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Voz da religiao no Cariry
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00008749/00052
 Material Information
Title: Voz da religiao no Cariry
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creation Date: April 14, 1870
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
General Note: Item was digitized from microfilm. This is the best copy possible. The online files properly represent the microfilm, which has image and item quality errors.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: University of Florida
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00008749:00052

Full Text
"
AN<0 II.
QUINTA FEIRA UDEi-BftlI J)E J 870.
N 57.
I)' um DEUS q' por us morreo,
V'uid' a Paixao meditar;
Coin o salgue que verleu, "-
dimit o pranto misturar.
la q' Eai nossa maliladc
Oh' o fez tanto padecer,
Viule Christas por piedade,
Yinde com Elle soH'ror.
O' Cruz veneranda,
Outr' ora nefanda,
O' Cruz veneranda,
Do uiiiu Salvador !
Por ella DEUS tos inunda
De soiis doiis, de scu amor,
F te guardaremos,
Sempre te amaremos,
Fe te guardaremos,
Cruz do Itedemptor
A Voz da R eliga o n Car ir j.
ajuma
QUINTA-miiA SANTA,
(Continuacao do numero 5G.)
Tao bem se lavao os altares com vinho e
agua.
J primeiro para reprezenlar ocorpo de Jn
sus ChUsto, verdadeiro altar do mundo, ba-
nhado na crirz desangue eagua; depois por
urna razao de lint pesa.
Na Capital doC'ear se deero esplndida-
mente na quinta feira snela todas as fgrejas e
Capel las, fasemlo~se o Su neto sepulcuro em to-
das, e o povo durante toda noite visita e ado-
ra oS.S. SACRAMENTO.
Esta visita grave e silenciosa.
A piedade e nao sei que doce e religiosa me-
lancola respiro em todo o nosso continente.
No Crato s ha altar de estacao para a Visita
do S. S. v. Igreja matriz*
O magnifico offieio de Quinta feira Sancta
termina tarde pelo
VA-PES.
Est esiripto que na occasiao de instituir a
Sigrada Eucharistia, seabateu o .Salvador at
lavar os ps de seus discipulos, e que lhes
diss:
)ei-vos o exempio para que facaes como
cu fiz.
E eis que, ha muitos seculos, cadaanno, o
mundo vequnnto ha maior e mais augusto, os
Papas., Bspos, imperadores, rti>, e rainhas
protadm humildinuate diante de alguns pa, l
brc. lavaado-lhes ospfoi beijaudo-oscom res*
peito e lendo-se por milito honrado em seguir
as pis idas do Ilomem DEUS'.
Se um velho Romano voltasse trra, e pre-
zeiiciasse similhante expelaculo, tfue adonra-
c&o seria a sua I
Elle nenio va nos pobres sea*) entes des*
preziveis, que diria se m os moruarchas aos
ps d'elles !
Esta simples ceremonia diz que enire nos e
os pagaos, entre nessas ideas e as suas, pozo
Chrisiianismo o infinito,
A ceremonia do la va-pes chama-so vulgar-
mente mandato ou mandatum, em razao do
mandamento que o Salvador deu aos seus disc-
pulos *ie i'gzerein entre si o que elle acabara
de fazer seu respeito,
Tao bem chama-se mndalo da Antfona
Mandlum novum d Dobii.' Eu vos don um / >'
vo mandamento, <[ue se canta durante a cere-
monia.
Aresta antfona est realmente um outrO
mandamento mais sublime e mais importante
qn;3 o lava-ps, e aquelle que o Salvador nos
deu de amarmos unsosoutros, como elle nos
havin amado.
Jal o olicio de Quinta feira maior desde a
manhaato aturde; nelle so respira amor e a-
legria.
O olicio da noitc, chamado Trevas como o
da Vespera, compoe-se da* inesmas partes e nos
torna abysmar na tristeza e no lucio.
SEXTA-FEUU SANCTA.
Rxta-feira snela A estas pulavras aperta-


A V(Z HA UF1.1GIA0 NO CAltlhY.
MEIOS VE SISTEMAR AS CASAS DE
Caridade tend s pur patrimonio a pro-
ridencia Divinare o corado dos fiis.
(Continiieao do numero 5-i.J
Por!'T>J sr cmi'ertero em dotes para as (hfhas, em nr-
ravfos da casa, tentando "nido se faca alguma
sola jwa ajudar as dehesas do vestuario.
Em quaiilo a njsthvna do trabadlo se nao esla-
bcce, esses bvis vuo sustentando as dttp*zat
da cavt; mas establecido, um mal continuar,
ani(la por nutrir o orgulho, a preguica das mu-
liares, esperando polo rendimento do patrimo-
nio.
Renhuma Orpha ser pilan la apta para erizar,
ou ier completa sua educarlo, sem aprender
tecer, fiar no enjenho, fnzsr tpalos e trabalhar
para a caza.
;;' un bom dote para as Orphis os instrumen-
ta tirvstot of.ciox.
; este, o pensamento e directo que da o Pa-
dre Jos Antonio de Uarialhiapina. iwtituidor
das Cazas de Caridad? nos centros das Provine:,!*
o Cear, Parahiba, liio Grands do Norte c
Pcrnambco.
ALLCCC'G VLCmUDA TELO ALEEEES
Juvenal d'Alcntara Pedrozo
rarrnio da Mmica Religiosa do Intrnalo
na chucara do risa i'in ' de U)ril de 1870.
Srs. /Jaricos do Intrnalo !
Nao o sentimenio da vaidade transitoria em
um entmdido apreco <{' imprersvex passageiras que
constitue o obj-e'o ds meu intulo perante vos.
O fin quetfiiho c-m wta agradecer a honra
do convite uae me fizestes para esta solemne re-
nito r, aproveitnnta a occaziao qtie jnhjo oppor*
tuna, dar um tcrlcmuulw de admiraro e affecto
que consagro a a /.NTERN.VfO !)0 C KAj 1)13 IARIA CUl fttVOV do
ido tan poupnJo exforcos scu dijno fice
jsaSTSi O Wfcnra.
GLtDECVIESTO.
tabauo assignados, extremamente per.no-
rndos pHo obsequio i tratamento com que os lion-
rou oCapUamJoo Victorino Comes durante os
poneos diat que demorro em casa dcrle por
occasio da demarcarlo do sen sitio, cumprem
w.n mato dever dando-lhe pelo presente umpu-
h\;c0 trstemu incomplcta esta demonslraco -c a rila nao assos-
tiasiem a anulo digna e estimaod Senhora desse
Cavailviro.
Desees poneos dias prasenteiramente passados
sombra da mais franca e afectuosa hospiralida-
do couservaro sempre o,; ab xo assignados mui
(rala recordsco.
ralo 3! de Mareo d> 87J
. Josc Francisco Jhreira Mai i
Fenelon Bomil *, da Cuiiha
Joaquini Jure de Fl* Anua Milfonte
Simeo Correa: i' Macedo
Jos ferrara Luna '.('
Antonio Cosme de Albuqtiequer Mello
{aumundo d' Aleanlaia Maia.
anal nal
Director.
O sentimento tU gratidiio c r-r^nJreimcnto de
que, ert divo e abunda no corceo dos Creten-
ses pelos revelantes servicos (ue prettou deauza
da i'i'fao e da mcis.l ai \ o Apostlo de DEES,
/;.,,-. fbiapina, suo di-j. os, a lo i > tempo, dos lou-
,-,..- com /' ;r.:i i profundo acalamento Ihe
tributa ara puvo i umenro.
JSao meucionaiei todo* os hvteIciosque aquel-
la alma inspirad* por DEES fez e contina a
faser, lad'onde quersecche, arla Vidade, bas-
ta que dina une /'. ofecienein de lusos derramada
por aqurlle espirito cc'areei' i, iminentimente rc-
ii:foso, c aoj'.rr^ro ,, -;> ap toco, que dezen-
roiceo, dece ee lujar um adiantamento espan-
toso I
Fs sois urna bedla prova desia verdade.
] sario doSenhor tu o so?
Da umn mansi i adr.iiravel pelos cffe!c3
de sua .patarra autorizada, c pelos cecentos de
man vos doce e suave me prfuga o vicio e pre-
ga c moral pura > ' ie'h;.
Conlai pots maculada aun a prcteeo }ir.ina
c mnrehai altivos na atred da civilisaeo !
hiele.:;''"
Sois a [, sois a forga, sois onumero.
Arante, m )cida b :
briza data ' ;" i pa*:at ao escutar vossa
liartiwnla, detiio, -. cntretendo-se naFktlikqm
,-,, v i >n3 ao 'o, co no <. mciando a vossa
p " "ose p r.
archai ailivot, i' estudiosa, e contal
com as palmas de lo .
Yivo os L'uuicos do Internatol
--------
to, riz, '._,->. do Internato;
i'ilis.
ji'[. pro L'tus-dtci
f