Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00101


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Full Text

Auno de IM.
Quarta Fera 8
O UiiO|iublic-e ti ilua ns tlias que n.io forera santlii'ailos : O preco (! .signatura
lie Ai lrt-s ">il'. por quarlel pagos adianlados. Os aniiuncioarlos assignanies s;io inseridos
rrsta, e o < 1u0 ,KI" forem li rato de 81) reis por linha. A reclamccces devem ser Jiri-
gJs la Xff i "' s Cruzes n. 14 ou .'i praca 4a Independencia lojt de livri n 6 r 8
PARTIDA DOS COUREIOS TERRESTRES.
GoiaJUU. e Paraliylia. si-jumlasc aexias feiras.Kio Grande do Norte, chrga a 8 e 22 e pnr-
lult)2Lbn, Serinliaem Hio Eormoso, Maeev, l'orio Calvo, e Magoas to)
-M e '.24 dcada raes Gnranliuna e bonito a lile Sida caila me*. Boa-vista e Flor-
es a 4:{a -5 d-to. (lula Ir da Viotoria, quintas fe i rae. Olinda todos oa das.
das da semana.
(1 Se; a. Ji>o Damnscenn. Aud.du J. de I), da 2. t.
7 Terca a. Estanislao. Re. and, do de D da 3.
AK Quarta Appnri.-.'iu de s. Miguel And. do J. 4') Quilla .{egnriu Nttimztsno, Aud do J de 1) da 2. t
>(J Sextas Antunino. u I d .1 de D c,a. i.
4! Sal) a, A instado. Bel. au i iKi .1 ilr \> da 4.V.
i Uoui^ s, Juana prinnea
L 2
C"->
2EM
de Maio.
Anno XX. N. 107.
ludo agora depende de ni mesmos; da nossa prudencia, anoderagio- e energa: con-
tiniir.iiiis SOBO principianoa e scie-nus apuntados rom admiraQ.io entre as nagoea mais
oalM. (Proclasiagae da Atsenbla Grral o ratil.)
Cambios aobte Lourres 2Bi
h Paris C70
r .
res por franco
Lisboa 142 por lUi) ilc preaiio
Moedad cobre 5 por cents a nao lia
dem de letras ve boas fifaVa 1 all(|
CIMB10S NO DI 1 1IK M1I0.
Ours-Moedada 0.400 V.
., de 4,1)0 l
l'rata-- 'alacfies
,. !Vs09 colummnarea
i> Ditos mexicanos
compra *d"
47.-50- 7,>00
47,401)
47,'.'00
9,000
1,980
:,00i
i ,'J60
9 00
i,l 00
12,0* 0
.980
PHASES DA LDA l\o ME/ DE ABRIL.
La cleia a -'aos 5o ., da tarde i I.uanoa a |7 asf.horase 3J mln. da a.hlia
Muflanle a 9 a> (> hora., e 2 mu Pleamar de hoje.
l'rimeira asi) horas e S mu d manla | Segunda as 0 (iras e 45 minutos da larde.
^...... acaman
PORTUGAL.
Os estallantes sublevados cm Coitbra,
O governador civil de Coimbra participa cni
Hiri de 8 do corrate que alguna acadmicos
aesublevaran naquelia cidade pelas tres horas
< infla da madrugada, dirgindo-sc ao quartel
do corpo de seguranza publica, donde, Uepois
de algum tjroteio, so re tira rao, oceupando em
neguida o largo da S e o alto da ra de S. Joo,
anude, sendo acconnnetlidos pelo destacamento
de infinitara 14 ecavnllarin do corpo de segu-
ranza, se dispersarlo immediatamente, fugindo
mis nadireceoda Ponte, contros na direccao
V Sellas e Santo Antonio dos Ollvaes. Diz inais
que alguns dos acadmicos sublevados a tac rao
o palacio do goveruador civil, c que depois de
terejn preso a elle magistrado por espacn de
ditas Iioras, podera em seguida reunir-se ao
destacamento, e fazer perseguir os sublevados,
Accrescenta que dos soldados Deis forodous
levemente contusos, e que dos sublevados cons-
tavaterem sido tres gravemente feridos que
flzero esforcos para se apoderarem do cofre
cenital do distrcto, utas que o nao podero con-
seguir.
PARTE OFFICIAL.
Usando das facilidades concedidas pela carta
de le de lude fevereiro do corren te anuo : llci
por bem determinar o seguinte:
Artigo nico.
Todos os individuos que pegarem en armas a
favor dos revoltosos =3= os portadores de sitas
correspondencias=os que lites forneccrcm iriu-
niedes de bocea ou de guerra, ou diuheiro
os que intereeptareni as correspondencias do
governo e das autoridades c os que ecstruirein
os telegraphos, sero (inmediatamente transpor-
tados as possessics do ultramar, e all postoscm
custodia cm algum dos seos presidios; devendo
alHn disto la/.er-se-llies arresto em todos os seus
bens, segundo o disposto no decreto de 1 i de
fevereiro ultimo. Os ministros o secretarios de
estado de todas as reparlicoes assini o teuhiio
entendido, e facao executar. Paco das Neeessi-
dades, em nove de marco de mil oitocentos
quarenta e quatru.=RAlNljA.= Duque da Ici-
.rira Antonio bernardo da Costa Cabial. Bardo
do TojalJos Joaquim (lomes de Castro Jos An-
tonio &lrria de Sousa c AzevcdoJorquim Jos Fal-
ro.
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DO REINO.
l'rimeira direccao.i'rimeira repartiao.
Cbegando ao coohecmento de Sua Magesta-
de a Rain HA, que alguns estudantes levantiao
o grito da revolta em Coimbra, na madrugada
do dia de boje, coininettendo actos de violencia
contra as autoridades civis, e oiisando pegar em
armas contra aforca publica : II a Mesi.na Au-
gusta Senhora por bem ordenar o soguinte:
I." One o reitor da uuiversidade de Coimbra
lai;a ininii (li.ttamenle riscar dos os livros del-
ta a lodosos estudantes que porqiialguer modo
tomai.'io parte nos acouteeiiitentos subversivos ,
que hoje livci'fm lugar n.iqnclla cidade,
i." Que todos os estudantes que faltaren ;
frequencia tas aulas, nao sendo por motivo de
molestia ou por se acliareni ausentes coin
liceoca da legitima antoridade, sejao considera-
dos como envolvidos na revolta, o por isso ris-
cados da uuiversidade.
3." Que todos os euipregados, qualqucr que
sejaa sua qualidade c graduacao que sebou-
verein declarado pela revolta,' serio desde logo
suspensos pelo reitor, c reuiettido o nome del;
les ao governo por este ministerio para seren
demittidos dos seus respectivos lugares.
4.a Que, tendo fgido da cidade os dscolos
o revoltosos, devem continuar os exereicos es-
colares a respeito daquclles acadmicos que se
tivereiu conservado pacficos e obedientes ;is
Iris.
5, Que O reitor, d'accordo coui o goveruador
civil, e eoui as denias autoridades civis e mili-
tares, euipreguc quaesquer medidas ellica/es
ou extraordinarias que forem necessarias para
a represso dos ainotinadores, e para n manu-
tencao da ordeni, tranquillidade e segurauca
publica.
6. Que q reitor departe circunstanciada de
todos os lacios que livcrem occorrido, e bem
assini das providencias, que por vrtude desta
jiori tria, liouverem de ser adoptadas. Paco das
Ni-eessid ules, em 8 de mareo de 1844.-/1ionio
I' 1 nardo da Costa Calmil.
Que os chefes dos revoltosos procurSo to-
dos os inoios di; Iludir >s soldados, liugin-
dp correspondencias, segundo as guana se
nflirmava que dentro em poneos das dove
rhegar lium grande reforjo do Algarve e
AJemtjo, cmmiinda'do por ura Lente
general, c que parle daartilharia que f*ra
destinada para hatera praca lora apprehen-
dida pelas guerrilhas de villa nova de l'oscoa
que minea existiro !
Que os revoltosos experimntelo ja inteira
falta (le tabaco, a/eile e lenha ; e que a
farinha est quasi consumida fazendo es-
forcos para arranjarduas atafonas.
Que o cerco esta aperlado o mais possivel,
P que espera simiente poder eoinecar o fogo
de artilharia sobre a praca para nniquilar
os revoltosos.
Que a artilharia estava poquena distan-
cia, e (|iie a esperan todo o momento.
Que alguns paisanos da praca que se acho
armados crfiquanto a msica do 1^ loca o
hvmno de -20, d&O vivas a 1). .Miguel o que
tem feilo esmorecer alguns dos oliciaos que
adhei irao a revolta e que anda se conser-
vao na praca.
Ogeneral vsconde deFonte Nova, cm ofll-
cio de 2."> de (marco) participa que forflo
aprehendidas seis cavalgaduras e os conduc-
tores das mesmas, que pretend fo introdu-
cir vveres na praca; eque entre os ditos
conductores rol rceonhecido 11111 assaxsino
que se achava preso na praca, e que 0 conde
le Bomlm soltou conjunctamente com ou-
tros para dsempregarno referidoservico:
Que pelas noticias recebdasda pracacons-
a (|iu
ior
no
os revoltosos eslo milito desanima-
dos, sendo necessario para conter os solda-
dos lrem publico varas cartas em que se
da o Porto, Elvas, Coimbra, &C, levanta-
dos ecom fortes guarniedes a favor dos mes-
mes revoltosos:
One a artilharia passou felizmente, nas
com immenxa difjicvldade, o Coa, e que aser
inmediatamente collocada para comecar o
logo sobre a praca :
Que os soldados que estao debaixo do sou
commando esto animados do melhor espi-
rito, o que esto anciosos pelo momento de
ataque para ver acabar urna revolta condem-
nada pela opiniio geral da nacio.
iiivlCTI.'lllll
Ul.sliJ 1.i''
lt.\ \9t
O vsconde de Fonte Nova participa, em
ollciode 17, demarco que continunoaapre-
vutar-se algUIIS SOldadOS fUgidOS da praca
de Almeida.
Que pelas correspondencias da referida pra-
ca consta que o conde do Bomlim apenas tem
podido pagar aos soldados a primeira quin-
ena de Janeiro.
SECRETARIA DB ESTADO DOS NEGOCIOS
DA MAP.IXHA E ULTRAMAR.
Aniso aos navegantes.
Aiiiniiicia-se que desde o 1. de Janeiro de
ISi em dianle se accendera o novo farol
construido em Madrasta, no norte das mura-
dlas do forte de8 Jorge, eque do mesmo
dia em dianle deixara de apparecer o antigo
farol, queat agora existia, de. dentro das
muralhas do dito forte. O novo farol tem de
clcvacao i -2H pes cima do nivel do mar, e
pode ser visto da coherta de 11111 navio na dis-
tancia de -JO mi I has. A luz deste farol appa-
rcceconi intervalos, e a duracio dos claroes
esta para a dos eclipses, ou periodos deescu-
ridao, na ra/ao de 2 para 3; mas como O sys-
tema do mov ment reciproco em lugar
de ser de rotceo, a dita proporeo represen-
ta simplesmenl a proporeo de igualdade en-
tre a luz t; os intervalos de escurido, os
quaes com ludo sao variaveis, conforme a
posiefio do espectador. A rapidez do movi-
miento esta regulada de modo que a duiac;'io
dos claroes varia de O" a Mi", ea dos eclip-
ses de O" a 72", o-total da duracio da luz,
e da escurido, em qualquer sitio ou posi-
co, esta na ra/.o constante de 2 para 3. O
novo farol esta situado aoS. 2.1 O. daex-
tremidade sueste do haixo de Pulicat na dis-
tancia de 13 milhas ; mas nenhuma emhar-
caciio, navegando do norte para o ancora-
douro de Madrasta, deve irazer o farola
ponto de lhe demorar mais ao suldeS. 28
O., ou S. 8. O. ';,()., antes de estar bem
certo da sua posieo. Os conimandanles dos
navios devem com ludo estar prevenidos do
grave r60 que pudem correr um 56 Mpi'O&i-
marem sem as necessarias cautelas da peri-
gosa visinhanea do haixo de Pulical; visto
que lempo denevoas, ou outras quaesquer
eousas p.ideni encobrir o farol: exactas son-
das, e o maior cuidado as vigas sao ab-
solutamente indispensaveis.
Os limites do ancoradouro de Madrasta
em 8 ou bracas ) estao comprelicndidos
dentro dasseguiilesdeiuarcacoes : do OXtre-
1110 do norte o farol demrala a S. .">" O., e
do extremo dosulN. 8I.0., ou desdes, o.
\. o. at O. N. O.
O novo farol est na latilude norte 13" .">'
10" e na longilude K. de Creenwich 80" 20'
0" Londres, 13 de dezemhro de 1813.
James ('.. Melvill, secretario.
A adininislracao da real mar i lilla faz publi-
co para o conlieciniento dos navegantes ;
I." Que o farol situado na pona meridio-
nal da Iba deOland, deve ser em parle de-
molido e o muro feilo de novo com a mes-
illa altura, que a torre tem agora e nelle
sea collocado um apparalo lenticular da
segunda classe a logo (ixo e esta reeons-
Irucco deve comecar no primeirode maio
prximo futuro econtinuar durante o ve-
rti ; o novo apparato se accendera se
possivel, no crrante anuo, ou alias
prximo futuro.
2." Durante o mesmo lempo 0 farol de
Gronskar situado pertode Sandhama e da
entrada de Stockhnlino ser reconstruido ,
e murado de fogo de carvao de pedra em
lenticular, da lerceira classe a fogo Bxo.
3. Durante o lempo que durar a recons-
truccao e alleraco (lestes fan'ies a luz das
torres se produzir por meio de grandes lan-
lernas ; porm no caso em que a mudanca
do farol da ponte meridional de Oland se
nao termine no prsenle anuo a luz sera
prodtizida provisoriamente durante os mezes
do invern isto he desde o I." do uovein-
bro at ao 1." d'abril do auno futuro por lo-
go de carvao de pedra, collocado 110 topo
da torre.
4 A administradlo da real marinha man
dar para o futuro publicar as gazetas o
tenipo em que os nOYOS fares se accende-
ro. siockholmo, 8 de Janeiro de 1844
A administracao da real marinha faz pu-
blico, para condec ment dos navegantes,
que segundo o aviso do magistrado da cida-
de de Sandskrona se accendera um farol de
porto composto de urna ianlerna colloca-
da sobre um reducto no caes da mesma ci-
dade o qual deve ser acceso desde o dia
quinte de setembro al quinze de maio, s
horas lixadas para os outros fares do reino,
isto he meia hora depois do por do sol e
ineia hora antes do seu levantar ; devendo o
dito farol accender-sepela primeira vez em
vinte de Janeiro dcste anno. Siockholmo,
lf> de Janeiro de isi't.
PACTOS DIVERSOS.
Na cidade de Coimbra depois da desagrada"
vel aeonlecimenlo de queja demos eonta leni
reinado a inais completa tranquillidade. As au-
las da uuiversidade esliio de novo aberlas, eo
curso dos estudos continua nao iiitcrroinpido.
Os poucos estudantes que se tinbao ligado aos
perturbadores da ordem, depois de tereni saludo
da cidade, dispers.irao-se completamente.
Segundo, pois, as noticias daquella cidade, e a
de lodos os outros pontos a causa da ordem su
cont inimigos com as armas na ntao dentro dos
muios de Almeida.
Do Porto alcni da artilharia e municocs in-|
Publicamos em noss.is columnas o; documen-
tos que nos Ionio remettidos, os quaes desiuen-
tem as calumnias que apparecuro em um jor-
nal ingle/, sobre o arresto dos (tapis do Sr. Olo-
saga. Este sr., entrado em Portugal emcoit-
sequencia de acontocimcnios de que toda a Eu-
ropa est informada, obteve lieenca para resi-
dir lio Portugal. Quaudo se suspenderlo l-
timamente as garantas, e forao mandados para
Cascaes os emigradosHespanhoes, fo oSr. llo-
saga intimado para ir para Setubal, villa das
melhores do pair, e a cinco legoas da capital.
Deo-se por doente. Como a sua doeuca o nao
impedia de apparecer, fo de novo intimado.
Pedio a iiiikI iin.i de lugar pira Cintra, (louce-
deo-se, o foi intimado para partir para aquella
villa. Pronielteo, e deivoii de ir. Fo de novo
intimado para partir dentro em duas horas. Deo
palavra de honra de assim o fazer, e... desappa-
reeeo. A legislaran do pall dispunba que se
procedesse ;i diligencia que leve lugar. X i pre-
senca de testemunhas competentes se puxerao
/.ellos na bagagem do 8r. Olosaga; e o dono da
hospedara, une eslava presente, licou sendo o
depositario. A diligencia foi feita com todas as
illenioi's; nao se exaiuiirao papis, nao liouve
arrombamento, c nSo se inventariou senao o
que o dono da casa disse pei'tencerao ausente.
A lis temo-nos de fazer mais reQcxes sobre as
calumnias forjadas a respeito do que teve lugar
com quem ulo mal pagou a reccpcSo que eu-
eoDtrou. Os documeiitos discm ludo; e seo
Sr. Olosaga os eonlradsser, lie porque se acos-
tUlllOU eontradiei o. desde que desinenlo a
sua projuia soberana.
COHU SPONDEMCIA.
Sr. Redactor do Diario do (overno.Sendo en,
na qualidade de magistrado administrativo do
respectivo bairro, a antoridade enearregada de
fazer inventariar, e por cm segura guarda a Iia-
gogem e ell'.-itos perteneentes a I). SalustUllo
Olosaga, abandonados n'unia hospedara, donde
este csli.uigeiro se ausentara para liarte ineer-
ta, a II ai de subtiahir-sr ao cunipriiuento das
ordeits, do que cu mesmo o utimei, e (pie coin
palavra de cavalheiro meprometteo cumprir, lir
do mCU dever pediraV.se sirva publicar no
Diario do Governo os documentos otnciaes aba-
xo transcriptos, que servem de desmentir so-
lemnemente as falsidades e calumnias inisera-
\ cimente publicadas sobre este objeelo no jor-
nal Times, de fi deste niez.
Dos autos que a V. renietto, e cuja publica-
cao devidainente autorsado sollcito, se eonhr-
e tpic os objectOS perteneentes ao Sr. Olosaga
forao indicados c apresentados pelo dono da
hospedara, (juc foi elle quem os conservou em
sen poder como depositario, equein mereceo a
couliancado Sr. Olosaga para os receber como
sei basbante procurador.
Devo declarar que nenhuin papel do Sr. Olo-
saga fo lido, neni exaniinaudo ; que a sua pro-
pria mala foi sellada sem ser ab<;rta, apezar de
se aprcseiilarein as chaves, e que nenhuin mo-
vii mili gaveta algutna foi arrombada.
Abstenlio-ine de responder s nsiiiuajoes ca-
lumniosas que se cncoutro no artigo a que al-
indo porque all se declara que foi escrpto
COIU inlbrinaroes dadas pelo Sr. Olosaga, o qual
depois dos actos que o obrgro a fugr da sua
patria, e do modo por que se conduelo coin as
autoridades portuguesas, perdeo at o drrito
de ser desmentido.
Sou, Sr. redactor, stc. &c, c &c.~Manat Joa-
quim de Almeida.
GRECIA.
i -luso-e mil granadas, que j tintino sabido pa-i O projecto de constituieao da Grecia conten
ra o cerco de Alnieda tnbo ultiinanient?' sa-
ludo coin 0 mesmo deslino inais (retentas bom-
bas e mais dous morteiros.
Por carias dos sitiados em Almeida s suas fa-
milias em Castello-nranco, consta, aueexpe-
rimentao grandes faltasque os officiaes velao
toda a noule para que OS soldados nao deser-
ten! que assim mesmo alguns teem fgido
outros teem sido apprcbendidos nos fossos pre-
lendendo eseapar-se que tudo entre elles be
confusao e desorden!.
One JosEstevo est nomeado coiniuandante
d uina chamada I.eijio da carta -- ( sao sessenta
e tantos paisanos).
Que o conde de Hom-iim, ten do sido increpa-
do por alguns officiaes de nada ter feilo no A-
lem-Tcjo se desculpa coin a nenhuma coadju-
vacao que recefico de certas personagens que
all promettro cooperar coin ellec com a
necessidade de evadir-se daquella provincia lia-
ra nao ser preso segundo as oidens do go-
verno.
I,i -se na Gazela de Augsturgo o seguate : -
Munich 19 de fevereiro. Anianha havei
na corte o ultima baile, ao pial nao assistirO
ncm S. M. a imp'eratriz do Brasil, viuva nem
8, A. R. a senhora duquesa de I.euclitenberg por
si i a vspera do annversario da niortc do prn-
cipe Eugenia duque de I.eucluenbcrg.
107 artigos.
Doclara-se como religio dominante a da igre-
ja oriental ortbodoxa de Jcsu-Christo. Todas as
outras sio toleradas no estado.
Declararse a igualdade peante a le, a lber-
dade individual a invioiabilidade da casa do
cidado a aboluo da escravdo a liberdade
de imprensa o segredo das cartas o direito de
propriedade a dilliiso da nstruccao primarla
e superior custa do estado.
O poder legislativo reside no re na cmara
dos representantes c no senado.
O re he n viola vel, c seus ministros sao res-
ponsaveis. Coinmanda o exercito de tena e
mar, declara a guerra celebra tratados de
paz, allanca econnnercio, devendo estes l-
timos em certos casos obter a sanefo das c-
maras. Pude convocar extraordinariamente as
cmaras, encerral-as e dissolvcl-as
A cmara dos representantes he electiva, e
dura tres anuos. Cada mn de seus uieiubros re-
iclie um subsidio mensa! de 250 drachmas.
O senado, por espaco de dez anuos, ser no-
meado pelo rei; e durante este tenipo os seus
menibros serao inamoviveis. O mnimum do seu
numero he* 27; c o rei pode elcval-o a0 inem-
bros. Cada senador recebe animalmente seis
mil drachmas. Em 1853 o poder legistativo, se
ojulgar necessario, ter faculdade de alterar a
orgauisaco das cmaras, e todas as disposi-
ioes (ue Ibes sao relativas.
As sessoes de ambas as cmaras sao publicas
I


3
Renhumnicmbro da familia real pode se- mi-
nistro, s ministros podem ser acensados as
cmaras por qualqucr in(racc"o da Ici; e o re
nao pidopenloar-lliesapenaem ||ue incorre-
reiu seni o consenso do senado, < da cmara
dos representantes.
Os magistrados superiores sao vitalicios, cin-
co anuos, depois de promulgado o cdigo, c os
jubrs inferiores torno urna organisacao espe-
cial. Haver procuradores do re, substitutos,
e irrites de paz. o systonia dos jurados lie con-
.,J-,.!(|().
Vis disposied 's goraes estatense que nunca
si' poder admitlir ao sor vico da (liria un
excreito cstrangeiro; sunpriinem-sc os tribu-
nal s e oconselho dYstado.
v ])iluirira legislatura far Iris reglamen-
tares sobre o clero, n alienacfo de bens nacio-
nacs, alinprensa, os i nipos tos, a guarda na-
cional, os tribuuaes e-peciaes, OS cdigos, lui-
Ittar e naval, as pchsors e os premios quT Se-
reui conceder-so a industria, agricultura, c
ao oomuiercio.
Este projecto tem sido debatido, lia tros me-
zes, na assembla consttuiite, c ainda nofoi
completamente approvado. ()s tres primeiros
artigos leein provocado debates acalorados, que
aind i n,io terminaran, especialmente sobre o
artigo 3.'que diz respeito aos di rol tos civiz, e
que encerra a materia mais grave c inais deli-
cada, na opinin de todas as pessoas sensatas,
< prudentes,
lia algnns diputados que pretenden! negar
osdireitos decidado a todos os que nao nas-
ci'rlio na Grecia. Mas as principaes notabili-
dades do paiz, como Maurooordato, Colctti, Me-
taxas, Londos, Paicos e outros impugnan esse
arbitrio como injusto, como prova de grande
ingrattdao paracom >> estrangeiros que tanto
c tao prolongados sacrificios fizerao na guerra
da Independencia para fumar a liberdade da
(recia.
Convencidos de que o Altura do paiz Acacia
para soinpre caniproiuettido coni a rxciuso da
uacionaliuado de niuilos naturaes de outros pa-
ses, pretenden! os homens mais Ilustrados re-
digir o artigo di'modo tal, que contemplo do-
vidamente os benemritos phiriiellcnos. Entre
us que mal* opposieia fazein esta alteracao,
avultain alguns militares gregos, ciosos do m-
rito de muitos estrangeiros que igualaran ou
cxcedro as sit.is prorsas na cainpanha con-
tra os Turcos.
Emquanto os debates proseguem to lenta-
mente na, assembla oonstituinte, o paiz gosa
felizmente de grande tranquillidade; e nao ha
a menor presump^ao de que seja alterada. O
chele militar Kalergi he unidos que mais se
distinguen! no exemplo de dar cstabilldade
nova ordem de cousas, evitando quaesquer tur-
bulencias que possain coinproinclter a Grecia
n 1 oplnlao da Europa. [Diario io Governo).
OMetsagere 8 de marco publica o seguinte
despacho irlrgraphico :
Mulla. 28 de firtreiro.
A mala de Bombay, do l. de fevrrciro, a-
il unca a tomada de Gwalior, depois de dous
combates, em que mais de 1,000 homens das
tropas britanuicas forao ferdosou mortos, com
mu perda semelhantc de cerca de (i.non homens
da parte do inimigo. n
Este conteclmento eslava previsto ; lia muito
lempo, que Lord Ellenborough bavia decidido,
que o estado de Gwalior pagarla as despezas do
exercito dcoccupaco concentrado em Aga. Os
despachos precedentes davo asss a antever o
desojo, que nutria a Inglaterra, do substituir a
conquista ao protectorado, c de incluir as suas
fronteiras o territorio Maltrata, onde se cultiva
mu opio, cuja concurrencia vexava o seu trauco
na ( hia. POdc-SC lodavia notar, que os Indios
vao-sc guerreando, c que esta victoria he urna
.1 iquellas, que mais caro tcein ( listado a Grao
ilretanlia. \;io convii i.i, pie ella ganhasse limi-
tas deste genero. Gwalior recorda dous comba-
tes mortferos, (pie tivcro lugar em 1680 c em
17o e rm consequencia dos quaes se apodera-
ran os Ingli es da fortaleza deste lime.
Os. jomaos Ingleses do alguns desenvolvi-
mentos ao despacho tclegraphico, que annun-
1 ion o duplicc combate de Gwalior cutre os ln-
glezes < os Mabratas. Elles nSo deseonheceni,
que os inillligOS da coilipailhia das Indias se van
-.....-rindo, e me pida sui obstinada rpsistoncia
ho causado ao mesino I.ord Ellenborough urna
sorpresa misturada com una especie de pavor.
Todava, os Ingleacs pal ecein nao ter conside-
rado esta victoria como sufficiente para gnran-
til-os de toda rveulualidadc ; elles se apressro
a espalbar proclamacdes para declararen!, que
mi queriao apoderar-se do pa/, c que s desc-
javio lirmar nelle a sustentoslo de site regi-
mentos de infantaria, tres de tavallaria, e a da
sua artilharia.
Muito engaados estaramos, diz a Pirssr, se
aerediassianos, que a Inglaterra se dara por sa-
tsfeitade repudiara oceupaco de Taiti,e man-
tel' o protectorado. A mprensa ingleza est ues-
sc ponto de aceordo com o couimodoro Sicolau,
eeis-aqui un que termos o significa o Morning-
Cbroniele a l.ord Aberdeen :
Elti (planto anos, nao queremos protectora-
do. A palavra, a cousa, o exemplo, sao pernicio-
sos, odiosos, absurdos : temos bastantes protec-
torados.
< Um protectorado ou soberana, accroscenta
o Morning-Ckronicle, be tudo o inesmo paraos
inissionarios Inglozes, pois que elles sern sem-
pre obligados a subuielter-se sua influencia,
a resignai'-se una posiCO secundaria. Don-
de se segu evidentemente, que esta palavra, a
COUSa e O CXeiliplo nao san odiosos e absurdos,
s n o quando nao sao obra da Inglaterra. Com
efl'eito, se assim nao fosse, quanto nao aconsc-
Iharia o Uotning-Chroniele ao governo do sen
paiz, que abandonas:::- os prot 1 torados, que el-
le pxeree na Asa sobre as povoaces da India, o
ate na Europa em as Ibas Jnicas H V-se per-
guutar ios di sgrocados habitantes o qu( pi nso
( lies do protectorado, que lites he imposto : ..
ladas, lia tanto tompo, com a Franca, a rospoilo
de mu tratado do conmicrcio estavio definitiva'
mente rompidas, como buha parecido dizel-o
M. Guizot na disenssao da mens.agein.
Sr U. p.el, rospondeo aifirmativamonte, e
pareceo tirar partido com bastante destroza de
este resultado tao contrario aquello, que elle
innuneiava na scsso passada com una especie
de emphase.
Cmn o'Brasil,
N'esta inesma sossio, em consequencia do
nina petico apresentida pelos nianufactores de
Manehester, fez M. de l.abouehere a mocao de
una inensagem rainha para rog.ar-lhe, que
se dignasse, attenta a importancia docoiumer-
cio britaiinieo com o imperio do Hrasil, do adop-
tar as medidas que S. M. julgasse necessarias,
para iiielhorar as relaees coniniereiacs entre os
dous p li/a'S".
O di bale, suseit ido por esta mocito, ainda du-
rara .i partid 1 do oorn-io. O Moming-Chronicle
sustenta, (pie o embaucador extraordinario do
Brasil em Londres, partir para Pariz, o que
ali negociara um tratado com o governo fran-
co, Halado pelo qual os productos do solo e da
industria da Franca nao teriaode pagar mais do
que um direito de 15por -, entretanto, que os
producios ingle/.es senio siinoaeados 00111 um di-
reito de (id por "/. Tal seria, segundo diz aquel-
lo jornal, o motivo pie liavia determinado M.
I.aliom here a apresentar a sua 111090.
Ignoramos donde collieo o Morninjj'Chronicle
esta noticia ; porcm recejamos bem, que el-
la nao seja exacta. Nao liRconi a nossa legis-
laran sobe os assUcares, qin* be dado esperar
do i'rasil tao grandes favores Jpois, que concos-
Biies podei iamos nsollereccr-llur em troca ?
-- A final foi a mocao de M. T.abouchcre a
respeito do coniuiereio com o /11-il rejeitada
por -ift.) votos contra 132. Os ministros cmii-
l>aleio na discussiio sol esto fundamento que
diminuir o direito sobre o assuear rstrangeiro,
e especialmente sobre o assuear do Brasil, seria
alentar o trafico, 011 ao menos fornocer alimen-
to ao trabalho na"o livre. Este argumento nao
he serio, como o provou M. Labouelierc; por
quanto se o fosse, ler-se-hia a Inglaterra nios-
liado beni incnnscqucntc, abaixando os direitos
sobre o caf, o tabaco, o cobre, todos productos
de Cuba, de Porto-rico, e de outros palies, on-
de existe a eseravidao.
O verdadeiro motivo que mpode a Inglaterra
de diminuir os direitos sobre o assuear rstran-
geiro, he que ella quer sustentar a proteceo de
que goso os seus assucares coloniaes. Esta
proteccao chega a ponto de tornar-se prohibiti-
va; ella he Sem duvida muito mais rllirs do
que a que concedem as nossas lois ;s nossas
proprias colonias contra seinelhantes gneros
exticos. .Nova prova d'csta vordade j;i tao lu-
Uiinnsa : que a Inglaterra muito liberal 0111 jia-
lavras e theorias, coustitiio-se na platica um
dos paizes mais exclusivos do mundo respeito
das conveniencias cslrangeiras. {La Preste).
genheiro Bowman 289
It Importancia da feria de opera-
rios de 11 a 16 29(
dem do 00 1/2 alifueires do cal
a Bolarinino da Silva 291
2(1 dem do 56 ditos de dita a
Francisco do Sonsa 292
22 dem de 38 1/2 ditos de dita, a
Bolarinino da Silva 293
23 dem da feria de operarios de
18a 83 294
27 dem de 1 terreno na ra do
Pires 2:500/>0O j
Sisa do mrsino 250^)00 295
Escriptr.'.distribuicao 18/440
30 dem da feria de 25 a 30 296
31 dem do 2 meses do venc-
monto ao M. \\ ibnrr 297
Abril 1 dem de 1 de dito ao
administrador Mariano 298
2 dem de 6550 tijolos, a A. F.
do U. Mola 209
6 Id ni da feria de Operarios de
I a 6 300
10 dem do 9000 tijolos, a Carlos
Miz'd'Almoida 301
dem do 72 alqiioires de cal, a
Manoef Antonio de Almeida 302
ic dem do vencinirntos ao admi-
nistrador S o Sonsa 303
11 dem de dito ao apontador
Peixolo 304
dem do dito ao engenheiro
Howmau ;05
(i dem do 108 1/2 alqueires de
cal a Jos da Costa 306
12 dem de 596 cargas de arela ,
a A. F. de Moma 207
333^320 do. que se baviao organls.ado guerrilhas em M-
does que se compuulio de 300 homens, em
1:094/670 Moimouta, c Fosea, formando estas un corpo
de 400 a 500 bonicas; que as (oreas do conde do
39/820 homni constavo dos rgimen tos 12 do infanta-
1 ria eompleto, 1 do cacadores, 2 osquadrrs de
24^640 : cavallaria, 800 horneoS de guardas nacionaes
I mobilisados, o 4 pecas do artilharia; c que o
novo do Almeida so achava todo drbaixo de ar-
mas: porin o Diario do Governo drsiiienlo for-
inaluionte todos estes boatos.
Km Cohnbra insurgile no da 8 de marco, de
madrugada, una parlo da academia. O gover-
nador civil estove preso duas horas: mas, 1011-
niildo so a tropa que all liavia, depois de alguna
fogo, debaudarao os rebeldes em diversas d-
16/940
1:007/610
2:768/440
070/760
200/000
262 87:099/255
COMPANHIA DO BEBERIBE.
Cania d que te ha despendido com a empreza do en-
canamenlo d'agua potavel para esta cidade, desde
o romero da inesma at 3(1 d'abril prximo [indo : a
suber.
1844.
Janeiro 31 Pela imprortaneia
despendida at esta data como
consta do Diario de Pernambu-
ro l!. 46 de 'H'i de feverciro ,
documentos de 11. 1 ,a 11. .
r'cvcreiro 1 dem de 160 enxa-
das a.los Francisco Carnciro
como do documento
Idem de 2 mezes do vonciinon-
tos ao M. AVibner
2 dem de taboado eferragem
a Manoel .1. de Sonsa
.'! dem de I uiezde venciinen-
tosaoadministrador S.i e Sz.a
11 Idrin da feria de operarios
8 dem de preparos para aso-
bras do reserva torio
dem devenciinentosdoapon-
tador Peixolo
10 dem da feria de operarios
]'l ' gcubeiro sowman
2(i3
264
265
266
267
268
269
270
90/880
200/000
r37/970
lOO.-OOO
803/340
20/920
->
50/000
1:085/200
\hril 13 Pela importancia da fe-
ria de operarios de 8 a 13 308
14 dem (lo dita das obras do
reservatorio 309
18 dem de 118 <., alqueires de
cal a Belarinno da Silva 310
20 dem da feria do reservatorio
de 15 a 20 311
o dem dita dita de atierro & 312
22 dem de 8ff ';. alqueires de
cal a Belarmino da Silva. 313
n dem de expediente e arina-
sei'.ageni de 251 canos 314
dem de conduc^ao de 145ca-
nos a Noberto J. .1. Oiiodrs. 315
24 dem de dita de 248 ditos ao
dito 316
27 dem de inateiiaes de 3 cas-
nhas demolidas a .1, F. do Re-
g Maia. 317
dem da feria de 22 a 27 318
dem da di la do reservatorio
dito 319
50/000
131/000
789/049
171/000
31/680
100^000
50/000
340/000
47/740
33/720
614/020
35f84o
52/140
69/480
974/860
35/420
150/000
44/800
67/200
4004000
1:050/680
137/400
108:726/115
lilil 3
re'
8S
3S
"*"T:
ri
;>. fafes eommerciaes da Inglaterra eom a Franca.
o da cmara dos t omnniiisne? d; niar-
ro'interpellou M. Labouchre, que era minisr
tro do comniercio no gabinete \\ hig, a Sir Ro-
ben Peel para saber, so as negociaces entabo-
Idein da feria das obras do
reservativo
Klein da dita dYseavaoTo ,
tem etc. -___---------^-^
demido diantamento para
200 barris de cimento
1 dem de vcncinicntos docon-
tra-incstre Lourciifo Prits ,
n dias
24 dem da feria de 19 a 24
Mareo Mdein de vencimentos
do apontador I'cixoto
2 dem da feria de 26 do feve-
rciro a 2 de mareo
dem de vencimentos do ad-
ministrador S o Sonsa
dem de 3 dunas de ps de
Ierro a Teixcira r Andrade
5 Ideiu dr vencimentos ao ad-
ministrador Mariuho
(i dem de OS o ineio alqueires
de cal a Joaquim Zacaras
7 dem da importancia de
307 canos aKorbertO Joa-
quim Jos" Guedes
9 Idem^tht alugucl de casa
para deposito ao reverendo
.1. M. daC. Plnheiro
v dem de despezas Hiendas
ao director fiscal
k dem de transporte do nics-
ino, 3mezes
a dem da feria l<> np^v.-irins .
de 4 a 9
I dem d'aluguel do escriptorio
i imvs 120/000)
a escrtplr.* 4 m." 100/000'
1, guarda liv. 4 lo/iioiii
s.i ven le 4 40>000/
15 dem de vencimentos ao en"
271
272
2>3'
274
275
276
277
278
279
280
281
282
330/000
26/600
1:06.3/180
1:500/000
1 (Ml/000
1:052/680
50/000
1:110/630
100/000
40/500
50/000
42/020
283 217/600
284
285
286
287
18/000
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XI
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u
y.
foge
recees. _
S. M. a rainha e a corte de Portugal toma rao
luto por 15 dias, a 001110931- do da 13 de marro,
pela morte do S. A. I. a archiduqueza de Austria
Mara Carolina Augusta.
A susponsao das garantas, que devia termi-
nar 110 lini de mai-90, foi prologada ato 23 de a-
bril por decreto de 28 d'aquelle 1." mez; con-
tinuando, por conseguinte pelo inesmo prosa,
a susponsao da publicacao dos jomaos polticos,
oxeepcfiodas folhas ofiiciaes.
Temos tambeni recebido u Peridico dos I o.
bres do Porto que com esto titulo chega rnen-
te a 10 do f'evereiro, em consequencia da refe-
rida siispensao, continuando d'aqm lia dala oin
(liante a publicar-so o mesmo peridico sob a
donoininaeao de b'olelim Oficial do Porto, e
contendo apenas artigos de expediente, r ex-
tractos do Diario do fioverno:. de taes liolctins,
viero-nos alguns nmeros, porm s ato 28 de
fevereho; pelo (pie he visto, que nada iidian-
lao snoticias rocebidas directamente do Lisboa.
Os jomaos de Madrid aloancavi a 21 de mar-
co. A 16 tinba ehegado S. M. a rainha Christin.
as infantas a Albacete, onde o povo manlfes-
lou as demonstra;des mais vivas de jubilo em
presenca das pessoas renes.
S. M. a rainha Isabel II., Impaciente por abra-
car sua augusta m;, so oppozera a que dor-
misse cm Ocana a 21, oslando de jornada pa; a
ir-lhr ao encontr, c ordenara que inmediata-
mente se expedlssem parelhasdas renes cayalha-
rir-as desdo Aranjuo/. at Quintanar, a fin de
se'rvireni de mudas para maior celoridade. Sa-
ba-so, pois, que na tarde de 21 deveria S. M. a
rainha mai chegar a Aranjuoz um dia antes d'a-
quelle marcado no itinerario.
Por um expresso ehegado de Madrid a Lisboa
a 14 de marco, constava haver-so rendido dii
cricaoa pi
tos, e que 110 dia sega
mover as suas tropas sobro Carthagona na ospr-
ranfa de que esta piara nao tardarla a rrn-
drr-se.
Tambem constava polo inosiiio expresso have-
rem sido apprchendidos todos os que acompa-
nhavao Bon na sua fuga de Alicante, proinel-
tendo o coronel Conkeras, que fura o destinado
a perseguir os fugitivos, que so apoderara tam-
bem do referido chele dos revoltosos.
Consta de cartas, viudas da corto pola barca
inglesa Ayona, entrada hontem (5) neste porto,
(pie o vapor lmperatriz devia d'alli sabir no dia
28 de abril inprcterivclnionlo ; o que o casa-
mento da Serenissiina Princesa D. Januaria lia-
via sido transferido para o da 27 do referido
mez.
laico, consiava uiri-r n uuu*w ..o
iraja do Alicante com todos os seus lor-
ie no dia seguinte a o general Honcali
Coiiii nica do.
ai g t s s
DIARIO OE PEUSAMim
Temos vista o Diario do Governo de Lisboa,
que aleanca de 7 a 29 de marro ultimo: oque
nelle se le dr mais iutcressaiile, alin dos arti-
gos ofticiaes que tanscrevemos em lugar compe-
tente be o seguinte:
Os revoltosos de Torres Novas continuavaoa
23/400
150/000
1:131/720
288 400.'000
jesi.ir encerrados na praja de Almeida, debaixo
de riguroso cerco, (ue j se achava de todo fe-
chado com a arbilharia, que all liavia ehegado
do Poiio, ea brigada do viscondo de Vallongo,
.1 qual com 1 do bttiuu eLeiiia tinia guarneci-
do toda a llnha ; do sorte que s se esperara,
que a artilharia fosse devidainente collocada pa-
ra colimar 0 fogo contra aquella praca; o |ue
parece que trria lugar 00 dia 24 de inar^o.
Os inimigos da ordem espalhavao boatos ater-
radores, e alfixrao v.n algUinas esquinas da ca-
pital uui boletim intitulado ollicial, annunciau-
Pareca julgada a questao, que lcvantou a op-
pomaoda praia para desculpar a derrota que
soll'reo na elcicao dos uienibros da assembli'a
provincial, arguindo que so tinlia falsificado a
acta do collegio de Iguarass, pareca que o Sr.
Urbano tinba cantado a palinodia, quando re-
cuou na discussiio, cedendo da palavra, que no
fm 1 do ultimo discurso do Sr. Tuques liavia po-
dido ; quando disso que se o livro yiesse, nada
so descubrira, porque a falsilicacao j eslava
muito bem conserlada ; pareca eiu Bill qu,e foi
corrido pidas discursos dos Sis. Nabueo, Baptis-
la, c Taques, que rodusirao a p ludo quanto o
Sr. Urbano dierra em prl de sua pollt'oa, e a
respeito da imaginada lalsifica^ao, que o chefe
da pandilha fugio da assembla provincial ar-
rastandoem sua luga dous companbel ros, que
lliedavao apoiados ; pareca em lini que depois
dos argumentos dos 3 membros da couimiSSO
de constituirao e poderos, com que deinonstra-
rao a fallibilidade das deduc^es tiradas pelo
Sr. Urbano das publicar.es feitas pelo Diuri
das listas parciaes da elcicao ; por quanto de-
pois dolas crescerao aos Sis. Alanorl Joaquim
Cameiro da Cunta, e Nogueira Paz, candidatos
de maior enipenho do collcgio de Iguarass,
mais dr trinta votos, o assim como a estos Sis. ,
nao poda o acerrscimo pro vi f de alteracao na
acia de Iguarass, da inesma sorte nao ora con-
sequentc, que fosse resultado de falsificar* o
que tivero os Sis. Olivcira, Custodio, c Medei-
ros prlaapuiai,o da cmara municipal ; pare-
ca dizemos, que o Sr. Urbano nao devia mais re-
correr a nicios especiosos, nein a mprensa
da praia recalcitrar contra a deciso da assem-
bla.
O contrario porm succede. porque a pandi-
lha nao tem consciencia. O Sr. Urbano as oc-
cultasarranja depoiiiieutos ad perpeluam rei me-
moriam, peante o Sr. Dr. Mendos, o presidente do
jury do Indgena, o com assistencia do Sr. Salga-
do, o promotor que desisti da appella^o da
celebre absolvieo desse peridico incendiario ,
que facioainda crer, que o livro foi falsificado,
para com esse documento rehabilitar-sc na c-
mara temporaria o general, que foi batido pelos
reertifli da assembla provincial.
Constando ao Sr. rapito-inr Joo Cavalcan-
ti, cujo nome a furto a pandllfia envolv' cm
suas diatribes ao secretario da cmara, e ao
vereador Joo Jos Lopes esta esperten do Sr.
1 ib 1110, Tipierero ao Dr. juiz de direito inte-
rino, quando este foi sortear o jury na casa da
cmara de Iguarass para alli com assistencia
do Sr Samuel, promotor interino de nonieaco
do Sr. Nunes Machado, e por consequencia in-
capaz de oceultar os vicios que houvessem no


,,i_ .Mi .[^ar v-,gtuyy ygmgjtwg
rflo cja embica provincial.
s
livroernisuame.examlnou-o, cat fui unen.
embrou a circumstoncla de tcVeui toda ?, S
c^zr^^
i p. ,. |u(ii( o Mvro coni oiic a OD-
posuao lucra lauta bulln it. .'
1 c.. c.,........ "'i'uiuna. isto nicsino repeli
o .Si. .Samuel em QHnda depois de volta. de ua-
rassu .a presema dos Srs. befa |) ousa ( -
mes, eesenvao da collectoria Rodri^esFW
!!! S2?,'<'"fl0eXamAnS' se lucra, como
devia, e par*confirmar o ue .. |V1 tI1iI:t'as fa!.
silicarocs inventadas ncl ......... i "'
,. '......... I"'a uenie da piaia, no (iiie
.se recusara, a pesar de f..,,...., .
'.ciner, quesua rcsistcn-
;l "'-pro vacilo de2professores
i'io concurso. Subc-seque
1 ai cuchi i-alado em casa de
*, v que as falsas considera-
uiiueaeao que Ihe deo o
. e de recri di
iquellc ollicio, nue'o Diario-
novo imprimi, s c, mlverth
pacn Uto fura d eordem '
n Sr. |)r. j'u de direi
ni ti uno, ui ii :i a<1., ,.,,,, (.||
manejo. Se < "
chamado par
Sr. Samuel ,
l'ois os que
da ihe ettsiasst
opposicionislas em c<
depois disto l'orao da ,,
que o Sr. Samuel V: '"-"'os para Ol.nda.
certo Dr. juiz de pi
roes degralido pe ^
Sr. Aunes Machad u, ,. UP ,,,,,,, ,,.,.,,.,-,
he arraucaro j,.ii,. m-i- ue o
que una partici-
a pessoa, tiue ueiihiiuia
' tabre n Sr. Di.
lie resultado de mu
mo livesse vicios ha\ia de ser
a assislir a IIm examciiclle feito o
promotor do .Si. Nunes Machado ?
se ttvessem manchado com Ulna
dt V '? f. 8Cft "'lo PdSo adquirir cerli-
,.e ,' '' SK, PH0l0r citado para ver
v ,.,ai W *' l;!/,'i-S(' pto depois da sna retirada''
'"' nao valeria para documenta nacorlc?
lioi ivesse necessiunde de evitar o Sr. Samu-
,' **"* Sl- Sp"e do ollerccer dispensa a
r *" 1auda P0a llamar o Sr. Yellez, que
P"r iiaromcouvalesccn.a, oi substituido pelo
s .mu el '.
V"', ""> falsidade do Diario-novo e da
Ji.ha, que o sustenta essa historia de falsi-
a^ao, a ponto de terrm dito, que se o llvro
aassemhlca nada se adiantaria, bl que se
xequcieo o exame com assislencia do Sr. Samu-
el, que depois de examinar o llvro, declarara
exactidao, eassiguar o termo de exame, .de-
latar as sollicilaees da pandilba, leve a fraque-
para escrever mu papel,
depe contra elle, ignora por ven-
tura o Sr. Samuel que Ihe era licito recusar as-
signar un termo em que ellevia declararem-se
falsidads? Ignora que o termo por elle assig-
nado uo poda depois ser eontradicto com nina
declaraeao scinclhante a que fez ao Sr. Aunes
Machado ou eslava ludibriaudo a pandiiha
quando sugeitou-se a escrever una prca lo
digna da gente, que a dietou ?
O habito que tem os redactores do Diario-novo
de fallarem a verdade os obrigou a litis flagran
te desarmonia entre o seu artigo de fundo, ea
declaraeao do Sr. Samuel, que parece nao ter
preenchido todos os lopicos incumbidos aos
emissarios da praia.
ii
v /vest
za de acceder a" ellas
que tanto
Dita civil, de Antonio Francisco dos Sanios
Barroca, contra Manoel do Carino Inojoza.
Dita civel, de Antonio I.ui/. de Sonsa e sna
millher, contra Felis .Manoel de Magalhcs
'Reg.
Dita dita de Manoel Felis Rodrigues da Cos-
ta contra Amaro Fernandrs Gama.
Dita dita, de Francisco Antonio Fernandos w
outros contra a fa/.enda publica.
Dita dita de cuto Jos Lcmciilta l.ins con-
tra a viuva e herdeiros de Manoel de Barros
llego
Dita dita, de Francisco Ferreira de Mello, con;
Joao iiapiisia Itibeiro.
Dita dila, de Manoel Francisco Cardozo, con-
tra Joaquim Francisco Pascoal.
Dita dita, de.loo naptisla dos Santos con-
tra iertrudes Maria da Cruz.
A. I. de T. Dandi ira.
= OabaiXoassignado faz publico para que
chegue ao coiiheeiment dos propietarios
de predios urbanos nos tic/ bairros dcsla ci-
dade, o na povoasflo dos A (Togados, oassim
tambem aos que possuirem estabelecimen-
tos de commercio, e industria que cstejfo
sujeitos a impostes provinciaes taes como
senarias, olarias, fabricas de tabaco, casas
de cambio, ede modas, que vni ser remeti-
da para o juiz do feitosda fazenda urna
relaeao de todos os que esliverem devendo
taes i n i pos ic, oes at o lim de dezembro p. p;
isso impreterivelmente at o (lia 15 de majo
prximo vindouro. Mesa de rendas inter-
nas provineiaes 30 de Abril de 1844. 0 1.
esenpturario servindo de escrivSo e admi-
nistrador. Jos Quedes Salgueiro.
COMPANHIA DF. BEBIRIHE.
O eai.sa da companhia avisa pela ultima
vez aos Sis.
t;
do correte, certos de que h'esse da sera apre-
sen tada a assembla geral dos accionistas a re-
laeao dos que se acbo em atraso.
O praso marcado para a entrada de (i por
% ltimamente pedida finda-se no dia 12 do
correiiie 0 secretario^ f. J. Fernanda Barro.
Qnarla feira, 8 do corrente, pelas 0 horas
da nianhaa, no escripiorio da companhia do lic-
bi ribo, haver renniao dos accionistas da mes-
illa, a filll de se lomar contas adininislrar.io
actual, c de ser chita a que a (leve substituir :
na mesina oceasiao sero distribuidos os estatu-
tos com as leis c contractos relativos compa-
nhia. O secretario //. J. Fernandet Marros.
0 Sr. Manoel Joaquim da Rocha queira
procurar una .ana viuda de Portugal na ra
do (ucimado n. 11.
da Moeda n. 15, pintado de novo, com duas fie '/.
les, sendo uttia para o mar. d'onde recebe bas-
tante fresco, tem duas salas, gabinete ao lado.
A pessoa, que tem annunciado querer com- e quartos sufllcientes para comuiodos de una
re aos Srs. accionistas que anda nao comple-
taran as suas entradas hajaode o fluer at S
cellos deque n'esse
Correspondencia.
0 Sr. Sebastiao do Reg lanos nao se acha
presentemente em Pcrnaiiibuco ; mas como co-
nllevo perfcilamente o carcter elevado deste
dtstincto Pernambucano, posso, sem ter inedo
de errar, allinnar ao Sr. .loo Francisco Regia
Qulntella, que o dito Sr. llego tarros despieza,
tanto aos scus insultos, como ao bisborrias que
Ihe dirige, quede outra cousa nao he credor:
de passagein porm seiupre direi ao Sr. Quiutel-
la, que a apprchensao ("cita, ha pouco, em 20
caixas e3 barricas de assucar, embarcadas sem
despacho, assevera-se nao seren as
ras, etc. L'm amigo do Sr. Sebasliao.
Avisos martimos.
Para o Maranhao o patacho Carlos XII par-
tir impreterivelmente no dia 15do corrente,
podendoanda reeeber alguma carga a fete c
passageiros para o nue tem excellentes com-
modos os pretendentes trateni com hirniino
Jos F. da Roza na ra da Moda n. 7.
Para a Kahiaem poucos dias, o patacho na-
cional S. Jos Vencedor ,'capitao Manoel Jos iti-
beiro ; para carga, e passageiros, trata-secom
Novaes& Companhia, na ra da Crui n. 37.
= Para o Cear o hiate Olinda tem parte do
earrcganieuto prompto, e sai impreterivelmen-
te no dia ludo corrente ; os pretendentesdiri-
jao-se a Manoel Joaquim Pedro da Costa, na ra
da Cruz n. 51.
Leloes.
primei-
COMMEBCO,
Alfandega.
endimento do dia 7...... .
Descarrega hoje 9.
srigue ==Joscfna~: diversos gneros.
Patacho bbS.Jos Vencedor farinha.
Barca Ermelinda-- diversos gneros.
tfrigue ~Mdvina= idein.
6:607/!))8
lovimeiito do Porto.
'IA'O
tavios entrados no dia 6.
Lisboa ; 29 (lias, barca hrasileira Ermelinda, de
iiO toneladas, capitao Antonio Joio de Je/us,
equipagein 10, carga varios genero: passa-
geiros Dr. Eduardo Pereira llrandfio Jos
Joaquim Rimeuta D. Maria Luir e una l-
llia, Portugueses.
Id'in ; ;}3 dias barca portugurza Jozephina, de
310 toneladas capito Paulo Antonio da lio-
cha equipagem II carga varios gneros:
passageiros, llerculano Jos de Krilo Fran-
cisco Maia Carlos Hrasileiros.
Buenos Ayres ludias, brigue americano Silph,
de 1*15 toneladas, capitao Pallard, equipagem
8, carga varios gneros.
Rio de Janeiro ; 10 dias brigue Ingles Jante, de
303 toneladas capitao Marrison
15 carga lastro.
Russell Mellors 8t i.', faro leiliio, por nter
venco do eorretor Oliveira, de grande poreiio
de inadapoles de militas qualidades com algun
deleito, e que por isso sero vendidos por conta
de quem pertenec*, por todo o pceo, e de gran-
de variedade de fazendas liinpas, proprias (Pes-
ie mercado: quarta feira 8 do corrente s 10ho-
ras danianhaa, no seuarmasem, ra daCadeia.
O Icilao de fumo annunciado para o l.u do
corrente fico transferido para 8 do mesmo: no
arinasem de Dias Ferreira.
James (Jrablree & C.a farao Icilao, por in-
lei venco do eorretor Oliveira, de variado sorti-
mi uto de fazendas inglesas as inais proprias des-
te mercado ; quinta feira, 0 do corrente, s 10
horas da manlia, no sen arinazein, ra dalruz.
;tgf:f>CT->~i'orrnr"-.<. i *nw
-**.., .)*Wy,
Avisos diversos.
Alugo-se tres casas ein Fora de portas, duas
do lado da man'' grande n. 4 e 6 e outra na mes-
illa ra n. 5 a fallar com Manoel da Silva Neves
ein Forn de portas.
= Huma s'. nhora viuva, se olfereee para ama
de alguma casa: na ra Velha casa n. 83.
Atttga-se una preta inui tadia, para ama,
c com nmilo bnm 1. te: na ra //ella n. 22.
-- Urna moja soltelra prope-se a epsinar
meninos a priineiras letlras, contar, cozer bor-
dar, e marcar de todas as qualidades, assim co-
mo fal toda qualidade de costuras vestidos
da mcllior moda, ludo por prero coinnuido,
equipagem
, ^^^;.-M
prar a historia Romana sendo anda queira
dirija-sea ra do Itangel n.50.
OSr. Domingos Joaquim Ferreira queira
dirlgir-se a ra das Cruzes n. 40 a fin de reee-
ber duas cartas que por engao se tirarn do
crrelo.
O" Sr., que annunciou no Diario do dia (i
querer comprar um sitio oualugal-o, dirja-
se a na Direita n. 50.
Roga-se pela ultima vez ao Sr. Joao Ma-
noel Pinto Chaves e ao Sr. Francisco Alc.\an-
drino Calara, o obzequio de se dirigir ein a ra
Nova nj-'v, a negocr, que Ibes diz respeiin.
Uuga-se o segundo andar do obrado da
ra doLfvrainento n.3li:a tratar na ra do Amo-
i'ini ii. 15.
Aluga-sc o segundo, e terceiru andar do so-
brado da usa do Oueiiuailo ii. 32 a tratar em
bai.\o na loja.
.V quem Ihe fallar nina cabra vcnnelha com
uin cabrito preto dirija-se a venda da ra lar-
ga do ilozaro n. 33, para se Me dar noticia
della. '
Precito-separa feilor de engenho uin ho-
nieni.que tenha chegadoa pomo lempo de Por-
tugal ; na ra doCollegio n. 13, ou no engenho
WOVO na freguezia de Mu ilieca.
l'rcci/a-se alllgar una casa terrea, que seu
aliiguel nao exceda de 10/ rs., c que seja as
mas seguintes, linda, Triucheiras, Laranjeiras,
pateo do Hospital; quem a tiver, annunce.
OH'erece-se urna inulher capaz para ser
ama de casa de um homeni sollciro, ou de pou-
e i familia; quem a pretender dirija-se a ra
do Fugo ii. 10.
A pess, que annunciou querer comprar
mu oratorio em bom estado sendo que queira
un com seie palmos de altura, e urna imagen)
*,' cruc"'cada multo perfeila; dirija-se o ra
da Praia n. 10.
Arrenda-se o arma/eui, eo terceiio andar
da casa da ra de S. Francisco defionle da ca-
deia ii. 5 ; a fallar no segundo andar do mesmo.
O Secretario da irmandadedeS. Jos de
Agona em reposta ao annuncio do Diario
n. I06assignadoo Abelhudo, responde, que
sequiser se Ihe responda, baja de declarar
o seu nomo por inteiro, para verse esta no
caso de que se llie d reposta, porque reven-
do o livro das entradas dos irmos r.o em-
contrei nomo de Abelhudo, e porissoonSo
conlieco como inno, para Ihe dar a sal isla-
Cao pedida.
O Secretario atual da irmandade do Glo-
rioso Patriarcha S. Jos d'Agonia creca no
Hospicio de \. S. da Penlia convida aos scus
irmos por ordeni da mesa regedora para se
reunirem em mesa geral no respetivo hospi-
cio no domingo 12 do corrente mez de maio
pelas 0 horas da manlia para se tratar de
objecto de milita considerado, e por is-;ii
roga-se aos mesmos que nao deixein de com-
parecer.
0 Sr. F. M. C. queira l'a/er o favor de
pagar a quantia de trinta e dous mil cent o e
sessenta rcis de ordenado, ao abaixo assigna-
dodo lempo que esteve em sua casa de cai-
xeiroj pois ja lie bastante o lempo: pois quem
tem quinhentos v. seiscentos mil res para
gastar se "for preci/.o, tambem deve ter a
quantia cima declarada para pagar; pois ja
nilo sou eu o prmeiro que me queixo que o
costme ja he antigo, e quando nfio queira
pagar no pra/o de oito dias vera seu nonie
publicado por extenso nesta folha.
Jos Francisco Rodrigues.
OSr. Lourenco Cavalcanti deAlbuquer-
qtie, que declarou no Diario de 3 do crlen-
le ter assignado o deposito de dous esclavos
pmhorados a Jos da Costa Albuquerquee
-Mello, em consequencia da hipotheca que
fez delles no competente cartorio a Jse1 Joa-
quim de Mesquila: se pretende pagar o im-
porte do valor da sobre dita penhora, queira
declarar em que parle rezide nesta
para ser procurado.
- Penieo-se o mcio bilhele ti. 1/507 da
lotheria de .\. s. do Livramento: pede-s
portanto ao Sr. thezoureiro (la mesma lo-
theria baja de nSo pagar o dilo meio bilhele,
seofio a Antonio Carneiro Lisboa Jnior, ou a
Paulo Jos dos Sanios, pois ambos no mes-
mo se acilfio nteressados.
t=a Quem quizer comprar duas moradas de ca-
sas terreas, urna na ra dos Copiares n. 22 com
solo outra na ra Augusta, outr'ora do Pala-
cele, junto ao sobrado do fallecido Antonio do
Carino de duas portas e una janclla, com 2(i
palinos de frente, e 78ditos de fundo com sua
cosinua lora quintal murado : dirija-se ao car-
lorio dos o pbos que la achara com quem Ira-
tai a respeito.
Anda se acho alguna terrenos para se
vender na ra Nova, i or detraz da ra da Con-
funda ; trata-se na ruado Queimado n. 44.
OSr. Jos Aprigio Pereira de CastroSicu-
pira haja de annunciar a sua morada, ou diri-
Hr-se a ruado Vigario armazem u. 24, pois se
Ihe deseja fallar a negocio de sen interesse.
Manuel Gomes \ legas avisa a iodos os scus
devedores de eontas de livros, tamo anteriores
ao anuo passado como posteriores que tem
autorisado para cobrar ditascontas aseucai-
xeiro Jos Pereira ('mes, e pede a todos os Srs.
devedores de eonta antiga que venho o maia
breve que Ibes ibi possivel saldarm suas eontas
ou lixarem mu lempo eerto para o dito lim ;
tainbem adven.' a aquelles Srs.. queja receb-
rao eonta dada pelo Sr. Francisco Comes de li-
veira eqiie ainda as nao pagro, que nao po-
iiho a menor duvida em as pagar ao annunci-
antc ; pois que dos que pagro ao dito Sr. Oli-
veira temo annunciantc exacta rclacao, ej
se acho salda-, suas eontas nos \competentes
livros.
: M."/.oe l'opon discipula do conservatorio
de Pariz a ii ii u ii. i. au respeitavel publico que
lie falso ii lualo que se lein assoalhado de que
a aununeianie nao da ni ais liies de eantoria e
piano; pois que a annunciante est pronipta'a
dar lices, eensnar a todas as meninas, que
seus pas ijiii/.erein, tanto apiano como a ean-
toria para cujo lim lein os inelhores melhodos
que ate agora se couheeein, lano franceses, co-
mo italianos, calleines; C lainbein dar lieoes,
na casa de sua residencia aquellas pessoas ,
que ii..o tiverem comuiodos para aprendereiu
as suas proprias casas sendo estas liies por
menor prero do que aquellas, que a annunci-
ante for dars casas da residencia das discpu-
los: a dita professora mora na ra do Atierro
da Toa-vista casa n. 4 primeiro andar.
jiraca
queinqui/erse utilizar do seu prestimo dirija- cordia, que dividem com a travrssa doMontei-
se a ra das Larangeiras-, n. 27: na mesina I ro, e
fteciaraedes.
SclsfSa du appeliafvti juiqadas, jieruncenles ao
car-orto do eterivo Handttra das quaes ainda se
min txlrahio tt nti nf.
\'peaeo civil de Manoel Luiz da Veiga
Jnior e oulros contra Joao Narciso 3a
Fonseca,
Dita
le
e Izabel Luisa.
i ivi l de Antonio Ancelmo da Cruz \ il-
la e oulios contra Flias Prudente da Silva ,
pelo norte com a travessa do Caldeirei-
precisa-se de una preta para alugar-se que ro com 150 palmos de fundo e nos lugares de
sirva para todo o servico. | esquina tem o mesmo fundo, e a mesma coill-
Preciza-sealugar urna escrava, ou mulher, modidade para seedifiearem predios: na na do
forra que saiba cozinhar comprar r fazer \ Rozario larga n. 18, onde se apresenlar a plan-
o mais servico de una casa de punca familia ; i tado inesino.
nesta trpograpbla. -- Preclsa-sc de urna ama que seja Poriugne-
Oa-se dinbeiro a premio sobre penhores de j za para casa d<- liomcni cazado eni pouca fa-
ouro, em pequeas porces ; na ra dos Quar- india : quem estiver nestas crcuiiistancias di-
Ae t rija-se a Solidade n. 9Sf. na mesma casa com-
U Sr. Joao I.uiz Penna dirija-se a ra do prao-se unas rodas para canora.
Collei-inn ii; ,,,... se n... es-ja allar. i Frecisa-se de um homein'para fritord'um
= Jos Alvrs da Silva rctira-se para a Euro-[sitio derto dapraca, e que este entendade
pa a naiar de sen negocio. iplantafes de espiiheiros, e hortas, e traballie
mi sitio perto desta piara bracal, preferindo portuguez : quem estiver
ia p. mu -
da Roda n. 42.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra estreita do Rozario n. 21, proprio para car- ouro, mesmo em pequeas porces ; na ra No-
torio ou lioniem solteiro : a tratar no 2. andar va n. 56.
do mesmo. Aluga-sc o primeiro andar da casa da ra
LOTERA DAS MEMORIAS HISTRICAS.
Premio runde 8:000/r*.2." >nmto 4:000,1 rs.
As rodas desla lotera corrcni impreterivel-
mente lio dia 18 de junbo prximo futuro, como
S. Ex. O Sr. viee-pn'.sitenle detei niinoii em olli-
cio tic 2(i de abril lindo. Os I > i Ilutes veudeui-sc :
no Iteeife, lojas de cambio dos Srs. \ ieira, e.Ma-
noel Gomes ; e em Santo Antonio, boticas do Sr.
1 hagas, ra do Livramento, e do Sr. Morcira
Marques, ra do Cabug O thesoureiro.
Avisa-sc a quem se achar encarregado da
procuradoria tas casas da Sra. viuva do tinado
nenio Jos ta Costa, tpie a pessoa, tpie aliancoii
nina casa da dila viuva sita no beco du Veras ao
Sr. iiernardino Algeiniro Soares, em tempo da
procuradoria do tinado nenio Jos Alves, nao se
responsabilisa mais, desta data em (liante, por
falta alguma do dito allianeado, para o que roga
a esse encarregado baja quantoantcsapresentar-
Ihe a eonta to que o dilo ueruartlino estiver a de-
ver para ser logo paga.aeoinpanhada atlita eonta
da carta de llanca, pode dirigir-sc ra Velha
n.63; o que se Ihe avisa para que nao se cha-
me a ignorancia ein tempo alguin.
*- I m moleque, sahindo da ra Nova de Olin-
da, c descendo pelo oitoda Misericordia, at ao
sobrado do poni, perdeo una scdula de des
mil ris, do padro branco, que (adentro de um
saquinho tic chita, com um bilhele assignatlu
pelo dono, que a maudava trocar ; a pessoa que
aachou, querendo restituir, pode dirigr-se a
mesma ra, sobrado da esquina, que volta para
o lleeolhiment, que ser gratificado.
Jtoga-se encarecidamente a quem tirn por
engao una caria do crrelo, viuda do Porto
fiara Joaquim Francisco Cruz, queira ter a bon-
dade de mandar entregar na ra do Camaru
n 7, OU annunciar sua morada para ser procu-
rado, que se Ihe litar agradecido.
Arrenda-se urna fabrica de otaria, no cen-
tro desta cidatle, com ptimo porto de embar-
que, e un assobradado, que tem nmilo cnmuio-
do para inoradla, tendo todas as proporges pa-
ra se fundar un estabelecimento de qualquer
uatureza, como padaria, marcineria, ou anua-
sem para guardar ludo, pela iaeilidade de seu
transporte, essa fabrica tem sabida para a ra da
Florentina, onde tem um annazein, que eon-
junctamente sea'ugu: traia-se uuiu da Flo-
rentina, casa u. l(
A loja dos Srs. Cazaban) & C", na ra Ko-
va ii. 12, acaba de reeeber um grande sortinieii-
lo de toncas muito ricas para senhoras e meni-
nas, pescocinbos, gollas, camisiuhas, puulios e
manyas de vestido, ludo de cambraia bordado,
e do ultimo yosto ; llores de todas as qualida-
des, com folliasdomadas c plateadas, e sem el-
las, muito proprias para partidas ; capotes para
senhora, chales, lencos, mantas de seda ; cha-
peos de palba de arroz, da Italia c de seda ; ri-
scos cortes de chal para vestidos ; superiores
perfumarlas, calzas de rap com msica, e ou-
tras militas fazendas e galanteras de todas as
qualidades e por prec-" muito em conta.
-- Os passageiros do brigue Triumpho Americano,
viudos ltimamente da ilba de S. Miguel e que
ainda eslo a dever suas passagens, hajo de
as ir satisfazer quanto antes no Recife
ra da Cruz n. 2.'l, e do contrario seao as obri-
gacrs reinetldas para dila illiu, a lim de se fa-
zer o recebhnehto dos fiadores.
No Recife, ra da Cruz u. 2.'}, escripiorio de
Jos Antonio Gomes Jnior, continua-se a ven-
der por precocoinmodo, saccas com alqueire
donnoUii ''""i"1""' -------! muito lina e
Preoiza-se de
(ue seja pequeo; quem o tiver, dirija-se a ra nestas circuinslancas drija-seao largo do
Carino casa n. 1.
= Da-se dinheiro a premio com penhores de
de superior farinha de mandioca
al va feita na Muriheca.
Precisa-sede um inoro, que tenha pouco
mais ou menos 16 anuos, para ir ser caixeiro de
una casa de negocio na villa de ifrejoda Madre
de Dos; quem se achar nesta circunstancia .
entenda-se na ra larga do Rozario em casa
de Joao Manoel Rodrigues Yalenca.
Os herdeiros do engenho Apipucos fazem
publico, que a casa edificada em trra do dito
eugeoho pertenecnte aos herdeiros do finado
Lima de quem he testamenteiro Antonio Jos
Itibeiro nao he for eir e sim rendeiro o terreno
onde ella se acha edificada, por isso que tem de
ser arrematada em hasta publica, e para que
quem a pretender lique naintelligcncia, fazem o
presente annuncio.
= luidos osdias da !ei se ha de arremataruma
boa casa lenca na ra do Ainorim n. 58, a porta
do Dr. juiz do civel da 2.a vara na ra Nova;
quem a pretender coinpareca.

l


.rj_ iamnmmM ? *- vn
Ti
Audr \ ui/.i past. lero Frailero, avisa no
rrspeitavel publico, qieeachana mesmarua
da alieno da oa-visi i ii. Manocl Ferretea dos Santo*, aonde contina
laxrr todas as qualidades de boliuhos do costu-
inei e tainbeui pao e biscouto tanto doce, oo-
ino aguado, bollaxa e boliaxluha coin familias
superiores sim oa fregueses da casa que qulxerein faicr
os s:iis assados ser bein servidos.
M. f. M mson, cirurgio dentista, participa
no respeicivel publico, que mudou sua residen-
cia para a ra Rovo n. 2, no segundo andar por
cima da loja los Sis. Didier Coloinbczfit C*,
Precisa-se de alugar dous moloques: na
rao do Codorniz :i. i.
LOTERA !)E .n. S. DO LIVRAMENTO.
A mesa regedora desla Irmaodado tem
determinado aJHM' coiTW as r idas tiesta lotera
nodia 13 do corrente infallivelinonte fiquem,
ou nao bilhetes por vender; o restante dos di-
ditos acha-se a venda nos lugares do costume.
I)-se a premio 1:500 i rs. no da quin-
ta felra 9 do crrante no trapichado Cumpa-
nhin.
Francisco Ai vea da Cunba embarca para o
Hio de Janeiro sua cscrava Luzia, de naeit> Na-
to u.
Precisa-se alujar um escruvo pora o ser-
vico de casa ; no Trapiche novo n. 10.
Precisa-se alujar urna preta cscrava, que
oteada do cosinha, e soja de todo o servico ; na
ruado Queimado, primeiro andar, com en-
trada pela parte do Collegio.
Pede-tea Senhora I). Francisca do Assis ,
que no praso de 4 das ooncltia o negocio da
casa daSdirtade n. 22 ; visto que so tem pro-
curado a dita SOnhora a 18 dias e nao so acha
cu casa.
Qualqoer rapariga qu; aaiba engom-
mar e cosmhar, querendo ser criada de um
horneen soltui.o, dirtja-ae a Fra-de-portas.
venda n. 88.
Qtiom precisar do roupa lavada, e engom*
mada com toda a perfeieao dirija-sc a ra da
.Senralla-vcllia sobrado de um andar n. 1.
(juem tiver as principaes ras da Roa-
vista urna casa com bastantes commodos, e bom
quintal com arvoredos de fruto, que o seu alu-
guel nao exceda de i6ji rs. inensaes annuncie.
Pcrdeo-se desde a sociedade Pbilo-Tbalia
ato a ruado Raogel um brinco de ouro pe-
queo com cinco diamantes ; quein o adiar ,
o qui/cr restituir, diiija-sc a ra do Queima-
do loja de Cuilhcrme Selte que ser recom-
pensado.
Pncisa-sc de um bom otTicial de latoeiro ;
na ra Nova n. 27.
Aluga-se urna casa terrea na esquina da
ra da Conceicao da Roa-vista n. 47 ; na ra
do Cabug, loja junto da do Bandeira.
Correm-se follios, e tirao-se passaportes
para dentro e fra do imperio por prego mais
em conta, do que ein outra qualqucr parte ; na
ra dos Copiares n. CD.
Precisa-se de dous contos de reis a juros
de um porcento ao inez pagando-sc os juros
todos os ine/.''s ou inesrno dcscontando-se la-
go na quantia por lempo de um anno com
seguranca em um sobrado de dous andares, den-
tro do Recite ; quein quizerdar annuncie.
O abaixo assignado declara ao Snr. Luiz
Caetano queso sua merco quer comprar a
venda da ra de Hurtas n. 15 que Ih'a vende;
e por isso escusa de andar promettendo 600,000
rs ao proprietario para este Ihe mandar por
os cacos na ra pois que este procedimento,
de certo nao o honra multo o tnostra ter-llie
pouco custado ganhar o seu dinheiro. licr-
nardino 'ranciscu d'Azevedo Campos.
Rrga-sc a quein for olTerecida urna ba-
ca de rame, que foi furlada na noole de
25 do passado do quintal do sobrado da ra de
llortas ouo volta para S. Pedro n 1S. rio an.
nunciar ou dirigir-so ao mesmo sobrado, que
ser gratificado.
Piecisa-se de urna parda, ou crioula, pa-
ra ama de urna casa de pouca familia; na ra
das Cru/es loja de pintor o vidraceiro.
Domingos Jos Soarcs mudou suj loja de
tinta para a ra das Cruzes n. 28, por baixo do
snr. doutor Villela aonde contina a tor gran-
de sortimento de tintas de todas as qualidades, e
vidros do todos os tamaitos, assim como ajus-
ta pinturas o* predios, por mais commodo pre-
co que outro qualquer, o com o meior gos-
to e pe feicao possive!.
AviM-M ao Sr. J. J. V. quo queira ir
tirar os penhoros, que tem empenhado na ra
deS. Rila, pela quantia do 60.U00 rs., e isto
no praso de odias do contrario serd vendidos
para pagamento da dita quantia e juros vencidos
Perante o snr. doutor juiz do civel da se-
gunda vara, vai a praga ho,e 8 do correte o
sobrade n 16 da ra da Senzalla-nova com
dous andares e sotao com muitos commodos ,
por execugo de Herculano Jos de Freitas, por
ser a ultima praca.
__ Johnston Palor & C. teem constantemen-
te a venda taivas de lorio batido c coado, moen-
das de forca de 4 a 6 cavallos. baixa e alta ptes-
syo tutiu ;:;r pfCCO commodo; na fu da Ma-
dre de Dos n. 5.
Precisa-se alugor urna casa terrea que
: KC2 n<> bsirr" de 8. Antonio ende- r>
pateo di) Carino e ra das lloros, ser mclhor
rujo aluguel nao (-.ceda do 8000 rs. ; quem
tiver annuncie.
__ Amaro Pereira da Cruz tem justo o con-
tratado comprar a Senhora D. Antonia Francis-
ca da Conceicao, urna morada de casas terreas
sita na ra da Solidado n. 25, bairro da R a-vis-
ta cuja casa a houve por haronea do Padre Jo-
s de Soma Serrano: a quem este trato preju-
dicar dirija-sc a Manocl Duarte Rodrigues,
na ra do Trapichen. 26, no praso de 4 dias,
depohj do que se effoituar a compra, e se jul-
gar'i desembarazada.
Compras
Compra-s um TitoLivlo enbon uso ;
quem livor annuncie.
Compra-se urna chapa de ferro para logo,
quo sirva para assentar em um fogao de refina-
cao ; na Solidado, venda n. 20, na esquina que
volta para Bilem.
Comprao-se osera vos de ambos os sexos ,
para o servico do campo pagao-so bein ; na
ua Direita n. 3, primeiro andar.
Comprad-so 18 a 20 ps de I aran geiras j
enchertadas, de embigo ou selecta ; na ra do
Sobo n. 26.
Vendas
Vende-se urna ptima canoa quo carrega
1600 lijlos por preco commodo ; a fallar na
obra do theatro publico.
Vende-se hervo doce muito nova, em
grandes e pequeas porefles por preco muito
commodo ; na ra do Rangel n. 81.
Vendem-se telhas a 20# rs. o milheiro ,
lijlos de ladrilho a 15f rs., e de tapamento a
6.f rs. ludo de bom barro, e bein cosido ; no
Coelho olaria n. 23.
Vende-se oleado pintado para capas de
mesas, dito proto fino, toalhas de dito pintadas,
couro de lustro para sapatos marroquins de
todas as cores, sapatos do marroquim,! ditos de
lustro prelos e do cores borzeguins paro ho-
mem sapatos de marroquim e couro de lus-
tro para meninos o meninas, ditos de setim para
senhora ; sellins finos e mais ordinarios, ca-
bezadas rolicas, ditas de couro de lustro branco
e branco e proto bridas de todas as qualida-
dos bandas ricas e ordinarias para otliciaes ,
ditas de la para sargento talins e cananas ,
correamos, barretinas para officiaes e soldados,
barretes de oleado chicotes inglezes para ca-
vallo o carro, por proco commodo; na ra No-
va n. 5 casa de Silva & Braga.
Vendem-se 20 vaccas de lcite ; em Olin-
da no Rio-tapado sitio do fallecido Cosme
(uedes.
Vende-se um negro moco, bom canoeiro ,
com a competente canoa; a tratar com Jos Joa-
quim de Alir.oida Guedes, morador no pateo do
Carino em (Jlinda casa grande derunto do
mesmo convento.
Vende-se urna canoa de condu/ir agua ,
com muito pouco uso e muito bem construi-
da que carrega do 20 a 22 patacas de agua a
20 rs. o baldo ; na ra Direita padaria n. 40.
Vendem-se os seguintes livros cm bom
uso c por pro?o commodo; Corina, ou a Ita-
lia 2 v. ; os dous Casimiros, ou 20 anuos de
caplivoiro 4 v. ; Augusto e Gabriella ou os
ef'eilos do orgulho, 1 v. ; Izabol, ou os dester-
rados da Seberia, 1 v. ; Guilherme Tell, ou a
Suissa libertada, 1 v. ; colleccao dos escriptos
mais interessantes de Benjamn Franklim, cm
moral, economa, e poltica, galera pittoresca
da historia portuguoza ou victorias, conquis-
tas, facanhas, e lactos memoraveis da historia
de Portugal, e do Brasil, obra destinada a ins-
trueco da mocidade Porlugueza e Brasilera ,
hornada de 35 eslampas 1 v. ; D. Ignez de
Castro, novilla pola condeca de Genlis, hornada
com estampas; historiado Simio de Nanlua,
ou o mercador do feiras 2 v. ; novellas esco-
Ihidas 3 v. e outras novellas ; na ra do
(Jueimado n. 6; na mesmu compra-so um dic-
cionario latino o portuguez e urna orthogra-
phia de Madureira.
Vendem-se ooulotde armacao de grao, de
superior qualidade, La-Roy, purgante e vo-
mitorio, relio pelo mclhor autor desla provincia,
caivetes de urna e duas lolhas muito finos,
Ihesouras iogtotM para costura estojos do na-
valhas de cabo de marfim e osso franja de re-
troz do cores, facas e garfos do cabo de marfim,
e de balanco, dilas de cabo de osso polido, sus-
pensorios muito finos, de burracha, cartas fran-
cozas finas e ordinarias, ditas poituguezas, es-
tovas de lato, agua de Colonia e outras mui-
tos mendosas baratas; na ra larga do Kozario,
loja de meudesas n. 35.
Vcnde-sc urna mulata de 14 annos, pari-
da,ha pouco,o com bom lcite; na ra Nova o. 18
Vendem-se bichas do Hainburgo muito
boas tanto grandes, como pequeas ; tamben)
se alugao, e vau-seapplicar; c Ihesouras gran-
des de Guimares ptimas para alfaiates e
chapeleiros ; na ra Direita loja de barbeiro
n. 123.
Vende-so urna junta de bois mancos, o
urna vacca em boas carnes ou trocao-se por 2
quartos ; tambem aluga-so, ou vende-se urna
canda que pega 700 a 800 lijlos ; no sitio quo
tica por dotraz do sobrado do fallecido Montei-
r), sobrado amarello.
Vende-se urna cscrava crioula para fra
da provincia, engomma, coso, cosinha e lava ;
um oscravo bom para sitio, ou engenho ; na
praia do FagUOdes serrara n. 23.
Vendem-se couros de cabra, esaccascom
cora do carnauba ludo por proco commodo ;
na ra da Cruz n. 51.
Vendem-so 43 travs com 46 palmos o
do boas grossuras cm proporcao sendo de
sapocaia, po-d'arco, e emboriba-preta ; na
ra do Queimado loja n. 44.
Vende-se muito boa farinha de mandioca
da torra a 12 patacas o alqueiro da medida ve-
Iha ; na ra da Prala no ultimo armasen ao
p do esta lero de Joao Thomaz.
Vende-se superior salitre refinado, em
barricas o as libras, o mclhor quo tem appa-
recido nesta praca ; na ra das Larangeiras ,
sobrado n. 5, de Claudio Dubeux.
Vendem-so ricos cortos de vestidos de se-
da escoceza ricas luvas de pellica, compridas
com guarnieses ditas curtas ditas de cores
pespuntadas para homom ricas bengalas de
cana, chapeos de castor broncos e prctos in-
glezes a 5# e 6# rs. ditos pretos francezes, sa-
patos do cordavao para senhora a 6i0 rs. e
outras mudas fasendas por prego commodo ;
na ra Nova n. 6, loja de Jos Francisco Ma-
medu de Almeida.
Vende-se um moleque do gento do An-
gola, de bonita figura, e de 14 annos ; na ra
estreitado Rosario n. 34, primeiro andar.
Vende-se urna escrava crioula de 22 an-
nos bem parecida com um mulatinho mui-
to lindo, j principiando a andar, a escrava en-
gomma liso, cosinha, e he lavadeira ; na ra do
Livramento n. 33.
Vendem-so saceos com farinha de mandio-
ca por prego commodo; na ruada Cadeia-ve-
Iha n. 35.
Vende-se a dinheiro, cu a praso urna ven-
da com bom peucos fundos sita na ra Im-
perial n. 85 ; a tratar na ra do Crespo n. 10.
Vende-se um cavallo bastante pequeo ,
proprio para montara de menino muito no-
vo e com bous andares; e um quarlo bom
de carga e para sola por ser estradeiao ; na
Boa-viste junto ao armasem de sal n 2.
Vende-se um sitio na estrada de Bellem ,
com excedente casa do campo, cacimba com boa
agua terreno para plantar, e outras coinmo-
didades: na ra do Queimado n. 37, primeiro
andar.
Vende-so urna canoa de um s pao de
lote de 6 c'aixas propria para o commorcio de
lonlia e cal, por prego commodo, o tambem se
aluga preferindo-sc a Venda ; na loja de Ma-
nocl Jos Gongalves Braga, junto ao arco de S.
Antonio, n. 2.
Vende-se urna porgao de caibrns de boa
qualidade, por prego muito commodo ; na ra
Augusta a tratar com Luiz Jos Marques.
Vendem-se abanos em feiches dejmilheiros.
e em pequeas porgos por prego commodo ;
na ra do Rangel. venda n. 11.
Vendem-so sementcs de hortaco de to-
das as qualidade* sestos para meninos apren-
dercm a andar telhas de vidro das melhores
que teem vlndo, e outras muitas qualidades
de vidros, tudo por prego commodo; na ra
da Cruz n. 48.
Vende-se cevada nova a 80 rs. cevadi-
nhaa 280rs., o verdadeiro sabo branco hes-
panhol a 20 rs. a libra, proprio para afumen-
tages e lirar noduas,;queijos novos o 800 rs. ,
batatas chegadas ltimamente a 80 rs.; na ven-
da da esquina da ra do Arago que volta pa-
ra S. Cruz n. 43.
Vende-so por muito commodo prego urna
boa escrava ; ao comprador se dir o motivo ,
por que se vende ; na ra do Rangel n. 36, se-
gundo andar.
Na ra da Cruz n. 23, escriptorlo de Jos
Antonio (ionios Jnior, continao-se a vender
saccascom al tueire de farinha ue mandioca,
muito fina e alva fcita na Muribeca.
Acha-se a venda de novamento um com-
pleto sortimento de taboas do pinho da Suecia
da mclhor qualidade que neste mercado lem
parecido sendo pinho branco, .err.il. o
de Flandrcs, de 10 a 30 palmos de comprido, e
de 9 a 14 pollcgadas de largo serrado por va-
por c sem nos proprio para um lindo forro,
ou assoalho ; assim como do regular, quo cos-
tuma semprea vir ; dito da Suecia costado
costadinho, assoalho, e forro para fundos de
barricas, assim como americano at 3 palmos
de largo o 30 de comprido ; vergonteas do pi-
nho para ma.-trns do lanchas e botes tudo por
prego commodo a vista da porgao, e nao son-
do dos compradores, que dem incommodo a
cobranga ; atraz do theatro armasem de Joa-
qun) Lopes de Almeida, caixero do Sr. Joo
Matheus.
Ycndein-se ricos ostojos do navalhas linas,
com cabo de madicpeloia, e do niarliin, e.xpr-
limentado polos principaes barbeiros dosta pro-
vincia, oculos de armacao de metal e de ago do
inuio boa graduacao aemcxoeco do dados, b-
cos brancus largos proprios para roquetes do
padre e ditos do dill'erontos larguras tanto
blancos, como pretos do linho ditos pelos de
seda, luvas do pellica para senhora, a 320 ris,
para lioniem lOO o par. ditas do soda poetas
sem dedos Un dobredo tl'20, ditas com palmas
180, o seni pahua 240, ditas to dili'oientos cores
a 200, ditos de linho da Escocia para montana,
incias de seda de coros, o (retas para senhora,
(lilis para padres, poscocinhos pretos, e bron-
cos a 120, i>enics domados, e ditos do tartarugas
para mrcala,ricas thozotiras douradas.e brancas
para costura de senhora, ditas para nanas, gar-
trantilhas de vldro, o rio Htagran, papel ::!;;,..;-
so a 2000, dito de peso a 9800, leqnes de seda ,
e de papel, rap do Gasse a 1020, dito do Meu-
I rao, dito reto do Rtede Janeiro a liim. brincos
de diuerentes padroes, doeados a UM), lindas
bolo eliii.is doni ul.is de dille rentes p adro s pa-
ra cas.icas,dilas do Pedro2." ditos de niara a.'52(1,
de Sotiiu 480, de veludo. botos de soda para en-
feites de vestidos do senhoras, o para o coletos,
esporas do lato para salto do botius, pomada
francoza, macassar, oleo, e pilulas. agn, de Co-
lonia rainfia das lllores, sabonotes de amen-
dna',' pos para delitos, de rosa', cscovas para
delitos, ditas para cabello, e ditas para facto
muito finas, compasaos, e tlralinhas: em fim
S1S c senhoras mu completo sortimento ao
inoliior gosto na loja de moudozas na ra do
Cabug n. 1. C "
r^ Vende-so um carnoiro, dos memores quo
teem apparecido nesta cidado, o muito gordo, e
mango, proprio para oarregar meninos, na tra-
vessa das Cruzes, n. 8.
Vendem-so broseguins gaspoados a UiOOO,
ditos do coros a (5000, ditos do ponto, pelos a
MIOO. o de coro a 3000, o 4500, ditos de senhora
i 3200 o 3500, sapatos ingleV.es a 3200, ditos fran-
cezes a 2000, ."{500 o 4000, ditos para menino a
2500 botlns france7.es a 6400, unios di tos a 4500,
sapatos de cordavfi 1000, 1280, ditos de lustro pa-
ra boinei a 3000, o para menina a 1120, e 1440,
dito de marroquim, o Lisboa para hoinein, o se-
nhora a (540, nina porgao do tamancos por bara-
to proco. Na praca da Independencia, n. 28.
Vendein- se cortos do cossa chita larga a 2000,
dita em covados, a 200, corles de dita branca
muito fina, com flor de cor, a 3800, dita em co-
vados, a 380, brotanha de rolo cm pegas de 10
varas, a 1800, a vara 180; mantas de linho
-randos, a 4000, chales do merino, a 3)00, cha-
peos blancos, sem pollo, de superior qualidade,
a 3000, dilos de castor brancos, da mclhor qua-
lidade, a 5000, ditos pretos IVaneozos a 5000, di-
tos a 800, ditos pardos, a 1280 ; lustoes acol-
lados a (500, chitas oscuras para coberta, a 160,
ditas para vestido a 1(30, o tinas a 200, gangas
Iraiieezas a 100, e outras umitas fazendas por
barato preco: na ra do Crespo, n. 14. loja
de Jos Francisco Dias.
Escravos fgidos.
Fugio no dia 4 do corrente do lugar de en-
tre o Monteiro e Casa-forto, um proto de nnine-
Joaqun), alto, secco, do corpo bem parecido
do roslo, falla mu bem, de nagao Cabunda, usa
de funda por ser quebrado ; levou camisa e ce-
roulas de estopa c chapeo do palha com fita de
bata encarnada ; quem o pegar, leve ao trapi-
cho da Companhia; que ser recompensado.
Fugo de bordo do patacho Aurora o os-
cravo Antonio baixo, reorgado, com a orelha
esquerda cortada na parte inferior, bastante la-
dino levou camisa, e caigas azues ; quem o
pegar, leve ao mesmo patacho ou a ra da
Cru* casa n. 45, a NascimentoSchaeffer V C,
que ser gratificado.
Fugio no dia 4 do corrente da casa de
Lourengo da Costa Loureiro um mulatinho de
nome Renedicto levou camisa de chita, caigas
brancas, chapeo do massa edito de sol do
panninho azul; quem o pegar, leve a Solidado
n. 42 ou na ra da Cadeia por cima da loja
doSr. Cardoso Aires, quesera gratificado.
No dia 4 do corrente fugio um escravo
crioulo de nomo Lauriano, representa 22 an-
nos altura regular, alguma colisa descorado ,
tem as juntas dos ps um tanto grossas, proce-
dido de bobas que tove he alguma cousa acha-
cado dos ps, levou camisa de chila azul, e
caigas do algodao trangado branco ; quem o pe-
gar, levo ao Po-d'alho no engenho S. Ber-
nardo, quo ser gratificado.
Halo dias, que fugio um escravo de
nomo Marlinho, feio, olhos papudos.de 23 an-
nos, fulo, de nago Angola, mas bastante ladino,
com cicatrizes novas as nadegas ten o dedo
grande do p esquerdo muilissimo torio para
dentro; suppoe-so que se ter evadido para fa-
lca da pnira ou trabalhando en- alguma par-.
i te ; quem o pegar, le.vo a ra do Rangel n. 36,
I segundo andar, quesera recompensado.
No dia 15 do fevereiro do corrente anno ,
! fugio o prelo Vicente, crioulo, natural do Por-
lo-dos-Touros, provincia do Rio Grande do Nor-
! le representa 25 annos, alto, secco, com lodos
1 os denles na frente, e limados, olhos vormolhos,
e um tanto carrancudo, que parece ser (alto do
vista, tem urna costura de queimadura no pes-
cogo do lado esquerdo, bem fallante, e de boa
pronuncia ; levou chapeo do pello com 4 molas
de arome, camisa de madapoln caigas r!eal*
godo tinto e mais roupa ; consta andar na
cidadedo Rio Grande do Norte ; quemo pegar,
levo a seu snr. Domingos da Silva Campos na
ra das Cruzes n. 40, que ser generosamente
recompensado.
l)-se 50^ rs. de gratificago a quem pe-
gar o lovar a ra da Florentina n. 14 o proto
Jos Pnchete de naco Mogambique do 20
aunos altura mais quo regular seco do cor-
po com dous denles de menos na frente da
parte superior, roslo redondo, bastante retinto ,
quando fulla gagueja alguma cousa tem de
cosluine ter sempro lumo na bocea levou ca-
misa do riscado azul, e caigas de panno proto
ja veltias este prelo lio empalhador do obras
do marcinaria e fugio a vintce quatro de de-
zembro do anno passado.
I)-se50# rs. a quem pegar o moleque
Felis, crioulo.de 11 anuos lugido no dia 28
de fevereiro. de cor fula, cabeca alguma cousa
randa, mullo farcola nao tem deleito algum,
bem leito de corpo e rosto e he muito esper-
ta ; lovou camisa do lusto amarello j desbo-
tada e caigas brancas suiasdo graxa do sapa-
teiro desconfia-so que estoja lurtado; quem
o pegar, leve a ra da Cadcia-velha ao seu sur.
Antonio Annos Jacoine, quo roceber a dita
gialilieagao.
Rbcifb na Ttp. ok M. F. db Fahia 18H


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