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Voz da religiao no Cariry
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 Material Information
Title: Voz da religiao no Cariry
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Creation Date: June 12, 1870
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: University of Florida
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00008749:00057

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( BRIDGECACHE )

( BRIDGECACHET )


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ANNO 11. 1DOMINGO 12 DE' JUN1Hi:BE 18.0. N o 862






IT IE ET DOCETE C OMN ES GE 8 TE S --dee'6i todos os poItos, ensinae a odos os povos.
Publica-so nos3 DominUos sob os auspirios do 1 "Paro JO.- Antonio de Maria .Iblapina
e redac'do de oAd Joaq'uia Tellis Marrocos; e ass.ngna-sc a 5:000 por anno dentro do Crato, e
foda a .:00 pajos. sCinprC adiantados. O'correio quo tea sent cargo divtribuir osjornaes do
fdra, dard duas viaens nos dids 15 e 30 de cada mez, in todos os points do Cartry-n vo.

,A Voi. da ell gAi o 0 o fati mciQ dlos troves e relampagos, e ao sonm es-
_______ __ ',,_" tridcdle d.,s froinbetas.
S'ISOR AESTA EsI An va'coam a morte os infractores.
Ss O ,, Estava escripla em taboas de pedra, e caon-
AT_ O cava poa n multi cidade dos maiiijdamiontoI
Se das priticas a qua suajitava umn povo ig-
tlecordaerbo as cireon.itanc .nio -O ho-iraut, e grosseirmo que era necussario do-
das quaes se reoliso'u este uwysterio-. :bar a obdiencia aies pelo Itmor qu pe-
D,p',is da access ao do divino Mesti) ha ao
_ri ~Js ei tol otd da e on-. A nova Lei, pelo contrario, 6 uma lei nao
de eip rAam o effeilo de sa prn8sS r d, destiinda a sr_
de espa ram. o effeitod t esc ript nao na pedra, mas nos cora.s dos
Estavah n' urnm cenaculgo, isto `6i nou;, homes. ..
quarto alto, saparado do testo dos aposen- Obra do Espiro Santo princpio di con-
.o soltino, docura.e amor, nro podia ser pro-
Sendo chalo o tecto dos edificios naPa- mtigat pom o apparto o terrador e coin as
les*ina, o quArt(o mals alto era o maior, 'as- amnieas' que tinhao ,o apompanhado a publi-
sirh comn o' inis retirado: alli 6 quQ o jit- ca8o da lei mosaica.
deus tinhatn ois seus- oratorios .partiqula- ntoepo havia )EUS tido escravos
rt4 ;e quiria filhlios.
CrA-s. que osp Apostolos estavam rednidos1 .
e Z ("1 M '+ m~e dom o foNlircos; o don tgo, pot~s, dia de Penteebsts, pelas
em ca de M0a m~e de :Jo. MX rcos, a,,
qu.lle -o rvoroso discipu l em quoe .falla S nove horas da manh, qudo o dshipu-
Luc;'* a ~~ ;. 1/.. lo0 estavio todos ju nitos, ovein d6 subito
.. i rHio semehante ao d um gatlde'vento que
Qual quer qie fosse o lugar da, sua.reu- vein do Co, e (fu einche toda a 'aza onde
ni,0o; reprezentava a Egreja universal. esao encor ados. ,
Etavam na espoctativa das promessas do Este signal da clegada do Etsptrto Sancto
gseu divito Mast'e, quando, no decimo dia 6 dostinado a dispertar-lh s a attncao: 6
depoisd h sua assenso, e.quinquagesimo de- eI o deo mysteries.
pis de sua resiirru.Ao glopriosa, desceu so- d ysri o
bre' elles o Espirito Sanct) A olqueloe vento qne ve'n d.o ,tlto, nuncio
Era umrn domingo, dia de Pentecostes dos ds sarc ls i'r /s +
ju.d.us, para que a Let nova fosse publ ca- I 0en i
da tO mesmo dia, em qun antiuga, qUie do- tirs vehCmerfni denotai O podcr da gra-
via 'ce ler-lho o lugar; f6ra lda. d no moni A sobre os cora oes para os transforrnar e
; to Sinal. .. 'vivificar. '
Mas vle que difl'erenca i e enche today c iza, pot qie p Espi-
antiga Li havia sido promulgada no riio. Sanctp. aprezenta os Aus dens aos ho-
+++ ::+fia:L~l:.h sidL u] ldJ~ro r]]:$n~t r~sz~a s~gusd~s' /I0


i






A V4. fi ntV,1' '4) CVIYI.

.wi'ro-sadto., e aprezuit u' su, i.nst rulentiqs si. seb.. ainda e-n flu, ticiri.
dti ja ge dle .ucto< ; 1 f 1a,10. ,,4 c ) ( ia (1 )itx d al-
Sofficio d( S0 aad.t' Allula aMiss guoi a ci iUlti (,e l i ja fiefpor mnuito:
,cait(in 4 do )inui uiio. d iartioo eStt nenos d)o qud est3r11. t d
r su l :ii if. .. 1' do em lim etA io i' ibarato; e avis-
S, Iuv it4 .falla- qui1 imir, 5m a c- ta t geitL de ni itVindr lpor nmeii ts do
los (i., ma[ior (xp)le:tir, t.an s1 dv6w pSI.rn cutmtuintd() i7 Mdodos os estabtdiciimentus com-
i ..:1t1: r a c lia ir'man li fastejait,, "%(%'rci ce.u C.
nu n.) ihem)ori oe an pr.unir r, (qu, hAo | 'o twi cdhiv emr parte Jguma, o Ve-
so pnoupar-o .os Inuis itnprobfs .trbulhioH, ro ja Ivi Jssu;ta)d&, si ha lug us ondo us .
a as sacripios mnis pirvei,.,, .p.st,.s aiida e~tio pe'lueuus.
A cinirina d.i b:;n~1o do Cirie Paclho.1al _
do l.Eulic ostcWv pr',imor.)Sa. 1


Io La'n mtuit, s, l* is' inlriio' e brilhon
e Wart os i usicos o0 mcniiVo 110 contou o
til ipl, o t,/or e o 'alto cstiver.o bonrs.
No 1Mi- do J)ominogd).a Ite urrial) corou
1V P, r.g ,
ra Evan:lthv o Rox ,i'n o Man ie RIo-Irig.s -
.il] (p I, ox,.idC. o 1ntit) Olu lt) a exp.Ic-
tativoi gqral e cofniiistiLu os .ftros de oi'ador
1i tar'a a s' grada,
() (pI' d 3 s(au s. r 'n ) l5 I) de1 1 f oL .
vil), )o e style. priun n. pemla sna simplici-
o .
Conttit o a SV. Manoal .RolriguOs, qna u:n
dia s.r,\ u -n d a .*ort'ir nitLo do n.. put-
pit: 0o cXrJido e a prlica completar.i o
u qu a Ita para urn Orador perfeito.
A procissao, quo. Toi o utfimo aclt. (di As-
tiviJdJl t3ve' lugar logo d pois da miss dai
S;It i.t,,,igi), etv, s'tn igua:l e foi a mais
sAlen) ot qan se A im fito ni f ista da Suma-
nI)-Sanctcl
Terminado o tiim) cto, l povo retir t-
S se saul)oso e Iazenlo -vUlos p:iT que cele-
8rasse-se no (C.) sagaiin)t( --1671 a (e-
tividdde da Satmana-snceta.
Comr o povo fazemos os msmos voto ,e
tu. ) egpcram )s da irmaudadt novainento e-


DOIS ESCIaPTOS UTEIS-.- publica i
agora estj Jurina -- p 1J)eyr d Vlarco bo
'cuja c(opia devomios A hodade do Sr.Coro-
nutl Thoim:a d i Aqluiio A. -- Traaos bio-
grpliicos do VlwraTvel Pad&r Ibiapina pc-
1o0 Sr. GOines d' Aratj,.
Chanmamnos a attend dos ulitrcs .para .es-'
Ajas puicrgoe.

T. STIVIDAES Ell.GIOSAS. -' dia
31 deste tord l igar na Caa ''edo S. Vicii-
to a Missa solleniit do ~1uz2- d Maria.
Na Cpd AlA ds N. S. das Dords ao Joazei-
ro celebrar-se-hlia o mnsmo ucto no dia 5 do
JuHhe, e have'v procisda a terde. .
C nn;ta-nos quj o Sr. Coronal Alitonio La-
is AlVes Pe(,7tie.o Junior tAo b fa rAi .cel-
bhAr iin tnis;il sl-m:.) coin sarail',) ao E-
uagtl4ho p,# deiticto P dPadr, Fla Aurelo
Arnaut Ftrmiga, Vigario do Missi'-vclha, em
Iltimatum aos e xeciciou do inmz M ariano que
secol40ra em sen subrado..
E a Mu-sica do Il6itrio pqe tern de fac-'
cionar em todas estils solemi dades.


S. tonio Gornes de fmpos PrItice,
'ato 29 do 18aio de18t0. t lo de fzrr in:a visit de cava
So r ) 3 ? (ia J1 ,mtur4t de sta sempre
S -. "-' .S11 ... .... -' -hw Ihtl 0 m uoavidri pl rezente
0 E A SDO T 0 a tds as pessus caid.uzas qe po-
L__ _ra_ i n assistir a st nwlo, no dia 4
S il Juziho proxino future ) as 6 ho-
NOTICIAS DO COlMERCIO. 0 Sr. ras da nahio iav iiaariz dusta Cida-
P l,) Jo";a Garalvviv d;i Silv, s nes eserove diI
do Aracaty em 0 do corrnt.~; so uitte:: 'rato 29. de Mai 1870 ..
0 aalgua1t dtayela maitl a) prt., 'o ao n__amBE1m.- .


7'1


~a~r~iC~s9lrrr r~L~L~'rulllC III~PLI~IIP~I I~b I~


I


14


? '
.) :






A YOE DA RELIGU lO O Ci RII.


LITTEA TURIA.


EVERR DO PAROCHO.


Continuagpo do numtero 59.
- E o miinistro da rclijido do Chrio, mn prein-
cumbido d3 concervar os dogwiA, propagir a
moral, e defender os boneficios da quella pura
crenfa pelo reban ho que lhe foi confiado.
D- ests tries ministerios pricipacs do sa-
cerdocio .nasces as treis qualificapoes do Paro-
cho, que analizaremos; isto m, como sacerdote,
como sacerdote, come moralista, e como admi-
nistrador spiritual.
Como sacerdote, ou conservador do dogma
Chrisito, ndo not compete examinar as sesu do-
veres; o dogma 4 por ina naturesa misteriosa
e divina, imnposto pela rerelafdo e acceito plao
b, e o Padre, comno todos os fleis, nesta mna-
teria seoreporta a sua/ consciencia, e d doutrina
da iariea: tpaor asni moinoo odeoedesias-
*Gan -e^^f~~~'nf tr''f- ^~ r


o povo qu o ensina.
Algumas credulidades triviaes, algumas super-
flioes poputares, so confundtrdo em tempos de ig-
norancia corn as sublimes crengas do dogma chris-
ido puro: a supertido 4do abuso da [f; por tan-
to b da obrigaoao do ministro da religido remo-
ver as soribrais, que ofuscarem e desfeiarem a
santidade do christianismo, que i por essencia a
civilizafdo pratica, e sendo confunde comr pias in-
dustrias, ou groceiras credylidades de cultos er-.
roneos e ddeecepcdo.
0 dever do parocho cortar todos os abauos da
[5, redusir a crenva do povo d grdve e misteri-i.
osa simplicidade do dogma chrisldo.
Conciderado no mister deotheologo moral, ain-
da o exercio pastoral do cura 4 mais digno de
attencdo.


0 christianismo d urma philosophia divina, es-
cripta por dois modos; comno historic, na ida
* more do Rodemptor; como preceito, nos docu-
mentos sublime que elle espalhou pelo mundo:
o preceito eo exemplo estdo reundos em o Noro
Testemunho; livro divino, quo a parocho ha de
oer a vista, : penetrar-se da santidade de sua.
expre5ecs, a f0, de o explicar comtinuadanente,
come cun Mpro, rpo que nelle s eeise irra un. -
..do pratico e social, quo illumina e virifica o


I


precidimento da hamew naJn&a4 ..
Nao ha verdado moral ou civil qtte no appa
repa not paragraphot do Eoangolho: todos as fi.
losophias mod'nas fabricardo codigos noraes a
seu mode, que portem decahirdo logo se esque-
eerdo; porque a philantrophia nasse tdo soments
do prinei'r o uaico preccito, a caridade, dicta-
dade pela *li dioina: apar do philatiropia cami-
nihou a liberdad9, e ndo a escraviddo aftrontosa
quo se atreva a subziqtir emt presenCa do clardo
da quella virtuilo: a igualdade political derivou
do roconhcimento da nossa igualdado e confra-
ternidade pei'ante o Etrrno:
Suavisarain, e as lelt, abolizardo-so o costu-.
mnes des humans: estalarat os grilhbes; a mu-
Iher reconquistu oa respeito, e o lugar que lhM
era divido no corafdo do hornemn: aporporfdo
que as palavras do Christianisino foram soando
pelo meio dos seculos desobaram out errors ou lit
ranwas; e so algumtna passageiras maculas velavam
por te po seu explendor, prestos resurgia ma.
is radiantse:
S.(Continwa J)


A' PEEDBIDO
A- iE1.- 0 00
ATTENQAO!


A pesoa quoe tern ti livro de music can:
ticos religiosos sob o tztulo CANTICO ESPI-
ITUAES queira por sua propria convenien-
cW restituil-o d Alusica Religiosa do Internato,
se ndo publicar-se-ha ndo s6 o nom do ladrdo
quo furtou o dito livro, comto tao bemR o nom,
da pessoa que hojo o posstie.
No Crato s6 existed ,n dois livros dstoe, ur per-
tencente d Exma. Sra. D. Anna Pinto, flha :de
Sr. Coroner Antonio Luis, eo outro pertencents
d Musica do Internato, o qual furtarart, e estd
hoje em powder do . .
0* Quen ndo aquiscr passar pela vergonha, si 4
que a tern, de ver-se conhccido publicamnente por
ladrio, restitua pois sem perda do tempo os
- CANTICOS ESPIRITUAES 4
Music Religiosa do Internato.

Crato, Largo da Matriz, Typ. do iateraat.
Inip por Deus-dedt i. Tell is.


9.


*^* *gSB--g" *"^^***1**^-- i.- .- .L .


-~~~-~~---- --'-~`--~-- ---f------ wwwvm J` 1 VFW 0 4,3041_ _


s











:i


UTIERATU~Rjl.4
E' I **** T 1 .
. l 1) P O(T ..


Conltiunna -o do numero 0, :
.. 'l <


I


Po61emo. (dirT fqus (toi, o mundo actual, c,~)mi
aun.s .cis, u:so. i4ntitiies e.pes anfat, ao .4
s rido a rctst.i) dr irb evany li; mais oui
menos oncarnaimd C,1 civillisf1o modrna. .*
Mart a rlA obra ndo iid inteIrais ciipi-
iFr; a keido progr,.-so n ido apenficoa,,nef~tat, qtu
g a id(I acUi,-1 p'l:rt 'h raid h)hinnua,
rn'Lib ;r pollede a deve fiiwr-SO 74. (4I eMg'ica:
,qudlql divi io.lvro a'niatdl qul ndt() paremos no
'ainho i o d m, i nos instijga para s tbir".ios a
p ;rfe1i.) d(.q' sw ) eCptivt-i., prohibimno
e.tsiiprai df milh a -n itn da h'hitnmIa,?id ,.
quitwto mabVis dbriin us oe olhO o m1is pronessav ,c
o1r-vegletepn i seas myttrivwq malis vc'dadcs
e'n Ius preceito~s, milk J1IurSQ O/ iseos dos-

S-- TlnM pr i. o Pa4'o ha npse .livro toda a
razda., today amoral, todo.q o..erlientos, do ci-
vil'acdo: obrte e eIspilk t colm 110o largi o theson- -
Sdev cla d pdrfrdibilidad.. cja ch!3j Iak, b ;
en ts'ge jdiwa Pr ilt., Cic..
SM SG: w fn o. its Ct'ito,i osU en.in, por
paiairn q por e.MnmpIo; asuW i'aida dil er., iquan-
to d conspativoc co-0 4 a1 huina'.a :sncia. unia
explicafo sensivel da iloutrina que persuade.,
Sit' f ulna plavra iva; qua-convenWC os ,sous
[ieoqz ezes,
. y w .
A ireju a cola oi ni q dli p ro tsls o-
mo ex.ImPpl9 do quo conm odracalo.
A palavra q as to't, eatendei .4 o6b' vio'nw;';
'do ha inf t n td eloque1 8 i do p:rsuaira,
como o 0zxrceleo dan w'ihl ..
0 p.-rorhi d n a I i0tira lr espiritaul (o Sa-"
craMnento0, e ta4 fbn d. b,,efscioq dIt c.tr'iia:;
prque a'fi'freguesia btini onrgiiAi't.s, o eid
v pastor ten cr.dlito mnitrcilo 0unt tspe rs d-.
crmllobr daq plom-ois abatIta b; i pelo rnas an&-
sulta to etno tol, 3 os alozs do b'.neficG cia. er a
sua probid.al(i dc.' ninain os quo so compadaotm
das lmi.seris dos indijenles.
I:lat o parcht n:i.a, crci'nsa'ria. coi os. her
mw d. to0 I as jrarcltas; dos chsca-lo;3
t-se c cIc6hacto co. as )aiO.cs Iw.uLao; 'had,


r i1
. : !


/J


.


I.


-


wwrJrwrrwwOw--rrr~kI --


Qnu d *&creanra to mInire no (Iscpulto ,.
Os daiw,.es ito p c0ho para con o fewer .
sao dB ..a iiaturesm slinple;.; sio o, d. qt qil
outrn cIda.la;I a obedien cia nas h o, usas juilta.
?n im 'hadc. apaixontar' pela fornwa S au pCais
coibharB dos qovcn*o?; as f'ir modi(rain-sk.
pe pnrler.s mtudInl d. wnos. ilt nidos.; asio co .
;r. huti.na, tri'aitioras., irstacis por saus na-
'sr.a: man I re.qiao govrna terno dE D ES
tj'. 8 tt c ellnoia, e.stad a ci ta dessas vinitudLs
pewliticae.
() paroch' # o uniof OLutao, qel tdm jut e
dieoar dk ficr 7nIPttro as conl?.ind( a rumored
4d pr,.tido. qu0. devidemo iitre i N )hos .,ns 8
a4 opifio, per que iLtu pod 4 pregar ',a0 a-
mnor a pa:..
:Co tizia,)


A vY. b fnl8.G'li ) C fli.


"


VMi t hirh-lhs te boao ta siuas 'nlritbui 'o.
O. eni, 0 ar1It ft enallti~,t 1 nl i4LSi- '&5 .
pi'reci's da imesqi.ha h. i" i liZaa, q. '' t'n"
flaqfellal riosit, ton: pobi,'re polt qn, em, n0a-
)s '. ,tit; .. p. r-ahf haild rm tdiar r, p o-4
S p r.iti` is loa" s"0A pr" a il s"o.. nIUf..t.. o- ifi x
-I lnquanl rOo llaw ndo vle. .hAi deo par-
g 0t o baiimOa di oiL, ol,'pia.
SPed i~r toer o coaQ 'o bc h'io di tol'ira:cia,
dio C' CorL' i Icr l, rle d: n.i'iurl' d. ctri.lad'!
.iE frt4. v otile' IdA / i i o imundare n a alinar,
iao nerd dino pto w.h
S aoi0o di.ciltl.mo r es enrar g' nnts Proinn.n
in Poorci. ri, h re',. (If'i.qall.i pm'r Ionlqas dis.-f
tancia, e tncommoda-is pds rigors daf tempri.-.
'/urni t i
Ah quantra esnoht de~ue haier vos sacerdoles.
uviac lh a tdo saidt4 inisiteorio i
0 rnta dilig!,rin. to governo para LhBs minis-
Ir a subs4oleia 1.

r/i- C? /MflucL? 11 Ta'(a1.a:-pu sou chlistli(-P
/, estao os Evanglh, j.que sdo o sea codigo, a
:. els Iidas sociedades os iuo contradizein.
Toilos dorcno ilde. pnp4hr) irn a tido da fi'as
en sou chrbi(o: iman o) paroc0o ha&l pro-i
fnt, da,, anaom.izar esta idla: le sde0 es0o .
seu penfsameito vnico: --vor qur~rtot quo v &s-
tancia Vai da ovelha ao pgureiro?


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