<%BANNER%>

UFLAC



Rebate
ALL ISSUES CITATION THUMBNAILS DOWNLOADS PAGE IMAGE ZOOMABLE
Full Citation
STANDARD VIEW MARC VIEW
Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00001672/00093
 Material Information
Title: Rebate
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Creation Date: August 27, 1911
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00001672:00093

Downloads

This item has the following downloads:

( BRIDGECACHE )

( BRIDGECACHET )


Full Text





























CEARA'-BRAZIL -JqSEIRO q p.


AO PUBLICO _: : 4. :
que. o EoI, o seria e::e. at." se, e de tal orte, emb:ado o.
cque as cousfsentras-=i em se- e':tendimen:o,que o fizesse e que-:
Sus eixos .I cer por cumpleto a- noc6c-s mais
Que o men conrsp:ico amigo. comesinhas d.- todos esse- e ou-
La 'c.Lr.ml pas.'e: erite' rest. portm, em a da deir.:,.ige,-. tr, s.,ntimzn-rto que tan: nr.obili-
T D RARDIN cia' que c tenure romeiro' e tam umr coraq.o de honmm, e
nRARDaaturaes, e ze bern cue se to-- -'.t, subimarnr urn cora ao dJe.pa-
nou patete; d'aquel'-, conflicto'dre: era tudo isto p.ece.o e :W.
de enconme*id. travado aos 30 a!z:nima cousa ai.iaa n .- remat-.s-
d% passado, resolva s:-r mnes-mo v -- e'n monstro, p-rai que, assi!:
A mentira, e p.-r com a ca-e!as, d'aIgarn modo, no espirito chfe politico, rtal, e-nAo p..a-- con .-,s-o Iha es.e b-rro froatin".o,
mr:a eSom o insult e sri do public ao cnge. apresso-me; tivod'esta localidade. dc p- .- asi. se cc. --:e tao :rtua3o e
o apanagio insepaavel em desfaze 1-as, e corm essa lin- me. ao sell IlWle. eu e;ari. pa--l tl- p-Pc!Zr, am- o.
s causes desgragadas: ee se- guagmrn vibra-ite, escarotica, auxilial-o, secundj'-o. Vej: A. C. U M c'jr-
-sempre uesre mundo a arnma rnas sem erngranao, qiue as Assim, jbs, comno c :e rt.:e-4dPm.: s' mn-.- co~'o C'*--a-
fan e de que lan-ain mio infa-t circumstan:ias d'estes maus ter-. pi corn o r veIho ami Padre cad..-':e s~ e:. ). a : -J niO-
es, para ferien, nao sabedoL s cnhest;os que araveasa*-Cicero? om e. e d-i m,.-sm. fr.ma cro.- a
-es ue, pg:.ra os homnens scea-.mos. pe.rm:ttem. Cim'o? 1.'m a bo f d' o:
.,os. essa arma mais fere 2ao- Assim, nao houve, em ha, Si eu, co am;go., tves-, io' i'luhre. t bon-cd so. e td')
Ut a maneiam;r i; nalmen:e. e enarc mirm e o padre Cicero.,de fact, o as rela,6e, de sin.:ro. e t15--i.! co-) e o pdr
-r sempr o lgar cnmmumir-mpi.ir-:-> alm. corno p.:-r amisade q de long e que C.c-r. m-i veja t.ambcem .I r,
,ases covarde e pusillanimes, ahi propaia. ,.ssberegsdame:Dte, tanto se es pe!a Dor e 'ubaico, es=- !!, cO sensao. .-
S.wando derrotados, e secrn urna esse al, em.. -pelo Sacrin luctando e g-- 4Le-n i" mf,'le de.;.-..
..reita de esperan;a. sem ama O0 que se passou enare aim mendo aq,-' elle; eu nil :t-,3 de ref=z. n a met iroso e ca-
:estea de Tax arepesc'ilar nos e esse respeitve1l eoleg e oc0an;nuari i Istrnt, como lumniador infame ccmo eist.
.olfaos de sea es espero, de seuqiue o no hcaiarei em divlIgaI"o!c~icnst,-a -em- -est c/'re . -
desapontamento. pela i.-wpren.-a, e A sa.-o marisda rua que tese- nomr, e corn S r-.te un to .. desme-
0 hamem bliniada c de sen*9d propria, fc;i fallar Ihe corn essa asua proper fznil'.: rr-,-.r --me-ia -!9. -.9 '-t-:. .-o cO'-r:.
,raticot vergonha, o hormw: de franquesa que, bemr sabe el'e, e, d'eila in cntin-,,ni, que si assim e- .- 1 ..-- t.e e -. 2- ems,'.
ermn. o homerr. qu te m digni- sabemn quanos ne Cconheiem. nao o zesse, cmo m.i.anda a dij- ;i. .el fa ,! m.:-.t'. c c.-
de sentime:o de caraeter,* me peculiar; fi fallar-ihe acer-i niJ-. sseria, enrao. eu. m-as que L-.::-, e fu':I.i:. c-;pr".:oj
W.o se served, nerm se se.rvL-a ca das cousas da terra; e cor umr desbriad. s a r.-: .: s-:ai:a dc R 's
:rzais d'esses mio: t; dep.-i- essa mesma franquesa cam que, Qaant. ao Padre Ciz:ro a.- s '-i -- i -': ;I :"
mente., tdo ba-xos e t2o vis, amigi sineero e leal de meus char-s- so ladod'esse garimpei-.3 m-n p:--- -i-.:
r.m mesmo . para sa a vi- amigos, costu-no falar-lhes. poli:;co i s tantonhado. e par. ~:--- CAL'.MNIZ :. -
ca. i E foi assu.*, corn effeit, e fi.er a minia desgraga. cornA) rs-. t.-!.,l v.;. r:--.i.- '.
S6 os miseravels e covardes'sem que por :sso rompesse um re ouga esse mesco a -, -r .'-::-.lhe. e" -..
<-rvm-se dresses me>c.s que, ao so 1eo d'essa velha cadeia de tarbernm e mennira, s""plsn-rt- -r. t.I c .1 :-*.o
.,am senso mais vular,- repu- nossas.re'ages de amisade. ment:ca d'esse men.t-o s, r--:-:.5o peb.."-.
Eam; somente .eles. 0:ide ha verdaleira amisade, vergonha. .A '.a- ', .-. m'-
E fica-lhes maito becm. :sto. pesr eu, q-.e deve -haver today Para que. assim. o padre C- ; .-
Kada mais prpri:o, de certo. franquesa, con.o deve haver today cero proca essc, era prez'o c -
aem que mais se adapted pe- smceridadeelea'dade, sem esses nad- fssc Celle que d-a a- -.--.- -
quenes animal. d'esses figuri- engrossamentcs Ce veltto a,... cerdote exemplar. um bomem d -. . .=-: .r :
liaas d'a.na tamanina que, hoje pela cosinha. bem na extenso da paivr-. .'-.. .-.. a .-
mai;s qe nunca, infestam a soci- ,Ahi esti o men veaerando 2- preferL-a e preferra tu: pr.,.- : ..- :
e us mentira ou a escanragem d'u- rieamente, affirmar o que :acabo rer tao mis-ravee-..=e a--, a :.
wa calumnia de envci:a co-n um de di'er: ahi esta ,de qualquer for.a, para aM--..- ..
.ggesto de insukos. Depois do qua se passou entire; a de urn amigo, nncipalm.:e A --': .' a
Sao-me esas refexes -.:.e- mim -o benemerito do sacerdo d'um amigo que Ihe te.n s:,0 -: '
vidas por noticias que 1a gos te. estiremos juntos ia, por arias sempre franeo, sincero. deJad -.:. : :-.: ,.
me tern irasm:ittid.-de que vezes, em, confabuiagao a mais eleai!. dm amigo e pa.-eite qe a -.-.: .
a4 frl., por ahi em f6ra. anda. intima, comr de vez, e uiurna- sena visar in-resse algum, t.:o :- --
,,-.oalhando--que eu re--7i corn mente juntos nos acharns e.a acricou por el e pr : :e -. -.. .
SM.ezanobre e dist.:ncto am:go uma sessao litteraria, a que hon- ra: socn:os, anhe. esr-..: : -. .
padre C:cero, e--cuae esta acha- rou corn a sua presidencia, e na a... o -.o saceoe. .-:.. .". ,.
%eC ao lado d'um aventureiro pa-. qnaL. usando da palavra. bem se Em verdade, pr-a qi-r p .- :e --
ra fzeraqu a minha ruin, a m-i- exteruara a meu respeiro, azen- Cicero, assir, proces-. : ..:-
.a infelicidade. a miaha des- do-me li.-)ngeirasreferenciaswcha- precis:o que ele- s, m"is..-. :- q ..... -
.gra;a, a miinha derrota. mando-me-de meu amigo. mesm guadida bc e-:- .- -- :
-Imenftiroso e inra!r e, e2., Lr- a -.." -:, ... .. -,-
Mas i-to cl pese6as de te Equandoj ,tos estivemos,L eto s -'
-ao relasse depr-ei-reaciaa t- a- e -
--,ntiniam a transmittr-mC. r-t1o enenrdendo famiiiarmerte sobrei -elas- de pre reo a r_ 2 a-t:.. .. -
A pass.a de. teniI-as archite- os negocios politicos d'esta fa n da a hoaraf de e d : ,
tad.as ema ne ra ai-a, direi. rosa localidade, querem saber o e e .
.gm- : -A -
parodiando Spencer. sem quese passou de rnais notavd?- Sin! era prei-o que o pae n .-.'
*R uina alma sequer de verda- vou dizel-o para mais confusao Cicero _,se, como um t-:.ah '*" **, .._ -'- , ni
e, e que po iso m-esno se de- d'es'e aguem-- e maior desa- egyp-iacc, se .-i. srcm -:-. *:t; ; 1 -
.roem. pon:amento d'esse avenureiro: dade, se:n sentimntlo e co" :
E rpi mes~.j, a- aen:uando- o Padre Cicero me garantira, e cia do que seja a edzat; a :
Sassun mais ma v uelle pr mais dna q-eu sede ad ao, a ....-...- ...... .
,oaceita moral de S:. B-eve :aochefe politico daete umpioda ea ..a. pre.: '.- ....
-F .-acnine rec:ne or eHe a inagnrar e (hoje. c-u a u a-que o aarO ~ crz a aNs a .. .
stisme. nh-a ow o danno"p -,oazida, r---e-- 'ie a mais midav ais. .. - -
"Rec. anal, go a ,'m, --arem m..importa), ..


Cautando c riuds


- p.. *.b-:





a


i I 3:-


-- -1

:;.~ a'-


: .,. : : d ' .
[. *. '. a ". "' . "
'". ,' .i i 3 ?* 1 .
1 "- ,.
.-- .
.
(-::; : :. i~n ,.-


. j :- -.


*Dt UEhi~ DiG


v:


[ 4.-
L l. l**- K
I !- -

I..'


.' .' I ' \ I- -. .*




.i -. -
"4 *:. :" .e:" r -.







- . ', I ,
_: i -* ".: , ".: -". .






:* r* I ;. : .' -
7 -.i ..- l':: !' t .':: --"." .



".' .1 ',.'.'."- ", a: rr.' ,. -
I . -
L ~ L. -
t'" .. .. ." +'A . X .. '-



-- ,-

I,, . ..

r- r:Y-,~-

..-" 1 L' pj z-a. '


Jr


w..


p.


,P
I


AN NO-Iii


NtX~I lB.


II v se ~------ ---~~


O)STO DE 1911 ,'I9


i


_ ---i-- __ __ I I


Ipp~-.-


^


~rrl ~1


1








YfA


2


Formosa, qual pincel em tila final
DTeburar j mais p6de, on nunca onzara;
Formosa, qnaljamais no ceo brilha ra -
Astro geatil, estrella siatutina; '

Foimnosa, qual we a-propria .io divine ..-
I he alinhara o contoro a Thrrma rara .. *'
Formosa, qual jamais desabroehaira
Em primavera rosa purpurina:


Formosa, em fim, qual natnreza, e arte
Dando as maos em sens dons, em seus lavoriw,
Imitar jamais roie no todo on part:

Mulher celeste! 6 anjo de primores!
Qnem p6de ver-te se.mi querer amar-te!
Quem pde amar-te mser morrer de amores!!...


Ma'ricrl Monif'i


'Srie de trinados de timbre e
.idtdezis e-stanhas, desce, entra
:i-) carcere. Dir-se-ia que ia aca.
r ciar ,)s pequeoos. Calou-se, e
inmovel, corn a plumagem hir-
ta. n'um arrepio doloroso, este-
v., instanteS, at6 estcurar a tem-


?elos 0pera0os



Vemtos- o mundo baloutcr-se
n'um fr6rmito insano, na terra,no
mar e no espano; p mncos huscan -


;ado desde o m.omento do capti- do gloria e renome: outros amon-
.eirodos oilhos. Louco, desvai- toando-ouro, n'uma febre douda
o, corno urn animas.l p.OOoesva-o
no, .com e um animal possess, de riqueza; o resto,a maior par-
Ita um pio de uma cadencia te. prncipalmente os operirarios
litubre, de arrepiir as carnes, ou seja a quase totahdade dos
ma blasphemia, uma impreca- habitantes mundiaes, estortega-
tio talvez, como se qu zessc re- se, de fome, alta-lP vetes, nao
---mire-- ,suma nta tod o de- tem sequer OGdeo tron-
espero, today a revolta que Ihe e, (
ai pelaalma, e, nervosarnente, E sa dos o-
-e achtga aos filhos. perarlos ( os niati.zes e
, r naeates diftcrantes, e a que mais
A gratna, pobre mani, presen- navoes difre a, a que mai
indo uma desgra, ab.ndo soffre como um imarty'r quo e 4 do
rhndo uma desgraga, abandon todo. tempo.
o lambrequim, e u'um voar ver- o s t
hmbrequim, e u voar ver- Entretanto, o Operario form
ii.inoso entra na gaiola trinando no cnjunto a mais n furme-
recesno sn conjuncto a maiei nume-
r .eceg. ros9 classes do Universo; tudo
Havia soadoa hora supreme quanto n manufctura, se ven-
. desgrag:i para aquelle easal se console, desde a purpura
:.o tliz at mementos ate mais fina ao grosseiro algodAo,
O gra6no, n'um desvairamen- joias de valor inextimaveis, fer-
to que o endoudece, prefer a ro, outros metaes preciosos, e0
more dos filhos ao captiveiro emfim, quanto existe nas artes.
dlles. Assim, corn uma cruel- industrial e commereio, paIsa le-!
,iade, que assombra, ciava o bi- las mao do Operario, d produ-
co, encerra-o no coraaio de um cto de scu trabalho, seu enge-
fiho, depois no do outro, e, co- nho e aptidao.
ni we no bastasse aquelle apu- 3Mas essa classes que enche o
sialamento, vale-se das garras, mundo, semo an qual nada de bell
das aceradas unha e rasga. ras- i existira, nao tern urea organisa-
ga, as carnes tenras das avesi- o socdil sob os auspicious de
nhas, esfarrapa musculos, estilha mutua solidariedade, rse o por-
.,-so e s6 julga ter libertado os que arrosta corn tanto sacrificio
fthos quando d'elles resta so- uma vida do dissabores e de pro-
m-ntc um onmbrulho de franga- va6;cs.
,, sangrentos. Emquanto as nacoes se fun-
Emquanto se passa esta sce- dam sob genuinos principios .de
Dia. a pobre nmi, gemendo fun- direitos e harmonia de scus po-
'.*aneLte. debate-se em conIul- deres para o seu progress o do-
. .t no pavimento do e..rcere. isenvolvimento, os Operarios no
() grahno deixa a gaiola,fi.ta o degladiam e mesmo se h-:stilisamn


.ul, selta um trillo e-triduld, a-
, oureiro. abre as azas e voa,
(,a:t ara longest terra-, para os


e n,!o raro os sons patrbes como
se catusadores fossem de neus ma-
les.


,...,are- dOS sertoes longin- Pois esse patrAo) que tantas
q;io., onde nascera, e de onde vezes vos matou a fore, vos sec-
mn.mnca devia se ter apartado. corre na miseria nao diguo de
E a gras.ta tornou da cruci- gratidio? 0 mal, o verdadeiro
'.nt: angusti.i, muda. taciturna. nmal ven de nossa desuniao, da
v'nca mais cantou e pouccs dias falta de sociedades legalmenta
%*iepois morria de pena. c Instituidas. v
Rdol f I DS) ptitrte,, eapitalista, e
R olph 7 philo 'ienmpr-zios, nAo! elles aTcharam
umnia situa(;o) fivoravel aos seu.
- interesees, mas nao a cre-aram,' Ik1
a exlltia d'antta.


%MNr .%l


3-
fit4


Siqueira


Pilo Afogdo ie



A acEao da Jgreja a aceao
do Espirito Saato,e onde ella- se
faz sentir produz o renovamento
(1a fe-- Kmitte ,' ria, em t ..-


d. Levina Liberal.--Esta associ-
agaoj; conta uin numero superior
a 200, inclusive zeladoras e asse-
ciados.
0 nosso parocho tem procu-
rado dar o maior brilho a acgdo
da Igreja.
Pernambuco.


Salustiano Sobral


0 salario do Operario nAo e-
stars para as a Foeidades de u-
ma vida caris mnaas a calpa d
do proprio O$00 o que nao son-
be unir-se em iipedades do inte-
reases mutuos para aosim fazer
jum a melhorea mbvennes.
A desaniii jrporta no fra-
casso de todae s preteipoes por
nkais justas c'.' am.
Umn indiv ainda grande
illustraqgo, naf podc om dadas
phases de lota ixetinas, impor
as outras naGes*respeito nPo-
rani .d~e nacionalidade.
fS p l'^^ A -- ..




constituidou.
Assim o Ope'ario, tisolado, .s6,
nao pode impor, nem ainda ob-
ter favors excepeionaes.
E' preciso qoe o Operario se
constit6a em sociedade. Ligando-
se os do Municipio aos dos Esta-
do; estes a today Federagao, sem
odio, nem vaidade, animados do
nobre desejo de se ampararem
mutuamente.
Talvez, bem cedo, tenhamos
de encetar nossa jornada em prol
deste desideratum, reivindicando
nosso direite..Na tribnna livre
ida Imprensa, nas pragas e nos
Ipovoados havemos de propuguar
pela constitaigao definitive, dos
Operarios brazileiros, em socie-
dades legaes. Como Lazaro, ain-
da comemos os restos das vian-
das que n0s dio, mas com a es-
peranqa de darmos fim tamb4-m a
nosso bandete.


novabis jaciem terrae. ras;
Bastante tern procurad o ho.- 1 IEsquadro de trem;
memr viver sert Deus, e ja tern 1 Pelotao de estafetas explo-
sentidt, por tristes esperiencias, radores cavallo;
os effeitos deste divorcio terrivel, 3 Batalhes de caadores;
em que tern encontrado a priva- 1 Paque de arthria
cao de meios e a impossibilida 3 Columnas de munigao;
de da acqao, per que today rique- 1 Equipagem do pontos;
za vem de Deus, todo o principio 1 1 aereostatos;
e frutb) da acqab vem do Supre. 1 D telegraphistas;
mo Creador. 1 Deposito de lemonta mo-


Separados d. Deua, nada pu-
demos fazer ou esperar-Sine
me nihil poiesti facere.
- Nao pudlemos nos separar do
que diz no grande : Eu t- jul-
garei, do que *iA ao rico: Eu
tomarei conta de tua administrac-.
co;: do que dis ao pobre : Eu
te ajudarei, e :a que soffse: Eu
te consolarei.
Chamado em nome da f, ca-
tholica, pelo seu Parocho Revd.
Padre Carlos Cozrrr, o povo de
sta Freguezia twp se reunido e
dado am testininho admiravel
do seu sentiments) religioso. No]
recinto sagrado :onfgregarao-se
as families, e org4nisario a asso i
ciagao do S. Cor4V6o de Jesus. I
ficando as m co.itituida :. Presi-
iente, d. Theresa Sobral-vice|
litt. d. Antonia kafael---1 e
-ecretarius, d. d. ,aabel Padilha
Ssther Padiiha,--Thesoureira,


vel;
Finalmente o pessoal de orde-
nancas, palafreneiros e baga-
gens;
Brigada de cavallaria E'
cc:mposta do seguinte:
Quartel-general, tendo um
general de brigada. seu estad,,
maior e chefes dos servigos;
3 Regimentos de cavallaria de
4 esquadr6es;
1 Grupo de artilheria de cam-
panha de 3 baterias de 4 pegas;
12 Secvdes de metralhadorad;
1 Itateria de artilheria de
montanha de 4 peas;
ARMAS-Infanteria 6 com-
posta de-15 Regimentos de 3
batalh6es de 3 conipanhias, ters-i
do cada companhia 2 pelot6as e
cada polotAo 2 secres; (o regi-
mento na gucrra temr 4.000 ho-1
means ;
13 Companhias do c.adores;
12 B talhoes-de cacadores;


CAA


5 Companies de tralha-
doras de 3 secOes, ca secFio
corn 8 metralhadoras;, 'k
A Cavallaria compoe-se de 9
Regimnctos de 4 esquadr6es;
3 Regimentos independents
dc 4 esqua-droes;
5 Regimentos de 2 esqua-
dr6es.
12 Pelot6es; de estafetas c e ex-
ploradores a cavallo.
A Artilheria compae-se de 5
Regimentos de 3 grupos do 3
baterias de 4 peGas cada bate-
ria; "
5 Baterias de abuzeiros de 6
peGas cada bacteria;
3 Grupos de artilheria ea-
vallo, tendo cada grupo 3 bate-
rias e cada bacteria 4 peas;
2 Grupos de artilheria de
montanha de 3 baterias de 4
peas;
3 Batalh6es de artilheria de
posigo de 6 baterias de 4 pe-
qas;
6 Batalhoes de artilheria po.
sigdo de 2 baterias de 4 peGas;
6 Bateriac Independentes;
5 Parques de artilheria;
12 Columnas de mun ;go.
TREM-Nao esth ainda or-
ganizado como arma, a sua offi-
cialidade sahe da cavallaria., xi-
stem 5 esquadroes de trem e
cada esquadrao tern 7 officials
c 171 pr#aas.
. INSTRUC;AO-A instr.c-
Oio military no Brazil vai baixan-
do muito, pois actualmeute te-
mos "s Escolas Regimentaes pa-
ra prapas, a Escola do Estado-
Maior para officials, mas mui
pouco frequentadas e a Escola
de Artilheria e Engenharia, uni-
ca que offerece vantagens.
Collegio Militar na Capita!
Federal para educaGadOs me-


Ercito 0razlldvfo

S ial 8.500.000 k.
WV 20.000.009 h.
political Repu-

"B' neirai Auri-verde
Chefe do Exercito-por lei 6
o president da Republica, ten-
do por orgaos o ministerio da
guerra e o chefe do estado mai-
or.
Inspecqces Permanentes-sao
13.
Commando em Chefe na paz
e o ministry da guerra : na guer-
ra 6 um general de divisao,
commissionado em 21 regi6es.
Para attender as necessidades
da administraqao, o territorial foi
!ividido em 13 regi6es de ins-
re[o o.
Em tempo de paz a nossa mai-
or unidade 6 a brigada estrate-
gica. Em tempo de guerra te-
mos a divisAo, o corpo do Exer..
cito e ate mesmo os exercitos.
A Bri. ada Estrategica de in-
fanteria compae-se de" um quar-
tel general, composto de um ge-
neral de brigada, seu estado-
maior e ow chefes dos services :
3 Regimentos de infanteria de.
3 bri ,faeMs dc 3 companhias;
1 Regimento de artilheria de
canmpanha de 3 grupos de 3 ba-
terias de 4 peas;
1 Grupo de artilheria de mon-
tanha de 3 baterias de 4 peas;
1 Bateria de abuzeiros de 6
[.egas;
1 Regihnento de cavallaria deI
2 esquadr6ev;
1 Batalhao de engenharia de
4 companhias;
1 Companhia de metralhado.


omartia fibre

Passou ;:aos 14 do corrente o
primeiro anniversario da morte
do saudoso mestre e distinct
home de lettras Jose Joaquimi
Telles Marrocos.
Pelks seiss horns da manhA
d'esse saudoso dia houve miss.
rezada na capdlla de N. S. da-s
I Dores d'esta localidade Lem suf-
fragio de sua alma.
Assistiram-n'a seus anrigos "
admiradores cm tao grande nti-
mero que encheranm a capell.
transbordando-se pelas suas ad-
jacencias.
Ap6s a missa desfillaram-se
todos em.romaria-funebre s*a
tumulo . .
oEm chegundo ao cn"iterio
novo de N. S. do P. S9ccorro,


~


I


ts ade ue em si havia


come-


I


!


I


ninos.

ARMAMENTO

Artilheria-canh.o krupp 7,5
tiro rapido.
Infanteria-fuzil Mauzer mod.
brazileiro 7mm. *
Cavallaria-clavina Mauzer e
lanqa.
Effective de !paz 30.000 ho-
mens.
Effective de guerra ainda este
e desconhecido actualmente.
0 Brazil em cazo de guerra
podera levantar 50.000 homes.
contando com as. policies d(s
Estados.

7obias Coelho


~r~L~3CYR6







~1~'


..- --. O_ REBATE


o. le descansam em paz os r.-- Dae ca h ess l t ?
:,: is mrtaes do grande mor to, monstrous inf homes .. o8 i (
. so venerando amigo Pad re m
, ':ero que, corn o intemr rato 0. =" O papa Pio X modificou as!
"--actor-Chef desta folha, o leis sobre as festas religiosas.
L., fazia parte doimmuensocor- Foram estas limitadas aos do-:
i. prcdu;:iu diaRte de seu tu- u ing, Natal, Anno Bom, Reis,
ulo uma orafato funebre, sali- Assump;-io, S. Pedro e Todost
:tando comr a ua*. palavra un- Quarta-Feira da semana vin- o Santos.
.iJa de sacerdote da no\a lei doi:ra tocara per aqui esta dis- Que sentiment para os nos-'
; ',aessa via-lactea depe:eirinis tinfta companhia que tdo boas s6s vagabundus !
':rt,:des que tanto eafloraram ca no;talas tein proporcionado ao
rra a alma e c coragao do ilju- public cratense. Os espectacu- --=-
.-Te e bene-mrerit, capeao do los (ome-airatu sabbado d'essa
m. mesnma seumana. Tods ao espe. I1oS PS.-.
S. RevT? terminou a sua ora- taculAo
o,, pe,. iA todos quo se a-' 0 sapcntimsmo protes.or E
? iav2m pW1UnteA numa laiim --- e , h.
uma prece,-o tribute da te ,!uardo Per.ier, lau, ha di.t*, d na
-aexpresso da saudad ue Ade mia das Sciencias, de Pa
-a sex press ba nm aamorre.d ur riuritiC nz, em voz alta, ir-telligivel e,

Feitas as oraeGes da egreji sonora, umr bem document-ido'
m todo seu ceremonial, de- Foram d truid s por t-nivl trabaiho em que fundando-se em
indou-se a romaria. incndio, nos iEstans L .'mJs, as lados eatisicos, afirma perem-
Ronarias. co:r.o e~ta, oxaisc ^cidades de Alpena, Osece.,da, pere
lproduzam smpre. es.e di;, Porcupine, Cochrane e Pottsvil- ptoriamente que a maioria dos
Ss..:ral de r...ti.- :nem.ria e. continuand. f a 1-vr.ar bhouens slos tern p's gratides e
mrto cue tanto, em vida, plans tiorestas na mr..m do lago qu. a nmaioria d-s 'mulh.res nor-
'.cu neficio d'esta ter- Ontario. mas t e no.
S. ea oiem, em verdade nrio la inum-ras ictim;. Car- mae te p peueno.
Siem. em verad. ao bisadas morreram 4-I. Ao De 100 soldados "inr..ividuos
*ubemcs ser gratos como ue- m
ri.s:n,-e sel o 1 tSago Superior atirar:,m e GGO rooustos, seleeionados physlea-


'pess iS tendo m ,,rri Jo "2'. ).




Profidetuia. trov0itScia! Tictor Mago plagiario

Urnm gr::' de can aceircs,
"..-ez compost dcos fascinrnas "t st- Durnes-i! demonrtra.
"rinta-Fe'ra. Z charia-. J.,J p':1, 1Mercurio Je Franqa ,jue
)rnelio, etc.. fizrn A for,-... varies episodos e varlios person
nnro p.ssado a ncute. iA pa-, n-:as <" O,' ,Mi-:rav-is, Jd.
as ban.l.s do Sa'ladin.'-o. u- Vic:or Hugo, .sao imnta .)i _--
nia -uiht-z-nha d r Ihes cde calt,. :!n roma:c: intitulado aCl o-
S ,, ..". rn .-:n(da :-.' :i roite rr. de SAi-nt. Merri ,escripto em
.des-'de;-s, e a, .qu- co:.-ta. 1831 por uru t-1 Jey D.i ssemi-.
. ,m tilho do Sr. Anto-nio Fe;ix. '0 r. Dume-nil assignala as


, atacaram corn certeza na es-
. ida a urn ccmboieiro que ia
.ra. o Crito tomando-ihe afor-
: cinco ril r-is.
A' postos no c :de.prim'-'rt-i -de
-;so ever de ;ornli-sta. pedi
s provikencia oos poderes
S.npente. a tim de evirtrem
-nlas. come estas, que tanto
Se.vergoiham.
Pro'vidcncia! providenci..!


sn'.ini;..s entre- a- du.it o0-
br-., mas r..iu co-c:-e. Lrutal-
mrca.te p1r accu-i.r \'Ictor "Hug':
de plagiador. Coa..':i:, '-elica-
.damcnte, d s:a I;orm.a: As pilha-
gens i- perminL:.s a g.nio
descec que c'.ic r.u'A,:i -m- out:o o
cobre de q>.; s-. auo.lec-u.


eidlamo xtraiordisarI


Foi em Chica:.o .que -- i-nnm-
gurou :-ste ni.'du i' fa: r re a-


o0 r. Joaquim Ale-an dre na- m o pr.nrir :.aar r, c-
-: :d 'esta t -rra, bm .pae 6ae artem grtcs ;cn.. 0-
S.,!i:, ho-menm ordeiro e paca- vidros ds i.2n-::.:s v,.m e-tilha.
ineacado ce morte por can- ados.
..ceir-s da harda ,ur- infesta ac- Aparece un-a mu';her corn r
:.;dmentef-sta !oc.ida.de. e ten- rsto co;.vulsi,,-*do pelo terro-.
S e- ccap2d.o) m aroscaefnte oue lariP umr. .:.-,Id I de co;dJa
a .:ma embosca.da que IhLe bota- e desce corn o- v-.-udts cm des-
.' .-a caminh- lo Crato. resolve- ordm, s-guid. di um hm-r
r ..n nr:dc prjuizo retar-se ainda noto u-:. c.:n -m r.iu.-al
.u- pa-a aquella cidade. a fal- na mo. ri
d3--u ur-r-t-:
;e garantis de vida. ()r? tMu'lar ifa-hm-. preP tra-t-
Scr. para mo-rer 'B
Acdem agentes de poli:ia.
---= ~ .aruna~i-se e amontoa-se a mu'.i-.
od,, o-qj seq-u corn anciedac.es
Aida 05 b ichls as peripecias d., drar.ia.
(Ouano a multid ) s- :orna

Conti-, n, s bichis em .,a surr,rehend.vntemente dens., ,i'
f.na execra.da d. pcrve as homn., do punhal mstra .-e. de
; :,,-infas A peio .-risco-. repente. mas calmo e con, v6z
Hiirfnss. .ju- trende- acima serena e pausada. d!z:
S n) -t vi a honra a -Meus senhore. e senhoras,
S"-id., amc.a~das agror ma-' o que atabam de ve-r -ao e nmals
n i.a 'nm xo-,sas mulhe-, que u:na scena de umr romance
tilha:- da c :;a a esses mon-' infcicto. qu- vae commecar a ser
r publi"do pdlo orni al v.

A nda ante-hntn.- Ftlas du-, Ea a ii:dadc do p-ub!co to-
S.oras ua madru ada, subiu t-se n;a mias con.pleta s-urpre-
.n.iies peia rud padre Cicero. za ante esLe cqs.ntace. veria-
c-mrho do Arc. Liair reclamo a mericana.


me:tI), sS 1 8 tinham peqlueno,
Cs p'.s. D- 100 loucos, havia a-
poitas 24 com os pus grandes
De 100 mulheres, em seu perfei
to juizo. 23 tinham grande -
pennba. E de 100 louras. 1q ti
* n!'an pq(ueno o p.
Ten haviulo hcrnens de espiri,
to. de talent e d,* genio, cornm o
p.*'- de'communm rc. Bvrra tinh,
un- pte- desp:aq:.dos.
Nalolea-c, "e e.a- doialo pelos
p -s pequenin,; dns multh'r',
ponto da tirar os escarpias ;i imr
per.itciz Maria Luiza. para ,h'o.
ver, tinha o p's do tan:anho de
uni fi -uievard.




.yra d oplar


Saudkls do imp0 passade


1,i uns cem annos atraz.
0t tempo no era ma:.
Lwavaam roupa corn einzi.
i;-ardavam l.u'aeim gu r.,.
adita eri am .rande in-tr.;n:ia.'.
Tinha valor berinmin.

A.: nlciva-s Tasavan
I.m vfa 3-em capfl'.
('il-avam mhir'ello
Se si cmnfi'ssavam
T-'rs dia- pas.avam
Nata quarto trancaLia
Pas maies viziadaas
Nam pannn nove,.-lvilas-
I I-pjis de benzida--

Diarante a'qunlas trr- n.. ---
Pa-'-ava) i noiv,) sna-i, ,
C'm as Juas testemainhtias
Urma allide cada lad.,.
Elle num cepo de an.ri,.
EF sogiu acocorad...
Matava-. unm bode.
Cince n ;eis gal;niri-.
DIuas biearinhas
E hajapagode
Pavo c mo aeode
HoieU Bm cinema.
Pois ea o system
De qaumdun casavamr
Tres 5a-' daa:aravam
c) pass) da ema.


Se os iai6 dos, n4:ivr ,-ramn
A te.-tina era melihor
En--.bia-se du s or--th,-
Matla.-se tiUM toli mT Y
Se piem aso eram ri -s '
0 fettim era menor.



- _


ri-'..,


I-,.


I




1.









1
















































"a


Tinham dois perils,
Uma cabra assada,
Fava conzinhada,
Pirao de.cuseits
A Ina era a luz
On urma fogneira
Lenha, azeite on cera
Eram as lanternas,
As mess modernas
Um couro on esteira.

Nesse tempo os casamertos
Eram feitos a .:ruzados,
Entao um padre exigia
Seis vintens de am baptiWadu.
Comrn alqner qnatro vit-n'
Era nm de:unctu li.l I '.

ll0je u am morrer
E l.'o tiver cobre
Dize i. logo e poubre
Nat tern que tazer
Que veio aqui ver'
E nisso c.e enceerra
P.dlrd alli n-ao berra
A mn sra o arrenda
I'achorro encomenda
I rbu enterra.

N.o < como n'outro teri-o,
que tudo andava ilireit..
Mas drpois que o BTazil tev,&
Governuaor e prefeio,.
Todas as e, cna:a- .n! -it":n
E ticaram d'es.e g:.t .

Ve-io r, t-mp, man
Az._reihr o li,\o.
EP te se,'l,) n.,vo
Nis mett--r a pi *a
'hermeffsam a unim rail
One na,, i qunim-n sTal--.
-Nrm terr qn, reive
A .orte qua eritrrrou-.-t
(0 mnnd,) trra-.l-
E Il veru .-e a t l-a-..

1 virtt- ainn-,s atr.i
'inI eTie -t-v !' r: T .
S din!wii .:.Ii\'.n i i ,
C('rren.l,- d, i .rta et .t i.I.
E en avi-anlo ao i.u'o
--r,\- ,diabo se sr.:.


A.11f.le de ,.on

F-Etava caIn 'l.8ni-o.
E foi si, l'assan'lo
V tf i tc mlirr
.\ .te e .-,etr.ibrr
I )utubro e N 'veitro).
() cambi- i l.tx*"n
Tud l, se arraz.ui
No tim de Dez-mir '.

Na prim-ra f,'-r: . :l
C(onheren-: o prei,'z
Choravam ',, azrt,:nlt "
Que s' dia de.;nlz.)
Qualqriner umr qnr- e n :: i'.
E
('ius te-rnpo ru.m.
t mnnl. em nr .-a
E:- .-ms venl., o rn:.
Ea ':,'nto apr mirr
Que.ji e:ton ,!e arra-!.
i/Jal navio i-rm ma-tr',
I 'r mar eatT.rngEoir'

N.1.. A>:h,) n o t ras ,..

Far n ia. r:.: -. f _.i .
.\A sa ar. ari d.-, e ,:.: .:: .
Aze..e. b:rra.ha e far"-
Valei~am umai. ,,e que. :
Ho e '.amam -se esse- -.,: .-
E .:nla '.o d a :zo, r .

Far in:'a barata
M'iho nI) se vrede,
H., a off,-e
'.tr., e b'tt.
!e:ui .la laz art'
Ter ,levitew a.-'." .'1. ^
V_ res-l n:r-rad .
bo)ta na tea'ra
Nao haqu,-m o qu.-ra
L[. tifa enc.:sta li.


"'e:a-'- agira na,- lfr-,.
tsetas;es nos me:cad
ai--. -r t a!&,r tria-zt .
a-,s r rmea iads.
Lo-; as mIaob4 re a i
i"-nEtando .a.s estai.i--

'L-va milh6 -. feire
eo abha qfea ,u .mapie


I















I-


i


Pega u sacco e Iompe
Por nio achar quem queira,
E sahe da iibeira
Corn alma partida a
Praguejando a vida
Sem nem urm vintem,
Um tostao nuo tern
Que pague a miedida.
Nao ha quem nar lamninte
0 tempo da monarchia.
As saudades do pa:.-a'lo
Se aviva de dia a dia,
Quando nao faltava chuva
E impostos niahavia.

Ninuem se apm'rt iva
i'assava-s.e bern
E sempre um.v-int-mi
Nonca nos Ialtava,
( pmovo pas.:ava
De iom a melhor
.Mas hoje o major
Nos quer ca-,tivar,
Entende pisar
I )P p0 o menor.

N urnia rar.nd d,-'ai le'
(1_ pobre lhje se a-bha.
Se o genera hoje d-a pr-.. i
Amanhfi tern certo aliaix..
NAo sei cniom se sanst.ntU
0 algodao e a borracha.

I.fanidia Gjme- ,!h l'.nr .,s "



Dr. JoIo A. )trre j

i li -. Op-rv )r e Pa' t.ir.,t
Diplom-vl p-li Fa.-imdadl' d-
..li.I ina d io Ro--Ex-inriTernTD
do Ho Rioude .aneiro. el. e '. -.t..


Co-'.ita Om c'-i rfsiden-
ci. 5i Ru t :as Laraijeiras
na C.:21 do Cr.u.t


Acceita chamado ni qual-
quer h6ra e corn a maxima
brefvid'.de promptifica-.e a
attender consultas e chama-
doi paa a zcna do Cariry
por prego razoavel.-

CP.rr,-CEA.RA

--~ I s^


INEDICTORIAES

Ao public

Eu abaixo s-igrado. ten ,-
me retirado de :a.: a ha, p'ra
e-:.'a vxlla do Joazexro end: res;do,
declare ao pbi.co que a mir.ha
offcina Ce ourives continue .
oerta n'aquella cidade no mrr:s-
mo local sob a d. recao de men-
filho, Sabino Gomes dos Anjos,
conhecido por Moasir.ho.

Joa-ivro do Pe. Cicero

Padre Ourivcs



caf taraio ucesTia

S0 orga.iador da ,>,r -lade *.\;-
r,;ra- s.ent.fica a tow ... 4 -wi.*
-:,.-nC.almente aos de '.-rhalha.Cra-
to. ...Iaziro e de .S. A.nr,. do Cars-
rv. que a produoto ii 1'2'f)Oo0 ,o-
illhbet-o da lt-ria :,,'- NaLal d6-
1910(. acha-a- en p1uiler d. Itever-n-
di.-imo Palte V:c -nta- .Ang.st, \:--
zer;ra. dig.:n.-imn dep. -itaruo, ra
cuja quant:a L-. m nrr.L n.''. ll -
Stcs da itt-_ra .Il Natal 11 1.


1 Q pEM re:en,-i- L-compr -, a.-U cLei -;"-
., (I .Rtato, 'o primra P .gc. ado .ru.r'.
1 .-n- ineadernuadas .n:-ndJ.-- ecin Jo-,e
.-.- i r -- ,A Indeprdeu is a'". u.*
I Joa~wiro. 12,-,8:MIl


Que hoTorro


- I


,!"V;


It9r


.








*' F


4,.


0 R, --,0 R_ --


__I 2_~IZL


aic Eternato "page


PHA BMMi A cAo"

E,- Este estabelclimento de eIu-
Scaao intellectu ~atfunda4o n'.sta
L11 l d n


[- ,


- suc. prolisi.to.
Exectitain-se coin perfeic;aIo:
Palitots. Jaquhito., CahlSr,:,
"raques,hiuz is,Colietes e tudfo o


(mario), sob a zacgai. de Ray-
mundo Sieb h.ie de
ois cursor primnio e ,icrunda-
rio.

(orpo docute

Padre J. de Aler.car Ieix-oto
Conde Adolpho van c'ea Brule
Raymundo Siebra

MATERIALS DE ENSINO

Curso primaiio:-leitura, es-
crip t, granimatica e arithmetica
ele:ncntures, etc.
Curso secundorio portu-
que-, francez, arithmneti:ca, geo
graphia, historic, etc. et(A.

*PRE(;OS

Pagard cada aiumnno, mensal-
mente, p clas materials do- curse
primariu-2:000 pelps materials
do curso seetndario-5.000.


OS PAGAMENTOS
DIAN'TADOS
NOTA


:iUs cpxnct;iLnte a nsinqm art,. .O director grant,
11r4ante-so lhem acabaolo e a nes de ftimilia todc.
0 nes1 :, .m -, 0odL


i':;rar')o dos trabalhos ti,- siu
< Altaiataria; vi-t'> ser .do pri-
' i,,ir qualidade toio o1 marer0!
iinpregado.
,Asseio. ordenm e sinseridfade ,
Joazeiro do Padre Cicero








DE

-JO. O VICTORINO DA SILVA

grandee estabelccimento do ta-
,das, miuddzas. ferragens. lo)u-
-. vidrs, tintas, bebidas, 111 mo-
i;;rlos. ehtpcos. ca;,calos, plrfn-
..iriat, livros. relogots, e des-
1n,11.brante stock dei a'tigo(s de
-,in. ttdo- a pr'e;o lbaratis.-imo.
' .11 em)petenci;.
1mRa vi.ita, pnois a A LOJ.A
T'INTA DE AGOSTO !

Pi'.1 'A DA. INPDI'EE.XI L.V'I
X.' 121i.
.' AZIH()O DO PADRE. CICElO



BAZAR POPULAR

) >pr jrij-tari-e, del'-t, s1,rio e c n' -
V .-Ub Iado 't: 'eln-'< i tt 9 ;vi.--A a,'
- I' qu, s f i',,;tc1 ISs.' 1 ;1 1 blioli e ln
'; it q -' so ;>,,-hla f,:;i IIm um o. h 1oni


et- e mplrto sort iui .1: tt I t (slliIs.
- rrt oeus. miIidesr'' --t'. 6t'. e quel
VI: .ne pr' pr,:6s..,-o,, mais rsumii-
asA p.Ass.i\(,s aqui ni.,aseiro PHRA-
S(. DA IN!)KI'i-NI'.NCI('A 237
S e colllprl'ar.
l".!ia visit;'., pos. at Il'.Z. ill P1(
P]'I.*iL: de
F'u sfio

It"........


1[ 6 neta cnceitii'la ph:irmaein mt
iieos, -. 1-'iaiida es .;irmitcf urieas
Lviamn-.-- re,.-ilas .o iiual-uiier hora c r'
-.,:npr:i'.',. cuidado ; us.-io.
; I r < 'icero n i. 1.


CINCiNATO SILVA
\Vindo i .6 ,:6 -,.:.h'th-se estau : leeido .ista pr: -
4: cmil uum complete e varindo sortiienittu
i. fae-ntas e n readoria; e l qua vemnd i )or
*i. *o, ..<;:6 ("66p-'t"-,ni."s. ;a (o'lterltt 6 'i6f.-1rc'
m. U 6ai. t'Xige6t, l re.uv 'wt.
rma visit.i pi-. ;a 1.0.1 A ESTItu3JLA
:.,- L'i:c'. "'. .-,lv,21 lu ., l'-dre-e 'niv.r,,
i.. 329. *



A PUItI(c' .1OAZEIREN S !

hMii-... 0.e Freitas, recnte-
S:ente chegado n'esta villa, avisai
, respeitavdl jibAliico Joaz .ir'en
* que abriu sua Aifalafaria a Rua
S. Pedro n? 1884, onde podeira
S -.r procura.lo ilparia os nister.-,


io.O snrs.
o cuiJado


na educayio intellectual de seus
tilhos e agradece a confianga que
n'eile depocitarem.
C xteruatoe -adre (iccro, tunc-
ciona a IPrc.a 'A:i "Indepecdencia
n? 5G.


SALAD ) AZUL

(0 proprietario da Beirbe-rin Couti-
tho, a Ilmai. ulti:z d-'sta villa, visa
.)s 8sds f|t*1 kg-/z S ; e a;') publio f)ll
geril q(je t ransferiu sua oftfi-ina para
tun n'.o e elefan!te predio), (.'outigu-
6, ao son estobeleciinento (-. mnervi-
Al, owde encontrarfio. em substitui-
,.Ait a lIrbuaria (ioutinho, o nSitlo A-
:ut capril-ho.amnents asseiado.
IDispcnd,' d( p1,ssual compettete,
garants desempenhar .com pronplti-
dao e a coi)tenlto quahlluer taubalho
,oiwernelnte a arte dte harbeiro.
" E', p )0 zffblo -Lidt de

'eiro Fernuandes Coutinho

tIua d' S. SPedro. : 1 .'S5.

Jtr.:iro dUo.Padre Cicero


I


C.\SA PYROTECHNI.CA,

Esta t'asa se tniicarrea dt (jiil-
Intr trabalth quiie diga respeto a
tguo e polvora.
Foguet'es duzita a .5~ ii: foaos de(1
3 bomnlas.duzia 1.)oo; hitscapes duzia
25-(;: e,:pada, duzia 4000; traveiros,,
iuzia 340.-; pistoltaS, dnzia 1400;
pi.-tolas. dazia 201oo; pi;,tolAo, duzia
31 0O; fogos de beugtalla.duzia 4000;
:aria dtai dai ia i z it, ; etxquesito, dn-i
: a- i"'d: rodiuhas desala.duzia 1200:
:ateri:t i',andellas romanas, 140(0;
.strellas dt S. .l.Joeo. dnzia 120; bri'-
bohltat, dnz1a 1311.
Pil'to- s.tes os mais i ssaveis

Juaseiruo, Rua da Conce-i'iio n 126f
/JosC G'oncs de Almt-eida Duda


BAZAB RAALHO

DE


:CBVALH


,ra atari a b .pera ae


Ftn0 os e ncU ga da qialiuer
ral~alho ,.m e ear ltt r:..nfl., |.r.--to.-a o
nuoelaidade iin PiToA. ilaR dd t'ruseir,.






le fazendas menr: doria esFivii, f, rra'-
gens, chapens. Tendo rosebido do Cearni
,rn complete sortimnento dos artigos aeimat
;neneionados que sao vendidos por preoo
;-in competencia, convida todo o public(
.>ara fazer urna visit a dito e.tahel-eimen-
o que se cetrtifieara do que allHrnado.


VERDADEII'O
A.PROVEITEM!


QtOEIMA!
AP1IOVEITEM!


Joao Baptista do Oliveira.
Rua Padre Cicero N". 336


LOJA DOIS IRMAOS


Loja de fasenda. frragens,
Ia Pra'a tia Independencii n".
eridlTh em no oeio,modiceidade
>. affabitisidu a fregu ia.


0
1(72. Sin-
CIII pre'o~


O B IRO
Manoel Victornno 4 Silva. av's-a aos
sons freguezes qno, dptodos es artigos d..
('o'mmercio, tern no-o, born var-ado
sorrimento.
Pre-oes m competchid-, cumtto da capital
Pra:;ia d66 Indepner k-i.i n '. 22:;5.






Officina eo,;npl":a ild tolos os artefactos
1utosil- rin m fltmndres. oetm gr;;nde .sorti-
inei t> parA v:endo-, ,in 6gro.-so e .-t retalho.
Si acharem outro tarateiro, irtio ha d
4or tAnts conlio 0propijteario Joa Antonio
Furtado.
Pra:cada ib ld-'pe'-encii n". 9 8.


ifml Casa, optime ponto com-
mercial, bem construid&, corn 26
palmos de frente e 64 de fund"
boa armacao d cedro, ita d pra-
ca da Independencia n? 1917.
Quem pretender compral-a pro.
cure a abluixo assiqnada, d Rua
Nora n? 890 on ao cel. Felifat
di Crasz .Neve em ,Sn.t Anna
..."
do.Gafriry, qae a cend-ri. rasoa-


"s',.8 -7 -.911

Bellina JMLreira Cruz



B A RB ALHA
0 rei do' sde.p'rativos

0 EliXir papuratil de CA1(tA(fAfA
Prepfrado por Sillvi.o Jo.q da Silva
Approvado pela Inspectoria de Hygiene
0o C-ear4 e autori.'ado por decreto de 9 do
Novembro do 1909.
0 J&iccumatianm emn qualquer perio4o on
pha:e : n'rne-rir amente 'nib--ttilo; .S y ilisl ,
ULlceros de qualuer nattresh, ioelegtia dt
pelle; Cn r., te.,,.: Cmercse ququer mo-
'estlU dle (orlem treneria.; vo EIAIXI II DE
S.\NIN NAN. euaccttrta a snt c:r'a ci'ta
e rapid
A venda nas Pharmacias e no deposit
aeral. Pharmacia Silva.


XAROPE
DE
1a0sar.-i de'Tofi e rucalypto
"Comnposto .e prenarado por
.fanoel Caadid das Dores
Mnito until nos intommodos do :appiareli(.
plhnonar: To srs.. df.u.ros, l. oiqtes., ia
.-'n.yt'es as.tman etc. A venda na
Pharmacia Jo5sJ Candido Rtna do Vid(;o 21



pepnratiio Can i o
proparaITo p1lo lhtic.iriOu ta-'no'-l C(andid<
da ) Dores, ede p-ovada effic:cia has pe
rigosas affecq6es bonhatic:,as. .typhilitiCm
.*erophliosas e darthrosa: : com ef'eito
am grande desalojador do. humores vi-
niados e o poderoso eliminador de todas a
loeni.as pertinazes quo tern sua origen;
6i6. innpuresa do sangue.
Unico dopesito noi ph::ri*..i;: Josad Can-
lido, na Rua ido Vido.


PHARMACIA SILVA


entemente: garante por isso regali;h.
SVantagens ainda n ao ot'fere.;'da
por nenhum oatro proprietario d,1
terras em condiccjes ldenticas.Quen
pretender residir temporaria ou d--
finitivamente na mencionada fazenda
Canto Alesre dirija-se ao- proprieta-
rio em Floriano.


Theudontro 8amalbo df Akucar

Este estabelecimento tern con

iFAZENDAS madogmes o s.trxianzei.-
ras.. ie LoA-
i,;1S. Tir.
Hrilaunte sesa de' arti d

'alas, ihus, mantil
(l'q PRE ()S .S..(s ?.[1AIS
COMMOI)OS IDESTA
PRACA
ia'<;a da IndevpfTni1,v;a no. 2236
,-eir), do Padre E'i',i-o


GRANDE QUEIMA!!!N

Jos' Evangelista de Sant'an-
1na1- :'evine as public que resol-
ven faser formidavel queima, emi
grosso e a retalho nro seu varia-
ldo s:rtimonto do fasendas, ferra-
(ens e miudesas na '

Praa da Inloependencia n. 1908

(Esquina da Rua do Cruzoiro-

Joaeeiiro do Padre Cic-ro


0


.l Silvino Jose da Silva, na Rua d,.o Con- ra r ou fora da villi, pr ipr.:.


mercio, ". S; tern um grande e variadc
sortimento de droga.s, products cehimico:
o especialidades pharmauntrica-'.
'Despacha os receituario0. coin id(lica-
inentos do r -.inlT-'i.ih pareza g.-tilrantf
:;C1io, prectoza e mjdicidade de prve,;o.


.AVIZO

Francisco Caval':inti, president
'm F(triano do 4 -tdt, do (liauhy,
rendo adquii':'id. por compi-a a faze1n-
la Canto Ilegre do( uniuilcipjio de
Xpparecida deste mesml) Estafdo. a
1ssa que acceita extractores (de mai-
;oba e lavradores que quizerenm Se
g (.r-eg.ar na mesmia fazenda fixandt,
m nio resieletin definitiva.
Chanma atten(;iao especial das peg
woas (que pr,-ttiidel-rem se agrega
para o si-guiinte: Ha na faen'ia i'.
to Aleg-e gr:d.m~1s |Inaili ol a--, gran-
les breo.os e Cbixoes, estes apropria-
d t ara ta e qualquer plantaiao
-m ordem a ofierever facil e lucrati-
ve resultado a quem se dedicar a la-
ciira.
E' intuito do proprietario tor-,ar a
Rsa grande fuzenda habitida suffl-;i-


eual iiotdo$. ""-


impri mem-me corn riitidezx pj-eri(.
Cir ,,i,,ff::, e rtc,s, de r'. -if, c r ,,! .,..-

"IePtnoA, ft{iurcs de thearto, ,i,,-ai .,l,;i ..
/'t66t6 rr.f6 r,6 nr9 o.6 6 p)6,'6t ,-i i ,,.: ,zn/l...,.6 -
"eeibo. -/ail e ,'f6 ra Cdv .,f.,i f' r,1 /',66 !,.-
rot" f" v ":fulo, pnO' q ? 66..6.
rot olos par 'arrf, court a, i -
[ r.t'' .-/,' 't,'. t
Tudo por precos 're. umidlos''





E' journal de n;:ai,, tirai0'nt
iJ maior citrulacao do .-l 6{,6
E.t ido.


RlA DO


PADRE (Ci-'-I 6 ::,


- 6 *.~ - -
-~ 6....' ~ ~f ~- -. AZ~~.s~auzz6Z. hr 1.


SAU A


Floriano, 15 de Junho de 910
Francisco Cavalcanti





phartuac!a iqueira

CASA DE CoUNFIAN(A

Pharmaceutico e Diretor
Propr;etario

Coroneld ,'7-.',,;./." Arthur Si .ir'"
Siov anti
Estabel, ci:0,:: mont::Io ,] lb::x, I.
todas a s re.rA, '- hyii iene 6u6 '-rn;.
t .abilfit:.: a ,-.. .- i nhali r qut lq.',r t.ra-
balho da art,. pj;iarmceutic:a.--
Complebt sortiiento de drogis e espe-
cialidades pharinaceutitc as ci6si;,.-
estrangeiras, da .s .mew1reis pro.edench:-.
Ab- rta todos o0s diais das t da maniij,
As 10 horas da noite.
Rua Dr Nognuira Acceioly w. .;,-
CEAIA -CIATO




Acha-se exposta i venda, no
Cr.to. urna boa cia c sit-'r 1a rua
Nogueira Accio!,-. nO GO, coin
cilnco portas d t f n;t:, muat4ha
la. etc. Quem pro'fI:lcer c-cmprnl-
1, dirija-seao abaixo ass6ignral.
que todo negocio fara'.

Jaqnim Saldanha Maia


Je 3 B.A.T3 s


JOURNAL IMPRESSO E3M M;ACYINA

"FELICIA"


Contrncta-o' n'estl Tvr,.r:; .hin in:-
presseio fe jorin.es de frm: ) r.'l.r, i.:-


, ]


-1


p