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DOMINGO 10 AE ABBIL .DE , . S. J n ,o .. KMLLOA4L[~ 1)' unr D)EUS q' pSr n6s morreu, Pa:xdo meditur; Corn o sarngue qi vcrttLu, Vi.dJ o pranto misurar. , .Ta q' foi nossa maladee O-I' o fAz t:,Intot p dc,i' V,,i.ke Cih.".os por pidcade, Vi le cotn >>' sj r.r. "9h Ii ~ I ~7 ~. 4 '% ~- '.~ ~ ~ ) 41/ / / ~ j V 2 < 0' Cruz verinranda, Outtr' ora nerandi, 0' Cruz vener.aiida, .Do milen Salvador I Por ella DEUS nos inanda. 1D s.,us dIons, do s;u ainor. 'FI to giiarJ~r.nos,. Sempri'e to tnjinre')os, FA te gnrdaremos, Cruz do( P,3danplor I > *__44. .~ ~ S~ *~h~*,A4~',.- no Carir D O INGO DE RAM i OS., - JESUS aprossa o moment Cue a salv;.o nus (dtemn 1 B.i, nia o 0 1 .tir, .,co-o ,rLusalitm. Com.o em triumph o rec be S .:,o r, 0 ra imo: (< .usaa >> :gra hic cnto ' E d pois .. < Crucificai-o. - Apr ;,X:va-so a hora su; rema, quo0o re- logio ,a etili.a; devia soar para a redom- p _o (, h., .i aiWe desgra ada. E o Cix.:!~sT o S ox:oi to b,?nY so apro- C'mCr a c.t t;i qpi. hiaa comsum- i.r o0 crl;oi o : r'is n ad.Un.o o deicidio t.0 , .Cico (ai s aut, s d' elCAe, o i EUS ti- nha chgi,) a. vila de B..-~i:ia, pou,.o dis- ite da Capita, e rs::.d do a Lazaro.. Pel;. .ma 'a, p). a. cI:IIApnho para Je- . rusalm onta o n' do (L ji.i: tb. u3 jumn. tihllo s-gui- << Et o:i:io assi, na CiL:x', 6 mancira dos antigos J-iizes de 7,rl1, mostravat o Salva- dor que era o l ifo1o, 0o )iL) do David, o Enviado do SNVoa aninuIiciado plos pro- do&N.1 In 0 p.vo b1:n sao- I Corr3 corn m~iao sju .oacnro, Jalcatil"a-ih o 14 "a. ramno na carninaho corn suas tanicas, e fa retumbar os ares corn enith usiastlcas, aclama-ces: --' Hos na I losan1 llosana ao IOMEN DEUS rilho -de DEUS p : . 1eo nieio porem (de sau magnifico triumph o Salvador v0 a ingrata Jerusalen e chora por ea. --S ano menos h1'j, dis elle suspiran1lo amargurado, soe o menis ho': aproveitir-te da minhIa v;zita, se quize;ses fa- sor a paz corn o Ca . "nias n o, todas essas couzas estao oCcultas a teus o!his E chora lagrimas arde:tes de cornmisera- ! eo, e ex a suspiros do acerba agonia pela saa Lerusalem. E Jritsalem nno se convert mas DEUS vio se cansa destr :rnizricorjioso. 0 Siivad'ir so diage para o templo, ac- companhaodo d povo, e faz ainda ouvir d a il- tilo pdlar' -vias* d* graae salvaio, e disatm oa sm;a discurso ai voz forte co- mo a do trovb o so fjz ouvir !o cu,U e corn estrondo mnais,.iou a sua divi.dlade. E'a o ultimo aviso do Pae Closte aos ju- do<'s para q:fi. ndo se p. rdesrn, e ni o si ma- cal;iLsse:nl tU.o -i nc: i naminte derramnando o son,,ue,- i:unocent do.Ja.;tu... rlin .o ho.a ,e maravilhoso fact aos Ceatiolic')s do o i':lt.'iro, a Santla Igr-a ja iPis di,; co:no --' JerLutald l iihor tL1u 0I-A o p. t.oti aos judos: J ria lei! coniver4e ao So- A Voz da 4slii o 4' ; . . . 1 .' L h .P + i . .. *- : ) .:.. * !' i/i, .9: ICP~~ J 8.7 O tuil s',ub..sIs j:sp c i, I T. 2 A VOZ, D ,F IIkiltA'L 10 CARlIki. ._ _ -L -'-- --r__ --- ]L 1 I Il I I I = 2- I . .. J l i. . _ M "WI. incommodado; e por isso vomitao blasphemi- as, e injuries contra o Cliristo, accuzio-no de tor feito cries, e peccados de .gozosi que, so- gun.do elles, .soo peCrmCtlidos pelas Leis lda nturcza; formrIo por isso grande partido en- t-Or os sensuaes, soberbos, avareut(os, vinga- tivos, e impiros, 'provocando'ao Chlristo p- ra, s in, oiiiodar', e iral-o 1d' essa p(.si(;'an) s(- b.'r.Uia; mas o Christo n4o respuonde, nom a columia so aballa. E elles exasperadps corn a nullida(de de tantas diligetitus, p(r .s:riptos, pallavras, e accos,, e inip);(.ssii)itid~d(l( do 1 Ciristo p/Lssio adiaii.to da coluimna;, voci f rondo, e sgluindo o carnitiho errado. q ~e ja trazi-o, o (ilergu- l'iando-se s8in o peilsar na tcernidadi,, ctalh sobr ells urma pe~dra mnis )pezada qu, o o, .a e I(qIicii'ment; fIca-!hes ella. s.rvii, doepi- tatio quanldo elis pcsavao ficar na leinLraiin- (.i doe todos. E o Chris'to e sempre o mesmo, e sua co- iunmua iinabalavySl. ?.fo apr')veit.anlo a licao, novos camplies se evan tw e Io, D e IbiaspIiido, como s pri- .niiros p'ara seguirin livre ninieii, o caniinho d0 sOuls 'ries; passi4o emi fraete da colum- nI3 irisuIi.l U.io ao Chirsto, e seguindo o er- riio camin'io dezaparecem, por thrent cahi- .do no escuo abismo da etermtid ; donde ma-s n.o sa!ir o itudelles algud, so lein- bra 1' A et 0,rni".de no os occupou na vida, vai- lh's ser por isso fatal na minor te 1 E ':na nova g~raco se lvaiista, e outra, e urna toraira apot d' ella, e t.)dlas passaio imundo0 em soa passagewn. A ,).s t,:n deoorri)do cein anios, e jli Iao hA l.inbra jr:a das gor'a(os, quoe occuparao o a~uido , iovas g.araaies,, novas linguas; outras cren- gas, que difereantes ideas? !u .ao hA signal dos que trabaliarilo nas gran l d es obras, (qIe reprezota rao na se, ia do in un- do graiide papet, e comfio se nada houvesse at6 eont'o, o ilsnto riniarha sobro as rutiias, e esqiueCeinelLto() do passadlo; e coitados dos li u manos qu.e passarau; liio pilsarao que i to esquicido seriu ssius triablhoIs, lo pou.co pro- viltozos Ihos fossil souis sacrificios? 1 Eitre taito que as gooracoes se esqueccin ao dessert a Etiril6ade; o CIilSTO coi o in- .:. civel, e immortal, conserva-s s no seo pos- timAi"utavel, apd)ltai o misitn riu:io na " jornada que leva a khu namidadeo a spultar- so na Etornidade. .I Ea humanidade venclida por essa forcn, e podet inivizivul, faz altod.iante do CIIiS- TO eo 0adora e bemvitiz. .tno r(pnh cb a hondado com qu des- condo(lo CAe') trou.xo no mimuLo perdido a ci- vilia:,ao o besiRcio do- sun sdbia e sane- ta dou!rinn -q i- qe eM! siti, e olria anos fi- 0hos a. o,._cor a sau.; Paos; a mulher fide- li.di t a sk'us cuIs:rt J s, o' i s.. da. o a obedi- e:. -ii os Su per'ious -- S, rro aos desgra- cadi s, e ,nI ravi':, ; , ,, or.l, nas famili- Se na. socie.dde; (. .. dI vauitou do avilta- InJ'rto it muli:, t)rn.id.)-a tao iinteressatite A sociedade, moraliz:,ido-a por sou interme- dio - E aprociando tanto, Lins, quesobre-sahent cnmr. oo s,.,-do aItlrior ao Christo corn o nactual- romp et ei td (:i, cn e:ithusiasnmo em v.,S 1I.. noniozh.y- L vAD) sJ.JA NOSSO SE- NI.OR I J Cns',ro II)s v.s adoramos, e be.idi-,inos p;;r toda a Etlrii..dade I T.'n mecoaau a (iiuem vu: lou1vr coit amlui, rospoito, e gra- tidi.1o, C(.;. ) dev,;io:; e vos incrceios. Paro aqui Senhor S 1ed. por ,s1o e!Icher to- (10o o sOn Jorill, e put la r-l-e cspaco pa- ra aj udar-mne coan o se") esi)rito sublime a lou- SUS C T ... . . . .S:o constant leitor *.4t l4y OC.C U R itE C:. ,S Q..E T PO .,. N ~OEA O IE. Pr. actor oidal do 11 do Fvre;iro cif;o-so ii.u;lios substitutos dos Ju iz."s 5MunioiiaOs do todo Cari'ry os cida- da6s infra-escriptos S." 9 0 3: 4., 6. I I 2., 3. 4. 5'? 60' h..0 Jonq"i:n Goi nes d' TNattos. Js F'Pii.i;'j Bizcrira de Menczes. B3.i.dicto da Si iva Garrido. J;q.i.i . Secii ndo C" iaves. . F.' i.ci:co Jos' de oIt.cs Simoes. JjsV Su. rs : "r:"oza. Srballia Jo;. P;cirr de SL a.Soto Maior.' A-it,:5iio Furtlud Figuiredo Genro. lJoo 1ait riunldo PJint da Costa. Antino P.,'reira Calou. - Franei;co Tellis d QOirintal. A.:Liu de ~a Balrrulo. ~4L~I~M1 . ... -..... ..........- - -.-*B,.i-,'ifl^- ; ~J I i L- ryRi A V.T DO REf.LI6A NO Ci-l0RI. 3. 6.0 1 * 5., (.. 41.0 1 .o 2.o 3.. r * 0 5. o 0to MissJi.o Velha. Manocl Antonio do Jesua Jonquitw Pereir'a da Aseveilo VicMnt. Prira dc Valtoncello Jodo 31ni t icira Ide Quintal l'.io A.4co dl' (iP ira Jamacartd Jjudo E',yj lio Capibaribe. F a,?c.la da Cruz Noves Jodo ld,4'o Po.;ella Jord.e d,,(a.'da, Ca;!,:os. Jf :yd P...eiro Fi:.ueras .A..,', io Phlp;c da Silva Cardoso iHjpjli1o ''-cira da Silva. v..'worl d.J. u da Conce;ilo Cunha !(M:i~ .jl. E 'd Dintas Rhno da /).' !r ,(1.( d Figniucrido LJ'..',i fcl (*;'o.".1'c. Leite Jo.,n' Go .l..'v.l e Dantas T. o lUncdy Invn nin" n ' L'}Po.de,/7). ,:IOS DE SUSTITAR AS CASAS DE C, II) AD T".' SO POR PATRIMONIO A PRO- i..encia Divinw,e o coraiJo dos ficts. EL:. toda: as ca.at de Caridade haverao tea- t s; do gqpiaria .9r areeitardo re?, enf..i'dhP, t?:.dr.* rer nC a caa sc ac ...:darao roupas para engom- 0 R g'i., e se este faitar a Snperiora pro- ciram orcr a C.a d:( algodao, couro a s-oliC , p a tr ,.m.rec com que occupar os enenhos, tchs e a sh0a lar . ^ nrces, por C.jJlo, rrgiilan do trahulho 0iredio, d6, 40 rrax de panno por dia, cabetdo A crara &di alrta.,d) val 500 reis; sao por tanto .20;0C rei pol di,. n :S) mP hIes cmpr la nm 0a sapar apnd wn dar pr dea 3 par,: de sapatos, a 1 :O reis c- da ,un. s.o 30()0 .rs, com 20.003 reC de panno, ao 03010 C reis: ,. 3 ; .. .. . .,G (, ,IS As coifur (iarizma, ,cmpr;eg~ads d.'i.? nid'e.es a.rpod dar 5:00rcis; ou i u tao sc::.ta 28:0& 0 S.1 r 0 S for rg. do o. ,1 ( 1 o .. 's o r virta, (,, q....ndoth o ,C.o 1.jao =8:00 r,,, po dia, que,.,o 8 .,0 : rris por nme:: q'uando h jao sornm te 50,00:, r6 :b; A:, ou ai,,da eznos, m?: as uK dia'.. 'o n sa,r m iv~ cc) i t, o v D ;c re, "1 vc5zido, adimcntado sim, bais 2:::: l.. o e sc rfluidade. Podomi oppdr qu, ndo terdo extraccdo os pan. nos tecidos, nuen costura,, nen os saptfos; em tat ca0o, a Casa s6 deve ter tanta gene, quanta pos- sa sustentar, reqidando o lucro. qluc possa ter e as esmolas dos ficis. S as ale gria, tudo. mulhrres trabalharen, harrd sand,. bons costumes na Casa c abaslatra do E en6to o plano ds Casaa. de Caridad, enchc' ra o dlu filn id, protegrr a OrihM di .,(nlila, le" rar o enfrmo a bandinado. pupnor or engrita- dos d unta more tr'ul, abrigarr a ieccadora ar" rorpdida, alentar o trabalhl e moralisa)r poro. SJantai que a caridqde publica nan faltard d sa (',s CaV0 and., se observa a prescripaedo do tra- bri'llo, a mwralidadc c aproceitaitento na edu- caan. ex:tI anxilio do.s firNis grande c gnroroso pa- ra s.:c support quc as cavas scjuo abandonadas. SQuando o G eyrno sO tiqna do protester a. C(as'-, o !Vo.?so 0on/ l)i, .s n/do esqucerd, as- sitm Vijdo ellas esta Jp)escripifo. Si porem firmaremt suas c.sp,'ran af nos patri- mionooS de terras, ou ontros be~o,, cahirdo breri- Inel l, portquo cont ocorrer dos tempos c morts dos b0efitores sincero., tppa,'e'er'o figidos b ','ffitoress, c aco leranido-. c do patrinonio, nandiariao prdir esmolas, toniando p7ara si tdo patrimonio; o or01o escandalisatdo do roubo nad dard, e o lobo frito pastor deixar(. fechar e ca- hir as casas a rista dr todo.q, srn have queri se lhe oppoaha; porqu, n on mundo tni assimn ,e nada haa oppor, corn dados epr,, ine tadox n'esta mia- teri., e corn a inmoralidade dos honenus, quc ha a csprrar para depositar confianla ? . QuOiado 6 proprietario pior ,nais forte que S"ja, con fa a direrrao do sons nrgociox a itn terceiro, rd r'm, ridoin a delapldaqa); como una corpo- rareo do do mulhorcs poder defender o patrimonio da casa? ! So pnra administrair as patrimonios onde ha tantos hoineis a e.Ao!her, como e tm grades Ci- dadec, vana se acha sem grande do[ Jculdadc /mi cntro muil; nos crntres, onde tido ha cem, ondco encontrar a escolhir urn? I Meditem e de.cnricm soMnele no trabalho e na Providencia )Divinaqutc d lado. Jitia a isso o co mplicado da vida corn os cn- redos do patrioioio, Jlises, contas etc. etcC. E' esle o presamncuto dc institidor d'eitns cia- a.s, quo as it.ndo elOAhlcreido corn asvluics, que DE TS 1Ie det, coin elst mesmas deixa como dire- ci o 0 qu' vai Si'ipito.. (Conintua) I 11 - 1; 1 PA G M44 Cie MR b6 V 6p - 40 ...a ,. L-'::. :.; 4 A OZ DA itLilaOGI NO CAlY. PUBLIC ,0 LITTLE JRARI A ISTORIAg DAS MISSES NO CA RlRY-NOV O nos ancnos de 18 e i8G88 Escipta por dc'nadino (o ne. de ArazjoO SEGU DYA D PATE . t SO I:S DE 1868. S N a) c. I . ,MI-SS. DE PO TEIRAS. Cap.* 8. e piineiro 'vendo nc,,ssi a ,h 7ra'td. trabalho ndo . 0 alerialcome espi>'ital, I'o niltr prolonU 'r a 0i o do pel.o d3 13 d,r", e tudo se con.- *1 ultimo dli we g'n 1 t^^o (khomn a .:' pr 1')' o1 V i l' CHio Aen.rim f. sos sons, qnu rep^' : x conci'ia.li qu, circm 'o. a io .A io, a sforim t : or h sta s(- A ap;a fo pc'!'ica. Er, c:.ioso ver un hEt/'/"" wa 'mtco^ dias a,'irdaaa-se (I sIU c .a 'er '- i m e lay "n'a n/9rtida do ho- ,,. fort. (ue och c'nta' r-!!s cs *.ni ndos. E a f ", a .conc a, sci; d DEUS que t ,a o c0 r" '"- d P. rte,'. a; era o mn i-a P: ro c "'. .. C oMzes; era eto fim o Sv s q'. :, :1l :, d-, os d ara na S ,. :L o. 'w rI, ..rio, c no d0a La a p 7c3 c do re1 o I a:mcc- ,dr, .. , ,0 I d k io 11 a q ,a c S .. i1 ' ( C b) d.Porf' as rGO dc p c o. o do L) r .o i .a ds a cr ,, M.o I ra 8 C ao - ci 1 c e c:' o o, do 'I S* n / ic '~ n det O f gi(7 e oi' co f~; o tdo 6b ;:: c proto, c ?.t raCt fnaUit bo 0 .. ,i o ra f7i : o ca, ', Irt I ar as a uii d4 que sf( v'm ;'ra7rl '^ fdltca. .0 morcsed e p'm'^ o: a nin i na Svra di tia, ,.' E 1l f'7o: plant a e ,t I I 'ada o ,, cuidalo;, a coan.o 9d nuitab pc.?a', qe, vinhLdo ao tribune dI pcnitncif 7 conlfessar swas cu1)pas, e lacal-as corn lajri'nias de contricCdo: os ex ipilo.o edificaaih's que d.'ran os Srs. David Ta- vare., 1.nacti Tavares cFr1'acisco Bodrigues s o utros, (qu", indo prI'dLdok prlo camn inho do er- ro e do crime, retrocrdCrIo, c ab. urando o adl- to. dos idolos di itnrsialidaddc c vidncilado-se na Igrija peos la.;os (1o mnatinnrio, inscrevcrdo-se no catitala o 0dos flihos de J,,s (Christo. S. r~O ste i,o*o r0 cm-acdo nia Ngra ber acU!fer us pul,, vin c.:*' ao; como 0Cm os poUos Goiani h n, fard6o maravdiha no cami- 'ho da rid;ar; ?, c- pe0o CoT im'ov( 0 aO se acautil- Idrmn ds falsos 1U o0ctas, ;poricrdo no scupe- Ccado. (Continuva) A iCL 1 IS. 9.'.. A Musica Religiosa do Internato .ieceb'u urn no- ro C comnplletl sorti'n ento (1 ltocatas, oj0cos, Un- terros, te-.nm, ,imsas, e de ludo quo pertence a artc musical, Quemt qnlisvr conctratar qial!quer feslividade riligjiona, ou obtlr copia dc qual,,uer papel dir- .ja-s ao proprietario (da mvsica no Internato do Sajrado Corarjo d Ma7ria nesta Cidade. Todo .ciLo o s far d diuh5iro d vista. T B T, " --^. i- ^ w^ c .' ^v ^ V--" '*"**** .v v a. ,A O P lB ES . rotetifee qgie fnilfos de rccursos, e congidos pela fom ,, qie a',a os eroes viiehos, procuro un ., n. ,s t" ., doirato; Os ca b o GciP ,ados continudo a dar gratis (oal:a nos sito do loraio, itciro e Miranda, <. ,0 ca.loS, e.ad- VC 0iCd Cin ueis C, f o seus roados, e ad c:irdo ctmcio, ,. t ,ia ,bi,,itencia, senm pagar firo c rvuda cuma a.. au melhorem de cir c .I I -' C ,. Cy.d' 15 d I 'rt o de 1870. , J, 2 T. ls Marroo. IJo.' "/ ili D 'u,-J,. lit ,trr'ocos De'-db l J'/i N. 0arrocos Tells Tellis. Cr:o, Largo da I!atriz, Typ. do Internato: Inmp poor Deus -ddit 1. M. Tellis. ~~----I_~-.:---.-:- --1__ H ~il~Tirfh. i ^r' ^ 'i '\. ,:,. *, =3~I iI l 1_. i_ LII~-~.- ,;~-i, I:,: ,.;;::,:;., j,;~,.j.~;:*,,,l~llx,, l,~(i: :~,~~,,~~,,:,: -,1 |
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