Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00100


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Full Text
Auno de 1844.
Ter$a i'cra 7
O Imiuopubliea-se lodosos din que n.'io forera sanllica.l.is : o pisco cia ..ssipnatuin
*e ib t's mil rs. por qunrl.1 pagos adiaatados. Os sn nuncios dos assignnies sao im-cridns
gr.tis, '}"' Ia' <>>" toiem ri raiao de 80 res por linha. As re, lainacoea dere ser diri-
gidas i >" MP > ""> d Cruzes n. >4 ou a praga da Independencia I. ji de livrosn C e 8
PARTIDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
6M1K1U, e r,hJ* resumas* sextas fs iras.Rio Grande do Norte, chepa a S e2- e par-
le JO*41-Ubo, Serinl.aem llioFormoso Macev, Porto Cairo, e Alaseis, r.o i. <=
i I e '.'1 dcadam,-i Garsnliuns e Bonito a f e 24 d cada m soa"vista e Flor-
as a 13a 28 dilo.Cidala da Viotoria. quintas feira,. Oliuda todas os diss
das da skmana.
6 Seg s. J'i.to Damasceno. Aud. do J. de I), da .'. t,
7 Jsr.a i Estanislao. Re, aud. do ds 11 da ;!. t
n linaria Apparic.io di -. Miguel, And. do .1 de D da 3 v.
) Quinta s.Grcgoriu Nii/i.iirtno. And do J de da '.'. t
iO'hextss Antonino. And do ,1 de D i'a 2. v.
11 Sal) s. Anastacio. Bel. attd. do J.deD.da .y.
jj llom_ s. Joann prtnreza
a Wliriiwai .jiaj..,. .,.-.------. ipqij||i,i|n liaBHilli UsaJallWaaTlMUaYHBSSSi
DIARIO
de Hait.
Atino XX. S. Ofi
_aJanaaaa X B m nsWsHsaaaWBBaasHBi niTTarewi
Todo agora dependa da r...s mesmos;
i f 4aMiaa^sasMsaalliVJ^^sM*a^a. X-,aJlS^Sliaas^ssaj>aaawi .alJ>"i i ... u. ..------------
fx/Th y Todo agora depende .Ir nos mesmos; da nosss prndeicia, a-odOTago- a energa; e,...
-.....os ..,- ...... ,< i, apoma -los fm slmiraqao entra M."aSMa ma,a
' CalUIOS BO DU C OB HUO, ooaipra *"
itf/1 Cambio..obre Londres 25. 0r, 6,00 V. 7,W 1?.<>
1 < V' P.ris S7 rei. por franco s t. i.* \"s
V Lirf)o.lporlOddeprnt......t j 4.00 9,600 l
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>-vr,V/ frj > .. i i. e .........._..-. i. II .........L...FHPI -'.(10 "
tfocdadc rehr' por ene .. a naf
Ideni de letras Je linas firu-as 1 a n (|
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mares ,00 -' ''"
Diloa eiioano. I .'Jf'U 'i3'"
PHASKS l>\ LA NO MI'./. DE vltl.ll..
I.ua cheia a aos >> mu da tarda iLuanoe. a 47 as6boraa.33 asa da man!:*'
Minguante a '.I as ti hora c ? mu da innli ( Cresceote I 20 aa 0 b,.8 m. ^s tsrde.
Prcamar de hoje,
l'rimera as S horas c SU Dlia. .! udJi.\. |S*gl>da as Vhoras a 5t minutos da larde.
, Jlmhmm,m1^rs^-rF.-T-:-K!>--rirarmmimmmMM^ii^mir^r^ .tZ-:rs:'.l*tms iu-mKrawmL-mmFa.K-j..vzm: UE&BBBaV
B!
ASSEMBLA PROVINCIAL.
aKSSAO 1110 25 ABitIL HE 1844.
Presidencia do Sr. Paula Lactrda.
Fcita a chamada achanclo-sr prpsentei 29
Sis. de pinados o Sr. Vicr-pivsidente declaroa
abena a sessao e lida a acta da antrcrdCAte
siiscitoit-so unta breve dlscussao sobro a sua re-
dacfo, c a linal he appiovada coni a seguate
Hienda do Sr Paula Oavancaoti :
^ = Emendf-ftP a acta, declarando a hora eni
" O Sr. Taques : observa ter licado adiado o
parecer (\,\ cotnuirasno los negocios ecclesiasti-
i os ;i ein i do seiiiinario de Oliuda, at <|iie ap-
]i.uecesse na casa os amigos estatutos, e a carta
regia de I7'.) este rcspet'lo, e tendo o orador
esses estatutos e carta regia, nvia-os nicsa pa-
ra seren vistos pilos Sr.s. (Icpntados, e poder
entrar era dlscussao o rel'crido parecer.
0 Sr. Francisco Joo : fun'aanientoii e man-
dn ; mesa o reqiierlmebtd seguinte :
--- Roque i ro a urgencia dn dh>cussao adiada do
parecer da eoininissao dos negocios ecclesiasti-
cos ,i cerca do seiiiinario de Oliuda, visto existir
sobre a mesa o documento, que satisfaz a razo
do adiamento.s=
Poi apoiado, c depois de algiinia discussao 'oi
rejeitado.
1 ni lida a redaccao da lei do orcaincnto pro-
vincial para o auno liiianceiro de 1844 18-15 ; c
entrando ein discussao,licou adiada, por pedir a
palavra o Sr. Taques.
Foi lido e approvado o scguinle icqueriincnto
do Sr. Taques:
= Reqneiro a urgencia dadiscussao do pro-
jecto de li i da desapropriaciio, sobro todos os
Ulltros o!)jecln)S,=
ORDEM UO DA.
Coiiliiiiiou a terecira discussao do referidopro-
jecto, coni as emendas recebidas na sessao ante-
tedeute.
O Sr. i'iijueiredo : Sr. pros., en liontcni disso
ua casa, que nao eslava habilitado para entrar
eiu discussao cerca da materia da desapropria-
ciio ; porque, acumulado de trabadlos, nao era
possivel, que me coubesse tempo sufficlento pa-
ra i'in lins de sessao poder examinar nina ques- Iradas
to siitnni.'itiieiilc iinportante, tanto niais que
nao stippuz, que o projelo enrasso (;io depros-
'i ein terecira discussao. Sendo cu, Sr. pros., o
primeiru a confessar a importancia da materia,
de que ora nos occupam.os, devo ser taiubcm o
priuieiro confessar a necessidade, que temos
de consultar os usos e a legtslaco dos palzesci-
.lis.nios sobre a materia dadesapropriac&Oi e
mesino de compararinos essos leis com o que se
tcl)a estatuido actualmente entre neis ; porque
somonte assini podemos dar nina lei, quo nos
honre, e nSoquenoseiiverganhc, e nSouue nos
prejudique. Sabemos, Sr. pres., que ascircums-
iii. i.is pecuiiatc! tio iiOSdO pa:.:, qUC 33 ROSSas
inslituicoes polticas nao so" aclnio cu perfeita
nlenlidade com as dos outros paizos, o portauto
devenios de alginna iiianoira concluir, q.c os
exetnplos da Franca oiu inultos casos nao sao ap-
plicaveisao nossoptu ; convemque sejoatteti-
didos, mas seinprc sob a inspecco do bom cri-
terio, i'.u pois, Sr. pros., procurarei responder
aos argunientoS) que o nobre autor do projecto
hontem apresentou em cotitraposicSo tos meus,
feudo sobre tudo ein vistas UOSSO estado presen-
te de oousas, setn me deixar milito prender pe-
los exetnplos allieios.
Dtzendo cu, Sr. pros., que o projecto me pa-
r cia incompleto, porque licite soiueiitc se tra-
t iva da desapropriaciio por titilidado publica
nos casos ordinal ios, nada se duendo i respeito
dos casos extraordinarios^ repondco-me o no-
bre autor do projecto, que a lei geral he quein
dovia detei nujia-os. Mas eu nao sei em quo se
funda o nobre deputado para rtsim pensar.
Creio, Srs., que a necessidade de desapropriar
p.ide ser ordinaria ou extraordinaria : no pri-
lliciro caso se dove observar todas as formulas
garantidoras da proprlodade, c no segundo caso
alguutOS dolas, o inesino todas, podciu ser dis-
jicnsadas : he pois uecessario, que a lei de dvsa-
propriacao distinga essas hypotheses, que fixc
de quo se coinnieltco as asseinblas jnovinciaes
o pudor de estatuir sobro a desapropriacao, ;i el-
las iniliibitavclnionle compete regular a desa-
propriacao, tanto em circuinstancias ordinarias,
como extraordinarias: porque, do contrario,
osse poder seria impcrlciiissinio: o nina vez que
i assenibla provincial tenha legislado sobro a
desapropriaciio, nao devenios mals seguir senao
a lei provincial, o nao a geral. Portanto eu con-
sidero ncsla liarle mili manco o projecto, quo;o
discuto. Conheceiido o n. d., quo cu louho ra-
zfio.duia anda, que eu dcvja morcar esses casos
extraordinarios de desapropriacao por nina
emenda. Mas son franco, Sis., eu j.i disso, que
nao estava habilitado para a presentar emendas
ln'iii pensadas, sein que so me pcrinittisse lem-
po suiliciente : nao quero niosino com emendas
do projecto, que nao se conceda a parte inlc-
ressada o dircito i!> requerer todas as diligen-
cias necessarias para examinar a iitilidade das
obras publicas ; o a osle respeito disse <> nobre
autor (I. projecto, que pelo artigo, a parle li-
nlia este dircito. Mas creio, que elle est com-
pletamente engaado ; d'onde deduz o n. d. es-
te diroito ? Ku lerei 'li O proeedimcnlo aqui
das diligencias refere-se 10 presidente da pro-
vincia, e naba titile iulei-essada. Todavia, seo
n. d. en te ni le o contrario, entao nao lera duvida
em acceitar urna emenda ueste sentido e o
Ibr requeldo pelas parles interessadas.
O Sr. Nabuco: Nao...
O Sr. Figueiredo : l'.nto, como di/., que o
artigo conten a idia Mas, Sis., tanto o n. d.
nao entsete, que a ideia de roquerer a parle as
de peina transtornar una lei do systema : qni- diligencias, de que fallo, nao se conten no arn-
era porm quo votasscnios polo adlamento para
niolho'iuontc rstudarmos a materia.
Impugnando eu, Sr. pres., a ideia consagrada
no projecto cerca do aviso aos intoressados por
nielo de editaos, avancei a proposiefio de que
esse uni era InerBcaz, fazendo ver que as nos-
sas i k tinistancias nao orio as mesillas que as
dos paizos da Europa, enjos cxenqilos l'orao in-
vocados. F. com efl'elto, Sr. nos., nao posso dei-
xar de insistir nesta ideia ; nao posso deixar do
preferir a circular aos editaos, pois que por tal
manojea terrinos evitado a citacao judicial, con- parece
tra quein tanto so lallou, e leremos evitado tam-l nhar
go, que elle disse, alto e bom som, que a parte
i n ter essada nada deve, nada lein adizer sobre a
estabilidade da obra dontrina, ipic na verdade
me parece contraria justica s conveniencias
sociaes : contraria jusiiea, porque a parte so-
mente deve ceder sua propriedade em caso de
necessidade ou utlidade publica, e portanto de-
ve ter o direito de entrar no examc dessa uiili-
dadr : o como entrar uesse cxaine. senao reque-
ren do as diligencias, quelite lizerem a beui?
Contraria s conveniencias sociaes, porque me
que nada e perder o antes so l;.i
em so discutir bem essa utiidade ou
bem'o inconveniente, que comsigo pode trazer necessidade porque por meio dadiscussao,
a simples publicaran dos editaos. O nobre autor por meio das diligencias, que ella provocar ,
do projecto disse. que as causas do desapro- podra o governo entrar inellior no inteiro co-
priacao do modo alguin so dovia admitlir o pro- ( nhecimento da vantagem ou desvantagem da
cesso judicial, porque aquesto he loda adini- obra. He assim que, na Franca, seperniitte
nislrativa : mas cu creio, que, mudado o nomo quo as parles interessadas digan a respeito ta
de cilarao ]>:u a circular, estar satisfeito o nobre utlidade da obra, alin de outros -aramias
autor do projecto. Sis., nesmo no foro he ad- mais. Verdade he, quo o p. d. para defender o
mittido o aviso dos intoressados por meio de seu projecto, nos consolou, duendo, que a
odiaos; masquando? Quando so no'sabe o assembla provincial anda podia decidir da uti-
I ugar. onde mora a parte; ou quando nao he in- lidodc quando os papis da desapropriacao Hie
aecessivcl; mas, achaiido-se os intoressados nos fossom reinettidos. Mas couvein nao illudii-
proprios terrenos, que so pretende desapro- mo-nos : a assembla provincial, como ja disse,
prlar, oaonde militas vetes nao ohoga a noticia nao lom de < onhocer do mrito, ou demerito; da
dos editaos, parece justo, que sojiio accot dados utilidad.-ou inutilidade; da necessidade, ou des-
por urna circular, que ellos leiao. Mas o nobre necessidade da obra; mas smente de saber
por una circular, q
depiitaHo, respondendo islo, tamboni brou do di/er, que as estradas nao haviaodo ser
feitas em lugares desorlos, mas em povoados.
Tristes de nos, Sis., so nao tivermos de fazer es-
publicas atravessando lugares ormos.
pianto olla deve importar polo lado da indeni-
insaeao liara marear quola c mais nada : em
tudo mais ellaolha estrilmente paraos papis
da desopropriaco que toda liea pelo projec-
to a cargo .lo presidente d.i provincia nos casos
porque entao devenios perder as esperancas da do art..... ( o orador anula faz mitras observa-
comiminicacb de uns lugares povoados para ces, que nao podemos otivtr o continua],
outros: aabcrlura dos rios, a ennstruocao de Parece-iue, Sr. presidente, que, tonlio res-
aqtieductos, etc. ele. nein S. ilipfe se i.oder.i pa- pondido as instancias do autor do projecto. A-
ticar em lugares povoados : alguns desertas se- gora passare a conimeniorar algiuis outros em-
rao nocossariameme atravessados, o sei"iOoccu-!barajos que oonjecture. quando li pela so-
bados terrenos, cilios prop otarios nao terao gunda voz O projecto. O projecto, Sr.presi-
nclles se baja ile dente, tetn iniliias lacinias, 0 quizerinos
i com a Icgislacao vigente :
terrenos, cujos
noticia da obra publica, qm
emprehender. Km Fiama, he vedado, que o camparar bem com a legisla*?) vigente : cuno-
aviso se faz por editaos ; 'mas o* < dit.us, alem de la rei algumas prcveniudo sempre ao sen nobre
seren proclamados ;i totu de tambor, sao aixa- | autoi de que a nimba opposieao n
dos em todos os municipios, em que se ocha o
terreno ou propriedade, que se desoja desapi
n:-:.i:- ff fin te Pita SSemblSj tno os reour
ni Franca sao inimcnsos, i
os ; sondo que por isso ce
plantar os usos adelos p
ue primoiraincnto os trnea- intenco de que as suas nietas sao justas c a-
:rcu.instaucias ; do contra- compauhadas de boa f deve ouvir os argu-
ro-
ursns
de cominoncacSo ein Franca saoiminensos, re-
cursos que nao temos sendo qe por isso con-
velo milito nao transplaolar os usos allioios para
o nossu paiz, sem (
inos com as nossas circu
rio teromos mu progrosso prematuro, que em Ilnenlos
linguageni vordadeira signilica'rogresso. Mas o,
n. d. aiuda lai^oii mo do seu argumento capi-j
Cliosa : pcloijue reclamo a sua altencao ao que
vou dizer....
I) Sr. Mabuco : O n. d. falla pata a (amara ,
o nao para mim.
O Sr. Figueiredo : -- Sei que fallo para a cma-
ra : mas se o n. d. apresentou o seu projecto na
que so llic oppoem a lint de conven-
cer o adversario o cbamal-o i Ulil accordo...
U Sr. Sabuco : O n. d. nao podo vir esse ac-
ua'feria dedesa-'cor, porque pensamos de dillercutc modo.
nina regia nao su para a desapropriacao ein clr-
ouiustaiuias ordinarias, como oni circumstaii-
eias extraordinarias ; que assim se pralieou na
lei -eral, pela qual nos rogemos. O nobre de-
putado reconheceo tanto a forra do meu argu-
mento, que lite foi neci ssario lanzar miro de urna
evasiva; disse, que a assembla iirovincial Uo
-., id i Mumcr.tr os casos extraordinarios da des-
apropriacao, que era isto da competencia da as-
olea gi ral. Chamo esta resposla una evasi-
va, Sr. pres., porque eiitendo, que a faculdade
leas provinci es de legislar
tal, assoverando-nos, pie em materia de desa- cor porque pensainos uc mnei cae iiio.m.
propriaciio loviamo-nos apartar las regias or- I Sr. Figueiredo : Nao se chega a un accor-
dinarias do direito co.nn.uin. Si.n, eu estol! con-! lo quando se trata do intc.csses de partido ,
forme com os principios do n. d.; mas be con si- porque cada un segu o atninho, que he con-
(lerando-os em tlies.- : em hjpothese ellos sao vm, o Ihe faz boa conla; mas quando se ar-
itnprocodontos : eu me explico. Quando a as- gilienta no inter.-sso .1 as seoncias e por amoi
scmbla provincial determinar a forma da desa-. dos principios, o accordo se verilua neeessa-
propriaco de una man, ira loda a.imtmslralu-a, i riamente; porque a verdade he nina so o cin-
.-onvoiiho em que olla possa fazer excopjes do i belleza a todos [aputadas) : excepto se o li. d. he
dircito cominillo, pode estabeloccr francamente absolutamente pirrnico, tu coiilin.i.re. por-
as "suas regias administrativamente; mas todas tonto a tollina marcha. Sr. presidente opin-
as vetes, que na desapropriacao se qtiizer iazor Jecto tein lactinas, c mu Seiisiveis ( lo o artigo
intorvir a justica e juizes do foro ooininum, CO- 19 do projecto, e prosegu;. Not b.iu aca-
mo no caso oni qneslao, nocossario he atlender niara que segundo o artigo, o procurador, lis-
ao direito coiiimum, a fim de que so nao v of- I cal dev.-sc entender priuieiraiiiente com o pro-
fondor as atlribuiydrs de oinprcgados, que o ac- prietario a vr se este quei amigavelmente co-
to addicional e sua interpretado poem fura in- der o lerrono : mas esse proprietario pdc nao
teiramciite do alcance das asscmblas proviu- estar no goso da administrado dos seus bens e
em tal caso o prociirador-liscal deve ouvir ao
tutor, e curador do proprietario se for me-
caos.
Aqui todo o meu enibaraco, Srs.; o por isso
que lee in as asse
ubi
le
lu-.ir
sobre os casos e a forma, em que d. ve
i ai tpropriai ao por utilidad.- provincial o mu-
nicipal, nao est limitada aos casos,ordinarios
someiite, .orno suppde o u. d., quando opina,
isoscxira ""'-
nados pela assembla geral, Nao, l pies., des-
quitara, que relectissciuos mais inadiirainentc
sobro o projecto. Km Franca, cujos exeuiplos se
nos cita, nao lino grande embaraco, que lenho
uotado; poiqu !.. r.uc !:.: assetauleas provio-
ciaes com as attribuicoes e reservas das nossas.
Como all a assembla geral he quein legisla so-
l e a desapropriacao, mo se d conflicto algiiiu ;
nao ha em lint oseniravrs, qU. .l>pAlCCriS3 en-
tre nos. Creio pois, que nina vez que a desapro-
priaco seja levada ao couheciinento da justica,
mi pode esta asscnilila stabeleccr un proees-
so iui generit : uiesnio ein Franca, me parece,
que logo o proces8o do desapropriacao he sub-
mettido s jitsticas, si guem-se as regras do oro
eommiiiu, sem restric. no .ilguma : tal he a ideia
, que tenho i respeito. Continuare!, Sr,
pies.
or ou irodigo ou mentecapto c por con-
seguintc se deveria accreseontar no art. as cx-
presss-s ou quein suas vezes fizer. --
O Sr. Alcanforado Islo est provenido no
art., porque ah se diz ou ondo de pessoa ,
que segundo a lei nao pode transigir
OSr. Figueiredo : (lendo o art.) Bem que un
, .. .,.,.. r-,-. .i ,.=,. ,1.. ..,..,.. nn nncs.-i Iran-
sigir taes como o tutor ou curador geral; nao
dcvoin todavia deixar do ser ouvidos pclopro-
curador-fiscal a fim de darcm o seu parecer no
interesse do menor, ni tutelado, quein a pro-
priedade pertence : nada me parece mais justo;
o o nobre autor do projecto nao deixar de con-
v.i eonimigo n'esta observaco pois que a res-
peito dos ausentes enlondeo, que devia ser ou-
Tivc de notar hontem, fallando do art. Hlj vid" o curador na qualidade de coutraitor, nao
'obstante nao poder elle transigir. A audiencia
pois do curador e tutor anida que mi possa
proilii/ira it ins.iei.ao, e atuigavel coiuposiyau
lervir pelo menos de informar o negocio p.
parte do menor ou cura telado,
(i Sr. Sabuco : -- K nao ha arbitramento t
O Sr. Figueiredo : -- Ha arbitramento i mas en
estou fallando na especie de se entender o pro-
curador-fiscal ainig.u clnicule com o proprieta-
rio : porque be depois d'essi- tracto atuigavel .
que icm lugar o arbitramento, que lein lugar a
diligencia toreada da desapropriacao. Porm
mismo fallando do arbitramento nao serla mo,
que o arbitro fsse nomeado pelo tutor ou cu-
rador conforme no caso coubesse. Ora vejamos
o art. i\ l Nao s. i se esta homologacao licar
importando o titulo de desapropriacao, pois que
uu piojeeu u.io rmimiiu .. iiiaucira !: qual
se veriilco os diversos ttulos da translacao do
dominio da propriedade desapropriada.
O Sr. Nabuco : J est sobre a mesa emenda
a esle respeito.....
U Sr. Figueiredo : Ah J vo apparecendo?
Bom: veja o nobre autor do projecto com qu.tu-
la boa lo estou arguindo__ Pois possemosao
ni.-Jli /i i. Muitobeni : uo seadmitte recurso
nlgum todas as vezes que he decretada a desa-
propriacSo, pois, oomoj lz ver, o recurso para
a assembla provincial he neiihum ; mas piau-
io ;i mim, Sr. pres., nao ha nadtinais illfrlllgen-
le do direito le propriedade : que inalvirlaao
publico de poder usar a parte do meio de em-
bargos, tilo propro para esclarecer ]ucsto da
desapropriacao Acho que n,io se deveria negar
esse desaiogo as parles: e nao sei se os juizes <.-
tarad por esta revogacao do dircito commatn ,
quando mcsiiio a lei francesa a repelle se rae
mi engao.
Agora Sr. pres., dirci algiuna eousasobreo
art. ''J do projecto; art., que me parece bcni ex-
traordinario. Por este art. se fulmina ao proprie-
tario a pena do perder todas as construedes ,
plantacOes c quaesquer beinfeitora%, que du-
rante o processo de desapropriacao se houverem
de fazer no terreno com o lui de elevar a iu-
demnisayo (fc'or.] Ora este linal do art. ofl-
rece un vago extraordinario, que sempre se re-
solver ein prejuito do triste proprietario; por-
que o governo, que naturalmente tein interesse
ein atenuar a indeinnisaco, sempre entender,
que as beinleilorias que lizor o proprietario he
com o Bin de elevar a indeinnisacao e por isso
vil-as-ha sempre a perder. Mas, Sis., como he
que un proprietario ha de deixar de beneficiar o
sen terreno, de trabalhar n'elle, de desfructal-o,
desde que se intenta o processo de desapropria-
cao al que osla soja decretada ? Isto me pa-
rece iniqio o lauto lliaisquantO pode por lim
acontecer, que mo seja decretada a dcsapro-
pri.teo. Privar o proprietario do uso da coma
tules de ser indeinnisado he antisocial......
O Sr. Sabuco : lista mu liberal....
0 Sr. Figueiredo ; Son sempre o mesino: se o
nobre deputado .ominar todat as parcelas de ini-
nha conducta ha de encontrar un resultado ho-
mogenlo. A medida he antisocial, Sr. pros.,
porque picjtuiica ao propriciaiio sein so Itlc dar
tuna compoiisaco. Observe bem esta assem-
bla. que. dcsic que a obra he decretada polo
presidente na conformidade do art. 7. do pro-
jecto, coinoca o processo de desapropriac.o, e
desde entao j o proprietario nao pude usufruir
o terreno ou propriedade : o decreto da obra
importa un sello da sania inquisicao : tuna vez
imprimido elle sobre a propriedade ella tica
interdicta para sen dono ihilnridade at que te-
ja-lite tirada a posso. Ora devendo docorrer al-
guin lempo entre o decreto da obra e o man-
dado de cinismo de que trata o art., he claro ,
que sr do lucros cessantes, quero dizer, o pro-
prietario doixa de lucrar o que poderla lucrar,
se continuaste a trabalhar livrentcnte : mas ei -
tretauto nao se Ihe otlcrece nenhuma indeini -
sarao. Paroce-m pois mais justo, que se p.
milla, pie o proprietario faya as obras, que Ihe
parecer emquanfo. nao he exjiedido o mandado
de cinisso, ouenlo, queso Ihe paguem todit-
os lucros cessantes e dainos emergentes ; as-
sim entendo en. Lerei anda o art. ;Vi j/'J : este
art., Sr. pres., parece-mc involvcr una injiisti-
ca quando determina pie aquellos, que csti-
verein de posso da propriedade e u'clla tve-
reni bomfoitorias nao sejo partes no processo ,
mas s posso embargar o preco depositado.
Devenios, Srs., attender, pie quein esta de pos-
so de una propriedade |ualquer por arrenda-
meuto ou foro pode so lije r ayudados prejui-
zos com ser expellido dola', nao obstante pa-
gar-se-lhe as bemfeitorias que tiver ; porque
ellas nao pdciu ser pagas senao na raso do
que valeren! na occasio da desapropriacao, mas
nao na raso do qnantn puderia com ellas lucrar
parao futuro o arrendatario ou foreiro. Sup-
ponha-se, que arrend uin terreno por vinte
.tunos o pie parapodel-o bem plantar empre-
go grandes capitaes, laco-lhe grandes amanhos,
abro-lhe grandes levadas de modo quo possa
ter por espaco dos nstvr anuos grandes produc-
coos : so frdecreda a desapropriacao nao e-
rel pago seuo do trabalho presente e nao do
quanto podia lucrar de futuro : mas sendo isto


A
ou prejuizouo aria iidalario. ment scrd obrig
(Ibsi n u (imbem, Sr. pn ... que no art. 38 do ijecto.
oslo, qu se possa desapro- i Julga-se
I ar poi i si i li aqttlo, que be de pn prieda-
(f Sr, Sabuco : Ja passou rm segunda dis-
. i unta emolida suprim udo estas palanas.
' S'r. .' gu '. -- :::, '. Nao a ib i; eis co-
mo me acho argumentando seiu ter csludado a
ra.
ir. Reg \'arroi: Pois estudasse-a.
OAr. Figueircilo -- Como, estudar ua earr'ci-
ra v seiii lempo M iteria desta ordem se exa-
mina de sali !.n couhecq muitos, que aqui se
iiebao as inhibas circumstan ias; nas que vo-
ta o por confauea. U nobre autor do. projecto, se
pode (aliar na materia lie, porque j .1 rominou
nena j.i a e\|io/111 asseinbla eral, j a discu-
ti eoin as notabilidades do palz ; mai eu estou
anda inuito atrasado e comquanto reconhrca
os talentos do nobre autor do projecto nao me
julgo dispensado de estudar a materia parapo-1
der ler a boura de entrar uoiu elle ein argumen-
1 ; mas sein Lempo nao nao pode ser.
OSr. 'nula Cavalcanti : A segunda discus-
sao d'esie projecto foi at por captulos e dis-
se-se -- porque nao o estudriio ? I
6 Sr. 'iyucirvdo : Aluda outra falta eeon-
quen- aer g
s .1 votaretn contra o pro-; execut ir as leis geraes, excrcem suas lunccocs
1 beneficio do estado, e nao particularmente
tro DO projecto ; e be no art. 4jt,. l'or esta
disposicao icm o propretaro de pedir posteri-
ormente indcninisaco do daino que soH'rer
com a extraco dos niateriaes necestanos pura
as ulnas. Nadadirei, Sr. pies., sobre a circums-
eia te ainda que isso me parece de alguma sorte
inconstitucional; mas relectirei um pouco a res-
ilo do systeina, que o n. d. guardn no pro-
jecto: elle leva o processo de desapropriacao poi
diQercntcs estaid s : fat-o principiar pelo pre-
sidente da provincia que decreta a obra dc-
ide sobre a utilid ule ni appetiaco neni ag-
ravo ; depota devolve-ue a causa p.n.i o cuuc-
cimenta dosjuizes arbitros c ordinarios, os
quaes intervem na lide sobre a Indemnisaro .
chamada previa, oaflnal d o projecto com o
proprietario 110 dominio do loro coumuiu, para
tratar da iiidemuisaco posterior do daino. Eu
digo Sr. pres., que o projecto leva o propieta-
rio ao foro eoinnimii ; porque o n. d. noesta-
bi jeceu mu processo excepcional para se haver
a iudemnisaco posterior, como o le/, a res-
pe! to da indi inui.sai ;io previa da pfopriedade :
com cll'eito o n. autor do projecto ja nos (leo
a en tender, quaudo fea o sen rclatorio que
essi s dainos devio ser demandados no loro
comuiuiu pela aeco di' daino. Mas permitta-
c-iue. que. eu diga, que julgo esta medida
injusta; porque entendo Scrihorcg, que os
dainos, causados aopropiietario pela factura da
obra publica, devem entrar no calculo da in-
(lemnisai ,':u de que falla a COUStitUicao : assiin
como com ni iiidejiinisar o, pi oprictiio dn ter-
leiio, que se llie toma da iiesma sorte dever-
se-lhc-ha indemuisar dos dainos, que sofVer
ein rasao da obra : c porque n.-in se ha di uesse
caso seguir o mesmo processo em ambos os ca-
de indemnisaro ambos elles sao conse-
cuencias da desapropriacao. Para se desapro-
priar usa-se de um processo sumario e todo
excepcional ; mas para compdro daino, atira-
se o proprietario para o loro comiuuiu. onde.'dis-
0 d. autor do projecto ) que asqucstoi sao
terminen cis.
O Sr. Xabueo:- l na aeco de daii.no be difle-
rente do sistema do projecto.
O Sr. Hgmeired \ Que lie difli rente nao ha
dm id 1 ; e lie Uto que en argn : julgo que nao
ha rasao para se lazer dift'ereiira entre a iudem-
nisaco dapropiedade e< ntre a Indemnisaro
do daino para que seja aqu Ha verllicada por
meio de mu processo privili giado e esta por
nielo de um processo ordinario .piando ambos
devem .ser reputados da inesina na tureca em
preseuca da lei. constitucional. Sr. presidente,
j me acbo caneado e farei ponto no meu dis-
urso ; mas entretanto nao deixarei de reclamar
1 1 lo adiaiueiito : a questo lie delicadissima .
para nos con ven cernios disto, basta lembrar-
1.10-nos, que se traa de desapropriar : to im-
portante lie a materia ue mesmo em Franca
.1 i 111 sido a^; ida |iui Utii'1 CHICS ve/.es e OS
f-rancezes anda nao acertrao com o verdadei-
10 caininho: assiin o alhrmo Huard-Dellaniar-
! e e OUtros.
U Sr. \abuco : Isto he contra producentem.
OSr. Figueiredu : --bou contradi torio quau-
do, querendo mostrar > gravidade da ma-
teria (iigo que mesmo no loco da civlisacao,
ella ainda he debatida Porque os Franoezi >
n 10 di'iao nina le completa sobre a desapropri-
acao '
O Sr. XabitCfl : Ja lia nina lei de lSl.
O Sr. bigueiralo : E o 11. d. me poder ai-
Minar que es-a lei lie pe 1 .'I i '
OSr. Paula Caralcati: Nada : o que se diz
Jie leia. leia mas nao ..eijiier dar t
para isso..
O.Sr. t'igiuiralo: l'rimeiranieiite o n. d. de-
via eiicaneg ar-se demostrara perfceieao dessa
li ;:;:::;; ::,;;do-a com as nossas eireumstan-
eias ; e depois plorar que (da eslava di' confor-
midade com as ideias do projecto.
o Sr. Xabueo : Toda a questao lie saber se
este projecto he boni ou uiao.
O Sr. 'ijHciralu -Sim.sim;mas para sab l-o,
necessario he ler, estudar, meditar, discutir
milito. Seja o n. d. fia 111 o uisto dcixr-nos es-
" rilhar o prjei 10 m todas ,,s suas camari-
nhas que pe elle for boin como devosuppr
o 1. (I. t' r a gloria de diz( r. que t<,dos nos ce-
demos torrente dos scus argumentos porque
.. verdade api urce mais refulgente. iin:>nto
inais h< ouii;aiiua : vertas mog eluee quo *w-
l. Nao tema o n. d. a discus-
I. mpo para pensar.
OsSr Paula ( :.- ,| ,t c Fi mti
< parle le ,t | j .,,._
uun utos 'ii' pro lusirao eui onti
: :.
as obscrva'ci > lei tas pelo Sr. Kabuco na si s fio
materia sullicient.niente discutida,
e posta a votos Silo rejeitados os reipieiiuientos
de adiame.'ito dos Sis. Paula Cavalcanti, q Ma-
, noel Cavalcanti; assbn como as emendas dos
Sis. Reg Barros, e Taques sendo approvadas
as dos Si s. Alcanforado, e NabuCQ.
O Sr. l'nula CavahmUt: [Peta ordem). K.ure-
queiro que a votado a respeito do projecto
seja nominal : lie preciso que conste pro-
vineia quein silo os que vto por elle e os que
votao eonti%.
OSr. Xabueo : Apoiado ; cu estava para pe-
dir inesiua cousa.
Decde-se que a votaeao seja nominal,e posto
a votos he approvado o projecto. Votando a fa-
vor os Sis. : 'laques, Florip'es, Nabuio, Doniin-
^ues, Lobo, Alcxandre, Narros Harrcto, Telles ,
Aguiar, Alcanforado, Custodio, narros Caval-
eanle, Oliveira. I'aes ilarrelo, e G i ti rana ; e con-
tra os Sis. : Sebastuio do Reg Manoel Caval-
canti. Francisco Joo, .los tYento, Waplisla ,
ManoelJoaquin, fiernardo Rabello, Jos Pedro,
1 .op.es Cama, 'osla, Paula Cavalcanti, e Fer-
r<'irai7arreto;eficandoassimadoptdo o projecto.
Futra em S.'discnssao o projecto n. 15 (leste
anuo, (pie marca o subsidio dos inembros daas-
sembla para a prxima viiidoura legislatura.
Sein debate he approvado.
Segue-se a '.\.* discnsso do projecto n. 20 do
eorrente anno.que annexacomarca deGolanna
a paite da freguizia de Tijuciq apo, (pie actu-
almente perleiice comarca do Hecife ; he
igualmente appiovado sein debate.
Futra em i.' discnsso, e lambem sem deba-
te be approvado o projecto n. 18 de 1843, ere
ando una villa na povoaco da Fazenda-grande
na comarca de Flores, com a denoiuinaco de
villa da Floresta.
Filtrando em 2." discussao o projecto n. 12
deste anuo, que suspende as loteras: lieou a-
diado por nao haver casa.
O Sr. presidente levanta a sesso-as 1 horas e
lucia da tarde.
sf.ssao eh26di A un!. DI. 18.
Presidencia do Sr. Paula Lacerda.
Fcila a chamada as III 1/2 horas aeharao-se
presentes -2;') Sis. deputados (altando os Sis. :
Sebastian do Reg, Floripes Alvaro. .Manoel
Joaquim, Paula Cavalcanti, Alfonso Ferreira,
e Sonsa Tei.veira.
Obi: presidente declarou aberta a sessfio foi
lida, e approvada a acta da antecedente.
KVPfcDtkNTE.
0 Sr. I." secretario deo conta do seguate :
1 111 oilicio do secretario da provincia parti-
cipando de ordem do Fxni. presidente dainesma
provincia ter-se expedido as oecessariasordena a
cmara municipal desta cidade para chamar
nm supplenteein lugar do Sr. \ntonio Joaqun
lempo
de Mello, que bavia recusado ornar assento'co-
mo d. potado : sciente.
Do mesmo participando de ordem do ditoExm.
Sr., haver determinado a cmara desta cidade
que enviasse o diploia ao supplente,que tem de
substituir ao Sr. deputado Nogueira Paes, que
participou nao poder tomar assento nesta ses-
sao : sciente.
Foi reinettido a eominissao de negocios das
cunaras um oilicio da cunara do T.imoeiro a-
eoinpanhandouui requeriinento do cordeador
Manoel Candido Correa, em que pede una gra-
tulen ,10 pelo trabalho. que tem (cito.
Foi ldo c remedido a commissan de negocios
das cmaras un oilicio da cmara do Liinoeiro ,
pedindo a faculdade para noinear um advo-
gado.
Foi lido e lieou addiado. por pedir a palavra o
Sr. Lobo, o seguiute parecer da coininissfio de
polica. A cominissao de jioliiia exaniinouas
((Hitas, (pie llie Ibrao apresentadas do aeeeio ,
e trabalhos da assi mblea, e julga queeslao no
case de seren approvadas. Sala das coininis-
soes em 20 de abril de I8-4.: Lacerda. Alcan-
forado.
for.o lidas e approvadas as redacroes dos
projectos ns. 15 e 20 dc*te anuo, o I." marcando
o subsidio dos inembros da asscmbln provln-l
cial para a prxima vindoura legislai ao. e o 2."
aimexando comarca da cidade de Coianna a
parte da Iregnezia de Tijucupapo que actual-
mente perteuee i eoniarca do Hecife.
Foi igualmente approvada a resoluco da lei
do orramento provincial addiada na sessao jias-
sada.
foi lido e mandou-se imprimir o seguinte
parececer :
a eommissau epcarregada, na forma do reque-
riinento approvado na si ssao de 18 do eorrente,
de redigir nina representar/fio assembla ge-
ral, para que sejSb Jiagos jielos cofres geraes os
i uiprcgados e ,despe/as geraes, que actualiucn-
le sao a caigo dos cofres provinciacs, tem a hon-
ra de oifeiccel-a nos termos seguiutes :
Augusto c dignissimos Senhores represen-
linlcs du nardo.
X assembla legislativa daprovincia de Per
nanbuco vein ex por augusta assembla geral
o oniis com que esta gravada a provincia de Per-
naiubueo pelo pagamento de diversos rmprega-
dos e despezas geraes, e sollicilar que pelos co-
fres naciunaes sejilo satisfeitos, vista do acto
addcional eonstitukao do estado.
Depois da lei da intcrp etaeao, de I2de maio
de 1840, lieou lora de duvida que suiciuesao
\ i iadeiiament einpregados provinciacs aquel-
les. (lijas I11111 ( oes, nos termos dos arligos 2 e
.'1 da lei citada, sao n lativas a objectos. sobre os
quaes he ]> rinittido legislar s assemblas pro-
vinesaes. <[<> piMpin aestruil-ai i,;ri;a;;.,
eoin as inliluico! s a ipie jiertenc.io, alterar-Ibes
a natareza 6 attiibuieoes. marcara forma e con-
dices por que devao obter os enipreaos, exer-
i'1-OS dtixal-Oft, na 1 oni'ui oiid,uie (io ^ 11 do
ai !. III doaeto addieional: os OUtlOS eiupi 'gados
11 o couiprebendidos nesta elasse, mas que tb-
11,10 s;iu do: exceptuados na seguiiaa par-
te do 'i 7 do ai t. 10 do acto addieional, sao, por
en
de nina provincia, e sobre elles as assemblas
provinciacs nao teein mais que una influencia
accidental externa: nao pdeui pois osseus
pagamentos ser a cargo das assemblas provin-
ciacs i custa dos cofres provinciacs ; e da mes-
illa sorte que a creaco e suppressao de que fal-
la o > 7 do citado art. 10 diz respeito quauto a
SPiielliantes empregados jmente ao seu nume-
ro, l.iniliein, guardando-seo inesnio sentido, o
cstaiiclciiinento de ordenado, que segue-se no
mesmo he restricto ao quantum do ordenado,
nao iiiciiiubiiido s assemblas provinciacs de-
cretar o seu pagamento, assiin como Ibes nao
compete legislar a cerca de sua natureza e attri-
buices.
De acord com estes principios tena augusta
assembla geral tomado a s decretar o paga-
mento dos juizes de direilo, iuunicipr.es c de
orphaos, promotores, chefes de polica, seus
animanuenses, e dos carcareiros, nenhuin dos
quaes he eomprchendido na exceprao do J^ 7 do
art. 10 citado. Assiin esclarecidas pela proinul-
gacao da sabia e salutar lei da interpretado as
uuvfdas que existan a cerca dos limites dos po-
deres geral e provinciacs, e da natureza das ins-
tituicoes c empregados, que a um e a outros se
ligio ; e tornado mais manifest o seu carcter,
assuinindo o Augusto Chefe da iiacao todas as
suas attiibuieoes constitueionaes, restringidas
io regente em seu iiouie, era de esperar que o
poder legislativo supremo procurasse d ah de-
dutir todas as coosequencias e bonseileitos pa-
ra a justa separaban dos luesmos poderes, inan-
tendo inalteravel e ein toda a aniplidSo o espi-
rito d'aquella interpretacao; mas com o motivo
do siippriiueuto concedido as provincias, tem
ido ate agora considerados a cargo dellas em-
pregados e despezas geraes ; seinelhante raso,
porm, est de todo cessar pela execucao do
art. 7 ^ 31 da lei do ore amento 11. 37 de 21 de ou-
tubrode 1843.
Pesa sobre a provincia de Pernambuco o pa-
gamento dos conegos, Capelles e outros em-
pregados e serventuarios da cathedral de Olin-
da, que nao sao Horneados ein virtude de leis da
assembla legislativa da provincia, que sobre
elles 111 nliuuia inllueneia tem, sendo nonieados
pelo poder geral; o dos professores de semina-
rio episcopal, do vigario geral e do provisor do
bispado, addidos ao hispo, que lie empregado
geral, pela declaraeao do tj 7 do art. 10 do acto
ultlieioii.il, e todos exercedo suas funecoes na
(a beca e ein favor de una diocese, que abrange
cinco provincias do imperio ; e o dos paroclios,
que sio nonieados pido governo geral na forma
do art. 102 2 da constituido doestado eperten-
cendo ao governo da igreja, nenhuma ingeren-
cia tem sobre elles a assembla legislativa da
provincia, que apenas pode legislar ein virtude
do ^ 1 do mesmo art. 10 a cerca da divisan eccle-
siastiea. Pesa sobre a provincia, ainda o paga-
mento de empregados da administrado geral,
como Scjao o secretario, e empregados da secre-
taria da presidencia ; o primeiro uonieado pelo
governo geral, e os outros pelo presidente da
provincia, ein execucao de leis geraes C na con-
Ibrmidade dellas.
Se dos cofres da provincia, tfio tenuescomoso
suas rendas, houvesseni de sabir os pagamentos
dos empregados geraes actualmente existentes,
e dos que para o futura forem creados por le
geral, nao incluidos na designacao do 7 do art.
10, seria inipossivel, que filies podessem satis-
fazer a pequea parte de uina despasa, que ab-
sorve a maior parte da grande receita do impe-
rio: e a divisao das rendas
e absurda.
Alm do pagamento dos vencimrntos dos em-
pregados apontados, est a provincia onerada
com a despeas da conduc ao. sustento, vestua-
rio, e curativo dos presos, emquanto que es-
tando elles a ordem de autoridades geraes, sob
sua guarda, e sendo este objecto perteneeiile a
polica administrativa geral, he tainbein despe-
ga geral, e nao obstante assiin havcl-a reconhe-
cldo o art. 157 do decreto regulamentar n. 120
de 31 de Janeiro de 1842.
o--*"*'-* igins.siiiios senhores represc-n-
tantes da nacao, taes despezas nao pdem mais
ser supportauas pelos cofres da provincia, cuja
receita lie inulto acanhada, c (pie huta com gra-
vissilnos embalaros, entretanto que com um
atraso decenio c (incenla contos de ris, no
t( ni sobre que inipr sem ferir as multiplicadas
inqiosicoes geraes, ao mesmo teinpo que llie
he retirado o suppriinento que recebia do the-
souro nacional.
Neste apuro a assembla legislativa de Per-
nainbuco espera que nao sera de balde o re-
correr-se a rectido e patriotismo da augusta
assembla geral, para (pie scjao reeonhecidas
geraes c satisfeitas pelos cofres nacionaes as
despezas com os empregados e objectos geraes
cima mencionados, e que, tomando-as a seu
cargo como constitucionalmente l.'ie partenceiu,
d mais una pro va de seu alto apceo s ns-
tuieoesdrf uavaoc retribua o proced'imento mo-
fra a mais inipia
cante mandn a mesa a emenda seguinte =Sup-
prima-se o artigo 3."-- O Sr. l.opesCaina. : Re.
queiro o adiainento do projecto por 2 dias.
O Sr. Jos Pedro inandou a seguinte emenda =
Art. substitutivo. O presidente da provincia
faia correr succssivaniente as loteras que se
adiad concedidas, subinettendo a inspeccao da
sua extraccSo tuna administracao geral eom-
postadeS inembros, unidos quaes ser tbe-
sourciro, e outro escrivfio, vencendo cada un
dclles a porceiitagein, que veneem os adminis-
tradores actual s.
Encerrada;! discussao foi rejeitada a emenda
do Sr. Lopes Cama, approvada a do Sr. Barros
Cava lean te, e rejeitada a do Sr. Jos Pedro.
Art. 4." Ficou prejudicado e foi rejeitado o
projecto ein 2 discussao.
Passou em 3." discnsso projecto n. 13deste
auno, que cria una contadoria na cmara mu-
nicipal da cidade do Recife.
3." discnsso do projecto do orcaiuento muni-
cipal-Foro lidas, appoiadas.e entraroein dis-
cussao as emendas seguiutes :
DoSr. fiaplisla=Com o ordenado do secre-
tario da cmara do Hecife 800/rs.
Do Sr. Doinngues=-ao l.=Com o secretario
1:200/rs.
o Sr. MedeirosSubstitua-se o ^3. do art.
2. pelo seguinteCom o porteiro 700/rs.
Do Sr. Kabuco de Araujo-Nb art. 2.^4.rr
Depois das palavras creado diga-se 300/ rs., e
no total 1:800/rs.
Da coinniisso=Substitutiva =Ko artigo 2. ^
.u diga-se= Com os iscaes das freguesias, ten-
do o do Poco-da-panella 300/ rs., e os de S.
I .mu cino e Jaboato a porcentageni de 20 por
cento das multas, que elles hnpzcreiii c forem
arrecadadas 2:7/rs.
Do Sr. Taques =Ao art. 2.--Supprma-se os
^ 21 e 23=Ao J 22 diga-se 6:000/ 1 s.
" Do -r. Girana =substitutivo ao 1." do art.
3."Com os empregados, sendo o ordenado do
secretario600/r*.; o mais como no art.
Aiigiuentc-sc ueste sentido o quantitativo.
Do Sr. HabelloCoin as distas dos processos
criminaes 120/rs.
Da coninissao=Additiva--No artigo 19 3.-.
Aiigniente-se 110 Iini=(icaudo approvado tran-
to ao municipio do Uecife o regiment de 12 de
mano dcste anuo feito pela respectiva c-
mara.
Do Sr. Lopes Gama>'o artigo i!) 7/= ein
lugar de dizer-se que ser de 10 por cento =
diga-se, jue sera de;"por cento ; o mais como
esta lio v
Da coininisso Emenda ao ^7." do art. 19 =
Depois da palavra snjritos acrescente-se =
inclusive o sal= o mais como no art.
Dacommisso.= Art. para ser colloeado onde
convier.=Fiea desoiurada a cmara municipal
do Liinoeiro da divida ein que foi condeinnada.
por ter sido glosada a despeza, que a referida
camal fez com o festejo da coroaco de S. M.
I., quaudo se toinro as suas contas do auno
linanceiro de 1841 a 1842.
Do Sr. Telles de Mi nezes Art. additivo.
Pica approvado o aforamento feto pela cmara
deOifnda a Joaquim Lopes de Almeida na for-
ma do respectivo contracto e parecer approva-
do por esta assembla.
Do Sr. Taques Artigo additivo A cmara
municipal de Olinda e o presidente da provin-
cia contractar com algiun individuo 011 com-
panhia o dcsi ccaniento do pantano de Olinda ,
sujeitando o contracto approva o da assem-
bla
Do mesmo artigo additivo \ cmara mu-
nicipal do Recife he autorsada a contrahirum
i niprestnio para construir um niatadouro pu-
blico.
Do Sr. Francisco Joo -- Emenda additiva a
do Sr. Taques ~ A' emenda do Sr. Taques a-
crescente-se e lougradouro.
Do Sr. Taques Art. additivo A cmara
municipal de Iguarass he autorsada a abrir
nina fe ira no sen municipio.
Do Sr. Lopes Gama Art. para as disposiroes
geraes onde convier.A cmara municipal des-
ta cidade lica autorsada contrabir un empres-
tinio para conipiar, ou aforar as inunediacoes
do Recife 011 de Olinda o terreno conveniente
para logradouro do gado do consumo do seu
municipio.
Ficou adiada a discnsso por ter dado a hora.
O Sr. presidente deo fiara ordem do dia acon-
iuiayo da de iioje e i.- discnsso do projecto
n. 22deste anuo, e levantou a sessao as 2 1/2
horas.
""i"">'J navaoe leuiuiia o proceuunento mo-
derado e respeitoso da assembla legislativa de
Pernambuco, que longe da opposico que po-
llera einpregar denegando meios para seren
satisfeitas todas estas despezas he prudencia
c ;i illustraclo da inesnia augusta assembla ge-
ral que recorre, chela de con nanea de que s
a anima o desejo de proteger todos os grandes
e legtimos intereseS', o /.co prlo hein geral,
e o amor s leis fuidaineiitaes do estado.
Sila das eoinniissoes da assembla legislativa
de Pernambuco 26 de abril de 1844.-- A. de
Alayallmes Taques.Xabueo dr Araujo.
.' '"mocapprovaaooscgiunicrcqiicriniciitndo
Sr. Lopes Cania. Heipueiro.que adcjiutaco.que
tem de ('(licitara S. M. o Iniperapor peloiuotivo
do sen li li consorcio seja uomeada pek) Exm.
presidente desta assemln a.
or.Di m no DA.
Contina a 2.a discnsso do projecto n. 12 des-
te anuo sobre loteras art. I.'depois de al-
. guia discussao foi rejeitado o art. 2." lieou
antecedente, insistindo em que a materia he|sua natureza einstituicSo, empregados geraes,,prejudicado =Aoartigo 3," o Sr. barros Caval-
SESSO IE 27 DE ABRI. DE 1844.
Presimtta do Sr. Paula Lacerda.
Feita a chamada e acbando-se presentes 28
Sis. diputados, o Sr. presidente declarou aber-
ta a sessao e lida a acta da antecedente foi ap-
provada.
EXPEDIENTE.
O Sr. l.s secretario deo conta do seguinte.
Um oilicio do secretario da provincia ,. acom-
panbado outro da cmara desta cidade, ein que
informa o requeriinento de Jos da Maia : a
coinniisso de negocios das cmaras.
Outro do mesmo secretario com una infor-
maco ja dita cmara, declarando j ter remet-
tido a esta assembla n cguiainento da barrei-
ra da ponte do Soccrro : a quem fez a requi-
sico.
Outro do inesnio secretario acompaiihando
as iuforinacoes da cmara do Recife a cerca
das diligencias (pie ella tem feito para obter mu
lugar para logradouro do gado vaceum: quem
fet a requisicao.
Foi iiila, e approvada a redacro do projec-
to n. I) deste anuo, que cria urna contadoria
para a cmara do Recife.
Foi approvado o parecer addiado de coniniis-
sao depolieia dando por correles as contas
das despezas desta .;.,. mb!.;; desde malo de 1842
ate 3 de abril (leste anuo.
O Sr. presidente uomeou para a eomiuisso,
queteui de felicitar a S. M. o Imperador, icio
i u :, !:.:, 11111,111 10, aos Sis. Scbastifto do Reg ,
Nabueo d'Araujo, Peregrino Maciel, Manoel
Joaquim, Agular, e Alcanforado.
onni u no da.
(iniiiiuon a terceira discussao do proj cto 11.
l) do orcainenlo municipal, comas em odas
adiadas.
MtLnurt


i*'.'m'i -.i^icv;- :.^twn miai mi'i
Encenada a discussao, ferio approvada as' da i
eguintes emendas.
offr. DoinUiffuesseKo artigo -i. < 1. com o
secretario 1:2(I.I'(I0() vs.
R
do de
os paro-
natriz de Santo Antonio do Red fe, o
S. Jos de bizerros, teudn
chosopeoas referidas freguezias.
Encerrada a discussao t annrovado o
(M^i^^fS^^S^^^^'j^eoniai emendas, e adoptado en, 3.
(.oiii os iiaeat s das lieguenas tendo o do Foco-, cussao.
da-pane la 300/1000 ,,. ,,, s r^nco e j Dada a Jiora o S,
dadas 2:750/000 rs.
sam*
pro.
dis-
e l'orein arreca-
,va,l-Tv!"" : Ao art. 2.- Supnrimo-se
os ^ 21, e 23. L ao t, 22 dgale <>:0IW rs.
Do Sr. Uitirana Substitutiva ao ^ I .'do ai l.
J.=^ Com o> empregados sendo o ordenado
do secretario bWjWO rs. = O inais como no art.,
augmente-se o cuantitativo.
Da commissao = additiva = No'art. 1!) ^ 3
augmenie-se no fin = cando approvado quau-
to ao munieipio do Recito o rgimen lo de 12 de
maro.* desle auno, feito pela respectiva c-
mara.
Do Sr. Lopes GamaCapitulo 2." no artigo l'j
7eni lugar.de di/cr-scquesera de 1 por
eentodiga-seque ser de 5 por cenloO
inais como esta no Do Sr. TaquesArt. ndditivo--Art.-A cama-
pires, dio para ordeni do
discussao do
discusso do parecer" de coustimlco e pode-
res, ]. discussao do projecto n. 21 desle auno,
9 a.' doprojecto n. 18 de 1843 e levanlou a
sao.
ses-
ia municipal de Olioua, co presidente da pro-
vincia contratariio com alguin individuo, ou
companhia o descccainciito do pantano de O-
linda, sujetando o contracto approvaco da
assemblea provincial.
Art.A cmara municipal do lleeife lica au-
torisadaa contraliir un emprestimo para cons-
truir um matadouro publico.
Art. A cmara municipal de Iguarass lica'
autorisada a abrir una lea no seu municipio.
Do Sr. Francisco JoaoEmenda additiva a do
Sr. TaquesAccrescentc-see logradouro.
Dp'Sr. TellesArt. additivoFica approvado
o aloraincnto {cito pela cmara de Olinda a Joa-
qnim Lopes de Almcida na ferina do respectivo
contracto.
Da eoinn.issoArt. para ser collocado onde
convier! ea desonerada a cmara municipal
do Lll'.iociro da divida eiu que foi eondeinnada
por ter r,ido glosada a despe/a que a referida
cmara fez com o festejo de S. M. o 1. quando
se ap',iiovar as suas con tas do auno liuaneeiro
de '.841 a 1842e rejeilados todas as nutras
emendas.
Ficou empatada a emenda do Sr. Medeiros,
v requerendo o Si. Nahtico a urgencia para en-
trar novaniente em discussao por ter compa-
recido jnais um Sr. depuiado foi approvada a
urgencia, e procedeudo se a votaco lornou a
litar empatada, e por conseguinte fou rejel-
tada, cassim passouo projecto cin 3." discus-
sao.
O Sr. los Pedro, c Costa maiidrd a mesa a
seguinte drclaraco:
Declaramos que votamos contra o augmento
do imposto denominado, aferices-- Os Sis.
Telles, e G tirana deelarao ter votado contra o
novo regiment das afrriees.
O Sr. abuco mandn a mesa o segitintc rc-
quei'iinento.
Kcqueiro urgencia para ler-se e tratar-se
da i edaceito do projecto de desapropriaco foi
apoiado < approvado, e depos de lida e discu-
tida a redaccao foi approvada.
O Sr. Medeiros mandn a mesa a seguintc dc-
claraco.
==l_)eelaro que votei contra a emenda da com
inisso de rendas muilicipaes que approvou o
regiment de ferico da cmara desta cidade.
Foi approvada a 1.a discussao do projecto n.
-2 des te uno.
Eulrou em discussao o projecto n. 20 de 1843.
OSr. Doiuingucsiuandou a mesa a seguate
'inenda:
Art. substituitivo-A freguezia dolOnitod'o-
ra a vante principiar na baria do Riacb&o do
para
sessa'o km 20 de abril de 1844.
Presidencia do Sr. Paula Larcrda.
Feita a chamada, e achando-se presentes 26
Sis. deputados, o Sr. Tice-presidente declaran
aberta a sessao, e lida a acia da antecedente foi
approvada.
EXPEDIENTE.
OSr. secretario leo um ollicio do secretario
da provincia acoinpanhando outro do Exi. bis-
po em que d o seu parecer cerca da creaciio
de una freguezia.
I orao lidas, e approvadas as redaeces dos
pi ojelos n. 20 de 1843, n. 10, e 10 des te anuo.
O.marcando os limites da freguezia do bo-
nito ; o 2. dividindo as freguezias de Santo An-
tonio do fucile, e S. .lose dos Hizerros, e o 3."
decretando a despe/a, e receita municipal
o auno financeirode 1844 a 1845.
.Di m do nn.
Entrou em discussao o parecer da commissao
de constituico e poderes, apresentando a re-
daccao da representan) a assemblea geral pa-
ra seren pagos pelos cofres ge raes os einpre-
gados, c despezas geraes que actualmente siio
a cargo dos cofres piovinciaes.. O Sr. Lopes
Lama mandona mesa, a seguintc emenda que
loiapoiada, e entrn em discnsso--Na pag. 2."
no $ L supprinio-se as palavrasO dos profes-
sorea do seminario episcopalO Sr. Manoel Ca-
valcanti mandn a seguintcSupriniao-se as
palavras-sabia e salutar-na 5.a linlia do 3.a
perodo. O Sr. Taqies cst'outrana pag. L",
ultima linba, depoia de--inas--diga-secontra
elle. Ka pag. 2.a em lugar dehe despesa ge-
raldiga-sehe esta despe/a geral.
Encerrada a discussao foi approvada a redac-
cao da representarn com a emenda do Sr. Ta-
ques; sendo rejeitadas as dos Sis. Lopes (lama
e Manoel Cavalcanli.
Entrou em .'!." discussao o projecto n. 0 deste
auno, que restabelece os disti icios de paz crea-
dos pelo cdigo do proeesso criminal, e foi ap-
provado.
O Sr. Alcanforado pedio dispensa de facer par-
le da deputacao que tem de coinprimentar a S.
M. o I. pelo seu felicissiuio consorcio, e o Sr.
presidente nouieou em seu lugar ao Sr. Dr. Al-
varo IJarbalho l'cha Cavalcanti.
I'oro nonieados pelo Sr. presidente os Sis.
Lopes Gama, Francisco Joo, c Lobo Jnior pa-
ra formara deputacao que tem de apresentar ao
Exm. presidente da provincia as leis que tive-
rao lugar na presente sessao, a lim de seren
saneoonadas.
Lntrou em 2." discussao o projecto n. 18 des-
te anuo, e ficou addiado por nao haver casa.
ania cotnmisso especial, que na sessao se-.
guintc aprsente un, plano para constrnc Sea de
prsoes, c sen rgimen. Do Sr. Francisco Joao
== Requeiro o adiainento do parecer em discus-
sao t.; a sessiio seguinte.
Apelo (lia o Sr. presidente convidou a de-
putacao )iara ir levar ao Kviu. presidente da
provincia os actos legislativos, que tivero lu-
gar na presente sessao para scrcm sanecionados,
IIcando suspensa a sessao; c voltando esta o Sr.
Lobo, como orador, dase, que sendo fecebida i
dcpe.iacao com as formalidades do estilo dera
cunta de sua inissao, c que o Eim. Sr. presiden-
te da provincia responder, que tomarla na de-
vida considera, ao os actos legislativos que lile
loi ,io entregues.
Cunliniioii a discussao do parecer da coin-
tnsso de justli .i civil e criminal, por nao ha-
ver casa o Sr. presidente levantou a sessao I
'.hora.
\visos diversos.
.-, T^nrw -" **'
coss: mt
rlilhitdcga.
Rendiinento do dia (i..........
Desearrciiao hoje 7.
Patacho- S.Js -. funio, e charutos.
Iliate Olindn dem,
liara Ermelinda = inereadorias.
Zi'riguc -Mclriiiii dem.
4:742/2;d
Movimeiilo do Porto
SES8AO DE 30 DE ABIUL DE 1844.
Presidencia do Sr. Paula Lacerda.
Feita a chamada, e achando-se presente 23 Sis.
deputados, o Sr. v ice-presidente deca ron aber-
ta a sessao, e lida a acta antacedente foi
vada.
EXPEDIENTE.
O Sr. secretario leo o seguinte.
idos e approvados os seguintes parece-
i'.ieardo, e seguir em linha recta a Alaga dos
(i a tos, e dahi hir a Pirangi, e abarra da Jan-
gada inclusive, e vnltar pela rlbeira abaixo al
a sua barra em Una e voltar para o nortea
Illa de Flores, inclusive donde ir a covada De-
fliuta c voltando. seguir a Caiangueijo inclu-
sive, e si guindo ir a casa de Francisco Buena
a incruzilhada do tanque de Piabas a cruz da
llajada, ao cuine da Seria dos Mocoes, e as na-
cencasdo Riacho, e seguir por este abaixo
ate* a sua barra, onde leve o seu principio; o
qual fei apoiado, e entrn em discussao.
KSo !'k ,i|iuiciu.i a tiegiiiiiie emenda do Sr. 'l'a-
qnes-Lin lugar de principiar na barra do Ria-
cho, e seguir a barra da Jangada-diga-se-ser
limitada pelo riacho daPrata, e pela inargein
Em lugar das palavrasdescera em rumo as as-
cencas do Kcachodiga-sc-descera em rumo
as nasceucas do Prata.
Foi apoiada a emenda seguinte do Sr. .Manoel
Cavalcanli que entrou em discussao :
Pica desligada da fregue?ia do Altinho e. en-
corporada a do bonito a parta daqm lia que
principia do riacho da Piala ale a sua barra
em Una e por esta abaixo.
Kneerradaa discussao foi approvado o art.
substitutivo da Sr. Domiugues, c rejeitado o do
Si. .Manoel Cavalcanli.
Entrou em 2.* discussao o projecto n. 0 desle
auno e foi approvado.
OSr. Aguiar inandou a mesa o seguinte re-
'picriinento que foi approvado:
Requeiro a urgencia para que se do para
oidein do dia o projecto n. il deste auno.
Entrou em 3.' discussao o projecto n. 10 deste
anuo ; forao apoiadas as seguiutes emendas do
Sr. Manoel Cava han ti.
Eienda ao art. I.":--As freguezias de S. Anto-
nio do Recifc, c S. Jos dos lzerros licO didas Art. additivo- -Art. ." da fteguczia dos fi-
cerros se tirar o territorio seguinte: ao leste
lo riacho Angelito com 16 legoas a Oeste al
.ao Pin (i-( onipi ido. e dahi d\ di udo para o or- I
le com a freguezia do tfrejo da Madre de Dos
I' i >agoasdo rio Ipojuca, laga .Nova. Lagel-
ro de cedro, Sena da Cacimbinlia, >algadiuho, rece a confiisso de'justica civil ecriminal,que
aoaitodo Ailaeadn l ebevar ao mesnio ii.nl,., () oficio |ui|lo do Lxm. presidente da provincia
ilo \ugcllui; e pelo sul com a freguesa* do a respeito das prises desta cidade, (
Vltinh'o, ficaudo a parte subtrahida i levada
ueziu, cuja matriz si r a cap lia de t>. Cac-
a|>pru-
Uin ollicio do
secretario da provincia, participando que pelas
12 horas do dia seria recibida pelo Exm. presi-
dente da provincia a deputacao, que tem de
apresentar .i snenlo os actos legislativos da
presente sessao, a qual ser recebida no palacio
da presidencia: scicnte.
Do mesnio coinmiinicando, que o Exin. presi-
dente da provincia tem expedido as suas ordens
ao conunandante das armas, para mandar pos-
lar nina sentinella na porta da casa da assem-
blea: scicnte.
Fdro
res.
A commissao de ordenados, leudo atienta-
mente a pelicao de Francisco Antonio Cavalcan-
li (.ouceiro, eseciiilMi'.ii ir> I. niliniiici.-ac;::,' :!:; ,
estabel 'cinientos de caridade, em que pede .aug-
mento em seu ordenado, he de parecer, que
nada pode esta assemblea deferir em favor do
supplieaiitc, a vista da iiiforinaco da respectiva
adiiiinistraco, a quem se niandou ouvir a se-
inclhanle respeito. Paco da assemblea provin-
cial 30 de abril de 1844 = Telles de Menezi Ma-
noel Cavalcanli.
A commissao de ordenados, leudo alterna-
mente a pelien e niais documentos de JoaoJos
de Oliveira Alaciel, em que pede se Ihe pague o
ordenado, que se Ihe deve, ein consequencia de
ter substituido por quatro mezes e orne dias a
eadeira de piimeiras ledras da cidade da A do-
ria, he de parecer que esta assemblea nada po-
de deferircni favor da prelencadosupplicantea
vista da lei provincial u. 43 cap. 8 art. 2. Pafo
da assi nibla legislativa provincial 20 de abril
de 1844. Tilles te AIenczet= Manoel Cavalcanli.
A commissao de ordenados, leudo attcnla-
inente a pelifo dcJoaquim Josi'' Al ves de A1bu-
querque, segundo cirurgio do Hospital de Ca-
ridade desta provincia, em ipie pede augmento
em seu ordenado, he de parecer, que esta as-
semblea nada pode deferir em favor da preten-
can do supplicvnlc, a vista da inforniac.o da res
pecina admiiiistraco, a quem se inandou ou-
> .i senieiianic respeito.
Paco da aseinbla legislativa provincial .'5tl
de abril de 1844.=IW/ deJUenezes = Manoel Ca-
valcanli.
l'i'trou_ em discussao o seguinte parecer da
commissao de justica civil c crimine', adiado
por haver pedido a pala va o Sr. Floripes. l'a-
Navioi intrads no ilia ..
Baha; lidias, patacho brasileiro S. Joi Vence-
dor de 00 toneladas, capiio Manoel Jos lli-
beiro cqilipagemO, carga varios -eneros.
dem ; o" dias hiate brasileiro Olinda de 40 ','.,
toneladas, capitao Antonio Joo \ iaiina, equi-
page'i 8 carga varios gneros.
dem ; idias, biiguc brasileiro Americano Feliz,
de 18G toneladas capilao Joo Antonio Go-
mes equipagem 13 carga lastro.
Liverpool; 41 dias, brigue nglcz Mcluina de
i87 toneladas, capitao Fred. Alexander, equi-
pagem 8 carga fa/.endas.
Porto ; 24 dias barca portuguesa Tentadora, de
294 toneladas capitao Eiuigdio Jos de Oli-
teira equipagem 31 caiga varios geueros :
jiassagciros Portugueses 2:i
llmiia senhora vuva, seofferece para ama
de alguuia casa : na i u i \ ellia casa n. 83.
a na doQueimado, lojas n. 31, e33con-
(iima-sc a vender agua de Ungir cabellos esuis-
sas: o uieihodo de dar ou applicar a dita agua
acompanha os videos-
Roga-se ao Sr. M. I. P. S. o favor de ir con-
cluir o ii. goi lo de uina pequea llanca,em a ra
Imperial queja tem mnanno di" vencida.
= Da-se dinheiro a premio com penbores de
ouro, mesnio em pequeas poredes ; na ra !No-
va ii. 55,
Roga-se ao Sr. Reg, que teve loja de cal-
cado no atterro da Boa-vista, de auuunciara sua.
morada1, que se Ihe deseja fallar a negocio do
seu iuteresse. ,
.Mine Milloi lian avisa ao publico, que re-
eebeo pelo ultimo navio de Franca um comple-
to sortiuieiilo de objectos de modas, entre ou-
tros elegantes! capoteiras de renda preta, inan-
ias, pcscoeiiibos, e roiucir.is lano de cassa de-
licadamente bordadas, como de lilii. bicos, e
rendas pretas, c blancas de diversas larguras.
I Uvas de seda, e de pellica para hoinein, senho-
ras e meninas, cassas lisas aitainascadas para
vestidos, lindos cortes de lansinha, e muitas fa-
zendas, c ineiidczas linas, ludo por prefOS limi-
to ra/.oaveis. 'fainlieni tem c aeccita cneoin-
ineudas de |chapos para scnliora, da ultima
moda : na ra .Nova n. 39 l. andar. Na mes-
illa casa precisarse d'uina boa costureira.
Aluga-se uina preta i para todo o servico
portas adentro: no pateo da ribeira casar
ue po
n. 62.
Editaes.
O Illin. Sr. Inspector interino da thesouraria
das rendas piovinciaes, em cumplimento da or-
dem do Exm. Sr. viee-presideute da provincia di
17 do enfrente, manda fazer publico, que ir
novaincnte praca no dia 14 de marco prximo
viiidouro ; para ser arrematada a quem por me-
nos lizer, a 2.a parle do 8. lauco da estrada do
Po-do-alho, oreada na quautia de 20:4l3#(i0 rs.,
sob as clausulas especiacs, publicadas no Dia-
rio n.!'.').
()s licitantes, devidaniente habilitados, deve-
lan comparecer ante a inesina lliesourai ia a ho-
ra do meio dia do indicado.
Secretaria da thesouraria das rendas piovin-
ciaes de Pernainbuco, 20 de abril de 1844.O
secretario Luiz da Costa Porlo-carreiro.
O Illm. Sr. inspector interino da thesoura-
ria das rendas piovinciaes manda fazer publico,
que, nao se tendo ellctuado a arreiualaeo da
ponte da oainboa da Tacaruna no dia 17 do cor-
rente, ir novanicnte praca no dia 14 de maio
prximo vindouro.
Alnga-sc nina pequea casa misino ineia
agua, nao se exige ra sendo sim na freguezia
de Santo Antonio, e que sen privo nao seja
grande: quem a (ver para alugar anuuncie
para ser procurado.
Precisa-se de 4 pretas alugadas para vender
aceite de carrapato dando-ae 320 rs. de venda-
geni ni caada : na ra Direila u. 104 loja de
oiuives obrigando-se scus senhores pela con-
ducta.
O abaixo assignado avisa as pessoas que
teeni contas em sua casa que Francisco sorges
da Assuinpcao deixou de ser procurador de
suas dividas, desde o dia 30 de abril, por se
arraujar ein urna casa ingleza ; ficando em seu
lugar como seu caixeiro encarre^ado de co-
brar as suas dividas e os inais negocios de sua
ro.
Manoel do Amparo Caja.
casa Antonio Emigdio Rib<
*!Zsr~!M!.i.. _i-jiffrwrr
SHearacoes.
=- O abaixo assignado faz publico para que
cliegue ao conheciineiito dos propietarios de
predios urbanos dos tres bairros desta cidade, e
da povoac.o dos Allbgados, e assim lanibem aos
de estabeleciinentos de coininereio, e industria
que pagao impustos piovinciaes, taes como ola
rits, fabrica de tabaco, casas de cambio, e de
modas, que vai ser reinettida para ojaitodos
feitos da fazenda urna reanlo do todos os que
estivereni devendo tacs impusicoes ateo lim de
dezembro p. p.; isso fmpxcterivelments ateo
dia 15 do crlente. = Mesa de rendas internas
piovinciaes 30 de abril de 1844. O 1.a escritu-
rario servindo de cscrivao e administrador. Jos
(iuedes Salgueiro.
COMPAMHA DE HLBIRIHE.
O ca xa da coiupnhia avisa pela ultima
vez aos Sis. accionistas que anda nao comple-
taro as suas entradas bajo de o fazer at 8
do correte, cortos deque n'esse dia ser aprc-
seniada a assemblea geral dos accionistas a re-
anlo dos que se aehao ein atraso.
= O praso mareado para a entrada de (5 por
% ltimamente pedida linda-sc no dia 12 do
correntcasO seci< t nio= li. J. hernandes barros.
Ouarla felra, 8 do-torrente, pelas 0 horas
da inanbia, no escriplorio da companhia do lic-
biribe, baver reumo dos accionistas da mes-
illa, a lim de se tomar comas aduiinistraco
actual, c de ser elcita a que a deve substituir :
na iiiesma oecasio serfio distribuidos os estatu-
tos com as leis e contractos relativos couipa-
nhia. O secretario 1. J. t'ernandei Marros.
S^etles.
i un l.ipo/.a.
iii.."vos paroehos das novas
do lu i iie, e S, acta no,
iregu /ias
tica" per-
prises di sla cidade, o sustento
dos presos pobres, leve di sr di volvido a com-
missao de iazenda eorgann nto para imnal-o na
la cousideracao. Sala das coiMinisses 7 de
man o de 184-. \abueo de Araujo Iguiar.
\ iero a mesa c forao approvadas as seguintea
uido o mcmu vciK'imcntos dos paroehos emendas s= Do Sr. Taques = Que seja confiado
Russell Mellors & V. farad leilo, por nter
vcnnio do corretor Oliveira, de grande porcao
de niadapolocs le muitas nnalidade^ ..;!:: algum
deleito, e que por isso sero vendidos, por conta
de quem pertenec-, por todo o piejo, e de gran-
de ai iedade de facen das limpas, proprias d'es-
te mercado; quarta feiraS do torrente as 10 ho-
ts da na la, no seu arinascm, ra da Cadeia. i guel Allbnso Fcrreira.
.4fiO importante 00 publico.
Acaba de ehegar una porcao nova e fresca
iliquell.isiiivaluaveis pillas da medicina popu-
lar, e as pilulas vegetaes americanas, sendo a
composico dellas inteiraniente vegetal, c tao
conhecidas nesta cidade as varias molestias de
ligado, lebres rheuniatisino, loinbrigas ul-
ceras, escrfulas, erisipelas etc. : elieoine-
Ihor remedio conhecido para purificar o san-
guc. Roga-SC aos enfermos de provaiviu este
aflamado remedio : vende-se com seu compe-
tente receituario em casa do nico agente Joao
ka I le i ua da Jruc n. 18 ; para maior comiuo-
didade dos compradores na na Nova Guer-
ra silva &C, atterro da Roa-vista Salles 8c
Chaves, ao preco de 1/000 rs. cada eaixinha.
Precisa-se de urna ama que seja Portugue-
so para casa de hoincui cazado com pouca fa-
milia : quem cstiver neslas eircimistaucias di-
rija-se a Solidadc n. 22: na inesina ce.sa com-
pro-se unas rodas para carraca.
Aluga-se o prinieiro andar da casa da ra
da Moeda U. 15, pintado de novo, com duas fren-
tes, sendo una para 0 mar, d'onde recebe bas-
tante fresco, tem duas salas, gabinete ao lado,
e quartos sullicientes para commodos de uina
familia ; trata-se na ra lo Qatiinado n. 44.
O Sr. Jos Aprigio Pereira de Castro Sicu-
pira baja de auuuiiciar a sua morada, ou diri-
gir-so a rila do Vigario ariuazeiu n. 24, pois se
Ihe deseja tallar a negocio de seu inleressc.
O bilbete n. 1737 da 1.* parte da 2." nova lo-
tera a favor das obras de N. S. do Livianieiita
pertence ao Sr. Manoel Jos Alvcs, do Mariis-
nh.lo.
-- Aluga-se uina cafa tarrea com botn uttSo,
e quintal grande, ptima para una familia nu-
merosa: a fallar na praca da Independencia loja
n. 4.
Pergunta-se ao secretario da irmandade de
S. Jos de Agona, se o Sr. M. 1. //aptista he
irmao da sua irmandade ; se responder pela
alnrmativa, declare qual o thesoureico, que re-
cebeo o valor la nitrada.
Tin abclltudo.
- 0$ passageiros do brigue Triumpho Americano,
viudos ltimamente da liba do S. Miguel e que
anda esUTo a dever suas passageus, Jiajo le
as ir salisfazer quanto antes no Recife
ra da Cruz n. 23, e lo contrario sero as obri-
gaccs renietlidas para dita ilha, a lim de se fa-
zer o rccebiinento dos fiadores.
:No Recife, ra da Cruz n. 23, escriplorio de
los Antonio Comes Jnior, continua-sea ven-
der por preco coiumodo, saccas com alqueire
de superior farlnha de mandioca, limito lina c
alva feita na Muribcca.
-A pessoa que tem anuunciado querer com-
prar uina historia romana, sendo queira una
em limito bom estado dirija-se a ra do Ran-
gel n. 42.
D-scaquem mande buscar na ra Velha
casan. 102 uns poneos de tijcilns partidos.
U Dr. Antonio Vicente do .N'ascimento Fei to-
sa, advogadonos auditorios desta cidadc.mudou
sua residencia e escriplorio para a ra do Quei-
mado n. 20, sobrado aman Un onde morou o
Sr. Maglbes //asios.
Precisa-se desun moco, que tenha pouco
inais ou menos 16 annos, para ir ser caixeiro de
nina casa de negocio na villa de ifrejo da Madre
de Dcus; quem se .uiiar nesla circuinstancia ,
ntenda-se na ra larga do Rozario em casa
de Joo Manoel Kodrigues \alema.
-- O annuncio feito no Diario 'n. 104 com as
letlras M. A. F. nao se entende com o Sr. Mi-
O bilao de liimo annunciado para o I." do
crlente lica transferido para 8 do mesnio : no
aiiiiasciu de Dias Fcrreira.
I.ava-se e engomma-se toda a qualidade il,-
roupa com pielcic.io, e por preco coiumodo
no beco Ua V iraefio n. 5,
tAt-MPLArx
ENCONTRADO


1
y V TTM--.
4
M moi I Gomos \ icg is ivisa a todos "-1 s 'us
di vcdon de i untas de livros tauto anteriores
ao anuo \> iss idi postei ioi i s que tem
autorizado para cobrar ditas con tas a seu < i-
xeiro Jos Peveii d i todos os Srs.
devedon i i amiga, cju v< nho o inais
juc\c qu ssivel sald in ni su i
ou fixaii ni un ii ipo ci rto p ira o dito i'un ;
, 11 a a |Ui II' s Si ' -, la pelo Sr. I i ancisi < loiiu s de i Hi-
y, i, c que aind i as nao pagro que nao po-
n i menor duvida em as pagar ao auuunci-
aul pnis que os que pag ii i ao dito Sr. Ofi-
veira temo aununciante exacta rea ao e J
-< icho saldas suas contas nos comp .'.mes
i\ 1 IS.
. \\: Zo Popon ''...pula do conservatorio
de l'uiz amnum .i iu respeitavel publico,que
ilso a bu u- 11i i.! i a^ioatn ido-.-e-Tjnf
i a.iuuBCianie u.iu d i mais lices de cantoria e
piano; pois que a aununciante est prowpta a
dar licci's e eusinar a todas as meninas i que
s-us pais quizerein, tanto apiano comoaeaji-
iiuia para cujo lim tem os memores meados
que at agora se coufa 'cen, tauto franceses, eo-
iuo itaKanos, i allemes; e tambem dar liedes,
ii.i casa de sua residencia, a aquellas pessons .
que uo tiverein comuiodos para aprenderein
ii is suas propras casas, sendo rsin 6es por
menor prego do que aquellas, que a aununci-
ante ibr 4av c i- is da residencia das discipu-
lar : a dita professota inora na ra do Atierro
da Boa-vista casa n. 4 priineiro andar.
abaixo asslgnado procurador bstame
de Amaro Jos" dos Pi izr-rc, e sua mulber Frah-
cisoa fernanded Teixeira dasTrevas, avisa ao
respeitavel publico que pessoa alguma laya
negocio titulo de compra venda ou arrenia-
i icio, com Sebastiana Mara da (.onceigao com
-I moradas de casas terreas, una na rua Direita
n. 88, c duas no atierro dos Allomados u. j e 2 .
i mais (i e ser a vos Pedro, Joaoangico, Joo ce-
g, Liara Mara', < Camarina.; cujos bensso
pertenctiites adito Amaro, como administra-
dor de sua mulhere lllhcs, por fidlecimento de
' osiuc i,i\rii,i d.is Tiv\as, que, devendo dita
Sebastiana, inventariaros bensdeseu cazal e
dar partilbas i seus I. rdeiros : nada disso le lia
inais de 8 aunos tendo ames feito dividas ein
i iijiiizo do-- herdciioj e para que ninguem
s chame a ignorancia faz o presente anuun-
cio sendo uullo iodo .- qnalqaer negocio que a
referida S: i liana con ti thir com os bens de seu
cazal. Pruneisea Antonio Rabrllodb Carvalho.
Icha-se ein praca para su-m arrematadas
de renda auniial as moradas de casas seguintes :
ji. 122 ra do Ainofiui 21 do \ igario ; 82 .
do Burgos; ti. Direita do Atlbgado ; 13, o Fo-
co I. do \ igario ; 9 do beco do Pocinho ; e
-i, du do Quartel; penhoradas por execuefies da
i.i/'iida provincial, contra os devedores os
herdeiros de Jos Gomes Flores; osherdefros
de .Miguel Fefteir i de Mello ; Amonio da Silva &
C. ; Ladislao Pinto os berdeiros de Joo Mar-
ques saca I bao a cantara municipal d'olinda ;
Severino Kelis da Cruz; a viuva de Mauoi I Vital
d'Assump^o. A mencionada arrematarn tera
lugar quarta Ceira 8 do corrente i porta do Sr.
i 'i. Juiz dos leitos.
Andr Nauzer pstele i rn Francez. avisa ao
respeitavel publico, que se ada na mesma rua
do altei io da l:oa-vista n. (M). de sociedade com
MauoelFerreira ilos Santos, aonde continua ,i
: vil r todas as (ju.ilidailes de boliuhos do COStU-
iue e tambem pao e biscouto tanto doce, cu-
ino aguado bolfaxa e hollaxinha com 1'arlnhas
superiores das melhores deflte mercado ; e as-
sim es fregueses da casa que quzferein l'uzer
os seus assados aerad beni s< rvidos.
M. >. Mauson, cnurgiao dentista, participa
io respeitavel publico, quemudousun rraiden-
i ia para "a rua .Nova n. 2, 110 segundo andar p H
cima da loja dos Sis. Didier Colambiezfit C",
onde continua a exercer a sua profisso.
> Quem quizer comprar duas mi radas de ca-
sas terreas, mu i na rua dos Copiares n. 22 com
sot.io outra na rua Augusta, outr'ora do Pala-
cete, junto ao sobrado do fallecido \ntoniodo
Carino de duas portas e una janclla, com 2t>
palmos de l'rcntc, c78dii s de fundo com sua
coslnba fura quintal murado : dirija-se ao car
torio dos orpliaosque la achara com que ni lia-
lar a respeito.
= .vi ni' Direita. loja de barbeirn n. 23, la-
va-sc eng nima-se com tod i i pcrfetfo, e por
jireeo comiBodo, tanto roup i de rarrell i, como
de sabo na un -na casa veude-se umjogo de
(ancas de Jacaranda dep de galo, poi eco
comuiodo.
Precisa-se dcalugar doui inoleques : na
ua do Codorniz n. 2.
Aluga-so aexeellente i-asa quasi nova do
Enn. senador Uanocl de Carvalbo Pes d'Andra-
de a qual tein -1 andares com boin arinaieni
e mu 11- lio mirante que desi obre o mai i.losi
c t\r noi ,- a sul, ua rua do Auiorim. e prxima
alfandega yiandi destacidade, jior isso que
se lorn i mu aprasvef morada e de grande
lidade para qualfluer genero de negocio: os
pre 'ni'.i'BitfS diriJSo-se ao corretor < Hiteira.
Anda se ai bao alguns terrenos para se
vender, n,i nm >v,i, por detraz da ruada Cou-
ordia que dvidem com a travessa 'ln \iont, i-
io, e pelo ntfrte, com tiravessa do Cald -riei-
ro, com Ij palmos de fundo e nos tugaresde
csquiia tt-m o iiicsiiio I tu i el o. e a mc-mia coui-
liiodidnde para se i di licarem predios: na ruado
liozario larga n. 18, onde se aprc>,mar a plan-
ta do niesnio.
iluga-se Din sitio adiante do Hospicio, c mu
urna casa de sobrado fe i la a moderna com
coniniodos para grande familia, tem coclnii a e
i su baria para i ca\ allos independenle do so-
brado com un l.'oni viveiro ; ueste inesmo sitio
lliorou o neyocime ii Si. Joan Kslwait perto
de i aiiiuis: a tratar n esquino da rua das i-m-
zes'n. 2.
Jq de Oliveira llamos e Silva, subdito
Portugus ntira-oe paro o Rio Grande do
Sort
LOTERA DE N. S. 1)0 LIVRAMENTO.
A IW ra desla i:m,..J.uic l< m
determinado fazn currsf H rodas dmta lotera
no da i:"< do ci rrenle inl il lem,
libeles por vendei ; o resl di-
dilos acha-se a venda nos lugares do coslume.
-- Fugio, ou furtarao urna cabra (bicho) de
Cr vermelln pellos grandes, levando dous
filliosda mesma cor sendo um madio, e outro
leinea igualmente leva rao outro cabrito pre-
to ja capado : quem os pej;ar, levo ao sitio
prximo u Igreja de S. JosedoManguinho, casa
que lem umsotao, que ser gralilicado.
Compras
= Compra-see!Tectivamerite nesla Typograu
iliia toda a i|ualidadc de pannos cortados o-
velbos ile linho e ulgodao toda a especie
de fibra nlie/a. ai^odio, de refugo em ra-
ma, papel o papeleo velho.
Compra-s una escrava moga, sem defei-
to fsico, ou moral sendo em ludo perteita
cosinheira e cnuommadeira paga-se bem ;
na rua do llangel n. 36, segundo andar.
Compra-ie um cixorro atravessaio ; no
principio do AUerro-dos-AIT igados n. 9.
Compra-so um oratorio em bom estado ,
com algtimas imagens ou sem ellas; na Cam-
boa-do-Carmo casa do padre meslre Manuel
Thomaz da Silva.
Comprao-se 18 a 2 0 ps de larangeiras ja
enebertadas, deembigo ou selecta ; oa rua do
Sebo n. 2G.
Compro-se 50 oitavasde prata a 140 rs.
a oitava; tiuem livor annuncie.
Vendas.
Vende-se una escrava crioula de 24 an-
nos, perita cn^ommadeira c*e, cosinlia e
lava, com um lillio mulalinho de t mees, mal-
lo lindo: urna parda de 25 annos, engomma ,
cose, cosinha, e lava; urna negra de nacao A-
illa, de 20 annos, engomma, cosinha, e lava ;
um mulato de 20 annos, proprio para criado ,
ou pagem todos de bonitas figuras ; na rua
das Cruzes n. 41, segundo andar.
Vende-se urna vacca propria para acou-
gue ; na estrada do .Remedio sitio de Miguel
Correia de Miranda.
Vcnde-se urna muala de 44 annos, pari-
da,ha pouco.e com bom leite; na rua Nova n.18
Vendem-se bichas de Hamburgo muito
boas, lano grandes, como pequeas ; tambein
se alugo, e fio-seappilcar ; e thesouras gran-
des de (uimaraes ptimas para allaiates e
chapeleiros ; na rua Direita loja de barbeiro
n. 1:23.
Vende-80 urna junla de bois mangos, e
una vacca em boascarns ou trocao-se por -2
queraos ; tambem alugo-se, ou vende-se urna
canoa que pega 700 a 800 lijlos; no sitio que
fica por detraz do sobrado do tallecido Monlei-
ro, sobrado amareilo.
Vende-se urna escrava de nac3o, boa qui-
la ndeira cosinheira, engommadeira e lava-
deira ; na ruada Gloria n. 84.
Vende-se um coidao de ouro massicocom
47oilavas; e d-se dinheiro a premio sobre pe-
nhores de ouro prala, e briihantes ; na rua
das j'rintheiras n. 18. p
Vende-se umtr escrava crioula, para fra
da provincia, engomma, cose, cosinha e lava ;
um escravo bom para sitio, ou engenho ; na
praia do Fagundes serrara n. 23..
Vende-se urna mulata, cosinheira, on-
uominadeira, e coslureira ; na rua do Queinia-
do n. 28, secundo andar.
Vendein-sebrreles de solideo; na praga
da Independencia n. 3'J.
Vendem-se 43 travs com 46 palmos e
de boas grossuras em proporgao sendo de
sapocaia po-d'arco e embenba-preta ; na
rua o Queiruado loja n. 44.
Vende-se muito boa urinha de mandioca
da Ierra a \2 patacas o Inuyiru ds medida *o-
Iha ; na rua da Praia no ultimo armasen) ao
p do eslaieiro de Joo Thomaz.
Vendem-sc couros de cabra, e sacras com
cera de carnauba ludo por prego com modo ;
na rua da Cruz n. 51.
Vende-se una armagao propria para loja
de mcudezas ferragens, ou sapatos ; no Atter-
ro-da-Roa-vi ta n. 74.
Vendem-se dous prelos mogos de bonitas
figuras proprio para todo o servigo; na rua
das Larangeiras sobrado n 5.
\ende-se superior salitre refinado, em
barricas e as libras omelhorquc tem appa-
recido Resta praga ; na rua das Larangeiras ,
sobrado u. 5, de Claudio Dubeux.
Vende-se urna moleca de 17 annos, de
bonita lisura ; urna preta com urna cria mula-
(inha com habilidades; e um preto de 28 an-
uos, que ganha por dia 640 rs. ; na roa Velha
n. 11!.
Vende-se a posse de 32 palmos do terre-
no da casa cabida na rua do caes do Machado ,
inclusive todos os matenaes existentes, alicer-
ees, cosinha, e as frentes, que se achao em pe ;
na rua do (Jueimado n. 57.
Vendem-se ricos corles de vestidos de se-
da escoceza, ricas luvas de pellica, compridas
com uarnices dilas curtas ditas de cores
pespuntadas para homem ricas bengalas de
cana, chapeos de castor brancos e pretos in-
dicies a5# e 6a1 rs. ditos preto* U^nt-vns, ss-
patosde cordavao para senhora a 640 rs. e
oulras rnuitas lasendas por prego commodo ;
na rua Nova n. 6, loja de Jos Francisco Ma-
in ede de Almeida.
Veudem-sis pentes de tartaruga da moda.
I., e liaba ditos de marraia
concetta toda obra de tartaruga
Carmo, loja de larlarugueiro na esquinada rua
das Trincbeiras n. 2.
Vende-se charopede lingua de vacca pro-
prio para extinguir os humores: he bem sabido
os bons effeitos que lem produzido esta her-
va purgativa; de que he composto dito charo-
pe : seu uso he vantajoso, por nao ser preciso
dieta aliOtna : pelo prego de 640 rs. a garrafa;
dito de tamarindos a 560 rs. e de maracuj a
640 rs. ; nu rua do Livramento loja n. 11; na
mesma loja compra5-se diarios vellios a 90 rs.
a libra.
Vende-se um molequc do gentio de An-
gola, de bonita figura, o de 14 anuos ; na rua
estreita do liozario n. 34, primeiro andar.
Vende-se urna escrava crioula de 22 an-
nos bem parecida com um mulalinho mili-
to lindo, j principiando a andar, a escrava en-
gomma liso, cosinha, e he lavadeira ; na rua do
Livramento n. 33.
Vendem-se meios bilhetes da lotera do
Livramento a 4500 rs ; na rua Direita, loja de
fasendas confronte aooitao da igreja, n. 12.
Vcnde-se um pardo de 18 annos, com o lu-
cio ; e urna parda cosinheira, doceira, e refina
bem assucar; na praga da Boa-vista, botica do
Ignacio.
Vendem-se saccas com farinha de mandio-
ca por prego commodo ; na ruada Gadeia-ve-
Iha n. 35.
Vendem-se 4 escravos mogos, ptimos pa-
ra todo o servigo ; 3 moleques da nacao pti-
mos para aprenderem odicio ; um pardo com
bastante pratica de sitio ; 3 escravas boas la-
vadeiras e quitandeiras ; na rua Direita n. 3.
Vende-sc muito boa farinha de mandioca; a
bordo do hiate Olinda tundeado defronte do
trapiche do algodao; e ao lado desle estar urna
canoa paraconduzir os compradores a bordo a
3200 rs. o alqueire.
Vende-se a dinheiro, cu a praso urna ven-
da com bem peucog fundos sita na rua Im-
perial n. 85 ; a tratar na rua do Crespo n. 10.
Vcnde-se um cavallo bastante pequeo ,
proprio para montara de menino muito no-
vo e com bons andares ; e um quarto bom
de carga e para sela por ser estradeiao ; na
Boa -vista junto aoarmasem de sal n 2.
Vende-se um sitio na estrada de Rellem ,
com excediente casa de campo, cacimba com boa
agua terreno para plantar, e nutras commo-
didades: na rua do (Jueimado n. 37, primeiro
andar.
Vendem-se os seguintes livros em latim ;
Selecta, l'hedro, Conidio, e Saluslio; e em por-
tuguez novellas c contos Camilla, ou o sub-
terrneo l'aulo e Virginia ; na rua estreita do
liozario, loja de cera n. 3.
No armasem de deposito de vveres na
rua da Praia, beco do Carioca por baixo da
sociedade I'lnlo-Thalia vende-se milho, arre,/
pilado branco e vermelho dito de casca fari-
nha de mandioca em porgao e a retalho por
prego commodo.
Vende-se urna canoa de um s pao de
lote de 6 caixas propria para o commercio de
lenha e cal, por prego commodo e tambem se
alu-'a prel'crindo-se a venda ; na loja de Ma-
nuel Jos Gongalves Braga, junto ao arco deS.
Antonio, n. 2.
Vendem-se 50 pegas de algodaozinho de
boa qualidade a 80 rs. a jarda um safa um
canap, 5 cadeiras, um joso de bancas tudo de
Jacaranda, urna porgao de louga evidros por
barato prego sendo diflerentes objectos ; na
rua da Cadeia de S. Antonio armasem n. 19.
No deposito de farinha de mandioca na
rua da Cadeia de S. Antonio n. 19 vende-se
hunda de boa qualidade a 4| rs. o alqueire ,
milho em saccas a 4500 rs. gomma de engom-
mar a lOf/o alqueire da medida velha.
Vpnrje-s;* diobife, cu a praso o sobra-
do de 3 andares e solo da rua da Praia ti. 37,
muito bem edificado, tem duas (rentes, urna
pora a rua de S. Hila e a outra para a rua da
Praia (em 5 qu artos 3 alcovas cosinha ao
lado, duas salas, cada andar, tudo feito a mo-
derna ; na rua da Cadeia-velha. loja n 60.
Vendem-se milheiros de banos a 9g rs.
o milheiro ; na rua doRangcl, venda n. 11.
Vendem-se camas para ca/al e solleiros,
jogos de bancas, cadeiras de Jacaranda, lavato-
rios urna duzia de cadeiras com algum uso,
um canap una marqueza de condur um
rico bergo urna banca de oleo ; issim como
so concerta e se envernisa toda obra de mar. i
| neiro co ni modas e meias dilas, tudo por pre-
go commodo; defroute do Passeio-publico n. 12.
Vendem-se dous moleques de nugo de
15 annos, ptimos para todo o servigo; um
esclavo de nagao de bonita figura, proprio
| para palanquim ; um dilo oleiro ; urna escra-
va de nacao de 18 annos engomma, cose e
cosinha ; duas ditas de meia idade, laradeirase
quitandeiras ; na rua Direita n. 3.
\ cude-sc um bom escravo de idade de Jo a
22 anuos com o ofrieio de capateiro : junto ao
arco de Santo Antonio esquina que vira para a
cadeia.
Vcnde-se na loja do bom ba-
rateiro de (J tierra Silva &.4Jm-
panlua na rua Novan, it lan?i-
nha de superior qualidade para ves-
lulo de senhora >eIo preco de
">' rs. o cdvado.
Vende-se urna pedra de filtrar aguat por
u tambero se prego commodo; na ma do Raintel, vendan, it
no pateo do -- Vende-se um preto da Costa de bonita
figura com algumas habilidades eesl tam-
bem aleito ao servigo de campojna rua de Dor-
ias n. 22.
Vende-se a restilagao do principio da
rua Imperial com alambique de cobre pipas
novas arqueadas de ierro e mais pertonces,
sem fundos, por 2S0# rs. ; a tratar na mesma.
Vende-se bolaxa a oito patacas a arroba ,
e a 90 rs. a libra muito commodo para o ar-
ranjo defamilia ; na rua lar^a do Horario, pa-
daria n. 18.
Escravos fgidos.
Ual5 dias, que (ugio um escravo de
nomo Martinbo, feio, olhos papudos.de 23 an-
nos, fulo, de nago Angola, mas bastante ladino,
com cicalrizes novas as nadegas toan o dedo
randedo p esquerdo muitissimo torio para
dentro; suppoe-se que se tera evadido para fu-
ra da praga ou trabalhando em alguma par-
te ; quem o pegar, leve a rua do Rangel n. 36,
segundo andar, que ser recompensado.
Fugio, ha 5 annoc, um negro Cassange, do
nomo Antonio estatura regular, bem ladino ,
que parece crioulo, bem barbado, peitos cabel-
ludos, olhos aumagado.; orelhas pequeas ,
pernas um tanto finas a vista do corpo, por ter
o corpo grosso, quando benfica muito fallante,
representa ter 30 minos, foi visto a pouco lem-
po na cidade da Parahiba ; que"1 P'i-'ar, le-
ve a seu snr. Manoel Joaqun, da Costa higuei-
ra, no engenho Penedo-ile-bai.u. que ser bem
recompensado.
Fuglro em diversas datas dos engennos
Boacica eCait freguezia de Ipoj >ca sette es-
cravos com os signaes seguintes : Theodozio ,
crioulo, representa 30 annos, com ofl.^o de car-
reiro, altura regular, cOr prela, bsin barbado ,
cara redonda e feia, olhos brancos, per.,as r'nas.
ps apalhelados. Matheus, de nagao Rebollo,
representa 40 annos, alto, cor fula rosto des-
carnado, o beigo inferior cabido, com falt.1 de
denles adiante pernas zambeas, ps apallu. 'a*
dos. Joanna, crioula, mulherd > dito Malheu">
representa 25 annos, cor lula estatura baua,
rosto redondo, e com marcas de buchigas. Do-
mingos; do nago C-issaiige reprceenta 42 an-
nos, alto, cor fula, rosto desea ruado, com .urna
cicatriz de um talho em um dos lados, sem den-
tes adiante. Braz, de nago lenguella, repre-
senta 45 annos, estatura regular, cor fula, e um
tanto descorado, rosto descamado, com alguns
cabellos brancos, pernas finas. Lucio, de nago
Mogambique, reprsenla 35 annos, alto, cor ver-
melha, com carogos feitos por signaes de sua
nago, sobre o nariz e pelo corno manas do
relho de castigo. And re, de nago Mogambique,
representa 40 annos, alto, com um buraco gran-
de em urna das orelhas, com carogos de sixnaes
de sua Ierra por todo o corpo, e com una ci-
catriz de queimadura em um dos ps; quem os
penar, levo ao engenho Boacica, ou na rua das
Cruzes n. 30, que receber 69jf rs. por cada um
No dia 15 de fevereiro do crrente anno ,
fugio o preto Vicente, crioulo, natural do Por-
to-dos-Touros, provincia do lio Grande do Nor-
te representa 25 annos, alto, secco, com (odos
os dentes na lrente, e limados, olhos vermelhos,
e um tanto carrancudo, que parece ser (alto de
vista, tem urna costura de queimadura no pes-
' coco do lado esquerdo, bem fallante, e de boa
pronuncia ; levou chapeo de pello com 4 molas
de. rame, camisa de madapoln caigas de al-
godao tinto e mais roupa ; consta andar na
cidade do Kio Grande do Sorte ; quem o pegar,
leve a seu snr. I) i mingos da Silva Campos, na
rua das Cruzes n. 40, que ser generosamente
recompensado.
Fugio no dia 29 dep. p. a preta Getrudes,
i secca, altura regular, um peito mais descido,
ijiie o ouio tema marca de urna ftida cm
' urna perna e outra de fugo ao p de um dos
muidos che crioula; quem a negar, leve a
Olinda na rua do Carmo, casa que tem lam-
pio na porta.
D-se 50^rs. a quem pegar o molcque
Feiis, crioulo, de 11 annos (ugido no dia 28
de fevereiro. de cor fula, cabeca alguma colisa
grandu, muito fargola nao tem deleito algum,
bem leito de corpo e rosto e he muito esper-
to ; levou camisa do luslo amareilo j desbo-
tada e caigas bramas sujasde grava de sapa-
leiro dcsconfia-se que eslej \ lurtado ; quem
o pegar, leve a rua da Cadeia-velha ao seu snr.
Antonio Aunes Jacome. que receber a dila
gratilicago.
No dia 30 do p p abril fugio um preto
crioulo de nonie Jos, de 20 anuos nao tem
barba, grosso do corpo cabera grande, tem
um geit > na perna direita para dentro, falla
apressada o qual vinha do siti i com um pa-
nacum e um flandres de leite ; levou camisa e
ceroulas de panno de algodao da Ierra c cha-
peo de cooro ja velho ; loi de Cariry-velho, o
comprado a Jos da lonseca o Silva; quemo
pegar, leve a rua de Aguas-verdes n. 70, casa
de Francisco Jos Duarte que gratificar com
L'ii: rs. ; na mesma casa vende-se um cuvallo
castanho com todos os andares, por pree i c im-
modo.
Desappareceo no dia 2 do corrente um
pfu veilio, de Angola, de rime Jase, tem una
perna torta,foi comprado lia poucos das, a Ma-
DoelJoaquim Pascoel Hamos, que o tendeo
por ordem di Sr. Servina ; quem o pegar, leve
a rua da eiuaila-nova u. 4, que sera recoin-
pnsado,
~o._____._________.___________
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i


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