Rebate

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Rebate
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Creator:
unknown
Creation Date:
June 4, 1911

Subjects

Genre:
newspaper   ( sobekcm )

Notes

General Note:
Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
All rights reserved by the source institution.
System ID:
AA00001672:00084


This item is only available as the following downloads:


Full Text






























-1


, .. ,.- -"v "f u ,j,,J.&,. .,J,, JOI 1 91. ANNOi. IIJ. /NUM. XCJ


* *


A kT/Tl ITT VkTIt T V'IllT


ot0 S it ie 0rt al Mas haviaoutra razao iis fwte, ser castigado por aquelles ine rope-
para que n&ospndessemos t sympa- tem sem cessar que a cada m e per-
thia para coJ o movement repabli- mittida a propaganda e a lucta das
A f(Udica l da Vifat cano portuguez. E' que a public! idas!
nos successes da historic o 6 a Pois que outros processes adopts-
(Cocltusao) Republica das especula dos so- mos n6s? Viram-nos alguma vez para
ciologos; quem fag concre ente a render ontros A nossa opiniAo, on
Republican sio os republican E que para castigar nelles a resistencia a
eram os republicans popf nezes, ella, invadir-lhes as casas, apropriar-
salvab algnmas raran exce qual nos dos seas haveres, dar-lhes voz
Isto nio quer dizer que me esteja quizesse cerrar os olhos a evidencia, era a maioria, a quasi total e dos de prisAo, arrastal-os expostos is
descartando de responsabilidades, que os seas intontos, corn relako as organizadoies e dirigentes omens vaias da populaqa, at6 os encarcerar
come se reprovasse a energia e o vi- mesmas Ordens religioses, eram os declaradamente adversos & ligi'o, e arraneal-os aos carinhos da Patria
gor na imprensa catholica. Nib. A que mais tarde revelon no ultimo e defensores do atheismo, 9~quando e da Familia, desterrando-os per toda
verdade deve sir defendida com va- deereto assignado por El-Re;, um menos, do indifferentismo ial do a vida? Nao: esses methods nao fo-
lenti:.; e os inimigo% da causa de dia,antes da suadeposigio,e osdeqde Estade. E podiamos n6s, inco- ram os nossos: pertencem sos pseu-
Dens, que para si reclamam o direi- ainda ponco vein fazer alarde na im- herencia-main ainda, sem traigao dos arantos da liberdade, que em vez
to a todas as violencias de estylo e prensa, jA depois da quAda da Mo- aos nossos prineipios reli e so de erguerem cadeira contra cadeira,
vio hesitam permntea mentira, a ca- earchia. Ora, qual o Padre catho- no0so respeito para corn oa reitos tribuna contra tribune; em vez de
lumnia e tantos ontros inadmissiveis lice que. em presence de takes proce- de Dens sobre a sociedade, favo- responderem corn imparcialidade e
processes jornalisticos, ja. que nao dimentos, se nio quer faltar so sea raveis a nma madanas em o po- correcso As nossas razOes e As nos-
podem ser atacados pelos memos ever de sentinells de Israel, nao der is cabir nas maos d ho- sas replicas, entendem ser mais com-
processes per nol-e vedar a probida- avisa do perigo, e uno faz ecoar de- mens ? m-do e mais summario, amoi dagar-
de e as virtudes christis, devem ao stemidamente o anon tibi licet, do Elles se encarregaram do dar nose lanqar pars long de si os pro-
menos ser repellidos corn corajosa Santo Precursor? razao con o sea procedimen tcal; pagandistas dd ideas, a que s6 res-
isencao e s e m condercendencias Neste Iponto de political, como em exactamente cooe o l timo verno pondiam corn declama6es e insultos.
meticulosas. tantos outros, tive en a hour de ser monarchico se encarregon d on- E em presenga dossas revoltantes
Um diario jacobino de Lisboa pu- .gataitamente calumniado pelos ini- strar com os factor que en- iniustias, A vista destas tyrannicas
blicon ha pouco nima carta minha, migos da Companhia. Attribuiram ao ganavamos na id6a que de A- extorsoes e destes despotismos, ag-
em que en pedia ao destinatario se men Provincialat urnma nova orienta- vamos. gravados com a ironia de serem ex-
interessasse per conseguir recursus 1ao dada AI Companhia em Portugal, Confe8sso 0 gn., Yad.a ewm u.- daliberdade, i Ao
para a empreza que ultimamente diri- quando a verdade e que nunca tive jacobina e inte desses lo- haviamos de lavrar o nosso protest
gia o wPortugala. Nao me refiro a de intervir come Superior nem se- gistis da liberdade; mas, on fosse e fazer ouvir A nossa qnerida Patria
esta abasiva publicagio de urnm carta quer com um conselbo, no sentido ingenuidade on imprevidencia, nunca a voz indignada. e mais ainda cheia
particular, paraprotestar contra ella; qune esses escrevedores berfidamente sonhei o que hoje eateo vendo. de saudade e perdleo.
nem venho verberar aqui as insidie- insinuavam. Agora acertei em declarar-me de
sas observaq6es com que naquella fo- A political da Companhia A hoje a 6?-'M-d gM* gi ~ rgl todo. Indignados corn tamanhas tro-
lha era acompanhada a publicag o; que foi sempre, a political do KPadre pelias praticadas contra innocentes,
sA quiz accentuar que o interesse, Nosson: revelado per mim nessa carta para seja feita a Vossa vontade assim na texts, invocadob paras justificar as obrenadam nos coram6es das victi-
com a ultima empreza do gala, A prova de que a oriertaco ge- Os inimigas de Dens e da Egreja poliagOes e o escandalos concalcar pord o.
ral daquelles jornalistas catholicos n1o n 0 s podem p e r d o a r esse de liberdade, m quee e ames I- dade, comrquo nos despedaimos
nio discordava do nosso proprio mo- ideal eo nosso co nstante traba- m[os em relugiAo temos side perse- probe de chaar nossa Patria,enos
do de ver. Mas onde estA ahi o cri- lhar pala sua realisacao. Dahi o odio guides, rests comoe nico motive da quo continuaremos a estremecer co-
me? e onde estaria eie, ainda quan- implacavel corn que em todos os tem- inverosimil e anachronica resurrei- mqu tal, eontquaemo n6s houver co-
do os artiigos vehementes dessa ul- pos nos perseguiram. Por isso, atra.- 0o das leis contra n6s promalgadas, alento de vida; aundade d'essas o-
tima phase do journal tossem real- ves das mais variodasaccusasoes que essa objurgacAo sedia e mil vezes bras a que consagriamos o melhor
mente nossos ? nas differences pocas e nos differen- retomada para them de faces e ba- danoas es fadigas;desos templos
Finalmente, corn respeito As alti- tes paizes serviram de pretext a lofapdeclamag5es: mas eleiqbes, devo declarar que re- guerra contra a Companhia, os accu reacionaria. vangelho; esse Clero quae noEpe-
pudio energicamente as fabulas que sadores eram asal sempre os mes- Pois bemrn: tem razAo os nossos ini- nhorou corn a sun benevolencia e
uma imprensa sem escrapulo fez cor- mos: os iniigos de Dens e da Egre- migos. Soe esse espirito reacionario 6 conflanga; d'essas orders e Congre-
rer acerca dos means religiosos Ja ja catholica. frizante qu esti o espirito de fidelidade e amor A ga i s religiosas quo veneramos e
n ro fallo das ridiculas atoardasdeje- exepio frizante o que se estA Egreja Catholica; se 6 dedicW Ao q a quem santamente invejamos o cam-
suitas empau.hando o cracifixo amde passando agora. Dizem que obs, je- Pessoa de Nosso Senhor Jesus Chri- po, embora tAo injustamente limita-
pedirem votos paraosnaciolistas,ede suitas, somos os mass apaixonados sto; se6 a constante tenacidade em do, doeacg o, que Ihes foi deixado;
pregadores ameagandocomoinfernoA adversaries da Republica, e quo por nho deixar perecer um jots on um dessas populaOes que tao effusive-
quem votasse no governor. Iss ao isso 6 mister tratar-nos corn wasi Apice da lei per Ellepromalgada; se mente sabiam pagar-nosamor corn a-
invenques ineptas, que revelam nos rigor quoe os outros, Mero pretexto 4 a nossa inflnencia reacionar con- mor; desses amigos e bemfeitores
que as publicam o nenhum conheci- Companhia de Jesus nada tern site em ligarmos ainda mais impor- que, nas associagaes piedosas de
mento que trm de ebs e das nossas contra as instituigoes republicans tancia A educagio que A instruacCo; ambos os sexos, aceitavam corn tanta
coisas. Mas digo mais: nnnca, per como taes. Quando o regimenabsoluto se quereros,nos nosses collegios, gratid&o e auxiliavam corn tanto des-
parte dos mens religiososfoi pratica- dominava e predominava em todas a former em primeiro lugar christios; interesse o nosso zelo; dessa querida
da qualquer sombra de galopinagem =goes civilizwdas, os grande auto- seo trabalh-rmos per criarrem Portu- mocidade pela qual dariamos de bom
electoral; antes-o que muito poderi reo da Comupahia, considerados ain- gal ama pleiade de catholico sdeste- grado mil vidas, se mil vidas tivera-
causar estranheza-poucos foram os da hoje como mestres nas sciencias midos e activos, que aeo me limitas- mos !
membros da Companhia de Jesus que philosophical e theologicas, aecen- sem a rezar, mas me resolvessem pela E este sentiment de sandade
se approximaram da urnas para votar- tuvam nitidament em sans obras 08 palavra e pelo exemplo, a restaurar alliamos sem esforgo-sem esforgo
As razOes de ordem excepcionalissi- principios fundamentaes da demora- tudo em Christo; se6 aproveitar to- algna !-e do fundo d'alma o senti-
ma, que justiflcam esse ultimo pro- cia; e hoje nenhuma Provinci da das as forgas vivas so SOmo alcance, mento de perdao. Se o Divino Mes-
ceder nio f o para aqui; pols o voto Companhia tem maior prosperidade o pulpito, a impress, para fazer tri- tre !poude dizer so alto da Cruz:
C, nas circumstancias actuaes, am nem mais ampla liberdade que alga- amphara gloria de Dens e conseguir Perdoae-lhes que nrto sabem o que
ever de consciencia, de que s6 pde lemas situadas em territorio repuon- as maxima extensAo a ralvago das fazem., porque aao o diremos n6s A-
eximir-se, como excepg&o, quei to- cano. .. almas; entao aim: foo reaseiomarios, quelles que talvez, so perseguirem-
nha para isso motives graves. Basts citar as cineo Provinciasa quimemos ter influence rsacioaria, nos, obedeceram -em grande part so
Dos couseihos, que tenham side Compmanh.a de Jesus erectas nos E- tornumo-nos raus den crime. e6go impulso do preconceito, Aquel-
dados emconultas parctiSnares o. states Unides da America do Norte. Ma estranho crime, em verdade, les que nos despojaram e nos expa-
dl conscienca, s ada term aque diers, Nie existed, poise, a pretendida an- em am pait onde so spreges aos qua- triaram sem nos conhecerem senao
Snio fsse, indi n postiscaeom timonia entire os jesmitas eo regimen tro vento4 a liberdade de concie- atrave6 do prisma enganador de unia
se quo fesse a iendigns Ao postishia democratic. cia, a liberdade da palara, a liber- literature hostile e odienta?
quiz divirtuesa host ficts, oumdip Dir-nos-Ao talvez que em portugal dade do imprensa; estraho crime Por isso, entire as lagrimas da san-
do-zhes as circuar tascacas. 0 o ltimo mostravamos adversos A Bepa- para ser exprobado per omens que dade e so comer o plo do exilio, pen-
dohverno as ramU a, nca senate l ica. censravam ao an3ig regimen o co- samos n'elles, e pedimos aquelle De-
Governo da Moprsent sgadaente aus sile E prero lgar, b Companhia artr a liberdade, quaenam colInm- us, que illamina as intelligencias e
serial, mpresentoois rad vdamente an t cle quer qu esteja, procede come nas dos jorases e a.rhetorica dos toca es coraces, faca brilbar a sens
tentalt mai. depois direitos aactos at- e eja Catholica, acatando os po- comicios so permittiam oas aai~ vio- olboa a verdade; para que Portugal
omtentat o a doe direitr as Ord esja, li- es onstitaidos; e Portugal era leatos ataques A aeteridde e a seas venha ainds a ser governado com
gomeas, deixandoentrever asqOrdens aelr de monrcb representantes; estranho crime para verdadeiro espirite do liberdade, e
g iosas, delxando entrover a quefflae Biam oa c*.r


Cantaudo e riudo


(4 junho 911)


Ahi tem o perfll
de minhaamada, a
visAoazul demens
sonhos de acorda-
do! E' tao bella
que Deus mesmo
se enamoia d'el-
la...


E' tao bella, bella, hella,
Qual, de strella,
Puro e limpido clarau;
E', devaras, tao formosa,
TAo airosa,
Como as Alha4 de Siao.

De sens labios purpurinos
E divinos,
Rola em cascata a doqura;
De sen ser perfume exhala
E trewsala
0 encanto da formosura.

Seus cibel os annellados,
Pertnmadus,
SAo d'essencia oriental;
SAo sens olhos buligosos
E mimosos
-De pedraria real.

Morena, delgada, altiva
Como diva
E tAo bell.t come a aurora;
E' tAo bella, mesmo, bella,
Qu'ate d'ella
0 mesmo Dens se enamors


Jos6 Ferreira


para que aquelle Senhor, que A o
minho, a Verdade e a Vida, guie,
claresa e vivifique a Patria a que
tamos tanto amor.


CA-
eVI-
v<0-


Madrid, 5 de Novembro de 1910
Padre Luiz Gonzaga Cabral S. .T.
Preposito da Provincia Luzitama



A unoa is tljiluas

Era uma vez uma viuva, que
tinha uma f61lhinha muito linda, a
quem adorava sobre todas as
cous-Is.
Nio se separava d'ella um s6
moment mras um dia a pobre
pequerrucha comecou a soffrer,
adoeceu e morreu.
A desditosa mne, que tinha
passado as notes .- os dias, senm
repousar um moment, A cabei-
ceira da filha, julgou endoidecer
de magua e de saudades.
Nao comia, nao fazia senuo
chorar e lamentar-se.
Urmans noite em que estava aca-
brunhada, chorando no mesmo
sitio em que a filha tinha, abriu.


,)
)


CEARA'-BRAZIL


, JOASElRO DO PADRE CICERO DOMINGO 4 DE UNHO DE 1 1


F












2 ATE


EXPEDIENTE
0 *REBATE- publie-e.e semanalmente

REDACTOR-CHEFl--Padre Jeaquim
de Alenear Peixoto.
GERENTE-Francisco L. Tourinbo

ASSIGNATURA

Anno.B............................5$000
Semestre ....................... 3o50C


PAGAMENTOS ADIANTADOS
As publicem es de intereMge particular"
e annuncios depended de contraetes, sen-
do o pagamento adiantado.
A redaesio mao e responsavel pelas pa-
blicagOes .inedieteriaes, nerm pelas pu-
blicag6es alheias, assignadas.
Aceditam-se artigos de religiAo. sciencis.,
litteratira etc. prekenchendo certas con-

RedacAo*, gerencia e typographia=Rua
Pader Gicero-n*. 343.


gem para conceder a uma Ordem re-
ligiosa approvada e elogiada pela
Santa Se, aliberdade que nos conce-
dem naCoes protestantes. -
DisfaroAmo-nos entAo com.o rome
de Associaqao Fe e Patria-; e fran-
camente, quando nos tinham amea-
Vado corn a dispersio e o exilio, ain-
da fo pa agraaadecer esse rremedo
de liberdade. Aproveit.imos a ponca
liberdade que nos era concedida, pa-
ra corn ella no? devotarmos, na m e-
dida restricts a que se estendia, ao
bem da Religiio e de Portugal. Vas,
Como ja acima o dec.rtfii'elra bern
contra a no ,a inclina'ao e nosso
modo de ve,, qune guardavamos o in-
cognito, que afinal o nao era par?
ningueM.
0 actual Governo 'da Republica,
que possue os catalogs particulars
? FBW.*WR a e da% occnpaV6es do" je-
tas portuguezes, poderix ver ahi A
.ontade que nio haia entire n6st
motive algum para nos escondermos
e para nio apparecermos clara e ma-
nifestamente, a lnz do dia, corn este
titulo qne 6 para n6s, depois do de
christao, o mais glorioso: so da Companhia de Jesus*.

5?- spiMb pliic e adifrse
Xepuhi~ca


As opinioes expendidas em alguns
artigos do Mensageiros, os boats
de ingerencia nossa na feikAo combs-
tiva do jornaliPortugal nos ultimos
annos, e as fabulas sem conta espa-
lhadas na imprensa a respeito da
Companhia, per ocasi&o das ulti-
mas eleices, motivaram a accusacao
de espirito politico entire os -nossos.
Qnanto ao Mensageiro, os arti-
gos alli publicadow estAo a dispo-
sig"a de qaem os quizer ler, e as
dotrinas expendidas alli, A. cerca da
cooperacao dos eleitores na promul-
gaAro on execuo das leis, acerca da
solidariedade dos membros de am
partido corn o programma, tradigOes
on vida political do mesmo partido,
sto final a doutrina corrente em to-
das as nag6es, ende a cultura civicsa
e a illustragcs social catholica nAo
tem sido deixadas no desleixo la-
mentavel em que vegetam entire ubs.
S6 a falta dos conhecimentos mais
vulgarizados f6ra de Portugal pelas
pastoraes dos Prelados, pela cateche-
ae ecclesiastical e pela intense pro-
paganda do journal e do livro, p6de
explicar a estianhezacorn que entire
nbs eram acolbidas por maitos, como
novidades, as conclus6oes mais cor-
rentes da moral e da casuistica nos
restantes paizes catholicos.
Massejam quaes foren as diver-
gencias de opiniAo nesse on em ou-
tro ponto, sobejam-nos razoes pars
perguntar que especie de liberdade
seria a de um paiz, onde se puzesse
em davida so theologo e ao morali-
,ta o direito de expor e motivar nos
artigos de urma publicawao periodic
;t opinie que segue em assumptos de
S -ua especialidade.
Sobre o diario aPortugal, a car-
ta ha pouco publicada peloseu dire-
*or dispensar-me-i de responder.
Jella declare qae em today esta ulti-


I


Queres matar-me? Mata-r
E' tAo doce ser mnrto ir
Queres matar-me ? Mats
Que en acceito conteLte (ri

QueTe3 matar-me? Mata- M
Sacia o ten capricho sang
Que me import morrer, b|
Se em ten seio divino o mp1

Queres matar-me? Mata-mo, a
En perdoo sorrindo o ten dai
E vingo-me de ti ncs means cu

Cumpre, malher, o ten crnue
Drnene o eneno-o ten s
De.-me o punhal-um ler A


ma phase do jorna!--exactamente a Mhe tE, u lti-
mais impugnada pela sna attitude mo "
bellicoam.-a Compaubia nao teve c .g e
ingereacia alguma. coreo eguu efronte da
(Centiea) capella da santa, e quando pa-
raram, supplicou o triste desgra-
Madrid, o de Novembro de 1910 Cado que o levassem la dentro
pra tocar a sui derradeira me-
l'adre Luiz .Gonzaga Cabral S. J. lodia.
Preposit o da Provincia Luzitna Os padre e s chefe da es-
colta consentir n, e o rabequi.
.sta entrou, ajo hou-se aos pds
0 da santa e debjlhado de lagri-
Oas, come.ou tocar. Entao o
povo, maravils ldo e aterrado,
C pma C-I viwa -Sontsa-Comacuar-sed- -
novo, descalgaro outro sapato,
Em tempos multo remotos e mettel-o nas mios do infeliz
os habitantes de uma grande music. -.
cidade levantaram u'na egreja A' vista deste milagre, todos
magnifica A Santa Cecilia, pa- os assistentes levaram em trium-
dro-'ira doe musicos., pho o rabequista, coroaram-n'o
As rosas mais vermelhas e o0 de flores, os magistrados vieram
lyrios mais candidos enfeitavam solemnemente prestar-lhj as
o altar. 0 vestido da santa era mais honrosas homenagens.
de filagran;, de prata e os sapa-
tinhos eram de ouro, feitos pelos Guerra Janqueiro
melhores ouriveis da cidade. A
Oarella estava comnletamente .


cheia de perigrinos e devotos.
Uma vez foi la em romarias


um pobre rabequista, pallido,
magro, escaveirado. Como a
jornada tinha sido muito longa,
estava canpado e ji no seu al-
forge nao havia pao, nem di-
nheiro no bolso para comprar.
Assim que entrou na capella,
comecou a tocar na sua rabeca
corn tal suavidside, com tanta ex.
pressao, que a santa ficou enter-
necida ao vel-o tAo pobre e ao
escutar aquella music tao deli-
ciosa.
Quando teuminou, Santa Ce-.
cilia abaixou-se, desc4lgou um
dos seus ricos sapatos de ouro,
e deu ao pobre music, que ton-
to de alegria, danfando, can-
tando, chorando correu A loja
de um ourives para lh' o ven-
der. 0 ourives, reconhecendo o
sapato da Santa prendeu o po-
bre rabequista, e levou-o i pre-
senqa do Juiz. !nstauraram Ihe
process, julgaram-n'o e foi con
demnado a more.
Chegara o dia da execulao.
Os sinos d.-bravam lastimosa-
mente, e o cortejo poz-se em
marc ha ao som dos canticos dos
frades,que ainda atsim nao che-
rgavam a dominar os sons da ra-
beca do condemnado, que pedia
como ultima graa o doeixarem-


A irh k~l Christ.


aNo dia em que Jesus, corn o
ultimo gem.do-a terra fez tre-
mer desde a campina ao mont*,
-da sepultura Adio surgindo
espavorido-de p6 se collocou
erguindo a altive frcnte.
Cheio de maravilha, estatico,
aturdido,-langando o turvo o-
Ihar na curva do horisomte,--
quem era, perguntou, aquelle
que pendido-da cruz e ensan-
guentado, estava alli iefronte ?
* Logo que tudo soube, o pal-
lido semblante,-;-as deegrenha-
das cans, veixdo num trans-
porte,-comn furia maltratou, na-
queUe mesmo instante...
E em lagriinasvolveu 4 timi-
da consorte,-nm'am brado que
se ouviu na serra mais distant :
-eEva, por ti causoi a meu Se-
nhor a morte.

Pinto Mourn


I


tancias alheias 4 sua vontade, si
acha impedido de ganhar o pao
para sie seus filhos !
NAo negneis a esmola que se
vos pede e lembrai-vos da mrral
4quem dA aos pobres empresta a
Deus.

Baptist Siqueira


~ a~a~s~e


COLLABORAC-AO


A ESMCLA

Ease vintem que, indifferentes
deit-imos na mao que se nos es'
tende deocarnada e tremula, tein
seau mysterious e sna, signfica-
q~o-
gao.
Como a gota d'agua que fen-
de o seio da rocha para former a
fonte e saciar a sede do viojor,
o vintem umn a um cahindo na
saccola Jomendigante forma esse
pequeno thezouro que aliments
unia e muitas vidas.
Do porta em porta, nas praqas
e travessas, o cegc, e o puralitico
no sen carrinho, pedem, tao hu-
mildes, -uma esmola pelo arnor
de Deus.-
Seu porte, traje e attitude,
nos inspiram ccmpaixao.
A' cahir da alta cal.ada, A
cortar-se nos vidroe que o fiscal
descuidado deixou em meio da
praqa, tropeqaitdo nos entulhos
que tardios constructoires deixa-
ram nas travessas, o men ligo
trabalha e trabalba muito n'esa
grande lida de todos os dias es-
miblando a caridade public.
Em casa, os filinhos n'ao tern
pao. Mas corn a esperanqa de
que o p ipa- Ihes trara o alimen-
to, atW se esquecem da fome que
os martyrisa.
Aquelle mendig,.,, cego, on a-
leijado, ou paralitico tao ndrajo-
so que passa sob a indifferenqa
de muitos, e anciosamente espe-
rado, em sna clsa. pelas inno-
centes creangas como se f6ra um
rico, um grande.
A' sna chegada4IjrecQbida em
festas; festas, innocents. d'a-
quelles jovenis coraqoes.
Quem ha na terra, tao insen-
sivel, negligent ou pervertido,
que negue ao mendigo a esmola,
de um vintem para fins tAo utili-
tarios ? !
Este 4 um commerciante, tern
seus n e g o c i o 9 adventicios e
quando tudo dormne, elle n'umaa
muda prece pede a Deus a es-
mola de sua divina graqa para
anferir bons resultados de suas
negociatas.
Esse e um lavrador; tudo de'-
pende do inverno; o sol 4 arden-
toe e as 1 a v o u r a s definham; e
quando tudo rir, canta e folga,
elle invoca o auxilio do Creador,
a graqa de uma esmola, a esmola
de um inverno abundant.
Aquelle term o filho ou,a espo-
sa doente, e remedies e cuidados
tudo tern sido improficuo: pede a
Providencia sua esmola:a esmola
da saride dos entes queridos.
SE, assim" todas as classes da
sociedadc., nos moments angus
tiosos, suplicam, sempre, urma
esmola do Ente supremo.
E, si pedis esmolas de cente-
nas e miillhoes, oh homes si
pedis esmolas que valem mais
que todus os thezouros da terra,
como negaes a)o cego, ao parali-
tico, ao aleijado, ao pobre, um
vitem ? !
Tao insignificant para v6s e
tao until para quern, por circuns-


Acabam de, comnosco permu-
tar,e visitaram-nos pela vez pri-
meira, esta semana, os seg'untes
colleges: OEvolucionista.,de Alem
Parahyba; proprietario-Fernan-
do Moateiro; redactor- major
Manoel Joaquim Pereira;
Patria, de S-bral, d'este. esta-
do; redactor Ca-los Rocha;
Folha do Cmntmercio, de Ara-
cati (dest- estdo)); semanario e
independent;
A Gidade, de Nazareth. osta-
do de Pernambuco- publica-se
uma vez por semana, aos sabba-
dos; director proprie:ario-dr..
Archimedes de Oliveira; ri-
dactor-chefe -Jr. Ulysses Costa;
gerente-coronel Victor Vieirh:
0. Popular, da cidade, de A-
lag6inhas, estado da Bahia; sc-
manario imparcial fundado aos
2 d9 fevereiro de 1896; proprie-
tario e redactor-Andrd Costa:
0 Labaro, orgAo do centre
espirita cearense, de distribuiqilo
gratuita, circulaqAo mensal;
0 Nicteroyense, de Nicteroy,
periodico litterario a recreativo:
director Pedro Rodrigues Pin-
to; redactor-chete- Nelson Sil-
va.
A' todos, gratos pela del:ca-
desa da permuta e pela fineza
da visit.


._- Ita recoliae


Serlo recolhidas sem descon-
tos at6 30 de junho as seguin-
tes notas :
54000 da 8., 9. e 10 estampas
20$000 da 8. e 9. estampas.
100$000 da 10 W estampa.
Fabricadas na Inglaterra ....
$000, 50*000, 100$000,..
200$000 e 500$0001
Essas notas soffrerSo descon-
tos desde 10 de julho em dian--
te, sendo :
2 o/o nos mezes de julho, a-
gosto e setembro de 1911;
4 o/o nos mezes de outubro,
novembro e dezembro;
6 o/o nos mezes de janeiro,
fevereiro e margo de 1912;
8 o/o nos mezes de abril, maio
e jutho;
10 o/o no mez de julho do
maesmo anno e mais 5 o/o im
cada men que seguir, at perdce-


- ..


I II I Ir aaw -


I


r F.


F ,


- r


I


C(r nd (cludat

Vindo do Recife, once ftra a
negocios conmerciaes, acha-se
entire n6s o illustre coronel Cin-
cinato, abastado e honrado cornm-
merciante n'esta praAa.
Ao distinct cavalheiro que
tanto se destaca em nosso meio
pela rigidez de s6u earacter a-
damantino, pela bondade de sen
coraqo, pela delicadesa e urba-
nidade de seu tracto, o nosso
cartao de visit.





Seguiu, quinta feira'd'esta so-
mana, para a capital do estado,
a tratar de negocios commereiaeq
o distinct moqo, major Jos'.
Ferreira de Mcenezes.
Boa viagem.


Irf.ALX AS


vlI


3lpresa






* .~- Il.~.I -


dercm todo o valor.
Serio trocadas em moeda de
prata, sem limited de. prazos, to-
da. as notas de 1$000 e 28000
E' facultativo ao.s portadores do
troco das notas de 5$000, .
108000 e 20$000 que estejam
em subst;tu'ao, por moeda de
prata.
A 30 de junho finalize o prazo
para o recolhimento e a respe-
ctivo troco de m edas de cobre
do antigo cunhc7.


0 .Jarnal da Coummercio, do
Rio, publicou ueta estatistica da
iniportacAo d,, bncalhA,o em
1006 e 1907, .calculando que a
de 1910 e 1911 ascendeu a 43
mil contos de rdis.
Diz ser uma vergonha, o Bra-
sil, que possue 8.000 kilometros
1do c>sta. fazer tamanha impor-
taoaio de bacalhaiu.
E J5 mesmo.



Respeito I sexta fetra

No paiz de Galles, CornwA1l,
considerava-se grave ternerida-:
dcl e serio perigo revolver o col-I
chao da cama A sexta-feira.
Em alguns sitios da Allema-
nha e da Hollanda nao se mun-
genZ as vaccas nesse dia.
Em certos cantaes suissos
nao se dansa.
Na Dinamarca os namorados
nao falam de amor.



A reform do e ino

A reform do ensino, decre-
tada pelo dr. Rivadavia Correia,
aboliu os titulos de bachareis e
doutores.
E que ficam sendo ?!... Ah !
licenciados... como nos velhos
tempos das Ordenacges.



0 primeiro caipupdio

0 primeiro compendio de lin-
Cgua brazileira (tupy) foi compo-
sto pelo padre Joao de Asl-ilu-
,ta Navarro, vindo para o Bra-
zil com Thome de Souza, em
1549.



um colofla colttillVista


reahleute sympathico e digno sos amigos deste e dos Estados
de applau!os. visinhos, do que muito great.
vos ficaremos.

MIMIta. I 0y es. sr. Pr. gnira
Accioly ?. presidtie do stao

Foi-se o vero... As andorichas, N6s, abaixo assignados, eleitores
hut, o clima procurando, grovernistas neste municipio, tendo
imaa umna, vio voando... tido sempre per nosso director po-
Teem frio, as pobresinhas! litico neste collegio eleitoral o nos-
so preclaro e distinct amigo, core-
As alegres avesinhas, nel NapoleAo Franceo, cidadao
Nossas terra desprezando, emerito, d-nobree* elevades senti-
VAio buscar clima mais brando, mentos de ordem, (te paz e de justi-
Vio p'ra o sal, as andorinhas qa, nrbano no tracto e de maos sem-
pro estendidas ao povo, que sempre
Mas quando volta o veraio, occupon em nosso partido um lugar
and o sol ais forte Ide destaque, e a quem V. Ex. nun-
nano t frio, as avesmainhas forte ca quiz considerar, tendo so retirado
-Mo toem frio, as avesinhas... do political pelos motives expostos
o lor fug toem seu manifesto politico, publica-
A alr fugindo ent-o. do no jornal -Cetama,, .por dover
Veem vindo para o norte, de amisade, gratidto e lealdade po-
Uma a uma, as andorinhas. litica, vimos ante V.-Ex, declarar,
que, desta data em diante, tambem
J. L. P. F. (Lisboa). nos consider eliminados do vosso
partido, visto tambem nao querer-
os servir ,o vosso ptido sob a
Schefia dos senhores coroneis-Rocha
e Romao Sampaio, a :cuja diregio
political nko nos sujeitamos; mosmo
3202b'i I Xg0 porque, esses senhores nio precisao
de eleitores se nio para mencionarem
inas actas falsas, de eleices simnla-
Pela data aurifulgente de tua das, o numero dos eleitores qualifi-
prciosa existencia que se des- cados neste eollegio eleitoral, embo-
Sd ra mortos, mudados e de viagen fo-
dobrou na alvorada sorridente ra do mun'ipio, come se tem feito
I em todas as eleig6es que se tern pro-
de 24 do c-rrente por entire ri- cedido neste municipio, desde o ad-
vento da Republica, e como acaba de
sos, palmas, flores, peri.umes e dar-se na ulnitimnia eleicAo para urn se-
as damonstragaes de aprego e nador federal, convocada por V. Ex.
para o dia 28 de Fevereiro ultimo,
consideration de todos ow tcus, cleiqAo que nao se proceden e que,
uo entanto, consta-nos se ter remi-
q ueiras acceitar as sinceras con- ttido actas falas, simulando-a.
gratula6es de E a vista do que, Exino. Senhor,
para que nos serve os nossos titnlos
de eleitor se nao se procedem eleig6es
Teu mano amigo e n-.o podemos unzar do nosso direi-
to de vot ?
Se os poderes constitncionaes fos-
F. P. de Alencar sem. effectivamente, delegacOes da
soberania do povo, come serao as
constituiiqes-federal e do Estado,
certo nio nos retirariamos do parti-
do per V. Ex. chefiado. e nemr d3i-
xariamos de uzar do nosso direlto de
Sm voto.
So Mas com os directors politicos,
Dr. Joao 0 StSrr que V. Ex. tern mantido e continfua
a manter neste municipio, contra a
Medico, Operador e Parteiro vontad, do povo, fabricadores de
Diplomado pela Faculdade de actai talsas, de elei6oes simnladas,
Medicine do Rio--Ex-interno e que declaram, alto e em born som,
nMedicina o procisarem de eleitores para
do Hospital de Misericordia do faser-m eleiqoes, mie podemos con-
Rio de Janeiro, etc. etc. etc. tinliar a servir ao vosso partido.
Despedindo-nos de V. Ex., dese-
-- jamo-ves-saude e ventures.
Consulta em sua residen-
cia Rua ds Laranjeiras Jardim, de Marco de 1911
na Cidade do Crato.
S-__ Manoel Rodrigunes da Silva Lima,
rn_"-i..";_ TSi An Q;iw --b -


Acceita chamados Ai qual-
quer h6ra e corn a maxima
brevidade promptifica-se a
attender consultas e chama
dos para a zona do Cariry
Snnr nreco razoavel.-


Dizem de Berlim, que 500 -
socialistas db differences nacio- CRATO-CEA
nalidad-s vao fiindar uma socie-
-lade collectivist, n'uma ilha do ',
Pacifico, tendo por chefe o eo-
nhecido propagandista P-rother.
Compromettem-se a trabalhar
10 horas por dia e a descanqar INEDITORIAES
.to domingo, tendo, porem, di- TORIAES
reito a um mez de licenca, por
anno, como qualquer funcciona- idador d'O tebdati(
rio public que se preza...
0 caso nio d novo. Ja os cre-
tenses, ha dois mil e setenta an- Rogamos a V. S. o obsequio
0os, tentaram a menma coisa e de da publicidadefensor em seu bri-
nao conseguiram o que ambici- ulhato j vonai,defendor emerito da
onavam Mas nio vale perder a causapd o poev, quando opreni-
esperanga. E' muito possivel que doe deturpado em seus direi-
sclareddos por tantos livros, por tos-civis e politicos as liExmhas
:anta theoria, per tanja confe- abaixo que dirigimos ao Exmo.
encia, os collectivistas cotem- Senhor Presidente do Estado,
orange pos psm realisar toampa- Dr. Nogueira Accioly para co-
.ente o seu pensamento, que 1 nhecimento do public, de nos-'


Tiristao Lopes a lV Uarros, An-
tonio da Co.ta Bezerra. Alberto Al-
ves de BArros Luz, Jose Dias do
Nascimento, Cassiano Engenio da
Silva. Jose Raymundo do Nascimen-
to, Francisco de Barros Ferreira,
Jovencio de Barros Ferreira, Jose
de Barros da Silva, Enoch Elias de
Barroa, Antonio Games de Barros,
Manoel Lino da Silva, Severiano
Fernande- de Souza, Antonio Juve-
nal Pereira d4 Silva, Reinaldo Pei-
xoto do RWgo, Antonio Reinaldo Pei-
xoto, Cicero Batomsa de Souza, Ma-
noel Audrelino da Silva, Ancelmo
Ferreira Leite, Rnfino Saraiva de
Monra, Aleixo de Franqa Ribeiro,
Clandio Pereira da Silva, Manoel
Clandio da Silva, Profirio Jo-6 da
Silva, Antonio Andrelino dos San-
tos. Antonio Luiz do Nascimento,
Joao Pereira da Silva, Joao Gonsal-
veo de SA, Manoel Pereira da Silva,
Jos6 Pereira de Carvalho, Joao Bap-
tista Ferreira, Antonio Gomes da
Shva, Ancelmo Telles de Carvalho,
Pedro da Crm z Neves, Hozorio Go-
mes de Farias, Antonio Joao Masa-
randuba, Manoel Antonio de Lima,
Manoel Aduchi de Lima, Vicente
Dias de Lemos, Jose Pedro de Fa-
rias, Joao Monteiro dos Santos, Ma-
noel Messias da Silva, Salustiano da
Rocha Lima, Jos6ePaz dos Santos.
Jos6 Ar'stides Pereira da Silva, Jo-


r.o Bento da Silva. Lniz Paz dos
Santos, Antolo ,Julio Pereira, Ma- l
noel Renovato de Souza, Antonio do
Amaral Lisbona, Manoel Fernando
de Souza. Antonio Paz do Nascimen-
to, Jose Quirino Paz dos Santos, Ma-
noel Jose Flor nr io, Aphro Leandro
de Medeiro, o.Toto Paz dos Santos, Este estabe
Joaquim Paz dos Santos. Javino cacao intellec
Ferreira, Maciel, Jose Vicente Fer- localidade a
reira, Antonio Galdino de Lima, (margo), sob
Jose Alves dos Santos, Jose Rufino 'mand SO
da Cruz, Joao Rufino da Cruz, Jos6 mundo Sieb
Vicente da Ressure 'io, Joaquim Sa- dois cursos p
bino Maciel, Serilio Leite Rangel, rio.
Antonio Alves David. Joaquim Leite
Rangel, Manoel Raymundo de Le- Cgy
mos, Mariano Antonio d)s! Santos,
Miguel Ribeiro dos Santos, Antonio Padre J. de
Conrado do Nascimento, Joaquim Conde Adol
Aleixo de Souza, Joaquim Lnz da Raym
.Cruz, Henrique Rodrignos de Alen- Raym
car, Simplicio Pereira da Silva, Ca-
cimiro de Souza Araujo, Izael ViAra MATERIA
da Silva, Jose Vieira da Silva, Fran-
cisco Pereira do Nascimento, Israel Carso print
Fermino da Silva, Antonio Narcizo -
Rodrigues, Anto-io Guides da Crnz, ripta, gramir
Manoel Francisco da Luz, Antonio elementares,
Jezuino do Andrade. Jos6 Pereira Curso sec
de Souza, Agostinho Pereira de Son- que-, francez,
za, Joaquim Manoel de Souza, Ma- graphia, histo
noel Francisco de Souza, Joao Pe-
reira do Reis, Antonio Xavier ide p]
Souza, Joaquim Pereira do Reis,
Antonio Pereira do Reis, Jose Pe- Pacrari cad
nrira do Reis, Anton'o Bernardo de tar
Souza, Joao Marcolino dos Santos, mente, pelas
Amancio da Cruz Neves, Joao Bel- primario-2:C
larmino Sobrinhio, Jose Rodrigues do curso seen
da Silva, Luiz Joaquim de Souza, OS PAGAMI
Jose Xavier de Souza, Miguel Pe- DIANTADOi
reira de Souza, Roza Vieira dos San-
tos, Francisco Rufino da Roza, Pe- ]
trotillo Alves de- Araujo, Antonio
Pedro Gonsalves, Joso Gomes de O director,
Mello, Raymnndo Marcunlino do Nas- paes de family
cimento, Jose Raymundo Feitoza, na educaoi
Antonio Marculino dos Santos, Rry na educapao
mundo Snares dos *Santos, Domingo filhos e agrad
Lopes Machado, Antonio Geraldo de n'elle deposits
Souza, Jo,6 Geraldo de Souza, Fe-
lismino Luiz de Su*za, Antonio Fe- o' xtzfruat0
lismino de Souza, Henrique Lopes Praa
de Figueiredo, Manoel Raymundo niona a Praa
dos Santos, Manoel de Souza Mon- c? 56.
teiro, Manoel Xavier de Souza, Pe-
dro Ludgero de Caldas, Manoel Al-
ves Menteiro, Fermiuo Lopes Fra- A
zAo, AUtonio de Montes Pereira,
Raymundo Pereira de ,Souza, Jose Francisco C
Aleixo de Souza, Mariano Daniel de em Floriano dc
Farias, Jose Benedito da Silva, tendo adquerido
Francisco Silvestre Vieira, Joaquim da Canto Aleg
Lucas do Oliveira, Antouio de Oli- Apparecida dest
veira Rangel. Alexandre Jose do visa que acceita
Oliveira, Fernando Locio de Almei- voba e lavrado
da Andre Lopes Machado, Severiano oggregar na me
Lopes Machado, Raymundo Lopes juno residence
Machado, Cicero Vieira dos Santos, Chamna attend
Jo'o Vieira dos Santos. Total 140 soas que prete
eleitores. para o seguinte:
to Alegre gram
OBSERVAIAO des brejos e bai
dos para toda e
Nao mandamos reconhecer em ordem a offei
1. IT, 1 11' v l raZ1t dn


elecimento de edu-
:tual, fundado nesta
LOS 7 .o corrente
a direccao de Ray-
ra, comp6e-z.e de
rimario e secunda-


po doceute
Alencar Peixoto
pho van den Brule
undo Siebra.

S DE ENSINO

nario:-leitura, es-
ratica e arithmetic
etc.
undario: portu-
arithmetica, geo-
ria, etc. etc.
REOOS

ia alumno, mensal4
materials do curso
)00 pelas materials
ndario-5.000.
ENTOS SAo A.
S.
NOTA
garantc aos snrs.
,ia todo o cuidado
intellectual de seus
ece a confianga que
arem.

padre Cicero, >func-
da Independencia


LVIZO


avalcauti, resideute
o E por compra a fazcn-
-re do municipio de
e mesmo Estado, a-
extractores de mani-
rs (lque quizerem se
snia fazeuda tixando
ia defiuitiva.
*ao especial das pes-
nderem se aggregar
: H na fazenda Can-
tles mauicobaes, gran-
xSes, estes apropria-
qualquer plantacAio
recer facil e lucrati-
a dedicar a la-I 1


as noseas firmas por lTabelliao vU Ireuitau au a 4 .. .-
Publico, por terms mandaolo voura-
Publico, por terms mandado E' intuito do proprietario tornar a
publicar este nosso manifesto sua grande fazenda habitada suffici-
politico pela imprensa, para nio entemente: garante por isso regalias
supor V. Exc. ser algum acto e vantazens ainda nio offerecidas
simulado, como se tem feito por nenbum outro proprietario de
todas as elei6es deste mi-nici- terras em condiccoes identicas.Quem
tos as eu eicoes d este munici- pretender residir temporaria on de-
pio, do qu e damos public testi- tinitivamente na mencionada fazenda
munho, para discredito regimen Canto Alegre dir'a-se ao proprieta-
republicano em nossopaiz. Jar- rio em Floriano.
dim, 8 de Maio de 1911.
Floriano, 15 de Junho de 910


CORREA & FILHOS

Grande deposit de fasendas, esti-
vas, mindezas, bebidas, ferragens,
quincaquelheria, instrument s para
trabalhos mannaes, artigos a phanta-
sia, brinquedos, generous alimenticios,
etc, etc.
Mantem importagao das pragas do
Recife, iLio de Janeiro e SAo Paulo.
pelo que recommendam os seus arti-
gos, especialmente aos snrs. negoci-
antes ambulantes que encontrarao em
suacasa vantajosas concessoes em pre-
jos, agrado e seriedade. Acceitam e
offerecem representacqrs para o Sul
deste Estado, sob condiq6es modicas.
Compram e vendem todos os aitigos
de exportailo. End. Gervagis.
Varzea-Alegre-Ceara


Francisco Cavalcanti



A' Vcia

Acha-se exposta A venda, no
Crato, uma b6a casa sita A rua
Nugueira Accioly, no 60, com
cinco portas de frente,- muralha-
da, etc. Quem pretender compral-
a, dirija-se ao abaixo assignado
que todo negocio fari.

Joaqnim Saldanha Maia

ORATO


I
-<,"


--. 0 REBATE


I


: 9


'-....d













S4


IREB.ATR


^6
s^-^.
S I
- &*
:C- E
* ^
s < .s*~>
^- **ijr~-
^SG^^


-~ A.-


A- W4T. TJ'V
4 -w-- -u--t7
i crip


w om- .I


3JO.A .O SAPATARIA CASA PYROTECHNICA ECONOMtSIDOB

SPERSEVERAN A. EStCaCa se encrreg d" qual- PAULISTA
'quertrabalhe que diga respEt. a CAIXA INTERNACIONAL DE PEN-
CINCrAr SO LVA Esta sp3tar-a s e -En::-:'-a o deOf n polTr.-a. SOES TAUCIAS.
vre oiter :abalho todos em curo e Fuc'tio dazft 5" : foNos de Approv.da per Deereto Federal, com
d e"- I.. :, Jnzia 151- 1;b ca;-.!z, duzia deposit de gsrantia no Thesoaro Federal.
Vindo de (a rn hm,. --.-.do de lr- raante .-,d seus fre e ors qu e-pd d a 4 : ra proporion o capital de p d m
.nbue. ach..- -.. ]r- n "l se dem de.jar mAlhores t d uzia 3400: pistoletas, dnz a 14 ,,; eonts de ris.


e- c-om a- cn r, :.*. Pr :. r r'.mrt-
Uit- fase'nis e l i- rader a- u-'- ai pC'
prern-O a co r'- t-nifia.:: cmntc-rT- memo in'
do m.-: e i.--.- fr.-rnz.
Unra v. ita. p'-. a LO.TA ECITRFLLA
d (incinato ,, i t a -'. i-re -' :


h. Bs. _


FPRAMACIA CARVALJO
Ha nt-Ta c1inE-a'lSI a .hanT-.ela T'n
var'adi, co--Imen.-t de dr-ct- *e pr.odu.T:,|
w !


prea;OS ma- taveis.


lreni- Cabrail te Olvvra
ua C' r-' eiro A.' 1I5




OLIVEIRA & NATIM
0 pr'-apr:.T;rL. do'rte nervaKtldo e-'tuta.-
,clmn--n:t r-io r centem-e='te ceh-do dd i
c,'p,1 fu t. -o, avisa .os -ens innumne-
ro! fr-.-:ze-* .- piieo -em in -*rl aue


0 rei do* depurateve


P,-eparado per Sviw Josi 41 .V"
Approvalo pela Inspeetoria de Hygi'-ne


p;s: as. duzia 2- : ,,I'; pPstolo, dIz a R.--irra ih na Janta ,r-amnercial d- lo Ceard e autoris:trd per d.ercto de 9 de
3501. : t'gs de bemgalla.duzia 4i.0; S o Paulo. N'cvemnbro de 19o9.
-ara dara, dazia 1100: exqaesot.). da- Se e S. PA eLO: RU S. BENTO. ; Rctatimo en q cr i r .
zia 1:,.: rodiBha desala.d .uzza12<)0; Ideem'S. PAULO: RUA S. BENeTO. : ... ..
zia 12,,o): rodiuhas desala~dnzia 12119; 7? ea-r vic'amen'e ; b: SUp'io,
bat-ria, cand-elas romans. 1400; tigoecriptori odaCompanhiaM an e e
;" Filial no Rio: RUA 7 DE S- TE-.- rade ierr.7ure n!a -
e:trelias de S. Jo~o, dnzia 120; bor- 113 moron A EMR.!: EsI ofulaf Caerre'e fd:' 4fr mo-
biletas, dazia 13. E.i" E
Pr festes os mais rasave ^s :ENTRE GONVA.LVES DIAS E AVE- 'EsDia e-,-c;' ,a- EL! X!R 1
.',sTs< sNIDA CENTRAL) AN* a
J aseiro, Rua a Ceo rapElavd
Joaseiro, Rua da ConceiTao n? 12685 g RECTrOPA A vendsa nas Ph,."rmaiat e ro de ?:oit-


sJjs G Aomes de Almeida Duda


PRESIDENTE-Senador Luiz Piza..
Senador Estadoal ex-chefe de Policia e
ex-Secretar' da a Agriultura, do E. de S.
Pau!lo.
SS.CRETARI dd.- a...^


geraL Phrur!aCa Silira.

ItAROPE


s: a'h c:.:a* n co-pl'- 5-rt--u-4ao d- -- --- --- ---u. J uOC~j a--
Avam- rec a quaqner hcra e- .- Gurgel. da firma Silva Seabra & C'.. da
p-r-ptid.,, cul-dai 3eL.o, a. om e .- Fabria de Tecdos S. Bernardo. i 11Sn'-' dae TOii e Eurl- ly-
Iiaa Paire 4' ..." -" '- -. c r'-n Ji f GERENTE-- Dr. Claudio do Sousa, mt-
Sorks. ca.-:as de lunir. redmas. dico e industrial. Compoto e preparado per
extractoea de diversas quaiidaldea br:!han-
AR AT' P0 Tioas. oleo di- ,a'oza para o c:i'cllo: Li- -& THESOUREIRO-Dr. Gabriel Dias da 31an'1 Cr-fidi. dxe Doi-re
I* '0ilr. a-.o. capidta s-a. director da
"il Pl \-,Tr ,da' d'.v 1r (Y i a-' c i-ad n," n 2 p la :- a b-r c i. Com panhia Industrial de S. Pau o e da M uito until So in o-n-no' nsd do ap,-.r-'..- o
2i:-..-, 71' of VA .HARMACIA Conpanhia de Poos doeCalas. rnonar: Tocs. d ,,..a. (,-z-, ; .. .-
m,. -,. No a" z-r- ,- -. -*-' -. .'rn-qt.tes astonra et'c. A venda na
'nmr Ra Nova. -. S Ta i, T -L :ahe-;ro iv a ep a p Conel.l lI'.W il Plarmacia Jos Canddo .ua do Vid,, 1
P.dre C r --rIn-. "l.-meod:cos. O P2I r.I _-ATI C-. Theophiko A- de S. Cavaleante. Exro. Snr. Conde de Prates, Director'
Prco-- -*in ct estoa dX- OLIVEIA NAT T-ndo mudado a sna Pharmacia da do Ba:co de Sao Paulo-Exmo. Sir. Co-
Tr.a---< la California n 41 par a raa ronel Fernando Preste-. vile-ore'idente
Sr Nogneira Aecioly. prodio n*. 3:3. corn- do E-tado-Barino de I)rpr at director da
A. A4 *N I ir..ica t-os sens Am-. e frezuezes que,
A"oILAR A o, continue da, meema forma oslorsando-na 'omp iaphia Industrial <' S: Paulo-Dr. preParado pelo bot -arl. Manoel .:c
Avi-a ao-s -a-u= frena-"s. qune eheeon m para bemn srril-os. '-iprand,-, por i)-o, Rdolpho Miranda, proprietario da abrji- das Dores, e de p.oM.,ia e:fs.ici: nsa- '--
Iaja de faasnd- P a -ros artigo de gran.d- w.,rtemento de V'-- 0, Porte. Mos- mteaer a eontinuaego de Bsas estim.:das ca de Tecidos Arethusina, de Il :racia;a rigos.- a es v. t:cs, svlI.:itic,-,
commer:rcio, ida- --I1 --t- emo-p- 'ohr tra st -. 4 ". el. -e, ordens. Crate 12 de Ja-eiro de 1910 e eputado federal-Dr. Joo Alvez D.ina. escrophulosas e darthro-a
de apurar p J;ippo. Aagardente de Caj& de LUma t J Imedico e proprietario-Pharru. L Tk.-to E o grande desaloja for dos humores v -
O frenez procure na P -a Nova caea nna. Cigarrt Tupv.La Morena.Bote. de Queiroz, da firm. L. Qneiroz & ciados o poderoso eli:cina-or de to:a;
n. %5 e na Rua Padre Cxeero a loja n". i orno S.o- Fons.de Pall as.On atroLi proprietario da Dro-aria Americ,-a e doenca-s perinaz-- que tem sua ori,--.a
eid La Populareg % d e Pa-squ r:.-a.,.a- k -r ci Amric ao i
O, qu- -r;eridaeBrta.dEd"- P P l't --P -. n-- t Fabrica de products chimicos) Dr. Pedro na impuresa do sangun.
audv: Banha de porco emn lat,. Pot'ial e Dr. Vicir Godirho capitali-tns. Unico dep.sito na pharmacia Jo-,- Can,-
Tudo p-'.r prego' modieos A EC-NOMI.S-.DORA PALISTA i dido, na URua do Vid4(1.
Rua P.* Ciron-*62. Casaws Sitio, fasenaas de gado urma soe?.dade murua. corn fi,.calisa7 do
~t- |' r f > A n-ste municipie no term de Sant- Governo. cjo fi: estabelecer nma REN- P AA Ia
S .Anna do Cariry a vender. .DA VITrLICIA mensal, em dinheiro.ao. PHARM MA C A SILVA
Loja de fasendas. ferragens. e e-tiva- : Jose Rodrinaies Mont'iro tendo de seus Foelos. Tern duas ca'xas. a caixa A
na Praga da Liberdade. ? u 72. Sinceri a retirar-se desta cidade no intuit de e a caixa B.de S o a Sila. do C-
dade de nfegoio. modieidade dt pregos e Jeronvmo Francso de Lima procurar na lur-opa alivio a-sua Os soc-io da Caixa A pagam .5.de Sivino Jo a grande a d '- :)
affabilidade do frague-ia. tem. nesta localidade. a verda. Diomedes Siqueira & Irmi~. c aas de tailpa cobertas de telba. uma qnem enteressai, que est o exp)Stas to. no fin d 15 annio, a um 3 en'o que sortimento de drogas, products chi:nico
ita A Rua de S. Francisco e a outra a venda todas suaj- ca ss nesta cidade nao seri maior de 150$000 por mez. e especialidades pharmaceuticals.
Sna travel da Rua Nova:pelaprimei- e suas fa7enda.s de gado neste muni- Os socios da Caixa B, pagar m s550 de Depacha os receitlarios com medica-
pede .o :pe la. undal :o0 cipio e no term de Sant-Anna do joia e 5$O00 de mensalidade e t rei- mentos do reconhecila pureza e al-granl:
FUN ILEI RO r VA'tratar na RUA DO CRUZEIRO Cariry e ma sitio no mesmo r- to. no im de 10 annos, a umna pen -o aceio, prestoa e mdicidade de preo
feridotermo denominad.o -Queimalo. er eer d po qumez.
c- saem eneenho de terro e casa propria, so de cer
utonsilios em flandres. corngrande rti- 1 1 .1e vivnda. receber a pensue, a associa ts-,)r-Ano- TT IR
O ffena complota eIa todos os artcafactos deHvUv e tud ) de telha e r caso d fallecer a do ch ag ir a
Gt ra cPnFtr ato.tcom dma pequena r, ac -pagar, nos
mento para rendas em grosso ea retalho. i U U nascea e a ;,ded,. pedra ecal, com Hus herceiros necesarios todas as con- SX
Ui~LU1tribuia'es que elle tivei fe;to a-rm jaros.
Si acharem outro barateiro. nao ha de D cannavial para dusentas cargas de tr' e queelle tired feito a mjuros.
ser tanto eomo o proprietario Joao Antonio SEMENTEs DE MANIOBAS O anaviadras, posaado extensas mattas d Dand-se o flleeimento depois que o mu- Desappareceram de meu sitio un
Furtado. P Y cor madeira de (onstrun o: outro tuario stiver em goso da peqqsio, esta fi- burro cardao e uma burra castaillia
Praga da Liberdade 978. PIA sim pede A auelle dos seus amigos carextineta. sem que aos seas herdeiros quazi preta amLos cor este maa
A melhor semente da actualidale que tm corn o mnesro negocio, aita e corn a seguinte freguez
queirao por bondade" satilitastr sens penso seri "paga So proprio indivi- -
Vende Jose Alves da Silva compromise i, umria ez que tern de duo, ou ao sea procurador legal, on por
iL-9 pregos BARATISSIMOS. aunentar-s"- por tempo indetermina- intermedio de qualquor Banco. quando o
L O JA RUA DO PADRE CICERO iN? 301 do e ter de prover-se de recursos sufI mutuario seachar no extrangeiro. Quem der noticias certas na Reda-
ficentes. )0 seaio contribuinte em dia, que Scar Quelm.der noticias certas nil Redle-
JOAZEIRO DO CARIRY flmentes. sibilis.,tado de proseuir nas suas n- d' 0 Sfands ercadorias e va ferra- Crato, 26 de Oatubro de 1909 tradas, depois de inco annos de assoeia- gar ditos animals, sera gratificado
am complete sortimentodos artigoseido do Ceari, em onsequncia de molestia chronic generosamente.
m compete sortimento dos artigos aimatavelqu 0 inabilitepar t-
eneionado endido Rodrignus Monteiro e paraotra- Barbalha, Sitio Brejao, 10 de No
:neneoaad s queo vendidos per prove TJAIfl balho, serf considered su1penso e eso vernbrode 1909
aem competencia, convida todo o public UJlLII tZihUL n----- perderA direito A pensao. pvembrode 1909
para fazer ama visit& a dito eitabelecimen.. Os pagamentos anteeipados de 1 anno Joai Demosthenes Fernandes Vieir&
to que se certifieari do que 4 affirmado. DE CRAT 0 oCRzAoamdaredueg. de 50 o/o, os pagamentos
VERDADEIR0 QUEIMA! I ELeEG6ANTE Pagamentoe de 1Z5
ELEGAN -e o/oo. d

APROVE1TEM! APROVEITEM! Dantes do sorteio e tier a orte de erILAGRE S
Joo B d O Este estabelecimento tern con- rprmiado, pagar apenas poucos mil r4is
Jo Bapta de O era. stantemente exnlendido stoch de A. BELEM SOBRINO sua vida.a penasso par today
Rua Padre Cicero N*. 336 FAZ ENDAS nasionaes eestrangei- Atd dezembro foram sorte.,as d ineo
ras, Miudezas, Ferragens, Lou- 45-RUADO COMMERCIO-45 eardernetas, ou sea no period deo nove
gs, etc.. 'q faz sorteios ddoja, em adois .iezese eMU t
Brilhante session de artigos da CRATO-CEARA'. equ o e0 CAVALtLO U0l C
-- i n num grandL sorte0o no Natal!
moda comoAlados,hapehos,gra. Etabo t deFazendas nas, Jaio 10cPto deo abril de 1908 a Urn cavallocarddo rudado, ro, ml-
vat fih antilhast. et. Miudesa, Novidade artigos do uso do-. eiedade obteve tal numero de soci tobosito, iteiro, chotdo, s
atSapataria deoai o sera{ I dos .Pedidos do prespecto,, propostas eader -
acha-v ids o do m ublineoCOMMODOSD'ESTA Especlidsde em: artigos, para ,notas o. pr pos e
tmigo e oenearrega-se de todo e qualquer PRAQA homes e aenhoras; objects para presen- -as ao Marca ~ e Ribeira
.rabalho em coiro com grande prestea e Praa da Independe cia no. 2236 P !! resentante no Crato.
naodieidade em prepo. Rua do Craseiro& Pr e opeuido., Belem SobrinJio Quenm o eenTraBa.rr e etreqar no S,. -S -
990 'azeira do Padre i-.ero Diah.Ito vi"ta. jor Jo Ig a zc- Ma.n n'es c cl'a sr
4-5 En A- odIaci***.[.wrsaras.


'.-- .


...-, .~ ,, I ..A-..- -,." _


-71w
f^-'"S~ak vQaL-^"


reL~~j- c


-- -


. -*^^^^*^*^r.^^" ^.> ^-^^^- "" r-ip '..


.. ...-- J


-WWI.=
My -


r~ig,


__


t

I


*'u- L-ua dUo omranaejo=---45


rs s-


I