|
![]() |
|
| UFDC Home |
myUFDC Home | Help | RSS
|
|
ALL ISSUES
CITATION
THUMBNAILS
DOWNLOADS
PAGE IMAGE
ZOOMABLE
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Full Citation | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
STANDARD VIEW
MARC VIEW
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Downloads | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Full Text | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
CEARA'-BRAZIL -JqSEIRO q p. AO PUBLICO _: : 4. : que. o EoI, o seria e::e. at." se, e de tal orte, emb:ado o. cque as cousfsentras-=i em se- e':tendimen:o,que o fizesse e que-: Sus eixos .I cer por cumpleto a- noc6c-s mais Que o men conrsp:ico amigo. comesinhas d.- todos esse- e ou- La 'c.Lr.ml pas.'e: erite' rest. portm, em a da deir.:,.ige,-. tr, s.,ntimzn-rto que tan: nr.obili- T D RARDIN cia' que c tenure romeiro' e tam umr coraq.o de honmm, e nRARDaaturaes, e ze bern cue se to-- -'.t, subimarnr urn cora ao dJe.pa- nou patete; d'aquel'-, conflicto'dre: era tudo isto p.ece.o e :W. de enconme*id. travado aos 30 a!z:nima cousa ai.iaa n .- remat-.s- d% passado, resolva s:-r mnes-mo v -- e'n monstro, p-rai que, assi!: A mentira, e p.-r com a ca-e!as, d'aIgarn modo, no espirito chfe politico, rtal, e-nAo p..a-- con .-,s-o Iha es.e b-rro froatin".o, mr:a eSom o insult e sri do public ao cnge. apresso-me; tivod'esta localidade. dc p- .- asi. se cc. --:e tao :rtua3o e o apanagio insepaavel em desfaze 1-as, e corm essa lin- me. ao sell IlWle. eu e;ari. pa--l tl- p-Pc!Zr, am- o. s causes desgragadas: ee se- guagmrn vibra-ite, escarotica, auxilial-o, secundj'-o. Vej: A. C. U M c'jr- -sempre uesre mundo a arnma rnas sem erngranao, qiue as Assim, jbs, comno c :e rt.:e-4dPm.: s' mn-.- co~'o C'*--a- fan e de que lan-ain mio infa-t circumstan:ias d'estes maus ter-. pi corn o r veIho ami Padre cad..-':e s~ e:. ). a : -J niO- es, para ferien, nao sabedoL s cnhest;os que araveasa*-Cicero? om e. e d-i m,.-sm. fr.ma cro.- a -es ue, pg:.ra os homnens scea-.mos. pe.rm:ttem. Cim'o? 1.'m a bo f d' o: .,os. essa arma mais fere 2ao- Assim, nao houve, em ha, Si eu, co am;go., tves-, io' i'luhre. t bon-cd so. e td') Ut a maneiam;r i; nalmen:e. e enarc mirm e o padre Cicero.,de fact, o as rela,6e, de sin.:ro. e t15--i.! co-) e o pdr -r sempr o lgar cnmmumir-mpi.ir-:-> alm. corno p.:-r amisade q de long e que C.c-r. m-i veja t.ambcem .I r, ,ases covarde e pusillanimes, ahi propaia. ,.ssberegsdame:Dte, tanto se es pe!a Dor e 'ubaico, es=- !!, cO sensao. .- S.wando derrotados, e secrn urna esse al, em.. -pelo Sacrin luctando e g-- 4Le-n i" mf,'le de.;.-.. ..reita de esperan;a. sem ama O0 que se passou enare aim mendo aq,-' elle; eu nil :t-,3 de ref=z. n a met iroso e ca- :estea de Tax arepesc'ilar nos e esse respeitve1l eoleg e oc0an;nuari i Istrnt, como lumniador infame ccmo eist. .olfaos de sea es espero, de seuqiue o no hcaiarei em divlIgaI"o!c~icnst,-a -em- -est c/'re . - desapontamento. pela i.-wpren.-a, e A sa.-o marisda rua que tese- nomr, e corn S r-.te un to .. desme- 0 hamem bliniada c de sen*9d propria, fc;i fallar Ihe corn essa asua proper fznil'.: rr-,-.r --me-ia -!9. -.9 '-t-:. .-o cO'-r:. ,raticot vergonha, o hormw: de franquesa que, bemr sabe el'e, e, d'eila in cntin-,,ni, que si assim e- .- 1 ..-- t.e e -. 2- ems,'. ermn. o homerr. qu te m digni- sabemn quanos ne Cconheiem. nao o zesse, cmo m.i.anda a dij- ;i. .el fa ,! m.:-.t'. c c.- de sentime:o de caraeter,* me peculiar; fi fallar-ihe acer-i niJ-. sseria, enrao. eu. m-as que L-.::-, e fu':I.i:. c-;pr".:oj W.o se served, nerm se se.rvL-a ca das cousas da terra; e cor umr desbriad. s a r.-: .: s-:ai:a dc R 's :rzais d'esses mio: t; dep.-i- essa mesma franquesa cam que, Qaant. ao Padre Ciz:ro a.- s '-i -- i -': ;I :" mente., tdo ba-xos e t2o vis, amigi sineero e leal de meus char-s- so ladod'esse garimpei-.3 m-n p:--- -i-.: r.m mesmo . para sa a vi- amigos, costu-no falar-lhes. poli:;co i s tantonhado. e par. ~:--- CAL'.MNIZ :. - ca. i E foi assu.*, corn effeit, e fi.er a minia desgraga. cornA) rs-. t.-!.,l v.;. r:--.i.- '. S6 os miseravels e covardes'sem que por :sso rompesse um re ouga esse mesco a -, -r .'-::-.lhe. e" -.. <-rvm-se dresses me>c.s que, ao so 1eo d'essa velha cadeia de tarbernm e mennira, s""plsn-rt- -r. t.I c .1 :-*.o .,am senso mais vular,- repu- nossas.re'ages de amisade. ment:ca d'esse men.t-o s, r--:-:.5o peb.."-. Eam; somente .eles. 0:ide ha verdaleira amisade, vergonha. .A '.a- ', .-. m'- E fica-lhes maito becm. :sto. pesr eu, q-.e deve -haver today Para que. assim. o padre C- ; .- Kada mais prpri:o, de certo. franquesa, con.o deve haver today cero proca essc, era prez'o c - aem que mais se adapted pe- smceridadeelea'dade, sem esses nad- fssc Celle que d-a a- -.--.- - quenes animal. d'esses figuri- engrossamentcs Ce veltto a,... cerdote exemplar. um bomem d -. . .=-: .r : liaas d'a.na tamanina que, hoje pela cosinha. bem na extenso da paivr-. .'-.. .-.. a .- mai;s qe nunca, infestam a soci- ,Ahi esti o men veaerando 2- preferL-a e preferra tu: pr.,.- : ..- : e wa calumnia de envci:a co-n um de di'er: ahi esta ,de qualquer for.a, para aM--..- .. .ggesto de insukos. Depois do qua se passou entire; a de urn amigo, nncipalm.:e A --': .' a Sao-me esas refexes -.:.e- mim -o benemerito do sacerdo d'um amigo que Ihe te.n s:,0 -: ' vidas por noticias que 1a gos te. estiremos juntos ia, por arias sempre franeo, sincero. deJad -.:. : :-.: ,. me tern irasm:ittid.-de que vezes, em, confabuiagao a mais eleai!. dm amigo e pa.-eite qe a -.-.: . a4 frl., por ahi em f6ra. anda. intima, comr de vez, e uiurna- sena visar in-resse algum, t.:o :- -- ,,-.oalhando--que eu re--7i corn mente juntos nos acharns e.a acricou por el e pr : :e -. -.. . SM.ezanobre e dist.:ncto am:go uma sessao litteraria, a que hon- ra: socn:os, anhe. esr-..: : -. . padre C:cero, e--cuae esta acha- rou corn a sua presidencia, e na a... o -.o saceoe. .-:.. .". ,. %eC ao lado d'um aventureiro pa-. qnaL. usando da palavra. bem se Em verdade, pr-a qi-r p .- :e -- ra fzeraqu a minha ruin, a m-i- exteruara a meu respeiro, azen- Cicero, assir, proces-. : ..:- .a infelicidade. a miaha des- do-me li.-)ngeirasreferenciaswcha- precis:o que ele- s, m"is..-. :- q ..... - .gra;a, a miinha derrota. mando-me-de meu amigo. mesm guadida bc e-:- .- -- : -Imenftiroso e inra!r e, e2., Lr- a -.." -:, ... .. -,- Mas i-to cl pese6as de te Equandoj ,tos estivemos,L eto s -' -ao relasse depr-ei-reaciaa t- a- e - --,ntiniam a transmittr-mC. r-t1o enenrdendo famiiiarmerte sobrei -elas- de pre reo a r_ 2 a-t:.. .. - A pass.a de. teniI-as archite- os negocios politicos d'esta fa n da a hoaraf de e d : , tad.as ema ne ra ai-a, direi. rosa localidade, querem saber o e e . .gm- : -A - parodiando Spencer. sem quese passou de rnais notavd?- Sin! era prei-o que o pae n .-.' *R uina alma sequer de verda- vou dizel-o para mais confusao Cicero _,se, como um t-:.ah '*" **, .._ -'- , ni e, e que po iso m-esno se de- d'es'e aguem-- e maior desa- egyp-iacc, se .-i. srcm -:-. *:t; ; 1 - .roem. pon:amento d'esse avenureiro: dade, se:n sentimntlo e co" : E rpi mes~.j, a- aen:uando- o Padre Cicero me garantira, e cia do que seja a edzat; a : Sassun mais ma v uelle pr mais dna q-eu sede ad ao, a ....-...- ...... . ,oaceita moral de S:. B-eve :aochefe politico daete umpioda ea ..a. pre.: '.- .... -F .-acnine rec:ne or eHe a inagnrar e (hoje. c-u a u a-que o aarO ~ crz a aNs a .. . stisme. nh-a ow o danno"p -,oazida, r---e-- 'ie a mais midav ais. .. - - "Rec. anal, go a ,'m, --arem m..importa), .. Cautando c riuds - p.. *.b-: a i I 3:- -- -1 :;.~ a'- : .,. : : d ' . [. *. '. a ". "' . " '". ,' .i i 3 ?* 1 . 1 "- ,. .-- . . (-::; : :. i~n ,.- . j :- -. *Dt UEhi~ DiG v: [ 4.- L l. l**- K I !- - I..' .' .' I ' \ I- -. .* .i -. - "4 *:. :" .e:" r -. - . ', I , _: i -* ".: , ".: -". . :* r* I ;. : .' - 7 -.i ..- l':: !' t .':: --"." . ".' .1 ',.'.'."- ", a: rr.' ,. - I . - L ~ L. - t'" .. .. ." +'A . X .. '- -- ,- I,, . .. r- r:Y-,~- ..-" 1 L' pj z-a. ' Jr w.. p. ,P I AN NO-Iii NtX~I lB. II v se ~------ ---~~ O)STO DE 1911 ,'I9 i _ ---i-- __ __ I I Ipp~-.- ^ ~rrl ~1 1 YfA 2 Formosa, qual pincel em tila final DTeburar j mais p6de, on nunca onzara; Formosa, qnaljamais no ceo brilha ra - Astro geatil, estrella siatutina; ' Foimnosa, qual we a-propria .io divine ..- I he alinhara o contoro a Thrrma rara .. *' Formosa, qual jamais desabroehaira Em primavera rosa purpurina: Formosa, em fim, qual natnreza, e arte Dando as maos em sens dons, em seus lavoriw, Imitar jamais roie no todo on part: Mulher celeste! 6 anjo de primores! Qnem p6de ver-te se.mi querer amar-te! Quem pde amar-te mser morrer de amores!!... Ma'ricrl Monif'i 'Srie de trinados de timbre e .idtdezis e-stanhas, desce, entra :i-) carcere. Dir-se-ia que ia aca. r ciar ,)s pequeoos. Calou-se, e inmovel, corn a plumagem hir- ta. n'um arrepio doloroso, este- v., instanteS, at6 estcurar a tem- ?elos 0pera0os Vemtos- o mundo baloutcr-se n'um fr6rmito insano, na terra,no mar e no espano; p mncos huscan - ;ado desde o m.omento do capti- do gloria e renome: outros amon- .eirodos oilhos. Louco, desvai- toando-ouro, n'uma febre douda o, corno urn animas.l p.OOoesva-o no, .com e um animal possess, de riqueza; o resto,a maior par- Ita um pio de uma cadencia te. prncipalmente os operirarios litubre, de arrepiir as carnes, ou seja a quase totahdade dos ma blasphemia, uma impreca- habitantes mundiaes, estortega- tio talvez, como se qu zessc re- se, de fome, alta-lP vetes, nao ---mire-- ,suma nta tod o de- tem sequer OGdeo tron- espero, today a revolta que Ihe e, ( ai pelaalma, e, nervosarnente, E sa dos o- -e achtga aos filhos. perarlos ( os niati.zes e , r naeates diftcrantes, e a que mais A gratna, pobre mani, presen- navoes difre a, a que mai indo uma desgra, ab.ndo soffre como um imarty'r quo e 4 do rhndo uma desgraga, abandon todo. tempo. o lambrequim, e u'um voar ver- o s t hmbrequim, e u voar ver- Entretanto, o Operario form ii.inoso entra na gaiola trinando no cnjunto a mais n furme- recesno sn conjuncto a maiei nume- r .eceg. ros9 classes do Universo; tudo Havia soadoa hora supreme quanto n manufctura, se ven- . desgrag:i para aquelle easal se console, desde a purpura :.o tliz at mementos ate mais fina ao grosseiro algodAo, O gra6no, n'um desvairamen- joias de valor inextimaveis, fer- to que o endoudece, prefer a ro, outros metaes preciosos, e0 more dos filhos ao captiveiro emfim, quanto existe nas artes. dlles. Assim, corn uma cruel- industrial e commereio, paIsa le-! ,iade, que assombra, ciava o bi- las mao do Operario, d produ- co, encerra-o no coraaio de um cto de scu trabalho, seu enge- fiho, depois no do outro, e, co- nho e aptidao. ni we no bastasse aquelle apu- 3Mas essa classes que enche o sialamento, vale-se das garras, mundo, semo an qual nada de bell das aceradas unha e rasga. ras- i existira, nao tern urea organisa- ga, as carnes tenras das avesi- o socdil sob os auspicious de nhas, esfarrapa musculos, estilha mutua solidariedade, rse o por- .,-so e s6 julga ter libertado os que arrosta corn tanto sacrificio fthos quando d'elles resta so- uma vida do dissabores e de pro- m-ntc um onmbrulho de franga- va6;cs. ,, sangrentos. Emquanto as nacoes se fun- Emquanto se passa esta sce- dam sob genuinos principios .de Dia. a pobre nmi, gemendo fun- direitos e harmonia de scus po- '.*aneLte. debate-se em conIul- deres para o seu progress o do- . .t no pavimento do e..rcere. isenvolvimento, os Operarios no () grahno deixa a gaiola,fi.ta o degladiam e mesmo se h-:stilisamn .ul, selta um trillo e-triduld, a- , oureiro. abre as azas e voa, (,a:t ara longest terra-, para os e n,!o raro os sons patrbes como se catusadores fossem de neus ma- les. ,...,are- dOS sertoes longin- Pois esse patrAo) que tantas q;io., onde nascera, e de onde vezes vos matou a fore, vos sec- mn.mnca devia se ter apartado. corre na miseria nao diguo de E a gras.ta tornou da cruci- gratidio? 0 mal, o verdadeiro '.nt: angusti.i, muda. taciturna. nmal ven de nossa desuniao, da v'nca mais cantou e pouccs dias falta de sociedades legalmenta %*iepois morria de pena. c Instituidas. v Rdol f I DS) ptitrte,, eapitalista, e R olph 7 philo 'ienmpr-zios, nAo! elles aTcharam umnia situa(;o) fivoravel aos seu. - interesees, mas nao a cre-aram,' Ik1 a exlltia d'antta. %MNr .%l 3- fit4 Siqueira Pilo Afogdo ie A acEao da Jgreja a aceao do Espirito Saato,e onde ella- se faz sentir produz o renovamento (1a fe-- Kmitte ,' ria, em t ..- d. Levina Liberal.--Esta associ- agaoj; conta uin numero superior a 200, inclusive zeladoras e asse- ciados. 0 nosso parocho tem procu- rado dar o maior brilho a acgdo da Igreja. Pernambuco. Salustiano Sobral 0 salario do Operario nAo e- stars para as a Foeidades de u- ma vida caris mnaas a calpa d do proprio O$00 o que nao son- be unir-se em iipedades do inte- reases mutuos para aosim fazer jum a melhorea mbvennes. A desaniii jrporta no fra- casso de todae s preteipoes por nkais justas c'.' am. Umn indiv ainda grande illustraqgo, naf podc om dadas phases de lota ixetinas, impor as outras naGes*respeito nPo- rani .d~e nacionalidade. fS p l'^^ A -- .. constituidou. Assim o Ope'ario, tisolado, .s6, nao pode impor, nem ainda ob- ter favors excepeionaes. E' preciso qoe o Operario se constit6a em sociedade. Ligando- se os do Municipio aos dos Esta- do; estes a today Federagao, sem odio, nem vaidade, animados do nobre desejo de se ampararem mutuamente. Talvez, bem cedo, tenhamos de encetar nossa jornada em prol deste desideratum, reivindicando nosso direite..Na tribnna livre ida Imprensa, nas pragas e nos Ipovoados havemos de propuguar pela constitaigao definitive, dos Operarios brazileiros, em socie- dades legaes. Como Lazaro, ain- da comemos os restos das vian- das que n0s dio, mas com a es- peranqa de darmos fim tamb4-m a nosso bandete. novabis jaciem terrae. ras; Bastante tern procurad o ho.- 1 IEsquadro de trem; memr viver sert Deus, e ja tern 1 Pelotao de estafetas explo- sentidt, por tristes esperiencias, radores cavallo; os effeitos deste divorcio terrivel, 3 Batalhes de caadores; em que tern encontrado a priva- 1 Paque de arthria cao de meios e a impossibilida 3 Columnas de munigao; de da acqao, per que today rique- 1 Equipagem do pontos; za vem de Deus, todo o principio 1 1 aereostatos; e frutb) da acqab vem do Supre. 1 D telegraphistas; mo Creador. 1 Deposito de lemonta mo- Separados d. Deua, nada pu- demos fazer ou esperar-Sine me nihil poiesti facere. - Nao pudlemos nos separar do que diz no grande : Eu t- jul- garei, do que *iA ao rico: Eu tomarei conta de tua administrac-. co;: do que dis ao pobre : Eu te ajudarei, e :a que soffse: Eu te consolarei. Chamado em nome da f, ca- tholica, pelo seu Parocho Revd. Padre Carlos Cozrrr, o povo de sta Freguezia twp se reunido e dado am testininho admiravel do seu sentiments) religioso. No] recinto sagrado :onfgregarao-se as families, e org4nisario a asso i ciagao do S. Cor4V6o de Jesus. I ficando as m co.itituida :. Presi- iente, d. Theresa Sobral-vice| litt. d. Antonia kafael---1 e -ecretarius, d. d. ,aabel Padilha Ssther Padiiha,--Thesoureira, vel; Finalmente o pessoal de orde- nancas, palafreneiros e baga- gens; Brigada de cavallaria E' cc:mposta do seguinte: Quartel-general, tendo um general de brigada. seu estad,, maior e chefes dos servigos; 3 Regimentos de cavallaria de 4 esquadr6es; 1 Grupo de artilheria de cam- panha de 3 baterias de 4 pegas; 12 Secvdes de metralhadorad; 1 Itateria de artilheria de montanha de 4 peas; ARMAS-Infanteria 6 com- posta de-15 Regimentos de 3 batalh6es de 3 conipanhias, ters-i do cada companhia 2 pelot6as e cada polotAo 2 secres; (o regi- mento na gucrra temr 4.000 ho-1 means ; 13 Companhias do c.adores; 12 B talhoes-de cacadores; CAA 5 Companies de tralha- doras de 3 secOes, ca secFio corn 8 metralhadoras;, 'k A Cavallaria compoe-se de 9 Regimnctos de 4 esquadr6es; 3 Regimentos independents dc 4 esqua-droes; 5 Regimentos de 2 esqua- dr6es. 12 Pelot6es; de estafetas c e ex- ploradores a cavallo. A Artilheria compae-se de 5 Regimentos de 3 grupos do 3 baterias de 4 peGas cada bate- ria; " 5 Baterias de abuzeiros de 6 peGas cada bacteria; 3 Grupos de artilheria ea- vallo, tendo cada grupo 3 bate- rias e cada bacteria 4 peas; 2 Grupos de artilheria de montanha de 3 baterias de 4 peas; 3 Batalh6es de artilheria de posigo de 6 baterias de 4 pe- qas; 6 Batalhoes de artilheria po. sigdo de 2 baterias de 4 peGas; 6 Bateriac Independentes; 5 Parques de artilheria; 12 Columnas de mun ;go. TREM-Nao esth ainda or- ganizado como arma, a sua offi- cialidade sahe da cavallaria., xi- stem 5 esquadroes de trem e cada esquadrao tern 7 officials c 171 pr#aas. . INSTRUC;AO-A instr.c- Oio military no Brazil vai baixan- do muito, pois actualmeute te- mos "s Escolas Regimentaes pa- ra prapas, a Escola do Estado- Maior para officials, mas mui pouco frequentadas e a Escola de Artilheria e Engenharia, uni- ca que offerece vantagens. Collegio Militar na Capita! Federal para educaGadOs me- Ercito 0razlldvfo S ial 8.500.000 k. WV 20.000.009 h. political Repu- "B' neirai Auri-verde Chefe do Exercito-por lei 6 o president da Republica, ten- do por orgaos o ministerio da guerra e o chefe do estado mai- or. Inspecqces Permanentes-sao 13. Commando em Chefe na paz e o ministry da guerra : na guer- ra 6 um general de divisao, commissionado em 21 regi6es. Para attender as necessidades da administraqao, o territorial foi !ividido em 13 regi6es de ins- re[o o. Em tempo de paz a nossa mai- or unidade 6 a brigada estrate- gica. Em tempo de guerra te- mos a divisAo, o corpo do Exer.. cito e ate mesmo os exercitos. A Bri. ada Estrategica de in- fanteria compae-se de" um quar- tel general, composto de um ge- neral de brigada, seu estado- maior e ow chefes dos services : 3 Regimentos de infanteria de. 3 bri ,faeMs dc 3 companhias; 1 Regimento de artilheria de canmpanha de 3 grupos de 3 ba- terias de 4 peas; 1 Grupo de artilheria de mon- tanha de 3 baterias de 4 peas; 1 Bateria de abuzeiros de 6 [.egas; 1 Regihnento de cavallaria deI 2 esquadr6ev; 1 Batalhao de engenharia de 4 companhias; 1 Companhia de metralhado. omartia fibre Passou ;:aos 14 do corrente o primeiro anniversario da morte do saudoso mestre e distinct home de lettras Jose Joaquimi Telles Marrocos. Pelks seiss horns da manhA d'esse saudoso dia houve miss. rezada na capdlla de N. S. da-s I Dores d'esta localidade Lem suf- fragio de sua alma. Assistiram-n'a seus anrigos " admiradores cm tao grande nti- mero que encheranm a capell. transbordando-se pelas suas ad- jacencias. Ap6s a missa desfillaram-se todos em.romaria-funebre s*a tumulo . . oEm chegundo ao cn"iterio novo de N. S. do P. S9ccorro, ~ I ts ade ue em si havia come- I ! I ninos. ARMAMENTO Artilheria-canh.o krupp 7,5 tiro rapido. Infanteria-fuzil Mauzer mod. brazileiro 7mm. * Cavallaria-clavina Mauzer e lanqa. Effective de !paz 30.000 ho- mens. Effective de guerra ainda este e desconhecido actualmente. 0 Brazil em cazo de guerra podera levantar 50.000 homes. contando com as. policies d(s Estados. 7obias Coelho ~r~L~3CYR6 ~1~' ..- --. O_ REBATE o. le descansam em paz os r.-- Dae ca h ess l t ? :,: is mrtaes do grande mor to, monstrous inf homes .. o8 i ( . so venerando amigo Pad re m , ':ero que, corn o intemr rato 0. =" O papa Pio X modificou as! "--actor-Chef desta folha, o leis sobre as festas religiosas. L., fazia parte doimmuensocor- Foram estas limitadas aos do-: i. prcdu;:iu diaRte de seu tu- u ing, Natal, Anno Bom, Reis, ulo uma orafato funebre, sali- Assump;-io, S. Pedro e Todost :tando comr a ua*. palavra un- Quarta-Feira da semana vin- o Santos. .iJa de sacerdote da no\a lei doi:ra tocara per aqui esta dis- Que sentiment para os nos-' ; ',aessa via-lactea depe:eirinis tinfta companhia que tdo boas s6s vagabundus ! ':rt,:des que tanto eafloraram ca no;talas tein proporcionado ao rra a alma e c coragao do ilju- public cratense. Os espectacu- --=- .-Te e bene-mrerit, capeao do los (ome-airatu sabbado d'essa m. mesnma seumana. Tods ao espe. I1oS PS.-. S. RevT? terminou a sua ora- taculAo o,, pe,. iA todos quo se a-' 0 sapcntimsmo protes.or E ? iav2m pW1UnteA numa laiim --- e , h. uma prece,-o tribute da te ,!uardo Per.ier, lau, ha di.t*, d na -aexpresso da saudad ue Ade mia das Sciencias, de Pa -a sex press ba nm aamorre.d ur riuritiC nz, em voz alta, ir-telligivel e, Feitas as oraeGes da egreji sonora, umr bem document-ido' m todo seu ceremonial, de- Foram d truid s por t-nivl trabaiho em que fundando-se em indou-se a romaria. incndio, nos iEstans L .'mJs, as lados eatisicos, afirma perem- Ronarias. co:r.o e~ta, oxaisc ^cidades de Alpena, Osece.,da, pere lproduzam smpre. es.e di;, Porcupine, Cochrane e Pottsvil- ptoriamente que a maioria dos Ss..:ral de r...ti.- :nem.ria e. continuand. f a 1-vr.ar bhouens slos tern p's gratides e mrto cue tanto, em vida, plans tiorestas na mr..m do lago qu. a nmaioria d-s 'mulh.res nor- '.cu neficio d'esta ter- Ontario. mas t e no. S. ea oiem, em verdade nrio la inum-ras ictim;. Car- mae te p peueno. Siem. em verad. ao bisadas morreram 4-I. Ao De 100 soldados "inr..ividuos *ubemcs ser gratos como ue- m ri.s:n,-e sel o 1 tSago Superior atirar:,m e GGO rooustos, seleeionados physlea- 'pess iS tendo m ,,rri Jo "2'. ). Profidetuia. trov0itScia! Tictor Mago plagiario Urnm gr::' de can aceircs, "..-ez compost dcos fascinrnas "t st- Durnes-i! demonrtra. "rinta-Fe'ra. Z charia-. J.,J p':1, 1Mercurio Je Franqa ,jue )rnelio, etc.. fizrn A for,-... varies episodos e varlios person nnro p.ssado a ncute. iA pa-, n-:as <" O,' ,Mi-:rav-is, Jd. as ban.l.s do Sa'ladin.'-o. u- Vic:or Hugo, .sao imnta .)i _-- nia -uiht-z-nha d r Ihes cde calt,. :!n roma:c: intitulado aCl o- S ,, ..". rn .-:n(da :-.' :i roite rr. de SAi-nt. Merri ,escripto em .des-'de;-s, e a, .qu- co:.-ta. 1831 por uru t-1 Jey D.i ssemi-. . ,m tilho do Sr. Anto-nio Fe;ix. '0 r. Dume-nil assignala as , atacaram corn certeza na es- . ida a urn ccmboieiro que ia .ra. o Crito tomando-ihe afor- : cinco ril r-is. A' postos no c :de.prim'-'rt-i -de -;so ever de ;ornli-sta. pedi s provikencia oos poderes S.npente. a tim de evirtrem -nlas. come estas, que tanto Se.vergoiham. Pro'vidcncia! providenci..! sn'.ini;..s entre- a- du.it o0- br-., mas r..iu co-c:-e. Lrutal- mrca.te p1r accu-i.r \'Ictor "Hug': de plagiador. Coa..':i:, '-elica- .damcnte, d s:a I;orm.a: As pilha- gens i- perminL:.s a g.nio descec que c'.ic r.u'A,:i -m- out:o o cobre de q>.; s-. auo.lec-u. eidlamo xtraiordisarI Foi em Chica:.o .que -- i-nnm- gurou :-ste ni.'du i' fa: r re a- o0 r. Joaquim Ale-an dre na- m o pr.nrir :.aar r, c- -: :d 'esta t -rra, bm .pae 6ae artem grtcs ;cn.. 0- S.,!i:, ho-menm ordeiro e paca- vidros ds i.2n-::.:s v,.m e-tilha. ineacado ce morte por can- ados. ..ceir-s da harda ,ur- infesta ac- Aparece un-a mu';her corn r :.;dmentef-sta !oc.ida.de. e ten- rsto co;.vulsi,,-*do pelo terro-. S e- ccap2d.o) m aroscaefnte oue lariP umr. .:.-,Id I de co;dJa a .:ma embosca.da que IhLe bota- e desce corn o- v-.-udts cm des- .' .-a caminh- lo Crato. resolve- ordm, s-guid. di um hm-r r ..n nr:dc prjuizo retar-se ainda noto u-:. c.:n -m r.iu.-al .u- pa-a aquella cidade. a fal- na mo. ri d3--u ur-r-t-: ;e garantis de vida. ()r? tMu'lar ifa-hm-. preP tra-t- Scr. para mo-rer 'B Acdem agentes de poli:ia. ---= ~ .aruna~i-se e amontoa-se a mu'.i-. od,, o-qj seq-u corn anciedac.es Aida 05 b ichls as peripecias d., drar.ia. (Ouano a multid ) s- :orna Conti-, n, s bichis em .,a surr,rehend.vntemente dens., ,i' f.na execra.da d. pcrve as homn., do punhal mstra .-e. de ; :,,-infas A peio .-risco-. repente. mas calmo e con, v6z Hiirfnss. .ju- trende- acima serena e pausada. d!z: S n) -t vi a honra a -Meus senhore. e senhoras, S"-id., amc.a~das agror ma-' o que atabam de ve-r -ao e nmals n i.a 'nm xo-,sas mulhe-, que u:na scena de umr romance tilha:- da c :;a a esses mon-' infcicto. qu- vae commecar a ser r publi"do pdlo orni al v. A nda ante-hntn.- Ftlas du-, Ea a ii:dadc do p-ub!co to- S.oras ua madru ada, subiu t-se n;a mias con.pleta s-urpre- .n.iies peia rud padre Cicero. za ante esLe cqs.ntace. veria- c-mrho do Arc. Liair reclamo a mericana. me:tI), sS 1 8 tinham peqlueno, Cs p'.s. D- 100 loucos, havia a- poitas 24 com os pus grandes De 100 mulheres, em seu perfei to juizo. 23 tinham grande - pennba. E de 100 louras. 1q ti * n!'an pq(ueno o p. Ten haviulo hcrnens de espiri, to. de talent e d,* genio, cornm o p.*'- de'communm rc. Bvrra tinh, un- pte- desp:aq:.dos. Nalolea-c, "e e.a- doialo pelos p -s pequenin,; dns multh'r', ponto da tirar os escarpias ;i imr per.itciz Maria Luiza. para ,h'o. ver, tinha o p's do tan:anho de uni fi -uievard. .yra d oplar Saudkls do imp0 passade 1,i uns cem annos atraz. 0t tempo no era ma:. Lwavaam roupa corn einzi. i;-ardavam l.u'aeim gu r.,. adita eri am .rande in-tr.;n:ia.'. Tinha valor berinmin. A.: nlciva-s Tasavan I.m vfa 3-em capfl'. ('il-avam mhir'ello Se si cmnfi'ssavam T-'rs dia- pas.avam Nata quarto trancaLia Pas maies viziadaas Nam pannn nove,.-lvilas- I I-pjis de benzida-- Diarante a'qunlas trr- n.. --- Pa-'-ava) i noiv,) sna-i, , C'm as Juas testemainhtias Urma allide cada lad.,. Elle num cepo de an.ri,. EF sogiu acocorad... Matava-. unm bode. Cince n ;eis gal;niri-. DIuas biearinhas E hajapagode Pavo c mo aeode HoieU Bm cinema. Pois ea o system De qaumdun casavamr Tres 5a-' daa:aravam c) pass) da ema. Se os iai6 dos, n4:ivr ,-ramn A te.-tina era melihor En--.bia-se du s or--th,- Matla.-se tiUM toli mT Y Se piem aso eram ri -s ' 0 fettim era menor. - _ ri-'.., I-,. I 1. 1 "a Tinham dois perils, Uma cabra assada, Fava conzinhada, Pirao de.cuseits A Ina era a luz On urma fogneira Lenha, azeite on cera Eram as lanternas, As mess modernas Um couro on esteira. Nesse tempo os casamertos Eram feitos a .:ruzados, Entao um padre exigia Seis vintens de am baptiWadu. Comrn alqner qnatro vit-n' Era nm de:unctu li.l I '. ll0je u am morrer E l.'o tiver cobre Dize i. logo e poubre Nat tern que tazer Que veio aqui ver' E nisso c.e enceerra P.dlrd alli n-ao berra A mn sra o arrenda I'achorro encomenda I rbu enterra. N.o < como n'outro teri-o, que tudo andava ilireit.. Mas drpois que o BTazil tev,& Governuaor e prefeio,. Todas as e, cna:a- .n! -it":n E ticaram d'es.e g:.t . Ve-io r, t-mp, man Az._reihr o li,\o. EP te se,'l,) n.,vo Nis mett--r a pi *a 'hermeffsam a unim rail One na,, i qunim-n sTal--. -Nrm terr qn, reive A .orte qua eritrrrou-.-t (0 mnnd,) trra-.l- E Il veru .-e a t l-a-.. 1 virtt- ainn-,s atr.i 'inI eTie -t-v !' r: T . S din!wii .:.Ii\'.n i i , C('rren.l,- d, i .rta et .t i.I. E en avi-anlo ao i.u'o --r,\- ,diabo se sr.:. A.11f.le de ,.on F-Etava caIn 'l.8ni-o. E foi si, l'assan'lo V tf i tc mlirr .\ .te e .-,etr.ibrr I )utubro e N 'veitro). () cambi- i l.tx*"n Tud l, se arraz.ui No tim de Dez-mir '. Na prim-ra f,'-r: . :l C(onheren-: o prei,'z Choravam ',, azrt,:nlt " Que s' dia de.;nlz.) Qualqriner umr qnr- e n :: i'. E ('ius te-rnpo ru.m. t mnnl. em nr .-a E:- .-ms venl., o rn:. Ea ':,'nto apr mirr Que.ji e:ton ,!e arra-!. i/Jal navio i-rm ma-tr', I 'r mar eatT.rngEoir' N.1.. A>:h,) n o t ras ,.. Far n ia. r:.: -. f _.i . .\A sa ar. ari d.-, e ,:.: .:: . Aze..e. b:rra.ha e far"- Valei~am umai. ,,e que. : Ho e '.amam -se esse- -.,: .- E .:nla '.o d a :zo, r . Far in:'a barata M'iho nI) se vrede, H., a off,-e '.tr., e b'tt. !e:ui .la laz art' Ter ,levitew a.-'." .'1. ^ V_ res-l n:r-rad . bo)ta na tea'ra Nao haqu,-m o qu.-ra L[. tifa enc.:sta li. "'e:a-'- agira na,- lfr-,. tsetas;es nos me:cad ai--. -r t a!&,r tria-zt . a-,s r rmea iads. Lo-; as mIaob4 re a i i"-nEtando .a.s estai.i-- 'L-va milh6 -. feire eo abha qfea ,u .mapie I I- i Pega u sacco e Iompe Por nio achar quem queira, E sahe da iibeira Corn alma partida a Praguejando a vida Sem nem urm vintem, Um tostao nuo tern Que pague a miedida. Nao ha quem nar lamninte 0 tempo da monarchia. As saudades do pa:.-a'lo Se aviva de dia a dia, Quando nao faltava chuva E impostos niahavia. Ninuem se apm'rt iva i'assava-s.e bern E sempre um.v-int-mi Nonca nos Ialtava, ( pmovo pas.:ava De iom a melhor .Mas hoje o major Nos quer ca-,tivar, Entende pisar I )P p0 o menor. N urnia rar.nd d,-'ai le' (1_ pobre lhje se a-bha. Se o genera hoje d-a pr-.. i Amanhfi tern certo aliaix.. NAo sei cniom se sanst.ntU 0 algodao e a borracha. I.fanidia Gjme- ,!h l'.nr .,s " Dr. JoIo A. )trre j i li -. Op-rv )r e Pa' t.ir.,t Diplom-vl p-li Fa.-imdadl' d- ..li.I ina d io Ro--Ex-inriTernTD do Ho Co-'.ita Om c'-i rfsiden- ci. 5i Ru t :as Laraijeiras na C.:21 do Cr.u.t Acceita chamado ni qual- quer h6ra e corn a maxima brefvid'.de promptifica-.e a attender consultas e chama- doi paa a zcna do Cariry por prego razoavel.- CP.rr,-CEA.RA --~ I s^ INEDICTORIAES Ao public Eu abaixo s-igrado. ten ,- me retirado de :a.: a ha, p'ra e-:.'a vxlla do Joazexro end: res;do, declare ao pbi.co que a mir.ha offcina Ce ourives continue . oerta n'aquella cidade no mrr:s- mo local sob a d. recao de men- filho, Sabino Gomes dos Anjos, conhecido por Moasir.ho. Joa-ivro do Pe. Cicero Padre Ourivcs caf taraio ucesTia S0 orga.iador da ,>,r -lade *.\;- r,;ra- s.ent.fica a tow ... 4 -wi.* -:,.-nC.almente aos de '.-rhalha.Cra- to. ...Iaziro e de .S. A.nr,. do Cars- rv. que a produoto ii 1'2'f)Oo0 ,o- illhbet-o da lt-ria :,,'- NaLal d6- 1910(. acha-a- en p1uiler d. Itever-n- di.-imo Palte V:c -nta- .Ang.st, \:-- zer;ra. dig.:n.-imn dep. -itaruo, ra cuja quant:a L-. m nrr.L n.''. ll - Stcs da itt-_ra .Il Natal 11 1. 1 Q pEM re:en,-i- L-compr -, a.-U cLei -;"- ., (I .Rtato, 'o primra P .gc. ado .ru.r'. 1 .-n- ineadernuadas .n:-ndJ.-- ecin Jo-,e .-.- i r -- ,A Indeprdeu is a'". u.* I Joa~wiro. 12,-,8:MIl Que hoTorro - I ,!"V; It9r . *' F 4,. 0 R, --,0 R_ -- __I 2_~IZL aic Eternato "page PHA BMMi A cAo" E,- Este estabelclimento de eIu- Scaao intellectu ~atfunda4o n'.sta L11 l d n [- , - suc. prolisi.to. Exectitain-se coin perfeic;aIo: Palitots. Jaquhito., CahlSr,:, "raques,hiuz is,Colietes e tudfo o (mario), sob a zacgai. de Ray- mundo Sieb h.ie de ois cursor primnio e ,icrunda- rio. (orpo docute Padre J. de Aler.car Ieix-oto Conde Adolpho van c'ea Brule Raymundo Siebra MATERIALS DE ENSINO Curso primaiio:-leitura, es- crip t, granimatica e arithmetica ele:ncntures, etc. Curso secundorio portu- que-, francez, arithmneti:ca, geo graphia, historic, etc. et(A. *PRE(;OS Pagard cada aiumnno, mensal- mente, p clas materials do- curse primariu-2:000 pelps materials do curso seetndario-5.000. OS PAGAMENTOS DIAN'TADOS NOTA :iUs cpxnct;iLnte a nsinqm art,. .O director grant, 11r4ante-so lhem acabaolo e a nes de ftimilia todc. 0 nes1 :, .m -, 0odL i':;rar')o dos trabalhos ti,- siu < Altaiataria; vi-t'> ser .do pri- ' i,,ir qualidade toio o1 marer0! iinpregado. ,Asseio. ordenm e sinseridfade , Joazeiro do Padre Cicero DE -JO. O VICTORINO DA SILVA grandee estabelccimento do ta- ,das, miuddzas. ferragens. lo)u- -. vidrs, tintas, bebidas, 111 mo- i;;rlos. ehtpcos. ca;,calos, plrfn- ..iriat, livros. relogots, e des- 1n,11.brante stock dei a'tigo(s de -,in. ttdo- a pr'e;o lbaratis.-imo. ' .11 em)petenci;. 1mRa vi.ita, pnois a A LOJ.A T'INTA DE AGOSTO ! Pi'.1 'A DA. INPDI'EE.XI L.V'I X.' 121i. .' AZIH()O DO PADRE. CICElO BAZAR POPULAR ) >pr jrij-tari-e, del'-t, s1,rio e c n' - V .-Ub Iado 't: 'eln-'< i tt 9 ;vi.--A a,' - I' qu, s f i',,;tc1 ISs.' 1 ;1 1 blioli e ln '; it q -' so ;>,,-hla f,:;i IIm um o. h 1oni et- e mplrto sort iui .1: tt I t (slliIs. - rrt oeus. miIidesr'' --t'. 6t'. e quel VI: .ne pr' pr,:6s..,-o,, mais rsumii- asA p.Ass.i\(,s aqui ni.,aseiro PHRA- S(. DA IN!)KI'i-NI'.NCI('A 237 S e colllprl'ar. l".!ia visit;'., pos. at Il'.Z. ill P1( P]'I.*iL: de F'u sfio It"........ 1[ 6 neta cnceitii'la ph:irmaein mt iieos, -. 1-'iaiida es .;irmitcf urieas Lviamn-.-- re,.-ilas .o iiual-uiier hora c r' -.,:npr:i'.',. cuidado ; us.-io. ; I r < 'icero n i. 1. CINCiNATO SILVA \Vindo 4: cmil uum complete e varindo sortiienittu i. fae-ntas e n readoria; e l qua vemnd i )or *i. *o, ..<;:6 ("66p-'t"-,ni."s. ;a (o'lterltt 6 'i6f.-1rc' m. U 6ai. t'Xige6t, l re.uv 'wt. rma visit.i pi-. ;a 1.0.1 A ESTItu3JLA :.,- L'i:c'. "'. .-,lv,21 lu ., l'-dre-e 'niv.r,, i.. 329. * A PUItI(c' .1OAZEIREN S ! hMii-... 0.e Freitas, recnte- S:ente chegado n'esta villa, avisai , respeitavdl jibAliico Joaz .ir'en * que abriu sua Aifalafaria a Rua S. Pedro n? 1884, onde podeira S -.r procura.lo ilparia os nister.-, io.O snrs. o cuiJado na educayio intellectual de seus tilhos e agradece a confianga que n'eile depocitarem. C xteruatoe -adre (iccro, tunc- ciona a IPrc.a 'A:i "Indepecdencia n? 5G. SALAD ) AZUL (0 proprietario da Beirbe-rin Couti- tho, a Ilmai. ulti:z d-'sta villa, visa .)s 8sds f|t*1 kg-/z S ; e a;') publio f)ll geril q(je t ransferiu sua oftfi-ina para tun n'.o e elefan!te predio), (.'outigu- 6, ao son estobeleciinento (-. mnervi- Al, owde encontrarfio. em substitui- ,.Ait a lIrbuaria (ioutinho, o nSitlo A- :ut capril-ho.amnents asseiado. IDispcnd,' d( p1,ssual compettete, garants desempenhar .com pronplti- dao e a coi)tenlto quahlluer taubalho ,oiwernelnte a arte dte harbeiro. " E', p 'eiro Fernuandes Coutinho tIua d' S. SPedro. : 1 .'S5. Jtr.:iro dUo.Padre Cicero I C.\SA PYROTECHNI.CA, Esta t'asa se tniicarrea dt (jiil- Intr trabalth quiie diga respeto a tguo e polvora. Foguet'es duzita a .5~ ii: foaos de(1 3 bomnlas.duzia 1.)oo; hitscapes duzia 25-(;: e,:pada, duzia 4000; traveiros,, iuzia 340.-; pistoltaS, dnzia 1400; pi.-tolas. dazia 201oo; pi;,tolAo, duzia 31 0O; fogos de beugtalla.duzia 4000; :aria dtai dai ia i z it, ; etxquesito, dn-i : a- i"'d: rodiuhas desala.duzia 1200: :ateri:t i',andellas romanas, 140(0; .strellas dt S. .l.Joeo. dnzia 120; bri'- bohltat, dnz1a 1311. Pil'to- s.tes os mais i ssaveis Juaseiruo, Rua da Conce-i'iio n 126f /JosC G'oncs de Almt-eida Duda BAZAB RAALHO DE :CBVALH ,ra atari a b .pera ae Ftn0 os e ncU ga da qialiuer ral~alho ,.m e ear ltt r:..nfl., |.r.--to.-a o nuoelaidade iin PiToA. ilaR dd t'ruseir,. le fazendas menr: doria esFivii, f, rra'- gens, chapens. Tendo rosebido do Cearni ,rn complete sortimnento dos artigos aeimat ;neneionados que sao vendidos por preoo ;-in competencia, convida todo o public( .>ara fazer urna visit a dito e.tahel-eimen- o que se cetrtifieara do que allHrnado. VERDADEII'O A.PROVEITEM! QtOEIMA! AP1IOVEITEM! Joao Baptista do Oliveira. Rua Padre Cicero N". 336 LOJA DOIS IRMAOS Loja de fasenda. frragens, Ia Pra'a tia Independencii n". eridlTh em no oeio,modiceidade >. affabitisidu a fregu ia. 0 1(72. Sin- CIII pre'o~ O B IRO Manoel Victornno 4 Silva. av's-a aos sons freguezes qno, dptodos es artigos d.. ('o'mmercio, tern no-o, born var-ado sorrimento. Pre-oes m competchid-, cumtto da capital Pra:;ia d66 Indepner k-i.i n '. 22:;5. Officina eo,;npl":a ild tolos os artefactos 1utosil- rin m fltmndres. oetm gr;;nde .sorti- inei t> parA v:endo-, ,in 6gro.-so e .-t retalho. Si acharem outro tarateiro, irtio ha d 4or tAnts conlio 0propijteario Joa Antonio Furtado. Pra:cada ib ld-'pe'-encii n". 9 8. ifml Casa, optime ponto com- mercial, bem construid&, corn 26 palmos de frente e 64 de fund" boa armacao d cedro, ita d pra- ca da Independencia n? 1917. Quem pretender compral-a pro. cure a abluixo assiqnada, d Rua Nora n? 890 on ao cel. Felifat di Crasz .Neve em ,Sn.t Anna ..." do.Gafriry, qae a cend-ri. rasoa- "s',.8 -7 -.911 Bellina JMLreira Cruz B A RB ALHA 0 rei do' sde.p'rativos 0 EliXir papuratil de CA1(tA(fAfA Prepfrado por Sillvi.o Jo.q da Silva Approvado pela Inspectoria de Hygiene 0o C-ear4 e autori.'ado por decreto de 9 do Novembro do 1909. 0 J&iccumatianm emn qualquer perio4o on pha:e : n'rne-rir amente 'nib--ttilo; .S y ilisl , ULlceros de qualuer nattresh, ioelegtia dt pelle; Cn r., te.,,.: Cmercse ququer mo- 'estlU dle (orlem treneria.; vo EIAIXI II DE S.\NIN NAN. euaccttrta a snt c:r'a ci'ta e rapid A venda nas Pharmacias e no deposit aeral. Pharmacia Silva. XAROPE DE 1a0sar.-i de'Tofi e rucalypto "Comnposto .e prenarado por .fanoel Caadid das Dores Mnito until nos intommodos do :appiareli(. plhnonar: To srs.. df.u.ros, l. oiqtes., ia .-'n.yt'es as.tman etc. A venda na Pharmacia Jo5sJ Candido Rtna do Vid(;o 21 pepnratiio Can i o proparaITo p1lo lhtic.iriOu ta-'no'-l C(andid< da ) Dores, ede p-ovada effic:cia has pe rigosas affecq6es bonhatic:,as. .typhilitiCm .*erophliosas e darthrosa: : com ef'eito am grande desalojador do. humores vi- niados e o poderoso eliminador de todas a loeni.as pertinazes quo tern sua origen; 6i6. innpuresa do sangue. Unico dopesito noi ph::ri*..i;: Josad Can- lido, na Rua ido Vido. PHARMACIA SILVA entemente: garante por isso regali;h. SVantagens ainda n ao ot'fere.;'da por nenhum oatro proprietario d,1 terras em condiccjes ldenticas.Quen pretender residir temporaria ou d-- finitivamente na mencionada fazenda Canto Alesre dirija-se ao- proprieta- rio em Floriano. Theudontro 8amalbo df Akucar Este estabelecimento tern con iFAZENDAS madogmes o s.trxianzei.- ras.. ie LoA- i,;1S. Tir. Hrilaunte sesa de' arti d 'alas, ihus, mantil (l'q PRE ()S .S..(s ?.[1AIS COMMOI)OS IDESTA PRACA ia'<;a da IndevpfTni1,v;a no. 2236 ,-eir), do Padre E'i',i-o GRANDE QUEIMA!!!N Jos' Evangelista de Sant'an- 1na1- :'evine as public que resol- ven faser formidavel queima, emi grosso e a retalho nro seu varia- ldo s:rtimonto do fasendas, ferra- (ens e miudesas na ' Praa da Inloependencia n. 1908 (Esquina da Rua do Cruzoiro- Joaeeiiro do Padre Cic-ro 0 .l Silvino Jose da Silva, na Rua d,.o Con- ra r ou fora da villi, pr ipr.:. mercio, ". S; tern um grande e variadc sortimento de droga.s, products cehimico: o especialidades pharmauntrica-'. 'Despacha os receituario0. coin id(lica- inentos do r -.inlT-'i.ih pareza g.-tilrantf :;C1io, prectoza e mjdicidade de prve,;o. .AVIZO Francisco Caval':inti, president 'm F(triano do 4 -tdt, do (liauhy, rendo adquii':'id. por compi-a a faze1n- la Canto Ilegre do( uniuilcipjio de Xpparecida deste mesml) Estafdo. a 1ssa que acceita extractores (de mai- ;oba e lavradores que quizerenm Se g (.r-eg.ar na mesmia fazenda fixandt, m nio resieletin definitiva. Chanma atten(;iao especial das peg woas (que pr,-ttiidel-rem se agrega para o si-guiinte: Ha na faen'ia i'. to Aleg-e gr:d.m~1s |Inaili ol a--, gran- les breo.os e Cbixoes, estes apropria- d t ara ta e qualquer plantaiao -m ordem a ofierever facil e lucrati- ve resultado a quem se dedicar a la- ciira. E' intuito do proprietario tor-,ar a Rsa grande fuzenda habitida suffl-;i- eual iiotdo$. ""- impri mem-me corn riitidezx pj-eri(. Cir ,,i,,ff::, e rtc,s, de r'. -if, c r ,,! .,..- "IePtnoA, ft{iurcs de thearto, ,i,,-ai .,l,;i .. /'t66t6 rr.f6 r,6 nr9 o.6 6 p)6,'6t ,-i i ,,.: ,zn/l...,.6 - "eeibo. -/ail e ,'f6 ra Cdv .,f.,i f' r,1 /',66 !,.- rot" f" v ":fulo, pnO' q ? 66..6. rot olos par 'arrf, court a, i - [ r.t'' .-/,' 't,'. t Tudo por precos 're. umidlos'' E' journal de n;:ai,, tirai0'nt iJ maior citrulacao do .-l 6{,6 E.t ido. RlA DO PADRE (Ci-'-I 6 ::, - 6 *.~ - - -~ 6....' ~ ~f ~- -. AZ~~.s~auzz6Z. hr 1. SAU A Floriano, 15 de Junho de 910 Francisco Cavalcanti phartuac!a iqueira CASA DE CoUNFIAN(A Pharmaceutico e Diretor Propr;etario Coroneld ,'7-.',,;./." Arthur Si .ir'" Siov anti Estabel, ci:0,:: mont::Io ,] lb::x, I. todas a s re.rA, '- hyii iene 6u6 '-rn;. t .abilfit:.: a ,-.. .- i nhali r qut lq.',r t.ra- balho da art,. pj;iarmceutic:a.-- Complebt sortiiento de drogis e espe- cialidades pharinaceutitc as ci6si;,.- estrangeiras, da .s .mew1reis pro.edench:-. Ab- rta todos o0s diais das t da maniij, As 10 horas da noite. Rua Dr Nognuira Acceioly w. .;,- CEAIA -CIATO Acha-se exposta i venda, no Cr.to. urna boa cia c sit-'r 1a rua Nogueira Accio!,-. nO GO, coin cilnco portas d t f n;t:, muat4ha la. etc. Quem pro'fI:lcer c-cmprnl- 1, dirija-seao abaixo ass6ignral. que todo negocio fara'. Jaqnim Saldanha Maia Je 3 B.A.T3 s JOURNAL IMPRESSO E3M M;ACYINA "FELICIA" Contrncta-o' n'estl Tvr,.r:; .hin in:- presseio fe jorin.es de frm: ) r.'l.r, i.:- , ] -1 p |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| MILLISECOND | CLASS.METHOD | MESSAGE |
|---|---|---|
| 0 | sobekcm_page_globals.constructor | |
| 0 | sobekcm_page_globals.constructor | Application State validated or built |
| 0 | sobekcm_database.verify_item_lookup_object | |
| 0 | sobekcm_page_globals.constructor | Navigation Object created from URI query string |
| 0 | sobekcm_database.verify_item_lookup_object | |
| 0 | sobekcm_page_globals.display_item | Retrieving item or group information |
| 0 | sobekcm_page_globals.get_entire_collection_hierarchy | Retrieving hierarchy information |
| 0 | sobekcm_assistant.get_entire_collection_hierarchy | |
| 0 | cached_data_manager.retrieve_item_aggregation | |
| 0 | cached_data_manager.retrieve_item_aggregation | Found item aggregation on local cache |
| 0 | item_aggregation_builder.get_item_aggregation | Found 'all' item aggregation in cache |
| 0 | system.web.ui.page.page_load (ufdc.page_load) | |
| 0 | sobekcm_page_globals.constructor.on_page_load | |
| 0 | html_echo_mainwriter.add_style_references | Adding style references to HTML |
| 0 | html_echo_mainwriter.add_text_to_page | Reading the text from the file and echoing back to the output stream |
| 1 | html_echo_mainwriter.add_text_to_page | Finished reading and writing the file |