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C ---.;'2 .. -...... , .DOMINGO, 21 DE MAIO DE 1911 *, ANNO-II. NUM. XCil . rentionoltranaraosministeri-ciaes e soldados que pelos jesultas usa, que assombrai c..no e lussivel I I s -,acirdutaes mais mortiticativos e encarcerado, ceonceberam, niao.omeu- ,-1m pleno secilo XX, unia It g.'sLicia pit-r vezes heroicamente arriscados; t. sympathia, mas veneracao. Mas draconiana, em que sio invocados us eC-"lsi-icC a i eses homes contra os quaes uma esses sentiments, que os meus inno- mais flagrantes despotismo.3 do re- inpreusa soez, que em qualquer ou-i centers Irmutos, e en em nome lie to- gimen absolute; e, para mais i.alpa- --..---- tro paiz tera sido amordacada, der- dos elles, agradecemiu: do iundod'al- vel coutradic:io coin as proue-: s ninaudo-se em vagas edeclam-tarias ma, naio timpedam as inealculaveis liberals da nova 'Republica, a !>en- S. .recri2naties, u..o conseguio urma privaj es daquellas sernanas de Cal tenua que nos desteria e 11.,s priva E cF n a :: i u ... ..r ln-. ;,,,ra!, vel--uma vez sb-provwr, wao digo vario. dos direitos de cidadlios potiugue- -, <,-. c .oi-. inuo-: !., =::-~' "" d pir..-ip..s e<:alira>iari- um crime mas unm ddicto; esses ho- Mas inda ni o 6 tudo. Quando, de- zes ~ uma , '.. o r. v '. padr, L-iz CGon' : i t1I lruI, a tr*iks. e nus calabouros coino m.lfeitores, e prisfo prolong.da, .e tratou de p6r -niunea mais,. Ca ) ". lt. >:,. to ,, ; rp u -zI..;. espalhados por passam ahi as mais dolqrosas iucom- em execu.-io a seutcnna Ido exilio e Tu1lo o que at aqui deixo esirilto r..l .: . l a rtu- .. ..1.. ,.ati, :t e didadts, permanecetlo ate algumn desnpturaliza,:-'1 ciontr.i esses purta- foi esbhocar alp-nas a tr:;t.s rapidos g:::i. ..es. ti i...ia: pTor comn- a. i- .-,-s uiltrumarinal dih A:ri- tempo incommunicaveis.. guezes, cm (u;)o peito pulsava e uil.a algumas das multas tratnias de que p'e: (. - pr.> ,o.:t .rio "- i.t: ..i I h,-, i tr E utio cuide algInemkne t hdo isto ainda agiora imas ardente amnir paraI tItomos alvo em nonie da liL'r.l.i,,e. c.i I .. e .ni., que ;:-re- 't I' .,i: e ,li. .t. n1 leS, -.10 e--areriment,)s arraneados pela con a nns-Ia (uerida Patria, est:I A' vista de ta u ormnda\vl i .ur n d .-e wn, ..ns t- I::.tr t ,aiva dle deftza. s:nim dur. N:iu. A espola;).-: dos destr- homes, que nos tinham eslpoliado dte oc'orre niiturialmninte per ,it.ii t q'ua- -:.. ; ," ,S i..- t, :: ;, ;l;l I'1- i a rio pi, ridos e as privatGues captivos tut4o. que tinlh:Im entradu em posse es Otam i on nu ss ru su 1ciht.-s. en1.. r u. 0o ipre..-,i- Siv,,., .,.[,t.,s. i;, .. q,-,r;- pa...'aram mnito alem iee teuta- dos nossos bens ioveis e imnmoveis, t-, es-. '.: o o ctunimen- i *i.. tii.;.ila'a i;, ;.it s a-i i rianio.ebiar as mn:nha$ aavras. tiveram 'arenim-se curagem 1e pa- -.. si cc: a i..... das in-, : 1aZI v.J* d st.l'OI I Iideltso. "E:i esmoi-porque e odirei?-- lavra appli-arel a tai proced"Iimuto- pied det ;.:; ... : pi-t -it .. l. li,, .... he ;led:.ie arrehata- *u mezrm que ,daiud scindindo de exigirem diaqIneles a quemI pIr le i uno ;'.i' ,,- .:- I .... "*.a- ' c i* i,.:an. s '- tU- do que a Com panhiia .t stu traba- mandavam pAir ria fronteira, .lu r ,a- E m primeiro logar, e c.ir im stan- Nun .- 'l .... ,,,.-r::.-.: ,_, ..-.-. .;:'I- 1~ I e piovida adini aao tivesse ga~ssem elles me.mos a sfa a via-geai t ia notavel que, at.-a iora Ire.ent, e Pedro .. e; L.tis e da- ;.,s-, ca .-, Pn n le a-1 luiri lo,Ml a E .,mo a um ro l.:ial, qUe acceu- ainda nao apparect- : rnim rine, Sassi11 oU t s, cmo i.m .;:>n. :ou.strt!d ,) .-,,,as unuha legi. tnava essa re.S)oliui), obser'vass.e mn inve'cado cumo just. tia;.t1 d,, ciu- preito de hiom. ,...d:i : v c:.i-! '' pe::--,- '.. n ...;-'- ini.., it emp'egad'' -os Padres que nuAo tinhamos meios delississii, rOjce4er qne co' o se 1 gigni-j over&dno,- ;L n; t '. vt '1a L tovels e reaIlr, nio tiestrarm -t -sS--- resises dm rti-o dsn _Pressad, econom ial'tdas ad- dos em ml ai iri:gr nos pres's e-ta resposta: ' ,. d 1'r em erits dam religiO, lquira ivel. Iparticir.u!.c m a Portugal r a -s dexem estar, ,u-t em n 0' us ap.r- nala nenlhnm. Appella para as leis da patria e ,ia ium.nid .Lde. p.oiia 1.itimt. e l.-al:-.t- aver- rupa qu pWr tanilo hbe,. e .m vi,.s citmeiraido a I bsoltas de IitlPoinal e A uniar. revo- O monunen:c l pi.rtesto, eil o itadas e:;i :-Uis it iie indwi:v u.i.Ihes. Io ito ter lato secular com que distar-i ;,podrerer ahi no invi u lo, o acha- ga o deret, die tlintze Ribeiro e ahi, pois, ,cheio de fd, chcij de Jlunta::neut:. ci,uni ,s ta-,:lfii s e a- tsr- ;-ar-m-., ..omprada por pessoa amiga, rio dinleir) p.ira se livrarem. promulga as uIanlt-ianicas v1xa1ites dignidacie, cheio de patrictismo, Ias, a prpilaam-e- do rerheiio das levado no bolso comno unicos recur- ) dinhir appari-'ni, prque 1Por- tie que ettaMios sen:io victims. d lm.-,lm ,rndio de ve- n a:l:s, nhas quia -.' havia colle- i..Ss pecuniaios, a quantia surficiente t igal nio esti a'inda tida hardlcado Por outra pa,'te a chamada opini- de urea al grandio-a de ve,- es :-ieti. "iinira ordeni. i para a viagem ate a Franga, quantia ,,ntra a innocencia e vcitude-, pese.i- io public. desvairada pelas de la- dadeirc apostolu de Jesus :c1110iu .': uu.-enTs. gabiii tes tv labor-i- qtie die esmola ime loi enviada por uln vuidas. Numenross lamilia.a se coti-i mactas enerzuntenas de unra impren- tolits i, ,., Culs de oipolide e cstranho, que s6 de nome e de vista aram para nos paiarem a travessia; saodienta, nunea chegon a concreti- A M. PA F'lt-l. -le. pur e9ipaf)o de mais iae me culieca, e a quem o pobre, o a1ffl0ii ram esmolas do l rolpa e ali- zar accusacues control 1s, [itle iinaio A iV i U ri i,., auni,s, o..-,sid.o en1-al dI.,- i,,.- despojado por Jesus Chrbi-to, se entos; e ni1o foi sr.m ,'omm<)-:ii que lossem as vagas e sedi;as obj.argato- us, almnutiios, a genero.-idalde de a;ili- aprets-,a a testenmnhar aqui a suna vi chegarao estrani2eiro tiantos dos r;as dos romancistas .jaobinos. .Os Ion;ros e illorosi'esimos dira gus iI'iaila pel sb a dedica;i.-o e IgraItdao. means iligiosos ventid,-s com fatos Por mais que procure, nito encon- inue duron i e::xdo d Is filhos da C'.ml- apreI l pie.-sual pItia comDnosc.u, e o EI quauto as privates do. menes que os nossos qinerid-s anumnos de tro nas columns do jornalismo an- ,,anhiia de .i',. tJimalndi de Pti- ti-rrba!iho iiitcli-'eiite, amoravel e de- i qcridos irmaos press pela causa (ampolide Iies tinham ido levar ti-iesui, ou nas lendas circumva- 0al >im!hnli. dih, exilio, expulsos ,ia -' site:-essa.lo dos Padres e Irmnies de Deus, lembrarei que no quartel do nas Itrequentes v'isita. iue taziam a gantes da crendice indig.eun, outi a. I'atria que ext rmecnml s e tratado4s havia n ctnsegundo reunir ini mate- 1? de artilharia onde quem maudava seus mestrs per-eguiidos eir 1'hri- accusaVoes que nto se red-uzam a al- .Amo us peiires dos crimii.noss, ril de t'di i qup per tidgs estes ti- uao era o exercito, umas a mais vil st,. Em espir.t i heijo a mno dresses guma destas seis: .iuiando p;ass^-ii.5s a vida t-l,,i a s -.- t Cuis era ii.SSO e Io .to0 o. gentalla, nem colher. oi fornecida uumerosos bii)iieittores. e 'abrao) es- l?-Armameutos e subterraneos; rili-ar-no pelo Ibemdn.s mafs. ab- A,, bIblitiecas colle-cionada. du- aos prisioneiros para comerem o ran- ses taio saudoss njoveris, que sem aI 2--Riquezas e aagariat;ao de he- -orveram die tti m.ineira a minha e-; riante me) srculo ielos mnesmi-. pro- cho; (que lies fixaram o intervallo de mi4s ligeira insinnae;iio de nossa ar-1 rancas; nergi.a na -stliritude de vr il'eus cessus. as riuparias, onde estava em 8 horas para poderem retirar-se uin t acudiram it penuria d( s pobres i- 3:-Seduec.o de voca;u-es; o- nimns irm- via de exercer izelo, que uto me particulares, onde, alem do. mode- ter custado a vida, que qualiquer sa- estava ainda reservala as victims Republica; l'ou um momrtnto para dirigir i mi- sti.,lsimls liitus e lavatorios. s) pu- hida a menor intervallo e"ia meo a mais cruel huimilha.,io. Aucios 6-Intiuencia reaccionaria. :ilia querida Patria bi ado de dt. -'to de portuueiz, a miniha lignida- vam i s colmpanheiros silenuciosos de noite aos press que, se algum ten- -igiosos admirados pela sna viltude, en e meas irmaos nos ie de christito. religioso e sacerdote, horan. roubada. iA futilidade e.ate A tasse levantar-se. disparara sobre iovent--alkuns delles quasi crean- ve-nos forCados a despedir-nos da finalmente a responsabilidade do hoIue.ta divers.ao; tudo i ado. exigiam imperiosamente dei Estado: e nSs, espoliados summaria dos captives mnlieres sem pudor, plo posto anthropometrico, foram affirmaces dos nossos perseguidu- e arbitrariament,-, exp-lsos das nos- que ouveram d& retirar-se, dominia- descriptos, photographados, minu- res. Nist' d-esaf.t e neste protest. sas habita(.es, tomos lev.dos entire das, apez-r da sna desenvoltura, pela ciosamente n edidns ate As phalarn- referir-nme-ei exclusivamiente as re-~oIdados e populares armados, .-xpo- auiiteravirtude -modestissima digni- ges dos dedos. como criminosos ce- 1o-A anlflS e sublerraneS -Higiosos una direciao me e-sta cmti- stos i1s vaia.s e aos i.inultos de uma dade de meus admiraveis irmaos. lebres, para apparecerem depois nos l,-1- da Compaubia-, porque :-. plebe amittinada de longa data, pe- Quaudo depois foram trasladados jiornaes os sens retratos com a tabo- e~s we comnipete a rcspon.-abill.la- ls calumnias da mais repgnante para Caxias, a nmseravel enxerga letanuimerica dos infamados. NA-) Respondo sem rodeos: Nunca ti- .e. Mas nito posso deixar de saudar, i imprensa. lanada sobre as taboas duras, a posso deixar de reservar um prote- vemos armamentos, e em nenhuma sites de mais nada, os gloriosos Os que na previsao d'stes horro- manta unicae o durissimo travesseiro sto especial para este vexame sem das nossas casas havia subterraneos iembrosL de todas as mais Ordens e res, consegnOram evadir-se. foram que lbes foram destribuidos parece- nome, que sb plSde tornar toleravel, de communicati'.v u sahida escusa. *.oncgregoSes religiosas, irmaos Uos- acossados como lei as pelos campos e ram aos pobres tresos um confortavel o amor daquelle Senhor, que na cruz Mas se tivessemos, estavanmos no -)s muito uneridos e venerados, Ipelas e tradas, -alguns delles-(de mobiliario A vista do que t.inham tido tbicontado entire malfeitores. nosso direito, e teriames talvez au- mpanheiro, nas horas da tribula- seis o sle en com certeza- perse- no quarrel. Ha ainda unia circumstancia na dado cornm menos ingenuidade e mais a, heroicos perseguidos, aos quaes gu.dos a tio, mutos velipendiados Em um calalougo de Govern' Ci- perseguicao de que fomnos victims, finura. Assim o disse ha pouco equi- 'nio faitou largo quiiTiia.o na partici- Ciom cliulas e ,encoutrues brutaes, vil, emquanto niio foram trasladados que nato posso deixar de salientar a- valentemente nas Camaras, em Hes- ao da cruz ie hri itopelos insul- I no faltando ate--(bemdito seja o para o Limoeiro, alguns dos nossos qui. 0 decreto corn fobra de lei, pu- panha, o Presidente do Conselho. s, pas pris-es e ate pela propria Senhor que deste genero de affronta queridos press soffreram aindamais blicado pelo Governo Provisorio da Canalejus, alludindo a armamento de s prte pois bve centre elles nobillic- ;)s toi imodelo !)-nao faltando at6 incommodidades que os do -qnartel Repnblica, em 10 de Outubro, decla- defesa quoe he diziam existir em ca- ortepois nas, que sellaeram com o eligiosos nossus a quem escarraram do 1- de artilharia. Amontoadus 23 ra revogadas todas as leis de exce- sas religiosas. igue domartyrio vidas desantidade 0 o ro1-to. em umrn paqueno espaco, onde apenas pc'ao, e no numero 2? do art. 1?, as- Pois o succedido em Campolide, guedioma rtrio vidaDepo:s. esses homes cujos nomes ficariam 3 a vontade, respirando signalaudo o motivo desta revoga- onde a populaciao entroin a fora, in- Ms n dirigir-me Paiz nesta nuna lo rai, vistos nos cadrastos d'rante 5 dias um ar infecto, por ciao diz , .iarde means filhmpre-ise, esagando especie que deixaram tudo e sacrifi- .cumstancia algnma. sahir do mesmoi dnraao illimitada,. Ora, a lei ful- do. arrombando gaveta?, espalhando Sminhllars de vst dos sof-ientos, arami totos as prazeres da vida para recinto, os nossos Padres e ,Irmaos| minada contra a Companhia de Jesus livros e papeiL e ameacando ate 9s iprotnhstando avistailo Oiu o tes -e entregaremi, sem esperanga de tiveram ensejo de experimentar os e o desmentido formal desta decla- rid's, uao prova que teria sidoutilis- -s acprotstando que hes faom. ; interesse humino, A educaaio da mo- mais rndes soffrimentos. o. Cotra iabs ftoi promalgada umaa simo haver queni deffendesse o edifl- sm pieno seculo de liberdade, ho- I cidale nos Collegios, a evangelizacao En bemrn sei que nao faltaram offi- lei de excepOaio, e por tal forma odi- .cio da invasao, ao menos o tempo - -r I W. W EXPE3iENTE 0 REBATE . 9. -., I r - - S. -^- ,a, j.. - " 4w~ jo. ~ Vt- .. l", i^^ -1b 7] ".*-- <. 'ta 1,, -;-:* i' oz- < 7-- -- r 7.:' -oY^ - I -,-..: f:'^ ::a' a,. :.- t 0r"^. C' ,C,-g. '+t--ja . .1 ,, \rs,,_-, I L..i ]-:' ;. .-. er-.t'ra arde.QT- r.-'r_ : _-'_-_ S e ::--+:: a i ::-~ : l !,ia ,'.a .' XL I - -il;: ': -.o%' .*' : i< V1 .- V. _* - XIA4 a inip-', n ia Jl a -- -,rs d:1 .. -- ' : r V..-' &ida f..: l.A:1- Xin,! .e-r.ii L- Q ,^,*w^ -, .S-o paiz e ei pr da na iQTer.;a-. *d in- i-i.-. da no-a atra. da Ina-- Eo Ceare ue- te -4 fr:i.-te uos ses gv destiny e poltie-qa-r .os r ur- dos mnais. n)ot dvl ei.setad-st-;;, ,le nrepochaa-, Emo. Snr. Dr. No- -ria inAoizleDa.i nueira Accioly, pertence tamben Sest grande partido. cujo i- dIal 4 ,' mais nobre o rai, patriotic. Itouide Is o imal Um eremita vivia na flores-: -erm ter medo cdos animnes fere .:es. Conversav: corn elles c con. ,rehendiam-se. Urn dia'o eremita deitou-se :-.- re. T 'm- e : se <:ca a noss --Tenho pena de ti, meju Esi c--:n u'2 : r. nfir- ncs mex- rfrn a, a:. Ge v.a- caro... ohos, mei onro... : -.-. c -, S!-mos eorce- -noscom9 -E porque i:las asim2 -Porqje ? -- v e :=a ...r- c e p:curamns arder seja -Porque anaa n ao assaste -Porque ':nda no saLes que -. coga- qi-n lr.E an ir- Ms compa- t]. c-ue :u e mu:to tLemos pas- ,-s so ver-de:ros :ed-cts a :a ,-r-a da o- s de :anuem: soms capazes ~.o... de mada -" ,7... S-: t de mrd. a mae eo pve e n<0 -Fles assim. por-ue e C-r- -E_ um r-'. :a -a Dl. a oo (C ?: dov-rz-si e o rc r casr;i per to o-que d-e Horacio':: Zi t -uh-r.U c - ...............T. .?-. v,-,rs. Tde ol ve da . o cm a s ,e. ye-em te oT-.dido.. . ....ez. -E ru dese.ejavas ter a minha -Fica sab -.co. mreu t6q o ue : ; ,. -- Dia o reado: vic:. tcc as elias sai c i- t d,. TC- .re- orn e ae:-e: -o. n e d- m.... -E ?o-q-e nao tend2, como ;G-. .. +-,cA : a. Lreai ca foaie que tenC, aro me: lado a aLIh e ra r --, ve n1o term ..s :-". tudo -Fi cor-este p lavia'ndo. -. 'es t.,ne corn tees inoma- .. :..-t -. ---;rs ra Os 5as cs ps o li- rneu carol. qIe eu cahi no ,s e :esent n::ai pjqueno, def--nder roi- sa-. -Porcue ". s sa'C.-m :A C n.. aK ndse t ame's 17 marradas: de um g-an- -E gc-:. s casa v:ve tortu- des.m-ni. .... :Pi:-:-.-n do p acienci- po smo f.: as no ra ." se conformarc.du cn todes .s S...ems d ixar de tr 7-do. -Crucifica-se em agonias... -:-C-. ;is e bI,'ntr.girs do S OD E e; a. urn r emo e tal -., na flore1ta, ha. s-ibend ..... bre ciabo... .',,, ,....r _. 'i- :.=- f;.a se move, tL-emcmes --Entau co:m o c rmer.t .>. -Mas, ainda nao me dissiese S,-.-:_ a., :-. -. .L suSZcr. o cor.cao come- -Cab.= toda-.qu- l :iic.dAe qu .o que a tuat cara etaea' -.r bme--- aos a ,re.j. b-'ter cmo se fo;ze s_ tar-no-j o amor proorcion'? fito.. -" r a-- jn-,-n ,, % '.-o e deitam.,-, a fu-rir comoy Ora... ora... tudo ,ira !- Por favor no digas ta -' tr- -. p- c. d a lme -a tt. rna... tade... D O ra vzes, m me lebre q: -E a dua .os o!hos, a -E como queres que c:as ? 9._ : : O2tras vtzes. um tebr-e el d --or ---o que -r paisa. umna ave que bate as azas, ernurr -os :-rso, a mguice -Tu ... .a a : n '-- veto / .v,o o :, reminho qua cah---: vemro-nos do earinho e.pures-A do aftfecto, ta serpente... 1 :e. .o ar' 5: v:;- sr.o per"e<-dos ror umr anima.- a ar des Leio uentes. da _ju- --Far-te-hei a vontade: o cu, i no corarrs tanto z e e d cone-o ao perigo rs pro -s- s dr amor ? temn fei:o a tus c;-. de e.' - -" -- -...... ...... s qu-^ c o.rem. A's veze., para fu- Tudo -:. meu ..migui. ,h -,,ia serpe.te, para t2--i :t mos 5 .^^"^L7- ,.. ^r d" e t m c--doer; outras. quanto ellas, as teaes fithinhaf ce -Nada maris. ada mencc ..... ....o a -..,-- ,r e. os susto, cT rr-r os sem Eva, p-r ti to defen id s, nu ,, que alterar o nm u aods '- nhe.ra., que u temos ceacanso. ara ade, a s un sal.~ 'r. c.ro no mro... endi... nio p-amcs e outra cs. to e rolarmos ate o f undo de ur -Eio. que t ca. -Como assim? Ain'. o--eu ? Tera fri. pr ciio. onde e.pcoatramos a saste, n io encon:raste a f_,1 eia- -Inventando urma nov a con- d'e 1e il e pr'6mt-tiia corn juramenro itit5o em cas ? E q e i s afasta <. n6~ pela tua car- made? Mais. co-n sentimo nos compktamene per- unca -drmimos tran o: Ah.. ner t dig.. -Oras. ca : ar Sd-da-; .perse-'-nos a id4a de se.rp.= arta. Scmpre asusta-. Entno. ella ao d ais para ro= ra veja l: aretigo prn:.- que algumn autre a ievou nas dDs. N2o ha paz; to:.,-o mal vemo m ro andr or e ee sujoto. -g.arras ou e foi apanhada pe- do t, ew n-ra aesapado... lo- s tC ft nivad loo teu uni:co bern, -f Assim, vae e_ doinnan-... ;los homens. Entiao eerneita disse- go -ossa senhora de affei6es -Artigosm seegndo: cme de. So a prora delay e o 4 da ome, nem do a ers ue eu te falle ine-mis. at d'um t egndeo: rme e =' somos r.os que cairmos nas g.r- m.r, ner da malvadez, nem do mettido em urea sae ... _ rai d-, um abutre ou nas maihas medo que em tods a nossas ero... meido em uma saia... de urna rLe. E si a ols con- =Mas, isto 6 ilma prova dc pan irae prea c desgrLs; de nossa propria ter Para hoe, a amor que ella te di; e assi nao nheira es-ppare,.'e, n~o ct)- turez que vein o real. pois co&,'a de e.pints... deves!te zangair.., pois 0 c:Umt Smemos, bn bebemos. nio tra-a ella que produz a fome, e amor, s? da aria do can r.e. o tortiraoc mos sen"o de procural-a e a maivacfez e o medo. quCe !z-ine & C caiU ek pa iaridor o t chorar. Quantos morrem asim oaorado... pela igratido... entire nos Todo o mal vem, nao L 0 ruirdade, e tua.... =E o tempero d'esse maldi- Sentre. n6s Todo ral v nao Lrx LSTOI. Janeinao creio que a mulher ct iime? da foer-e. mas do amor. ciedao dr y uer ete atme Da a serpent: sema- -No I ual tempero ? Dila o a l nao rem da fo-i -- e t dti... que ainda =Os i.sulto, os b lico.. .:s _Neo..e o me! ndo veto da fo- ---ee,"-" Sme nem do amor: vem da mal-! que m v' denies, t' dentadas e as pauladas, ftial- 'ad. Si vivessemos tranquillos, Trid-te vida,a gente leva mente, que ella me tern dado, Si nao quizessemos contender un I N'umnsa lcu insane e vi! que Proas ds ? muitas das quaes t.'m attingido aoqi-P'ra que demouio a mile Er o m conheceste antes as arestas da minka Pr2,id, corn o. (4ltros, tudo ir_ a bern; t 9 dXt ar-meu-aseia&r .nta.ta i. crisa se ferz-n-e qwndo eu airdaIcri-neanaf... a tra ;. nossa voatace, eniurecemo-l Mira C(bra. .1ito =-Nao li das mnelhores coi- Sto, poi sempre fui te sas, essas consequences de a- ..; ~,s~j~~s~ ~-i rr-----~---- 1 - -, "- --t^T3... 7 1 . . ,C * 7,:. :,E. MAJ_.TIN? mor; mrs o que nao resta duvidn - que=pancadinhas deo amor wso d.;em... -Entao, es da opinido do que, quew qver bern, d,'t pan- cada ? ==-lerf ..rnet, ipois e qu*n- co os lagos do amtr ,e aper- tam. -0 u ? =Ja te o dise... =J i vi -e u-:' futi.ro c"- pio de pint4, e. a-ri:n. t;rmnine- mos a convers:... IT" ._ _ itt-pa )) E este o titulo de urn journal dec Pekin, China, que no corren- :e anno complete o seu mille- acri'o 'o existencia. visto ter co- mnegado 9 circular em 911. Affir- .mae ser ele o jornal mais an- tigo do munJo, que passou a hbdJomn.dario em 13G1, quoti- di.no em 1800 e tern actual- tm-ntc trA.s edicOes diarias, cornm urna tiir:geum de 20.000 exem- ilares e'-n cada ediq.o. 0 REBATE iT ,11 111 1 T .1ii~ c III Ill ~ - l ll l|~ t _jjj i M M nu ,i iiIII _________ st-.tisc3, os crimes emi Franqa riplicaram se depois da dispor- ;.o das congre'ag6es e da sepa- :cag o da egre~a,. SS, a Mt;mIher Serao recolhidas sem descon- tos atd 30 de junho as scguin- tes notas : 5$000 d 8V? e 10 ,etaiM- pas J- erm :,euis... A edc.ao da ma nia e impres- 208000 da 8. e 9"? estampas. -Mvlas, -.,,t ,ia d-spedida. sa em p.lpel amnarello e exclusi- 100'000 da 10W estampa. o teiiho ;, ,izier(, a ~e<,uinteu: vanmentu commercial, a do meio Fabricadas na Inglaterra. Praga no'o f ryo; mus, ta u'm dia em papel branch e s6 official sc000, 500000 100JO J.. eu hei de r ,-... a da t.:rde, impr' ssa em le- 200,000 e 500?0001 tras br:-.cas sobre fundo nesro, Essas notas soffieraho descon- 0 c io o,-tndo noticias e intormagoes tos desde 10 de julho em ditin- de to-oUs s generous. te, send : 2 o/o nos mezes de julho, a- -=-- gosto e setembro de 1911; li74 o'o nos mezes de outubro, r-.JX 0 LaniCA.S0 novembro e dezembro; 6 o/o nos mezes de janeiro, jajo r JOSe 52S$t I Foi na cxposicAo de Pariz de fevereir-o e margo de 1912; S1855. que- o aluminio se apre- 8 o/o nos mezes de abril, maio A cala de chegar da capital s1eniou. pela primeira vez em e juriho; do estado, aonde f.-a a neg~ci- unia barra preparada pelos ir- 10 o/o no mez dc julho do rs common rcins. o0 sr. major Jos, mfios Tessier. Um anno de- mesmo anno e mais 5 o/o em Sebastil o do Carvalho, disti neto pois Dum is apresentou a Aca- cada mez que seguir, at' perde- pharmnceutico d'esa localidade. demia das Sciencias de Pariz um rrm de todo o valor. Cumprimentamol o. kilogrammo de aluminio, avalia- Serao tiocadas em moeda de do entao em 30 n.il francos. prata, sem limited de prazos, to- -.- Mais trez annos depois valia das as notas de'1$000 e 2$000. fapeanas 3000 francos cada kilo E' facultativo aos portadores do f efn^'.iO0 r tC0? do aluminio. Quando em 1867 o troco das notas de 5,000, .. . aluminio volveu a figurar na 10.000 e 208000 que estejam -Vindo de Fortalez. on.-'e por CexosiLaO, o szj valor c-stava etu substituigo, por moeda e alguns moses se demorara, a- Ide1reciado e na exposicao de prata. cha-se entire nds o distincto mno- 1878 esse metal -ppareceu ape- A 30 de jnho finaliza o prazo go Felismino P_ x-to de Alencar, nas para reveler a suas appli- para o recolhimento e o respe- digno irmao dIe tosso Redactcr- caces. ctivo troco de m'edas de cobre Chefe. a A produccao do aluminio em do antigo cunh(:. Grande a satifa,rio de s -us nu- 1890 foi de 200 toneladas; mas, merosos amigos admiradores por em 1900, isto ^, dez onnos de- . veremia'o em seu seio, matando- pois! a producago elevou-se a lhes assim as saudades que ihes 7.000 toneladas. 0 seu prego 0 Piso0 e a r iall deixara. actual e da trez francos par ki- A nota branca dos cumpri- logrammo.-a uiiilesima parte (Ao Generozo e Alice) mentos de felicitaqOes a de boa do que valia o primeiro kilo- Quem parte leva a saudade, vinda que l.he levaram precedi- grammo que se produziu! .Phe- Nos diz a canU&o e bem! dos da banda de musica local, nomeno identico se daria com os Quem fica por certo hade agradeccu-lhe o Revdm? amigo diamantes, si despejassem rnos Sentir saudade tambem. padre Cicero como se fora feito mercados os grandes deporitos o tern sintido R e dt cr p a is Quem e que a nio term sintido i elle e ao intemerato de nosso'do Transvaal. Comprimir-lhe o coraiao Redactor, com palavras as maisI Ao deixar, am ser querido? cordiaes. E'-nos excusado aqui dizer qne a todos foram-ihes offereci- dos, por esta occasiao, profusos copos de cerveja. Os que em muito temos a tao distinct moco, tambem o cumprimentamos, tambem o fell- citamos cordialm-rnte, sincera- mente. raucisco tiuhares Da cidade do Ic6, aonde fura A negocios particulares, acaba de regressar o digno e active Ge- rente d'esta folha Francisco Li-! nhares Tourinho. Abragamol-o affectuosamente. J. 8auo8t Goses Foi nomeado, em Roma, nc dia 11 do mez passado, bispo :oadjutor d'esta diocese, o ex? revd'o0 sr. Manoel da Silva Gomes, ex-conego metropolita- :o da Bahia. Ao reoem-nomeado as nossas inceras felicital6es. pegando fogo. Terrivel, e muito, a situ'aqno de Portugal com o actual governor dictatorial. A maioria do exercito deseja a restauracqo da monarchia. 0 governor .nao ousa agir re- ceiando provocar um pronuncia- mento decisive que se julga pro- vave! na primeira opcasiao. -=PriLoes numerosas de mo- narchistas, e'r.igraqao constant. Censura telegraphica. Suppr'-s- sao de actos do culto public catholico. Roubos nas egrejas de S. Franci;co e de S. Vicente, co- mo nos de Cucujdes e Afflictos. Eis a situa -o de Portugal. Esth mesmo pegando fogo. A fora das coasequmcias A franca no anno de 1830, an- nodas jornadas de Julho e da ex- plosao dos Bourbons, contou...... 162.958 reos press e 114.014 impunes. Em 1906, os reos press fo- ram 209,985 e os impunes 339.371. Como se v4 d'esta ultima Que o rizo siga comvosco Fique a lagrima eomnosco A' espera de sea irma0o, J. B. Ferreira Sr. Joso A. L e5tr SMedico, Operador e Parteiro Diplomado ela Faculdade de Medicine do Rio--Ex-interno do Hospital de Misericordia do Rio de Janeiro, etc. etc. Consulta ,m sua residen- cia d Rua das Laranjeiras Sna Cidade do Crato. Acceita chamados A qual- Iquer h6ra'e com a maxima t brevidade promptifica-se A attender consultas e chama dos para a zona do Cariry I por prego razoavel.- CRATO-CEAR I^\Vi^^V^~rW<^^V A U3 I2.r.'ECK-N.V ( A L:NTI-:.P Doishbeijos tivesto um Da auror ,, quando nasi E A tarde, quando morr Do sol que tambem mor Foi ditosa a tua sorte os instantaneous lampe Qnantos nAo tern dresses Nem na vida, nom na m 0 sol, no espaco dumn d Que mais podia fazer QuedAr-te urn, beijo ao E ui beijo quando inme INEDICTORIAES iViJNHA LIZ Conta apenas u dozeseis annes de s& Cternato "padre CIDO QUE IA dia... este, rria. Este estabelecimento de edu- cano intellectual, fundado nesta i , localidad? aos 7 Jo ccrrento oerte (margo), sob a direcqao de Ray- iiaundo Siebra, comp6e-.e de dois cursos primario e se-cunda- rnacer, rio. >rria ? Balhl-to Pato Coro dO(te{ ins quinze ou idade. E' eiegante e bem proporcio0 nada. O rosto c6r d! aqucena, en sombra rosas nos labios e na faces. Os olhos, longos e airosos, a brem-se mysteriosamente a luz dc dia pur baixo de Cumas ellipses de cilias, de setim negro, desfem to em fios. Sao uns t-esses que a natureza no dai sem ind.len- cia, d'esses que os conhecedo es de bellezas chau.am-parlearm divins. Nutre cabellos pretos ondea- dos, preservatez delicada con- serva maos finals, tale lindo e enc.ntador part ;trrativo, bocca pequena e bem feita, alma acry- solada de virtudes e coracao bon- dozd6. affave'l. Traja A donaire, e intelligent e um pouco instruida e ae urma religio-idale fervorosa. Captive estirmas e amisades, corn ar de "innoencia de quom nunca peccou, o seu discernimen- to nas modestas opinioes e as do- vuras inebriantes Le seus mod g de fazer e dizer as cuuz.,s. Nao d moca de bailes e thea- tros, de festas e passeios apesar. de sua viveza do seu espirito es- clarecido. 0 seu mundo o seu edo, aqui na terra sem constrangimento, e casa que mora a famia que a ido- latra. Basta ! Peuso assim, corresponderei a porunta -que me fizeram As gentis amigas de MINHA LIZ. Adeus AtE note de 6. Joao. x. N. da R.-1Devido a enorme aflu- encia de materials, de qte se accumu- lou esta follia, deixoa de, em tempo designado pelo o seu auctor,sahir este pern . CORREA & FILHOS Grande deposit de fasendas, esti- vas, miudezas, bebidas, ferragens, quincaquelheria, instramentes para trabalhos mannaes, artigos a phanta- sia, brinquedos, generous alilnenticios, etc, etc. Mantem importa'ao das pra pelo que recommendam os seus arti- gos, especialmente aos snrs. negoci- antes ambulantes que encontrario em sua casa vantajosas concess6es em pre- *os, agrado e seriedade. Acceitamn e office ec -m representaot&s para o Sult deste Estado, sob condiq6es modicas. Compram e vendem todos os artigos de txportUi.o. End. Gervagi"s. Varzea-Alegre-Cearta Padre J. de Alencar Peixoto Conde Adolpho van r'en Brule Raymundo Siebra. MATERIALS DE ENSINO Carso primario:-leitura, es- cripta, grammatica e arithmer:tica elementares, etc. Curso secundario: portu- quer, francez, arithmetica, geo- graphia, historic, etc. etc. PREUOS Pagari cada alumno, mensal- mente, pelus- materials do cur:so primario-2:000 pel-a materials do curso secUndari;)-5.000. OS 'PAGAMENTOS SAo A- DIANTADOS. NOTA 0 diro-f-or garant'- -os sunr. paes de fim ia todc, o cuidadu na educagdo intellectVal de seus.- ilbos e agraelce a co,.fianga quo n'elle epositarem.. 8 E~!etat*'U : 'irtCerao ,fur.c- ciona a Praga da Indcpendencia n? 56. AVIZO Franr'sco Cavalcanti. resIinte em Floriano do Estado do Piauhly, tendo adquerido por compra i. fa/en- da Cant) Alegre do municipio de Apparecida deste mesmo Fstado, a- visa que acceita extractores de mani- 0oba e lavradores que quizerem se aggregar na mesma fazenda fixanil: on nao residencia definitive. Chama atten para o seguinte: Hit na fazenda Car.- to Alegre grandes manu;obaes, gra. - des brejos e baixoes, estes aprlOpriJir- dos para today e qnalquer planta(i;o em ordem a offerecer facil c Irct'- vo resultado a quem se dedicar a la- voura. E' intuito do proprietario tor-ar a sua grande fazenda habitada sufl-f.. entemente: garante por isso regalias e vantagens ainda nao offerecidas por nenhum outro proprietario d-e terras em condicoqes identicas.Qnem pretender residir temporaria ou di.- tinitivamente na mencionada fazenda Canto Alegre dirija-se ao proprieta- rio em Floriano. Floriano, 15 de Junho de 910 Francisco Cavalcanti Acha-se exposta A venda, no Crato, uma b6a casa sita A rua Nogueira Accioly, no 60, corn citco portas de frente, muralh'.- da, etc. Quem pretender compral. a, dirija-se ao abaixo assignado que todo negocio fari. Joaqnim Saldanha ORATO A ~1 I1, Maia ,i-ui-~i~m~;~'~"-r~s~LY- ffidftm ardkmmtl-j - l* 4k REBATE _<*^^^ ^'^-SSc^ fZ^^Sti. -rrv^CSS ^- s"- ^5 *^ r-r *l.^.r -- fc _j3. ^ ESSSSS ; rfl^ *a *3- -e- ^ ^t. ^ *^ - ^S.s^S' -*-^ *aua,^ ^-jl 'Jo ' ... "" " I,^^^^ ^.fi^ APATARI A CASA PYROTECHNICA ECONOMIC I DORA PERSEVERANGA EstaCasa encarrega derAl- PAULISTA iqer tra h e" q ue diga respft a &CAIXA TN'TERNACIONA-L DE PEN-! E.-ts sapataria se encarrega de logo e polvm S6ES VITALICIA& 'ner eo oo FoguetAo dia a e5)00t;' as de .Approvada por f eto Federalco, s i3 bombas,dnzia 1500; b =$I d a deposit do garadriano Thesouro Fo -arante a, seus fregueses obras que 250); e-pidl izia 4 ibA iiro, proporeionl eapitdepeasoes Se 1ifpodem de jar melhores e de duzia 3400; pistojit,s daz.a 14),o; contos do r4is. nrevos ra.naveis. p stolas, duziarA 00; pistolio, duz a Registrada na Junta Canmmercial de 3500; fogos'dEbensgalla, Juzia 4000; iSao Paulo. Trenio Cabral de Oliveira cara dara, duzia 1000; exquesito, dn- Sdde em S. PAULO- RUA S. BENTO, 63 Rua do 'ruzeiro n" 1085 zia 1200; rodiqn4s desa*a,duzia 1200; .'Antigoescriptorioda Companbia.fegyana) -batrias candetas r,,manas, 1400; Filial no Rio: RUA 7 DE SETEMBROI j estrellas de S. Jolo, dOzia 120; bor- 113 modernn) boletas, dnuia 130. ( dETRE GONALVES DIAS E AVE SERCIARIA Preos estes os mais rsaveis ENTIRE GONAL DASEAV OLIVEIRA & NATI Joaseiro, A CENTda Conce n? 1268AL)TOP OLIVEIRA& NTI-11Joaseiro, RadaConcei~ 1268 D gR OP. JOA.. Z.0- CINCINATO SILVA Vindo de G.eranP.n-. e-t .o de Per- mambuco. acha--e stab'seciil .. de fasendas e umercadorias que vende 0po, preos se.-a coritencia. A coutento mesnic do mais exigensw freguez. I'mn visita.]j.. a LOJA ESTRE.LA de Cincinato Silva. i.ua P.dre < c.-: at 329. P ARMACA CARVAul. Ha nesta cone'tuada paiaruacia nil variado sortimento de droga-- e prodlucto, chimicos, e.pecialidat'es pharmaeentica naeionaes e estrangeiras. j Aviam-s, receitas a qnak lci r hora cor promptidAo. cuidado e asseio. Rua Padre ric" 1. . <0 j ARATEI0RO Manoel Victornno da Silva. corn duas ojas bern sortidas de todo; os atigoi de Comnmercio. Rus Nova. n0. 996 e i Ru. Pr.dre Cicero. n'. -2. Pre;os se. competencia. eusto da capital . POPULAR Loja de fasendas e- outros artigos de e, ommercio. vondas 1lwo entoino empenho de apurar u -apital empregado,. 0 fregaez procure na Rna Nova A cass no. 955 *- na Rua Pad. .icero a loja a". 30. quo serA servido A .medida do sea de- Arisa aos tans fregue.es qne chegou grande sortemento de Vinr,' do Porto. 3 catelSunerior. Santo Antrni. Co0nse.l mute. Vinho de Mi.sa. Geropiga. Serrit Jinipapo. Aguardente de CaIiia, de Linm Canna:-Cigarres Tupy.La Morena, Bo Come So Bons.de Palhs. as Qnatq Li Populares doe Peequei a in i Fa Mantei- Bretel; Exelltnie. Papagaio, auhv:. Banha de poreo em lata. Tudo per prePeo medicos Rua P." Cicero n. 62. urn Mos- Yer- Sde ma e stock. nha; Pi- C os A\\ - dade de aegocio, modicidade de precos e Jeronymo Francisco de Lima affabilidade de freguesia. tern, nesta localidade, i venda, duas Diomedes Siqueira & Irmi).3 casas de taipa cobertas de tlha; uma sita ia Rua de S. Francisco e a outra S- natravessa da Rua Nova;pelaprimei- FUN I LEI a pede200:000;pelasegunda 180:000 Officina complete de todos os artefacto trtr. RUA DO utensilios em flandres, com grande sorti- (1T 011 l G f ll mento para vendas em groaso e a retalho. u ji .U 1 lfl UU Si aeharem outro barateiro, nao ha de ser tanto eomo o proprietario Joao Antonio SEMENTES DE MANIQOBAS DO Furtado. Pracada Liberdade n. 978. PIAUHY f A melhor semente da actualidade JA Vende Jos Alves da Silva i prenos BARATISSIXOS. RUA DO PADRE CICERO INT 301- de fazendas mereadorisas estiva, ferra- gens, chapeus. Teado reeebido do Ceara um complete sortimento does artigos acima mencionados que slo vendidos por preqo -em cornpetencia, convida todo o public para famer unsa visit a dito estabelecimen- to que so certificara do que o affirmado. VERDADEIRO QUEIMA! APROVEITEM! APROVETTEIM Joeo Baptista de Oliveira. una Padre Cicero N. 836 5apa'Wia boa speraua EsaWSpataria de Joaquim Beserra So- acflia-e dispoe4io do publioo e dos imigos e encarrega-se de tod. e qualquer rahalho em eoiro com grande prestesa e ,.odieidado em preos. Rae do Crueiro -.9. 0. . JUAZEIRO DO ARIU lK BAZAB PAMALHO DRB Thgeutrg Ranfitls ucar Este estabelecimento tern con- stantesente etoleadido stoch de FAZ ENDAS na.ionaeseestrangei- ras, Miudezas, Ferragens, Lon- ,as, etc.. Brilhante session de artigos da moda como cal&ados, chapeos, gra- vatas, lichus, mantilhas etc. etc.. OS PREQOS SiO OS MANS COMODOS D'ESTA PRAQA 1i 33 hausirm 4* Padre i5* JjA Gomas de Almeida Duda a. "VAVAPHARMACIA Cel. Theophile A. de & Cavalcante. Tend-o -.murLd' a asi- P&armacis da Trave,-* 8 California no 41 para a rma Dr. Nogaeira Ae ioly, prodio n' 33, eom- munica an s soas Am". e freguezes que continue da mesma form esforsando-se para bem rerri3-4 esperando por isso, merecer a contianeCo de suns estimadas ordens. Crato 12 do Janeiro do 1910 : -/'%'T +":9IO Casas, Sitio, fasenaas de gado neste municipio' no term de Shnt- Anna do Cariry it vender. .Toso Rodrignes Monteiro tend de I retirar-se destz cidade no intuito de procurar na iBropa alivio a-sua j siude sempre .idtsr-ada, declare, a, j quem enteressaI; tiue estiQ epp)stas a venda tr1das suaK casas nesta .idade e snas fazendas de gado neste muni-a cipio e no term de Sant-Anna do Cariry e mais uni sitio no mesmo re- ferido termo denoininado casa de vivenda, tudo de telha e segura constr4jaq, corn irma peqnena nascenga e aqudl.t pedra e ca, corn cannavial para &asentas cargas de rapaduras, pos'auindo extensas mattas com madeira ,de .(onstratUo: outro sim pede a ainelles dos seus amigos que tem corm o itesmo negocio, qneirio por bondade: satisfaser seas compromisses, us ~ v ez que term de anentar-se por tempo indetermina- do e ter do prover-,- de recursos suf- fic'entes. Crato, 26 de Outabro de 1909 Jose REdrigues Monteiro O CRATQ,0 ELE ATE- A. BKLEM M8B0 NBO1 4 5--UA DO CQMMERCIO-45 CRATO-CEARA *. Estabehci8tea dFazendau finals, Midexas, Nevidadesm rtigos douse do- mestice, At fantasia, I & A. Especialidade em: artigos p.r& homes senhora ; Abie para presen- 00e pawfuwih f,*t(B prew s earei cpidor! Diahei i vista. 6 PRESIDENTE-Senador Lis Piza, Senador Estadoal ex-chefe de Policia e ex-Seeretarie da Agricultura, do E. de S. Paulo. SECRETARIA-Corameadador Leoncio Gnrgel, da firm Silva Seabra & C., da Fabrica de Tecidos S. Bernardo. GERENTE Dr Claudio de Soasa, me- dico e industrial. THESOUREIRO-Dr. GAbriel Dias da Silva, adviogado,- capitalist, director da Companhia Industrial de S. PaAlo e dai Companlhia de Poos de Caldaa. Comuaclho FIeAcM Exmo. Snr. Conde de Prates, Director do Banco de Sao Paalo-Eaxm. Snr. Co- ronel Fernando Prestos, vioe-presidente do Estado-BarAo de Dnprat, director da Companhia Industrial de Sie Paulo=Dr. Ilodolpho Miranda, proprietario da Fabri-' ca de Teeidos Arethusina, do Piracicaba' e deputado federal-Dr. JoAo Alrez Dima, medico e proprietario--Pharm. L Pinto de Queiroz, da firm, L. Qaeiroz & C. (proplria. da Dregariat Americana e Fabric de products chiemices) Dr. Pedro Poatual e Dr. Victor Gedinho eapitalistas. A ECONOMISADORA PALISTA 4 uma sociedade matua, com fiscaisaeas do Governo, cujo fim 6 estabelecer ama REN- DA VITALICIA mensal, em dinheiro, aos sens soeios. Tern duas caixas, a caixa A e a eaixa B. Os socios da Caixa A pagan $5000 de joia-e 2$500 de mensalidade o tem direi- to, no fim d ,15 annos, a um r enslo quo nAo serA maior de 15068(00 per sat. Os socios da Caixa B, pagam 58000 de joia e 5$000 de mensalidade e tzm direi- to, no fim de 10 annos, a uma ponsso quo neo poderk exeeder de 100$000 por mez. No caso do fallecer antes doe chegar a reeeber a penslo, a assoeiajtc pagari sos seos herdeiros necessaries todas as con- tribuiD6es que elle tiver feito nem jurors. Dando-so o fallocimento depois que o mu- tuario estiver em goso da pensao, esta fi- Cara extineta, sem que aos seaU berdeiros assist qnalquer direito. A pensao sera paga ao proprio indivi- duo,.o aso sea proenrador legal, on por intermedio de qualqnor Banco, quando o mutuario soe achar no extrangeiro. 0 ci s.ci ctribeazte em dia; que fiea impossibilitado do prosegair nas aasu r tradas, depois db eineo nnos de Associ ioe, em consequencia de mdlestia ehroni e incuravel, que o inhabilite para o' balho, seri eonsiderado suspense e perderi dirsito 4i pensieo. Os pagmnztw" aetoeipodoe de I Soam darduoio de 50 ojfo, o pagan 10 o Os o pagme9to annes, 150 oe. 0 miutario quo so screver a atres do sorteio e tiver a sort erLdo,, paga i peuna pueco e dire to a iuma penio par mSa vida.. Atd dezembro foram sortea, eardernetas, o eja no period hI moes. A ECONOISADORA qua fax orteiQ do dois em - amB grand fortoio -ho Natal! _A Secios inscriptos do abril Janeiro 15--4000. Nenhuan d C ioedi oubtrev tal namero d aM eido do prpoee, pro netna e i aermab es minuei post= BARBALH4A .----.--~,- O rel doe Mir Im atifskt(iPAP XPeeparaflo poi a- d.i S lrz -.Appro'vadoph Tr.speforia doe*ygien'e dl Ce'arA e atoeisaO per. decreto de 9 do Nojvembrnde tQ... 0 RJcumaukulr err. qwdquter .perod' ot 'hare e enerjionamen'e combatH-tilb; Sglijl; (tefer is de quatlzer ntfu'esa r anolestia de ,pelle; Rcvfus;, Caer ,e e quasqwif r ms - lestia de no,*eie, veneia;.ac ELJXijZ u- CANINAN A encctr.w. ai sa cura s cer A vends n&s Pharmacias e Eno deposit geraL' Paarmacia Silva.. XAROPE. Balsa rmo de Tolu e E-ualypto?- CoM'nosto epreparadc- por Alanoit Cedid? das. Doers 3faMito pulmons rymgttes Phrmant until nosinommr.o3os.dodo app r lhe Ir: Tosses, defluxos, Iroites, ,.- asthma etc. A venda na ia Jose Candido Rua do Vid&3 2i Dp uratif Cniuot prepared. da-Lore eserophul E o gra ciados e, na impir Unico , dido,una de Silvino mercio, no. sortimento e especiali . Despac am imentos 1s o pelo bot cario Manoel Candido s, e de prod-ad e-j~-S a. pasL- IfMecvoes boubaticas, y ilitio, esas e darthrbease.. rnde desalojador dos j oies v 5 poderoso -, i--"'., &-a .. pertinazes quao a'r m 4s n> aagae. lepesito na pharmacia Joa, Eua do ViXlio. -- Jose da Silva, nsRua doCom- 8; tem mnm grand 4 va":i' -de drogas, product ehimico- lades pharmaceuntics. t os receituarios com medica- recouhecida pureza 4 araute aceio, gat W l.adede pre.e Sa. b t.i rd oo e u re .... L n i*,' certas t ra -- Stat sateolo +. BarbgAJa+ Sitio BrejO,10de vembrE1de 1909- .- 'V 1 do 4 ames e -co, spar" 11908 a ra so- .o cader Repreosmtante no i doem Sao6r Um ca.oue card rw-'- - .c itniro'th, ookesz asse. Marc. eieira ,, 1g : i- -a M - V Jbf a ., ~... - 0 proprietArio deste acreditado eatabe- ecimento tendo reoentemente ehegado da capitall do ertado avr-isa aos seans innume- ro< freguezes e ao public em geral que se a: ha com urn complete sortimento de *nercadorias nacionaes, extrangeiras: al,;a- los. nteias.para homes e senhoras. suspen- sa rios. cadelas de aluminium. redomas. extractos de diversas qualidades, brilhan- :inns. oleo *13 baboza para o cahello; bi- ,idas de diversas qualidades, c inservas. doces, copos de phanta:ia, bicos, rendas, sut.xes grega.s. ote etc." Tndo ai dinhei'o A vi-t- e nr' pre'os modicos. 0 PROPRIETARIO OLIVEIRA & NATIM 'c 0bo Dos -IRfMAOS Loja de fasendas. ferragens. e estivao. na Praca da Liberdale. no. 972. Sinceri-i I AlS s Ia" PHAF !MACLA.; SltV~ |
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