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-1 , .. . ,.- -"v "f u ,j,,J.&,. .,J,, JOI 1 91. ANNOi. IIJ. /NUM. XCJ * * A kT/Tl ITT VkTIt T V'IllT ot0 S it ie 0rt al Mas haviaoutra razao iis fwte, ser castigado por aquelles ine rope- para que n&ospndessemos t sympa- tem sem cessar que a cada m e per- thia para coJ o movement repabli- mittida a propaganda e a lucta das A f(Udica l da Vifat cano portuguez. E' que a public! idas! nos successes da historic o 6 a Pois que outros processes adopts- (Cocltusao) Republica das especula dos so- mos n6s? Viram-nos alguma vez para ciologos; quem fag concre ente a render ontros A nossa opiniAo, on Republican sio os republican E que para castigar nelles a resistencia a eram os republicans popf nezes, ella, invadir-lhes as casas, apropriar- salvab algnmas raran exce qual nos dos seas haveres, dar-lhes voz Isto nio quer dizer que me esteja quizesse cerrar os olhos a evidencia, era a maioria, a quasi total e dos de prisAo, arrastal-os expostos is descartando de responsabilidades, que os seas intontos, corn relako as organizadoies e dirigentes omens vaias da populaqa, at6 os encarcerar come se reprovasse a energia e o vi- mesmas Ordens religioses, eram os declaradamente adversos & ligi'o, e arraneal-os aos carinhos da Patria gor na imprensa catholica. Nib. A que mais tarde revelon no ultimo e defensores do atheismo, 9~quando e da Familia, desterrando-os per toda verdade deve sir defendida com va- deereto assignado por El-Re;, um menos, do indifferentismo ial do a vida? Nao: esses methods nao fo- lenti:.; e os inimigo% da causa de dia,antes da suadeposigio,e osdeqde Estade. E podiamos n6s, inco- ram os nossos: pertencem sos pseu- Dens, que para si reclamam o direi- ainda ponco vein fazer alarde na im- herencia-main ainda, sem traigao dos arantos da liberdade, que em vez to a todas as violencias de estylo e prensa, jA depois da quAda da Mo- aos nossos prineipios reli e so de erguerem cadeira contra cadeira, vio hesitam permntea mentira, a ca- earchia. Ora, qual o Padre catho- no0so respeito para corn oa reitos tribuna contra tribune; em vez de lumnia e tantos ontros inadmissiveis lice que. em presence de takes proce- de Dens sobre a sociedade, favo- responderem corn imparcialidade e processes jornalisticos, ja. que nao dimentos, se nio quer faltar so sea raveis a nma madanas em o po- correcso As nossas razOes e As nos- podem ser atacados pelos memos ever de sentinells de Israel, nao der is cabir nas maos d ho- sas replicas, entendem ser mais com- processes per nol-e vedar a probida- avisa do perigo, e uno faz ecoar de- mens ? m-do e mais summario, amoi dagar- de e as virtudes christis, devem ao stemidamente o anon tibi licet, do Elles se encarregaram do dar nose lanqar pars long de si os pro- menos ser repellidos corn corajosa Santo Precursor? razao con o sea procedimen tcal; pagandistas dd ideas, a que s6 res- isencao e s e m condercendencias Neste Iponto de political, como em exactamente cooe o l timo verno pondiam corn declama6es e insultos. meticulosas. tantos outros, tive en a hour de ser monarchico se encarregon d on- E em presenga dossas revoltantes Um diario jacobino de Lisboa pu- .gataitamente calumniado pelos ini- strar com os factor que en- iniustias, A vista destas tyrannicas blicon ha pouco nima carta minha, migos da Companhia. Attribuiram ao ganavamos na id6a que de A- extorsoes e destes despotismos, ag- em que en pedia ao destinatario se men Provincialat urnma nova orienta- vamos. gravados com a ironia de serem ex- interessasse per conseguir recursus 1ao dada AI Companhia em Portugal, Confe8sso 0 gn., Yad.a ewm u.- daliberdade, i Ao para a empreza que ultimamente diri- quando a verdade e que nunca tive jacobina e inte desses lo- haviamos de lavrar o nosso protest gia o wPortugala. Nao me refiro a de intervir come Superior nem se- gistis da liberdade; mas, on fosse e fazer ouvir A nossa qnerida Patria esta abasiva publicagio de urnm carta quer com um conselbo, no sentido ingenuidade on imprevidencia, nunca a voz indignada. e mais ainda cheia particular, paraprotestar contra ella; qune esses escrevedores berfidamente sonhei o que hoje eateo vendo. de saudade e perdleo. nem venho verberar aqui as insidie- insinuavam. Agora acertei em declarar-me de sas observaq6es com que naquella fo- A political da Companhia A hoje a 6?-'M-d gM* gi ~ rgl todo. Indignados corn tamanhas tro- lha era acompanhada a publicag o; que foi sempre, a political do KPadre pelias praticadas contra innocentes, sA quiz accentuar que o interesse, Nosson: com a ultima empreza do ral daquelles jornalistas catholicos n1o n 0 s podem p e r d o a r esse de liberdade, m quee e ames I- dade, comrquo nos despedaimos nio discordava do nosso proprio mo- ideal eo nosso co nstante traba- m[os em relugiAo temos side perse- probe de chaar nossa Patria,enos do de ver. Mas onde estA ahi o cri- lhar pala sua realisacao. Dahi o odio guides, rests comoe nico motive da quo continuaremos a estremecer co- me? e onde estaria eie, ainda quan- implacavel corn que em todos os tem- inverosimil e anachronica resurrei- mqu tal, eontquaemo n6s houver co- do os artiigos vehementes dessa ul- pos nos perseguiram. Por isso, atra.- 0o das leis contra n6s promalgadas, alento de vida; aundade d'essas o- tima phase do journal tossem real- ves das mais variodasaccusasoes que essa objurgacAo sedia e mil vezes bras a que consagriamos o melhor mente nossos ? nas differences pocas e nos differen- retomada para them de faces e ba- danoas es fadigas;desos templos Finalmente, corn respeito As alti- tes paizes serviram de pretext a lofapdeclamag5es: pudio energicamente as fabulas que sadores eram asal sempre os mes- Pois bemrn: tem razAo os nossos ini- nhorou corn a sun benevolencia e uma imprensa sem escrapulo fez cor- mos: os iniigos de Dens e da Egre- migos. Soe esse espirito reacionario 6 conflanga; d'essas orders e Congre- rer acerca dos means religiosos Ja ja catholica. frizante qu esti o espirito de fidelidade e amor A ga i s religiosas quo veneramos e n ro fallo das ridiculas atoardasdeje- exepio frizante o que se estA Egreja Catholica; se 6 dedicW Ao q a quem santamente invejamos o cam- suitas empau.hando o cracifixo amde passando agora. Dizem que obs, je- Pessoa de Nosso Senhor Jesus Chri- po, embora tAo injustamente limita- pedirem votos paraosnaciolistas,ede suitas, somos os mass apaixonados sto; se6 a constante tenacidade em do, doeacg o, que Ihes foi deixado; pregadores ameagandocomoinfernoA adversaries da Republica, e quo por nho deixar perecer um jots on um dessas populaOes que tao effusive- quem votasse no governor. Iss ao isso 6 mister tratar-nos corn wasi Apice da lei per Ellepromalgada; se mente sabiam pagar-nosamor corn a- invenques ineptas, que revelam nos rigor quoe os outros, Mero pretexto 4 a nossa inflnencia reacionar con- mor; desses amigos e bemfeitores que as publicam o nenhum conheci- Companhia de Jesus nada tern site em ligarmos ainda mais impor- que, nas associagaes piedosas de mento que trm de ebs e das nossas contra as instituigoes republicans tancia A educagio que A instruacCo; ambos os sexos, aceitavam corn tanta coisas. Mas digo mais: nnnca, per como taes. Quando o regimenabsoluto se quereros,nos nosses collegios, gratid&o e auxiliavam corn tanto des- parte dos mens religiososfoi pratica- dominava e predominava em todas a former em primeiro lugar christios; interesse o nosso zelo; dessa querida da qualquer sombra de galopinagem =goes civilizwdas, os grande auto- seo trabalh-rmos per criarrem Portu- mocidade pela qual dariamos de bom electoral; antes-o que muito poderi reo da Comupahia, considerados ain- gal ama pleiade de catholico sdeste- grado mil vidas, se mil vidas tivera- causar estranheza-poucos foram os da hoje como mestres nas sciencias midos e activos, que aeo me limitas- mos ! membros da Companhia de Jesus que philosophical e theologicas, aecen- sem a rezar, mas me resolvessem pela E este sentiment de sandade se approximaram da urnas para votar- tuvam nitidament em sans obras 08 palavra e pelo exemplo, a restaurar alliamos sem esforgo-sem esforgo As razOes de ordem excepcionalissi- principios fundamentaes da demora- tudo em Christo; se6 aproveitar to- algna !-e do fundo d'alma o senti- ma, que justiflcam esse ultimo pro- cia; e hoje nenhuma Provinci da das as forgas vivas so SOmo alcance, mento de perdao. Se o Divino Mes- ceder nio f o para aqui; pols o voto Companhia tem maior prosperidade o pulpito, a impress, para fazer tri- tre !poude dizer so alto da Cruz: C, nas circumstancias actuaes, am nem mais ampla liberdade que alga- amphara gloria de Dens e conseguir Perdoae-lhes que nrto sabem o que ever de consciencia, de que s6 pde lemas situadas em territorio repuon- as maxima extensAo a ralvago das fazem., porque aao o diremos n6s A- eximir-se, como excepg&o, quei to- cano. .. almas; entao aim: foo reaseiomarios, quelles que talvez, so perseguirem- nha para isso motives graves. Basts citar as cineo Provinciasa quimemos ter influence rsacioaria, nos, obedeceram -em grande part so Dos couseihos, que tenham side Compmanh.a de Jesus erectas nos E- tornumo-nos raus den crime. e6go impulso do preconceito, Aquel- dados emconultas parctiSnares o. states Unides da America do Norte. Ma estranho crime, em verdade, les que nos despojaram e nos expa- dl conscienca, s ada term aque diers, Nie existed, poise, a pretendida an- em am pait onde so spreges aos qua- triaram sem nos conhecerem senao Snio fsse, indi n postiscaeom timonia entire os jesmitas eo regimen tro vento4 a liberdade de concie- atrave6 do prisma enganador de unia se quo fesse a iendigns Ao postishia democratic. cia, a liberdade da palara, a liber- literature hostile e odienta? quiz divirtuesa host ficts, oumdip Dir-nos-Ao talvez que em portugal dade do imprensa; estraho crime Por isso, entire as lagrimas da san- do-zhes as circuar tascacas. 0 o ltimo mostravamos adversos A Bepa- para ser exprobado per omens que dade e so comer o plo do exilio, pen- dohverno as ramU a, nca senate l ica. censravam ao an3ig regimen o co- samos n'elles, e pedimos aquelle De- Governo da Moprsent sgadaente aus sile E prero lgar, b Companhia artr a liberdade, quaenam colInm- us, que illamina as intelligencias e serial, mpresentoois rad vdamente an t cle quer qu esteja, procede come nas dos jorases e a.rhetorica dos toca es coraces, faca brilbar a sens tentalt mai. depois direitos aactos at- e eja Catholica, acatando os po- comicios so permittiam oas aai~ vio- olboa a verdade; para que Portugal omtentat o a doe direitr as Ord esja, li- es onstitaidos; e Portugal era leatos ataques A aeteridde e a seas venha ainds a ser governado com gomeas, deixandoentrever asqOrdens aelr de monrcb representantes; estranho crime para verdadeiro espirite do liberdade, e g iosas, delxando entrover a quefflae Biam oa c*.r Cantaudo e riudo (4 junho 911) Ahi tem o perfll de minhaamada, a visAoazul demens sonhos de acorda- do! E' tao bella que Deus mesmo se enamoia d'el- la... E' tao bella, bella, hella, Qual, de strella, Puro e limpido clarau; E', devaras, tao formosa, TAo airosa, Como as Alha4 de Siao. De sens labios purpurinos E divinos, Rola em cascata a doqura; De sen ser perfume exhala E trewsala 0 encanto da formosura. Seus cibel os annellados, Pertnmadus, SAo d'essencia oriental; SAo sens olhos buligosos E mimosos -De pedraria real. Morena, delgada, altiva Como diva E tAo bell.t come a aurora; E' tAo bella, mesmo, bella, Qu'ate d'ella 0 mesmo Dens se enamors Jos6 Ferreira para que aquelle Senhor, que A o minho, a Verdade e a Vida, guie, claresa e vivifique a Patria a que tamos tanto amor. CA- eVI- v<0- Madrid, 5 de Novembro de 1910 Padre Luiz Gonzaga Cabral S. .T. Preposito da Provincia Luzitama A unoa is tljiluas Era uma vez uma viuva, que tinha uma f61lhinha muito linda, a quem adorava sobre todas as cous-Is. Nio se separava d'ella um s6 moment mras um dia a pobre pequerrucha comecou a soffrer, adoeceu e morreu. A desditosa mne, que tinha passado as notes .- os dias, senm repousar um moment, A cabei- ceira da filha, julgou endoidecer de magua e de saudades. Nao comia, nao fazia senuo chorar e lamentar-se. Urmans noite em que estava aca- brunhada, chorando no mesmo sitio em que a filha tinha, abriu. ,) ) CEARA'-BRAZIL , JOASElRO DO PADRE CICERO DOMINGO 4 DE UNHO DE 1 1 F 2 ATE EXPEDIENTE 0 *REBATE- publie-e.e semanalmente REDACTOR-CHEFl--Padre Jeaquim de Alenear Peixoto. GERENTE-Francisco L. Tourinbo ASSIGNATURA Anno.B............................5$000 Semestre ....................... 3o50C PAGAMENTOS ADIANTADOS As publicem es de intereMge particular" e annuncios depended de contraetes, sen- do o pagamento adiantado. A redaesio mao e responsavel pelas pa- blicagOes .inedieteriaes, nerm pelas pu- blicag6es alheias, assignadas. Aceditam-se artigos de religiAo. sciencis., litteratira etc. prekenchendo certas con- RedacAo*, gerencia e typographia=Rua Pader Gicero-n*. 343. gem para conceder a uma Ordem re- ligiosa approvada e elogiada pela Santa Se, aliberdade que nos conce- dem naCoes protestantes. - DisfaroAmo-nos entAo com.o rome de Associaqao Fe e Patria-; e fran- camente, quando nos tinham amea- Vado corn a dispersio e o exilio, ain- da fo pa agraaadecer esse rremedo de liberdade. Aproveit.imos a ponca liberdade que nos era concedida, pa- ra corn ella no? devotarmos, na m e- dida restricts a que se estendia, ao bem da Religiio e de Portugal. Vas, Como ja acima o dec.rtfii'elra bern contra a no ,a inclina'ao e nosso modo de ve,, qune guardavamos o in- cognito, que afinal o nao era par? ningueM. 0 actual Governo 'da Republica, que possue os catalogs particulars ? FBW.*WR a e da% occnpaV6es do" je- tas portuguezes, poderix ver ahi A .ontade que nio haia entire n6st motive algum para nos escondermos e para nio apparecermos clara e ma- nifestamente, a lnz do dia, corn este titulo qne 6 para n6s, depois do de christao, o mais glorioso: 5?- spiMb pliic e adifrse Xepuhi~ca As opinioes expendidas em alguns artigos do Mensageiros, os boats de ingerencia nossa na feikAo combs- tiva do jornaliPortugal nos ultimos annos, e as fabulas sem conta espa- lhadas na imprensa a respeito da Companhia, per ocasi&o das ulti- mas eleices, motivaram a accusacao de espirito politico entire os -nossos. Qnanto ao Mensageiro, os arti- gos alli publicadow estAo a dispo- sig"a de qaem os quizer ler, e as dotrinas expendidas alli, A. cerca da cooperacao dos eleitores na promul- gaAro on execuo das leis, acerca da solidariedade dos membros de am partido corn o programma, tradigOes on vida political do mesmo partido, sto final a doutrina corrente em to- das as nag6es, ende a cultura civicsa e a illustragcs social catholica nAo tem sido deixadas no desleixo la- mentavel em que vegetam entire ubs. S6 a falta dos conhecimentos mais vulgarizados f6ra de Portugal pelas pastoraes dos Prelados, pela cateche- ae ecclesiastical e pela intense pro- paganda do journal e do livro, p6de explicar a estianhezacorn que entire nbs eram acolbidas por maitos, como novidades, as conclus6oes mais cor- rentes da moral e da casuistica nos restantes paizes catholicos. Massejam quaes foren as diver- gencias de opiniAo nesse on em ou- tro ponto, sobejam-nos razoes pars perguntar que especie de liberdade seria a de um paiz, onde se puzesse em davida so theologo e ao morali- ,ta o direito de expor e motivar nos artigos de urma publicawao periodic ;t opinie que segue em assumptos de S -ua especialidade. Sobre o diario aPortugal, a car- ta ha pouco publicada peloseu dire- *or dispensar-me-i de responder. Jella declare qae em today esta ulti- I Queres matar-me? Mata-r E' tAo doce ser mnrto ir Queres matar-me ? Mats Que en acceito conteLte (ri QueTe3 matar-me? Mata- M Sacia o ten capricho sang Que me import morrer, b| Se em ten seio divino o mp1 Queres matar-me? Mata-mo, a En perdoo sorrindo o ten dai E vingo-me de ti ncs means cu Cumpre, malher, o ten crnue Drnene o eneno-o ten s De.-me o punhal-um ler A ma phase do jorna!--exactamente a Mhe tE, u lti- mais impugnada pela sna attitude mo " bellicoam.-a Compaubia nao teve c .g e ingereacia alguma. coreo eguu efronte da (Centiea) capella da santa, e quando pa- raram, supplicou o triste desgra- Madrid, o de Novembro de 1910 Cado que o levassem la dentro pra tocar a sui derradeira me- l'adre Luiz .Gonzaga Cabral S. J. lodia. Preposit o da Provincia Luzitna Os padre e s chefe da es- colta consentir n, e o rabequi. .sta entrou, ajo hou-se aos pds 0 da santa e debjlhado de lagri- Oas, come.ou tocar. Entao o povo, maravils ldo e aterrado, C pma C-I viwa -Sontsa-Comacuar-sed- - novo, descalgaro outro sapato, Em tempos multo remotos e mettel-o nas mios do infeliz os habitantes de uma grande music. -. cidade levantaram u'na egreja A' vista deste milagre, todos magnifica A Santa Cecilia, pa- os assistentes levaram em trium- dro-'ira doe musicos., pho o rabequista, coroaram-n'o As rosas mais vermelhas e o0 de flores, os magistrados vieram lyrios mais candidos enfeitavam solemnemente prestar-lhj as o altar. 0 vestido da santa era mais honrosas homenagens. de filagran;, de prata e os sapa- tinhos eram de ouro, feitos pelos Guerra Janqueiro melhores ouriveis da cidade. A Oarella estava comnletamente . cheia de perigrinos e devotos. Uma vez foi la em romarias um pobre rabequista, pallido, magro, escaveirado. Como a jornada tinha sido muito longa, estava canpado e ji no seu al- forge nao havia pao, nem di- nheiro no bolso para comprar. Assim que entrou na capella, comecou a tocar na sua rabeca corn tal suavidside, com tanta ex. pressao, que a santa ficou enter- necida ao vel-o tAo pobre e ao escutar aquella music tao deli- ciosa. Quando teuminou, Santa Ce-. cilia abaixou-se, desc4lgou um dos seus ricos sapatos de ouro, e deu ao pobre music, que ton- to de alegria, danfando, can- tando, chorando correu A loja de um ourives para lh' o ven- der. 0 ourives, reconhecendo o sapato da Santa prendeu o po- bre rabequista, e levou-o i pre- senqa do Juiz. !nstauraram Ihe process, julgaram-n'o e foi con demnado a more. Chegara o dia da execulao. Os sinos d.-bravam lastimosa- mente, e o cortejo poz-se em marc ha ao som dos canticos dos frades,que ainda atsim nao che- rgavam a dominar os sons da ra- beca do condemnado, que pedia como ultima graa o doeixarem- A irh k~l Christ. aNo dia em que Jesus, corn o ultimo gem.do-a terra fez tre- mer desde a campina ao mont*, -da sepultura Adio surgindo espavorido-de p6 se collocou erguindo a altive frcnte. Cheio de maravilha, estatico, aturdido,-langando o turvo o- Ihar na curva do horisomte,-- quem era, perguntou, aquelle que pendido-da cruz e ensan- guentado, estava alli iefronte ? * Logo que tudo soube, o pal- lido semblante,-;-as deegrenha- das cans, veixdo num trans- porte,-comn furia maltratou, na- queUe mesmo instante... E em lagriinasvolveu 4 timi- da consorte,-nm'am brado que se ouviu na serra mais distant : -eEva, por ti causoi a meu Se- nhor a morte. Pinto Mourn I tancias alheias 4 sua vontade, si acha impedido de ganhar o pao para sie seus filhos ! NAo negneis a esmola que se vos pede e lembrai-vos da mrral 4quem dA aos pobres empresta a Deus. Baptist Siqueira ~ a~a~s~e COLLABORAC-AO A ESMCLA Ease vintem que, indifferentes deit-imos na mao que se nos es' tende deocarnada e tremula, tein seau mysterious e sna, signfica- q~o- gao. Como a gota d'agua que fen- de o seio da rocha para former a fonte e saciar a sede do viojor, o vintem umn a um cahindo na saccola Jomendigante forma esse pequeno thezouro que aliments unia e muitas vidas. Do porta em porta, nas praqas e travessas, o cegc, e o puralitico no sen carrinho, pedem, tao hu- mildes, -uma esmola pelo arnor de Deus.- Seu porte, traje e attitude, nos inspiram ccmpaixao. A' cahir da alta cal.ada, A cortar-se nos vidroe que o fiscal descuidado deixou em meio da praqa, tropeqaitdo nos entulhos que tardios constructoires deixa- ram nas travessas, o men ligo trabalha e trabalba muito n'esa grande lida de todos os dias es- miblando a caridade public. Em casa, os filinhos n'ao tern pao. Mas corn a esperanqa de que o p ipa- Ihes trara o alimen- to, atW se esquecem da fome que os martyrisa. Aquelle mendig,.,, cego, on a- leijado, ou paralitico tao ndrajo- so que passa sob a indifferenqa de muitos, e anciosamente espe- rado, em sna clsa. pelas inno- centes creangas como se f6ra um rico, um grande. A' sna chegada4IjrecQbida em festas; festas, innocents. d'a- quelles jovenis coraqoes. Quem ha na terra, tao insen- sivel, negligent ou pervertido, que negue ao mendigo a esmola, de um vintem para fins tAo utili- tarios ? ! Este 4 um commerciante, tern seus n e g o c i o 9 adventicios e quando tudo dormne, elle n'umaa muda prece pede a Deus a es- mola de sua divina graqa para anferir bons resultados de suas negociatas. Esse e um lavrador; tudo de'- pende do inverno; o sol 4 arden- toe e as 1 a v o u r a s definham; e quando tudo rir, canta e folga, elle invoca o auxilio do Creador, a graqa de uma esmola, a esmola de um inverno abundant. Aquelle term o filho ou,a espo- sa doente, e remedies e cuidados tudo tern sido improficuo: pede a Providencia sua esmola:a esmola da saride dos entes queridos. SE, assim" todas as classes da sociedadc., nos moments angus tiosos, suplicam, sempre, urma esmola do Ente supremo. E, si pedis esmolas de cente- nas e miillhoes, oh homes si pedis esmolas que valem mais que todus os thezouros da terra, como negaes a)o cego, ao parali- tico, ao aleijado, ao pobre, um vitem ? ! Tao insignificant para v6s e tao until para quern, por circuns- Acabam de, comnosco permu- tar,e visitaram-nos pela vez pri- meira, esta semana, os seg'untes colleges: OEvolucionista.,de Alem Parahyba; proprietario-Fernan- do Moateiro; redactor- major Manoel Joaquim Pereira; Patria, de S-bral, d'este. esta- do; redactor Ca-los Rocha; Folha do Cmntmercio, de Ara- cati (dest- estdo)); semanario e independent; A Gidade, de Nazareth. osta- do de Pernambuco- publica-se uma vez por semana, aos sabba- dos; director proprie:ario-dr.. Archimedes de Oliveira; ri- dactor-chefe -Jr. Ulysses Costa; gerente-coronel Victor Vieirh: 0. Popular, da cidade, de A- lag6inhas, estado da Bahia; sc- manario imparcial fundado aos 2 d9 fevereiro de 1896; proprie- tario e redactor-Andrd Costa: 0 Labaro, orgAo do centre espirita cearense, de distribuiqilo gratuita, circulaqAo mensal; 0 Nicteroyense, de Nicteroy, periodico litterario a recreativo: director Pedro Rodrigues Pin- to; redactor-chete- Nelson Sil- va. A' todos, gratos pela del:ca- desa da permuta e pela fineza da visit. ._- Ita recoliae Serlo recolhidas sem descon- tos at6 30 de junho as seguin- tes notas : 54000 da 8., 9. e 10 estampas 20$000 da 8. e 9. estampas. 100$000 da 10 W estampa. Fabricadas na Inglaterra .... $000, 50*000, 100$000,.. 200$000 e 500$0001 Essas notas soffrerSo descon- tos desde 10 de julho em dian-- te, sendo : 2 o/o nos mezes de julho, a- gosto e setembro de 1911; 4 o/o nos mezes de outubro, novembro e dezembro; 6 o/o nos mezes de janeiro, fevereiro e margo de 1912; 8 o/o nos mezes de abril, maio e jutho; 10 o/o no mez de julho do maesmo anno e mais 5 o/o im cada men que seguir, at perdce- - .. I II I Ir aaw - I r F. F , - r I C(r nd (cludat Vindo do Recife, once ftra a negocios conmerciaes, acha-se entire n6s o illustre coronel Cin- cinato, abastado e honrado cornm- merciante n'esta praAa. Ao distinct cavalheiro que tanto se destaca em nosso meio pela rigidez de s6u earacter a- damantino, pela bondade de sen coraqo, pela delicadesa e urba- nidade de seu tracto, o nosso cartao de visit. Seguiu, quinta feira'd'esta so- mana, para a capital do estado, a tratar de negocios commereiaeq o distinct moqo, major Jos'. Ferreira de Mcenezes. Boa viagem. Irf.ALX AS vlI 3lpresa * .~- Il.~.I - dercm todo o valor. Serio trocadas em moeda de prata, sem limited de. prazos, to- da. as notas de 1$000 e 28000 E' facultativo ao.s portadores do troco das notas de 5$000, . . 108000 e 20$000 que estejam em subst;tu'ao, por moeda de prata. A 30 de junho finalize o prazo para o recolhimento e a respe- ctivo troco de m edas de cobre do antigo cunhc7. 0 .Jarnal da Coummercio, do Rio, publicou ueta estatistica da iniportacAo d,, bncalhA,o em 1006 e 1907, .calculando que a de 1910 e 1911 ascendeu a 43 mil contos de rdis. Diz ser uma vergonha, o Bra- sil, que possue 8.000 kilometros 1do c>sta. fazer tamanha impor- taoaio de bacalhaiu. E J5 mesmo. Respeito I sexta fetra No paiz de Galles, CornwA1l, considerava-se grave ternerida-: dcl e serio perigo revolver o col-I chao da cama A sexta-feira. Em alguns sitios da Allema- nha e da Hollanda nao se mun- genZ as vaccas nesse dia. Em certos cantaes suissos nao se dansa. Na Dinamarca os namorados nao falam de amor. A reform do e ino A reform do ensino, decre- tada pelo dr. Rivadavia Correia, aboliu os titulos de bachareis e doutores. E que ficam sendo ?!... Ah ! licenciados... como nos velhos tempos das Ordenacges. 0 primeiro caipupdio 0 primeiro compendio de lin- Cgua brazileira (tupy) foi compo- sto pelo padre Joao de Asl-ilu- ,ta Navarro, vindo para o Bra- zil com Thome de Souza, em 1549. um colofla colttillVista reahleute sympathico e digno sos amigos deste e dos Estados de applau!os. visinhos, do que muito great. vos ficaremos. MIMIta. I 0y es. sr. Pr. gnira Accioly ?. presidtie do stao Foi-se o vero... As andorichas, N6s, abaixo assignados, eleitores hut, o clima procurando, grovernistas neste municipio, tendo imaa umna, vio voando... tido sempre per nosso director po- Teem frio, as pobresinhas! litico neste collegio eleitoral o nos- so preclaro e distinct amigo, core- As alegres avesinhas, nel NapoleAo Franceo, cidadao Nossas terra desprezando, emerito, d-nobree* elevades senti- VAio buscar clima mais brando, mentos de ordem, (te paz e de justi- Vio p'ra o sal, as andorinhas qa, nrbano no tracto e de maos sem- pro estendidas ao povo, que sempre Mas quando volta o veraio, occupon em nosso partido um lugar and o sol ais forte Ide destaque, e a quem V. Ex. nun- nano t frio, as avesmainhas forte ca quiz considerar, tendo so retirado -Mo toem frio, as avesinhas... do political pelos motives expostos o lor fug toem seu manifesto politico, publica- A alr fugindo ent-o. do no jornal -Cetama,, .por dover Veem vindo para o norte, de amisade, gratidto e lealdade po- Uma a uma, as andorinhas. litica, vimos ante V.-Ex, declarar, que, desta data em diante, tambem J. L. P. F. (Lisboa). nos consider eliminados do vosso partido, visto tambem nao querer- os servir ,o vosso ptido sob a Schefia dos senhores coroneis-Rocha e Romao Sampaio, a :cuja diregio political nko nos sujeitamos; mosmo 3202b'i I Xg0 porque, esses senhores nio precisao de eleitores se nio para mencionarem inas actas falsas, de eleices simnla- Pela data aurifulgente de tua das, o numero dos eleitores qualifi- prciosa existencia que se des- cados neste eollegio eleitoral, embo- Sd ra mortos, mudados e de viagen fo- dobrou na alvorada sorridente ra do mun'ipio, come se tem feito I em todas as eleig6es que se tern pro- de 24 do c-rrente por entire ri- cedido neste municipio, desde o ad- vento da Republica, e como acaba de sos, palmas, flores, peri.umes e dar-se na ulnitimnia eleicAo para urn se- as damonstragaes de aprego e nador federal, convocada por V. Ex. para o dia 28 de Fevereiro ultimo, consideration de todos ow tcus, cleiqAo que nao se proceden e que, uo entanto, consta-nos se ter remi- q ueiras acceitar as sinceras con- ttido actas falas, simulando-a. gratula6es de E a vista do que, Exino. Senhor, para que nos serve os nossos titnlos de eleitor se nao se procedem eleig6es Teu mano amigo e n-.o podemos unzar do nosso direi- to de vot ? Se os poderes constitncionaes fos- F. P. de Alencar sem. effectivamente, delegacOes da soberania do povo, come serao as constituiiqes-federal e do Estado, certo nio nos retirariamos do parti- do per V. Ex. chefiado. e nemr d3i- xariamos de uzar do nosso direlto de Sm voto. So Mas com os directors politicos, Dr. Joao 0 StSrr que V. Ex. tern mantido e continfua a manter neste municipio, contra a Medico, Operador e Parteiro vontad, do povo, fabricadores de Diplomado pela Faculdade de actai talsas, de elei6oes simnladas, Medicine do Rio--Ex-interno e que declaram, alto e em born som, nMedicina o procisarem de eleitores para do Hospital de Misericordia do faser-m eleiqoes, mie podemos con- Rio de Janeiro, etc. etc. etc. tinliar a servir ao vosso partido. Despedindo-nos de V. Ex., dese- -- jamo-ves-saude e ventures. Consulta em sua residen- cia Rua ds Laranjeiras Jardim, de Marco de 1911 na Cidade do Crato. S-__ Manoel Rodrigunes da Silva Lima, rn_"-i..";_ TSi An Q;iw --b - Acceita chamados Ai qual- quer h6ra e corn a maxima brevidade promptifica-se a attender consultas e chama dos para a zona do Cariry Snnr nreco razoavel.- Dizem de Berlim, que 500 - socialistas db differences nacio- CRATO-CEA nalidad-s vao fiindar uma socie- -lade collectivist, n'uma ilha do ', Pacifico, tendo por chefe o eo- nhecido propagandista P-rother. Compromettem-se a trabalhar 10 horas por dia e a descanqar INEDITORIAES .to domingo, tendo, porem, di- TORIAES reito a um mez de licenca, por anno, como qualquer funcciona- idador d'O tebdati( rio public que se preza... 0 caso nio d novo. Ja os cre- tenses, ha dois mil e setenta an- Rogamos a V. S. o obsequio 0os, tentaram a menma coisa e de da publicidadefensor em seu bri- nao conseguiram o que ambici- ulhato j vonai,defendor emerito da onavam Mas nio vale perder a causapd o poev, quando opreni- esperanga. E' muito possivel que doe deturpado em seus direi- sclareddos por tantos livros, por tos-civis e politicos as liExmhas :anta theoria, per tanja confe- abaixo que dirigimos ao Exmo. encia, os collectivistas cotem- Senhor Presidente do Estado, orange pos psm realisar toampa- Dr. Nogueira Accioly para co- .ente o seu pensamento, que 1 nhecimento do public, de nos-' Tiristao Lopes a lV Uarros, An- tonio da Co.ta Bezerra. Alberto Al- ves de BArros Luz, Jose Dias do Nascimento, Cassiano Engenio da Silva. Jose Raymundo do Nascimen- to, Francisco de Barros Ferreira, Jovencio de Barros Ferreira, Jose de Barros da Silva, Enoch Elias de Barroa, Antonio Games de Barros, Manoel Lino da Silva, Severiano Fernande- de Souza, Antonio Juve- nal Pereira d4 Silva, Reinaldo Pei- xoto do RWgo, Antonio Reinaldo Pei- xoto, Cicero Batomsa de Souza, Ma- noel Audrelino da Silva, Ancelmo Ferreira Leite, Rnfino Saraiva de Monra, Aleixo de Franqa Ribeiro, Clandio Pereira da Silva, Manoel Clandio da Silva, Profirio Jo-6 da Silva, Antonio Andrelino dos San- tos. Antonio Luiz do Nascimento, Joao Pereira da Silva, Joao Gonsal- veo de SA, Manoel Pereira da Silva, Jos6 Pereira de Carvalho, Joao Bap- tista Ferreira, Antonio Gomes da Shva, Ancelmo Telles de Carvalho, Pedro da Crm z Neves, Hozorio Go- mes de Farias, Antonio Joao Masa- randuba, Manoel Antonio de Lima, Manoel Aduchi de Lima, Vicente Dias de Lemos, Jose Pedro de Fa- rias, Joao Monteiro dos Santos, Ma- noel Messias da Silva, Salustiano da Rocha Lima, Jos6ePaz dos Santos. Jos6 Ar'stides Pereira da Silva, Jo- r.o Bento da Silva. Lniz Paz dos Santos, Antolo ,Julio Pereira, Ma- l noel Renovato de Souza, Antonio do Amaral Lisbona, Manoel Fernando de Souza. Antonio Paz do Nascimen- to, Jose Quirino Paz dos Santos, Ma- noel Jose Flor nr io, Aphro Leandro de Medeiro, o.Toto Paz dos Santos, Este estabe Joaquim Paz dos Santos. Javino cacao intellec Ferreira, Maciel, Jose Vicente Fer- localidade a reira, Antonio Galdino de Lima, (margo), sob Jose Alves dos Santos, Jose Rufino 'mand SO da Cruz, Joao Rufino da Cruz, Jos6 mundo Sieb Vicente da Ressure 'io, Joaquim Sa- dois cursos p bino Maciel, Serilio Leite Rangel, rio. Antonio Alves David. Joaquim Leite Rangel, Manoel Raymundo de Le- Cgy mos, Mariano Antonio d)s! Santos, Miguel Ribeiro dos Santos, Antonio Padre J. de Conrado do Nascimento, Joaquim Conde Adol Aleixo de Souza, Joaquim Lnz da Raym .Cruz, Henrique Rodrignos de Alen- Raym car, Simplicio Pereira da Silva, Ca- cimiro de Souza Araujo, Izael ViAra MATERIA da Silva, Jose Vieira da Silva, Fran- cisco Pereira do Nascimento, Israel Carso print Fermino da Silva, Antonio Narcizo - Rodrigues, Anto-io Guides da Crnz, ripta, gramir Manoel Francisco da Luz, Antonio elementares, Jezuino do Andrade. Jos6 Pereira Curso sec de Souza, Agostinho Pereira de Son- que-, francez, za, Joaquim Manoel de Souza, Ma- graphia, histo noel Francisco de Souza, Joao Pe- reira do Reis, Antonio Xavier ide p] Souza, Joaquim Pereira do Reis, Antonio Pereira do Reis, Jose Pe- Pacrari cad nrira do Reis, Anton'o Bernardo de tar Souza, Joao Marcolino dos Santos, mente, pelas Amancio da Cruz Neves, Joao Bel- primario-2:C larmino Sobrinhio, Jose Rodrigues do curso seen da Silva, Luiz Joaquim de Souza, OS PAGAMI Jose Xavier de Souza, Miguel Pe- DIANTADOi reira de Souza, Roza Vieira dos San- tos, Francisco Rufino da Roza, Pe- ] trotillo Alves de- Araujo, Antonio Pedro Gonsalves, Joso Gomes de O director, Mello, Raymnndo Marcunlino do Nas- paes de family cimento, Jose Raymundo Feitoza, na educaoi Antonio Marculino dos Santos, Rry na educapao mundo Snares dos *Santos, Domingo filhos e agrad Lopes Machado, Antonio Geraldo de n'elle deposits Souza, Jo,6 Geraldo de Souza, Fe- lismino Luiz de Su*za, Antonio Fe- o' xtzfruat0 lismino de Souza, Henrique Lopes Praa de Figueiredo, Manoel Raymundo niona a Praa dos Santos, Manoel de Souza Mon- c? 56. teiro, Manoel Xavier de Souza, Pe- dro Ludgero de Caldas, Manoel Al- ves Menteiro, Fermiuo Lopes Fra- A zAo, AUtonio de Montes Pereira, Raymundo Pereira de ,Souza, Jose Francisco C Aleixo de Souza, Mariano Daniel de em Floriano dc Farias, Jose Benedito da Silva, tendo adquerido Francisco Silvestre Vieira, Joaquim da Canto Aleg Lucas do Oliveira, Antouio de Oli- Apparecida dest veira Rangel. Alexandre Jose do visa que acceita Oliveira, Fernando Locio de Almei- voba e lavrado da Andre Lopes Machado, Severiano oggregar na me Lopes Machado, Raymundo Lopes juno residence Machado, Cicero Vieira dos Santos, Chamna attend Jo'o Vieira dos Santos. Total 140 soas que prete eleitores. para o seguinte: to Alegre gram OBSERVAIAO des brejos e bai dos para toda e Nao mandamos reconhecer em ordem a offei 1. IT, 1 11' v l raZ1t dn elecimento de edu- :tual, fundado nesta LOS 7 .o corrente a direccao de Ray- ra, comp6e-z.e de rimario e secunda- po doceute Alencar Peixoto pho van den Brule undo Siebra. S DE ENSINO nario:-leitura, es- ratica e arithmetic etc. undario: portu- arithmetica, geo- ria, etc. etc. REOOS ia alumno, mensal4 materials do curso )00 pelas materials ndario-5.000. ENTOS SAo A. S. NOTA garantc aos snrs. ,ia todo o cuidado intellectual de seus ece a confianga que arem. padre Cicero, >func- da Independencia LVIZO avalcauti, resideute o E -re do municipio de e mesmo Estado, a- extractores de mani- rs (lque quizerem se snia fazeuda tixando ia defiuitiva. *ao especial das pes- nderem se aggregar : H na fazenda Can- tles mauicobaes, gran- xSes, estes apropria- qualquer plantacAio recer facil e lucrati- a dedicar a la-I 1 as noseas firmas por lTabelliao vU Ireuitau au a 4 .. .- Publico, por terms mandaolo voura- Publico, por terms mandado E' intuito do proprietario tornar a publicar este nosso manifesto sua grande fazenda habitada suffici- politico pela imprensa, para nio entemente: garante por isso regalias supor V. Exc. ser algum acto e vantazens ainda nio offerecidas simulado, como se tem feito por nenbum outro proprietario de todas as elei6es deste mi-nici- terras em condiccoes identicas.Quem tos as eu eicoes d este munici- pretender residir temporaria on de- pio, do qu e damos public testi- tinitivamente na mencionada fazenda munho, para discredito regimen Canto Alegre dir'a-se ao proprieta- republicano em nossopaiz. Jar- rio em Floriano. dim, 8 de Maio de 1911. Floriano, 15 de Junho de 910 CORREA & FILHOS Grande deposit de fasendas, esti- vas, mindezas, bebidas, ferragens, quincaquelheria, instrument s para trabalhos mannaes, artigos a phanta- sia, brinquedos, generous alimenticios, etc, etc. Mantem importagao das pragas do Recife, iLio de Janeiro e SAo Paulo. pelo que recommendam os seus arti- gos, especialmente aos snrs. negoci- antes ambulantes que encontrarao em suacasa vantajosas concessoes em pre- jos, agrado e seriedade. Acceitam e offerecem representacqrs para o Sul deste Estado, sob condiq6es modicas. Compram e vendem todos os aitigos de exportailo. End. Gervagis. Varzea-Alegre-Ceara Francisco Cavalcanti A' Vcia Acha-se exposta A venda, no Crato, uma b6a casa sita A rua Nugueira Accioly, no 60, com cinco portas de frente,- muralha- da, etc. Quem pretender compral- a, dirija-se ao abaixo assignado que todo negocio fari. Joaqnim Saldanha Maia ORATO I -<," --. 0 REBATE I : 9 '-....d S4 IREB.ATR ^6 s^-^. S I - &* :C- E * ^ s < .s*~> ^- **ijr~- ^SG^^ -~ A.- A- W4T. TJ'V 4 -w-- -u--t7 i crip w om- .I 3JO.A .O SAPATARIA CASA PYROTECHNICA ECONOMtSIDOB SPERSEVERAN A. EStCaCa se encrreg d" qual- PAULISTA 'quertrabalhe que diga respEt. a CAIXA INTERNACIONAL DE PEN- CINCrAr SO LVA Esta sp3tar-a s e -En::-:'-a o deOf n polTr.-a. SOES TAUCIAS. vre oiter :abalho todos em curo e Fuc'tio dazft 5" : foNos de Approv.da per Deereto Federal, com d e"- I.. :, Jnzia 151- 1;b ca;-.!z, duzia deposit de gsrantia no Thesoaro Federal. Vindo de (a rn hm,. --.-.do de lr- raante .-,d seus fre e ors qu e-pd d a 4 : ra proporion o capital de p d m .nbue. ach..- -.. ]r- n "l se dem de.jar mAlhores t d uzia 3400: pistoletas, dnz a 14 ,,; eonts de ris. e- c-om a- cn r, :.*. Pr :. r r'.mrt- Uit- fase'nis e l i- rader a- u-'- ai pC' prern-O a co r'- t-nifia.:: cmntc-rT- memo in' do m.-: e i.--.- fr.-rnz. Unra v. ita. p'-. a LO.TA ECITRFLLA d (incinato ,, i t a -'. i-re -' : h. Bs. _ FPRAMACIA CARVALJO Ha nt-Ta c1inE-a'lSI a .hanT-.ela T'n var'adi, co--Imen.-t de dr-ct- *e pr.odu.T:,| w ! prea;OS ma- taveis. lreni- Cabrail te Olvvra ua C' r-' eiro A.' 1I5 OLIVEIRA & NATIM 0 pr'-apr:.T;rL. do'rte nervaKtldo e-'tuta.- ,clmn--n:t r-io r centem-e='te ceh-do dd i c,'p,1 fu t. -o, avisa .os -ens innumne- ro! fr-.-:ze-* .- piieo -em in -*rl aue 0 rei do* depurateve P,-eparado per Sviw Josi 41 .V" Approvalo pela Inspeetoria de Hygi'-ne p;s: as. duzia 2- : ,,I'; pPstolo, dIz a R.--irra ih na Janta ,r-amnercial d- lo Ceard e autoris:trd per d.ercto de 9 de 3501. : t'gs de bemgalla.duzia 4i.0; S o Paulo. N'cvemnbro de 19o9. -ara dara, dazia 1100: exqaesot.). da- Se e S. PA eLO: RU S. BENTO. ; Rctatimo en q cr i r . zia 1:,.: rodiBha desala.d .uzza12<)0; Ideem'S. PAULO: RUA S. BENeTO. : ... .. zia 12,,o): rodiuhas desala~dnzia 12119; 7? ea-r vic'amen'e ; b: SUp'io, bat-ria, cand-elas romans. 1400; tigoecriptori odaCompanhiaM an e e ;" Filial no Rio: RUA 7 DE S- TE-.- rade ierr.7ure n!a - e:trelias de S. Jo~o, dnzia 120; bor- 113 moron A EMR.!: EsI ofulaf Caerre'e fd:' 4fr mo- biletas, dazia 13. E.i" E Pr festes os mais rasave ^s :ENTRE GONVA.LVES DIAS E AVE- 'EsDia e-,-c;' ,a- EL! X!R 1 .',sTs< sNIDA CENTRAL) AN* a J aseiro, Rua a Ceo rapElavd Joaseiro, Rua da ConceiTao n? 12685 g RECTrOPA A vendsa nas Ph,."rmaiat e ro de ?:oit- sJjs G Aomes de Almeida Duda PRESIDENTE-Senador Luiz Piza.. Senador Estadoal ex-chefe de Policia e ex-Secretar' da a Agriultura, do E. de S. Pau!lo. SS.CRETARI dd.- a...^ geraL Phrur!aCa Silira. ItAROPE s: a'h c:.:a* n co-pl'- 5-rt--u-4ao d- -- --- --- ---u. J uOC~j a-- Avam- rec a quaqner hcra e- .- Gurgel. da firma Silva Seabra & C'.. da p-r-ptid.,, cul-dai 3eL.o, a. om e .- Fabria de Tecdos S. Bernardo. i 11Sn'-' dae TOii e Eurl- ly- Iiaa Paire 4' ..." -" '- -. c r'-n Ji f GERENTE-- Dr. Claudio do Sousa, mt- Sorks. ca.-:as de lunir. redmas. dico e industrial. Compoto e preparado per extractoea de diversas quaiidaldea br:!han- AR AT' P0 Tioas. oleo di- ,a'oza para o c:i'cllo: Li- -& THESOUREIRO-Dr. Gabriel Dias da 31an'1 Cr-fidi. dxe Doi-re I* '0ilr. a-.o. capidta s-a. director da "il Pl \-,Tr ,da' d'.v 1r (Y i a-' c i-ad n," n 2 - p la :- a b-r c i. Com panhia Industrial de S. Pau o e da M uito until So in o-n-no' nsd do ap,-.r-'..- o 2i:-..-, 71' of VA - .HARMACIA Conpanhia de Poos doeCalas. rnonar: Tocs. d ,,..a. (,-z-, ; .. .- m,. -,. No a" z-r- ,- -. -*-' -. .'rn-qt.tes astonra et'c. A venda na 'nmr Ra Nova. -. S Ta i, T -L :ahe-;ro iv a ep a p Conel.l lI'.W il Plarmacia Jos Canddo .ua do Vid,, 1 P.dre C r --rIn-. "l.-meod:cos. O P2I r.I _-ATI C-. Theophiko A- de S. Cavaleante. Exro. Snr. Conde de Prates, Director' Prco-- -*in ct estoa dX- OLIVEIA NAT T-ndo mudado a sna Pharmacia da do Ba:co de Sao Paulo-Exmo. Sir. Co- Tr.a---< la California n 41 par a raa ronel Fernando Preste-. vile-ore'idente Sr Nogneira Aecioly. prodio n*. 3:3. corn- do E-tado-Barino de I)rpr at director da A. A4 *N I ir..ica t-os sens Am-. e frezuezes que, A"oILAR A o, continue da, meema forma oslorsando-na 'omp iaphia Industrial <' S: Paulo-Dr. preParado pelo bot -arl. Manoel .:c Avi-a ao-s -a-u= frena-"s. qune eheeon m para bemn srril-os. '-iprand,-, por i)-o, Rdolpho Miranda, proprietario da abrji- das Dores, e de p.oM.,ia e:fs.ici: nsa- '-- Iaja de faasnd- P a -ros artigo de gran.d- w.,rtemento de V'-- 0, Porte. Mos- mteaer a eontinuaego de Bsas estim.:das ca de Tecidos Arethusina, de Il :racia;a rigos.- a es v. t:cs, svlI.:itic,-, commer:rcio, ida- --I1 --t- emo-p- 'ohr tra st -. 4 ". el. -e, ordens. Crate 12 de Ja-eiro de 1910 e eputado federal-Dr. Joo Alvez D.ina. escrophulosas e darthro-a de apurar p J;ippo. Aagardente de Caj& de LUma t J Imedico e proprietario-Pharru. L Tk.-to E o grande desaloja for dos humores v - O frenez procure na P -a Nova caea nna. Cigarrt Tupv.La Morena.Bote. de Queiroz, da firm. L. Qneiroz & ciados o poderoso eli:cina-or de to:a; n. %5 e na Rua Padre Cxeero a loja n". i orno S.o- Fons.de Pall as.On atroLi proprietario da Dro-aria Americ,-a e doenca-s perinaz-- que tem sua ori,--.a eid La Populareg % d e Pa-squ r:.-a.,.a- k -r ci Amric ao i O, qu- -r;eridaeBrta.dEd"- P P l't --P -. n-- t Fabrica de products chimicos) Dr. Pedro na impuresa do sangun. audv: Banha de porco emn lat,. Pot'ial e Dr. Vicir Godirho capitali-tns. Unico dep.sito na pharmacia Jo-,- Can,- Tudo p-'.r prego' modieos A EC-NOMI.S-.DORA PALISTA i dido, na URua do Vid4(1. Rua P.* Ciron-*62. Casaws Sitio, fasenaas de gado urma soe?.dade murua. corn fi,.calisa7 do ~t- |' r f > A n-ste municipie no term de Sant- Governo. cjo fi: estabelecer nma REN- P AA Ia S .Anna do Cariry a vender. .DA VITrLICIA mensal, em dinheiro.ao. PHARM MA C A SILVA Loja de fasendas. ferragens. e e-tiva- : Jose Rodrinaies Mont'iro tendo de seus Foelos. Tern duas ca'xas. a caixa A na Praga da Liberdade. ? u 72. Sinceri a retirar-se desta cidade no intuit de e a caixa B.de S o a Sila. do C- dade de nfegoio. modieidade dt pregos e Jeronvmo Francso de Lima procurar na lur-opa alivio a-sua Os soc-io da Caixa A pagam .5.de Sivino Jo a grande a d '- :) affabilidade do frague-ia. tem. nesta localidade. a verda. ita A Rua de S. Francisco e a outra a venda todas suaj- ca ss nesta cidade nao seri maior de 150$000 por mez. e especialidades pharmaceuticals. Sna travel da Rua Nova:pelaprimei- e suas fa7enda.s de gado neste muni- Os socios da Caixa B, pagar m s550 de Depacha os receitlarios com medica- pede .o :pe la. undal :o0 cipio e no term de Sant-Anna do joia e 5$O00 de mensalidade e t rei- mentos do reconhecila pureza e al-granl: FUN ILEI RO r VA'tratar na RUA DO CRUZEIRO Cariry e ma sitio no mesmo r- to. no im de 10 annos, a umna pen -o aceio, prestoa e mdicidade de preo feridotermo denominad.o -Queimalo. er eer d po qumez. c- saem eneenho de terro e casa propria, so de cer utonsilios em flandres. corngrande rti- 1 1 .1e vivnda. receber a pensue, a associa ts-,)r-Ano- TT IR O ffena complota eIa todos os artcafactos deHvUv e tud ) de telha e r caso d fallecer a do ch ag ir a Gt ra cPnFtr ato.tcom dma pequena r, ac -pagar, nos mento para rendas em grosso ea retalho. i U U nascea e a ;,ded,. pedra ecal, com Hus herceiros necesarios todas as con- SX Ui~LU1tribuia'es que elle tivei fe;to a-rm jaros. Si acharem outro barateiro. nao ha de D cannavial para dusentas cargas de tr' e queelle tired feito a mjuros. ser tanto eomo o proprietario Joao Antonio SEMENTEs DE MANIOBAS O anaviadras, posaado extensas mattas d Dand-se o flleeimento depois que o mu- Desappareceram de meu sitio un Furtado. P Y cor madeira de (onstrun o: outro tuario stiver em goso da peqqsio, esta fi- burro cardao e uma burra castaillia Praga da Liberdade 978. PIA sim pede A auelle dos seus amigos carextineta. sem que aos seas herdeiros quazi preta amLos cor este maa A melhor semente da actualidale que tm corn o mnesro negocio, aita e corn a seguinte freguez queirao por bondade" satilitastr sens penso seri "paga So proprio indivi- - Vende Jose Alves da Silva compromise i, umria ez que tern de duo, ou ao sea procurador legal, on por iL-9 pregos BARATISSIMOS. aunentar-s"- por tempo indetermina- intermedio de qualquor Banco. quando o L O JA RUA DO PADRE CICERO iN? 301 do e ter de prover-se de recursos sufI mutuario seachar no extrangeiro. Quem der noticias certas na Reda- ficentes. )0 seaio contribuinte em dia, que Scar Quelm.der noticias certas nil Redle- JOAZEIRO DO CARIRY flmentes. sibilis.,tado de proseuir nas suas n- d' 0 am complete sortimentodos artigoseido do Ceari, em onsequncia de molestia chronic generosamente. m compete sortimento dos artigos aimatavelqu 0 inabilitepar t- eneionado endido Rodrignus Monteiro e paraotra- Barbalha, Sitio Brejao, 10 de No :neneoaad s queo vendidos per prove TJAIfl balho, serf considered su1penso e eso vernbrode 1909 aem competencia, convida todo o public UJlLII tZihUL n----- perderA direito A pensao. pvembrode 1909 para fazer ama visit& a dito eitabelecimen.. Os pagamentos anteeipados de 1 anno Joai Demosthenes Fernandes Vieir& to que se certifieari do que 4 affirmado. DE CRAT 0 oCRzAoamdaredueg. de 50 o/o, os pagamentos VERDADEIR0 QUEIMA! I ELeEG6ANTE Pagamentoe de 1Z5 ELEGAN -e o/oo. d APROVE1TEM! APROVEITEM! Dantes do sorteio e tier a orte de erILAGRE S Joo B d O Este estabelecimento tern con- rprmiado, pagar apenas poucos mil r4is Jo Bapta de O era. stantemente exnlendido stoch de A. BELEM SOBRINO sua vida.a penasso par today Rua Padre Cicero N*. 336 FAZ ENDAS nasionaes eestrangei- Atd dezembro foram sorte.,as d ineo ras, Miudezas, Ferragens, Lou- 45-RUADO COMMERCIO-45 eardernetas, ou sea no period deo nove gs, etc.. 'q faz sorteios ddoja, em adois .iezese eMU t Brilhante session de artigos da CRATO-CEARA'. equ o e0 CAVALtLO U0l C -- i n num grandL sorte0o no Natal! moda comoAlados,hapehos,gra. Etabo t deFazendas nas, Jaio 10cPto deo abril de 1908 a Urn cavallocarddo rudado, ro, ml- vat fih antilhast. et. Miudesa, Novidade artigos do uso do-. eiedade obteve tal numero de soci tobosito, iteiro, chotdo, s atSapataria deoai o sera{ I dos .Pedidos do prespecto,, propostas eader - acha-v ids o do m ublineoCOMMODOSD'ESTA Especlidsde em: artigos, para ,notas o. pr pos e tmigo e oenearrega-se de todo e qualquer PRAQA homes e aenhoras; objects para presen- -as ao Marca ~ e Ribeira .rabalho em coiro com grande prestea e Praa da Independe cia no. 2236 P !! resentante no Crato. naodieidade em prepo. Rua do Craseiro& Pr e opeuido., Belem SobrinJio Quenm o eenTraBa.rr e etreqar no S,. -S - 990 'azeira do Padre i-.ero Diah.Ito vi"ta. jor Jo Ig a zc- Ma.n n'es c cl'a sr 4-5 En A- odIaci***.[.wrsaras. '.-- . ...-, .~ ,, I ..A-..- -,." _ -71w f^-'"S~ak vQaL-^" reL~~j- c -- - - . -*^^^^*^*^r.^^" ^.> ^-^^^- "" r-ip '.. .. ...-- J -WWI.= My - r~ig, __ t I *'u- L-ua dUo omranaejo=---45 rs s- I |
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