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f.4 CEARA-BRAZIL * DOMINGO. 14DE MAIO DE 1911 * t I __ ~~~-~l V~ 19* ANN C-II MITM CI gratido pelo que qu Vae so ainda ientimento T It iC XWpiO pqX. inco-ciliavel co & persaslAo- que o ber corn o faz por ne- (Arist EthNic.). eessidade. Julgar'o elles deveots d'alguma (Codsaoo) cossm AIfonte que lhes tou sede? omeus, litgam-se l todos as -- dias -corn ontros pormein de contracts: mm ioaoes em Ora, nada mais absurd, nada ma- fact do reciprocidade odade alo epondo as arms de noss ar- i repellido pela rasao e pela nature- M as, sorien ello os p.lo gnmentaqdo, n-mbracemor agora o quoe takes illwiaes; logo o fatalismo vehiculo dam uts, de- escudo enristemos a lanva dos adver- a sen congeneres sao absardos em vem spr foar-e al i motive, sarfos da liberdade per atacal-os, e sas conequeficias; logo estA vinga-sem raleo aes si tira ' d'una odo mais honros panr n6s,- da verdade-de que somos effecti- em er f-n m eon - nos estreits limited de sens proprios vamrnote livres.a m- urea oveser a s a'c sazes, onde haearews o pendreo da E aqui podiamos depor as armas emf-c, si tude itniY em ime victoria, enthoando o iaoam iscro da de quo por ultimo nos revestimos, o po er d'lles. liberdadeo! escudo s a launa, dos proprios advern-q mpilamp no 9U Ansim, da opinion que nega a -li- arises da liberdade; mas nlo Dos con- v Oiitue d 4oa -, berdade bumana, segue-se que n&q tentamos somente comn a us derrotA pe-o e ha bern neo mal moral; que a igno- moral; queremos realm nte confan- NL pos aA ao imperio rancia e a sciencia, o odio e osmor, dil-os de mais pertn. daeobriga doon m so ei o approbrio e a hunra, o crime e Temos ainda um. prova evidence fer red ab E a tin- jUnstia, o merit e o demerito,amen- da liberdade humana; temol-a na pro- Ne r "ads o le G tira ea0 rdade, oeviieos eavirtude, pam aa cdts do itaclistas odedab a'ume piiasra, n o pgmam doevoca Eil-s seguinte observe Eo phi- s a t bulos 6eos sem sguificoo. Iosophica de M. de la LUZERNE D indvei lbrdade. Corn effeito, si oe homensas acham (Pis. ;aw l rabwet, chap. 6): Emfm o, pars uao inaos nito lon- absolutamente sujeitos is causes fas- Aconselham os fatalistas aos -que go corn este d nie ha, o a o0 taos ome cessaries, come diem oes hesinteresam; exhortam-nes, exci ules e asa doutrs qua empenham por falstas ercis, clare, aife, tam-n'os & pratica do queojulgam he- stabeleer a sobe prina, quem us to, 6 obvio que as sus acglos, an nesto e util Si realmente pensam que somos dependendo de sua livree exponta- Ors, tudo isto prova exuberante- necessitados a crpenos lives ques ea vontade, n heso imputaveis; monte qu ots tern com ve lirs; per-e ario de todos os arg ents que, per lla~lo, una ba, nem pode quanto, Sios julgaui levados inven- esmperraio de todns oa argumenlos aver acGes moralmente boas o civelmence plans necessidade, devem quo empiham per no provr que mas, virtuosos on delinquents, na- pensar quo o slo, on eo quo lhes pro- Assim, pois o a n dia de sa dat, absolutaente, nada quoe erega Poem, ou ao contraUro. s ioim, otrale, m ham un di de louvor ou vitapero, ren~ompe sa Nolprimei cas, os se conselhos ia;e qu n oh ontradism one systhe- adgo, e as sns exhortao es sn inub e >s; no n i ejaaml desmentido formal aos Forgoso, e muito, A concInir, pois, segundo, superfins. sen s principios. que, sob o ponto de vista moral, O OCerto, n1o imanDam ellen induir Si crem, de boa ft a doutrina homens que trabalham,que noirejamn, os homens sa quo t f6ra de seu po- verdadeira, esforem-se per segail-a que eo multiplcam, e, muitua ees, der; logo, per isso, porque os nse-esani a uando sangue, pela felicidade de alrn amc k m creem quao elles a abandnala e; si so nsrangidos a e seos somelhantes, devem nor postos pdem fazer. -abndonal-a dever abjural-a ia eo- a moesma linha, as mesrn categoria Na enfermidade mandam chamar pcula te o e re dos saelerados, porque as boasac. a- medico; ora, no systhe pa que M do qo ftalmerecitas esto reefu- oes como os climes d'unose eut ee prefomsam 6 aoinda um inconsequen- s os r ataisteos te s ongdne- deovem qattribuir ao gonerosidede cia; nie poder o faecultativo prescre- r; refutdos t6 a C eonfulo. eem ttribr o g rosidade Agora de rbraldemos o nosso pen- Sr pcreidade ma a ftalidadee r-hest quo oe osamernte a neces- dao de victoria obre as estreitess t on essd ad. o, a sito ne itados de ura elle do acampamento dos adverarios vin- onreso, e muito, 6 coucluir quoioa de nadlhesservirt; si de morrer, cidos e couftandidos, e apinhados ao un4 ha difeeng real, e o,do ues.da Ih. mpe4 ir Imo orrer. tremaular de uas dobras cantemos so. uMatre J oanna d'Ar ln bispo G u. e Tom inferores a quem dio ordens a da musica de nomssa conscienci Irt. Joareprimem-nos. quaudo lh s desobe- psychico--mona. em harmonic com E deevidenia geometric, pois, deem; castigam-n's, quendo hes ease cre d voses quo chamraosn quo taes principios e takes consequen- faltam corn o respite on qubndo el- condnson ulnime dos povos.-o can- :ism nopugnam so born sense 1& leaeorram; mes, si lWes, coitados, ticods liberdade. nas megos quam o nmbilismo deteao l[a o livroesem bedecet-heo, eumn Liberdade! principio universal, aai que abo a o abuio depe-bo ta idoe e m mers el e eter o r s as lv e moral, vrespeital-os, entAo"s sn ordensim a el eterno, sv mal 9o"l bnrat, asisu- reprehensqe.. 8 tL, n -o saberinms explicar Mas ia r p sm aqui as conseqUM a tua atelae d o I mospllab, Segundo a nonstruosidade d essa. ua.- le, coi -hr e-poue8 smonumentos de do espirito human, tods leg.10 9e gredo, um accident dA vida,t ngal.' rmM tagedie quo os Sdom esp o ands, teds1 6 mutil.- particularidade do fmilia; fazem o l E d facto, pars qu o legsiado- sirm d'esse amigo uam eomo recer i e I grande cesanica, in- Ero de, ato oem paraossque, onalme o culo, am como depositalrio d'essw in vl e insonudavel, salve! tresf so homem posn odar afu gredo, d'esso occidente, d'uessa p -- o poderiamos compre- te, effcazmente, ordennr-lhe a a vUiTe _.Tbatalhaa do genio, esses do mal e a pratiea do bern, 6 onMdi- a ddewTtria qe e. lento, esw d creauoes qjo imprescendivel, 6 codigo8 U- n am, s uo inoherentes, iaquo ev ueamoeso tempestades fMau- que tnha elle o pod.rde qis, extremamente desar p o 1 rteqamos emnfabul a faPer on.eguenciaalna, d' opi- d 830, an- saibu percsberiamos a raseo nils, on d'esns aber ,amc ^o di- no ha liberdade, a flde da ex- C eroes quizeram antes mro, onegue-s, as lmenta quA ted d o s expliea,-- unm eit.ou .. sppoe ver pollmudsas vestes sE con quo direto ento inc E povos reivindicaram Mas, queeoiweasi dea wa? foad e-o? qeima l \ oiveaoe naioeam rsdos-- a inutil a tewo on e B & ondeli- rm a 0qua I tos prio derei estranho; nlo enten- deriamos o por que os juastos entraram em combat com as suas paix6es, preferiram A vida regalada a quo os convidava o mundo, as aspen.- sas e os solugos da penitencia, e, as- sombrando a naturesn comr a mage- stade de sens eacrificios, etregaram- se voluntariamente & more antes que renegar de soas creagas. Liberdadel potencia unica e abse- luts na terra, inaccessivel & forga e irreductivel so numero, salve I Sem ti, que sertamos nos? urn me- chanismo fatalmente governado pelas leis mathematics da material cosmica; Dnio poderiamos modificar o curse fa- tal de nossa vida; no aeriamos se- nhores de nossauns detenrminagoes e de nosos acts; ninguem poderia xigir. nos a responsabilidade de nossas ac- gOes; a consciencia, esse demonio de SOCRATES, quo nos reprehende, sense Rhadamanthe de PLATAO que, nos esmaga,. quands perpetramos o mal, serial o maior doe sarcasmos; as leis con qae a religiia e a sociedade molelam a nossa conducts, seriam iti ds aorrbitantes; a jti que co oeius odelinquante,rduego sem entranhas; os tribunaes e a ma- gistratura,faras de theatro;os premi- os que se concede i hours, como os laurels corn quese cor6a v'rtude, preferences odiosas, dimtiancqes in- justificadas; neohnm discrimen have- ria entire o salteador de caminho e o animal que vive de rapina; o mal e o bern desappareceriam, em se a logar d'elles Nerja substituido pelos cano- nem da moral determinists o mais grosseiro,o mais ridicule utilitarismo. Liberdade! phenomenon horrivel- mente sublime e admiravel, salve! Sem ti, a forga substituiria o di- reito, e a humanidade, abandonada as aceoes teleologicas de que nio temrn consciencia, soltas as radeas do de. ver, despenhar-ne-ia no abysmo fatal da degradaClo e do vicio I Liberdadel essencia de nosso ser, lei de nossa naturesa, alma de nossa alma, salve I salve I salve! Padre Joaquim de Alenowr Peixoto NOTA: 0 euctr 'd'est. emripto *deix do* f__^-_lk% -..R Cautau e riho 23 (13 maio 911) Si men destine cantar e rir; si Santo e rio-me de S todo n'esta vida, porque no castir- Ste rir-me de ti, mandacarn? Em toda parte te vejo, Velho geio, encarangado, Co' o ten barbigo de espinho Sempre, sempre arrepiado.. . Aborto, monntro da flora, De maut erguidas pro cen, A' Dens, parece Ihe pedes T& quo A'amacW'u : MTvesl- Dado, perem, Dens t'ouvisse, - Nqo cobriras a feura; SaNo debalde, pois, os rogos Que tn fazes, creatural Mas contenta-te co' a sort Qu'em series assim. .6 sina; Pois to tens entrada franca Co' as damas na medicine. Josd Ferreira colhido candidate pela Conven- SAo de 22 de Maio de 1909. Eis o seu programma que trancrevemos afini de qu' o p.'- blico conhega a superioridade do; intuitos que determinaram a sui creag~o: fnpru para mau tarde qusdo comontroB enfe- I-Defeza da Constituigco de 24 de chal-o em livro que teneons publiesr. Fevereiro de 1891; recobhecida como premature e inopportuna qualquer irevisho dos seuns textos, cuja fiel ex- tecuqo basta pars assegurar a Repu- FAntio X Mblflcn blics a reslizagbo de todas as aspira- oets do ordem, de progress, de ih- C- fld, d0 Cu berdade e dejustiga. S Defesa da autonomia dos Es- tados, no@ termos da ComtituiAo R b o rn a o Federal, cujo art. 6 nuo precisa da Recebemos am fasciculo so- regulaentale eadecretagLo de leis bre os trabalhos da Convensao que, assegurando a autonomia admi- do Partido Republicano Conser- nistrativa e representaq&o political, vador do CearA cujas fileiras compativel corn a esma Constitui- tambem pertence o povo Jo-zei- BCM dos territories adquiridons pel rense, realisada em Margo ulti- a susincorporalo, como Eslados no mo na Capital do Estado. Unito Brazileira. Este novo partido, cujo direc- III-Defeekde leis que assegureoa torio central 6 no Rio de Janei- a liberdade eleitoral, garantindo a ro, obedeceu a nova orienta- pures do regimen representative a r~o, obedee anovaoricetaeffectividade do pnrlaciplo' eoastitaci&- bo altanmente patriotic e tern l da representagbo das minoris. por fim congregando todos os IV---a) Defesa dos apparelhos A- elementos conaervadores,manter nanceirosactualmente existentes, ma- a permann encia e estabilidade do xim no eque rspita estabilidade nosso regimen conatitucional de cambial e voloriarsgo gradual da accordi c corn-a tonoa m o dsa come prepare parMs a cir- accordb com a platoforma ap,- culawae metallic do omoso paiz. sentad pelo Exmo. 8nr. Presi- 6) Revieta do regimen trnibtar-o, dente da Republica quando es- conentaneam corn as nosas necessia- lk ip ,o i ._iE0 P TJE EXPEDIENTE O dEEATI.'- p.dica-se seiualmente RIEDACT'' OR-('1"i'F--'a Ire Joaquin Ile A l_ 'int r I\r i'',to. GL'SR:NT"--Fr;'.nc'--, [.. Tourinhl ASS'I'NATU itAS A n o............. .... .5 ;'O0 Sem e.-tre............. ...:.... ' PA(-:AM-:NTCS AI JANTADOS As pil:ied'i ,.a;s dp i-nt.-r -" .-'r::ez cs anii Iicioo ,d p-mllnl '.. ( \ctIO, slIl- i, o 0p:,gaiumit a.liant.ad.. A re.ci.:io nwo I r!esponiavl ;los p-n blie i,.'' -s *inIlictorio;n ~. n ip'las ni- llicas a;o h-ia al ,assigiaii s. Ace-i;'.m- e artigo. d(1 r,, lo. .cionc''. littera.tra-etc. prehenc ..i nld c rtas cvon- diiCeus. nWaMi.i' o gere1cia t-yp'radiia=nluai P]adre Gi:cero-n". 343. tecgOes que sentimos em lace de nos- *as acq5t-s, nao se poie explicar si- ftao pelo sentiment n.tturai qilu: te- mos de iossa liberdade moral. Esse t-cho universal da conscien- cia, qne e o ecl.o de nissa naturesa, i-o dU, pois, uma prova evi- nentiss.ia d'e:-te ta:cto psychco-de iossa lil erdade; logo -,)mos efectiva- niente livres. Prove:nos a terceira palrte: 0o c.1- furso h'::uano... Um r n-ro de vozes universaes, em pulcherrima harmonica, levanta-se por ultimo em a'lminiculo, emi t.i.vo.r, emi defesa da ver-ad mcmetaehysica du livre arbitrio. A oppiniaoi q,.e denega obstina- damente estate ,la-4te; a ,ippiniiai que procura varrer o de prtatdi dom pojrf e nos .-t:iiguimus d A0 demais series da creav;o; a ,)piniao que nos arrauca da froute essa coroa de rei do universe e a calca aos pes; a opiniao que expelle de nossa casa essa hospede illustre que preside is nossas aco&es, como As aco5es de ca- da unm, como as accoes da humanida- - de; essa opiuiao de meia duzia de philosophos que s5 parecem muitos porque sao turbulentos, e tida, e re- jeitada universalmente como inm erro, e repellida como metaphysicam nte absurda por todo esse coro de vozes universaes a que chamamn.s-cousen- so unanime dos povos. Tern aqui sobre este plnto a pala- vra um distinct philosophy con- temporaneo: ,n&o tenho realmente motivo de tranquillizar-me em face da divergencia de alguns homes, quando os vejo obrarem e fallarem como se estivessem de men accord ? quando .vejo os mais consequencess estabelecerem uma moral e aconse- lharem a pratica do bem? quando en- contro no vocabulario universal das linguas as palavras-direito, dever, castigo e recompensa,--merito e de- merito? quando, em derredor demim, todos os homes malsinam os que perpetram o mal, como louvam aos qne fazem o bem? quando nao ha se- quer um phenomenon da conducta hu- mana que ano implique rigorosa- mente e de emnimodidade different este facto de liberdade que sinto dentro em mimr to vivido como o oxigenio e tao profundo como o ocea- no? Certo, tenho o direito de, aber- tamente, crer em um factor condrma- do e constatado por tantas testemnu- nhas em orchestracAo com todas as cousas; e, quando mesmo nia hou- vesse, contra a doutrina que nega a liberdade, mais que essa contradictao universal em que ella se acha corn as crenwas humanase corn tudo o que exprime estas cren(as e linguas e conduct e juizos e sentiments, seria mais refutada do que talvez merecesse. Vingada, portanto; dos ataques de seus adversaries, a liberdade de ar- bitrio on a liberdade moral, aqui podianios depor as armas, de factor -tue depomol-os, per embracar-lhes agora o escudo, enristar-lhes a lanua e atacal-os nos estreitos limits de inar as cianQas e aos moqo, S- ie ambos os sexos leitura e e.- S ,. *ripta, clementos de Grammutj-- .^- .-;..'.. .-, '' *a Portugueza, Arithmet.ca, .- , 3eographia e Historia Patria,- Sque fundou um In-tituto musi- 'el, e tern casa aberta, u'nde o 'rphAo encoutra o pao para nito morr-ir 4 fjme. S ,E' por sua extremosa bonda- Sde, pelo amor devotado, pela ca ridade praticada em larga escala, I)eun fez o astro p'ra luzir nos areas, pela sympathia-condao sublime A meiga rula p'ra gemer na selva, dos espiritos de eleigao, que elle A borboleta p'ra brincar na relva, domina a vontada e o coraqao do "" A branca esplma p'ra boiar nos mares; &, povo. SI Dens fez o eysne p'ra vagar nas aguas, Eis a cusa'principa-de pro- S doce orvalho p'ra border as flores, grtessos do Joazeiro, e nao o to0 A meiga esp-tan;a p'ra acalmar as does, falado fanatismo! A ouda altiva p'ra rugir nas fragoas; Fanatismo !... Con c e p r a o I)eus fez a aguia p'ra voar na serra, grandiose qne domina o coragio ( passarinho p'ra cantar nos bosques, A floor mimosa p'ra enfeitar a terre; E quem no mundo jii xistiu ou existe que nao seja snggesti- Deus fez a nuvem para os ceo- azues, onado p )r esta paixaj immensa, Deus fez a virgem p'ra viver Fanatismo Por fanaticos pas- Segundo WANDERLEY saram todos os grandes homes que abrilhantam as paginas da Historia da Igreja Catholica. sew; aaz:e, como o faremos, em con- Um povo qae comega a se e-; Fanaticos sublimes foratu S. clusao d'este escripto, no proximo ducar, bebendo nos livros c pra-' Bento, Santo Ignacio de Loyola, numero. ticando n'um meio intellectual S. Domingos, S. Francisco de id6as e theorias vantajosas, nao Assis, S. Vicente de Paulo, D. Padi.Toc,;iun de. A7cncar PI'xoto podera, jamais, deixar de mar- Bosco, Joanna d'Arc; esta ulti- char.na ver tU grito do sua independencia ve o Bispo Couchon-o unico COLLOBORACQAO municipal, cujos echos vibrates qua nao se commoven cornm o su- .... e ublimes de patriotism, reper- plicio atr6z da santa e quo ria- a cutiram ao long, evidenciou po se... JtOVtn0t1io social 0 sitivamente que, sem suggestoes Mas, a despelto da inveja, do de fanatismo. relig oso, que en- odio e mn vontade de alguhs ho- joazetif torpecem e atrophiam a parte mes, sempre postos em acqao, a* Loral d.hoecm, a mais bslla vai este hercico e nobre povo S ,, a po A eTe Nva urma demonstra- marchando por caminhos, cm- Cotepndo a h p ;ao formal de sua adiantada cul- bora" bordados de espinhos, a grese va der nm pore nunca cura do espirito, buscando a luz e conquista das palmas gloriosas observador amad recido na cs f verdade pharol dos povos que o future the dard como su- chola da exper'encia, com 0 cri grandes! blime recompensa! terio que the peculiar, perdeu Homens que trabalham,-qne O movie ment social do Joa- de .ista as cauas determinan- H es qu trabaha-qne 0 moment social do Joa- tes d'essas grades metamorn- comprehendem a vida,-que se zeiro e auspicioso, nao ha duvi- hoses dquessas goperandes a vid- movem,-qne se agitam, e se da. Tudo marcha; a terra.d culti- o1 o ope na s i _na sentem deslumbrados aos tons a- vada: o commercio florece; a material, principalmento na sua bemolados das vo7es tao subli- industrial nascente desonvolve- A scinciaem fact d philo- es de eloquencia d'esses vul- s ; estreit m-se as rel;',oes dos sophia nos ensina que. sobre tos, cujos espiritos,, depois da povos visitihos. Todos preparam- qualquerpontode vista encara- morte, parecem adejar ainda e"m se A tomar parte no grande ban- qualquo, nero haeffeito sem causa. torno da tribunaqu em vida a- quete da civilisaoo, Umconjuncto do circumstan-brilhantaram, ah! no os consi- Ura ancia de saber e illu- cias chologias qe se geram, dero, nemr fanaticos, nem anut- stragio domina o espirito da mo- ychol a matos absolutamente nao cidade, esta bella esperang:t do cuja origem escapa as mais pe- E quem 6, por ventura esse future. netrantes vistas do obervadorhomem tao singular qu, em to E' o sol d liberdad podu recer a casa motriz appa-d'esses curto espago de tompo, ao seu zindo a alvorada que illumina a randes moimentos que d'esses influxo benefico, tecundo e mora- consciencia e a razao do ho- grandes movimentos, que des- lisador, semr soluiao de conti- metma lumbram, e enchem a alma dos nuldade, v;m. qn l astrorebri-] E'a luz dissipando as som- povos naso encrands cmmoes dos lhante,dissipando as somnbras que bras trevosas da noite da igno- povos, nario que iaran o facho re- ennoitavam as intelligencias, at- rancia! volacionario quo incenleia nem traindo n'uma convergereca ad- Eia humildade dignificada e o camartello que derriba nem a miravel as nmelhores vontades, os elevada ao zenith da gloria, pro- proscrippao qne despovoa; mas melhores elements, intelligen- duzindo o grande milagre da re- somente mir-am a idda que edifi- ias utas, tudo, m summa, de nascenga da uviisa a l ca, que reforma, que illumina a cuas, tu m summa, de nascent da civiiisao ! consciencia humana, e fecunda que soe faz misterpara o progrxs- E' o consorcio da sciencia Screadoresd aas so e eigrandecimento de uma corn a fi-dois attributes -duas os genos creores e altas sc- Jocalidade ? esencias-duas luzes na mxima enas. Esse home que, na grandeza otenciadosaudeslumbramento' Faendo-se, co. o precise i de sua humildade e de sen amor ramento terio e dicermnimentoumra analy- a se sobre o progress material e e compaixao os pobres e aos que Raymund6 F. Lima Siebra sd 3 pm f coni eo artir o da..o intellectual do Joazeiro, chegare- mos a mais logica conclusao, ve- rificando que um home que se destaca na ordem social, como urma verdadeira excepq&o, temr sido o maior e mais poderoso fa- ctor d'esras operaq5es tao pro- gressistas e maravilbosas, que se vem, a despeito de invejas, odios e perseguiq6es, desdobrando no campo, onde a actividade huma- na peleja os combats pelo bem, e pelo engrandecimento da col- lectividade social! de seu grande prestigio,de sua for- ca moral; esse home admiravel e muito, a quem. as multi- does proclamam-bom e justo-- o puro entire os mais puros; esse home e o Revdmo. Sr. Pa ire Cicero Romio Baptista-o factor dos progress6o do Joa..eiro! E' elle quem promove a fun- daono de Collegios, institutes de ensino primario e secundario,- que tern professors contratados com o dinheiro de seu bolho, para Joazeiro, 6 de Maio de 1911 A ALGUEM Quando, depois do sol posto, - En passo i tuajanella, Julgo ver alguma estrella Ao ver teu candido rosto. E, se algum furtivo olhar Me euvias, lyrio bemndito, A estrella cae do infinito -Sinto-a no peito brilhar. Age A cata I ftoMpimento , Assim que entron em casa, sentou-se ai secretria, pegou na pena, e c mw muita raiva, zan- gadissimo, ocz se a escrever. Nao; nao Ihe era possivel duvi- dar : essa a quem elle adora, foi: durante todo tempo que o baile durou, a mais perverse, a mais abominavel das namoradeiras. Cos! corn que requebros ella reclinafa-se no ho nbro dos val- sistas corn que languid aban- dono ella se en)evava corn o par t Agota o mogo escreve estas phrases de vinganga: aMlinha senhora, nao a odeio, porque a desprezo Por si j;l nao sirto nem amor, nem colera, Hoje vejo-a, como a senhora e : falsa, mentirosa, parfida. Mere- ce todo o despreso, e, se por mais uma mentira impudc-te, a senhora tentasse siquer defen- der-se, eu nao dar-lhe-hia ouvi- dos>. Interrompe a escripta e pae-so a pensar. Realmente, si a moga procurar justificar-s., elle negar- Ihe-hia attengao, chorasse ella muito embora, mesmo quo se a- joelhasse a seu.s pds. Correcto, esse trecho da carta. 0 comego, porem, no Ihe a- grada : seja embora 'esprczivel, nito se diz tal a ma mulher. Mesnio para corn as peiores cre- aturas convI-m conter-se um he. mem educado. Pega umz outra folha e escrev 1: oM1ina.-. senhora, sniba que a odeio. JA nio lhe dedicn amor, tamanho d o meu odio E creio que seo a senhora tivesse. a uda. cia de se pretender innocent, eu, legitimamoate resentido, por minhas mtaos.... Nova interrupqao. Desta vez, fui muiro al6m. Pode-se execrar uma mulhec, dizer-lhe, mas nao am-eagal-a cornm uma vinganca brutal... Todavia, quando nos sentimis dominados p-la r-.iva ? Talvez fosse preferi-vel nuio ape- gar-s3 tanto a essa raiva... Apanha uma outra folha, e escreve . Minha senhora. se eu nibo a tivesse -mado tanto, votar lhe- hia cdio. A lembranga e o res- peito desse meu amor, quo 6 fin- do, mer-a. de Deus. poupam-na ao meu odio. E, se por acaso a senhora ousasse justificar-se, se- ria em vao, porque eu dar-lhe- hia as costas, corn uma ndiffe- reng tranquilla,. Perfeitamen- te Isso sim : nao e emphatico, e d digno. Diz, de modo categori- co mas semr ultrajar, quio forte e firme a rua alma, resolvida a esquecer-se. Emtanto, o moqo torna-se escrupuloso : sera razo- avel falando em tranquillidade e indifferenga ? Quando se confes- sa ter-se tido tanto amor, nio 6 possivel traiqies, embora .ffir- me-se que de todo ji nao se ama, sem se expor 4 censura dcle ser cora(.o voluvel, e bemrn depressa consolado. Separando-se da mo- 9a, nao desejava elle autorisal-a a acreditar e a dizer que elle nao era nada merecedor das fideli- dades que exigia-lhe, a ella. Vi- ria dahi o ser a moga menos c.l- pada. Conjectura por muito tnm- po, e... nova folhade papel, na qual escreve: ,Minha senhora, amei-a tan- to, que nao me e possivel fbz&r cestar este arnor, sem me seatir pezarcso. E se a senhora tentas- Ii I _ ,,__~~~_~l~C3Pfi~i~~Z~JI~Z~FC ~Y ---- I I 0 REBATE se justificar-se eu me retiraria, mnas nao sem m n scntir profun- damente triste>. Pois bem! ainda nfl, agrada ao moo esta redac~io. E por- qu e, ora v-mos! assiste-lhe o di- rulto de n.; ouvir -aqualla que, por tanto e tanto tempo, foi a sua enarmorada ? Os mais severos juize,. inte.- rogam aos accusados,. e tomamn em consideragfto as su is respo- stas. Sabe perfeitan n e que a rnopa e cnlpada. Entretanto, as laltas ccninettidas por ella nio .-ao assim tao graves como elle j ulga e talvez possam ver descul- padas. Oh! nunca elle ha de per- doar-l'ie : sera, porem, humani- tario e generoso, emfim, digno de si metsmno. nao recusar a in- ditosa a possibilidade de se mos trar menot culpada ou merece-r, confessando-se arrependidai, ma- is suave sentenqa. iT ais uma fo- I ha de papel e escreve: (Minha senhora, amei-a tanto e tanto tempo eu a vi amante e field, que nao me era possivel jul gal-a ir:emissivelmente desleal e inconmtante, Assin, pois, venha, venha, procure justificar-sc. pro- var-me quo as apparencias me illudiraip. Atira a c;neta para long; se ella iease isso. nao viria. Co'lhe. cc a moga; d orgulhosa e imper- tinente, principalmente quando -.o tein razio. Melindrada, nem ao menos resFo ide, t do termi- narai! N.o ma.: elle vera -.quelles olhos pequenos, de um pardo doi- rado, onde -t hypocrisia e tao pu. ra, aquelles labios adoravei', onde floria deliciosameetc a men- tira do beijo. Tremen-lhe o corpo, repousa a front nas maos, o seu coragdo aperta-,e, como que o mo0o senate vontade de chorar. Na mesa, s6 ha uma folha de papel. Apanha, e n'um impeto Ide enlevo, elle escreve: e verdade que tu te reclinaste entire requebros no hombro dos valsistas; nao e verdade que tu te enlevaste com elles... Eu vi mal, eu estava louco! Veto, vem! de joelhos pedir-te-hfi perdao de ter desconfiado de ti. e tudo serd delicioso, comtanto que nao recuses nem o teu olhar querido e ingenuo, nerm o t:u beijo cin- cero.)) Catule Mendes t- Regressaram a esta praga os honrados commerciantes majo.. res Fenelon Pitta, Jose Xandfi e Assis Siqueira. lia giam Para a capital do estado, aon- de forani A negocios commercia- es, seguiram esta semana os il- lustres cavalheiros coronel Fa- .usto Guimaraes, Jose de San- i'anna e Capm Arthur Ramos, criteriosos commerciantes d't.sta praga. A todos desejamos prosp&ra viagem. te pasagit Esteve entire n6o, visitcndo- I nis,o illustre major Baptista Si- Iqueira, de Conceig ao do Pianc6, .estado da Par;.hiba do Norte. Ao distinct-) home de letras, que tantos beneficios tern pres- tado Aquella villa sertaneja, a- grradeci-mos-lhe, penhoradissi- mos,adistinecao da visita com que nos horror, fazendo a umu tempo votos pela sua piospera viagem Aquella terra. 0 credit brazitire O governor brazileirc constru- iu um emprestimo de quatro mi- Ihoes e meio de libras esterlinas para continuacio das obras d - Forro do Rio de Janeiro. 0 suc- cesso fiA co.npleto, o typo d 92 e o juro 4%. O imprestimo foi c o b e r to 15 1/2 vezes! - Arbitragem aughl-aeritaa Corn o maior enthusiasm pre- para-se em Nova York um mo- vir-.ento que, abrapando os in- teresws commerciaes, tern em vi;ta fazer a mais vasta propa- ganda, dentro e fora do paiz, a favor. da arbitragem anglo-ame- ricana, cuja idea e do presiJente Taft. Colkglo Aftovio Vitira Jesuitas expulsos de Portugal compraram na Ballhia o conheci do collegio Florencio e o conver- teram em Collegio cAntonio Vi- eira. E'de esperar grande prozpe. ridade d'esse estabelecimento, porque os professors sao, nao ha negar, sao os mais compe- tentes. Assim, corn as asneiradas da Carmagnole de Lisboa, vae lu- crando o nosso paiz. Joaqim de Almuida Foi transferido para o Rio Grande do Norte (novo bispado) o intrepido prelado D. Joaquim de Almeida, assumindo a juris- dicq~o do bispado do Piauhy, mons. Raymundo Gil. Mais um outro oollega acaba de permutar corn esta folha: O0 se edicta em S. Felix, estado da Bahia. E' seu director e proprie- tario-Demetrmo de Araujo. Pe- nhoradissimo, agradece-lhe o 0 dRebate. a permuta. l(etas a rfcolifr Sergo recolhidao sem descon- tos atd 30 de junho as seguin- tes notas : 5*000 da 8,% 9V e 10 estam- pas 208000 da 8.e 9? estampas 100$000 da 10. estampa. Fabricaqae na Inglterra .. . $000. 50$000, 100$000,.. 200$000 e 500$0001 Essas uotas soffrero descon- tos desde 10 de julho em dian. te, sendo : 2 o/o nos meoes de julho, a- gosto e setembro de 1911; 4 o/o nos mezes de outubro, novembro e dezzmbro; 6 o/o nos mezes de janeiro, feverei-o e marco de 1912; 8 o/o nos mezes de abril, maira e juuho; 10 o/o no mez de julho dc mesmo anno e niais 5 o/o em cida mez que seguir, ate perde- rem de todo 6 valor. Serto trocadas em moeda de prata, sem limited de prazos, to- das as notas de 1$000 e 2A000. E' facultativo aos portadores do troco das notas de 5&000, . . 10$000 e 20$000 que estejam emu substituigao, por moeda e prata. A 30 de junho finaliza o prazo para o recolhimento e o respe- ctiyo troco de m edas de cobre do antigo cun-ho. Olbar diVlu Tanto pbde o'amor que atW no mar Obriga a pobre e Itimida conchita, A segregara fina margarita De alvura siagniar. Assim no peito men, A Inz divina Do teu radiosoolhar,oh! minha floor, A perola nascen mimosa e fina D'este infinite amor! o Mais ou martyr do -Os amigos que per- demos nao repousam de- haixo da terra mas dentro denosso (oragio0. (Alexandre Dumas) *Se nio fora um poderoso anxilio da Providencia, um ingente adjutorio do' Redemptor, um singularissiano patrocinio do eeo, difficil, impossivel era-me resistir a tio acerba, a tio cruel e cruciante dor. E' que passed por um dos mais angustiosos momeatos-de minha vida de mnoo, por uira das maiores prova- qoes por que poderia passar. Vi nao sei como, com o coraa.o em amarissimo pranto e a alma em senti- dos solnqos, vi finalisar-se, vi morrer pelas 5 horas da manha do din 20 o melhgr dos means amigos, men born e idolatrado mestre Padre Joao Casi- miro Vianna. Tanto trabalhara e tanto se sacrifi- carapor seas parochianos, indo-se tao cedo a vida, quando tao necessario era viver, aos trinta e quatro annos de edade. Martyr do dever, podemos charnmal- o, pois, justamente o fora! Almacan- dida Coraeao de just! Oito annos, somente oite annos fora o breve period de tempo que o tivemos come parocho, e, nao obs- tante nos deixon memories, jamais impereciveis de sea exceptional valor. Fui dois annos e alias sempre sen alumno, pois come mestre o ti- ve. muito aproveitei naquelle tempo polo born method corn que me destribuia snas sciencias e hei de sempre piaateal-o por4ue iamais o encontrarei em sen decent gabinete para corn suna magistral palavra ali- mentar minhas debeis coneepgoeg. Ah! bom amigo e caro mestre ! Lacuna impreenchivel a que dei- xara ! Depois deseis mezes quqguai#ava o leito de entermo preso por indebel- ivel pcricardyte viracomo ia d;sse s 5 horas da manha do d'a 20 exa- a-, nos braces do illustre e concci nado cli ico Dr. Irineu Bilhar, 0 'timo suspiro. Todos os recursos medicos foram -ois impotentes. Fez-se camera todo . ) dia e passara immerso em flores e 'rcado fle -seus parochianos que nao cessavam de prantear o sen ge- Slido cadaver ate as 5 1/2 da tarle quando devia iser transferido a ma- triz onde ia ser sepultado. Em um feretro de fina fazenda ne- gra guarnecido de galoes aureos fora encerrado e sobre este jaziam nove corbas mortuarias sobresahindo den- Stie ellas uira sobre que cruzavam duas fitas de Isetim negro. formando quatro pontas e tendo em cada uma Sdllas gravadas em caracteres r6xos as iniciaes:-S. F. B., saudades da familiar Bazilio. SA' hora determinadi, depois das ceremonies do ritual pelos officiantes Padres Horacio Teixeira, Vigario de Missibo-Velha T Luiz Furtado Mara- nhao virtuoso Vigario de Milagres, Ssegniu o bem o namentado atande precedido dos sobredmtos Reverendos, seguido de numerosissimo sequito a derramar lagrimas pelo :'pranteado morto e tendo em frente de tudo a irmandade de S. Vicente de Paulo, dispostos em duas bonitas alas em- punhando um d'estes a santa cruz atW A bella matriz, onde depois das for- Smalidades religiosas, fora sepultado ao pe do altar da Virgem do Perpetuo Soccorro e defronte corn o da Virgem do Carmo o men born amigo e meu dedicado mestre! ' -Vai. oh! enter querido, na vora- gem do tumulo encontraras livre itinerario: para em espirito transpor- tar-te A morada do Altissimo, porque comtigo podomos dizer:--Pjrtransiit benfac'icndo! 7.;,. -A' toda sua penalisada familiar e particularmente a suas distinctissi- mas irmas e tobrinhi d.d. Balbina Lydia Vianna, Altina Vianna e Pe- drosinha Vianna, meus sentidissimos pezames. Francisco d'Assis e Silva Brejo dos Santos, 22-4-11 pr.jlo L. sff Medico, Operador e Parteiro Diplomalo pela Faculdade de Medicine do Rio-..Ex-interno do Hospital de Misericordia do Rio de Janeiro, etc. etc. etc. Consulta em sua residen- cia A Rua das Laranjeiras na Cidade do Crato. Acceita chamados A qual- quer h6ra e corn a maxima brevidade. promptifica-se A attender consultas e chama- dos para a zona do Cariry por prego razoavel.- l f S CRATO-CEARA CORREA & FILHOS Grande deposit de fasendas, esti- vas, mindezas, bebidas, ferragens, quincaquelheria, instrument's para trabalhos manuaes, artigos a phanta- sia, brinquedos, generous alimenticios, etc, etc. Mantem importaao das pracas do Recife, iio de Janeiro e Sao Paulo. pelo qne recommendam os seus arti- gos, especialmente aos snrs. negoci- antes ambalantes que encontrarao em sna casa vantajosas concessoes em pre- gos, agrado e seriedade. Acceitam e offerecem representacSts para o Sul deste Estado, sob condiqOes modicas. Compram e vendem todos os aitigos de exportagio. End. Gervagis. Varzea-Alegre- Ceara zteruato 'padre Citero" Este estabelecimento de edu- cagdo intellectual, fundado nesta localidade aos 7 .o corrente (margo), sob a direcqao de Ray- -nundo Siebra, compre-:.e de dois cursos primario e secunda- rio. Corpo docente Padre J. de Alencar Peixoto Conde Adolpho van den Brule Raymundo Siebra. MATERIALS DE ENSINO Curso primario:-leitura, es- cripta, grammatica e arithmetica elementares, etc. Curso secundario: portu- que', francez, arithioetica, geo- graphia, historic, etc. etc. PREUOS Pagara cada alumno, mensal- mente, pelas materials do curso primario-2:000 peles materials do curso secundario-5.000. OS PAGAMENTOS SAo A- DIANTADOS. NOTA 0 director garantc aos snrs. paes de familia todG o cuidado na educagdo intellectual de seus filhos e agradece a confianga que n'elle ucepositarem. C xteruato padre Ciceroi, fLnc- ciona a Praga da Independenci, n? 56. AVIZ 3 Francisco Cavalcanti, resitlent3 em Floriano do Estado do Pianhy, tendo adquerido por compra a fazen- da Cant) Alegre do municipio de Apparecida deste mesmo Estado, a- visa que acceita extractores de mani- qoba e lavradores que quizerem se aggregar na mesma fazenda fixando on nio residencia definitive. Chama attenqio especial das pes- soas que pretenderem se aggregar para o seguinte: HA na fazenda Can- to Alegre grades manigobaes, gran- des brejos e baixoes, estes apropria- dos para toda e qualquer plantaqgo em ordem a offerecer facil e lucrati- vo resultado a quem se dedicar a la- voura. E' intuito do proprietario tor-ar a sua grande fazenda habitada sufflci- entemente: garante por isso regalias e vantagens ainda nao offerecidas por. nenhum outro proprietario de terras em condiccoes identicas Quem pretender residir temporaria on de- finitivamente na mencionada fazenda Canto Alegre dirija-se ao proprieta- rio em Floriano. Floriano, 15 de Junho de 910 Francisco Cavalcanti Acha-se exposta a venda, no Crato, uma boa casa sita A rua Nogueira Accioly, no 60, corn cinco portas de frente, muralha- da, etc. Quem pretender compral- a, dirija-se ao abaixo assignado que'todo negocio fara. . Joaqnim Saldanha Maia GRATO i o* i OREI r" -F _ DPATE -- 4>- '' ~ >a ~ --.i ^l ^^ I^ H ^ ^ B. ^~ 1; *-- i . gm, -c S .- - -P i^ --^ --- S APATABIA CASA PYRL.TECH1cA ECONOMIC 1DOBA PERSEVERP !N A EstaCaza se encarrega d- qua- PAULISTA in-:- trabathe que diga respe1to i CAIXA INTEjNACIoNAL D)E PEN- Est s; itaa se n:u -rrea d+e logo e polvo:1. SOES VITALcIAS. ,in- Fr t.alho ,todus em .,u f roF!-I.. daz;a a 15000; fagos de Approvada prr Deereto FederaL com .'. r to~ev' ,,r,, e 3 lia~umbas,duna! llt: bi5r tape .-- duzia deposito.- de arantia no Thesouro Federal, _-a:-ane a .eus freueses otr, que 2,,7',: e,-pida.danzi 40-e0: craveir.--, propodiol:.- o capital de se.-.. de m7l ,, ,, u-.- s art n.-lL :' e dt duizia 340'.;; pisTol-tis, duz a 34 -; iconros df r.t'is. P STiiats dznia D 1111 iieto. du- a!R f Junta "',nmm.rcial 6v * -a .l u t os ra-iuaLti-. r a]-rIa c.-'l - . ,. c ,a :e < ':o %r'- a al u-r. e '-. V .1 ... .+. E. l z L. A -A 1 A- quaTA C L O 119 .. --- L Iu ,lidad -- ,-1 .....I T. A Al- -- . .0L. 0 AA R IA'rn.; S-- M- ,,. ---- -.. r : A I ".:.:jr,-:' -.':::++l'. rig q~iv ., r~n. :':::,- fA pO.IIL,AR j : : -.- ,. Uzi 7 ,- ,-.U, - Do:s IRMAOS L<.ia d,- f.-e~ndAs-. ferraerns. iVk... i-i, Fraq:. da L;iu read n'-. 9~2. Since-r;- -ade'- de io 'i. modijidade de, pre''. e ff-biidat.e dC-- fre-'-esia. Dimnla-:i Siqueir.. & Irm.. FUNILEIRO Officina comrplita de todos o artefaetoi utensilit em flandres. com grande ,orti- mento para viendas em grosso e a retalho. Si acharem outro barateiro. no -ha dde ser tanto eomo o proprietario Joao Antonio furtado. Pra*a da Liberdade in. 971. de fazendas imereadorias eE-ivas, ferra- .ren-. chapeus. Tendo receiido do Gear; um complete scnrimento dos artigos acimn .neaeionados que- so vendidoe por pre?; -emi competencia. convida todo o public para fazer ama visit a dito estabelecimer_ to que se certifiear- do que s affirmado. VERDADEIRO QUEIMA! APROVYEITEM! APLOVEJTE.M JoLO Eaptista de Oliveira. Ela Padre Cicero N. 336 sapatarla bea d epmw Esta Sapataria de Joaquininm Beserra So- aeha-se a disposi~.& do publieo e c . migos e enearrega-fe de tode e qualque rabalho em colro com grande prest6ea, ,odieidade em presoa. R a do Cruseir .-_990. - m d- or Mr os .n-p-; r.."A, r-J... de C' i ma ,- .... ,m1 M S,. 4.m 2 n4.10 Pali... -- T ,. ,nn l 'r- e- F .-,Fa i -_ "'t. 1 E'-.-.. lh-nk. a- p 'ait. pr I- it d eMi JLl: f~~~zo: s Cl f A--, A cara durat. dazia ]-I.'t:_; exqnu-ito. du- za l .ui: r odinha d-saia.,dazia l :, : Lau.:ria. candeilas romanas. 14'ji: *-- t'ias d S. Joao. duzia 120: bur- ioietas. duzia 13o. Pr-"c-es estes os mais ris)aveis Joaseiro. una *- CC'nei,.' 12, 12-' JisL Gu-nes de Almeida Dada SRtio h" C-. Th' Ten d( o nc.iteerua ( eoruens. I'de em S.PAUL': RE1A S. E-NTO. 6i: Anticmintor-lo jo om antiia o rr n ' BARiiALHA 0 rei dot d-puratise Preparado pr $Sivisao Jc "' Approvado pola lnspestoria .- i- ,e do Ceari e autorisu:do par dere:c:.. - Novembro de 119:e. 0 i-;Ua 'ai -..t'Ir m 7 t'.'>'r 7-,t p.ca :' d ener r sIfiM 't 'e Tom',i'/a. : '.. v Filial no Rio: -A ,T DE SETEMBO. cr d ququr nIrer r: 113 .mo, ernn peule: aEs.--ofitr-.: (','.,r.s .' - ENTRE GON'CALVES DIAS E AVE- etia de ori.qo .-v.-er-ia:.o Et-iX LA-N -A-NA en,'u::n i n ,,:u :,:- MDA-CENTRLAL) e ralpida EgRE%1OPlL A venda nas P.armol.'- n - PIESi)ENTE-S-euIdor Luiz Piza. ierera. Parmacia SilR.- S enador Eitadoal ex-ciiefe de Policia e -x-seere:ari-. da Agriciiltra.r do E. de S. Puilo.. v'IlETA IA-Commeadador Lonecio Gunrrg-. da firm Silva Seabra &5 C".. da Ftbhria6 de Tecidos S. EaDrnardo. GERENTE Dr. Clandio de Sousa. me- dico e industrial. THEORilEIl'J-D-r. Gabri-: Dias d Silva. advozado, cait:alis:a. dir'-eor de XAROPE 3asasoa de To.l e Eu '.' : Com'-o'to '. ])pre raj u ". , M.aan.)- C l T. D -- S.. ....Compaia aidutrl de S. Paulo e d hu n' .1 -" ".. 7: .,. .-. '. .:e- S*I A ,- .L.. .' ,,' , pi -monar: T 71 _' r A-C Cie al-'as. ."A ARMAc A r7ytesi ( 'ift? ae,:. -A venta r.. a ; .C... n. ".el h Fi,-mial Pharmacia Jost Canulidlo Ilui. d., V." i- eophilo A. S. Cavlcante. -rn m. S :r. Co de de Praes, Director. ut.O i".l-i 4 ra 1ar a do .. ( o d- ,o Paulo-E -nto. r. C- ) *.ira Aci.'-i'. vrodio '. o3. com- ronel Fernando Prt.-s. vie-iiro sidento i )s ses Amo'. e fre-uezes que do E7tado--Eario de Dnprat, direct or dr. da a formado sforsand-e Coman I u=:r.l de So PJ'ul=Dr. p-ei arado pelo b)t ar:, n,- t'cnuAnu:e.o dC.- nsas estimadas R)dol!pho Mira:.da. proprietario da .:;r' da& L.ores. < ue ... ,u s.-. ca. d- Teeil--, Arethusina. dCe ir i."r"aL rigosa i .. at: -.-s. .. ..-, Crate 12 de Janeiro de- 10d -Dr. Joo ,1 im es rop r _u-sas c t :0- . I .-dieo e- ]irori-t::r.c--Piarm. L. P nto Eo grI ad- >.dl jr o., hag:'. u-u-s_ A: Quairz. d firma. L. QneiroT & C. ciadc-- o ,- roo nu ... ..- -,--. j.. proprietaro de. I)rz-ria Amnericana e doe' u,- pe -n:-r. -.::: -.u: .- i i5 4 Fahrica de pr-,'tiuteo chi ciheos Dr. Pedro na i riuqar-a o -' .u.. P a PonCu)! e Dr. I oe,,fr r l G f I.. 7 aui'v: I a ..7 1: .ro, en capntalis.a Tw ;,,, r diO 'a-as,. Si.0, fa-enaas de rado0 A ECON 'IISADDA PALISTA 4 p: P.-,i-er-n n.I-'. n-t- mumliciplO no termo die Sant- ; ma soiedatde muua.. coin fisealidsa:s do Auua do Carirv x eudIr. Governo. cujo fim estabelecer una REN- .-1, Ro:lrigtre Momnteiro tend" de DA VIrTAICTIA mensel. em dinheiro. aos :' :Trar-se de .:. v,-, Far-"c, (- Lima' c.'-de semp;re ;-lt-rada, declara. a Os socios do Caix:; A pazam 5S900 de- ti--n. rti,.ati,1ad-. r -i. a d.t-* t'que' eit.--r-.al qnne estao exp)3tas joia e 2S500 de mensalidade e tem direi- -tama- ci taia ,-,,,-:'ta- Ca. han a veda tidas snua, casasnaesta cidade to. no fim de l1. ninos, a um ensiao que *it a i-ua (ip <- anl- '-- e' ao e suas anrTia, de zado :ie-,te muni- nao sera makor de 1505sK0; por mez. S u da l na 'van laia.:. cilO e no t -rma de Sant-Anna do Os socios da (Caia B. pagm 5Su00 de - ra, .- ,dRu- u ova.1idal' i' Carvir e mais an sitio no mesmo rti *ooa e 55(0 de meiinaalidade e tAm direi- -ra t ar i'-a 'L-A D a' "i-zEIz O f eridj t-rmo dc;.- ;inln,. ,queIQUOU io- to. no fim de 10 .nnos. a uma penso que ic -m engen1ho d. Itrro e easa propria. no podeexceder e 1005 por me. 1,,, I'JrinnU i Icasa de ,Ivenda. tudo de ttlha No de fieer dantes Ce cir . I "T1 i3 l j siutliC oentru( ,&ti, comrn ma pequi-na receir a ,pensao. a as.oeiaedc panara :ac- SIJ UU I na-cena3 e a.iui-- d.- .pdrae cal, coIn seus herdeiro. necessarios todas as con- T cannavia! para du.outas cargas de tries que elle tiver feito .,em turs. SEMENTES DE MANICOBAS DO raduras. :.-u;d,. etna- matta Dando-s o falleimento depois q o mu- com madeira de onstrut;a(: outro tuario estiver em goso da pensio. esta fi- -PIAH sim pede a a-ue!les dos seus amigos card extincza. sem que aos seas erdeiros que tem com o miesmo a egoeio. A melLor emente da actualidade ueirao por L,onda le satisfa.r seus ssista qualquer direito. (ompromis.-s, nrna vez que tern de A peuns_ o seri paga ao proprio indivi- Vende Jose Alves da Silva uar por tempo indetermiua- du. ou o se procuradgr leal, ou por at pregos BARATISSIMOS. do e ter d.- prover-se de recursus suf- int rmerio de qualquor Baneo. qu-ando c RUA DO PADRE CICERO 30} ficentes. mutuario se aehar no extrangeiro. 7AZEIRTO DO CAT f RYA()O socio contribuinte em dia, que ficar J OAZ-EIR DO CAR.LRY Crato, i6 de Outubro de 1909 impossibilitado de proseguir nas suas en- & tradas, d--p,.:,- d-. cineo annos de associa- SJo:-t ERodrigues Monteiro f;ao. em consequencia de molestia chronic Sinenravel. que o inhabllit- para o tra- I BAZAB R AMALH -- perdeniu irio o balho. seri conide-al.l, suspense e nio B A perder direito A pensio- e .DE- O CR A TO Os pagamentoi anteecipados de 1 anno SE A Tgoam da redueeio de 50 o o. Os pagamentos ELEGAN ITE e 10 annos. 20 o o e os pagamntos d, 15 RnsiettlCfe aaath tolacar DE 'Sannog. o o. oO mutuario que se inscrever nm mez e-t o A. BELEM SOBRINBLO antes do sorteio e tiver a sorte de ser Smn tem on- preuado, pagara apenas poueoe mil rdis stantemente ex',,lrndido stoch de 45--i.UADOC COMERCIO--45 B vi' a nma penso para today a FAZENDAS iacionaes eestrangei- At4 dezembro oeaa no ras, Mindezas, Ferragens, Lou- CRATO-CEARA-'. cardernt ur.n foram so ridas eineo as, etc-. mees. A ECONOMISADORA I a noea Brilhante seseto de artigos da Etabel cijmento deFaeudas finaw. que faz sortoiorde dois em dois mezes e '-oda comr calcados, chapeos, gra- iudexaf, Novidades, artips de uo do- nm grande soteio no Natal! ratas, fichus, mantilhas etc. etc. mestico, Alt fantasia, & & Janirp I.--i34.000. Cenhuma outra soa OSREOS SAO OS MAIS E cilide :tis para ciedade obteve tal ntumero de socios nos OS PRE j-OS SAO OS MAIS omens e enhoraw-J, bje .t"tW" pr ,n eu sprmei ros neze. " oPeidio& de prpectos, proposals, cader CO MMODOS D'ESTA e perfma.aria Ziiio. netras e iforma Se minucios oader ao PRA(CA "Prnvos e cmpe ) Representante no Crato. S RuaS S. Francisco nor. 1232 1233 Dinheiro a emta. S r Bdelem Sdobrio .azelrQ do Padre Ci-tro 45-Bna do Comoerio~=45 4 L nco ,, it]e TO na p;;. r=n;t-;.. u~-: .it- dido, ua iua dou Vuii'). PARMACIA SILVA, i e Silvino Jo- na " mereio. 61 te t urm zrnue v '- sortimento Cde drop sZ. !)r(odue9 -i - e especialidades ptarmafeuncas- Despach" os receituar oT curn me mento- de reeonleida. p ; ,:;. "c-io,.^ pe-"e-zrf;U. 3 \wYO I Dsappareceram.de me.J o burro c.ardao e umra olara -atSaiia qnazi preta ambus com es:a marca - e corn a sgfiltc irec-ueza -m a Quem der n eticias certain na leda to d' 0 Rebate-onU nit -ar dito.0 amraes, ssera generosamente. I- _-. Barbalha, Sitio B=ao, 10 te N vembro de 19o9 Jou Demosthene FenanSes Vi-ra MILANRES CAV OQ OUMIO Um cavallo cardo rulado, nao,.,' - tobmoito, iateirO,7Ch(Ado'ol'os cUe. Marca e Ribeira Qaemn o en,urar e entrezr so Sr. ., jar Jo3rd 1gasi em Ms.. 'res *crita . _n w r. iq&' --7l. CICINATO SILVA C~_ ~ .u~---~--~~ j t Al A. |
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