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Rebate
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 Material Information
Title: Rebate
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Creation Date: April 16, 1911
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00001672:00077

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( BRIDGECACHE )

( BRIDGECACHET )


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mundo o1 A palavra dos evangelisadores
resurrei- da lei nova,alargando-se, como o
ether que nao deixa de expan-


-. dir-se em quanto encontra espa-
Eis-nos em pleno dia de Pas- go,ispirou o.amor virtude,ai ei.
choa!... ou dos altares a Venus impudi-
. Aos clar6es d,:s ,ilvoradas ca, Marte vingativo, Jupter a-
d'este notabilissimo e sancto dia dultero e ergueu sobre o capito-
removeu-se para long, para In o0 ymbolo amoravel da can-
bern long o escandalo!... dade !
Rasgaram-se de meio A meio E o velho mundo ruiu per
o0 mysteriosignominiosos do Ho- terra
merm-alma. o doc- e meigo Je- O escrava viu despedaqarem-
sus se-lhe as algemas!
Expandiu-se u'um turbilhao
Epd luz o serdo de suas do A mulher ascended de.... beast
de luz o segredo de suas dores,' I
o arcano de seus soffrimentos in-; anjo!
finitos! O home recolheu ao cora-


Comprehendeu-se a obscuri.-
-dade de suas parabolas !
Aclarou-se o sentido das es-
cripturas !


cdo seus suspiros, deseccou ao
calor do peito a corrente de seus
prantos e fez da Dor que o es-
fprelava, um caminho de risos di
immortalidade que Ihe propunha
ann n, t rfm-Mr, a I


Realisaram-se os symbols LI d cV '
da lei velha Jesus resuscitou !

E eis a rasao de toda essa re-
Et antiquum documentum d
Novo cedat r.tui voluqao fecunda de paz e amor
que ainda se ostenta vivida co-
Chrismou-se, n'este para todo mo oxigenio no espirito das ge-
0 semnpre memoravel e solemnis- ra
simo dia, a augusta e divina esusresuscitou
missao do Filho de Deus sobre Je


a terra !
Reconheceu-se o seu ministe-
rio sagrado!
Confirmaram-se as suas pre-
dicq6es !
Justificou-se a sna doutrina de
tolerancia, de paz, de amor, de
perddo e de misericordia t
Coroaram-se todos os sAus
trabalhos !
I'eanimaram-se todos os seus
discipulos !
Evaporou-se o seu temor d'el-
les; transmutou-se em alegria a
sua tristesa, em fortitude a sua
fraqueza, em coragem a suna pu-
sillanimnidade, em assombros de
crenga a sua infidelidade !
Os inimigos da religiAo nas-
cente se confundiram!


A f6 de-todos os seculos
plodiu-se n'um vagalhao de
plendidesas!


ex-
ex-


A verdade de nossos auguztos
mysteries apodixou-se sem re-
plica, desconcertando as garLa-
Iheiras da critical!


E este facto da resurreigo-_
do diviuo Mestre, este facto as-
sombrooo em toda a sua pleni-
tude, soberano em sua Iperpetu-
idade e efficacissimo como uni-
versal, haje, que o culto de vinte
seculos convida a humanidade
toda a commemoral-o, descan-
ta-o a sancta .egreja n'uma eclo-
sdo de alleluias sem fim-sur-
rexit Dominus vere, alleluza !

E a sancta egreja assim des-
cantando-o, ensina-nos a suppor-
tarmos corn paciencia e resig-
nacao os reve7es da vida, os gol-
pes do soffrimento, e convida-
nov a resurgirmos do chao da
culpa, das negruras do peccado
As irradiag5es da graga e a con-
quieta dessa patria onde a vir-
tude terA o goso mais ideal e o
descango mais beatifico no seio
amantissimo de Deus!

Guiemos, pois, os nossos pas.
sot para a conquista d'essa pa-
tria a estadear-se para alem do
tempo e do espago !

Retezemo-nos do eaforpos pa-
ra conseguirmos a eterna glo-
ria !


DOMINGO, 16 DE ABRIL DE 1911


**


LIBDEA.DE MORBL
a 'I .
L I' E D 11 0R A&




TTv p 7Ycpgw6v r6Ipol eA E y.


(Arist. Eth. Nic.).

(Continuaf&o)



M mei de do.,.s jios hetero- minado pela tocha da f6, sente-se
S m e ntr deons ju aspeeroie invencivelmente levado ao confiteor
E "gene s,'.t ... .. appetites.de que urea acqAo moralmente boa,
., diflerentesoa, a ontade, com o jiainda que ardua 'ell' assecuzione,
o dissemros, escolbrm. seu igrado, | deve absolutamente ser anteposta A
a caqo boa on mA, 4e prgrirA li. ac ab "I""iae reatoseti
yremente por select a..ma & o.tra. dos. Eo que mais 6, decide mesmo
sem alguma necessidadq antecedente u E qbe o aradavel e rd ente dos
que a determine a ac l o Achar-s- q agradave presence dos
e a deter o. entidosdeve absolutam ent ser me-
ia, porem, um motive que n'este ca- nos estimado que o bern future, im-
so propellisso a von~de A, necessa-
riamente, obrar? mutavel e eterno da felicidade epi-
denegaa! excllamdar -acor osee- Tal a sentenqa que deve proferir
co a os seus adve -sd'ella, o intellecto do home christAo trans-
certo qne a vontade 6 iessariamen- figurado pela ff, e que profere, si-
te levada ao bemrn ou elicidade; 6 nao sempre claramente, expressa-
certo que ella abSoiea Mt te, ao menga dwi a !a
turalmente a priva&ao ou o-mal; lo-. 0hcnis a e p n
go naturalmente, necessan*mente t 0 home christAo, pois, nao s6
deve preferir sempre o maior ao me- tem o conhecimento, como tambem a
nor bem. Porquanto a menor bemrn em f6 d'essa verdade,-uma f6, sinao a-
collisko corn o maior apresenta-se A actual, ao menos habitual, isto 6, em
vontade sob aspect de mal, pois que quanto que 6 christio.
o menor bem em facto de relaao hNao obstante, porem, quantos-
corn o maior implica a privagio d'um christaos escolhem, preferem .volun-
bem que a vontade podia alcanar. tariamente, livremente as negruras
Mas a privacio d'um bern torna-se da culpaAsirradia Oes da graga, as
object de animadversao; Idgo a tenebralidades d'um Orcus s trans-
vontade abomina e detesta necessa- figure des d'uem Thabor ?
riamente, naturalmente essa priva- Lo, g e evidencia de sol que o
ao, como um mal; logo necessaria- appetite intellectivo on a vontade nAo
monte deve preferir o maior ao me- segue necessariamente o dictamen
nor bemrn. absolute da rasio sobre o bemrn con-
Esta difficuldade, porem, solida- templado em si mesmo on em sua
mente, fecilmente a respondemos. natureza.
E' certo, experimentalmente certo E, comtudo, a vontade sempre
que a vontade nio segue necessaria- escolhe nm maior bem, quer escolha
mente na pratica o juizo emittido pelo a boa, quer a mA ac gRo.
intellect sobre o bem que 6 maior Mas que maior bem ?
in seipso. Em verdade, nao 6 o que'6 abso-
O juizo do intellecto,como j odis- elltamente em si mesmo, ou o que
semos, em quanta, racional, e positis ella escolhe on nao; mas o bem que
ponendis para bemrn julgar, declare 6 maior relatlvamente A seus appe-
sempre que o home racional deve tites.
absolutamente preferir uma accao Qualquer bem, pois, que a vonta-
moralmente ba ait uma accao moral- de escolha, honest on agradavel
mente mA. etc., o bem que escolhe o maior bem.
Si, portanto, a vontade abraoasse n'estas circumstancias-ou para o
on seguisse necessarimentelesse juizo appetite rational, on par o sensual;
optaria sempre pela boa accao, e de sorte que em rela&o ao appetite
rejeitaria a ma, todas as vezes que a que ella.; se applica 6 improprio
a rasao illuminada 4 aprestada dos chamar-se todo-.um outro bern um
meios necessaries emittisse sen juizo menor bem,-mas 6 precise chamal-o
sobre a bondade d'uMa acao e a umasprivaaeoeournum mil.
aicia da oppose a o ea como cada um dresses bens, re-
Entretanto, a experience nos at- lativamente e n'essas circumstancias,
testa evidentemevite que 6 raro a e o maior em seu genero, result que
vontade optar pela accqo que conhece avontade nao a, nem pode ser ne-
por moralmente b6a em conflict on cessariamente determinada A esco-
collisio corn a aceao mA. lher um de preferencia A outro, pois
D'ahi aquillo de Med6a que, sob o ponto de vista de seus
differences appetites, nAo v6 n'esses
bens mais wn a e .. A i


... Video meliora proboque
Deteriora sequor.


Corre, portanto, na mesma linha
equinocial da verdaie que a vontaide
nao segue necessariamente o dicta-
men do intellecto sobre a bondade
absonuta d'uma accgo humana.
Esta resposta 6 susceptivel de ma-
is esclarecimento; e,como longum iter
eat per proecepta, breve et ePceas per
e,~spla, appliquemol-a uam home
christio. Porquanto seu intellecto
esclarecido pelo faeho da ras&o e illu-


""SA V 7faw" r u m*eno; assmI, COMO
Ihe apraz, faz livremtnte sua esco-
lha entire elles.
Eis, pois, a rasao fundamental da
indifferenga do livre arbitrio : a von-
tade n'esta situagio sente-se levada
por sens appetites A dons bens d'u-
ma naturesa inteiramente opposta, e
entire elles, como elective e agent,
faz sua escolha.
Esses bens, post que um seja ab-
solutamente preferivel A outro sob
o ponto de vista absolute de bem,
comtfido relativamente aos diversos
appetites de que elles constituem o


ANNO-IL


NUM. LXXXVII


SURREXIT


4'


CEARAi-BRAZIL


* *
* *


-I I I ---~Ch = --- ~- _-1D --- I -I I -


Amanheceu para o
adorabilissimu dia da
Vio de Jesus Christo !


*1


object, nao podem ser comparado=.
entire si, porque sao bess d'uma es-
pecie inteiramente different.
Porquanto nio se pode dizer que
a b6a acqao seja melhor, segando o
appetite racional, que a mA acqao,
porque esta nAo e boa de forma al-
guma para o appetite racional; mas
pelo contrario, molesta, penivel,
desagradavel.
Do mesmo modo nio se pode dizer
que a'acq&o ma seja melhor. segundo
o appetitelsensual,que a accvo hones-
ta,porque esta de maneir& algurna nio
e boa para o appetite sensual; mas,
em contrario, desagradavel, penivel.
Em consequencia, a vontade esco-
Ihe sempre um bem que circumstan-
ciadamente 6eo melhor segundo um
de seus appetites,i rosto que muitas
vezes escolha *ellaium bem que abso-
lutamente.e de sua naturesa devia
antepor-se A um outro.
Apbs a inconsutilidade d'estas ver-
dadegnAn podemos furtar-nos ao)
desejo-que temos' de aqui reproduzir
umaobjecgAo optimista: si fosse per-
mittido A um home em pleno uso li- e
vre de sna rasAOtesclher entire mil
iimp B an dehar, senm rigo 4 .
lue a sn acqio Ihe atrahiss ala al. 41
pena, onu he escusasse alguma lel,fu
perdesse[1 algum bem,- ese hominem
nao seria possivel que leixasse as
mil libras pelo dollar. Si assim o fi-
zesse, seria tido como insensato, e,
como actuasse sem rasAo, por iss')
mesmo na actuaria libertate vera.
S. THOMAZ fallando da eleaio
porpie a quest .n'estes terms: si
aliqua duo sunt penitus aequalia non
magis movetur homo ad unum quam
ad alind ; sicut famelicus" si habet
cibum aequaliter appetibilem in di-
versis partibus, et secundum aequa-
lem distantiam non magis movetur
ad unum quam ad alterum; ut Plato
disit assignans ratione-m quietis ter-
rae in medio, sicut dixit in tertio De
coelo. 'Sed malto minus potest eligi
quod accipitur, ut minus quam quod
accipitur ut aequale. Ergo si propo-
nantur duo, vel tria, vel plura, inter
quae unum magis appareat, impossi-
bile est liquid alioram eligere. Er-
go ex necessitate eligitur illud quod
eminentius apparent. Sed omnis ele-
ctio est de omni eo quod videtur ali-
quo modo melius; ergo omnis election
est ex necessitate*. 0 sancto doutor
responded A esta question que, entire
os bens absolutamente eguaes em si
mesmos, 6 precise ponderar alguma
condigio que faga mais estimar um
que outro, para que a vontade se pos-
sa determinar a escolha: :nil prohi-
bet, si aliquando duo aequalia pro-
ponantur secundum unam considera-
tionem quin circa alterum cosside-
retur aliqua condition, per quam Ami-
neat, lit magis flectatur voluntas in
ipsum quam in alind.
E VASQUEZ accresce: wproba-
bilins mihi multo videtur ex duobus
mediis (id est ex duobus bonis ad
eumdem finem utilibaus) non posse
eligi illund quod aut.aequale curm alio,
ant etiam ut minus utile quam aliud
proposituim est.
Esta difficuldade nio tern logar na
escolha das acgOes meraes, segundo a
nossa humilde opiniao.
Porquanto n&o denegamos que, si
dons meios sao propostos A vontade
per obter um bemrn util, e um leve a
melhor sobre o outro, come mil li-
bras sobe um dollar; nao denegamos *
que a vontade do home racional e
livre preferirA necessariamente as
mil libras ao dollar, uma vez que ao


-I- _I


.*0


d











A.
'7


I. -
4


I'
I-
I-

1'*



I

K
ii


S


Smesmo intellecto, como rational, vo que neste caso propellisse a von- Xantippa, mulher de Socrates, .a uo
adopina, em signida, de cada bemrn, tade necessariamente, obrar? foi a causa detds seus des- atll ene
on de cada mal em particular; compa- Veremos. gostos, contribuinde algum anende
ra-os, coteja-os, examina-os, pondera- pa a o inde algm ta
os, antepOe on perfere am ao ontro a e t a rd sua morte.
em sea juizo. (Continu) Catharina de Medicis foi a al-
Assim o intellecto, em quanto re- ma da matanva de S. Bartholo- 0 ar iom t. o
presentativ o, ropOe os objects aos Padr.*Jogim de Alencar Peizoto meu. c S Bar
appetites da vontade, e em quanto
rational, julga da bondade on malicia Maria Antonietta foi urma das Para o enter que estr habitua-
d'esses objects, e intima ?eu juizo a muitas causes da Revoluo doa r ente que esrar sroa bitempe-
voatade. Franceza.resprar o sopro da tempe
stade, para aquelle que vive noI


2 0 REBATE

EXPEDIENT 0 itj
0 .REBATE, publica-se semanalmente ..
S Ria, ra, r-na, cornos seus Ca-
RFDACTOR-CHEFE-Padre Joaquim tdidos, e, no
de Alencar Peixoto. intavam as
GERENTE--Francisco L. Tourinho r -fl rO t1-
ASSIGNATURAS an.da ao vi uma
Ao.......... dqalUa edade' mostrar
Anno................................5oo0 )n born humor tao fHSnco e per-
SeAestre ...............s........ e50C g n sistente. Apettas despertada quer
PAGAMENTOS ADIANTADOS Qnando os olhos emprego no passade fizesse sol ou chovesse, ella co-
e artcular De quanto passei me acho arrependido; mecava a rir ao almogo, a janel-
s anucios deind de atrtu, fs-n- ot foi tempo perdido, ia, no eseio; e asseguram-me
do o pagamento adiantado. Que todo o empenho toi mal empredo.o. que, durante a uoite, adormecida
A redacto nao e respo.nsavel pelas pn- Sempre no mais damnoso mais cuidado; entire as brancuras dos leng6es,
blicaqes .inedictoriaes', nem pelas pu- Tudo o que mais cnmpria mais cumprido; ia ainda.
blicages alhei., assign~adas. De desenganos menos advertido Naturalmente, eu estava mi-
Acceirtam-seartigos de religiso. sciencl.. Fai, quando deresperangas mais frustrado. tissimo admirado de vel-a tao ale-
litteratura etc. pr:e:in. certas con- gre na edde em que nos torture
*iefes. Os castellos que ergnia o pensamento, I a melancelia do fim da vida. De
No ponto que mais alto os erguia, sorte que, u dia. approximei-
Reda.o, cern-acia e ty.pographia=Rt Por esse ch&o os via em um moment. sort que um di approximei-
Padre 'iceiu--n. ~3. me della, que ra sentada a solei-
Que erradas contas faz a phantasia! ra ea porta:
Pois tndo pira em morte, tudo em vento. -Deve-se presumir, minha
0 porque da prizetra assercio e Triste o que espera Triste o que con ia velhinha, disse-lhe, que a exi-
que a vontade deseja e quer natural- stencia vos tenha sido bastante
mente, necessariamente u soberano Luiz de Cambes clemente e agradavel, pois que
bem que the convem, e a sun pro- ha tanta alegria nos vossos la-
pria felicidade; nio pode rejeital-o bi
min geral. porque n&o ve n'elle algo IA DI O
de animadversao, n:as tio somente Em facto de consequencia, a von- Sacudiu os hombros.
urua cousa que the convem, unna con- tade, como appetitiva, 6 levada a dif- A I stua di a l -Ah! nao, nao! caro seniorr,
sa que the enche as soledades do ap- ferentes bens por differences appeti- respondeu-me ella corn dobrado
petite e as nccessidades mais inti- tes, e, como racional, e livre e apre- riso a existencia, como alias a
piras. sti lq dr tadoeo quoe enecessario PERANTE A HISTORIA todo o mundo, foi-me bem cruel,
0 porque da segunda que ao bemrn para fazer nma op particular pode acaar-se inherent berrima entire os bens prjpostos. ao contrario. Moga, amei, mas
algum mal que faz que a vontade o I qu?m eu adorava mentia dizendo
reieite, nao sub rati.ne boni simples- E' preciso notar ainda que o juizo Foi por causa de uma mulher que me amava; ah! quanta Ia-
mw-nte, mas sub ratione boai que nUo1 do intellecto, positis ponendis, isto deThebas que or dez annos h q u
he convem per causa do mal que e e,quando tem todos os requesitos pa de Thebasez anno grmachore por causa de ma
lhe adhere. al q bem julgar, nao seequivoca, no hove guerra entire os thebanos e dupla traiAo, no dia em queelle
Alem d'isto. ha muitas species dr illude, nio se engana; dontrinisa phocidios se caso com a minha me!hor
behs particulars e d'entre elles a sempre que nma ac(ao moralmente Causou Helena a gnerra entire amiga. Mulher, dediquei uma
vontade pode escolher os que 1 ie a- b6a, si bem que molesta aos sentidos, troyanos e gregos. honest e fiel ter ra i
gradam, porque na.. pode posail-o; e4 preferivel amua acqao moralmente David, por amores com Ber- uneta e fiel term ra ao manrido
todos simultaieamente. mi, posto qune agrade aos sentidos, e hque e me deram, mas ingrato
Ha tres classes de bens, ali;s qua- por isso, porque se deve absoluta- ceb, chorou dia e note, viu re- nao se incommodava absolute.
tro, no mundo : o be:n honest, o u- mente preferir o honest ao sensual.- d o o seu .iperio, e suqcc g pt cornfigo empregando os
til, o agradavel, o a'radavel desor- Mas o juizo do intelle.cto, por cad- ras de seu filho Salom o., ias corn as uas ambics e as
denado on concupiscivel. sa de sna vivacidade, nao pode deci- Holofernes foi degolado por notes devoradas pelo jogo ou
A' estas quatro classes de bens dir que o que C bom para o appetite Judith. pelos v jg deboches Quana la-o
,*orrespondem na vontade quatro ap- racional, tambem o seja para o sen- Amon foi assassinado em urn rs o tra das idQuantasla-
petites differences: o rational, o na- snal; deve mesmo necessariamente banquet pela feroz Thamar. gimas por traz das vidraas
rural, o honest, o desordenado. decidir o cntrrio. anqut pla froz Thamar olhando as trees espessas o
Muitos metaphysicos no reconhe- intellect, comP representative, bar usar de Lucrecia aca- lividez da lua, quando eu aguar-
cem no homon mais qu dos appe- n~ia pode escusar-se de proper a von- dava, em vo, a sua volta! Ento,
tites-raional on spiritual -sensi- trade os trabalhos, as fadigas, as vi- Deu Virginia em terra corn
tivel on material. iisasdiicldadesto dosspro- demonio dos dcem o press, ao mesmo tempo, de uma
Ontros ha ainda mais syntheticos.,I gis, as dificuldades, todo -sse pro. demonic dos decemviros, raiva e de uma ultima esperanga,
Nosh i t tiRA montorio de accidents que acompa- Laudicea, por ciumes, assas- deixei-me cahir nos branos de
No home, diz o citado LIBERA- nham o bem honesto. sinou Antiocho, d ym, nos braos de
TORE, no homem,cuja a animalidade ham obe honesto. sinon ntiocho, rei de Syria, um amante, que me promettia
te conjuncta com a intelligencia, por Figuremos, pois, uma vontade li- Fredegonda matou o rei Chil- rt e ro eta
ter elle um corpo informado, nio por vre em meio dos brados on reclamos derico. perturbaore ap s -me eteos gextases!
nma alma qualquer, mas por nma al- de dons appetites differences, on en- Ciumes de mlhrs dram as, aps ter-me ligeiramente
ma verdadeiramente espiritnal, ha, tre dons juizos simnltaneos do intel- im ao imperi dos u dos apertado contra um corago in-
com effeito, dons appetites a saber- lecto. Anniba inven el foi sub. dign, afastou-se, sacudindo s
Anibal, o invencivel,a foisub- horbs corn indiffeenia.Qu
consequencia de snea part generica- 0 appetite racional a provoca, a jugado pelas mulheres. hombros com indifferencia.Quan-
a animnalidade; o segundo, de suena dif- convida a nima aceto moralmente boa, tos solugos, is tardes, dentro de
s a d ;s n dsd Hercule9 vencedor de hydras um cd
ferenga especifica-a -aeionalidade; mas contraria so sensual; este, e e, c dor as um carro, deante da pta da
srdem, a convida ea acao agrada- e le6es, ficou captivo aos pds deoia
aquelle segue a apprehensio do sen- rel, mas mornlmePte m'. Omphale, sainha da Lyd e. casa onde o vira entrar comr uma
tido. este o juizo do intellecto; unmvol, mas moralmonte mi. Omphale, eainha da Lydia. outra mulher, que eu odiava. e
se inclina aos bens materials e tran- 0 intellecto julga que, absolnta- Acilles, a heroes da Illiada, que lamern eu tavava e
sitorios, ontro se eleva aos bens es- mente,e per se, convem,importa cum- vestia-se de mulher s6 para e Pobre ve nha tender
pirituaes e eternos; por um nos asso- pre preferir a acq o moralmente ba star corn elas nos soalheiros o bre velque inha! tends re-uit
ciamos s paixes proprias do brto, a moralmente m, e simltaneamente ros. cordaces que o so muito
por outro participamos das affecq6es a propbe A vontade como convenient Sansso, o valente, ajoelhou-se proprias para vos ahgrar a alma.
do anjo e somos ;a image de Dens ao appetite rational; mas este mesmo ao pe de Dalila -Na verdade, na verdademeu
pela dilecgo. intellecto jnlga que essa acio mo- eFoi a br qea s verdadeomen
Esta division, porem, ponco nos lesta ao appetite sensual, e, como re- a pedido de Herodis, que om senhor, dise-me, rindo-se
importa; nada tern ell,pois, de preju- presentativo, propose a este appetite Herodes mandou degolar S. Joao amda mais. Porque, envelhecen-
dicial ao nosso assert. a accio contraria e moralmente ma. Baptista. do, comprehend que nested mun-
A vontade, consoante corn o epudo No meio d'estes dous juizes hecte- Salomao construiu 700 quar- do, onde s6 a morte e real e cer-
scholastico--ail r.itum, qin preco rogeneos, em meio a estas manifesta tos para 700 moabitas, e peles ta, uma chimera acreditar-se
gaitus,--nao propende a object al- <;es do intellectoentre estes dons ap- amor e Ja irmoa cau as realizanto, a e s sonhadaso
gum sem previo conhecimento; nada petites differences que fazer a von- amores de sna irm causou as reazao dos sonhos No
sem precognito deseja-ignota nula tade? desdbtas de David. emtanto, as alegrias sonhadas
Or,. o itellecto, em quanto ima- Simplesmente o que the aprover; Nine foi morno par ordem de valeia sotanto nos intediotna
gminative,e por assim dizermos, o spe- escolherA, pois, sen grado, a acbao Semiramis. feliidad -- nos o terdicta a
lm representative qe prope b6a ou m, e preferrA livremente por Marco Atonio antes de se la nem soffrimento de
diversidade dos appetites a diversi- selecqao nma & outra sem algma ne- 5 d utonio, antesde sr esperal-as, nem o desgosto de as
dade de bens por pratical-os, on de cessidade antecedenteEque Ihe deter- vencido por Octavio, j~i o havia perder; eu rio, caro senhor rio
males rata que os evite. mine a acio. Achar-se-ia um moti- sido par Cleopatr.i. de ter tola! tan h, or, ro


EMILIO CASTELLAR


supre ellas...


"-)uando eu"te acconselhava
que fugisscs d'ellas, tu, corn a
ironia nos labios, dizias-me:-
ads um velho anachoreta!... e
porque vives no teu retire, entre-
gue as invernadas de tua edade,
sem um raio sequer do s61 ar-
dente do amor que te aqucca o
coragao, queres, cheio de inveja,
enclausurar-me no carcere triste
da desillusao...z
Mas, assim te fallava, desven-
turado mogo, compadecido de
ti!... Sim... porque sabia que el-
las crucificariam tua alma no
Calvario dos Desenganos, des-
humanamente sorrindo...
-E' a sorte de quern se dei-
xa avassalar por seus encantos,
escravisando a mocidade nos se-
us caprichos !... 6 mesrno assim,
meu pobre amigo...
Chora!... Chora!... porque o
pranto suavisa as does que a pa-
lavra nAo consola...-a alma qne
soffre, apunhalada pela traikdo,
s6 encontra allivio nas lagrimas...
Ouves :-quando os quinze
annos abriram as portas do meu
coragro, n'uma palpitagao dc an-
cias e deaejop, nao pude resistir
As seduccOes d'ellas, as trahido-
ras, quo sabem sorrir quando
choramos e chorar quando sor-
rinos, que nos tentam corn nI
olhar e nos enganam corn o sor-
riso...
Amei uma destas creatures e
em cada pupilla dos seus olhos
via uma eterna madrugada de
amor!
Para mim aquella bocca s6
fallava meu nome, aquelle seio
perfumado e quente s6 por mirn
arfava, aquelle cora,9o peccava
s6 porque me amava...
Puro engano!...
A cads beijo que ella me da-
Iva, umna illusao morria... e o


meio das ,crespadas paixoes,
para o queAo tern mais luz do
que a luz que desprendem os
sentiments exaltados, para esse,
o apartar-se de tal atmosphere,
viver, agitar-se noutros horison-
tes mais solitarius ou mais tran-
quillos, equivale a noite.
Os que buscam o ruido, o
estrepito, a ternpestade, -a lucta,
e querem viver sempre luctando
e combatendo, nAo tern idea algu-
ma da felicidade.
0 homen para viver tranquillo,
deve procurer o te'o do lar do-
metico; erigir "hi altares ai vir-
tude, A paz; dar sempre uma ro-
sada e formosa c6r a esse ultimo
refugio do oorago e, sendo bom
pae, bom irmao, bom amigo, bom
esposo, bom filho, deve mostrar
que nao ha virtudespublicas pos-
sivtis, quando nao se baseiam
na santa virtudt- privada, que e
0 verdadeiro p6 da arvore da
vida.
Mas, se para o home e tudo
isto uma lei social, urna lei reli-
giosa, 6 para a mulher alguma
ainda mais: uma lei de sua na-
tureza.
Onde mais lu7, onde mais bri-
Iha a mulher, onde se ve o seu
verdadeiro esplendor, d no seio
do lar domestic. Ahi tem ella o
theatre dos seus triumphos. Ahi
tern ella os seus altares e ahi se
mostra deusa.


9,-..-.
,;


I z A.-


F





do seu E'grande a anhna5ao de todos! brou-se de mandar analysar os
lha em os que habitam esta zcnra. escombros dos referidos predioN,
lma eo 0e verificou-se que em cada tone-
qi mom -=- lada de parede demolida havi-
de 40 a 120 francos de ouro !
S..-in- 2Tlegramtilm3S rfti0s Alguns proprietario: ganharam,
.;m {deo chofre, para mais de 150:000
mido e, .\cham-se re'idos na esta~gotfrancos.
C 1o ma- teleg-aphica d'esta localidade os Na actualidade, Guanaj"ato,
seZguintes telegrammcs : n'esse estranho paiz de ouro, em
Do Parai para Aristheu; do que as paredes, os muros, os te-
PJd Ig'-ati par. Joscphia, mandado do ctos, os cai(amcntos, tudo, em
Li:i. summa, contem ouro, o melhor
'., meio de fazer fortuna e por abai-
-- xo as casas e partil-as em peda-
cinhos miudos. Quando essa ci-
C1ttS 3 r0Cl.l'r dade esdiver completamente des-
truida, talvez seja uma das mais
.-;o recoll-idas sem descon- ricas dlI mvndo.
tes; .t 3') de junho as seguin-


.nit Jos 1rmni:ho's
", quail o 0 iac ni
.*.env-jnenciva minha ;.
-' coraca' pecc,.va po.
"f..!1i...
I- assim cao toU(Us '.Il
-,)i L;:anies e tr;i orm., ;

.^rn ', sab rn. i::n;- cora






re t n ( r;
,.Ltdr~umn corp.Q-.) -c~r



" ,[, -.. !'.3 !:1"; i'_ ft31",










- .. l .



-... : t-. Kd ln :',i y.
*,l' ,;:. u aild. Ii, (1'1 to.
s 1",:-. ir t, :t, n>
:i- >I:. l* ;i ~ l '' s
e7t.


jIL*n a I
A)


T ItiiII a : ;, Lain "imt's- a
S.i:i di.T.- t (s a lar lh i5 "',s.
,.- s' t-h n- vis:;.iia c-dal-e hlo
,';t.maiajor E e -iel 3!.,ia... die
t' e c-I.in. V;eente de Pan-
.. 11e i llm aite(1 palaaiwitute os
".ni p'. e-'it :ii)s. ies-indK o-l es
i :.- ai '- ie v-la.

E'C 'y' 'V. Vy^ ft ---


-0. )'0 dc' 8, 9 e 10 estam-
p 's
20)000 da 8-o e 9' estampas.
100"000 da 10? e-tampa.
I'al)ri-adas na Inglaterra . .
E-000 s:m 0I0loo- . .
20; a000 e 500-.0001
S1ssas notas soffrerao descou-
tos desde 10 do iulho em dian..
te, sendo :
2 o oo nos me?'es de julho, a-
j goz-o e .-etembro de 1911;
4 o.o nos miezes de outibro,
nuovembro e dezembro;
G o'o nos mezes de janeiro,
t fe ereiLo e marco c'e 1912;
s o'o nos mezes de abril, maio
e j,,,,ho;
10 oC'o ro mez de julho do
meslo arno e nai;s 0 o eilm


Os tigres

Uma revista estrangeira pu-
blica um artig-o contando as pro-
ezas praticadas pelos tigres no
Hindostio, e calcula que as vi-
ctimas humans d'essas teras re-
presentam 37 o/o dos iallecimn-
tos cauladcs pelos animaes bra-
vio .
E accresznta.
< varam a c?rne humana n.o que-
rem mais saber de outro alimen-
to. No sul ua India s6 umna des-
sas fe:,rs devorou nada menos de
duzenta.; pessoas.


V .-- -s cada mez que seguir, atd perde-
r -m de todzi o valor. 0 briiO d0 0so

;MairO : fo3g' :ra. Serao trocadas em moeda de
prnta, sem limited de prazos, to- m uma sessaol da Academia
Acha-se, ia di-.s, de pas-scio h Ja< as no as de 1-000 e 2.000. das Sciencias de Franga, em 122
localidade, a. mpanhado de E' facultativo aos portadores do de fevereiro do anno passado,. o
-- exma. famiil::, o distinct tro.:o das notas de 58,000 astr-noma Nordmann, do Obser-
.Advtgado majar Pedro da Costa 108000 e 208000 que estejam vatorio de Pariz, apresentou umrn
eira. em su bstituigio, por moeda e interessante relater.o sobra o es-
Visitamol-o. prata. plendor solar.
A 30 de j':nho finaliza o prazo Nordmann conseguiu determi-
-L_ ppara o recolhimento e o respe, nar a quantidade de luz emittida
ctivo troco de m edas de cobre pela superficie do Sol, consta-
JO8O ViCtoruii' do an:igo cu nhe(. tando que cada centimetro qua-
drado d'essa superficie produz

S,.*gum para a capital' do esta- -=I liz equivalente a 319:000 velas.
o. ne os commercies, o ao pass que as mais potentes
.d. ai nelpdciosscommerciaeslectricas exode
iilustre cavalheiro major Jofio O ig do l0 20:000 mpadas elect.cas no excedem
Vic torino da Silva, honadone 0 elo oriund da Asia e Tendo em conta a superpecie
iant tapraa.'desde ha muito cultiado na Eu- solar no seu conjuncto, calcula-se
B rop,. Da propriedade de Canta- que a irradiagao total, visivel, do
po, perto de Roma, e pertencen- Sol seja egual a 180 oitilibes de
te ao papa, logar onde primeiro velas, cifra colossal que se escre.
jtSt$ ?Six0f0 se semearam mel6es na Europa, ve arithmeticamente corn 28
for .m mandado, para a Franga, zeros, ou seja da seguinte ma-

Em visit ao seu digno irmto e em 1536, algumas sementvs t neira:
nosso intemerato Redactor-Che- d'alli se p-opagou a cultural d'es-igna0.
fe, padre J. de Aleucar Peixoto a fruta, cne Palladio d,-signa
esteve aqui o brioso do mogo pelo nome de mclene, palavra
Jesus de Alencar Peixoto. que vem do grego neln, e que0 mas 4o fazendeio da America
Xbraqamol-o. signfica porno.


Alradeitmos Ciade de otro

Acaba de, o sr. capitao Josd Esta originalissima cidade en-
Barbosa dos Santos, rosidente contra-se no Mexico e chama-se
na cidade do Crato, offerecer- Guanajuato. Foi edificada, ha
nos um grande masso de alma- dois seculos, no local de uma an-
nac7. de Ayer d'este anno, pelo tiga mina de oiro, utilizando-se,
que agradecemos. como materials de construiao, to-
Idos os detritos das antigas mi-
-=- nas. Ora, succede que, n essa
epoca, nio se sabia explorer co-
ChuiVas mo hoje, as terras mineira; pe-
los processes chimicos dictados
Depois d'um estio -que pro- pela sciencia e ingeniosidade mo-
Icngou-se por muitos dia@, vie- dernas.
ram de novo as chuvas, e parte Tendo sido preciso demolir
da ,avoura, que escapara As algumas casas, para a constru-
ardentias do soi do mez de feve- aio d'uma linha de estrada de
reire, estri de todo segura. lferro, um astuto ongenheiro lem-'


O sr. James \Wilcott goza do
privIlegio-gloria que de boa
vontade dispensaria-de ser o
mais pesado ;de todos os fazen-
deir's da America; nao ha mu'to
accus va o. peso redondo de 129
libras. E e bem provavel que de
entio ate hoje mais algumas te-
nha adquirido.
0 q'ue ha de notavel no caso
d'esse gordo illustre e que se con-
servou activo, e, ape7ar da ba-
nha, continuia na antiga faina de
plantar as suas forrageus e de
transportal-as em sua. carreta.
Certamente deve ter limitado
as suas occupa9oes, pois hoje
lhe mnateria-lmente impossivel
abaixar-se para arrancarxas her-
vas mds, irreconciliaveis inimigos
do agriculcor.
Percorre, porem, os seus cam-


)os corn frequencia, trepado,
u melhor, espapacado dentro xt va
le urm loggyi puxado por um
cavallo robuistj. f f
Ao contrario da maioria dos
gordos, Wiloe. tt ncaesteve ste esabelecimento de edi-
doente affavel, conserve se- cao intellectual. fundado nesta
Multoaffavel, conserve sem- localidad- aos 7 J'o carrente
pre uma franca al: ria, resign i- Oc a o 7 o
dpre uma franoooa ah ra, esgn (margo), sob a direcgao de Ray-
do a invasao graxosa de que e mundo Siebra, compoe--e de
victim. dois cursos primario e secunda-
1 rio.


INEDICTORIAES
- -- Padre J. de Ale;'ccar Peixoto


spedida e agradacento

I Partindo 'manhd corn- minh-.s
irmas para Belem do Para. e n5o
-me sendo possivel agradecer
pessoaimefite a todas as pessoas
que aqui lhes dispensaram con-
siderag6es durante a sua est idia
neste logar, fago-o per este meio.
Profundamente reconbecido
pelas atten5oes de qne foi alvo
minha familiar, despegome e
offerego a todas essas pessoas
os ineus limitados presthios em-
Belem do Pa A, onde resido.

Jaz.eiro, 9 de Abril de 1911.

Gomes Junior



CORREA & FILHOS

Grande deposit) de fasendas, esti-
vas, miudezos, bebidas, ferragens,.
quincaquelheria, instrument s para
trabalhos mannaes, artigos a phanta-
sia *brinq;iuds, generous aliienticios,
etc, etc. .
Mantem irmportagiz- das pracas do
Recife, 1tio de Janeiro sno Paulo.
pelo que recommendam os seus arti-
gos, es.-1ecial_-unte aos snrs. negoci-
antes ambnla-tes que encontrar'o em
sua casa vantajosas concessoes em pi e-
gos, agrado e seriedade. Acceitam e
,ifferecem riPiresentut;es para o Sul
deste E-tal, sob cuidi iio.s n' d:cas.
Compram e vendemo todos os aitigos
de exportacao. End. Gervagis.
rIwzea-Alegre-CearUl



S or. Joas tteffs e
Medico, Operador e Parteiro
SDiplomado pela Faculdade de
Mledicina do Rio--Ex-interno
do Hospital de 3Iiseri,.urda do
Rio de Janeiro, etc. etc. etc.

Consulta em sua residen-
cia a Rua das Laranjeiras
na Cidade do Crato.

I Acceita chamados 'a qual-
quer h6ra e-com a maxima
brevidade promptifica-se a
attender consultas e chama-
dos pava a zona do Cariry
por prego razoavel.-

CRATO-CEARA



A'find a

Acha-se exposta A venda, no
Crato, uma b6a casa sita a' rua
Nogueira Accioly, no 60, corn
cinco portas de frente, mura'ha-
da, etc. Quemn pretender compral-
a, dirija-se ao abaixo assignado
que todo negocio farA.
Joaqnim Saldanha Maia

GRATO


li


- I


r


0 iv;~xrE
________________-- ~ ~ - ~ -~-- '~.-~-t-x:. ~
I ___________ __________________ _____________


Conde Adolpho van c'en Brul-t
Raymundo Siebra.

MATERIALS DE ENSING

Curso primario:-leitura, es-
cripta, grammatical e arithmetic
elementares, etc.
Curso secundario : port'.1-
que'., francez, arithinetica, gfeo-
graphia, historic, etc. etc.
PRE(;Os

Pagara cada alumno, mensal-
mente, pelas materials do curso
primario-2:000 peles materials
do curso secundario-5.000.
IOS PAGAMENTOS SAo A-
DIANTADOS.
NOTA
0 director garantc aos sur-.
paes de familiar tode o cuidado
na educacao intellectual de seus
filhosle agradece a confianqa qu,:
n'elle depositareim.
C ;'aiEO prafte Cicro) lunc-
cion: a. Prag-t da Inclependenc;i.
n? 56.



CASA PYROTECHNICA

Esta Casa se encarrega do quail-
quer trabalbh que diga respeito a
:,L,' e polvora.
Foguet-bo daz:a a t.0,,", fogos ,de-
3 bombas,duzia 1500; buscapes, duzi:i
2500; eqpada, duzia 4000; craveiros.
duzia 3400; pistol0tas, duzia 140,:
pist'las, duzia 2,uiii; pistol5o, duzia
3500; fogos de bemgalla,duzia 411 ,
cara dura, duzia lO'1i,); exquesito, dui
zia 1200; rodinhas desala,duzia 120 :
baterias caude1las romanas, 140':
estrellas de S. Joao, duzia 120; bor-
boletas, duzia 130.
Pregos estes os mais rasoavel-
1>.o-.,iv.:is
Joaseiro, Rua da Conceigifo un 12;-,
Jose Gomes de Almei.la DI)uh

AVIZO

Francisco Cavalcauti. resildenl
em Floriano do Estado do 'iaulhy.
tendo adquerido por c amn,. a; '.v1-'
da Cant) Alegre do ,munllipi, ,i -
Apparecida deste mesmo ..-u;l,. a-
visa que acceita extra .r-- .' In;il-
qoba e lavradores que qu -rein (-
aggregar na mesma lazendu: hxaii..f
onu no residencia defiritiva.
Chama attenqao especial l.'s pe--
soas que pretenderem '_:e;i
para o seguinte: HMa ai a 'a-
to Alegre grandes ma.il.i';" i--. ig.";-
des brejos e baixoes, esLt- ai pl1. -
dos para toda e qualon1-r l'antar;ui"
em ordem a offerecer tail e lui:rii-
vo resultado a quem se dii. a la-
voura.
E' intuito do proprietari,- ti ait
sua grande fazenda habhitala .-tfi'i-
entemente: garante por isso regalia-
e vantagens ainda nao ot'ferecida'
por nenhum outro proprietario .1-
terras em condiccoes identicas t(ueni
pretender residir temniporaria ou l'e-
finitivamente na mencionada tazena
Canto Alegre dirija-se ao proprieta-
rio em Floriano.
Floriano, 15 de Jui.ho de 910
Francisco Cavalcanti


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