Rebate

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Material Information

Title:
Rebate
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Creator:
unknown
Creation Date:
March 12, 1911

Subjects

Genre:
newspaper   ( sobekcm )

Notes

General Note:
Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
All rights reserved by the source institution.
System ID:
AA00001672:00072


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Full Text



4,..


-J


CEARA-BRAZIL DOMINGO, 12 DE MARCO DE 1911. ANNO-II. NUM. LXXXI


EXPEDIENTE vida, vd-se o seguinte: as auto-
ridades, os homes do poder
0 -REBATE. publica-se semanalmente desconhecendo a sua missao, a
REDIACTOR-CHEFF--Padre Joaquim injustiga na distribuicgo das hon-
de Aiencatr Peixoto. ras e da gloria, a riquesa adqui-
rida pela rapina absorvendo o
GERENTE-Francisco L. Tourinho proprio poder e dona do mundo,
A SiGNATURAS a iniquidade insolente cobrindo-
ASINATURA.- se corn as vestes da piedade,

Ann...............................58000 sommas fabulosas sacrificadas ao
Semestre......................... 3500 deus da guerra: ao idolo das dis-
cordias e da violencia; emfim,
PAGAMENTOS ADIANTADOS massas innumeraveis vegetando
na inconsciencia, enlouquecidas
As publicaqoes de interesse particular pela necessidade, vivendo e mor-
os mnnuncios depended de contracts, sen- rend no mi de sfriento
do o pagamento adiantado.rendo no mio de soffrimento
atroz. Onde esta, pois, esse rei-
A redaci ao neo 4 responsavel pelas pu- ndeChristo, esse reino de ca-
hlicasies .inedictoriae*., neui pelas' pu- o
blicae:bes alheias, assignadas. ridade e equidade? onde a acCao
efflcaz da religiao, onde o escopo
Acceitam-se artigos de religiao, sciencia, o fim da nossa vida de misc-p
litteratura etc. prehenchendo certas con- o aim da nossa vida de mise-
diec6es. ria ?
Redac:riAo, gerencia e typographia=Rua E essa edade de oura espera-
Padre Gicero-n'. 343.
da desde as mais remotas eras,
-OAS ERO DO J 'pectagao da em disillusao tristis-
sima, verdadeiro desespero para
A f aquem nao, seja christao?!
SOs prophetas do Velho, Te-
stamento pintam-nos um estado
(Coad P. PobedoUoz(f) future de paz e ventura na hu'--
V manidad-. Christo trouxe 4 terra
o mandamento da caridade e da
(Concltasto) paz, nao a realisagao d'esse man-
damento,-realizagao que ao
Grande questdo que neo ces- haveria deixado logar A liberda-
sa Ide perturbar o espirito e a de; esse mesmo maridamento,
consciencia da humanidade in- segundo elle disse, devia trazer
teira, e a ausencia, nas relaq6es a terra- nao a paz, mas a es-
entre os homes, da equidade e pada.
da caridade pregadas por Jesus E, quando, ap6s a resurreigdo,
e consideradas p-la Egreja Chri. coraq6es inflammado; .,pela es-
sta como base de sua doutrina. peranqa da renovapao do mntndo
Nenhuma intelligence achou a- fizeram timidamente a pergunta:
inda a have dessa contradicgao; nao ha consciencia que com isso restauraras o reino de Israel?"
nao se commova. Rememorando respondeu-se ihe: aNiovos com-
a historic sanguinolenta das pete saber os tempos ou os mo-
guerras, dissen6ges, violencias mentos cuja disposigao o Pae re-
injustiga, ignorancia havidas des- servou ao seu proprio poder>.
de a creac-o do mundo ate nos- 0 tempo medido por rmeio de
sos dias, na vida public como pequenas parcellas pelos homes
na particular, cada qual indaga 6 infinite deantq do Senhor. Pe-
de si mesmo corn horror onde rante elle mil annos sAo coma
e como se manifesta a applica- um dia, e um dia como mil an--
cao da lei de Christo no inferno nos.
em que vivemos e no meio do E a joven Egreja Christi dos
qual nos debatemos. Onde, co- primeiros seculos, no meio das
mo sahir d'esta situagao,-quan- per-seguig6cs, dos vipios e das
do a religiao mesma nao parece calamidades, vivia dat mesinra
ser siono uma mascara para ini- esperanga referente at restabe-
quidade e a 'hypocrisia, uma lecimento do reino de Israehlee-m
demonstragAo irrecusavel da an-. sa esperanga de ver a verdade e
tinomia existence entire a consci- a equidade installarem-se victo'-
encia e os actog, uma series de' riosamente entire os homes t6i:
cerimonias e formalidades ser- uma forca, um consolo que o'
vindo de vo a Aconsciencia aba- Christianismo i n t r o d u zi u no
lada e de justifica go imaginaria mundo pagao. Mas vieram tem-
A todas as injustiqas.j pos terriveis, quando essa' forga
Ha, certo, excepg6es, homes, pareceu sumir-se, e a esperanga
de bem, humilde:. de coraiao, ha se mudou em desespero. A- to-
obras de rasao e de caridade, mada e a destruiiAo de Roma
sobre os quaes momentaneamen- por Alarico feriu de indizivel
te se repousa o pensamento;!mas horror toda o mundo christao. e
attentando emquanto occorre s a duvida invadiu as almas cren-


tes; oade esta, pois, o poder do
Christianismo, onde a silvag o?!
E o mundo paglo exclamou:
(Todas as calamidades provemn
da nova reFgiao do Christo.
Entao Santo Agostinho reanimou
as consciencias perturbadas e
revivificou a esperanga dos chri-
stdos por mew de seu livro ins-
pirado -a.Cidade de Deus, no
qual explcfava o. decretos da
Providencia, suas vas na histo-
ria da humanidade e a infallibi-
lidade dos ensinamentos concer-
nontes ao reino que nao e d'este
mrundo.
Deade entao, nas epocas de
calamidades publicas, no mais
forte da deprava 9a-o so-
cial, quantas vezes a mesma
quest nao .se agi.ou na grei
christa! E n6s tambem, n6s atra-
vessamos uma quadra, em que
o paganismo, que se julgava
PQepTr pmj*- seanpre, comega a
reviver, e, levantando a~cabeqa,
.esforqa-se por veneer o christia-
nismo, nega-lhe os dogmas, as
instituig6es e ate o principio mo-
ral da sua doutrina; os recentes
pregaidores, semelhantes aos phi-
,osophos pagaos dos seculos idos
dirigem-se ao qua restaainda de
genuinos crentes corn estas pa-
lavras rep issadas de malevola
ir:nia: Vede a situaqao a que o
Christianismo conduziu o mun-
do Vede o que vale a vossa
religiao, que mutilou a natureza
do home, que o privou da li-
berdade na satisfagao de. seus
appetites, liberdade que consti-
tue a felicidade verdadeira>.
E enteo;? Seir4 pssivel que a
nossa fde essa victoria .que do-
mina o mundo-, perega ao
cheque do paganismo?
Nao; a f6 persiste de pd; a
Santa Egreja, cujo fundador dis-
se: 4E as portas do inferno nao
prevalecerau contra ella, -
guarda as chuvas da verdade; e,
em nossos dias, como em qual-
quer tempo, os que sao Ipela
verJade, escutam a voz d'essa
Egreja. Sob o vdo das suas im i-
gens,.e dos seus symbols ella
encerra torgas que hAo de reu-
nir o que anda dispersoe renov-r
Sa face do muando.
E aquelle que--treservou a
disposicao do tempo ao seu pro-
prio poder conhece, s6 elle, o
mnomento em que is o succederA.
SEntretanto, desde as origens
4,a Egreja, cora oes impacieutes
Se.spfrito ..orgohosos nao eas-
sSam de basoar fora da Egreja,, e
em opposivio & ella, ensiaamen-
toS novos para congregar a hu-
manidade, pars realisar a lei da
caridade e da equidade, para
deparar ao mundo a felicidade e
s paz.
Impressionados pela contradi-


cgao monstruosa observada en
tre a doutrina de Jesus Christo e
a vida dos christAos, accusama
Egreja e suas instituicoes, che-
gain a negar a propria Egreja,que
existe decade a ofigem do Chri-
stianismo;,querem instituir, em
logar d'ellas, ama doutrina chri.
sti., refinada, no concerto d'elles
e desligada da Egreja, doutrina
que constroem a seu talanto, se-
gundo seu entendimento, sobre
textos separados do Evangelho.
Erro estranho Homens .u-
jeitos 4 concupiscencia da care
e do peccado, como todos os ou-
tros, homes fujeitos 4 mesma
dualidad&, poyipensos a querer
o que nao fazem, e a fazer o que
nao querem, reputam-ise na pos-
se exclu:iva da unidade es-
piritual e pretendem passar, semn
ser chamados, por mestres e pro-
phetas. E' como si se jul .:,-serm
s6s sobre um 'p .- imr.; ve1,
emquanto, na r..lV-.T. *;ram
assim como toda"ia te ra. os
leva. Come-am- -or d .' a
lei, mas gno tern a facuL :adcc de
crear uma lei aov.cot;: :' des-
trogos dos ensinamentos que re-
pudiaram. Ao mesmo tempo que
negam a Egreja chegam a ten-
tar jrigir quna Egreja d'elles,comr
pregadores er ervidores proprios,
e si a tentativa ving-. .cem-se re-
petidas por elles exactamrente as
cousas, contia as quaeo se ha-
viam revoltado, apenas corn um
reforco de mentiras hypocrisia e
orgulho insensato. 0 orgulho do
espirito, junto ao cdespreso pelos
homes de care e sangue iden-
ticos, excita-os a demolirem a lei
antiga e a promulgarem nova.
Esquecem que. o Divino Mestre,
cujo nome invocam, jamais quiz
alterar uma palavra siquer 4 lei,"
mas animou cada utimi de suas
palavras do espirito de caridade
ahi occulto. -ia


Condemnando dogmatismo
e o devotamentq aos ,ritos, tor-
nam-se, final, dogmaticos ambi-
ciosos de vistas curtas; levantan-
do-se contra o fanatismo e a in-
tolerancia, tranf6inanri-se nos
mais intrataveis dos fanaticos e
I erseguidores; pregarido a cari-
dade ea oquidade; imbuem-se
inconscientemente dodespirito de
parcialidade e odio. Cega-os a-
sep Lorgulho, que lhes nao' per-
mitte covtprhand&&dxi a pertur-
beago que elles levam 'ao domi-
nio da crenva, viciando a -simpli-
cidade e.a integridade dae almas
candidas que a Egreja ainda nao
es:lareceu e iniciou na f6...
;E' pouco difficil, mnas quao o-
dioso e insensato seduzir uma al-
ma virgem em quea o sentiment
religioio ainda nao despcrtou, u-
ma alma ingenue em quo as ver-
dades religioses sinda nao bri-


Catat.eL~


(12 maryo 911)

J. Ferreira,qu-
tanto se queixavi
de 'calor (om a
ausencia das ecn-
vas, agora a-"mV.
de fria corm llas,
mas semapre can-
tando e rind')..


Ap6s um mez desol quente,
Abrazador de rachar,
S1veio de' nvo 'a chuva
A naturesa aiegrar'. .

Logo vi que inuito sol
Daria em chuva a valer;
Tern chuvido, e naoe graqa,
Que contina a cover.

0' que mudan'a! inda ha pon ',
De sol gemia ra',:hado;
Hoje de frio a tremer...
.Bateado o queixo emn)enado.'

Os quartos ja m'estito molles
De tanta ehuva.aturar;
Minha barba estA mofando,
NEo tenho eu geito que dar.

Mas nao deixo a minha banza,
De mbfo e frio tinindio...
Si tenho eu de, assiI, morrer,
Morrerei caqitan erindo...

Josg Ferrei.,'



lharam; e simplesmente cruel a-
poderar-se d'essa alma para per-
suadil-a de que a Egreja, corn o
seu ensino e os seus sacramen-
tos, cornm os seus sy ibolos, seus
ritos e sua -a4igi,6p, comn sua
poesia, que, duraite secilos, ani-
mon geragoes e gerag6es, e uma
instituici6 falsa e nociva.
A alma candida era humilde;
em consequencia da religiau in-
deppndente que.elles encerram
no quadro acanhado das formu-
las.arb~traria.s os sectarios ensi-
nam 9 orgulho., Nao, ha alma,
por mais inculta que seia, a qual
no6'se possa iiiocular esse orgu-
lho absurd, eom .wAjovicqdo de
que e legitimo. E esse orgulho
se ostenta aos 6Thires de todo
nin pov nujeito &-.greja, povo
que vive na hiUl~ e inzien-
(:a dos ,~i- *.'p perante
Deus e na at a..tilde' es-.,
perari'a' e per se4ilva&ao,
por meio d.a. prc i..0. Egreja.
Facilmente se pravesm os tru -
ctos de tal orgulho. Em primeiro
logav~ a hypocrisia na suag pre-
tencao a inAllibilidade; depois,
uma irritaeAo, que chega a odio,
contra quantol cram diversa-
mente; um desejo demarcado,
apaixonado de alastar do reba-


1'


_ ____ __


j :















gencia, que se extingue e a ulti-
ma vibra-;o de minha voz, qve
se s6me, vos diz ainda uma vez
==muito agradecido, m i n ha
Exma. Senhora!


A t


(Coade ?. pobidouostze


Per fidem enim awmbduamus, no
per alapectumn: -Porque andamo
por fI e nao por visiao-2 Corinth
v. 7. Engana-se grandemente tod
aquelle que, suppondo haver suffo
,ado a fe em sen coracao, p-etend
viver gaiad.j sumyente pela rasao
os sentidos.
Pode elevar-se acima do universe
o espirito human. elle e insepara
vel da alma, e a alma nao anceia si
nao crer, e crer de maneira absolute
porque t home nao vive sem f6
Nano mais do que se enganar a s
mesmo o rejeitar a fe no qne existed
no que se revela i alma come a pro
pria realidade, e o colloear a crenV
em theories e formulas, honrando-a
como a um idolo, sacrificando-lbes
personalidade, o mundo que a almi
encerra, a liberdade e o proximo.
N&o e dado 'A nenhuma theoria eE
nenhuma formula, sejam qu es fo
rem, abarcar o infinite; germ niran
todas no espirito human; represent
tam, por isso, todas, necessariamen
te, algo de incomplete, incerto, con
dicional e falso. 0 que se acha infi
nitamente acima de mim, o que foi
o que S, ha seculos, o que 6 invaria
vel e inflnito, o que en nao posse
abranger pelo pensamento,Imas o que
enche e abrange o men ser, eis a
quillo em que eu creio como verda-
de absoluta, o object da minha
crenca nio pode ser product. de mi-
nhas mnos, creacao do men espirito,
formula logical do men pensar. Nar
s.? pode encerrar e' rmna formula de
logica o infinite do universe e o
principio da vida.
Desgracado aquelle que, tend
compcsto para sen uso uma formula
assim,a tomapor guia atravez o chaos
do existir : seri empolgado per esse
chaos elle, e suna miseravel formula.
A consciencia do son eu immortal,
a fe em Dens s6,o sentimcnto do pec-
cado, a procura da perfei ao, o espi-
rito de abnegac&o, a consciencia do
dever,-eis as verdades nas quaes a
alma cre, sem receio de se enganar,
sem se tornar cnlpada de idolatria
para corn a theoria e a formula.
II
Que mysterio a vida religiosa de
um povo como o nosso, entregue a si
proprio, inculto Investigam-se as
origens da sua vida religiosa; e quan-
do se tenta chegar As fontes, nada se
encontra. Nosso clero pouco e rara-
mente ensina: celebra na egreja o
servico divino e serve a parochia; a
Biblia nio existe para os que nao sa-
bem ler; restam a missa e algumas
rezas, transmittidas de paes a filhos,
e que constituem o unico traco de
uniao entire a Egreja e as suas ove-
Ihas.
Nao raro, em regimes remotas, o
povo nada comprehend, nem nas pa-
lavras rituaes, nem nas da oracao
dominical, que repete alternando o
texto, a ponto de lhe tirar o sentido.
Entretanto, em todos esses espiri-
tos incultos, erigin, como em Athe-
nas, nao se sabe quem, uam altar ao
Dews Ignoto; para todos a verdade
de qune a Providencia preside aos a-
contecimentos da vida 6 de tal sorte
inc'ntestavel ** engendra tamanha
certeza que, na hora da more, esses
homes, aos quaes ninguem jamais
fallara em Dens, Ihe abrem os bravos,
como a nm hospede bern conhecido
e, ha long tempo, espeoado. Ren-
dem, litteralmente, sna alma a Dens.
III
No principio era o Verbo, diz o
Evangelists. O grande poeta alle-
|to quiz corrigir este concefte do
Bgelista, e o entregou medita-
sea Fausto. *N exclama
no principle a a obra.
escreves F hoje


Is

lo
.)
le
e

;-
i-



I-
a
a
a


S0onto


O REBATE

baixa grandemente no ther- seu journal, deixe esse laisser /ai-
mometro da moral. re de que usa e saiba repellir
com a energia que a dignidade
Diante de tal noticia, nio ob- permitted.
state, sabermos que esee infa- Porque assim nao procedendo,
me mentia escandalosamente, es- 4 obrigado a assumir urn res-
crevernos a seguinte carta ao ponsabilidade que nao o honra.
illustre major Josh Raymundo de Seria muito melhor ter obri-
Macedo, digno filho do coronel gado a esse typo nauseabundo a
Joao Raymundo de Macedo, che- subscrever a sua bestialidade,
fe de Barbalha : I d'elle: nara aue podessemos cus-


Pois meus olhos nao cancam de chorar
Tristezas nao cansadas de cansar-me;
Pois nio se abranda o fogo em que abrazar-me
Pode quemn e jamais pude abrandar.

NAo case o cego Amor de me 'guiar
Onde nunca de lI possa tornar-me;
Nem deixe o mundo todo de escutar-me,
Em quanto a fraca voz nio me deixar.

E se em montes, se em prados, e se em valles,
Piedade mora alguma, algum amor
Em feras, plants, aves, pedras, agoas;

Oauam a long historic de meus males,
E curem suna dor corn minha dor;
Que grandes migoas podem curar mAgoas.


Luiz de Cambes


concepcao favorite da philosophia Muito antes da historic pragmati-
contemporanea e materialists, o al ca, nascent, na imaginm~Ao popular,
veolo de que ella deduz o un verso; e a legend, e o sen desenvolvimento
a base, o fundamento de tudo que continfia quotidiahamente, cami-
ella chama verdade. nhando de par Icomee a historic. Ao
e Como isso 6 falso! A verdade 6 ab- mesmo tempo que fornece materials
soluta, e s6 o absolute pode servir a historic, torun-se a legend ;obje-
o de base A vida humana. Fora d'ahi cto da critira historic; mas, a des-
nada de estavel, todo o resto desap- peito de todas as critics, permanece
parece no meio de imagens e ide con- a legend o mais precioso apanagio
tornos que sem cessar variam, nao do povo, conservando o frescor das
podendo, conseguintemente, servir impressOes immediatas. 0 povo ama-
de base 0 facto e alguma cousa d a e comprehende-a; muito mais con-
materialmnente real, alguma cousa tinfia a crer n'ella, menos 'ainda em
que se acha indissoluvelmente lig*- rasao da tendencia para o maravilho-
da As condic6es materials da natu- so do que por discernir n'ella uma
resa e que, fora da naturesa, nio se verdade profunda na idea e no senti.
pode representar. Mas, desde que mento, verdade insusceptivel de Ihe
tentamos separar esse facto do sen ser fornecida per nenhuma analyse
meio material, de Ihe determinar o critical dos factos, embora maito ar-
principio spiritual, de lhe penetrar tistica e subtil.
o verdadeiro sentido, perdemo-nos
em suppositces, hypotheses, duvi- (Contin(a)
das, que pullulam na mente de cad.a
pensador, e sentimos a nossa impo- Affonso CELSO
tencia para conhecer a verdade abso-
Slutm, intrinseca.
E' essa a rasio por que a analyse om
historic dos acontecimentos e homes, a pesquisa da sun significa-
cgo moral dAo em juizos tio diversos
e tao contradictorios, ft
A mais conscienciosa investiga-
cIo historic nAo pode sinAo retra-
car um quadro field dos successes e Lamentamos que o sr. reda-
dos actos, considerados em sua rela- ctor-chefe do cCetama, conti-
cAo corn todas as condio6es da epo- nbe a franquear as columns de
cha; nao consegne sinAo reconstruir, se ornal h. co1 ab aai o d ty-
tanto quanto possivel, os factos em s qnlaos co dee
sua integridade, indagando sens mo- pos acanalhados como deve ser
tivos, seus effect's e suaa causas. Por o tal auctor do artigo isso, a sciencia nao pode, evidente- bordamento de corrupeaop, pu-
mente. despensar. a arte, e todo his- blicado na referida folha de 19
toriador digno d'este nome deve ser do cc.rrente, n? 96.
tambem um artist em sen trabalho. rnd d b
A arte nAo e possivel sinao corn um Bernardinadas de tao baixam
ideal, e eis per que a historic, na a- classificaqo, como o sao os to-
preciaqAo dos acontecimentos e das picos d'esse mencionado artigue-
pessoas, tem sempre em vista o ide- te, s6 podem ser elaboradas no
al,-ideal cujos caracteres differem, cerebro doentio de algum besta-
segundo o temperament de cada his-' g
torador. te raento d ada his ho da ordem das quetxadas de
Todo narrador pende a se deixar arara chdoca que mal sabem ga-
arrastar pelo sen ideal, isto 6, pela guejar. ,
conceptao que tern da perfeiAo nos Disseo refinado canalha, re-
moveis, nos actos e nas instituiodes ferindo-se a Barbalha:
hamanas. A critical objective dos a-
contecimentos tomados em sen con-
juncto estI sujeita .As tendencies e N'esta semana chegaram
as opiri6es subjectivas de cala anc- A esta cidade, procedentes
tor. d4o Joazeirp. quatro moci-
Eis porque osjuizos e as senten-, nhas que havianM sido des-
qas da critical historic, no tocante virginadas alli !
aos mais celebres homes e aos mais
graves events historicos, sao tae E mais : com uma audacia
differences e to frequentemente an- sem tamanho teve o cynismo de
tagonicos. Este, admirado honterero ataca.tesaaesta e
per um historiador, maltrata-o boje fazer referenoias atacate a esta
outro historiador, e reciprocamente; localidade e a este povo, como 1
a historic descobre as vezes, n'aquel- a seguinte :
le que ella representava outr'ora co-
me um menstro, tragos de perfeicao -No entretanto, ahi estA C
moral. E' duvidoso que terminem nesta extranha exporta.ao
am dia essas variaqves da critical his- de creanpas deshonradas ,
torica, porque o propri ideal d'essa aos lotes, para as visinhas d
critica tern feicoes variaveis e muda localidades, o vergonhoso n
com cada geragao de sabios. ,. d'um povo que


31aoe. St. mlaor Jost it Macedo


SaudacOjs.


pir-lhe a immunda /ucinheira,
comr merece.


Lendo o rCetamai de 19 do
corrente, n? 96. deparou-se-me ........ .


uma local d) fazer arrepiar...
Noticia a referida folha bar-
balhense sob a epigraphe-
aTransbordamento de corrup-
qaos-que chegaram a essa flo-
rescente cidade aquatro moci-
nhas que haviam sido disvirgi-
nadass aqui.
Eocarangado de horror corn
semelhante noticia, venho por
meio d'esta pedir ai V. Sa se di-
gne de, com imparcialidade, in-
formar-me si d verdade ou nao
o que ac ba le, o (cCetama, es-
tampar...
Na certeza moral de que serei
attendido, subscrevo-me corn
todo o respeito, alta estima e
considerag o,


De V. S.,


Am? Att? Cr? Obr?


Padre Joaqui m de A. Pexoto.

Joazeiro,22 de Fevereiro de 1911


Eis a resposta:

'Barbalha, 23 de
de 1911


fevereiro


311im. e iefdm. Sr. Fare peloto

LMinhas cordiaes saudaq6es.

E' coin prazer que informo a
V. Revdma. sobre o que me pe-
de,.
De facto, dirigi-me d casa on-
de retidem as mulheres vindas
do Joazeiro de que fall o Oe-
tamas de 19 do corrente.
Posso affirmar-lhe que foram
tres e nAo quatro.
D'estas, duas sao d'aqui de
Barbalha, que part ahi tinham
ido e voltaram agora; e a outra
moriva no Joazeiro e quando pa-
ra ahi f6ra fixar residencia, jA
nao eri mais donzella, assirnm ella
affirmara-me.
Todas sao maiores de vinte e
um annos,segundo ellas proprias
me disseram.
E' esta a verdade, e pode fa-
zer da present carta o uzo qui
quizer e entender.
Sou corn a maior estima e
consideraqfao

'De V. Revdma.


Am? Att? e Obr


Josa Raymundo de Macedo.

Eis como se pega pela gola
e se desmascara um tartufo, mo-
straido ao public a sua deslam-
bida e semrn vergonha cara.
Acouselhamos ao sr. "Henri-
iue Lopes que-quando um ty-
po da ordem, diremos, do jaez
to actor d'esso artigmiete a quoe
tos referitnos, quizer nientir des-
caradamente pelas columnas do


0 tbate


Compra-se n'esta redacqao u-
ma cofleccao do. O Rebate),
seja por que preeo for.
Assim, quem a tiver e d'ella
quiser dispor, apparega quanto
antes.
Aproveite a occasiao.



(dt. Thephilo Silleifra

Esteve n'esta futures locali-
dade a negociosde sua profissao
o distinct pharmaceutico coro-.
nel Theophilo de Siqueira Ca-.
valcanti, residen'.e no Crato.
Ao illustre e conspicuo cava-
lheiro, agradecemo; penhoradis-
simos a vi ita que se dignou de
fazer A esta redacqao.



Kat ide incerno

T4n sido por demais escassas
as chuvas.
Ha quase um me: que nao
chove.
Parte da lavoura ja. esta per-
dida e parte, si nao cover n'es-
ses cinco ou dez dias, perder-se-
a de todo.
Assim, tolos vamos mal de
inverne.


3nprfsa


Recebemos pela vez primeir i
a na cidade da Barra, estado da
Bahia e o rRosarioa, do Araca-
ty, d'este estado. Sao duas ga-
zetas bmrn redigidas que muito
que honram a terra de sen ber-
g:o.
Permutaremos.



NoI fa(ais mal a joralstas

Os jornalistas sao soldados,
que por necessida de e ever es-
tao diariamente corn a arma no
hombro. Se os offendeis, se Ibes
fazeis mal, tomae cuidado, por-
que quando menos o pensardes,
indispoem-vos corn o public e
ridicularisam-vos perante a so-
ciedade.
0 jornalista e um leAo e bra-
me; sabe e mantem-se corn i ma-
gestade do rei dos bosques; fa.
reja tranquillamente para ver o
terreno que piza quando o julga
convenient.
A imprensa 4 um tribunal pe-
rante o qual treme a era moder- $
na.
Um journal vale mais na actu-
alidade. que os exercitos de Na-


PI


2


i


I





S/


0 italiano pedift para ser en-


forcado n'uma parreira.
-Mas, reflecti,meu caro, dis-
se-lhe o carrasco, .qua este ar-
busto nao 4 bastante forte.
-Eu o sei, responded o itali-
ano-terei a paciencia de esperar
que elle engrosse.
Por esta facecia foi agraciado.
Os reis sempre admiraram a
gente de espirito, ao que parece.


telligencia. Dias depois o nome
de Elisabeth Magle andava em
todas as boccas.
Divt-rso; estados da Uniao a
contractaram para realisar con-
ferensias. Em seguida ella es-
creveu um liv.-o: "A escrava
triumphante.
Hoje e feliz, rica, vive na o-
onlencia e e solteirona.


pole.lo, o Grandlu; a penna auxi Ttsta9atos origiIats
linda pela gmrande circulcao qu
Ihe dAi o jornalisi:a. arma terri Um journal ingle" da conta
vel no seculo actual. dos seguintes testamentos origi-
Nao receives as metralhadoras naes :
nem os exercitos, mas audie com Haney Scott, fallecido hA me-
precaueao corn os homes que zes aos j90 annos, odiava tao
manojam a penna na imprensa. cordialmente os parents, qua
Elles silo cortezes em demasia, dispoz que toda a sua fortuna so
mas nunca esquecem umia offen- rrduzisse a papel e se queimas-
sa recebida. se na prava public. Nao p6de
Observam sempre por onde ser executado, porque os parent
passais, e quian:d derdes um tea do more ameagaram o tes-
passo falso, dese rr'eram-vos o tamenteiro de o denunciar como
golpe e matam-vos mornlmente. inceadiario se ubedecesse ao fi-
0' mundo, tende cuidado corn nado.
os jornalistas Miss Mary Marchant, recen-
O cerebi. dos -onialistais temente fillecida, deixou ao seu
um icrvsol em perpetua ebuliqAo medico todas as pilulas e demais
no qual se fandem ideias e tlou remedies que elle Ihe receitou
trinas, brotam pensamentos a aurante 20 annos.
cada moment, esqueceudo-se a- Finalmente, o official austria-
td de si memo. co, Por. enforcado como assassi-
n(De de um irmao, dispoz que lhe
(Dc Lai raernidad) phctographassem o cadaver na
f6rca e que se remettesse a pho-
-= tographia a sen pae, pastor pro-
testante, afim de que Ihe servis-
Mlilta Ud0 oiSO se de record go da ma educa-
cao quo dera aos filhos.
Diz uma revisln estrangeira
qne foi encontrada na. Arabia a -=-
plbnta do r's), que nro 4 propri-
amente a herva sardonica qne os X(ectam0 yau#[e...
grlgos conheciam.
Tem oropriedades taes a her- Ha tempos apparecia n'im
va recom descoberta que obriga i j )r.al de Chicigo o seguinte an-
a rir as pessoas mais graves e nuncio: oi er onrada em Ksasr tincta, de conduct irreprehensi-
Foi encontrada em Kussere l, tedo gosto pela po sia e
em Oman e d formada por graos pela philosophia, de ekperiencia
negros de form identical aos da e coragarn, deseja vender-se a
ervilha. quem mais der. E' uma gracio-
Estes graos encerram o prinm- sa jven de olho verdes e labi-
cipio active da planta que ten os sens-aes, mulher ated i raiz
um ligeiro sabor de opio e de as dos cabellos, dotada de lorca e
suear. character.
Uma vez pulverisados esses Os paes dispenderam 15.000
graos, toma-se uma ptquena do- dollars com a sua educacao e
se e o paciente sente-sa logo ac-ell gnh penosamente 10 dol-
commettido de frouxo de riso lars por semana. Sem ser velha,
extraordinario :ne excita ate as o nasce hontem; no sab co-
lagrimas. sinhar, mas sabe imaginar mara-
Os effeitos duram mais de n- vilhosas ctoilettes;> e incapaz de
ma hora, e duranme este espago distinguir um rosbife de um
de tempo faz rir, danear, saltar .bee-steak, mas sabe "rdenar
e cantar. Elm jantar sumptuoso. Nao vae a
Depois sobrevem um repouso egreja, mas obedece is leis divi-
absoluto; somno profundo e du- nas. Desejaria trazer 'dessous>
radouro, e quando o individuo de seda, mas se content corn
-desperta, nao se lembra de nada roupa branch barata.
dc'occorrido. E' dactylographa, o que pei-
A plant de qu allaos n or do que habitar o inferno.
verdadeiro couvulsivo, produz Eis po-que a annunciante se
crises nervosas e perigosissimo rdos compradore na
o abuse della. esperanca de obter um salario
melhor do que aquelle que per-
cebem as .uas conmpanheiras de
infortunio.
lUMr Coudmuado saeo0 p1l00 s Tao exquisite annuncio des-
epirf 0 pertou a attefnao geral. Os re-
porters, avidos de escandalcs e
Um inglez, um francez e um de minformacoes complementares,
italiano, por umn grave delicto correram ai residencia de miss
ioramn condemnado;s morte. O Elisabeth Magle-nome da au-
rei permittiu-lhe a escolha da tora do annuncio e tiveram occa-
arvore onde deviam ser enforca- siAo de ser recebidos por urma
dos. O inglez escolheu umrn car- .aven mulher, bella e forte. Ella
valho e o francez nm olmo-an- explicou que o que estava a ven-
tigas arvores de ramos robustos, da nao era a sua bellesa physi-
onde foram pendurados commo- ca, mas sirm a Icnergia de seu
da, mat, cerebro e o trabalho da sua in-


das mulheres do seu numeroeo
harem, para ver o que havia 14
dentro. Ou entao cortava4-lhe,
corn o cutelo real, os seios, dan-
do-os como alimento aos caes.
S6 isso. Diz-se que ease ferocis-
simo soberano hind e conser-
vado pelos japonezes porque es-


xferihlaio dos carrapatos

O fazen^eiro ou lavrador que
tern interesse na criaado de ani-
maes P geralmente muito preju-
dicado pelos carrapatos, pois ata-
cam o gado e transmitted a tri-
steza aos animaes importa ios de
paizes u zonas onle naio existed
este acarino. Alorm de propagar
esta molestia, o carrapato tamn-
bem enfraquece muito os anima-
es, sugando-lhes o sangue em
grande quantidade.
O gado do. campo de demon-
stragao v'n Nova Odessa acha-
va-so muitissimo praguejado po-
los carrapatos; no mez de margo
do corrente anno, aconselhei uo
encarregado d'aquelle campo, a
fazer uzo do tratamento empre-
gado ea Africa do sul (ja annota-
do no Crindor Paulista, pagina
361), o qual consiste em pulvori-
sar os animaesatacados com uma
solu-ao de arseniato de sodio
em agua.
Na experiencia foi empregado
o arseniato de so lo, sendo dis-
solvidas 40 grammas d'e ste ve-
neno em 12 litros de agua, e
applicado na s'iperficie dos ani-
maes ror n.eio de um pulverisa-
dor commnm. 0 resultado foi
melhor do que se esperava, poise
os carrapatos, miorreram todos,
e os animaes nada soffreram.
Temos, po's, um meio facil de
livrar o gado de uma praga ter-
rivel.
O tratam-nto pode ser feito
no manqueiro, empregando-se
arseniato de sodio ou arseniato
do sodio, na proporyao ji indica-
da, fazendo-se as pulverisaqoes
cada vzz que 'o gado mostre a
presenqa de carrapatos.
Se os 'nimaes, depois de tra-
tados, forem recolhidos a um
p sto limpo, facil seri conserval
Os livres d'estes parazitas.
O arsenico, sendo um veneno
violent, deve ser guardado em
logar fbra do alcance de creangas
e pessoas irresponsaveis.
(D'uma folha do Norte)


0 imperatlr 4do t at

O actual imperador do An-
nam tern apenas 8 annos de e-
dade. Foi elevado ao throno de-
pois que os francezes, senhores
daquelle vasto imperio indo-chi-
nez, depuseram o antigo Than
Tai. 0 joven imperador, se bem
que seja filho de uma concubina,
pertence 'a familiar real. Estai
sendo rigorosamente educado,
afim de que possa no future ser-
vir comrn vantage os interesses
da Franca, n'aquella sua grande
colonia.
O imperador deposto foi reco-
lhidc pelos japonezes, que o
mantem na ilha do Singanara.
Nao perdeu a esperanca de re-
conquistar o poder e nao escon-
de o seu odio ao europeu. E'
celebre pela san innominavel fe-
rocidaJe. Entre os various diver-
timentos a que elle se entregava
coin summo prazer, ao tempo do
seu sinistuo reinado, citam-se os
seguintes: Than-Tai de vez em
quando mandava abrir o venture


tes nao perderam de todo a es-
peranca de expulsar os europeus
do Annam. "Le Journal", em u-
ma maravilhosa chronic de Bri-
eux, publi--ada em um dos seus
ultimos numeroi, explica deta-
lhadamente essa situag9o, des-
crevendo uma sua entrevista
corn o joven imperador e corn o
conselho de regencia.



(Gdilo puat (hiuez

A China vae ter um codigo
penal, e o facto e de todo o pon-
to interessanto, poise que a legis-
lag o penal, na China, ainda ha
pouco mdis d'alguns mezes era
quase primitive. Em 1905 ainda
na China se mutilavam certas
delinquentes e as families eram
responsaveis pelos actos crimi-
nosos prat cadus por qualquer de
seus membros. Em 1908 foi pu-
blicado um acodigo penal, mas
logo se reconheceu que elle era
deficient e- m muitos pontos, e
uma commissao foi encarregada
de o rever. E' esse codigo. revi
sto, que serA decretido d'aqui
por alguns mezes, entrando logo
em vigor.
Este novo codigo, feit. de per-
to cde 500 artigos, estate a cn-
fisc-a.o de bens, quando nao ha-
ja prejuizo de terceiro. Consigna
o prmncipo do julgamento con-
dicional, que e numa ccnluista
modern na Europa, e urna das
decididamente humanitarias e
moralsadora. Para os recidivi-
stas adopta-se a pena cre.cente
progressive, o que esth inteira-
mente de accord com as verda-
des estabelecidas na sciencia do
direito penal,considerado ino pon-
to de vista psycho-social. No
que diz respeito i delinquencia
dos menores, o novo codigo chi-
nez inspira-se tambom nas me-
ihores elmais recentes theories.
Nao ha, para as.creanqas de me-
nos de 15 annos de edade, cou-
demnagao legal, no rigoroso sig-
nificado dos terms; entregam-
n'as a uma casa de correccao e
alli lhes d miuistrada a educaloe
que nao receberam na familiar, e
cuja 1falta explica, na grande
maioria dos casos, a sua crimina-
lidade. Escusado sera dizer que
estao previstos no codigo penal
chinez que v.ae ser adoptado,
crimes ate ha pouco desconht-
cidos, e que sao ji, sem parado-
xo, uma afflrmacau do progress
chinez, lento, mal real.



( Jr fir. a 1^t ^a


Medico, Operador e Parteiro 0 que fazer eu aqui, errando
Diplomado pela Faculdade de em logares abandonados onde a
Medicine do Rio--Ex-interno natureza parece repellir de seu
do Hospital deMisericordia do seio a existfncia humana e as
Rio de Janeiro, etc. etc. etc. modificar6es artificaes do pro-
gresso ?

Consulta em sua residen- Nem sei. Ha muitos factors
cia d Rua das Laranjeiras em nossa existencia psychologi-
na Cidade do Crato. ca, j disse umrn notavel escriptor,
que acontecem,mais nao se expli-
Acceita chamados qual- cam. Um immense desejo de as-
Acceita chamados qual- pirar o ar puro e embaleamado
quer h6ra e com a maxima asttas verdejant pure e mbalamado
brevidade promptifica-se A dasmatas verdejantes e de almi-
attender consultas e chama- rar as bellezas incomparaveis da
dos para a zona do Cariry natureza, aqui me ter...
por prego razoavel.- Serra do Araripe,-Fevereiro-
C TO---C A 1911.
San ACRATO-CEARA v.


CARIA MATUTA

CARO AMIGO CINCINATO SILVA

Maito saudar.

Furtando aqui alguns mo.
mentos a terrivel labuta e con-
stantes occupacoes serranas, ou-
so graphar robre este papel um
punhado de rudes desconcer-
tadas phrases e de periods en-
fadonhos que, bemrn de certo, irao
cacetear-te bastante.
*

Que mutagio rapida de scena!'
Qua diversidade de quadro!

Ahi, a campina quo esplende
aos rafos flammejantes do sol
poente.-O cdo limpido e anila-
do que se prolonga ao long ate
encontrar-se corn a linha tortuo-
sa que limita os cimos das ser-
ras, e que se confunde corn ellas,
n'um mixto de azul e branco que
se vai desbotando e empallide-
cendo a propocao que se espalha
pelo firmamento.

A bris2 sussurrando manni-
nha e spargindo um 6dor suave
e vivificarte que roubou as flori-
nhas do campo. Um fio crystali-
no de agLa, rumorejand" em seu
leito de alvos seixos, e lamben-
do, como vae submisso, a alcatifa
q"e borda sua margem e que
estende-se verde e florida pela
campina em f6ra.

Aqui, na densa espessura da
matta, nestes recesses solitarios,
a gente raras vezes ve a luz do
sol. So6 trepando aos mais altos
galhos c'estas gigantes:as ba-
tingas, que elevam as suas copas
a grandes alti ras, pode devassar
um trecho do horisonte.

Os passaros corn seu harmo-
nioso e inspirado gorgeio, cheio
de suaves melodies; as cigarras
corn seu estriduloso canto en-
chem-me a alma de uma melan-
colia extranha e incomprehensi-
vel.

As vezes, nem um ser huma-
no siquer existe n'estas paragens
Pitorescas, de cuja frigidez im-
mensa parece emanar alguma
cousa dc mysterioso e tcrr'vel.

Eu, s6sinho, absorvido pela
tristeza several e mysterio.a do
ambient que me envolve, con-
tinuo, todavia, a internar-me ca-
da vez mais em mattas inextri-
caveiI das quakes bern difficil
achar logo a sahida.


O REBATE 3


J



o'







CI


1'


I







o REBATE __________ -

% -



PE:RSEV AN A 2 PAULISTA.
----_ ----- .enaCAIXA- INTERNACIONAL DE PEN- o p. ,. --,, o
C iici Tro SiLVA iEsta ssputar'a se encarrega de SOES VITALICIAS.
CINCINAT 0 ILVA 'a'qner rt0al to-os em couroe1 rr.d i por Decr.eto Federal, co0. 3
Vindo de G.ranl:huni., .t:u.do ( d' Per- araUite 1 s se4 > r-.g- ese obras q, prAport o A dq p ns d gors ld mIn eTiopro Federdr S.l o J. ddn S
-nam c, acha-s. C ta;-I4i' ,>.t> pro nit o PAem dLS-ar mele101S 0 (i r e contot de rj.is. App.-ovado pell Inspectorra de H.-g- ...
'a con mn eompleto varirih.o sorti:n,-to p.r s rasi:reis. I Aluga-se n, ma easa na u, Larangeira Re .trv.a nia Junta a .nmnorcial de lo CoearA e ;:toris ;do por der-to de t do
d, fs,,.ndas e m,,rei,,ria. .I- v,,ind, por no1. 65, grande, eom bons commodos para Sio Paulo. 'ox einhlro de -19g.
;,PrSo sem c ,n> t.nei nn cetento me o Ir io ( d i /numerosa fatuilia, ai 10SCO rs pagamentos S l em S. PAULO: RUA S. BENTO, G3 0 i:Ynma isbo em qua..er -r' :o ,,
d,, ,nais xignt rrgu,,z. Rua .o -'TZeiro A'.' 10i a tritmetre adeautado. (Anti.goescriptoriodaCompanhiiaMogva:a) P.,a' e 'J,-i.a e .e ..,/ ./i,; S,.p.ii..
':n. visit, IX,, LO-JA EIT^KIALA -.ll .-.- outra asa, na mena Rua, nr, Filial no Rio: RUA 7 DE SE.TIMIf :,'. UL,,. fc e q< aluer na.tur : a ),. .'
,I, (:iocinat, Silva, lhn ':,-r, Cicero< 1 S, corn boas propor4oese m ito coimno- 113 i(mod:nn) p ; *,ofu',.; Cr .nr, e qn,!,tr,. ,; -
n*. 2. -, do, a 15300f por moz, pagameutos a tri- .,Tr ONCALVES DIAS E ACE- l Ie o.- r r:.o El 0/ l, D
S- A ? A mestrx adeantado \ *,
'i *A A Atractar nat Rua Grande, sobrado nu. 66 NIDA (.":NTI;A. I A CNANA encu :_ sa' cu:s e ,u ,';
LU e O, tApi'Ga
TOLIV IRA & NATIM cnu J. J. T. Marrocos. ..-' A vend" nas P;armae.s e no d,-.i-
fDARMACIA UARVALHO o i,t t n.d S,,- e PhI2SDEN -Senolor Lniz Pza. 9r .al. 'h.m'acia Siva.
0 prIs. iari.r AtoT-t: rt.-td,_ etasHARIAe-ooLDE PN

Avi:,.n-so reen <.,. qnul ..r hara c(,.:wr,, ,,.eionns, .Mr,.e. -r Ten-o muIda a sna Plharrnmcia da Fabirica de Teeios S. Burnardo. .. ... -,, ,, t
pr ,,,isti; 0, no.e d e -m I .. *....a lomns 0 3 1 1hr-.Suso Travefl da C( liornia n 41 narn a rua GERENTE Dr. Cia,.do d0o -nsa, me- j -' *- --1 : -XP
IIit PaIr1 ,!r 11. ,hie, ci i d li 1 uinin t Do o eira Acciol, prodio n". 33, co dic e i trial. Compote prear o pr
,, t 0o i cplqu l- muncq 0i sPs, APnor. e g,!ezoe que THESOUR ilO-Dr. Gariel Dias d:,,
C B Ai R A T S iR O ; id s d vo uqimia es, ,nserascontmn a do m oesna forra osforsndo-so Slv., .t...-r t, I ones. ar. sector Lon o
n l ; l V t d S Ol 0 11 c ,,,,- d0- p 'iIt;>,i; i, bi eos, r uadat, p P rta o im servil-os, esperando pior isso, C ou : hi In l uo stri l de S. (aulo e 1 3to A p p-as in o n no.4o. do appar0ljt
i, n1l i e rcin l .e Imroer A ontinu:acno d sua sas f _31iii 1r ml0. Ii.; ai 411x ,S go d. o eto. *1;.
': .ri 0. l i : a, n 0'..1' T:.. Hl ai.r d :l i nmir I n pr re li,,t raen.-r (a (3,l-. 6'Ii, i nJy 1 aa'.4 a ; <.- vA .;a na.
X Ci" T rn, 1 4 '. iO 30.c.l: 0 P 11R0 9:;i;'.\ 91 0 j) Crato 12 de Janeiro do 1910 Exmo. Snr. Conde do Pri.:,^ Direcrtor l fl l y0,: ( II ot '1" -s
di(, ...il tei OL IV E Ir A & N A T I ,I i10 ono' r die ?Io P a. lo- E o. S r. C o- j ri.m.d. --
Sroel Fernando Pretos, vice-p sidente I
.' 1 0s ,idahOlvr. eira Ia .i p o- t la n n oeo nt do Estado-Bar' d, D, pri t director dPi o o
oiA POPU AR S.. PLsA Q3o Liaj1'mCi 14N11 j.2 410 "O114 t.p !
11 lr ,f4l r ,o 4 irosi; erider i n.i ae t or, f dia, tip a de lar ca d? T Ce ),eidos Ar d.,hulii-n, d T inU ricaua o: "s o la, r sic. n.s .-
',,,nmutrn i., v. u:, :. ,,l f't. o nu.- l ,h' .,ndl sor 'tr o Y'l n : d, P,.rt... M l > l, t h rlliii h80 110 tmre Sdl]- e .,-..,- ohferen -DhJv oho A z Dimn i, C, ,n .i ub tious, e ph\ilrie.c ,
fro ui pr,..>,r n, l;i0 \.. ^a ,,u,, Vinho de i;a... G.ropie. rTrot d.' ; ,l R,,,lrto-n1s do nteiro tendo de r0 e::r i. da Dro P-i.a A ,u a et o r e'u^ as b more. v;-
;>,q ,.. ,.r : d. r -i u, n i.Ia d<. c.. d ,1 d a: < rro T py.La Mor]na. ,,-r.. 1 lFiia l P. n.t o,, d Dr. Victor Goa-Dit E Sho cai lia s a r
Sroote'aa l trs.d, 1 -as Quatro Li proCira U p -rp al o -. E ON i P i uado
-- 'r P : d" lV. "qu irn=Jo F anha;sde sempre alt rada, declare, a n a socie le u o alisa :"do c Un1c deposito na pa ^i Ju^ Ca:
M tlii It-. ].xellit h lt .,o. 1i- u e euteressaI, 'ue estao expSta ,j Govorno. eno fim e estabelecor nAV REN- Ili nl ua o i o .
SioARM AO S ;y 40tmr 14n)dta aivedartodao arnsta <-;di | _.,D DA VITALI(c1A -i. d iliro, ----
STud p !pros a .co" s a e sas fazenidas de gadoo neste m-ni- seus SOCdi- o TesN du. e ix.,, ." eixa A;..t o (! l \/Ad,',
Lein < f-:- f-:, m ;, pcr.,f0. cipio e no tormo de Sant-AnnaLX) ed caix0l i. lJHMAclA SILVAd .
;.,i iltdd.k H* '* i." feriIoteimo d0nlc -1JJ,'. '.1i. 'O to. no tim1 de o annos. a r a enm o que mercio. n". 8; tna m s i) grand e vari 1,e
Di, f:. -. S. ;,:r, a & T1 r0t0. :p -,.., '. \': \ 4 01 cOl l Cigei ho d f t rro e casa promp a, n do Ter d mair ed 1d0oSOO, por mei sortii nto de dro-a, products chi,.n ,-
-1; O1 -l'.>o3i Fxonos- o de Lima t')sa 4 vivenda, tudo de tImx e 0 socios d:i Caixa B. pa0:::) ;4SJO d e e'pec-ialidades puarmacuticas.
t ll. t o l : i pl';i-l A veinda, duos segula .;].-J tru, iA '. com aina p9uera j1010 e 5000 do moensad e t-m dira- Ad reoeha p.-rcetuario corn edic-
FU Nl I LE' l O S -.,,l 0 n m, -lar u -t d ta, .nnL a t neo. eda1dodacalenan -l.....pe ae.& I t. r nnr o.
o1.I.it l c.idl.S ,o- t..a,>ta acurn.-f:, s sra da RueudtS. Francisco e a oitra | cae davial para dnseutas cargas de j o e xefor do 10. g moo r cd
1t, :ilin, m nr.s s. <'., ;,r:il sort. 1:1 t:Ui'i,. rl Tda R ,-.a N o\..-:l iitl-i-. rapadl'ras, p:.e'.s II 1~0 ext-ne 1 mat' t red ee a r a p.di eto. a as-oci;eo r pagar o an -- '), p rot r
i-nt, p:r is ". r, ,. .. r.-.t:lr.. i r pm. 1 .n :i. i '1se undae 13 :oo cos iiiade!rA de (Ohsmtrldt:(o: ouQtro h' r rs n1:c -ro.' t.. ar c'-a n t 0S'1-U O '
i :ic>:,r'n ,,rr >.,rTir,. 1 i: d.i A'tt na R D OCRUZET RO sim pe.ie a au i es dos Eus amAos trIbuit .e q4 tivor f.to. som juros. -' -
rt c ri ri Anto0n'> s,, C -e1 l G Dan"o-n to toall cim.e nto dpois q ue o mu- io. ena n -3 me siti
....... A4 i :.--n idq e semp-- m ltvra deeloa a ue ,.a nn D?'appareceram meni ttio Hnd
l-r:i,;:,da -I'r l .->< it P(I r f(It iT I T queir'1o por bondaid satKtfaser seun Oiar ex inc:a. SOm qi;-' os souS herdeiros o 0 rdfto e uma LUrm castnhi
.|,I I t1,4 ht 'oiUU l,.',,JUU i- i um Ie0ints u, u z e r'e temn de ai ta q alquer direito. Irazi Rr-ti ambos co edta -darca -
Dr. -n"ir-,---eie 0 t oar t--lmpo itndetermiona- D A pen:io serI pa t no propri indivi- e Co a sC.liinte freguezi
dSEMKNTES DE MANICOriAS DO do e ter d.e provar-s de recursos st-iduo. 1 00 sea prneur.abr lL, on por '
I 3 i.pin. intntrmde s o0 de qualquor Banoo. quando. do
*PIArHY f.o 1 ir m e nitu;rio se_ ahar no extrangeiro. -
0 io contribuint e dia, qu ficar Quern der noticias certi na R 'de-
A mellior etmote da ahtialidade riat4>, So de Outibra de 1939 impoi.ilitadoo de proeeguir nas sas en- ;'4to d' 0 dRebates onu vier e? entr.-
d.1 f.. ..:ndas m1. r 'li'r ,, .-:iv. s,. frram traJ.. depois d, cinco annl de aseocia- dar ditos aniamas, ser e-.atif dri .
-neSp chenii.. 14n1.1 rivn, !, do ti ra Vende .TOsC Alve. da Si'lva Jlosi R i, > 'ls M te j eo. q ncia d moesiachron n n
,1, c..,,plmt>.orm:i>.-lnto lds:.rti^ acnim a p c R BAR-TIS TS II e inuura-e1. que o inhabilite pn-ra o tra- -oa nte.
>ionlFdos qin ssmi ,,d1' as p.r praao 1 1vi- --e-- tado1,Co bal. so rl colns. e-at o i .n su s "n-ao e nio Barbalha, Sitio Br-ej; o. 10 edo N
...." ;Co41"pit..n, a. convCio. ret lbo 4 pobliuo prdr]a e r:o a pnsiito. t ve.nbro de 1909
p.ntior 1r uma)vsio a dbade-'sablocinben- JOaZEIRO DO CARIRY 0 05Aro pI i : 0o 'u Ote"elpados do 1 anno Jo0ao Demosthenes Ferna'c, -:
I- inee a oU1 0- u-a'ts *e C j de 10 annd. 20 o e os pagamentos de 15_______
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