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Voz da religiao no Cariry
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 Material Information
Title: Voz da religiao no Cariry
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Creation Date: December 20, 1868
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: University of Florida
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00008749:00002

Full Text

.4


AINIO I.


DOMINGO


rJI'I ,


A YO A EMcy C A ."^ a 's's
*** * *


ASSIGN ATURAS.

'rt ArT . 5 o00
OU ifts. POTOS 6e ,,li
oMsJERiO AVULsO tsO

PU3'A&-SE AOS [DOMINGOS\
SA


A VCZ DA rI3lIGAON o CARIRI.


rA RLIGIAO.

A ,.
A r'i~g:I e o viocun! que parhxima a trea-
tiirAt (,o cr:car, o equiiiibrio que susten a hunma-
aidade m seu movimemato, rslo da ordem que
aitrY1mnni, a ttr!iarD! infal~ a 'tef.


ToioJ ser pPnsrnte co:npreronde e senate os effi-
tos dessa Ii? n.wural, suorema e immortal que I)eus
Ioe tern traelio como i:ha de conduct 1o cami-
ch) (I sea exitencia. .
Violar sous prec5eit,'). di.spresar seus dogmas im-
a pts p os 0 rm-imeimnto deste Iaco dA uniao entire
t)i'us o :)hom mn, a perds do equilibrio social e a
"eru,0o d. t.oia ordem moral, e a revolta contra o
poe qi a G .utA ab'eco.
Dq'iqi resul:s n.censsriente : eastigo do traas-
ressor pa':a o ret'abl.ecimernto da ordem, porque
a p:ia, d(is Bssuet, recLt:fca desordcm,
Q:Jo se peqee e urna defordam, ms que haja
puin .,o c lo h1 p'.c1do, a regra.))
aP co ca:t.ig p3nrt o o b nrem yotva ordem
donde sa'ira peia transgressaiu.

.._ ,, _. I i. .. ... .-......... ,

T7r rI r l ".7 r iN ^



S' 1 r
.Lo





JosEP.A D! SANcT'ACkANN
IMI DO CA'MO, ;E PROFSSOA NA A
CAZA DE CA ..DDS DAS
,. MaAS
IA PROVINCE A DA PARA::A DO NoaTr.

(Continulalo do n. n.2ecccd.te,)c.

E comtudo, ella senate em seu coraVso um grcn-
de vacuo.
Deseja preenchel-o, mas nio attige o meio con-


20 DE DEZW1!B'l0 DE 18 8.


SANCTOS D S'41N. .4
11* ET DOGETE OURES C ENTES.
20 Dom. s. Domingos de Silos
t osos pontos, ensinaea todos os povos. 21 Sg. s. Thomu.
22 Terg.. s.ionorato.
23 Quart.s. S*rvuio.
CRATO: TYP. DO INTERNATO 24 Qaint.s. Gregcrio..
25 Sext. N scir0nt. do SaHOR
-LAGOADAMATPIZ.- 26 Sabb.. Estvio.


SPFuesta em si, em suas consequencea. a deso-
'e e'"iecia & lei de Deus 6 a causa de todos pstes
grn.!:es malos que desolam o individuo, a famnilia,
e a bu'nani(da e.
SEles enchem as paginal da historia do munnido
i em todas as uas phases, enr. today as suas epo-
c ,s, exp0ico a rtsfo de sua exieeacia, falo do
5si n:esmo d gerac;es que percorrem os espas;os do
Stfe~o.
S". '.


S i o bomern abrindo n grande livro do mnncdo,
SMao com"rehtnde, a philosophia destes males, si nAO
se comoenetra da moral de uslu' lic6es, e, si re-
Sc,;:leceldo .a verdade, n?.o so convence, o6he para
. si, pFIra suR familiar e se estude, porque e tao bera
jum Peoueno mun do.
SAbi ver. entAo que inrortunios nBo temr a dcepo-p
rnr porter bte errai do dos setos principios deita lei
D vI: que se econhbce Depo rome de ltigir0o, e co-
m o o anincrn quo se v' despedid'o da venda de sua
.iO 's, sorard o brado profundo Ue suas convic-

-Ob! Poder divino : quem. no te conhece ?
O: Cl Sanc~ dOn JSU CElISTO como
tu, .ue parecias .excusivaMeute occupar- te da eter-

,, t i - .. ; .. m . -


,cenEute a ,mu. a.pir:ao.
Lucs com cesejos utp.ices e var os, quer a-
c;rt r: corn a escoija de seu futuro e ignora o pcs-
I o ,qu l. con.signa sua vocanoe.
"cre a paze a reflex5o de seu espirito, e chcga
S'""' "g-se infeliz.
N3 ordem moral, Como na. orrem phisic ha
cris,''1, tde Ivoe!Ve-se revolu Os app3!'cem ll'ts,
C ras3u'a muitas ves s ues mesa do aIn rma'i u.n
.e::ume no qne interrompe o curso regular das coa-

..'seplIa de Sancta Anna pass por uDa dessas

Swa estrelta empalidece....
A ve;.le, comea a erguer a cabeea, tende a ir-
mar szu imperio naqueile cori io puro e simplis.
A u c 'io dte sun alma ,ai deaapparecendo e a es-
teriidas.e tcma terreno.


,II



I- ..



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t-
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- ---Y~-- I'mc __-, 6 L.


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- ..~I.. . . Il.l~l\J .... Il1 i -- i, '1 i i. ,


ff I


.~--IQVWIYI
i, '1


" ... : ..


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:-:: : ;.;






A VOZ DBA ELIGIAO NO CARIBT.


m. ; ..."n e confirmatso .ffluir.o i porfia Os
c. ct" ,f t'iSmnhos do e(criptones sanctos e
c. d: Unciis, die universidadeS o do alguns dos
S* '.s . "
em virtudc
: .'..co desta crensa,em virtudcdo consenso
i :'I;te era lis'er aicda quo fallasse o dognim?.
:.i:: o roestlartsinto e o espirito de heresia que
ep c'i io comr tudo, fis, rao 'onto de partida do si-
clco da tgrrj, e a todo custo prouoralro introdu-
i;' nros cftholicos a dissedencia neste onto augus-
to do niVa ( .
Tr.aba!lho itiutill
No' livro las verdat!es eternas jd estava escrip-
to- As ports do Infre:no aMl prevalecer8o contra a
Igroja de JeSus Christo,!--
NPea crensa, o Chefl supremo do Catho'ecismo, in-
terpe'a os lhis do imrndo inteiro na posson die seus Pas-
torFs c Prelaos, o"ue o ceiistnso unanirMe do todos os
tnimpo s e de todos os f6vcs, e cekva a crenla ger&l i
I)opma de 'Fd.
No dia 8 de Drsermbro de 1854, da Cadeira da verda-
ce, ella prcl.n'ra .ao- mundo inleiro:
MAUA SS. fo:f bia sem amals levt sombra do
peccedo original desde oprimeiro instantode seu ser.-
astabelec( entrao a sua festividadu to ponto mais so-
lnell da lithurgia rorriaia, prCga a dEvoqo a Inmacula-
'd 'Gei^o p".- 'W'."ir ;-^N 4 "": :C"",a. e.

q' e ficEo aquem e alem dos portas da Cidade oterna
Ainda uma v*'z e por nmais um titulo su faz me-
.ravel na historic o dia 8 de Dezenlhro
J::ntmos tambein umna ta 1ro 0 su himno, um
verso na sue epopia.
Sob a protcc, o do Imiraculada Conr a o es-
treamos hoje, dtdicmnos.e cunsagramos esta empresa,
S(! MARIA dignai-vos em acrCitacqifo doC os
so voto prniittir que a voMs 1IMACULADA CON-
C.CAO que tantos milagrcs ten opelsdo, seja a
*":ror., bti!hante da < VcZ DA RntLIGlAO NO CARain
2. mr'Iha, de sun vida, e a sua estrella propicia e
t::mnoza na nioit deo ue existencia,.consguindo n6s
a res!n:sio dos blefidcios quo alirmeiamrs em fa-
vor da r elig'o du vosso Filho e da terra da San-
:i. to Crus di qouem sois Padroeira e Advoada.
8 de Desembro


ro b:1 h'nte que aguardava sua filha.
Sr.o so enganou seu coragio presago.
1 eu. oawrava com sun gra(a para a perfeieio des
o. cri..;a que havia ser mais un vaso de elki o,
*uma aima d'Veite.


Viv.., alegr, risonha, a terna e amavel menina al-
e yrnava os risos e as gra;as da infancia corn os af'ec-
tos o ssntiincntos de piedade.
a1tit.s vcses olla demorava seus olhos sobre as T-
agnr.s do nosso cu-to e assistia nossos actos de a-
aora;eo comrn u espirito de f .que bem se conhecia
peo gosto que neles encontrava. .
Cor nstas predisposi(oes crescia na idade, e pro-
gredia no desvolvimento da intelligoncia.
Chega com tlo feLisus esperangas & idade da puber.

Esta nova phase de sua vida devia lenbrar-lhe seu
.. ,


TNTERNATO DO COP AC;AO DE MtARIA. -Nste rEstahelici
mentor jA funccionao as aulls de-rrimeirms letras,
Grammatica Nacional, Fraiicez, Latim e Doutrina Ca-
tholica.
0 ensino dos orpihios comprteinderA mais a apren.
disgpm da aore 'lygra lhica sob a director do Sr.
Franklim Benj trin de Carvaibo,
*A Dirictoria ter convidaoo para o magisterio o Sr.
I, Ro im e P*. M". Germano Antenor de Aradijo, q
esppra que o convite serd acceito.
0 pessoal encarregado do Onsin, constard dol
Srs. :
Padre Igncim de Sou a Bolim
4 Germa~ n Antcnor do Arafjo
Dr. Msnoel de Sousla 11nim
1,is8 Joaquim Tells Marrocos
isidro Frtanisco do Paula.
Antonie Xt-rofonte de Oliveira
Franklim Beenjamim do Carvalho.
Todas .As providencies serso tonadas prra que 4
Follfgio pieeiidca drlnarecntelu s tIs de sua institui-
Ao.,


pamos em nossas peginos a vida de uima Irmnn da
Caridade, fallccida he pouco ltepo, na provitcia da
'arllhiba do Nole. K
A LiogrriPhia d(sta hrrcina trnm ontrs do con.
aIcto e sirnilithanra, anlVs v Ies c( tnr uns tia Lislcnria
sd SnlDos, mas aprpsenrta mm caractcr de .rigin-s
lidade que Ito se dipp ra nim part dguma. : '
Miis tarde farcmes imrprimir cm folhetoo est traa-
Iho littcrario etciipto so correr da peai:a.


OtEIT.-- No dia 30 de Novrrr.lro :frullfu-.se no
Simiterio lpublro desta Cidede a S I). AntM nia do
Castro Jlulid. Mirrco na idadedee )63 arnos, rk(cPda
em seu leito de dor pr sua nutnreroso fimi!ia c .e s us
tilhos que Ibo dcro as naoioreb proves de anmcr e de:


nascimento distincto, .e fasela ambicicnar um fu-
turo brilbante.
Sente com effeito estas aspiracf.~s tao naluraes ao
coraoao bumano, mas dirigc seo alvo elem, estuda a
sociddade, v' tantes de suas palricias infeliciladas pe-
lo casamento, e recuza ciigir a capela de noiia.
Entao as illusOes que nffagam a imagimanrcao ferri.
nina com. os sonhos que as irnlirefs i s do dia prSn-
nifico i noit;e, as mentirns tallases dos galanles que
requestl)o a irncauta, e assedtucecis que t.i~to a can-
dura do uria alma innocent, seo he mostrar.m em to-
da sua hediondez.
Ella entlo rerua corn pavor ante as escolhos rnde'se
perde in felismonto tantas virgens, e lefugia-se no
sanctuario de seus piddosos sentiientos.
Amparo n o fraco, P trio da victirra, a helr.
sancta, do Calvario cxtr cc .l nl r (o ctc (t eo
iniga que a escude contra os golpes da adversio


:2il~


. Jl t I i .


- . . .. . ...... .L ... . .. ... "_ . .. . .. . ...^ur ii . . ," ... ...- ... .... ,r ,


.;,.. :T.:l~:.:-~u~rc~ U(ee~r II --1 ------------ ----- -~-~ -' -' ---


::


RIDTIClbllO.


i

I
j


il


' .* V
'i s




a, 4t,-


A v_ t i m Ito caMlN.


f** : :' '7 ', \
* ** ** *


dicacao filial6 .'
A sympathies quA semprA gosov, strahiu Ibe Fobre sua
lousa as lagrimas e orarbes do todos os que a conhe-
cigo.
Coom a fraternidade que inspire a dor .dmos nossos
pesames i4sua Faamilia.
OUTRO-A cifra dos mortos tomn so e'evado nestels ul
timos dias. Nesta nuiriero tlemos a dor de contar o Cap,
Joaquim Correia de Araujo.
Victim d'uma lhydropisia sxpirou no dia 3 do corren-
to na idade de 73 annos.
A sus religiio e pi'dade o cercarAo de conforto e resi-
.gnaHqo no hora suprenia.
Nossas condolencias ao S'. Manoel Correia de Araujo
d sua Familia.


COL kBORACtAO


A FONTE MlACULOSA.
As grandes e repitidas mara vilhas que se vio dan-
J o todas os dias na nascensa do Caldas uo devem
Sd ficar em :silencio o- antes apregoadas aaente pe-
Sloi belt!ficiados.
i A VOZ I)A .IELIGIAO, que ten :a missao de
Slevar s. socjedades mais. remotas a doutrina e os

ser o 4cho das maravyjas que se opewrou m IN

SSaiba pois o mundo nmteiro que DEUS querendo
S estabelecer o credit do setu scivo, o Padre lbia-
ina p a firtalecer centre os povos do Cariri-novo as
verdades -da fu J moribund e proxima a desap-
p-recer, f .z surgir o argnmento irrespondivel do mi-
3agre.
A fOntf do Caldas, tia freguesia da Balbalha, com-
~ arca d) Crato, Provincia e BispaJlo do COard
J Aiv.ualmenite o bjecto de respeito v veneraCao dos
fi i, da adrmiraFAo dos impios, e da confusao dos
i i'ucredu!os e moterialistas que por mero capricho que-.
1:003 vinegar a DEUS.


*.:


Ja3e e asile a 'virtude scmbra da cruz,
A Ji, Josephade Sant'Anna eneontra fortaleza' pa-
rs iCL'er a fascinatio i;rezistivel do luxo e da vaijiede
-psa 'do; dlos que o mundo i o0 lapa quando surgimos
t,, 'C, r > .o da vida social paa figurarmos corn a fausto-
sa ri oge-n da rni6a por entree os oropeis de um ie-
cul ljp erJid e fallaz em su civilisaAo.
Cia c 3.aciencia desta verdado, ella deixa a retina, e,
': .'"-s" entre suns patricias pcla complete adhefen-
j a fcji.21-o christan.
SO Tou s.Yepre em today sua vida corm simplicidade

strou a decencia em sun plenitude sen
ii .: i, /..posos e incomimodos doluxo e da vai-
" '"1 ,o ii natismo da n6 Ia pode justificar.
A G:-I:.:.. I:hgi sa que Ihe derao seus paes,
;"-...ar tO cds os lados, desinvolvia os mais

:-. 4di S.lt'Anna preenche eam tudo os de
,, i


MI~lcllc- ~~"'IYP*~~~aklgQI1CU


Vejao todos alles as provas, e ip nlo cresm, ve-
nbio ouvir da bocca dos bpneficiados a narraqio
destes prodigies, e presenciar os factos que nao se
contestnAo


Narremos os factos em face do depolmento das
suMs testemunhas oculares.
Luzia Pesiiboh, parda, casada, murarra, na vil-
la da Barbalha, partly i a dis pernss a 3 annos pe-
de que a levernm d prezenra do 1R," Altssionario.
No dia 20 de Juiiho de 1808 B6 rcaisado o seu
desejo e achandose ao in 'Intro.do MissionarioCoe-
arense, J. zI ANTONIO PE I AR'A IlIAP:NA que Ihe
passava na porta, roga-lhm corn a mais viva instan-
ia que the ensinasie o remedio de seu mial.
-ui nao sou medicd do corro the diz o veneran-
do Padre llMetre, o meu miristerio 6 curar as al-
mas.
-Aul! meu san to Padre, enmine-me, Ihe retorquio
Luzia, sim, ensine-me o que quizer; e eu teilru f
'de ficar boa.
1-Pois bem. mulher, va tomar 3 banbos na fonte
do Caldas ao sahir do sol.
Luzia creu, foi ao lugar indicado no meio de u-
ma carg. e acomqanhada de seu marido que t&o
bem soffris de uma hernia.
Ambos forao so banho e voltarAo bons.
Nas collumnas d ste numero nAo ha 'ugar para
mais: assimn snspendemos por moment o fioda nar-

w s Ao nume= .


LITTERITURA.

SONTO.

No: enOnntro do doI r. radre Mestre Ibiapina em
Missio velha. )

Salve, salve, de Deus Ministro Santo,
Do grande Chavier Imitador!
So ee as dis levu as dis leleis d' amor,
Tu vens ao ariri causar espaulo.


verses de boa filba.
Toma a si expontaneameate a tarefa de repar-
tir comsigo o peso da economic domestic. de a-
ligeirar os cuidados e trabalhos que exigia est3
ramo de servivo da part de seus paes.
Seu ministerio feeundo em realizes resultados an-
gariou-lhbe a plenitude do affect e do amor pa' -
ternal.
Josepha de Sanct' Anna devia considerar-se fclis e sa.
tisfeita.
Neste mundo de miseries, onde tudo affige nosso e.-
pirito, ja d muito ter-se ima consiencia several que nao
nos0 censure urn extravio 10 cumprimento .de nossos
deveres, paz de es irito que faa o cncanto de nossavi
da, ea area mediocridade que nos estabeleacem posi -
. o decent na sociddade.

Continuar-se-ha.





M =. 4 1 .. ,


SI


w - I - I - I ---,~_- -~ 1--~--


tN~~SG"YI r I -1~D1IIIIILI


r r -- .s
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rt"j i
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.:.:. .
...
i.

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A Y.OZ bA I~tUitAO ka CX~~1Rir.


.4.-;- 7*


DISCO:RSO PrrFFIDO rELO P MEST


IGJ CIO DE SOUSA ROLIM
sO ACTOR SOLEMNE DA ITDAM CU0 M
;TI.:RATO O CORACA. O DE-t rA.
nlominles tanti quanti sunt, educalioni deherin.


Assim dizil, graves philosophos *ntios, que no
lanomeens tid u qutni t ha deestimavel e vahluso, de.-
vion a sun orPI!n ..,
Sim, o hnmmrn por vinturese 0 cheio de nl defeitos,
e pdquiri' esda ve ii n is imi erfir,.6Os que somente a
eduer,;io e que o vem curar e corrigir o mais que 4
poisivci.
I)isiap DiPpo D Thaosl d.' oronh q,.,, horrr
plnr natures 4 w au,- rfrl inliinadO e feriz; a educa-
iso porcm 4 quo o ode drLeesicar, t iiiodar e
po0ir.
De certn o hrnmm s m m s b ,neficniosdo mrra be
e0eic6rU A 1im irle, e roSeiro, ielibg'r*m e ki Ial.
NIo Iorro por rducai, r:menrite que pe Iadquire
nns reoIas. e rol 'Pini, quaido) estou ctrto que is
Cesas pnrticulares .taubem p(do haver multa part de(
b.,a fpdur! 'n. pois -o s pais.de familiar Fso Wesirev na.a
tos H .eus iUhoc, e s6 for .ccuIC IeA ui Utriores, ru
poar f Ita o habi i'ato 4 que rostumnio iAitar-ie de
part desse ssagrA((i deer, (uja cxecutio fiarnga a ven-
t9r. sote do fihIs.
SA eh 4 timk-U '- reflit-- tag-e. epiuitealO 40
home, 6 urrA nova c roniao A qu M
por fim nioe s6 esclarecer o entendimento, mais diri-
gir a vontae e mitigar o coraro.n.
Se a eduia( to o ohjecto de tal importance. tual nio
ddveti ses a i cpaidadde iepssl, di iEduedo?
Na Grecia .tdos asi mennos luiportaites deviaO other
por aio ou FeduiggO unQ hWromfm sabIo e siuio quo
os 'Amasse conm fi 1i1u:
Socrates. fCi tio do Acibades, Ar istolele, de Aiexan-
dro Magno, Themirstcces de Argilio.
Feel n o .Peo Telemaco queientdo rar ao 0Eu Iherce
um perfeito pI.degogo, en oo at bicao na terra t-m -
.prcgou p.ra isso a decsa. KiRcera icculta i tfigura
de. Mletor.
SAindsa hoje 6 todes os Principes cm si~ Fucricite e.
:dd por ai uu mnentlir uin hoes sabio que coi.t;-
uamoit' e o eniii: e dirij i.::: Ii :: :
Ttnto 4 necessary que a idfancia Pja lIiiS'a pe
la conlini-a ossi-terlilo de.m si:udo director !
As escoLs ;ul.UIicas primsrias sao redigogits prcivi-
des de n;estes que se w up[.l:e capcz de ensitmr
diriir a moridade.
Ccilcgios iub'icos e paticiu!lares s&o estal-eleinr.rr-s
da niesmia uiitureOa, aligmenlados de mater iampcItaucia
e de rueutipli'cadas vant.:, .i',s.
P'residir d iLstiuin;uo e t c (6.'co da. n:ucidei!e e umr
dos empregos mais impo, t01 .i s U p8iz%, um dos tnais
relevat1cs servios qo 'e d pres'.ar ~ bun8l apl.ci Ie
.Ceituwmete dcveim os bliitatitis do rinsso ceutril
paiz corgratular-F si se hcuvor reai:sdo em v u s.1io
urm permaFento f6co de illustrac(;o pra a n rcidide!t;
comtudo esse ilar0o que nos lires~ta um r;turc Li-
S song(iro 4 tsl respeito, do quLtjClns troprPo., e quinn-.
tos recrics1 v:io Be scha redeedo, assiw corr.o tod-s
as out:as cctNos huoroaas ?
Esses estabelicicjtentos (o:,'cgpdcs com ro lnm e pro-
mover a instruc(;o, e pthrtar os lnrn codstiuies, tauij
tas veses ten prodiu.ido i!ifehlics r'sultndos.
"E inrctl cue iEs Tlsclas ou Cn:as e,' druca-
j So se r ern muitcs indiviuuos de rmuidivenros cus-
'.'.:; f f, . : . ,


iures, e p.la p taior parte iit.fJets de vicious rniai ou
menns -ernicvii ao0: um insubordinado e orgu'ho.-
so; ouiro 6 ipietenree e inruido;. oulro ro~ira-se
atrrtido, Irad;ientie i. d intenrioc.ado: b i(.elleo
in vjoso, e *u cit It n dor e ,entircso, et'e icic*inado
a rapinai; q., ile uuIro habituado Eo jCo; outro ,ili-
antido emn deveciJ.s:, todos dados a prcLu:a; e-no-
whoam voted exclusivumertes as letrAs
Quarltc vicious n8o trazem ji os nmepincs de ca-

Iisiat tr. Iollin no sv tr laedo de .cucC&io or.o-


Sratl:
a Oxa'd ~Ms rmeoiosto fucone-s a c use da pcr-
ditio I'do c)lstcuime do :Ios S f,lhos a
i Que cousa 4i4 o dteja Vtn meluiro quo eoga-
tinha tem purt uras ? .
a Que auiae!,. qe cr e'Jpi~crnc, que ccis-
aO, uLtO .e rILin ii rbn S(-3 -tt.hs c rt SV qu "
depuis piroduen uirm p4i 1o d1e 'siCii's?
SA ler c:sdade cu re()ritp.iio de I'Vs unr.(s un
inf-liz cc(I ilei tr/rol quu tem-tI p).ne!raduo at os
m)is remrotiu..o.; camja os.
Quoe r,)id. cirs ,pd'', pr^egr um !r e'il nior
para prevmnir tcntos tIzles e in icedir c;;o e:;'tr o0
*lum .(us .e pr, ppucr nr:;;e ('t..-tL. t s ?
Elle coir (4 I(ito ",! t ( t ( i,: .- (n'rc i nua-
.eras dift'(l il,..ss; 'u i so er; 1 ie FeLrca Ir
a cuimprir seuS devetess, s c' om cali~r; o ;rit cura ILs-
.r Uin itU aCs, se p- aenu!nalto st em aOha lem
tt C i.O L do r.) t .uxi t'v10 m b.t.t)b.
tural, '. ur ca rcr. il::uct:f:1.ra a su i.: 1 nliel.
Io toiso lt, teriatu a(mtrc'mi;ut chA.e do ailum-
nos. ' "
A u.' ,en que (>s Iiutrrcors ,si.: m c ntirn8aircute
ro C'I.legio);: a'a n.Ais in parts.l e nais1 p)r i- a Fara
ai asr fis do i;,tt: )o cr que e ii tem o
auinr cs d? e 'iCtc sr. .i:uitat .e.iue a int mruc(;o e -

A 2. 1io 4 trb rtiS ucun rTr 1 a eueeirsio.
A o,. c);st a:1) do .7 .!u .1 ktr I.( C Mr fora, tenm
do rechblr .r ',i a i. .:rL 'o n'aeu' .
,rm .se 6 g;ue a vcntern ts tIcdJ r!a I'. case,
po(rqut( an~i e os u:n I;4 s t0m de si.mci' r <')aixo
a v'igi!aicia dCo L.t:;l.: u rli t r quto cstd eC carre-

id; d'P d : i tciytini ao i t' pae ci cc!..ic.a d ivina,
st .. .. r: .. .
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Sdo rm tI0.o o er.preo ode Vice-Director, sob os con-
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