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Voz da religiao no Cariry
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 Material Information
Title: Voz da religiao no Cariry
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Creation Date: April 4, 1869
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: University of Florida
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System ID: AA00008749:00013

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( BRIDGECACHE )

( BRIDGECACHET )


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DOMIN0G k DE ABftIL 1E lt60'-


.Avf A ffLaGA N CABI,


,aREiSUSCITOU
0 vero At\'ir 1la vi i!
Vivo r-i:,nu
Sobre a more vdcidCl)

S(\LrLELU[!i!a iVirgn Mi3
V) ,I^.Hs, rr','etai,!
CristiV0o, priz r respr ai,
Seus gozos coatai.


- ; ..'-* ^_ f
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if L..,*< .;. .:: * ,
^; ..-* :.: >. .j
^ '*--*- '' ^ "


0Alpgrai vn., triste Aurora"
0 qiie r1ioraste outrora,
Besusitmou, como disse,
Alteluia! Alleluia l

tAgrai i-voq Vir.erm Pure


Resuscitou, como disse,
Alleluia Alleuluia! A


A VOZ DA RELIGIAO 0O cARtItI.

PROPItiO DO TEMrO.

M SlCILLANEA IIISTOR(JCA, LITIUUICGICA I MORAL.
-

ALLELUIA AL LELUt[A

(G Sabbado Sancto Continuagao do numero IS.)


tico, encerra grande e profundas liceOes de mora-'
lidade para os povos, e r;ysterios sublime da fd
para as naees catholicas.
Comprenetrado das verdades, que se estamplo 4
nossa vista, o clero e o povo invocao o auxilio dos
Ceos no empeaiho de conseguir as gra gs necesa-
rias para a c (lbraM o do grand mysterio, que nog
tern bamado corn Je.us Christo, da monrie vida,.
das trevas 1 lus, e (das gomonias do peccado ds Glo-
rias eternas da virtue.


Canta-se a ladainha de todos os Sanctos. ,elq-
Neata intetligencia, .ettrt. so corn toda revereneia bra-se a missa do note di.. 4 taomt "


emin pLoi,.3au tias 15prI'Ds uo tempo.
0 Dincono qie leva a Serp:ntina com as 3 velas
em forms triangular, e logo que so acceinde a primei-
ra lus, geneiflecte corm todo povo, e canta:
Lumem Cbristi.
11- "Deo gratias.
Do mesmo modo se precede no meio da Igreja, e
Da frernte do altar.
Sigue-se a heno do Cirio Pasehoal, que symboli.sa
ainda Nosso Seiihor Jesus Christo.
A' vista ta des!a expresva imagmrn. qua in mou
Sancto Arnbrozin ou A Sa.-cto ig;u.i:i. o ,n i-)
contico do--f.iltet-lugituirhm, o;rure)o to as' i
:1 as luzes sobrre os altares e a igreja vota ao scu an-
tigo esplerindor.
0 Cirio Pscho.l fic accezo (dsde a so I
a Assetnso iar3 sig.-ir os q. tr.. ;
Redemptor, dep.is dle (isooe s;..r "
sou na terra, (0o'fr' ll ni i 5.
coiitl e dispoidlo s$ s d'scpu s {
quista pacirica da Fe e ds ai de so ....-
Iho,
CantAi-se dpoi Is p q.U incer ":c:o
bells lic:'ss a Historii -,. .
can ies i.ilriiCijtJJ, O (.J *I .r j c :' s ck a
ojp e segu i' irso pf;.) -x,, f \\;.. < ^I. ls j :L-O
cramento do B pii"no, qu,', '; 0 ;',.., ,* ",'-
fina hlh, if -u. 4 i'-i t,, c .. -
a o e herdeiro d (l..r i .: .
Segue-se de~puis a ben :.o s:: d : :.:&

Eta& ceremonial L o belit pcel s Z y.


a magnifica e festival alleluia.
' . ': ' .
A Music vibra suas harmonies, a canhao ribom"
ba sues stdvas, o povo expand as suas p"npas,
a lyreja fulgura noi seus esplendores.
Comeou o tempo Paschual,
Alieluia! Alleluia !



A DOMINGA DE PASCHOA.

E-n todos os tempns este grande dia f a0 pri
mn ';ao e o mAis important nos pinpinsos aninaes da
Ii .do Synai e nos fau tos diviuiji das tligiAo do
Ca vario.
EI' rpeprfzita. ccm effeitn, o que ha de ma-
s b.!!o e rmn,'inoso, de m0ais sublime e mnais assoin-
br.o.) na histuria ds humanidade.
A Pa1choa, por este tiluln, d a fpsta das fistas, e
a s,'.em .i,,e d ss s)l, l, Is, no phrase de S, (re-
jrNo N.zianzeuo e na ('ensa geral do povo ca011o-

D.US memo prescreveo aos Hebrcus que a so-.
',, '; .[em em rnemoria d(s uas nIiseric1'rdias e do
a 1f. ,! ,!) pr~, digio' que os libeltara ia terrd ,i.'-
gypto do ca 0tivLiro despotico e selvsgern de PhIrdo
0"- .1 1) Ps 1gu1s do mar- 'rirnciho r(tr(.ce(derAo 4
d' e ~.eyses p;.ra 0 lior ips:.'', iso0 lrre.itas, 8
.( p sub)verter na vorangem pr celosa e medi;nha
1 p" : ,os pers(guidates iniquouS (in Ibbeidde e
S(S ,Igs:s, furiososo es .Je, ti',s ,ia subs-an'ia ,Je urn
').vU 1que 1iEUS presdiiLra miller siile.
S ,s, L is tnportaiite mal is sub imnc, a Pacflhoa dos


U-'\Ub r-uU~l ~ l _ -_ --- -- .1.. I.-


ANfIG ~


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Ys~Cn~J16


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. .. L . .- L-






laras do povo. nnaneio da Resurmello o0riosa do trmulo, que devia
Sd rifioairt e no terosro dil da roorn do BRemptor.,
DIpTs da omim, as Beis levio para sues cases as
remos bentoe, como urma lesbranag do triumph pa-
cif'co de Jelus Christo e uma reliqua Sancta da Igre- -w
ja Catholica.
Convem notar que este memoravel disaem que o RB- QOVITA FeIRA SANCTA 0o LTA AAs.
demptor, vordadeiro Cordeirn de Dous, irmniolado pe- OSancto sacrifcio da misia, celebra-se hoje cnw
)os peccdos do mundo, foi recibido em Jerusalem no maior solemnidade em memorial da divine institui
meio dos brados de atagria e dahoiras do t-iumhIa. o da EUCHARIITIA. deste grande Sacramento do Amo
coincide com o decimo dia do primeiro moz, no qual do um DEUS p ar comnusco.
os Judeos, conduzilo A uas cases corn grand solem- Entretanto depois do cantino solemn do 4 Glorio
nidade. cordeirinhos brancos e oroados d fits, para in excelsis Deo cessio os repiques e os toques do
immolaloos qualu Oias depois. .,I "i n sin substituiidos oesla matrae. e m nsina


A dorninga de Ramos tAo bern so chamou a Paschoa
florfda por cause des flores que no dia de hoje se
reduilo is palmas e -u0s ramos.



o OFFICIO DE TREVS.

Os fels dos ta Mpos quo nos tern preeiddo tinklo o
piedoso costume e. passer a noile que antecediis i gran-
des festividades em ora 6es e vigilias.
Dabi procede o nome de Treves que se do d part
dos offcios que tinhao lugar durante a noite.
A Sancta Igreja Catbolica oonservou estes officins pu-


do Sabbado da alleluia.
As ceremonies destes offlcos slo mut graves, ex
pressivas tocantes.
Os attares estio despojados .de sous ornamen-
tlo, o officio 6 grave, simple tArno:. o catico
. chio e pesado como os accents da dor corm
quo Jerimias deplorava as desgracas da infeliz Jeru-

No melo do choro esti urn candieiro triangular
corn elas amareldas em numero igual aos psalmos
do ofilcio.0
Estts velas access so vi apagando uma por uma
Ai media quo so conclue a cantoria do ,ada psal-
oim, e, assim, pareeem indicar a diminuiglo da %e
dos disipulos de Jesus Christo na bore terrivil qua
so approximava a Paixlo.
1 depois do a Benedictus se apaglo igualmente as
welas do todos os altares, e o mesmo cirio que esta*
va .no imo do candieiro, como image de Jesus Chris-
to, lus do mundo, abandonado de todos, mas sem-
pre o man'o DEUS. desapparece um moment, occul.-
to detraz do altar,
'. *. '' 4 '. *; '


"einlo as trevas: apparece o ruido dos golpes qu
so dio sobre os bancos, come rn synbolo da confu-
Io de today natures em complete desolagAo no mo-
tmento da morte de Jesus Christo
E aqui, o nossn espirito compenetrado do horror do
pecoadq, eleva-se A Deus, pedindo a lus pars as quo
esdto nas trevas do peccado, nas sombras da morts,
e urn guia que dirija nossos passes no caminhbo da pas.
Appa rece a lus nas travas, e tudo volts so estedo
normal: esta ultima ceremoja paroW e como umr an-


r


I

I.

a
U
II


de lucto, atW a alleluia festival da RessurreiAgo.
0 celebrate consagra entSo duas hostias, e rezer-
va uma pare a ceremonial da maiihan, que por esta
razIo se chama Missa proosanctificatorum..
Na communhaO que neste diae geral, tombo parte
os padres, A exemplo dos Apostulos que eommungar&o
di. ma s de Nosso Seniber JesuS Christo.
Segue se a procissao para a Capella do Saneto
Sepulchro. onde o Celebrante dep6e corn toda re-
verencia a Hostia sacro sancta, e. na volta, depo-
is da recitaeAo de Vesperas, ajudado do Discono
. do subdiacono despoja os atares, e deixa aber-
to o Tarbe.rnaculo ou Sacrario vazio para, deste
modo, reprezenter o abandono e a desola ~o da igre-


'LIO igrjMs uattieure- proeaue-se na mantnan es
hoje a sagrasio dos sanctos oleos, quo servem pa-
ra os sacramentos do baptismo,da charisma, da extre-
ma-unccao e da ordem.
Esta ceremonial tl0o bella como important :ige
uam grande numero de sacerdotes.
A tarde tern lugar a scena sublime e augueta do:
Lsva-pds.


No espirito de fervorosa compuncolo e de viva fd
ougamos o ministry sagrado, o dacono do Evangelho,
que canta a historic divina que deu lugar 6 piedosa
instituiglo da solemnidade qu so aprezenta 4 nossa
vista:
-iAntes do dia da festa da Pascoa, sabendo JE.
SUS que era obhegada a sum hora, de passer deste
mundo so Pae: como tinha amado as sOus, que es-
tavao no mundo, amou-os a e o fim.
E acabada a c6a, como ja o diabo tinha mettido
no cora&-o a Judas, fitho de Simao Iscariotes, a de-
terminago de o entregar:
Sabendo que o Pae depositara em suas maos todas as
cousas, e que elle .ahio de Deus, e hia para Deus,
Levantou-se da cda, e depoz suas vestiduras: e
pegando n'uma toalha, cingiu se.
Depois langou agoa em uma bacis, e cometou a
lavar os p6s aos Ihoipulos, e a limpar-lh'os corn a
toalha, com que estava cingido.
Veio poisa Simos Pedro. E disse-lhe Pedro; Se-
nhor! tu a mim lavas os pds?
Respondeu JESUS, e disse-lhe: 0 que eu fego
tu lio no sabes agora, mas sabel o has dopqq
id a


-,,.ub .. LI-x ................ i I- ~' i- "-X "; ...L . -~- Y ~".~ "


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-~ --


F's----ti-


-m w w ~ - - ~ - - - --






MDipe-the Pedro: Nao me lavarosjamsis es p4..
It-aondeu lhe Jasus: Se eud n0o to laver, nao ter/s
part commigo.
Disse-lhe SimAo Pedro; Senhor, nao somente os
moos p6s, mas tAo bem as maos, e a cabega.
DisseIlhe Jisui: Aq4uelle, que esta lavado, nl
term necessiidade de laevr senao os pis, e ,no ma-
is todo elle estA limpo. E v6s outros e&taes lim-
pos, mas nao iodos.
Porque ells sabia qual era o que o havia de on-
tregar: por isso disse: Nao estais todos limpos.
E depois quo Ihs lavou os pds, tomou logo as
seas vestiduras: e tendo-se tornado a por A mesa,
disse-lhe: Sabeis o que vos fis?
Voz chamais-me Mestre e Senhor; e dizels bem:
porque o sou.
So eu logo sendo vosso Senhor e Mestre, votes a-
vei os pps' deveis v6s tAo bem lavar-vos os pds;
UIns aos outros.
Por qne eu dei-vos o exemplo, para que como eu
os lfiz, assim fagais v6s tambem. p-
Fiel sao mandate divino, a Sancta Igreja Catho-
lica celebra hoje em todo o mundo esta tocanteo
ceremonial, Iavantdo e bijtianio os p6s a doze pobres.
a quem da aiuda -uma esmola e muitas vezes uma
grande ceia.

-F -, i-f-a L .. J' -RMT os R so
1 Divino Senhor.


Tudo isto contem uma poesia intima e philosophical
que nos leva A compuncgo e so sentimento do amor
pra corn a nosso Deus do tania bondade e mrise.
ricordia.


SEXTA FEIRI D& PAIXAO.
Este die, o mais asiago da historic da humanidade
por que consummar-se um Deicidio inaudito no meio
dos mais atroses improperios, e sanguinolentos horrors
do Calvario, 6 destinado, de um modo todo particular,t
para celebrar o sacro-sancto a doloroso mysterio de-
o ssa RedempgAo.
Em memorial do sanrificio de ctuz que bojeso meomsu-
mou no Golgoths, em todo o mundc catholico hoje nio
se celebra aMissa, que 6 um verdadeiro saprificio mistioo,
0 officio, por esta raslo. comega pels leitura de dues
prophecies relativas to Redemptor, e depois, como na


doings de RImros, canta-se solemnrnemnte a doforosa
historic da Psaito, que a Igreja aprienta si s fdleis, como
o unico ponto digno de sua adorage do se amor, e de
sua contemplagAo.
Intercedendo eata ennsideraCio 4 vista do prero infi"
nito do Pregioso Wangue, a Igreja. pede, ora e supplic
pelo mundo inteiro. plo papa, pelos padres. pelos fiei
polos heregas e pelos paga6s atd mesmo pelos Ju'Jeos
quo crueificarl o DEUS de DFUS, que nas agoilias da
morte a mais cruciate, orou tao bme por elies, disen-
do:
-Meu Paee perdos a estes infilises, que nlo sabeio
Oque fasem!
Segue-se, sm signal de nossa gratidAo, o too ante e
anblime actor da Adoragao da Cruz.
Entao o Sacerdole officiante otomRno o Crixo, e
voltando se part o povo, descobre puuce a pouco a
Imagem do DEUS morto na Crus, e cant a c(reli i
gnum Crucis Eis aqui o madeiro da Cruz, a *rvo-
re da Redempg o! 4
0 Diacono e o subdiacono responded, a In quo sa-
lu mniudi pependit s No qual esteve pendente a sIl-
vagao do mundo.
Todo e6ro, prosternan do-se, responded; Venite,
adoremus. Vinde, adore musl
O offisiante, como que acudindo A este appello, do

Moyses no lugar sancto, fas 3 genuflex6es approxi.
mando se do Crucitixo, e o adora cornm toda reverencial.
Em quanto dura esta piddosa ceremonia, a Muf.
sica cents os versiculos do acto, o espirito christao
n&o pode ouvir com indifferenga estes thrones de
magoa de dor .
S P...ovo meu, qe. to fiz eeu, ou em que te cone.-
tristei? Responded me Porque te de:i*liberdade ti\
rasado te da terra do Egypto, tu preparaste uma cruz
para o teo Salvador.


o primeiro 0o segundoe6ro bradao:altornadamente;
-DEUS, OH DEUS SANCTO!
-OH SANCTO DEUS! OR DEUS IMMORTAL I
OR DEUS IMMORTAL! piedade, misericordia f
Piosegue a ternsa e sentida cantoria dos threnoes,
e asos ses accentos, o ,osso espirito elevando so
a Deos s' (4pande nos setrimcntos de mor e ree nhe.
cimento para com a Cruz, que foi o insirumento
de nossa redempilo, e solta este cantico que iw
expressAo intima de sua gratidlo 0 o volo de sua
profunda homenagem e adoragoo;
-Pange lingua gloriosi
Prelium certaminis
Et super crucis tropheo
Die & &
--( Cants, lingua minba,
Que cantar 6 justo,
Do madeiro da Cruz
0 mysterio augusto 1&-
S rTeminado o camnico eomn a pildosa ceremonia, lie


I


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I _:


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4 'A VOz DA I lIKL


A enfermidade prlgrpdia eqad vez rdais j se a-
cl'ava em es'ido de? abtindlante supura8o.
A po.re padv'ceime tomou todos os remedies que
* l;e f..ran appi:ca :,'s por divers-.s curiosos, a IInuln
oite: o wriijurai, re4o,:vpu-.e a to.r:a banihos no Cal-
S f(:l.., ? ,-", perf'*.i, vlen t: InM .
m* ni.a i.e wir.s wha Ae Marik Tho'ma-

;ihi, r,; I Pi d' c ,! i;;,ir M I!f- u Irn scillef t 1,
1anon S" r ni s, 1 -; -P r'P' l -itI rIv11,f! bo .-I
1; :':. r:8 2-:: d. .o t Uiih'I n orii('rn no
S '- a 3 : s de v 'um'tos, diarrhea e
i ; ,i, t'. j.;;i< r no C" 'd-s. mvni ou vir de s.-
I I V;1 T-1 1 al iLmene Iivie Je 0d sos 05 nicou1-
. "


':.. .1 ....- : ".. :')."> ' ue d rm or p rto
, .r s ,. *'. ~O v t- mr 3 t uib:1 do Norltp p der'i
ose



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, r ii-),,: .'o, u. ni "7'" :I one priv,;:f, m : ,O I i'P dir 2i



Srvuo de Mari.

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r ."'r o ,. ... 'er6 uCLO .bUfllOr.
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. r:leJsO C**alcanIe.

J:. s S.u. res: D rosa. e Oi


A. i


Oproducto desta subscrip~a oriou em du1
tantos mi! reis, valor recebido em fast ndas.
Crto,. Largo dt Matriz, Typ. do Inlterlato


AO O0 CATlT. ..


,- PUBLIC AO0 LITTERARIA.-
HISTORIA
DAsMisSES NO CARIRI.-NOV
NOs ANNOS DE 1864 e 1868
IEC(;RITA POR
BEINARDINO GOES DE ARAUJO.
('Conlirnaiao)

CAN 14)OS.
frer este cpitu'o para nnio dar re!le conta de todos
0o lv'it s, alticoS. ec7 "l.Oes mAr' icT s, coip'slas e
'.rac'uis em! hf.nra de tW- US: e dos ASIgraidos (:Cra c es
' .;,-su e dce M;.r a p'lra n- o ( ti ( 9s p ei(C' r taly<& z,
urma ex:,rcencia wplm1iortua, (ou pl1a ti e Ivuca vaidade;
por :tr s.,o o C)onmositor da n.mior paite o quoe creveo
estas lil %s.
SAna, (c verdpd!e, os rreos versos fracas cencep<(;6s
'n um esp-r:to enfermo, e .sins tscirdartes de urna arpa
( eslen:.' d e (. .co.er'a do 6 da1 n.isrias imaneas.
Mas, ipara ser fie: a Iiti-(ria, d(i-V( lItdo t inscreotr, pu-
bli'ar ',udo, e ldar c : hrc'fn r i: 6 t, d(I's, (fln;b(r m.'fli custe
(.el-os, ou I',spiesoi-(,s, (c toirrf e fir v)sso gosto.
Os .ouo p mircm coIipncrlns pela i'rrdf.ssora, a candi-
da ,i-!em, Vic'oria de S;',lt? Mim'inia. sto dignos dI apr-'o
-ipra se leles a ,gr~d.vtl i .r, de u na alma embe-
bida 1a1 di'icias do Leo, .coi a mielodia dus Cdnticos
dus Arjos.
Despresal-os srria prova dp estupidez, ou calculo.
S iPARA A INAUiCRCAo DA CASA.


EST'IIB3I!HO.
Como surge It'orisonte
0 sol ('iro e mlngistoso
TF'. a dous e Fvereiro
Chega o dia vetiturozo.
Vinde louvar (,h Fais,
Corn tnfiita A&pria,
Os Divinos Cor t 's
De Jesus e de Maria.
'or altiss1i)1 14 isos
De O)lUS OQui nos e6ivia,
Comrn o seo santo Corai)o,
0 Coraio de :aria.
Vetm ser dos Cariile.sts
Protect'ra a Virgem Iia;
Vemin derramar suas gra(as
o0 Corawiao de Mari .
Oas trevas da ignorancia
Da discreisC,. em que vivia,
Se, povo vemi litertar
0 Coradio de Maria,
'Vem rece-er l-p bre idnfmaite
Que o pCor matar qieria
.thr prolpger a orphandade
0 CoraAo de Maria.
Vem a mulher desvairada
,Offerecer-se como guia
Vem. consular as enfermos
0, Coraio de Maria
Yem obter da Clemrincia
De DEUS por sua valia.
Perdlao dos nossos piccados
0, CoratAo de Maria.
SPor ests sacros Penhores,
Oe DEUS de summma Bondade
Alcanpa-nos a ventura.
Da .fills eteriidade.


In'p. por Agostiaho LuizArnaut.


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