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- *i oiJnr, i.fONO CARUU.
* A A* NO II. DOMINGO 3 DE ABRIL DE 1870. N 54. IT e e t i) o c e t e o v k e 8 gentes.- Ide em todos os pontos, ensinae a todos os povos. Publicas*-nos Domingos, sob os auspicios do Padra Jo* Antonio da Marta Itolapina , io tic /od Wi rrlti Jfairw*; e anyiMhM a 0:000 por amo Jinfro do trato, e tala a G-000 pira iipra alinntados. O comi que tema sen cargo distribuir os primes de %ra dar duis viajons nos deas 15 c 30 do cada mez, em todos os pontos do Canry -nov0, aj.~u.5\- ~vnjo- b Voz da Religiio no Cariry. \OS CR A TENSES. O Padsb Ibiapina confiado na bondade e1 eenerosidade, com que o nsn como do-Crato o tem tratado, convida nos espintos ilustra- dos, aos amantes do progresso, a todos o, bops Patriotas e amibos de nossa bancta ue- lv^o Catholica Anos llca Ramana; que se i^rjva SoeioVdo S^ a-, i mtjus Patricios que consolado nfto terei, por ver desaparecer os vicios, pecea- dos ecrimes que tem seu fundamento na tai- ta de con'.iecimentos. Que o homem ? Quem creouo liomem, e este universo? Quttl ser o destino do liomem n'esta e na oi:lra vida ? Vele que a ReUgiao Sancta nao procura as trovas, e nem aprva a ignoraucia; EiTue:n procura luz, e a proraove, tena ra- S5o de diz3P que urna Roligiao que nao te- me aprezeuar-sepe: nte o mundo e ser jul- g;1.:. palas alt'is inteligencias, tem solidos fun lamentos, em que discansa Abracai a minh.i pro posto e pedido, evos varis sj tenlio ou nao razio, para vos con- vidar, a vos, quj is Cataolicos, e amantes do verdadeiro beni. Usao-veilia l i de Mareo 1870. Paire Jos Antonio ds Mara Ibiapina. Ljuyadj S.JJANOS.SJ ,:::)A Jusus Chiusto 1 o cuaisio PESIANTE o w :cc? LOS Quem priinjiro dice esta pulavra merece ser coroado com flores immorlaes de sempre- vivas. O Cliristo parante osseceulos exprime um peisamento sublime, que vai limitar-se ape- nas na eternidad;. Parece que vemos um grande vulto, fir- mado em culumna niuilo alta, em que o h- roe dominando com vista perspicaz todas as geraces, todo o mundo, e todos os seceulos, exerce sobre tudo aeco poderosa, invizivel, dirig udo com agultia invariavel, comu [(Ho- to iufalivel, o rumo que leva de vincida a humaniaue ao 5eu termo, e destino, pros- cripto as Leis eternas. Vesse empento o Cbristo nao attende aos perversos, que o insultao, os vulces quea- ballo a trra, nem as revoluces, em que se abisma a humanidade; e'deixando pas- sar em sua prezenca urna geracao; e outra geracao, conserva-se firme, e iuabalavel em seu posto, nao se perturbando com os insul- tos, nem .irritando-so com as maldades hu- manas; como que contacom o seu poder So- berano, a quem nada offende, nem pode a- ballar sua importante collumua. As geraces lutao, guerreao-se, despedassao- se; dezaparecem da lace da torra, sem dei- xar vestigio de sua passagem; e o.Christo iua- balavel, e mudo observador, toma notas para d'ellas itzar a su lempo, sem que alguem o observe; nem um aconteeimento faz alterar a marcha, que elle inesmo estabeliceo, e ven- do chegar as couzas ao seu fim, ainda que por (ii'.:renles caminhos, nao tem motivo para alterar seus clculos, variar seu rumo, nem mudar do pozieao. Oihai para o Cbristo, homens do mun- do,-e vede seas tempestades revolucionarias contra sua doutrina por escriptos, e pala- vras, e por tantos actos contra a fe se Elle tieou menor, e a columna se abateo ? io oihao os soberbos com indilferenca pa- ra esse obs rvador silenciozo, que penetra ato as consciencias, e anda mais por nao vel-o /- A YiZ DA LFUCO NO UMH*. COMMUMCADO Senhor Hedaotor. (Cotinuaco do Xa mero 51. p.-/fl repartalo ifo tr'ahal'\ i snt vitaro-se tonos o< Pedrciros, carpinai e serventes que cumiaran n i turno* de IO0 . Ac'ihrda amisso. tvminmi-s'e a eommimo de J r d>Euu>tu. cntr'eganda tnuitUs sobras (uro y {Ir tMnilou *nfv;pQi ur a reptoi-tirito do tfa- bi'ho. e ordenou que se sustentaren tolos as n- zcrareis. que aparecessem, seguindo-se cuitado a inri:-di i anterior. A miseria fas'n Gictimas norianc, mitres vrtoes vinhos, e o pob>''e sabe/do que em Soasa nao se. morria (orne, ench'u-se a Calad"- de mi- zerareU, e lodos come rain ese farlaram. Reinara a aegrh, e estrondtra todos os tabbh- dono Lauspexenne em honra d-o Sagrado Crwj da Mara por (oda noite. i;..,, tanta q alejrik c consol aco (le tolos, >r o viajante dira que se estara un mis veritu toso estado da prosperidad". Contsstai issO, e se nao o podrs contestar, ex- plicai-ine com asforc e retjras naturas como poie isso ser ?l -pullo que nao pode o homern, potle uFA S; e para confundir e-re visenlo da imrhiralidade, mostraque ssim obra, rao por i-npottar-lhe a incredulidade, que nao o encamino la, mas por sc- cco-rcr a 0:i nao (/;;: cu :iao creio, porque nao vi ? Si i\sse, nao cre i 11 Que importa issn, para que o pobre fosse sana- do, e escapase ahorrirel morte da fonr? Que importancia tem isso para dt nitiuir po- der a grandes* e a b mdad-e de DA S7 Esses qw, assimkoje tomo efallam, cm en- tra occasio dii o: Foro extra -ion da mo id ule, arria de ma- us amigos e companheiros ib perdico, maus h- vros; mas que im i 'ai uto s a casa de Carina le i o deixa de atar felta slidamente cm menos de. :. mezef, em lempo calamitoso, e fu accionando em honra dos Coraces de Jess c de Mara? Rao pensis que no Sousa ha Capitalistas: ha apenas alguma-, ou pouca* medias fortunas em bens perecedores, mullos po bres, e obrado nume- ro de mizeraveis. Entretanto" a obra pode ser avaliada em 50:000:000 de r, o. i 'c-nnais francas accom- fn<> laroes vira o sen lesti inores, Zd invlidos einvalidasi dtrmilori para G0 pensionhtas, 80 orphans, e ?.0 mulhcres do traba'ho, alcm das boas accommodaecs para as multas Irinansda Caya. .1 Casa est dividida em'.] grandes repartices ind-pend^ntes que funceilonam sem se encontra- ren''', a nao ser \h proposito, A rApvlir'G dts enfermaras, das escolas para as educandos, c a do tranlho, iHamada casa da tic ra p'.orlre ibiauna, .por ser cm um pa- lac-efe, sobrado rhjant* enlistante dasoutrasre- phrtic'>.s > tiabaHiando tures, sv>atari\s, cn'imhos de fiar, jabrlc i d' esteiras, tan ajas etc., uo se ouve mas Giras rpartlc's, contquautb, orande cstrondo faeo os najvihos de fiar., J^ils esta grande obra fes-sc em menos de mez'es, nom'aibr enthusiasmbs e goso dz todo po- ro do 'Sous:i r das visinhanca*. Jarai mui IbiujO artigo: deixo'para outra occao a ce Uitn^o das mararilhas e dos bens ,/" a Divina Procidencia derrambu sobre este bom poro. .... KA DEl'S, Sr. Redactor, junte as paginas de H.-u jornal este esetiptb, se merecer as honras de anidar a lourar a DFA'S, e sustentar a Sancta Hiijilo i'aiholica, Apostlica Romana, d: que Ym. bom defensor- Souza 1869. S;o Lcltor. ASUMIOS. Larenio Brizono da Silva, ausentando-se dsla cidad por algum tempo, deixa en- carrgado du tolos os seus negocios, a seu Pao Miiocl l'ieoo da Silva. OiUro sim: ri^o Ihe sobrando tempo para pes.soatniinty desptdir-i dos sU3 amigos, o t',iz por ni''i> tl'-Vj; e otVijrecJ-llS o seu di- ihiulo presUmo no IHauhi (Condado) Cratj, 2!i de Fevereiro de 1870. ffp-Afrpfmr *\m- i ,^ ->- -*-. ECH MMMM ."J.t*~* . Marica Rdigiosa do Intrnalo receben um no- vo e completo sortinrato d'Ancatas, oficios, en- terar;, e-llum, missas, e deludo :ue pertenes a arte nin ical. Qiem qniser conctrntar qualquer festividade reiigioe,a, ouobter copio dequljuer papel diri- ja-;c ao proprietari da msica no Intrnalo do Saarado i araeo ,;.', Maria, tiesta Cidade. Todo negocio se fnr a dlnhelro vista. Grato, Largo da Matriz Xyp. do Intrnalo; Imp . por DeWdedit 3. I.I.'Tellis. |
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