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Rebate
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 Material Information
Title: Rebate
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Creation Date: January 29, 1911
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00001672:00068

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( BRIDGECACHE )

( BRIDGECACHET )


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CEARA-BRAZIL


P agua ab


Demonst-ado come fico
meu ultimo .rtigo que o re
Padre Cicero i.nca hosti
o iTll? sr. coronel Antonio
iz.nem tao pouco concorre
ra a inimizide existentee p
rei como a referido sace
nao

tem ameagado r
cionar 6 Cariry si p
tura ogoverno nao
cer ao sen omnipotent
der, presenteando-th
urma villa, sua idt
n'estes ultimos te
conforme s. s. sasten
pensadamente.

Como explicar tanta ir
xao ?
A base de qualquer d
sao e a seguranca de argu
tacao; e o requisite mas
commendavel parsaquem di
6 poder provar o que sust<
Quando, porem, um Mnd
anima-se a descutir um as
pto, maxime, reference a
alheia, e nao podc sustent
arguments, por falta de p
couvincentes, exp6d-se 4
das decepcoes...
E' muito melhor e muil
is digno perder pelo si
mantido, que arriscar-se a<
conceito public, por ter-s
riscado a tamanha teme
de assumir as responsabili
de uma discussao seria,
cendo a deficiencia de el
tos para sustental-a.
A responsabilidade de
discute, saiba o meu illustr
tender, 6 muito menor p
o articulista adversario, q
rante o publico-o juiz in
al que os fiscalisa, torma
juizo nobilitante ou depr
sobre o vencedor ou o va
Entretanto, devo dize
me cau sa surpreza a desco
racao de, que s. s. victim
6 essa a sorte de quemrp
escrupulo e se atreve a re
a dignidade alheaa no pe
nho da difamafae...
Nao invejo os louros
meu illustre contender, po
suggested ha de colher
lucta..
Ora, disse s. s. que o R
Padre Cicero tern amewp
volucionar o Cariry; en
to, na cita um s6 fact q
justifique...
Em outio artigc, tratar
mnuciosamente d'este point
aliAs, d muito interessante


a I 0@, 2 5. desejo, allegando, poi", que,
pel necessidade da onserva- 2
2 O 7 co do equibrio polo& precisa-
* va ser ouvido o itlu re chefe
do Crate, da qual cidde tinha
III de ser desmewmbrada 4 a lcali-
dade; si s.,. nao quize esque-
wa no Affirma ainda o illyistre arti- cer- se de que S. Eoi.-.no anno
svdm. culista que o venerando sacer- passadopo-r cartas e 4telegram-
ilibara dote quer obrigar o governo a 'mae revclou-se, de b68a vontade,
SL,"- obedecer ao seu omnipotente po. partidario d'essa "deid si s. s.
ra pa- der. finalmente, nao tivesse o espiri-
rova- O Padre Cicero nunca se jul- to rebellado c)ntra a verdade,
:rdote gou corn forgas para tanto; e estaria convncido de que opro-
quando as pos-uiase, teria, co ject elevando oJoazero .mru-
mo te it. o senso bastante para nicipio 3ra apresentado no an-
revolu- nao affrontar a quem deve obe- no passado ao congress; pars es-
orven- dcer, como home public que te anno ser sanccionado,e, estou
obede-
tede o e. certo, nao diria que o adre Ci-
1e corn 0 qne elle fez, bern como o cero quer abrigar c overrno a
6a fixa povo juazeirense,foi baseado em obedecer ao seu omnipo ente po-
empos, um direito conferido. pe'a pro- der. -
ta irm- pria lei que nos rege,-p .cir ao 0 que o .Ex.? Sr. idente
governor, que sempre soube res- do Estad. rec rrefle- peital-a, a satisfacgo de um dos exime de dar o verdadadeiro
seeus dispositivo. testemunho, mas, que a. s. gra-
De modo que, i o governor tuttavnente despeitado no quer
isuen- obedeceu a algum p.der omni- admittir e nem seat remorso
men- po tente, foi ao da propria lei, da ern negar systematicamente, 6 a
iscute qual elle, representado pelo e- indiscutivel autoridade moral
merito estadista, o Exnio. Snr. do venerando sacerdote, a qual
viduo Dr. Nogueira Accioly, ', tern s. s., talvez o menos compttente,
dsurn- sid,, e sera o sen guard field entendeu, sem mais nem menos,
umhonra 'este Estado do Ceara... que lhe era facial provar a sua
hnar a Quem pe fe, meu illustre con- ndo existencia.
provas tendor, nho imp6e... E si s. s. nio sabe, fique sa-
r Aldem d'isso, s. s. deve saber, bendo: autoridade moral nin-
no tmundo social s6 a lei sobe- guem consegue com ameagas,
rana e tao somente ella faz so- nern coin simulacros de poder;
Silenciberanos e confere soberania pe- mas, unicimente, por meio da
ilencio lo respeito ais auas exigencits. prudencia, da reflcxlo, da vo-
s des- E sendo assim, pois s. s. nao luitariedade na pratica do bern,
srdade serA capaz de contestar esta ver- da abnegag o claramente reve-
ridade dJade, nao repetirA, creio, que o l-da, do respeito is convenien-
Sdades Padre Cicero imupoz ao governor cias, e finalmente, da attitude
conh3- cousa algurma. circumspect assumida eam todes
emen- E mais: o referido eacerdote os actos e do interesse decidido

quem n"o foi quem pediu, mas, to so- pela elevagso moral do povo.
re con- mente o povo, em obediercia A Permitta o illustre contender
erante propria lei que conferira-lhe es que me anime a orientar-.he
ue pe- se direito.8 "sobre estas rudimentares nog6es
ue pe. c 1etoj de moral pratica, pois, asa.m o
nparci- S. s. nem calculou, quando e poralque, pel pos sus artigos,
ae o escraveu semelhante trecho, qne fago, porquo, pelos scus artigos,
imentdo o escrve semhante tr och, que percebo que s. a. ainds nao as
imente derespeitava o Exmo. Snr. Dr. conheee bem.
encido. President do Estado. o consi- Eai, em lealdade que
r. nao derando digno de uma affronta E caractrizapero poder pres-
onside- e capas de negar um direito de me carateriza;pesal powder pres-
i; pois qu'ellemesmo reconhece a sina e Quanto so que s. s. diz que o
erde o existencia. Padre (Qicero quer a villa de Jo
etalhar S. Exc. possuidor do alto tino azeNro'come um presence dado
elours- e elevado senso, saberA desoul- pelo gotver, nada direr, porque
par ao illustre contender esta prefiromais que o public suppo
que o leviandarle, e comprehenderA nha que s. s. escreven de ma f6,
wrauto- que s. s. incorreu em semelhan- do que por ignorar que elle, P
n'efsa te falta porque uAo scube dizer governor, a&o pode pesemear a
o que queria. nimguer comn ua villa ou uama
tevdm. Si e. s., ao menos, se lemb.-as- cidade. "
cilo rg- se de que no anno atrazado o Na estambse n Rusia o n
itretan- digno Presidente do Estado, sao perisidstaes cmaessees..
ue isso quando o Padre Cicero pediu- E qudo dwehei o p- fosi-
lhe emn nombe do povo para ser sem eGi eiels s w. na p.
rei mi- eleva o o Juaz, iro A mmunicipio, dia extranh .r que o governo a-
o, que, lissera qe estsva de accord sim o finesse, attendendo quie o
e. corn os juazeironses no just vene.,ndo sacerdote, aqiem me e


refiro, fora quen formara o Joa-
zeiro e quem o desenvolvera,
fazendo-o progredir, A ponto de
hoje, ninguem pode contestar,
ter cond'c6es e elements defi-
nidos para ser a maior cidade
d'estes sert.es ...
E si nio tivesse o acanha-
mento de dar um desmer tido pu-
blico, a s. s. poderia muito bem
lembrar-lhe o orcamento da Ca-
mara do Orato, no qual se en-
contra o Joa7eiro como povoa-
949 pagando menos que e!s I
cidade, dez. rail reis, quando as
demais povoagaes pagam trinia
e quarenta mil reis.
Deante de tantas incoheien-
cias, que alguiem consider me-
ninces,vejo-me obrigado a pedir
ao meu illustre contendor quo se
corrija, afim de que o public
$s:ttel-ovem n mhor auta. e
assm imteressar-se pela leltura
dob seas escriptos.
Continaando o illustre con-
tendor a empregar o maximo es-
forgo para insultar o Revdm.
Pe. Cicero,representando o papel
mais digno de cenrura, corn a
mesma desoriantag o de sem-
pre, disse:


Grande ifazendeiro e 'a-
gricaltor como e neste mu-
nicipio, 6 tambem, SUA
SANTIDADE, um TER-
RIVEL IADVERSARIO
dos pequenos estancieiros
dos nossos2campos.


Como sumpre, P. s. n'este pe
riodo torna-se um rdo confesso
de contradicq6es...
Si elle e GRANDE FAZEN-
DEIRO E AGRICULTOR n'e-
ste municipio, 1 mais nma prova
exuberant da sua utilidade n'e-
stes sert6es, 6 mais um desmen-
tido que s. s. dA a si proprio,
quando affirmna ser elle-
UM TERRIVEL ADVER-
SARIO DOS PEQUENOS E-
STANCIEIROS DOS NOS-
SOS CAMPOS.
Elle nio e um grande fazen-
deiro n'estes sert6es; e quando
o fosse, caso o municipio do
Crata permittisse larga crea;go,
que prejuizo poderia dar aos
pequenos esta'cieiros, tendo os
seus gados soltos nos campos ?
Poderia a. s. em hypothtse
absurda dizer -- pelo prejuizo
causado As plantagoes alhfas.
Mas, em tal caso, cumpria sos
doinode ro0as" cercarem-nas pa-
ra evitar que isso aecontecease,
e ainda assim nao poderia ser
iacusacd, visto como d praxe
crear--se no aberto e plantar-se
no fechado.
Entretauto, coma jA o disse,
o revdm. padre Cicero nao tern
faienda de-gado no C(riry e
muito menos neste municipio.


Cantando e rfldo


. (29 janeiro 911)

A questio en-
grossa; Tabiba,a)
que nos conista,
vae fugindo;o Zu-
za, GaUinha d'a-
goa, j6 comeqou
de -empapar; e o
Tonho? ha de aca-
bar... doido...


Eita pan bota p'ra cima,
Bota p'ra cima a questao?...
Quero ver quem sahe perdendo
N'essa grande discusslo!...

Tubiba ii vae fatindo...
E quem diz e Ze Povinho;
E Zuza Gallinha d'agoaf..,
Sasteata o 0apo biohinho!...

A cousa tmais que damnada,
De fazer arrepiar...
N'essa danqa da palavra,
Doido, o Tonho ha de acabar...

E Tabiba? j mnui long
Dir&: mpu Dens, nunca mais!...
E o tal de Galinha d'agoat
Rasgar-se-A pelos ais...

Eu, cA de part osr.rvando,
Quando entao ver tudo tindo,
Arranhando a minha banza
Pnlarei... cantando e rindo...


J. Ferreira


Poi tanto, e. s. faltou corn a
verdade n'este ponto, devendo
nao mais reproduzir tal assergao
para nao revefar o prnzer que
tem em p-rsistir no erro.
De facto,elle 6 um grande agri-
cultor, e n'este como nog outros
municipios; e por isso mesmo 6
que ede, em lugar de ser o
TERRIVEL ADVERSARIO
dos PEQUENOS ESTANCI-
EIROS, o maior amigo d'el-
les.
Porventura s. s. acreditara
que um individuo plante 600,
800 tardfas de terras sem o au-
xilio de trabalhadores e de asso-
ciados nas.plantagoes?
Si 9. 9. assim pense, pode crer,
6 unico na- especie .. sem
par . .
O men illastre articulista, tdo
somente preocupado em insultar
ao RevdT? Padre Cicero, injuri-
ando-o e calumnnando-o, nem
reflectiu que, areconhecendo co-
mo gran4em a gricultor que
o o salientava comti uim ho-
mem superior, ded&ado ao tra-.
balhp. .
Que pasmosa contradic;Io.J
Quom declama contra a digni-
dade alhela por systemati a ao,
necessanamente ha ce conteosar


I,


a.


A


*













_ 2 ______0 REBATE__g


bico par faha de escrupnulo ma Creio, per terassim Steeld o, No, pJeeia
indagao 3vendade. -na enee a nid-o
Cdtionvuauoa cheio de e a z a d -
oes, diese s. s., am'Ce s -mF r pno a=os. I. raz %i-dii a aiM mi -na-
armgo a que le t&ers: c Ae e MR d & a Ce0 -d
...o r. PeGIew.,o mwa Dmrnab d o ar s caetism d S p a r o qu t I-
tado sb s- sido eme- &euekrr-ias dip Ca ; e pro11 p a
y der e D omedas em a nmem nosq Re tern am. n n e a m)a questao ma
cabsems. awacaido r ownlatcmaw W o *ow Chrary, Gueme q0oe hha de ade de
o Carry, c4 gnors, do-a do E-Rad1 \de caf te daot ds qge dM oe ba .
tado &a se crve damSe de se w do see .mwipo*armf .edr. pr- E fai pOrw rq" e ek PN-
mwnpotese pedwer, preketlea@- ewneada-hcam WVU uilla... oeC Goa an sem a cars d
do-iCe conm ttma vill, a sa 4iia Para melHear aeeMr o ai o ltmaWise de dO
.m a'ertwes aumos tempo. e Unsta a~dnicuta da m ci wa a e eww fo p usg di r
affirrou no trecho immediate: .rn oi Padre Ci n'esa a* 1
-qdesaaoe do no ddipcado e 's d r v- 4 u h 4 lm NJo
Or-Cpa- oaOere, mr- asamso torque m iee revelon, eCrad, e Mft CO eMdialJ-
Del Amtouio Lmz, em ooa-' EataTido francamea e bom o MS
p pr e S ade que sempre teve de man- a e a uwao, cwaqu
fir aINV noiw&-, Oma t er imtacta a amisade cam o -, -Desse so M
tuinw-e peregodvigra& tato iD1"'? sr. corrmel Antonio LTiz, dis J Ai, jrd eif ll
da eaws commercial, acom- dir me--hei ao trabalbo de trans- pdi. A de pee-
aoeado driai e s crever,'tr-chs das cartas a este grode doe.
rentDes q e ao e Preidtene do Eta- E aii lia p r- sm. meow,
Crato e que entemn today e ido caiadas par efle e per este tao so:' e paa aneg a
qual quer rela o com Q poI pas e g2r0aat an istmre
commercio daqui. o Coams. s. intepretari o pero c~efe cra se quantDo coRside-
eaaoento.do Ieferadr sacerdote raa peLr veia a deir& 9 que a
c .ha rmaicr vantagem pMano i egaWinto trecho da primeira eie seanra-se ligad, que, ago
quam defense am innooee, 3'- cartajderigida so Hhtstwe chefe otente em falar eam mea pw-
justamrente accused, do qne a do Cto 1... prio noame, quwswdo qe o sP-o
incoherencia da argu.entaao juaBerea-e etaleeecesme o -es-
de quem o accusa. E cono csrawtwe que oisw e ie mo 4e mmecol m'iw deaaRa que:
S. s. abordou um aspumpta, QUE MUITO ME HOKRO, SES- dsN o te a aahie.
quC o U10podia ser melhar para TI EaSEMPR E, en s cio, o a e a ,: s .
-0 convecel-o da supeio ridade srdae eos disabo relm m-ral do venerando atigo, o pa- VEE XTES u. aermense a-
dre Cicero, a qum, no sentido ta ea e sarmiAs e per wie, i ceditar, e aos, teMand tal o-
ironico, o chamou &k *An O, INTUITO iDE VEL-0 I IMPOR-SEuI na, mwar*me distenciwar-4 J-
(tanto assim que o disse em gry- A' REAL SYMPATHIA D'ESTE lit oGmeAe, on msemo cufrafe.erf 9
pho) cerendo talvez charnal.-o PQOO a. 'ese tmode0 ANIBOS D mI",. d e wspset. u -
cnporm pe1 COdNSEGUIeMOS A DECI- tintWifts Av. &. com piitie e
cnforme ede o odi de Ar-A OIA ENT EO oi .d aqu Veja b
chanodo exermio... DO, desej, me rtalie esta asp iUtre .eadr) unoerf.wrsi- de
Que o padre Cicero d'esde o raao.- astrm toanHa iiaide em nee es
anno ,trazado. quando de volta pinto, pela a=si- reSmoTermos .
do Rio de Janeiro teve onheci.. Neste period, creio, o te
memo do oecorrido aui, nesta illuire contendor encontrari itoi a war soa Is pree
localBdade-resolreu intreea r- sem esfor.o de refiexio, a prova on de caprieh quae, -aem de dar- '
se pela elevagao do Jaszeiro evidence da amizade que o Pa- mom o teseumnho maiw vivo da ae-
municipio, e uma verdade; ma&, dre Cicero tern ao ieu bervo i derTigiado-mos 6 aei-t
parx inso coseguir nao empre- stal e aos ens patricks, be = ...amte V. L.dejm.. ue ja
gon meios de violencia, nem to comao do real interesse qma tinm, j a cin zier efiaL U
pouco consitiu-se espada de pela conservacdo do pretag m ieo ( ms sLs)
Dawmocle uobre as cabeaw dos pessoal e politico do ilmao. sr. sgertema* triuwpl e i as urwn s
habitantes do Crato, comforme s. coranel Antonio Luiz, no Crato
S. affirmou, e aqw no joazearo. E nao kirafr smomensesme
E vi o iflitre articulista pro- E moo nao ser asim, sidele j ani vevsqbm d
curar bem se informer d`o, ha pedia ao chefe do Crato para Ao e boa ivteaqo ieste wO
de saber que o mejo de que o esforcar-se em prol da enanci so iBustswe chefe do Cato a'esse
revdm. Padre Cicero isnpou pagAo do Joazeiro, g gMt j; docuaento a que me refio; eias
*mno o anno atranzado, no mez de eMaf-X A aj hA oro:
Julbo, foi-pedir ao Preuideate ft ll 4 2
do Estado; z cmo este ordenas- S. s. s6 poderi contestar esta Vegsa c.mpes axe cnsosea
se que oeuviaee tambem ao iPo verdade se preterir pe:istir no u f eala ssiveae (am-
tsr. coronel Antonio Luiz, a este r&o. "bsvr aSi l ?' wre
tawbem pediu; e coo por evte ELs outro trecho d'esua mes- 4 as &&A flieam (pronse At-
efBm Ike 6ra negado, per car. ma carta em que o Padre Cce- tagae iliti r U3ObqiU) 1a1 g
aas iaas que deoa, pzomena- ro,. revelando permeber c juimo tase ivsem em eoamtrriw.
do, posse. coseordar no ano desfavaravel inustaneue a si
passado, reslva eerar, sea, fstao, juAficam-se, ca today EMs Mais outra :
0ao nmem, artienw cma s96 pala- Preza d'alna, do silencio em
vra. quae muinhase, em face da E cofiadi nos boam Veatinentoe
E porque asMsm concomome quetso travada entre o Reba- que e2rctherm* a umpy*e1w'de d a
taede do a .ra a'z qu4a 0 xdoIC CO eiNaU chefe do Crato: me i
poo daqr. Hta emergeaems am videpm- uses p--m

vene Sexstentes, emesbso de m n M ea Nm illM Eis outuv trmho:
temcis prollOagada entire elte s o rses-,-se +aP mMa u a-1

a Lniz, se aceeanaram maigo cdaaseg <-gigaN *** t a sronM- esaissi9 e ad pes, d s term, a

de se neuros ralcoreso* g ^Wa t-lll- c la,- pL . ,
A~par~x ado., a ahexa Quea a ri palpitar n'es- pdei- P
c igi e ldoei, o amno eas palawuan a e _a- Jmmahe oas rj gm tem I
ado e j* endo~ ava a cr do ro6^amerote? been entre o e eo ifl Qual opapd de am *- on She de al, "mseapse
sr.vel Anammim L ^lseama^, odaist a ..


Pdo mooPde -400 hmu
1.di -^"GrUOCfaael^I acttal? caphm o E ,ado que3B
., .- "-'* "e -. prin, mm o dlii
admB a- &wic, i^u int v- a.
,ai.sb. qr.aI lose a mzo id m- "l
do par ompehio qomugii ~i~uZEi~t


jum do jua mir Cum nicpi. aW e um


-- -


~e~, SaCEai~Jl


1 a WOW


- -i~-4

E


- :-


t.
.At-*


Ip~E;-


S a .)me .



a co


--.



oa ise que
e u stf, por s p



Eisumdos trrchos do ek
grauna que o Revdm. Padi
Cacero envia no dia 16 de a
ga .o p.. pao iS s. coroo
AMonio Luiz, em resposta a
que d'ee recebera anodia ante
nrr, negando o consentiment
para ser elevado o Juazero
municip:

EBtrebtto, lameato 2seutad
que v-, segamus vea u&o qneira aji
dar-me em as obra tLo meritiria
que traria detlitivamuete m ps v
Te, frm a* se m e, s

Eis outro period da segund
Carta que o mesmo sacerdot
escrevea ao i? sr. cor-..n
Antonio Luz, intereBandao-se pe
la conservaao da amizade qu
Ihe tinha e pelo desejoLe vel-
triumpbar sobre os s&us inimi
gos:

Na carta qae Ihe emir'evi, bem cA
]DO pdIdque povo thIbe fe z,
=1 tamben a-^ dei-Ihe em
Pwro detiia e cmuale oemwuia
*9mb; prvewa, e fmq a de
ipo de wri-e friamper erse a
iem de=ffcte, tdew'mtus todo
os bojtos de isdips~ie su& M W e n
ra s, beats que O6 a mudedieisn


Reficta be o illus e arti
ufist& sobre o valor do seguin
e treda, an que o aref-rdo ma-
crdnte cohecendo e receian.
lo oabysrno creado pelo illustren
efe do ('rato, em ao aisfa
er aojuto e opport m o pedick
o Iwo, daado assm g miJo d
wa.>o redactr chefe do cRe.

er improficoo todoedorqio en-
cesgwdo -m pr6a do mehora-
lento dc Joa&eircgp bd,
ortanto a coninmak o da lacto
w die queria termiaar cm di-
idade para aabem os adver-

o a recua, algianau considera-
S0 entimno de amizade:

-V. cem aMig. meu,Jes diz
n, aaderia me eapzir cheques e
-s< --de, qu anim
few ep o taeo l i a sa mu-



> ,anJr*r bem co m

umiiodaca a iuda ao
mdm oen o C


ue e,, vaa .^ Pik


Wissio-Velha, Janeiro de 19 1
a
.Dr. FiuOw B.rtimm da Cooftv



0

- to dC

Um dia, um louco agarrand-
- fur osamente a um home que
o aeompanhava, e, arratando-o
is bordas d'am precipicio, lhe
- disse- lacemo-mosaqui junct-
m aente e ortaliemos assim os
e nossos momes.
0 iOuco era um trangalhada,-
as, mas tore, e decedido, e
sote que o pobre do hom-nr
uao podia desgarrar-se d'elle t
Sfugir ...
Afffictivo em extrem:n, apav,-
- radio ante a immiencia do per:-
go, mada sabiao que fazer; per-
- dea de tdo a presea de esp:-
rio tao necemarla n'esses mo-
imentos man cruico da vida.
Um r anoeato! bradara-lhes
ulm outro home que Ihes sahi-
ra de freate c que tiha vist3
e ouvido o que se passar...
Um mmentoles bradara ell-
co voz nmais imp sa aminda !
todo o mundo pode lanrar-se
n'este abyxm; assim ao pode-
rio v es cbir- e d gloria, po-
is! Desam anmes e preipitem-
sedelUnoalto
Esta proprosi-o, eoos excu-
sado aqui diae, esta proposicio
ag"adou ao looom e sakvou a vida
do pobe hmem.
Cobupemndcrao aquios nos-


Ea que ato; pois ala-
achs assma pamat canafis d'es-
se dlefe ali ea.k, em

An6s do e nemayrlhasss:
"Iim1 o Jq d desta aflegoria



WAoarma-


-77,`r__ .. "


1


chan c ad3 s cas e envia-
da u'ageli a mma occasiAo ao
Ssr. 41ptn do Estaco
pelo respeakda .o Padre Cioe-
g -

!- si vez, d-lhe m
Iimia.e e dqe ma sO o mesmo ami.

||"am atplrehrvpN*-
n uga&e, eisfe;o, ie.tabeec,-udia.
et,-e tMAe do I a M cesaria.
Efperwe -' dB --s de & ,
,iw. Z-erd da ,!efluawiO d e-if
pove, qwe taubem 1ie quero,
qae maim me edsfmq.
E comre a-. a lineup i'7-

1 allade em obtrs


Nsio sa coe s. &. deante d'e-
a argeo noderi juStif-
car-e pemste o publirol...
56 demejo que si porventura
L s. aida adr uma porta de
sskida, o que nao creio, nAo seja
ado inshlto,-pois 6 a mais e--
teita que me pode conaeber d
pela qual o polemista se perde...

*(Continua)




fr~
~b2j -.~


O REBF8E 8
- I I I I^^ ^ I _ti^^ T.'. i I ^.'_.^ I II I I i^l l^ iii i i i -


COMO


SI FICA IR?


Main que comprovado estS o
que sempre diziamos : nao tern
o nosso respeitavel e venerando
amigo padre Cicero mnior ini-
miigo do que ease farroupilhado
chefe do Crato.
Inimigos da catadura desse
scelerado, ah! nunca os teve es-
se illustre e benemerito sacerdo-
te; inimigos, ah! nunea os teve,
de facto, nem mais falsos, nem
mais traidores, nem mais perver-
sos, nem maie infames, nem maiq
covardes do que esse abominavel
e asqneroso rapAo que ahi enca-
sacado estd...
A razao principal de today essa
inimisade tamanha a rebentAir-
se. agora, mais que nunca, em
catsdupas de insultos e calumni-
as e infamias que, -atravez d'nm
depravado... o fracallho do Tu-
bibs, sAo arsacadas a personal.
do augusta do sacerdote de Je-
sus Christo, como se v6 dos ulti-
mos numerous do aCorreio do
Cariry; a rasso principal de to-
d emsa inimisade, diremos,de to-
toda essa perseu cao nunca vis-
S ta, ter, como sabem todos os
habituentes d'esta 2ona, o povo do
Joazeiro proclamado a sua inde-
pendencia do municipio do Ora-
to, e ter elle, o tal anton&o luiz
pequeno, ficado sem a masata,
nunca menos de trinta contos da
rdis que d'aqui annualmentie cor-
riam para os abysmos sem fun-
do de sua bolsa...
E tal a rabia mais que damna-,
da d'esse energumeno de Satanaz
que as proprias iniquidades, as
proprias perversidades por elle
praticadas,-manda impingil-as
ao venerando eacerdote !!!
Alludimos aqui ao espantoso
movimento d'armas que soe ope-
rara no Cariry, em maio de 1909;
movimento esse, i que ease boc-
ca torta da como causes o Padre
Cicero!!! nmovimnento emme, po-
rem, de que f6ra ell, ease eamu-
lamnbado chefe do niquidades, o
verdadeiro actor, como todos
n6s o sabemos, como muito bem
o demonstrou ao publiO sao lon-
ge, n'um long artigo,. de que,
linhas abaixo, transcrevemos al-
guns topics, a sUniloa de Bar-
balha, n? 13 de 27 dejanho d'a-
quelle mesmo anno. Eil-os:


. .o chefe (as--
tondolds) da visinha
is.. diot for-





: ra

fle ~ f


Be


--se
?a
c1


yo/
u vj


CL AS-
UL-O
.' ~ ~ .


s I


dos direitos humanos.
Ao que' pareceu-
nse, Antonio I e i t e
Teixeira Netto, Joa-
quim Vasqa e Fran-
cisco Roseo, residents
na Villa de Aurora, fo.
ram os scelerados que
o Cornel Antonio Lu-
iz convidon pars toma-
rem A hombros a in-
cumbencia de acaba-
mento; de destruiglo,
fornecendo-lhes i u s -
tru e 6g e a, confor-
me o pensamento ge-
ral, panr arrancarem
acintosamente os mar-
cos da demarcagAo do
CoxA, requerida pelo
Revdm? Sr. Padre Ci-
cero, no termo de Mi-
lagres. -
D'istso tendo conhe-
cimeato, a'ustica d'al-
li mandou -s pressas
postarquatrocentos ho-
mens ao p6 dos alludi-
dos marcos, guardan-
do-os As investidas dos
malfeitores, que poa-
co resistiram, sendo a-
final batidos por aquel-
la iforca, fugindo todos
-m debandada para o
Crato, em cejas ruas se
alojaram.

Ora, o que a referida folha, de
Barbalha, dinem n'eses terms
foi justamente o que estava na
consciencia do todos e ainda
continha de pd na consciencia
public como um veredictusn
quo subiri mais tarde para a
historic do Cariry; foi a verdade-
ona e crki...
E essay verdade que uio pode-
ri ser contestada em tempo al-
gum 4 esta: que f6ra o desaver-
gonhado e trapento d'esse chefe
do Crato, e nao absolutamente o
padre Cicero, o factor on a causa
d'aquelle movimento armado,
com o qusl nao s6 pretendia art
rancar aintosaxmente os marcos
da demiuarcao do Coxi, como
olle memos atep propalara, wasx
ainda mudar a fitieWo political do

f6ra elle, poim, ao bandalhado
d'efae antotio hsi peqeuoS. a
causa principal d'aquell. espao.-
o' zmovimento, comno 4 certo,
e ji o temos por deals prova-
do, quo tern sido et a origem de
todas eseas desgraas e calami-
dades e misermu que m tern desm -
dobradono Cariy de 1908 4so
isfm m No, P.var de d'ae


mox mais tarde a evidence e
i61 i pino, occupianlnos larga-
4 -ente do orgamento- qua- acaba
de publicar;- esi faseinra e
perverso, que mandod matar on
i adefegoa de Pau Pseto. em Br-
jo Seecco, comno nindra asamia-
nar so Qoronel Lourenqo, em
Sant'Anna, lo Brejo Grande; e-
ae malvado, que, pror diversas ve-
zes, levou o padiwo, terror, a
desolahso wea morse i inieliz Au-
rora; eae malfeits, que atacsra,
atravez deaen c.&66 deguerra Jo-
aqaLu waques e Wft janisan s
a cidade de Lav s e Sao Pedro,
conmettendo a hi es atroci-
dades e torpezas,-como o demon-
strAmos n'ama series de artigos
sob a epigraphe -a- 0sa horrores
le Lavrast e Sax Pedtos; ease
maldicto, que, po tutsaa veoze,
plantara a desordem, aqai, e, port
tantas veses, ensanguentara esta
t-rra; ease d. Quixote de la
Mancha, que ainda-'ne nsmeaa...
e nas agonias de-teu aniqula-
mento moral aindat regouga, di-
zendo que este anto emp julho o
Joazeiro nla sera elevado a villa
porque elle nao quer,-eame eau-
dilho, repetimol-o, 'sme iatoneiro,
ease miseravel, ease degraqado,
esse ladrao, esse fascinora, ease
pervereo, ease malvado, esse mal-
dicto, ease infame, com todo o
despudor d'uma rascos deabria-
da e sem vergonhadeclara polo
patifezinho e desavergonhado des-
se ladrao de auAn es e se Tubi-
ba, e pelo nao menos eanalha e
seu famulo relapsoo Zusa de
Figueiredo, no cCorreio do Ca-
riry tle. 1? do eorrento que o
Padre Cicero fft o.mctor d'a-
quelle espantoso mravimento ar-
mado imhin.o e 199!!!...
Horroroso, mas simplesmente
horroroso, iato!
E' o caso do exclamarmos a-
qui como Shakespeare com Mac-
beth:
0 horror. horror horror I
Mas, a6 tu mersw ecachorro
guemo e efeomesd.-.a6,tua mesmo


esprtado que eo t a eom a parda
do gordo osisdo Joszeiro6 tid,
mismeravel pequeno. capaz
[d'uma montosidade ea na-
tureza !..,
E saqi oimgados, ama grado
nosso, s posto nal, t l. falta a-
bioluta de epaqo; cd.mi classifi-
car o em-r ahs d'eae ca-.
lumniAder ue atlabuindo ao
venemrvel ie Ci r nma ini-
quidade, q, .omo "hem todos,
t6ra elle '__ o qpspa a com-
mettera, qaw a proara ? co-
mo asa i6_. ? "2_


dois-ps e.Ljz caralhro qu .
de b6a fM tentara lavar-lkes a
cable a c abors ...
0 iBustmr anigo e conspicuo
cidadaf, coronel Joao Raymundo
dc Macedo, suppondo talvez
que esses skcerados tinham e
tern elementou para nos fazer re-
cuar, e, mais qua tudo, interes-
sando-se pela terminacAo a derri-
;a, a lucta travada entire a nossa
destemida redacigo e os covar-
des redactores do mondongueiro
corsario do tal chete acanalhado,
tilegraphara-nos, bem como A
elles, sabbado passado, nos ter-
mos seguintes:


iedacwo Rebate


Joazeiro


Desejoso paz, bem estar cor-
religiearios partido repblicano
ceareaee. lamentando tucta este-
ril tavada eatre essa flha e
Correio Cariry, resolvi ir at6
ahi e Crato promover accord.
Haera possibilidade? Agora
>mesmo telegraphed (Orato mesmo
sentido.
Saudaq6es
Joro Macedo

N6s, qut- nao queriamos, nem
queremsm paz corn essa quadri-
Iha de tubiba, gallinha d'agoa,
napoleo dos alambiques cornel
pamhacada, chico espavento, etc.,
pois temos plona convicqIo de
que havemos de, em toda a linha,
rcchassal-os, reduzindo-os moral-
mente A cinza, a poeira, a na-
da, ainda assim, attendeado ao
real merecimento do illustre e
conspicmu chefe de Barbalha,
respondemos-lhe o seguinte:

Cel. Jolo Macedo


Barbalha


Em attenlo unicamente sua
pessoa estou disposto ouvil -o
para saber do que se tracts re-
almente.
Fatretuato, muito lamentarei,
si o illustre amigo FOR TRA-
TADO POR ELLEg, COMO
Ol 0 NO88) AMIGO DR.
WARIZ.
0 amigo bem conhece 0 ODIO
A' SI VOTADO per elles e a
posibilidade de desconsidera-
Emfim, re mo amigo, estou
Sdispoto onvil-p, .
Suadapoes

Padre Joaquim Pez*bto


Coino ve o public, si bemrn
demonstrassemos ao illustre che-
fe de Barbalha o couceito em
que temos eases patifes e patrol
nheiros e calumniadores infames,
*md.-, *, ndo attarmos emi
accordode specie alguma, re-
velamos, todavia, a superiorida-
- l; i sa t.awa atfig.. r


do Lea


doplr


V
~2~~~


| eBo M of .icwsez, so-


e m4,eu veg LiLA, ifas-
..


mes e covardes, tern elles aita
dclassificacgo: s.o generals do Ms-
t do major.
aE' mais uma prova provada.
cpmo exotericamente so diz, 6
mais uma prova provada de que
o& que elles queriam faser por
nieio do nbs e ao padre Cicero, era collo-
carem o optimo do amigo em
ui piano egual ao d'elles. .
SE foi jutamente por isso, e
tAo somente por isso mesmo, quo
oi caualhas do Tubiba fujao,
e do oZtza-Gallinla 'agoa, os
tae$ escrevinhadores saiaguezes
do sentinel corsario, disseram
que a Barbalha estava de accor-
do corn elles e corn o degenera-
do Coronel Palhaeada nos insul-
tos, -nos improperios, nos bal-
does, nos apodos, nas injuries e
calumnias atiradas ao virtuoso
padre Cicero, a todos n6s, A to-
do o povo d'esta terra! Repa-
rem que-


3lk` tcoubltcir..


lbtristn ktrio

(Cmoradtt CrdoS0 M iiM
Temos o prazer de registrar a
honrosa visit do distinct) amigo.
Coropel Pedro Cardozo dos Santos
Monuznho, membro da respeitavel
familiar Cardoso e real intluencia
political no municipio de TPorteiras
ende reside, us aprazivel vivenda
do Massapg, feita ao Jo.-seiro e ao
virtuoso Padre Cicero Rom&o Bap-
tista de quem 6 sincero amigo e
compare.
Movo altivo e independent como
o sio todos d'essa distinctissima
families que prima pela intransigni-
cia de character, e leal amigo de sen
amigo, sabendo que o seu compare
e amigo o venerando sacerdote est&
sendo victim de injurias do Correi-
o do Cariry, coin a hombridade quo
Ihe 6 peculiar, voluntariamente as-
signou o nosso protesto,declarando o
segainte: si ben que uno aeja resi-
denteaqui no Joaziro,todaTvi reco-
nhecendo o Padro Cicero Romao Bap-
tista como um sacerdote virtuoso e
bonl, amigo da paz e da ordem, pro-
testo contra today e qualquer refe-
rendea injuriosa' a elle fhita. e por
isso me assign.
Pedro ardozo dos Santos Mou-
zminho."



A qi vinde de SantaAnna, onde
goza de prestigio reaT, a negoctos
commerefaes, e dest.cando-se, eoma
sempre pewms elevado. sentimetos
de -ignuadj o a wo dist*to iet
particular amigo Cronel Felinto da
B xan tet at. saiai gile
corsariodo Crate, feita a revM!-Pe.
Cicero que 6ses amigoe padriho
bem cono-&essa virtlosm mspms, com
a alMa-,qW Mp teve.


Metrtll


ao m a eno f



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S vi.rM --id W aud Fr,' e di S AleaSFr L s
a ei Jar, ftr* 1A d-Ie
-- i_ tcabuila I 7a. Jam
m ,ras e saeta do Joa- e l
ca ,i z graEde cvardia. ~ a o Wenomea-J bewa s 1b: 1i-s;r l.r, StS-"
a tsse desavergoshado dr. Ta- C WA "m r. r O ,- |.- " r rG anIes Padre iinl a e0a saate Ba"
hju .! 3efltai how.; do a 0 KnasIso Pahe reran OR sumStBe.
Qa w m2 i e inira- amig, o, Reid- sr Pa- ~o e o ms '&e rda- Ci MEi1 S Sti-
& "puId en1W e a amaima
p~~rrera do tC .pe Stm dee.s &.3nagea soa&-t qs a e~ e ji atw cp a ari r sia ar-


o lia ocoimme ttmade o cri- .W0,raa m ats. Mtee Jo io dw
_ Tso C nera.M aCnc ... ..& s ,.fasson o 1ceeso 4 dx' enes-a togra o Ietanto. M e C
#!am 3ie -3 d -da e e ado tira D aw& de wa nfle ,amacinlo- Iawnin JO 4 bWIu.Joso Fex-
Eno ide al iw s a me0 =azo n e prcxesz *obre e a] na dfa de-am ess& fe- wI %' rSam i-n Vini,
do ea eifac wiro dte qc I" 6 e p iM Ewarits da piaMas J e Andre
-o a--.--- e --r.-r. ,n sah i e de read import-acia. or- s as oas aras, o asr a-ms Veeate JoaqaI dea
a roa oje e qua she a- adeser aapopoul -2 s enem as e ate nossa a uma. Mausel- Jsario do N&-
adodo p& a eaba e eca- mP eeur9 se6 a e, cigadw pea gr wra. Ja B'rr di Sa. ,
ita d_ sea. ,o n--, do ~ :.,, o -at-pestado par menhuma !d a q. e elde tza na.ma-nrimen- Ser
tad-, 6e Lersc E'-JC^? QL =:-, I ra1. Francwee Bmerra Sobral.
qe. pkoara:ao e do d 3sUi ota Ahe -'-, esaisas ceRes. t tm -a jas At.wie Bewm Sobral. Manoel Be-
oi2Lai. lidcad n e o a- -~resair I ce, por. aso,per or a pm"a zew-rra _S.4raL P:Ae rorrm bral.
Os ,Os sus. a. casan~ias e d Ai*a pwbfic-aa, o des- a Beerra Sobral. Serrat1 Janas-
: .abrias aridas c ardene m ato 2 fo.-mal rigo d 'oze- rie do N eato, Velpraliaino Ja-
=tace do- Revreado S-r- o d'ag a oi aQ.:oda- r .. At
a ainsksaanm 3 ao 0 ang-X aae o 0mam eaeb5e. pu blcado nE o da Sila. J
d.. dscr -pead&. i- -.-iad. di o- -annca! varam intactas -ea-ido Crre o e -wivrj S& Mr o rasimesto. iManol Mt:
famL do e caIh iand dean- eL 'for de replso en-tra 1" de laneiro d waste ao. Ies do Naw-eato Filh. Pedr
d tradamet* a at d aa ms rochaos de sna dad Esta cumpuido o ssso deer. MXu do Nawiwmti. mo Ber
ra a' i e&Pb- en s to Pad,- -! z P C -rfi d e 4.Su Se b t'-d G al Ii.-
ra V S- e 4.e e Padr e. o se poo de or Mw. Antono Pedro de Araujo
Cicr-. dere e-a mzar-ae De mYdo qe pro.a-o- VA d JoWro do P~Xare Joe Pedroe G talo, ABtonio Mare
tsgirid3 d estan a oa soaeadai- 'o tango pelo efero p x k kcero, 2 de Iane.ro de 1911. !as s. Jose Paalo da Silva. Jo*1
de q-.e o ~~-. produzdo na alma bra.ca de Aatoajo dos Santos. Jose Antoni
LDee me~moeetcaar-se. ean- asso enerado amigo, come AN~ ji pBi 3as--19 lUs4to Jo PPrITo da irez
b ., i K" .. p7oo a c ra d'e -drix~ vimdt) Jose Bat;,Lta Olivrera.,
-2J --kPere:ra de Sora. Antonio Lui;
c-. no~ca pcr sem~-ens___o C uos-sem rspoFsacLdades per- "- nzs ie Franca, Jos Joaqaim Pereira.Ma
rg a e nca tev. T mt a que eel aos e:ivolesse aoet Pedro Baptita. Ananeio Bisp
re *-ei5 ... am seu grapi. aega'do sermo- C-:4e Adlpl:T van den Bra-. Selfber, wiz N>oBat de Abstez, Pe
Ts comiek-30 trta eer. see ami-as e estarmes em ASiAan.& G- da &-ra. Lain C t.dreFkancisco da ra. Jds Seba
da Eie ando djs i a 2^ ga Jo& Tem.r- de. 4a -vmaa- Bispo. Minerio Faeundes C^
sa da r-aida-Les e m"sanra qm~ hamonia co-n e esaquandodis Maa r a .- a im B ,
(A qae mia -,. F_- m. qaa. J< Ffz-we LiaUn Binda, Ma
a -al-ha e co.nimia a asoalr aseam qaue os taem o' &~i, MX M de Olivira, Frads -n:*1 Correa Silra. Joaqaim Jos6 do.
rpe &rd& de sez a an chadc tt war 4, Vamro m e Lo upa ga pkus, & a M P- Sapte, Jose Conra da Silva, Fran
parzte. que i ha i itos dias a o ng e. e da Sia, XMael Gulerme da cias de Oliveira oss satos Pedrt
S T vjese rafeiro de cIzinha _lwa, .Joio Jzamw da Sila. Olympio HenriqLae Almeida. Joaquia RosNa
U -a o fJeno ea& Sara, Astenia Jeea do esiento. Luiz Cordeiro da S4i.,
b atrNocW7nhoder teato. everias Ja6 do -a&. Maned Came Ferreira. Manoel Jest
Te raso esse ciaw: pi s i no Rio de Jaw oad cieeate, A tolpa. de Meama Sil- Mello, JoaquiMar.oel Beates. Frma
ad.orr. rj cwda nie i' cria- pr 9 annoM freqenzta mula pri- ra, Antujai Naciet da Si d i cteo Jos~i.e Gai es. Americo Jaceo
raboe=; cacborro que tas r-as mria e nads appre de. e traz- Jo oChrispiq da Sdira, Jaoe Xanier Costa. Joio Marco da Silva. Jowi
procara modwer a rgte. o dono zaz tanpanoo.e per aqui c oiveira Fil. Pala. ageio dan Jcaqaim do Saacto, Antoaio Ferrein
st detscAFetAeretnim M. des ~am- Barrn, Joaquis Pereira LUa
de're tel-9pr o ,-,.ma rn ee.. a etA ee... --aioao..dtiaJ, Ainz A. de i, Joi Antonio de Medouva e Silva.no
para por te meo ear. q al- irmaos adma itado tambem e- alae de Catoe, Seriza Jae do* el Rfdrigae* da Silva, Manoel Anto
gum do trancum e ie ta-Ue vo .. levIon o cotado detrzo aatm, Mamoel Foreatimo M. dos Ao de Pal Francisco Belirin
a p ~. de sea proprio -tab x .man tosa, Liberate Fraao SaI, A1- Main, Maanel Alms de Maria. lano-
E shL tamos s raque es dege- tre panros de fac do nego eoai Li Calakae. Jo Min61 ed md o Pereira Slva, manoel Anto&*
rrTado Tuiza, eacho-rn de An- Jio Raslonm o Brabo. eoe a do dm &tOs. n JS4 1aM
tonio Mzta- Va a rim cha- s-arda local do Belem, a qmu Alftre Aysi de Xtz sa a Fraacs da Slna, OsteAlves d
mado na erra do Ararpe o che- ta OthonieL Aaroltabso Beaina, Antoanv Pedro, ISilva. Rommaldo Alves Pereira, Li-
ft d'sta terra ji tem muordido Noto asqui de psgam que he lamoe Victor Preina, Fmrancsc berate Fra.o Sobral, Antoa o da
e tanto outro w m proecrado voeses typos que apahIaramn Aaido eS~, Joe At~ 8- Souto, Jose SebaStio Fiho.
oem JamLpsio .,do* S Mmmdl JosJ Max -m de Obiveira. &oao Mar-
morde, qua ao mweadmira. n&-,nechum procure vingar-se, noAntoio uit, ao Peracelinodo 8=W, jotda'lvaSm.
t ando eo cuidedo om n Ie tando aind que de todoees o Car JJ Prera doo Cauo, to, A-niat Gen es FraSo. MS-
o doneo, ~om o tearn ad, en- qae vee m-si so-tnemo e ver- Felippe ILs de Olieirna, Maael ame A de sontamas, Ce.i io
tiarem-lie peko eaoado -ml co- gobha toi o Jalio Pequeno, par- Pere ra de ^as, Joe3 Antonio do MaximO de Oliveira, Heiricio Ain
mis de rar ... qaue todas as vaes q-e ete e _e s-ent-., Marrrlma de Uoiveira taa Lima, Hilario Aagwt Lima.
E -i istosederpois que lba d -atee -'-,,-- =,-, too a do 'do Pedr-
corn .aitu pedas "le, algmaa prO e.spr ado a ponto de a" ae o .rTio, JrLFsugario da mente. IsAo Jos6 Ger, Joso Jo-
te ma cabee laengems e e-- hir pelas edaeds ... va, Atnio Cmpo' de Oliveira, e de Maria, Fraaneo Gomes Be-

Poi qu hns todo, hab~ta- ais que inguaem ignore, ega 'ietta FeTer da tonio Virisse da cta. Joes Mar-
tantep d'esteiddae emno. i -ie, OB peeior ainda et rser- s. *m -- i.dSi_".. .o. mu
to . e abmos . .. vada eme fEhuieiro e saladay vmo Pirn tie t, Jose Mre sunJo AMBonio Marques- Ai M ,a
Aqui memo a'alAtea o Pi- a ee deaado ladrio dr. To Netto, Filizsolia Feix de Mells. bhin Lyra. Oleoraris Balb inede
o Pequeno, irmao d'ee wuera- bib jniz aniuriinto d'eta ada- Mana CnegUa4es dm Saats, Jes Lyra,Jo quaim Babi de Lyr a,
vul chefe .. apsahoa do tacode, eujos aiimigos nqui se KiO1aom. d Cmrialk, Bellarpise s- Heariqae Frapriace di Elv., Aato-

o iLanufelem 5eno .xar;,na b ioeddae. -sadaSia NaMe Agr- cero mlo de ails, Bone Vj.
o Agusto Pequeno, tambem ir- E temendo ei o memo que f. da SvaMeudo,, UmMbeie da cete Fnamia, Jee6 Antumi. Fa..
ase d'esse ehefe.. .experimen- ~ degraea donor d'ewecdcor- ilmm ei a, Jlio da Sia Mea. des,Tras R.a da atln. MmX d


toU bemn do chiquerador de ro gafento o tra prezo por ums don Jun A.lacre da Am i a- IdOrCO Ba, ,n I".L

'eutc; o Jovno, tambem irmao eussamm on tra VS.e o vOWe- Fu a
femeoefe ,.. lev.ou m /ridf rado Padr cero ebe. qe ao rasidet sqa
eAn*auoonoAmericanode Brito Ma- VTs pmas adOsute o ,,: 11irsIEn w today* is iena

de pchefl esvo a um a ................. ... fi ia i s
~ 4r CW. airu-wtai4- Qmr.u, d
plus ~~~~~ ~ ~ ;s~ ru dotn o*a kmn~ aea~N -
Ju5. ~~~~~ ~ ~ ~ QII~ Pju~,tmenino iatd nimn


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he OWivrd- HKarqlwa Elia da F:r-
mndo )Jaq MeF de e .--rMaw. :.
Jmte d MFria. de &Iam'o aiz-


Gme~ de iant ., Asto-Aie de -


emra, Jo aAires OlivF-. J.
roaqwM de 3fidw, If-M, ) iFM a :







AlN Frga-e demai aem s a, ai-






culag' d'esta n 'ssa fo.ha.
Pedido tde a signturas ros

pelo cotrrelo, de dentro e de i;r
Jo eatdo.
t o sentido de attendermos .s
ecama d es que nos rem fe t
G-signan es de varts points da
Un. da reso:vemos crar d.gc
am corre i para PIern mbco.
$So assim corn mas tse sa-
r p-deree.nOS Saisfai as
eAIam-aes de nasa m iS a c.r-

osagnamt*.
PeididcA- de a sign-im roi















Acaba de chegar da u e.pine
-o estado o di.inctn c~vaiheiro
nosia bom amigo nos tern Jo
Sobreira, houraao negociaz:e
espraa.
Cumprime" amol-o.



Os trabeahos de car-egame nt da
le pemras para o P caamucto

m assiciddom mtis amse Sm-
pe animadoa.
Avan:e! a va nte!
J stado o disi cvaheir


0 Zua Figueiredo, conhedo
por Galinka d'afo,, o bodcaio
do Crato, sobrinho do tal Z& Bi-
lWto... atraz do mtil& que o torjao
Lis palha~qda Ihe di na camera
unipsl aror"mse a jorma-
usm perdo da MniitijcoS
raXores e muoiado cmm
revelhos ta nas -
'ga-,c&coPs dvidro e -andos de

:; .a je f iaa a
de poe de m u."am
GamU9 Ah es ga $1 e a s mJi
mfrrwdsdo Tubo u a
r fnwibm 3"I lag !gu1ds
hardd him




o ,am. .
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