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r- I qv ' CEAA ,, RAIL *D I * ---R** - L. INGO, ( -, I' 1911 '" *44 ANNO-II. NU1. \XC!if A do i lef[ Port u-n aIl f..-. e**, nh ilil CABl ic a i deixon iega ;i,l r -I ,, I .i.;. ,e pIIre- 24 Temos o prazer de, n'esta co- (o',,,, -..) ido appliCadts ;a .. A,1hiflm ,1n-ill 11 trashs na 2:;e Ili I e q l meIt.. ,-191 lumn-ia, registrar que foi reco- nos Et.idos L':n. lin.'er;aI dI) .r,', nhecidu, Senador Fcderal, po "- Norte.. .i. las f l,- tste Estado. o Exmo. Snr. Dr. 1 a I s a'it nO;.-. .e attr b-r-- nI:'. vi, leI ni F, ancisco Sh.candid.to unanime- t .I35 9 Rnig de!!a' J.-i mio .ti agin por u ni. p:tlrt' ,, .-io pou;.-i-'n i. ',. detir. a *' monte escolhido pdo pujane e rt1gal a tort~ .: 14 a'.ilt.tla s e in-;7 r Ina, a ,i.,l'.> mo)nte escolhido polo puiante rv-(e I/I id)t-Irv catthli..os, e '.i, t,,'tlt'. a, ..ri A arnai das rivio.ir d).; |esn a it (: e1 di'l- t ntilic o., e;.r a re- 1. .h 't iii ss i a, vcnsoliado palrtid, republican enraizra-e to r n, lo. .ade. A ut concerto I , -earen.-e, v.loroso partido cste :a, so c rria mt,', : ,- s .,_- vi-se txcl J f'etipen- I'.:l c.n i ..- s n<-, a- 1 - (ie tean c io scoi verdadeiro sos, mIas hda. e:;tia .t:n :i -, i: )- ':os deo 'g da es- g. n ai ,iai l:..::,I ;i ira a ,, 1 s. .' chefe o maior estaista io Nurte ros. im.las esp. No, m o eit r,'i,. '.. t LExmo. Snir.Dr. No.wueira Ac- Snpp:)snhamos "I:: ,1-s riiezirif nI eiornMs que a M- ra i n' n .t -a a . ylF Lsel \'etd eitit Nd *I, ~.*:II I,'ll, Ie ialmos para dar a Ii osso' ali .O.m co'ic valor moral trio r j.rd i .ei e iv'erslels qua elles ie.frutaviam, e lprotesto coin t'Jda a, v:.,n.-i da Beijan) .; *:' e tr. do ex-ininist:-o da Via(;o, quenm .a sua lat.ri:i t., I p .-..r Iini. to rilais ainda pt a sustentar o minha lm:. A s- i p'int a ., v l ..- . o tern accomp -nhi ,id n u vi- i'Vuitad I t n-. ;< .- -t r -. it i- P'aresso ,constaitae inethiodo,s pe- I que tant;a v-.:-s i;: ti t i.l-:i t Ani', da polkica, anal,>r1 do tof) os as 0 G0 a u1 At.V I0 *1 1 Ir I t i-l) 1 da polUico, a~ys.,.,.<-o to oS oS ,^ r n I_^ b.lll t-st-mu.ho, uvam-n, a para sI._ *t;i-r vnntra r;t., a i- ;nI - ',)xa a i' ,, 1i ti tt -t- v *.] i i ,t- teSt ni 0, igUVa a Pt I l :t f t r :1 I A moo pral -1 I seus actos, perceba u.) os reaes lent e, em p.rtiail ,ip'.s,.s have- lt contiou'ara ob do."s editi,.. a o ds iln-e : -...-. i .1 bis i .a '.,r' esforgo03 que ten, sobejme:'te res o falt;ir.; al inril- isi que a frequ ia de alun mias .. i~ x it '.- . I ,....11 .. . empregaI a bcb icCausa PU- os o in,-. 1 i *.: 1ni o n.. attingisse n numero nmuto pletaraos. de to!i,.s ;; c' 1,::-. 'n- i blica, nita poder deixar do sen- piz. Nito s nt. M~ ,ta ve.Z consitravel. quisimos [rm l-; :>it ,,'a ,. le . e satisfeito vendo-o honro- dep. i fu. r-1 it oi s~,mente occuiar ua cadeira no Les para prover it s:t agt. dos ml:nuiin a frequencia em Ctampolide: i. q n quaal a av t-" ... o,,i- 1 ... m.1e que co. ,t r.-; parlame ato national. menus religiosis. foi ipoisi ist l r intet rimper a. i bral. tjr o t ves-.fm ;. -*,",:--;la iios- Scientista e patriot, quer nma Sobre a ad mini-tra :o'.d.)s bean da Mair tarde, emquant) eu goverinava siV'el al itr.ir nt iol;it.i a; I u,,t v t n imprensa, quera tribunal pa-- Companhia d.' .Trs t.,ste urn sem alilla casa, ptde adantar a n011- ;, n11 e;.:;I .. n. imupransa t'e-lr .t.: ,l.:' enttr.o 1-mentar, qtnr no gabinete de numero de pr.I-n,,.. I quie e born strito do edifiaio, mis a perse ui- Uorp:I.i .<: ;' it :, --. . mentarde zer.o ,ient da imprInsa jacolbina tanto n,. o1tUllt,, inI no iUtra- A !. en :t.:,... a. ,,r lirel.I ! estudos profissionaes quer, en- brira de fazer ,,bre rt- a--umpto no:,, tltinmos tries nios den o nimesmo ImI. Q' ,;t. ;'ez e-- n -; conve'rs:tI tim, no exerci:io do elevadocar- u!na se de ,,nler: e .- uicas. re-futalo que eni 1901. As obra. e- itima o, Jos Frr ,-0 dd ministro da nagao, tem-se Mis tolhia-nm. a lihber.l l.- de as 1estavam p-ois interrompidas La inais larguissim:,s i xa e J a4 num.-rosas revelado um home de real me- realizar a sitna.;i- d,. imn.(niito en. d )lol. s ananos. Esta M qu e ver-la- iboeriI orom u.e t.ilt b.:.;i i'ttim recmento e necessario a sua ique nos eollo-iara o deret'i de Hin- e sabre as riquezasdos nos-oS Col- as MIseril=rp., p. .z'e:,i, e em recimento e necessary a suate-Ribeiro. Ih.ees mn e teste-mnlh: ioi' em Portugal. particular a ,lJ. Purr ir- fiz, notar o te tavilmente ilfrui.tiita. -:lees- patria. de quanto esse dlislarc. era mtort;i- F qtui d:rei eutao da o pouco tempo que fez parte do cter. vexatorio paia minodo como 1''" ;1i fii, .ago dos nossos iovels na s ? sio) (destn 1.t a uL ra. d.t C .)J.- .o!.,P em n'.nina latt, garant..- .a. ministerio do Dr. Nilo Peganha, sempre concebi a libe>ri,.l-, c vio- m"nifn a ? uant.s adversaries panhis de .Te ~ 1,'. r,-,!. v.. t, nt. ,. i,-. tornou-se alv de admiral e lento parauai t .-,d e adra- dos .,,s no tm gasto acerba e,,;, d-. 1. a 17 a:nos, p6de o re- tornoue areverente que con4iagio it Corn- lr'ae dis *retar contra as nossas 3'?-5.- O 3Q, li ,.-, se dqalia lo da Cmpannia, respeito, tal a aua cornpetencia, panhia de Jesus. riqiluzas. sem tunca term pondera- 0e .,etI sem duvida onde inio it .u- tal o inegualavel interesse que I)uas palavras ao menos sobre o le do des-p.ixonadamente as circum-a n :e ni 1 veidadeiria voa tomou pelo deseuvolvmrento assumpto. s tan,.o ad osso recrutament.e da I,: it .s os proiries adversrios material do paiz. A Companhia, que n( soe governor i ss3a ;oqueetmao Sa a .. u rn- l 'e ei i li', p :iiia em1 [ ot-ale- Estadista sabio e coherent, rigorosamente unitiaria. ni sua ad- A lurniago daCompanh:a mui- a prosperid .. .-li dan e l-!O a.'mIn- 'r.1ii d' r. r i l I..s a t i tao abs rsponsabi- ministrato pelo contrario, eom- to dt morada. O religioso, que nela h o't SS': lr dnefeaa ns te ati.,lar. ',I,- ao assumir tao altas responsabi- pletamente descentral:sada. Cada perfaz todos os estudos, ter inna e- Ia. i o-ii.w e' r cas ,senllts ntes da prerlaa; i':el lidades, scube, comr largaezas de casa se administra por si; e nada e dncaiao de 15 a 17 annos, compre- tanto nmais itato nmai prt'i'a f .,I da R'.ilpublica, os r jrlaes' jaicobillws vistas, cumprir o seu ever, nao mais fantasista do que a iamosa bol- liendetndo a forma plode iterromper o an Pis : em Portugal, se, gra- i)-gia,. g-ralmeute separadas por d(otes rI'das t 1ra .Vi s a I' ia(. O)a t.ssas cartas so. mnode- reformas uteis do seu anteces- gas Arigorosa admiiiistraCao dosSIf- um-i epoca de exereicio de ,pedago- Ds, a tl. I -se li:V :nent. nelh. I de prule:imt'e111at qL e I .,i- sor; muito ao contrario, com a periorcs, as ca-za da Coicrgpnhia de gia pratica, no magisterio. Devo, cot'f ,t tz-I, r:T. restri..-. uo 'e atural. e qi:, uno r eos t aplo l- maior dedicca o continuous a Por outraparte, grande maioria, para a (', m; iVi'ia de .l 1,a e Ilet :e( soiv hre nLo ros tco lmets tr1'. executal-o sati-fazendo s aspira- -- a quasi totalidade das vocaybes para restr;,il'Io ,a trit eXtrt e -,za a jmi- j' o mn leta, sen ,1t:1 es o povo e mais, fazendo ou- a tilmpdoahovo demuito modrtosgal ram de s. 'es exrSa r mmienal- inas .o txto innente e diigniu de tros tantoL m.lhoramcntos cuja cadeira que tern sabido honrar s Da result ue, para de t i n dte as esrev, tr needs d., - existencia sedia para o seu noni- no congretso national e maior1 nlia de mais de 200 religion os niio m.- s s de a.- lir ser non umatse.,n- ,itos a mis peremptnia resqpu : ti. o mator padro de honra. ever dos republicans reconhe- leigos, dos quaas, cerca de 100. sem- bra de alli ..m1 ?. Iit, a v',. a -o de calunias que nos asacaul E to r-ecommendaveis foram cerem como rcconhec"rram o pre estao applicados aos estudos em Dens, onile ;a re.'oIo!e .-cr;i:o.. Assin. o s f.tos qe. and a in candidate realmnente eleito pelo Portugal e no estrangeiro, havia a- tenho .e t .z;., prler.:. seo.are os 8WS ria o9 sos f:tos e. q a ad cearense penas, como fund para as enormes lieus irmuaos em reliiin. t franca-. justia dos despeitados bateu- povo cearens. b render despezas daquella Extensa forma5o, mente, se lde rro uii, se hnves- (Crto qne se esta existise entire the a por-ta, a inprensa altiva e E n6s que saemo r as poucas legitimas, cujos rendi- sem, Inio somente Fe ;.-t'r;amn do n.x ,ai era ao s iomens que se ti.I independent do p!iz% inteiro ex- preito de justice tao somente a mentos foram livremente destinados instruccue.s d~a Comp.-,i:. mas da- ar-iit.do em prot.ectores das so-ie- pontaneamente levantou-se e em quem imerece, satisfeito. corn o a este tim por un limitadissimo un- riam prova de pour) tr... <('..n etei- dads secretas q(,? comtet'a perse- inguagem insus a e coneni- reconhecimento do Exmo. Snr. mero de religiosos. Po&so testemu- to, urna d.ts primeirab pI1.tr:!,ti!s di- 'uirem-nos por ez:e titalo. M.a., n.I) linuae em insuspeogia merecida or. Fr-,ncisci. S, felicitamos a nhar aqui que grande maioria dos rigidas aos cand!dat,s. nq e~x d' n a.:'-agio inais ialsa a no r- nte fez-lhe a apoloa mrda nc nossos, em Pgrtugal, nada deram a adniissao e sealun, da C.,mpanhia peilo. ,0) Instit.nt') e as .Regri-, -est.-cando como um ministry S. Exia ber como ao lnos Companhia, on porque realmente o procurou attrahir para ri)s; e qial- :la Companhia de Jesus ho.je nmali benemerito, ccmo um dos brazi- venerando amigo o Exmo. Snr. nao tinham, on porque, sendo pobres quer joven que assmi ta.ss.. s l al- qrie inuma estiio patented. a quemi a-; teiros mais itlustres i'estes ulti- Dr. Noguaira Accioly, o verda- as suas families, os Superiores os liciado e certo que nao) persev raria. quizer let e e-tudar en toda- as bi- leirosmis illustresdeiro chefe da political carens, mandaram deixar a ellas o que Ihes pois a vida da Companhia ,i de til bliothecas publicas. mos tempos. s notavel estdista do pertencia Dahi resulton que os tim- maueira vi la de sa,.-rfici.-, a sijei- Em Portugal, a le:crio secrela ,re Porano, era u deveritia dos dtualos tormaeo e instruc- go de ,dlienca e entre nus ti-. tiha a Companhia fei-nos imi-sta, nosso Estado, p.lo qual elle tern Norte a cuja aorientao pol a dos nossos jovens eram absol- abuu-gada. -i ota.o, unanimeza ocorreligionarios disciplinados. ce as despezaw. 86 agenerosidade de de; e a obra do home e aqui Incn- se dizia catho1co, nao tiuham cora- o voltar, com o o feza occupar a c ... "-, I *% . -- -- 7 1~.'111~..~- i_~_ LF ,,."" .,i ,r /'. , h ;" ;"a ^L' (, -S . . - ' C ~ EXPEDIENTE 0 .REBATE* publica-se semanalmentt REDACTOR--CIIFF-Padre Joaquini de Alencar Peixoto. GERENTr-Francisco L. Tourinho ASSIGNATURA Ano..................................*5o000 Semestre ............... ........3$50C PAGAME:'TOS ADIANTADOS As publica'"es d( int re~so part I -lar os annuicios depepn lm il? contracts. sen- do o pagamento adiantaiI, lo. A redacqAo rii'o .re.4pjn,;ivel p!ns pu- hlicaaVew in'elictoriaes-, neo pelas pu- blica;6es alheits, assignadas. Ac eitam-s a rtigos de religilo, science:', ritteratura etc. prehenclmhdo certes con- jievtoes. Redaccito. gerencia e typographliia==nua Abre-se entao de leve a minha porta: E' Ella Entrou. Na pallidez da morta Uma aurora de beijos irradia: Canninha .. Chega e diz-me n'um segredo : ,,ULe tel rosto ao meu; nMo tenhas medo: .,Venhoaquecer-te:-A noiteestA tao fria! sufficient para chegar a forca pu-* b lica ? Luiz Guimardes Mas io havia. Em todo aque!le Liz G vastissimo edificio de Campolide a-w penas tinhamos duas espingaritas de vata, que os professors utilisavam I e Ah A (1) e converse fiada... t6 existe em- para diversao, nos 15 dias de ferias I (UI quanto ellas, as taes filhinhas tde que passavam cada anno na chacara Eva, por ti defendidas, nao de Val de Rosal. Pois eseas eipin-;, -Carsmo a n gardas uio foranm apr'veitadlas nenm -Cariimo amarram o cabra no m6rao... sequer no moment do atsalto ao Col- -Andava a tua procura... =-Ent.o,depois que te ca. legion. i e-Pi'ra que ? aste, nao encontraste a felicida- E os t'ros qu, se di, terem sido -Para te conven:er do que o e promettida corn juramento- disparadeos do Quelhas, tiros corn cherchez la f-mme e agnaior das dla tua cara made ? <;ue nos tizerarn tao valumnio~a re-, I puta-, at, em urma nota offliosa verdades conhecidas... Ah!.:.'nem te digo... que nunca foi desmenitida ? -Javens corn as tuas refle-j -Entae ella nao mais para O proprio General Commandante x6es ante-fem,'nis... ti. como d ias-me, nas vesp-ras de Lisboa, posto pelo Governo da -E porque nao?... de teu noivado,o teu unico bem, Republican, segiinTo affirmou urn re- E que mal j', to fizeram as a tua nossa senhora de affeio6es? dactor da 4Illstraton( de Paris, 1 1 disse que estava provado nio terem pobres filhas de Ev?... -Queres que eu te falle me- tido os nossos religiosos inherferen- -Sao tantos que te nao sei Ihor ? cia alguffa nesses facto'. Quen t o f sizer... -QPueroi sem os atiradores, alguns dos quaes -Rapaz. toma lim eonselho: -Ella para mim, hoje, e a revestidos corn as batina. que en- contra essas creatures nio to minha corda de es.inhos... contraram nos quartos, nao sera dif- rev ltes.. -Assim? ficil conjectural-o, depois do facto o -Assim? passado em Campolide corn um des- porque ? -Traz-mede canto chorado... ses fingidos Padres, que alli mesmo -Porque ellas sio as fadas -Entio, a ruindade, e tua... cahiu atravessado por uma bala dos do paraizo azul da vida... porque nao creio que a mulher seus camaradas, e em cujo cadaver -E onde 6 este paranzo azul? saibu nos dar martyrios... foram encontrar, por debaixo da ba- -Onde ellas vivem. Coitao d ti... que ainda tina, a farda reveladora de quem era.Coitado d ti... que ainda 0 certo e que os Padres que en- -Porventura queres susten- suppoes que quer v denies, ve tao habitavam a casa de Quelhas e- tar que esta terra e um paraiza ? -'oracao... stavam todos press havia dons dias, -Sim, emquanto a mulher -E que provas das ? e as communicacoes occultas, por existir... -Nao me conheceste antes onde queriam se tivessem introduzi- -EstAs no ndo d con ceste antes do os fabulosos jesuitas atiradores, -Estas no mando du lua... de casar-me, quando eu ainda ninguem as vio ate hoje, e a mesma ja vi... era noivo? insuspeita e autorizada testeminha =Tu pensas assim,mas eu s6 -Muito, pois sempre fui teu declaron qne nao havia alli outros me sinto feliz perto d'ellas... amigo... subterraneos alum dos cans de es- -Tenho pena de ti, meu -JA me viste com cica- goto. Fallava de Quelhas. Se fallase ro en pen e triz na abme ve com cica de Campolide, podia accrescentar que car.. trizs na cable a e as ventas a quinta estava retalhada de minas -E porque fellas assim? arranhadas como estou agora? de agna,t al6m. d esplendida cister- -Porque ainda nao passaste -Nao! e qual foi a causa ? na construida por urn dos meus an- pelo que eu e muitos temos pas- -Os espinhos de misha co tecessores na direccao daqunelle Col- sado... rda legio. Mas, apesar de terem sido vi- Fallas assim, porque c1r- -De tua care metade? sitadas essas minas,. reconhecendo- se-lhes com evidencia a natureza, a to a que disse Horacio: ninguem -De minha eterna compa- imprensa anti-clerical n&o deixon de vive contente corn a sua sorte. nheira.-. reproduzir a bocca de nma dellas -E tu desejavas ter a minha -E' caso raro... com o nome de Kentrada de um sub- vida? -A ta me a igui- terraneoo. "l -Ao eontraio, meu amigui- Confesso que nao cuidei tivesse de -E porque nao, tendo, como nho, e eommum e reZito com- vir nm dia a public defender-me a tens, ao meu lado a mulher a mum a quem vive, como eu, no serio da accusa&o de armamentos e quem escravisei meu coraao ? seu paraizo azal, ligado As taes galerias secrets. Muitas vezes esses -Foi corn este palavriado, fadas ... contos de .mil e uml noitesm da im- meu caro, que eu cahi no 'arga-, -NAo digas semelhante coi- prensa jacobin.t nos tinham feit po das tortures e nunca mais s antec passar, a mim; e a meus IrmAos m orr e m religiao, bons mementos de desann- sa .... -Tu nao sabes o que 6 umna viada hilaridade; e qnando, per occa- ==E quem se casa vive tortu- mulherzinha esprltada. siio das novellas espalhadas ha pon- rado? Bom, s as espritadas, qu Co rmais de anno sobre armamento -Crucifica-se em agonias...' ssim rnsolm as espritadgas que em Campolide, am Ministro do anti- fica sabendo... s s e go regimen me dizia que final teri- stres do conjugo... vobis... e nao amos tido miuta razao para estarmos -Entao corn o casamento se todas... prevenidos no case de um assalto da acaba todaaquella felicidade que -Meu amiguinho, todas ellas mra, respondi-lhe que eramos ho- o amor proporciona? sao espritadas, quando nos veem means mais para deixarmos que nos Ora... ora... tudo vira /t pulando dentro do mundd... de- a tirarmos a s vida a noutros. qu ra maa... vido ao tal coinjugo vobis. ar sua a oE a ternura dos olbos. a -Pois eu penso que ellas, (cestiaia) dccura dos sorrisos, a meiguice coitadas,sao como c era branch, Madrid, 5 de Novembro de 1910 do carinho e puresa do affect, no terreno do amor... se arnol- a par dos beijos quentes. das ju- dam A vontade do ente amado. . Padre Luiz Gonzaga Cabral S. J. ras epromesssis de amor ? -EstAs corn uma pencira nm's Preposito daProviacia Luaitana -Tudo, meu c a r o amigo, olhos, meu earo... 0 beio da lt Cresce a invernosa nolte, um frio intense Morde-me as ca. n *s:--livido, gelido, No leito ime ergo... e esento o deslado Uivo do ist.erno, atroz, convulsor imnmeaati o# Tento dorn.ir. Em vio! Esento e penso. Penso na eterna Ansente... Ah! si a men lado Ella eztivesse! Umrn beijo perfumado , Um s6! n e .6raardente e ideal incenso.. --=Perfeitamente, pois e quan- do os laqos do amor se apertam. =-O que ? =-JA te o disse... ==JA vi q"e es um future ca- pao de pintos e, assim, termine- mos a conversa... -Terminemos... -Mas, antes da despedida, s6 tenho a dizer-te o seguinte: praga nao te rogo; mas, teu mrn el, hei da ver... (1) Reprodnzido por ter sahido muito in- correcto. 0 Bohemio 0 meu cao e um amigo que nunca me deu um des7cst,, umrn apego que nuaca me foi um en- cargo, umra testemunha que nunca me trahiu. Tenho presumido que o crea- dor, arreptudiuo u I.ACI u ihuo- -Porque ? -Porque ainda nao sabes que ellas sao verdadeiros pedagcs de mandacard de espinho... -E's um revoltado contra as mulheres, como se todas ji ti- ves-4emn te offendido... -Fica sabando, meu t61lo que todas ella- sao cavacos do mes- mo pdu... -Assim me desanimas... -QualL... nao ha home que se des nime corn takes inform a- coes antes do casamento... -Porque ? ..--Porqui ollas .:ab -n da- o d sm,-ntido, ;iimulando paciencia e c3nformando-se co.n todas as exigencias e bilontragens do po- br- diabo... -Mas, ainda nao me disseste o que a tua cara metade term feito... Por favor, nao digas tua cara metade... -E como queres qua digas ? -Tua corba de e.spinhos... tua serpente... -Far-te-hei. a vontade; o que tern feito a tua coi'a de espinhos on tua serpent, para tanto te queixares ? -Nada mais. nada menos que alterar o meu m ddus vi- vendi... -Como assim ? -Inventando uma nova con- stitniqao em casa ? -Mais, corno ? =-Ora, veja IA: artigo priniei- ro=zandar lorde, eu sujo, toto esfiapado... =-Assim, vae se damnando... --Artigo segundo: ciime de mira ate d'um pdu de va:ssoura mettido em uma saia... =M ~yisto 6 uma prova de amor que ella te di; e assim no deves te zangar... pois o ciume e a lagrima do coraado torturado pela ingratidao... -E o temper d'esse maldi- cte ciuime ? -Qual tempero ? -Os insultos, os belisc6es, as dentadas e as pauladas, final- ments, que eila me tern dado, muitas das quaes tem attingido I as arestas da minha pyramid cr. neuna? ;-... -Nao 6 lA das meinhores coi- sas, essas consequencias de a- mor; mas o que nao resta duvida e que=pancadinhas de amor nao doem... -Entao, 6s da opiniao de que, qaem.qzuer bem, da, pan- cada ? 0 bh ito io taz 0 nlouge~ E-ta historic e antiga, tern os seus ,essenta annos. E' ainda do tempo dos frades. O ciso passou-se em Lisb6a comr um hornem que era entao muito conhecido pelas bebedei- ras que apanhava. Era um home alto e forte, de grandes barbas a d. Joao de Cast-o, cabelleira enornre opu- lenta, encaracol:.da. Era casado corn uma senhora muito honest, muito serial. mui- to formosa, de quem elle era muito amigo, e que lhe aturava as bebedeiras quotidianas corn uma paciencia evangelica, na molesta casita em qiue os doi,- moravam, em um terceiro andar. na rua da. talaya. Urn di2, ja meio tonto, o su- jeito embirrou cornm o frade pe- dinte do convento dos franc.sca- nos e pespegou-lhe dois valentes- soccos. que o fizeram ver as estrellas. 0 frad,: no gostou da brin- cadeira e jurou vingar-se. Dahi a tres dias, quando ia para o convento coin um colle- ga, esbairou na Horta da 'Cera numa coisa que estava estendi- da ao comuprido no meio da rua. Essa coisa era o nosso amigo piateuelssto, 'aO = JoiO U.tul Ca- mem-est mescla de orgulho e da baxea. a c o bardia e da perversidade, do amor e do odio, creont o ente que vaidosa- mente chamimos irr;o:onal de attributes que nos seusibilizam a alma,levando-a em rept-)sde ad. miraqdo e respeito a Omn'poten- cia que a tiropdo barro humane. NAo ha respeito social que me impeca de vos d,izer que tenho nojo dos homens, e dou aos brutos, que nao poem gra- vata nem comenda, o grande co- rgao que precis., consagrar a algtlm afflieto. Eu afago carinhosamente um gato e chorarit se visse pisar uma lesnia dessas que se con- servam na sua especie, e nao dos ou'ros nmu;culos que pelo fact-. unico da sua posigao ve tical, teimam em pertencer a uma e+- pecie qoe a zoologia ainda pobr- em clasificagao, denomina hu- manA. Impaciento-me contra o.- fa- bulistas que humanizaram os brutos, para dizerem yerdades amargas ao home. Havia precisao de injuriar uma raposa imputando-Ihe a- astucias traicoadas de que e susceptivel o animal carnivoro, chamado home para a raposa lhe agadanhar a gallinha que quer comer ? ((Maldicto se:a o home que confiar no home! sao palavras de Jereniiis que viveu ce-ca dc dois mil anno; e passou o- seu tempo a chr-iar a torpitu.e dt sua raca e da nossa, qui crea- ram coin a excrescencia do con- tracto do tabaco e do sabWo, do cobrador da fazenda e do conse- Iho da sauide. 0 demonio para conviven-.t,- e muito melhor sujeito que o home. Nao accreditam? Paciencia. _ ____ __1~___ _____~r~ _ ~Z~ ~ _.,O l Camillo Gastello Branco O'R t--j OtO.TBA(E _____________ cao, e que se estatel-ra no chaoe sem dar accord de si. O .t-ade ergueu-o, ajudado pelo seu companheiro, levou-o, tosqueou-o bem tosqueado, ra- pnu-lhe P barba to'a, despiu-lhe o fato, vestin-'.he umn habito de frade Bern-'rdo, foi pol-o no inesmo siti,, correndo a preve- nir ao primeiro Bernardo que encontrov, de que um irmao da mesma orcdem ',stav. ciido pot docnca ou por ans2zo na Hor- ta da Cer-i. O frade Bernardo foi, agir- rou naquelle q.!e julgava seu ir- mao, jogou-o is cos:.t e !a foi para o con, ento. 3Sem dar accorlo de si, o 1 i. teireiro foi mettido numa cella. Dormiu :is-mno solto a noite inteira e s6 accordou coin o sul alto, ao ouvir urna sineta para elle desconhecida. Abriu os o- Ihos, olhou em torno de si e nao percebeu onde estava. Onde demonio estarei eu ? Pensou elle, cofiando as barbas. M:,s ano cfial-as, pcrcebeu que nao as tinha, e, corn grande; espant. ..chou-se cornm a cara cuidadr.sament- escanhoada. Pass-ni a mao pela cebega, ra- pada A escovinha, e poz-se em pe, aterra do. Olhou-se e viu-se dentro de um habito. Saiu como nun doido da cella esbarrou num quarteirdo de trades que iam para 6 c6ro ma- tu*ino. Recuou cspavorido. Os frades tambeni ficar;.m es- pantados ante aquelle irmao ito- vo,cuja cara nurca tinhr-m visto. -Quem is, irmao ? =NAo sei. -De onde vieste ? -Nao sei. I- =-Nao sabe(? Nao sabes? Mas, ao menos has de saber quem es. -Nao sei e na-n sei. Olhem: faqam-me um favor: V-o a rua da Atalaya, numero tantos, ter- ciro andar, e pergurtem a urna senhora que lA more si eu fiquei la em casa esta roite. Si nao fi- quei, sei quem sou; mas si fiquei, eu, nao snu eu, cowa certeza. GERVAZIO LOBATO Igtas a rcolktt Serbo recolhidas sem descon- tos ate 30 de junho as seguin- tes notas : 5$000 da 8., 9 e10 estnampas 20$000 da 8. e 9. estampas. 100*000 da 10? estampa. Fabricadas na 1nglaterra .... $0oo, 50$000, 100*0)0,... 200*000 e 500*0001 Essas notas soffrerbo descon- tos desde 1 de jilho em dian.. te, sendo : 2 o/o nos mewes de julho, a- gosto e setembro de 1911;. 4 o/o nos mezes de outubro, novembro e dezembro; 4 6 o/o nos mezes de janeiro, fevereiro e margo de 1912; 8 o/o nos mezes de abril, maio e julnho; 10 o/o no mez de julho do mesmo anno a mais 5 o/o em cada mez que seguir, ate perde- rem de todo o valor. Serdo tiocadas em moeda de prata, sem limited de prazos, to- das as notas de 1$000 e 2$000. q' facultative ao. portaJores dc :roco das notas de 5000, . . 10$000 e 208000 que estejam emlis'ibstituicao, por moeda e irata. .."A 30 de junho finaliza o prazo parz o recoltimento e o respe. ctivo troco de moedas de cobre do antigo cunhc. As coastrfucies5 o sioi Em 1 890 construiram-se no Rio 14 G1 prcdios, reconstruiram- se 173, mndificaramn-se 1.511; em 1910 (20 annos depois) con- -truirani-se 2.318, reconstrui. ram .se 793, nr.dificaram-se....... 1 132. emn nMo osquocer oscoveiros e os medicos. A quanta gente faz a morte viver ! ei da famflia A lei da familiar em Portugal, dada a publicida hi pouco tem- po, obriga o seductor a susten- tar a mulher seduzida e os filhos do nmbos. Si nao houver 61hos, a mi- lher ter- d'reito A un tereo do ordenado do seductor, embora e. ste tenha casado corn outra mu- iher. S limB ]Joi par I Em M6ca. em S. Paulo, reali- 0 primeiro Selio zou-se o enlace matrimonial do joven Joaquim Pires Simn6s co m 0 primeiro sell do mundo foi a graciosa sealhoritc. Maria G-,l- posto em ciculaqao na Inglater- vao de Figueiredo. ra. no dia 13 de maio de 1S40, Ambos sao africanos. Elle isto <, ha 70 annos. temn 103 primaveras, ella 102. S0 joven par reside na fazenda --=- do capitio Miguel Ferreira, na- 1 quelle municipio. phOttmeSOS! | A lua de mel dos ditosos noi- vos tern corrido n'um mar de ca- Aprespntarfto-sepor estes dias rinhos e caricias ineflaveis. em S. Paulo, para servir de es- pectaculo. tres phenomenon: um -=- moco de 2 metros e 39 centime- tros de altura; fi:i solda-.o alle- A 0otCutra ( cIttfi ,iao e truardi do inmperador Gui- Iherme II; um homemn de -40 an- nos, corn barba espe-sa do um nmetro, de estatura; e uiua senho- rita do 24 annos, pesando 235 kilos. ccm umua cintura de 2 me- tros 20 centinietros. 1elogio 1razilhiro Quando na cidade do Rio de Janeiro 4 meio dia em ponto,- sao: h m, Em Manaus 10 53 CuyabA 11 7 Porto Alegre 11 29 Goyaz 11 33 Curityba 11 35 Belem 11 38 v S. Paulo 11 46 S. Luiz 11 56 az Minas 11 57 ) Nicteroy 11 - x Therezina 12 2 D Victoria 12 15 > Fortaleza 12 30 Aracajh 12 20 > S. Salvador 12 20 3 Natal 12 30 D Macei6 12 30 > Parrahyba 12 33 Recife 12 33 Florianopolis 12 33 Ve-se por esta tabella, que a hora nao d a mesma em todos osi pontos. ifer da morte Em Pariz ha 33 individuos que se chamam Toussaint e umr s6 chamado nmorte. Entre os que que vivem da morte e de enter- ros, contam-se alem da impreza da rua Aubervillieis, 37 anuado- res, 200 fabricantes de coroas funerararias, 350 marmoristas e 700 fornecedores de diversos or- namentos. Alem d'etsa populaiao, con- Os jornaes de Londres notici- am corn grande minudencia a as- sombrosa descoberta feita por umn medico e dizem que, si as experi- encias derem bom resultado, es- se medico serd, considerado um bcmteitor da humanidade. O dr. Oswald declarou que ti- nhadescobertoum a cura da loucura e que as espe- riencias que fez. o convenceram da efficacia de sua descoberta. Ckiisto no Golgotha Ao martyrio da Cruz, de bens fecundo,-de Deus caminha o placido cordeiro!-Em denso vdo, de tr6vas, o luzeiro-do dia se retrae corn d6 profundo. Ao vozear do bando furihun- do-treme do Golgotha o sa- grado outeiro,-dos rebatidos cravos do madeiro-brotam fa- iscas que dao luz ao mundo. Alli,de sanguee lagrimas ver- tendo,-das Virgens a superna Magestade-ao supplicio do Fi- lho assiite horrendo!... Cumpre-se a pharisaica atro- cidade,-ao; seus algozes o per- dao dizendo,-morre Christo... e renasce a humanidade. MONIZ BARRETO Tmiica it Ie Podes odiar-me; inda mais, E muito mais!... idesprezar-me; Mas esquecer-me jamais! Que no instanteoem que me viste, -Por sobrehumano poder,- Na tua alma confaudiste, Men ser corn ten proprio ser ! Se te queres resgatar Do jugo da escravidio, 01ha que teas de arrancar Do peito o ten coragao. Bulho Patlo A mzlbsr Vista pymive-o-ivD m -'laUEOZe. o5aad saod aucMD op Iuoz 1 9 erd sop EwEuqa a sciInsuo3 .apuale S. as-eadylduWojd opprp!Aaq weuixetu mi eunoa eJ9q .anb -lenb sopetueqa D oaaV oejrj op apep euU Ssena3a.fueE-I sep an y E t f -uapisa. ens wa e insuoD -3 1'a -o'a*a 'oiauanf ap oI op spaoa0!.Jas!Iy op lp4!dsfH op oaua1 I-x3--oi1 op 1uUloparN ap apvpini.jA viad opumHOldi(] oaa.iAda a lopBaedO 'oMpat amjaS v 0[ go o^ CORREA & FILHOS Grande deposit de fasendas, esti- vas, mindezas, bebidas, ferragens, quincaquelheria, instrument's para trabalhos manuaes, artigos it phanta- sia, brinquedos, geueros alimenticios, ctz, etc. . Mantem importagRo das pragas do Recife, lio de Janeiro e SAo Paulo. pelo que recommendam os seus arti- gos, especialmente aos snrs. negoci- antes ambulantes que encontrarao em sna casa vantajosas concessoes em pre- qos, agrado e seriedade. Acceitam e offerecem representastIs ara o Sul deste Estado, sob condigSes modicas. Compram e venden todos os aitigos de exportagAo. End. Gervagis. Varzea-Alrg, e- C.ara Certo Rei tirauo e antigo'd,, Manda t.rar, por castigo, Os olhos a um trovador: Os olhos que elle alevanta An rosto da linda Inlanta, Altur- do seu amor... -',Olbos tio aventurados, Diz o Rei, sejam langados Na mais escura cegneira: Pois que tao alto subiram, N'um s6 olhar consumiram A vista da Vida inteira... - Mas como o Rei se enganara! Cegon-ihe os olhos da cara; Os olhos d-a alma, 6 que nao : E o cego, desde esse dia,4 Viu melh'r, pois quanto via Via-o ao seu coracao... Antonio Correia de Oliveira Dos (anlares 0 mundo alegre me chama, Quando me c.uta cantar, Porque desconhece o drama Queem men p.ito anda aoccultar. Antes nunca haver vivido Ahandar pela vida -6, Conscio de se urnm perdido Da eteraidlade do p6 ! As azas do pensamento .Trazein do meu being ''mado, Saudades e suffrimento D'um amor ja sepultado. Coumo I (s rios, longos. lentos, Levant agoa part o mar, tuem sau e os suflrimc-ntos Au gozu me hio de levar ? . . -Ar naldo P,-th i a da, etc. Quem pretender compral- a, dirija-se ao abaixo assignado que todo negogio farai. Joaqnim Saldanha Maia RATO . . rI .I A . o( xtermato "padre Cicero" Este estabelecimento de edu- cnao intellectual, fundado nest, localidad? nos 7 _o ccrrente' (margo), sob a direcqdo de Ray- mnundo Siebra, comrpe-Le de dois curses primario e s'.cunda- rio. Corpo doceute Padre J. de Aler.car Peixoto Conde Adolpho van -'en Brule Raymundo Sicbra. MATERIALS DE ENSINO Curso primario:-leitura, es- cripta, grammatical e arithmetica elementares, etc. Curso secundario: portu- que', francez, arithmetic, geo- graphia, historic, etc. etc. PRE(~OS Pagard cada alumno, mensal- mente, pelas materials do curso primario-2:000 pelps materials do curso secundario-5.000. OS PAGAMENTOS SAo A- DIANTADOS. NOTA 0 director garantc aos snrs. paes de fqmilia t )d o cuidado na -ducaqc) intellectual de scus filhos e agrad-ce a co(fanti que n'elle deposit tre ii. C4 xteruato ral re icero,, funr- niona d Pra-i da Independencia c? 56. AVIZO Francisco Cavalcanti, residents em Floriano do Estado do Piauhy, tendo adquerido por compra a fazeu- da Cant) Alegre do municipio de Apparecida deste mesmo lEstado, a- visa que acceita extractores de mani- goba e lavradores que quizerem se oggregar na mesmia fazenda tixando eu nao residencia definitive. Chanma attengao especial das pes- soas que pretendlerem se aggregar par. seguinte: Ha na fazenda Can- to legre grandes manicobaes, gran- .-s brejos e baixoes, estes apropria- dos para toda e qualquer plantacaio em ordem a offere'-er facil e lucrati- vo resultado a .quem se dedicar a la- vouria. E' intuito do proprietario tornar a su"I grande fazenda babitada suffici- entemente: garante por isso regalia e vantagens ainda nio offerecidas p.)r nenhum outro proprietario do terras em condicc6es identicas Quem pretender residir temporaria ou de- finitivamente na mencionada fazenda Canto Alegre dirija-se no proprieta- rio em Floriano. Floriano, 15 de Jnnho de 910 Francisco davaleanti Acha-se expo;ta A4 venda, no Crato, uma b6a casa sita A rua Nogueira Accioly, no. O60, comrn citco portas de frente, muranha- Otrr ^ .4-4. -^4- 44 9. -M. .R&4- - %VOL .<* ^ N-- ' A%.it 3 *- *'*~ ,-)IEB-ATEgII Z ., . r *>> P1 ^ 44- 444 t4441 _____ ^- l S* -? "-'" 4.44 St *444 44t ft 4' " ^* J Ll. *' ^^s 444q41, ^2 1444m ^3 44; %y4-44 t' E *4t \TT .!- -- *- f- t- 4 -. .'.-- 4- W.14--- :14 ._ _. ^, ., st.< a -- . . t.. .. .&. :'i ;'--,44 .4 4. 4' 4 :44. 4-4-"44 - 44^ :.4 44444>4^4-4 4 474 I4 444 ^, fhaw ^ ^ .- 44.444444j *. ;-.,\- .- .-.". ,4..z, A -a's'^- s i. 4 .'-3-44 . .0 SA^ATZIRO- '- 4'4';.'-^ 7-' 44.4 as.v some do^ A<. :a-. t'" * 44 . s 4.4 * af *** .. -4 444->444...- -< 44 ;-441N4 .L-i.4w f.4-4 $4- 44-^ 't. .4 *-- 4;. ~- . 44 !*4I -J, .44-'...- '^ ..' ,' \< -. \--- 'ix A44 .7444 s< 'a-74. i a 4k 4 -* 4444* .4 4 .4 .4 444 S44 .. A~e ?- -: >- <-- 414y< 440444 Z^ '^ '44.444441v 44444444$444.44 4s. *.* i:- f at '*..** N s441 *-'.4 * 444i144.4- 4-~ -*-. **. S7 *t~.J..p. 44 .>.u* s ??i4. LOJA 441w- 4.44fw .ti. 't-wiia.4' wi4 A -' .t 44 .4444 -24.*4W#ti4- ,.- 4%42- *Wa'A t B '4 T 1L1- )44I4e 4 _'-'4 .*. -.4 4) 4'4 + '47 .44 -'. V" 4- -44.-' *--4 4'-.- .. . '.7.... 4. -,* >.4, ^.":. -. .- --- - ** ''. ?. ... .* '' - 44444 4 ..44' 4 4444.44 4''- 444^?-'~; 44-44 -* -K-; tj,^!,, ': "'._.,--'-w5 Z"-^-"t.--^ ^- 5: '* fc-' ^ 744^''l*' 444 ^- Ala "*--- ".-4"4 ." -' '". 44.42 f '.- _4*444 7- 4 ,,-4 41 4 4.. ** '. .' 4444. ^ .-^-.B'C C^'-' --'' - 4 .4.4 444^444'4 .4.4 4444* 4 - * 444-w 44 y 444 ^ ^- 4-4^ 44 44 44 4 44444 - 4 A 4444''^. 443.E i-^Si^ff 774tK& 4 '.f:A W'-^ -? -4.77.'A..c ii''' -: 'i -- -K n ;. ^.w^>i .. L* ^ Lt 's ^ UV40 4a .- * n 4** e r 4 -S -2 1 * 't.S.? li 4'B *^ -^'44nt vat t~u>' 'r4 e 4t a * ., 4m ni^~~ 4~ .-.L = U->^^ T t.; -. a>.0 ~ ~ ~ ~ ~ IEk 0.M ^ tk8L y^aata *-X*s CASA IYROTr,.F i-CA K5 t, t*s' en r tarrep qtal- . it b Tra ,ate q utt ( r imtl'.it,, ad ta pohtm e .. ! i' nmias.%hlan a V-1,. .Alpt-s. dudia 3w; Ut^ d1 beo- J gli".du i 400o. twtotems. daiu ,1 d ECONOMIC I DOBA PAULISTA CATXA IN-X ACViNAIAL DPE PEN- StIES VITTALICIA5. Apprnr'in p 'r IbeTreo Federal. eoii yorwirait Sl wi, capiral t d.' t de miu ct St du rRi. * S.e I io. Ai Se, em .'R. rAi7LO: RIA S. RENTO. S.+ Approvado pela Iuspeectoria de B'- -- to CeaxrI e antorisado per der:zt#. u- i' - .Sovembro tie I9'9. (A -1cmiati ''w e .i Lutt.ripi'r .; , ikta.'f e *ratr3("m~unn *? e~rideml: s< /ic m-41 s rtu .i ; e r.m nhtii orIa Fiiu1 c ERir.: TRA 7 DE STETMBRO. I de qua q9e ,a-reU a - II1 atA.7emj 'die: E oi i*s: Cl(-- s ; - N-TKE GO.r Lr S^ DIAS E ATVE- -e" i ti- de . .^ -r -i .. c a' o t t.1-"; x'AXNN. -- -. N A 3c2LA. z~sx~.R2 CRCrIATO SILVA \ .4. 4. v '-oA 44.4, *t4 4- 44'-: .-4,4*; ( "4 4'<,S '4'-;r .r r- ,<. ,.*-,:a : "*,' "'. :. ,4- tA 4. ";.. .. 4. '*V-. - : -* f' ' 4 4 ,. ..-:- ,-. 4 4* 444 4' P,4A^SSAiACIARVAL'W SSAPATARIA PERSEVERANCA sz muitaria 'o i', 4-4". 1;.' i- a trs tlllt, o aS t*u ts n l t or.s ..q i,4 C'4b4ral d' OL~'-:ra 1 E=CIARIA < ^- '\' KA A NA 7-3 A,-- io. Tba *1.; -Ca -:A :.i e _-D I uSdPIA SPRS I \ENTE-?-.:.d.r Lui, 3i-K . '. t- a- Al i^TmdLa. .t144 pn'4.i= = uA d -P c e _-___ P-'IT T- a 4..--t4 n4'e dad '- tte : *4 4 ,Cau .. d rina S-iit. ar: C'.. t.s FAbriim- t d.t Tee2mau. Iv 7rnru.4. S- A *-' N N ER8 a NTE .^r. C u- de m--s-.st- P4 ,nARMACIA '&a r.. .. A 4- 2 --Z, r r a ~ S i.a6 i -s n S n ^ r-i d -- -r ^ A. ~>ft ,. -1im, !L-- -"? : ,. a ,,. *4- ,2-4 i -. s A- - Z--3- is + _4s: 4 .44 4 4 .4444 ,..,- m a a 4-W .. - s 3'-T 3--..- 4 t .. 4"4.tS ^ _' ---. E . ". .< .'.' 2- -a- s. Z2w miIl k J 44 4444 .- 'mAt-it W & lth= '.. L -^ B r v _:__.-_____- -gass a M r "tm5.'.'* --4 -' __ s R- AT? 7i a. . a,. 4 4,2'r- 1L r-, T a a Ai s - :am- - *A?4 L of - _a a es& .. f a - fr.,, man A,.p=~ ^"a a I= .,'lull A sa ^ .- w . A veind na Prharmaia. e n a :- 2 XAKUPE ia.1 amnr de Tolu e e .a Z* .-.. asi c. d- ,'7 4_ psrzt:ft- Cai- ,m 4- -. ---4 z ---. 4- Z t4.Z.-. &M S =.4, ,' s=x7 -..0. -, -M-1 r-2 "4 ls 4- 4'aiii44- a:rZ44 f _alt o - C ; I -r- -~ - -- --- - ~ei~bZ |
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