Voz da religiao no Cariry

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Material Information

Title:
Voz da religiao no Cariry
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Creator:
unknown
Creation Date:
April 18, 1869

Subjects

Genre:
newspaper   ( sobekcm )

Notes

General Note:
Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
University of Florida
Rights Management:
All rights reserved by the source institution.
System ID:
AA00008749:00015

Full Text








.RESSUSCITOU
0 vero Autor da vidal
Vivo reinou
Sobre a more vencida!
a ALLELUIA! a Virgem MaW
V4 Jesus resiscitado!
Chrislaos, prdzer resprai,
Seus gozos cantai,


SAlgrsa yov, triste Aurora
0o que chir8st outr'.ra
estiseto0 corn, d
AlleluiaI Al etU is1:10
49Al~ral-.vs, Virgem PuAr
0 i)EUS, da sol'ttuira,
ji lseeitou, enmo disP
-AliIuia! Alleluis!)ap


A VOZ DA RELIGION NO CARIRI.

A QUESTAO DO DIA.
SSao doe- interesse geral e per isso podem e devem
ser tratados em todos as paizes, os aconteeimentos que
interessao so Catholicijsmo, ou quo pertencem 4 segu-
ranra do cidadlo.
CompartiLhando esta opinifo con a illustre e dis-
tincta liedaeco do A1 OS TO LO a o.Y da


occupy a a tiengAo de todos. a A execug o dos do.-
us criminosos Monti e Tognetti, que tentarao contra a
vida de centenas de pessoas Iiudefesas, eis o facto quo
tanto tern imcommodado as gasetas da Europa, orgAlos
dos inimigos da Egreja e dos correspondeotes d. nossas
fulhas diarias.


Si o facto fosse descripto com verdade e commen'-
tado corn sinceridade, apenas teriamos a lamentar a
divergencia do pensamento, e o modo de ver as cousas,
rnio, nao l assin que procedem os inimigos da Egreja
de todos os tempos: a calumnia e a mentira foram
sempre suas armas favorites.
Estas calumnias e estas mentiras produsem o effeito
por elles desejado, pelo moeios estabeleceodo a du-
vida nos espiritos fraoos,
Voltaire, o grao- mestre destas artimanhs8, ensinoa
nava o system da mentira como o mails vntajo-
so, "
Menti, menti, disia elle, por qua al1uma cousa
ha de permanicer.
Os discipulos seguem-bem o exemplo do mestre aqui
e por todo mnundo.
Nao vimos o affan ridiculo corn que disse o Diario
do Povo referindo so 4 opiniao do correspondente de
Lisboa para o Diario do liio; sobre a execugAo de
Nonti e TogoetLi: nao sAo voltairianos, qua estig.
mnatisao e condomi.ao os excesses da Curia iomana,
. o Diario do Rio. cujo sentiment calbolico o leva
a dar vivas a lmmaculada Concei;Ao de Maria e 4
Egreja Catholica, quapdo trata de aoesas victoria no
Paraguay.
utaretantoa In6 vyotade contra a Egrja djctou


squellas palavras ao Diari. do Povo, e tAo cego so
mostrou, que fez solidaria comn o correspondent a
Bodacgao do Uiario do lio.
SMas eta cegueira nDo escuresse a r"as o 46 doi
inimigos di Egreja,. que iinelismnente resedem no Ira.
sill, o ..ornalismo da Franga deixou so como smprd
arrester pelos revotucionarios doa Iaian, unicos cut-
pados da execuAo de Mfouti e Tognitte, pnrque fo-
rao elles, quo armarao a mao traigueira d' aquelleg
desgralados e chamarao soble elles a execraoao pu-
blica,


S w.-- 2 igb tiU i Ui& ACU'mmt U U UPC w ,SW A*I


0ot qw tea m0 gmvernou ucIu us, quo sWJ uc upw
posigao so cumplices do crime do Monti e Togneitt
est4 no aflnco corn quo empregarbo o emLuste e to.
d a a sorte de recurso para faserem prassio no espiA
rito do Santo Padre, e arrancarern-lhe o perdao dos
dous sicarios: publicando, quo o governor de Italia ea
legaVlo francesa tiub&-~se dingido a Sua Santidade a
obtiver&o o perdao de Monti e Tugnetti.
A virulencia cOr que a gaseta de .at zli ataca 0
govern da Italiae insult o Santo Padre s-o :um teis
timunao authenico de perfidia, e de saa intervene
directs, como ministr- da Italia, na invasao de -Ro-
ma e m 1647, Opesar de suas bypocritas protes-
tag~es,
Vamos satisfaser a curiosidade dos nosses leitores,
que fWt pot n6s deaatiada, cor o tim de oetabelitr
a verdade em today sua plenitude,
Monti e Togn tti poserao-se fora de qualquer sen*
timento de compaixao. constitumdo-se incendiarios.
Mais de tresentas pessoas, lalvez mesmo urn quar-
teirao enteiro da cidade de Roma acabariAo victim
de umra explozao, se esta tentative nao tivesse .bbor*
tado, fasendo openas vute e cinco a triuta vicismas.
Introdusirio barris de polvora em uns quarter para
fasqr voar pelos ares hwmens inermes, desprevinidos.
Nao podem portanto homens tees invocarem em seoo
favor as imunidadies dus criminosos politicos,
Nio o erao, nera como laes podiio ser conside-

Erao traidores, assa dsinos, incendianos emfim!
Julgados n.uito regularmente nao por urma com-
maissio political, como iWUcaIa o s w ipim.igos da


J


,W -I ,


F !


iu


I







S2 A YOZ Di RELIGLAO NO CARIIlI.

t6iod1(r ren. r-fa edificar y Capella do Caldas, 0 Antonio Leite da Silva
sob a ,iddoza invoca ao do Sr. Bom JESUS dos i. M-artRio -F.ertara de Sousa
.AFF&1CTtS suste'ta urn povo immense, livra da mi- Joaqiam Pedroso Lima
seria.e. da mortl tantos desvalidos, e no fim de Propietario Joao L6bo de Meneses
sua e &sa, tern aiiid a .onsolaio de:ver sobrar j Antonio Ferreira de M!lto Filho
os mesmos alimentos cuja falta tanto se temia. 0Joaquim Atoio de Macedo


A Hstoria da C.aptin do CGldas contam ainda
out~os factos qui 4 ImpremIa por um ever de sua
coiiscieucia eumpre tratibmittir a mumoria do futu-
ro.
Voltmremos por tanto ,o asismpto.


OCC URR ENCI A S TEMP O.


U.AiA DE CARIDADE DO CRATo. De conformidade corm
A.nomrneao'do Venfavel Firidailor do Eitab4 'icimento
pub ieanlii)s ije a lista d,,s Membro do Conselh, de Be-
nefIte~teia, qu0 e e comp 'em do geneross cavalthiros
e.Seihoras distinctas qtui plae prestav. di seu vati-sc
afppo.o ". Cas tem direito as titulo de Bentfitores que
*Ao~~ tOmwente ihe de) o 0 Rm. M sionario.



1EMFEITORES DA FANCTA CASA DE CARIDADE


Coronel Antonio Luis lives Pequeno Junior.
r ~'' : ICE PRESIDENTES. ,
Colr:l Pedro Jose Gonsalves da Silva.
ap"'. Jose Pinheiro Bizerra de Menezes
S3' Francisi'o Josd de Brito.
41. T Jose Suares Barbusa


Membros


Coroner tosd' Francisco Pereira Maia
ST. qronel Miguel Xavier HIenrique de Oliveira
s Mafnoel da Crui Ros Carvaiho.
r Antonio Gonsalves Liidim.
SMajor Felippm Tedis de Moiniou1 a
S Cap". JoAo Victorino Goms
++. <( D ,ti..Jus .G.ai.aivtes Martins
Joaquirn Francsco de Aradijo Candeia.
Fentlo B..uiIncr d;i Cuha
m .iaquim Juse du San:'An a Milfont
a Jaquim Gor(es de Matios
U Laureni. B'izeno da Silva
,,inton.o Td is do Mpu'onga
o Liandro Bizerra dOe Mnezes
Josd Leandro Bzurra de Menezes
:* F ancieo Ldeo da Franica Alen car
Ti n'. Anolio Ferrera Lob .
X S'aliutiaino Pereira Mai
S Manitel Pereir. de Araujo Cassula
Joaquim Secundo de Chaves
Fraici.co. Tcihis de Quintal
SPedru Tavares de Quintal
S Lis M.aoei Gonsaives Marting Pareute
S: .Manoepi a Cruz BRosa Crvavlao Fillio.
A;eres Joaquin Franci do Brio
Jod1 i An',:iio de Vigu ireIdo
Miguel Bizerra Frdso a


._Antonio Dunrie Pir.loilro
;' Tertuaiano Tavarps de Brito
S.oan Oferreira de Millo
v l igiel Jose Fialbo
) M nole Moreira Pequeno
SManoel Fiiipp*e Tellis
w Francisco Ferreira de Mello
S jue Gomes de Miatios
a Jcse Gonsalves SoIbreira'
C Jesuino Brizeno da Silva
, Francisco Pedro de Alcantra
a Manoel Adriano Binicio Piuheiro
Anttii' Pereira de Br ito
a Gonsallo Cibral de Vasconsellos
f itaiinundo Gomres Feitosa-
k Liaudro Bize rra da Silva
BEN FEITO FRA S.


Exm1. Srt. D. Maria Pinto) N"gueira Pequrno
SMariq .. sabel de Oliveira Suares.

Maria '-. 8 anc"
S rClara Victoria de Macedo
( Maria da Penha Gonsa.ves
SA Maria P:edrosa de M llos
Florindo Briseno da Silva
r Anna Joaquiiia Biserra de Meeeses
S Anna Antunes do Mdnte
Anna Rita Pequenoa
Vicencia Benedi'ta Candei
SAnna' T'lires,' de Macedo
Bosilina Verdilina Caindeia
Maria Claudina ne Cariv,'ho.
t Anna FTi ca de Carva ho
NTERNIATO. Depois das ferias da Semana Santa co-
megaram*a funcionar rqgu'armeuto as bulas de Prniei-
ras Lettras, Grammatica Nacional, Musicr-, Francez. e-

0 Estabelicimento ja conta 43 arlmnos sendo 28 ex-
ternos, 1" iternos, e 5 simi iiiternos.
As aulas de Doutrina cttholica e de Historia Sagrada
terNo lugar logo que chegue o llln D0'. Manoel de-
Souza Rulim, bem conbecido pela bua sciencia e vir-

otoFRARIA DO SS. $SCRAMCAOA NOS dies 28
de Margo e 4. de Abril a .illusire Cotrftria cetri a
as sues sessOes em virtude da dispoz','ao do ( rnm-
promisso, e fez h. e eio dos rr'vr Euln r.gaodos que
tern de servir no anmno de 1869 a 1870.
Por fbta de espaeo deixamrnos cmpoto o ainnuncio
que nos remetteu o llm,. .'. Thezoureiro, rel tiva-
mente aos interesses da mfesma Confrar a.
SASA Di CARiDADE DA BABBALHA. J' se acha inmu,*
gurado este P o Estabelicime nto e contir.da no 4 se,,-,
penbho de suas fungoes corn regularidade e aprovitsimep f.
to.
0 acto de sue inaugurariAo fol intpl e ruoceant,
deixandodo baver as Eolemnidsdes com ,V cr.stu,
naa installar os Estabelicimentos deste genLro, ein reas


.. .' .


V.


PRE- slDINTF.


. I :.


. + #


'I'







a,~


A YOZ DA REULGIAUO *AC i.
** -f^' "* -\y iri iiin


do s grvissimos incoipmodos do Veneravel Apostol9
do Cariri, .,
Tio doente estave elle que para benzer a Capella da-
Casa na quinta feira sancta (25 do MarQ ) foi levado
do Consistorio da Matris da Barbalba, ond fa'a asast+
tencia nos braos dos irmaos do S. S. Sacra tio, pear
o lugar do atod
0 pnvo que viq esta granri e to nte seen, d amoq
bundantes lagriatis de ternura e ratidao.
D'aqui e d'alli se ouvia murmura~sentidas e do rn-
sas prices ao DEUS Crucificado pale prornpto restaheliei-
mento do seu Apistclo, cujo corpoetava tao euhifeli ,
quando o espirito estava tao promptUo!
DePf.llecido, s(-m forces lle. bs.nz a Cipella ie volta
nos brnaos dos I2 illustres 6rin3os do S S. Sacramento
para o leito da eulermidade, con o e'to tao cerrado, e-
' quas se via sem vida e sem poder diser ume palavra ao gene-
roso povo que o' veniera, queo idolatra!


Assim passa ainda os dias do sexta e spabdo, quando
nna fe-tival e solemn awvorada da ltesurreipao, saho do-
fleito de sua lo ti a penivel donpa 'para cflebrar na
mesma Capella a Missa da Pascoe, installar a Casa de C e
ridad,- da Barbalit e prevar a um auditorio de seis mil
pessoas.
odtes qe *qe v .a o sit Iatits bysi
Sa da 1. do rat<., se destz em'um pran-
r o de doce-am rg I seiitir, e mudameateo st interroga:
como o Padre Sancto poderd pregar?
r : 'No meio d'a nxiddade geral, depris dia.celtbratao do
;Ssctifcio, o sihcri do e veneravel Ministro do Sanctuario
apparece n) pulpito, falla divinamen.te inspirado, e du-'
rante o espapo de borae meia extasia sen immense an-
ditorio.' 4 .
Sdep lis accompanharlo da Musica da 4. Nacio-
nal do Crato d(iigrii-se para o Corsistorio da 1Ma-
friz, se' I uIma e' muitas evses detido pela mul-
tidao, que queria velo a saudalo de mais perto. :
O veinaraval I'adre, ji elho" erifraqu, cido prr tan-
tos annos de luctas e sacriticios em prol da huna -
inirJade, extenuado de forpas, e alem disso ainda rat
a .- a 1J


IARTIDA. Ni dia 30. de Marq delion 6 ra
vetl Missionario a 0 Vi'll da Parbalba a st r
itagres onde oe seus habitantes o re* o
co as ma vivas sqlitag6es e' instbacis. ",:
\ .eus o poYo da Barbalho foi triste e .dolorgeo:
o o long e, cnpioso nos olhos 'd toOIs lue
ac lo-ogr nde Apostolo. .
0 tro n que iAo fosse, como elle, chnimado pop
DEU A povOs e a outros climas, -no teria
por, r lo t poetica vloquencia de tantas a
to opio e volltaria corn o seu immen-
io ee/ ord i Pcompaubamenhto para o porto
quevina ado "I"


--P U I L[


0 L TEA RtA...


0 ORIA


AS MISSnES CARIRI-NOVO
Nos ANNOS DI '186i E 1868
ESChIPTA POl
BERNARDINO GOMES DE ARAUJO


t,


S-- I D DA PART. '
SiSS ES IBE 1 qt
.Jardim.-- A MIssia.- S;S'.m,

(ContiLnuago.)
: Er ,o~ 6 mil peso as, qule ln t ndo ainda
ouvido fallar de DEUS de suas perfeiaes, de suas
grandesas, de suas misericordias, e maravilbas. vf-
nhfo, como o povo de Deus, celher do marine que
'de sua boces despargia o Ministro de DI.US, tnto
quanto precisavAo para suna ,limentsCAo spiritual I
Erao 5, ou 6 mil ovelhas sequiosas, rue vinho
beber a fonte das agnas da gia.a, e refrigerar su-
as conscienciss; ae .ugir corn o balsarn o do pene-
tenrtia as noduas, e feridas, quo lbes titnblo fivado


doente, entraga-se todo so povo, a durante tooo pelo. contact do peccado!
dia nao tem unde repousar a c.bee. Trris d(1ssconsumio a Sabio Evingelisador em ins.
'A muit'dao, qtie isto vo e tanto admira, chegou truir o auditorio a*s bll .as, e nias graIas resul-
4 plena coivie0ao de que DEU.N estava com o soo tantes do amor de DEUS: no quarto passed a tra-
IMinistro, que 0 confortava e viviticava. ', r do anmor do proximo.
Vistm. A noticia da enfermidade do Venerayel Pa- Era o dia t, 1no qual a Igreja celebrava a festi
dre Mes r [bitspitma cmauso; e u tudo 0 povo do Cra- do Corpo de Deus: do Homem Deus, Filbo da Vir-.
to uma dolorosa smnsagao. gem Maria; ou do Deos Hunnado: Martir do Gol.
A Illu tre Cama ri N1i46pil, 4 distinta G. N. oth: do Hmn nr das Dores: do IEUS bonissimo
e o povo dAtq Ci li13 so ')reMardao "w. visitar o seo e .pacintissimo, que do alto do Ca virio, olhaoai
Apostolo. rnIando a Mu.ica do B". n'. 12 em para soos inimigos, disit pars seo Eterno Pae.-:
commis-A. A Villa da Babalha. O Perdoai-lhes Senbior, porque nulo sabem, oquefa
Fielaohonroso mandato do seas Patricios, a Musica sem- .
desempenhou satisfatoriamente 4 a sus commissoo no dia Esse dia solemn simo p ra today a christandade
2 8 d e Ea r6 ,Cn.
28 de Maro. foj o escolhido pelo 'Iev'rendissimo Missionario p'
0 VeneravelMissionario recebenocom today aiuell affa ra as rFCcom tliioes.
bitidade quo Ibe d privativa. a illustre comnmisso, no Logo depois da missa co discurso que Ibtedirigiu em respoita, significou riui ter- sua oz beneflente, e propoz o perdAo des Inu-
pa e eloquentemente sua gratidio e o aprego em qr e rims,Ao despreso das offenses, o esquicimento 'd~ -
recebia a distiicta mensagem da Cudade do Crato. rsado. i Io'


-. ............


1:.


; ~ ''' '


*


1





A VOZ DbA ELIGI1AO NO CAIIIIa


chaanri' as vems donz.illas corn suas lampaplasd acce
1a, a ..,'.u o fai re-b.,io, coma o o oilvo das b6 as.
D .ii o soo cor.aio entre o prasor e a d6r,dis-,
caait,%, co(ma 0 jardiueiro, a sombre do sues flores,
e ao surr das auras de sco jardiim: ssistio a
p s stivi ade do dia 31, e part) pra o jr.-
r ia, da starr all seos servissos Apostolicoi ocun-
.om u l o .. ..
Cap. 2 .
.1 A I D1M.
ASPECT ,rRAL-

S0 J -rtiiAn, s-in ch,)mnlo pnIs pos to pit res-
*m quIU e.:i p!3;it 10), entire os bravos do Araripe,
o nV O) fi'h. qaori do. ath A. ilok aos peitos m.te r-
nosr. n' toan e sun: de uin nomn vantlaj o cm ne-
'',ic s ,i r ti. o; no .i'
SCa 4To emfegiiae reC; 1814, ainda ndo doo umrn
Iia.-s rto p ',r'A+. m:tieriap,. .
SA sun i'gr ji mitriz, pri'cipinila peo Vigrio A
ti[io .'M I.t) a nmits d.( 40 annos, nunca chpaiu I
So esk';4 dei (mI mn eI ,lt ieeen ci.i: nd, pisstila um si-
miltrio: nao t1;ihia on fi'n urna obra, qua attestasse
reigiosildade do s9o po vo., .
No e'tad,) mr_ por~'n tem mrneci s-t -9
tav e-i.'e o0 !hv, b irbaro.
A ;': mn:i h'rrcivi, maii impia e Imais indigna
de urn payv chri.i., ai so representou em 1824 1
o.0 o:vernd,)ii stevao da Porsiuncu" Pereira, ali
foi feid6o d sev'vsni.etit a.^asinado, quando acnbnva
do' ce!e'j:ar o -Siiitv SSerifiio da mis-a, .trais
p na o .iir da port da irja .!.
U ,anquo do 'ti'lis-tro satr,.io a8li foi dcrramado,
pel frnv.o pret"'o de ser pat riota
E Ic Ai e i t o trs ciO Ui s respoitnsivei !
Sirn: e.se cri::, h ,r.ro.; ch',t ,,u contra e sa terra
de t:i. pr.n:os a ia deo os, e o Jaidim,
minar.rvi de t;)s 10o 0m Abis 11).
I s v,.,nt:,.ae co m os terinf dn Paj j2tA e S31aguei-
ro, o Jarliin tn srvilo d, rec0petuai.), e escon-
driji)do dn;as da crimiaosus da'aries tearmos, e
vi.. -vra
o veSbo d St',iS z a Politi tinhs-se ex
mre a.) a tal p)nto, qu) d'ius asamssinns celebre
erI) ..c. ri(a.dos ali, ,co aio ,in)- atoi do orlem, cou-
tra os ..: .nd .' -. da ;oi .: ,
A alIsmora'is.to laau'hori!a. era tnita, que ten-
do ft)c.i p.i:a cor"j, a ma'.rtz, pz ra (dAsaca'ar "is lu- I
gares s.iIn:ts e aro a rn c,-u as.i sagrn ;;,., 31 po ti-
ri '. qu vor c.:). os c I,, '. ,, s 't. -siv. lm eiet
qi ,hrirao )a c.,.ii t P .'..i; e c.n- os 11.0uitos de
ladro's, -q' e n p'j:io b *. s,,:' .vi.', em P', it-,as.
SA prostitui(io, a esitiai p:ubico chgou a tal
ponto, t .ue a ,vcHai- ., Pii t.ir&., era conhecida:
: orIo0 urn vv;ro dm.niuhr 1s puic ....
A m 3. i!)i arTi a laI ithliorirlers e fe es tndia
ate ai cabes i::firns, corn giro e ostemp." I
.. 'No mei>, e.irrj),;.) gera,, p rwn, na, f,!!.vo
.m a eas pie ,'s<3 q':t ,r> rei;l. de u 4 e"b't, -s
elevassem s'i, s'uplicas3 ao CGo e opi scn a "oos
*. : .;;' *. : ..*1m ur m ..libertad r r. ...
I str estado do afflitiva anciedade, ann cic,-se a


chpgada do d Rcverendo Missionario, o Desejadoldas
genes, o Libertador esperedo. .
E essa noticia pondo tudo era movimento, preO
paruu-se a recepc&o i no dia 7. d junho

A Misslo.
No dia 7 de junho de 1868. pirtindo o Rieve-
reid n Mlisiontrhi da povoaeri'. de Gon!nii.ha corn
dirtiAo, ao Jardim, fui eucotitrado, na chapada da
Serra Araripe, peio lReverendo Vigaiio d'oquella fre-
guesia. Joaquim de Sd Barreto, cornm um grande
ficomparinhamelnto de ava'heiros, e proseguiindo a mar-
cha entirou na Villa as 11 horas do dia acomnpanha-
do do 509 a 600 personss de todos os sexos, cla-
ces, e cundiqces e co idioies dlihaixo do estieputo
das girandolas, dos foguetus, dos hymnos do povo,
e d(1 aplauso P conleutaipento geral.
Na dia 8 principiou a missio, e o povo come.
qou a cnnrrar do tolos os canlos da freguesia,
para former urnma ma de 5 a 6 n.il almis.
Assin cono muitos regatos, aflaindo .(le todos os
la'lo s os laidos pira um ceantro covnum, forio um
gra:ide nAgo, cuja rpresn, tomPndo todas as ave-
ui1ls empede o passo ao viandalte, assim a onda
do povo c invorgindo nr centro de todts os lados,
f,,rmava umu grande todo, e abstruia toudos becos da
Vila .1
E-rc a. a, 6 n mi rnaf, m engotrlfl ate t __
ns ciusas do mLnJI), vinhi.o ouvir as plavras do
vida eterna, e tuinar leciUes para o future 9


Continue


ANNUNCIO.


0,; abiixo assignalos particip5O 0o public que no
!i. 1* do corrbiita mez dissolverAo amigav.Imente
a socie.alo (comnmnercvel qur gyrva corn a firm t
Joquim Franisco d' Ar:ijo (fan ]iia & Camp',& reti-
vanOo-se o socio jos,- Sures Bimr.7,za livre de toda
resmonsabilidade, e fiean 1o to.o 0 activo e p.LuiVo a
eargo do socio Joaquim Frarcisco deo Araujo Can-
diii. Catoa, 3 de Abril de 1869. C
Joaqulm Franci.co d' Ariijo Candid
Jos6 Suares Barboza.
a r3- j- ft
Jonqum Fran'isco d' Ar tijo Candela participa
ao rAbi1co que estando dissoida Edesde o 1*. do
C' "rIe s m's a s"1 %'.a li commercial. que gyrava sob
a fr.na Jo::quii.a Fracisco a' Ara fijo Cit:deia & Corp
C311O c :, o .i -n rinmo w-.goc, e o.f n an o
esijicmet o, sob. firm / 'Candtia Ge.ro,) toendo
a'in id) para seo socio s o gpnro Juvenial d'Al-
cAtain Pedroso, a ca8go de cuja firm fica today a
oei 0o e p8anivo &a ex:itcto.
rel. 8 lde Abril 1 1869.
Joaquim, Francisco d' ArAUj 3 CanIdeia.

SCato, Largo da MItr1z, Typ. do Intornato Imp4
por Agostinuo Luiz Aiu'iaut.


1


*~L~erir;apler~l,~*-rL- MLIIYYq_~LLyl~L~_I*~U~Y)~~~- N LLjYL


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