rs. por quarlel pa'os adianiados. Os annunciosdos assign.ntes sao inseridos
ue nao forem raio de 80 res por linha. As reclamacies devein ser diri-
gas a esta iyp roa das Cruzes n. 4 ou a praga da Independencia loja de lirroan. fie X
I'AKTIDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
CoiAlNNA.e larahjba segundase cxiaa feras.Rio Grande do Norte, chegaaSe22e pa.
**?/ Al Tl'*l," ^""l". MioFormoso, Macer, Porto Cairo, e Alapoas: nol.=
" i-, i *" Garanliuns e Honito a ll) e 24 de cada mei Bolsista Mor
esa lje dito. Cidria da V.ctoria, quintas feiras. Olinda lodos os da
M ,, das da semana.
20 Sts I'.ut.lla. Aud. do J. de l) da '1. t
'li Tere, s. Mancos. Re. .ud. ,]0 j. de jj dl 3 ,
S2 Quarla s. ](,.. de CaSiia. Aud. do J. de D. da 3. v.
-'3 Quintas Basileo. Anal, do J de I) da 2. t
'-'i Sexta Afra. Aud do J. de I) da 2. v.
25 Sab. s Gregorio. Re. aud. do j.de I) da \ 1.
20 J>oui_ Past-o. do fifpiitri Santo.
DIARIO
ammmammamtamBmomma -vtmi'rsiKBsitBs-zn.v
de Maio.
Anno XX. S. 120.
I i lo airora
linueai s nonio
cultas
iepend* pa na nesraos: da m>< prudencia, aroderagao" r ei>rgia: r. n
pnaeipijunoa e seie*** apuntados rom a-tnira entra <
Proel miaoJo di ranl.J
(lambos sobre i.Ondrai .,.
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u artiboa '. II por ll,,' de
I IMBIOS Vi DI V s DI M IIO.
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Monta ile cobre 5 por cento e nao I
I dem de letras e boa* in-n 1 a
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Loa cheia a 2 aos 55 min da larde
Minguanle a'J as (i hora, r'.' ruin da man .1 |Cresceole a .'
I'rramur Je hojt,
l'rimeira as U) llorase !'. mu }, atoll | \.-.;;,.!, ,, ; (,,. c Q mauU, ,!,,.!,
. *UUCaSaJ
iras r .10 in ;i da man
i IhSb da tur.Ir,
javuEareiiraa
.-." .

K.-5B3X
ATE
LE N. 131.
O Do utor Pedro Francisco de Paula Cavalcan-
ti d'Albuquerque, Vice-Presidente da pro-
vincia de Pernambuco. Faco saber a todos
os seus habitantes, que a Assembla Legisla-
tiva Provincial decretou, e eu sanecionei a
lei seguinte.
Art. 1. Haver na Cmara desta cidade urna
Contadoria, que so denominar Contadoria
Municipal do Recife, na qual s executaro
lodosos trabalhosdocontabilidade concernen-
tes ao municipio.
Art. 2. Essa reparteao existir a cargo o
sob a responsabilidad de um encarregado, que
ser nomeado pela Cmara d'entre pessoas, que
alm de conhecimentos professionaos, tenhao a
necessaria pratica; vencendo a gratificado an-
nual de oitocentos mil ris, pagos desde que on-
trn era exercicio, e da mesma maneira que aos
domis empregadosda Cmara.
Art. 3. Ao tncarregado da Contadoria (cao
competindo todas as attribuicoes e obriga^ocs,
que so acho designadas cm o regula monto de
30 de Agosto do 18-3. organisado pela Cma-
ra; o qual fica definitivamente approvado.
Art 4. Fico sem eleito todas as leis e dis-
posices em contrario.
Mando portante todas as autoridades,
quem o conhecimento e execucao da referida
Ifli pertencer, que a cumpro e facao cum-
prir to inteiramente como nella se-conlem.
O Secretario desta provincia a faca imprimir,
publicar e correr. Cidade do Recife de Pernam-
buco em 30 de Abril de 1844; vigsimo tercei-
to da independencia e do imperios Relava o
sello das armas nacionaes = iued7o Francisco de
Paula Cavalcanti d'Albuquerque.
Carta de lei,pela qual Vossa Exc. mandaexe-
cutar o decreto da Assembla Legislativa Pro-
vincial, que houve por bem sanecionar, creando
urna Contadoria naC. Municipal da cidade do
Recife na forma retro declarada. Para V. Ex. ver
-AntoninoJosde MirandaFalcoafez--Sellada
e publicada nesta Secretaria da provincia de Per-
nambuco em 4 de Maio de 18H.Antonio Jo-
s deOliveiraRegistada a folbas223 do livro
1. dolis provinciaes. Secretaria da provincia
de Pernambuco 4 de Maio do 134-4. = Jos Ig-
nacio Soares de Macedo.
vincial, que bouve por bem sanecionar, mar-
cando os limites da freguezia do Bonito, na for-
ma a cima declarada. Para V. Ex verAnto-
ninoJosde Miranda Falcao a e-r. Sellada e
publicada nest > Secretaria da provincia de Per-
nambuco em GdeMaio de 1844.Antonio Jo-
s de OliveiraRegistada a f. 224 do I 1. de
leis provinciaes Secretaria da provincia do Per-
nambuco 0 de Maio de 1844.Jos Ignacio
Soares de Macido.
rSoosseus discpulos, e o roubrao ) ; tribu-1 presumen) conseguir os fins sonr intervenefio di
LEI N. 132.
O Doutor Pedro Francisco de Paula Cavalcan-
ti d'Albuquerque, vice -Presidente da pro-
vincia de Pernambuco. Faco saber todos
os seus habitantes, que a Assembla Legisla-
Uva Provincial decretou, t eu sanecionei a
leiseguinte:
Art. nico. A freguezia do Bonito d'ora a
vanta principiar na barra do Riacbao do Ricar-
do, e seguir om linha recta a Laga dos Gatos
inclusive, e d'abi ir a Pirangi a barra .da Jan-
eada inclusive, e voltor pela ribeira abaixo at
a sua barra em Unna; e voltar para o Norte
ilba de Flores inclusive, donde ira Cova da
Defuota, e voltando seguir a Caranguejo in-
clusivo; e seguindo ir casa de Francisco Bi-
cerra, encru/.elhuda do tanque das Piabas,
Cruz da Rajada, ao cume da Serra dos Mocos,
s nascencas do Riacbao, e seguir por este a-
baixo at a sua barra, onde teve oseu princi-
pio.
Fico revogadas todas as leis e disposices em
contrario
Mando portanto todas as autoridades,
quem oconbecimento a execuQao da referida
lei pertencer, que a cumprao e facao cumprir
to inteiramente como nella se conlem. O Se-
cretario desta provincia a faca imprimir publi-
car e correr. Cidade do Recife de Pernambuco
em 30 de Abril de 1844, vigsimo terceiro da
independencia c do imperio. Estava o sello
das armas nacionaes. Pedro Francisco de
Paula Cavalcanti d'Albuquergue,
Carta de lei jfla qual Vossa Exc. manda exe-
cutar a resoluto da Assembla Legislativa Pro-
Govemo da Provincia.
EXPEDIENTO DR 20 1)0 CORKENTE
OicioAo Director do I.yco, autorisando-
o remover da froguesia da Boa-vista para a de
Santo Antonio a respectiva cadeira de latim;
visto teresta lija !o se n mestro publico de se-
melbante disciplina, em consequencia de ter
sido transferido para aquella o mencionado I.y-
co.Communicon-seao Inspector da The-
souraria das Rendas Provinciaes.
DitosAo Engenheiro em chefe das obras
publicas, determinando, que mande conduzir
para o Lyco desta cidade, os instrumentos per-
tencentes a aula de Pbysica, que por ordem da
Presidencia lorao postos sua disposieao, e os'
158 I u ros da mesma sciencia em seu poder exis-
tentes. Participou-seao Director do Lyco.
DitoAoCommandanto das Armas, dizen-
do, que expeca suas ordens, para que, pelo cor-
po de infantaria de G. N. destacado, se indem-
nise Manoel Guedes de CJuinhes Patriota da
despesa, que fez com o fornecimento d'agoa o
luz ao destacamento da comarca do Limoeiro.
Communicou-se ao Delegado do Limoeiro
Ditos\o Director do Lyco, communican-
do, quede conformidade com as suas informa-
cesd'osta data, o na forma da lei, bavia por
despacho d'boje supprimido as cadeiras de pri
meiras letlras para meninas do Bonito e llama-
rac, reniovemlo a Professora d'esta para a fro-
guesia da S de Olinda.eadaquella para o bair-
ro de Fra de Portas.Tambem se communi-
cou ao Inspector da Tltesouraria Jas Rendas
Provinciaes, e s Cmaras municipaes do Boni-
to, guarass, eOlinda.
temos-lho sincera crema, convencidos da in-
dispensahilidade de resuscitar com Jesus ("hris-
to pela deiaflei$So( e detestaefio dos vicios ,
cuja pratica nos priva de saborearmos os elei-
tos da mais sublime o gloriosa victoria, maravi-
Ibosamente vulgariaada com inaudito esplendor
d'aquella Divindado pela qual o Unignito
Filbo de Dos manicstou a todo 0 Universo sua
iufinita virtude, resuscitando d'entre os mortos,
sum quo a raneorosa contradit-odos Judeos o
todos os diablicos eslorcos obstassem crenca
d'este inefavel Misterio, base fundamental da
Religio Catbolica.
PASTORAL.
Dom Joao dn Purificaco Marques Perdigo ,
Coneg Regrante de Santo .4gostinho, por
Grac'i de Dos t da Santa S Apostlica ,
Rispo de Pernambuco. dn Ccnctlho de S.
M. I. e C, Sc, y.
A todos os nossos diocesanos sade, paz, e
bencao em nomo de Jesus Quisto nosso Sal-
vador.
Nao ignoris, dilectissimos filhos, qual o
nosso dever em vos fazer recordar (como repe-
tidas vezes temos feito) qual ovosso na oceur-
rencia da celebradlo annual dos Divinos Miste-
rios, tanto mais acreditavel sua sublimidade ,
quanto superiores nossa dbil, e enferma
comprehonso nao sendo dignos da Divina
Potencia, se a razo humana os podesse pene-
trar.
Celebramos com o maior jubilo, e prazer a
Resurreicao de Jess Quisto, acreditando fiel-
mente unida a sua Divindade sua sacratsima
humsnidade, pela qual seu Eterno Painos fal-
ln nos ltimos lempos, para nos instruir por
seu proprio Filbo nos deveres que somente
este nos poda ensinar, e por seus exemplos
manifestar, quao suave he o jugo de sua lei, e
fcil sua execurao, para os quequerem ser exac-
tos no cumprimento de seus deveres ; ardua,
porm, c dura ou insuportavel para os que
querem viver segundo as paixoes da carne, e
nao em conformidade com os preceitos d'esta
nova lei, toda fundamentada no da caridade ,
com que devemos amar a Dos, e ao prximo,
primeiro dever do verdadeiro christo.
Solemnisando este portentoso facto, e estu-
pendo acontecimento, ne negado pelos mes-
mos prfidos,e pblicos inimigoa de Jesus Quis-
to fquando alem de outras infernaos invectivas,
prumtterao remuneiar os guardas do Sepul-
cro, te publicassem, quo, dormindo ellos, vie-
Que diremos, porm, sobre o Misterio d'As-
sencao de Jesus Ghristo sobre lodos os cos, o
mais digno de nossos temos a Acetos, e cordeal
compuntao / Esto amavcl Salvador, querendo
certificar-nos de sua Resurreicao por meio de
pblicos testemunbos, e documentos indestruc-
liveis, perseverou sobre aterra por espaeo del
40 dias periodo, que julgou necessario para
nos firmar na fd'aquelle singular triumpho ,
apparecendo varias ve/es seus discpulos, fal-
lnelo e comendo com elles, para Ibes a/er ver,
quo ora o mesmo Mestre, que os tinba instrui-
do na celestial doutrina, pela qual devio con-
verter os que estavfio sentados as trevas do erro
e sombra da mortu.
Finalisados os dias de sua mansao n'este
mundo e approximado o momento de se-
rem privados de sua presenca corporal os que o
seguiao, colloca-so sobre o monte Olvete, a-
companhado de sua Santissima Mi, seus disc-
pulos, e outros que igualmento tinho adhe-
rido sua doutrina, dignos de presenciaren!
sua clevacao at o perderem de vista, conven-
cidos, que Jesus Christo devia ser contado da-
quella gloria, que lao arduos sacrificios, esof-
frimentos, somente supportaves por um Ilo-
mem Dos, Ihe grangerao, e <|ue a consecu-
cao d'esta jamis ser-possvel, sem que tri-
Ihemos o mesmo caminho, quo o Rcdemptor
do genero humano nos demonstrou.
He verdado, que nao podemos gosar a ven-
tura do comparecer no monto Olvete, para alii
venerarmos os vestigios indicativos, e compro-
vativos d'Assenco de Jess Christo, ainda boje
mpressos no lugar onde se eflectuou este admi-
ravel prodigio,, testemunbada esta asserco por
muitos peregrinos dignos do / e SS. PP. ,
que ailios adorro ; possivcl be porm, que
sem difficuldade fixemoso nosso pensamento no
ugar d'aquelles vestigios, e o adoremos em
espiilo o verdado, recordando-nos, como Je
sus Quisto depois de abencoar aquella piedosa
comitiva, assislenlo a to brilhante triumpho ,
principiou a elevar se por sua propria virtude ,
conduzindo junto de si tantas almas, quantas
as que estavo detidas no limbo, ha mais do 4
mil annos.
O nosso coracao, o a nossa carne exultem de
praser na considoracao de to magnifica, esu-
periminento gloria A nature/.a humana en-
nobrecida.esob'exallada no momento, em que
Jess Christo,penetrando os cos, se collocou a
direita de seu Eterno Pi, para sor nosso me-
dianeiro (conservando visiveis suas preciossi-
mas chagas, expressamente indicativas do pre?o
de nossa liberdade, o que por nos intercodem
atao fim dos seculos,) nao dever ser mancha-
da pelo procedimonto albeio de sua digni-
dade.
Nao ignoris, amados filhos, que a Asscncao
de Jesus Christo, confirmando nossa f, e cau-
cionando nossa futura felicidade, deve em nos
produzir os mesmos offeitos, que muitos justos
sentiro, quando diligentemente affeicoados a
contemplal-a, como figurativa de'nossa predis-
tinaefio, se d'esta nos constituirmos dignos pela
repressao das paixoes abnegaco da impieda-
de, detestaco da iniquidade aborninaco da
immoralidado regularidade doscostumes, fu-
ga da concupiscencia, piedade christaa, humil-
dade, maosida, o caridade.
Procedamos d'esta maneira, para que a nossa
esperama nlo seja vaa. como a d'aquelles, que
meios.
Nao percamos de vista a Jesus Christo,subin-
do ao co cercado de milhoes do a lijos, que des-
ce.. para acompanhar em solemnissimo cor-
tejo, lomar o bomdiier seu Creador, applau-
dindo sip completa viclona com cnticos de
jubilo, os mais sonaos e armoniosos, devidos
nSe a um conquistador de reinos lomporaes'
lorie e podoroso as armas; mas ao Roi da Glo-
ria, ao Senhor das virtudes, e libertador dos
desgracados filhos da culpa.
Enviemos ao co, nossa verdadeira patria,
humildes supplicas para que em mis se veri-
liquem as diversas promenas, quando nossa
exinanico se realisar. Fixemos nossa mente
na eterna habitacio dos justos. Se esta l'or nos-
so recompensa, se D'esta existir o nosso the-
souro, alli estar nosso coraco, smente con-
tente e satisfeito pelogoso do objecto, para que
loi creado.
Passemos ltimamente a tratar da 2.a eslivi-
dade, que u santa igreja annualmente celebra
o grande da do Pentecosle, em que o Espirito
Santo deseco visivolmente em lingoas defogo
sobre Mara Santissima, ja templo d'este mesmo
Espirito, sobre os Apostlos (! sobre outras
pessoas destinadas para gosarem este preciosis-
simo Dom na conformidade da prometa de
Jess Quisto declarada quando a estes deter-
minla se OOngregassem na cidade de Jerusalem,
onde devio esperar a realidad.- de sua promes-
sa em pomos dias, e dari'So testemunho de sua
Divindade, e doutrina, bem como em toda a
Judeia, Samara, e at aos ltimos conliits da
torra, sendo notavel. que, elevando-se Jess
Christo da trra, trra fosse a ultima palavra ,
que proferio.
Fo conveniente que o Espirito Santo, a
3*. Pessoa da Santissima l'rindade, tivosse par-
te na reparuco do bomem decabido da Grata
pela culpa dos Protoplastos, nossos primeiros
pas. A mesma Trndade Santissima em seus
eternos concelhos e tom infinita sabedoria
dehberou, que o espirito consolador fosse a-
quelle. que se dignasse revelar os Misterios ,
que a capacid.de humana at aquella poca nao
pode comprebender, por divina disposieao.
Este Divino Espirito ho aquello mesmo de
quem Jesus Quisto repetidas vezes (allou a seus
Apostlos predizendo-lhes sua desoda sobre
elles, para os instruir mais particularmente nos
Divinos Misterios, e penetraren! sua intelligen-
cia; para os fortificar ecorroborar em seus sof-
lmenlos, e comparecerom intrpidos na pre-
senca dos Rois; para responder! a estes com
a maior energa, o sem susto ou medo justifica-
ren sua doutrina, e conducta ; o finalmente
supporlarem os sacrificios, o tribulacoes inse-
paraveis do .Ministerio Apostlico.
Que mullidao de prodigios! Os Apostlos
annuncio o evangelho, c os habitantes de va-
rias regioes quolallavao diversas lingoas (o que
estavo na cidade santa por occasto de nssisti-
reni fesla do Pentecoste ), entenderao cada
UDS em sua propria lingoa a lingoagem apost-
lica. Aos Apostlos at aquelle lempo temero-
sos, nao instruidos, o pusilnimes, repentina-
mente so infunden, as viitudes da intrepidez,
da superefluente sabedoria, da fortaleza e ener-
ga, com que devern arrostar os perigos, o as
contradites provocadas pelos inimigos do
nome christo.
Em verdado podemos dizer com Eusebio ,
que a desoda do Espirito Santo sob re os A posto-
los he a maior das festividades, que a santa
igreja cattolica annualmentosolemnisa. Ella
he a consummaco de lodos ps misterios da
religio, a publicacao solemne da nova lei, e
como o ultimo sello da nova allianca. Diremos
tambem com Santo Agostinho, que o Espirito
Santo '.em sido enviado para que a sua virtu-
de consummasso a obra que o Salvador linha
comecado, conservasse o que elle tinba adqui-
rido, eacabasse de santificar o que elle tinba
resgatado.
Nao ha analoga mais perfeita entre a figura
e a realidade, quo aquella quo existe entre o
r1
I
U



Pen leoste dos Judeos determinado na lei an-
t'ga. e o Pona Christaos. O 1. foi
ir<-'-' ivo escolhdo celebrar a re-
cepcao -la lei de Moizs no monte Synai.30 dias
aepois i.i i-se c iptiveiro do fegito; o 2."
P1/' "'; i irem a promulga! 9o da
lei no*a dad i i Apostlos pelo Espirito de Ver-
50 dias depois da resurreii 3o de Jess
Christo. Este foi o da em que o Principe dos
tolos em seu l.i sermoo, o mais scientifico,
e enrgico, converteo fe cathoca Irez mil
pessoas; e apesar da currtfpc&o do corceo li ti
mano, mu tos abracen immediatamente o chris
tianismo, e o paganismo principia a agonisar ,
logo que o logo abrasador desee da celestial Je-
usalem, e o s.ui-ui; le innumeraveis marhies
lie considerado como sement dos liis. A cruz,
he exaltada, e reconbecida comosignal de nos-
sa redempeo. Oue serie de prodigios Tal
he a virtude do misterio pue celebramos.
Sentimos nao poder prolongar nosso discur-
so, sobre maneira satiseitos, quando annun-
ciamos o cvangtlho no rebanho, que oi con
liado* nossa vigilancia pastoral; pop'm jamis
nos faltar tempq para vos supplicar, invoquis
o Espirito Santo enm o maior fervor, para que
dse;, sobre re, Ilumine vosso enleodimento ,
para seguirdes o bem efugir o mal, e abrase
vossos coraeSes bo fago de seu eterno amor.
Palacio da Solidado 21 de Maio de 1844.
JaSo Hispo Diocesano.
______^2^,
impedimento do OITicial-maior Jos Xavier 40) o Capitao J. S. de AraujoGalvo que se
Faustino {amm. cha destacado no Brejo, cujo destacamento II-
------------------- caria commandado pelo Alferes F. J. G. Al-
BXPE DIENTE DE 6 00 CRREME. canlorado.
OllicioAo Exm. ^ce-Presidente, infor-j DitoAoCommandante d'Artilbaria, man-
mandoo requerimento do Alleres reformado dando organisar em duplicata oorcamento da
Francisco Podro do Reg Barrcto, que pedia importancia dos objectos requisitados ultima-
prorogacSo de licenca por mais tres mazas, visto i mente para o Hospital Regimental, a fim de ser
nao poder n eolber-se a provincia, dentro do ; levado ao Governo Imperial, pedindo-lhe auto-
praso da primeira.
Dito Ao Commandante do batalbo de Ar-
tilbaria, remettendo-lhe as guias dos recrutas
indos da corte Jos Antonio da Silvoira, Gcri-
mias Antunes, Antonio Piodrigues Pereira, Jo-
ao da Suva, l.ui/. Maya, e Domingos Luiz, que
em 9 de Mareo forao mandados incorporar ao
batalbo, na qualidade de eflectivos.
dem do da 7.
OfficioAo Exm. V'ice-Presidente, envian-
do-lhe, conlorme pedio, o mappa demostra-
tivo dos destacamentos das comarcas, do qual se
condeca a orca do que se achava no Brejo.
DitoAo mesmo Exm Sr., enviando-lhe a
relacSo nominal dos individuos que voluntaria-
mente e recrutados assentaro praca no mez de
Abril prximo findo
risaeao para tal fornecimento; visto que a con-
signado decretada para o Hospital apenas che-
gava para o pagamento dos remedios, e de urna
ou outra despeza de pouca entidade.
DEM DO DA 11.
OfficioAo Commandante do corpo de G.
N. destacad remettendo-lhe aconta da despe-
za leita com agoa e luz no destacamento da ci-
Grande do Norte em notas de 5 > c 10800 Q
ris da nova estampa.
dem no da 10.
Officio Ao Exm. Vice-Presidente para
dignar-se declarar se os Instructores da Guarda
Nacionalestavo as mesmas circunstancias dos
Officiaes dos corpos. e fortalezas, que nao po-
diao recebe* gratificacoes de exercicio para que
ero nomeados senao do dia em que nos mea-
mos entravao.
Dito Ao Inspector da Alfandega, em res-
posta ao seu officio desta data, que acompanhou
a represenlarao do Thesoureiro d'aquella Al-
fandega sobre os embaracos que encontrava para
O recebimento da importancia dos despachos,
por naoquererem os despachantes pelas notas,
que entregavao, responsabilisar-se com a sua
dadeda Victoria pelo Alferes Francisco Joa- assignatura quando ex.st.sse deseonfianca de
quim Guedes Alcanforado, do 1. de Fcvereiro
ao ultimo d'Agosto do anno p. p para que de
novo a organisasso por exercicios findos, e no
sentido indicado pelo Commissario Fiscal.
DitoAo Commandante interino da lorale
za do Brum. dizcndo-lhc. que podia mandar
receber a quantia de 28880 rs., quedespendeo
com a nova chave de broca, e concert da fei-
DitoAo Commandante do deposito, man- chadura do postigo da fortaleza.
dominando das /Irmas
///!. .Sr. Bemetto a \ S. para seu co-
nhecimento e axeeuco na paite que !!- to
car a inclusa copia da Proviso do Concelhrj
Supremo Militar de -2!) de Fevcreiro ultimo so-
l-re o modo do contar o tempo de servico os pra-
vas de prel. depois de cumprirem sen tengas a
que lorcm condemnados neloJurv por crimes
civis. ss Dos Guarde a V. S. Palacio de Per
nambuco em i de Maio de 1844 iiidra
Francisco de Paula YJttquita e Uva r.
Teente-( oronel Antonio Pedro de -a Barr-
lo, Commandante das Armas.
PBOVISAO.
I>. Pedro por (iraca de icos c Unnime Ac-
rl' macn dos Poms, Imperador Constitu-
cional e defensor Perpetuo do Brasil.
Taco saber aos que esta Minlia Proviso vi-
ren), que, subindo a Minha Augusta Prsenes,
urna consulta do Conceibo Supremo Militar, a
que mandei proceder sobre o ollicio do Com-
mandante das Armas da provincia de Pornam-
buco em que propoz differentes duvidas sobre
a intelligencia da Imperial Resoluto de 16 de
Outubrode 18U e con formando-me inteira-
mente com o parecer do Conceibo : bei por
bem, por minha immediata c Imperial Rcso-
luco de 20 do corrente mez, eanno, determi
nar, na conlormidade da citada Imperial Rcso-
luran ; (|uc as pracas de pret, que por seus
crimes civis lTem condemnadas no Jurv a pe-
nas temporarias deverSo depois de cumpridas
estas regressaraos co pos, que pertencerem ,
para ah completarem o seu ten po de servico ,
nao se Ibes levando em corita o que houverem
deixado de servir pelo referido impedimento ;
Hus, que dewr-sc-ha fazer applicavcl esta dis
posicio smente para comaquelles individuos
sentenciados a lempo menor de 6annos, se-
gnndo o (iie se ai ba em regra pela imperial
Rssc So de 9 de Fevereiru de 1829 res-
peito dos reos militares sentenciados a trabaios
de forliGcacSo notendo porm aquellos ditos
individuos nenhum direito a percepijode qual-
quer veocimento militar durante esse tempo,
em que de fado se acbao com baixa tempora-
ria nos coi pos, a que pertencem e sao reco-
Ihidos sesdeias publicas a disposi^ao dos Ma-
gistrados civis. (^uanto as praens de pret eon-
demnadas pelo Jury de G annos inclusive para
mais, que estas deverao ter baixa do servico pa-
ra nao voltarem ao mesmo logo que frem
condemnadas prnticondo-se a tal respeito o
(uesemelbantemente seaclia disposto pela.ci-
tad! ImperialResolucSo de 29 de Fevereirode
1829 assinveomo pelo Decreto de 13 de Ou-
tubro de 1827 que ganecionou a ReoIucao
da ssembl a Gcral Legislativa acercados
rpos militares sentenciados pelo criine de ter-
ceira desercao em tempo de paz. Pelo que :
mando a autoridade quem competo e mais
soas quem o conhecimento 'testa perlen-
cer a cumpro eguardem lo inteiramente
orno devem e nella se conten). Sua Magos-
tada o Imperador o mandou pelos Uembros do
ConcelhoSuprehio Militar abaixo assignados.
Joo Baplista Ferreira a le/ nesta COrte, <; Ci-
dadedo Rio de Janeiro aos29 dios do mez de
peverniro do auno i\n V.)> uto d jo Se-|
ribo: Jezus < Ihristo le 18 ';';. O Cnncelheiro
|/ano< ea I.imae Silva,Secretario de
Guerra I a -. escrever ei
lado Miguel
Mello eAlvim. Esta | onforme Joo Jacqui
Silva Lisboa ficial-maior. Conforme. No
dando considerar desertor o soldado invalido
Simao dos Santos, urna vez que tivesse excedi-
do da licenca o tempo por lei marcado pora qua-
lificar desercao.
dem do da 8.
OfficioAo Exm. Vice Presidente, devol-
vendo-lhe as coritas da despeza feita com agoa e
luz nos destacamentos do Pao d Albo e Santo
Anlio, e Indicando a maneira que Ibc pareca
melbor para seren as contas reformadas no sen-
tido indicado pelo Commissario Fiscal do Mi-
nisterio da (iueira.
PortaraMandando passar com guia para
a companbia de Artfices, o olficial decarpina,
soldado do segundo batalbo de Artilharia, Joao
Domingues da Cruz.
DilaAutorisando o recebimento da praca
cima mencionada, na companbia d'Artifices.
dem do da 13.
OfficioAo Exm. Vice-Presidente, remet-
tendo-lhe os quatro rnappas da orca de linha e
G. N. destacada na provincia, pertencentes ao
mez de Abril prximo findo. para que os fizes-
transmitlir a Secretaria do Estado dos Negocios
DitoAo mesmo Exm. Sr., rogando-lhe a da Guerra,
expediccao'de suasordens, para ser paga a im- Dito Ao mesmo Exm. Sr., informando o
portancia de 2880 rs., provenientede umano- i requerimento do soldado particular Jernimo
va chave de broca, e concert que mandou fa- Fiel d'Altaide, que pedia licenca para se matri-
zer, na eichadura do postigo do portao da for- cular no Lyco desta cidade, e nello estudar os
laieza do Brum, o respectivo Commandante in- preparatorios,
termo. DitoAo mesmo Exm. Sr., informando a
DitoAo mesmo Exm Sr., fazendo-lhc
constarque o Commissario Fiscal do Ministerio
da Guerra ncabava de inutilisar a relaco de
mostra da primeira companhia do segundo ba-
talbo de Artilharia a p', lancando abaixo do j Je suas jurisdiccocs.
recibo urna inormacao dirigida ao Inspector da
Thesourarj a cerca de um descont que se nao
fez ao sargento Cruz em dita relacSo, c pediu-
cerca da necessidade ponderada pelo Delegado
do termo do Bonito, de se augmentar o desta-
camento, com o fim de guarnecer a cadeia, e
auxiliar as autoridades policiaes as diligencias
P
DitoAo mesmo Exm. Sr., reflexionando
sobro a decisao tomada do se dar o fornecimen-
to dos remedios para o Hospital Regimental ao
do-lheuma providencia para que actos lao ir- Boticario Paranhos. em consequencia da obla-
cao que fez da terca parte, quando por ventura
Gameironaoquizesse continuaroelomesmoaba-
te oflorecido por Paranhos de G2 2|3 por cento,
visto serem as leis citadas em favor de Paranhos
applicaveis as arremataedes que tinho por ob-
jecto arrecadaco de impostos, e poroutras ra-
zoes apontadas pelo Procurador Fiscal da Fa-
zendn.
DitoAo Commandante interino do bata-
lbo d'Arlilharia, devolvendo-lhe o Conceibo
d averiguacao feito ao soldado M. B. da S. para
ser entregue ao mesmo soldado, que nao podia
ser recebido Cadete da terceira classe pelas ra-
zoes ponderadas no parecer do Concelho, fun-
dadas na disposicao Imperial reguladora da ma-
teria.
regulares se nao repetissem no futuro, estabe-
lecendo-se por urna maneira conveniente e in-
variavel a marcha a seguir no receh'mento, e
distribuieSo das ordens emanadas da Contailo-
ria Geral da Guerra,a fim de se naoinutilisarem,
sem proveito do fervico, os papis de contabili-
dade dos corpos, depois de organisados, e com
custo, pela falta de inferiores capazes.
DitoAo mesmo Exm Sr., informando o
requerimento do Major Gradundo G. A. F. P.
da Cunha do segundo batalbo de Artilharia a
pe, que a S. M. a Imperador supplicava a graca
do promover elTectividade. passando-o para
oquarto batalbo da mesma arma, precedendo
concurso na forma da lei.
DitoAo mesmo Exm. Sr., informando o
requerimento do Capitao Antonio PaesCortez,
que reclamava o pagamento da gratificaco da
terca parte de sold, que deixou de receber pe-
iu iempoque. scivio na guerra de jacuipe e Pa-
nellas, gratificaco abonada maior parte dos
Officiaes, j porordem do Governo de S. M. o
Imperador.ej por despachos da Thesouraria
fundados naquella ordem.
dem do da 9.
OllicioAo Exm. Vice-Presidente, rogan-
do- Ihe houvesse dordenar, que ossem recebi-
dos no Arsenal de Guerra varios ohjeclosd'ar-
mamtnto. e equipamento que pertencrao ao
extincto terceiro batajho d'Arlilharia, quando
armado como Cacadores, os quaes ero desne-
cersarios ao servico do actual batalbo.
DitoAo mesmo Exm. Sr., informando o
requerimento do Alferes da terceira classe da
provincia do Cears Bento Ferreira Marques
Brasil, pu pedia ser recolhido ao Hospital Re-
gimental para ser curado.
DitoAo mesmo Exm. Sr., significando-
llic em observancia do seu despacho de 8, que
no aclo d'arrematago dos medicamentos para o
Hospital se fez aos licitan'es a leitura do for-
mulario, e precos arbitrados como teni sido de
costume, e fura inserido no termo que por co-
pia se remetiera a Presidencia em data de 8 do
me/ de Marco ultimo.
DitoAo mesmo Exm. Sr., fazendo-lhe ver
a necessidade de se fornecers fortalezas a pol-
quehao de mistar para ,* salvas deste anno,
Thesouraria da Fazenda.
EXPEDIENTE DO DIA 9 1)0 CORRENTE.
Officio Ao Exm. Vice Presidente da Pro-
vincia participando que, nao tendo podido o
Commandante da barca de vapor Imperatriz ,
incumbir-sc do recebimento e entrega dos dez
contos de ris que se destinavo para a opera-
co da substituico das notas na provincia do
Rio Grande do Norte em consequencia da
mesma barca fic&rnlli fra da barra linha to-
mado a deliberacn de enviar dita importancia
pela mala do correio com as precisas caulellas e
recommendacocs ; cesperava, que esta medi-
da merecesse a approvaco da Presidencia.
Dito Ao Inspector da Thesouraria de Fa-
zenda da provincia do Rio Grande do Norte .
remetiendo os dez contos de ris pela mala do
corrpio de qu* trata o precedente officio.
Dito Ao Director do Arsenal de Guerra ,
remettendo copias do aviso da Secretaria d'Es-
lailo dos Negocios de Guerra de 15 de Marco
ultimo, edomodello que acompanhou sobre
o modo, por que devino ser formuladas as con-
tas da plvora remettida da corte para esta pro-
vincia.
Portara Ao Thesoureiro da Fazenda pa-
ra acceitar e pagar no da de seu vencimento ,
como determino!) a ordem do Tribunal do The-
souro Publico Nacional numero 67 de 20 de
falsidade.
Portara Remettendo ao Thesoureiro da
Fa/enda a nota que acompahava de 20000 res,
corn o numero viciado 31539 que acompa-
nhou a ordem do Tribunal do Thesouro Publi-
co Nacional numero 80 de 27 de Abril ultimo ,
cuja nota pertencia a remessa de que tratava o
officio da Thesouraria numero 10 de 18 de
Marco deste anno a fim de que fosse o cofro
indemnisado conforme a portara desta data e
se procedesse contra o apresentante na forma
do regulamenlo respectivo.
DEM DO DA 11.
Officio Ao Exm. Vice-Presidcnle da Pro-
vincia tratando do pagb ment das despesas,
que se fizerao com os diversos artigos para a
collocavao do Busto de S. M. o Imperador na
casa dadireceo do Arsenal de Guerra que o
Commissario Fiscal do minisieric' da Guerra
negou-sea dar por correnle o r."esmo pa-
gamento com o fundamento de nao ju'gnrse
melbanle despesa comprehendida na de pintu-
ra e aceio da dila casa, autorisada pela Pre-
sidencia.
Dito Ao mesmo Exm1 Sr. enviando a
relaco de todos os Depulados da Assembla Ge-
ral Legislativa dissolvida em 1842; com as de-
claracoes exigidas em officio da Presidencia de
11 do corrente.
dem do da 13.
Dito Ao mesmo Exm. Sr., informando
o requerimento do Brigadeiro Antonio Borges
Leal em que pedio o pagamento da gratifica-
cao de 120.>000 ris mensaes, como encairega-
do pelo Governo pa Provinciji'vdiJ inspeccio-
nar os corpos da Guarda Nacional dos munici-
pios do Norte.
DitoAo Inspector do Arsenal de Mari-
nha remettendo por copia o decreto numero
41 de 20 de Fevcreiro de 1840. que re.'tOisi-
tou em officio de 19 de Abril findo.
dem do da 14.
Dito Ao Exm* Vice-Presidente da Pro-
vincia satisfazendo ao despacho qne cobra o
officio do Commandante das armas, pedindo
providencias sobre a falta de plvora, que exis-
tia para o servico das fortalezas.
Dito Ao Secretario da Provincia aecu-
sando a rcccpco do officio de 20 de Abril, que
com os axemplares de diversos decretos e deei-
soes do Governo forao enviados de ordem da.
Presidencia.
Dito Ao Inspector da Alfandega, parti-
cipando para seu conhecimento, e a fim de que
o fizesse constar ao Escriplurario Manoel Ifige-
nio da Silva que or aviso de 26 de Abril fi'1^-
do foi declarado nao poder ser delerido p re-
curso, que o mesmo Escripturario interpo/da
decisao da Thesouraria que julgou competir
nicamente ao Amanuense Domingos da Silva
Guimarcs o produelo da apprehenso de vinte
barril de carne que de mais se acharo na
conferencia do manifest do brigue ingle/ Por-
cia; primeiro por ter sido adiada a diflercnca
pelo referido Amanuense, e nao ser o Escriptu-
rario recurrente mais que um mero verificador,
c segundo por s (er elle querido figurar como
apprehensor depois que Ihe constou haversido
julgada boa a mencionada apprehenso.
Dilo A o mesmo, para propr pessoas ap-
tas para completaren! as commissocs, de que
Iralavo os artigos 108 e 261 do regulamenlo
da Alfandega visto terem algumas fallecido,
e outrjs estarem imposibilitadas de continuar
em semelhanle servico.
Dito Ao Administrador da Mesa do-Con-
sulado, participando para sua intelligencia ter
sido approvada a nomeaco de Maximiano de
Oliveira Vussurepe de Guarda da mesma
Mesa.
Dito Ao mesmo idem por aviso da Se-
cretario d'Estado dos Negocios da Fazenda de
26 de Abril findo a decisao dada pelo Esm.
Presidente da Provincia a cerca da faltn das 14
Alml findo. a letra que acompanbava desarrolla e 14 libras de algodSo verificada na
visto que as requisicoes deste genero nao teem 1:736747 ris que sacou o respectivo The- conferencia feita por aquella Mesa em lli
sidosatisfeitas pelo Arsenal, porque aquella re-! soureiro Geral a 15 dias precisos a favor de Jo- cas da mesmo genero despachadas, no dia7de
particSo est em plvora. s Dias da SiUt. Novembro do auno passaoo, por B. Lasserre
DitoAoCommandante do corpo destaca- Dita Mandando crediUr ao dito Thesoo- &c. C\, segundo foi communicado por o Exm.
do, para que n.andasse retirar esta capital reiro pela quantia da dez contos de ris, que Vice-Presidente da Provincia em ollicio de 8
"in o numero Je pracas que excedessem dei se remetteo a Thesouraria da provincia do Rio-!do corrente.
8


Dito AoCommisgario Fiscal do Ministe-
rio da Guerra romeltondo por copia o relato-
rio das irregularidades observadas as conlas da
desposa militar paga por a Thesouraria em
Janeiro do anno findo ; o boro assim a do urna
nota das sommas indevidamento abonadas a
> ".!

sidonte da Provincia um esquadrito, e um ba-
talhao de Guardas Nacionaes no municipio do
Cabo, determinando, que o e-quadriio tivesse ,.
numcracaode primeiro e o batalhao a Je quar
to, e nomcando para Commandante*, destc o
Mejor Jos Thomaz de Aguiar Pires Ferreira,
quelle/)ono ou qaem qoer que be se infor-
masSe devidamontedclle.
PdrdiiTerentes vezos"houve occasiSo de ir a
minha casa Lrancisco AntonioAlendes, barbei-
ro, autor do assassiato em questSo, para eu
fim de sercm satsimas asexigencias comentes* e' daqueno' o^MoLZnn- ZlVwTr' 'TT ^'^ *" Sahf<**d ''"
domes.no relatorio o se obter a reposicao retoordenou qum SSL>S^UMfa\h^" Z*' *"* e"8 ''""""'
dayuaota. em a referida nota mencionadas, dito municipio pasase p i o nlK dt 53 "" ""T'n'T '
Dito- Ao Ofiicial Maior, que serve de para leu Commandante aoCaSj0SnH "
lUdor. comunicando, para sua intelligen- Carneiro do I.acerda: Vi^Za not^nl mTI^'I "M^'o o nrmcmalmen!,.
, star deoi 50 da F.*m vi,,.. Saco as respectivas Z2tquoa ^ada, '" "" """" P "'
,!^"^!X)'npreh0n?a ? t*9in- esquad.aoe Sog.....I,', ffrii. ?0 djj uuHUIlle, das seis para t^j5gha^dia^Trea americana litan-
as seto da manila i ao levantar-mo da cania ,
meannnncirao este barbeiro ; mandei-o en-
trar e elle me appareceo com um braco ao pei-
con
cia estar decidido por oflicio do Exm. Vice-
presidente da Provincia de 11 do corrento ,
que as grutilicacoes dos Instructores da Guarda
Nacional deviao ser abonadas gmente do dia
em que estes prinetpissem a ter oxefeicio.
equipagom 36 : passageiros Gaspar da Sil
val.oio, Porlugucz; Joanna Mana do Sa-
cramento o I (Ib i, Brasileiras.
tracal; ; lidias, hiato brasileiro Flor das
fjtrangeiras, de S8tom ladas, capitao Ber-
nardo de Sousa equipagem 9, carga varios-
gneros: passageiros, Antonio Francisco da
Silva Carrico sua lamilia e lo escravos ,
Jos da Fonseca Soares e Silva, e 5 escravos,
Cyprianno Fenelon Gucdes Alcanforado ,
Rrasileiros; \. ,1. Rozas, Hespanhol; Jobann
Joacbim Pagels, Alloiuo.

ft.
HOLLANDA.
FWANCAS.
Hage, Zde Abril.
O Saals Courant desta data contera a se-
guinte proclamadlo :
Nos, Guilherrne 2. pela graca de Dos ,
Rei dos Paizes-Baixos, Principe de Orauge e
Nassau Grao Duque de Luxemburgo &c.
Rendendo gracas \o Creador, vos dirigi-
mos estas palavras, queridos concidadaos o sub-
ditos para expressar-vos a nossa niais corde ,",
gralidao pela vossa unnime rooporacao n^rca_
lisacao doempreslimo voluntario. Os r\co^'c
os menos opulentos teem muitissi-llo'jreto a
ella mas tambera o teera aqu^s' { e quantos
nao sao elle.?) que est.v,1(lo 8|)S(;ulamen(,
.sontos, animados todav; ,() mag ,,
tunen to olerecrao S suas economias sobns 0
altar da sua patria.
Concidadaos p rea|isou.se outra m entre ns
a a\ nosSos Pais < Apego dn|ga fide|,|a(Je Hollandcza em cum-
Pr,ra todo ocusto qualquer empenbo. Pode-
mo* esperar que esta fidelidade ser a base da
lossa ventura; gozem todos aquelles, que tecm
contribuido para a perspectiva de (elicidade que
se nos antolha o prazor da consciencia de ha-
verera cumprido o seu dever.
Habitantes dos Paizes-Baixos! Supplique-
mos a Dos que preserve e augmente o bom
espirito, de que a nago ora se tem mostrado
outra vez animada para que a remota psten-
os primeiros e segundos hatafhdes.que serao.este
o da villa do Cabo, e aquelle o da Muribeca; e
que a segunda componha-se do segundo es-
quadrao. do terceiro batalhao que passau ser
o de Ipojuca, e doquarto: reuni a sexta com-
panhia do primeiro batalhao do municipio de
Santo Antaoao segundo do raesmo municipio
com a numerario le quinta: e concedeo a re-
forma, que Ihe pedir o Atieres do quinto ba-
talhao da Guarda Nacional do Fucile, Jos Fer
nandes da Cruz.
KV' "."
Correspondencias.
Jf- redactores. Nesta cidade da \ icloria
*e tf,.< geralmenle que o Sr. Jos Cavalcanti
'. erraz de Azovedo quer de duas cousas urna ,
ou ser removido do 2." batalhao do que he
Ctofe, para o I." do que oi, ou fa*er adjudi-
car ao 2." batalhao a G. eonfipanhia do |., de
cuja creacSo elle quando comraandava esto ,
foi motor com o fim de reduzir a 1. compa-
nhia, cujo Commandantc nao era seu humilde
servo nullidade perfeita como reduzio, fi-
cando com 18 pracas invalidas, passando o
grosso da companbia a formar a nova para a
qual foi proposto utn Official a dedo. Di/em
ainda que elleconta com qualquer das cousas
como certa poique a primeira depender s-
menlc de boa inlormacaodo (befe da legio, e
esta he cousa de que Ihe nSo rosta duvida, pois
que esseChele delegifio beseucunhado amigo,
e alliado; c a segunda ser proposta polo mesmo
Chefe de legio e informada pela Cmara Muni-
cipal, de que elle be Presidente, e de que sao
raembros individuos,queso se importao cora estes
eoutros negociosscmelhantes deixandoa malro-
ca o que a lei Ihes incumbo; e asseverao que es
ta inormaco jd'aqui vai pormfio do mesmo
oae goze dos seus fructos, eo povo dos Paizes- Chefe quedeve pessoalmento relorcar as suas
laixos continu a ser urna nacao patritica, chochas razles
unida e religiosa.
Com isto, amados concidadaos e subditos,
ns vosencoinincndamos todos Santa guarda
de Dos
Esta proclamac5o ser immediatamente pu-
blicada, e eflixada nos lugares do costumo, e
impressa no Staats Courant.
Dada em Mague aos 2 de Abril de 18H.
Guilherme.
(Por crdem de S. M.)
O Director do Gabinete d'EI Rei A. G.
Ai. Van liappard.
Ministro da Fazenda em conformida-
de do artigo 19 da lei do (i de Marco de 1814 ,
fa/. saber ao publico em geral que a subscrip-
to o emprestimo, e as contribuices volun-
tarias (sendo 30 llorins d'estas contados por 100
Horras no emprestimo) montao a 127,000,000
de llorins e nu<> por conse^uiiio uau ier iu-
gar a taxa extraordinaria sobre a propriedade.
Este resultado foi obtido por urna addi-
o a conlribuicao primaria do Rei. depoia que
u subscripcao chegou a cerca de 126,000,000
de llorins. Van Hall.
' Hague 2de Abril de i844.
L-se no Times de 5 do Abril o seguinte sob
a epigraphe de
Boato assustador.
Depois que demos em o nosso ultimo numero
noticias do Cabo de Boa-Esperanga ale"ol.
de Dezcmbro recebemos algumas folhas de
data anterior n'uma das quaes lamentamos a-
char mencao de um boato, que corra na colo-
nia de que o briguc de guerra britannico
fapid de 10 pecas Ten. nte-Coraraandante
E C. Earle pertencente estacao do Cabo,
tinha ido a pique perlo do Benguella depois de
ura renbido combate com um negreiro Hespa-
nhol e que se tinhao perdido (odas as vidas ,
que havia a bordo O vapor inglez Thunder-
fiolt, tinba sido expedido para averiguaras pre-
cisas circumstancias relativas a este infeliz su<--
cosso. Osoficiaes. quo andavao a bordo do
Hupid crao os seguintes: 1." Tenciite-
Commandanto E, C. Earle; 2. dito, inme-
diato YV. Studweld; Cirorgiao ajudante, W
M litland ; (oiniiiissario H Niblett. Uni
ted Servtce Caleultta Gaiette, 9 de Fcvereiro,
Ns nao sabemos que influencia particular
pode ter no animo de S. Ex o Sr. Vico Presi-
dente o palavreado dos taes passaros ; mas co-
mo elles apresentAo inormaces competentes,
que pdem dar ao negocio apparencias plausi-
veis, creio fazer nm servico relevante a este mu-
nicipio prevenindo a S. Ex. deque existem es-
las relac,oes de parentesco e intimidado, que
torneo toda n inlormaco suspeita o Ihe tirao
at a competencia pelas falsidades, que ne-
cestaria mente bao de contera cortos respeitos ,
e silencio da verdade oulros Saiba pois S.
Ex. disto, e saibn raaisque a creacao dessa G.*
companhia foi urna tramoia para reduzir a nul
lidadeosOfRriaes da 1 '. sem alguraa conveni
cia publica esopara interessemuito particu-
lar dos Sr. Ferraz e Tiburtino quequerem
agora pela mesmissima razao reunir a com'!.'!-
nlna, romposta de gente da cidade ao 2. ba-
talhao para reduzirem o 1., cujo Comraan-
danto por digno o honrado Ihes nao serve a seus
ins. Sabfl tambem que contra a outra pro-
tencao existem igualmente razos mui ponde-
rosas pois que a remocao desse Tenenle-Co-
ronel foi um acto todo de justica e necessidade,
e que as propensoes deste homem desenvolvidas
e animadas por qualquer das duas decises, que
Ihe seja favoraveis pdem produ/ir funestascon-
sequencias
o, queixando-se que seu cunhadoo oassassina-
do na noiteanterior,a cuete. IbetinhSomaltra-
tado o bravo e feilo os ferimentus que moslrava
na mao o assim, que eu o mandaste vistoiiar
para ello poder proceder contra os aggressores.
Nao tendo eu al entilo recebido participacao
algnma dos Inspectores do accontocido na noite
anterior, nao tendo nessa noite apparecido em
minha casa noticia de pessoa alguma a tal res-
peito nem at essa hora, eachando-me por
tanto era completa ignorancia do caso, respon-
d ao barbeiro que l'osse a casa de ura cerur-
gifio, ea casado Escrivao para proceder se vis-
toria quo me requera ; sabio consequentemen-
te o barbeiro e passr8o-se ainda bem duas
horas sem mais nada saber sobre semelhanle
hornera, o sobre o assassinato, quo enlao me
foi eommunicado por unidos irmios da victi-
ma, queixando-sedo barbeiro. Admirando-me
sobro maneira nao se me ter participado do ac-
contecido determinei a csse moco que fosse
pedir aos cirurgioes que tinhao ido chamados
para o ferido, as indicacoes necessarias o logo
passei a dars providenaias para o barbeiro ser
preso, determinando ao Inspector do2."quar-
toirSo iManoel Goncalves du Cruz, rjue fosse
immedialamcnto prender o barbeiro, mandan
ilo depoisfa/er a rnesmadiligencia por Antonio
Henrique Mafra.Joao Francisco Teixeira.e Jos
Bernardo de Sousa Inspectores do 3.", i, o
i.oquarteirdes, o at o meu proprio nr-
denanca : depois disto appareceo-me outro
irmao do assassinado, dando-mo a mesma par-
te, que o irmao tinha dado;o que Ihe (/ ver as-
sim como que ja tinha providenciado a cerca da
prisaodo aggressor. e que para proceder contra
elle exigia os esclarecirnentos precisos para tratar
da vistoria, &o< Alera destas providencias ou-
Iras mais dei depois disso, como oexigirdo
Commandante do prtrtoque desse busca nasem-
barcaces nacionaes;fa7er corrertodas ascasasde
suspeita, &c. &c.; mas apezar do tildo nao
foi possivel prender-so o assassno. Este he o
acto occorrido sem altera ao alguma, o delle
ver o publico,que seo assassino nao loi captu-
rado, nio deveo isso falta de providencias e
diligencias da minha parte, porque ludoquan-
to estava ao meu alcance, logo que me che-
gou a primeira noticia do acconlecido sem
ainda ter recebido parte dos Inspectores ,
foi posto em acco ; daqui ver o mes-
mo publico com quanta leviandadc o Dia-
rionoro contou o caso desfigurando-o em
desar meu, quando Pernambuco inteiro bem
me condece, o me reputa antes austero contra
os transgressores do que indolente no desem-
pciii das i>rgo'"'CS que me nipoc o pesa
do e desagradavel encargo, que por julgar ser-
vifoao publico, contra o meu socego, o into-
resses pessoaes, tive de aeccitar.
Honro-mc inuito em crer que os meus con-
cidadaos nio me juL'arSo segundo o conceito
<|ue infelizmente mereci ao Diario-novo nao
obstante perceher a ta\o de Ihe desagradar; c
persuado-me que a muito poucos poderia caber
a iluctuaco em caso tal ; mas para que esses
mesmos nao ficasem duvidosos, me ahalancei
a responder aos tiros do Diario-novo, que'de-
dyirim do 207 toneladas capitao Smack,
oquipagem 9, ca a farinba de trigo; a Ma-
theus A; stin v Companhia.
Navio taido no mesmo dia,
llalifax brigue ingle/. Y'locitij capitao Af-
ilele carga lastro.
VaviO saludos no dia '2-\.
Rochefort; briguc de guerra Irancez Taetiqut,
commandante Conde Powgot.
Asm ; briguc brasileiro Um-ventura capitao
Joaquim Pedro de Sa e iVia carga lastio.
claracdes.
Obiate de guerra Catador recebe ama-
la para a Babia boje(24) ao moio dia.
1( Exm, e Rm.Sr. Bispo Diocesano man-
da declarar. que os dias .'autos, que leem dis-
pensado sao os seguintes: 24 de Fevereiro;
a segunda oitava da Pascoa ; o I." de Maio ; a
segunda oitava do Espirito Santo ; 10, e 2\ do
Agosio ; 21, e 29 de Setembro ; 28 de Ootu-
bro; 30 de Novembro : 21, 27. 28, o 31 do
Dezcmbro. I'.ecile 22 de Maia de 184 i.O Pa-
dre Francisco Jos lavares da (ama. Secre-
tario de S Exc. Rm. (10^
1 o abaixo assignado EscrivSoe Admi-
nistrador da Mesa de Rendas Internas Provin-
ciaes desta cidade, faz constar a todos os pro-
prietarios das i fregoezias desta cidade,e povoa-
caodos Ailogados, que no primeiro de Junbo
prximo vindouro principia nesta reparticao a
cobranca a bocea do cofre da respectiva dcima,
do segundo semestre do correnle armo linan-
ceiro do 1843 a 1844 E para noticia de
todos raandou alixar o presente, e publcalo
pela imprensa. Becile 21 de Maio do 1844.
Luis Francisco de Mello Caraleante. [V2)
1 PPLlCAgAO LITTEitARlA.
tiiizeta dos Tribunatt
Publicadas na corle do Rio de Janeiro ijas se-
gundas, quartas, e sextas-fuiraa, contendo os
Irabalhos do Suppremo Tribunal de Justica e
de todos os mais tribunaes da corte, &c. &c. ;
jornal utilissimo para esjuizes, advogados.^e
mais possoas empregadas no foro: subscrevese
nesta cidade na livraria n. 6e8da praca da
Independencia a I2j rs. por anno livre de
porte, sendo entregu nasebegadas dos vapores
em casa dos Srs. assignantes. (12)
sos \\%'i rsos.
I a ie-.Miociei eus mus un uiui iit-nuvu, (jut* uc-
ve ficar corto do que o seu desagrado nunca po-
-
.
Jlonicn (22) creou S. Exc. o Sr Vice-Pre-
roes.oupor Iheparecererasuspeilas.ou porserem
envolvidas na capa do annimo, queme nao
convem largar, procure iiformar-.se do pes-
soas imparciaes, de homens que nao tenho in-
fluencias na Guarda Nacional, etenhoa convic-
Cao de que se ha Je desengaar de que essas in-
formagoes que Ibe tero ja chegado as raaos nao
merecem crdito nem attenco.
Com a publicaco destas linhas muito obriga-
rao \ mes. Srs, RR. a etc. etc.
O Despertador.
Srs Itedatores,
0"pm escrew para o publico deve. antes de
avancar um facto, informar-so bem desse fado,
para nao accontecor qne em vez da verdade an-
pareca urna calumnia, urna injuria, contra aquel-
lo que trabalba sem descanco por nao dar um
passo desairoso na sua vida publica ou particu-
lar. Por motivo de urna publicacio no Diario
Novo numero 113 debaixo do titulo .1 po-
lica r um assassinato \enlio boje ao prelo
emendara narraran do fado contido nessa pu-
redactor da-
dora ofendera reputacao de quem he
De Vm.cei Venerador.
Francisco Mamede de Almeida.
ipn asa
Alfandega.
Rendimento do dia 23.........13:196*214
Descarrega hoje 24.
Barca americana Brandymm diversos g-
neros.
ILL-------------------------------1'
f'ovisiieiiio ?o Por lo
Icarios entrados no dia 22.
Babia ; 8 dias lancha brasileira S. JoSo Fe-
liz de 31 toneladas capitao Fernando dos
Sanios, equipagom 4 carga farinba.
Pernando de Noronba cruzando; Odias, hia-
la de guerra brasileiro flcador. comman-
dante capitao-tenente Ernesto Alves Branco,
1 Francisco Pees Brrelo declara a quem
convier que o engerido Massiape pertence a seu
iiho Joaquim Francisco Paos Brrelo. (3)
1 Jos Rodrigues subdito Porluguez, reti-
ra-se para lora do imperio. (2)
Quem annunciou ter dous bilbeles de lo-
tera do l.ivrau ento e que perlencem ao fal-
lecido Dr Hollanda Cavalcante, queira decla-
rar os nmeros de taes bilbdes por se acharesta
lotera em andamento.
J. B. C. Tresse avisa ao respeitavel pu-
blico o particularmente aos Srs. Ibesoureiros,
e possoas encarregadas das igrejas que elle
contina a fabricar orgaos de todos os ta-
manhos para igreja ( onde j se acha um
quasi prompto ) com trombeta, clarim ,
croniorno, vo/ humana, e rouxinol ; dito
orgao ( que sendo ouvido nao tcm apare-
cido aqui ) duas finas, a clavier e a chave
de realejo, por falta do organista, ou por
falta de saber tocal-os, entao se toca com a
chave, como se fosse um realejo obtendo a
mesii.ai voz de ura orgao do igreja, contendo
nos cilindros a missa os hymnos para todas
as festas, o dias santos do anno tudo reu-
nido na mesma obra ; orgao para recreio de
casas com machina tocando s a clavier e a ci-
lindro tudo reunido na mesma obra; realejos
com tambor e trombeta para recreio de casas,
com quadrilbas para dancar pantaln et ,
poules, trenis finales, e valsas, outro realejo de
todas as dimensoes para groja, com a missa, e
os hymnos, com a mesma voz de um orgao de
igreja ; as pessoas que o quizerem honrar com
a sua presenca acharad ja em sua casa algumas
obras promptas ; tambem concerta os ditos
instrumentos e poe marchas novas ; assim
como compra igaos e realejos ja usados: no
Atierro da Boa-vista n. 3v


-h
3 GABINETE DE OBSERVADO
\ i)
V p >. ; ichromatico ex posto nose-
lai dolorreSooccupado pela .-/>-
sociSo Commerctal.
\, \: erieni i is tem lugar t idos os das { e\-
5 Tei reiras quandooSol o permit-
a, desde n meio dia ato as '2 hi r s.
Preco di da entrada 1j rs por cada
t (10)
7 Existe no Engenho Vicente Campello
IVeguezJa da Escada dous quartaos decangalha
:;!: sendoum andrino que oro apreen-
didos a um llho de nome Jos Cordeiro que
descobrio que u> tiiTia comprado por diminu i
preco a ana pessoa que os tinha furtado nesta
pr.ua ou no? seos arrebates quem Ihe faltar
oitos quartaos diria-se ao niesnio Engenho a
r c un o propietario Manoel Goncalves Pe-
reira Lima. 10'
3 Amaro Goncalves do Santos propie-
tario do Passo Giqui declara ao >r. arrema-
tante do dizimo de capim que o deixou de
vender desde ptimeirn do rorrete roaio i
3 l)a-se dinhefroa premio sobre penhores
de ouro prata hvpotheca ou com boas fir-
mas, os preteadentes dirijio-se a ra estreita
do ilozario n. 3o segundo andar da casa onde
mora o l>r. Baptista.
Aloga-Se um primeiro andar de um so-.
tem labutado.e abonaS pelo seu comporlamen-
to as melhores pessoas desta praca.
IOfferecem-se lijlos da ladrilho, alienara.
lapamento telhas e canoas de areia e barro ,
para qualquer obra e em qualquer parle, por; terceirci andar,
preco muito conunodo ; na ra Imperial n. 87,
ou a tallar com Francisco da Silva Penna. >'
1_Alugo-se i casinhas no Atterro-dos-Afo-
sados por precocommodo ; quem as preten-
er dirija-so a ra Imperial n. 07 ou a fal-
lar com Jos Francisco da Silva Penna ; o mes-
mo tamhem aluga um moleque para vender pao
de manhaa. (6>
3Vende-se uma escrava de naco Benguel-
la de bonita figura com principios de cosi-
nha ; engomma, e lava desabo perleramente,
e de Igannos ;
na ra do Livramento n.
36.
(i)
- i
l_Quem annuntiou querer comprar um
tanque de madeira dirija-se a ra da Praia de
S. Rita, serrara n. 3'>. -3
__ Aluza-se urna casa com bons commodos
para familia na ra do Sebo ; a tratar na ra
do Crespo n. 15.
Jos Fernandes Bastos participa ao respei-
tavel publico que Antonio Goncalves Madeira
deixou de ser seu caixeiro de cobrancas desde
o da 1 do correnle mez de nato.
_ Correm-se folhas, e tiro-se passaportes
para dentro e Tora do imperio,e despachos de es-
critos Dor preco mais commodo do que em
outra qualquer parte : na travessa do Lobato ,
que Oca na ra de S. Tiieresa n. 2, primeiracasa
__ D-se t-0 rs. a premio sobre penhores
de ouro, ou prata, mesmo em pequeas quan-
tias : na pracinba do Livramento n. 50.
1_ Precisa-se de um caixeiro Portuguez ,
iconf mullos comino* para urna grande de 12a 16 annos, que tenha alguma pratica de
fasenda ; as Cinco-pontas n. 56.
2Vende-se esteins de Angola pequeas ,
superiores a 500 rs. ditas mais pequeas a
3f>0rs. castanhas do Maranhao a ISO rs., mi-
llio alpista a 610 rs. enchofre a 100rs. cho-
colate da Baha o pao a 100 rs. azeilona pre-
ta a 2S0 rs. a garrafa rolhas para garrafas a
a 360rs. o cento bolaxinha ingluza a 280 rs.,
cal de carosso a 120 rs. folha de louro em
feicbes pequeos cevadinha de Franca a 3-0.
rs. cevada a 120 rs. cordas de embira bran-
ca proprias para andames a 3800 rs. o cento ,
ditas de croa a 6# rs. semeates de liortalice
chegadas prximamente do Porto, cerveja bran-
ca de bocea de prata a 480 rs a garrafa dita
preta a 500 rs. sortimento de copse garrafas
brancas, proprias para venda vinho musca-
tel engarrafado por preco commodo ; na ra es-
io Capibaribc. junto a ponte grande da mesma
Passagem e a quem da dita ponte; e urna ola-
ha junto as mesmss casas ; na ra da Gloria,
sobrado n. 59.
1Vende-se urna negra de nacao de boni-
ta figura de 11 annos, propria para todo 0
snrvico ou troca-se por algum moleque de la
a 16 annos ; na ra de S. Hita-nova n. 91 \
Vende-se urna tarrafa nova por preco
commodo ; na ra Bella sobrado novo pro.
limo a mar.
Vende-se um escravo perito canoeiro, e
trabalha de carpina ; na ra Vellia n. 62.
1 Vendem-se lo escravos, sendo 3 bastan,
teadiantadosno olTicio de pedreiro um pti-
mo carreiro urna nera cozinheira urna mu-
lata dous moleques de 11 a 12 annos; na ra
da Cruzn. 51. til
__Vende-se urna preta de nacao de 20 an-
nnos, cose, engomma, ecosinha ; na ra das
Trincheiras sobrado n l.
I__Vende-se ou permuta-se por esclavos
urna grande morada de casa em Olinda com
. ,. /as__~ -runda hnna nara ranim e Duco : na ni;i
usadas; no pateo de S. Pedro n. 18.
familia, e com muita boa vista para o mar, e
por isto muito fresco : tambem se alusa um
graode armaiem por baixo do mesmo sobrado ,
inui'o propno para qualquer e&labelecimentu .
por ter embarque a toda hora na porta, ludo
se aiuga muito em cunta; a tratar na ra da
Praia de S. Hita n. 37.
2 Na ra do Trapiche-novo n. 16 segun-
tndar asiste urna porco de cobre em moeda,j ^f
1_ Caetano Silverio da Silva vai ao Mara-
nhao. -
1 JoSodos Santos Nunes Lima embarca
para o Rio de Janeiro a sua escrava de nome
Thomazia. do gentio de Angola. 3
SOCIEDADE PHILO-THALIA.
2 Vende-se a rhetorica do Marinho, Hora-
cio traduzidocom latime portuguez, Prosodia ,
Arithmetica de Bezout dita de Lacrois, e os
Burros, ou reinado da sandice; nr ra das Cru-
zes, loja de encadernador n. 3.". '5
2Vende-se urna negra de nacao, moca,
muito boa cosinheira de forno e lopo, cose,
e engomma ; na casa n. 1
Terceira de S. Francisco. I
3Vende-se e tambem se arrenda um sitio na
estrada do Remedio com arvoredos, casa de
pedra e cal eolaria a margen) do rio ; na ra
de Apollo n. 10. '*!'
Na ra Direita, sobrado de um andar n.
com grande baixa para capim e poco ; na ra
de Agua-verdes n. 22 ; na mesma casa engom-
ma-see lava-secom iodo aepio promptidao e
preco commodo. (7
Vende-se urna escrava de 20 annos, en-
gomma cosinha cose, e faz lavarinto de to-
das as larguras; urna dita que cosinha en-
gomma e he muito boa quitandeira ; urna
mulatinhae urna negrinha de 12 a 13 annos,
sabendoji muito bem coser ; urna mulata de
20 annos, de elegante figura, costureira e en-
gommadeira ; um preto de boa figura traba-
Ihadorde machado, e (oucc ; um cavallo ro-
dado crande com todos os andares e he
esquipador ; na ra do Fogo ao p do Roza-
ao p de dous de varandas dourada*, vende- rio o. >.
O primeiTsecretario avisa a todos os Srs. | se doce de caj secco, mangaba limo, pitan-
Socios hajSo de comparecer sem falta a ses : ga de calda, e de outras muitas quahdades;
q
J o Frederico de Abreu Reg intenta venden
um escravo de nome Manoel, que se ada em
seu p ider. mas embargado pelo o annuncunte.
sendo depositarioJoio Jos Ribeiro dos Santos.
cujo embargo fes, em rasao de Ihe estar com
riiais 3 bjpotbecados pelo proprietario Louren-
Mves de Albuquerquc, e ter ja havido o mes-| Para P
mo intento ; por sso faz sciente ao respeitaveli '
publico, que nao se faca negocio relativo ao>
dito escravo sobpena de nulidade pelas ra-
ses expendidas. a-
2 l'recisa-se de um rapaz Portogocz para
caixeiro de venda de \ a Ifi annos prefe-
deieteresse 8
1_ Precisa-se alugar um moleque, ou mes-
mo negro de idade nicamente para tratar de
um cavallo; quem tiver annuncie. ;3
Precisa-se alugar urna casa na Solidade ,
em
por preco commodo.
Vende-se vinho do Porto, Xerez, Cbam-
panhe, agurdente de Franca genebra, quei- i
! jos londrinhos presuntos para fiambre, sal-
| mo em latas, passas miudas, frutas para pas-
qualquer das ras sendo pequea, que he I teis], conservas, mostardas, molhos, seidlitz ,
i pouca familia, cujo aluguel nao exceda de meias de laa. curtas e compridas amar.akes
quem tiver annuncie. nuticos para 1-S'i'., oculos de ver ao longe '
Alga-seum primeiro andar de um so- carros de mao para conduzii atierro; no ar
brado com bastantes commodos, e bom quin- masern de Joao Carroll & ilho
tai : a tratar da ra do Crespo n. 10, lerceiro
para todo o
trabalho; um preto de meia idade por Su rs,
bom canoeiro caranguigeiro e marisqueiro;
um moleque de 12 annos, muito ladino, e es-
perto para o servico de casa ; duas escravas,
que fazem todo o servico de urna casa ; duas
m principios de habilidades e ptimas para a
acabarem de educar; urna mulata ptima ama
de urna casa engomma, cose e cosinha ; na
ra larga do Rozario n. AS.
Vendem-se 3 cavallos proprios para o tra-
balho ; na ra de Horlas casa terrea n. 132,
do lado dos Martirios.
andar.
- Os
abaixos
a
P
a
ou trataren um pra*o certo, em que as podes-
sem pagar ; muito pomos destes Srs. teem ap-
parecido e como o maior numero sejao den-
tro desta praca por isso novamente o annun-;
nante os j\\ nao deixem de comparecer. e com especialida-,
de aquellas que soas tontas ja se acharen) com
2a 3 annos de lindas sem que tenhao dado
quantia alguma porcunta. .13
2 A ca>a terrea n. 36 sita na ra Direita
dos Alegados, eta hypolbecada, e pretende-
se fazer negocio com tila por isso se faz pu-
blico para que qualquer pessoa, que sejul-
gai com dimito a referida cas3 o reclame no
prazo de 10 das sob pena de o n3o poder fazer
mais. 7
2 Roga-se as pessoas a quem or ofTereci-
du um ou mais anneis com um diamante em
uJjumc esmalte azul um par de brincos
com camafeo ,um dito com rubios e outros
com esmalte so de apprehender estas obras
coro oladro, e dirigir-se a ra Nova n. j,
que recebera de gratiticaco metadedo valor 7
2 Precisa-se alugar 6 pretas, ou moleques,
que saibao vender azeite de carrapato: quem
ti ver annuncie. 3
Desencaminhou-se urna lettra de 1:700?
rs. saccadu por Francisco Severianr.o Rabello .
e aceeifa por Jos Antonio Gomes Jnior a
>ei.ier-e en Fevereiro prximo tindooro; por
]>>o nin^uem laca negocio com a dita lettra,
pois oacceilante esta prevenido para a nao pa-
gar.
Na ras tem duas senhoras habilitadas com seus exa-
ii ea approiadOs particularmente para qualquer
cadeira publica,bina das quie> >e propoem a en-
Vendem-se bichas grandes de superior
na praca d qualidade ; no beco da Llsguta n. 8.
C immercio. Vende-se urna vacca recentemente chegada
Vende-eum escravo para fra da pro- de Inglaterra, dando 10 garrafas de leite por
assignados teem dissolvido! *incia de bonita figura bastante robusto; no dia, acha-se para vender a bordo da galera
,Golumbus, a tratar como capitao da mesas
prata, labrica in- ga|era.
ra estrella do 2_ Vende-se a parte de um sobrado ua ra
do Codornii, ou hvpolheca-se; a tratar na ra
Jacaranda leita o Rozario da Boa-Vista o 48. 3,
com sua com- o_ VenJe-se um par de mangas de vidro
(Juem Ihe laitar um dedal de ouro, diri-
ja-se a ra das Trincheiras. sobrado n. 19, que
dando os signaes, Ihe ser entregue.
Quem annunciou querer vender urna loja
de fasendas com poucos fundos, annuncie a sua
morada.
1_ e se quzcr vender o engenho Pirangi,
a margem do rio de L'na ha qnem
commodo; na {)0r7jrs ( uma espingarJa de caga de muito
..... boa qnalidade de dous Cdiios por 1j rs. um
\ende-se uma porcao deps de limoes ^, .. .. r _..--,, r
no sitio de Joao Carrol! na Ponte-de-Fcha. l'0 de bacatella com 9 bollas de marl.m ,, r
se propo-
nha a compral-o, para o que aguarda o preciso
annuucio. 4 vao de bonitas figuras ptimos
__ Continuo-se a tirar passaportes tanlo pa -1 servico ; na ra Direita n. 3.
1 Vende-se um negrinha de nacao.de 18
annos, engomma de todas as quahdades faz
bem lavarinto ; dous moleques de 15 annos,
ptimos para todo o servico ; um dito de 12 an-
nos ; uma escrava de 22 annos, boa cozinheira,
doceira, e engomma ; escravos mocos, de a-
para todo o
S
ra dentro como para fora do imperio e des-
pachao-se escravos tudo com brevidade ; no
Atterro-da-l>oa-vista loja n 48, ou na ra do
Collegion. 10, primeiro andar.
1Aluga-se um grande soto no lugar dos
Coeiiio> junio a u!ridu bfn. ulgei Carnei-
ro com commodos para familia e cacimba ,
igualmente se aluga uma canoa aberta que
conduz 400 tijolos de alvenaria ; quem preten-
der dirija-se a ra da Alegria n. 31. ti
Aluga-se aloja de um s->bradinho na ra
1 Vendem-se espadas com roca e sem ella,
. propria para casas da jogos; na ra
Conceicaoda Boa-vistan. 17.
Escravos fgidos
1 Jos Francisco da Silva Penna gratifica
com 100S rs a qualquer pessoa que Ihe ap-
folbas douradas muita limpas e boas para of- prehender e entregar um escravo pertencente ao
ficiaes, a 1900 rs. ; na ra Nova loja de fer- Sr. Vicente Thomaz dos Sanios; o qual fugio
no dia 27 de Novembro de 1843 com os sig-
naes seguintes de nome Joao de naci Oui-
Ihimane alto, secco do corpo, cor retinta, fal-
las mancas cicatrizes, pelo corpo, de castigo
Compras
rogens n. 25 de Teixeira i Andrade. 'i
Manoel Antonio da ilva Motla vende 12
pdiKfioc de inuiio bom amareiio, assim como
tabeado do mesmo ern costado costadinho e
taboas e2>pranches de pao d'oleo tudo, que tem levado levou m ferro'de gancho no
muito em conta por se querer desoecupar o pescoco calcas e camisa de algodaoznho he
armasem ; na ra de Apollo n. 34. canneiro, ja loi pegado em Olinda de outra ve/
Vende-se uma taboltta para ourives e que fugio; descoofia-se que esteja para as ban-
evara
receber a
Vende-se um moleque de 12 anuos ; um gratificacao promettida. 15
dito de 10; e uma negrinha de 16 ; na ra do ; 3_ *0 dia 16 do corrente fugio um escravo
Crespo n. 15.
da Praia : na praca da Independencia livra- o livro secretario-portuguez ; na ra de Aguas- das de Maceio caso appareca pdem
ra ns. 6e^. verdes n. 15. : seu snr. na .ra Imperial n. 67, que rece
i de nome Pedro do gentio de Angola estatu-
qacsabe engom- ra baixa secco. qua toe quinto dedos dos pe
Vende-se uma escrava
2 COMPRA-SE uma porco de ouro e pra- mar cosinhar e lavar de Ib a 20 annos; na muito curtos, de idade de 40 annos pouco mais
ta tudo de lei. tanto em barra, como em obras' ra do f'.angel, venda n. 50. ou menos ; levou calcas de algodao trancado ,
velhas.paga-se bem: na ra do Torres n. 18. 5 1 Vende-se farinha de boa qualidade vin- e camisa de algodaoznho ; quem o pegar, leve
2 Compro-se diarios a 80 rs. a libra ; na da dos portos da Baha a 3200 rs. o alqueire a estrada de Bellem tasa do cirurgiao Manoel
rus Direita n. 10 de'ontn do oilo do Livra- da medida verba : na ra da Cadeia de S. An- Boroardino Monteiro. S
ment. 3 talo n. l'.i t a bordo da Garopeir* fundeada Em 4 do corrente lugio de bordo do bri-
Compra-se um quartao. que nao seja de lunto a estadinha da allandega. 5 eue .iwrora o escravo Antonio baixo, reforfa-
grande preco, sendo novo ; no pateo do los- j Ver.dem-se superiores lampreias de esca- 'd cor" a orelha esquerda cortada na parte in-
S nar meninas a 1er. es rever, Cor.tr.gramraaliea pi'a' n I beche em latai= na rua do Queimadn, loja n. 6. ft'rior Pel 1,)e ne bt'> contiendo bastante
1 Compra-se um cavallo novo, gordo,edei i \endeei-sequeijos novos a I* rs. man-! 'adino levou camisa e calcas azues
bons andares agradando se pagar en. relacao teiga inwleza a 64H rs. e franceza a 'lO" rs. pogar letej* rua da Cra o. 'i em
P, aritbmetica, lodsas quahdadfs de costuras,
e marcar ; urna deltas se projioe a ensinar no
Recife, ou S. Antonio ; todos os snrs. que se
qui'erern utilisar de seu prestimo sedirijoa
dita casa para matricular seus Ribos; a outra
senhora se prope ir ensinar fra em alguma
Ireguez'a engenho. ou em algum sitio ; e as
mesmas tambem receben pensionistas : assim
i in iseoflerecem para fazer toda a qualidade
de costuras, e vestidos pelo menor gosto e mo- ta n. 60.
.; i s o. -:; sloraa de tlCalate. Na mes
ma casa >e i (Ji r> re um moco Braileiro de 3
a D nos ninistrador. da qualquer obra.
tendo mostrai n smas e'um membro
., ten ,
ao merecimento ; quem tiver annuncie.
Vendas
quem o
casa de
que ser i
8
2 \ende-se um pardo olicial de pedreiro ,
de 18 annos, sem vicios ; no Atterro-Boa-vis-
inilho alpista a 2X) rs o quarteirao, letria a Kascimento SebaefTer s Companbia ,
240 rs. massa estrellinha a 160 r*. cha bis- generosamente recompensado.
son a 2500 rs. e todos os mais gneros de ven- Fugio urna negra de nomo Joanna, re-
da por preco commodo ; na venda da esquina P'^senta 90 anuos de estatura regular, ceia
| da rua doAngo n. 4. 7 do corpo. rosto redondo, semblante fechado .
Vende-seleona da Ihuru o feche a 39 rs,; co,n """ fr*d ^m a canalla da uma :;
! no sitio por detrazjdosobrado do falleciij M ; luol escr.ua fo do engenho Maci
i teiro. e tambem loi do Sr. liis vi.v-consul Portu-
2_ Vende-se moeda de cobre a dous porcen- Vende-se um sitio pequeo, com casada ?ue.5 quem a pegar, leve a praca da Indepe
de premio; na rua do Torres n. 18. aipa arvoredos de fruto e fundopara o no lei '^de Antonio Felippe da Silva, |ue
2Vendem-se duas hombreiras com soleira, Capibaxibe na matriz da Varzea ; terrenos I*6'4 recompensado.
tudo j prompto de pedra da cot arvoredos de fruto e porto de embar:
i uma sanada d I e as duas p^nte da n-da-Magda
. engei ho ,
sendo won Lisl com 10 palmos, por preco commod |uin-
Praia de S. Rita n. 37.
r tempre em quelna ruada
e porto de embarque e para banheiro no Ubcifb n Tip. na M. i ou Faaia I


Full Text
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