Rebate

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Material Information

Title:
Rebate
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Creator:
unknown
Creation Date:
February 5, 1911

Subjects

Genre:
newspaper   ( sobekcm )

Notes

General Note:
Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
All rights reserved by the source institution.
System ID:
AA00001672:00069


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Full Text







r
1~~'*
I'


CEARA-BRAZIL


'I


I

Quanto mais o meu "illustre
contender procura negar as con-
tradicgoes em q"e incorre, tanto
mais facilmente n'ellas reincide.
Infelizmente sou forgado a
lembral-as, visto como d'ellas re-
salta a evidencia dos meus ar-
gumentos.
S. s.'negando-se a subscrever
os Stvus artigos, procura apoiar
tal resolugio no facto de escre-
ter em umnjornal que trcaz no
seu trontispicio, em lettras bern
visiveis, o nome do seu director,
responsavel unico pelas idias
n'elle expendidas...
Eu, bern sabia que o illmo. sr.
coronel Antonio Luiz era o dire-
ctor politico do aCorreio do Ca-
riry; mas ignorava que eile as-
sumisse, como tal, isto e, como
simples director politico, a res-
ponsabilidade de toda e qual-
quer outra questao sustentada
pelo referido journal, maxime, re-
ferente a dignidade -do Revdm.
Padre Cicero, e corn a maior
gravidade de ser por meio de
insultos, injuries e at6 de calum-
nas.
E o meu illustre contendor
por este meu modo de penwar,
nao poderai censurar-ma pelo
motivo seguinte: si o illustre che.
fe do Crato era e 6 o responsa-
vel per tudo qnanto oseu journal
public, tornava-se com,- torna-
se dispensavel a declaraygo de
director politicos; bastaria di-
zer qdirpctor responvavels, ge-.
neralisaudo a responsabilidade.
Mas, d'esde que s.s. declara
positivamente que, ao seu mcdo
dc ver sinuosamente as cousas,
director poiitico> de umr journal
e o mesmo que director res-
ponsavel> ou ar-dactor-chefe,
para nao contrarial-o, nem tor-
nar-me s y s t e m at i co accel-
to como possivel no caso ver-
tente...
Ve, portanto, o meu illustre
contender, que nao sou incohe-
rente; muito ao contrario, me
conformo A explicaao de s. w., a-
is.da que reconhega o seu absur
dismo...
E, como prefiro convencer s.
s. da falsa posicqo em que se a-
cha, I com as suas proprias
palavras, desejo que me respon-
da o seguinte :
Si o illmo. sr. coronel Antonio
Luiz, como simple -director po
liticox do wCorreio do Car!ry:
e o responsavel por tudo quanto
se tern publicado, porque moti-


aixo, 0lo

Irt o0 oaz efi o...


V

vo, porem, s. s., sabendo que o
redactor-chefe do a0 Rebates
e o ievdm. Padre Joaquim de.
Alencar Peixoto, o unico res-
ponsovel, insisted e recalcitra,
corn uma teimosia de menin.,
que a responsabilidade das ipu-
blicacoes d'estejornal cabe ao
Revdm. Padre Cicero, e sobre
elle langa insultuosamente todos
os epithetos injuriosos ?
Porventura s. s nao reconhe-
cerai que agsim externando-se ca-
he em contradiccao ?
NAo percebera que est4 tri-
!hando em um terreno falso ?
Estarei sophism" ndo corn este
argument ?
Contrista-me sobremodo pa-
tentear ao public as incoheren-
cias de s. s...
E s. s. tanto percebeu que
faltava corn a verdade, que pro-
curou como que remendar o tre-


Porventura discitir sobre po-
litica 6 atacar a honra alheia;
desrerspitando um individuo di..
gno de acatamento naio s6 pela
qua edade, suit posigao, como
tambem pela soa importancie
moral?
Si, porem, 6 pelo fanatismo
reinante no Juazelfo, conforme,
em confused lamentavel, diz s.
s. algumas vezes, nao vejo moti-
vo para s. s. lanvar mio de uma
descompostura, tdo somente
compativel corn o brutalismo da
plebe .corrompida.
Alem disso, a ser pelo suppos-
to lainatismo do que s. s. falla,
torna-se tardia, sinao extempo.p-
ranea tal resolugio, visto como
jai devia ter assumido semelhan-
te posigao em occasi6es mais
oppurtunas, quanao a discussion
se impunha.
- :E um discuS qe.-o.jbe e=se
assumpto sobre ser muito me-
lindrosa, e exigir a maxima
pridencia e toda dignidade, creio
nio ser da competencia de s. s.,
que ainda nao revelou-se at6 a-
gora ppparelhado para enfrental-


cho alludido, dizendo depois em E tanto assim que limitou-se
outro period: que o aCorrelo unicamente a applaudir in:ons-
do Cariry)s orgam de um par- cientemente uns desconhecidos
tido polinco de qual gnterpreta autores de um falso estudo mo-
os sentiments, e a serem assig- ral, religioso, politico e social do
nados os seus artigos deveriam Juazeiro, a se faz.-r ainda...
sel-o pela collectividade que re- Por estes meus arguments jA
presesita, o 6que d desnecessario, vd o public e melhor compre-
e nao por um de n6s destacada- hender4 o meu illustre conten-
mente; mas, corn semelhante dor que ate agora nao se sabe
declaragao, s. s. ,pelorou a eua porque o cCorreio do Cariry-
situacao, visto como forneceu- verbera viperinamente contra o
me elements de reforgo para Padre Cicero...
minha argumentagao. Mas, como desejo approveitar
E'o caso: afallou muito e todas as raz6es dadas por s. s.,
disse poucoa... para convencel-o des suas incon-
Si fosse uma questAo political, sequencias, procurarei admittir
me nao assistia o direito de exi- que seja porque o Revdm. Padre
gir a assignatura de nenhumn Peixoto tern discutido certas
dos eleitoret do partido republi- quest6es no cRebatev usando
cano cratense, porque o -dire- de uma liuguagem forte e ener-
ctor politicos, bemrn sei, e o illus- gica...
tre chefe do Crato; mas, como Em tal caso, porem, tAo so-
a discussao nAo 6 political, nernm mente elle o Padre Peixoto, co
corn political se parece, pois 4 mo redactor-chefe do journal, 6 o
tao somente uma catilinaria de unico cred6r de reacao, nunca o
insultos A dignidade do Revdm. Padre Cicero.
Padre Cicero, exigi que o seu Ora, si discusbU o politioa nao
auctor se subscrevesse. exige insultos; si discussao sobre
Foi urm lao bem armado, no fanatismo ao requer descompos-
qual e. e. ingenuamente cahin. turas, nem injuries; si a lingua-
. i gem mais energica 6 do Revaim.
E si o meu illustre contender Padre Peixoto que assume in-
quizesse ainda affirmar ou sus- teira responsabilidade, porque s.
tentar que a qnestao 4 po'itica,eu s. insult, injuria e calumnia ao
pergLntaria : porque s. s. diz que Padre Cicero?
6 pelo facto de ser o Revdm. Podern s. s. ainda ustentar
Padre Cicero um fanatisador da quoe p Padre Cicero quem or-
massa ignara? denao Padre Peixoto que es-
Si uma questao politi:a, por- creva artigos atacando ao illustre
que d'ella se afazta, pois nem chefe do Crato e alguns dos seus
cita a.real casa, e se langa ver- amigoe mas, si o Padre Cicero,
iginosamente no escarcegadio do por mim. se externa de modo
insulto e da injuria ? Imuito different, dete-deado-se,


com'predencia e moderagao, e o
Padre Peixoto decla-a corn today
a franqueza que elle assijn escre-
ve gem obedecer a orientag9o de
quem quer que seja, unicamente
porque julga-se corn Ital direito,
nAo tern razAo o meu illustre
cdhtendor de, confundindo uma
cousa corn outra, teimosamente
ins-stir qu,: o venerando sacer-
dcte que dt-fendo, seii digno da
ad'cusawgo que Ihe fam o reio do Cariry.
E a prova mais evidente de
que e. s. estl assediado pela
pertur'bagao e que diz, referindo-
se acs insultos qu! tern dirigido
ao Padre Cicero, na supposiqAo
de que insultar e argumentar :
citam'.s factos insophismaveis,
que estao no conhecimento do
public, impossiveis de ser des-
traidos.
Porventura d 6ieu illustre con-
tendor s'ipporai que insultar e
diacutir, e que citar factos e jus--.
tifical-os ?
Entao, segundo a opiniao de
s. s.. urn individuo 6 criminoso,
porque um outro, despeitado,
affirma e diz que estA na consci-
encia public a responsabilida-
de do supposto crime ?
Noto que o meu illustre con-
tendo- prima por ser sui generis
em certas proposicoes. Enfim,
como neste ponto nao posso dar
gelto, fica sem geito, ate que s.s.,
com-r o tempo q'!e tudo estraga,
va pouco e pouco reformando-se
e melhor comprehendendo a nor-
ma de melhor conducta...
Pretendia nao tocar no que se
referee d linguagem excessiva-
mente empregada pelo reio do Cariry, e actualmente, rece:ando que s s.
deante de minha just aprecia-


Cantadlo e rfno

14


(5 fevereiro 911)'

t Dizem que de
Serra Verdet o Tu-
biba foraa capital,
a fim de qptender-
se alli corn um
grandemagon e poc
meio deste denun-
ciar -nos ao gover-
no federal... Que
asn eiraa d'esse
esmulambado chefe
marica...


SDizem que de ,Serra Verde*
;Y ,FofiTitbiba ao Ceara ...
. Escondlido. .. a entender-se
Co'um grande manon de IA .

.E A que fim? dizem ainda
Co'o fim de fazer-nos ma!,
SDenunciando ... de n6s
Ao Governo FederaT..

Mas porque? por nio pagarmos
Impostos manicipaes .
Impostos que nio pagamos,
Nero pagaremos jamais!

Marica, deixa de asneira
Manda t Tnbiba voltar
Para, com cGallinha d'agoa*,
Mais de perto elle apanhar.

E te esqueias, d'uma vez,
De, os cobres d'aqui, chupar;
Qu'6 mais hfacil tefazerem,
Canalha, d'ahi... pular I


JWost Ferreira


assimD, ferindo a quest0o.
Entretanto, quando esperava
que me comprehendessem e se
compenetrassem das responsabi-
lidades morae@, acceitando a


cAo, me ndo considerasse um discuss em um terreno serio,
partidario systematico d'este u'- admiravel surpreza !... publica-
timo; mas, desde que irreflecti- ram o artigo tSimplesmente iro-
damente citou o -.eguinte : In- nicov!
jariosa sa tern sido a linguagem O0 qne foi esse artigo, que di-
da folha juazeirense a cerca do ga o public que o leu. bem co-
coronal Antonio Lutz. Se n o me o commentario que sobre el-
estd de accord (referindo-se a le fiz nos tres ultimos por mimn
mim) d porque entao s6 julgard publicados.
injurioso uquillo que desagrada Aind-t assim, na supposiqao
ao sr. Padre Gicero... de qut me nao tivessem co)m-
Como ji disse, nao desejava hendido, nem percebido a minha
abordar semelhante assumpto; intengao, (nao obstante ter sido
entretanto a isso son forcado. publicado no Correio, o peque-
Injuriosa nao tern sido s6 a no artigo sQue differenga?!v no
linguagem do (O Rebate., pois qual disseram: 3E' que o artigo
o cConeio do Cariry, tern re- ,So mezimo assimn d da lavra de
vela lo raro heroismo no manejo urn educado 'o sr. dr. f loro
das mesmas armas. Bartholomeu da Costa) quando
E foi lamentando exercicio li o artigo O Juazeiro de agua
tao improducente em uma dis- abaixov do journal cratense, pu-
cuseao, e ainda suppondo que bliquei um outro no "0 Reba-
os redactores do joraal cratense te" sob a epigraphe "De agoa
fossem capazes de corresponder abaixo nio ira o Juazeiro" corn
a minha espectativa de pruden- o pseudonymo de Mario Magno.
cia e moderacplo, que escrivi o N'este artigo fui o mais .pru-
m.eu prirneiro artigo S6 inesmo dente possivel; dei-lhes a enten-












2-
... A... ..... -"-. e n'U m ine pod ter t o'entap o
ainverdad pf com as







.pldroeir do Joa ieiro e as, .
suas proprias pa ssadals iv
cihs, esgo o cerlpt o ad irarse-ha gr. thv da K Fep e cp nSj Kp


j" a Adimre -Tbe de



-.tariyse.~ cit o q bre r ,.e I.l[ 0) r iied t E < o.cS9 O, a~li ,. is .







Qiem bra s~me~ ants tr e- (as f Um 0 BpUD-W N WerJ3 apairS co9
xci k, Usto adp; e o, y d s ; lst8e y J iN S Be mJn qn. q uE ar d- qt m fe SrfdPS 6
.osame- q-a s -.o rr s .r tn d sS geag,. E ipi ps, mi i Ok Q.


K-l. E NO c end, o qa d elo .td.,..p a- t .-..dfld r m








"o b e m dl e g is i dw pr o c s ua l Mvei; "s -a ? -g o i-. .ro d e : .i ca e
s s d eo i .~ qo e.cit ad a aj j : icp:ni Ie 0 afn a eb e a a d alpe I3. ,
.: 4 c, :ii!., A .-r ikah oF;.,.., -.5-,. ,

.ri iedds qe& ao l riird ,,aa .: .,.'F I ,. .- ,.'W, S -e, c, e,. ,i, .. ,a 9










jas ie len so __ha nts rre o .n esponn-tio

EenoqeS onse.bti tar Oft-yis2 Osssi-O
e si.en.m W ier:~..d arsp n a )eisiio la te u io deollc i a .oc-,-






c p ad e a r- e a r siI S d r.o. .a sqadmr ,n e1e a s .-klim s .I9R
a.eneset9 ig awdf i" Go y :r, u r -2. ea-










a min q e or i s c oo, Qoe qusill animidade :a m h o hibialossu d eg \i*t-^ c u aoron m tepo* 4 e -
8.. 1_ ,i- ,a a, te.,c. ... o' dls que d elinam, m o-ts o eamtgi e i me u.4f a a ir4~, a r,-..
eNO Eltl D de -log ca o e. --- i .: .
a rgum etores.is esaa dei ebI orta"-i l, 9 -n,





nl r wo is t rard fi n. d an o do conhe e"d o i.ncnsqu en- .1:-~ u,.^bosugg itm dl e d aitfaaiia ^, s-
cianp r o r ,"rA' Id% 0"A









eagage ly, n s 1g a d- ,g I leasddleds i M ,







*qde A. pn i O.e -*1 i_: sa estRls '














n o pl i r u pa a a e n f e lio d e S p ,,a p r oe ss~ Jat h a l : .l t o
i ;':-" l" '" rill'-- "+ o v ae la e n alha _= ra .ve sabe. que
t oae c rot estip dsos artigos apurando a respon- -

de or ourn co seho. ik coinqe b o n B5 t.ca ha do Cmrone 0t -ri Qa d d ,r a 9o
c S e 3!t'rb n tgiii Lt e doe dal e que dee ina m i 0o je rii. 4,ma g ,on .1'b p1a6m o
itesimrdoi c vi e po.. ,,n ,raw", l b ry. > W. de.ai./e et n.!F

toa po eq..rdPa tft L virtr s~i"~ i.,, aOf ..tr.s.ado dee-saeordf i
"f9m qu I.fdh-amo,., nr

dades i"'Maehtcb'ieido__i1.o c _do saj







SE I iT e c 14n ho. qu o- -Aurn qacedo virtuoso aI -: jj,, '?'O ert3)' born, *Pi(a4ijW 9 i 'ua a JAiretempo dep^
II / Illlii riS^i^^ ^ ul l l; r; --'"iW ^^ ^.^.
-" "e q U4-!!n









r.o l dew ouvr- o S,- cqQ4o.& 4fe0ia laoSm q-oi^"*lldo
8.-:6 ,b de. inon dizem r ellS%. -do; c. dai- t iiidbd";rm "W 'sed d^. .Aswiafi i ,-"rlgiq indWelli i pn g ^tl
p or _tea ii 11%,t L los id d I n o rioL-ra o uos
troproelletul ee o gm a logics eobo... .. s'-- v W










S r: 0 o w r ..., i. i L-.-! a..
.. s.. 0. 1109- A Ii- kle _WS ,<, ,o :,.._. ._ ... ..
I ..... imu pde c-f mu. i .. _uronel


E. .oru rdos entimr n ntis mm M dics baim II' l !
Sgurilhas de uiistia brr I
-; -f de tudo isso conhecer, toentia qiulda ee Tr minp irco so i -f Jrs rifiM py dfj"

trie am nu r-ea0 rIeiols GOmeDI0 Is a dl-"arse r
lmso e m- in salia cnmo ease as- n odequgg o

-'po r n ue m I s -up onr,~ns o u
S o Aa ,isade que .
- ib u6 f 1L meios DO tinha ao r spei pyl7 e -
lustr- ft etv2 qeil Dl 4 it rando eacerdote, po s
eoloD intinto dA cuseprogenitores I















0 IT i8 I | Iii


de toda a sua familiar, valia ma-
is, inuito mais do que ease favor
que esse miseravel manda lan-
car em rosto ao velho paire; fa
vor esse que outro qualquer po-
deria fazel-o, e sem o qual elle
nao deixaria de ser padre.
Isso, coni effeito, nao tern ou-
tro nome: chama-se profana,9ao
A memorial d'um pae que foi tmn
bomem de bern, um cidadlo
prestimoso, e que morreu sem
pensar que tivesse uni filho tio
infame e tao miseravel. capaz de
perturbar a sua alma corn alle-
gaq6es por elle uunca fiitas.
Dado mesmo que o coronel
Anton.o Luiz nAo tivesse rece-
bido o pagamento da quantia
despendida. nao era motivo pa-
ra o forragaitas d'esse canalha
infame vir allegar, qu-nto mais
tendo recebido, como re-ebeL
esee maldito cabo de avolezas,
o ultimo ceitil, o den adeiro vin-
tem.
Eis o que e esse antanto luis
yes pAquen, !!!-
,-I E, cm o maior cynismo d'um
cara dara e desavergonhado
que e, diz que o padre Cicero
manda o nosso Redactor-Chefe
cobrir de insultos ao neto affim...
o tal dr. Tubiba, o descarado
Tubiba!
0 que temos dito d'esse ty-"
plnho safado, d'esse sem-ver-
gonhinho--Tubiba--o, de facto
e de direito, o que elle merece...
Saiba,--pomrem, o public o
grande favor que esse trapilhen-
to chefe do Crato acaba de marn-
dar allegar, espritado como es-
tA, porque o povo do Joazeiro
deu-lhe nos quartos cherelos o
pontc-p, merecido. -
O grande favor, eil -o ahi! e
tios diga: que rinha esse tal-. fa-
vor com a vida do Joazeiro ?
Si o padre Cicero nao tivesse
pago a quantia recebida, e que-
7esse ainda continuar a comer,
como che f e, esse tranga-
lhadancas dos diaboa, os co-
bres d'esta localidade, A titulo
de reemholso da importancia
despendida por seu pae, jA era
tempo de deixar, visto como jo
tinha cobrado demasiadamente,
podeado-se dizer que os jurors
de cento e poucos mil reis eram
calculados a raslo de cincoet.ta
por cento ao dia, quanto nada
mais devendo, sinao o reconhe-
cimento A quem jA nao mais vi-
ve.
De modo que esse alagartado
safardana e infame, depois do
padre Cicero ter pago ao seu
fallecido pae um conto e tanto
que Ihe tomou emprestado, que-
ria simpleemente pelo facto do
emprestimo, queria eternamente
governor o Joazeiro, melt, atar
ao povo e sugar-lhe os trints
contos de reis annual, pelome-
nos i!!
E um typo de tal ordem que
quer ser home de bemrn e sfa-
zer figure e impor-se ao es-
pirito pizblico!!!
Ah !!! quem bemrn o conhece
a esse fidalgote de pes descalos
e opa bufa, d c noss oRedactor-
Chefe; e por iuso e que die o
trata a ponta da botina, cuspin-
do-lhe na cara, n'essa mesa
cara descabolada de macaco de
cheiro... a tresandar a podridao
d'um pantano que Ihe percorre


as veias...
Pustula! pustula! meu Deus
que puEtula!


PR OT ESTO


I
N6s, abaixo assignados, na- Ferreira do Nascimento,, Theotonio
taraca-e romeiros do Joazeiro, de Panla, Jos UCabral de Oliveira,
revolcados, contra o enorme at- Simlo Franciscodas Cbhpu J o
ttd Calisowdon.u Smtos,l Antonio Lino
tentedo A honra do nosso verda- dos Santos, Antonio Gaius Bezerra,"
deirojamigo, o Revdm. Sr. Pa- Joe' Manoel Ferreira os Santos.,
dre :Cicero -Romao Biptista, Jos laourence dos & to, Manoel
commettido pelos redactores do Lonrenco dos Santos, innectacio Jo
Grrcio do Cariry, n. 318 de sde Mria;'Mahoel oj, Mane-
de e prot el Maceno, Romao Domingo Jose,
1- de Janeirg -orrente, protest. lizidoro Josm dos Santos, Antonio
mous e"ergicamente em nosso no- Gome. da Silva, JoAoJ ozino de Je-
mc e em nome de x'ossas fami- sns, Pedro Ferreira de Lima, Iszido-
lias. ro Alves da Luz, Pautine Bandeira
Este nosso protest nio 4 do Gomes. Francisco Dtreal Gomes,
qu iate do da eschola do tiro, no Manoel Pedro Ferreir. Manoel Co-
quilate do da escho do tir no es Bezerra, Joe Anrtnio do Nas-
Crato; e um protest nobre e al- cimento, Olympio Gomes dos San-
tivo expontaneamente por n6s tos, Manoel Olympio dos Santos,
feitQ e de real import;,neia, por- Pedro Olimpio dos Sautes, Amelino
que,alem de ser d'uma populaiao OlimDio doaSantos, Manoel Antomo
Sdo Nascimento, Sabino Bezerra,
inretra, nao p jderd, nem sera Antonio Lopes da Silvai JosA Ger-
contra-protestado per nenhuma mano, Manoel Virginiq da Silva,
outra localidade., estamos certos, Joao Coutinho de Mello,Bellarmino
inteirarnonte certos. Jos6 Barboza, Genuino Jos6 da Sil-
Os insultos, a:. calumnias e as `a, Antonio M'endona Silva, Mane-
el V;cente da Silva, Man6el Pereira
injury tdatirds covardement da Silva, Manel Biso dos Santos,
A tace do Reverendo Sacerdote Antonio Joaquim da Silva, Manoel
nio o attingiram, nem o attingi- Ferreira da Silva, Manoel Miguel
rao-nnnca! voltaram intactas de Dens, Miguel Felippe, Joto Jo-
pel forea de repulsAo encontra- ca de Menezes, Portrioe Adolpho de
roed d ea di d- Mnezes Jos Lncio de Menezes,
da nos rochedos de sa dignida- Lndugeio Migel de Dens, Theo-
de, ao seu ponto de origem. doro Miguel de Dens, Lucio Bezer-
De modo que protestamos ra, Jose Alves Ferreira, Francisco
nao tanto pelo effeito per ellas Justino de Maria, Gailherme Cor-
produzido na alma branca de reia de Sousa, Manoel Sampaio do
nosso venerando Nascimento, Agostinbo Vieira da
nosso venerando amigo, como gSilva, Joo Rodrignes de Moraes,
porque a covardia dresses indivi- Antonio Pedro dos Santos, Jose de
duos sem responsjibijdades per- Lima Cabral, Manoel Amancio, Joio
mitira que elles nosasnvolvessem Ferreira Montefro, Jos&elias, Jobo
em seu grupo, allegando sermos Francisco Monteiro. Pedro Antonio
eus a rm p 0e5, e saU rmo emoGomes, Sabino Elias Feitosa, Mano-
seus amigos e estarmos em el Firmiio, Jos6 Porfirio, Joaquim
harmonia com elles, quando dis- Felippe, Joaquim Themotheo, Maxi-
seram que somos tambem ne c-miano Jose Ignacio, )Manoel Fer-
timas do Vampiro que nos suga nandes das Flores, Manoel Araikjo,
o sangae. Euzebrio JosA de Lima, Francisco
C Aves da sCosta, os Sabino, Fran,
Para desmentirmos por cornm- cisco Ferreira da Silva, Joaquim
pleto asser go tao injunriosa aos Gomes do Nascimento, Jos6 Roseno
noseos brios ba stava Hlizermos : da Silva, Elenterio IAnjo, Jos6
0 Reverendissimo Padre .Ci- Possidonio de Freitas, Militio de
cero e o nosso a unico e verda- F'eitas, Vicente Flor, Maoel Feli--
deio amigo A sombra de sua pe do Nasclmento, JOes6,Bello, Leo-
dee amigo e sombrade sua nel Antonio da Costa, Bellarmino
sincera amisade e que a felicida- Jos6 de Sonzs, Francisco JosA da,
de no& tern so.rido, ate em a Hora, Gregorio Valentim de Lima,
nossa propria dor. Manoel Felismino, Lacio de Lima,
Contra o se name augusta JosA Floro Fernandes da Costa,
ad .IManoel Jord-ao da Silva Marrocos,
nada temos que dizer, winlo Antonio Pereira da Silva Ouedes,
commettendo o maior dos cri- Jolo Loete de Siqueira Marrocos,
mes-a ingratidio; entretanto, Joio Joaqnim Paulo dos Santos,
A fav6r de seu nome immaculo- Joaqnim Francisco Ribeiro da Costa,
na defesa de sua pess6a empe- Andre Avelino do Nascidmento Nery,
nhadeos todos us nossos bens Joaquim Nery Santrozo da Cunha,
nhamos todos o nossos bens, Francisco Ercinto da Silva, Joao
todas as nosuas forgas, todas as Jos6 RomLo, Jos6 Correia dos San-
nossas energies e atd a nossa tos, Francisco Ignacio dos Santos,
propria vida, obrigados pela gra- JosA Joaquim, Antonio Manoel Vi-
tidio a que elle tao naturalmen- emra, Bernardino Jos6 Silva, Jos
te te feito js. Bezerra de Menezes, Jose Pereira,
te tem eito js. Thomaz F.rreira, Mauoel Soares
Eis, por tanto, a prova paten- da Silva, Manoel Pereira Pinto,
te da mentira public'da, o des- Sebastibo JosA do Nascimento, Pe-
mentido formal ao artigo ro d'agua abaixos ou sComba- Manel Leandro, Manoel Ignacio,
ea bt publcado n; Francisco Pereira 1Ramos, Autonio
te ao embuste pubcado no Marcolino,Jose da Sihws, IMoel Se-
referido Correio do Cariry de bastibo, Joeu da Siluaw, J4M Felix
1- de Janeiro d' ste anno. Mara, EstevAo Maximiano, Joao
Esta cumprido o nosso dever. Cardoso, Joo Bernardo, Antonio
Aleixo, Manoel Cardoso, kaximiuano
Sda Trindade, Joaqnim Jose Bezerra,
Villa do Joazeiro do Padre Silverio Alexandre, Pedro Julio,An-
Cicero, 2 de Janeiro de 1911. tonio Amerim, Joes Vicente, Joao
Vicente dos Santos, Francisco VI-
Assignatnras ja pnblicadas-448 e Maria, Joeo Pedro Ferreira Jea-
quirJeaJ BMrboa, Jos d MF aiz d
( Cotinuafo) Amamciaqe,Testo Joee JMaria,Frsa-
cisco Telhi jFenandem LXis ES-
Clementino Pereira da Silva, Jose miano da Costa, Joeb SelbstiAo D4-
Marcolino Aies, Joaquim Henrique arte, Pedro Joqsqm io Sastos,
Correia, Francisco Vieira, Jose Vi- Quirino Alfredo Luda, .Jlfas Mau-


eira, Antonio Vieira, Manoel Cyria- d, Joe6 Ribeiro do Naucimenat
co dos Santos, Joao de Oliveira, Ma- Sebastile JoFA Soa, Je6 SebutiWb
noel Elias Cardoo, JoIo Facendes, FrancisIco LiA,l Ja s dos
Antonio Pereira do Nasciments, tos, Bellarmino Victhmn, Sote
Bellarmino Rodrigues, Domingo Jo- Bello, Maximo Jose do Santos, Ma-
sA dos Santos, Jos6 Alexandre de noel Ribeiro, Antonio Vieira da Sil.
Maria, Jos@ de Sousa Bolim, Terto va, Antomio Ferreira Castoro, M


noel Izidro de Moraes, Jose Caetano
da Silva, Franciso Alves Caneiro,
Angelo Custodio de Oliveira, Joao
Moreira de Araujo, Vicente Baptis-
ta de Salles, Thomaz Bonina dos
Santos, Pedro Andr6 de Banes, Ma-
noel Roza dos Santo', Henrique Ro-
meiro dos Santos, Cicero Ignacio dos
Santo, Agustrinho Mariano dos San-
tos, Antonio Ferreira da Silva, Jose
Ferreira Ida Silva, Manoel FrazAo
Bezerra, Andrelino Pereira da Silva,
Joao Raymundo dos Santos, Auto-
nio Raymundo dos Santos, Jose An-
tonio doe antos, Julio dos Saaos;
Je6 doe Santos, Angelo dos San-
tos, Mauoel Francisco Teixeira,
Manoel Salustiano Barbosa, Camil-
lo Barbosa, Domingos Soriano, Ma-
noel Jose de Mello, Joviniano Mfaria
da Cruz, Antonio Jacyntho, Antonio
Goveia dos Santos, Menias Pedro da
Silva, Jcs6 :Pedro da Silva, Fran-
cisco Pedro das Chagas, Antonio
Felix de Oliveira, Manoel Vicente
Ferreira, Lniz Pereira da 'Silv.
Domfngos Caetano, Joio Domingos
Manoal Beaerra, Joaquim Baptista
da Silva, Manoel Candido, Manoel
Pedro das Chagas, Henrique Jose
de Moraes. Antonio Paz da Silva,
Jose Pereira tDias, Manoel Pereira
Dias, Antonio Pereira Dias. Jos6
Francisco de Macedo, Honorato Jos6
dos Santos, Manoel Hebo da Silva,
Antonio Denetino Sant'Anna, Gas-
tavo Barbosa dos Santos, Jo&o|Bap-
tista Cordeiro, Antonio Jos6 de
Sant'Anna, Jose Manoel Antonio,
Jes6 Pedro Vicira, Sebastiho Vieira
do Nascimento, Jos6 Rufino, Jobo
Manoel, Andre Perreira da Silva,
Manoel Ignacio Vieira, Herculano
Candido,Jose deLima,Joo Ferreira
da Silva, Francisco Sevirino da
Silva, TosA Joaquim do Nascimento,
Andr6 Ferreira da Silva, Antonio
Joz6 Gnerreiro, Manoel Joaquim
da Silva, Antonio Joaquim da Silva,
Francisco Valerio da Silva,- Antonio
Ignacio Vieira, Joao Ignacio Vieira.

,ontra as infamias atiradas
ao Revm? Padre Cicero muito
digno Sacerdote protest e a as-
signo
Joao Antonio Furtado
(Conti tla)




0 ,Ittatte

A' despeito do aviso que fize-
ra o do findante, esta nossa tolha con-
tinda a, de mais a mais, ser lida.
A nossa ultima ediccgo exgo-
tou-se rapidamente, chegando a
dar um n? aqui em segunds nmo
atd -1500 r?.
Ainda bem ...



CnMfa m ch dia

Tern chuvido bastanto aqui
esses dias.
A alegria do povo. estremu-
uhada corn a esperana d'um
born inverno este anno, casa per-
feitamente corn eona paz inalte-
ravel de quo trom gosaedo deaede
30 de agosto do pr. anno passa-
do a esta part.

Chuva mais chauva



Tepaums rdnliS u r(Stae s.-
taleulia


De Milagres-para o major
Joaquim Pereis--
De arrado Cords (Mara-
uhfo -para o Sr. Rayinundo
Maia:--
De Ip6-para o Sr Joe~
Henrique-


Siunrubs


Estiveram de pasitio nesti lo-
calidade os illustres e virtuosos
sacerdotes padres Joaquim So-
ther de Alencar e padre Au-
gusto Barbosa de Meneses; este
vigario da Serra de S. Pedro,
aquelle oapeliao em Quixara.
Cumprimentamrnol-os.




De passeio esteve nesta loca-
hidade o illustra major JoIa
Evanlista Gonsalves.
Cuomprimentamol-o.
Constando nos que o distinct
cavalheiro pretend fixar resi-
dencia aqui entire n6s fazemos
votoo para que brev.jments o
realize.


Asw lo Commdnercial do t ears

Acaba esta utilissima Associ-
acao de communicar-nos a pos-
se da directoria abaixo que tem
de reger-lhe os destines no bi-
ennio de 1- de janeiro de 1911
a 31 de dezembro de 1912.

President
Barao de (amocim
Vice-Presidente
Jos6 Gentil Alves de Carvalho
*
Director-Secretario
Maximiano Leite Barboss
Thesoure ro
Dr. Vicente da Silva Porto -
Directores
Joao Tiburcio Albano
Josd Raymundo da Costa-
Henrique Jos6 de Oliveira
Joao Jose Vieira Costa
Conrado Cabral Filho
Francisco da Costa Freire
Jose Mornira Villar
Prisco Cruz
Joaquim SA
Luiz Perdigfo Baitos
Zacharias da Silva Bayma
Commissao de contas
Antonio do Mattos Porto
A. I1. d'HA.landa -Cavalcante
J. F. da Costa Marques Dias





Falleceu ante-hontem, sete
dlas depois de sua chegada n'es-
ta localidade, onde pretendia a-
cabar, como de fact, os uiti-
mnos dias de sua existencia, o
respeitavel je venerando sacer-
dote padre Manoel Antonio de
Jesus.
Victimaram-n'o na edade de
76 annos antigos encommodcs
dc saude que zombaram de to-
dos os recursos medicos.
O seu enterro, que se effectu-
ou hontem corn toda a solemni-
dcade possivel, foi mhuito concor-
rido, ~a.itid4Q ,el. a el'te
da s6cide ?- 1 ggj por
lalta de espao alargar mais es-
to necrologin, .aqui d'est column.
na, e por tio lucthoso aconteci-
mento, *enviamos, a todos os


membros de sua distinct a e r-
meroas familiar, os aOmos mais
sentidos pesames.


Add.


' I."


.4-


O REBATE


.8


~




-r ;


4.


O REBATE __ ..





^-- | 0^ :, r R'.--3-.---* -*- I *--*'f^' "a**~*^- -.^-, *^--^^^ ^^


JOASEIRD


CINCINATO SILVA
Vindo de Garanhuns, estado de Per-
nambuco, acha-se estabelocido nesta pra-
a comrn m complete e variado sortimento
do fasendas e mercadorias que vende por
preios sem competeneia, A content mesmo
do mais exigente fregiez.
Uma visit, pois, a LOJA ESTRELLA
de Cincinato Silva, Rua Padre Cicero
ns. 329.


PARMACIACARVAMLO
Ha nesta conceituada pharmacia umn
variado sortimento de drogas e products
chimieos, espeoialidades pharmaceutical
na ionaes e estrangeiras.
Aviam-se receitas a qualquer horse cow
promptidito, cuidado e assei-.
Rua Padre Cicero n*. 41.


0O BARATEIRO
Manoel Victormnno da Silva. com dunas
ojas bemrn sortidas de todos as artigos de
Commercio, Rua Nova, n0. 996 e A Ruu
Padre Cicero, n0. 28.
Prevos sem competencia, eusto da capital.




Loja de fasendas e outros artigos de
commereio, vendas pelo custo no empenho
de apurar o capital empregado.
0 freguez procure na Run Nova A casa
n. 955 e na Rua Padre Cicero a loja n".
30, que serA servido A medids de sen de-


S EAPATAFR IA
PERSEVERANQA

Esta sapataria se eearrega de
qpalqner trabalho todos em couro e
garante aos seas fregneses obras que
aio se podem desejar melhores e de
pre4os rasnaveis.
Irenio Cabral de Oliveira
Rua do Cruzeiro n? 1085



MERCIARIA-
OLIVEIRA & NATIM
0 proprietario deste aereditado estabe-
lecimento tendo recentemente chegado da
capital do eetado avisa aoD seus innume-
ros fregaezes e ao public em geral que se
scha comrn um complete sortimento de
mereadorisa aasionaee, extrangeiragealla-
doe, meias,para homes e senhorassusl en-
sorios, cadeias de aluminium, redomas,
extracts de divers qualidades, brilhan-
tinasoleo de baboza pars o cabello; bi-
bidas de diversas qualidades, eonservas,
does, copos de phantazia, bico, rendas,
sntaxes gregas. etc etc.
Tudo A dinheiro A vista e por, prejes
modicos. 0 PROPRIETARIO
OLIVEIRA & NATIM


fa LUNDIM4
Avisa aos sens fregueses qne chegon num
grande sortemento de Vinho do Porto, Mos-
catelSuperior, Santo Antonio, Cognae,Ver-
mate, Vinho de Missa, Geropiga, Serrot de
Jinipapo, Aguardente de CajA. de Lima e
Canna: Cigarros Tupy,La Morena, Bostoc,
Como Sao Bons,de Palha, as Quatro Ligas,
Populares; doce Pesqueira=Jos4 Fatanha;
Manteiea BreteL Excellente. Papnaaio. Pi-


Do ts IR AosI ihyBana de porch em l.


Loja de fasendas, ferragens, e estivas,
na Praea da Liberdade, n*. 972. Sinceri-
dade de negocio, modicidade de pregos e
affabilidade de fregnesia.
Diomedes Siqueira & Irmi.o.


Tudo por precos modicos
Rua P.e Cicero n.0 62.



C^S^Q ?


Jeronymo Francisco de Lima
FUN L 0 tem, nesta localidade, A venda, duas
UN I LEI Rcasas de taipa cobertas de tWlha; uma
Officina complete de todos os artefactos sita A Rua de S. Francisco e a outra
utensilios em flandres, com grande sorti- na travessa da Rua Nova;pelaprimei-
mento parA vendas em grosso e a retalho. ra pede200:000;pelasegunda 180:000
Si aeharem outro barateiro, nio ha de A'tratar*na RUA DOCRUZEIRO
ser tanto como o proprietario Joao Antonio
Fnrtado.
Praeada Liberdade n.978. TT TT TT TT I


de fazendas mereadorias estivas, ferra-
gens, chapens. Tendo recebido do CearA
um eompleto sortimento dos artigoe acima
mencionad~s quo slo vendidoe por prego
sem competencia, convida todo 6 public
para fazer uma visit a dito estabelecimen.
to que se certificara do que 4 affirmade.
VERDADEIRO QUEIMA!


APBOVEITEM!


APROVEITEM!
*


JoAo Baptista de Oliveira.
Baee Padre Cicero N*. 336


l' LIiUU! bllbjUU!
SEMENTES DE MANIQOBAS DO

PIAUHY

A melhor semente da actualidade

Vende Jos6 Alves da Silva
A preqos BARATISSIMOS.
RUA DO PADRB CICERO IN* 3o01
JOAZEIRO DO CARRY


BU SUMDO I


Grotifico bemr a qunm me entre-
gar um poldro resilho que desappa.-
recen na serra do Araripe sitio'


uneimnaaa e Grande, corn a
--s% marca e freguesi
SQuem Ro encontr
podeen- trogarai
Bal taria de Joaquim Bsom So- dago d'"* ROeba
bral a aiqmpo6l. do puNico .doe
amigo e eearega-e do tode e qualgqer ou em miha residencia:-
trabal eho*m"eiro con grande prestees e Serra dos A
modicidad em preos. Bu do Cruiro Pedro Xavier de
no.SWedoXair e


segainte



ate

edos
Araujo


RATO





Aluga-s6 nina easa na Run Larangeira
n. 65, grande, cornm bone commodos para
numerous familiar, A 10000 rs pagamentos
A trimestre adeantado.
-Aluga-se outra casa, na mesma Rua, no.
118, corn boas proporq0es e muito commo-
do, a 155000 por mez, pagameutos A tri-
mestre adeantado
A tractar aa Rua Grande, sobrado no. 68
corn J. J. T. Marroeos.



NOVA PHARMACIA
Cel. T oophilo A. de 8. Cavaleante.
Tendo mudade a sna Pharmacia da
Travessa da California na 41 para a rua
D'. Nogneira Aecioly, prodio nu. 33, com-
munica aos seus Am"*. p freguezes que
continue da mesma forms esfersando-se
para bemrn seril-os, esperando por isso,
merecer a eontinuacglo de suas estimada:
ordens.
Crate 12 de Janeiro de 1910



ATTEND AO
Casas, Sitio, fasendas de gado
neste manicipio no termo de Sant-
Anna do Cariry a vender.
Jose Rodrigues Monteiro tendo de
retiraT-se'degta cidade no intuito de
pro'urar na Europa alivio a-sua
saude sempre altwrada, declare, a
quem enteressax, e ie estoD elpostas
a venda todas snas casam nesta cidade
e suas fazendas de gado neste muni-
cipio e no term o de Sat-Anna do
Carry e mais uni sitio no mesmo re-
ferido termo denominadooQueimado*.
com engenho de terror e easa propria,
casa de vivenda, tudo de telha e
segura construtao, corn uma pequena
nascenqa e aqude di' pedra e cal, corn
cannavial para dosentas cargas de
rapaduras, poKsaindo extensas mattas
corn madeira de t(Ostruao: outro
sim pede & aquelles dos seus amigos
que tem com o mesmo negocio,
queirAo por bondade satisfaser seus
compromissos, uns vez que tern de
ausentar-se, por tempo indetermina-
do e ter do prover-se de recursos suf-
ficientes.

Crato, 26 de Outubro de 1909

Jos6 Rodrignes Monteiro





DER

A. BIELEM SOBRINHO
45-RtA DO COMERBGIO-45


Estabeleetiznto deIssmdas Lnua,'

netimoAl *ia, & -,



?megc^ak empetidor!
Biultis. A vista. -


L


-ECONOM1SADOMBA
PAULJiSTA
CAIXA INTERNATIONAL DE PEN-J
SOES VITALICIAS.. .
Approvada por Thereto Federal, oarf
deposit de garahtia no Thesouro Federal,
proportional ao capital de pensoes de rail
contos de reis.
Registrada na Junta Commercial de
SAo Paulo.
Sdde em S. PAULO: RUA S. BENTO, 63
(Antigoescriptorioda Companhia Mogyana)
Filial no Rio: RUA 7 DE SETEMBRO,
113 modernn)
ENTIREE GON(ALVES DIAS E AVE-
NIDA CENTRAL)
Dl RECTOPIA
PRESIDENTE-Senador Luiz Piza,
Senador Estadoal ex-chefe de Policia e
ex-Seeretarie da Agricultura, do E. de S.
Paulo.
SECRETARIA-Commendador Leoncio
Gurgel, da firms Silva Seabra & C'., da
Fabric de Tecidos S; Bernardo.
GERENTE Dr. Claudio de Sousa, me-
dico e industrial.
THESOUREIRO-Dr. Gabriel Dias da
Silva, advogado, capitalists, director da
Companhia Industrial de S. Paulo e da
Companhia do Pocos de Caldas.
C naelhoa. FliAl
Exmo. Sur. Conde de Prates, Director
do Banco de Slo Paulo-Exmo. Snr. Co-
ronel Fernando Prestes, vice-presidente
do Estado-Barao de Dnprat, director da
Companhis Industrial de Sao Paulo=Dr.
Rodolpho Miranda, proprietario da Fabri-
ca de Teeidos Arethusina, de Piracicaba
e deputado fgderfl-Dr. JoSo Alvez Dima,
medico e profietario-Pharm. L. Pinto
de Queiroz, dda Jrma, L. Qneiroz & C.
(proprietarie da Drogaria Americana e
Fabric de produetos chimicos) Dr. Pedro
Pontual e Dr. Victor Godinho capitalists.
A ECONOMISADORA PALISTA 6
ur sociedade mutual, com e micalisa9as do
Governo, cujo fim e estabelecer uma REN-
DA VITALICIA mensal,em dinheiro, aos
soes socios. Tern duas caixas, a caixa A
e a caixa t.
Os secios da Caixa A pagam 55000 de
joia"e 2$500 de mensalidade e tmn direi-
to, no fim de 15 annos, a un a ensAo quo
nao sera maior de 150$000 por mes.
Os soeios da Caixa B, pagam 55000 de
joia e 55000 de mensalidade e tgmdirei-
to, no fim de 10 annos, a uma pensao que
n1o podera exceder de 100$000 por mez.
N. easo de fallecer antes do :chegar a
receber a pensao, a'associa to pagare ao
se"s herdeiros necessarios todas as con-
tribuigoes que elle tiver feito, sem juroe.
Dando-se o falleeimento depois que o mu-
tuario estiver em goso da pension, esta fi-.
carA extinct, sem que aos seus herdeiros
assist qualquer direito.
A penslo sera paga so proprio indivi-
duo, on ao seu procurador legal, on por
intermedio do qualquor Banco, quando o
mutuario so achar no extrangeiro.
0 socio contribuint em dia, que ficar
impossibilitado de proseguir nas snas en-
tradas, depois de cinco annos de associa-
0So, em consequencia de molestiaschronica
e ineuravel, que o inhabilite para o tra-
balho, serA considerado suspenseo nao
perderA, direito A epenblo. :
I Os pagamentos santeipados de -1 anno
go7-% da reducnAo do 50O/o.9oS pagmentos
e 10 annos, 20 o/0 e os pagaM* denI 15
annos,'15bo/o. ..-"
0 mutuario que se inscrever unm me
antes do sorteio e tiver a sort de ser
premiado, pagarA apenas police mil rei
ter direito a nma pensao para today a
At dezembro foramn sorteadas ceineo
cardernetas, on soja no periodo de nove
meae. A ECONOMI 6 f"a unica
que fad sorteioa de dois em dois .mees .
mm grade sorteio no Natal!
Socios inscnripte de abril def1908 a
Janeiro I909.-34000. Nenima outso
ciedade obteve tal numero de ociosuno-
sens primeiros mezes. "
Pedkid de prospaes, propoetas, cader

Represertaut. no Crato.
Bel.es Spri e
4--Rua do CommersIo.s46


'BARBALHA

0 rei do% depurativow

0 EliXir Pepuratiff dt(CAIJIP(A
Preparado per Sileiao Joel da Silva
Approvado pela Inspeetoria de Hygiene
do CearA e autorisado por decreto de 9 de
November de 19o9.
0 IhCusMimo em fuaeuqwer perio-lo ov
phase d epergicaniente combatido; Syplili.s;
Ulceras de qualquer naturesa molestia de
pelle; Eserofulas; Canercs e qualquer mo-
Leatia de origem veoeria; no ELIXIR DF
CANINANA enccutram a sna cura certa
e mpida
A venda nas Pharmacias e no deposito
geral. Pharmacia Silva.

XAROPE
DE

Balsamo de Toli e Eucalyptos
Composto e preparado por
Manoel Candida das Dores
Maito util nos intommodos do apparelhe
pulmonar: Tosses, defiuxos, trochites, la-
rysgttes asthma etc. A. venda na
Pharmacia Jose Candido Rja do Viddo 21



DEPURDATIVO CANDID

preparado pelo boticario Manoel Candido
das Dores, e de provada effisacia nas pe-
rigosas affecc6es bcubaticas, syphilitica ,
escrophulosas e darthrosas.
E o grande desuiojadur aos hy.mores vi-
ciados e o poderoso eliminador de todas as
doeanas pertinazes que item sua origein
na impuresa do sangue.
tJnico depesito na pharmacia Jose Can-
dido, na Rua do Vidio.


PHARMACIA SILVA
de Silvino Jos6 da Silva, na Rua om-
mercio, no. 8; term am grande e variado
sortimento de drogas, products chimicos
e especialidades pharmaceuticas.
Despacha os receituarioe corn medica-
montos de reconhecida pureza e garantr
aceio, presteza. Tn -;'dade de preoe.


3UtRO SUMIDo

Desappareceram de men sitio un,
burro card e urma burra castanha
qnazi preta ambos corn esta marca -
e cornm seguinte freguezia



Quem der noticias certas na Redac-
SAo d' IO sRebate on vier me entre-
gar ditos animaess sera gratificado
generosamente.
Barbalha, Sitio Brejao, 10 de No-
vembrolde 1909
Joso Demosthenes Fernandes Vieira







CAVALLO U MIDG

toooifto, iuteiro, chotdo, olhto zue.;

Marca le RibeiraG

Q s. enaerr e enregr ao rs Ma-
for .Thed I eits oa Miagrce rac gr.s.


,


r~_ ` i"'+: .? .


*.`~-p A-r7; ~ 5.~ s


LOJA