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mundo o1 A palavra dos evangelisadores resurrei- da lei nova,alargando-se, como o ether que nao deixa de expan- -. dir-se em quanto encontra espa- Eis-nos em pleno dia de Pas- go,ispirou o.amor virtude,ai ei. choa!... ou dos altares a Venus impudi- . Aos clar6es d,:s ,ilvoradas ca, Marte vingativo, Jupter a- d'este notabilissimo e sancto dia dultero e ergueu sobre o capito- removeu-se para long, para In o0 ymbolo amoravel da can- bern long o escandalo!... dade ! Rasgaram-se de meio A meio E o velho mundo ruiu per o0 mysteriosignominiosos do Ho- terra merm-alma. o doc- e meigo Je- O escrava viu despedaqarem- sus se-lhe as algemas! Expandiu-se u'um turbilhao Epd luz o serdo de suas do A mulher ascended de.... beast de luz o segredo de suas dores,' I o arcano de seus soffrimentos in-; anjo! finitos! O home recolheu ao cora- Comprehendeu-se a obscuri.- -dade de suas parabolas ! Aclarou-se o sentido das es- cripturas ! cdo seus suspiros, deseccou ao calor do peito a corrente de seus prantos e fez da Dor que o es- fprelava, um caminho de risos di immortalidade que Ihe propunha ann n, t rfm-Mr, a I Realisaram-se os symbols LI d cV ' da lei velha Jesus resuscitou ! E eis a rasao de toda essa re- Et antiquum documentum d Novo cedat r.tui voluqao fecunda de paz e amor que ainda se ostenta vivida co- Chrismou-se, n'este para todo mo oxigenio no espirito das ge- 0 semnpre memoravel e solemnis- ra simo dia, a augusta e divina esusresuscitou missao do Filho de Deus sobre Je a terra ! Reconheceu-se o seu ministe- rio sagrado! Confirmaram-se as suas pre- dicq6es ! Justificou-se a sna doutrina de tolerancia, de paz, de amor, de perddo e de misericordia t Coroaram-se todos os sAus trabalhos ! I'eanimaram-se todos os seus discipulos ! Evaporou-se o seu temor d'el- les; transmutou-se em alegria a sua tristesa, em fortitude a sua fraqueza, em coragem a suna pu- sillanimnidade, em assombros de crenga a sua infidelidade ! Os inimigos da religiAo nas- cente se confundiram! A f6 de-todos os seculos plodiu-se n'um vagalhao de plendidesas! ex- ex- A verdade de nossos auguztos mysteries apodixou-se sem re- plica, desconcertando as garLa- Iheiras da critical! E este facto da resurreigo-_ do diviuo Mestre, este facto as- sombrooo em toda a sua pleni- tude, soberano em sua Iperpetu- idade e efficacissimo como uni- versal, haje, que o culto de vinte seculos convida a humanidade toda a commemoral-o, descan- ta-o a sancta .egreja n'uma eclo- sdo de alleluias sem fim-sur- rexit Dominus vere, alleluza ! E a sancta egreja assim des- cantando-o, ensina-nos a suppor- tarmos corn paciencia e resig- nacao os reve7es da vida, os gol- pes do soffrimento, e convida- nov a resurgirmos do chao da culpa, das negruras do peccado As irradiag5es da graga e a con- quieta dessa patria onde a vir- tude terA o goso mais ideal e o descango mais beatifico no seio amantissimo de Deus! Guiemos, pois, os nossos pas. sot para a conquista d'essa pa- tria a estadear-se para alem do tempo e do espago ! Retezemo-nos do eaforpos pa- ra conseguirmos a eterna glo- ria ! DOMINGO, 16 DE ABRIL DE 1911 ** LIBDEA.DE MORBL a 'I . L I' E D 11 0R A& TTv p 7Ycpgw6v r6Ipol eA E y. (Arist. Eth. Nic.). (Continuaf&o) M mei de do.,.s jios hetero- minado pela tocha da f6, sente-se S m e ntr deons ju aspeeroie invencivelmente levado ao confiteor E "gene s,'.t ... .. appetites.de que urea acqAo moralmente boa, ., diflerentesoa, a ontade, com o jiainda que ardua 'ell' assecuzione, o dissemros, escolbrm. seu igrado, | deve absolutamente ser anteposta A a caqo boa on mA, 4e prgrirA li. ac ab "I""iae reatoseti yremente por select a..ma & o.tra. dos. Eo que mais 6, decide mesmo sem alguma necessidadq antecedente u E qbe o aradavel e rd ente dos que a determine a ac l o Achar-s- q agradave presence dos e a deter o. entidosdeve absolutam ent ser me- ia, porem, um motive que n'este ca- nos estimado que o bern future, im- so propellisso a von~de A, necessa- riamente, obrar? mutavel e eterno da felicidade epi- denegaa! excllamdar -acor osee- Tal a sentenqa que deve proferir co a os seus adve -sd'ella, o intellecto do home christAo trans- certo qne a vontade 6 iessariamen- figurado pela ff, e que profere, si- te levada ao bemrn ou elicidade; 6 nao sempre claramente, expressa- certo que ella abSoiea Mt te, ao menga dwi a !a turalmente a priva&ao ou o-mal; lo-. 0hcnis a e p n go naturalmente, necessan*mente t 0 home christAo, pois, nao s6 deve preferir sempre o maior ao me- tem o conhecimento, como tambem a nor bem. Porquanto a menor bemrn em f6 d'essa verdade,-uma f6, sinao a- collisko corn o maior apresenta-se A actual, ao menos habitual, isto 6, em vontade sob aspect de mal, pois que quanto que 6 christio. o menor bem em facto de relaao hNao obstante, porem, quantos- corn o maior implica a privagio d'um christaos escolhem, preferem .volun- bem que a vontade podia alcanar. tariamente, livremente as negruras Mas a privacio d'um bern torna-se da culpaAsirradia Oes da graga, as object de animadversao; Idgo a tenebralidades d'um Orcus s trans- vontade abomina e detesta necessa- figure des d'uem Thabor ? riamente, naturalmente essa priva- Lo, g e evidencia de sol que o ao, como um mal; logo necessaria- appetite intellectivo on a vontade nAo monte deve preferir o maior ao me- segue necessariamente o dictamen nor bemrn. absolute da rasio sobre o bemrn con- Esta difficuldade, porem, solida- templado em si mesmo on em sua mente, fecilmente a respondemos. natureza. E' certo, experimentalmente certo E, comtudo, a vontade sempre que a vontade nio segue necessaria- escolhe nm maior bem, quer escolha mente na pratica o juizo emittido pelo a boa, quer a mA ac gRo. intellect sobre o bem que 6 maior Mas que maior bem ? in seipso. Em verdade, nao 6 o que'6 abso- O juizo do intellecto,como j odis- elltamente em si mesmo, ou o que semos, em quanta, racional, e positis ella escolhe on nao; mas o bem que ponendis para bemrn julgar, declare 6 maior relatlvamente A seus appe- sempre que o home racional deve tites. absolutamente preferir uma accao Qualquer bem, pois, que a vonta- moralmente ba ait uma accao moral- de escolha, honest on agradavel mente mA. etc., o bem que escolhe o maior bem. Si, portanto, a vontade abraoasse n'estas circumstancias-ou para o on seguisse necessarimentelesse juizo appetite rational, on par o sensual; optaria sempre pela boa accao, e de sorte que em rela&o ao appetite rejeitaria a ma, todas as vezes que a que ella.; se applica 6 improprio a rasao illuminada 4 aprestada dos chamar-se todo-.um outro bern um meios necessaries emittisse sen juizo menor bem,-mas 6 precise chamal-o sobre a bondade d'uMa acao e a umasprivaaeoeournum mil. aicia da oppose a o ea como cada um dresses bens, re- Entretanto, a experience nos at- lativamente e n'essas circumstancias, testa evidentemevite que 6 raro a e o maior em seu genero, result que vontade optar pela accqo que conhece avontade nao a, nem pode ser ne- por moralmente b6a em conflict on cessariamente determinada A esco- collisio corn a aceao mA. lher um de preferencia A outro, pois D'ahi aquillo de Med6a que, sob o ponto de vista de seus differences appetites, nAo v6 n'esses bens mais wn a e .. A i ... Video meliora proboque Deteriora sequor. Corre, portanto, na mesma linha equinocial da verdaie que a vontaide nao segue necessariamente o dicta- men do intellecto sobre a bondade absonuta d'uma accgo humana. Esta resposta 6 susceptivel de ma- is esclarecimento; e,como longum iter eat per proecepta, breve et ePceas per e,~spla, appliquemol-a uam home christio. Porquanto seu intellecto esclarecido pelo faeho da ras&o e illu- ""SA V 7faw" r u m*eno; assmI, COMO Ihe apraz, faz livremtnte sua esco- lha entire elles. Eis, pois, a rasao fundamental da indifferenga do livre arbitrio : a von- tade n'esta situagio sente-se levada por sens appetites A dons bens d'u- ma naturesa inteiramente opposta, e entire elles, como elective e agent, faz sua escolha. Esses bens, post que um seja ab- solutamente preferivel A outro sob o ponto de vista absolute de bem, comtfido relativamente aos diversos appetites de que elles constituem o ANNO-IL NUM. LXXXVII SURREXIT 4' CEARAi-BRAZIL * * * * -I I I ---~Ch = --- ~- _-1D --- I -I I - Amanheceu para o adorabilissimu dia da Vio de Jesus Christo ! *1 object, nao podem ser comparado=. entire si, porque sao bess d'uma es- pecie inteiramente different. Porquanto nio se pode dizer que a b6a acqao seja melhor, segando o appetite racional, que a mA acqao, porque esta nAo e boa de forma al- guma para o appetite racional; mas pelo contrario, molesta, penivel, desagradavel. Do mesmo modo nio se pode dizer que a'acq&o ma seja melhor. segundo o appetitelsensual,que a accvo hones- ta,porque esta de maneir& algurna nio e boa para o appetite sensual; mas, em contrario, desagradavel, penivel. Em consequencia, a vontade esco- Ihe sempre um bem que circumstan- ciadamente 6eo melhor segundo um de seus appetites,i rosto que muitas vezes escolha *ellaium bem que abso- lutamente.e de sua naturesa devia antepor-se A um outro. Apbs a inconsutilidade d'estas ver- dadegnAn podemos furtar-nos ao) desejo-que temos' de aqui reproduzir umaobjecgAo optimista: si fosse per- mittido A um home em pleno uso li- e vre de sna rasAOtesclher entire mil iimp B an dehar, senm rigo 4 . lue a sn acqio Ihe atrahiss ala al. 41 pena, onu he escusasse alguma lel,fu perdesse[1 algum bem,- ese hominem nao seria possivel que leixasse as mil libras pelo dollar. Si assim o fi- zesse, seria tido como insensato, e, como actuasse sem rasAo, por iss') mesmo na actuaria libertate vera. S. THOMAZ fallando da eleaio porpie a quest .n'estes terms: si aliqua duo sunt penitus aequalia non magis movetur homo ad unum quam ad alind ; sicut famelicus" si habet cibum aequaliter appetibilem in di- versis partibus, et secundum aequa- lem distantiam non magis movetur ad unum quam ad alterum; ut Plato disit assignans ratione-m quietis ter- rae in medio, sicut dixit in tertio De coelo. 'Sed malto minus potest eligi quod accipitur, ut minus quam quod accipitur ut aequale. Ergo si propo- nantur duo, vel tria, vel plura, inter quae unum magis appareat, impossi- bile est liquid alioram eligere. Er- go ex necessitate eligitur illud quod eminentius apparent. Sed omnis ele- ctio est de omni eo quod videtur ali- quo modo melius; ergo omnis election est ex necessitate*. 0 sancto doutor responded A esta question que, entire os bens absolutamente eguaes em si mesmos, 6 precise ponderar alguma condigio que faga mais estimar um que outro, para que a vontade se pos- sa determinar a escolha: :nil prohi- bet, si aliquando duo aequalia pro- ponantur secundum unam considera- tionem quin circa alterum cosside- retur aliqua condition, per quam Ami- neat, lit magis flectatur voluntas in ipsum quam in alind. E VASQUEZ accresce: wproba- bilins mihi multo videtur ex duobus mediis (id est ex duobus bonis ad eumdem finem utilibaus) non posse eligi illund quod aut.aequale curm alio, ant etiam ut minus utile quam aliud proposituim est. Esta difficuldade nio tern logar na escolha das acgOes meraes, segundo a nossa humilde opiniao. Porquanto n&o denegamos que, si dons meios sao propostos A vontade per obter um bemrn util, e um leve a melhor sobre o outro, come mil li- bras sobe um dollar; nao denegamos * que a vontade do home racional e livre preferirA necessariamente as mil libras ao dollar, uma vez que ao -I- _I .*0 d A. '7 I. - 4 I' I- I- 1'* I K ii S Smesmo intellecto, como rational, vo que neste caso propellisse a von- Xantippa, mulher de Socrates, .a uo adopina, em signida, de cada bemrn, tade necessariamente, obrar? foi a causa detds seus des- atll ene on de cada mal em particular; compa- Veremos. gostos, contribuinde algum anende ra-os, coteja-os, examina-os, pondera- pa a o inde algm ta os, antepOe on perfere am ao ontro a e t a rd sua morte. em sea juizo. (Continu) Catharina de Medicis foi a al- Assim o intellecto, em quanto re- ma da matanva de S. Bartholo- 0 ar iom t. o presentativ o, ropOe os objects aos Padr.*Jogim de Alencar Peizoto meu. c S Bar appetites da vontade, e em quanto rational, julga da bondade on malicia Maria Antonietta foi urma das Para o enter que estr habitua- d'esses objects, e intima ?eu juizo a muitas causes da Revoluo doa r ente que esrar sroa bitempe- voatade. Franceza.resprar o sopro da tempe stade, para aquelle que vive noI 2 0 REBATE EXPEDIENT 0 itj 0 .REBATE, publica-se semanalmente .. S Ria, ra, r-na, cornos seus Ca- RFDACTOR-CHEFE-Padre Joaquim tdidos, e, no de Alencar Peixoto. intavam as GERENTE--Francisco L. Tourinho r -fl rO t1- ASSIGNATURAS an.da ao vi uma Ao.......... dqalUa edade' mostrar Anno................................5oo0 )n born humor tao fHSnco e per- SeAestre ...............s........ e50C g n sistente. Apettas despertada quer PAGAMENTOS ADIANTADOS Qnando os olhos emprego no passade fizesse sol ou chovesse, ella co- e artcular De quanto passei me acho arrependido; mecava a rir ao almogo, a janel- s anucios deind de atrtu, fs-n- ot foi tempo perdido, ia, no eseio; e asseguram-me do o pagamento adiantado. Que todo o empenho toi mal empredo.o. que, durante a uoite, adormecida A redacto nao e respo.nsavel pelas pn- Sempre no mais damnoso mais cuidado; entire as brancuras dos leng6es, blicaqes .inedictoriaes', nem pelas pu- Tudo o que mais cnmpria mais cumprido; ia ainda. blicages alhei., assign~adas. De desenganos menos advertido Naturalmente, eu estava mi- Acceirtam-seartigos de religiso. sciencl.. Fai, quando deresperangas mais frustrado. tissimo admirado de vel-a tao ale- litteratura etc. pr:e:in. certas con- gre na edde em que nos torture *iefes. Os castellos que ergnia o pensamento, I a melancelia do fim da vida. De No ponto que mais alto os erguia, sorte que, u dia. approximei- Reda.o, cern-acia e ty.pographia=Rt Por esse ch&o os via em um moment. sort que um di approximei- Padre 'iceiu--n. ~3. me della, que ra sentada a solei- Que erradas contas faz a phantasia! ra ea porta: Pois tndo pira em morte, tudo em vento. -Deve-se presumir, minha 0 porque da prizetra assercio e Triste o que espera Triste o que con ia velhinha, disse-lhe, que a exi- que a vontade deseja e quer natural- stencia vos tenha sido bastante mente, necessariamente u soberano Luiz de Cambes clemente e agradavel, pois que bem que the convem, e a sun pro- ha tanta alegria nos vossos la- pria felicidade; nio pode rejeital-o bi min geral. porque n&o ve n'elle algo IA DI O de animadversao, n:as tio somente Em facto de consequencia, a von- Sacudiu os hombros. urua cousa que the convem, unna con- tade, como appetitiva, 6 levada a dif- A I stua di a l -Ah! nao, nao! caro seniorr, sa que the enche as soledades do ap- ferentes bens por differences appeti- respondeu-me ella corn dobrado petite e as nccessidades mais inti- tes, e, como racional, e livre e apre- riso a existencia, como alias a piras. sti lq dr tadoeo quoe enecessario PERANTE A HISTORIA todo o mundo, foi-me bem cruel, 0 porque da segunda que ao bemrn para fazer nma op algum mal que faz que a vontade o I qu?m eu adorava mentia dizendo reieite, nao sub rati.ne boni simples- E' preciso notar ainda que o juizo Foi por causa de uma mulher que me amava; ah! quanta Ia- mw-nte, mas sub ratione boai que nUo1 do intellecto, positis ponendis, isto deThebas que or dez annos h q u he convem per causa do mal que e e,quando tem todos os requesitos pa de Thebasez anno grmachore por causa de ma lhe adhere. al q bem julgar, nao seequivoca, no hove guerra entire os thebanos e dupla traiAo, no dia em queelle Alem d'isto. ha muitas species dr illude, nio se engana; dontrinisa phocidios se caso com a minha me!hor behs particulars e d'entre elles a sempre que nma ac(ao moralmente Causou Helena a gnerra entire amiga. Mulher, dediquei uma vontade pode escolher os que 1 ie a- b6a, si bem que molesta aos sentidos, troyanos e gregos. honest e fiel ter ra i gradam, porque na.. pode posail-o; e4 preferivel amua acqao moralmente David, por amores com Ber- uneta e fiel term ra ao manrido todos simultaieamente. mi, posto qune agrade aos sentidos, e hque e me deram, mas ingrato Ha tres classes de bens, ali;s qua- por isso, porque se deve absoluta- ceb, chorou dia e note, viu re- nao se incommodava absolute. tro, no mundo : o be:n honest, o u- mente preferir o honest ao sensual.- d o o seu .iperio, e suqcc g pt cornfigo empregando os til, o agradavel, o a'radavel desor- Mas o juizo do intelle.cto, por cad- ras de seu filho Salom o., ias corn as uas ambics e as denado on concupiscivel. sa de sna vivacidade, nao pode deci- Holofernes foi degolado por notes devoradas pelo jogo ou A' estas quatro classes de bens dir que o que C bom para o appetite Judith. pelos v jg deboches Quana la-o ,*orrespondem na vontade quatro ap- racional, tambem o seja para o sen- Amon foi assassinado em urn rs o tra das idQuantasla- petites differences: o rational, o na- snal; deve mesmo necessariamente banquet pela feroz Thamar. gimas por traz das vidraas rural, o honest, o desordenado. decidir o cntrrio. anqut pla froz Thamar olhando as trees espessas o Muitos metaphysicos no reconhe- intellect, comP representative, bar usar de Lucrecia aca- lividez da lua, quando eu aguar- cem no homon mais qu dos appe- n~ia pode escusar-se de proper a von- dava, em vo, a sua volta! Ento, tites-raional on spiritual -sensi- trade os trabalhos, as fadigas, as vi- Deu Virginia em terra corn tivel on material. iisasdiicldadesto dosspro- demonio dos dcem o press, ao mesmo tempo, de uma Ontros ha ainda mais syntheticos.,I gis, as dificuldades, todo -sse pro. demonic dos decemviros, raiva e de uma ultima esperanga, Nosh i t tiRA montorio de accidents que acompa- Laudicea, por ciumes, assas- deixei-me cahir nos branos de No home, diz o citado LIBERA- nham o bem honesto. sinou Antiocho, d ym, nos braos de TORE, no homem,cuja a animalidade ham obe honesto. sinon ntiocho, rei de Syria, um amante, que me promettia te conjuncta com a intelligencia, por Figuremos, pois, uma vontade li- Fredegonda matou o rei Chil- rt e ro eta ter elle um corpo informado, nio por vre em meio dos brados on reclamos derico. perturbaore ap s -me eteos gextases! nma alma qualquer, mas por nma al- de dons appetites differences, on en- Ciumes de mlhrs dram as, aps ter-me ligeiramente ma verdadeiramente espiritnal, ha, tre dons juizos simnltaneos do intel- im ao imperi dos u dos apertado contra um corago in- com effeito, dons appetites a saber- lecto. Anniba inven el foi sub. dign, afastou-se, sacudindo s Anibal, o invencivel,a foisub- horbs corn indiffeenia.Qu consequencia de snea part generica- 0 appetite racional a provoca, a jugado pelas mulheres. hombros com indifferencia.Quan- a animnalidade; o segundo, de suena dif- convida a nima aceto moralmente boa, tos solugos, is tardes, dentro de s a d ;s n dsd Hercule9 vencedor de hydras um cd ferenga especifica-a -aeionalidade; mas contraria so sensual; este, e e, c dor as um carro, deante da pta da srdem, a convida ea acao agrada- e le6es, ficou captivo aos pds deoia aquelle segue a apprehensio do sen- rel, mas mornlmePte m'. Omphale, sainha da Lyd e. casa onde o vira entrar comr uma tido. este o juizo do intellecto; unmvol, mas moralmonte mi. Omphale, eainha da Lydia. outra mulher, que eu odiava. e se inclina aos bens materials e tran- 0 intellecto julga que, absolnta- Acilles, a heroes da Illiada, que lamern eu tavava e sitorios, ontro se eleva aos bens es- mente,e per se, convem,importa cum- vestia-se de mulher s6 para e Pobre ve nha tender pirituaes e eternos; por um nos asso- pre preferir a acq o moralmente ba star corn elas nos soalheiros o bre velque inha! tends re-uit ciamos s paixes proprias do brto, a moralmente m, e simltaneamente ros. cordaces que o so muito por outro participamos das affecq6es a propbe A vontade como convenient Sansso, o valente, ajoelhou-se proprias para vos ahgrar a alma. do anjo e somos ;a image de Dens ao appetite rational; mas este mesmo ao pe de Dalila -Na verdade, na verdademeu pela dilecgo. intellecto jnlga que essa acio mo- eFoi a br qea s verdadeomen Esta division, porem, ponco nos lesta ao appetite sensual, e, como re- a pedido de Herodis, que om senhor, dise-me, rindo-se importa; nada tern ell,pois, de preju- presentativo, propose a este appetite Herodes mandou degolar S. Joao amda mais. Porque, envelhecen- dicial ao nosso assert. a accio contraria e moralmente ma. Baptista. do, comprehend que nested mun- A vontade, consoante corn o epudo No meio d'estes dous juizes hecte- Salomao construiu 700 quar- do, onde s6 a morte e real e cer- scholastico--ail r.itum, qin preco rogeneos, em meio a estas manifesta tos para 700 moabitas, e peles ta, uma chimera acreditar-se gaitus,--nao propende a object al- <;es do intellectoentre estes dons ap- amor e Ja irmoa cau as realizanto, a e s sonhadaso gum sem previo conhecimento; nada petites differences que fazer a von- amores de sna irm causou as reazao dos sonhos No sem precognito deseja-ignota nula tade? desdbtas de David. emtanto, as alegrias sonhadas Or,. o itellecto, em quanto ima- Simplesmente o que the aprover; Nine foi morno par ordem de valeia sotanto nos intediotna gminative,e por assim dizermos, o spe- escolherA, pois, sen grado, a acbao Semiramis. feliidad -- nos o terdicta a lm representative qe prope b6a ou m, e preferrA livremente por Marco Atonio antes de se la nem soffrimento de diversidade dos appetites a diversi- selecqao nma & outra sem algma ne- 5 d utonio, antesde sr esperal-as, nem o desgosto de as dade de bens por pratical-os, on de cessidade antecedenteEque Ihe deter- vencido por Octavio, j~i o havia perder; eu rio, caro senhor rio males rata que os evite. mine a acio. Achar-se-ia um moti- sido par Cleopatr.i. de ter tola! tan h, or, ro EMILIO CASTELLAR supre ellas... "-)uando eu"te acconselhava que fugisscs d'ellas, tu, corn a ironia nos labios, dizias-me:- ads um velho anachoreta!... e porque vives no teu retire, entre- gue as invernadas de tua edade, sem um raio sequer do s61 ar- dente do amor que te aqucca o coragao, queres, cheio de inveja, enclausurar-me no carcere triste da desillusao...z Mas, assim te fallava, desven- turado mogo, compadecido de ti!... Sim... porque sabia que el- las crucificariam tua alma no Calvario dos Desenganos, des- humanamente sorrindo... -E' a sorte de quern se dei- xa avassalar por seus encantos, escravisando a mocidade nos se- us caprichos !... 6 mesrno assim, meu pobre amigo... Chora!... Chora!... porque o pranto suavisa as does que a pa- lavra nAo consola...-a alma qne soffre, apunhalada pela traikdo, s6 encontra allivio nas lagrimas... Ouves :-quando os quinze annos abriram as portas do meu coragro, n'uma palpitagao dc an- cias e deaejop, nao pude resistir As seduccOes d'ellas, as trahido- ras, quo sabem sorrir quando choramos e chorar quando sor- rinos, que nos tentam corn nI olhar e nos enganam corn o sor- riso... Amei uma destas creatures e em cada pupilla dos seus olhos via uma eterna madrugada de amor! Para mim aquella bocca s6 fallava meu nome, aquelle seio perfumado e quente s6 por mirn arfava, aquelle cora,9o peccava s6 porque me amava... Puro engano!... A cads beijo que ella me da- Iva, umna illusao morria... e o meio das ,crespadas paixoes, para o queAo tern mais luz do que a luz que desprendem os sentiments exaltados, para esse, o apartar-se de tal atmosphere, viver, agitar-se noutros horison- tes mais solitarius ou mais tran- quillos, equivale a noite. Os que buscam o ruido, o estrepito, a ternpestade, -a lucta, e querem viver sempre luctando e combatendo, nAo tern idea algu- ma da felicidade. 0 homen para viver tranquillo, deve procurer o te'o do lar do- metico; erigir "hi altares ai vir- tude, A paz; dar sempre uma ro- sada e formosa c6r a esse ultimo refugio do oorago e, sendo bom pae, bom irmao, bom amigo, bom esposo, bom filho, deve mostrar que nao ha virtudespublicas pos- sivtis, quando nao se baseiam na santa virtudt- privada, que e 0 verdadeiro p6 da arvore da vida. Mas, se para o home e tudo isto uma lei social, urna lei reli- giosa, 6 para a mulher alguma ainda mais: uma lei de sua na- tureza. Onde mais lu7, onde mais bri- Iha a mulher, onde se ve o seu verdadeiro esplendor, d no seio do lar domestic. Ahi tem ella o theatre dos seus triumphos. Ahi tern ella os seus altares e ahi se mostra deusa. 9,-..-. ,; I z A.- F do seu E'grande a anhna5ao de todos! brou-se de mandar analysar os lha em os que habitam esta zcnra. escombros dos referidos predioN, lma eo 0e verificou-se que em cada tone- qi mom -=- lada de parede demolida havi- de 40 a 120 francos de ouro ! S..-in- 2Tlegramtilm3S rfti0s Alguns proprietario: ganharam, .;m {deo chofre, para mais de 150:000 mido e, .\cham-se re'idos na esta~gotfrancos. C 1o ma- teleg-aphica d'esta localidade os Na actualidade, Guanaj"ato, seZguintes telegrammcs : n'esse estranho paiz de ouro, em Do Parai para Aristheu; do que as paredes, os muros, os te- PJd Ig'-ati par. Joscphia, mandado do ctos, os cai(amcntos, tudo, em Li:i. summa, contem ouro, o melhor '., meio de fazer fortuna e por abai- -- xo as casas e partil-as em peda- cinhos miudos. Quando essa ci- C1ttS 3 r0Cl.l'r dade esdiver completamente des- truida, talvez seja uma das mais .-;o recoll-idas sem descon- ricas dlI mvndo. tes; .t 3') de junho as seguin- .nit Jos 1rmni:ho's ", quail o 0 iac ni .*.env-jnenciva minha ;. -' coraca' pecc,.va po. "f..!1i... I- assim cao toU(Us '.Il -,)i L;:anies e tr;i orm., ; .^rn ', sab rn. i::n;- cora re t n ( r; ,.Ltdr~umn corp.Q-.) -c~r " ,[, -.. !'.3 !:1"; i'_ ft31", - .. l . -... : t-. Kd ln :',i y. *,l' ,;:. u aild. Ii, (1'1 to. s 1",:-. ir t, :t, n> :i- >I:. l* ;i ~ l '' s e7t. jIL*n a I A) T ItiiII a : ;, Lain "imt's- a S.i:i di.T.- t (s a lar lh i5 "',s. ,.- s' t-h n- vis:;.iia c-dal-e hlo ,';t.maiajor E e -iel 3!.,ia... die t' e c-I.in. V;eente de Pan- .. 11e i llm aite(1 palaaiwitute os ".ni p'. e-'it :ii)s. ies-indK o-l es i :.- ai '- ie v-la. E'C 'y' 'V. Vy^ ft --- -0. )'0 dc' 8, 9 e 10 estam- p 's 20)000 da 8-o e 9' estampas. 100"000 da 10? e-tampa. I'al)ri-adas na Inglaterra . . E-000 s:m 0I0loo- . . 20; a000 e 500-.0001 S1ssas notas soffrerao descou- tos desde 10 do iulho em dian.. te, sendo : 2 o oo nos me?'es de julho, a- j goz-o e .-etembro de 1911; 4 o.o nos miezes de outibro, nuovembro e dezembro; G o'o nos mezes de janeiro, t fe ereiLo e marco c'e 1912; s o'o nos mezes de abril, maio e j,,,,ho; 10 oC'o ro mez de julho do meslo arno e nai;s 0 o eilm Os tigres Uma revista estrangeira pu- blica um artig-o contando as pro- ezas praticadas pelos tigres no Hindostio, e calcula que as vi- ctimas humans d'essas teras re- presentam 37 o/o dos iallecimn- tos cauladcs pelos animaes bra- vio . E accresznta. < varam a c?rne humana n.o que- rem mais saber de outro alimen- to. No sul ua India s6 umna des- sas fe:,rs devorou nada menos de duzenta.; pessoas. V .-- -s cada mez que seguir, atd perde- r -m de todzi o valor. 0 briiO d0 0so ;MairO : fo3g' :ra. Serao trocadas em moeda de prnta, sem limited de prazos, to- m uma sessaol da Academia Acha-se, ia di-.s, de pas-scio h Ja< as no as de 1-000 e 2.000. das Sciencias de Franga, em 122 localidade, a. mpanhado de E' facultativo aos portadores do de fevereiro do anno passado,. o -- exma. famiil::, o distinct tro.:o das notas de 58,000 astr-noma Nordmann, do Obser- .Advtgado majar Pedro da Costa 108000 e 208000 que estejam vatorio de Pariz, apresentou umrn eira. em su bstituigio, por moeda e interessante relater.o sobra o es- Visitamol-o. prata. plendor solar. A 30 de j':nho finaliza o prazo Nordmann conseguiu determi- -L_ ppara o recolhimento e o respe, nar a quantidade de luz emittida ctivo troco de m edas de cobre pela superficie do Sol, consta- JO8O ViCtoruii' do an:igo cu nhe(. tando que cada centimetro qua- drado d'essa superficie produz S,.*gum para a capital' do esta- -=I liz equivalente a 319:000 velas. o. ne os commercies, o ao pass que as mais potentes .d. ai nelpdciosscommerciaeslectricas exode iilustre cavalheiro major Jofio O ig do l0 20:000 mpadas elect.cas no excedem Vic torino da Silva, honadone 0 elo oriund da Asia e Tendo em conta a superpecie iant tapraa.'desde ha muito cultiado na Eu- solar no seu conjuncto, calcula-se B rop,. Da propriedade de Canta- que a irradiagao total, visivel, do po, perto de Roma, e pertencen- Sol seja egual a 180 oitilibes de te ao papa, logar onde primeiro velas, cifra colossal que se escre. jtSt$ ?Six0f0 se semearam mel6es na Europa, ve arithmeticamente corn 28 for .m mandado, para a Franga, zeros, ou seja da seguinte ma- Em visit ao seu digno irmto e em 1536, algumas sementvs t neira: nosso intemerato Redactor-Che- d'alli se p-opagou a cultural d'es-igna0. fe, padre J. de Aleucar Peixoto a fruta, cne Palladio d,-signa esteve aqui o brioso do mogo pelo nome de mclene, palavra Jesus de Alencar Peixoto. que vem do grego neln, e que0 mas 4o fazendeio da America Xbraqamol-o. signfica porno. Alradeitmos Ciade de otro Acaba de, o sr. capitao Josd Esta originalissima cidade en- Barbosa dos Santos, rosidente contra-se no Mexico e chama-se na cidade do Crato, offerecer- Guanajuato. Foi edificada, ha nos um grande masso de alma- dois seculos, no local de uma an- nac7. de Ayer d'este anno, pelo tiga mina de oiro, utilizando-se, que agradecemos. como materials de construiao, to- Idos os detritos das antigas mi- -=- nas. Ora, succede que, n essa epoca, nio se sabia explorer co- ChuiVas mo hoje, as terras mineira; pe- los processes chimicos dictados Depois d'um estio -que pro- pela sciencia e ingeniosidade mo- Icngou-se por muitos dia@, vie- dernas. ram de novo as chuvas, e parte Tendo sido preciso demolir da ,avoura, que escapara As algumas casas, para a constru- ardentias do soi do mez de feve- aio d'uma linha de estrada de reire, estri de todo segura. lferro, um astuto ongenheiro lem-' O sr. James \Wilcott goza do privIlegio-gloria que de boa vontade dispensaria-de ser o mais pesado ;de todos os fazen- deir's da America; nao ha mu'to accus va o. peso redondo de 129 libras. E e bem provavel que de entio ate hoje mais algumas te- nha adquirido. 0 q'ue ha de notavel no caso d'esse gordo illustre e que se con- servou activo, e, ape7ar da ba- nha, continuia na antiga faina de plantar as suas forrageus e de transportal-as em sua. carreta. Certamente deve ter limitado as suas occupa9oes, pois hoje lhe mnateria-lmente impossivel abaixar-se para arrancarxas her- vas mds, irreconciliaveis inimigos do agriculcor. Percorre, porem, os seus cam- )os corn frequencia, trepado, u melhor, espapacado dentro xt va le urm loggyi puxado por um cavallo robuistj. f f Ao contrario da maioria dos gordos, Wiloe. tt ncaesteve ste esabelecimento de edi- doente affavel, conserve se- cao intellectual. fundado nesta Multoaffavel, conserve sem- localidad- aos 7 J'o carrente pre uma franca al: ria, resign i- Oc a o 7 o dpre uma franoooa ah ra, esgn (margo), sob a direcgao de Ray- do a invasao graxosa de que e mundo Siebra, compoe--e de victim. dois cursos primario e secunda- 1 rio. INEDICTORIAES - -- Padre J. de Ale;'ccar Peixoto spedida e agradacento I Partindo 'manhd corn- minh-.s irmas para Belem do Para. e n5o -me sendo possivel agradecer pessoaimefite a todas as pessoas que aqui lhes dispensaram con- siderag6es durante a sua est idia neste logar, fago-o per este meio. Profundamente reconbecido pelas atten5oes de qne foi alvo minha familiar, despegome e offerego a todas essas pessoas os ineus limitados presthios em- Belem do Pa A, onde resido. Jaz.eiro, 9 de Abril de 1911. Gomes Junior CORREA & FILHOS Grande deposit) de fasendas, esti- vas, miudezos, bebidas, ferragens,. quincaquelheria, instrument s para trabalhos mannaes, artigos a phanta- sia *brinq;iuds, generous aliienticios, etc, etc. . Mantem irmportagiz- das pracas do Recife, 1tio de Janeiro sno Paulo. pelo que recommendam os seus arti- gos, es.-1ecial_-unte aos snrs. negoci- antes ambnla-tes que encontrar'o em sua casa vantajosas concessoes em pi e- gos, agrado e seriedade. Acceitam e ,ifferecem riPiresentut;es para o Sul deste E-tal, sob cuidi iio.s n' d:cas. Compram e vendemo todos os aitigos de exportacao. End. Gervagis. rIwzea-Alegre-CearUl S or. Joas tteffs e Medico, Operador e Parteiro SDiplomado pela Faculdade de Mledicina do Rio--Ex-interno do Hospital de 3Iiseri,.urda do Rio de Janeiro, etc. etc. etc. Consulta em sua residen- cia a Rua das Laranjeiras na Cidade do Crato. I Acceita chamados 'a qual- quer h6ra e-com a maxima brevidade promptifica-se a attender consultas e chama- dos pava a zona do Cariry por prego razoavel.- CRATO-CEARA A'find a Acha-se exposta A venda, no Crato, uma b6a casa sita a' rua Nogueira Accioly, no 60, corn cinco portas de frente, mura'ha- da, etc. Quemn pretender compral- a, dirija-se ao abaixo assignado que todo negocio farA. Joaqnim Saldanha Maia GRATO li - I r 0 iv;~xrE ________________-- ~ ~ - ~ -~-- '~.-~-t-x:. ~ I ___________ __________________ _____________ Conde Adolpho van c'en Brul-t Raymundo Siebra. MATERIALS DE ENSING Curso primario:-leitura, es- cripta, grammatical e arithmetic elementares, etc. Curso secundario : port'.1- que'., francez, arithinetica, gfeo- graphia, historic, etc. etc. PRE(;Os Pagara cada alumno, mensal- mente, pelas materials do curso primario-2:000 peles materials do curso secundario-5.000. IOS PAGAMENTOS SAo A- DIANTADOS. NOTA 0 director garantc aos sur-. paes de familiar tode o cuidado na educacao intellectual de seus filhosle agradece a confianqa qu,: n'elle depositareim. C ;'aiEO prafte Cicro) lunc- cion: a. Prag-t da Inclependenc;i. n? 56. CASA PYROTECHNICA Esta Casa se encarrega do quail- quer trabalbh que diga respeito a :,L,' e polvora. Foguet-bo daz:a a t.0,,", fogos ,de- 3 bombas,duzia 1500; buscapes, duzi:i 2500; eqpada, duzia 4000; craveiros. duzia 3400; pistol0tas, duzia 140,: pist'las, duzia 2,uiii; pistol5o, duzia 3500; fogos de bemgalla,duzia 411 , cara dura, duzia lO'1i,); exquesito, dui zia 1200; rodinhas desala,duzia 120 : baterias caude1las romanas, 140': estrellas de S. Joao, duzia 120; bor- boletas, duzia 130. Pregos estes os mais rasoavel- 1>.o-.,iv.:is Joaseiro, Rua da Conceigifo un 12;-, Jose Gomes de Almei.la DI)uh AVIZO Francisco Cavalcauti. resildenl em Floriano do Estado do 'iaulhy. tendo adquerido por c amn,. a; '.v1-' da Cant) Alegre do ,munllipi, ,i - Apparecida deste mesmo ..-u;l,. a- visa que acceita extra .r-- .' In;il- qoba e lavradores que qu -rein (- aggregar na mesma lazendu: hxaii..f onu no residencia defiritiva. Chama attenqao especial l.'s pe-- soas que pretenderem '_:e;i para o seguinte: HMa ai a 'a- to Alegre grandes ma.il.i';" i--. ig.";- des brejos e baixoes, esLt- ai pl1. - dos para toda e qualon1-r l'antar;ui" em ordem a offerecer tail e lui:rii- vo resultado a quem se dii. a la- voura. E' intuito do proprietari,- ti ait sua grande fazenda habhitala .-tfi'i- entemente: garante por isso regalia- e vantagens ainda nao ot'ferecida' por nenhum outro proprietario .1- terras em condiccoes identicas t(ueni pretender residir temniporaria ou l'e- finitivamente na mencionada tazena Canto Alegre dirija-se ao proprieta- rio em Floriano. Floriano, 15 de Jui.ho de 910 Francisco Cavalcanti *1 - u "WW *. f *1 ^ jk y~c H^ ^H 5 - -? -~ *-'s S ^ ^*s' -i 7i Jk - ^ ^ ] ^^- ^^^^*-^ &- JOT w*_ -',-g l OAS F e4 VF ' -_~ -~ -~ cm4VaKATO S~L~ ~fi.+c~Za3 A~,~aLQp SRCIA RIIA - -~ 1-* - SA7CS'l R A pC LAR "3"'' -^ .S "^-~-.""- _. "''T- ~ '=. .K E -' - --2 .x < 2 ^ ^ .: .. O ^ "" --^- - . :?^ <^- '^ <^- ^ ---.-- ---;.-. *..-..-_- *- -'- s--- i-.2 --.---. '** ,-w~ as^ -** .. *- =--s,r--. 2.._.=_- 2 ^-'-7- '-*' . -A^C-A S-'-'; ta fi''^1 rk $c~*^' -. ..-3--<*ru-~-Z - -~~~~~~ ~~i- --'-'.3 r*~."*^ t x ^.* .- - v- *Z -^ iCIA ~~ ~- ^*- t -- .* ^ --- *-T -H-J *1 -i- &- __ -> a ; ~ *^ .- **t- -s; "*--- 7t ; f a. '~ ~-; .- 'rc ^.i 5 i a r i - ".--^ at- -s t y a, **c ai ^.- '.lai- -* ~ '- i a -. --, '*- ^ -. - ^ ^ :-w 'i s -r .z - 2 2! - ^ ^ ; -- .- z .-L ^TR- __ ^J ^ ^ ^ -. y---.- _ _ I ~-= - .-." ""^ -- T " '"' .- - - --* 2 =" _. -*.?* 2,p. *'-' a ,...' - - --.----A. .- i. :-.r -. -- .- -r ~ .^----'- .- -2 _- T ;7 -7 -_ r ". i_ i-- .- "- "3; M . LDA ffi,? -'~-- -~ - -7 c*-~ - '~---- -.' - ~ --- -- -,.- 1u i - -- T -~> .a',,. -4' -- - ~ -- *"-i -tt- .- a *'q~~ z--I-a 'roe-: ~ -- -- --- :I. 2B - .- ^ . .- ^--- *- -, - E ^ 3- .-=.- _w a *- U z s2r r 9 a L -. **"-: _. -~-&,^ .,-* -. . -^ ^ -^ _ --z M-s5 t- w 17' t i w n ~ i ^ * " ' ~fl~7 ~ 'C" ^ 2 2-' ._ _. -.^-- - i- .- ._ -. --- lift^;Swo : 7-_~L __ x- ..c-' -. -- ,- d- *^wi-* - -* ag _i a --" .I . =- %po ol 2 - -.... : . 2- r'-" -' -~* r- "at b.-- |
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