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.RESSUSCITOU 0 vero Autor da vidal Vivo reinou Sobre a more vencida! a ALLELUIA! a Virgem MaW V4 Jesus resiscitado! Chrislaos, prdzer resprai, Seus gozos cantai, SAlgrsa yov, triste Aurora 0o que chir8st outr'.ra estiseto0 corn, d AlleluiaI Al etU is1:10 49Al~ral-.vs, Virgem PuAr 0 i)EUS, da sol'ttuira, ji lseeitou, enmo disP -AliIuia! Alleluis!)ap A VOZ DA RELIGION NO CARIRI. A QUESTAO DO DIA. SSao doe- interesse geral e per isso podem e devem ser tratados em todos as paizes, os aconteeimentos que interessao so Catholicijsmo, ou quo pertencem 4 segu- ranra do cidadlo. CompartiLhando esta opinifo con a illustre e dis- tincta liedaeco do A1 OS TO LO a o.Y da occupy a a tiengAo de todos. a A execug o dos do.- us criminosos Monti e Tognetti, que tentarao contra a vida de centenas de pessoas Iiudefesas, eis o facto quo tanto tern imcommodado as gasetas da Europa, orgAlos dos inimigos da Egreja e dos correspondeotes d. nossas fulhas diarias. Si o facto fosse descripto com verdade e commen'- tado corn sinceridade, apenas teriamos a lamentar a divergencia do pensamento, e o modo de ver as cousas, rnio, nao l assin que procedem os inimigos da Egreja de todos os tempos: a calumnia e a mentira foram sempre suas armas favorites. Estas calumnias e estas mentiras produsem o effeito por elles desejado, pelo moeios estabeleceodo a du- vida nos espiritos fraoos, Voltaire, o grao- mestre destas artimanhs8, ensinoa nava o system da mentira como o mails vntajo- so, " Menti, menti, disia elle, por qua al1uma cousa ha de permanicer. Os discipulos seguem-bem o exemplo do mestre aqui e por todo mnundo. Nao vimos o affan ridiculo corn que disse o Diario do Povo referindo so 4 opiniao do correspondente de Lisboa para o Diario do liio; sobre a execugAo de Nonti e TogoetLi: nao sAo voltairianos, qua estig. mnatisao e condomi.ao os excesses da Curia iomana, . o Diario do Rio. cujo sentiment calbolico o leva a dar vivas a lmmaculada Concei;Ao de Maria e 4 Egreja Catholica, quapdo trata de aoesas victoria no Paraguay. utaretantoa In6 vyotade contra a Egrja djctou squellas palavras ao Diari. do Povo, e tAo cego so mostrou, que fez solidaria comn o correspondent a Bodacgao do Uiario do lio. SMas eta cegueira nDo escuresse a r"as o 46 doi inimigos di Egreja,. que iinelismnente resedem no Ira. sill, o ..ornalismo da Franga deixou so como smprd arrester pelos revotucionarios doa Iaian, unicos cut- pados da execuAo de Mfouti e Tognitte, pnrque fo- rao elles, quo armarao a mao traigueira d' aquelleg desgralados e chamarao soble elles a execraoao pu- blica, S w.-- 2 igb tiU i Ui& ACU'mmt U U UPC w ,SW A*I 0ot qw tea m0 gmvernou ucIu us, quo sWJ uc upw posigao so cumplices do crime do Monti e Togneitt est4 no aflnco corn quo empregarbo o emLuste e to. d a a sorte de recurso para faserem prassio no espiA rito do Santo Padre, e arrancarern-lhe o perdao dos dous sicarios: publicando, quo o governor de Italia ea legaVlo francesa tiub&-~se dingido a Sua Santidade a obtiver&o o perdao de Monti e Tugnetti. A virulencia cOr que a gaseta de .at zli ataca 0 govern da Italiae insult o Santo Padre s-o :um teis timunao authenico de perfidia, e de saa intervene directs, como ministr- da Italia, na invasao de -Ro- ma e m 1647, Opesar de suas bypocritas protes- tag~es, Vamos satisfaser a curiosidade dos nosses leitores, que fWt pot n6s deaatiada, cor o tim de oetabelitr a verdade em today sua plenitude, Monti e Togn tti poserao-se fora de qualquer sen* timento de compaixao. constitumdo-se incendiarios. Mais de tresentas pessoas, lalvez mesmo urn quar- teirao enteiro da cidade de Roma acabariAo victim de umra explozao, se esta tentative nao tivesse .bbor* tado, fasendo openas vute e cinco a triuta vicismas. Introdusirio barris de polvora em uns quarter para fasqr voar pelos ares hwmens inermes, desprevinidos. Nao podem portanto homens tees invocarem em seoo favor as imunidadies dus criminosos politicos, Nio o erao, nera como laes podiio ser conside- Erao traidores, assa dsinos, incendianos emfim! Julgados n.uito regularmente nao por urma com- maissio political, como iWUcaIa o s w ipim.igos da J ,W -I , F ! iu I S2 A YOZ Di RELIGLAO NO CARIIlI. t6iod1(r ren. r-fa edificar y Capella do Caldas, 0 Antonio Leite da Silva sob a ,iddoza invoca ao do Sr. Bom JESUS dos i. M-artRio -F.ertara de Sousa .AFF&1CTtS suste'ta urn povo immense, livra da mi- Joaqiam Pedroso Lima seria.e. da mortl tantos desvalidos, e no fim de Propietario Joao L6bo de Meneses sua e &sa, tern aiiid a .onsolaio de:ver sobrar j Antonio Ferreira de M!lto Filho os mesmos alimentos cuja falta tanto se temia. 0Joaquim Atoio de Macedo A Hstoria da C.aptin do CGldas contam ainda out~os factos qui 4 ImpremIa por um ever de sua coiiscieucia eumpre tratibmittir a mumoria do futu- ro. Voltmremos por tanto ,o asismpto. OCC URR ENCI A S TEMP O. U.AiA DE CARIDADE DO CRATo. De conformidade corm A.nomrneao'do Venfavel Firidailor do Eitab4 'icimento pub ieanlii)s ije a lista d,,s Membro do Conselh, de Be- nefIte~teia, qu0 e e comp 'em do geneross cavalthiros e.Seihoras distinctas qtui plae prestav. di seu vati-sc afppo.o ". Cas tem direito as titulo de Bentfitores que *Ao~~ tOmwente ihe de) o 0 Rm. M sionario. 1EMFEITORES DA FANCTA CASA DE CARIDADE Coronel Antonio Luis lives Pequeno Junior. r ~'' : ICE PRESIDENTES. , Colr:l Pedro Jose Gonsalves da Silva. ap"'. Jose Pinheiro Bizerra de Menezes S3' Francisi'o Josd de Brito. 41. T Jose Suares Barbusa Membros Coroner tosd' Francisco Pereira Maia ST. qronel Miguel Xavier HIenrique de Oliveira s Mafnoel da Crui Ros Carvaiho. r Antonio Gonsalves Liidim. SMajor Felippm Tedis de Moiniou1 a S Cap". JoAo Victorino Goms ++. <( D ,ti..Jus .G.ai.aivtes Martins Joaquirn Francsco de Aradijo Candeia. Fentlo B..uiIncr d;i Cuha m .iaquim Juse du San:'An a Milfont a Jaquim Gor(es de Matios U Laureni. B'izeno da Silva ,,inton.o Td is do Mpu'onga o Liandro Bizerra dOe Mnezes Josd Leandro Bzurra de Menezes :* F ancieo Ldeo da Franica Alen car Ti n'. Anolio Ferrera Lob . X S'aliutiaino Pereira Mai S Manitel Pereir. de Araujo Cassula Joaquim Secundo de Chaves Fraici.co. Tcihis de Quintal SPedru Tavares de Quintal S Lis M.aoei Gonsaives Marting Pareute S: .Manoepi a Cruz BRosa Crvavlao Fillio. A;eres Joaquin Franci do Brio Jod1 i An',:iio de Vigu ireIdo Miguel Bizerra Frdso a ._Antonio Dunrie Pir.loilro ;' Tertuaiano Tavarps de Brito S.oan Oferreira de Millo v l igiel Jose Fialbo ) M nole Moreira Pequeno SManoel Fiiipp*e Tellis w Francisco Ferreira de Mello S jue Gomes de Miatios a Jcse Gonsalves SoIbreira' C Jesuino Brizeno da Silva , Francisco Pedro de Alcantra a Manoel Adriano Binicio Piuheiro Anttii' Pereira de Br ito a Gonsallo Cibral de Vasconsellos f itaiinundo Gomres Feitosa- k Liaudro Bize rra da Silva BEN FEITO FRA S. Exm1. Srt. D. Maria Pinto) N"gueira Pequrno SMariq .. sabel de Oliveira Suares. Maria '-. 8 anc" S rClara Victoria de Macedo ( Maria da Penha Gonsa.ves SA Maria P:edrosa de M llos Florindo Briseno da Silva r Anna Joaquiiia Biserra de Meeeses S Anna Antunes do Mdnte Anna Rita Pequenoa Vicencia Benedi'ta Candei SAnna' T'lires,' de Macedo Bosilina Verdilina Caindeia Maria Claudina ne Cariv,'ho. t Anna FTi ca de Carva ho NTERNIATO. Depois das ferias da Semana Santa co- megaram*a funcionar rqgu'armeuto as bulas de Prniei- ras Lettras, Grammatica Nacional, Musicr-, Francez. e- 0 Estabelicimento ja conta 43 arlmnos sendo 28 ex- ternos, 1" iternos, e 5 simi iiiternos. As aulas de Doutrina cttholica e de Historia Sagrada terNo lugar logo que chegue o llln D0'. Manoel de- Souza Rulim, bem conbecido pela bua sciencia e vir- otoFRARIA DO SS. $SCRAMCAOA NOS dies 28 de Margo e 4. de Abril a .illusire Cotrftria cetri a as sues sessOes em virtude da dispoz','ao do ( rnm- promisso, e fez h. e eio dos rr'vr Euln r.gaodos que tern de servir no anmno de 1869 a 1870. Por fbta de espaeo deixamrnos cmpoto o ainnuncio que nos remetteu o llm,. .'. Thezoureiro, rel tiva- mente aos interesses da mfesma Confrar a. SASA Di CARiDADE DA BABBALHA. J' se acha inmu,* gurado este P o Estabelicime nto e contir.da no 4 se,,-, penbho de suas fungoes corn regularidade e aprovitsimep f. to. 0 acto de sue inaugurariAo fol intpl e ruoceant, deixandodo baver as Eolemnidsdes com ,V cr.stu, naa installar os Estabelicimentos deste genLro, ein reas .. .' . . . V. PRE- slDINTF. . I :. . + # 'I' a,~ A YOZ DA REULGIAUO *AC i. ** -f^' "* -\y iri iiin do s grvissimos incoipmodos do Veneravel Apostol9 do Cariri, ., Tio doente estave elle que para benzer a Capella da- Casa na quinta feira sancta (25 do MarQ ) foi levado do Consistorio da Matris da Barbalba, ond fa'a asast+ tencia nos braos dos irmaos do S. S. Sacra tio, pear o lugar do atod 0 pnvo que viq esta granri e to nte seen, d amoq bundantes lagriatis de ternura e ratidao. D'aqui e d'alli se ouvia murmura~sentidas e do rn- sas prices ao DEUS Crucificado pale prornpto restaheliei- mento do seu Apistclo, cujo corpoetava tao euhifeli , quando o espirito estava tao promptUo! DePf.llecido, s(-m forces lle. bs.nz a Cipella ie volta nos brnaos dos I2 illustres 6rin3os do S S. Sacramento para o leito da eulermidade, con o e'to tao cerrado, e- ' quas se via sem vida e sem poder diser ume palavra ao gene- roso povo que o' veniera, queo idolatra! Assim passa ainda os dias do sexta e spabdo, quando nna fe-tival e solemn awvorada da ltesurreipao, saho do- fleito de sua lo ti a penivel donpa 'para cflebrar na mesma Capella a Missa da Pascoe, installar a Casa de C e ridad,- da Barbalit e prevar a um auditorio de seis mil pessoas. odtes qe *qe v .a o sit Iatits bysi Sa da 1. do rat<., se destz em'um pran- r o de doce-am rg I seiitir, e mudameateo st interroga: como o Padre Sancto poderd pregar? r : 'No meio d'a nxiddade geral, depris dia.celtbratao do ;Ssctifcio, o sihcri do e veneravel Ministro do Sanctuario apparece n) pulpito, falla divinamen.te inspirado, e du-' rante o espapo de borae meia extasia sen immense an- ditorio.' 4 . Sdep lis accompanharlo da Musica da 4. Nacio- nal do Crato d(iigrii-se para o Corsistorio da 1Ma- friz, se' I uIma e' muitas evses detido pela mul- tidao, que queria velo a saudalo de mais perto. : O veinaraval I'adre, ji elho" erifraqu, cido prr tan- tos annos de luctas e sacriticios em prol da huna - inirJade, extenuado de forpas, e alem disso ainda rat a .- a 1J IARTIDA. Ni dia 30. de Marq delion 6 ra vetl Missionario a 0 Vi'll da Parbalba a st r itagres onde oe seus habitantes o re* o co as ma vivas sqlitag6es e' instbacis. ",: \ .eus o poYo da Barbalho foi triste e .dolorgeo: o o long e, cnpioso nos olhos 'd toOIs lue ac lo-ogr nde Apostolo. . 0 tro n que iAo fosse, como elle, chnimado pop DEU A povOs e a outros climas, -no teria por, r lo t poetica vloquencia de tantas a to opio e volltaria corn o seu immen- io ee/ ord i Pcompaubamenhto para o porto quevina ado "I" --P U I L[ 0 L TEA RtA... 0 ORIA AS MISSnES CARIRI-NOVO Nos ANNOS DI '186i E 1868 ESChIPTA POl BERNARDINO GOMES DE ARAUJO t, S-- I D DA PART. ' SiSS ES IBE 1 qt .Jardim.-- A MIssia.- S;S'.m, (ContiLnuago.) : Er ,o~ 6 mil peso as, qule ln t ndo ainda ouvido fallar de DEUS de suas perfeiaes, de suas grandesas, de suas misericordias, e maravilbas. vf- nhfo, como o povo de Deus, celher do marine que 'de sua boces despargia o Ministro de DI.US, tnto quanto precisavAo para suna ,limentsCAo spiritual I Erao 5, ou 6 mil ovelhas sequiosas, rue vinho beber a fonte das agnas da gia.a, e refrigerar su- as conscienciss; ae .ugir corn o balsarn o do pene- tenrtia as noduas, e feridas, quo lbes titnblo fivado doente, entraga-se todo so povo, a durante tooo pelo. contact do peccado! dia nao tem unde repousar a c.bee. Trris d(1ssconsumio a Sabio Evingelisador em ins. 'A muit'dao, qtie isto vo e tanto admira, chegou truir o auditorio a*s bll .as, e nias graIas resul- 4 plena coivie0ao de que DEU.N estava com o soo tantes do amor de DEUS: no quarto passed a tra- IMinistro, que 0 confortava e viviticava. ', r do anmor do proximo. Vistm. A noticia da enfermidade do Venerayel Pa- Era o dia t, 1no qual a Igreja celebrava a festi dre Mes r [bitspitma cmauso; e u tudo 0 povo do Cra- do Corpo de Deus: do Homem Deus, Filbo da Vir-. to uma dolorosa smnsagao. gem Maria; ou do Deos Hunnado: Martir do Gol. A Illu tre Cama ri N1i46pil, 4 distinta G. N. oth: do Hmn nr das Dores: do IEUS bonissimo e o povo dAtq Ci li13 so ')reMardao "w. visitar o seo e .pacintissimo, que do alto do Ca virio, olhaoai Apostolo. rnIando a Mu.ica do B". n'. 12 em para soos inimigos, disit pars seo Eterno Pae.-: commis-A. A Villa da Babalha. O Perdoai-lhes Senbior, porque nulo sabem, oquefa Fielaohonroso mandato do seas Patricios, a Musica sem- . desempenhou satisfatoriamente 4 a sus commissoo no dia Esse dia solemn simo p ra today a christandade 2 8 d e Ea r6 ,Cn. 28 de Maro. foj o escolhido pelo 'Iev'rendissimo Missionario p' 0 VeneravelMissionario recebenocom today aiuell affa ra as rFCcom tliioes. bitidade quo Ibe d privativa. a illustre comnmisso, no Logo depois da missa co pa e eloquentemente sua gratidio e o aprego em qr e rims,Ao despreso das offenses, o esquicimento 'd~ - recebia a distiicta mensagem da Cudade do Crato. rsado. i Io' -. ............ 1:. ; ~ ''' ' * 1 A VOZ DbA ELIGI1AO NO CAIIIIa chaanri' as vems donz.illas corn suas lampaplasd acce 1a, a ..,'.u o fai re-b.,io, coma o o oilvo das b6 as. D .ii o soo cor.aio entre o prasor e a d6r,dis-, caait,%, co(ma 0 jardiueiro, a sombre do sues flores, e ao surr das auras de sco jardiim: ssistio a p s stivi ade do dia 31, e part) pra o jr.- r ia, da starr all seos servissos Apostolicoi ocun- .om u l o .. .. Cap. 2 . .1 A I D1M. ASPECT ,rRAL- S0 J -rtiiAn, s-in ch,)mnlo pnIs pos to pit res- *m quIU e.:i p!3;it 10), entire os bravos do Araripe, o nV O) fi'h. qaori do. ath A. ilok aos peitos m.te r- nosr. n' toan e sun: de uin nomn vantlaj o cm ne- '',ic s ,i r ti. o; no .i' SCa 4To emfegiiae reC; 1814, ainda ndo doo umrn Iia.-s rto p ',r'A+. m:tieriap,. . SA sun i'gr ji mitriz, pri'cipinila peo Vigrio A ti[io .'M I.t) a nmits d.( 40 annos, nunca chpaiu I So esk';4 dei (mI mn eI ,lt ieeen ci.i: nd, pisstila um si- miltrio: nao t1;ihia on fi'n urna obra, qua attestasse reigiosildade do s9o po vo., . No e'tad,) mr_ por~'n tem mrneci s-t -9 tav e-i.'e o0 !hv, b irbaro. A ;': mn:i h'rrcivi, maii impia e Imais indigna de urn payv chri.i., ai so representou em 1824 1 o.0 o:vernd,)ii stevao da Porsiuncu" Pereira, ali foi feid6o d sev'vsni.etit a.^asinado, quando acnbnva do' ce!e'j:ar o -Siiitv SSerifiio da mis-a, .trais p na o .iir da port da irja .!. U ,anquo do 'ti'lis-tro satr,.io a8li foi dcrramado, pel frnv.o pret"'o de ser pat riota E Ic Ai e i t o trs ciO Ui s respoitnsivei ! Sirn: e.se cri::, h ,r.ro.; ch',t ,,u contra e sa terra de t:i. pr.n:os a ia deo os, e o Jaidim, minar.rvi de t;)s 10o 0m Abis 11). I s v,.,nt:,.ae co m os terinf dn Paj j2tA e S31aguei- ro, o Jarliin tn srvilo d, rec0petuai.), e escon- driji)do dn;as da crimiaosus da'aries tearmos, e vi.. -vra o veSbo d St',iS z a Politi tinhs-se ex mre a.) a tal p)nto, qu) d'ius asamssinns celebre erI) ..c. ri(a.dos ali, ,co aio ,in)- atoi do orlem, cou- tra os ..: .nd .' -. da ;oi .: , A alIsmora'is.to laau'hori!a. era tnita, que ten- do ft)c.i p.i:a cor"j, a ma'.rtz, pz ra (dAsaca'ar "is lu- I gares s.iIn:ts e aro a rn c,-u as.i sagrn ;;,., 31 po ti- ri '. qu vor c.:). os c I,, '. ,, s 't. -siv. lm eiet qi ,hrirao )a c.,.ii t P .'..i; e c.n- os 11.0uitos de ladro's, -q' e n p'j:io b *. s,,:' .vi.', em P', it-,as. SA prostitui(io, a esitiai p:ubico chgou a tal ponto, t .ue a ,vcHai- ., Pii t.ir&., era conhecida: : orIo0 urn vv;ro dm.niuhr 1s puic .... A m 3. i!)i arTi a laI ithliorirlers e fe es tndia ate ai cabes i::firns, corn giro e ostemp." I .. 'No mei>, e.irrj),;.) gera,, p rwn, na, f,!!.vo .m a eas pie ,'s<3 q':t ,r> rei;l. de u 4 e"b't, -s elevassem s'i, s'uplicas3 ao CGo e opi scn a "oos *. : .;;' *. : ..*1m ur m ..libertad r r. ... I str estado do afflitiva anciedade, ann cic,-se a chpgada do d Rcverendo Missionario, o Desejadoldas genes, o Libertador esperedo. . E essa noticia pondo tudo era movimento, preO paruu-se a recepc&o i no dia 7. d junho A Misslo. No dia 7 de junho de 1868. pirtindo o Rieve- reid n Mlisiontrhi da povoaeri'. de Gon!nii.ha corn dirtiAo, ao Jardim, fui eucotitrado, na chapada da Serra Araripe, peio lReverendo Vigaiio d'oquella fre- guesia. Joaquim de Sd Barreto, cornm um grande ficomparinhamelnto de ava'heiros, e proseguiindo a mar- cha entirou na Villa as 11 horas do dia acomnpanha- do do 509 a 600 personss de todos os sexos, cla- ces, e cundiqces e co idioies dlihaixo do estieputo das girandolas, dos foguetus, dos hymnos do povo, e d(1 aplauso P conleutaipento geral. Na dia 8 principiou a missio, e o povo come. qou a cnnrrar do tolos os canlos da freguesia, para former urnma ma de 5 a 6 n.il almis. Assin cono muitos regatos, aflaindo .(le todos os la'lo s os laidos pira um ceantro covnum, forio um gra:ide nAgo, cuja rpresn, tomPndo todas as ave- ui1ls empede o passo ao viandalte, assim a onda do povo c invorgindo nr centro de todts os lados, f,,rmava umu grande todo, e abstruia toudos becos da Vila .1 E-rc a. a, 6 n mi rnaf, m engotrlfl ate t __ ns ciusas do mLnJI), vinhi.o ouvir as plavras do vida eterna, e tuinar leciUes para o future 9 Continue ANNUNCIO. 0,; abiixo assignalos particip5O 0o public que no !i. 1* do corrbiita mez dissolverAo amigav.Imente a socie.alo (comnmnercvel qur gyrva corn a firm t Joquim Franisco d' Ar:ijo (fan ]iia & Camp',& reti- vanOo-se o socio jos,- Sures Bimr.7,za livre de toda resmonsabilidade, e fiean 1o to.o 0 activo e p.LuiVo a eargo do socio Joaquim Frarcisco deo Araujo Can- diii. Catoa, 3 de Abril de 1869. C Joaqulm Franci.co d' Ariijo Candid Jos6 Suares Barboza. a r3- j- ft Jonqum Fran'isco d' Ar tijo Candela participa ao rAbi1co que estando dissoida Edesde o 1*. do C' "rIe s m's a s"1 %'.a li commercial. que gyrava sob a fr.na Jo::quii.a Fracisco a' Ara fijo Cit:deia & Corp C311O c :, o .i -n rinmo w-.goc, e o.f n an o esijicmet o, sob. firm / 'Candtia Ge.ro,) toendo a'in id) para seo socio s o gpnro Juvenial d'Al- cAtain Pedroso, a ca8go de cuja firm fica today a oei 0o e p8anivo &a ex:itcto. rel. 8 lde Abril 1 1869. Joaquim, Francisco d' ArAUj 3 CanIdeia. SCato, Largo da MItr1z, Typ. do Intornato Imp4 por Agostinuo Luiz Aiu'iaut. 1 *~L~erir;apler~l,~*-rL- MLIIYYq_~LLyl~L~_I*~U~Y)~~~- N LLjYL j ~.... ._._.,,,,.~ ; ~__~~: . i; LI ;.. ;,- + :<',.; .;..:: e. :' :7+ :: '. ; '.. |
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