Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00029


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Full Text
N. 119
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DIARIO DEPEllNAMfiCO
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Hoje Qtiart Feira 6 de Junho de 1827.
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J/. S. NSBERf B.
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- > :. Preamar as & Moras e SO minutos d. tarde, .-. .,
le extrahido do correio de londkes
de 28 de Fevereiro de 182%.
..'' :.';
Extrahido da Oazeta geral da Grecia,
do.dia 15 ( 27 ) de Defceroforode l&gB.
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NI i(j _; :::> i bJj
Este ni omento acabo dethe-
gar huma caita do Commndaiife eni
Chefe, Karaiskaki,' naqual diz, qu
no dia ? ( 19 ) do corrente," hum JPaf
cha, chtim Bey* com 15U0horaens:vi*
eta c-onrra as nossas torgas ero-Velit*
za ; porem, depois de huin obstinado
cngajamento, elle se pozeraa fugir,
e toraS expellidos, com severa perda,
ate Budnnitza Esta victoria he da
maior importancia. Nos tomamos qua-
ze mil muas, carrejadas convprovi*
zes, mhnicoes, caf, assuar, e ou-
tros objectos, nossas tropas se inri**
quecerao grandemente. O terror o
inimiiro he nanea visto. O General
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; I' I '
Peruvianos Colombia me chama, e
en obedeco* Agora he que sintoquan-
to Vos am; parque nao me psso a*
partar de vos sem a mais profunda ma-
ga.
Eu iinba concebido o scberbo di-
siguio de ser vosso benvfehor, porem
eu lie que ston carregado com hon*
rosa carga de vossa munificencia; me-
us pblicos servicos desaparecen* adi-
ante dos monumentos que eiies tem
obtido da generbsidade d> Per; o
sem dovida a!lembranca d'elles per*
den-sena nd meio de vossa infinita
grat ida. Vos me ha veis excedido.
Eu me nao aparto de todo, porqud
vos deixo met amor, no Prezidente e
Conmino Executivo, propris deposi*
torios da authoridade Suprema; eu
vos deixo rnnha confidencia, los rra*
gistrados que vos governaS7 u toa
deixo minhas opinies poltica, na
........r ..~ -----v ,.~.~. Constituica que vos offreci ; e eii
erigi burn quartel, tanto em'Velitza vos deixo vossa Independencia, nos
como m Rachov. A Grecia conti- hroes de Ayaoucho. A seguinte le*
iieutal sta agora livre de inimigos: | gislatura, pela sabedorra de seus ac-
LouvemO^ arf Todo Poderoso Pare
to, far permanente todos os bens da
ce que Dos se hd determinado pela g. liberdade. Nao ha se nao hurn perigo
IndpendeuciadaGrecia, porque, nes- g a temer; e e prevejo o remedio.'
tas duas m8 importantes ac^es, a- o Continuae a temer e firgi'dos tremen-
penas morrera dea Gregos, e do ni- o dos males da anarqua, e vos estaes
migo miihares. Crreio de Loriares o- seguros !
de 26 de Fevereiro -* PfbclamacaS Peruvianos! Vos tendes mil direi-
. r
j i i" y
mm


i il '"fli !"" II
(480)
tos a meu coraca ; eu vol deixo pa-
ta sempro, Vossa felicidade e enfortu-
nios sempre seraB mus; naohaver se
nao hum destino para nos ambos.
Lima Seternpro 3 de 1826 Bol-
var Extracto de huma carta Por-
to Janeiro 16 A accao entre o exer-
cito do commando do Conde de Villa
Flor, e o exercito dos rebeldes, deve
ter hum grande effeito sobre a moral
de ambos os exercitos, porem ella nao
parece ter sido de carcter muito deci-
sivo.
Supoem-se que os rebeldes retirar-
se ha para o Ca; as margens de
cujo rio, com Almeida e Espanha a-
bertos para elles, podem fazer huma
rezistencia, ou tornar para Tras-os-
Montes, se, como se diz Antonio da Sil-
veira ha tomado posse de Barca d'AU
va. Fosse possivil elles estarem outra
vez naquella Provincia, elles dar-nos-
hiao que fazer. Pars 5 de Feverei-
ro. Nossas cartas de Roma dizem, que
a desfeita dos rebeldes Portuguezes
tem somente redobrado o zelo de seus
amigos do sagrado Collegio. Em hum
ajuntamento dos apostlicos, convo-
cado em Roma aos 30 de Janeiro, de
noute, reSolveo-se publicar circulares,
para colletar dinbeiro de todos os mos-
teiros e de todas as congregacoes Ca-
tholicas, para o enviarem a Espanha.
Porem, acrecentad os Apostlicos,
que na5 he tanto diuheiro que he ne-
cessarto a Espanha, como vigor, e re-
olucad a. Fernando. Da Estrela de
8 de Fevereiro-r Lausanne, Feverei
to 2 A Gazeta de Lausanne alem de
utras novas faveraveis aos Gregos,
taes como a derrota dos Turcos em
Athenas, e Arachova ( Fabrer he ago-
ra Governftdr d Acrapolis) ea apro-
3timacao de Karaiskaki a Missolonghij
ca a seguitite Cartas de Trieste, de
14 de Janeiro, anuncia ( depois de
artas de Zante do primeiro ) que Mi-
aulis havia attacado a frota Turca jun-
to de Zea, tomado duas corvetas %
tres brigues, afondado ou dispersa-
g do o resto. Cartas de Zante de 9 de
o Janeiro, dizem, que Ibrahim, estn*
o do i atrincherado entre JVodon e Na-
o varin, foi attacado pelas forcas combi-
nadas dos Generaes Colocatroni, Ni-
o kitas, Geneus, e Botzaris, tres mil
o homens. A batalha foi sanguinolenta,
2 e^oestrondo do canha o.uvia-se na
g distancia de sinco leguas. Ibrahim, a
g trente de 3000 horneas procurou rom-
g per pelo nieio das tropas de Geneus,
5 noren* f"i r'endsado com perda. e de-
o pois de huma acca de sinco horas su-
c as tropas fora impellidas a Modon,
o deixando 1500 mortos no campo, e
o hum grande numero de feridos e presi-
c oneiros 14 banderas, oito canhoese
g 300 cavallos.
g Outra carta de Zante, da mesTua
g data, diz corre noticia que IteiUchid
o Pacha, depois de ter sido batido era
o Eabea de Caristo havia cabido em por
o der dos Gregos, e que Miaulis segun-
da vez havia batido a frota Egipciana,
g entre Canda, e Cerigo.
g Paris 6 de Fevereiro Parece cer-
g tOi que a esquadra Espauhola estacio-
g nada en Cuba, commandada pelo Al-
g mirante Laborde, depois de baver re-
o parado os dainos que tinha sofrido,
o estava a tomar tropas a seu bordo, a
g fim de fazer huma iuvasao, ou no Me-
o xico, ou em Colombia. Entrada
g do Prezideute Bolvar na Capital de
g Colombia Chegou finalmente o dia
g auspecioso em que os Colombianos
o veui seu, Libertador no lugar escolhi-
5 do para a residenciado Goveruo Naci-
o i
o onal.
o Cinco annos ha que temos sido pri-
vados da prezenc,a do immortal Boli-
var !!! Que boa fortuna na6 ha tra-
g zido sita volta a causa da America, e
g de quantos males nao ha Colombia s-
g do exenta. A Cidade de Bogot nao
g foi-a prirneira a gosar da ajta honra de
o receber a Bolivar em sua volta do Pe-
o ru, porem he huma Cidade que a nen-
o huma cede em amor gratida, eres-
g pcito ao Prezideute Libertador, neos




(481)
nenhuma Cidadc se ha mais firmimen-
te conservado fiel ao Governo durante
a ultima poltica teinpestade. Os ha-
bitantes de Bogot offerecera a Boli-
var em sua entrada, a homenage devi-
da ao Libertador de tr?s Repblicas
o primeiro soldado da liberdade ao
chefe do exercito libertador ao guer-
reiro e Ilustre-legislador, que con-
serva a admira cao do mundo, e tern
ajuntado a esta homenage as effuses
de livres e agradecidos coraces, inun-
dados com o mais puro amor e mais
profundo respeito para com seu Liber-
tador. *f
O Intendente do Departamento,
huma divisad da municipalidade,
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ta populactio da America ha repouza-
do atlectuosamente agradecida pelos
beneficios recebidos de vossas inaos.
lia veis passado por hum Povo cujos la-
bios jamis tem proferido alguma cou-
za se nao amor e gratidad a seu Liber-
tador. Vos haveis chegado nos das de
iuquictacao, e acharis e contracto so-
cial perturbado mas nao he justo, em
hum dia que deve ser hum dia de re-
gozijo, faz e-lo de amargura pela suci-
tacao de sucessos tao desaventurado*.
Vossa chegada he o signal de nossa
saude, e de morte para os iuimigos de
nosso Paiz e garanta da Liberdade, c
d'aquellos la$os que preservarad aquel-
la unia por cuja seguranca temos feito
divisad da municipalidade, e
hum numero consideravel dos funcio- tantos esforcos
narios pblicos, e Cidadas partcula- Esqucca-mo-nos Srs. dos males
res, iorao huma legoa distante da Ci- g com que temos sido afligidos, a angus-
tiado para encontrar S. Ex., e con- 9 tia do Paiz, os erros da administrabas,
duzilo a Capital. Arcos triunfa es, as Bolvar est ntrenos, e mesturemo-
ruas adornadas, descargas de artelna- o nos em roda delle, para apagar a man-.
ria, as tropas postadas ao longo da c cha cahida sobre a honra nacional,
estrada, bandas de muzica, c toda o para se estabelecer a concordia, e para
ata. -M j_. a. _^ J laatah ara a tt 1 > I <- I 1 V* a* l~ ^"" 4 al 1 n >* >_ a .- -, -I fc __ aaa ra a>> a> a*> aaa asa----__ aK I __
adquada demonstraca de alegra se
fez, sincera e voluntariamente; mas
(mo isto teria sido naigniticante se se
nao visse dezenhado as faces de todas
as pessoai. de cada classe e condica,
a satisfarn, prazer, e enthusiasino.
S. Ex. o Vice-Prezidente da Rep-
blica recebeo S. Ex. o Libertador na
sal la principal do palacio, a onde csta-
vad reunidos os Secretarios de Estado,
os fficiaes dos Tribunaes, a municipi
lidade, c outras corporacoeus e hum
numeroso concurso de Povo.
O Vce Presidente entase lhe diri-
gi nos seguintes termos.
" Completara&se finalmente osde-
sejos de Colombia, vos e^taes agora en-
tre nos na Capital da Repblica. Fin-
dar se-ha nossos males, a discordia
desaparecer, esendo restaurada a uni-
ao, a felecidade e conforto defender-
se-hasobre uosso vasto Paiz. As va-
rias circunstancias que tornad vossa
volta tao feliz jamis se reunira em
algum mortal. Por vossa ajuda a vas*
a prezervaca de nossos sagrados di-
reitos. "
Depois de humas poucas deobser-
vafoens de huma semelliante natmeza,
o Prezidente levantou-se e respondeo,
em huma falla cheia de energa e subli-
mes pensamentos porem nao nos he
pcssivel aprezenta-la a nossos leitore
como ella cahio de seus labios.
Elle falln com enthusiasmo, do
valor do exercito Libertador, que ha-
via levado o Estandarte de Colombia
a os coulins de Patori. Elle recontou
os sinceros testemunhos que as Rep-
blicas o Per e Bolivia tinha presta-
do a seus bemfeitores; Elle falou da
prudente conducta do Executivo de
Colombia, as misera veis e t rabal ho-
zas circunstancias debaixo das quaes
elle achou a Repblica-elle fez mui-
to pai'iicr.lar e honrosa menead da ad-
ministradlo do Vice-Presidente.
" Permiti-me, Srs, (disse elle) a o
o ver a familia Colombiana, a qual me
8 chama Pai, dividido-, conjurar-vos a
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- -t-i -riiinT-ii
(484)
esquecer-vos de vossas aflicoens, e a
unir-vos cordialmedte para elevar nosso
amado Paiz a o mais alto grao de fcli-
cidad. En tenho consagrado rr.eus
servicos a Independencia e Liberdade
de Colombia, e sempre consagra-los-
hei para sustentar sua uniad e a de so-
berana das leys, Cartas de Vien-
na annuucia, que os Enviados de Por-
tugal e Brazil, tendo recebido impor-
tantes despachos, tero tido freqnentes
conferencias cem-o Infante D, Migue!,
Este Principe tabem tem huma par-
ticular entervista coro M. de Metter-
nich.

Vendas.
>
1 Quem quizer comprar qnatro sor-
ts de trras, a s*ber naRibera fun-
da distante da Villa do Liirtoeiro huma
legoa de trra, h'tti grande Citiocotil
220 bracas e meia de '-testada*,- e lumia
Jegoa de fundo ; i teras d plantar, 6
criar, com huma grande caza de viven*
da, feta toda de miollo de Areira de
80 palmos de frente, e 120 de finido,
qom tanques de curtir 94la, e coiros.'
tem no lugar chamado Feificeiro,
na mes ra Ri be ira funda, e da tttsma
Villa ontro dito Citio, trras fnuito bol
as de toda a lavoira com 247 bracels d
testada, e 1200 de fundo. 4btem no lu-
gar chamado a volta, Ribeirft'det'api-
baribe da mesma ViHa do Limoeiro MI-/
tro dito semelhante com 200 bracas de
testada e 800 de fluido. tem fias'
Gameliras, freguezia do Litnoiro
desde o dito lugar at poco das vac-
cas com 150 brabas as quaes todas se
vendem juntas a-frum s6 comprador1," '
quem as qnizer.comprarla a na No-
va junto a Conceica dos Militares c*
za de dos andares N\ tf4 e falle com *
D. Leonor Trvereza de Oliveif M?*
randa, viuva b testa me nteira do faes-

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cido Coronel Joaquim Miguel de Al-
meida Catanho/que as quer vender.



Arrendamentos.
2 Arrendase huma caza de tres an-
dares, e soto com a frente para o Por-
to das Canoas, ou cada andar sobre si,
por terem suficiente cmodos. Quem
percizarfale com seu dono na ra do
Crespo caza N. 5 lado esquerdo.
Avizos Particulares.

3 O Provedor da Caza da Mizericor*
dia aviza a 0 r. Manoel Ferreira que
as cazas, das quaes he Inquelio Ber-
nardinodeSeua Dias, pertencentes a
S Cazada MizericordiadeOlnda, pe-
S las quaes elle cfferece 25lgC00 a be-
| nefici dos Mendigos infermos no L>i-
| rio intitulado o Brzileiro N. 27 ja so
achaS arrendadas a o mesmo Das ein
Vertude de hum novo termo de arren-
damento cor fiador stitfciente, perau-
te a Meza da dita caza pelo preco an-
nual de252^000, esse he o motivo de
nao hirem a Praca.
4 Joa Knuer Soldado d> BatalhaS
N; 28' Publico que sendo cazado com '.mina,
mulher por rime Maria Anglica da
ConceicHo, e morando a dita mulher
ra na das Ti incheiras a onde elle ti-
2 nbatudo quanto era stm, no dia Do-
mingo 2T de Muyo as 8 horas da
rtoite sahira de"caza a dita mulher ele-
vou com sigo hiurv mofeque, bmn- re-
lojo, e odinheiro que achou, e toda a
ro'iipa nao so do dito marido como tao-
bem huma caixa com a roupa de duas
mulheres que morava u dita caza
porissoroga a qualquer pessoa que;
tiver noticia da dita mulher poderdaif
parte a o dito marido que assiste no
Qaartel de S, Francisco que ter suas
alvicaras.
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& PPRNAMBJUGO NA TYP. P0 D1A1UO RA DI RISITA *5 .,**67. ^S
PA6INACA0 INCORRETA


Full Text
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