Rebate

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Rebate
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Creator:
unknown
Creation Date:
April 9, 1911

Subjects

Genre:
newspaper   ( sobekcm )

Notes

General Note:
Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
All rights reserved by the source institution.
System ID:
AA00001672:00076


This item is only available as the following downloads:


Full Text
































CEARA-BRAZiL **, DOMINGO, 9 DE ABR i OE 1911 ** ANNO-IL NUM. LXXXVI


L


B-ERD ADE MORA L-

VT yc(p Ccp4s t w gpwtwp.
(Arist. Eth. Nic.).


LMA
mna,
n.-sso


de
ess4
se


Snuossa na
eil-a a es
pulcherrima na consciencis
logica, recumando seus p1
travcz das cellulas da hypos
Iunal, animaudo todo esse
de prodigios e 'de if~tos des
te !
: il-a !
Quem a nio divisa nas s
tOes dos factors, nas scenes
da historic, n'essas tragedi
seculos reiteram, e. n'essa
g&o perpete entire o bemrn e
Quemr a nao vA na lei que
sa, na virtue que brilha,
dade que abraza, na esper
ri, na fe que triumph, no
tudo engendra, no mission
desafia os elements por g
mnas a Luz, e na irma de cai
v6a celere, qual anjo, ao
de batalha ?
Quem a nao percebe na
illumina, na lyra que gems
numentos que apologisam,
racio que reverbera, nas p
se elevam, no incenso que


do mundo, exclama Emilio Castellar,
ei as potencias do mundo serao desar-
Imadas.
A liberdade, continue o mesmo
nossa al- Castellar, a liberdade caminha, co-
encia de mo a semente de certas arvores, pelo
r, lei de ar de rossa existencia. atravessa as
t u rez a, moralhas i dos carceres, levanta-se
stadear-se illesa, como os tres meninos biblicos,
a psycho- das fornalbas ardentes que term con-
hiltros a- sumido o sangue dos martyres; e
stase ho' como o proplasma em que se formam e
,turbilhio a rystalisam os factos. Os homes mais
slunmbran- poderosos do mundo, novos J ulianos,
." novos Carlos V, novos Napoleoes ja-
mais a poderao detel-a.
concatena- Nenhuma forga, pois, a poderA ven-
Sancipites cel-a; nenhum guerreiro a poderia
as que o0 subjagal-a, como nenhum fatalista a
digladia- "
igiaia- poderstanil-a dow#ntrpos, como ne-
"o .al nhumeterminista a pdera varrel-a
e moral- da consciencia psychice-universal.
na cari- Varrel-a, banil-a! impossivel, como
anoa que impossivel, diz Alves Mendes, causar
Amor que um diluvio cornm uma bochecha d'agua,
nario que desencadear tempestades artificiaes, e
anhar al engendrar o raio tal qual o engendra
Scridadequ o bojo athmospherico !
os campos Impossivel! absolutamente impos-
sivel! metaphysicamente impossivel!
Arte que A liberdade um facto, umrn no
e, nos mo- ser impessoal, um phenomenon
na inspi- psychologico, que bem que sentimos
hreces que n'alma.
espirala e Nada ha d n tenhamons mais c.l-


nos altares que constitute no tempo tesa, exclamamos cor MUZZAREL-
o ninho da Divindade ? LI, que de nossa liberdade.
Quem a nio conhece ? Cada uan de n6s,escre a BOSSUET,
Ah todos a conhecemos : essa, de sentird que livre, com sentiro que
que fallamos, alma de nossa alma, 4 rational.
essencia de nossa ser, lei de nossa Todo home sensato, disse-o FE-
natureza, que e uma, Icomo o nosso NELON, tern em si mesmo uma deci-
penssmento, que reside em todas as ao invencivel em favor de susaliber-
nossas faculdades, que dinge os mo- dade
vimentos de nosso corpo, que 6 nos- O primeiro arauto d'esse facto in-
so titalo de suberania na creagao, timo e subjective, e, nio ha negar,
Libeiberdade principio universal, A a nossapropria consciencia.
immutavel sterno queo descent das Entretanto, por extranho que pa-
alturas do peio d qu terrace rea, o seculo da liberdade tern visto
alturas do peitode Dens terra cm remoar a vehicle do fatalismo, sur-
o primer home! grandsa insondave gir do seio d'uma eschola dilogi-
Liberdade I grandesa insondavel, insipiente e al segr a nega
como o future que ella encerra, que radical do livre arbitrio, e os que Be
nivela a responsabilidade de nossasgloriamde ter libertado a rasio, q o
acoes com a regra d'uma durao gloriabemos de qute r l ibertadao, no se
sem termino, gera a virtue ou o vi- sabenos do que eseravido, o io s
cio, prepare a felicidade on a des- correm de, em campo raso, apresen-
antar-se corn o determinismo.
gra, modifca a nosa conio a Quem no v6 que os adversaries
vida e troca-a pela eternidade !
eLiberdade! powder unico t;absolu- da liberdade, par enc heoir a ncida-
to na terra, inaccessivel A for.a e aoropina em pillars dourdas e con-I
numero e que muitas vezes torna e- imentadas, em piaseno do fatalism ?
guaes o pastor e o re* que sempre o o que shysterieos
so ap6s a extinemio vivifica caudilhos da propaganda determinista
bre a sua esteira atfronta nko s6 as cobp
mofas dos viandantes, como a omni- Ha cosas, di RAULICA, ue
potencia do principle, mas ainda o Ha cousas, diz E RAULICA, quo
ferro do algoz, sinao o Eterno, af- novas qrad eme, reoota antignidade.
frontando a graqa Tal, pois, o determinismo.
wAmaldigoal-o-a, insultal-o- no
intlnu d'um coracao mais immundo Mas 6 do erro excluir a unidade,
que seas proprios andrajos. isto variar, multiplicar-se sob mil
wMas era da grandesa do Altissi- formas diversas, e como o AAshverus
mo deixar o home laborer em suna da deuterose-caminhar sempre.
plena vontade, em suan liberdade ple- De genealogia que se perde no ca-
na. hos da-culpa edenica, elle, repellido
,Contra essa liberdade o cen e o in- das tendas poetico-misticas dos
ferno nAeo tern estorvos. tempos primordiaes, tern percorrido
Armian-se coatra ella as potucilas todas as escholas de philosophia, des-


de a eschola ionica A eschola italica,
da italica & eshola etica, da ecle-
tica A esQcola sophisitca, da sophisti-
ca A eschbla cynica, da.cynica A es-
chola megarica, ila Bs.arica A escho
la academic, da acallemica A eschola
pyrrhonica, da pyrrhonica A eschola
estoica, da estoica 4 eachola cyrenai-
ca, da cyrenaica eschola peripate-
tica, da peripatetica a eschola epicu-
rista, e assim at6 A efchola modern
--epilogo de todas au-aberrag5es do
espirito antigo.
Sim! nunca se detAO o erro em seu
raminho, nem foi possivel que o pen-
s tmento human, pataindo de princi-
pios falsos, deixasse # andar de con-
sequencia em consequencia ate aos
absurdos mats degradantes.
Si a lei de Newtbn propelle cornm
actividade irresistive(a todas os co-*
pos para o centro da terra, a lei n&o
menos incontrastavel da logica arra-
sta os entendimentos' extraviados so
abysmo irrisorio do pcepticismo uni-
versal..
Er, logico que, desconhecida a
naturesa hominal, fodnem desconheci-
das as faculdades q p d'ella proma-

m fa logico que, denegafa a realr.-
dade especifica d'almi,fossem negados
os phenomenon que dentro d'ella se
dao.
Era logico tudo isto.
Tal partido adoptou o materialismo
em face da liberdade moral,-faculda-
de inteiramente irreductivel, e absur-
da em qualquer dos systhemas anti-
christaos qne pretendem dar a rasio
da essencia de nosso constitutive, por
isso, porque, si o home 6 part in-
tegrante da divindade, come querem
us pantheistas, on puar engendraqio
da naturesa, composta exclusivamen-
te de atomos vibratorios, como affir-
mam os materialistas, segue-se in
primis-a evoluclo fatal de substan-


c

j1
c



I

1

I

d
a

e
a
I

e

d


gam admiravelmente os progresses da
sciencia.
Affirmam elles qne a lei fatidica,
-a dura lei da necessidade, 6 a lei
da prosapia humana;-que o bern e o
mal nho existed em suas accepg6es
classicas;-qne a virtrde e o seu con-
traribsiafdous products como o as-
ucar e o vitriolo;-que o genio 6 a-
ma newrose, a sanctidade um eeotismo,
o crime uma enfermidade eo crimi-
noso am louco;--que a sociedade guar-
da em seu seio o germen de todos os
dilictos que se perpetram;-que a ci-
vilisag~o e a resultante da raga, do
meio social e do memento historic;
-que, finalmente, e para nbo irmos
mais long, o cosmos 6 uma jerarchia
de necessidades, urnm mecanismo uni-
versal, mantido por nmna for-a avas-
saladora que crava as suas tenazes de
ago no corag o de todos os viventes!
Em face de tantas blasphemias que
fazer ?
Que fazer por vingar essas offen-
sas de lesa-humanidade ?
Como se VA, tractamos aqui d'um
facto que as impOe a todas as nega-
gqes e a t dos os sosphismas; d'um
tfacto experimental, attestado pela
cons(iencia corn voz. 8 t&o deloquenteo
que os que o denegam, cornm a sua con-
ducta o affirmam; e, por isso, porque a
liberdade 6 um facto basta provarmos
a sua existencia por deixal-a vingada
dos ataques de seus adversaries.
Antes, porcm, de entrarmos em
campo na demqstracao d'essa verda-
de, convem esforcemo-nos por indi-
car como a vontade actia livremente
na selecgqo do bem on do mal moral;
6 sobretudo n'esta explicago que ha
mais obscuridade, mesmo centre os
theologos.
Esclaregamos, pois, esse ponto.


Ciltand o relido


(9 abril 911)

Grande, immen-
sa asatisfaqio do
povo com essas
ultimas chuvas.
Parte da lavoura
que escapara ao
sol quente estA
segnra.


E' grande, immensa,a alegria
Que vae por este sertao;
0 povo exulta de jubilo,
De prazer, satisfagdo!

E' que part da lavoura,
Qu'escapara A sequidAo,
EstA de todo segura,
Por toda esta region.

Bemdicta essa ultima chuva
Mesmo corn vento e trovao!
Pois foi ella que nos trouxe
-Fartura e consolaqao!


Josd Ferreira


;ia unica; secundo,-uma machine A liberdade, que temos em vista, e to bem disse o sancto doutor--iberum
omplicada1 mas comrletamente su- que havemos de, terminantemente, arbitrium sihil eat, qua vis electiva.
eita As letis mathematics da material vingal-a dos ataques de seas adversa- Em verdade, diremoos com LIBE-
"osmica. rios, nao consisted somente na facul- RATORE, quando nos determinamos
O islamismo nIo sonbe como conci- dade de acqAo voluntaria, coin co- acaFo, queremosum object que po-
iar o livre arbitrio com a predestina- nhecimento pleno e advertencia ra- demos n&o querer, o que de eviden-
e ternadas ims, o enscriptas cional;consiste ainda no poder de vo- cia uma elec1ao, porque abragamos
or AllA, em as deretos im ta- lig~o ede involicao, livre deo toda ne- urn partido com excluaso d'um outro
is, todas as vicissitudes dascie cessidade antecedente,-poder esse -se di vero il determinarci da noi
Lumana acorrentada ao cepo do fata- que os theologos chamam-dominio stessi all'azione non altro import,
lismo questeriliso as energies dos sobre a ipseidade das ac ces, on in- se non it voler un oggetto per guisa,
slhos dopropheta g differenca do livre arbitrie,por signi- che potremmo non volerlo; it che 6
S proficar que a faculdade do livre arbi- evidentemente un eleggere, perch 6
Luthero, talvez o maior monstro trio 6 necessariamente indeterminada abbracciare uan partito, rigettandone
nue guard em seas annaes a historic A urn de seus actos, mas pode querer, un altro3.
a egreja, fez do peccado original a on n&o querer uma cousa, on querer 0 object proprio da vontade 6 o
krma homicide da liberdade, e, ba- tatoutra. bem ou o qneu considerado como tal;
eando-se em sophismAs thelogicas, Em outros termos:a liberdade o mal, porem, nAin object proprio
interprad asetando su intento as sa no eonsiste somente na faculdade de da ventade como erradameote affir-
raas lettras, asuiguros quo o lvo- livre electividade em actor iriu,, ma SAISSET, mas t~o somente per
irbitrio uma illus&o phantasmago"i- accdeseeundariamente,istoe.em
M, unia novidade; emfim, introduzida Mas ainda em actoposterlu, isto A,- seodesa esocundariamente, isto A.em
por Satanaz na egreJa., na o sb tern o poder ona faculdide do quanto 6 considerado omo m bern.
rSatanaz na egreja. livre arbitrio, como tambem o munus E' verdade que algumas vezes ap-
Si os protestantes no fossem, com exercital no pentagramma das reali- petecemos o mal; mas 6 verdade que
>ffeito, melhores que o protestantis- dades praticas, seleccionando o que o appetecemos, nio porque nos mova
mo, a Europa suptentrional, alistada Ihe apraz sem necessidade antece- o appetite sub ratio mali, mas po r-
sob as bandeiras do frade renegado dente que a determine. que nos parece encerrar algum bemrn
de Eisleben, sopitaria nos seios e por isso ratione iRius boni abraga-
voluptuosos do fatalism masulmano. Assim, a indifferenga do livre ar- mol-o.
Hoje, porem, vogam om tendenI bitrio consist e nisso-qne a votade, D'ahi aquillo de Dionysio confir-
s mais radices as angas o ne-C depois de considerar o object que a mado onu canonisado pelo philosopbo
as mas radicals asanias negaes rasge lhe propoe, pode acceital-o ou angelico-makum est vroeter volunta-
Empinando-se, come hydra im- nAo acceital-o; pode rejeital-o on ten e-imia ms oume appetunt.
mensa ferida pelas mios da tempesta- escolher inteiramente o contrario. Mas d mister notar que o bemrn
de, levantam-se de ovt* as heresias Effectivamente, a vontade pode em geral e abstrac*yamente A o ob-
vencidas, e, trajando os ouropeis de querer o object proposto, e abragal-o jecto necessarioWdo~entade, e o bem
scienclas artificiosas, extraviadas, im- sub ratione bmi; pode nao querel-o, particular o de nua liure escolha on
pias, levam perturbagoes lamentaveis e suspender o sen actor, como a sua selecoo.
A todos os pontos. elecqgo; pode rejeital-o directamente A vontade, pois, on o appetite in-
Os coripheos do positivismo repe- por um acto de repulsio; pode indi- tellectivo, em geral, quer necessaria-
temrn as palavras do grande apostata, rectamente, implicitamente on vir- mente o bem, mas em particular o quer
que, segundo elles, resume, epilo- tualmente recusal-o; pode abstrahir- livremente.


t' ,,.


se voluntariamente do primeiro obje-
cto e preoccupar-se d'am outro;ode,
alfim, querer um object diametral-
mente opposto.
Tal a forqa elective da vontade.
Por isso, a liberdade de arbitrio
nio 6 outra cousa, sinao a virtue
elective de nossa vontade, como mui-















EXPEDIENTE
0 .REBATE. publicm-s wsmanalmente
REDACTB--CREFL-T adre Joaqaim .
de Alenwar Peixoato.
(ERENTE-Franeiseo L. Tourinho
ASSIGNATURAS -
An o.............................. N 0 1 "o n
Semestre.........................o. C m 1 ". --
PAGAMENTOS ADIANTADOS
Abro os olhos a luz e como em soah.o I
An publica,o de int-r-.e r~ parierlar Encontro a natureza transformada,
tv annuncies Ido o agfaBment ~ to.T.,,, p ,o antsol nenta -alvnradlL. "'::


A redaeg5o "-n e response el re!so o --
blicacGes ainewi .riarw, nwn peIss p1-
laic aes alh i*n, avigm".


Redas Beran t, ( pi Er
Padre Gierr-n'. 33.3


._ ^ .. .



i



I






[

, r


S., erino Pires


efis. Sr.?ate Cicero

Por motive de seu anniver,
sario natalicio que hoje passa.
acceitae as saudaA;es de sincere
amisade que !he consagram

Jose Francisco Gongalves
Antonio Francisco G^nsalves
Francisco Ferreira Gonsalves
24-3-911.


E em cada for que boje coutempio, -em cada
Ponto emi qwpms m o men it aIn ho
Descobrir os prod4gtaispam& ..dW'
Que fez de im muoio triste oftro risofiho.
E porque tenho dentro d'alma tanta
Luz e harmonia, vejo deslumbrado
Que a terra toda hoje palpita e canta.
Mea pobre coragao! VW como es lonco:
Por um nada te julgas desgragado
E te sentes felIz tendo tio pouco!


$


Jonathas Serrano


que fago
dade de
que tAo
seus ami


aos ceus pela diuturni de e forte, que sublima o cora.
seus dias, os profalsas 4ao do home e Ihe incuteo des-
d'alma Llhe- enviam os preto da more, na phrase de
gos e admiradores Russeau.
E s6 assim se pode explicar o
Pedro F. Coutiuho facto de abnegacfodavida, que
Cicero F. Coutinho nos registrar a historia, de, no
Pedro F. C. Filho tempo de Gleadj, 19:000 ho-
Jose F. Coutinho mens matar-se mutuamente nas
Josepha d'Albuquerque margens do lago Tveciao para re-
crear a populagio romana, sau-
| dando o Imperador. antes de co-


mevar a .carnificina, corn esta ex-
SPu l Cfaireft (ier pressao tio covarde como pq-
.. .. thetica :--Ave -impertovr, M-
Hoie. dia de seu anndversario rwri ite saHat.
natalicio, eu, a mais humilde de 0 que, porem, pao ha negar,
suas afilhadas, o filicito cordial- e que essays paixqes grande e
mente. fortes, esse sentiment psy.
Maria Rita d chicos sdo cousas mysteriosat, e
Maria Rita d! Souza 1a cousas m di
as cousas mysteriosas, diz,-(Ma-
teaubriandsao o que ha de mais
1 bell, grandioso e d6ce na exi-


A


stencia humana. muuuLu xIe -ranoum t u era -
^ ins lfarts Applcand estes devaneios ou mave e tAo dotado de excdsas
nl. f "- puerilidades de minha imagija- virtues civicas e moraes.
E' com a maxima b6a vonta- ao maravilhoso do proves .-E verdadque se diga
Sde que publicamos, linhas bai- o oJoaeiro, penso qur, e mrc que s d i
Hoje, dia feliz de sen anniver- de qe publicamos, lnhas abai- u / toe a a respeito dessa veneranda Mae;
sario natalicio, vimos corn Q mai- xo, a luminosa carta que o emi- Joaseiro um nucl e ua desse exio dote:-ea
nente jurisconsulto e distincto Josei ur nucleo e populaiqAo desse eximio sace.'dote:-Bedtas
or de'anecimento trazer- Ihomem de lettras, o exm? sr. -rica e pobre-e uma corrente venter quite portavit et terra in
nossos muito affectuosos para- .d m g d Bro de capitaes oue elevou essep- qua atus es.
bens, fazendo votos par que e ao do pas esse. .Nao a conhcces ?
repropusa esta data por muitos acaba de nos dirigir, rebocando voado, paso tea nfelizmente, o.
annoy. o primoroso escripto da entrevi-frmou as relhos costume, m- .-Pois bern. E' uma desas
sta cque teve corn a sua dignissi- anos, a beatitude cavdosa e i fadas ou deusa da lenda do pa-
Francisco Belmiro Pio Maia la e adorada sesposa e sobrinha,adeu
Francisco Belmiro Pio Maia e adod spo e o mha operso inemento le ganismo, alva como a neve, olhos
Luiza Leopoldina Maia ap6z o seu passeio ao Joazeiro. u oprso a rates e no ind azus, jsem vista, alta, de bomh
Pedro Bezerra Maia Eila, juntamente com a sua en- artes e idstris, corpo cabeo lour pae ja
Pdon Bezerra Maia e modo a estar-o- Jbaseiro d/spu- corpo, cabeflos lours, part ja
Adones Bezerra Maia trei tando primasia i todos os povoa- encanwcidos, e cujas linhas gera-
Idalia Leopoldina Maia dos do Ciry. es do seu todo physionomico
Maria Annunciada Maia f b *9l E o fa.atismo the deu prodi. demonstram, que fora. formosa
SHa naexistencia humana phe-'giosa impulsao, e Ihe ha de dar em sua mocidade.
Ha na existence huana -a emancipaao politics, que Em nossa palestri, desmon-
nomenos psychics deante dos m strou achar-se anda no pleno
quaes minha fragil intelkg'-encia 1 tenciatipromovendo corn insistenc stru aharse ainda no pleno
Squa s minha fragil intelligence enthusiast ardor, cofratern goso de suasiaculdades mentaes,
parA s estaca. idelles ade e esf6qo de vontade na o- e intelligence, carinhosae .muito
.mais ur-ann- de preciosa ospeorshatriio um eles bra do seu alevwatamento moral amorola, a ponto de, narrando-
Por mais u anno depreosa Os nosss patriciaos em geral lectual e material me as suas does pela more do
existencia que acaba de comple- sto supersticiosoo: e nem ha que ee a ter', marido e de uma6 lhmha, jiwo-
tar, acceite os noesos parabens censural-os, porque a crendice debate se ttar impedir a a, o referir-me o seu nome,
de afilhados e amigos sinceros e vem de lone, muito long, de marcha eoutiva do seu progrs-derramou lagrimas eandentes,
leaes. modo qu.d ninguem Ihe pode pre- so. Porqu o Joaro ua co essa lympha on gotas tcrystali-
cisar a xe. am quaol eoa e nas, que o calor ndo disclve e
Joao Baptista de Olivira Certo 6, que a sapertiio zumbe o enxame quando nelB cuja fonte e a alma, na phrase
Thereza Baptista de Oliveira nakcen cor o home. acompa-pse toca. poetica de C. Neto.
nbaa ohomem e morrera comr o 0 viajor, que ali vai, ouve o E', final, o prototype da deli-
homem., seu bater incessante desde o co- cadesa de sentiments e de bon-
Dir-se-ha que a superstheo e mego da alvorada marcando a d es do coracao.
R Ma V fi, C filha primogenita da Revelao, rithmo da vida, segundo me in- Es tudo.
ur. Ci que e a base do chnstianistno, e i formanm pessoas insuspeitas, qe E. it.Be
Squese"confi"decomo0tanam a"ivloAnegocios, a pas Vmitastu oPadre Peixotm?
Hoje, que V. Reydma. m"ais Nao ha tal: a supersti"*o e em visits parents e amigos, e 5.--Elpodia eu. iqdo o Jo:
anno cole de existencia, ac- uma crena, u f anatsmo e ma acaba de infonarme minha s- seiro. deixarde vist auelk
d involta corn os votos idea, ou antes, uma paixao gran- posa, como vereis, senhor reda- teu grande o a -n so0 par *u
mu gandeamigo, nsopra


como o Padre Peixoto, qucix?)^ ,
por nao ter eu, com. minha co.i.-
tiva, hospedado-the em sua ca.
5. j.-E ao Padre Cicero?
S.-Ah JA estava notan"d,
nao teres piincipiado por elle 0
teu inquerito.
$. I.-Tudo a seu tempo.
Pois bem, falai sobre o Par
Cicero.


5.-Meu querido, bem saies
que o Padre Cicero e um .:r
que reune em torno do seu -
nerando nnme satellites e adr:-
radores desuas excelsas virtufC
civias e moraes, que e a a!ma.
vida e o motor e o creador <
opulento e futuroso povoad' c:
Joaseiro,de modo que,quem vs 5a:
oJoaspiro, nao deixa de vis:
esse virtobo e eximio sacerds:i
Foi a minha primeira visi:a.
retribuiu-me-a corn o seu c-"
mado sorriso e affect, tenco
osesa palestra gosado das d0-
ras do seu grande e generoso
ranoo, sempre aberto ao povo.
E fallou-me af teu respFeiv c"'.
expresses tao hourosas. Y:-
muit medeyvaneceram e pen=-


.~


ram-me. .
Me querido: ver para c.er.
Os servimos do Padre Cicero L U
terra do bergo, moral, intel!:,- .eI
al, mateal e religion, sao :1"4
tra menmoraveis, de modo qn |u
seu veamvel mne merece -
consagracao nacional, entire -.
b -nemerewts da p.tr a, comro Bi .I
.-tceram os Jesuius historicos ,'
_Yobrga, AncAesf e Vieira.


,~ '-~* .


Padrinho Padre Cicero: hoje,
em que a aurora desabrocha corn
mais fulgor e mais deslambra-
mento a saudar este feliz dia de
seu anniversario natalicio. eu
tambem, um atemo em face ea
multidio, felicito-o. cheio de rev-
peito e gratiddo. por esta tAo
anspiciosa data. Salve, 24 de
marco!


~


tor, d ieitr que commella en- :e, sacerdote istelligeat e i:u.
treti cha. do Feu passeio strado. pioopho, theclogo e
i esse pova que a duzi a jornalista eUserfto ? bat4lhador .n-
esCr e sey Telpetto para fa- temerato e incansavel pela ba
serdes d'4la o mw que Yro aprou- caum da emancipaqso po!itica do
e joaseirue A quem lamentojai -.0o
E apoveite a en 0para pe- o ter conhccidoe pessoalmente a
djr-vos. que gusd es m meu mais tempo?
m s. qa-s Jo ses o fidalo Troquemo vsita e fui pr
e carinhosoY Chimento corn elle gentile carinh- ente ben
que fI aihi rei"a minha ado- acolhida.
rada sobrinha e mposa. E digo-te, meu querido am:g,,
Mets respebmoou cumprimai- que a minha vaidade, de parents
tos i todjs ojoaseirense". e amiga detao iflustrado sacer-
Jardim..... dose, ficou 9satitta quan,,o p :z
os olhos .ilqle exemplo de
Silva BarrM votade. queo ea forta omniipo-
wl o .Io seg S ardWr -.do aper morzl,
-^d u a de iniciativa ade valor, embora



prov Saset s escriptoe, ao que res
18 taSl.- Conversemos pondeu-me:
sobre u teupasseio. Minha -aa.-paraos

I j.R -Aocteu dispor des males, remed.os energico.
SQ.Receitste corn o q io- Jesus, o Santo Misericordioso.,:n-
ro? Qual.aimprsso que te cau- vciaas despota, os phr
sou esseillustrado medico, advo- eCti despotas, co plavr ,-
seuse e sriba," corn p:da'vr
gado e distinct jornalita ? candentes de indignaAo e de -
.-Receitei-me fiz tambem gor. Perdoou i ijurias e supt liccs,
ceitar as nossassinhoritas- ,acrificando-lhe o corpo; mas n,)
Drinhae aria Meu querido, perdoo a entire sacriicad-
o dr. Floro \ a sinceridade v.v hed- a ade. A verdade br-
a joviabilidade, a urbanidade, a dou-a inexoravelmente, e per -
intelligeocia e a illstrno, que la morreu, de more inflame e -
ee oculta na sombra de sua mo- entre dois padres .
destia sem par. "Eis, minha veneranda pr a,
E caminha para o sen destino, -causa dos mens ardores fa, -
naquelle meio social, por una .prenga.
co-rente de eatima geral, como preeas.
urma corrente crystaina., cujo lei- l,-Visitaste o meu vei
to e cujas margins as impurezasalmig0o colonel Maria Lobo? A-
dQ eainh aiqda no podcram quea a-a angelica, (emL'ai
coRai em o e aeenm nao. muit? beato), amigo estre: -
E' este o meu juizo. so, caracttr i ni o l4to, meu cor:--
5. .-Visitaste a veneranda ligionaro nos bonds tempos
Mae do Padre Cicero? nosso ex-grande, coheso e po-.-
S.-Pois nAo. Indo eu ao Joa-. roso Imperlo, oje retalhado a
seiro, ndo pldia deixar de render satrapias f--ud-es, de quem s-
e culto de minha homenatem pre te tenho fallado ?
eMa dicto ra Me. que deu ao e.-Pois nto. Visitemo--. *
....w t.ow_--_.. .....- wi *a.ft recivrocamente, ficando elle. be- f


1


-


I












0 REBATE


I.-Bem. F.lHerosn agorn faate dI ta0
cobre o pgogresso moral, intelle- ,
ctual e material do Joazeiro. e r ee
. V.,r p.ra crer. Pede-nos o exmo. sr. desem-
Quem conhecet o pobre e pe. bargador dr. Silva Barros para,
queno arraial do Joaseiro, CQmo em seu nome, agradecer a todos
o vimos a 20 annos passado. fi-a oq Joaseireuses o bou agasalho e
surpriso pelo seu operod pro- acolhimento que souberam dis-
gresso. pensar a sua estremecida esposa
O Joaseiro 4 hoje uni palaci0 e sobrinha d. Adelina Barros,
-de fadas, ccnstruido M;: slvas por occasfto de seu pas;eio 'a -
por maos mysteriosas. 4 uma ci- sta localdale, o qne fazemos do
iaac corn num'eroas e ext.,neas alto d csta column, offerecendo,
ruas, embora estreitas, cuja t.alta em set nome ainda, offerecendo
notei, corn boas casns. nume a- a todos os seus limitados presti-I
das, lindos chalets, atlas te ar- moI na cidade lo Jardim.
vores. conimry.rci) oT. clento, ca
cimbas abun lantes d',.gosi ,ota
vpl er" quar;i todos o; predins At 9 -8l3
Igreja elp.oa cow, e sp.-,n o a 1
a t-rts, imr, ns bilis-i.mai V to-
, Os yrmb dc~s do nos'o cult
rcligioso, Ai pasmar o vwiajor qute
alli entra pela primeira vez, sem
seaber de ond..t vterxm e como os
obteve o Padre Cicero, ser o au-
xilio dos poderes publicos-civil
e eeclesiastico.
Ha toiersas escolas de instru-
ro0 printaria, pagas pelo bolso
Jo Padre Cicero, uma boa musi-
ca, tima imprensa typographical,
a qal v-isitei e assist, a coivite y XaVir Olra
4o Padre Peixoto,. servio de u-e
ma tiragem de mais de 800 Aos 20 do mez proximo find,
,cxemplares, e onde fui gentil es c
a moh Ee ne a polaa ifalleceu n'esta localidade, victi-
ainhosamnte beacohidape-ma d'uma consumpqeo pulmo-
ho seu illuqtre proprietario e re- nar,a exmi sra d. Raymunda Xa-
S'actor chefe e setts dignos em- vier do Oliveira.
pAregados. emJoaseiro aquel Foram por demais longos e por
Sno se em Joaseiro aquel demais doloroso e crue:s os seus
la turba muha de roremiros rnal- sotfrimentos; mas jamais no meio
trapillihcs e esfarra)ados e aquel- d'elles abandonou-se ella a triste-
la beatitude cavil sa, que vImo. e
quando aldei cerno ,e.o sa eao desalento qne acabrunha,
que estatela.
Sque main para a mirar sua bel alma de moa
suase pesprre s- A sua bela alma do mora,-
ess operoso progress d Jo- transupto de virtues ver'adei-
seiro, e a guerra iffrene que tem ramente christts, acceitava as
soffrido aquelle povo laborioso tribulaes dos derradeiros dias
da part do sehor ispo dioesa- de sua existencia sempre rsigna-
no, corn relaftod ao funcciona- da e unida vontade de Deus.
mento do cutto divino, e dos ci- Era, sobretudo, nos ultimos
vis, corn relao i sua emancipa- moments de suss angustias lan.
Ago p elitica. cinantes que melhor se admirava
Ao Padre Cicero, tern o se- a sua f de christa e a sua vir-
nhorispo impostor p enas ecen-tude heroic a que nada a tazia
suras, e seuspendido-lhe o exer- sossobrar.
ciaio de seu august sacerdocio, ual roble gigante, acossado
sem se conhecer os motives_ dessa 0
sem ue aoecear omotivoa dessde violent tempestade, conser-
%.-Saocousas do foro in- vava-se ella sempre calma, sere-
terno na, firme e iabalavel, ievantando
teconhego ..... nes n s b suavemente os grades olhos
Conhe~o, mris ou menos. as che'os de expressOes de sancta
causes desse isolatee do senior pant os n dreqpec de saca
D. Joaquimdevidaegundo para o ceu, onde procurava, e
.e Joauim, lde psri, enrdlxos d'onde Ihe vinha, em halos de
me rihuilde pensar, d caprixos, luz, a par, o socego, a tranquili-
ao-irritabile genaus de Shakspe- dade, a consolaco, o conforto...
are e" a intriguinhas deo case, E foi assim com todas essas
tangidas do Cura do Crato. disposk$oes duma alma sancta,
Mas debalde se esfalfam e gri- disshik desq'uia emalphsan i'
Mias debalde se esfalfar e gri trabaihada no cultivo das mais
tam que pAre gigante que cor- bllase mai peregrina irtude
re, ee sorri e segue se cami- lse mais peregrinas virtdes
no. Ditosa ahla, que tAo bern son-
Reconhego que do sou born best viver os teus dias, tomos
catholico, mas, se tenho alguma passados na frequencia dos sacra-
preoccuparro em material religio- mentos e na pratica das virtudes
sa, ed pelo formoso altar da Vir- christas, pars tso sanctamente
gem Santissima, 6 pelo aroma do morreres, como morrem as flores,
incenso, pela nota do orgAo, pela perfumando o espago, como mor-
luz coada pelos vidros de cores rem os justos, olhaudo para a
e reflectida pelas azas douradas morte como para o omega d'uma
dos anjos, eternos companheiros existenxia mesquinha e alpha d'u.
de minha alma na sua infancia, ma eternidade venturosa, e pars
na phrase de Castellars. o ceu coma tua patria I...
E, portanto, compungem-me a Morreste, aim! porqne jal era
alma essas perseguiq5ea do se- tempo de ires unir-te &i Sempiter-
nhor Bispo ao venerando patriots, na Essencia, que amaste com to-
po-martyr Padre Cicero !.... las as veras de ttua bells alma,


5.-Quando vais ao Joasei- sempre meiga e b6a, e por pos-
ro Quando vais ao -suil-a esteve sempre ancioso o ten
j.-Nao sei, no sei.... corago, pobre de affects terre-
nos, e sempre rico do divino a-
mor.
No entretanto como os juizos
de Deus sao incomprehensiveis e


Bem mooa ainda, na primavera da
~" ^vida, falleceu em Bom Jesus,do Igna-
tt, no dia 20 do mez proximo findo,a
Sexma. sra.. d. Maria Leodora d'Oli-
V veira e Silva, victimada por terrivel
n .. molestia que zombon de todos os re-
cursos medicos.
p f IfCI0 No circulo de suas relaqces, era
geralmente venerada e muito esti-
abade, est nosso illustre a- mada pelas snas virtudes christAs e
Acaba de, est3 nosso illustre a- pelas qualidades que exornavam seu
migo, resident em Barbatha, ser espirito.
nomeado socio honorario da Aca- 0 sen passamento deixon nm vacuo
demia physico-cbimica italiana, imaprehenchivel na sociedade onde vi-
de Palermo, corn direito a urma via.
medaha de prmeirea clause. A exma. familiar da illustre extin-
medaa epimei classes cta, especialmente aos desolados pae
Estii illustre Academia que, de e esposo e irmaos major Raymnndo
present, tem, ctmo seu presi-; J0os4 d Silva, capm? Antonio Paci-
dente, o grande scientist dr. G. fico.Diniz Alves d'Oliveira e Silva,
Marle di Horacio d'Oliveira e Silva e Ray-
Marietta cotuma distinguir as mundo d'Oliveira Filho, apresenta-
sim a todos os estrangeiros que mos a nota de nosso profundo pezar.
se notabilisamnpelos seas conhe-
cimentos e trabalhos em facto de
sciencias physico-chimnicas.


Por essa alta distinegao qne
vem de merecer de tao importan-
te associaelo, digne-se de accei-
tar o exmo. sr. dr. Simeao Cor-
reia de Macedo, as mais sinceras
e cordiaes fellcitagoes do 0 sRe-
bate.



tcgistro 0so

Momentos de indizivel satisfa-
gao deu-nos esta semana com sua
visit o illm? e exm? sr. dr. Ta-
vares, digno juis substitute da
cidade de Barbalba.
S. exct, ac3mpanhado do cor-
po redaccional d'esta folha, per-
correu todas as depen~tencias do
predio onde funcoionam as nos-
sas ,ifficinas.
Ap6s, entreteve comnosco a-
gradavel couversaqAo em france,
deleitando-noa, por algunm tempo,
corn a sua palavra de oiro.
0 KRebate>, penhoritdo, agra-
dece Ihe a gentileza da vista.


INEDIOTORIAES


SAGRADECIMENTO


Jos6 Sobreira da Cruz e familiar,
agradecem de corat&o a todos aquel-
les que a;sistiram e acompanharam o
cadaver de seU pae, David Gonsal-
yes de Mattes, tA sepaltura,bem como
aos que o acompanharam na acerba
dor que carpiado ainda se acha pela
lamentavel perda.
MissAo Velha, 17 de Marco de 1911



SaW( 21 df uaro

,Jos6 Nery

Hoje, que colhes mais uma prima-
vera no jardim aurifulgente de tua
infantil existencia, acceita, pois. que-
ride afilhado, um coragao transbor-
dado de alegria-
- Da tua sincera madrinha,
Maria da Solidade


tao pura e immaculaa sua
beUllesa qne encontra manchas
nos proprios anjos, oremoa pela
sna alma, afim de que se ainda
nao esta de posse da visAo beati-
fica, be'i depressa a .vA gosar;
ajoelhasnos respeitosos e reveren-
tes sobre o seu tumulo ainda se-
mi aberto.e sobre elle desitemos
a- lagri nas de noueas prices.
A' aua exm? mre, a sra. d.
Maria'Xavier de Oliveira, e aos
seus dignos irmaos, os srs. Anto-
nio Santino de Oliveira, Josd Xa-
vier d3 Oliveira, Pedro Xavier
de Oliveira, Ros Xavier de Oli-
veira. Leopoldina Xavier de Oli-
veira e Angelica Xavier de Oli-
veira, enviamos as mais sentidas
condolencias e a todos os nossos
leitores pedimos as oraqoes da
santsa egreja pela alma da virtu-
osissima e sancta finada.
Requiem aetrrnam dona et
Damine et lux perpetua luceates.









*. *cinda 1. di Of

Por entro- risos e carinhos passon
no dia 25 do mez proximo find, o
anniversario natalicio da exma. sra.
d. Bemvinda Bezerra de Oliveira,
dignissima consorte de nosso born a-
migo major Jose Cesario, resident
na cidade do Crato, a qnem enviamos
as nossas sandaoes, almejando' i tio
distinct senhora nma existencia lon-
ga e venturosa.


Canto Alegre dirja-se ao proprieta-
'rio em Floriano.
Floriano, 15 de Janho de 910
Francisco Cavalcanti


a ..


~ ~-----'p


a-


_ -~- -'--_ I_ I~ I __ U --- --- --I rr


-i-


pe m0

Estiveram n'esta localidade, se-
guindo depois para a cidade do Jar-
dim, onde sao residents, os distin-
ctos cavalheiros coronel TristAo Lo-
pea da Silva Barros, tenente coroner
Alexandrino Manoel da Parificapao,
a quemr cunprimentamos.
SS! s. s s. acompanhados de suas
exmas. families deram-nos a honra de
sua yisita, o que penhoradissimus a-
gradec.emos-lhes.



aior JoaaMtf Gomes

Vindo de Belem do Para, acha-se
eitreln(s o illustre mogo major Joa-
quim Gomes de Souza,mni digno em-
pregado d'uma das casas commerciaes
de mais importancia d'aquella praoa.
S. s. regressark brevemente Aquel-
la capital, levando em sua compa-
nhia a sna distinct familiar que ha
seis annos mais on menos aqui resi-
de.'
V isitamol-o.



Jfecrol0gia

Falleceu em Missio Velha, no dia
16]do mez proximo find, o major
David Gonsalves de Mattos, victim
de antigos padecimentos, que de ha
muito Ihe vinham minando a existen-
cia. *4 ,
:Era su bom pae de familiar, dota-
d, de bons sentiments o que o tor-
nava'geralmente estimado.
A' sua exm? familiar, especialmente
ao seu'digno filho e nosso amigo ma-
jor Jost Sobreira da Cruz, osnossos
mais sentidos pezames. ,


Cxteunato "?dir



Este estabelecimento de edu-
cagAo intellectual, fundado nesta
localidad'- aos 7 Jo corrente
(margo), sob a.direcgao de Ray-
mundo Siebra, comple-.e de
dois curses primario e secunda-
rio.

Corpo d0ttutt
Padre J. de Alencar Peixoto
Conde Adolpho van den Brule
Raymundo Siebra.

MATERIALS DE ENSINO

Carso primario:-leitura, es-
cripta, grammatica e arithmetica
elementares, etc.
Curso secundario: portu-
queo, francez, arithitetica, geo-
graphia, historic, etc. etc.
PRE40S

Pagara cada alumno, mensal-
mente, pelas materias do curso
primario-2:000 pelas materials
do curso secundario-5.000.
OS PAGAMENTOS SAo A-
DIANTADOS.
NOTA
0 director garante aos snrs.
paes de familial todo o cuidado
na educaiao intellectual de seus
filhos e agradece a confianga que
n'elle depositarem.
( tMato -a dr* (kei o t unc-
ciona a Praga da Independencia
n? 56.


CASA PYROTEQHNICA

EstaCasa se encarrega de qual-
quer trabalhe que diga respeito A
fogo e polvora.
Foguetio duzia a 5$000; fogos de
3 bombas,duzia 1500; buscap6s, dnzia
2500; espada, duzia 4000; craveiros,
duzia 3400; pistolotas, duzia 1400;
pist'las, dnzia 2000; pistolao, duzia
3500; fogos de bemgalla,dnzia 4000;
cars dura, duzia 1000; exquesito, du-
zia 1200; rodinhas desala,duzia 1200;
baterias candellas! romanas, 1400;
estrellas de S. Jo0,' dilzia 120,; bor-
boletas, duzia 130.
Preqos estes os mais rasoaveis
possiveis.
Joaseiro, Rua da Conceiqgo n? 1268
Jos6 Gomes de Almeida Duda

AVIZO

Francisco Cavalcanti, resident
em Floriand do Estado do Pianhy,
tendo adquerido por compra a fazen-
da Canto Alegre do mnnicipio de
Apparecida deste mesmo Estado, a-
visa que acceita extractores de mani-
goba e lavraderes que qnizerem se
aggregar na mesma fazenda fixando
on nso residencia definitive.
Chainma attencao especial das pes-
seas que pretenderem se aggregar
para 6 seguinte: Ha na fazenda Can-
to Alegre grande manigobaes, gran-
des brejos e baix~es, estes apropria-
dos para today e qualqner plantaso
em ordem a offerecer facile lucrati-
ve resultado a quem se dedicar a la-
voura.
E' intuito do proprietario tornar a
sue grande fazenda habitada suflfci-
entemente: garante per isso regalia
e vantagens aindit offerecidas
per nenhum outro prqpiiletario de
terras em condicGet identicus.Quem
pretender residir temporaija on de-
flnitivamentea-a mencionada fazenda


"












=TT9


- v


'it,-


..*. 1. 00.
.^ -- 0.--
ILJ !*r~ r-


4a-~r47


0 1 EB .


.t

-g -:'f p 4s^ S U ^ B I

a! L @ ;- a I .b ^ .1
" '. "^ '^ ,- I '^ sa


JOA-31!0-


CINCINATO SILVA;
Vindo de Gar .ihuv. ez', 0.: .' -
namnbuco, acha-:e' .sti -i .. '.' .--*-*: [r,:-
&. coin umn con:. 'ao u :lridO -rti'.e ;n'o
ti- t's;-. e il l i r
pregs sem comnp -- *nei.. o. .:u .nt, 1:1 'lu
,i ,a : tei T':'.'^'-"' "".
,:L:4-.rsa, i--. A ;:-C ;
1, ';.ncina.:o s ,.;. ; : .- Ie,*-'
n '. :-2'.



PHARMACIA CARVALHO
Ha nesta conceituand' plirmacia uin
vr:tridf sortimento dte droyi.as rodutus I
chinicos. *qpecialida les pharmaceutical
>;ci.-iatoes P ,,stranieiras.
AvuLn- reeeit as a qn:lqner hora coir
pr,' iptidau. cuidado e a- .io.
]ilI Padre Cice-' "% tI


0 BARATEIRO0
manoel Victorim da Silva. corn d!as
o a:is bwin sortidas de t, los os artigo;de
(' onercio, Rua Nov;. nW. U'i" e 'Au ii
P. -'r5 Cicero, n- .'2n
Pr-' :as sem comptencia;. custom da cai-tal-


A poPIl.AR
Loja de fasenias e 3.utros artigos de
caiimmercio, venda- pelo -usto ni emi.-nho
d, apiirar o zapit-I empregado.
O freguez procure na l:ia Nova i casa
S. -55 e na Rna Padre -eeri a loja a
30, que sera servido A nivdida ie sen d-



DOSS IRMAO-S

Loja de fasendas. ferragens, e estiva..
na Prala da Liberdade, n". 972. Sinceri-
ldale de negocio, modieidade de preqos e
affabilidade de freguesia.
Diomedes Siqueira & Irmiio. 3


FUN I LEI RO
Officina complete le todos os artefactos
ntensilios em flandres, corn grande sorti-
me ito pars vendas em grosso e a retalho.
Si acharem outro barateiro. nRo ha de
ser tanto como o proprietario JoAo Antonio
Fnrtado.
Praqa da Liberdade no. 973.




LiDJA

de fazendas mercadorias esdivas, ferra-
gens, chapeus. Tendo recebido do Cearii
um complete sortimento dos artigos acimg
inencionados que sao vendidos por preqo
sem competencia, convida todo o public
para fazer uma visit a dito estabelecimen-
to que se certificara do que 4- affirmado.


VERDADEIRO


APROVE1TEM!


QUETIA!


APROVEITE3M!


Jcrto Baptista de Oliveira.
Runa Padre Cicero N. 336


PERSEVEPANQA PAUUSTA --
CAIXA INTERNACIONXL DE PEN- 0 rei doqo daturiatliv
Eja sapataria se encarrega de SOES VITALICIAS.
'-a'quer trabalhotodos em couro e Approvadi por Decreto Federal, comrni iXir pep atift fe ,Ay
Sarante aos suS fregueses obras que deposit doe pintia no Thesouro Federal. e
"io .y ne odem desegar melheores e de .-r ..4 proporcional ao capital de pensOes de mil Peparado per Sit.vi.. Joos da
S ..lo e podemcontos do r4is. Approvadq pela Inspectoria doe
,re.;,s r;.Ia. -I s. Aluga-se jima casana Rua Larangeira. Registrada na Junta Cnmercial de do Ceara e auntorisado por decrcto
e Cabral de Oliveira n. 65, grde, cor bons commodes para So Paulo. Novemhro 19o9.
'reno Caboral de Oliveira nnwerosa familif A 108000 rse pagamentos e em S PAULOS RUA S BENTO. 63 0 Riscunaisnz em qn dquer ),>
i;1i 4, Cruzeiro n? 10S5 A trimestre adeantado. .A.tigoe criptorioda )ompanl.iaMog.an:a. e ) m- te.ba'.-"
-Aluga-se outra casa, na mesma Rua, n. Filial no Rio: RUA 7 DE SETEMBRO, Uteras de qualquer naturesa nia
1t8, coin boas proporg5es emuito commo- 113 moderno) pelle; Escrofulas; Caaeecs qu,,
do, a 155000 por mez, pagameutos A tri- TE ON VE .IAS I leta de origem veeria; no ELI
E:RC I ARI A ./:ETadeantado G s n N ID.4 CONQALVES DIAS E AVE- le-tia de oe
SERCIA RIA mestre- adeantado [NIDA Of NTRA) CANINANA enecutram a sna eu,
A tractar.na Rua Grande, sobrado no. e rapid
OLIVEIRA & NATIM corn J. J. T. Marrocos. DI IRECT"OPI. A venda nas Pharmacias e no
O proprietario deste acreditado estabe- PRESIDENTE-Senador Luiz Piza, geral. Pharmacia Silva.
..imento tendo recentemente cheglado da Senador Estadoal ex-chefe de Polieia e
,ital do estado avisaaos seus innume- eA A x-Secretarie da Agricultura, doE. de S.
r freguezes e ao public em geral qne se 'VA IARM ACIA Eulo.T XAROP
:ha caoin urn complete sortimento doe SECR TA -Commndar nc DE
eraorias acinae, extrangeiras;ala- Cel. Theophilo A. de S. Cavalcante. Gurgel, da firm Silva Seabra & Ca.,.da
.m spara homense senoras, sspn- Tendo mudado a sua Pharmac ia da Fabrica de Tecidos S. Bernardo. asam o de Top e ,
aorios. cadoias do aluminium, redomas, Travessa da California n 41 pars ar ra GERENTE Dr. Cla4dio de Sousa, me-
exractosde d ivrsas qualidades, brilhan- Dr. Nogueira Acciobl, prodio no. 33, com- dico e industrial. Composto e preparado por
tinas. -oleo de baboza para o cabello; bi- munica nos seus Amn-. e freguezes que THEOUREIRO-Dr. Gabriel Dias daoe Caid d Do
bidas de diversas qualidades, conserves. continue da mesma f6rma esforsando-se Silva, advogado, capitalist, director da
does. copos do phantaria, bicos, rendas, para bem servil-os, esperando por isso, Companhia Industrial de S. Paulo e da Muito util nos intommodos do ap
sutxes gregas. ~tc etc. merecer a continuacqAo de suas estimadas Companhia de Poqos de Caldas. pulmonar: Tosses, defluxos, .ro-h
Tu lo A dinheiro i vista e par pron.s ordens. ConseIho FiVe il yagtes asthma e'. A Veun n
modiePs. O PROPRIETARIO Crato 12 *de Janeiro de 1910 Exmo. Snr. Conde de Prates, Director
OLIVEIRA & NATIM do Banco de SAo Panlo-Exmo. Snr. Co-
ronel Fernando Prestes, vice-presidente
3nA L..J.,N D1M Aq. .- v r do Estado-Barao de Dnprat, director da 'EIP P '; jt [
rJ n 8-" L..NI~ M AA v


vina aos seus fregueses que chegon umr
grat (d. sortemento de Vinho do Porto, 3Mos
telSiperior, Santo Antonio. Cognac.Ver-
*nte. Vinho de Missa, Geropig. Serrot de
Jinipapo, Aguard ute de Caja. de Lima e
ant"; Cigarros Tupv.La Morena, Bostoc.
C,mo S;io Bons.de Palha. as Qu.atro Lias,.
p pul res: doce Pesqueira==Jose Fat anha;
MI:nteiza Bretpl, Excellente. Papagaio, Pi-
anhv: Banha de porco em lata.
Tudo por pregos medicos
Rua P.'Cicero n. 62.


Casas, Sitio, fasendas de gado
ne.ste municipio no termo de Sant-
Anna do Cariry a ender.
Jose Rodrigues [onteiro tendo de
retirar-seldesta cidade no intuit de
procurar na Europa alivio a-sua-
saude sempre alterada, declara, a
quem enteressai, que estio expostas
a venda todas suas casas nesta cidade
e suas fazendas de gado neste muni-


0 "'", '- 2 j
Jeronymo Francisco de Lima cipio e no term de Sant-Anna do
temn, nesta localidade, A venda, duas Cariry e mais um sitio no mesmo re-
asas de taipa cobertas de telha, umia ferdo term denominado Qnuelmado*
sita a Rua de S. Francisco e a outra corn engenho de terro e casa propria,
na travessa da Rna Nova;pelaprimei- casa de vivenda, tudo de telha e
ra pede200:000;pelasegunda 180:000 segura constru o, corn uma pequena
A'tratar na RUA DO CRUZEIRO nascena e aqnds de pedra e cal, corn
cannavial para dusentas cargas de
S H U f UtiU Ol 1I rapadui'as, posnndo extensasmattas
Scorn madeira de (6nstruu'o: outro
SEMIENTES DE MANIQOBAS DO sim pede A aquelles dos seus amigos
que tem con o mesmo negocio,
PIAUHY queirAo por bondade satisfaser sets

A melhor semtnte da actualidade compromises, uma vez que tem de
ausentar-s, por tempo indetermina-
Vende Jose Alves da Silva do e ter de prover-wa .de recursos suf-
a precos BARATISSIMOS.
RUA DO PADRE CICERO iN? 301 icientes.
JOAZEIRO DO CARIRY Crato, 26 de Outubro de 1909


Jos6 Rodrigues Monteiro

BAZAB BAMALHO

DE 0 C ATO
ff r


b
s


SAPATARIA '
, 8A ESPERANCA"
Esta Sapataria de Joaquim Beserra So-
e1 acha-se A disposigao do publieo e dos
miigos e enearrega-se de todo e qualqner
sbalho em coiro corn grande prestesa e
odicidade em preqos. Rua do Crusae-ra
>.990.


Thoioufmtro anamto de Al:Ucar

Este estabelecimento tern con-
tantemente explendido stoch de
'AZENDAS nacionaes e estrangei-
as, Miudezas,. Ferragens, Lou-
as, etc.
Brilhante sessao de artigos da
ioda como calados,h chapeos, gra-
atas, fichus, mantilhas etc. etc.
OS PREQOS SAO OS MAIS
COMMODOS D'ESTA
PRAQA
Runa S. FranciscQ nos. 1232 1233

Jc azeiro do .Padre Cicero


.. .u ; j .
DE
A. BELEM SOBRINHO
45--RUA )O COMMERCIO-45
CRATO-CEARA'.
Estabelecimento deFazendas finas,
Miudezas, Novidades, artigos de uso do-
mestico, Alta fantasia, & & &.
Especialidade em: artigos para
homens e senhoras; objects para presen-
tes e.perfumaria finissima!!
Preqos sem competitor!
Dinheiro A vista.


Companhia industrial de Sao aulo=i-r.
Rodolpho Miranda, proprietario da F.abri-
ea do Tecidos.Arethusina, de Piracieaba
e deputado federal-Dr. JoAo Alvez Dima,
medico e proprietario-Pharm. L. Pinto
de Queiroz, da firm, L. Qneiroz & C.
(proprietario da Drogaria Americana e
Fabrica de products chimicos) Dr. Pedro
Pontual e Dr. Victor Godinho capitalistas.
A ECONOMISADORA PALISTA .
Unma sociedade mutual, corn fiscalisacias do
Governo, cujo fim e estabelecer uma REN-
DA VITALICIA mensal, em dinheiro,a os
seus socios. Ternm duas caixas, a eaixa A
e.a caixa B.
Os socios da Caixa A pagam 55000 de
joia'e 2$500 de mensalidade e tem direi-
to, no fim de 15 annos, a umrn ensilo que
nAo serA maior de 150$000 por mez.
Os socios da Caixa B, pagam 5S000 de
joia e 5S000 de mensalidade e tem direi-
to, no fim de 10 annos, a' uma perisAo que
nao podera exceder de 0lOOSOO por mez.
No-caso de falleeer antes de chegar a
receber a pensio, a associaa- pagarA aos
seus herdeiros necessarios todas as con-
tribuiq5es que elle tiver feito, sem jurors.
Dando-se o fallecimento depois que o mu-
tuario estiver em goso da pensao, esta fi-
carA extincta, sem que aos sets herdeiros
assist qualquer direito.
A pensAo serA paga ao proprio indivi-
duo, onu ao seu procurador legal, ou por
intermedio de qualquor Banco. qnando o
mutuario se achar no extrangeiro.
0 socio contribuinte em dia, que ficar
impossibilitado de proseguir nas suas en-
trAdas, depois de cinco annos de associa-
;Ao, em conseluencia de molestia chronic
e ineuravel, que o inhabilite para o tra-
balho, serA considerado suspense e nio
perdera direito A pensio.
Os pagamentos antecipados de 1 anno
gozam da redncjlo de 50 o o, os pagamentos
de 10 annos, 20o/oe as pagamentos de 15
annos, 150o/o.
O mutuario que so inscrever um mez
antes do sorteio e tiver a sorte do ser
premiado, pagara apenas poucos mil rjis
tera direito a nma pensAo para toda a
sun vida.
Atd dezembro foram sorteadas cinco
carderneta-, ou seja no period de nove
mezes. A ECONOMISADORA 6 a unica
que faz sorteios de dois em dois mezes e
um grande sorteio no Natal!
SScios inscriptos de abril de 1908 a
Janeiro I909:-34000. Nenhmsa ontra so-
ciedade obteve tal numero de socios nos
sens prineiros mezes.
Pedidos de prospects, propostas, cader
netas e informagdes, minuciosas ao
Representante no Crato.
Belem Sobrinho
45-Rua do Commnercio=s45


ow




xilr
HyD .i
, 'i .) .>



















par ',


preparado pelo boticario Manoel Ca0 0
das Dores, v de prov;-da e:T;sicia nas \
rigosas atfecoes boub iticas, syphiitc -.-
oscrophulosas e darthroaes
S-o grande dosalojador 4os ,-.amores v-
ciados e o poderoo eliminador de todea-
doencas pertinazes que temi sun oria'..
na impuresa do sangue.
Unico depesito na pharinacia Jos, :-
dido, na Rua 'do VidGo.


PHARMACIA SILVA
de Silvino Jos4 da Silva, na Rua do -
mercio, n. 8; term um grande e var.,
sortimento de drogas, products chi:nm.s
e especialidades pharmacenticas.
Despaclha os receituarios cornm mediv a-
mentos de reconhecida pureza e garmn.-
aceio, prestez ,-- ',l-ade de prevu.


Desappareceram de men sitio u .
burro cardio e urna burra castaniht
quazi preta ambos corn esta mar;.- -
e corn a seguinte freguep-a



Quem der noticias certas na Reda -
Oao d'iO < gar ditos animals, sera gratifica1i
generosamente.
Barbalha, Sitio Brejao, 10 de Ni
vembro'de 1909
Joao Demosthenes Fernandes Vi


MILAQRES
I4~t 3


CAVALLO SUMIOC

Um cavallo carddo rudado, wvb, ,,1'-a -
tobonito, ilteird, chot2o, olhos azues.

Marca -eRibeira

Quim o encentrar e entregar ao .S. 31-I-
ior JoAsd Igna4i m Milagyes s' ra' -.
Ifcada.


---0 -


__ ___ __


- -jr--T"Ws


IRO iRO