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DOMINGO, 4 DE DEZEMBROi DE 1910.' *** ANNO-II. NUM. LXXI CICERO Qt 'ii ,jy-t triosi da et.nrii lade. que abre as portas do t.Iipoi. qii..- urganil.tza o kal-ndario d.s festas da Religi.o e da P'atria. tamll,,.mi irque no quadrante do seculo dias sobre dias, longos e diuturnos annos d'este tnniversario. JOSE' MARROCOS lV AIS um anno de sacer- docio completou, aos 30 do mez pr. findo, o ex?? e revP?? sr. padre Cicero Rc-mao Baptista. TAo grande facto encheu-no's do mais vivo con:e.i:am-icnto e. das mais vivas e mais puras ale- grias. Ainma bern que nio polia,, ain!a bern que nao poderA dei-' xar de ser assim. Ao terms dc registrar umrn acontecimento de tamanha im- portancia como esse de quarta-! feira ultima, sentimos estuary na: b-rracha do poito mua como on- da de sentiments, qual maiss affectivo,na caldeira do coraiao, im como extravazar de paixao1 indcmita... E' que o exT? e rev?. sr. pa-j dre Cicero nos inspira A todos n6s uma tao grande e tao pro-i fund sens ao emorntiva que nos colloca n'um desses estados psy-! chicos que, como ja o disse al- ruern, sentem-se, mas se naoO define, tornando-nos, assim," physiologicament,-, moleculas ag-j rregadas d'um todo inconsutil, particular coeficientes d'uma grande cohesao em facto de so- ciabilidade. Espirito de eleito, coraqao de sancto, onde entram em pulcher- rimo certamen a innocencia, a candura, a puresa. a bondade, o amor, ia piedade, a magnanimi- dade, o perdao e a miscricordia, cada qual disputando a primazia, elle, o inclyto sacerdote, honra e gloria de nossa religiao, tern sa- bido impor-se camo um verda- deiro oraculo aos seus numero- sos amigos e admiradores, con- quistando os applausos e as sym-1 pathias de todos os seus conter-I raneos. Sacerdote de virtudes, em verdade, excepcionaes, ah bemrn alto o evidencia essa persegui-! -ao outra que agora sobe da rual ao palacio... como ao mundo do Eterno, o oceano, no Ahasverus de Quinet, se levantou monstru- oso de seu leito de areas e, en- capellado, em rug doras vagas 5espumantes, galgou, degrau a degrhu, as escadarias de bronze 4 mar;nnre di torre do ultimo rei, para o afogar e as suas sa- trapas na .ala capitosa do ban- quete... On ne tourmente pas, excla- mava Aben Hamed, on ne toui- mente pas les arbres sterilles et dessichds: ceux-lA seulement sont ba'tus de pierres don't le front est couronne de fruits d'or. Nao! nao fosse o exm? e re- ved"? sr. padre Cicero um sa- cerdote illustre, um sacerdote modello, um sacerdote exemplar, prototype, consubstanciaqdo li- dima de todas as virtudes chris- tas, ah! Ihe nao moveria de cer- to o despeito que chatina,a men- tira que se erireda, o odio que se r'esforra e a inveja que raste- ja, tamanha perseguiqao, nunca vstn; persegui-ao essa que s6 redunda em notavel prejuizo de nossa id, de nossa religido. Sacerdotes de maus costumes, perversos, trampolineiros, simo- niacos, stellionatarios (que mais adiante serao aproveitados para bispos) cachaceiros, jogadores, pedophilos, onanistas, deflorado- res, amasiados A Lumon e ate as- assinos,criminosos de morte, tern havido,como nesta sanctis ima di- ocese e nenhum d'elles soffreu o que o exm? e reved0o sr. padre Cicero tern scffrido e continfia soffrer sem soluoao de conitinti-- dade... E nao podia deixar de ser as- sirm, que a caracteristica, por ex- cellencia, dos eleitos, e a perse- guicao. E' ella, a perseguica, que os p6em mais em destaque, como ao preclaro speardote de que nos occupamos, fazendo-o cada vez mais sobresahir no conceito do public sensato e mais e ma- is avultar-se na consideraqao e estima de seus amigos e admira- dores. E, assim, a despeito mesmo de seus algoves, e perseguidores inimigos, e que elle vae eaminho da gloria! Nessa extraordinaria ascenqCo para a immortalidade, fazem-lhe ronda as estrellas - Sim! tanto, come nesses ul. timos tempos, nunca se destacou o veneravel do Padre Cicero,- condor angelico, nova aguia de Pathmos ha vinte annos encadei- ada... mas. ainda assim de azas tolhidas, tazendo o bem como nin. guem, levando o terror as almas que o glorificam corn o seu des- frente a casa de residencia do peitocom o suu odio ou corn asua distinctissimo anniversariante, a inveja, como outras o glorificam briosa banda de music dosta corn o seu amor, cem o seu zeco futurosa villa. nhecimento, corn a sua gratid~o, A' tarde, enorme massa de como todos ainda h. ntem o glo- amigos, tendo a sua frente'a ie- rificAmos corn o nosso preito de ferida banda de music local, justiga, associando-nos tdo d'al f a residenc;a d illustre e cons- ma As ruidosas demonstrates picuo sacerdote apresentar-lhe os de subido aprego e alta estima c scus cuniprimentosde felicitaqgo. consideragao de que acaba de Por esta occasiao foram offe. ser alvo. recidos A tolos profusos copos Registrando, aqui, aos cah6es d'agaa, durante os qutes ergue- dejubilo que nos ficaram n'alma, ram-sc enthusijsticos brindes ao como uma doce recordacIo,da fe- venerando .nniversariante. stividade de hontem; registrando Fallou em primeiro logar o aqui essa tato fel'z e auspiciosa nosso destcmido Redactor-Chefe, data anniversariadaordenaqaode padro .loiquim de Alen-ar Pei- tao inclyto e virtuoso sacerdote, xoto, depois os nossos distinct os fazemos votos aos ceus para que amigos, coronel Giiilherm- Mo- ella se reproduza por lengus an- re ira, majors Manoel Alves e nos,pois assim teremos sempre o 1. de Carvalho, seyuindo-se-lhes, grato ensejo de expandir a nossa o'umr linguagem toda angeli- admina~go por e.,sa armontanha cal em que vazou a nota branca do virtudes que se chama-Pa- de seus mais ternos agradeci- dre Cicero nmentos, a exm? o revd'JP? sr. padr-e Cicero. Durante este tempo reboa- Sa dehou vm delirantes acclamac6es e in-.. Corn maximo e intimo regosi- jo,vimos passar,quarta-feira .lti- ma,a memoravel data anniversa- ria da ordenagao do benemerito e virtuosissimo sacerdo:e, o exT? e revdn? sr. padre Cicero Ro- mao Baptista. Foi verdadeiramente um dia de festa... 0 povo do Joaseiro, cheio de nobre zelo e santo enthusiasm, retesou-se de esforgos para so- lemnisar condignamente essa auspiciosa e feliz data qu nao p6de, neni pode-a deixar de ter para tcdos nos -o imperio inaba- lavel d'uma convicqad6ea en-- to deslurnbrantissimo d'urma vi- ctoria.- Sempre alevantado na com- prehensao de seus.deveres, aca- ba de, assim, o nobre povo de- sta grande terra, dar mais um testemunho brilhante de quanto preza ao inclyto e veneravel sa- cerdote, acorrendo sern distinc- .o de classes ou pess6a, A pre- star-lh.e pressurosamente um elo- quentissimo preito de homena- gem no dia em que o kalendario religioso lhe registra mais um anno de sacerdocio. Esplendida festa, essa de hon- tem, cujo entrecho aqui damos hoje em escorso aos nossos bons leitores. A's cinco horas da manha, ruidosas salvas de foguetes es- poucaram no azul, annuneiando a todos a nova alvigareira do despontar dessa'data faustosa que cos arvora em festas. Ao meio dia, novas salves se fizeram ouvir, tocando por esta, como por aquella occasiao, em a"- , -4.. CEARA-i RAZIL P E Se ** ** Prr --1 - -- - I r I wzi.lklift -FV till) A" a ia'fA7p ll~n FuVZews vtrbrsc njssir auw- U o Ipor tife i S '.NAnt,., ie atrazo),qu~ tam- m ins pr d i.o. eatifi crx-. mndear proced-r a c3Ufin,;a dc t~ d- cihcuar te S. Ide s : S uas assignaturas o prinir o, :, O que a Selnta Conglrio e lomn do erun;oo anno .d a f- ez, toi n o roaihecer C 0oO Siuai devido s gandes difrcu- rerdadde'ir, os factmi ca8o. dades cort que pIetauios aral que aqui deomo, divido asi .-usten.tal-a. austims -. as-l eldumneal qse xo- lliuairtis c. ena.;-41u par" N1a ccrtesa nwral de que se- rnia* de u'n modo cesrn9M oso. rrmos satiSecitcs, conffrisai o- sem nonhi e crupulo, int~rcal- r'os 'sc }j4 assz .radecis. iadta ant,.- e probibir que + l__ ,tlf faiiae, a, o que o s~to entarregad s de fa- ,Iv e y i'te 4m umprdo. zer a cobran.a: aqui n- Jeazei- Eo que 61k.a S~uta Congre- u0 sfTr. 1Manlet Ah es a I Sil- d :'e &i lm ,re o Padre V. ; no ij rate, 8 nr. Je-us P. icro fs nsatf-o de toda e, pal- de Alencar; rio .Jardin, 9 snr. qun que sepr- Othonel l.uca de Salte, com verSa ate. aorr . quae podero entcnder-.s os Or asoler o Padre Cic te iv negocisrlati lrai o dt ai quaquer ensaur e que estfa te c porventura p4-ssw ter ineorni i', smtd, otun. r.7 o b.rnao d ab olvel-o de faltas quaato e" l mais condemnal-o por desvio. de rimo, tnbem abadona E o Padre Cicero naeo podia as seus lares pla maior conve- sor I ondemnao er evio, pr- niencia,que hl de s var a vida, que net ommett reon nao tern raxto S. Exc.'de affir-d 'o ,m material e re ig marque tles abandonam os se- rde iem eosqt e eStue. ^ -. a as lares e os seum trabalhos, ob- C r padr e S. eo a Disse ainda S. Exci.: em o sabm que elh 4 um Pa- dre virtuoso e ^ . -Que a egneira dos ,qme por S uer ,farem ntao tremenla mporstikio de embauts rvemo a-guerra,6 per um despeito mal Squi faer romariap, ebega a tvil etendido. poqtosa recBumm erer ereceber E o qne mats alto tall 4 nos- senioo qepergadaetejal so favor 6 que depois da ultinma evia ero prinei, hes r deeiao da Santa Congreganso, easinar come ase a cham em erro, que C1, de no sefallar Mais ein dando assRim preva de sua obedi- toes face@3 por. uao terenm si4do S ewia a S. CogregMao que .on- recelhef t Jos como verdadeiros e S demnoa osen desvio). absolver o Padre Cicero de tode N r .... e qualquer censura em qoe por- dNes otrecho, S. Exci ndo vento apodesm ter o incorrtdo, podcndo, ou nao querendo bern elle, o mzmo padre Cicero,foi no- ~ ~~~~~~e m ,fr~vm- #r-&i xplacar-se, incorreu em ; t.ontradiecgo; revelou fault " eoAhecimento da sophcao . S Congregagao e deo am mal'i -.. selho aos vigarios de sua L ---.Vejamol-o. -> S. S. SExci. affirma que vo s6 ucree recebe o quu S- ngano julga que o Padre Sro Ihe imp6es, eviIenten oafessa que elle, o padre nada imp6e ao povo, c q S-ate vem fazer suas romarias prindot-suas promessas 4 SSenhora das Dores porque m ir que o povo cu ede dito,deveres tso sag e tA santos, quaes sejam *wourimento de votos e neMsas, 4 umncrime, e um Se 6 de direito que as mesums s.ejmcumpridas em S ir legar onde exista a Im 1 aSgum outr padre podera nar que 6 um erro o cu' I- ento de takes protessas.. : e elle assim procede qoe aeria digno de censure f' desvio, dos preceitos d: -_-- Madre Egreja. De mode que os padres clamam contra a vinda J : iroms aqui para venerar imagem d* Maria Santissi -qoc ests Am erro e emp co1 todesviS e que sao digm ce mura por tentarem corro seatimewto de f dos fieis. Aereit"amos queS Exci SefSecctiudo sobre as nomas . *-ar-ae. nao hesitart ao r I-ncieeda ca ' .". meado oapell.o Ra Egreja de S. a d, Carlos em Ronm pelo Crdeal a S l'arochi, Secretaro da mesma .con Santa Con 2regqAo. o- E verifi a-se perfeitamente que se ellc tivesse sido condm-. itado par desvios do.- saos prin 0 po- cipios da nosea Religiao, o Car- e por deal Seeretario da S. Congrega- ice- eato nao o taria capellao de una nente egreja em Roma, logo ap6s a Cice- deciao. tue e- Scum- O 0que ainda mais alto falla A Nossa favor da noss affirmative, como quer indisutivel contestaqao A tAo in- mper.a, veridica asre"cto e que o Revd? mpra, rados Padre Cicero ap6s a ultima de os do ciao da S. Congregagao teve or- pro- dem, por um rescripto papal, de ec- celebrar miwsa em oratorio pri- vado aqui no Joazeiro durante pro- ste annos. qual- E so nao poude aqui celebrar, agem i" porquesendo por elle apre. foram sentado o referido rescripeo nem papal ao. actual prelado d'esta ensi. Diocese, para vizar comn e tde mpri- lei, este re sara-se a dar o cam- potento visto: assim annulou-o !!. sse d Cumpri a.o Rei~dm. .Padre a por Cicero recorrer iimesdietaentte Santa d'essa. anuIlaao afim de que Mosse cumnprido rescriptoppa4 5 que documieto ete quie 6 podia ser e ro. annalado por ura carta dire- em a etasents emLafnde da Santa 84; ima entrelatto o quiz recorrer por iple. humildade. pr no ahbrir uma os de lutact o o se dioceeano. mnper E'an mito M qe at pode rW contestado. abem Se S. Exiz., o snr. bispo do pon- Olinda, p q sa.e~aidera como nenos pobre ilh!didos .pn quo r con- vfmn canmpn pwemeseuai. bitms S Nosa -sm&orf is Dbre-, eeaftr- -aiba sBa O vigarios de sua Dioceae -" \ .ttereni e:m.tdvio na vi do,, poe. pi eiatbpi cilo pW 9Egreji. Felizeainto o povo beml co- n hece quo 4 um erro "nmdlthantt onlci e naio a cuuipre, niet deve eiuipril-a;e a prova J que quantoI miin so esforg;am para evitarehm as romarias, tanto mais eflas ae reiitem. * Disse S. Exci: ainda: .Outro .m, recotimendamos quv naio acceitt para baptismo o norma. d- Cicero que 6 o signal de arraigado fanat'.9tI*. Porve 'tr.i a Santa Congrega- o cnUi alguna (lc.sa.) sobroe r questao do Joazeiro tomb m con demnou o nome de Cicero, pro- hibindo ser dado now bapltismo. por ser signal de arraigado tana- tismo ? Eetamos c e r t o do que S. Exci nao IpoderA affirmar tal inverdade, pois aqu6la santa corporaiAo dispoe de alto sens",- elevada refloxao o segura intui- q.a,) da- vordades catholicas. E se a Santa Congregaqao nat, prohibit o noame de Gicerv no baptisma, porque S. Exeic e al- guns outros bispos o prthiben terminantemente em crculares' de viva voz ? Entre a verdade e it inverda- do nao ha meio termo. Ou a Santa Cougregacao pro- hibia ou nao prohibit: se tivesse prohibido toria eitado em uma das suas decis&es; o se de nenhu- nma d'ellas consta tal prohibijao nao ha near, o nome de Cicero nao e signal de fanatismo,pode c deve ser dado emnlorme a vonta- algans senr? bispos que exorbi- tamn das suas attribuioes. E' o o de repetirmon o que disoe o Sumo Pontifice Pio IX, de maudosa memorial: aNo Brazil certos bispos tern mais poder que o proprio Papa*. De facto, nao prde haver mia- or abuso do quo o da singular recusa do ionme de ,Cicero no baptismo, como nao pole haver maior eieandalo quo a d'umn bs- po que annula at- resariptos da Santa Se !!! Porque motivo este nome 6. signal de arraigado fanatism ? No numero vindouro tratare- mos nielhor d'este assumpto. Tamanhas ineoherencia', pra* ticas tio eseandalosas, a6 re dundam em notavel prejuivo .da religion e da *6! ! E quando este prejuiso part dos profanos pode-se desmelpar, porque a ignorancia t..do- per- mitte e justifica; mais quando parte de bispos e padres, d'a- que.es que deviaun dar o-exenm- plo vivo doe eitorte intransigen- "o do cathoicisamo -romano, 4 para dizermos, eheios de murpre- sa e compaixao: o tempera, I *.. o'iwreP .. - 0 DEPURATIVO CANDIDO cura os mao Ahumores, bowba6 chagas chronices-slcer da hoc- ca, sypkeis, enpingem rheA- U0. @1. ealndlM, proprio parar o abeil.: Eincontrtee- na Plhar- macia Jose Candido. Roe do Vi- deo aumero 21 Barbalha Ceara. Acaba de,o qiose ex-chef/ do Grato, mandar Haar para as. 'olumnas gualdidas de seu Pre- toroi, o eCorreio do Cariry., de G deste mez, n? 310, a czrta cir- cular que. coin data de 26 de Agosto do. corrente anno, dirigir ) cxm? sr. bispo de Olinda ae? :lero de sua diocese. A fraquesa de animno, a pusilu lanimidade, a cobardia do sr Aa- tonio Luiz espicasada, ou antes psychologisada por aquelle espi- rito repellent deNadadjido tem- plo sagrado de Gondapour a velar-se wempre, como ainda 2- gora corn a transcripeao-d'aqu',l- le documrnto gracioso. provoca- nos A voltar-lhe a carga e A batel-o de novo a perch i, occu- pando-nos mais A larga d'um fa- cto... que, tao d'alma, desajava- mos deixar pasgar sem um com- mentario saquer. . A cobardia c a safadesa sao, ado ha negar, sAo capazes de tu- do nesle mundo: servem-se das maiores infamias, como das mainres baixe$as,para ferirem a virtude... eE no fica s6 nisto ! Descem ellas, muiasd vezes, sos mais hediondos esterquilini- mais bem firmadas. Assim a cobardia e a safade- sa do sr. Antonio Luiz A lives Pequeno. Covarde e safado, desaponta- do e muito corn a desgraga de seu anniquilamento moral, nada. ha de mais infamante e difaman- to, de mais baix,, e ignobil a que nao tenha esse komem recorrido, parm a derrocada d'um nome,cu- jo brilho mais e mais se accen- tha, enchendo-nos a a!ma e fa- zendo-a transbordar de emogio e de sentimentos nubres: padre Cicero.: E como tudo isto 6 pouco e muito pouco, ainda recorce, como agora mandando transcrever em as columns de seu Corsario a carta circular do exm? sr. bis- po de Olinda, datada de 26 de 'igosto d'eate anno; carta esta que a propria iREPUBLICAv, de Fortalesa. recusou transcre- vel-a, por isso que tern em su, illustrada redaccio homes de criterio que sabem estimar em muito o peso de snas responsa- bilidades; ainda recorre A vila- nia das miserias, e As miserias da safadesa. E, sinao-assim, como explicar o procedimento d'aquelle desen- ganado trangalhatangas ? Mas, que. notou, que viu cd. mais oar. Atoniio Luiz, a'aquel. la circular ? - Havera ali mais um espinho A cor6ade espinhos que: cige a front augusta e veneranda do padre Ci~ero ? - HaverA mais um pass aos sete passos d4 paixio dro eacer- dote de Jesus Chriso ? Os factor fniraculosos do Joa- seiro, ja na~"bs tornaram preten- sos a infamia ecalumnia ? E pretetisos, como as tomna- ram, ja nao obram, pea s&icta egrejn, con.den iados ? Fafla-se mais aqui n'esss in:.- lagres ? SOs que, ais cantenas. aqui che- ganl- e hoje m Ai que nunca, de todcs os pones do paiz, prince inte do@ estados limitrn- 4,es, homens de tcdas as cavmI- dasweeiaes, de todai. as condi- e de toJas as co-e., venm, 'i 4ltwura, a et- terr a cat:- d'esses milagres? I)ivina ou hunnana, qu de de fazer suas romarias 5_ Isourdcs,A Loreto,j S. Francisco. de Canindd, a N. S. das Dorce d'aqui do'Joaseiro.etc. etc.? O cumprimento d'uma pro - mess ou d'iam voto, diremo., nuAo C de direito divino, contra , qual nada poderSo os proprios caicilioa ?- O que o venerando e virtuo- saisimo pa4re Cicero aqui ensina continuarmente ndo d o catccismnv. d'esta diocese ? Quedoutrina hcte-roloxa, sub- versiva ou erronea, ja pregara, ou ventilara aqui esse illustrado e icldyto sacerdote ? A gente do mCorreio do Car-- ry,s do Crato,do iBesta wav, d.^ Barbalha, e dai Cruzeiro .do Norte*, de Forctleza, que nos respond, que muito que deseja- mos,com eseandalo de todos, po, em evidencia todo esse promo-a- torio de infamias e calumnies C patifarias que tornaram preten- soa os factos miraculosos do Joa- zeiro. E por aqui nos suspindem os. para ocuparmo-nos do fact . . de que acima apenas enunciai mos. Ainda bem qua n&o C t6ra de tempo ... Occupemo nos d'elle, pois! Aos nossos leitores, ah na sabentos como conmecar a nar- rar-lhes o facto de que, s6, ago- ra, pela bigori illkice do sr. Anto- nio Luiz, somos obrigados a fal- lar, tfo vil e tao revoltante elle e; tanta infamia e tanta baixesa elle revela. A nossai penna como que tre- me do indignacao e revolta, ao considerar a enormidade da safa- desa, cuja denuncia ella tern de -.obre a alvura immacula do pa, pel, graphal-a. No eritanto, e forgoso que o nosso dever seja cumprido, ain- da 4ue isto, em hypothede, nos Scstasse-I nMs o que custasse. Trata-se, nem mais nemr me- nos, d'um crime perpetrado pe. lo rombo do sr.. Antonio Luiz, a- trave de seus capachos e allu- gados, e de- cuja gravidade oa naesos leitores vieo avaliar pelo seu simples enunciado. Pam m6: c.Jaresa e p6r mais em destaque a baixesa d'aquel- tetyranete de opa buhi e pes deaqcalo, comecemos ab Jr.S prineip6Im... Apntes de entrar em agonia disse, e por mais d'uma vez. o noss~utdoso mestre e amigo J06E. JOAQUM .T LLES MA8ROCOS ao ve.ernado a re Cicero:-ahi texa as 4 V. --V S nVARDg g SAFADO! I r / .s I (" i6 Or- " I :_- . .nu.ato ant K^n s, 1 ta @ c mais pa on!pa S te uc desen adiuas 6:1 -IF Crato e qI ipe!rtrc4. nlu~as- adas, caniuriul e l ~ c no crepusculo, De p"ss caves, des nhos rn f rapos, valianJo-as.em .tieita deter o sol; a som- janlo satisfy a ulti'iagan 6&niuito-ma:.-d'Um conto de reis, bra, mesmo 0etbiida nos es- .sagrada do v amigo. pressu- quando vio valem.duzentos mil pl.ndores da alvorada, nao dei- toso. o padre Cicero 11in dou vir, reis ? xa de ser a ombra. por intermedio dos snrs. Mano- Emloga.re, rutro-, 6 com- O insurto do abyssinio qua-~o el Victurino e Felismino Peixo- mum av-r.iaren por m.-nos bens apedreja ao descambar para o to, aqpelles papjis, parte dos do valor ou0 impo-tanei i p.ara seu leito do occasop esse insulto *iuaes Ihe fornecera emn vida uo salvaremn os herdeiros d- indmio. ino o ataranta, como a lama inolvidavel mestre. r,:s gastos; no Crato as ;.ucto- qi e vcm do charco i'ao o attin Os encarregados do i.lre, eni ridades dirigidas pelo sr. Anto- ge, ner p6J-e attingd -o. h-Ieg.indo aoCrato,. cerca Ce suci nio Luiz, sabendo que o nosso Quere.mos dizer com estes horas da tarde, n.s mni-s, di.-igi- pranteado niestre.J.)SE' 1MAR- conceito q (e a sombra das per- rani-se logo para o iob.-aiJo, ba- OCOS nada "deixara, assim seguiqoes que a pequenez. ani- t.!ram -lhe na grade A porta pri*n proceIer.,,n crini.nosamn-nte, es- mal de sr. Antonio Luiz procura cipal, e, como a creada Ihe ndo queenedo-.,-s mesmni de scus es- arreminsal a contra o padre Ci- acudira, impacientes, wrandaramn for gs que muitos que os des. cero, la do covacho de sua co- uim trapAzete examiner si, p,.lo pen.J.-r ; em prol do levantamen- bardia e safidesa onde se acoco- fundo co quintal, a poJia vel- a to mnral c social de sua terra ra, ncio obumbra, nem obum- 0 g-aroto, dirigiado-sc ;\ Sun E o qti mais e, ou antes o brard,nern poderajamais obum- casa que fica por traz do sobra- qu- n' m is vil e mais ba'xo e brar o brilho de suas virtudes do, na rua das larangeira.s. e cu- inais degradante,. que fazendo excepcionaes. jo quintal vae ter-se carn o u oj tto alarde de justiga, lanto es- Si em outro tempo, quando o referido predio, separado apenas pavenzo de honestidade, furta- sr. Antonio Luiz, :-e.estiodo se um do outro por uma cerca de ram, ou o quie d a inmsma cousa, da inais horripilante mascara fachina. pedit licencia a.n d,)o3 deixaram furtar documents de d'um bonzo de Lhassa,fazia man- da casa, apoz haver-lhe expo-to importincia que fazia part,' do conas de arriplar e alardeava a sua pretencao, entrou, abriu a espolio de JOSE' M1ARRO- um poderio que nao temiamos, cerca, passou-se- para o quintal COS ! 1nam temeremos, nadq pO6 e con- do sobrado, cujas portas de traz E a prova do que acabamos tra o padre Cicero, i fortiori achavam-se abertas, e. n~io en- de ..izer c que, arroLndo livro, agora sem mais essa mascara, contrandoa creada, encaminhou- velhos, ceroulas r6tas, camisas semi mais essas gaifonas. sem se pelo corredor em fora e che- rasgadas e ate collarinhos esfia- mais esse poJer que tdo l:o gando ai grade a porta acodada-! pados. nio arrolaram sequer a elevava, e aca'toado e desmo- mente (talvezcom medo da alma, existencia d'um s6 document. ralisado e anniquilado como ahi de JOSE MARROCOS) deu-lhe I Parte dos docu.nentos e mais esta e para sempre. um solavanco e abriu-n'a. Ipapeis que aqutchbgaram, bem E nilo-podia deixar de ser as- Entraram os encarregados do altamente comprovam o crime. s-m... padre que, havia mais d'nm- ho- a vColencia que desgragadamen- A couraga da virtude, ji o dis- ra, achavam-se do lado de fora, te e descaradamente perpetra.- se alguem, a coura9a da- virtude. de p6 sobre a calcada, e estes, ram. em coragao de-sancto, imper quando tratavam de arrumar a Vejam vejam la os nossos meavel. papelagem, eis que foram cerca- leitores ate que ponto chega o Assim, I1Ao covil de seu an- dos pela policia sob o commnan procedimernto das auctoridades niquilamento, plde o sr. Antonio do do ar. major L ra ... do Crato tirades cabresto pe- Luiz continuar a proceder, como Foi um appirato formidavel, lo sr. Antonio Luiz e de ma& na question sem question do es- nunca visto n'aquella cidade!... neira tal quo ndo hesitam em polio de nosso querido e sandoso E, sem mais acpdo, ante a commetter as maiores infamias mestre e amigo JOSE MAR- I.r-a armada, a mesnada do Sr. e baixesas, corn tanto que o des- ROCOS, e a revelar-se, como AntoAioLuiz e o batilhao pa briado do regulo safado fique ainda agora transcrevendo a tal triotesAem linha de combat, to- satisfeito. circular do exm? sr. bispo de cando corneta, rufando tambo- Mas, vejam 14 os nossos lei- Olinda e applaudindo ao ceben- res .. e, sem esperarem pela tores ... o dseu pair ciro do Bestaama,de voz do embargo que seria toni- E si nao procederam miser,,- I.arbalha, pela transcripcao que, truante da entontecer, entreg velmente, como procederam, pedido, tambem fez da mes- ram as chaves do sobrado aos p rque nAo fizeram o arrolkmen- ma circular,-sempre o mesmo mercenaries do quaze e.r-cheye e to de tudo o que encontraram ? :, covarc'e e safado. st" retiraram cheios de .. es- ---Porque ? candalo. Como explicar esse procedi- Guardado o predio pela for- mento miseravel, ou melhor, es- (ellkO It 111l Eila, para do- ;a do referido major Lyra, sel- sa miserabilidade dos autorida- enga de olhos. Preparado polo - ladas, com o sello dos impera- des do Crato, ou antes do sr. habil phannacentico M. Candid dores, as feixaduras de suas Antonio Luiz, que 6 quem as portas, trataram de, no dia se- dirige ? guinte, as taes de auctoridales Por ignorancia, ou por safade- . do sr. Antonio Luiz, fazer o art sa? I. 3i A. WW& rolamento do espolio do g rande Si quizeram proceder corn morto. exactidao, nio deviam ter dei- Medico, Operador e Parteiro Incumbido o revdxn? padre Ci- xadc de fazer o arrolamento de Diplomado pela Faculdade de cero pelo unico herdeiro do ex- tudo o que encontraram. Medicina do Rio-Ex-interno tincto amigo, oseu irmio ausente, Si queriam, porem, proceder, do Hospital de Misericordia do coronel Deusdedit Marrocos, pa- como procederam,com toda a sa- d ra receber o que, de heranca, fadesa, nao devenim tqr van iodeJaneiroet. et.etc he Jell a. oh lona- in- tado tio alto, estentorica, a gri- -- t "-a e no sT-r rN, rimn arn-J [--. ....dad.[.s Consulta em sua residen- a--s ie -mSo custo, ser ft,' que fim, tio cdba:de- cia 4 Rua a. arijeirqo muito trabalho, sem muita diffi- mente assim agiu, tao safada- n~is al.ddo -to. culdade e eem muita chicana e mente asaim procedeu o sr. On- .. . as picuinhas c aos remoques tonio Luiz? i d'um tal dr. Tubiba, que-o ve Si para mais tarde accusar ao Acceita chamados : qual- ' 4ho padre chegoua recebel-o? venerando sacerdote, julgando querh6ra e comrn a maxima. a E como nao foi avaliado esse que, uma vez pivado d'esses brevidad promptifica-se a at spolio de ao documents, sne saberia elle attender consultas e chama- Udetender-se,enganon-se rotunda- dos para a zona do Cariry oleito- mente, pois que o destemido de per prego razoavel.- * "r velo. a nosso Redactor-chefe tern copi. -- que bem as de todos os documents que- CRATO-CEAR do ca- dizem respeito i questao relgio- S sa do Joasi e aqueexiam em powder de JOSE' ROCOS. Si, comment aPt ,, to- as esas s safademas para o des- XQr V. AruDEe A d OIRA II ; oraMlisar, como, mas em vao, 0 COMPOSTO de SilviaeSilva '~- .J"trtAcl ts ex '. ta u u .a c ScgaiupVa Fertalsa, a, tratar. tyoil cretai 4 de n-egioscommerciaes, o illus-I', comr ta porps de fr tre coronel lFausto Gnimariaes, quintal co fructeiras, sia honrado e cnitegioso negociante -Traveaap do Cruzeiro n? 2 n esta pr0-. 1Ou R a pretitWder o Ao illustre e distinetocavallthi- di"rja-se ao a taixo d n ro. dcs'jamos-lhe prosper .via que todo negocio 'far-- g-m.. S!Joazeiro. 5 9br? 1910. Majfr i de $Simo D i Pe ) Segui taminbenm corn destino a c Fortalhsa a tratar de neg'ocios commerciaes o distinct cavalhei- ro, ni ijor Je s do Santanna. Boa vianem. K L WkL. s PsON wS uftaI lafr if tut Sobf ir o0 itlutre e integro magistrado dr. to Juiz do direitto&de wlaturt qlZ -' Victimna d'uma pneumonia los Juizo islititto de Batur a nT - u P, ,,ei filte: du la f dleceu, nesta villa, aos 19 Attesto que tenho feito :so e em do expirante; nosso dedicado a- pessoas de niinha familia, comgrand migo, major Adonias Sobreira proveito em to4os os casos que e fa da Cruz. necessario u emprego de am pprg-ti- 0 golpe cormn a maorte vo energico das Pilulas do cirnrgiio Ogoip eom qu-o a morte o Mattmpreparadas nlesta cidadep.- . feriu atirando-o de encontro io pharmaceutico Leoanel A. Alen- is arestas d'umn tumulo, foi poir car Mattos, spaces. " de:nais terrivel no seio desta im- E' por tauto comn 0 maior prazer mensa populaqco que em muito que acconsetho a fhiiaii.i ot.- ,. o tinha e o admirava extraordi- dora a fz"er us d'essas admirave r pilulas torque tenho eonvieqAo de se- narinament.. us benedco? resultados., Ah ntio deixa do ser "oloroso Como drastico considiro-as superi- e muito ver morrer quem ainda ores as semilhares extraugeiram pr 1 .; itat moqo, comeo major Adoni- ser na medicamento vpuramente ve- . as, comepava "h fazer a vida, A Sendo a expr.l.so da verdadal trabalhar, conoe elle, em prol de so ao presept A erdai - suna tamilia, pois que ert esiado e deixa dois filhinhos que irAo Dr. Felismino Noberto da Cota. u, amargamente sentir a sua falta. .. Carramento sentinr a a Exija-se coino garantia, o vidro Contaaeo distinct moro, a- tenha a marc Leonei. -Leh._ - penas, vinte e seis annos de eda- Suces porque sem estai proecAl ...A de. expoem a usar um medieamehto S'- Ao seu enterron nue s ran!ison nenhum effeito. - no dia seguinte, compareceram amigos e admiradores que cons tituiam enorme multidan. 0 aREBATEi, associando-se ao sentimento profundo que se vae pela alma de suaillustre tami- lia e rel i alma deste povo, pede A Deus por elle o repouso eterno e a luz do perpetuo resplendor. Nestas Typographia, vendem- se kilos de Jornaes 4 400. INEDICTORIAES MINHA LIZ Muita saude e bom tempo. Depois doe ma semana de aeausncia, t -asoavel a aneia impertinente que into por e esorevor. Grosseiro e muito, es me remorde a ionciencia de tl-o uido para comti convea~o-me, porem, do quo me attedeyrea que todo eapao de am a outro domingo, nas horas vga, consmia-o na preeia de tuas estimaveis cartiha., quo me retra- avm so vivo oa tens mdos, oB teas dites ehiatosos e deleitaveta paletrsn, sbis psamr a espol ta ob et fadta quo coum4e- i, e continaa4as a dar-me comr tuas mis- sivas, m oato'do ,.dadeim as.ifa*l. E vus aso que nos inpoeta. NIo peavar eon,iMs L, quoe aquel- as pa 3 linhas quo to emlvi, demianp 0lo lg!& despertassaeanta -euro- d da part. d-si ts^ "eti amigas quo maeion por to Mobeiz e. _peT-y1 m: quem esa tua Liz P6 fula" d eicrana ?. 9 beltrans? Era men intito, minha LUz, dizer a- o.H, ntoa deam as. liuaSkA, taN. iga- ,queni e t; mas, pa-r ellas no * *.... -- ew M 2 No entantoj a do algums form a- i haa amft pf pnrod DEPOSIT PERMANENT& ?- NA B*RfIA7hA, .. na Pharmacia Silva. PRE-OS MESMOS DA FABRIC. -- - AVISO .... :-L] Francisco Cay . em Floriano d 3lp tendo adque rido por compra a da Canto Alegre do sinia Apparecida deste Imeamo EiS visa que aceita estractoies de4 <;oba o lacvradores qune . aggregar na mesma fameda ou nio resideneia defilitiwv.- Chama attenlao esp el' i soas que pretenderem se ggq ra o ueguinte H. a M Alegre grades manicobaes, brejos e baixles,' mfits, para toda e q ta em ordem a offerecer tacle c o t : . sultado a quem se dedicar a lavour E' intaito do pai~spre tomtae '-i asua gade ftw "s.- h abi&a. entemrnte: 1wmw t re- e vtmeo -.ola B. lJ por ema mtre MI toe rras an cimUke1 sp t4 pretea midir t. finitevamente na Canto Alegr' dirija-4sa WpI"fte - rio em Floriano. A. N - . Francisco, C. afek. DOR DAA -, x.x. j ww Rhemat on chroi >I1m a iiC^uufg ifll'.e, 1 27 de novemni l -,ISIBR in .a*-. -I. JOASIRO APATABIP A .! ~ PERSEVEPANgA -0 ? INCINATO $fLVA rair ta rbaH sr4,s et:i cr Vi-do deI Gr;hns 4 l ; sa. frcgugc-s o-r. '. ;.'aeo, <1-< e< :tk.',w,< r-.-ta-pr,.- ac. s' podiem ,tesir Welaor0ts e ,le ,i* ea se (ay T :**,i t. .. .,:.--~ i t ,9- "'"- ". -.-S race; ,tetn lmMpe itcct, J tf -l.t+.te m'=+ ]s mni Cabral tne O~ a Y-v ra its ,r 9 {'' Cra#u'. a; If 5 MERCIARIA .LIVEFRA & NATIM O \ rcplietrio dtt tr a,?rediti, ,-j s.-- ima vri't [sC D LuJ. T1T4k..A S*. 12g. - Ha e at. ecccteitcudao ph.rma a . .,4riMbo eta r+.nt cTe d- gs pI*odu.*t.:. nAeiexa-ses e Strantmir&-. ATiDa-s.e eeeeit.M q:al:: ., L -..- c Spremwtldt& Coeiti,.o e 0. i ..- Rau P.dre Cicero *. 4L S0 BARATEIRO S aS eI Vuctnri'o da Silv., rco.. tdn | Ij l be=n i oartida. e t..uic.* ..-z d e p .. akmagno, R"a 1Nova, n*. f*M e H S l'adr Ciocr, af S* A',..POPUV.'AR l jj*' de fasendah e outr.- t rt.r-s de S guiameeio, veadae pl' e.ito st.i e:.- -nh A%"- s ptrkr o capital emptdmo. -g-," O& .. procure, rn.A. I a NoV- A e -;a : *. I ? s Roa P& .in ClkA.o ?'e ., .'. 3D0, que .erA servi, o & r t;ida de pea dG- SDols IRMAOS BI i ds f eta sard ferms-ra-, 4' riv.L as Prtie d Liberdadl, z% 972. :-c . ,,.&dl J anoeio,.o, modieidJ;!- pr.- e c 66bisdado do fragmwia. DHo J ~om e Siqueir. A rrshe. FUNILEIRO Oseina complex. A*e todon Os tofatc-e S* miboe adnT. o grand1o sorti- "aut. pm wend"a s groseo e a rtWlho. S Si soa *eutre bar"iro, Ulo ha de E. se cmo o propjrietario Jo-o A ntB{ da lUbLrdade*.978. CO fazeadas mumndwras .e.iv, fTr&- se J chaps*.. Tide see ntid. do C ]am psu sirtsm dof. mse acinna se ewpoma, earid eeu a p ^ g M AP QUEMA! ii CRATO J* CAS A S i Ah'<; a- . u,,. ,-a n ai H ; I...r :e.'rs S,1'. t', gr ;. t m }.rr zO ,t (ios paras unnm r(t-a fam' i" ;('$('t rl u ,4,tir into a :r.i .. -: .'-r, 1. .- " a i.' ,XO p"r '. p..:'7.-r 3 t < o ri-- A, -rre a- E uG:nt..do A trAtar na Rua GrandIe. ; sorado n0. a-. cc.m J. J. T. Marroe-. ECONOMJSADOBA BARBALHA ( AINA TNTIRNA .'.NAI D PElN-I'7 l3o wpuar*( ApE. VITAL. ICI.\-1to N rri.{Wr e udom do-pi CarA(ia .le o.P .it- o e gp ranti;. n,, Thii.ou, i" r.*r. " cjnto ie r". A r.prov:rl .: In.p't>:i dr' TT I - S iTKial nio -'e: R 'A 7 DE. SETE3f Iil. It")'. n' ', ** .. .* '-. 1 - 113 o'in dern.-) pett"; I ',t r.;,o/..' -.., .^ hr/* l ic;?^,'- . - EXTt11 GON4'AT:.VE s D:AS 1: AVE- eI de ;.,, c. -..-ra,;so "I'!IXII K NIDA CENTi'AL CANINANA Cn- ra'r: v.It " Lll('OI re tI 'A ven?.. na- P? .rm: ei aa 1n, ,ut..&-.t. PREIDENFE--.- ,.r I- Pl iza. r.J :Iharn -e a i; . keg-eritoitvado rt*n**eite hfpiso d. oSenaaaor -tadioal r-chf.-te te Po"e ** aytmi do e tWde Twrimact sseat iniura.e- ex-S e tria da Agriealtur., 4,oL. d 'S. rs '^r ta e o ubo -i tgerl dq, &e VA PHARMAC IA T. fc-ih c!-A n cmapleto ti:mna' dc SERFTAReIA-- rmdeal>r .-oncio Tor C.-.Mae sima ... ex:ra-g-ir as e!. TFnepilo A. ^d C. Ca:lc..nt. urg!, darr Silva Si'. Abr. ;i ., d u.r^ h e 1'7 (1 d. .,t pra o -1 ,- i"u' I a t4 1! Am-. e ; THESOUIFEIRO--)r. G;.-riel )':,s d b de dir.as qualadAdes, cuustrvas cn'7ua *,a n: -ma f.r:.a ef'd-. ih';-- i v.<-gado, eapiisFe::, llr*ctor du. dc .s-, ce~ do ph tarnta, bice, repda. p: I .M Her 'O --., ..ra"t.o p -r i Companhist Induztria! de S. Fa,- d. da an:s+- gregaY.& etc etc. merwc ae:.'; 0 PROPRIERTAP I1 Crd.te 12 de ..re,:r.t de :9100 Exm. Snr. Coodf de Pr..*-r, D:rector OLIVEItA & NATRI 'io Bnec (de Sao BIaul--Er.mo. Snr. Co- ______ T. !roael Fernau-lo Pre-toe, ivke-pr*-idente .. j do E-tdlo-Barro den t director da . i LNUDIM M ATT EN C AO Roed- p c+ p., =tr S &' ;." & Redoipho M:r.ndw, proprita-rio iz FAbri- Av. s aos se fregum ee quoeche;oo: mJ CaS, StIf0, fa-endas *le gao i e e Ti,,os Arethusc4n, de Pir,.ieiaba grade aortemento die Vinhe do orto, M nes te ptRni'itiO no tem0 o de SaItt- deputado feiersl-Dr. Jo:.o AIvezs Dmam .t' lxperior, Santo Antonio, Cognao.Ver- Anna do Cariry & vender. delo. dp' -Phar. L Pinrt m'ute,ViuLo de Mia, Geropiga rr ,t-de -- lIj' oWt'i ll& firma, L. Qaciraz & c. JosniIoanttriges Mntt-iro tendo 4c -p roprietar;o (cU Dro-ar) a Amerixcn . C.nni- C.gardroTupy,La Moren Caj dB Liwat rear-Pdesta Cidade no it nito deo Fabrica de prdctor elmie., I Dr. rPedro Cono S~ o Bon.Ade PaTask Qtrc.fug.. pr'wurar na Europa alivio a-sa- PowtuAl e Dr. Victor 1'odno capAlt"-TA.o ?uo.t. d<, P u-1eirs-J-c4F na! ;snade sepre alterada, declare, a i to M~oteieA Bretel,,kxUnte PApa:g,, PI- M d nta, coin fica..do i.;: Raha de porco e, lt.I qnue ert -rcssar. que estilo exposta. Goerno, enj, fim e.tA or nas. REN- T- a venda t)da& saas casas nesta cidadc DA VITALICIA meiaS., em .iinheiro, aos Tr -. par pres mBad iea e suas fi.zend.- de gadIo neste muni- Ana C oeio". Tern dcis eair.A, a caiea A Rue P.*Cicere n.M6. ,ipio e n termo de Sat-Anna "du iixa B. -----ry mis a sitio no esm ida Caix A pg 50 d e f(ridy e is t n. O es.unrt jois e a2$ 00 de m-nmalidad.' e t&n dir.1- ferido termno denom.Enadlo.Queim. 0o*& to. no fin, d. 15 c no, r. a 'n;o que AC N. S corn engcnho de ferro e ca-.a propria. no seri mak.r do l5wx pormez. Jeronymo Francsco de Lima casa de vivenda, tiido de tt:I'rl e Os s eios da Ciia B, pgatm 5$000 de tern. neLt-i localida.de, venda, dua segara construa.-o, corn ma lpequera ijotI e 5*000 de menslidad& e t6m direi- ca kita it Rua de S. Francisco e a outra cannavial para dusentas eargas de n3 ca de d e eler a t$do pchegar ez. ua travesa 1a Rua Nova.pcla primei- rapadaras, possaindo extenas mattas r pen-.o, aseio pa, ao ra pede203:0'):petaiseumnda 1ij:0ot0 cor madeira de constran-io: outro I i herdeir]R neqsetrioa todasc s con- A'tratar.na RUA DOCRUZEIRO sim pede ; aquelles dos seas amigos triui;ei que elle tiver feito, sem ju,., que tni con o mesmo nego io, t I dAe fallem go..to dea pe.o, eta fi- qneirio pdr bondae satistaser seniS C eatinctaM tem -queoWso.ia esherdoeir U compromissos, ama vez. oe ten de asista quIlquer direito. aIMsentar-se por tempo indetermina- A penese e pag ao proprio indivi- tEMENTE\ DE MAN[IOBAS DO do e ter de prover-se de recarsos sraf oI so si pr-earador legal, ou por PA OiciCte?. Iintermel o do qualquor B:rco, quan&o o 13TAV17HV __& --- . __ ----I A melbor semente da actualidatde Vende Josk ALves da Silva a prejos BARATISSIMOS. F A TDO I4 P A TD VT*It I d*.-I .Wdb -4%- Crato, 26 de Outubro de 1909 Jop- Rodrigwes Monteiro A E ICERO INC 301 JOAZEIRO DO CARIRY ^ CBTO R I#o sn Y" -I- _a-pb rar i5 qlmodpA vovMr16M ,4LV . -Jos Niasf d or'eirn.. Grotifico be= a quern me estre- Bas Pad&e C0i N. st gar w I pold roisbe qw deappa- _reces -mra do Aztripe aiti Sr uaemada Grade, cmn a sgiate W SAPATXARIA -m cu e -MtA E #R6GAftQ' LJ 7 * *Eigt=S_ d5_.J_ in 3f5 .- da8eo d' O" Belte s . m .l ec e &dissil id pim eeI ...des -: _- r -----... *-.-A! o e tlmia reidea--ia- -",citecia em con- I vtn Cpm p . Nossa *ti&oira 'd Dres esi i- ii -aiba mea aO vigarios do sa Diocee'4& DE A. JL&EM SOBRINHO 4,-- RUA i o C MEC10-4O 5 CRATO-CEARA'. Ma, Novitad, artigos do ace do- , Alfe fantaias, & & &. - Eapecalidade em art gos pars S* esenhoera ebjecte p r& preaen- pefmsn, fian man DitLeroira A viMi XAROPk latsamo de Tolu e Eu' .a!yp'.O. Co .UT'- t-, e pr'" prr.do r" S fu,,V C:1 i ,ro ,,r .:- . puli;mnar: To. *-'--, % ..'* <.:,' b *-,"... *-i =. - ryna ji tfhra' f. A vinds. ra Phar:.ca J,-?v. Ci.rid,- l:-t. .vi o - })EPURATIVO CANOID prepars k- t-"o hc-. .[ ., rii' &d-: Dore~s et 6 .Ts x ci; -n 'ig oas affee boi.tipxe, s*phiti^e-. -,3cTrophal<' +.F e d.rthr.-fas. So grande de.alejador ds '.":-- - ciaedos e o. oeroso **Jilan,,r i. WE.s :-+ 'ioeonas pert';aze- q-.ue Ct-I *a. *<-,n-. -1 ua1 ipa do-:-irnw:... Urico.depx-:- ., ru p'arm:+:c'il. .-<>. ,s.:.- dido, na Rit e. Vit,. PHARMACIA SILVA, tie Sivino J:. da Silva, -a Rua. *.:i; - mere'o, n'. ;: -tern am grand e vl.' srcimentos d dro..s, product< -.;i- e e opuulidads pharmaveuticr.-. mentos de ruconLetii, purssa e .gra:, ieeio, prue-.- ve m>k-idad.: c'e pru.i. S RitRO SUMIDO Di:.pparee. -rn de meu itn burro cardjo e u:a b-:rra (-yt:;.- : qnaT:i pr.-t& ambs com esta t-aa -- e corm a sginte 'r muturmio ee aebar no extrAngeiro. r 0 ocieo contrbtninot em dia, que ecar Quem der notd-iu ertt-, na .- - impossiHits do pde doer sa asaen- <;i d'jO Re ba. on v-er mi ein ,daa, &depoisdo cio. sw dos aa r dciteis..anim e l' . _.o, e emon equ enado lnA iAlat ic. 94D erte-- a.. . balto, seri eonside-ado eaa pp| -.,O a . xrm aim9 doe r de11 M pammentp 4e 10 -aos, 30o0o t o pedpgdamoetca de 115 F_ 3r0ioa, 'Mo0. S0 -mtirio qu @e inesrevr uan mez a"t do orteio e tirw rte d r LA R S premsdwo, pag&Ac Spoms poMos an rL R oter diwlto a oam peaoe pao, tosa a mm t Aitl U 4 a *T A d B 3SD A ai ois &D inAVA I u 0 S. Ilsa JdaeiWh1)9:-S.~V & r Onlg ortra fk,- toj& 2 a a ',i ; >i ev-de obteve to"--- -summoa do em eo JPtM abPlctai propotI., caaer Marc -, - no., .t.i a --e: r.. I . - .1 ti -. .- - - 6 i.2 )' Zf V I ? X I ~. ; I - ~- -` -7. I |
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