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CEARA-BRAZIL P agua ab Demonst-ado come fico meu ultimo .rtigo que o re Padre Cicero i.nca hosti o iTll? sr. coronel Antonio iz.nem tao pouco concorre ra a inimizide existentee p rei como a referido sace nao tem ameagado r cionar 6 Cariry si p tura ogoverno nao cer ao sen omnipotent der, presenteando-th urma villa, sua idt n'estes ultimos te conforme s. s. sasten pensadamente. Como explicar tanta ir xao ? A base de qualquer d sao e a seguranca de argu tacao; e o requisite mas commendavel parsaquem di 6 poder provar o que sust< Quando, porem, um Mnd anima-se a descutir um as pto, maxime, reference a alheia, e nao podc sustent arguments, por falta de p couvincentes, exp6d-se 4 das decepcoes... E' muito melhor e muil is digno perder pelo si mantido, que arriscar-se a< conceito public, por ter-s riscado a tamanha teme de assumir as responsabili de uma discussao seria, cendo a deficiencia de el tos para sustental-a. A responsabilidade de discute, saiba o meu illustr tender, 6 muito menor p o articulista adversario, q rante o publico-o juiz in al que os fiscalisa, torma juizo nobilitante ou depr sobre o vencedor ou o va Entretanto, devo dize me cau sa surpreza a desco racao de, que s. s. victim 6 essa a sorte de quemrp escrupulo e se atreve a re a dignidade alheaa no pe nho da difamafae... Nao invejo os louros meu illustre contender, po suggested ha de colher lucta.. Ora, disse s. s. que o R Padre Cicero tern amewp volucionar o Cariry; en to, na cita um s6 fact q justifique... Em outio artigc, tratar mnuciosamente d'este point aliAs, d muito interessante a I 0@, 2 5. desejo, allegando, poi", que, pel necessidade da onserva- 2 2 O 7 co do equibrio polo& precisa- * va ser ouvido o itlu re chefe do Crate, da qual cidde tinha III de ser desmewmbrada 4 a lcali- dade; si s.,. nao quize esque- wa no Affirma ainda o illyistre arti- cer- se de que S. Eoi.-.no anno svdm. culista que o venerando sacer- passadopo-r cartas e 4telegram- ilibara dote quer obrigar o governo a 'mae revclou-se, de b68a vontade, SL,"- obedecer ao seu omnipotente po. partidario d'essa "deid si s. s. ra pa- der. finalmente, nao tivesse o espiri- rova- O Padre Cicero nunca se jul- to rebellado c)ntra a verdade, :rdote gou corn forgas para tanto; e estaria convncido de que opro- quando as pos-uiase, teria, co ject elevando oJoazero .mru- mo te it. o senso bastante para nicipio 3ra apresentado no an- revolu- nao affrontar a quem deve obe- no passado ao congress; pars es- orven- dcer, como home public que te anno ser sanccionado,e, estou obede- tede o e. certo, nao diria que o adre Ci- 1e corn 0 qne elle fez, bern como o cero quer abrigar c overrno a 6a fixa povo juazeirense,foi baseado em obedecer ao seu omnipo ente po- empos, um direito conferido. pe'a pro- der. - ta irm- pria lei que nos rege,-p .cir ao 0 que o .Ex.? Sr. idente governor, que sempre soube res- do Estad. rec seeus dispositivo. testemunho, mas, que a. s. gra- De modo que, i o governor tuttavnente despeitado no quer isuen- obedeceu a algum p.der omni- admittir e nem seat remorso men- po tente, foi ao da propria lei, da ern negar systematicamente, 6 a iscute qual elle, representado pelo e- indiscutivel autoridade moral merito estadista, o Exnio. Snr. do venerando sacerdote, a qual viduo Dr. Nogueira Accioly, ', tern s. s., talvez o menos compttente, dsurn- sid,, e sera o sen guard field entendeu, sem mais nem menos, umhonra 'este Estado do Ceara... que lhe era facial provar a sua hnar a Quem pe fe, meu illustre con- ndo existencia. provas tendor, nho imp6e... E si s. s. nio sabe, fique sa- r Aldem d'isso, s. s. deve saber, bendo: autoridade moral nin- no tmundo social s6 a lei sobe- guem consegue com ameagas, rana e tao somente ella faz so- nern coin simulacros de poder; Silenciberanos e confere soberania pe- mas, unicimente, por meio da ilencio lo respeito ais auas exigencits. prudencia, da reflcxlo, da vo- s des- E sendo assim, pois s. s. nao luitariedade na pratica do bern, srdade serA capaz de contestar esta ver- da abnegag o claramente reve- ridade dJade, nao repetirA, creio, que o l-da, do respeito is convenien- Sdades Padre Cicero imupoz ao governor cias, e finalmente, da attitude conh3- cousa algurma. circumspect assumida eam todes emen- E mais: o referido eacerdote os actos e do interesse decidido quem n"o foi quem pediu, mas, to so- pela elevagso moral do povo. re con- mente o povo, em obediercia A Permitta o illustre contender erante propria lei que conferira-lhe es que me anime a orientar-.he ue pe- se direito.8 "sobre estas rudimentares nog6es ue pe. c 1etoj de moral pratica, pois, asa.m o nparci- S. s. nem calculou, quando e poralque, pel pos sus artigos, ae o escraveu semelhante trecho, qne fago, porquo, pelos scus artigos, imentdo o escrve semhante tr och, que percebo que s. a. ainds nao as imente derespeitava o Exmo. Snr. Dr. conheee bem. encido. President do Estado. o consi- Eai, em lealdade que r. nao derando digno de uma affronta E caractrizapero poder pres- onside- e capas de negar um direito de me carateriza;pesal powder pres- i; pois qu'ellemesmo reconhece a sina e Quanto so que s. s. diz que o erde o existencia. Padre (Qicero quer a villa de Jo etalhar S. Exc. possuidor do alto tino azeNro'come um presence dado elours- e elevado senso, saberA desoul- pelo gotver, nada direr, porque par ao illustre contender esta prefiromais que o public suppo que o leviandarle, e comprehenderA nha que s. s. escreven de ma f6, wrauto- que s. s. incorreu em semelhan- do que por ignorar que elle, P n'efsa te falta porque uAo scube dizer governor, a&o pode pesemear a o que queria. nimguer comn ua villa ou uama tevdm. Si e. s., ao menos, se lemb.-as- cidade. " cilo rg- se de que no anno atrazado o Na estambse n Rusia o n itretan- digno Presidente do Estado, sao perisidstaes cmaessees.. ue isso quando o Padre Cicero pediu- E qudo dwehei o p- fosi- lhe emn nombe do povo para ser sem eGi eiels s w. na p. rei mi- eleva o o Juaz, iro A mmunicipio, dia extranh .r que o governo a- o, que, lissera qe estsva de accord sim o finesse, attendendo quie o e. corn os juazeironses no just vene.,ndo sacerdote, aqiem me e refiro, fora quen formara o Joa- zeiro e quem o desenvolvera, fazendo-o progredir, A ponto de hoje, ninguem pode contestar, ter cond'c6es e elements defi- nidos para ser a maior cidade d'estes sert.es ... E si nio tivesse o acanha- mento de dar um desmer tido pu- blico, a s. s. poderia muito bem lembrar-lhe o orcamento da Ca- mara do Orato, no qual se en- contra o Joa7eiro como povoa- 949 pagando menos que e!s I cidade, dez. rail reis, quando as demais povoagaes pagam trinia e quarenta mil reis. Deante de tantas incoheien- cias, que alguiem consider me- ninces,vejo-me obrigado a pedir ao meu illustre contendor quo se corrija, afim de que o public $s:ttel-ovem n mhor auta. e assm imteressar-se pela leltura dob seas escriptos. Continaando o illustre con- tendor a empregar o maximo es- forgo para insultar o Revdm. Pe. Cicero,representando o papel mais digno de cenrura, corn a mesma desoriantag o de sem- pre, disse: Grande ifazendeiro e 'a- gricaltor como e neste mu- nicipio, 6 tambem, SUA SANTIDADE, um TER- RIVEL IADVERSARIO dos pequenos estancieiros dos nossos2campos. Como sumpre, P. s. n'este pe riodo torna-se um rdo confesso de contradicq6es... Si elle e GRANDE FAZEN- DEIRO E AGRICULTOR n'e- ste municipio, 1 mais nma prova exuberant da sua utilidade n'e- stes sert6es, 6 mais um desmen- tido que s. s. dA a si proprio, quando affirmna ser elle- UM TERRIVEL ADVER- SARIO DOS PEQUENOS E- STANCIEIROS DOS NOS- SOS CAMPOS. Elle nio e um grande fazen- deiro n'estes sert6es; e quando o fosse, caso o municipio do Crata permittisse larga crea;go, que prejuizo poderia dar aos pequenos esta'cieiros, tendo os seus gados soltos nos campos ? Poderia a. s. em hypothtse absurda dizer -- pelo prejuizo causado As plantagoes alhfas. Mas, em tal caso, cumpria sos doinode ro0as" cercarem-nas pa- ra evitar que isso aecontecease, e ainda assim nao poderia ser iacusacd, visto como d praxe crear--se no aberto e plantar-se no fechado. Entretauto, coma jA o disse, o revdm. padre Cicero nao tern faienda de-gado no C(riry e muito menos neste municipio. Cantando e rfldo . (29 janeiro 911) A questio en- grossa; Tabiba,a) que nos conista, vae fugindo;o Zu- za, GaUinha d'a- goa, j6 comeqou de -empapar; e o Tonho? ha de aca- bar... doido... Eita pan bota p'ra cima, Bota p'ra cima a questao?... Quero ver quem sahe perdendo N'essa grande discusslo!... Tubiba ii vae fatindo... E quem diz e Ze Povinho; E Zuza Gallinha d'agoaf.., Sasteata o 0apo biohinho!... A cousa tmais que damnada, De fazer arrepiar... N'essa danqa da palavra, Doido, o Tonho ha de acabar... E Tabiba? j mnui long Dir&: mpu Dens, nunca mais!... E o tal de Galinha d'agoat Rasgar-se-A pelos ais... Eu, cA de part osr.rvando, Quando entao ver tudo tindo, Arranhando a minha banza Pnlarei... cantando e rindo... J. Ferreira Poi tanto, e. s. faltou corn a verdade n'este ponto, devendo nao mais reproduzir tal assergao para nao revefar o prnzer que tem em p-rsistir no erro. De facto,elle 6 um grande agri- cultor, e n'este como nog outros municipios; e por isso mesmo 6 que ede, em lugar de ser o TERRIVEL ADVERSARIO dos PEQUENOS ESTANCI- EIROS, o maior amigo d'el- les. Porventura s. s. acreditara que um individuo plante 600, 800 tardfas de terras sem o au- xilio de trabalhadores e de asso- ciados nas.plantagoes? Si 9. 9. assim pense, pode crer, 6 unico na- especie .. sem par . . O men illastre articulista, tdo somente preocupado em insultar ao RevdT? Padre Cicero, injuri- ando-o e calumnnando-o, nem reflectiu que, areconhecendo co- mo gran4em a gricultor que o o salientava comti uim ho- mem superior, ded&ado ao tra-. balhp. . Que pasmosa contradic;Io.J Quom declama contra a digni- dade alhela por systemati a ao, necessanamente ha ce conteosar I, a. A * _ 2 ______0 REBATE__g bico par faha de escrupnulo ma Creio, per terassim Steeld o, No, pJeeia indagao 3vendade. -na enee a nid-o Cdtionvuauoa cheio de e a z a d - oes, diese s. s., am'Ce s -mF r pno a=os. I. raz %i-dii a aiM mi -na- armgo a que le t&ers: c Ae e MR d & a Ce0 -d ...o r. PeGIew.,o mwa Dmrnab d o ar s caetism d S p a r o qu t I- tado sb s- sido eme- &euekrr-ias dip Ca ; e pro11 p a y der e D omedas em a nmem nosq Re tern am. n n e a m)a questao ma cabsems. awacaido r ownlatcmaw W o *ow Chrary, Gueme q0oe hha de ade de o Carry, c4 gnors, do-a do E-Rad1 \de caf te daot ds qge dM oe ba . tado &a se crve damSe de se w do see .mwipo*armf .edr. pr- E fai pOrw rq" e ek PN- mwnpotese pedwer, preketlea@- ewneada-hcam WVU uilla... oeC Goa an sem a cars d do-iCe conm ttma vill, a sa 4iia Para melHear aeeMr o ai o ltmaWise de dO .m a'ertwes aumos tempo. e Unsta a~dnicuta da m ci wa a e eww fo p usg di r affirrou no trecho immediate: .rn oi Padre Ci n'esa a* 1 -qdesaaoe do no ddipcado e 's d r v- 4 u h 4 lm NJo Or-Cpa- oaOere, mr- asamso torque m iee revelon, eCrad, e Mft CO eMdialJ- Del Amtouio Lmz, em ooa-' EataTido francamea e bom o MS p pr e S ade que sempre teve de man- a e a uwao, cwaqu fir aINV noiw&-, Oma t er imtacta a amisade cam o -, -Desse so M tuinw-e peregodvigra& tato iD1"'? sr. corrmel Antonio LTiz, dis J Ai, jrd eif ll da eaws commercial, acom- dir me--hei ao trabalbo de trans- pdi. A de pee- aoeado driai e s crever,'tr-chs das cartas a este grode doe. rentDes q e ao e Preidtene do Eta- E aii lia p r- sm. meow, Crato e que entemn today e ido caiadas par efle e per este tao so:' e paa aneg a qual quer rela o com Q poI pas e g2r0aat an istmre commercio daqui. o Coams. s. intepretari o pero c~efe cra se quantDo coRside- eaaoento.do Ieferadr sacerdote raa peLr veia a deir& 9 que a c .ha rmaicr vantagem pMano i egaWinto trecho da primeira eie seanra-se ligad, que, ago quam defense am innooee, 3'- cartajderigida so Hhtstwe chefe otente em falar eam mea pw- justamrente accused, do qne a do Cto 1... prio noame, quwswdo qe o sP-o incoherencia da argu.entaao juaBerea-e etaleeecesme o -es- de quem o accusa. E cono csrawtwe que oisw e ie mo 4e mmecol m'iw deaaRa que: S. s. abordou um aspumpta, QUE MUITO ME HOKRO, SES- dsN o te a aahie. quC o U10podia ser melhar para TI EaSEMPR E, en s cio, o a e a ,: s . -0 convecel-o da supeio ridade srdae eos disabo relm dre Cicero, a qum, no sentido ta ea e sarmiAs e per wie, i ceditar, e aos, teMand tal o- ironico, o chamou &k *An O, INTUITO iDE VEL-0 I IMPOR-SEuI na, mwar*me distenciwar-4 J- (tanto assim que o disse em gry- A' REAL SYMPATHIA D'ESTE lit oGmeAe, on msemo cufrafe.erf 9 pho) cerendo talvez charnal.-o PQOO a. 'ese tmode0 ANIBOS D mI",. d e wspset. u - cnporm pe1 COdNSEGUIeMOS A DECI- tintWifts Av. &. com piitie e cnforme ede o odi de Ar-A OIA ENT EO oi .d aqu Veja b chanodo exermio... DO, desej, me rtalie esta asp iUtre .eadr) unoerf.wrsi- de Que o padre Cicero d'esde o raao.- astrm toanHa iiaide em nee es anno ,trazado. quando de volta pinto, pela a=si- reSmoTermos . do Rio de Janeiro teve onheci.. Neste period, creio, o te memo do oecorrido aui, nesta illuire contendor encontrari itoi a war soa Is pree localBdade-resolreu intreea r- sem esfor.o de refiexio, a prova on de caprieh quae, -aem de dar- ' se pela elevagao do Jaszeiro evidence da amizade que o Pa- mom o teseumnho maiw vivo da ae- municipio, e uma verdade; ma&, dre Cicero tern ao ieu bervo i derTigiado-mos 6 aei-t parx inso coseguir nao empre- stal e aos ens patricks, be = ...amte V. L.dejm.. ue ja gon meios de violencia, nem to comao do real interesse qma tinm, j a cin zier efiaL U pouco consitiu-se espada de pela conservacdo do pretag m ieo ( ms sLs) Dawmocle uobre as cabeaw dos pessoal e politico do ilmao. sr. sgertema* triuwpl e i as urwn s habitantes do Crato, comforme s. coranel Antonio Luiz, no Crato S. affirmou, e aqw no joazearo. E nao kirafr smomensesme E vi o iflitre articulista pro- E moo nao ser asim, sidele j ani vevsqbm d curar bem se informer d`o, ha pedia ao chefe do Crato para Ao e boa ivteaqo ieste wO de saber que o mejo de que o esforcar-se em prol da enanci so iBustswe chefe do Cato a'esse revdm. Padre Cicero isnpou pagAo do Joazeiro, g gMt j; docuaento a que me refio; eias *mno o anno atranzado, no mez de eMaf-X A aj hA oro: Julbo, foi-pedir ao Preuideate ft ll 4 2 do Estado; z cmo este ordenas- S. s. s6 poderi contestar esta Vegsa c.mpes axe cnsosea se que oeuviaee tambem ao iPo verdade se preterir pe:istir no u f eala ssiveae (am- tsr. coronel Antonio Luiz, a este r&o. "bsvr aSi l ?' wre tawbem pediu; e coo por evte ELs outro trecho d'esua mes- 4 as &&A flieam (pronse At- efBm Ike 6ra negado, per car. ma carta em que o Padre Cce- tagae iliti r U3ObqiU) 1a1 g aas iaas que deoa, pzomena- ro,. revelando permeber c juimo tase ivsem em eoamtrriw. do, posse. coseordar no ano desfavaravel inustaneue a si passado, reslva eerar, sea, fstao, juAficam-se, ca today EMs Mais outra : 0ao nmem, artienw cma s96 pala- Preza d'alna, do silencio em vra. quae muinhase, em face da E cofiadi nos boam Veatinentoe E porque asMsm concomome quetso travada entre o Reba- que e2rctherm* a umpy*e1w'de d a taede do a .ra a'z qu4a 0 xdoIC CO eiNaU chefe do Crato: me i poo daqr. Hta emergeaems am videpm- uses p--m vene Sexstentes, emesbso de m n M ea Nm illM Eis outuv trmho: temcis prollOagada entire elte s o rses-,-se +aP mMa u a-1 a Lniz, se aceeanaram maigo cdaaseg <-gigaN *** t a sronM- esaissi9 e ad pes, d s term, a de se neuros ralcoreso* g ^Wa t-lll- c la,- pL . , A~par~x ado., a ahexa Quea a ri palpitar n'es- pdei- P c igi e ldoei, o amno eas palawuan a e _a- Jmmahe oas rj gm tem I ado e j* endo~ ava a cr do ro6^amerote? sr.vel Anammim L ^lseama^, odaist a .. Pdo mooPde -400 hmu 1.di -^"GrUOCfaael^I acttal? caphm o E ,ado que3B ., .- "-'* "e -. prin, mm o dlii admB a- &wic, i^u int v- a. ,ai.sb. qr.aI lose a mzo id m- "l do par ompehio qomugii ~i~uZEi~t jum do jua mir Cum nicpi. aW e um -- - ~e~, SaCEai~Jl 1 a WOW - -i~-4 E - :- t. .At-* Ip~E;- S a .)me . a co --. oa ise que e u stf, por s p Eisumdos trrchos do ek grauna que o Revdm. Padi Cacero envia no dia 16 de a ga .o p.. pao iS s. coroo AMonio Luiz, em resposta a que d'ee recebera anodia ante nrr, negando o consentiment para ser elevado o Juazero municip: EBtrebtto, lameato 2seutad que v-, segamus vea u&o qneira aji dar-me em as obra tLo meritiria que traria detlitivamuete m ps v Te, frm a* se m e, s Eis outro period da segund Carta que o mesmo sacerdot escrevea ao i? sr. cor-..n Antonio Luz, intereBandao-se pe la conservaao da amizade qu Ihe tinha e pelo desejoLe vel- triumpbar sobre os s&us inimi gos: Na carta qae Ihe emir'evi, bem cA ]DO pdIdque povo thIbe fe z, =1 tamben a-^ dei-Ihe em Pwro detiia e cmuale oemwuia *9mb; prvewa, e fmq a de ipo de wri-e friamper erse a iem de=ffcte, tdew'mtus todo os bojtos de isdips~ie su& M W e n ra s, beats que O6 a mudedieisn Reficta be o illus e arti ufist& sobre o valor do seguin e treda, an que o aref-rdo ma- crdnte cohecendo e receian. lo oabysrno creado pelo illustren efe do ('rato, em ao aisfa er aojuto e opport m o pedick o Iwo, daado assm g miJo d wa.>o redactr chefe do cRe. er improficoo todoedorqio en- cesgwdo -m pr6a do mehora- lento dc Joa&eircgp bd, ortanto a coninmak o da lacto w die queria termiaar cm di- idade para aabem os adver- o a recua, algianau considera- S0 entimno de amizade: -V. cem aMig. meu,Jes diz n, aaderia me eapzir cheques e -s< --de, qu anim few ep o taeo l i a sa mu- > ,anJr*r bem co m umiiodaca a iuda ao mdm oen o C ue e,, vaa .^ Pik Wissio-Velha, Janeiro de 19 1 a .Dr. FiuOw B.rtimm da Cooftv 0 - to dC Um dia, um louco agarrand- - fur osamente a um home que o aeompanhava, e, arratando-o is bordas d'am precipicio, lhe - disse- lacemo-mosaqui junct- m aente e ortaliemos assim os e nossos momes. 0 iOuco era um trangalhada,- as, mas tore, e decedido, e sote que o pobre do hom-nr uao podia desgarrar-se d'elle t Sfugir ... Afffictivo em extrem:n, apav,- - radio ante a immiencia do per:- go, mada sabiao que fazer; per- - dea de tdo a presea de esp:- rio tao necemarla n'esses mo- imentos man cruico da vida. Um r anoeato! bradara-lhes ulm outro home que Ihes sahi- ra de freate c que tiha vist3 e ouvido o que se passar... Um mmentoles bradara ell- co voz nmais imp sa aminda ! todo o mundo pode lanrar-se n'este abyxm; assim ao pode- rio v es cbir- e d gloria, po- is! Desam anmes e preipitem- sedelUnoalto Esta proprosi-o, eoos excu- sado aqui diae, esta proposicio ag"adou ao looom e sakvou a vida do pobe hmem. Cobupemndcrao aquios nos- Ea que ato; pois ala- achs assma pamat canafis d'es- se dlefe ali ea.k, em An6s do e nemayrlhasss: "Iim1 o Jq d desta aflegoria WAoarma- -77,`r__ .. " 1 chan c ad3 s cas e envia- da u'ageli a mma occasiAo ao Ssr. 41ptn do Estaco pelo respeakda .o Padre Cioe- g - !- si vez, d-lhe m Iimia.e e dqe ma sO o mesmo ami. ||"am atplrehrvpN*- n uga&e, eisfe;o, ie.tabeec,-udia. et,-e tMAe do I a M cesaria. Efperwe -' dB --s de & , ,iw. Z-erd da ,!efluawiO d e-if pove, qwe taubem 1ie quero, qae maim me edsfmq. E comre a-. a lineup i'7- 1 allade em obtrs Nsio sa coe s. &. deante d'e- a argeo noderi juStif- car-e pemste o publirol... 56 demejo que si porventura L s. aida adr uma porta de sskida, o que nao creio, nAo seja ado inshlto,-pois 6 a mais e-- teita que me pode conaeber d pela qual o polemista se perde... *(Continua) fr~ ~b2j -.~ O REBF8E 8 - I I I I^^ ^ I _ti^^ T.'. i I ^.'_.^ I II I I i^l l^ iii i i i - COMO SI FICA IR? Main que comprovado estS o que sempre diziamos : nao tern o nosso respeitavel e venerando amigo padre Cicero mnior ini- miigo do que ease farroupilhado chefe do Crato. Inimigos da catadura desse scelerado, ah! nunca os teve es- se illustre e benemerito sacerdo- te; inimigos, ah! nunea os teve, de facto, nem mais falsos, nem mais traidores, nem mais perver- sos, nem maie infames, nem maiq covardes do que esse abominavel e asqneroso rapAo que ahi enca- sacado estd... A razao principal de today essa inimisade tamanha a rebentAir- se. agora, mais que nunca, em catsdupas de insultos e calumni- as e infamias que, -atravez d'nm depravado... o fracallho do Tu- bibs, sAo arsacadas a personal. do augusta do sacerdote de Je- sus Christo, como se v6 dos ulti- mos numerous do aCorreio do Cariry; a rasso principal de to- d emsa inimisade, diremos,de to- toda essa perseu cao nunca vis- S ta, ter, como sabem todos os habituentes d'esta 2ona, o povo do Joazeiro proclamado a sua inde- pendencia do municipio do Ora- to, e ter elle, o tal anton&o luiz pequeno, ficado sem a masata, nunca menos de trinta contos da rdis que d'aqui annualmentie cor- riam para os abysmos sem fun- do de sua bolsa... E tal a rabia mais que damna-, da d'esse energumeno de Satanaz que as proprias iniquidades, as proprias perversidades por elle praticadas,-manda impingil-as ao venerando eacerdote !!! Alludimos aqui ao espantoso movimento d'armas que soe ope- rara no Cariry, em maio de 1909; movimento esse, i que ease boc- ca torta da como causes o Padre Cicero!!! nmovimnento emme, po- rem, de que f6ra ell, ease eamu- lamnbado chefe do niquidades, o verdadeiro actor, como todos n6s o sabemos, como muito bem o demonstrou ao publiO sao lon- ge, n'um long artigo,. de que, linhas abaixo, transcrevemos al- guns topics, a sUniloa de Bar- balha, n? 13 de 27 dejanho d'a- quelle mesmo anno. Eil-os: . .o chefe (as-- tondolds) da visinha is.. diot for- : ra fle ~ f Be --se ?a c1 yo/ u vj CL AS- UL-O .' ~ ~ . s I dos direitos humanos. Ao que' pareceu- nse, Antonio I e i t e Teixeira Netto, Joa- quim Vasqa e Fran- cisco Roseo, residents na Villa de Aurora, fo. ram os scelerados que o Cornel Antonio Lu- iz convidon pars toma- rem A hombros a in- cumbencia de acaba- mento; de destruiglo, fornecendo-lhes i u s - tru e 6g e a, confor- me o pensamento ge- ral, panr arrancarem acintosamente os mar- cos da demarcagAo do CoxA, requerida pelo Revdm? Sr. Padre Ci- cero, no termo de Mi- lagres. - D'istso tendo conhe- cimeato, a'ustica d'al- li mandou -s pressas postarquatrocentos ho- mens ao p6 dos alludi- dos marcos, guardan- do-os As investidas dos malfeitores, que poa- co resistiram, sendo a- final batidos por aquel- la iforca, fugindo todos -m debandada para o Crato, em cejas ruas se alojaram. Ora, o que a referida folha, de Barbalha, dinem n'eses terms foi justamente o que estava na consciencia do todos e ainda continha de pd na consciencia public como um veredictusn quo subiri mais tarde para a historic do Cariry; foi a verdade- ona e crki... E essay verdade que uio pode- ri ser contestada em tempo al- gum 4 esta: que f6ra o desaver- gonhado e trapento d'esse chefe do Crato, e nao absolutamente o padre Cicero, o factor on a causa d'aquelle movimento armado, com o qusl nao s6 pretendia art rancar aintosaxmente os marcos da demiuarcao do Coxi, como olle memos atep propalara, wasx ainda mudar a fitieWo political do f6ra elle, poim, ao bandalhado d'efae antotio hsi peqeuoS. a causa principal d'aquell. espao.- o' zmovimento, comno 4 certo, e ji o temos por deals prova- do, quo tern sido et a origem de todas eseas desgraas e calami- dades e misermu que m tern desm - dobradono Cariy de 1908 4so isfm m No, P.var de d'ae mox mais tarde a evidence e i61 i pino, occupianlnos larga- 4 -ente do orgamento- qua- acaba de publicar;- esi faseinra e perverso, que mandod matar on i adefegoa de Pau Pseto. em Br- jo Seecco, comno nindra asamia- nar so Qoronel Lourenqo, em Sant'Anna, lo Brejo Grande; e- ae malvado, que, pror diversas ve- zes, levou o padiwo, terror, a desolahso wea morse i inieliz Au- rora; eae malfeits, que atacsra, atravez deaen c.&66 deguerra Jo- aqaLu waques e Wft janisan s a cidade de Lav s e Sao Pedro, conmettendo a hi es atroci- dades e torpezas,-como o demon- strAmos n'ama series de artigos sob a epigraphe -a- 0sa horrores le Lavrast e Sax Pedtos; ease maldicto, que, po tutsaa veoze, plantara a desordem, aqai, e, port tantas veses, ensanguentara esta t-rra; ease d. Quixote de la Mancha, que ainda-'ne nsmeaa... e nas agonias de-teu aniqula- mento moral aindat regouga, di- zendo que este anto emp julho o Joazeiro nla sera elevado a villa porque elle nao quer,-eame eau- dilho, repetimol-o, 'sme iatoneiro, ease miseravel, ease degraqado, esse ladrao, esse fascinora, ease pervereo, ease malvado, esse mal- dicto, ease infame, com todo o despudor d'uma rascos deabria- da e sem vergonhadeclara polo patifezinho e desavergonhado des- se ladrao de auAn es e se Tubi- ba, e pelo nao menos eanalha e seu famulo relapsoo Zusa de Figueiredo, no cCorreio do Ca- riry tle. 1? do eorrento que o Padre Cicero fft o.mctor d'a- quelle espantoso mravimento ar- mado imhin.o e 199!!!... Horroroso, mas simplesmente horroroso, iato! E' o caso do exclamarmos a- qui como Shakespeare com Mac- beth: 0 horror. horror horror I Mas, a6 tu mersw ecachorro guemo e efeomesd.-.a6,tua mesmo esprtado que eo t a eom a parda do gordo osisdo Joszeiro6 tid, mismeravel pequeno. capaz [d'uma montosidade ea na- tureza !.., E saqi oimgados, ama grado nosso, s posto nal, t l. falta a- bioluta de epaqo; cd.mi classifi- car o em-r ahs d'eae ca-. lumniAder ue atlabuindo ao venemrvel ie Ci r nma ini- quidade, q, .omo "hem todos, t6ra elle '__ o qpspa a com- mettera, qaw a proara ? co- mo asa i6_. ? "2_ dois-ps e.Ljz caralhro qu . de b6a fM tentara lavar-lkes a cable a c abors ... 0 iBustmr anigo e conspicuo cidadaf, coronel Joao Raymundo dc Macedo, suppondo talvez que esses skcerados tinham e tern elementou para nos fazer re- cuar, e, mais qua tudo, interes- sando-se pela terminacAo a derri- ;a, a lucta travada entire a nossa destemida redacigo e os covar- des redactores do mondongueiro corsario do tal chete acanalhado, tilegraphara-nos, bem como A elles, sabbado passado, nos ter- mos seguintes: iedacwo Rebate Joazeiro Desejoso paz, bem estar cor- religiearios partido repblicano ceareaee. lamentando tucta este- ril tavada eatre essa flha e Correio Cariry, resolvi ir at6 ahi e Crato promover accord. Haera possibilidade? Agora >mesmo telegraphed (Orato mesmo sentido. Saudaq6es Joro Macedo N6s, qut- nao queriamos, nem queremsm paz corn essa quadri- Iha de tubiba, gallinha d'agoa, napoleo dos alambiques cornel pamhacada, chico espavento, etc., pois temos plona convicqIo de que havemos de, em toda a linha, rcchassal-os, reduzindo-os moral- mente A cinza, a poeira, a na- da, ainda assim, attendeado ao real merecimento do illustre e conspicmu chefe de Barbalha, respondemos-lhe o seguinte: Cel. Jolo Macedo Barbalha Em attenlo unicamente sua pessoa estou disposto ouvil -o para saber do que se tracts re- almente. Fatretuato, muito lamentarei, si o illustre amigo FOR TRA- TADO POR ELLEg, COMO Ol 0 NO88) AMIGO DR. WARIZ. 0 amigo bem conhece 0 ODIO A' SI VOTADO per elles e a posibilidade de desconsidera- Emfim, re mo amigo, estou Sdispoto onvil-p, . Suadapoes Padre Joaquim Pez*bto Coino ve o public, si bemrn demonstrassemos ao illustre che- fe de Barbalha o couceito em que temos eases patifes e patrol nheiros e calumniadores infames, *md.-, *, ndo attarmos emi accordode specie alguma, re- velamos, todavia, a superiorida- - l; i sa t.awa atfig.. r do Lea doplr V ~2~~~ | eBo M of .icwsez, so- e m4,eu veg LiLA, ifas- .. mes e covardes, tern elles aita dclassificacgo: s.o generals do Ms- t do major. aE' mais uma prova provada. cpmo exotericamente so diz, 6 mais uma prova provada de que o& que elles queriam faser por nieio do carem o optimo do amigo em ui piano egual ao d'elles. . SE foi jutamente por isso, e tAo somente por isso mesmo, quo oi caualhas do Tubiba fujao, e do oZtza-Gallinla 'agoa, os tae$ escrevinhadores saiaguezes do sentinel corsario, disseram que a Barbalha estava de accor- do corn elles e corn o degenera- do Coronel Palhaeada nos insul- tos, -nos improperios, nos bal- does, nos apodos, nas injuries e calumnias atiradas ao virtuoso padre Cicero, a todos n6s, A to- do o povo d'esta terra! Repa- rem que- 3lk` tcoubltcir.. lbtristn ktrio (Cmoradtt CrdoS0 M iiM Temos o prazer de registrar a honrosa visit do distinct) amigo. Coropel Pedro Cardozo dos Santos Monuznho, membro da respeitavel familiar Cardoso e real intluencia political no municipio de TPorteiras ende reside, us aprazivel vivenda do Massapg, feita ao Jo.-seiro e ao virtuoso Padre Cicero Rom&o Bap- tista de quem 6 sincero amigo e compare. Movo altivo e independent como o sio todos d'essa distinctissima families que prima pela intransigni- cia de character, e leal amigo de sen amigo, sabendo que o seu compare e amigo o venerando sacerdote est& sendo victim de injurias do Correi- o do Cariry, coin a hombridade quo Ihe 6 peculiar, voluntariamente as- signou o nosso protesto,declarando o segainte: si ben que uno aeja resi- denteaqui no Joaziro,todaTvi reco- nhecendo o Padro Cicero Romao Bap- tista como um sacerdote virtuoso e bonl, amigo da paz e da ordem, pro- testo contra today e qualquer refe- rendea injuriosa' a elle fhita. e por isso me assign. Pedro ardozo dos Santos Mou- zminho." A qi vinde de SantaAnna, onde goza de prestigio reaT, a negoctos commerefaes, e dest.cando-se, eoma sempre pewms elevado. sentimetos de -ignuadj o a wo dist*to iet particular amigo Cronel Felinto da B xan tet at. saiai gile corsariodo Crate, feita a revM!-Pe. Cicero que 6ses amigoe padriho bem cono-&essa virtlosm mspms, com a alMa-,qW Mp teve. Metrtll ao m a eno f AL i 2 JA 4 C ljJ A 3 COMM H lrH 'OWBN ^^W ^ c-* S ,A. 4AJAAVe tk *. _, 2 * % 4 *i -I i .,r, " -" *.< ~ i ,W; ofCa- q<* po __ O T R EB CARTASD CRATO R 0 T T S vi.rM --id W aud Fr,' e di S AleaSFr L s a ei Jar, ftr* 1A d-Ie -- i_ tcabuila I 7a. Jam m ,ras e saeta do Joa- e l ca ,i z graEde cvardia. ~ a o Wenomea-J bewa s 1b: 1i-s;r l.r, StS-" a tsse desavergoshado dr. Ta- C WA "m r. r O ,- |.- " r rG anIes Padre iinl a e0a saate Ba" hju .! 3efltai how.; do a 0 KnasIso Pahe reran OR sumStBe. Qa w m2 i e inira- amig, o, Reid- sr Pa- ~o e o ms '&e rda- Ci MEi1 S Sti- & "puId en1W e a amaima p~~rrera do tC .pe Stm dee.s &.3nagea soa&-t qs a e~ e ji atw cp a ari r sia ar- o lia ocoimme ttmade o cri- .W0,raa m ats. Mtee Jo io dw _ Tso C nera.M aCnc ... ..& s ,.fasson o 1ceeso 4 dx' enes-a togra o Ietanto. M e C #!am 3ie -3 d -da e e ado tira D aw& de wa nfle ,amacinlo- Iawnin JO 4 bWIu.Joso Fex- Eno ide al iw s a me0 =azo n e prcxesz *obre e a] na dfa de-am ess& fe- wI %' rSam i-n Vini, do ea eifac wiro dte qc I" 6 e p iM Ewarits da piaMas J e Andre -o a--.--- e --r.-r. ,n sah i e de read import-acia. or- s as oas aras, o asr a-ms Veeate JoaqaI dea a roa oje e qua she a- adeser aapopoul -2 s enem as e ate nossa a uma. Mausel- Jsario do N&- adodo p& a eaba e eca- mP eeur9 se6 a e, cigadw pea gr wra. Ja B'rr di Sa. , ita d_ sea. ,o n--, do ~ :.,, o -at-pestado par menhuma !d a q. e elde tza na.ma-nrimen- Ser tad-, 6e Lersc E'-JC^? QL =:-, I ra1. Francwee Bmerra Sobral. qe. pkoara:ao e do d 3sUi ota Ahe -'-, esaisas ceRes. t tm -a jas At.wie Bewm Sobral. Manoel Be- oi2Lai. lidcad n e o a- -~resair I ce, por. aso,per or a pm"a zew-rra _S.4raL P:Ae rorrm bral. Os ,Os sus. a. casan~ias e d Ai*a pwbfic-aa, o des- a Beerra Sobral. Serrat1 Janas- : .abrias aridas c ardene m ato 2 fo.-mal rigo d 'oze- rie do N eato, Velpraliaino Ja- =tace do- Revreado S-r- o d'ag a oi aQ.:oda- r .. At a ainsksaanm 3 ao 0 ang-X aae o 0mam eaeb5e. pu blcado nE o da Sila. J d.. dscr -pead&. i- -.-iad. di o- -annca! varam intactas -ea-ido Crre o e -wivrj S& Mr o rasimesto. iManol Mt: famL do e caIh iand dean- eL 'for de replso en-tra 1" de laneiro d waste ao. Ies do Naw-eato Filh. Pedr d tradamet* a at d aa ms rochaos de sna dad Esta cumpuido o ssso deer. MXu do Nawiwmti. mo Ber ra a' i e&Pb- en s to Pad,- -! z P C -rfi d e 4.Su Se b t'-d G al Ii.- ra V S- e 4.e e Padr e. o se poo de or Mw. Antono Pedro de Araujo Cicr-. dere e-a mzar-ae De mYdo qe pro.a-o- VA d JoWro do P~Xare Joe Pedroe G talo, ABtonio Mare tsgirid3 d estan a oa soaeadai- 'o tango pelo efero p x k kcero, 2 de Iane.ro de 1911. !as s. Jose Paalo da Silva. Jo*1 de q-.e o ~~-. produzdo na alma bra.ca de Aatoajo dos Santos. Jose Antoni LDee me~moeetcaar-se. ean- asso enerado amigo, come AN~ ji pBi 3as--19 lUs4to Jo PPrITo da irez b ., i K" .. p7oo a c ra d'e -drix~ vimdt) Jose Bat;,Lta Olivrera., -2J --kPere:ra de Sora. Antonio Lui; c-. no~ca pcr sem~-ens___o C uos-sem rspoFsacLdades per- "- nzs ie Franca, Jos Joaqaim Pereira.Ma rg a e nca tev. T mt a que eel aos e:ivolesse aoet Pedro Baptita. Ananeio Bisp re *-ei5 ... am seu grapi. aega'do sermo- C-:4e Adlpl:T van den Bra-. Selfber, wiz N>oBat de Abstez, Pe Ts comiek-30 trta eer. see ami-as e estarmes em ASiAan.& G- da &-ra. Lain C t.dreFkancisco da ra. Jds Seba da Eie ando djs i a 2^ ga Jo& Tem.r- de. 4a -vmaa- Bispo. Minerio Faeundes C^ sa da r-aida-Les e m"sanra qm~ hamonia co-n e esaquandodis Maa r a .- a im B , (A qae mia -,. F_- m. qaa. J< Ffz-we LiaUn Binda, Ma a -al-ha e co.nimia a asoalr aseam qaue os taem o' &~i, MX M de Olivira, Frads -n:*1 Correa Silra. Joaqaim Jos6 do. rpe &rd& de sez a an chadc tt war 4, Vamro m e Lo upa ga pkus, & a M P- Sapte, Jose Conra da Silva, Fran parzte. que i ha i itos dias a o ng e. e da Sia, XMael Gulerme da cias de Oliveira oss satos Pedrt S T vjese rafeiro de cIzinha _lwa, .Joio Jzamw da Sila. Olympio HenriqLae Almeida. Joaquia RosNa U -a o fJeno ea& Sara, Astenia Jeea do esiento. Luiz Cordeiro da S4i., b atrNocW7nhoder teato. everias Ja6 do -a&. Maned Came Ferreira. Manoel Jest Te raso esse ciaw: pi s i no Rio de Jaw oad cieeate, A tolpa. de Meama Sil- Mello, JoaquiMar.oel Beates. Frma ad.orr. rj cwda nie i' cria- pr 9 annoM freqenzta mula pri- ra, Antujai Naciet da Si d i cteo Jos~i.e Gai es. Americo Jaceo raboe=; cacborro que tas r-as mria e nads appre de. e traz- Jo oChrispiq da Sdira, Jaoe Xanier Costa. Joio Marco da Silva. Jowi procara modwer a rgte. o dono zaz tanpanoo.e per aqui c oiveira Fil. Pala. ageio dan Jcaqaim do Saacto, Antoaio Ferrein st detscAFetAeretnim M. des ~am- Barrn, Joaquis Pereira LUa de're tel-9pr o ,-,.ma rn ee.. a etA ee... --aioao..dtiaJ, Ainz A. de i, Joi Antonio de Medouva e Silva.no para por te meo ear. q al- irmaos adma itado tambem e- alae de Catoe, Seriza Jae do* el Rfdrigae* da Silva, Manoel Anto gum do trancum e ie ta-Ue vo .. levIon o cotado detrzo aatm, Mamoel Foreatimo M. dos Ao de Pal Francisco Belirin a p ~. de sea proprio -tab x .man tosa, Liberate Fraao SaI, A1- Main, Maanel Alms de Maria. lano- E shL tamos s raque es dege- tre panros de fac do nego eoai Li Calakae. Jo Min61 ed md o Pereira Slva, manoel Anto&* rrTado Tuiza, eacho-rn de An- Jio Raslonm o Brabo. eoe a do dm &tOs. n JS4 1aM tonio Mzta- Va a rim cha- s-arda local do Belem, a qmu Alftre Aysi de Xtz sa a Fraacs da Slna, OsteAlves d mado na erra do Ararpe o che- ta OthonieL Aaroltabso Beaina, Antoanv Pedro, ISilva. Rommaldo Alves Pereira, Li- ft d'sta terra ji tem muordido Noto asqui de psgam que he lamoe Victor Preina, Fmrancsc berate Fra.o Sobral, Antoa o da e tanto outro w m proecrado voeses typos que apahIaramn Aaido eS~, Joe At~ 8- Souto, Jose SebaStio Fiho. oem JamLpsio .,do* S Mmmdl JosJ Max -m de Obiveira. &oao Mar- morde, qua ao mweadmira. n&-,nechum procure vingar-se, noAntoio uit, ao Peracelinodo 8=W, jotda'lvaSm. t ando eo cuidedo om n Ie tando aind que de todoees o Car JJ Prera doo Cauo, to, A-niat Gen es FraSo. MS- o doneo, ~om o tearn ad, en- qae vee m-si so-tnemo e ver- Felippe ILs de Olieirna, Maael ame A de sontamas, Ce.i io tiarem-lie peko eaoado -ml co- gobha toi o Jalio Pequeno, par- Pere ra de ^as, Joe3 Antonio do MaximO de Oliveira, Heiricio Ain mis de rar ... qaue todas as vaes q-e ete e _e s-ent-., Marrrlma de Uoiveira taa Lima, Hilario Aagwt Lima. E -i istosederpois que lba d -atee -'-,,-- =,-, too a do 'do Pedr- corn .aitu pedas "le, algmaa prO e.spr ado a ponto de a" ae o .rTio, JrLFsugario da mente. IsAo Jos6 Ger, Joso Jo- te ma cabee laengems e e-- hir pelas edaeds ... va, Atnio Cmpo' de Oliveira, e de Maria, Fraaneo Gomes Be- Poi qu hns todo, hab~ta- ais que inguaem ignore, ega 'ietta FeTer da tonio Virisse da cta. Joes Mar- tantep d'esteiddae emno. i -ie, OB peeior ainda et rser- s. *m -- i.dSi_".. .o. mu to . e abmos . .. vada eme fEhuieiro e saladay vmo Pirn tie t, Jose Mre sunJo AMBonio Marques- Ai M ,a Aqui memo a'alAtea o Pi- a ee deaado ladrio dr. To Netto, Filizsolia Feix de Mells. bhin Lyra. Oleoraris Balb inede o Pequeno, irmao d'ee wuera- bib jniz aniuriinto d'eta ada- Mana CnegUa4es dm Saats, Jes Lyra,Jo quaim Babi de Lyr a, vul chefe .. apsahoa do tacode, eujos aiimigos nqui se KiO1aom. d Cmrialk, Bellarpise s- Heariqae Frapriace di Elv., Aato- o iLanufelem 5eno .xar;,na b ioeddae. -sadaSia NaMe Agr- cero mlo de ails, Bone Vj. o Agusto Pequeno, tambem ir- E temendo ei o memo que f. da SvaMeudo,, UmMbeie da cete Fnamia, Jee6 Antumi. Fa.. ase d'esse ehefe.. .experimen- ~ degraea donor d'ewecdcor- ilmm ei a, Jlio da Sia Mea. des,Tras R.a da atln. MmX d toU bemn do chiquerador de ro gafento o tra prezo por ums don Jun A.lacre da Am i a- IdOrCO Ba, ,n I".L 'eutc; o Jovno, tambem irmao eussamm on tra VS.e o vOWe- Fu a femeoefe ,.. lev.ou m /ridf rado Padr cero ebe. qe ao rasidet sqa eAn*auoonoAmericanode Brito Ma- VTs pmas adOsute o ,,: 11irsIEn w today* is iena de pchefl esvo a um a ................. ... fi ia i s ~ 4r CW. airu-wtai4- Qmr.u, d plus ~~~~~ ~ ~ ;s~ ru dotn o*a kmn~ aea~N - Ju5. ~~~~~ ~ ~ ~ QII~ Pju~,tmenino iatd nimn *' -.'" ` 0' F ' * I. I I- , 4b-- me J6*e "- imute*, r':..- .aws hlmAe. Jwe Letca o N - S M ed Jf ,,trf Ide _- ]Bls,, 2amel Rlae d. he OWivrd- HKarqlwa Elia da F:r- mndo )Jaq MeF de e .--rMaw. :. Jmte d MFria. de &Iam'o aiz- Gme~ de iant ., Asto-Aie de - emra, Jo aAires OlivF-. J. roaqwM de 3fidw, If-M, ) iFM a : AlN Frga-e demai aem s a, ai- culag' d'esta n 'ssa fo.ha. Pedido tde a signturas ros pelo cotrrelo, de dentro e de i;r Jo eatdo. t o sentido de attendermos .s ecama d es que nos rem fe t G-signan es de varts points da Un. da reso:vemos crar d.gc am corre i para PIern mbco. $So assim corn mas tse sa- r p-deree.nOS Saisfai as eAIam-aes de nasa m iS a c.r- osagnamt*. PeididcA- de a sign-im roi Acaba de chegar da u e.pine -o estado o di.inctn c~vaiheiro nosia bom amigo nos tern Jo Sobreira, houraao negociaz:e espraa. Cumprime" amol-o. Os trabeahos de car-egame nt da le pemras para o P caamucto m assiciddom mtis amse Sm- pe animadoa. Avan:e! a va nte! J stado o disi cvaheir 0 Zua Figueiredo, conhedo por Galinka d'afo,, o bodcaio do Crato, sobrinho do tal Z& Bi- lWto... atraz do mtil& que o torjao Lis palha~qda Ihe di na camera unipsl aror"mse a jorma- usm perdo da MniitijcoS raXores e muoiado cmm revelhos ta nas - 'ga-,c&coPs dvidro e -andos de :; .a je f iaa a de poe de m u."am GamU9 Ah es ga $1 e a s mJi mfrrwdsdo Tubo u a r fnwibm 3"I lag !gu1ds hardd him o ,am. . I^. ".' *"- *' - IL-X. . I"- -s ;'. .,. 'p t %. ^^ *'! ?' ' * y'. \ 4* \ ^~.-r^- ^ *:^ *.. U :p -j *A *: I 4 p I i J I I I i 9I I 14- i . ~l'.t F Z ** -L |
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