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Voz da religiao no Cariry
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 Material Information
Title: Voz da religiao no Cariry
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Creation Date: May 8, 1870
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: University of Florida
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00008749:00054

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( BRIDGECACHE )

( BRIDGECACHET )


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'ANNO IL.


DO-t.408 ADCS lt10t DE 1870.


............. .. ... -.,1 0 t ...


0 vero Antor da vida I
Vivo reinou
Sobre a more vwncida 1

I ALLELUIAI a Virgem MAe
Vd Jesus resuscitado 1
Christao, prazer respirai,
Seus gozos cantai,


AVez di Idigil. ue CeTivy.


( Alegrai-vos, triste Avrora
0 que chora sle out'ora
- Restiscitou, como disse,
Alleluia I Allelaial *

Alegrai-vos Virgem Para
0 DEUS, da sepultura
Rlesuscitou, como disse
AlIwluia I Alleluia I w


-


0 PERFEITO AMOR DE DEUS.


0


existed no cemroe de noise cor4&le, como urn.
soberano emn sea throne todas as virtudes
oraam a stta circamfnreacia, e i6Ue rece-
boit o rather e m viraeato.
o aior prefoite t movimento, a forja
e a vida s alms; 64 .o peo e a balan-
. do Saaotaario, once sto peis alas todas
as virtades diaate do tribnaal da justiega di-
vilna,


Sem esle amor de Noass Seahor, n&o ha
virtue VssiveL.
Maitos tremem aoouvir pronunciar o no-
mo do ara6 perfeito, porqua s*o tibkios no
caminho do sacrificio; e s6 vin os traballhos
sam examinarem a recompensa.
DEUS e a Igrja nos di-em: amareis a
DEUS de todo vosso coragao, de toda a vossa
al]Ma, e comn tolas as vossas forpas; > entretan-
to muitos esqaecemr estas sanctas palavras,
gravadas por DEUS em nossos corages, e s6
procuratrn intimidar-se perante as difficulda-.

N&o sejamos n6s d'este numero; marchemos
antes polo caminho do amor perfeito, abrin-
do nossos cora06es, deixando que a graga com
a sua d6c influencia os purifique, estab.e-
lecendo n' elles o amor de DEUS, conservan-
do-o para sempre em sua pureza celestial.


Entio seremos prudentes, porque a pnm.
dencia nada mais g senao um amor escla-
recido,' vigilante e discreto na escolha do$
meios qiu n6s podein apporximar ou afas-
tar de DEUS; justos, porque a justiga 6 u
amor exato qp nao oniae cou 90 .

gue 6 castigar pelos rig5res saudaveis da pe-
nitencia os peccados que live.rmos comettido;
fortes, porque a forqa de um christao n&o 4 se-
iAo umn amor generozo e intrepid que se sus-
tenta nos pirigos,. e que soffre as contrarieda-.
des as mais rigorosas, e no recha diante do
sacrificios; teremos finalmente a temperanpa,
comr tanto que anemos a DEUS, porque esta
virtude naoo 6 senao um amor obedient e co-
rajoso, que so content em DEUS somoente, e
quo se priva voluntariamente do todosos 0pra-
zte s sensaag s para coaservar intacta a sua
pureza.
E' hem vergonhozo para os homes, e &
para elles uma grande confusiAo, andarem so-
mente ap6s as grandes descobertas nas artes
e nas sciercias profanas, desperzando intei-
sc lriia d a -t
ramente a sciencia das sciencias, o Sancto
amor de. DEUS.
Que desordam e que vergonla, drse as
artes & principio tao imperfoitas, adquirireti
'comn a succssao dos annos a sua ultima per-
faigo, e o amor de DEUS, era logar de aper-:
feigoar-se, diminuir todos os dias I
Para o aperfeigboamento das artes today ap-
plicagao 6 pouca. embora seja a vaidade QoL
unm aproveitamento temporal o sou unico mo-
tlyo; entretanto para o amor de DEUS neahum


- .7


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S.A VOZ A A EUI;Ao v0 C'4,taI.
1 _,--- ,-,,,,,, "" *' . . i,/ w. . ... . ,, .. . .. .. . ' *


ir- -.----- ;;~;;~


Comeca entIo) a bo1cm o s)lenio e do Cirio
Pascal pelo m.,gil(iico cantico d i Siicto Agos-,
ftinho quv o Diacoao canta do pulpile-: *
< Excullet jAi Aq.:loI iubib ri,~lon: xiudi-
tetni iti: nt't f .: ft pro tanti It 'jis victoria,
t b'.t i',c., v sal:tanris.
'<< Os anjos d,) Co. niilicia do tilto so 4ah-
.gre:u e cxultan' do j ibilo, c o s m da troi-t
jiti auni' i ,ii oi o ,O si.i sI i S rificios d'arlgria..
p.ar victoriaa do granid lR.i.
< Estejaa trra natlioidaile, e gose a glori-
S os.) luz (iit, do alta Iihe .veiou 0
vos tLo boe) ; kis-vos radiant ds, fulgor4 s dia
lus divinia, quo i llhnin tolo Linu.lo. > .n
.< 0 liugar Saicto rd.irnbo com Os transpo;'-
te, d'agri,,i dos pivosI as aclauiaIe. da t r-
ra stuafm a Co1e1o! 4
Tudo mais que so s'gue respira o mesmo en-
------k s~nincl----------------


0 Cirio tern uas significe as mystic s 5q,'iu
se vinculJ I liistoria do passdo e (do pre-
zetite.
No. parade lle rprezpe ia aqaulla colimrn
donuvorn e (lpfogo que (i Aez.zrto, preoidia o
poVo de DEEUS, e io prezltei nos fis 1-mbrar
Jesus Christo resutrgitdo glorioso da morte a,
vida.
E por isto ve-se o Cirio apagado por urn
certo espago de tempo para dotar, a mnortt
<1o Senhor, e dopois acceso parai significar sua
. resnrreii.
)Os cinco~ grao.:: de inenso To prntIo os
oromiis corni q.i roi ungidilO corp,)1 d Sonlior,
e sua filxo no Cirio nos fallio das cinco chia-
gls. ..
A bennio foita pelo ''iacono ien ,igar do
Presbytero tern ailda s1u sentido historieo e
.os diz que o corpo-sacro-sancto foi Uigido,
n16o pelo. disipulos, e sin pelas. m lhres a
qnemt a rsir.reiciao foi atlnunciada prineiro
.q ,,aos Apostl'e)s edsii)1pulo4.
Depois ds profecias proced3-se a ben:o dda
pia baptismal.
0 Prosbytero, qa. .ibencoA0n agoa, comrun
racordanrilo n' U nign1g1itiJu0 ptrefair as ,ura-
vilhas que I)EUS opeoro1.i polas aguas; depots
rOtttitdo a :io iNia taia do baptist'lio, divi-
de as aguas emn formia d) cruz, e pei. a DEUS J


nqu as enhrt aa 4itt h do &Epirito Sancto,
as f Iunde pleh sua graca.
DBpois as de'ram:i para as iquatro parties do
mn, hlot piar,. dn atar oEvang0llio prgado. em
tod) m,,a:la, catod. os 0p501 o -chaumados ao
it lj i'd ').'
0 ofici:i nto osnpra tr vez 's 'obre a gaua, o
nenlla i:n:1!',. tl'ez vazns o CiVio, Jit algu.
(n;s gotta d(. 'cra, miturao satncto chris

Toia.s eitas talgii.t.1s cereinoniaston tim. sen-
tidto myctico qiie se conbiUlt I.o per'fi.t:entu
com a ft e o sentir do corni(;.o catholico.
'0 Predbitero esparge coin estq agoa os assis-
t.:nst,.,s, e os fici pt l) n leval-a par suas casa,
conform a usar:;i; (0s tempos antigos.
VoltanIlo-seo d( Pia, 4c, td-;o a Ladarinha del
od,)s ',s Santt);i, C c.0oatea a missa da noita,
da Rlesurreilo.
I? a a E i l


*SQ~ j. a-sh a AlueiNla, mnas
segnes< o tract Cantt) de tristesa, .porqu o
gra,(det mysterio da ilusurreicao ainda nao esti
co isi nl Imt(ado.'


ThlsuIIoA -
~-~1e~1ID


AL I ELUA.


Paschoa I el iiuma palava quo. ein atra-
vessado wnais d. trinta seculos; tuia palav'ra
qAe rdsoon ivs frontf.i:s do anrigo Egypto,
ji-s areAes d(o 1 dseto, ios 0ecos do Sinai, nT's
ma'trgins do Jo'dA o(, o tempo de Salomao,
nWis catacnmbas da Ro)m:a, nas basilicas
dC C:)is'tnlitionpla e icca, lhas cabanas
1do sJivag:n d(ia Aiierica nlas chopanas
oi nLgro d'Arici cei tal, 1i.s planicies abra-
s.adorts da China e inas geladas montanhas da
Ta rtatira.
Pasdh1oa eis ilmasolemnidade que, hami-
lhanrs d'annos, pT elii alcgrit oOrient e o
Oc. al:.it:e: a testa do universo, 6 uma festa
doi amilia.
. 1 vn4 vemi quo fs pulstar em consonancia
tantos ailioes de coracThs ?
APl. e .oa perpetua u in tcto do interesse
co iiIu n, i inliso, ebIIno, magnifico cta his-.
toria dos Isra(litas, iimemnso nos faustos dcs
Catlholicus.
Entreuims no templo sagrado..





....._ . .- - ^*. im S .1 r u ma A M .>


_ __1 __~_


--


i1


- I- --


,.,.. _- 1~2Y~_i~i---;-IYI~-l~*kC-.-









k A I" 1A GI6 lllRl


-)esapparecerotoils os signals de luto, e oS
altreosr estio adorn:.dos corn extraOrditnari&
rnmngiickencia; os orn;men6to4 de d grescorcs,
e da ricog bordadus reapparecOm c orn s mi-
nistr3s sagradoy,; e to-dasass frorlas estate. ra.
dios3as.
Os sinos todos esteo em movimento, e os ha-
bitaundtes .d cidade chgaog em muiiltidao a egra-
ja.
0 canto id alegria, a ArLI LnmA, ota palavra.
da IIgi;t d(,0 o nhlida A t.Arrr p1arA os nos-
so( dias de .tsta, a po d 's aspares,
l.potl-s a cad a in;t int, varia-se, mnoditil:
s( em todo)s s o torls, e quaido &Atanta ponjmpa
e n;iagnifiien-ia vtom jatatr-e unm bello sol,
exi1im-vos. S~ podis, dos *entimntns doal -
grmia esp'rarteA e felicidado iue est grand
dia tein por mnis .io inspirar I


C----IATO .6 IDE MAIO.


Jubidato Deo, omnis terra....
. .. . . .
"De jubilexiiltai, povos da lotrav
Dt 6 vA v aioine
Em harimnicos hyinnius celhbado
Co.in lou vor incessatile por v seja;
D) Stinhlr do U litvrso
S A gloria enir: idrecei enm vo03ss cantos.
-Ah I diz- i-lhe sllbinWssos.
S0o graiides, sAo terriveis
Da tua n ioo as. obrta portotosast
Seli iiinmoer iilliiito
Sonfutiri tUfs eos in imnigos,
Qua o teu poldr insanos dusconhecem.

) mnialo inti:ro rcverente cult
HuimildL ts tribttte, enm ledos c6roS
0 t eu nome clohbr..
Vinlc, 6 fills dlos ihOmens! pomptos vrinde,
As obrai. admir'ai, as maravillias
D) j.ahtor, qu,, emr st.mt seio providence,
Estuipet.ls jprojctos
Sabio conube, juisto realisa.

Notai corno prepare,
S om0. alteritoldis:)'< o sels designios.
L'iae divide as oAlStis ErytVireas;
0 Do mna, sio 1si vdo matia:
Do.)or-dao caudaloso *S
-As agias sii;pnrthndo., noVa estradia
aQu, de praz.r e ovo peiat.u.,
Que, de pr'z r-e pasino pa ei ),.


E tn catiticos exult2 'de alegria.
A.,
S Sciipoddirri ininto
'0 Univer'so doniina; Iois eternal,
.Por 'ellies6 dictadas,
egi4tmi da naturesa 0 vastocurso.
Se4ro llios vigilantes
Tomn fstoSs.)br t6s": em vao.presirmem,
.'orn in-iiscrito orgiilho. Os q- o a fiontao,
lludir d sjat bi'acob os j itos gOlpLs.

13 ri lizai o )bo grand'le;
S Fazi Oilvir;6 pvog velitorursos,
A vossa Voz e ,n c:,itieo, festivos:
R sa o ,oUa louTIvor ri:s .voosas harpak.
., .Do meio dos perigo
ll1o T~ile Hb)rtoil,salvoan -:n a vidai;
11 firnoa mnus passes vacillainteA,
aS estrhitas veredas da virtudte.

,Qual preciosa pratnn
Ior Ti famo. no fogo acrisolado *
SEm vtva ardonto.fragoa
Coss conthneia, e fintrno f provasto.
Nos latos, que illiini-a mo armaida,
os fizeste c'.:ir: mal,a, ssm conto,
ruois trii ibulaCs nos opprimirAnm.
D. pesa.ilas cad('as carroegados,
S dominion sfr'ofmos
DJ orgLilto cuois desapiedidos, '1
De barbaros siahores
Resigfnados hiimildes suportLimn~,
Ti)robrios, e Oppressoes; tV q ue beiign'b
A carregaida nvivem dissipaste,
Quei, t9bre nos irada,
Congelado granizo. ardeites raids ,
V'riosa despidi; (Cori.)


ISCURSO RECITADO P10'DOUTOR
4 Benjitm Pinto Noueira
na passeatat que de emn S2 da Abail
por occ'sicd da nftleia da condcusda doa Vuerad

SSeaores I
Triuanphi a cusa s da ciilisago cdi jis.- :

DE US, Supreto i konho dos exercitox, po0
'ermno da fadfgas dos val,'tcs solddos da N >.
Est, def.nitiv,-ineite term inad r"u ,r. 'P
..ara u.i . o .pa.'ih. o au ri-frd i c.t l tri.
rifantta en todoy os anqulos do terktor) d. -. ..
,,?et'adds d6cendiiies dos end)b' le(Gur'ia .f.,
Lopos, 0 cruel tirao,' o babarp Nore dos


- -


" T-- '






SA VOZ DA REI aIA'O kO CARIRYT
____ q .


!, s o coracao christio, um esiremicimento de
terror nos percorre todos os membros, e a nossin
Simaginna.cIo assombn)rada nos-transporta A nosso
p ;,sar ao cume do Calvario.
Eis ahi o que so passou ha dezenove secu-
los.
0 object de tantos ultrages, avictima de
tatrUs does era o verbo et.'rio, o Creador dos
n1u1 dis, o Filho de DEUS; e crucificar"o-
o . .
E:cuttae o qu, ainda se passa no Golgothta
em Sexta-f.ira Sancta; e na historic do preziin-
toe, ee a do passado.
Alm de gravarem mais profundamente nos
1 .a.os a memorial da Paixao e Morte do Sal,
vador, e excitarem mais fortemente no cora-
co os sentimentos de coipun ccAo, reconhe-
cimento e ainor que ellas doevem prodlizir, fa-
ze:) os Padres da terra-sanct na soxta-feira
da Paix],o, uwma ceremoitia inteirabiente con-
for.ne, ao-genio dos Orientaes. I>
Por meio de unma flgura en relhvo, de
rcssura e altura naturaes, cuja cabev. e mem-
rn so flexiveis, e se prestAo aos divetgo
woviirientos, reprezentao a cruciHixpo, o-des-
(imonmto da Cruz, c o enterro de Jes6s Christo,
de maneira qno se tornem sensivej4 e frisantes
todas as circunstancias principals d'elles.
:a < Esta ceremony a um tempo tocante e ter-
^ rivel cfTectuou-se ao declinar do dia. S
: D'ahi tal vez deriva-se entire n6s o uzo do
d -eWmento da Cruz, qua produz no coracao
ca holico tanta commocao, quanta irrisao sus-
citAa no prottestante.
Deiois das scenas da Paixaio, em tempo op-
portIC no < urm dos Padres m nido de umas te-
asQs e de um martello, subio a altira da
Z Cruz, tirou a coroa de espinhos, e, em quanto
os irmaos sustentavao o corpo por meio de fa-
chas brancas passadas em torno dos braqos,
a aquee arrantou os cravos das ma6s e dos
'p., elogo a e'Tgie de Christo foi descida do
esmo modo que fora d scido o proprio
CR :ISTO.
<< Em brDveda procissao se poz em andamen-
to para a pe ra da Umeco, para iwitarern a
pid.osa a,,cao de Jos6 d Arimathea, de Nico-
demo e das Sanctas mulheres.
: Nesta Cidade a triste ceremonia do desci-
mento pouco diversificava da que se pratica
fem Jerusalem;
E na procissao do enterro, oride se levao os
cravos, o titulo da cruz, ea corba de espinho


I


de quando em quando se ouve este doloroso
throno, de urma music grave .emelancoliea.
Oh! v' O omns, qui tranzitis per viam, atten-
,lite e videfe si est dolor sicut dolor meus I -
Oh v6s peccadores
Attended, para ver,
Seoha dor cmnnparavel
A taunto soffrer.
o sermno analogo s circunslancias que s
comilnemorao, terminal o acto: segue-se o ulti-,
mo officio de trevas.
Continia o lcto: a Igreja k uma viiva que
chora sobre o tumiilo de seu esposo.


A lithirrgia da m&nhan nao 6 menos interest
saute, grave melancolica; coteva pela leitura
de duas profecias re'ativas ao Redemptor.
C'anta-se, como ab domingo de Ramob .
PAIXAO do lRedernptor, rmastodos os sacerdo-
tes so paraimnto corn o ornamento preto.
Na PAIXAO aItlAo e se altersnao os Judeos,
Pilatos, os Apostolos, a Victima Augusta. do
Calvario etc.
A' estas palayras .- Inclinato dapitt, tradi-
dit spiritum Inclinando a cabe(a, JESUS ex-
,Pro, U 00w o 05 Cat"O. Too
Esau i>--IuI Iu A p r ira gu e


Salvador regou corn o seu sangue.
A' exemplo do ledemptor, que fez do dia
de se supplicio o dia do grande perdAo, a
Igreja pede a 1)EUS graca e misericordia
para todos os fieis, e ora at. pelos mesrmos
JLdeos, herejes & 4A
Entire cada uma das 10 orae6es dis o ofl0el-
ante: Flectamus genua, Dobrenos os joelho:.
0 diacono responded: Levate, Levantae-vos.
Mas na ora ao pelos Judeos que matarAo
o fillio de DEUS, nalo se dobra o joelho para
significar o grande horror, e execra'o em que
cahio o povo deieida.


-Ui

A N UNCIO
AOS LEITORES E ASSIN.ANTES
Ileste Jornal timploraunos sua benevola indulgencia
pela edipdo parcial do prezen tenumero e do p.
passado.
A fe-rias da s naint-sancta, e au encia daty-
pographo nos abrigarao d tanio, mas do seguin-
te nuIncro em diante continhar-se-ha a publica-
io Ta forIna prescripta, e regularmente.
Pelo facor que sollicttamos, rrndemos a mai
sncera gratidao. 0 lRed.

Typ. do Interiato.


(St


i~BII~~ ~ ---


9-


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