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Rebate
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 Material Information
Title: Rebate
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Creation Date: May 7, 1911
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00001672:00080

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( BRIDGECACHE )

( BRIDGECACHET )


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CEAR.A-BRAZIL **


Be ch da .a mauiCoba

do Arar*pe

Temos em nosso podler algu-
mas amostras do le'te da mani-
oba defumado pelo system do
ParA e da Amazenia ofie.-ecidan:
pelo no.so amigo -,r. dr. Floro
Barthol,,meu da Costa, que, ad-
quirindo um manigobal na berra
do Araripe. teni procurado aper-
feicoar o proc sso da preparagdo
d,) referido leite.
Pode:nos af.irmar que o lYte
di man!toba ssim preparado e
superior a6o ua seringueira do
liorte.
O redmo. amigo padre Cicero
Romeo Lap'i-ta conhecendo o
grande interesse que o Exmo.
Sr. Dr. Nogueira Accioly, digno
President do Estado, liga a tu-
do que se refure ao progress do
aosso querido CearA, enviou Ihe
algumas amostras.
Eis o quo diz *A Republica*,
de Fortaleza, orgdo official, na
suna ediqo de 19 de Abril pro-
ximo findo:


Borracha do Araript

0 Revdmo. Padre Cicero Ro-
mdo Baptista, sabendo o grande
apreqo que o nosso eminent
chefe dr. Nogueira Accioly, Jiga
a todos os elements de pros-
peridade econonmica do Estado,
acaba de enviar-lhe algumas a-
mostras de borracha, extrahida
na st-rea do Ararilpe e preparada
pelo system adoptado no ex-
tremo norte do paiz.
O plantio da macioba estai
sendo feito em grande escala, na
zona do Araripe, hoje uma daA
mais prosperas do Estado gra.
gas ao espirito emprehendedor
e energia de acgao do estimado
levita, que 6 o sr. Padre Cicero
Romao.
Seguramente, ha mais de 30
annos que elle se esforpa, corn
afinco, pelo desenvolvimento da
agriculture no sertao cearense.
Logo ap6s a grande secca de,
1877, de triste recordacao, o
Padre Cicero, compadecido das
victims do terrivel flagello e no
intuito de attennar-lhes o infor-
tunio, lembrou-se, em feliz hora,
de impulsionar a industrial agri.
cola, escolhendo para campo de
cultural as encostas da serra do
Araripe e circumvizinhangas, re-
almente apropriadas ao fim a que
se destinavam.
Congregando, entao, s ro-
mneiros que, assediados pela mi-
seria e perseguidos pt-la fome,
-li chegavam procurando a su,
2rotecqco, estabeleceu uma es-


Iecie de nucleo colonial e inici-
ou, em profusao, o plantio da
mandioca.
Surprehendentes, na verdade,
os resultados colhidos, e tdo
effi:ientes foram elles, que nun-
ca mais houve falta de farinha
naquella parte do interior do Cc-
ardi, e, mesmo nas mais desola-
doras crises que temos atraves-
sado, a produccao foi em quan-
tidade que deu para prover a po-
pulagao e exportar.
Volvidos alguns annos, o
Revdmo. Padre Cicero, perce-
bendo os proveitos que traria
paroo Estado a exploragao da
manigioba e, reconhecendo o pe-
rigo a que se exp6em os nossos
intelizes cnterratteos que par-
rem para o Norte, resolveu alar-
gar a cultural da famosa euphor-
biacca.
Nao menos lis~ngercos foram
os resultados alcangados.
Ultimamente, o illustre clinico
sr. Or. Floro Bartholomeu ca
Costa adquiriu um desses mani-
cobaes plantados por iniciativa
do Padre Cicero Rom.o, e inici-
ou o system de defumargao usa-
do na Amazonia para apurar a
bo'racha.
0 exito foi cabal, e est.i evi-
denciado nas amostras remetti-
das ao exmo. President do E-
stado. P'or ellas se pode verificar
a differenga existente entire o
process ora introduzido e o sy-
stema rotineiramente atrasado,
por muitos ainda hoje seguido.
Ao inves do sernamby, cheio
de terra, extrahid., pela raiz, ou
do leite coagulado em canequi-
nhos de flandre, temos, pelo mo-
do usado no Pard e no Amazo-
nas, e recentemente introduzido
na Serra do Araripe, o leite ex-
trahido pelo tronco da manigoba
e defumado ainda iquido, isto e,
feita a coagulag o pela fumaga
de madeira resinosa. E' a borra-
cha de superior qualidade.
Muitas pessoas, que conhe-
cem o interior da Amazonia, e
as quaes foi mostrado o resulta-
do da expcriencia ora realizada
no Araripe, sao acc6rdes em
affirmar que o leite da manigoba,
assim defumado, nao s6 pela sua
consistencia, como pela sua ela-
sticidade, leva "vantagem ao da
seringueira do Norte.
E' corn a maior satisfaao ,que
levamos este facto ao conheci-
mento de quantos se interessam
pelo progress do nosso Estado
e incremento da sua industrial a-
gricola.
Toda a vasta zona do Cariry
presta-se, excellentemente, a
cultural da manigoba, segundo dd
testemunho o Revdmo. Padr"
Cicer, Romao, que ali tern man-
dado fawer diversas roeas, para


A LI


BERBDADE M


R L


Tiv ycp icpcAW uapLOL sQEY.
(Arist EthNic.).

(Continuws ao)


o ,'a n cordo.
ja vimos comor aontade actia A legitimidade d'esse senso inti-
livremente na seleccea du bem ou do mo e de evideucia immediate.
mal moi al; ja vimo sortanto, em1 Quem quer que a denegasse, ex-
que condi5es exerecles .a- nossa clama LIBERATORE, acabaria por
liberdale, e agora... soes effective- degar-se a si mesmo-che dubitare
mente livres ? di esso varreble per noi altrettanto
A gravidade je a itap dtancia d'e- che dubitare della propria nostra
sta questao hoje mais -Iq nunca re- existenza.
clamam a attengao e 'o neurso de Tal a forga!dynamica da perspi-
todos os homes serism p te interes- cuidade da consciencia.
sados pela defeza doasrincipios fun- D'um lado o eu, sem solu(qo d&
damentaes da ordem ral. continuidade, esta immediatamente
Si o homom, este Aysmo de luz e present a si mesu* corn as suas
sombra, outro destine noo tivesse, affefces; d'outro lado, &-lhe maxime
ao vir ao mando, que stisfaqao de cognoscivel, sendo n'esse phenomenon
seus appetites de b tao yi tautochro c amente-o cognit0 e
fosse a siia condiClo, W5nreYtsfl nf l0 n5e
as suas aspiraqOes como o horisonte Em verdade, apprehendemos as
sensivel que abrange corn o sen olhar nossas affecoes presents e a n6s
de deus destronado, ser-lhe-ia suffi- mesmos tao clara e immediatamente
cieRte a liberdade de que goza o ho- que d'isso absolutamente nao pode-
imem de Platao e sens congeneres. mos duvidar; nao podemos, pois, nao
Mas o home 6 umr ser intelligen- sentir que realmente sentimos.
te e um ser moral. Investiga racio- Por isso DESCARTES,si bem ten-
nalmente a verdade, appetece voliti- tasse duvidar de tudo, nao pode du-
vamente e bem, e, para a consecughu vidar da veracidade de sua conscien-
de sua finalidade, necessita d'uma cia, e a estabeleceu como base fun-
forga de levautado quilate que, rom- damental de sua philosophia-quui
pendo as vacilla&es do eu, lhe per- done! moi qui semble concevoir avec
mitta entrar no caminho que bem tant de nettete et de distinction ce
lhe aprouver; necessita d'uma forga morceau de cire, ne me connais-je
que lhe face senior de seus actos ; pas moi-mrme?
d'um powder que lhe imponha tremen- Pois bem! este sensor intimo,-a
das responsabilidades, como lhe faga consciencea, attesta-nos claramente
credor das mais justas recompensas. que queremos livremente; assegura-
1~Asa fu ra, esse poder 6 a liberda- nos evidentemente que podemos que-
de moral, o livre arbitrio, a vontade rer e nao querer, per ex.: mover o
mesma emquanto tern em seus actos bravo n'essa on n'outra direceao,
a faculdade de selecqao; forca que passeiar ou nao passeiar: J1 t6 o de
tern na rasao as suas raizes mais verdade isto que, quando praticamos
funds; poder que affirma a unidade estas acqes, sentimos perfeitamente
substantial de nosaa naturesa, por que.podiamos nao pratical-as.
ser a intelligencia e a voitade duas 4 *Estabelecemos realmente grande
faculdades que residem no mes- paralaxe entire a vontade de ser feliz
mo sujeito-n'alma rational; dn- e a de passeiar, escreve BOSSUET.
as faculdades, emfim, que abrem en- Portanto, nao pensamos que pode-
tre n6s e os entes de ente-infran- mos impedir-nos de querer a felici-
quiaveis. insondaveit abysmos. dade, mas sentimos claramente que
Mas somos effectivamente livres ? podemos 'abster-nos de passeiar; as-
A liberdade de arbitrio consiste sim nos deliberamos e nos consulta-
na faculdade elective das proprias mos a n6s mesmos sabre si iremos
aeqoes; ora. o senso intimo, a consei- ou nao passeiar, e resolvemos uma
encia moral e o concurso h1mano consa on outra;mas nao podemos deli-
comprovam altamente que esta fa- berar sobre si devemos ou nao querer
culdade de seleccqo existe no home; a felicidade; result disso que, bemr
logo somos effectivamente livres. como sentimos que somos necessaria-
Provemos a primeira parte da me- mente levados pela dynamic de nos-
nor: o sensor intimo... sa naturesa a desejar oun a querer a
Constatamos de certo pelo sensor felicidade, assim sentimos que somos
intimo e subjectivo-a consciencia livres na seleccqo dos meios para
que sentimos, qune pensamos,que que- conseguil-a*.
remos. Pelo que segue-se que encontra-
N'este ponto todos estao de ac- mos uma demonstracio de nossa li-
berdade n'esterto phenomenon intimo
e subjectivo-a consciencia e que,
portanto, somos effectivamente li-
vres.
experiencia, e todas ellas estao Provemos em seguida a segunda
nas melhores condigoes de de- part: a consciencia moral ...
senvolvimento. Si a consciencia psychological nos
Ao encerrar esta noticia, niao revela a existencia da liberdade, a
podemos calar uma palavra de consciencia moral corn as suas accu-
sincero applause a es-e valioso aOes e seus applausos nossediz at
S. que ponto somos senhores de nossas
tentamen, tao prosperamente mini- aces.
ciado. 0 cumprimento do dever encontra


Cautnudo e fludo


(7 maio 911)

Invertendo a lei
do sentimento,ale-
gramo-nos corn a
morte do inverno,
colhendo o que el-
le nos dix ou.


N'um magno esquife de neves ,.
Levado pelo tutao,
LA se foi o grande inverno
P.'r'alem d'esta regiao !

E, d'esta 'ez, a lei santa
Do sentiment, invertendo,
Alegres todos cantamos,
Canuqes mil aos ceus erguendo !
-'.ft o foi peque a' i hervnk
Que de certo nos deixou !
Por isso essa alma alegria:
Qu'em nosso peito brotou !


N'um magno esquife de neves
Levado pelo tufao,
LA se foi o grande inverno
P'r'alemsd'esta regiao!


Jose Ferreira


n'ella a sua recompensa, e a trans-
gre.sao da lei o seu primeiro de-
nunciante.
Busquem outros a gloria, disse S.
Paulo, nas vas apparencias de que
facilmente se deixa levar a ligeiresa
do espirito: a nossa gloria consist
no :testemunho de nossa conscien-
cia.
As catachresis da liberdade, as ac-
5es peccaminosas, as deliquentes,
as perversas, recebem n'esse tribu-
nal.inexoravel, insubordinavel, in-
flexivel como Rhadamanthe, na ex-
pr-ssao platonica, a sua saniAo e o
sea castigo.
E' tao terrivel a voz do remorso
que. As veaes resaltando por sobre
os instinctos naturaes, voluntaria-
mente entrega-se o criminoso A ju-
stiga, confessa o sen delicto, pen-
sando que assim se descarrega d'um
fardo que o vexa, d'um pezo que
o opprime.
E note-se que, quand* sem querer
causamos um prejuizo, on somos in-
voluntariamente a causa d'unma des-
giaga, com a front serena nos com-
padecemos d'esse prejuizo, chora-
mos essa desgraqa, e procuramos sa-
nificar corn os nossos cuidados e des-
vellos as afflicqes que pungem a
mente e rasgam o coraaeo.
Mas, mutatis mutandis, quando,
corn plena deliberaq&o e advertencia
plena, prpertramos um delictonos
corremos de nbs inesmos, e procura-
mos, sob a tunica inconsutil d'esse
demonio de SOCRATES, esconder
a nossa iniquidade, crendo que d'e-
st'arte abafaremos essa vez que nos
accusa corn urma obstinaao tat qne
s6 nos pode salvar o arrependimento,
quo so nos pode remir-o perdao !
Ora, essa heterogeneidade de af-


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_ 0 P.REBATE


Th ^a%'^ 'iy ~ radPrris P ?adre pdrito


I


Vossa afilhada e vossa veneradora
Maninha


: 1


Joazeiro, 26 de Abril de 1911
Severino Pires


I


~rbalka, 26 dL Abril di 1911
ILLM0 AM* REVDM* PADRE*PEIXOTO


I


i~~,;---p~-: ~;L'U-~~~hLr~lL~~r


PEESENTO ao illustrado e d.stinctissimo
college Revdmo. Padre Joaquim de Alencar Pei-
xoto os meus affectuosos cuml.rmentos e felicita-
o5es pela auspiciosa data de seu anniversario na-
talicio.

Milagres, 26 de Abril de 1911

Padre Irineu P. Bezerra de Meneze.z



Meu chafr ?7atdfiha e Amigo pad.?e fixote

ncm o coragio de velho a transbordar
da mais viva e intima alegria que c felicito hoje por
occasion de sen anniversario natalicio.
Ventures a. flux, uno s6 lh'as desejo n'este
auspicicso dia, como tan.bern adjuro aos ceius pe.
la reproduccgo,e per muitos e ditados anncs, d'esta
grande data, illuminando sempro ella, como um
bloco de luz, o caminho de sua existeacia sobre a
terra, e fazendo brotar-lhe das margins, aqui, alli,
em todo o seu percurso, as mais bellas flores das
mais esplendidas esperanqas.

Joazeiro, 26 de Abril de 1911

Guilherme Moreiri Ramos de Maria



faitiiho 7dre peixoto

UAIS um anno de existencia acaba de, men
Padrinho, completar huje.
Motive de just contentamento para todos os que
o conhiecem, esta data desperta o imaior eathusiasmo no
suio de seas numerosos amigos e admiradores.
En. que sobre ser sna amigra que muito o presa, son
sua atilhada que muito o estima, tambem o felicity cheih
de enthusiasm per occasiao d'esta data tao fnemoravel
nos faustos de sua vida tao util e tio preciosa.
Generosa Gonsalves da Silva
Joazeiro, 26 de Abril de 1911


Amigo e lefimo padre pielto


FELICITO cordialmente a V. Revdma. pela fe-
liz data de hoje, e faco votos ao Altissiuio para que ella
se reproduza por muitos aunos.
Salve, 26 de Abril !
Joao Baptista de Oliveira
/
Joazeiro, 26 de Abril de 1911



padnlihe ?air 7 dxoto

PARABENS e felicitaqbes pelo seu anni-
versario natalicio Que esta data de hoje se re-
produza por muitos annos, sdo os votos de sua afi-
lhada e sincere amiga admiradora
Mocinha

Joazeiro do Cariry, 26 de Abril de 1911



lads? 3r. unire J]oamiB de Alftcanr ftllet

O brilho fulgurante da estrella do vosso
destiny fascina a todos que vos appreciam, on-
chendo-os de ineflavel consolacao! E, porque nao
ser assim, si sois o grande e intemerato paladino
de nossas liberdades, titulo grandioso dos espiritns
sublimados pelo heroismo! Hoje, portanto, que,
entire risos e festas, passa a data venturosa de vos-
so anniversario natalicio, venho apresentar-vos por
este motive os meus cumprimentos, saudando-vos
corn maxima effusio de alegria e profunda admira
cao. Salve, 26 de Abril!...


:1


N 'ESTE dia em que mais uma folha cahe
da arvore de sua existencia, e mais uma outra re-
ponta verde de esperar"a, despertando as mais
vibrantes alegrias, acceite, de envolta corn os vo-
tos que faz pela sua felicidad-e. os parabens e feli-
citag6es de sua humilde nfilhada

Nazarena
Joazeiro, 26 do Abril do 1911


Padrinio Padre peixzta

O lado dos qua' hoje Ihe levam as mais
ruidosas felicitag6es pelo seu annivereario natalicio,
eis-me tambem a sauda!-o jubilosa, desejando-lhe
uma abengoada messe de annos entremeada de
ventures e felicidades.

Maria Rita

Joazeiro, 26 de Abril de 1911



Wfimo. fr. Padrt peizoto


1 OJE, em que mais uma perola se enga-
sta na preciosa cor6a de sua existencia, digne-se
de acceitar o meu bouquet de parabens e felicita-
q6es
Maria do Sacramento

Joazeiro, 26 de Abril de 1911



REVDMO. SR. PADRE PEIXOTO


]?OR entire as ruidosas demonstraC6es de
Pprego, de consideraC.o ;e estima, passa hoje o
seu anniversario natalicio. Por este motivo, acceite
as mais cordiaes felicitai5es,de envolta corn os mais
ardentes votos pela sua prosperidade, de sua -sin-
cera apreciadora
Maria Joaquina Arnaud

Joazeiro, 26 de Abrillde 1911


REVDMO. AMO. PADRE PEIXOTO

P OR entire as alvoradas do dia de hoje e os gor-
geios da passarada alegre cantando a vida matinal, trans-
corre a alvigareira data anniversaria de sen nascimento.
Corn o coraVio e a alma a transbordarem de vivos efflu-
vios le alegria, n6s,fazendo coro corn os sens numerosos
amigos e admiradores, vimos tambem trazer-lhe os nossos
cumprimentos de felicitaOes, por este tAo anspicioso
event.
Francisco Belmiro Maia
Luiza Leopoldina Maia
Pedro Belmiro Maia
Adones Bezerra Mala
Idalia Leopoldina Maia
Annunciada Bezerra Maia
Joazeiro 26 de Abril de 1911


AO REVDMO. SR. PADRE JOAQUIM DE
ALENCAR PEIXOTO. NO DIA DE SEU
ANNIVERSARIO NATALICIO
Salve, o dia de ten anniversario,
Que, de alegria, aos mais vivos cahoes,
Veio fazer palpitar mil coracges,
Enchendo-os d'alto enleio imaginario
Eu, corn sentiment almo e voluntario.
Envio-te as minhas congratulagoes,
E te offereco per mil gratid6es
Este pequeno ensaio litterario!
Tao grande, qune tua patria no comporte,
Desejo)que o ten nome angosto e forte
Seja e evado ao pantheon da gloria!
E, qual Moyses, sublime, agigantado,
Emvez de descer, snba-illauminado,
Galgne a montanha da future historia!


Q UIZERA ter essa linguagem candida
de virgem que fall aos anjos do cdo, e toda estrel-
lejada dresses rutilos conceitos coelhonettinos para
saulal-o hoje por occasiao de se*u anniversario na-
talicio,enviando-lhe.de envolta corn mil votos pela-
sua prosperidade, os meus mais sincer6s parabens.
A data anniversaria do nascimento de cida-
ddos eminentes e de vultos que, como o Revm?
am?, se destacam no scenario da political e da soci-
edade, merece de ser solemnisada por todos n6s,
os pequenos, corn a mais harmoniosa de todas as
musicas -a'musica do coragno, pois que s6 ella
traduz perfeftamente os estados de nossa alma, co--
mo s6 ella, ella tao s6mente d a expressao da ver-
dade em toda a sua plenitude. 0 mais 6 puro con-
vencionalismo.
0 coracao, Revdm? am?, o coracao tern a sua
j musica,tem a iua linguagem; aquella avantaja-se A
arte dos Mozart; esta exerce hegemonia sobre a dos
Homero, Dante, Goethe e Shakespeare, visto serem
ambas o que sao e nao se a.oimarem de certos pre-
conceitos anomalos.
Entretanto. como ambas s6 sao perfeitamente
comprehandidas por espiritos superiores, por aquel-
les :que se acham n'uma esphera elevadissima, em
um plano altamente invejavel, d'onde observam
corn areas de compadecimento as myriads de sce-
nas que se desenrolam sobre a face do plaiieta ou
do mundo objective, as quaes, na generalidade, tern
o cunho da degradacgo, precisamos da lingua-
gem para concretisar os nossos sentiments e da
music para festejar mais extensivamente a data
felz do anniversarlo de homes de sua envergadu-
ra moral.
S Eu, quo sei comprehender e apreciar o ingente
merecimento de sua augusta individualidade, nao
posso deveras deixar de externar o cyclopico grau
de admiraqao que consagro A sua distinctissima pes-
soea, um dos bellissimos ornamentos da sociedade
cariryense
Sacerdote distinct, cidadso prestim6so, pa-
triota dest-mido,caracter rigido e insusceptivel de
submetter-se as inconveniencias d'um partidarismo
mesquinho, coracao sempre aberto para as accqes
magnanimas e humanitarias, intelligencia rasgada-
mente illuminada, espirito verdadeiramente forte
para os embates da vida,-entas e outras qualidades
que tanto Ihe enfloram a alma e coraqto,ainda bem
que as confirmnm todos os que o cor.hecom do per-
to e sabem fazer justiqa.
E i por isso, Revdm? am?,que o seou annivessa-
rio natalicio desperta, como no din de hoje, tama-
nha- demostraqao de alto aprego, alta estima e alta
consideraqio, nao s6 por parte d'esse povo, como de
todo oCariry a reflectir-se ahi atravez de seus dig-
nos representantes.
Associando-se 4 todos n'essa espleudida festa
de hoje corn que solemnisanm o seu anniversario na-
talici,,, envia-lhe os seuons mais sinceros cumpri-
mentos de felicitaq6es o,
De V. Revd'"?
SmW? Resp". Cr? Obr.

Josd Raymundo de Macedo
-- -vfs'F^v ---

jarro, 26 dc Abril d 1911

ILLUSTRE Am? PADRE PEIXOTO


R EGISTRA, hoje, o kalendario de sna familiar e
d? seus numerosos amigos e admiradores a data anniver-
saria de sen natalicio.
Uma data refulgente como esta 6 sempre motive dos
mais effusivos e mais intimos contentamentos.
Alegro-me, pois, deveras, e regosijo-me corn esse no-
bre povo heroico, acompanhando-o n'esse esplendido cor-
tejo de felicitaqpos e parabens que Ihe chovem de toda a
parte, n'este grandiose e memoravel dia.
Asim, nao s6 o felicito jubloso por contar mais um
anno de util e preciosa existencia, como tambem fago vo-
tos pela reproduagod'esta data auspiciosa, e-para pros-
peridade do Cariry, telicidade de sna familiar e egosijo de
sens amigos como o,
De V. Revdm",
Am? Att?.Cr? Obr?
Jos6 Ignacio ile Seousa


*1













0 RE BATE
. -- T


ti 't& d Uri


JTO.LA. 6LZX nTc SAPATAR I/A

... __ PERSEVEPAN A

nr O SI sLA rsapataria we enearregado
IN NATOl I ,tM gaquer trabalho todos em c, nro
V'ido de GarBanu. et ,2', :I- P"r- 'arante aos sent fregueses obras qne
umybuc,. ,a-. ,t -;- ,, ....a- p- ao ws podem desejar mellihores e de
la cm ur compie e vr r*-,-roo I raaaves.


,r', fnA UxJgtn* fr -guez.
'an vi.;ta. p,,.', a LOJA E-STrfF1.LA
de. (ir,::: to :; L ', I"a 'A r- -':-.- ,
*. : AC2RV. A



PHARM CIACAtVAU.P.0


Ha ne'ta conr e'tulda pbarmnac: n.m
varia', ortinm-nt/, de drogas e pr',duct-i
ehirt, re epe. ialida,'; ptarmnaceutica-
na,#,,ga4- o ,.-4tran,--ira.,
SAvim-<-r" re.:AitaA a qualqu.r hera co.r
pr Huna PI' ('wie--, 1. 4


'0 BARATEIRO
Maro l Victnrv) da Silva. CWdn hna
^ja* Frn w ,rtid"l do to,^ , artig o4 de
Cornn.rcio, tua Nova, n". :; e tu
(',r ic-ro. n' 2- "
Pr, ;, nm cormp-tencia, cuto da capita'.-


A POPULAR
Ib,ja d1t, fa4-ndas ,f outro(s artigco rde
,.om-rcio, v d'. apurar capital empregado.
O fr.gui;Z procure na lwua Novt A caa
r,,. %.5 e na iThi Padre Cicero a loja n'
; u0, que h.oriA ervid't m edida de sen de-



Do t IRMAOS

L<,ja die f.terndal. ferragen,, ft i tiva.,
+ ~ ~ ~ ~~ .. , t > ; ...


Trenio Cabral de REa do Cruzeiro n" 1085



NIERCIARIA
OLIVEIRA & NATI31
O proprietar:o deote aerditado eetabe-


lecimonto tend rvcentemente chegado da
capital do& e,tado asvia aos sens innume-
ror friruezes e ao public em geral que se
a:!a eoa c5 e na naplet- w,ort:inmnto de
rne-radorias nacionaes, est rang'i rr: -alia-
doA4.me rtias.para homense seniioras.suspen'
5'r:ae. ca',l;as de alumini:im, r.-domas..
#extractos de divertas qualidadeis, brilhan-
tisua-i.leo dl babiza para o cabello; bi-
bidai de diversas qualidades, conservas.
,dct.*, corp4 de phanta-ia, bicea, rendas,
sutAx'-s gr;fasl. Ate etC.
Tud, At dinheiro a vita e p Tr preIOe
moico O PROPRIETARIO
OLIVEIRA & NATIM -



Avipa sos feus fregueses qne chogon um
grandIe sortemento de Vinho do Porto, Mo.-
cate-lSu *irrior. S:intn Antonie. Cogrnac.Ver-
mitet. Vinho de Missa, G.ropliga. Serrot de
Jinipapo, Ainard-nte de CaiA. de Lima e
r,rno Saco Bon/de Palha. as Quafro Livas.
opula r-s: doce P qntir'-., F.i MIntfteia Brotel, Excellent". Papagaio, Pi-
auhv: Banha de poreo em lata.
Tudo pr pret;0 mndlieos
Rua P.'Cieero n.*62


na l'ra, ;a ifL.berdad!, n Jt. u. .h;r'-
,la i', 41#,- -i,, modlicidade de proas .Ji-ronmO F'ranca'sco lIdeainima
affabilidad,, d, freguesia. tern, neta o I..:alidade, A venla, uas
liornhmd, Siqueira & Irma .U camas de taipa cobertas de tlha; umna
l_____ Mita it Rua de k. Francisco e a outra
na travessa da Roa Nova;pelaprimei-
FUN ILEIR '" i-a i,1.-_240:(00;,;pe laeginda 180:000
FUNILEIRO A'tratar na RUAADO CRUZEIRO
Officina com;nleta e todos Os artefactos r
rAteili.o m flandre, cornm rande orti- IJ l t'
rentt, para veonias em grorno e a retalho. j U
Si achtarein outro barateiro, nAo ha (de
Mr auto corno o proprietario Joao Antonio SEMENTES DE MANIQOBAS DO
Furtad. .
Pra,;ada Liberdade n.. 97S. PIAUHY
A melhor semente da actualidade

ASL Vende Jose Alves da Silva
A pregos BARATISSIMOS.
(RUA DO PADRE CICERO iN? 301


di fazendas inmercadorias estivaa, ferra-
,,* n4, chaponu. Tehido recebido do CearA
1un comnpleto tiortimento dos artigos acima
iimoneionailos quo s4o vondides per preqo
.41e competencia, convida todo o public
;,,ira fazer nmas visits a dito estabelecimen.
to quI se certificarA do quoe aflirmado.


VEltDADEIIRO
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Jo.io BUptista de


QUEIMA!
APROVEITEM!

Oliveira.


IRu Padre Cicero N*. 336


5Spitarla bl6 (sperim

Esta Sapataria de Joaquim Bewrra So-
acha-"e A dispoaic&o do public do
>migos e encarrega-se de tod. a qualquei
lbalho em coiro com grande presteo t
,o licidade em preto~. Rus do Cr(seorI
a .990.


JOaZEIRO DO CARIRY




BAZAB RAMALHO


.DE


Thidoaotre lauatlo itAlncar

Este estabelerimento tern con-
stantemente explendido stoch de
VAZENDAS nacionaes eestrangei-
ras, Miudezas, Ferragens, Lou-
gas, etc.
Brilhante sessao de artigos ds
mO la como calados, chapeos, gra-
Watas, fichus, mantilhas etc. etc.
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COMMODOS D'ESTA
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Rua S. Francisco nos. 1232 1233

:'.azmiri 'lo Padre oCJ worg


CASA. PYRrTECIICA

E-ta Caea se ercirrega de qual-
t(er trabalh* que diga respeito i
.ogo e polvo a.
Fogun-ri' daza a 5$4)00; ifogos d<
3 Lombas,dnzia 15;, buscap-s, dazi
-2500; e*pida. dizii-4000; craveir'F,
lz as 3400; pistolit s, dunza 14 ';O
p-stolas, dazia 2000; pistolio, dnz'a
J35s); fogos de bemgalia.dunza 40.o;
ara dura, dazia 1009; exquesito, du-
oateria4 candellas romanas, 1400;
strellas de S. JoAo, dazia 120; bor-
ouletam, duzia 130.
Preo.s estes os mais risravels
, ss.ve.is
Joaseiro, Rua da Conceii.o n? 1263
.'bs, Gomes de Almeila Duda





CRATO



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ECONJOM ISADOfBA

PAULISTA
CAIXA INTERNATIONAL DE PEN-'
SOES VITALICIAS.
Approv.da par Deecreto Federal, com
leposito de garantia no Thesouro Federal.
proportional so capitalfle pe2ases de mil
conto& do reis.
Registrada na Junta C'ndmercial de
S-o Panlo.
Sdde em S. PAULO: RUA S. BEN'TO, 63
(Antigoeseriptorioda Companhia Mogyaam;
Filial no Rio: RUA 7 DE SETEMBRO.
113 modernn)
ENTIREE GONPALVES DIAS E AVE-
NIDA CENTRAL)


BAR Br LHA
L-H

0 rel d3s depu|"a'tiWvO


Prepirlda pr Sialso JoeC dA '-"I
Appcovaio pela Inspe-'toria de .-
do CearA e aatorisido'por dec-e:o d- 9 .C
Novembra de 19o9.
0 R'c.na-inao em qia'quer pe-ril o
pha:e d enerjicm.na'e cora',taid>d; Sjp, 'i-:
Ulceras de qua'quer nwturesa raolesti, -.
pelte; Erofidas; Ciaeres e adlquur ," -
estia de origem reneria; no ELIXIR Di
CANINANA ene'utr2m a saa cUrJ er"- t


DgtylEfTOPIA A venda nas Pharmacias e no depo-lto
PRESIDEXTE-Senador Luiz Piza. geral. Pharmacia Silva.
Senador Estadoal ex-ehefe de Polieia e
ex-Secretaria da Agricultura, do E. de S. XAROPE
Paulo.
SECRETARIA-Commendador Leoneio DE
Gurgel, da firm Silva Seabra & Ca., da
Fabrics de Tecidos S. Bernardo. 3alsamo de Told e Eucalypto?
GEREXTE Dr. Claudio de Sonsa, me-
dico e industrial. Comp3to e preparado per


THESOUREIRO-Dr. Gabriel Dias da
Silva, advogado, capital'sta, director da
Companhia Industrial de S. Paulo e da


S-iVA-" HARMACIA CompPmnhia de Pogos de GCaldas.
Co.tsello FieAll
FdeL Theophil A. de S. Cavalcante. Exmo. Snr. Conde de Prates, Director
Tendo mudaro n* Phar macis da do Banco de Sao Paulo-Exmo. Snr. Co-
Trave Dr. Nogueira Aacioly, prodio n*. 33, com- ronel Fernando Prestes, vice-presidente
muniaes aos sew Am". e frnguezes que do Estado-Bari~o de Dnprat, director da
continue da mBsma forms sforsando-se mpanhi dustrial de S-o Paulo=Dr.
pars bem servil-os, esperando por io, mpai Industrial d SA Paulo=Dr.
merpeer a continuace~o de tuas estimadas Rxlolpho Miranda, proprietario da Fabri-
ordens. lea de Tecidos Arethusina, de Piracicaba


Orato 12 de Janeiro de 1910


ATTENGAO

Casas, SItio, fasenaas de gado
neste mnnicipio no term de Sant-
Anna do Cariry A vender.
Jose Ro.;rigues Monteiro tendo de
retirar-se destz cidade no intuit de
procurar na Europa alivio a-sua
saude -4telpre alttrada, declare, a
quemn enteressam, que estio eip)stas
a venda todas suas casas nesta cidade
e suas fazendas de gado neste muni-
cipio e no term de Sant-Anna do
Cariry e mais unm sitio no mesmo re-
ferido term denominado cQueimadwo
corn engenho de0 airro e casa propria,
casa de vivenda, tudo de telha e
segnra construaio, corn nma pequena
nascenja e aqnde de pedra e cal, corn
cannavial para dusentas cargas de
rapadaras, potsunido extensas mattas
corn madeira de (onstruqlo: outro
sim pede A, aiuelles dos seus amigos
que tAMrn cm o mniesmo negocio,
queirio por bondadel satisfaser sens
compromises, umna vez que tern de
anpentar-st, por tempo indetermina-
do e ter di. prover-se de recursos suf-
flcientes.


Crato, 26 de Outubro de 1909

JoS6 RodrignUes Monteiro


0 CRATO
ELEGANT
DE
A. BELEM SOBRINIIO
45-RUA DO COMMERCIO-45
CRATO-CEARA'.
Estabelecimento deFazendas finas,
Miudeuas, Noyldades, artigos doe un do-
mestico, Alta fantasia, & & &.
Espeialidade em: artigos para
homens a enhor,; objects para presen-
tef e pewmfuasr* Biajuima!i
Proof esm competidor!
Dilheiro A vista


e deputado federal-Dr. JoAo Alvez Dima.
medico e proprietario-Pharni. L. Piato
de Queiroz, da firm. L. Qneiroz & C.
(proprietario da Drogaria Americana e
Fabric de products chimicos) Dr. Pedro
Pontual e Dr. Victor Golinho capitalistas.
A ECONOMISADORA PALISTA 4
unm sociedade mutua, corn fiacalisaas do
Governor, cujo fim 6 estabelecer uma REX-
DA VITALICIA mensal, em dinheiro, aos
seus socios. Tern duas caixas, a caixa A
e a caixa B.
Os soeio. da Caixa A pagam 5$000 de
joia.e 2$500 do mensalidade e t4m direi-
to, no ini do 15 annos, a um ensi o que
nAo serA maior de 150$000 por mez.
Os socios da Caixa B, pagam 53000 de
joia e 58000 de mensalidade e te"m direi-
'to, no fim de 10 annos, a uma pensio que
nao podera exceder de 100$000 por mez.
No caso de fallecer antes de chegar a
receber a pensAo, a associacAe pagarA aos
shoes herdeiros necessaries todas as con-
tribuicoes que elle tiver feito oem jurors.
Dando-se o fallecimento depois quo .omu-
tuario estiver em goso da peasao, esta fi-
carA extinct, sem quo aos seas-herdeiros
assist qualquer direito.
A pensio serA paga ao proprio indivi-
duo, on ao son procurador legal, on por
intermelio de qualquor Banco, qur.ndo o
mutuario so achar no extrangeiro.
0 socio contribuinto em dia, que. ficar
impossibilitado de proseguir nas suas en-
tradas, depois de cinco annos de associa-
cAo, em consequencia de molestia chronic
e incuravel, que o inhabilite para o tra-
balho, serA considerado suspense e nao
perderA direito A pensao.
Os pagamentos antecipados de 1 anno
Tozam da reducAito de 50 o/0, os pagamentos
Te 10 annos, 20 o/o e o0 pagamentos de 15
annos, Q5o/o.
O mutuario que se inscrever um mez
antes do sorteio e tiver a sort de ser
premiado, pagar apenas poucos mil ris
terA direito a ama penaao para today a
nsu vida.
SAtd dezembro foram sorteadas cinco
cardernetas. on seia no peiodo do nove
me es. A ECONOMISADORA 6 a unica
que fas sorteios de dois em doisa mezes e
um grande sorteio no Natal!
SSocios .inscriptos do abril de 1908 a
Janeiro 1909:-34000. Noenhuma outta so-
eiedade obteve tal numere do socios nos
seuas pnrimeiro meze&.
Pedidoa de prospects, propostas, cader
netas e informaoes minueiosas ao
Representante no Crato.
Belem Sobriweo
46-RBa do Commereiou45


danotl CC-a.i. tid das Dorcs
Maito util nos intommodos do apparelho
pulmonary: Tosses, defluxoe, I ro hites. i-
ryngtes asthkm etc. A venda na
Pharmaeia Josd Candido Runa do Vid.o 21

I(Dutat.V0 Ca, MHl

preparado pelo bot eario 3Linoel Candidu
jas Dores, ed- prof-;a e.r.satca n.as pe-
rigosas aa.eqoes boubaticas, syphiliticas,
escrophulosas e d irth:oeas.
E o grand desalojactur uos hmunores vi-
ciados e o paderoso eliminador de todas us
doencas pertinazes que jtem' suaorigen
na imparesa do sangue.
Unico depeAito na pharmacia Jod C(7a-
dido, na Rua do Vid o.


PHAR MACA SILVA.

de Silvino Josd da Silva, na Rua do Com-
mercio, n'. 8; tcm uum grande e va:iado
sortimento de drogas, produetos chimicoe
e especialidades pharmaceutical.
Despacha os receituarios coin medica-
mentos de reconhecida pureza e gararnt
aceio, prestezar" .d;" lade de p-reu.


3Su~lH Sil;MUL,


Desappareceram de meu sitio uus
burro cardio e uma burra castana'
qnazi preta ambos corn esta.marca -
e com a seguinte freguezia


Qnem der noticias certas na Rw lac-
sioid' O *Rebate. ou vier me entre-
garditos animaes, serA 'gratificado
generosamente. :1, i a
Barbalha, Sitio BrejAo, 10 deN
vembrotde 1909: -
JoAo Demosthenes Fernandes Vieira



MILAGREJ




CAVALLO SUMIDO
Utr ogvaUo carddao r dq, o, muo -
tobonito, iateiro,'ehabdo,!blkA ''i

Marca 2.j eRibeira

Qvom o en:ntaxr e etarao Sr. AMa-
o., I o u- J. Mt.... rese gra
(sutojmi .


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