<%BANNER%>

UFLAC



Rebate
ALL ISSUES CITATION THUMBNAILS DOWNLOADS PAGE IMAGE ZOOMABLE
Full Citation
STANDARD VIEW MARC VIEW
Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00001672/00081
 Material Information
Title: Rebate
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Creation Date: May 14, 1911
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00001672:00081

Downloads

This item has the following downloads:

( BRIDGECACHE )

( BRIDGECACHET )


Full Text







f.4


CEARA-BRAZIL


*


DOMINGO. 14DE MAIO DE 1911 *


t I __ ~~~-~l V~ 19*


ANN C-II MITM CI


gratido pelo que qu
Vae so ainda ientimento
T It iC XWpiO pqX. inco-ciliavel co & persaslAo-
que o ber corn o faz por ne-
(Arist EthNic.). eessidade.
Julgar'o elles deveots d'alguma
(Codsaoo) cossm AIfonte que lhes tou sede?
omeus, litgam-se l todos as
-- dias -corn ontros pormein
de contracts: mm ioaoes em
Ora, nada mais absurd, nada ma- fact do reciprocidade odade alo
epondo as arms de noss ar- i repellido pela rasao e pela nature- M as, sorien ello os p.lo
gnmentaqdo, n-mbracemor agora o quoe takes illwiaes; logo o fatalismo vehiculo dam uts, de-
escudo enristemos a lanva dos adver- a sen congeneres sao absardos em vem spr foar-e al i motive,
sarfos da liberdade per atacal-os, e sas conequeficias; logo estA vinga-sem raleo aes si tira '
d'una odo mais honros panr n6s,- da verdade-de que somos effecti- em er f-n m eon -
nos estreits limited de sens proprios vamrnote livres.a m- urea oveser a s a'c
sazes, onde haearews o pendreo da E aqui podiamos depor as armas emf-c, si tude itniY em ime
victoria, enthoando o iaoam iscro da de quo por ultimo nos revestimos, o po er d'lles.
liberdadeo! escudo s a launa, dos proprios advern-q mpilamp no 9U
Ansim, da opinion que nega a -li- arises da liberdade; mas nlo Dos con- v Oiitue d 4oa -,
berdade bumana, segue-se que n&q tentamos somente comn a us derrotA pe-o e
ha bern neo mal moral; que a igno- moral; queremos realm nte confan- NL pos aA ao imperio
rancia e a sciencia, o odio e osmor, dil-os de mais pertn. daeobriga doon m so ei
o approbrio e a hunra, o crime e Temos ainda um. prova evidence fer red ab E a tin-
jUnstia, o merit e o demerito,amen- da liberdade humana; temol-a na pro- Ne r "ads o le G
tira ea0 rdade, oeviieos eavirtude, pam aa cdts do itaclistas odedab
a'ume piiasra, n o pgmam doevoca Eil-s seguinte observe Eo phi- s a t
bulos 6eos sem sguificoo. Iosophica de M. de la LUZERNE D indvei lbrdade.
Corn effeito, si oe homensas acham (Pis. ;aw l rabwet, chap. 6): Emfm o, pars uao inaos nito lon-
absolutamente sujeitos is causes fas- Aconselham os fatalistas aos -que go corn este d nie ha, o a o0
taos ome cessaries, come diem oes hesinteresam; exhortam-nes, exci ules e asa doutrs qua empenham por
falstas ercis, clare, aife, tam-n'os & pratica do queojulgam he- stabeleer a sobe prina, quem us
to, 6 obvio que as sus acglos, an nesto e util Si realmente pensam que somos
dependendo de sua livree exponta- Ors, tudo isto prova exuberante- necessitados a crpenos lives ques
ea vontade, n heso imputaveis; monte qu ots tern com ve lirs; per-e ario de todos os arg ents
que, per lla~lo, una ba, nem pode quanto, Sios julgaui levados inven- esmperraio de todns oa argumenlos
aver acGes moralmente boas o civelmence plans necessidade, devem quo empiham per no provr que
mas, virtuosos on delinquents, na- pensar quo o slo, on eo quo lhes pro- Assim, pois o a n dia de sa
dat, absolutaente, nada quoe erega Poem, ou ao contraUro. s ioim, otrale, m ham un di de
louvor ou vitapero, ren~ompe sa Nolprimei cas, os se conselhos ia;e qu n oh ontradism one systhe-
adgo, e as sns exhortao es sn inub e >s; no n i ejaaml desmentido formal aos
Forgoso, e muito, A concInir, pois, segundo, superfins. sen s principios.
que, sob o ponto de vista moral, O OCerto, n1o imanDam ellen induir Si crem, de boa ft a doutrina
homens que trabalham,que noirejamn, os homens sa quo t f6ra de seu po- verdadeira, esforem-se per segail-a
que eo multiplcam, e, muitua ees, der; logo, per isso, porque os nse-esani a
uando sangue, pela felicidade de alrn amc k m creem quao elles a abandnala e; si so nsrangidos a e
seos somelhantes, devem nor postos pdem fazer. -abndonal-a dever abjural-a ia eo-
a moesma linha, as mesrn categoria Na enfermidade mandam chamar pcula te o e re
dos saelerados, porque as boasac. a- medico; ora, no systhe pa que M do qo ftalmerecitas esto reefu-
oes como os climes d'unose eut ee prefomsam 6 aoinda um inconsequen- s os r ataisteos te s ongdne-
deovem qattribuir ao gonerosidede cia; nie poder o faecultativo prescre- r; refutdos t6 a C eonfulo.
eem ttribr o g rosidade Agora de rbraldemos o nosso pen-
Sr pcreidade ma a ftalidadee r-hest quo oe osamernte a neces- dao de victoria obre as estreitess
t on essd ad. o, a sito ne itados de ura elle do acampamento dos adverarios vin-
onreso, e muito, 6 coucluir quoioa de nadlhesservirt; si de morrer, cidos e couftandidos, e apinhados ao
un4 ha difeeng real, e o,do ues.da Ih. mpe4 ir Imo orrer. tremaular de uas dobras cantemos so.
uMatre J oanna d'Ar ln bispo G u. e Tom inferores a quem dio ordens a da musica de nomssa conscienci
Irt. Joareprimem-nos. quaudo lh s desobe- psychico--mona. em harmonic com
E deevidenia geometric, pois, deem; castigam-n's, quendo hes ease cre d voses quo chamraosn
quo taes principios e takes consequen- faltam corn o respite on qubndo el- condnson ulnime dos povos.-o can-
:ism nopugnam so born sense 1& leaeorram; mes, si lWes, coitados, ticods liberdade.
nas megos quam o nmbilismo deteao l[a o livroesem bedecet-heo, eumn Liberdade! principio universal,
aai que abo a o abuio depe-bo ta idoe e m mers el e eter o r s as lv e
moral, vrespeital-os, entAo"s sn ordensim a el eterno, sv
mal 9o"l bnrat, asisu- reprehensqe.. 8 tL, n -o saberinms explicar
Mas ia r p sm aqui as conseqUM a tua atelae d o I mospllab,
Segundo a nonstruosidade d essa. ua.- le, coi -hr e-poue8 smonumentos de

do espirito human, tods leg.10 9e gredo, um accident dA vida,t ngal.' rmM tagedie quo os
Sdom esp o ands, teds1 6 mutil.- particularidade do fmilia; fazem o l
E d facto, pars qu o legsiado- sirm d'esse amigo uam eomo recer i e I grande cesanica, in-
Ero de, ato oem paraossque, onalme o culo, am como depositalrio d'essw in vl e insonudavel, salve!
tresf so homem posn odar afu gredo, d'esso occidente, d'uessa p -- o poderiamos compre-
te, effcazmente, ordennr-lhe a a vUiTe _.Tbatalhaa do genio, esses
do mal e a pratiea do bern, 6 onMdi- a ddewTtria qe e. lento, esw d creauoes
qjo imprescendivel, 6 codigo8 U- n am, s uo inoherentes, iaquo ev ueamoeso tempestades
fMau- que tnha elle o pod.rde qis, extremamente desar p o 1 rteqamos emnfabul a
faPer on.eguenciaalna, d' opi- d 830, an- saibu percsberiamos a raseo
nils, on d'esns aber ,amc ^o di- no ha liberdade, a flde da ex- C eroes quizeram antes
mro, onegue-s, as lmenta quA ted d o s expliea,-- unm eit.ou .. sppoe ver pollmudsas vestes

sE con quo direto ento inc E povos reivindicaram

Mas, queeoiweasi dea wa? foad e-o? qeima l \ oiveaoe naioeam rsdos--
a inutil a tewo on e B & ondeli- rm a 0qua I tos


prio derei estranho; nlo enten-
deriamos o por que os juastos
entraram em combat com as suas
paix6es, preferiram A vida regalada a
quo os convidava o mundo, as aspen.-
sas e os solugos da penitencia, e, as-
sombrando a naturesn comr a mage-
stade de sens eacrificios, etregaram-
se voluntariamente & more antes que
renegar de soas creagas.
Liberdadel potencia unica e abse-
luts na terra, inaccessivel & forga e
irreductivel so numero, salve I
Sem ti, que sertamos nos? urn me-
chanismo fatalmente governado pelas
leis mathematics da material cosmica;
Dnio poderiamos modificar o curse fa-
tal de nossa vida; no aeriamos se-
nhores de nossauns detenrminagoes e de
nosos acts; ninguem poderia xigir.
nos a responsabilidade de nossas ac-
gOes; a consciencia, esse demonio
de SOCRATES, quo nos reprehende,
sense Rhadamanthe de PLATAO que,
nos esmaga,. quands perpetramos o
mal, serial o maior doe sarcasmos; as
leis con qae a religiia e a sociedade
molelam a nossa conducts, seriam
iti ds aorrbitantes; a jti
que co oeius odelinquante,rduego
sem entranhas; os tribunaes e a ma-
gistratura,faras de theatro;os premi-
os que se concede i hours, como os
laurels corn quese cor6a v'rtude,
preferences odiosas, dimtiancqes in-
justificadas; neohnm discrimen have-
ria entire o salteador de caminho e o
animal que vive de rapina; o mal e o
bern desappareceriam, em se a logar
d'elles Nerja substituido pelos cano-
nem da moral determinists o mais
grosseiro,o mais ridicule utilitarismo.
Liberdade! phenomenon horrivel-
mente sublime e admiravel, salve!
Sem ti, a forga substituiria o di-
reito, e a humanidade, abandonada as
aceoes teleologicas de que nio temrn
consciencia, soltas as radeas do de.
ver, despenhar-ne-ia no abysmo fatal
da degradaClo e do vicio I
Liberdadel essencia de nosso ser,
lei de nossa naturesa, alma de nossa
alma, salve I salve I salve!

Padre Joaquim de Alenowr Peixoto
NOTA: 0 euctr 'd'est. emripto *deix
do* f__^-_lk% -..R

Cautau e riho

23

(13 maio 911)

Si men destine
cantar e rir; si
Santo e rio-me de
S todo n'esta vida,
porque no castir-
Ste rir-me de ti,
mandacarn?



Em toda parte te vejo,
Velho geio, encarangado,
Co' o ten barbigo de espinho
Sempre, sempre arrepiado.. .
Aborto, monntro da flora,
De maut erguidas pro cen,
A' Dens, parece Ihe pedes
T& quo A'amacW'u : MTvesl-

Dado, perem, Dens t'ouvisse, -
Nqo cobriras a feura;
SaNo debalde, pois, os rogos
Que tn fazes, creatural

Mas contenta-te co' a sort
Qu'em series assim. .6 sina;
Pois to tens entrada franca
Co' as damas na medicine.

Josd Ferreira



colhido candidate pela Conven-
SAo de 22 de Maio de 1909.
Eis o seu programma que
trancrevemos afini de qu' o p.'-
blico conhega a superioridade do;
intuitos que determinaram a sui
creag~o:


fnpru


para mau tarde qusdo comontroB enfe- I-Defeza da Constituigco de 24 de
chal-o em livro que teneons publiesr. Fevereiro de 1891; recobhecida como
premature e inopportuna qualquer
irevisho dos seuns textos, cuja fiel ex-
tecuqo basta pars assegurar a Repu-
FAntio X Mblflcn blics a reslizagbo de todas as aspira-
oets do ordem, de progress, de ih-
C- fld, d0 Cu berdade e dejustiga.
S Defesa da autonomia dos Es-
tados, no@ termos da ComtituiAo
R b o rn a o Federal, cujo art. 6 nuo precisa da
Recebemos am fasciculo so- regulaentale eadecretagLo de leis
bre os trabalhos da Convensao que, assegurando a autonomia admi-
do Partido Republicano Conser- nistrativa e representaq&o political,
vador do CearA cujas fileiras compativel corn a esma Constitui-
tambem pertence o povo Jo-zei- BCM dos territories adquiridons pel
rense, realisada em Margo ulti- a susincorporalo, como Eslados no
mo na Capital do Estado. Unito Brazileira.
Este novo partido, cujo direc- III-Defeekde leis que assegureoa
torio central 6 no Rio de Janei- a liberdade eleitoral, garantindo a
ro, obedeceu a nova orienta- pures do regimen representative a
r~o, obedee anovaoricetaeffectividade do pnrlaciplo' eoastitaci&-
bo altanmente patriotic e tern l da representagbo das minoris.
por fim congregando todos os IV---a) Defesa dos apparelhos A-
elementos conaervadores,manter nanceirosactualmente existentes, ma-
a permann encia e estabilidade do xim no eque rspita estabilidade
nosso regimen conatitucional de cambial e voloriarsgo gradual da
accordi c corn-a tonoa m o dsa come prepare parMs a cir-
accordb com a platoforma ap,- culawae metallic do omoso paiz.
sentad pelo Exmo. 8nr. Presi- 6) Revieta do regimen trnibtar-o,
dente da Republica quando es- conentaneam corn as nosas necessia-


lk


ip













,o i ._iE0 P TJE


EXPEDIENTE
O dEEATI.'- p.dica-se seiualmente

RIEDACT'' OR-('1"i'F--'a Ire Joaquin
Ile A l_ 'int r I\r i'',to.

GL'SR:NT"--Fr;'.nc'--, [.. Tourinhl

ASS'I'NATU itAS

A n o............. .... .5 ;'O0
Sem e.-tre............. ...:.... '

PA(-:AM-:NTCS AI JANTADOS
As pil:ied'i ,.a;s dp i-nt.-r -" .-'r::ez
cs anii Iicioo ,d p-mllnl '.. ( \ctIO, slIl-
i, o 0p:,gaiumit a.liant.ad..

A re.ci.:io nwo I r!esponiavl ;los p-n
blie i,.'' -s *inIlictorio;n ~. n ip'las ni-
llicas a;o h-ia al ,assigiaii s.

Ace-i;'.m- e artigo. d(1 r,, lo. .cionc''.
littera.tra-etc. prehenc ..i nld c rtas cvon-
diiCeus.

nWaMi.i' o gere1cia t-yp'radiia=nluai
P]adre Gi:cero-n". 343.


tecgOes que sentimos em lace de nos-
*as acq5t-s, nao se poie explicar si-
ftao pelo sentiment n.tturai qilu: te-
mos de iossa liberdade moral.
Esse t-cho universal da conscien-
cia, qne e o ecl.o de nissa naturesa,
i-o dU, pois, uma prova evi-
nentiss.ia d'e:-te ta:cto psychco-de
iossa lil erdade; logo -,)mos efectiva-
niente livres.
Prove:nos a terceira palrte: 0o c.1-
furso h'::uano...
Um r n-ro de vozes universaes, em
pulcherrima harmonica, levanta-se por
ultimo em a'lminiculo, emi t.i.vo.r, emi
defesa da ver-ad mcmetaehysica du
livre arbitrio.
A oppiniaoi q,.e denega obstina-
damente estate ,la-4te; a ,ippiniiai que
procura varrer o de prtatdi asr .viJ II J } a m.t,',;, t.io Dle co0.
dom pojrf e nos .-t:iiguimus d A0
demais series da creav;o; a ,)piniao
que nos arrauca da froute essa coroa
de rei do universe e a calca aos pes;
a opiniao que expelle de nossa casa
essa hospede illustre que preside is
nossas aco&es, como As aco5es de ca-
da unm, como as accoes da humanida-
- de; essa opiuiao de meia duzia de
philosophos que s5 parecem muitos
porque sao turbulentos, e tida, e re-
jeitada universalmente como inm erro,
e repellida como metaphysicam nte
absurda por todo esse coro de vozes
universaes a que chamamn.s-cousen-
so unanime dos povos.


Tern aqui sobre este plnto a pala-
vra um distinct philosophy con-
temporaneo: ,n&o tenho realmente
motivo de tranquillizar-me em face
da divergencia de alguns homes,
quando os vejo obrarem e fallarem
como se estivessem de men accord ?
quando .vejo os mais consequencess
estabelecerem uma moral e aconse-
lharem a pratica do bem? quando en-
contro no vocabulario universal das
linguas as palavras-direito, dever,
castigo e recompensa,--merito e de-
merito? quando, em derredor demim,
todos os homes malsinam os que
perpetram o mal, como louvam aos
qne fazem o bem? quando nao ha se-
quer um phenomenon da conducta hu-
mana que ano implique rigorosa-
mente e de emnimodidade different
este facto de liberdade que sinto
dentro em mimr to vivido como o
oxigenio e tao profundo como o ocea-
no? Certo, tenho o direito de, aber-
tamente, crer em um factor condrma-
do e constatado por tantas testemnu-
nhas em orchestracAo com todas as
cousas; e, quando mesmo nia hou-
vesse, contra a doutrina que nega a
liberdade, mais que essa contradictao
universal em que ella se acha corn as
crenwas humanase corn tudo o que
exprime estas cren(as e linguas e
conduct e juizos e sentiments,
seria mais refutada do que talvez
merecesse.
Vingada, portanto; dos ataques de
seus adversaries, a liberdade de ar-
bitrio on a liberdade moral, aqui
podianios depor as armas, de factor
-tue depomol-os, per embracar-lhes
agora o escudo, enristar-lhes a lanua
e atacal-os nos estreitos limits de


inar as cianQas e aos moqo,
S- ie ambos os sexos leitura e e.-
S ,. *ripta, clementos de Grammutj--
.^- .-;..'.. .-, '' *a Portugueza, Arithmet.ca,
.- , 3eographia e Historia Patria,-
Sque fundou um In-tituto musi-
'el, e tern casa aberta, u'nde o
'rphAo encoutra o pao para nito
morr-ir 4 fjme.
S ,E' por sua extremosa bonda-
Sde, pelo amor devotado, pela ca
ridade praticada em larga escala,
I)eun fez o astro p'ra luzir nos areas, pela sympathia-condao sublime
A meiga rula p'ra gemer na selva, dos espiritos de eleigao, que elle
A borboleta p'ra brincar na relva, domina a vontada e o coraqao do
"" A branca esplma p'ra boiar nos mares;
&, povo.
SI Dens fez o eysne p'ra vagar nas aguas, Eis a cusa'principa-de pro-
S doce orvalho p'ra border as flores, grtessos do Joazeiro, e nao o to0
A meiga esp-tan;a p'ra acalmar as does, falado fanatismo!
A ouda altiva p'ra rugir nas fragoas; Fanatismo !... Con c e p r a o

I)eus fez a aguia p'ra voar na serra, grandiose qne domina o coragio
( passarinho p'ra cantar nos bosques,
A floor mimosa p'ra enfeitar a terre; E quem no mundo jii xistiu
ou existe que nao seja snggesti-
Deus fez a nuvem para os ceo- azues, onado p )r esta paixaj immensa,
Deus fez a virgem p'ra viver Dtus fez o hornem p'ra v.ver de luz. di r da civiliaqao ?!
Fanatismo Por fanaticos pas-
Segundo WANDERLEY saram todos os grandes homes
que abrilhantam as paginas da
Historia da Igreja Catholica.
sew; aaz:e, como o faremos, em con- Um povo qae comega a se e-; Fanaticos sublimes foratu S.
clusao d'este escripto, no proximo ducar, bebendo nos livros c pra-' Bento, Santo Ignacio de Loyola,
numero. ticando n'um meio intellectual S. Domingos, S. Francisco de
id6as e theorias vantajosas, nao Assis, S. Vicente de Paulo, D.
Padi.Toc,;iun de. A7cncar PI'xoto podera, jamais, deixar de mar- Bosco, Joanna d'Arc; esta ulti-
char.na ver gresso. de dez inil espectadores, inclusi-
tU grito do sua independencia ve o Bispo Couchon-o unico
COLLOBORACQAO municipal, cujos echos vibrates qua nao se commoven cornm o su-
.... e ublimes de patriotism, reper- plicio atr6z da santa e quo ria-
a cutiram ao long, evidenciou po se...
JtOVtn0t1io social 0 sitivamente que, sem suggestoes Mas, a despelto da inveja, do
de fanatismo. relig oso, que en- odio e mn vontade de alguhs ho-
joazetif torpecem e atrophiam a parte mes, sempre postos em acqao,
a* Loral d.hoecm, a mais bslla vai este hercico e nobre povo
S ,, a po A eTe Nva urma demonstra- marchando por caminhos, cm-
Cotepndo a h p ;ao formal de sua adiantada cul- bora" bordados de espinhos, a
grese va der nm pore nunca cura do espirito, buscando a luz e conquista das palmas gloriosas
observador amad recido na cs f verdade pharol dos povos que o future the dard como su-
chola da exper'encia, com 0 cri grandes! blime recompensa!
terio que the peculiar, perdeu Homens que trabalham,-qne O movie ment social do Joa-
de .ista as cauas determinan- H es qu trabaha-qne 0 moment social do Joa-
tes d'essas grades metamorn- comprehendem a vida,-que se zeiro e auspicioso, nao ha duvi-
hoses dquessas goperandes a vid- movem,-qne se agitam, e se da. Tudo marcha; a terra.d culti-
o1 o ope na s i _na sentem deslumbrados aos tons a- vada: o commercio florece; a
material, principalmento na sua bemolados das vo7es tao subli- industrial nascente desonvolve-

A scinciaem fact d philo- es de eloquencia d'esses vul- s ; estreit m-se as rel;',oes dos
sophia nos ensina que. sobre tos, cujos espiritos,, depois da povos visitihos. Todos preparam-
qualquerpontode vista encara- morte, parecem adejar ainda e"m se A tomar parte no grande ban-
qualquo, nero haeffeito sem causa. torno da tribunaqu em vida a- quete da civilisaoo,
Umconjuncto do circumstan-brilhantaram, ah! no os consi- Ura ancia de saber e illu-
cias chologias qe se geram, dero, nemr fanaticos, nem anut- stragio domina o espirito da mo-
ychol a matos absolutamente nao cidade, esta bella esperang:t do
cuja origem escapa as mais pe- E quem 6, por ventura esse future.
netrantes vistas do obervadorhomem tao singular qu, em to E' o sol d liberdad podu
recer a casa motriz appa-d'esses curto espago de tompo, ao seu zindo a alvorada que illumina a

randes moimentos que d'esses influxo benefico, tecundo e mora- consciencia e a razao do ho-
grandes movimentos, que des- lisador, semr soluiao de conti- metma
lumbram, e enchem a alma dos nuldade, v;m. qn l astrorebri-] E'a luz dissipando as som-
povos naso encrands cmmoes dos lhante,dissipando as somnbras que bras trevosas da noite da igno-
povos, nario que iaran o facho re- ennoitavam as intelligencias, at- rancia!
volacionario quo incenleia nem traindo n'uma convergereca ad- Eia humildade dignificada e
o camartello que derriba nem a miravel as nmelhores vontades, os elevada ao zenith da gloria, pro-
proscrippao qne despovoa; mas melhores elements, intelligen- duzindo o grande milagre da re-
somente mir-am a idda que edifi- ias utas, tudo, m summa, de nascenga da uviisa a l
ca, que reforma, que illumina a cuas, tu m summa, de nascent da civiiisao !
consciencia humana, e fecunda que soe faz misterpara o progrxs- E' o consorcio da sciencia
Screadoresd aas so e eigrandecimento de uma corn a fi-dois attributes -duas
os genos creores e altas sc- Jocalidade ? esencias-duas luzes na mxima
enas. Esse home que, na grandeza otenciadosaudeslumbramento'
Faendo-se, co. o precise i de sua humildade e de sen amor ramento
terio e dicermnimentoumra analy- a
se sobre o progress material e e compaixao os pobres e aos que Raymund6 F. Lima Siebra
sd 3 pm f coni eo artir o da..o


intellectual do Joazeiro, chegare-
mos a mais logica conclusao, ve-
rificando que um home que se
destaca na ordem social, como
urma verdadeira excepq&o, temr
sido o maior e mais poderoso fa-
ctor d'esras operaq5es tao pro-
gressistas e maravilbosas, que se
vem, a despeito de invejas, odios
e perseguiq6es, desdobrando no
campo, onde a actividade huma-
na peleja os combats pelo bem,
e pelo engrandecimento da col-
lectividade social!


de seu grande prestigio,de sua for-
ca moral; esse home admiravel
e muito, a quem. as multi-
does proclamam-bom e justo--
o puro entire os mais puros; esse
home e o Revdmo. Sr. Pa ire
Cicero Romio Baptista-o factor
dos progress6o do Joa..eiro!
E' elle quem promove a fun-
daono de Collegios, institutes de
ensino primario e secundario,-
que tern professors contratados
com o dinheiro de seu bolho, para


Joazeiro, 6 de Maio de 1911


A ALGUEM
Quando, depois do sol posto, -
En passo i tuajanella,
Julgo ver alguma estrella
Ao ver teu candido rosto.
E, se algum furtivo olhar
Me euvias, lyrio bemndito,
A estrella cae do infinito
-Sinto-a no peito brilhar.
Age


A cata I ftoMpimento

, Assim que entron em casa,
sentou-se ai secretria, pegou
na pena, e c mw muita raiva, zan-
gadissimo, ocz se a escrever.
Nao; nao Ihe era possivel duvi-
dar : essa a quem elle adora, foi:
durante todo tempo que o baile
durou, a mais perverse, a mais
abominavel das namoradeiras.
Cos! corn que requebros ella
reclinafa-se no ho nbro dos val-
sistas corn que languid aban-
dono ella se en)evava corn o
par t
Agota o mogo escreve estas
phrases de vinganga:
aMlinha senhora, nao a odeio,
porque a desprezo Por si j;l nao
sirto nem amor, nem colera,
Hoje vejo-a, como a senhora e :
falsa, mentirosa, parfida. Mere-
ce todo o despreso, e, se por
mais uma mentira impudc-te, a
senhora tentasse siquer defen-
der-se, eu nao dar-lhe-hia ouvi-
dos>.
Interrompe a escripta e pae-so
a pensar. Realmente, si a moga
procurar justificar-s., elle negar-
Ihe-hia attengao, chorasse ella
muito embora, mesmo quo se a-
joelhasse a seu.s pds. Correcto,
esse trecho da carta.
0 comego, porem, no Ihe a-
grada : seja embora 'esprczivel,
nito se diz tal a ma mulher.
Mesnio para corn as peiores cre-
aturas convI-m conter-se um he.
mem educado. Pega umz outra
folha e escrev 1:
oM1ina.-. senhora, sniba que a
odeio. JA nio lhe dedicn amor,
tamanho d o meu odio E creio
que seo a senhora tivesse. a uda.
cia de se pretender innocent,
eu, legitimamoate resentido, por
minhas mtaos....
Nova interrupqao. Desta vez,
fui muiro al6m. Pode-se execrar
uma mulhec, dizer-lhe, mas nao
am-eagal-a cornm uma vinganca
brutal... Todavia, quando nos
sentimis dominados p-la r-.iva ?
Talvez fosse preferi-vel nuio ape-
gar-s3 tanto a essa raiva...
Apanha uma outra folha, e
escreve .
Minha senhora. se eu nibo a
tivesse -mado tanto, votar lhe-
hia cdio. A lembranga e o res-
peito desse meu amor, quo 6 fin-
do, mer-a. de Deus. poupam-na
ao meu odio. E, se por acaso a
senhora ousasse justificar-se, se-
ria em vao, porque eu dar-lhe-
hia as costas, corn uma ndiffe-
reng tranquilla,. Perfeitamen-
te Isso sim : nao e emphatico, e
d digno. Diz, de modo categori-
co mas semr ultrajar, quio forte
e firme a rua alma, resolvida a
esquecer-se. Emtanto, o moqo
torna-se escrupuloso : sera razo-
avel falando em tranquillidade e
indifferenga ? Quando se confes-
sa ter-se tido tanto amor, nio 6
possivel traiqies, embora .ffir-
me-se que de todo ji nao se ama,
sem se expor 4 censura dcle ser
cora(.o voluvel, e bemrn depressa
consolado. Separando-se da mo-
9a, nao desejava elle autorisal-a
a acreditar e a dizer que elle nao
era nada merecedor das fideli-


dades que exigia-lhe, a ella. Vi-
ria dahi o ser a moga menos c.l-
pada. Conjectura por muito tnm-
po, e... nova folhade papel, na
qual escreve:
,Minha senhora, amei-a tan-
to, que nao me e possivel fbz&r
cestar este arnor, sem me seatir
pezarcso. E se a senhora tentas-


Ii



I


_ ,,__~~~_~l~C3Pfi~i~~Z~JI~Z~FC ~Y ----


I


I














0 REBATE


se justificar-se eu me retiraria,
mnas nao sem m n scntir profun-
damente triste>.
Pois bem! ainda nfl, agrada
ao moo esta redac~io. E por-
qu e, ora v-mos! assiste-lhe o di-
rulto de n.; ouvir -aqualla que,
por tanto e tanto tempo, foi a
sua enarmorada ?
Os mais severos juize,. inte.-
rogam aos accusados,. e tomamn
em consideragfto as su is respo-
stas. Sabe perfeitan n e que a
rnopa e cnlpada. Entretanto, as
laltas ccninettidas por ella nio
.-ao assim tao graves como elle
j ulga e talvez possam ver descul-
padas. Oh! nunca elle ha de per-
doar-l'ie : sera, porem, humani-
tario e generoso, emfim, digno
de si metsmno. nao recusar a in-
ditosa a possibilidade de se mos
trar menot culpada ou merece-r,
confessando-se arrependidai, ma-
is suave sentenqa. iT ais uma fo-
I ha de papel e escreve:
(Minha senhora, amei-a tanto
e tanto tempo eu a vi amante e
field, que nao me era possivel jul
gal-a ir:emissivelmente desleal e
inconmtante, Assin, pois, venha,
venha, procure justificar-sc. pro-
var-me quo as apparencias me
illudiraip.
Atira a c;neta para long; se
ella iease isso. nao viria. Co'lhe.
cc a moga; d orgulhosa e imper-
tinente, principalmente quando
-.o tein razio. Melindrada, nem
ao menos resFo ide, t do termi-
narai! N.o ma.: elle vera -.quelles
olhos pequenos, de um pardo doi-
rado, onde -t hypocrisia e tao pu.
ra, aquelles labios adoravei',
onde floria deliciosameetc a men-
tira do beijo. Tremen-lhe o corpo,
repousa a front nas maos, o seu
coragdo aperta-,e, como que o
mo0o senate vontade de chorar.
Na mesa, s6 ha uma folha de
papel.
Apanha, e n'um impeto Ide
enlevo, elle escreve:
q5es, se tu nao es culpada Nao
e verdade que tu te reclinaste
entire requebros no hombro dos
valsistas; nao e verdade que tu
te enlevaste com elles... Eu vi
mal, eu estava louco! Veto, vem!
de joelhos pedir-te-hfi perdao
de ter desconfiado de ti. e tudo
serd delicioso, comtanto que nao
recuses nem o teu olhar querido
e ingenuo, nerm o t:u beijo cin-
cero.))

Catule Mendes

t-






Regressaram a esta praga os
honrados commerciantes majo..
res Fenelon Pitta, Jose Xandfi
e Assis Siqueira.



lia giam

Para a capital do estado, aon-
de forani A negocios commercia-
es, seguiram esta semana os il-
lustres cavalheiros coronel Fa-


.usto Guimaraes, Jose de San-
i'anna e Capm Arthur Ramos,
criteriosos commerciantes d't.sta
praga.
A todos desejamos prosp&ra
viagem.


te pasagit
Esteve entire n6o, visitcndo-
I nis,o illustre major Baptista Si-
Iqueira, de Conceig ao do Pianc6,
.estado da Par;.hiba do Norte.
Ao distinct-) home de letras,
que tantos beneficios tern pres-
tado Aquella villa sertaneja, a-
grradeci-mos-lhe, penhoradissi-
mos,adistinecao da visita com que
nos horror, fazendo a umu tempo
votos pela sua piospera viagem
Aquella terra.



0 credit brazitire

O governor brazileirc constru-
iu um emprestimo de quatro mi-
Ihoes e meio de libras esterlinas
para continuacio das obras d -
Forro do Rio de Janeiro. 0 suc-
cesso fiA co.npleto, o typo d 92 e
o juro 4%.
O imprestimo foi c o b e r to
15 1/2 vezes!

-

Arbitragem aughl-aeritaa

Corn o maior enthusiasm pre-
para-se em Nova York um mo-
vir-.ento que, abrapando os in-
teresws commerciaes, tern em
vi;ta fazer a mais vasta propa-
ganda, dentro e fora do paiz, a
favor. da arbitragem anglo-ame-
ricana, cuja idea e do presiJente
Taft.



Colkglo Aftovio Vitira

Jesuitas expulsos de Portugal
compraram na Ballhia o conheci
do collegio Florencio e o conver-
teram em Collegio cAntonio Vi-
eira.
E'de esperar grande prozpe.
ridade d'esse estabelecimento,
porque os professors sao, nao
ha negar, sao os mais compe-
tentes.
Assim, corn as asneiradas da
Carmagnole de Lisboa, vae lu-
crando o nosso paiz.



Joaqim de Almuida

Foi transferido para o Rio
Grande do Norte (novo bispado)
o intrepido prelado D. Joaquim
de Almeida, assumindo a juris-
dicq~o do bispado do Piauhy,
mons. Raymundo Gil.





Mais um outro oollega acaba
de permutar corn esta folha: O0
bem redigido que ha 16 annos
se edicta em S. Felix, estado da
Bahia. E' seu director e proprie-
tario-Demetrmo de Araujo. Pe-
nhoradissimo, agradece-lhe o 0
dRebate. a permuta.


l(etas a rfcolifr

Sergo recolhidao sem descon-
tos atd 30 de junho as seguin-
tes notas :
5*000 da 8,% 9V e 10 estam-
pas


208000 da 8.e 9? estampas
100$000 da 10. estampa.
Fabricaqae na Inglterra .. .
$000. 50$000, 100$000,..
200$000 e 500$0001
Essas uotas soffrero descon-
tos desde 10 de julho em dian.
te, sendo :
2 o/o nos meoes de julho, a-
gosto e setembro de 1911;
4 o/o nos mezes de outubro,
novembro e dezzmbro;
6 o/o nos mezes de janeiro,
feverei-o e marco de 1912;
8 o/o nos mezes de abril, maira
e juuho;
10 o/o no mez de julho dc
mesmo anno e niais 5 o/o em
cida mez que seguir, ate perde-
rem de todo 6 valor.
Serto trocadas em moeda de
prata, sem limited de prazos, to-
das as notas de 1$000 e 2A000.
E' facultativo aos portadores do
troco das notas de 5&000, . .
10$000 e 20$000 que estejam
emu substituigao, por moeda e
prata.
A 30 de junho finaliza o prazo
para o recolhimento e o respe-
ctiyo troco de m edas de cobre
do antigo cun-ho.



Olbar diVlu

Tanto pbde o'amor que atW no mar
Obriga a pobre e Itimida conchita,
A segregara fina margarita
De alvura siagniar.

Assim no peito men, A Inz divina
Do teu radiosoolhar,oh! minha floor,
A perola nascen mimosa e fina
D'este infinite amor!





o
Mais ou martyr do



-Os amigos que per-
demos nao repousam de-
haixo da terra mas dentro
denosso (oragio0.
(Alexandre Dumas)

*Se nio fora um poderoso anxilio
da Providencia, um ingente adjutorio
do' Redemptor, um singularissiano
patrocinio do eeo, difficil, impossivel
era-me resistir a tio acerba, a tio
cruel e cruciante dor.
E' que passed por um dos mais
angustiosos momeatos-de minha vida
de mnoo, por uira das maiores prova-
qoes por que poderia passar.
Vi nao sei como, com o coraa.o em
amarissimo pranto e a alma em senti-
dos solnqos, vi finalisar-se, vi morrer
pelas 5 horas da manha do din 20 o
melhgr dos means amigos, men born
e idolatrado mestre Padre Joao Casi-
miro Vianna.
Tanto trabalhara e tanto se sacrifi-
carapor seas parochianos, indo-se tao
cedo a vida, quando tao necessario
era viver, aos trinta e quatro annos
de edade.
Martyr do dever, podemos charnmal-
o, pois, justamente o fora! Almacan-
dida Coraeao de just!
Oito annos, somente oite annos
fora o breve period de tempo que o
tivemos come parocho, e, nao obs-
tante nos deixon memories, jamais
impereciveis de sea exceptional valor.
Fui dois annos e alias sempre sen
alumno, pois come mestre o ti-
ve. muito aproveitei naquelle
tempo polo born method corn que
me destribuia snas sciencias e hei


de sempre piaateal-o por4ue iamais o
encontrarei em sen decent gabinete
para corn suna magistral palavra ali-
mentar minhas debeis coneepgoeg.
Ah! bom amigo e caro mestre !
Lacuna impreenchivel a que dei-
xara !
Depois deseis mezes quqguai#ava
o leito de entermo preso por indebel-


ivel pcricardyte viracomo ia d;sse
s 5 horas da manha do d'a 20 exa-
a-, nos braces do illustre e concci
nado cli ico Dr. Irineu Bilhar, 0
'timo suspiro.
Todos os recursos medicos foram
-ois impotentes. Fez-se camera todo
. ) dia e passara immerso em flores e
'rcado fle -seus parochianos que
nao cessavam de prantear o sen ge-
Slido cadaver ate as 5 1/2 da tarle
quando devia iser transferido a ma-
triz onde ia ser sepultado.
Em um feretro de fina fazenda ne-
gra guarnecido de galoes aureos fora
encerrado e sobre este jaziam nove
corbas mortuarias sobresahindo den-
Stie ellas uira sobre que cruzavam
duas fitas de Isetim negro. formando
quatro pontas e tendo em cada uma
Sdllas gravadas em caracteres r6xos
as iniciaes:-S. F. B., saudades da
familiar Bazilio.
SA' hora determinadi, depois das
ceremonies do ritual pelos officiantes
Padres Horacio Teixeira, Vigario de
Missibo-Velha T Luiz Furtado Mara-
nhao virtuoso Vigario de Milagres,
Ssegniu o bem o namentado atande
precedido dos sobredmtos Reverendos,
seguido de numerosissimo sequito a
derramar lagrimas pelo :'pranteado
morto e tendo em frente de tudo a
irmandade de S. Vicente de Paulo,
dispostos em duas bonitas alas em-
punhando um d'estes a santa cruz atW
A bella matriz, onde depois das for-
Smalidades religiosas, fora sepultado
ao pe do altar da Virgem do Perpetuo
Soccorro e defronte corn o da Virgem
do Carmo o men born amigo e meu
dedicado mestre! '
-Vai. oh! enter querido, na vora-
gem do tumulo encontraras livre
itinerario: para em espirito transpor-
tar-te A morada do Altissimo, porque
comtigo podomos dizer:--Pjrtransiit
benfac'icndo! 7.;,.
-A' toda sua penalisada familiar e
particularmente a suas distinctissi-
mas irmas e tobrinhi d.d. Balbina
Lydia Vianna, Altina Vianna e Pe-
drosinha Vianna, meus sentidissimos
pezames.
Francisco d'Assis e Silva
Brejo dos Santos, 22-4-11





pr.jlo L. sff

Medico, Operador e Parteiro
Diplomalo pela Faculdade de
Medicine do Rio-..Ex-interno
do Hospital de Misericordia do
Rio de Janeiro, etc. etc. etc.

Consulta em sua residen-
cia A Rua das Laranjeiras
na Cidade do Crato.

Acceita chamados A qual-
quer h6ra e corn a maxima
brevidade. promptifica-se A
attender consultas e chama-
dos para a zona do Cariry
por prego razoavel.-
l f

S CRATO-CEARA





CORREA & FILHOS

Grande deposit de fasendas, esti-
vas, mindezas, bebidas, ferragens,
quincaquelheria, instrument's para
trabalhos manuaes, artigos a phanta-
sia, brinquedos, generous alimenticios,
etc, etc.
Mantem importaao das pracas do
Recife, iio de Janeiro e Sao Paulo.
pelo qne recommendam os seus arti-
gos, especialmente aos snrs. negoci-
antes ambalantes que encontrarao em
sna casa vantajosas concessoes em pre-


gos, agrado e seriedade. Acceitam e
offerecem representacSts para o Sul
deste Estado, sob condiqOes modicas.
Compram e vendem todos os aitigos
de exportagio. End. Gervagis.
Varzea-Alegre- Ceara


zteruato 'padre

Citero"

Este estabelecimento de edu-
cagdo intellectual, fundado nesta
localidade aos 7 .o corrente
(margo), sob a direcqao de Ray-
-nundo Siebra, compre-:.e de
dois cursos primario e secunda-
rio.

Corpo docente

Padre J. de Alencar Peixoto
Conde Adolpho van den Brule
Raymundo Siebra.

MATERIALS DE ENSINO

Curso primario:-leitura, es-
cripta, grammatica e arithmetica
elementares, etc.
Curso secundario: portu-
que', francez, arithioetica, geo-
graphia, historic, etc. etc.
PREUOS
Pagara cada alumno, mensal-
mente, pelas materials do curso
primario-2:000 peles materials
do curso secundario-5.000.

OS PAGAMENTOS SAo A-
DIANTADOS.
NOTA
0 director garantc aos snrs.
paes de familia todG o cuidado
na educagdo intellectual de seus
filhos e agradece a confianga que
n'elle ucepositarem.
C xteruato padre Ciceroi, fLnc-
ciona a Praga da Independenci,
n? 56.


AVIZ 3


Francisco Cavalcanti, resitlent3
em Floriano do Estado do Pianhy,
tendo adquerido por compra a fazen-
da Cant) Alegre do municipio de
Apparecida deste mesmo Estado, a-
visa que acceita extractores de mani-
qoba e lavradores que quizerem se
aggregar na mesma fazenda fixando
on nio residencia definitive.
Chama attenqio especial das pes-
soas que pretenderem se aggregar
para o seguinte: HA na fazenda Can-
to Alegre grades manigobaes, gran-
des brejos e baixoes, estes apropria-
dos para toda e qualquer plantaqgo
em ordem a offerecer facil e lucrati-
vo resultado a quem se dedicar a la-
voura.
E' intuito do proprietario tor-ar a
sua grande fazenda habitada sufflci-
entemente: garante por isso regalias
e vantagens ainda nao offerecidas
por. nenhum outro proprietario de
terras em condiccoes identicas Quem
pretender residir temporaria on de-
finitivamente na mencionada fazenda
Canto Alegre dirija-se ao proprieta-
rio em Floriano.

Floriano, 15 de Junho de 910
Francisco Cavalcanti





Acha-se exposta a venda, no
Crato, uma boa casa sita A rua
Nogueira Accioly, no 60, corn
cinco portas de frente, muralha-
da, etc. Quem pretender compral-
a, dirija-se ao abaixo assignado
que'todo negocio fara. .

Joaqnim Saldanha Maia

GRATO


i o*


i












OREI


r" -F _


DPATE --



4>- '' ~ >a ~ --.i ^l ^^ I^ H

^ ^ B. ^~ 1; *-- i .
gm, -c S .- -
-P i^ --^ ---


S APATABIA CASA PYRL.TECH1cA ECONOMIC 1DOBA

PERSEVERP !N A EstaCaza se encarrega d- qua- PAULISTA
in-:- trabathe que diga respe1to i CAIXA INTEjNACIoNAL D)E PEN-
Est s; itaa se n:u -rrea d+e logo e polvo:1. SOES VITALcIAS.
,in- Fr t.alho ,todus em .,u f roF!-I.. daz;a a 15000; fagos de Approvada prr Deereto FederaL com
.'. r to~ev' ,,r,, e 3 lia~umbas,duna! llt: bi5r tape .-- duzia deposito.- de arantia no Thesouro Federal,
_-a:-ane a .eus freueses otr, que 2,,7',: e,-pida.danzi 40-e0: craveir.--, propodiol:.- o capital de se.-.. de m7l
,, ,, u-.- s art n.-lL :' e dt duizia 340'.;; pisTol-tis, duz a 34 -; iconros df r.t'is.
P STiiats dznia D 1111 iieto. du- a!R f Junta "',nmm.rcial 6v


* -a .l u t os ra-iuaLti-.
r a]-rIa c.-'l
- . ,. c ,a :e < ':o %r'- a al u-r. e '-.



V .1 ... .+. E. l z L. A -A 1 A-



quaTA C L O 119 ..







--- L Iu ,lidad
-- ,-1 .....I T. A Al- -- .
.0L. 0 AA R IA'rn.;






S-- M- ,,. ---- -.. r : A I




".:.:jr,-:' -.':::++l'. rig q~iv ., r~n. :':::,-


fA pO.IIL,AR


j : : -.- ,.


Uzi 7 ,- ,-.U, -



Do:s IRMAOS
L<.ia d,- f.-e~ndAs-. ferraerns. iVk...
i-i, Fraq:. da L;iu read n'-. 9~2. Since-r;-
-ade'- de io 'i. modijidade de, pre''. e
ff-biidat.e dC-- fre-'-esia.
Dimnla-:i Siqueir.. & Irm..


FUNILEIRO
Officina comrplita de todos o artefaetoi
utensilit em flandres. com grande ,orti-
mento para viendas em grosso e a retalho.
Si acharem outro barateiro. no -ha dde
ser tanto eomo o proprietario Joao Antonio
furtado.
Pra*a da Liberdade in. 971.






de fazendas imereadorias eE-ivas, ferra-
.ren-. chapeus. Tendo receiido do Gear;
um complete scnrimento dos artigos acimn
.neaeionados que- so vendidoe por pre?;
-emi competencia. convida todo o public
para fazer ama visit a dito estabelecimer_
to que se certifiear- do que s affirmado.
VERDADEIRO QUEIMA!
APROVYEITEM! APLOVEJTE.M

JoLO Eaptista de Oliveira.
Ela Padre Cicero N. 336




sapatarla bea d epmw

Esta Sapataria de Joaquininm Beserra So-
aeha-se a disposi~.& do publieo e c
. migos e enearrega-fe de tode e qualque
rabalho em colro com grande prest6ea,
,odieidade em presoa. R a do Cruseir
.-_990.


- m d- or Mr os

.n-p-; r.."A, r-J... de C' i ma ,-
.... ,m1 M
S,. 4.m 2 n4.10 Pali... --
T ,. ,nn l 'r- e- F .-,Fa i -_ "'t.
1 E'-.-.. lh-nk. a-


p 'ait. pr I- it d eMi JLl:
f~~~zo: s Cl f A--, A


cara durat. dazia ]-I.'t:_; exqnu-ito. du-
za l .ui: r odinha d-saia.,dazia l :, :
Lau.:ria. candeilas romanas. 14'ji:
*-- t'ias d S. Joao. duzia 120: bur-
ioietas. duzia 13o.
Pr-"c-es estes os mais ris)aveis

Joaseiro. una *- CC'nei,.' 12, 12-'
JisL Gu-nes de Almeida Dada


SRtio


h"

C-. Th'
Ten d( o


nc.iteerua (
eoruens.


I'de em S.PAUL': RE1A S. E-NTO. 6i:
Anticmintor-lo jo om antiia o rr n '


BARiiALHA


0 rei dot d-puratise


Preparado pr $Sivisao Jc "'
Approvado pola lnspestoria .- i- ,e
do Ceari e autorisu:do par dere:c:.. -
Novembro de 119:e.
0 i-;Ua 'ai -..t'Ir m 7 t'.'>'r 7-,t
p.ca :' d ener r sIfiM 't 'e Tom',i'/a. : '.. v


Filial no Rio: -A ,T DE SETEMBO. cr d ququr nIrer r:
113 .mo, ernn peule: aEs.--ofitr-.: (','.,r.s .' -
ENTRE GON'CALVES DIAS E AVE- etia de ori.qo .-v.-er-ia:.o Et-iX
LA-N -A-NA en,'u::n i n ,,:u :,:-
MDA-CENTRLAL) e ralpida
EgRE%1OPlL A venda nas P.armol.'- n -
PIESi)ENTE-S-euIdor Luiz Piza. ierera. Parmacia SilR.-


S enador Eitadoal ex-ciiefe de Policia e
-x-seere:ari-. da Agriciiltra.r do E. de S.
Puilo..
v'IlETA IA-Commeadador Lonecio
Gunrrg-. da firm Silva Seabra &5 C".. da
Ftbhria6 de Tecidos S. EaDrnardo.
GERENTE Dr. Clandio de Sousa. me-
dico e industrial.
THEORilEIl'J-D-r. Gabri-: Dias d
Silva. advozado, cait:alis:a. dir'-eor de


XAROPE


3asasoa de To.l e Eu '.' :
Com'-o'to '. ])pre raj u ". ,
M.aan.)- C l T. D --


S.. ....Compaia aidutrl de S. Paulo e d hu n' .1 -" ".. 7: .,. .-. '. .:e-
S*I A ,- .L.. .' ,,' , pi -monar: T 71 _' r
A-C Cie al-'as.
."A ARMAc A r7ytesi ( 'ift? ae,:. -A venta r.. a ;
.C... n. ".el h Fi,-mial Pharmacia Jost Canulidlo Ilui. d., V." i-
eophilo A. S. Cavlcante. -rn m. S :r. Co de de Praes, Director.
ut.O i".l-i 4 ra 1ar a do .. ( o d- ,o Paulo-E -nto. r. C- )
*.ira Aci.'-i'. vrodio '. o3. com- ronel Fernando Prt.-s. vie-iiro sidento i
)s ses Amo'. e fre-uezes que do E7tado--Eario de Dnprat, direct or dr.
da a formado sforsand-e Coman I u=:r.l de So PJ'ul=Dr. p-ei arado pelo b)t ar:, n,-
t'cnuAnu:e.o dC.- nsas estimadas R)dol!pho Mira:.da. proprietario da .:;r' da& L.ores. < ue ... ,u s.-.
ca. d- Teeil--, Arethusina. dCe ir i."r"aL rigosa i .. at: -.-s. .. ..-,
Crate 12 de Janeiro de- 10d -Dr. Joo ,1 im es rop r _u-sas c t :0- .
I .-dieo e- ]irori-t::r.c--Piarm. L. P nto Eo grI ad- >.dl jr o., hag:'. u-u-s_
A: Quairz. d firma. L. QneiroT & C. ciadc-- o ,- roo nu ... ..-
-,--. j.. proprietaro de. I)rz-ria Amnericana e doe' u,- pe -n:-r. -.::: -.u: .-
i i5 4 Fahrica de pr-,'tiuteo chi ciheos Dr. Pedro na i riuqar-a o -' .u.. P a
PonCu)! e Dr. I oe,,fr r l G f I.. 7


aui'v: I a ..7 1: .ro, en capntalis.a
Tw ;,,, r diO 'a-as,. Si.0, fa-enaas de rado0 A ECON 'IISADDA PALISTA 4
p: P.-,i-er-n n.I-'. n-t- mumliciplO no termo die Sant- ; ma soiedatde muua.. coin fisealidsa:s do
Auua do Carirv x eudIr. Governo. cujo fim estabelecer una REN-
.-1, Ro:lrigtre Momnteiro tend" de DA VIrTAICTIA mensel. em dinheiro. aos
:' :Trar-se de S. "- -`'l- -,ro-urar na Enropa alivio a-sua e a caixa B.
.:. v,-, Far-"c, (- Lima' c.'-de semp;re ;-lt-rada, declara. a Os socios do Caix:; A pazam 5S900 de-
ti--n. rti,.ati,1ad-. r -i. a d.t-* t'que' eit.--r-.al qnne estao exp)3tas joia e 2S500 de mensalidade e tem direi-
-tama- ci taia ,-,,,-:'ta- Ca. han a veda tidas snua, casasnaesta cidade to. no fim de l1. ninos, a um ensiao que
*it a i-ua (ip <- anl- '-- e' ao e suas anrTia, de zado :ie-,te muni- nao sera makor de 1505sK0; por mez.
S u da l na 'van laia.:. cilO e no t -rma de Sant-Anna do Os socios da (Caia B. pagm 5Su00 de
- ra, .- ,dRu- u ova.1idal' i' Carvir e mais an sitio no mesmo rti *ooa e 55(0 de meiinaalidade e tAm direi-
-ra t ar i'-a 'L-A D a' "i-zEIz O f eridj t-rmo dc;.- ;inln,. ,queIQUOU io- to. no fim de 10 .nnos. a uma penso que
ic -m engen1ho d. Itrro e easa propria. no podeexceder e 1005 por me.
1,,, I'JrinnU i Icasa de ,Ivenda. tudo de ttlha No de fieer dantes Ce cir .
I "T1 i3 l j siutliC oentru( ,&ti, comrn ma pequi-na receir a ,pensao. a as.oeiaedc panara :ac-
SIJ UU I na-cena3 e a.iui-- d.- .pdrae cal, coIn seus herdeiro. necessarios todas as con-
T cannavia! para du.outas cargas de tries que elle tiver feito .,em turs.
SEMENTES DE MANICOBAS DO raduras. :.-u;d,. etna- matta Dando-s o falleimento depois q o mu-
com madeira de onstrut;a(: outro tuario estiver em goso da pensio. esta fi-
-PIAH sim pede a a-ue!les dos seus amigos card extincza. sem que aos seas erdeiros
que tem com o miesmo a egoeio.
A melLor emente da actualidade ueirao por L,onda le satisfa.r seus ssista qualquer direito.
(ompromis.-s, nrna vez que tern de A peuns_ o seri paga ao proprio indivi-
Vende Jose Alves da Silva uar por tempo indetermiua- du. ou o se procuradgr leal, ou por
at pregos BARATISSIMOS. do e ter d.- prover-se de recursus suf- int rmerio de qualquor Baneo. qu-ando c
RUA DO PADRE CICERO 30} ficentes. mutuario se aehar no extrangeiro.
7AZEIRTO DO CAT f RYA()O socio contribuinte em dia, que ficar
J OAZ-EIR DO CAR.LRY Crato, i6 de Outubro de 1909 impossibilitado de proseguir nas suas en-
& tradas, d--p,.:,- d-. cineo annos de associa-
SJo:-t ERodrigues Monteiro f;ao. em consequencia de molestia chronic
Sinenravel. que o inhabllit- para o tra-
I BAZAB R AMALH -- perdeniu irio o
balho. seri conide-al.l, suspense e nio
B A perder direito A pensio- e
.DE- O CR A TO Os pagamentoi anteecipados de 1 anno
SE A Tgoam da redueeio de 50 o o. Os pagamentos
ELEGAN ITE e 10 annos. 20 o o e os pagamntos d, 15
RnsiettlCfe aaath tolacar DE 'Sannog. o o.
oO mutuario que se inscrever nm mez
e-t o A. BELEM SOBRINBLO antes do sorteio e tiver a sorte de ser
Smn tem on- preuado, pagara apenas poueoe mil rdis
stantemente ex',,lrndido stoch de 45--i.UADOC COMERCIO--45 B vi' a nma penso para today a
FAZENDAS iacionaes eestrangei- At4 dezembro oeaa no
ras, Mindezas, Ferragens, Lou- CRATO-CEARA-'. cardernt ur.n foram so ridas eineo
as, etc-. mees. A ECONOMISADORA I a noea
Brilhante seseto de artigos da Etabel cijmento deFaeudas finaw. que faz sortoiorde dois em dois mezes e
'-oda comr calcados, chapeos, gra- iudexaf, Novidades, artips de uo do- nm grande soteio no Natal!
ratas, fichus, mantilhas etc. etc. mestico, Alt fantasia, & & Janirp I.--i34.000. Cenhuma outra soa
OSREOS SAO OS MAIS E cilide :tis para ciedade obteve tal ntumero de socios nos
OS PRE j-OS SAO OS MAIS omens e enhoraw-J, bje .t"tW" pr ,n eu sprmei ros neze. "
oPeidio& de prpectos, proposals, cader
CO MMODOS D'ESTA e perfma.aria Ziiio. netras e iforma Se minucios oader ao
PRA(CA "Prnvos e cmpe ) Representante no Crato.
S RuaS S. Francisco nor. 1232 1233 Dinheiro a emta. S
r Bdelem Sdobrio
.azelrQ do Padre Ci-tro 45-Bna do Comoerio~=45
4


L nco ,, it]e TO na p;;. r=n;t-;.. u~-: .it-
dido, ua iua dou Vuii').


PARMACIA SILVA,

i e Silvino Jo- na "
mereio. 61 te t urm zrnue v '-
sortimento Cde drop sZ. !)r(odue9 -i -
e especialidades ptarmafeuncas-
Despach" os receituar oT curn me
mento- de reeonleida. p ; ,:;.
"c-io,.^ pe-"e-zrf;U.


3 \wYO


I


Dsappareceram.de me.J o
burro c.ardao e umra olara -atSaiia
qnazi preta ambus com es:a marca -
e corn a sgfiltc irec-ueza
-m a


Quem der n eticias certain na leda
to d' 0 Rebate-onU nit
-ar dito.0 amraes, ssera
generosamente. I- _-.
Barbalha, Sitio B=ao, 10 te N
vembro de 19o9
Jou Demosthene FenanSes Vi-ra


MILANRES


CAV OQ OUMIO

Um cavallo cardo rulado, nao,.,' -
tobmoito, iateirO,7Ch(Ado'ol'os cUe.

Marca e Ribeira

Qaemn o en,urar e entrezr so Sr. .,
jar Jo3rd 1gasi em Ms.. 'res *crita .


_n


w


r. iq&'


--7l.


CICINATO SILVA


C~_ ~
.u~---~--~~


j




t


Al
A.