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.4 AINIO I. DOMINGO rJI'I , A YO A EMcy C A ."^ a 's's *** * * ASSIGN ATURAS. 'rt ArT . 5 o00 OU ifts. POTOS 6e ,,li oMsJERiO AVULsO tsO PU3'A&-SE AOS [DOMINGOS\ SA A VCZ DA rI3lIGAON o CARIRI. rA RLIGIAO. A ,. A r'i~g:I e o viocun! que parhxima a trea- tiirAt (,o cr:car, o equiiiibrio que susten a hunma- aidade m seu movimemato, rslo da ordem que aitrY1mnni, a ttr!iarD! infal~ a 'tef. ToioJ ser pPnsrnte co:npreronde e senate os effi- tos dessa Ii? n.wural, suorema e immortal que I)eus Ioe tern traelio como i:ha de conduct 1o cami- ch) (I sea exitencia. . Violar sous prec5eit,'). di.spresar seus dogmas im- a pts p os 0 rm-imeimnto deste Iaco dA uniao entire t)i'us o :)hom mn, a perds do equilibrio social e a "eru,0o d. t.oia ordem moral, e a revolta contra o poe qi a G .utA ab'eco. Dq'iqi resul:s n.censsriente : eastigo do traas- ressor pa':a o ret'abl.ecimernto da ordem, porque a p:ia, d(is Bssuet, recLt:fca desordcm, Q:Jo se peqee e urna defordam, ms que haja puin .,o c lo h1 p'.c1do, a regra.)) aP co ca:t.ig p3nrt o o b nrem yotva ordem donde sa'ira peia transgressaiu. .._ ,, _. I i. .. ... .-......... , T7r rI r l ".7 r iN ^ S' 1 r .Lo JosEP.A D! SANcT'ACkANN IMI DO CA'MO, ;E PROFSSOA NA A CAZA DE CA ..DDS DAS ,. MaAS IA PROVINCE A DA PARA::A DO NoaTr. (Continulalo do n. n.2ecccd.te,)c. E comtudo, ella senate em seu coraVso um grcn- de vacuo. Deseja preenchel-o, mas nio attige o meio con- 20 DE DEZW1!B'l0 DE 18 8. SANCTOS D S'41N. .4 11* ET DOGETE OURES C ENTES. 20 Dom. s. Domingos de Silos t osos pontos, ensinaea todos os povos. 21 Sg. s. Thomu. 22 Terg.. s.ionorato. 23 Quart.s. S*rvuio. CRATO: TYP. DO INTERNATO 24 Qaint.s. Gregcrio.. 25 Sext. N scir0nt. do SaHOR -LAGOADAMATPIZ.- 26 Sabb.. Estvio. SPFuesta em si, em suas consequencea. a deso- 'e e'"iecia & lei de Deus 6 a causa de todos pstes grn.!:es malos que desolam o individuo, a famnilia, e a bu'nani(da e. SEles enchem as paginal da historia do munnido i em todas as uas phases, enr. today as suas epo- c ,s, exp0ico a rtsfo de sua exieeacia, falo do 5si n:esmo d gerac;es que percorrem os espas;os do Stfe~o. S". '. S i o bomern abrindo n grande livro do mnncdo, SMao com"rehtnde, a philosophia destes males, si nAO se comoenetra da moral de uslu' lic6es, e, si re- Sc,;:leceldo .a verdade, n?.o so convence, o6he para . si, pFIra suR familiar e se estude, porque e tao bera jum Peoueno mun do. SAbi ver. entAo que inrortunios nBo temr a dcepo-p rnr porter bte errai do dos setos principios deita lei D vI: que se econhbce Depo rome de ltigir0o, e co- m o o anincrn quo se v' despedid'o da venda de sua .iO 's, sorard o brado profundo Ue suas convic- -Ob! Poder divino : quem. no te conhece ? O: Cl Sanc~ dOn JSU CElISTO como tu, .ue parecias .excusivaMeute occupar- te da eter- ,, t i - .. ; .. m . - ,cenEute a ,mu. a.pir:ao. Lucs com cesejos utp.ices e var os, quer a- c;rt r: corn a escoija de seu futuro e ignora o pcs- I o ,qu l. con.signa sua vocanoe. "cre a paze a reflex5o de seu espirito, e chcga S'""' "g-se infeliz. N3 ordem moral, Como na. orrem phisic ha cris,''1, tde Ivoe!Ve-se revolu Os app3!'cem ll'ts, C ras3u'a muitas ves s ues mesa do aIn rma'i u.n .e::ume no qne interrompe o curso regular das coa- ..'seplIa de Sancta Anna pass por uDa dessas Swa estrelta empalidece.... A ve;.le, comea a erguer a cabeea, tende a ir- mar szu imperio naqueile cori io puro e simplis. A u c 'io dte sun alma ,ai deaapparecendo e a es- teriidas.e tcma terreno. ,II I- .. i t- i ,'' i" * ' ' ; - ---Y~-- I'mc __-, 6 L. - *C~ a - ..~I.. . . Il.l~l\J .... Il1 i -- i, '1 i i. , ff I .~--IQVWIYI i, '1 " ... : .. \ :-:: : ;.; A VOZ DBA ELIGIAO NO CARIBT. m. ; ..."n e confirmatso .ffluir.o i porfia Os c. ct" ,f t'iSmnhos do e(criptones sanctos e c. d: Unciis, die universidadeS o do alguns dos S* '.s . " em virtudc : .'..co desta crensa,em virtudcdo consenso i :'I;te era lis'er aicda quo fallasse o dognim?. :.i:: o roestlartsinto e o espirito de heresia que ep c'i io comr tudo, fis, rao 'onto de partida do si- clco da tgrrj, e a todo custo prouoralro introdu- i;' nros cftholicos a dissedencia neste onto augus- to do niVa ( . Tr.aba!lho itiutill No' livro las verdat!es eternas jd estava escrip- to- As ports do Infre:no aMl prevalecer8o contra a Igroja de JeSus Christo,!-- NPea crensa, o Chefl supremo do Catho'ecismo, in- terpe'a os lhis do imrndo inteiro na posson die seus Pas- torFs c Prelaos, o"ue o ceiistnso unanirMe do todos os tnimpo s e de todos os f6vcs, e cekva a crenla ger&l i I)opma de 'Fd. No dia 8 de Drsermbro de 1854, da Cadeira da verda- ce, ella prcl.n'ra .ao- mundo inleiro: MAUA SS. fo:f bia sem amals levt sombra do peccedo original desde oprimeiro instantode seu ser.- astabelec( entrao a sua festividadu to ponto mais so- lnell da lithurgia rorriaia, prCga a dEvoqo a Inmacula- 'd 'Gei^o p".- 'W'."ir ;-^N 4 "": :C"",a. e. q' e ficEo aquem e alem dos portas da Cidade oterna Ainda uma v*'z e por nmais um titulo su faz me- .ravel na historic o dia 8 de Dezenlhro J::ntmos tambein umna ta 1ro 0 su himno, um verso na sue epopia. Sob a protcc, o do Imiraculada Conr a o es- treamos hoje, dtdicmnos.e cunsagramos esta empresa, S(! MARIA dignai-vos em acrCitacqifo doC os so voto prniittir que a voMs 1IMACULADA CON- C.CAO que tantos milagrcs ten opelsdo, seja a *":ror., bti!hante da < VcZ DA RntLIGlAO NO CARain 2. mr'Iha, de sun vida, e a sua estrella propicia e t::mnoza na nioit deo ue existencia,.consguindo n6s a res!n:sio dos blefidcios quo alirmeiamrs em fa- vor da r elig'o du vosso Filho e da terra da San- :i. to Crus di qouem sois Padroeira e Advoada. 8 de Desembro ro b:1 h'nte que aguardava sua filha. Sr.o so enganou seu coragio presago. 1 eu. oawrava com sun gra(a para a perfeieio des o. cri..;a que havia ser mais un vaso de elki o, *uma aima d'Veite. Viv.., alegr, risonha, a terna e amavel menina al- e yrnava os risos e as gra;as da infancia corn os af'ec- tos o ssntiincntos de piedade. a1tit.s vcses olla demorava seus olhos sobre as T- agnr.s do nosso cu-to e assistia nossos actos de a- aora;eo comrn u espirito de f .que bem se conhecia peo gosto que neles encontrava. . Cor nstas predisposi(oes crescia na idade, e pro- gredia no desvolvimento da intelligoncia. Chega com tlo feLisus esperangas & idade da puber. Esta nova phase de sua vida devia lenbrar-lhe seu .. , TNTERNATO DO COP AC;AO DE MtARIA. -Nste rEstahelici mentor jA funccionao as aulls de-rrimeirms letras, Grammatica Nacional, Fraiicez, Latim e Doutrina Ca- tholica. 0 ensino dos orpihios comprteinderA mais a apren. disgpm da aore 'lygra lhica sob a director do Sr. Franklim Benj trin de Carvaibo, *A Dirictoria ter convidaoo para o magisterio o Sr. I, Ro im e P*. M". Germano Antenor de Aradijo, q esppra que o convite serd acceito. 0 pessoal encarregado do Onsin, constard dol Srs. : Padre Igncim de Sou a Bolim 4 Germa~ n Antcnor do Arafjo Dr. Msnoel de Sousla 11nim 1,is8 Joaquim Tells Marrocos isidro Frtanisco do Paula. Antonie Xt-rofonte de Oliveira Franklim Beenjamim do Carvalho. Todas .As providencies serso tonadas prra que 4 Follfgio pieeiidca drlnarecntelu s tIs de sua institui- Ao., pamos em nossas peginos a vida de uima Irmnn da Caridade, fallccida he pouco ltepo, na provitcia da 'arllhiba do Nole. K A LiogrriPhia d(sta hrrcina trnm ontrs do con. aIcto e sirnilithanra, anlVs v Ies c( tnr uns tia Lislcnria sd SnlDos, mas aprpsenrta mm caractcr de .rigin-s lidade que Ito se dipp ra nim part dguma. : ' Miis tarde farcmes imrprimir cm folhetoo est traa- Iho littcrario etciipto so correr da peai:a. OtEIT.-- No dia 30 de Novrrr.lro :frullfu-.se no Simiterio lpublro desta Cidede a S I). AntM nia do Castro Jlulid. Mirrco na idadedee )63 arnos, rk(cPda em seu leito de dor pr sua nutnreroso fimi!ia c .e s us tilhos que Ibo dcro as naoioreb proves de anmcr e de: nascimento distincto, .e fasela ambicicnar um fu- turo brilbante. Sente com effeito estas aspiracf.~s tao naluraes ao coraoao bumano, mas dirigc seo alvo elem, estuda a sociddade, v' tantes de suas palricias infeliciladas pe- lo casamento, e recuza ciigir a capela de noiia. Entao as illusOes que nffagam a imagimanrcao ferri. nina com. os sonhos que as irnlirefs i s do dia prSn- nifico i noit;e, as mentirns tallases dos galanles que requestl)o a irncauta, e assedtucecis que t.i~to a can- dura do uria alma innocent, seo he mostrar.m em to- da sua hediondez. Ella entlo rerua corn pavor ante as escolhos rnde'se perde in felismonto tantas virgens, e lefugia-se no sanctuario de seus piddosos sentiientos. Amparo n o fraco, P trio da victirra, a helr. sancta, do Calvario cxtr cc .l nl r (o ctc (t eo iniga que a escude contra os golpes da adversio :2il~ . Jl t I i . - . . .. . ...... .L ... . .. ... "_ . .. . .. . ...^ur ii . . ," ... ...- ... .... ,r , .;,.. :T.:l~:.:-~u~rc~ U(ee~r II --1 ------------ ----- -~-~ -' -' --- :: RIDTIClbllO. i I j il ' .* V 'i s a, 4t,- A v_ t i m Ito caMlN. f** : :' '7 ', \ * ** ** * dicacao filial6 .' A sympathies quA semprA gosov, strahiu Ibe Fobre sua lousa as lagrimas e orarbes do todos os que a conhe- cigo. Coom a fraternidade que inspire a dor .dmos nossos pesames i4sua Faamilia. OUTRO-A cifra dos mortos tomn so e'evado nestels ul timos dias. Nesta nuiriero tlemos a dor de contar o Cap, Joaquim Correia de Araujo. Victim d'uma lhydropisia sxpirou no dia 3 do corren- to na idade de 73 annos. A sus religiio e pi'dade o cercarAo de conforto e resi- .gnaHqo no hora suprenia. Nossas condolencias ao S'. Manoel Correia de Araujo d sua Familia. COL kBORACtAO A FONTE MlACULOSA. As grandes e repitidas mara vilhas que se vio dan- J o todas os dias na nascensa do Caldas uo devem Sd ficar em :silencio o- antes apregoadas aaente pe- Sloi belt!ficiados. i A VOZ I)A .IELIGIAO, que ten :a missao de Slevar s. socjedades mais. remotas a doutrina e os ser o 4cho das maravyjas que se opewrou m IN SSaiba pois o mundo nmteiro que DEUS querendo S estabelecer o credit do setu scivo, o Padre lbia- ina p a firtalecer centre os povos do Cariri-novo as verdades -da fu J moribund e proxima a desap- p-recer, f .z surgir o argnmento irrespondivel do mi- 3agre. A fOntf do Caldas, tia freguesia da Balbalha, com- ~ arca d) Crato, Provincia e BispaJlo do COard J Aiv.ualmenite o bjecto de respeito v veneraCao dos fi i, da adrmiraFAo dos impios, e da confusao dos i i'ucredu!os e moterialistas que por mero capricho que-. 1:003 vinegar a DEUS. *.: Ja3e e asile a 'virtude scmbra da cruz, A Ji, Josephade Sant'Anna eneontra fortaleza' pa- rs iCL'er a fascinatio i;rezistivel do luxo e da vaijiede -psa 'do; dlos que o mundo i o0 lapa quando surgimos t,, 'C, r > .o da vida social paa figurarmos corn a fausto- sa ri oge-n da rni6a por entree os oropeis de um ie- cul ljp erJid e fallaz em su civilisaAo. Cia c 3.aciencia desta verdado, ella deixa a retina, e, ': .'"-s" entre suns patricias pcla complete adhefen- j a fcji.21-o christan. SO Tou s.Yepre em today sua vida corm simplicidade strou a decencia em sun plenitude sen ii .: i, /..posos e incomimodos doluxo e da vai- " '"1 ,o ii natismo da n6 Ia pode justificar. A G:-I:.:.. I:hgi sa que Ihe derao seus paes, ;"-...ar tO cds os lados, desinvolvia os mais :-. 4di S.lt'Anna preenche eam tudo os de ,, i MI~lcllc- ~~"'IYP*~~~aklgQI1CU Vejao todos alles as provas, e ip nlo cresm, ve- nbio ouvir da bocca dos bpneficiados a narraqio destes prodigies, e presenciar os factos que nao se contestnAo Narremos os factos em face do depolmento das suMs testemunhas oculares. Luzia Pesiiboh, parda, casada, murarra, na vil- la da Barbalha, partly i a dis pernss a 3 annos pe- de que a levernm d prezenra do 1R," Altssionario. No dia 20 de Juiiho de 1808 B6 rcaisado o seu desejo e achandose ao in 'Intro.do MissionarioCoe- arense, J. zI ANTONIO PE I AR'A IlIAP:NA que Ihe passava na porta, roga-lhm corn a mais viva instan- ia que the ensinasie o remedio de seu mial. -ui nao sou medicd do corro the diz o veneran- do Padre llMetre, o meu miristerio 6 curar as al- mas. -Aul! meu san to Padre, enmine-me, Ihe retorquio Luzia, sim, ensine-me o que quizer; e eu teilru f 'de ficar boa. 1-Pois bem. mulher, va tomar 3 banbos na fonte do Caldas ao sahir do sol. Luzia creu, foi ao lugar indicado no meio de u- ma carg. e acomqanhada de seu marido que t&o bem soffris de uma hernia. Ambos forao so banho e voltarAo bons. Nas collumnas d ste numero nAo ha 'ugar para mais: assimn snspendemos por moment o fioda nar- w s Ao nume= . LITTERITURA. SONTO. No: enOnntro do doI r. radre Mestre Ibiapina em Missio velha. ) Salve, salve, de Deus Ministro Santo, Do grande Chavier Imitador! So ee as dis levu as dis leleis d' amor, Tu vens ao ariri causar espaulo. verses de boa filba. Toma a si expontaneameate a tarefa de repar- tir comsigo o peso da economic domestic. de a- ligeirar os cuidados e trabalhos que exigia est3 ramo de servivo da part de seus paes. Seu ministerio feeundo em realizes resultados an- gariou-lhbe a plenitude do affect e do amor pa' - ternal. Josepha de Sanct' Anna devia considerar-se fclis e sa. tisfeita. Neste mundo de miseries, onde tudo affige nosso e.- pirito, ja d muito ter-se ima consiencia several que nao nos0 censure urn extravio 10 cumprimento .de nossos deveres, paz de es irito que faa o cncanto de nossavi da, ea area mediocridade que nos estabeleacem posi - . o decent na sociddade. Continuar-se-ha. M =. 4 1 .. , SI w - I - I - I ---,~_- -~ 1--~-- tN~~SG"YI r I -1~D1IIIIILI r r -- .s ~r~~~ -- I rt"j i i $ .i ~ .:.:. . ... i. " ~ A Y.OZ bA I~tUitAO ka CX~~1Rir. .4.-;- 7* DISCO:RSO PrrFFIDO rELO P MEST IGJ CIO DE SOUSA ROLIM sO ACTOR SOLEMNE DA ITDAM CU0 M ;TI.:RATO O CORACA. O DE-t rA. nlominles tanti quanti sunt, educalioni deherin. Assim dizil, graves philosophos *ntios, que no lanomeens tid u qutni t ha deestimavel e vahluso, de.- vion a sun orPI!n .., Sim, o hnmmrn por vinturese 0 cheio de nl defeitos, e pdquiri' esda ve ii n is imi erfir,.6Os que somente a eduer,;io e que o vem curar e corrigir o mais que 4 poisivci. I)isiap DiPpo D Thaosl d.' oronh q,.,, horrr plnr natures 4 w au,- rfrl inliinadO e feriz; a educa- iso porcm 4 quo o ode drLeesicar, t iiiodar e po0ir. De certn o hrnmm s m m s b ,neficniosdo mrra be e0eic6rU A 1im irle, e roSeiro, ielibg'r*m e ki Ial. NIo Iorro por rducai, r:menrite que pe Iadquire nns reoIas. e rol 'Pini, quaido) estou ctrto que is Cesas pnrticulares .taubem p(do haver multa part de( b.,a fpdur! 'n. pois -o s pais.de familiar Fso Wesirev na.a tos H .eus iUhoc, e s6 for .ccuIC IeA ui Utriores, ru poar f Ita o habi i'ato 4 que rostumnio iAitar-ie de part desse ssagrA((i deer, (uja cxecutio fiarnga a ven- t9r. sote do fihIs. SA eh 4 timk-U '- reflit-- tag-e. epiuitealO 40 home, 6 urrA nova c roniao A qu M por fim nioe s6 esclarecer o entendimento, mais diri- gir a vontae e mitigar o coraro.n. Se a eduia( to o ohjecto de tal importance. tual nio ddveti ses a i cpaidadde iepssl, di iEduedo? Na Grecia .tdos asi mennos luiportaites deviaO other por aio ou FeduiggO unQ hWromfm sabIo e siuio quo os 'Amasse conm fi 1i1u: Socrates. fCi tio do Acibades, Ar istolele, de Aiexan- dro Magno, Themirstcces de Argilio. Feel n o .Peo Telemaco queientdo rar ao 0Eu Iherce um perfeito pI.degogo, en oo at bicao na terra t-m - .prcgou p.ra isso a decsa. KiRcera icculta i tfigura de. Mletor. SAindsa hoje 6 todes os Principes cm si~ Fucricite e. :dd por ai uu mnentlir uin hoes sabio que coi.t;- uamoit' e o eniii: e dirij i.::: Ii :: : Ttnto 4 necessary que a idfancia Pja lIiiS'a pe la conlini-a ossi-terlilo de.m si:udo director ! As escoLs ;ul.UIicas primsrias sao redigogits prcivi- des de n;estes que se w up[.l:e capcz de ensitmr diriir a moridade. Ccilcgios iub'icos e paticiu!lares s&o estal-eleinr.rr-s da niesmia uiitureOa, aligmenlados de mater iampcItaucia e de rueutipli'cadas vant.:, .i',s. P'residir d iLstiuin;uo e t c (6.'co da. n:ucidei!e e umr dos empregos mais impo, t01 .i s U p8iz%, um dos tnais relevat1cs servios qo 'e d pres'.ar ~ bun8l apl.ci Ie .Ceituwmete dcveim os bliitatitis do rinsso ceutril paiz corgratular-F si se hcuvor reai:sdo em v u s.1io urm permaFento f6co de illustrac(;o pra a n rcidide!t; comtudo esse ilar0o que nos lires~ta um r;turc Li- S song(iro 4 tsl respeito, do quLtjClns troprPo., e quinn-. tos recrics1 v:io Be scha redeedo, assiw corr.o tod-s as out:as cctNos huoroaas ? Esses estabelicicjtentos (o:,'cgpdcs com ro lnm e pro- mover a instruc(;o, e pthrtar os lnrn codstiuies, tauij tas veses ten prodiu.ido i!ifehlics r'sultndos. "E inrctl cue iEs Tlsclas ou Cn:as e,' druca- j So se r ern muitcs indiviuuos de rmuidivenros cus- '.'.:; f f, . : . , iures, e p.la p taior parte iit.fJets de vicious rniai ou menns -ernicvii ao0: um insubordinado e orgu'ho.- so; ouiro 6 ipietenree e inruido;. oulro ro~ira-se atrrtido, Irad;ientie i. d intenrioc.ado: b i(.elleo in vjoso, e *u cit It n dor e ,entircso, et'e icic*inado a rapinai; q., ile uuIro habituado Eo jCo; outro ,ili- antido emn deveciJ.s:, todos dados a prcLu:a; e-no- whoam voted exclusivumertes as letrAs Quarltc vicious n8o trazem ji os nmepincs de ca- Iisiat tr. Iollin no sv tr laedo de .cucC&io or.o- Sratl: a Oxa'd ~Ms rmeoiosto fucone-s a c use da pcr- ditio I'do c)lstcuime do :Ios S f,lhos a i Que cousa 4i4 o dteja Vtn meluiro quo eoga- tinha tem purt uras ? . a Que auiae!,. qe cr e'Jpi~crnc, que ccis- aO, uLtO .e rILin ii rbn S(-3 -tt.hs c rt SV qu " depuis piroduen uirm p4i 1o d1e 'siCii's? SA ler c:sdade cu re()ritp.iio de I'Vs unr.(s un inf-liz cc(I ilei tr/rol quu tem-tI p).ne!raduo at os m)is remrotiu..o.; camja os. Quoe r,)id. cirs ,pd'', pr^egr um !r e'il nior para prevmnir tcntos tIzles e in icedir c;;o e:;'tr o0 *lum .(us .e pr, ppucr nr:;;e ('t..-tL. t s ? Elle coir (4 I(ito ",! t ( t ( i,: .- (n'rc i nua- .eras dift'(l il,..ss; 'u i so er; 1 ie FeLrca Ir a cuimprir seuS devetess, s c' om cali~r; o ;rit cura ILs- .r Uin itU aCs, se p- aenu!nalto st em aOha lem tt C i.O L do r.) t .uxi t'v10 m b.t.t)b. tural, '. ur ca rcr. il::uct:f:1.ra a su i.: 1 nliel. Io toiso lt, teriatu a(mtrc'mi;ut chA.e do ailum- nos. ' " A u.' ,en que (>s Iiutrrcors ,si.: m c ntirn8aircute ro C'I.legio);: a'a n.Ais in parts.l e nais1 p)r i- a Fara ai asr fis do i;,tt: )o cr que e ii tem o auinr cs d? e 'iCtc sr. .i:uitat .e.iue a int mruc(;o e - A 2. 1io 4 trb rtiS ucun rTr 1 a eueeirsio. A o,. c);st a:1) do .7 .!u .1 ktr I.( C Mr fora, tenm do rechblr .r ',i a i. .:rL 'o n'aeu' . ,rm .se 6 g;ue a vcntern ts tIcdJ r!a I'. case, po(rqut( an~i e os u:n I;4 s t0m de si.mci' r <')aixo a v'igi!aicia dCo L.t:;l.: u rli t r quto cstd eC carre- id; d'P d : i tciytini ao i t' pae ci cc!..ic.a d ivina, st .. .. r: .. . J Infcis feq'. 8 Vui' o: "sro ( eu D'Ep, o seu potcctor no sO d ]i c .. CA (I r L u, tr sa . . itm i~~.p .:.:s .ui. pt,, Iurnm re;t.ro tern d ex- de wr t'aL c i0Uti,.:ntc:;c.. i :~. v.80' gr:i c.,,'g-so rque :j nae reccrheo cansa- o e in oni's de r,;.r,.L: .t;r o 0 J..pi rie!to (t 4 r~' iniO- SOso pIcI dco t.Ju r.:r da mqc. i do, c me cc.:ndco a-. cia.ilt a f (tI (rr is,, e.s Iue fil nim e so c.1a- sj recc o Sr. ,.e Jr.qu l s ros d:poo pa S as" za c- C t..c tI(efa e i(tir O Cio g:io.l C.ra- t- rs, 3 "rt:, to do C.". o d.o a ria. Eu ji' ~nia- me .utnri ..o p-| Ir -tnri Geral da Instrucco Prcvincil, a co-..i'.o em meu lugar para quo d ,.; i.0 das (:is o I11im, rr,: 1 rlct r Gr&l, Stisfe otiquro ihi for p A.sivc! n U vnha v.z, etnchpn- Sdo rm tI0.o o er.preo ode Vice-Director, sob os con- Sse:lnse ruiccs do Sr. Dbr. P. 0.* Jo Antonio Sde 'ariea IirN a. T ,w a ElI. drar as froideIncias necessarias a relatives ao ensino e aministracclo do Intcrnto. i ,,_ -.. - ........ _. 4, .. _.. -.. r n I' 7-?F -7-11 17 -41 7,, 7t:, : --- --c~,., - I |
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