Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00099


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Full Text
Auno de 1844._____Segunda Feira 6
o bunio publica-re |. dos os dias que nao forcm santifico ios : o prero da ..ssi-notnn
he ,le tres mil r. por quartel p.-os adiantados. Os anminciosdos asaienntl saoinm).,s
jr.lis, e *>i que na., forcm r-ro de 80 res por linha. A. reclamaeoea ,len, ,er ,,;,;.
idas a Jil J.'P i ru das Lrmes n. i4 ou i praga ..a Independencia l.,j ,]e ljvr.n. r
PARTIDA DOS COHI'.KIOS TERRESTRES
UlUi m7V "Sondas, W,t. feiras.-Kio Grande do Norte. cW, S e 22 n.r-
"SJ-to 7.T /"I,* l,"n"' 1e -4'U C" "' -*>, v., e Flor.
a Lie -'* d.lo.Udaie d. VWIOa, qu.nt.s feir,._0lin.!. toda, ot dios
DAS ])V semana.
C .Se? i. J".io Damasceno. Aud. do J. de I). ra 8. t.
? Ierra a. J'.'st.iuisljo. Hel. aud. do de I) di 3.
S (.loarla Apparici.il di s. Miguel, And. do J i!e D da 5 i.
) (v)uinla. Gregorio i\a/i mino. Aud do J da D da J. v
iO Sexta s Antonia.). J ul do .1 de da ,
jl Sab s. Amulado. Bel. UJ. do J. de D. da i, r.
iJ Dol s. Jornia princesa
de Ma.o
Anno XX. IV. IOS.
aro.? WJtlWtilllrTrraWiWIMtTf1iTIT1fr^l^1iBWt',',l','''wrMW'**' t"-a
'ludo agora dependa da ni meamos; da noaaa prudencia, nderagio' e energia: eon-
TJkJ^f. linuemoi como principiamos,! ere-ne. puntados com admiraqao rnire as nagoea niaia
'ultas. pr0 .'-,..,.. i, istembla Geral do iratil.)
rt randa
'', y CAMBIOS HO BU 4 DB MAIO. compra Jinda
VM.&Mv >;' rv\l;lrP '/ S ) FVi' *'0' por frama. N. 7.200 47.400
''f\ W'i UiboaM! por400 lepremi...... de i,00.< 9,600 "J 00
- Praia-faiacei f.OsO *M0
idadeoobreS porcen oenaha pes0, columanarea ,00 2,040
dem de lei.as da boas limas 4 a00 Ditoa aaeiieanoa 1,960 *,980
PHASES DA LI NO MEZ DE IU&IL.
U.CUU.2.0.6& mn daUtde .Lu.no. i 47.i6hor.ao3} .... d...,bi.
Mingeme a l' taar de koje.
Pritoefra aa 7 horas e (i da. i manhaa j Segunda ai (i ..ras, ,0 minutos da tarde
imuBmmssnv
ART OFRCIA
MINISTERIO 1)0 IMPERIO:
Dtcreton. 345 (fe 30 (/* marco de I Sil Designaos
diai que, alcm dos de feslividadc nacional, fio
de ora tm dtanle sendo de grand? nula ntt corle.
ilri por bt'in, tiut> lijm- de iicmIiiiiii ett'eito a
circular de trintae un de nutuliro do anuo pr-
ximo paS9adoi B a tabella dos das de ^ala que a
aconipaiilion ; licando d'ora eill (liante reau'zi-
dos os dias de grande {jala na corle aos queja o
sao d'P feslividadc nacional, e niais aos que sito
mencionados na relat;;io, que-com osle baixa, as-
si-iiada por .los Carlos I'cicir.t de Almcida Tor-
res, doconsellio de estado, ministro e secreta-
rio dfi estado dos negocios do Imperio, nos rflnacs
me apraz receber o cortejo do estilo, ao meio
da, no paco da cidade. O nicsmo ministro e se-
cretario de estado assim o tenba entendido, c
faca exectltnr com os despachos necessa ros. Pa-
lacio do Rio de Janeiro, em .'!:) de mareo de mil
uitocentos equaetiita e quaro, vigsimo tercei-
ro da independencia e do imperio. = Com a ru-
brica de Ma Majestad? o Imperador. r= Jote Car-
la/Perfta de Mnuiin Torree.
fldaeao dos refere o decritn desln dula.
Janeiro 1. Auno noni.
Anniversai'io natalicio daSe-
11 iiissiiti.i Princesa Imperial.
Anniveis,irio natalicio deS.M.
a Imperatriz.
Annivcrsai io do casamento de
SS. MJ1. II.
Outubro 15 l)ia do augusta noine de S. M.
a Impera ti i/.,
19 L)ia do augusto nomc dcS. M.
o Imperador.
Palacio do Rio de Janeiro, em .'50 de marco de
iM4. Jos Carlos Pereira de Almcida Torres.
que fosse atecipadamente marcado: i is en-
Uetanto eu, em lugar de ter noticia d'esse dia,
agora me ado iurprehendido por ver que o
projeelo se aclia em terecira discussao!! lie
]iOis, Ionio a repetir, para nao ncorrer na pe-
cha, que o n. d. lancou aos que se proniineiarao
pelo adiamenlo, que me cucar reg de l'azcr al-
yiimas rfflcxcs, ou antes de presentar algu-
nlas duvidas, que ota me assistem acerpado
projecto, e supplico ao seu nobre autor baja de
as resolver, mui certo de que as nao aprsenlo
arco II
li
Sctembro -
MINISTERIO DA FA/.F.NDA.
Expediente do dia .'! de abril.
A' thesour.iria da provincia de S. Paulo, res
por caprixo. Priincirainentc vejo, Sr. presi-
fOUjj que no projecto, tratando-se dadesapro-
priaeao por utilidade publica, smente se fax
mensau dos casos de desapropriaco em cr-
ciimstamias ordinarias, e n;io ciu eireumstan-
eias extraordinarias: e como he ncontestavcl,
que a desapopriacap pde, e deve ter lugar lan-
o era urnas como c^n outras. circumstnclas, pa-
reec-nic que o projecto devera comprcbendel-.is
todas ; devera dcl em unas como em outras pircumstaucias teria
lugar a desaiHopriacaoj i>ois quesmentc assim
he que licariiio be'm garantidos os direitos dos
proiirictarios, cuja propriedade se bonver de
exigir, ou enjo dominio se houvcr de tirar sob
\ islas de ulilidade publica. Se em casos ordi-
narios couveni bem lixar os casos de desapro-
pi'iacao, inuilo mais devem ser lixados em ca-
sos extraordinarios, onde as garantas sao em
menor numero. Els-aqui pois, V. xc, una dl-
vida, que me oceorre, c que me Taz desejar
miiito o adiamento do projecto, que ecessito
esindar. Observo em segundo lugar, Sr. presi-
dente., que o projecto conten abundancia de
palavras, que se deve evitar, sobre ludo em le-
gislac/io: jior cxenijilo, noto que ba alguns ca-
sos de dcapropriacao por ulilidade provincial,
qiie sao coininiins aos de dcsainopriaeao por
ulilidade municipal: creio que uns e nutres ca-
berio em um so artigo, entretanto qu o n. d.
os separou : mas enilini eu nao iniistirci n'isto,
que me parece queslao de redaccao; apenas ob-
servo de passagcni.
Lcrei o artigo ." do projecto (le): Reparo,
que o nobre autor do projecto quer que o pro-
pondendo ao ollicio de o de marco, .iue dos di" I y'"'a"01"-'iseal proinova a d'esap.opriacr.o em cer-
plomas iliterarios e acientifleos passados eu pai- p??.ca8*' e <:X(1|U: outros; isto be: quer
eirbs se nao devem direitos, porque !
tes cstran
leiiliuma disposi* de lei (relies os suj'ia ; de-
n-ndo so pagar jo respectivo sello quaudo Ibrein
a prese ntados em qualquer repartlyo como do-
eumciitos ; e que das dos hachareis em tetras do
eollegio de Pedro II tanibeni por ora se nao de-
vem direitos, porque nao ha lei, que os compre-
henda expresamente, como lie mister cm mate-
ria de impustos .
A' de Minas, cm resposta ao ollicio de 10 de
Janeiro, se declara, que com os portadores de
notas falsa-ou lalsiiicadas se deve proceder na
que promova smente nos casos de abertura de
i estradas, de canaes ; constru i io de pontos, e
; acueductos, e nio nos casos de desapropriaco
por ulilidade provincial, em que houvcr de 'in-
' ti i vir a asseinblca provincial. Ouein nesics
i casos dever promover a vcrilicaco da ulilida-
de, e o processo de indeninisacao? Sabe mui
' bem o nobre aulor do projecto, que o processo
sobre a indeninisaciio deve preceder ao decrelo
de desapropriaco e que portanto, antes de aba-
ver dei-retado a asscinbla provincial, forra he
que alguera promova a iudemnisaco: nas he o
... VJ
regulamento, porqu, tendo sido s para espe-
" al e p altivamente ter lugar no caso de substi-
.servare! mais, que me parcela mais eove-
nicnte, e inesino mais justo, que a proinoeao
da indemhtsaciio corrase por conta do pro*
nirao feitaen, execucao dos arts. 1, 4, 6 e 0 da ^^"V T Zl*, ?"'' *'**'' a", '
lei de (i de outubro de 1835, nao he lien, se pode '^''''1 et.sse od.ie, .. de provo.ncr a ind.ni-
nisarao como principal interessado, e que cm
sua falta ou sua revelia, olli(iassc onlo o
procurador-liseal. Creio pois que o projecto de-
veria ser alterado ueste sentido. Vamos ao art.
7." (le). Priniciranieiite devo declarar a casa .
(jue mui lo embirro ( pennitta-se-iue a expres-
sao) muito embirro com a palavra decretar ,
quisera que fosse substituida por outra deter-
minar- por cxeniplo ; porque devenios reservar
a e.xprcssao decrelar para os actos do poder.
geral ou da asscmbla provincial : mas pres-
cindamos disto agora ; vamos adiante : fallemos
na expressao--oppollunamentc que venino
l.uer extensiva a quaesquer uniros casos da
ulisiiiiiicao do arl. 15 da niesma lei, art. 10 da
de II de outubro de 1S37.
KflB*n"naajBiriwrt raa.imaiiiar.-3-n^^gT-:
o c ia aki A
ASSEMHLA PROVINCIAL.
Comlutio da scssode 24 de abril de 1844.
Sr. Figueiredo: Sr. presidente,
de
nao posso
J vi,,
esta, ordem, <|tie conten materia tao Sr. presidente, que alcni dos editaes queo
"portante, oevla de ser discutido com mais len-1 projecto manda publicar para aviso dos proprie-
Uuao, con. in.iis pansa doqueoieni sido. Eu tifio tarioj dos terrenos, que se pretender desapro-
' uvular, i, Si. |.r. sideuic, abracar a idea cardial priar, deve haver um aviso mais positivo mais
. ,i ->, tildo irt j|.<.... ...., ,,,,, ,,,,,, M.iupu.v i uiitriu. iSau itiii-i que naja urna euayao por-
" que o n. autor do projecto entende que a pala-
vra-citacfio-indica proccdiinentbjudicial, indi-
ca niesmo chica na cheira ,i eonlcnciosidade ; mas
(Temos dutro nnme esse aviso, fujimos d'esta
questao que me parece de palavra .' e volteino-
nos para o esseneiol, Parccc-mc, que alm dos
editaes de que falla n projectb poderla o pre-
sidente ::: provincia i .-...;'.',. r.:.,.; trclar i to
dos os |>ioni( t,nios dos terrenos por onde a es-
Irada boivesse de atratessar a litn de que el-
lespodessein licar inteirados dell i. e podessem
i i! ni rpres 'litar sobre a desvantagens da obra,
c sobre a indemnisaco e o mais que Ibes fosse
1 udo f'.' le mui b |ue d nte que o jnethodg adoptado no projecto se-
ti ola sido observado na Etiro-
'ui bem que eu I he diss ondeas Ibllias publicas se reproduzem i
mos nossasideias si oudchamefos de se vulgarisarcm
i "J' ** tv iSUJ W- '\. a.. (JO Si i i Vil' 1(1 lili' iiiu J.S-
eixar de apresentir algumas objececs, que
acredito ponderosas : e bem que cu nao esteja
senhor da materia, por tifio havel-a esludado,
' "na sabe o nobre autor do proieeto. inclua
liara que se nao contine a dizer, que smente
u que se procura be matar o projecto, scni que
' haja ate agura apresejitado r.,,-,io algma que
"ic v d.....iconl ro, > rrisear-
'' ate, a oib-ic ,-ci- a consideracao da Casa as
1 s, que nie suscitou a leitura, que agora
'" sino ac tbo d i fazer, iiiquaulo 'all iva o u
'i <1 ie me precedeo : espero que o i. d ci
"I ;i vou eombater, haja de i
iuiprov.
'"> contender i
CSSes edilaes ; mas o nosso paiz onde ha luga-
res que anda se asseinclliao aos desertos da A-
l'abia por onde, nao passao, neni noticias nctu
j orna es nesses lugares, entendo eu que o
lucio edital torna-se tuna illuso, Se o n. d. quer
que os propietarios possio eft'ectivamente re-
clamar, entao nao proponhauma medida de
formalidade estaueleca um meio eflicaz a-
dopte, alcm dos editaes ,' as circulares dirigidas
.i iodos os proprielarios. Nao se pode negar .
qneh de toda justica, Sr. presidente, que os
proprielarios tenhad noticia previa do que se va i
fazer em sua propriedade visto nao ser Justo ,
que sejao della esbu!hados sem s-.-rein ou'vidos ;
e por meio de editaes dcixarO muitas vezes de
ser ouvidos : alcm de que Sr. pies. os casos
de desapropriaco de que trata O projecto, uo
esigeui lana pietericao de formalidades, tanta
presan nos avisos; nao se trata de casos extraor-
dinarios era que a demora qualquer que se-
se torne prejudicial: la-se o projecto e
notar-se-ha que nao ha neeessidade de laina-
nb.i urgencia no processo de desapropriaco.
0 Sr. Nabuco: Ha de querer tal vez mu li-
bello.
0 Sr, Figueiredo : fCao quero um li bello; mi
s porque a materia o nao exige como porque
recoiiheco, que, neslis casos, ge deve fugir das
delongas do conteni.'ioso ; mas lambciu nao que-
ro eahir no extremo opposio nio quero atr-
pelos procuremos UlU meio termo sigamos
aquellas formulas que sao dedireito natural,
que vem a ser aquellas que impedem quenin-
guem seja desapropriado sem serouvido. bem
sei que o n. d. quer que o proprietario seja o l-
vido; mas o (jue i cilicio he que O meio com
(jue julga conseguir este fin, nao he eflicaz ,
lica someiitc em bous desejos. Entendo niesmo
que, alargando-seo termo dos editaes, como
quer un outi'o u. d. nada se consegue : o me-
lljor meio me parece ser as circulares : nao ha
cousa mais fcil do que o presidente da pro-
vincia que tcni ordenancas montadas expe-
dir circulares aos proprielarios presentes, an-
da (jue a respeito dos ausentes se siga outra me-
dida qual a de se augmentar o esparo de lem-
po para as rcclaiuac'oes o de seis uezes por
cxcinplo.
O Sr. Xabnco : Seis meses he punco.
O r. PigueiredO : Pois dc-se mais ; visto co-
mo o* COSOS de desapropriaco de que trata o
projecto, mi sao os casos de salus reaublitet
Vamos de, vagar com eslas cousas, Senhon s.
Conliiiuando o orador a fazer algiimas obser-
va, oes, l o artigo lO.ediz: ora,querendo o n. d.,
(jue o presidente da provincia possa mandar pio-
lad, r is diligencias necessarias para verificar a
ulilidade da desapropriaco, devia lamban que-
rer que o interessado, o proprietario jiodesse re-
querer as diligencias, que elle entendesse con-
venientes para provar a sua reclauaco, para
mostrar que a obra nao he exigida pela ulilida-
de publica; c por conseguintc devia acreseen-
tai ao artigo estas palavras = c forcm requeri-
da* pelos inlercssados A|r nfin obrou aSsim
(jiiiz dar ao presidente da provincia o direiio de
mandar proceder n todas as diligencias c nao
aos inlercssados : (loque se pode Inferir, que o
n. d. suppc, que o presidente nao determinar
em caso algum obra publica que nao seja de
utilidade; mas esta supposiro me parece exage-
rada : pode o administrador entender que esta
ou aquella obrahe de ulilidade publica e toda-
va decidir-se pelo conlrario a vista das rccla-
macocs e diligencias fcitas a rcqueriineiilo do
proprietario. Snpponha-se que o presiden le
entende (jue una estrada por connnoddade
PUbUca deve passar pt lo terreno AoB, ja at-
tendendo as populacoes intermedias j;i alten-
deudo aos meiosdc.se construir a estrada; e
qu o proprietario contesta cssa utilidade disen-
do que niaiorcsvaiitagens acontecerpassando a
estrada pelas partes ieC por taes c taesrazd.es :
nao ser de interesse publico, que a parte intcr.s-
sadapossa requerer, que se mande proceder ao
exaine de suas jiroposicoes '' Certanicnte; e o
presidente da provincia nio se deve negar el-
las, desde que houver cnteslacio sobre a utili-
dade ; porque, Sr. pies., ainda que eu nao sigo
a doutriua de que o governo he inimigo natural
do poyo, com ludo conveiiho cm que os que go-
vernao sao SU jeitos a se enganarciu ou a seren
engaados : boin lie scnipreque se reniova toda
a suspcita.de que possa haver arbitrio na desa-
propriaco ; necessario he que ollerecainos ao
goverpo um escudo contra os tiros de pe lideas
IllsinunrAp. > /ni,. ruVie Aar Itt r. -'.:...:-
Tal he a rasao por que entendo, que se deve dar
direiio aos inlercssados para ecla'marcni,e pro-
varcm as suas rcclainacoes.
sao remetidos para o effeito unii ament de mar-
cir a qiioi.a para i indemnisaco ; mas nao esta
no poder .I i asscmbla revogar a desapropria-
co note-se bem; mas em poder revogar he
que ('(insistira o recurso....
OSr. Aguiar : Pode negndoos fundos.
0 Sr. Ugueiredo : -- So nega os fundos temol-
i ainda ncior : o proprietario lica no ar como a
ni..i de s. pedio : lica desapropriado. e sem in-
demnisaco: iiem propriedade, ncm duhei-
ro....
OSr. .Xtiburo : \ asscnibl.;a provincial nao
pode ser tribunal de ajijielln ao.
OSr Figueiredo : Ah nao pode ser! entao
como diz que lia recurso .'
OSr. Nabuco : Nao*, e se o n. d. quer snn-
primir C6le artigo: supprima-o.
OSr. Figueiredo: Tambera n;io querosup-
pi'imir ; mas dezejo sabir da confuso; ainda
nao pude es tuda r a materia. Ha mais outra la-
cinia no projecto. o o. d. para a desapropria-
co por utilidade provincial determina que o
presidente da provincia proceda em certas n-
dagnecs, que oniiiic ua desapropriaco por
utilidade municipal U artigo'] ), creio que por
dar umita importancia as cmaras municipaes.
OSr. Nabuco: l.cia oartigo todo que n'ell'e
achara a resposta.
O Sr. Figueiredo : Eu o vou lr (ti). He ver-
dade : cis como son dcil, c argumento de boa
fi : kjii don niios a palmatoria. Isto uiesnio
estprovando, que nao estudei o projecto, e
que eston improvisando.
J) Sr. Mego Porros: Est provando a perfei-
<;ao do projecto.
OSr. Figueiredo : -- Nestepontosoinente. Mas
encontr outra lacuua. Diz o n. d. no artigo
15 l). A queui dever ser entregues as recla-
inaces n'este caso Nao se sabe a quera.
eresee
Obrador le os artigo 11 c 12 do projecto e
prosegue Parccc-mc, que ouvi ao n. d. dizer,
que a decreta, o de desapropriaco tinha mu
correctivo na asscmbla jirovineial', ou por ou-
tra que asparles podio recorrer della para a
asscmbla : mas he o que nao colho da leitura
do projecto.
>: Lea oartigo 13.
0 Sr. Figueiredo : o artigo 13diz (tf. Veja o
n. d que, o ste caso nao ba um recurso para
ci'' papis ca desapropriaco Ine
quei
OSr. Nabuco : --Ao juiz municipal.
0 Sr. Figueiredo : Mas isto nao est no pro-
jecto....
O Sr. Nabuco : Ha una emenda agora.
0 Sr. Figuefredo : Boin : ja vio apparecendo
emendas.... Mas nao acbo-a mui conforme : pa-
ra haver coherencia devio ser eniettidas s
cmaras municipaes..,
O Sr. Francisca Joo : Apoiado ; porque o
juiz municipal nao he auloridade administra-
tiva.
O Sr. Figueiredo : Acho (jue estas reclama-
oes devio ser entregues cmara municipal
para que ella dsse o seu parecer, e o remetesse
oom os planos ao presidente da provincia ; visto
que podia a cmara mudar de piano e alterar o
seu parecer sua proposta a vista das rcclama-
cea.
OSr. Barros Brrelo : Faca una emenda.
0 Sr. Figueiredo : Eu recelo muito fazer c-
mendas de repente e assim sobre a perna.
0 Sr. Francisco Joao : He o que acontece a
mim e a oulros.
(i Sr. Figueiredo : .No artigo 17 se diz de-
Cidindo o presidente, que nao procede (le). A-
Aui emendo. que lambcra a deve dar parte
iiilercssadao direiio de promover a indeiunisa-
.;o c na sua falta o procurador-fiscal o far.
0 Sr. Nabuco : O governo he queni tem ne-
ccssidadc de a promover.
0 Sr. Ftgttedredo: A desapropriaco temo
governo ulerease de promover masa indem-
nisaco he do iinincdiato interesse da parte.
0 Sr. Nabuco : A parte nao tem intere
algum. V.
O Sr. Figueiredo : Eu fallo da indrni/iisaco ;
e n'ella nao ter a parte interesse ? Tein ; mas
para que a parte nao a demore inarque-sc-lhe
un termo sob pena de revelia.
Dis-SB ainda no artigo l!) =s o procurador-fis-
cal (l), I,cinbra-nic agora una grande duvida ,
que rae suscitou a leitura do artigo. O n. d. ,
querendo seguir no projecto os rigorosos prin-
cipios de direiio administrativo quiz na desa-
propriaco tirar, como disse, toda a ingerencia
do poder judiciario e por isso teve horror
palavra cilaco =^ ; mas enlretanto nos arti-
gos faz intervir a justica dando appcllaro
da decisb dos arbitros para a relaco ; e aqu
temos nos o n. d. fugindo da chiana em um
caso e caldudo n'ella em oulros: dando-sc re-
curso para a relaco, te remos o sequilo da jus-
tica todo : razocs appellantes e!siba!-,rs re-
cursos de revista &e. &c. (lioartigo), e es co-
mo seinpie o poder judiciario vai decidir em
materia de desapropriaco. quando o n. d. tein
(I.uado contra a intervenco judiciaria em ne-
gocios administrativos. Ado n'isto una espe-
<' de contradirn. Depois,Sr. pies., eu nao
sei uiesino se a assemblca provincial pdeacres-
centar allribuii oes a estes juixes, em vista da
nterpretaco do acto addicional que bem cla-
ramente dispoe, que as asseinblas provinciaes
nada altere (juanto a natureza eattribuiccs
de empreados creados por lei geral, Ora, sen-
do a forma da desapropriaco da competencia
da assciiibb'a provincial cstOU que devenios
determinai-a de modo que nao va Inovor cou-
sa algma as attribui..es do-, jui/es e na or-
dem do processo ; mas lie isla que S n^< guar-
da no projecto. Porquanto se d no art_
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mesera seni dui la i
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. id. nao peasau os.

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> i verdad*, -
l3pO-
,r a *-ipi ssao do
a i,r saudade
c-.usa be, S i- ussml ,
por certo na R- f mos po.s
tos e os nossos Iritores que julguera dos
du i rao. Pai i in-
.. iremos bui.ir o fio da latosa narra-
... para ch anuos aouiom
. ; i,.
: que o F.xin. Si. Barxio da Boa-Tis pas-
-
-


-
-- :
:
.
... i seas
Lo I

-


/
|
.loma a
i '
polica.
E\i Sr. -- I>i parte dada j estase-
. lo do trro I 5aavreth.de-
.i a V. Ex. I 3 Jopas.ado.


, etin t de seguir para i C U i Si -
marassento na iioara dos deputadus. dx
v.-iilaiia para dedicar-se ao m-nospor alguns
anuos a es* > negocios que tanto hariao so-
t'ndo por amor dos pblicos.
Esl na poli destruido o rastigio que poderia
lito termo) i tranquil-1 influir nos sentimenlos T
< occorrido MtceDco de u-

icisca \av,< rde leaos, |
-
.
O

rges : [uesepi I tpetenl
, que continua nai-
publico
. i-zia >ia Sp



. -
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d. i -
3
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adia-
tj >r. Fij --'.



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- mbaraco
! quart .r^o. ^;
quo grao;
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ui
.....
.: :. Li re I
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-- Ri : D
. nos 1

Be -' _uar-
S
-^ h-
.:
iident I -'- laSilc* a
.
rao : para adulador, s e nteresseiro nao bavia
esperar. Ifasquesuc Nuaea a
ra tac frequ< otada nunca Ifc fo-
rado c festejado : e mu tos que rarai
retesa ippareciotomaro-seasiduos eto-
is sevo as suas salas pessoas dj
planas da pro i ia. Asdetpedi-
- esfa- lasemvez deasfaierelle ra*iao-Ba quaotoso
ordidos.
. JtltU i
....


-
\ar de me
*ocon-
. algu-
-.:-
: tari ti
Poi i-SO '
p.C
o o eii.
-
.
. :. legisla-! que I
I
Vlnhf's |uidos es-

tuosos =a s
ip, li uncir
i i p. oo ... as-
i --..->
-,
le io oeste pro
le iravt-is. --
t-1 ao pcrqiH nao
I trazer j
ra una mal
Diversas cutra merea-
doras= a saber :
15 p. o o a d:u.
conheciao e quant
ardoLauren- ;::. mdamuio- que ta rsena
. mortal tridos a ::.triga> .:.-... rs n to-
, I i querio test mu-
sen.....sde estuna ie i espeito e
de ad.'.es.ao.
A lasse mi ; '* o
eomwercio fisjquein in Usante prora deo,
que soubera e tirera raso para Ihi ivn
- ntim nlos u otr'ora Ihe
l re prora, v digna di la asso-
icrcial d -:. ro inci i t urocou os
seus luenibros, elhi > propo que se enriasse
ao Bxm i'r'. idente uin i d seu i
a fin de manifestar-Ih os ossmtiinent
;.":o \, los ir .. da suaadmir.is-
i reawlt (*
I dsse o* (inboras da riagem. Foi u:. o e
.. .
: d .
o olni-
. gatorio d um dere da parte de luunercioem
g ral Comefl ito,urnacoimnissaodecincodos
Kinetos merabros la asi seapre-
>u no dia 3 pela 1 b L| tarde em cata de
S Exc, eahicouima!] e ilusa o docoraco, do
.ras ea i no > aa"
les por qnem i pi |Jie rao o#
is prop loIhe respondido v be iom
t ni lia cort- sania que todos lbeconhecem,eeom
iexpiessao de uin prntund nto.aere-
. Lato salisfeita o encargo que receben,
como pesarosa da ; .o.
(heg.ira a bol a da partida; preeuo era deixir
espora filhos. e arr :.^ ar-s< aos S< us amplexos:
16
"''' ,. om agrado a proposlcao, o
Jt>;. ti em rez de um cumprim nto
V-m 1^; ; jalgara este acto o deseinpi
-
: >

-"
13.(Cj i
- :
lip.oc los 7b: fibM 97M6/QB!
o j cborosos, incoosolavei porque
- an-
urso-
i ....'
. u:i;

'.''' *
... Clltl
modi-
um >;. -
.
lo, u '; ponfa
',' leat se opj
'/ s Vala Eu balan
ipresenlo ~ min
:..- g en te ?
O Sr. J I mas nao
gnni i ao M o projt cto.
. lo um i outi -. ..o.
> .", p. O 0
. addicio-
.. '. de 3 1 i p. O O
xporta^ io -i p. oo
Ble 1 "Jp. r ,
...-> -2;
-___ignados
;. ...... 1 -i ; o o
F. nol .:.
li spachos
Mullas
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nos con-

tanto,
!

: ) IIM

I I i.....lis ;- inpo
ido alguma rousa. poi-
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. 'n mu sv ni ida ;
. .i. Qu indo qual-
is publicas pro' on mssni-
ij.reTa. larios i-
la provin-
a v. rific iu
. quid ra que

'U SUbl que
o mj i., inbia rutpri h ndedra
I '
Si
Rs. -- loJ >-4*090
Renda eral
Dita appli .da
132.257^336
24 M6#754
Rs. -- 151 5 I
iproiec-
.

: i

: it .
>nbo que
i o pi
te, o pi tui
risso
stradorpu-j
t>: qu ectadas.
- '' te da provincia nao i)
O ; a ,
Jarome 6 -. M a Lumafhi deMtllo.
Rt-.diriitnto da mt"i d$ rrndti in'.rnas protinciati
o mti d* abril prozimo indo.
A sa.'.er :
una uroana
'11 :
formulado |
QSr.Xabv 9 OpJ a provincia nao
h : lu i. i "i. ia iza de eseraros
0 s /' "ii i u expuz a ininha >cllo de heranras e legados
duvid.i milito ii.al r ii o n. d. nao me compre-; Pa.sip-es de polica
leo poi el ro ; mas'Novo < velaos direitos
o que ii tej sro I,- qu proriucia
m ii,.-i.iu'i. porqu i ionio posso sei I ; d -
rogad idi pi vUh tal ; -
ici irrematanfa ponrue, pela le, opee- Matriculas do 1
/ nda ,
ber as
-
I mos
tii : tn da
.
-
- -
li- '
Im
rui

sobre olarias
da d\\ :

amad tensamente > -> ternaim nte amados;
he forcosa a sepai v.io Hade adocai-lliea
amargura quadro mais tasto, e menos Brstrpe-
lonne'.era d'grsts c Jioagcrt. 0 ::.tarqne
d- mi s- r no caes do Collegio, e a trop i em i>aia-
'da raperara-o un pateo immedi.iiu : mas nem so
a tropa o espera que esl i esse pateo coberto de
innmeravel poro. A tropa fat-lhe as cootiui
ias do estilo; o digno coin mandante >uperior
.).,'.'" *' lu'' commandava as duas brigadas de quena
' loinposta levanta os gritos hartuonioaos de
riva a nacao brasileira viva S. Magestade o
'Imperad.:', .-viva u Exm. Presiden le da pro-
.a fl.i.jo da Boa-vista a que correspon-
oin t-ntliusiasmo tropa e u>r-ias mas ,
i.as. ys y.
Mal poe p em tena todos o cir^aTabJ por
maito tempo Ihe embargao o pasSBrpnciosos por
Ibe darein um abraco os mais amigos por lo-
ca l-o ao menos os mais aeauhados. e qu indo J< -
pois de tao vivas demoustr d aflecto elle
consrguio embarcar na gali ota que o spera-
ra aquellesqur n.'io podi.io a li :i cobriraooi o a rsena I at a pon-
iendo abrangrl-os esse largo espa-
liud um >mo atropHados toda a ponte do
Recite se cobrio "i -: res.
Seguirao a gareota, muilos esc res e botes
cneios de geni \-\\ os quaes Ihe iao
semp : sanind : por todo o caini-j
nho um su t do? navio? nao rr="^^
cou amanado. \ :nar-sr do rapor S.
Rxcreeebeo todas as continencias que -e Ibe
podiao faxer dos navios de guerra e di fortaleta
rto- no Ta por o esperara tanta gente, que
I iva Ing ii a que entrase iu o< que d-. U ro
- idos a de m i o P3"
ra que tubissi tai '..... raj i
n t. q i e pr.u.is um
I COBCUI i1"'
g e Ih
par I is bous

Tof
- mpregos
I-ara fora da
2:540/-"34
.-aay
62
12/600
' 0
12/v

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MiliWl iva-----"* -.-. '->: :.-**., ^^V V.T
dos escalieres prorompero em vivas prolonga-
jos aoExin. ffarao da Boa-vista osquaes ib-
rao correspondidos pela gente de trra e ain
da acompanliados do liynmo pela msica ja
eilto nos botes. Movcr/-sc eiiiliiu as rollas ,
, a barca parti em ana serena carreira. O toni-
no que estutera chuvoso at as 3 horas se liavia
lomado llnipo e claro, e tudo inculca va que a
orgulhosa barca em si levava aquclle que os
c. os tinhao por amigo.
ji'oi, assim que enibarcou o E\ni. Sr. /aro da
oa-vista: Ibi assim que elle deixon as pingas do
pai> que se ufana de Ihe hajeer dad o berco, e
de le' recebido de suas prestantes maos tantos
mellioiamenlos: Ibi assim que a briosa popula-
cho desta cidade entendea dever dar uin solem-
ne desmentido aos vis detractores, aos infames
svcopbanlas do disliueto Pcrnambucano, que
ella preza. Cahirao por tena os ltimos brace-
os dessas almas pcquciinas, que andarfio a in-
trigar os Gualdas .Viciouaes para que nao inar-
hassein; poisque minea os sens batalbes csii-
verao mais brilhantes: a espontanea demorfs-
tracao dos senlimentos dessa populaeao que in-
dos os.dias vi| o afn com que homcus perdidos
de conceito e "alados de inveji. procuravo tis-
iiar o mrito reeonliecido, que lana desespera-
cao Ibes d, be un mouumeiito de terna glo-
ria, que os lia de mortificar para seinprc.
Vimos Jornact do Commercio al 10 de abril,
dos quacs eis-aqui o que adiamos de uleros-
sanie. ,
,, S A. H. o Sr. conde d'Aquila chcgoua corte
no dia 27 de Abril, bordo da fragata napolitana
Amalia.
A's.6 horas da inaiihaa fez signal o telegra-
pho do castello deacbar-se vista 0 Ir igata.quc
condu/Ja S. A. R., e &>i 10 horas sabio barra lora
o vapor de guerra Urania, com as pessoas, que
da parte de 5. M. o I mperador io coiiipriuieiitar
S. A R.
i Como nao apoiitasse a viracao, dco o vapor
reboque i lrag.ua, c pela volla das 4 horas da
larde entrn ijo poto, no incio das salvas das
fortalezas, c de todos os vasos de guerra nacio-
naes e estra.ngciros, que se acuS surtos na nos-
sa bahia.
S. A. R. passou pouco depois para a galeota
imper.al, que eslava s suas ordens, e indo des-
embarcar no caes da Inipcratri/., segua pora a
qu'.nta da lioa-vista a comprimcnlar SS. MM. c
AA.H. ,
No dio28, pelas 10 Iioras e meia da manbaa,
S. A. I!, o Sr eonde d'Aquila lesembarcou no
arsenal de inarinlia, acompanhado pelo repre-
sentante de sua narao, pelo sen ajudanle de
campo, polo viador Delens, c pelo consellieiro
mordomo da tasa imperial. S..A. R. dirigift-se
ao paco da cidade, onde vai residir.
k Ao meio dia S. A. R. recebeo os Srs. minis-
tros de estado.
.. A nina llora R M. o Imperador visitn o sen
augusto hospede, e dez minutos depois retiiou-
se para S. Christovo, levando-o coiusigo para
alli passar eiu familia o resto do dia.
u Consta-nos*, que o casamento se verificara
terca iira 23 do crtente (abril;; e que serao
convidados para assislir ceremonia toda a cor-
te, corpo diplomtico, representantes da nacao,
desembargadores, membros dos tribunacs, mi-
litares de lenles coronis para cima, e nutras
pessoas de distiucean. A ceremonia sera cele-
brada ao meio dia na apella imperial. Segu r-
sc-ha mu esplendido juntar. SS. MM. II. se reti-
ra rao depois para S. Christovo, licando SS. AA.
residido no pa< o da cidade, na parte do pala-
cio que para esse fin acaba de ser proniptih-
cada.
Depois dooitavario, coinecaraS os festejos :
havercortejo, baile, theatro, etc.
.. Consta-nos, que o Sr. Merolla receheo a no-
liicacno de ministro plenipotenciario ad hoe para
assislir celcbracfio do casamento do Sr. conde
d'Aquila COin S. A. I. a Sra. I). Januaria e que
continuar depois a resid!" uesta corte com o ti-
tulo de ministro residente. >
*iibc..ciJO a pedido.
SONETO;
Oto entnteme Do ,t.""C'ur.
PRESIDENTE m PROVINCIA de PEIINAMBCCO,
tull) para
a sessao legislativa
(improvisado)
Saida, patria minha, alegre, ufana,
Ao Hroe, que das fraguas d'anarchia
Sonbe guiar-te grei da Monarchia.
Que a gloria bascou, Periumbcana!
Nao pode das accOes 1 ingua profana
Seurenoineestrupar, asympathia,
Cme, Ihe consagra um povo, que aprecia,
O mrito aein par na especi humana.
Plagas aqnein fez bous! Fia, saudai-o!
Mares, que Ihe sois gratos, recebei-o!
Astrosy que elle cultiva, eia, guiai-o!
O Co he sen escudo : oh sem receio
Vai. Reg, dar a leis um novo ensaio,
Volla, ven ser da patria sempre 0 estelo.
I'nr I. 8.
mucmv-
n
PIUCA DO KECIFE4 DE M10 DE 1844.
niivisTA HtnoMn .
Cambios llouvcrao tran/aedes regulares a 25
d. por 1/rs. sobre Londres.
Algodao llouvcrao grandes cunadas, e o pc-
eo declinen para i#200 rs. a arroba.
Assucar Continua a ser pouco procurado, c
leve poueos compradores a 700 rs. por
arroba sobre o ferro.
Agu'ardentc Vcndco-sc de 3.">*' a 40/ rs. a
pipa.
Couros salgados Forao menos procurados., e
sao offerecidos de 4 arroba.
Bacalbo O consumo he muito diminuto, <
o deposit apenas chega a 600 barricas,
tendo-se retalhado a 10/rs.
/i'olaxinha Vendeo-se a4/500 rs. a barrica.
i al dem de .'Vall^OO rs. a arroba.
Carne secca Kxistem no mercado (20:000 ar-
robas ik lusivccinco carrcgaincnlos en-
trados na semana Correte ; as vendas
tem sido limitadas de 1/400 a 1/800 rs.
a do-Rio Grande, el/300 a 1/400 a de
liucnos Ayres.
Cha hysson Vendeo-se de IjTOO a lfiO rea a
libra.
Gen ja dem a 3&800 rs. a duzia.
Chumbo de nulifican dem a IX* rs. o quintal.
Cobre ldi;in a 580 rs. a libra.
I'arinha de trigo -- Nao houverao entradas, e
as vendas-6rO limitadas di-ri/OOa
18/500 conforme a qualidade.
Dita de mandioca vendeo-se d 3/a 3/500 rs.
a saci'a.
Manteiga dem a 455 rs. a libra da inglczo e
380 rs. rrancesa.
Vinhos dem a 80/ rs. o de Malaga 75/a 8ti,f
rs. de Cette, e72/ a75/rs. odcHes-
panha.
Frctes Continua a existir falta fe navios, nao
tendo entrado ncnhiim estrangeiro du-
rante a semana: e.vistein no porto 35
embarca oes sendo I americano, 2 ar-
gentinas, 24 brasileiras, 1 dinamarque-
za I francesa, 1 hespanhola 3ingle-
sas,e 2 portiiguezas.
A landejia
Rcudimento do dia 4. .
Sao ha descarga para
. ;C
wm
ovimento do Por lo
A'dt'io entrado no dia 3.
Sdney ; 90 das, barca inglesa Ocian, de 223 to-
neladas capitn .lames Wat, equipogein26 ,
carga varios gneros.
Marios tahidot no mesmo din.
Itio de Janeiro ; vapor brasileiro Paraente, coin-
mandante Manoel Pedro dos Res : passagei-
ros brasileiros 22.
Falinouth ; bl'igue iliglez 7Vrnt Nova capitn
Alcxandre Selater caiga assucar.
Novio entrados no dia 4.
Rio de Janeiro ; 12 das, brigue brasileiro lloa
Ventura de 195 toneladas eapilao Joaquim
da Silva Faria, equipagein 13, carga varios
gneros c 105 barris de plvora por conla do
governo : passageiros 2 Portugueses, e 1 se-
nhora Brasilcira.
Navios tahidot no mesmo dia.
Angola; brigue brasileiro BomStlCCettO, eapilao
Candido Forjaes de l.accrda carga varios g-
neros.
Pa rali iba ; lamba brasileira S. Joo Bapiit ta, ca-
pitiio Floriauno Jos Pereira carga varios g-
neros.
Liverpool; brigue inglez Margarclh V.lytabtlh, ca-
pullo A." Isses carga varios gneros.
I'aliiiouth ; brigue ingle/. Adrcntimu, capito
Alexandre Thompson carga varios gneros.
NOTICIAS MARTIMAS.
1mbarcaivet a partir do llio di Janeiro para
l'crnamburo.
Brigue-escuna Aijuia no dia 18 de abril.
Brigtie-escunaHenriqntla, no lia 21 do dito.
t^ssaeggtfc.-J-tL'^T
ldilics.
O iiiui. Sr. inspector da thesouraria das ren-
das provimiaes manda fazer publico que em
virlude da lei peante a niesina thesouraria se
bao de arrematar em hasta publica a quem mais
der nos lias 5, 7, e 8 dejunno prximo vindou-
ro pelas 11 horas da niaiihiia, os segulntes im-
postos :
l.Dous mil < quinhentes rs. por cabera de
gado vaecuin, que fr consumido.
2." dizimo do gado cavallar.
3." quarenta rs. por caada de bebidas espiri-
tuosas do consumo da provincia excepto a
agu'ardentc de fabrico nacional sendo feita a
arrecadacao no municipio do Recife,
A arrematoslo de cada um dos reodimentos
ser feita por tempo detresannos contados do
l.dejulho de 1844 30 dejunbo de 1847 e di-
vidida segundo os diversos municipios da pro-
vincia, com excepcao do imposto de 40 rs. sobre
as bebides espirituosa*.
As pessoas que se proposerciu a estas arreina-
taedes compareci na sala das sesses da sobre-
dita thesouraria nos dias cima indicados mulli-
das de fiadores idneos, e eoinpctenteiiiente ha-
bilitadas.
Epar- constar mandn o mesmo Sr. inspector
aflixar o presente c publicar pela imprensa.
Secretaria da thesouraila das rendas provin-
ciaea de Pcrnambuco 2 de maio de 1844. ~ O
secretario Luis da Costa Porto-earreiro.
Ol)r. Jote Nicolao Rigwira Costa juiz municipal
da 2." vara do termo do Ilieife e privativo dos
Africanos illicitametite introducidos no imperio ,
por S. M. I- e C. que Dos guarde ele.
Vaco saber, queeni virtud* da ordein doExin.
pr< sidente da provincia se bao de arremataras
s, i vicos de i Africanos livres de nomes Jos ,
Joao, Roinao, Antonio: lijos prelendeiites
devero em requerimentos dirigidos autr o jm-
zo declarar no praso de oito lias primeiro o
si ii estado e residencia ; segundo <> emprego
ouoceupaco, de que subsisten!; terceiro a
que destinao os metimos Africanos, e o lugar em
queellespafa isso vao car j quarto o.proco
animal que ollereccm peRfo seus servicos
constai' mande! lavrar o presente qu<
r publicado pela imprensa e afixado nos lu- dspedir-se das pessoas desua ronctderae,.....
gares mais pblicos lo termo. Dad., e passado amisade, c vale-se deste meio para orazei, |>e-
uesta cidade do lleeife debaixo do signal e sel- dindo-lhes desculpa desl lalta luvoiimian., ,
lo deste juiz.....u valha sem sello cx-causa aos acetara i quem conviei
2 de maio de 1844. i.n Jos Mlbiiso uedes VI- carregado da gerencia d
,]ue tem deixado en
sua casa, a sen Hlho o
'.-,
canforado, escrivao privativo dos Vfricauos o Or. rrauciseo
cscrevi. J i Sicoldo Riqueira Coila. quem_se pedern entender.
.loao Carneiro da Cunha, com
lieclaraces.
Manuel Vutouio da Silva Molla tem para
\ ender urna poi ao de i ibo is, costados e costa-
dinhos tudo de bom ainarello, tambem vende
uiadeiras para obras e tambeni travs caibros o
inxaius de todos os tainaidios : na ra do Apol-
lo u. 32 c 31
Manoel Gomes \ iegas avisa a iodos os seus
devi dores de mitas de livros tanto anteriores
ti abai\o assignado fas publico para que
cheguc ao conheciinento dos propietarios de
predios ni banos dos ires bairros desta cidade, c
da povoacao dos A Bogados, e assim tambem aos ao auno passado, romo posteriores, que tem
de estabelecimontos de commercio, e industria autorisado para cobiui ditas emitas ascucai-
quo pagao impostos proviuciaes, taes como ola- xeiro Jos Pereira es, c pede a todos os Srs.
rias, fabrica tabaco, casas de cambio, e de devedores de eonta mtiga, que renhao o mais
modas, que vai ser remettida para ojuizodos breve que l!. tfoi possivelsaldareinsuasjontas,
liios da la/enda unta iclacao detpdososque ou xareni um lenq.....-rio pira o dito in;
cstiveiem devendo l.ies iiupsi.es al O lilll de lalllbeill adverie a aijlli lies Sis. queja reeel.e-
desembro ]>. p. isso impieterivelinentc aleo rao coula dada pelo Sr. Francisco bornes de Oli-
dia 15 do corrente. Mesa de rendas internas veira e qne ainda as nao pagro que nao po-
provineiaes 30 de abril de 1844. i I" escriptu- nliiio a menor duvida em as pagar ao aiinttnci-
rarlo servindo de escrivao c administrador. Jote ante pois que dos quepagrao ao dito Sr. Oli-
(iuedrsSalguiiro. \eira temo anniinciaiiie exacta rclacao.eja
-- 0 administrador da meza da recebodoria se aeho saldas suas cotilas nos competentes
de rendas internas goraes, tendo annunciado
pelos Diarios, i todas as pessoas. que dei.vii.io
do pagar a laxa de seus escravos, impostos de
lojas, do auno corrente e inesnio aquellas que
ja paga rao desde o i." de dezembro prooxlmo
passado ate o presente, que houvessem de com<
parecer uaquella recebedoria no praso le 30
dias, contados da data daquelle aiiuuncio para
satisfazerom o dobro lo mesmo imposto e la-
xa; isto de conformidad' com os arligos lOe
11 da lei de 21 dcoutubru le 1843, e mais or-
dens arospoito; eoomo nao tenha compareci-
do pessoa alguma para pagar, pela ultima ves
annuncia piV se at o lia 15 de maio prxi-
mo vindouro nao vi< rom satisfazsr passa a man-
dar para juiso una re.icio de todos os devedo-
res a fi iii le seren executados. Recebedoria
30 de abril d' 1844.
Francisco Xavitr Cavalcanii /* Albuguetque.
Leilos.
Que fazem Lenoir Pugel & C peranie mu
delegado do consulado le Fiama de urna caix.i
ile 48 chapos do pollo de sida avariados viudos
do Havre pela barca franceza '/Alia segunda fei-
ra 0 do corrente as 10 horas da inauhiia no seu
ai inasein da ra da' rus.
Que pretende fazer D. Anna Mara Josepha
da Costa Uves, no dia (> lo corrente as lo horas
ila manba do lodo o veame, e uiassame do
brigue l'astos & Victoria: no arina/.eni da casa
n. 38 da ra la Cadeia lo Recife.
O correlor Oliveira l'ar.i leilao de 1 l!i barri-
car deeerveja de muito superior qualidade, re-
centeniente chegada de Inglaterra ; segunda
fe ira (i do corrente as 11 horas da manbaa, no
armazcui los Srs. los Rodrigues PereiraSt C.*,
ra da Cadeia.
O leilao de fumo annunciado para o 1." lo
corrente liea transferido para S lo mesmo : no
arniascni de DiasFerreira.
Russell Mellors & o. farad leilao, por nter-
venefio do corretor Oliveira, de grande poreao
de madapoles de muitas qualidades com alguiu
deleito, e pie por isso serao vendido por contu
de quem perteucer, por todo o prefo, e de gran-
de variedade de fa/.endas liuipas, proprias d'cs-
te mercado: |iiarla fe ira 8'do COlTOUte s 10 ho-
ras da inaiihaa, no seu armasem, ra da Cadeia.
ti visos u i versos.
abaixo assignado avisa as pessoas que teein
con tas em sua casa, que Francisco Borges da
Assiiuipco deixou de ser procurador de suas di-
vidas desde o dia 30 de abril, por se arranjar cin
una casa inglesa, licando em seu lugar, como
seu caixeiro cncarregado de cobrar as suas divi-
das, e dos mais negocios dr sua casa Antonio
Emygdio Ribeiro. Manoel do Amparo Caj.
-- Ha ra Dircita, loja de barbeiro n. 123, la-
va-sc ciigomina-se com toda a perfeico, c por
jueeo coiuinodo. tanto roupa de rarrclla, como
de sabo ; na inesina casa vende-sc um jogo de
bancas de Jacaranda de p de galo, por preco
cominodo.
Antonio Maria Chaves c Mello, tendo de re-
tirar-se para a Europa mais breve doqucpeii-
sou, por isso Ihe nao Ibi possivcl despedir-se de
lodas as pessoas de sua amisade e conheciinen-
to, como hsejava : em raso do que aproveita-
se deste meio para protestar um eterno reco-
nheciineuto plofl Obsequios, pie coustanliien-
te com elle despenderao as pessoas mais gradas
e respeitaveis de Pcrnambuco, quem da Euro-
pa ollerecc o seu liiuitadissiino prestinio.
= M. -. Mauson, cirurgio dentista, participa
ao respeitavcl publico, que niudou sua residen-
cia para a ra .Nova n. 2, no segunda andar por
cima da loja dos Sis. Didier Colombiez le. .*,
onde continua a exereer a sua prossao.
as Quem quizor comprar duas moradas de ca-
sas terreas, una na ra dos Copiares n. 22 com
soto outra na ra Augusta, outr'ora do Pala-
livros
M.' Zo Popou discipul i do conservatorio
de Pars anuuucia ao respeitavel publico,que
he falso o boato que se tem assoolhado de que
a aununciante nao la mais lines de cantona e
piano pois que a auuunciaute > st prompta a
lar lices ensillar a todas as meninas, que
seus pais piizerem, tanto apiano comoaean-
toria para cujo lim lom os nielhorcs methodos
que at agora se conhocoiu, lauto franceses, io-
nio italianos, eallemaes; clainh.io dar lii.es,
na casa de sua residencia, aquellas pessoas ,
que n,io tiveiem eoinmodos para aprend reiu
as Mas propinas casas sendo estas lices por
menor preco lo qne aquellas, que aanuuuci-
anle for dar a casas da residencia das dis< ipil-
las : a dita professora mora na ra do Atierro
da i oa-vista asa u. 4 primeiro andar.
O abaixo assignado procurador bastam'
de Amaro Jos dos i'razercs, e sua inulher Eran-
cisca Fernandos Tcixelra dasTrevas, avisaao
respeitavel publico, que pessoa alguma laca
uogocio titulo de Compra venda, ou arrema-
tarn, com Sebastiana .Maria la Uonceico com
3 moradas de asas terreas nina na ra Dircita
n. 88, e duas no alieno dos Aflbgados II. 1 C 2 ,
c mais ti escravos, Pedro Joo angico, .loao ce-
g, Clara .Maria e Calli.uina eiljoS bons san
pertencentcs ao dito Amaro, como administra-
dor le sua mulhere filhcs, por fallecimento de
Cosme Teixeira dasTrevas, que. devendo dita
Sebastiana, inventariaros bens de seu casal e
lar partilhas a seus herdeiros : nada disso fes ha
mais le S anuos tendo antes feito dividas eill
prejuiso los herdeiros ; c para que ningueiii
se (lame a ignorancia faz o presente aiinuii-
co sendo millo todo qualquer negocio que a
referida Sebastiana contrahir com os bens de seu
cazat. J-'runciscu atonto Rabello de Carvalho.
= Acba-se eill praea para seren arreniatadas
de renda aiinual as mofadas de casas seguiules -
ii.* 122, ra do Ainoriin; 21 do \"gario ; 82 ,
do Burgos : (i. Dircita do Ahogado 13, dolo-
so; I, do \ i-ario: 9, lo beco do Pocinho ;
4 do do Quartcl; penhoradas por execuedes da
faz* nda provincial, contra os devedores-- os
herdeiros de Jos Gomes Flores; os herdeiros .
de Miguel Ferreira de Mello ; Antonio la Silva &
C. ; Ladislao l'inlo ; os herdeiros de Joo Mar-
ques sacalho ; a cunara municipal d'Olinda ;
Severino FcliS da Cruz; a VUVa de Manoel Vital
d'Assuinpcao. A mencionada arremataco ter
lugar piarla feira 8 do corren Id porta do Sr.
Dr. juiz dos feitos.
Manoel Teixeira iiacellar avisa a seus credo-
res, que, tendo o tribunal da relaco revogado
a senlema que julgou o eoniproinisso conce-
dido pela maioria,|]ior s- nao ti-reni prchenchido
todas as eondicne.. da ordenaco pie autorisa
estas concordatas, vai entregar os bens que
Ihe resto c as dividas activas cxccuco de
todos os que se habilitaren! na forma da lei; e
faz 0 presente aiuinncio para que preparoill
quantO antes suas acii'i'ics.
a Anill Nauzer pastcleiro Francc/., avisa ao
respeitavel publico, que se aha na inesina ra
do atierro da I-oa-vista n. 0(5, de sociedade com
Mi noel Ferreira dos Santos, aonde continua
(ascr lodas as quididades de bolinhos do costu-
me ; e tainbeni pao c biscouto tanto doce, co-
mo aguado bollaxa e bolla.xinlia com larinlias
superiores das nielhorcs deste mercado ; e as-
sim os fregueses da casa que quiserem fazer
os seus assados scr bcni Servidos.
Aluga-se o arinazem do sobrado junto ao
porto da ordem 3/ do Carino ptimo para
qualquer estabelecimento ; quem o pretender,
dirija-se ra larga do ISozai o n. 18.
Angelo Francisco Carneiro em resposta
do aviso inserido no Diario de sabbado relativo
ao ca regainenlo da barca trmelinda declara ,
que elle nao era proprietario daquella barca e
se recebeo os documentos dos carregadores, Ibi
como correspondente do proprietario, nao li-
cando com isso obligado a pagamento algum
antes de receber do governo inglez mas para
satisfaco dos carregadores scnipre dir que
nada se tem recebido, como se podero inlbr-
inar do Sr. cnsul dourasil eni Serra-Lea que
cete, jubilo ao sobrado do fallecido Antonio do | aqui se acha eni seguida para o Rio de Janeiro ,
(.armo de duas portas e urna janclia, com 26 de quem se pdeiu informar ; antes se tem des-
palmos de frente, e 78 ditos de fundo com sua pendido mais de dous coutos equinlientos mil
cosinlia tora quintal murado : dirija-sc ao car-
torio dos orphaos que la achara com quem tra-
tar a resucito.
rs., com a reelainaco sem que por ora tenha
havido resultado.
A pessoa que .iBuuiiciou vender a parle de
Precisa-se de una ama de leite, livre ou es- i urna casa na ra das Calcadas; dirija-se a pra-
erava, que o tenha em abundancia c que seja
bem s.uha : nao se duvida pagar beni : aiinun-
cie por estafloha.
Gaspar la Silva Froes tendo feito un an-
ca da Independencia livraria n. 6c 8.
Precisa-se de alugar lous moleques : na
ra do Codorniz n. 2.
Aluga-se urna pela para todo o servico
nuncio para as pessoas que tem penhores ven- de portas a dentro : no pateo da ribeira casar
idos no poder do aununciante irem pagar os jn. 62.
juros ou resgatal-OS, e como at agora a inaior A pessoa que annunciou ter um sitio pa-
parte das pessoas abusando da sua bondade nao ra vender ou alugar: dirija-se a ra da Gloria
o tenhao feito, faz por este publico pie nao ter n. 91.
io lis eouteniplaro alguma, e que os ditos pe- Quem for dono de mu pranchao de lomo,
nhoros serao vendidos conforme o trato. com contra-marca m, dirija-se atrs do Carino
Joo Xavier Carneiro da Cunha, pela brevi-1 velho, no estaleiro que la existe, que dndoos
de sua viagem ao llio de Janeiro nao pode isiguaes certos se Ihe entregara,


I vposl
sa
PROC
''.' |
jquarta
; ,1 LJTkl T) Nr^DOLVRAMETO.
.l.n, libtemii d. u ni ~A'.....> reidora desta irmandade tem
i, casa-decampo determinado fazer correr as rodas desta lotera
da i I .. ;. s '1 l'.ui/.
\ o Mi ir,'. onvcrsaca uo sei ralbo
-- nhor.
Li ocas : d, em Bscoi i i, i >i-
d( n S 'ii. 5.,
a i orrida di. > i iti l _' u ti i, junto de
Londres.b\ [c E. obre o) igo de
' iiQi :i i Lomb.irdia.7.a, porto ecidaJedi
tova.
O preco do> Milu tes da entrad i o que nao se
alterai duran1 todo o tcmpo >l < i xposii o iVH)
' por i ida pcssoa, i: os meninos ate 10 annos
pag a ni idc.
\ dita galera estar aberta todos os das des-
le i ii o: i i: i d por tres li iras i ns cutirs.
I'i i ii- !- d'um caixeiro : na ra da Seni il-
la nova n f.
Ksti desocupado! e aluga-si o primeiro
andar do .sobrado da ra da Roda n.45 : na ra
do lianget n. 36, segundo andar.
OSr. Candido de tal Cavah mti, estudante
seminarista, natural da povoacao da Telha,
queira, quanto anl s vil 10 Kecife ruado
g iiudo andar, i m go< io de sen
nico c ji iriicular iuteri ssc.
tomo huve un erro ua lista aviso con-
vidando un aiu.ii um nto dos subditos britani-
residentes nesta provincia, para seren
Tinados da lei recentemeule promulg ido pe-
lo |).n lamento imperial di (r-Br tanha, com
11 "in de prohibir subditos britnicos residin-
!'-> iiu p lizes i --ti uigi : i is 'i comprar. vender,
i' ii negocia* oti traspassar escravos ; i
ionio aquello ajuntamento n*o te\ lugar, o
ul de S. M. u, toma i sta occasiao de annuii-
. que o dito ai to de pai lamento est ]
i" no i pnsula lo britnico nspi i i i
os diti subditos e os quai s esto con\ dados
i' ira i ste Hm.
I iii ii o< ivaleanti de Albuquerque, avisa
1 >s c Kequ nti de Jos <11 Cos i Albnqi rqu .
i e acha morando uestes sert&es, termo da
1 um ire i il Brejo < que duas penhoras que as-
uou em <1 >us i do dito podem i
ni' tidos ou i xigii si ii- pag menlos ii
i indo inais respousav 1 petas ditas penhoras do
anuum io por dame.
Alu;, !-:, um sitio adiaute do B spi lo, i oni
urna i isa de sobrado, Celta a moderna, com
. oiumodos par i gi mde familia tem coi lielra <
< -nbaria para i c i\ dios indi pendente do so-
brado com ii i ti bom vivetro1 : neste mesmo sitio
inorou o negociante o Sr. Joan Estwart. perto
d annos : .i u uai na esquo i da ni i das Cru-
-- I mapessoa, que sabe bastante msica, se
oll'ci ce para enslnar a tocar flauta, dando li-
to s iiu mii casa, ii i ra doQucimado n.3o,
primeiro nda e a inesma pi ssoa ti m para
d r mUitos dotos vaviayfles, o lij nio por-
tuguez etc., para o ursino instrumento, os
quaes sr toi a. ,i vista do comprador para vei
igrad i
Contina-ge a tirar passaportes para den-
tro e rra do imperio, correr folhas des-
pachos de escravos, por inulto commodo preco,
- bastante brevidade: na ra do Rangel n. 34.
= ?a rua do Queimado, lojas n. 31, c33con-
linua-sc i \'nlii agua de lingir cabellos c suis-
s i: o methodo de dar ou applicar dita agua
ai amp mi i os vidros'
Pri ciza-se alugar urna preta i scrava cosi-
liheira, e de todo o servil o : na ra do Qu<-
nftdo o. -T I." andar.
-- Jo- de Oliveira llamos < Silva, subdito
Portuguez. i tira-se para o Rio (ir,mde do
Norte.
no dia 13 do orrente infallitclmentc Rquem,
ou nao biHieles por vender ; o restante dos di-
dil is ach i-se a venda nos lugares do coslume.
-- i. i. C. Tii--. avisa ao respeitavel pu-
blico, particularmente aosSrs. tbesoureros
c inais pessoas encarn ;adas das igiejas que
elle coulina fabril ir orgios de todos os taina-
nbos onde ja se ai ha um quasi prouij)to com
trombetta ctarim cromorno voz humana e
rouxnnl dito orgo : que 'ndo ojivido nao tem
aparecido aqui a duas Unas, clavie:, e
chave di n il jos, por falta 'organista, ou
por falta de saber toucal-o ento se toca com
.i i h ive obtendo a inesni i voz d'um orgo de
igreja un ido nos cilindros a missa os
hj, nios, para todas as festas e das santos do
anuo, ludo reunido na inesma obra ; orgo
p ii i iicnio de casas com machina, tocando so ,
i i I i.i i c cilindro, rudo reunido na inesiua
obra. Realejos com t inibor e trombetl i, parare-
i i o de isas um qu idrilhas pora danrar .
pantrlon etti poules, trenis-flnales e
u ale-. ou tro din i real jos de todasas dimenedes
I ira igreja, com inlssa eosbymnos, com
i inesma vez d'um orgo de igreja ; as pcssas
qui o quisemn honrai com a sua presenca
acharo j i em su i i asa algum is obras promp-
: i-. tambem concerta os ditos instrumentos,
i pc marchas novas i--im como compra orgos
j uzados : no aterro da toa-vista n. 3.
* ra |ar.
deiro, ambos por pjecoconunodo
ga do Rosario n. 18,
Excellenti l'arioha para bol iv i i lOflf) i...
a barrica ; no Forte do M utos arm isein d c"
Mrndonca.
>rudi'-si' um cnrdo de ouro moeissa co
4? oitavas, e d-se dinheiro sobre penhores i'!
ouro, pratas e brilhantes : na ra das Trinxe''
ras n. 18.
Vende-se um terrena no lugar dos \n,.,
dos, defronledo oitao da igreja de N. s ,
caz na estrada, quevai para o Giqui com
3 ras
Compr3o-se efTe/tivamente para lora da
provincia mulatas, negras, emolequesdei2a
20 annos, pago-se bem ; na ra Nova loja
de Icrragens o. 1C.
Compra-se urna escrava moca, semdefei-
to fsico uu moral. sendo em tudo perfeita
cosiiiheira e enonimadeira paga-86 bem ;
na ra rio Kangel n 3. segundo andar.
Comprio-so effcctvamente para fra da
provincia mulatinhas, crioulas, o mais escra-
vos, de 13 a 20 annos pagao-sc bem sendo
bonito; na ra larga do Hozario D. 30 pri-
meiro andar.
Compra-se o livro intitulado o Escudo
Admiravel em bom otado ; na ra Velba
ii. 19.
Vendas
Vende-se cevada nova a 80 rs. cevadi-
nha a 280rs. o verdadeiro subo branco bes-
panhol a 2i0 is. a libra, proprio para afumen-
lacoc e tirar oodaas,(queijos novos a 800rs.,
batatas Chegadas ltimamente a SO rs.; na ven-
da da esquina da ruadoArago que volta pa-
ra S. Cruzo. 43.
Vende-se um escravo de bonita figura ,
ptimo trabalbador de campo no que sem-
pre se oceupou ; na ra da Cruz n. 37.
Vende-se urna carroca e um boi perten-
cente a mesma carroca ; no Corredoi-do-bipo
n. 8.
Vendse um preto da Costa de bonita
figura com algunas habilidades eest tam-
bem affeilo ao servico de campojna ra de Hur-
tas n. 2-2.
Vende-se a restilaco do principio da
Aluga-s o arma m na ra do Passeio, jun- ra imperial com alambique de cobre, pipas
loja de chapeos deso, a iratar na iojadaj novas arqueadas da Ierro e inais perteees
por que se vende ,
gundo andar.
Vende-se urna srammatica franceza por
Sevene, segunda edicao ; na ra da Cruz n. 56.
Vende-se urna escrava de bons costumes ,
de 16 annos, propria para todo o servico, e mui-
to sadia : na ra do Queimado n. 19, das 6 as
9 li iras da manhaa e de urna u t da tarde.
Na ra da Cruz n. 23, escriptorio de Jos
Antonio Gomes Jnior, contina-se a vender
saccascum al meire de fjrinha de mandioca,
inuito fina e alva feita na Muribeca.
Vende-se bolaxa aoito patacas a arroba 'rente para o Sul efundo para o Norte, qUa
e a 90 rs. a libra, muito commodo para o ar. ,-^ pude edificar 4 casas torreas, para o qu ja
ranjodefamilia; na ra larga do I .zario, pa- let,n al'cerces fetos ; no Alterro-da-Iiua-visia,
daran. 18. sobrado n 24.
Vendem-se as obras completas de Camoes! ~ ) en Je-S0enum nc*ro n,5 W* todo o ser-
en 3 volumes, e as obras completas do Voltai- i ,VIC; de ,8 \ 2? annos; "a rua d Cab"8 n. lG
re em 7 v. em q.iarto nova edicao e^om es-! H?lde,00 de f \('0rda" ,U uma 'W de
lampas, pelo baixo preco de 15* rs. cada obra; Prala ?? lama"hodc um Pfato ,: colheres
para cha volta-se, ou recebe-se a volta para
ajuste de tontas ; na rua do Rangel n. 5i
tratar com Victorino Francisco dos Santos.
Vendem-se mantinhas e lencos para pes-
coco ditos para mao ditos de camhraia com
nomes, toucadores, estojos com navaThaseseut
pertenecs costureiros com msica para senho-
ra, espelhos de damas fitas largas e estreitai
lisas e lavradas, bicoslargse estreitos mar-
roquinsde dilferentes cores, bezerro de lustro
papel de peso, almaco, meia hollanda a mal
Bbaiso dito de peso de cor, cortes de collete de
laa e seda com covado e quarta suspensorios
de burracha, ditos imitando, ditos de seda, lu-
vascompridas de pellica para senbora ditas
para homerw, ditas de seda sern dedos para se-
nbora meias de seda para hornera e seobora
ditas de algodao brancas e pretas pira ditos '
boa agua de Colonia dita de lavande em meias
gurrafas, agulhas francezas em caixinbas, ditas
de fundo dourado primeiro, segandoe tercei-
ro bordes para quitarra carteiras finas o en-
trefinas para algibeira lindos calxos de ti ires
para chapeOS e cabeca de senbora pentes de
prenderos cabellos, direitose virados, boas the-
souras e caivetes tinos abotuaduras de dura-
que, babus pintados, bons echapeos da pa-
Ihinha grande sorlimento de oaiungas finos c
entre-finos, e nutras multas meudesas por pre-
co mais commodo do que em outra qualquer
parte ; na rua do Queimado n. 24.
Vendo-seum piano em meio uso, por
preco commodo ; e um refe por \\ rs. ; na
esquina da rua das Cruzes, e beco da Pule, se-
gundo andar.
== Venderse Jacaranda superior rhegailo do
l?io de Janeiro pedras de marmorc redondos
para mozas do meio de sala, de muito bom gos-
to ditas para commodas cadeiras america-
nas com assento de palhinlia camas de vento
com armacao, marque, as, so fas, mezas de
superiores vinlios engarrafados da Madeira-seca,
Malvasia e Uucellas de 1832, por preco com-
modo ; na rua da Cadeia do Recite n. 37
Vende-se bons sapatos eitos nesta cida-
de para homens, mulhercs, c meninos uma
cama de angico para casal em bom eslado ,
bicos brancos de 3 a 4 dedos do largura para
guarnecer vestidos, -rotfoz lindas ; um preto
de 17 a 18 annos; uma preta da mesma Idade,
c'oznha, engomma faz renda ensaboa e he
ptima para andar com criancas e nao est
acostumada a sahir a rua ; na rua Nova, loja
n. 58.
Ach.i-sea venda de novamente um com-
pleto sorlimento de laboas de pinbo da Suecia
Ja melbor qualidade que neste mercado tem
apparecido sendo pinho branco, vermelho, e
de Flandres.de 10 a 30 palmos de comprido, e
de-9 a U pollegadas de largo, serrado por va-
por e sem nos proprio para um lindo forro,
ou assoalllO ; assim corno do regular, que cos-
luma semprea vir ; dito da Suecia costado
costadinho, assoalho, e forro para fundos de
barricas, assim como americano al 3 palmos
de largo, e 30 de comprido ; vergonleas de pi-
nho para magros de lanchas e botes ludo por
preco commodo a vista da porcao, e nao sen-
do dos compradores, que deem incommodo a
cobranca ; atraz do theatro armasem de Joa-
quim Lopes de Almeida, caixeiro do Sr. Joao
Matheus.
Vendem-sc fu vas de seda curtas para se-
uhora a 600 rs. ditas compridas a iil. di-
tas pretascomjdedos a 1120 rs. ditas de lgo-
dSo pardas para borneo, meias de seda e de al-
i"dao pretas para bomem e senbora, ditas para
padres, adereces de missa ngaa pretas para se-
nbora, dilos de a.ame inhas d" carretel bran-
cas com loo jardas, ditas de cores, marass
perol a e de oleo, abnete para barba sabao
do cierne em potes delouc, pentes de tartaru-
'i' 8, ditas de pinho a J300, assim como oulros mui-
j i --................ .v-j
.nado' i ipo n. 2 da viuvade Alfonso 8i C.
Roga-se ao Sr. Manuel Ign i ia ','. zi rra <.a-
valcanti, o livor de ir loja da rua da Cadeia
rrilia u. 00, i negocio de seu interesse.
I1, l i Sr. Angelo Francisco Carneiro,
que por especial favor, baja de dar solucao do
i sudado que obteve na arrecadaco do valor.
I i carga p t< is e dainos da barca brasilel-
i i Ermelinaa saluda no mez dejunlio de 1841,
que foi tom id i n i altura em sua vlagem para
Loauda ; e que sendo depois julgada m presa,
sua senhorla como proprletario e interessado
ncarTcgou-se de exigir ditaarrecadayao para
,i--.iii! salvai scus propios interesses, e dos car-
i -i'ioi. e i om' passado se tenha longo tein-
po sem que nenfaum dos carregadores tnha
reeebido um sreal aconta desuas reclama-
ides apesav de se diter que ja loi tudo iudi-
menzado i sua senhorla c tir taes boatos bom que assim satisfar o pc-
ditorio dos carregadores.
Lava-se engomma-se toda a qualidade de
roup.i com prerVi(o, e por pt'eco conunodo :
no beco da Vfracao n. >.
= (Mi'rcie-se para caixeiro de escripia co-
braucaai ou para administrai algum estabcleci-
ineooo um homeini isado Brasil iro, c i;, nto de
guarda nacional; quem de s a presumo se
ijuizei utilizar aimii:
-- A pcssoa, quf annunciou precisar de um
jik lo i ano.no, dirija-so, ao principio lo Atierro
dos Aflogados, sobrado .. "'.!.
Quem quizer alugar dous moleqeus de 12
a 13 annos dirija-se a rua do Codorniz n. 2 ,
primeiro andar.
Ha quem Inte eTecvamente candas de
i. tupios, ou mesmo entulbo para obras,
c atierro, por preco muito teatmodo ; quem
i annun ie,
Precisa-se de uma ama p ra.'eqbe
notenba filhos e lenha bastante leite; na
praca da Independencia, loja D. 21.
Fagfo, oufurtarau urna cabra [bicho, de
a i^j nc
^jliem fundos, por250, is. ; a tratar na mesma.
Vendem-se seiueriles de bortalice de to-
das as qualidades gestos para meninos a pren-
deren! a andar tenas de vidro das melhores
que team vndo, e oulras muitas qualidades
de vidros, tudo por preco commodo; na rua
da Cruz n. 48.
Vcndc-se uma porgo de caibros de boa
qualidade, por preco muito commodo ; na rua
Augusta a tratar com Luiz Josc.Marques.
Vend.m-se abanos em finches dcjmilheiros.
e em pequeas porgues por preeo commodo ;
na rua do Rangel, venda n. 11.
Vende-se urna pedra de filtrar agua, por
preco commodo, na rua do Kangel, venda n. 11
Vendem-se 4 escravas mocas, cozinbo,
lavSo e vender na rua ; uma dita que en-
gomma, o cozinha ; urna dita de 18 annos, com
bons principios de habilidades ptima para
se acabar de educar; dous escravos bons para
todo o traballio um moleque de 12 annos,
muito esperto; um muialinho de 16 annos,
mu'.to lindo pagern e serve mui bem a urna
para sobre-casaea-a~^2oo rs. a troza, e 280 rs.
a duzia, caixas de balefa para rap, carteiras e
etojos com navalhas, thesoura, sabo. e todos
os mais pertenece, cartel francezas muito finas
bons de palhinba pintada, ditos de veludo pa-
ra meninos dilos de seda para ditos fita- de
seda lanadas e outras muitas meudesas por
preco mais barato do que em outra qualquer
parte; na pracinba do Livramento lnie rua
do Queimado n. 5a, loja de Ferreira S Oli-
veira.
tos trastes ; pinbo da Suecia com 3 pollegadas
de grossura dito serrado dito americano de
dierentes larguras e comprimenlos ; assim
como travs de pinho, charrales; na rua du
Florentina em casa de J. Beranger.
Escravos fgidos
- Vendem-sc meias de seda preta de neso na- ,r- n para "8 do p' P- uma ne"
ra senbora e meninas, sapatos de duraaue ore- i f "a'U C?DR altura rea,ar' dt' 26 I)a"
to e de cores forrados de pellica c com fiHs 0?"",S ,eVU veslido d,! ,inh azul um
ditos de couro de lustro, botins de duraiuenaraPann da Losla cmn 'natames brancos ; que;.,
meninos, c>m ponta dJcouro de lustr s Kf1*' 'eVC rUa do Go,,^, ** > P"'
tos e botms de bezerro para meninos, chqUo ""^ qUeSer r^>m^^o.
F-----------"'i'-'-, tmuuiios
para ditos obras fltas em Lisboa pentes de
alisar de tirar pilhos, e de trazer na algibeira
n facas de f.' ;(dr carias d
quesera recornpi _,
Desappareceo rio dia 2 do correnle um
casa ; na rua larga do Hozario n. 48.
Vendem-se -i voltas de continuas do Rio
de Janeiro, medalhas, alfinetes de peito, bOtSes
com diamantes dedacs de ouro de li, de bo-
nitos moldes, pares de brincos de ouro de lei
com diamantes de difTerentus moldes, anne-
loes modernos com diamantes, uma rica car-
gautillia com ls oitavas e meia de orno de lei ,
4 voltas de cordo fino, duas ditas de dito gros-
um par de castice moderno, urna colher
de prata de ttiarsoupa, prata do lei em barra,
um roza rio de ouro ; ras Cinco-pontas n. 4j.
Vepdem-se ricos cortes de lia c seda para
. ditos de veludo e do seda para col
osmplbores, que tcem viudo, casimiras elsti-
cas, de duas larguras, ditas de quadros, de
marfim e de oggo meia< ; a para bomem e
senbora, escovas pare cabe., falo, e dente
inglesas, carteiras para charutos suspensorios
do seda para meninos, colheres de marfim para
lirar rap, oculos de armucao de tartaruga com
asteas de prata azues, brancos, e tamben de
ouro, ligas de seda, lencos de seda preta e sar-
ja superior preta, azul-lerrete e rouxa' tran-
ca de rctroz larga para gola de padres, barretes
pretos de seda. dedaes de marfim e de osso
para meninas e senbora, cordes para bone-
guins, atacadores para espartilhos, liabas azues
para marcar, em miadas de Lisboa galn ,i,.
prata fina para debrum de chapeos da pagern
latas com calda de tomates ; ua rua da Cadeia'
do Kecife n. 15, loja do Bourgard.
Vende-se uma muala de li annos parida a
pbuco tempu, com muito bom Itrice, seinacli
ques nenhuns.
Vende-se urna ventt-que vende UfOOOrs
por da, nes^flbgadoi: ,t ti uar namesmaconi
Joao Francisco rerreira.
- \ endeJae uma preta de 20 anuos de bonita
figura, sapendo perfeitamente engommai co-
sinhar e eoser, urna dil i de rvo ,,
multo boa quitandelra, mu u ,,,,,1,, ,|.';'l-
anuo-, recolhida rom muito bous priu
dos arranjosde um .pria para mu
um i elej mte mulata de 2u ,
!la- l'"1',1.....goinniadeira
lindo moleque de 13 a 14 annos, pionrln n
preto velho, de Angola, de norne Jos, ten. urna
perna torta,foi comprado ha poucosdias, a Ma-
nuel Juaquim Pascual Ramos que o vendeo
por ordem do Sr. Servina ; qupm o pegar, leve
a rua da 5enzalla-nova n. 4, que ser recom-
pensado.
Fugio no dia primoiro do crrente um pre-
to de nome Luiz, crioulo estatura regular,
olhos vermelhos, levou calcas azues- urna cor-
rea sobre a cintura chapeo de colro, mudo
regnsta, julga-se tor fgido para o lado de IVs-
queira portee vindode l quern o pgar, levo
a rua rja Roda n. 42 que sera gratificado.
INo da 15 do crrente fugio do sitio das
Kosoiras, do major Joaquim Elias de Moura ,
u... scu escravo crioulo de nome Silvano ,
| meslre pedreiro de estatura regular, seco do
corpo, bem preto. de boa phistoomia, olhos vi-
vos suissas finas, falto de denles ""ando
ana da um geito na bocea, neilos cabelludos,
neeaolioto, todo o sen trapalho he com a
niao esquerda. pernas tinas, tem uma lica-
tr|2 no pode urna rerida ; quem o pegar leve
no a cima quesero recompensado.
bugiono da 27dop. p. um preto de nn-
"'(' Victorino, douenln.de Angola alto, fe0
1 le1 "' sa camisa
i, i .. m uem'
ii. i.
I> ncn,. i
iw m. r. os 'a'mxibii


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