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Rebate
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 Material Information
Title: Rebate
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Creation Date: December 4, 1910
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00001672:00062

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( BRIDGECACHE )

( BRIDGECACHET )


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DOMINGO, 4 DE DEZEMBROi DE 1910.' *** ANNO-II. NUM. LXXI


CICERO


Qt 'ii ,jy-t triosi da et.nrii lade. que abre as portas do
t.Iipoi. qii..- urganil.tza o kal-ndario d.s festas da Religi.o e da
P'atria. tamll,,.mi irque no quadrante do seculo dias sobre dias,
longos e diuturnos annos d'este tnniversario.
JOSE' MARROCOS


lV AIS um anno de sacer-
docio completou, aos 30 do
mez pr. findo, o ex?? e revP?? sr.
padre Cicero Rc-mao Baptista.
TAo grande facto encheu-no's
do mais vivo con:e.i:am-icnto e.
das mais vivas e mais puras ale-
grias.
Ainma bern que nio polia,,
ain!a bern que nao poderA dei-'
xar de ser assim.
Ao terms dc registrar umrn
acontecimento de tamanha im-
portancia como esse de quarta-!
feira ultima, sentimos estuary na:
b-rracha do poito mua como on-
da de sentiments, qual maiss
affectivo,na caldeira do coraiao,
im como extravazar de paixao1
indcmita...
E' que o exT? e rev?. sr. pa-j
dre Cicero nos inspira A todos
n6s uma tao grande e tao pro-i
fund sens ao emorntiva que nos
colloca n'um desses estados psy-!
chicos que, como ja o disse al-
ruern, sentem-se, mas se naoO
define, tornando-nos, assim,"
physiologicament,-, moleculas ag-j
rregadas d'um todo inconsutil,
particular coeficientes d'uma
grande cohesao em facto de so-
ciabilidade.
Espirito de eleito, coraqao de
sancto, onde entram em pulcher-
rimo certamen a innocencia, a
candura, a puresa. a bondade, o
amor, ia piedade, a magnanimi-
dade, o perdao e a miscricordia,
cada qual disputando a primazia,
elle, o inclyto sacerdote, honra e
gloria de nossa religiao, tern sa-
bido impor-se camo um verda-
deiro oraculo aos seus numero-
sos amigos e admiradores, con-
quistando os applausos e as sym-1
pathias de todos os seus conter-I
raneos.
Sacerdote de virtudes, em
verdade, excepcionaes, ah bemrn
alto o evidencia essa persegui-!
-ao outra que agora sobe da rual
ao palacio... como ao mundo do
Eterno, o oceano, no Ahasverus
de Quinet, se levantou monstru-
oso de seu leito de areas e, en-
capellado, em rug doras vagas
5espumantes, galgou, degrau a
degrhu, as escadarias de bronze


4 mar;nnre di torre do ultimo
rei, para o afogar e as suas sa-
trapas na .ala capitosa do ban-
quete...
On ne tourmente pas, excla-
mava Aben Hamed, on ne toui-
mente pas les arbres sterilles
et dessichds: ceux-lA seulement
sont ba'tus de pierres don't le
front est couronne de fruits d'or.
Nao! nao fosse o exm? e re-
ved"? sr. padre Cicero um sa-
cerdote illustre, um sacerdote
modello, um sacerdote exemplar,
prototype, consubstanciaqdo li-
dima de todas as virtudes chris-
tas, ah! Ihe nao moveria de cer-
to o despeito que chatina,a men-
tira que se erireda, o odio que
se r'esforra e a inveja que raste-
ja, tamanha perseguiqao, nunca
vstn; persegui-ao essa que s6
redunda em notavel prejuizo de
nossa id, de nossa religido.
Sacerdotes de maus costumes,
perversos, trampolineiros, simo-
niacos, stellionatarios (que mais
adiante serao aproveitados para
bispos) cachaceiros, jogadores,
pedophilos, onanistas, deflorado-
res, amasiados A Lumon e ate as-
assinos,criminosos de morte, tern
havido,como nesta sanctis ima di-
ocese e nenhum d'elles soffreu o
que o exm? e reved0o sr. padre
Cicero tern scffrido e continfia
soffrer sem soluoao de conitinti--
dade...
E nao podia deixar de ser as-
sirm, que a caracteristica, por ex-
cellencia, dos eleitos, e a perse-
guicao.
E' ella, a perseguica, que os
p6em mais em destaque, como
ao preclaro speardote de que
nos occupamos, fazendo-o cada
vez mais sobresahir no conceito
do public sensato e mais e ma-
is avultar-se na consideraqao e
estima de seus amigos e admira-
dores.
E, assim, a despeito mesmo de
seus algoves, e perseguidores
inimigos, e que elle vae eaminho
da gloria!
Nessa extraordinaria ascenqCo
para a immortalidade, fazem-lhe
ronda as estrellas -
Sim! tanto, come nesses ul.
timos tempos, nunca se destacou
o veneravel do Padre Cicero,-
condor angelico, nova aguia de
Pathmos ha vinte annos encadei-
ada... mas. ainda assim de azas
tolhidas, tazendo o bem como nin.
guem, levando o terror as almas


que o glorificam corn o seu des- frente a casa de residencia do
peitocom o suu odio ou corn asua distinctissimo anniversariante, a
inveja, como outras o glorificam briosa banda de music dosta
corn o seu amor, cem o seu zeco futurosa villa.
nhecimento, corn a sua gratid~o, A' tarde, enorme massa de
como todos ainda h. ntem o glo- amigos, tendo a sua frente'a ie-
rificAmos corn o nosso preito de ferida banda de music local,
justiga, associando-nos tdo d'al f a residenc;a d illustre e cons-
ma As ruidosas demonstrates picuo sacerdote apresentar-lhe os
de subido aprego e alta estima c scus cuniprimentosde felicitaqgo.
consideragao de que acaba de Por esta occasiao foram offe.
ser alvo. recidos A tolos profusos copos
Registrando, aqui, aos cah6es d'agaa, durante os qutes ergue-
dejubilo que nos ficaram n'alma, ram-sc enthusijsticos brindes ao
como uma doce recordacIo,da fe- venerando .nniversariante.
stividade de hontem; registrando Fallou em primeiro logar o
aqui essa tato fel'z e auspiciosa nosso destcmido Redactor-Chefe,
data anniversariadaordenaqaode padro .loiquim de Alen-ar Pei-
tao inclyto e virtuoso sacerdote, xoto, depois os nossos distinct os
fazemos votos aos ceus para que amigos, coronel Giiilherm- Mo-
ella se reproduza por lengus an- re ira, majors Manoel Alves e
nos,pois assim teremos sempre o 1. de Carvalho, seyuindo-se-lhes,
grato ensejo de expandir a nossa o'umr linguagem toda angeli-
admina~go por e.,sa armontanha cal em que vazou a nota branca
do virtudes que se chama-Pa- de seus mais ternos agradeci-
dre Cicero nmentos, a exm? o revd'JP? sr.
padr-e Cicero.
Durante este tempo reboa-
Sa dehou vm delirantes acclamac6es e in-..


Corn maximo e intimo regosi-
jo,vimos passar,quarta-feira .lti-
ma,a memoravel data anniversa-
ria da ordenagao do benemerito
e virtuosissimo sacerdo:e, o exT?
e revdn? sr. padre Cicero Ro-
mao Baptista.
Foi verdadeiramente um dia
de festa...
0 povo do Joaseiro, cheio de
nobre zelo e santo enthusiasm,
retesou-se de esforgos para so-
lemnisar condignamente essa
auspiciosa e feliz data qu nao
p6de, neni pode-a deixar de ter
para tcdos nos -o imperio inaba-
lavel d'uma convicqad6ea en--
to deslurnbrantissimo d'urma vi-
ctoria.-
Sempre alevantado na com-
prehensao de seus.deveres, aca-
ba de, assim, o nobre povo de-
sta grande terra, dar mais um
testemunho brilhante de quanto
preza ao inclyto e veneravel sa-
cerdote, acorrendo sern distinc-
.o de classes ou pess6a, A pre-
star-lh.e pressurosamente um elo-
quentissimo preito de homena-
gem no dia em que o kalendario
religioso lhe registra mais um
anno de sacerdocio.
Esplendida festa, essa de hon-
tem, cujo entrecho aqui damos
hoje em escorso aos nossos bons
leitores.
A's cinco horas da manha,
ruidosas salvas de foguetes es-
poucaram no azul, annuneiando
a todos a nova alvigareira do
despontar dessa'data faustosa
que cos arvora em festas.
Ao meio dia, novas salves se
fizeram ouvir, tocando por esta,
como por aquella occasiao, em


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FuVZews vtrbrsc njssir auw- U o Ipor tife i
S '.NAnt,., ie atrazo),qu~ tam- m ins pr d i.o. eatifi crx-.
mndear proced-r a c3Ufin,;a dc t~ d- cihcuar te S. Ide s :
S uas assignaturas o prinir o, :, O que a Selnta Conglrio
e lomn do erun;oo anno .d a f- ez, toi n o roaihecer C 0oO
Siuai devido s gandes difrcu- rerdadde'ir, os factmi ca8o.
dades cort que pIetauios aral que aqui deomo, divido asi
.-usten.tal-a. austims -. as-l eldumneal qse xo-
lliuairtis c. ena.;-41u par"
N1a ccrtesa nwral de que se- rnia* de u'n modo cesrn9M oso.
rrmos satiSecitcs, conffrisai o- sem nonhi e crupulo, int~rcal-
r'os 'sc }j4 assz .radecis. iadta ant,.- e probibir que
+ l__ ,tlf faiiae, a, o que o
s~to entarregad s de fa- ,Iv e y i'te 4m umprdo.
zer a cobran.a: aqui n- Jeazei- Eo que 61k.a S~uta Congre-
u0 sfTr. 1Manlet Ah es a I Sil- d :'e &i lm ,re o Padre
V. ; no ij rate, 8 nr. Je-us P. icro fs nsatf-o de toda e, pal-
de Alencar; rio .Jardin, 9 snr. qun que sepr-
Othonel l.uca de Salte, com verSa ate. aorr .
quae podero entcnder-.s os Or asoler o Padre Cic
te iv negocisrlati lrai o dt ai quaquer ensaur e que
estfa te c porventura p4-ssw ter ineorni i',
smtd, otun. r.7 o b.rnao d ab olvel-o de faltas quaato
e" l mais condemnal-o por desvio.
de rimo, tnbem abadona E o Padre Cicero naeo podia
as seus lares pla maior conve- sor I ondemnao er evio, pr-
niencia,que hl de s var a vida, que net ommett reon
nao tern raxto S. Exc.'de affir-d 'o ,m material e re ig
marque tles abandonam os se- rde iem eosqt e eStue. ^ -. a
as lares e os seum trabalhos, ob- C r padr e S. eo
a 'te buste s do Joazeiro no C-< ar!! ttar as noa arma iv, po
Disse ainda S. Exci.: em o sabm que elh 4 um Pa-
dre virtuoso e ^ .
-Que a egneira dos ,qme por S uer ,farem ntao tremenla
mporstikio de embauts rvemo a-guerra,6 per um despeito mal
Squi faer romariap, ebega a tvil etendido.
poqtosa recBumm erer ereceber E o qne mats alto tall 4 nos-
senioo qepergadaetejal so favor 6 que depois da ultinma
evia ero prinei, hes r deeiao da Santa Congreganso,
easinar come ase a cham em erro, que C1, de no sefallar Mais ein
dando assRim preva de sua obedi- toes face@3 por. uao terenm si4do
S ewia a S. CogregMao que .on- recelhef t Jos como verdadeiros e
S demnoa osen desvio). absolver o Padre Cicero de tode
N r .... e qualquer censura em qoe por-
dNes otrecho, S. Exci ndo vento apodesm ter o incorrtdo,
podcndo, ou nao querendo bern elle, o mzmo padre Cicero,foi no-
~ ~~~~~~e m ,fr~vm- #r-&i


xplacar-se, incorreu em ;
t.ontradiecgo; revelou fault
" eoAhecimento da sophcao .
S Congregagao e deo am mal'i
-.. selho aos vigarios de sua
L ---.Vejamol-o.
-> S. S. SExci. affirma que
vo s6 ucree recebe o quu
S- ngano julga que o Padre
Sro Ihe imp6es, eviIenten
oafessa que elle, o padre
nada imp6e ao povo, c q
S-ate vem fazer suas romarias
prindot-suas promessas 4
SSenhora das Dores porque
m ir que o povo cu
ede dito,deveres tso sag
e tA santos, quaes sejam
*wourimento de votos e
neMsas, 4 umncrime, e um

Se 6 de direito que as
mesums s.ejmcumpridas em
S ir legar onde exista a Im
1 S feit nems o Padre Cicero,
aSgum outr padre podera
nar que 6 um erro o cu'
I- ento de takes protessas..
: e elle assim procede
qoe aeria digno de censure
f' desvio, dos preceitos d:
-_-- Madre Egreja.
De mode que os padres
clamam contra a vinda J
: iroms aqui para venerar
imagem d* Maria Santissi
-qoc ests Am erro e emp co1
todesviS e que sao digm
ce mura por tentarem corro
seatimewto de f dos fieis.
Aereit"amos queS Exci
SefSecctiudo sobre as nomas
. *-ar-ae. nao hesitart ao r
I-ncieeda ca


' .". meado oapell.o Ra Egreja de S.
a d, Carlos em Ronm pelo Crdeal
a S l'arochi, Secretaro da mesma
.con Santa Con 2regqAo.
o- E verifi a-se perfeitamente
que se ellc tivesse sido condm-.
itado par desvios do.- saos prin
0 po- cipios da nosea Religiao, o Car-
e por deal Seeretario da S. Congrega-
ice- eato nao o taria capellao de una
nente egreja em Roma, logo ap6s a
Cice- deciao.
tue e-
Scum- O 0que ainda mais alto falla A
Nossa favor da noss affirmative, como
quer indisutivel contestaqao A tAo in-
mper.a, veridica asre"cto e que o Revd?
mpra,
rados Padre Cicero ap6s a ultima de
os do ciao da S. Congregagao teve or-
pro- dem, por um rescripto papal, de
ec- celebrar miwsa em oratorio pri-
vado aqui no Joazeiro durante
pro- ste annos.
qual- E so nao poude aqui celebrar,
agem i" porquesendo por elle apre.
foram sentado o referido rescripeo
nem papal ao. actual prelado d'esta
ensi. Diocese, para vizar comn e tde
mpri- lei, este re sara-se a dar o cam-
potento visto: assim annulou-o !!.
sse d Cumpri a.o Rei~dm. .Padre
a por Cicero recorrer iimesdietaentte
Santa d'essa. anuIlaao afim de que
Mosse cumnprido rescriptoppa4
5 que documieto ete quie 6 podia ser
e ro. annalado por ura carta dire-
em a etasents emLafnde da Santa 84;
ima entrelatto o quiz recorrer por
iple. humildade. pr no ahbrir uma
os de lutact o o se dioceeano.
mnper E'an mito M qe at pode rW
contestado.
abem Se S. Exiz., o snr. bispo do
pon- Olinda, p q sa.e~aidera como
nenos pobre ilh!didos .pn quo
r con- vfmn canmpn pwemeseuai. bitms
S Nosa -sm&orf is Dbre-, eeaftr-
-aiba sBa O vigarios de sua Dioceae


-" \


.ttereni e:m.tdvio
na vi do,, poe. pi
eiatbpi cilo pW 9Egreji.
Felizeainto o povo beml co-
n hece quo 4 um erro "nmdlthantt
onlci e naio a cuuipre, niet deve
eiuipril-a;e a prova J que quantoI
miin so esforg;am para evitarehm
as romarias, tanto mais eflas ae
reiitem.
* Disse S. Exci: ainda:

.Outro .m, recotimendamos
quv naio acceitt para baptismo
o norma. d- Cicero que 6 o signal
de arraigado fanat'.9tI*.


Porve 'tr.i a Santa Congrega-
o cnUi alguna (lc.sa.) sobroe r
questao do Joazeiro tomb m con
demnou o nome de Cicero, pro-
hibindo ser dado now bapltismo.
por ser signal de arraigado tana-
tismo ?
Eetamos c e r t o do que S.
Exci nao IpoderA affirmar tal
inverdade, pois aqu6la santa
corporaiAo dispoe de alto sens",-
elevada refloxao o segura intui-
q.a,) da- vordades catholicas.
E se a Santa Congregaqao nat,
prohibit o noame de Gicerv no
baptisma, porque S. Exeic e al-
guns outros bispos o prthiben
terminantemente em crculares'
de viva voz ?
Entre a verdade e it inverda-
do nao ha meio termo.
Ou a Santa Cougregacao pro-
hibia ou nao prohibit: se tivesse
prohibido toria eitado em uma
das suas decis&es; o se de nenhu-
nma d'ellas consta tal prohibijao
nao ha near, o nome de Cicero
nao e signal de fanatismo,pode c
deve ser dado emnlorme a vonta-
mente part, por um despoito, de
algans senr? bispos que exorbi-
tamn das suas attribuioes.
E' o o de repetirmon o que
disoe o Sumo Pontifice Pio IX,
de maudosa memorial:
aNo Brazil certos bispos tern
mais poder que o proprio Papa*.
De facto, nao prde haver mia-
or abuso do quo o da singular
recusa do ionme de ,Cicero no
baptismo, como nao pole haver
maior eieandalo quo a d'umn bs-
po que annula at- resariptos da
Santa Se !!!
Porque motivo este nome 6.
signal de arraigado fanatism ?
No numero vindouro tratare-
mos nielhor d'este assumpto.
Tamanhas ineoherencia', pra*
ticas tio eseandalosas, a6 re
dundam em notavel prejuivo .da
religion e da *6! !
E quando este prejuiso part
dos profanos pode-se desmelpar,
porque a ignorancia t..do- per-
mitte e justifica; mais quando
parte de bispos e padres, d'a-
que.es que deviaun dar o-exenm-
plo vivo doe eitorte intransigen-
"o do cathoicisamo -romano, 4
para dizermos, eheios de murpre-
sa e compaixao: o tempera, I *..
o'iwreP .. -

0 DEPURATIVO CANDIDO

cura os mao Ahumores, bowba6
chagas chronices-slcer da hoc-
ca, sypkeis, enpingem rheA-
U0.

@1. ealndlM, proprio parar
o abeil.: Eincontrtee- na Plhar-
macia Jose Candido. Roe do Vi-
deo aumero 21 Barbalha Ceara.


Acaba de,o qiose ex-chef/ do
Grato, mandar Haar para as.
'olumnas gualdidas de seu Pre-
toroi, o eCorreio do Cariry., de
G deste mez, n? 310, a czrta cir-
cular que. coin data de 26 de
Agosto do. corrente anno, dirigir
) cxm? sr. bispo de Olinda ae?
:lero de sua diocese.
A fraquesa de animno, a pusilu
lanimidade, a cobardia do sr Aa-
tonio Luiz espicasada, ou antes
psychologisada por aquelle espi-
rito repellent deNadadjido tem-
plo sagrado de Gondapour a
velar-se wempre, como ainda 2-
gora corn a transcripeao-d'aqu',l-
le documrnto gracioso. provoca-
nos A voltar-lhe a carga e A
batel-o de novo a perch i, occu-
pando-nos mais A larga d'um fa-
cto... que, tao d'alma, desajava-
mos deixar pasgar sem um com-
mentario saquer. .
A cobardia c a safadesa sao,
ado ha negar, sAo capazes de tu-
do nesle mundo: servem-se das
maiores infamias, como das
mainres baixe$as,para ferirem a
virtude...
eE no fica s6 nisto !
Descem ellas, muiasd vezes,
sos mais hediondos esterquilini-
lixo de encontro is reputag6es
mais bem firmadas.
Assim a cobardia e a safade-
sa do sr. Antonio Luiz A lives
Pequeno.
Covarde e safado, desaponta-
do e muito corn a desgraga de
seu anniquilamento moral, nada.
ha de mais infamante e difaman-
to, de mais baix,, e ignobil a que
nao tenha esse komem recorrido,
parm a derrocada d'um nome,cu-
jo brilho mais e mais se accen-
tha, enchendo-nos a a!ma e fa-
zendo-a transbordar de emogio
e de sentimentos nubres: padre
Cicero.:
E como tudo isto 6 pouco e
muito pouco, ainda recorce, como
agora mandando transcrever
em as columns de seu Corsario
a carta circular do exm? sr. bis-
po de Olinda, datada de 26 de
'igosto d'eate anno; carta esta
que a propria iREPUBLICAv,
de Fortalesa. recusou transcre-
vel-a, por isso que tern em su,
illustrada redaccio homes de
criterio que sabem estimar em
muito o peso de snas responsa-
bilidades; ainda recorre A vila-
nia das miserias, e As miserias
da safadesa.
E, sinao-assim, como explicar
o procedimento d'aquelle desen-
ganado trangalhatangas ?
Mas, que. notou, que viu cd.
mais oar. Atoniio Luiz, a'aquel.
la circular ?
- Havera ali mais um espinho A
cor6ade espinhos que: cige a
front augusta e veneranda do
padre Ci~ero ? -
HaverA mais um pass aos
sete passos d4 paixio dro eacer-
dote de Jesus Chriso ?
Os factor fniraculosos do Joa-
seiro, ja na~"bs tornaram preten-
sos a infamia ecalumnia ?
E pretetisos, como as tomna-
ram, ja nao obram, pea s&icta


egrejn, con.den iados ?
Fafla-se mais aqui n'esss in:.-
lagres ?
SOs que, ais cantenas. aqui che-
ganl- e hoje m Ai que nunca, de
todcs os pones do paiz, prince
inte do@ estados limitrn-
4,es, homens de tcdas as cavmI-
dasweeiaes, de todai. as condi-
e de toJas as co-e., venm,
'i 4ltwura, a et- terr a cat:-
d'esses milagres?
I)ivina ou hunnana, qu haverA que prohiba a humanid&
de de fazer suas romarias 5_
Isourdcs,A Loreto,j S. Francisco.
de Canindd, a N. S. das Dorce
d'aqui do'Joaseiro.etc. etc.?
O cumprimento d'uma pro -
mess ou d'iam voto, diremo.,
nuAo C de direito divino, contra ,
qual nada poderSo os proprios
caicilioa ?-
O que o venerando e virtuo-
saisimo pa4re Cicero aqui ensina
continuarmente ndo d o catccismnv.
d'esta diocese ?
Quedoutrina hcte-roloxa, sub-
versiva ou erronea, ja pregara,
ou ventilara aqui esse illustrado
e icldyto sacerdote ?
A gente do mCorreio do Car--
ry,s do Crato,do iBesta wav, d.^
Barbalha, e dai Cruzeiro .do
Norte*, de Forctleza, que nos
respond, que muito que deseja-
mos,com eseandalo de todos, po,
em evidencia todo esse promo-a-
torio de infamias e calumnies C
patifarias que tornaram preten-
soa os factos miraculosos do Joa-
zeiro.
E por aqui nos suspindem os.
para ocuparmo-nos do fact . .
de que acima apenas enunciai
mos.
Ainda bem qua n&o C t6ra de
tempo ...
Occupemo nos d'elle, pois!
Aos nossos leitores, ah na
sabentos como conmecar a nar-
rar-lhes o facto de que, s6, ago-
ra, pela bigori illkice do sr. Anto-
nio Luiz, somos obrigados a fal-
lar, tfo vil e tao revoltante elle
e; tanta infamia e tanta baixesa
elle revela.
A nossai penna como que tre-
me do indignacao e revolta, ao
considerar a enormidade da safa-
desa, cuja denuncia ella tern de
-.obre a alvura immacula do pa,
pel, graphal-a.
No eritanto, e forgoso que o
nosso dever seja cumprido, ain-
da 4ue isto, em hypothede, nos
Scstasse-I nMs o que custasse.
Trata-se, nem mais nemr me-
nos, d'um crime perpetrado pe.
lo rombo do sr.. Antonio Luiz, a-
trave de seus capachos e allu-
gados, e de- cuja gravidade oa
naesos leitores vieo avaliar pelo
seu simples enunciado.
Pam m6: c.Jaresa e p6r mais
em destaque a baixesa d'aquel-
tetyranete de opa buhi e pes
deaqcalo, comecemos ab Jr.S
prineip6Im...
Apntes de entrar em agonia
disse, e por mais d'uma vez. o
noss~utdoso mestre e amigo
J06E. JOAQUM .T LLES
MA8ROCOS ao ve.ernado a
re Cicero:-ahi texa as


4 V.
--V


S nVARDg g SAFADO! I


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.s


I


(" i6 Or- "


I :_- .







.nu.ato ant K^n s, 1 ta
@ c mais pa on!pa S te uc desen adiuas 6:1 -IF
Crato e qI ipe!rtrc4. nlu~as- adas, caniuriul e l ~ c no crepusculo,
De p"ss caves, des nhos rn f rapos, valianJo-as.em .tieita deter o sol; a som-
janlo satisfy a ulti'iagan 6&niuito-ma:.-d'Um conto de reis, bra, mesmo 0etbiida nos es-
.sagrada do v amigo. pressu- quando vio valem.duzentos mil pl.ndores da alvorada, nao dei-
toso. o padre Cicero 11in dou vir, reis ? xa de ser a ombra.
por intermedio dos snrs. Mano- Emloga.re, rutro-, 6 com- O insurto do abyssinio qua-~o
el Victurino e Felismino Peixo- mum av-r.iaren por m.-nos bens apedreja ao descambar para o
to, aqpelles papjis, parte dos do valor ou0 impo-tanei i p.ara seu leito do occasop esse insulto
*iuaes Ihe fornecera emn vida uo salvaremn os herdeiros d- indmio. ino o ataranta, como a lama
inolvidavel mestre. r,:s gastos; no Crato as ;.ucto- qi e vcm do charco i'ao o attin
Os encarregados do i.lre, eni ridades dirigidas pelo sr. Anto- ge, ner p6J-e attingd -o.
h-Ieg.indo aoCrato,. cerca Ce suci nio Luiz, sabendo que o nosso Quere.mos dizer com estes
horas da tarde, n.s mni-s, di.-igi- pranteado niestre.J.)SE' 1MAR- conceito q (e a sombra das per-
rani-se logo para o iob.-aiJo, ba- OCOS nada "deixara, assim seguiqoes que a pequenez. ani-
t.!ram -lhe na grade A porta pri*n proceIer.,,n crini.nosamn-nte, es- mal de sr. Antonio Luiz procura
cipal, e, como a creada Ihe ndo queenedo-.,-s mesmni de scus es- arreminsal a contra o padre Ci-
acudira, impacientes, wrandaramn for gs que muitos que os des. cero, la do covacho de sua co-
uim trapAzete examiner si, p,.lo pen.J.-r ; em prol do levantamen- bardia e safidesa onde se acoco-
fundo co quintal, a poJia vel- a to mnral c social de sua terra ra, ncio obumbra, nem obum-
0 g-aroto, dirigiado-sc ;\ Sun E o qti mais e, ou antes o brard,nern poderajamais obum-
casa que fica por traz do sobra- qu- n' m is vil e mais ba'xo e brar o brilho de suas virtudes
do, na rua das larangeira.s. e cu- inais degradante,. que fazendo excepcionaes.
jo quintal vae ter-se carn o u oj tto alarde de justiga, lanto es- Si em outro tempo, quando o
referido predio, separado apenas pavenzo de honestidade, furta- sr. Antonio Luiz, :-e.estiodo se
um do outro por uma cerca de ram, ou o quie d a inmsma cousa, da inais horripilante mascara
fachina. pedit licencia a.n d,)o3 deixaram furtar documents de d'um bonzo de Lhassa,fazia man-
da casa, apoz haver-lhe expo-to importincia que fazia part,' do conas de arriplar e alardeava
a sua pretencao, entrou, abriu a espolio de JOSE' M1ARRO- um poderio que nao temiamos,
cerca, passou-se- para o quintal COS ! 1nam temeremos, nadq pO6 e con-
do sobrado, cujas portas de traz E a prova do que acabamos tra o padre Cicero, i fortiori
achavam-se abertas, e. n~io en- de ..izer c que, arroLndo livro, agora sem mais essa mascara,
contrandoa creada, encaminhou- velhos, ceroulas r6tas, camisas semi mais essas gaifonas. sem
se pelo corredor em fora e che- rasgadas e ate collarinhos esfia- mais esse poJer que tdo l:o
gando ai grade a porta acodada-! pados. nio arrolaram sequer a elevava, e aca'toado e desmo-
mente (talvezcom medo da alma, existencia d'um s6 document. ralisado e anniquilado como ahi
de JOSE MARROCOS) deu-lhe I Parte dos docu.nentos e mais esta e para sempre.
um solavanco e abriu-n'a. Ipapeis que aqutchbgaram, bem E nilo-podia deixar de ser as-
Entraram os encarregados do altamente comprovam o crime. s-m...
padre que, havia mais d'nm- ho- a vColencia que desgragadamen- A couraga da virtude, ji o dis-
ra, achavam-se do lado de fora, te e descaradamente perpetra.- se alguem, a coura9a da- virtude.
de p6 sobre a calcada, e estes, ram. em coragao de-sancto, imper
quando tratavam de arrumar a Vejam vejam la os nossos meavel.
papelagem, eis que foram cerca- leitores ate que ponto chega o Assim, I1Ao covil de seu an-
dos pela policia sob o commnan procedimernto das auctoridades niquilamento, plde o sr. Antonio
do do ar. major L ra ... do Crato tirades cabresto pe- Luiz continuar a proceder, como
Foi um appirato formidavel, lo sr. Antonio Luiz e de ma& na question sem question do es-
nunca visto n'aquella cidade!... neira tal quo ndo hesitam em polio de nosso querido e sandoso
E, sem mais acpdo, ante a commetter as maiores infamias mestre e amigo JOSE MAR-
I.r-a armada, a mesnada do Sr. e baixesas, corn tanto que o des- ROCOS, e a revelar-se, como
AntoAioLuiz e o batilhao pa briado do regulo safado fique ainda agora transcrevendo a tal
triotesAem linha de combat, to- satisfeito. circular do exm? sr. bispo de
cando corneta, rufando tambo- Mas, vejam 14 os nossos lei- Olinda e applaudindo ao ceben-
res .. e, sem esperarem pela tores ... o dseu pair ciro do Bestaama,de
voz do embargo que seria toni- E si nao procederam miser,,- I.arbalha, pela transcripcao que,
truante da entontecer, entreg velmente, como procederam, pedido, tambem fez da mes-
ram as chaves do sobrado aos p rque nAo fizeram o arrolkmen- ma circular,-sempre o mesmo
mercenaries do quaze e.r-cheye e to de tudo o que encontraram ? :, covarc'e e safado.
st" retiraram cheios de .. es- ---Porque ?
candalo. Como explicar esse procedi-
Guardado o predio pela for- mento miseravel, ou melhor, es- (ellkO It 111l Eila, para do-
;a do referido major Lyra, sel- sa miserabilidade dos autorida- enga de olhos. Preparado polo
- ladas, com o sello dos impera- des do Crato, ou antes do sr. habil phannacentico M. Candid
dores, as feixaduras de suas Antonio Luiz, que 6 quem as
portas, trataram de, no dia se- dirige ?
guinte, as taes de auctoridales Por ignorancia, ou por safade- .
do sr. Antonio Luiz, fazer o art sa? I. 3i A. WW&
rolamento do espolio do g rande Si quizeram proceder corn
morto. exactidao, nio deviam ter dei- Medico, Operador e Parteiro
Incumbido o revdxn? padre Ci- xadc de fazer o arrolamento de Diplomado pela Faculdade de
cero pelo unico herdeiro do ex- tudo o que encontraram. Medicina do Rio-Ex-interno
tincto amigo, oseu irmio ausente, Si queriam, porem, proceder, do Hospital de Misericordia do
coronel Deusdedit Marrocos, pa- como procederam,com toda a sa- d
ra receber o que, de heranca, fadesa, nao devenim tqr van iodeJaneiroet. et.etc
he Jell a. oh lona- in- tado tio alto, estentorica, a gri- -- t
"-a e no sT-r rN, rimn arn-J [--. ....dad.[.s Consulta em sua residen-
a--s ie -mSo custo, ser ft,' que fim, tio cdba:de- cia 4 Rua a. arijeirqo
muito trabalho, sem muita diffi- mente assim agiu, tao safada- n~is al.ddo -to.
culdade e eem muita chicana e mente asaim procedeu o sr. On- .. .
as picuinhas c aos remoques tonio Luiz? i
d'um tal dr. Tubiba, que-o ve Si para mais tarde accusar ao Acceita chamados : qual- '
4ho padre chegoua recebel-o? venerando sacerdote, julgando querh6ra e comrn a maxima. a
E como nao foi avaliado esse que, uma vez pivado d'esses brevidad promptifica-se a at
spolio de ao documents, sne saberia elle attender consultas e chama-
Udetender-se,enganon-se rotunda- dos para a zona do Cariry
oleito- mente, pois que o destemido de per prego razoavel.- *
"r velo. a nosso Redactor-chefe tern copi. --


que bem as de todos os documents que- CRATO-CEAR
do ca- dizem respeito i questao relgio-
S sa do Joasi e aqueexiam em
powder de JOSE' ROCOS.
Si, comment aPt ,, to-
as esas s safademas para o des- XQr V. AruDEe A d OIRA II ;
oraMlisar, como, mas em vao, 0 COMPOSTO de SilviaeSilva


'~-


.J"trtAcl ts ex '.
ta u u .a c
ScgaiupVa Fertalsa, a, tratar. tyoil cretai 4
de n-egioscommerciaes, o illus-I', comr ta porps de fr
tre coronel lFausto Gnimariaes, quintal co fructeiras, sia
honrado e cnitegioso negociante -Traveaap do Cruzeiro n? 2
n esta pr0-. 1Ou R a pretitWder o
Ao illustre e distinetocavallthi- di"rja-se ao a taixo d n
ro. dcs'jamos-lhe prosper .via que todo negocio 'far--
g-m..
S!Joazeiro. 5 9br? 1910.
Majfr i de $Simo D i Pe )

Segui taminbenm corn destino a c
Fortalhsa a tratar de neg'ocios
commerciaes o distinct cavalhei-
ro, ni ijor Je s do Santanna.
Boa vianem. K L WkL.

s PsON wS uftaI

lafr if tut Sobf ir o0 itlutre e integro magistrado dr.
to Juiz do direitto&de wlaturt qlZ -'
Victimna d'uma pneumonia los Juizo islititto de Batur a nT -
u P, ,,ei filte:
du la f dleceu, nesta villa, aos 19 Attesto que tenho feito :so e em
do expirante; nosso dedicado a- pessoas de niinha familia, comgrand
migo, major Adonias Sobreira proveito em to4os os casos que e fa
da Cruz. necessario u emprego de am pprg-ti-
0 golpe cormn a maorte vo energico das Pilulas do cirnrgiio
Ogoip eom qu-o a morte o Mattmpreparadas nlesta cidadep.- .
feriu atirando-o de encontro io pharmaceutico Leoanel A. Alen-
is arestas d'umn tumulo, foi poir car Mattos, spaces. "
de:nais terrivel no seio desta im- E' por tauto comn 0 maior prazer
mensa populaqco que em muito que acconsetho a fhiiaii.i ot.- ,.
o tinha e o admirava extraordi- dora a fz"er us d'essas admirave r
pilulas torque tenho eonvieqAo de se-
narinament.. us benedco? resultados.,
Ah ntio deixa do ser "oloroso Como drastico considiro-as superi-
e muito ver morrer quem ainda ores as semilhares extraugeiram pr 1 .;
itat moqo, comeo major Adoni- ser na medicamento vpuramente ve- .
as, comepava "h fazer a vida, A Sendo a expr.l.so da verdadal
trabalhar, conoe elle, em prol de so ao presept A erdai -
suna tamilia, pois que ert esiado
e deixa dois filhinhos que irAo Dr. Felismino Noberto da Cota. u,
amargamente sentir a sua falta. ..
Carramento sentinr a a Exija-se coino garantia, o vidro
Contaaeo distinct moro, a- tenha a marc Leonei. -Leh._ -
penas, vinte e seis annos de eda- Suces porque sem estai proecAl ...A
de. expoem a usar um medieamehto S'-
Ao seu enterron nue s ran!ison nenhum effeito. -


no dia seguinte, compareceram
amigos e admiradores que cons
tituiam enorme multidan.
0 aREBATEi, associando-se
ao sentimento profundo que se
vae pela alma de suaillustre tami-
lia e rel i alma deste povo, pede
A Deus por elle o repouso eterno
e a luz do perpetuo resplendor.


Nestas Typographia, vendem-
se kilos de Jornaes 4 400.


INEDICTORIAES

MINHA LIZ


Muita saude e bom tempo.
Depois doe ma semana de aeausncia, t
-asoavel a aneia impertinente que into por
e esorevor.
Grosseiro e muito, es me remorde a
ionciencia de tl-o uido para comti
convea~o-me, porem, do quo me attedeyrea
que todo eapao de am a outro domingo,
nas horas vga, consmia-o na preeia
de tuas estimaveis cartiha., quo me retra-
avm so vivo oa tens mdos, oB teas dites
ehiatosos e deleitaveta paletrsn, sbis
psamr a espol ta ob et fadta quo coum4e-
i, e continaa4as a dar-me comr tuas mis-
sivas, m oato'do ,.dadeim as.ifa*l.
E vus aso que nos inpoeta.
NIo peavar eon,iMs L, quoe aquel-
as pa 3 linhas quo to emlvi, demianp
0lo lg!& despertassaeanta -euro-
d da part. d-si ts^ "eti amigas quo
maeion por to Mobeiz e. _peT-y1
m: quem esa tua Liz P6 fula" d
eicrana ?. 9 beltrans?
Era men intito, minha LUz, dizer a-
o.H, ntoa deam as. liuaSkA, taN.
iga- ,queni e t; mas, pa-r ellas no
* *.... -- ew M 2
No entantoj a do algums form a-
i haa amft pf pnrod


DEPOSIT PERMANENT& ?-
NA B*RfIA7hA, ..

na Pharmacia Silva. PRE-OS
MESMOS DA FABRIC. --


- AVISO
.... :-L]


Francisco Cay .
em Floriano d 3lp
tendo adque rido por compra a
da Canto Alegre do sinia
Apparecida deste Imeamo EiS
visa que aceita estractoies de4
<;oba o lacvradores qune .
aggregar na mesma fameda
ou nio resideneia defilitiwv.-
Chama attenlao esp el'
i soas que pretenderem se ggq
ra o ueguinte H. a M
Alegre grades manicobaes,
brejos e baixles,' mfits,
para toda e q ta em
ordem a offerecer tacle c o t : .
sultado a quem se dedicar a lavour
E' intaito do pai~spre tomtae '-i
asua gade ftw "s.- h abi&a.
entemrnte: 1wmw t re-
e vtmeo -.ola B. lJ
por ema mtre MI
toe rras an cimUke1 sp t4
pretea midir t.
finitevamente na
Canto Alegr' dirija-4sa WpI"fte -
rio em Floriano. A.
N - .

Francisco, C.

afek. DOR DAA


-, x.x. j ww

Rhemat on chroi
>I1m a iiC^uufg ifll'.e, 1 27 de novemni l
-,ISIBR


in .a*-.











-I.


JOASIRO APATABIP A
.! ~ PERSEVEPANgA
-0 ?
INCINATO $fLVA rair ta rbaH sr4,s et:i cr
Vi-do deI Gr;hns 4 l ; sa. frcgugc-s o-r. '.
;.'aeo, <1-< e< :tk.',w,< r-.-ta-pr,.- ac. s' podiem ,tesir Welaor0ts e ,le
,i* ea se (ay T :**,i t. .. .,:.--~ i t ,9- "'"- ". -.-S

race; ,tetn lmMpe itcct, J tf -l.t+.te m'=+ ]s mni Cabral tne O~ a Y-v ra


its ,r 9 {'' Cra#u'. a; If 5



MERCIARIA
.LIVEFRA & NATIM
O \ rcplietrio dtt tr a,?rediti, ,-j s.--


ima vri't [sC D LuJ. T1T4k..A

S*. 12g.



- Ha e at. ecccteitcudao ph.rma a .
.,4riMbo eta r+.nt cTe d- gs pI*odu.*t.:.

nAeiexa-ses e Strantmir&-.
ATiDa-s.e eeeeit.M q:al:: ., L -..- c Spremwtldt& Coeiti,.o e 0. i ..-
Rau P.dre Cicero *. 4L


S0 BARATEIRO
S aS eI Vuctnri'o da Silv., rco.. tdn
| Ij l be=n i oartida. e t..uic.* ..-z d e
p .. akmagno, R"a 1Nova, n*. f*M e H
S l'adr Ciocr, af S*



A',..POPUV.'AR
l jj*' de fasendah e outr.- t rt.r-s de
S guiameeio, veadae pl' e.ito st.i e:.- -nh
A%"- s ptrkr o capital emptdmo.
-g-," O& .. procure, rn.A. I a NoV- A e -;a
: *. I ? s Roa P& .in ClkA.o ?'e ., .'.
3D0, que .erA servi, o & r t;ida de pea dG-



SDols IRMAOS
BI i ds f eta sard ferms-ra-, 4' riv.L
as Prtie d Liberdadl, z% 972. :-c .
,,.&dl J anoeio,.o, modieidJ;!- pr.- e c
66bisdado do fragmwia.
DHo J ~om e Siqueir. A rrshe.


FUNILEIRO
Oseina complex. A*e todon Os tofatc-e
S* miboe adnT. o grand1o sorti-
"aut. pm wend"a s groseo e a rtWlho.
S Si soa *eutre bar"iro, Ulo ha de
E. se cmo o propjrietario Jo-o A ntB{
da lUbLrdade*.978.






CO fazeadas mumndwras .e.iv, fTr&-
se J chaps*.. Tide see ntid. do C


]am psu sirtsm dof. mse acinna
se ewpoma, earid eeu a p
^ g M AP QUEMA!


ii


CRATO


J* CAS A S
i Ah'<; a- . u,,. ,-a n ai H ; I...r :e.'rs
S,1'. t', gr ;. t m }.rr zO ,t (ios paras
unnm r(t-a fam' i" ;('$('t rl u ,4,tir into
a :r.i .. -: .'-r, 1. .-

" a i.' ,XO p"r '. p..:'7.-r 3 t < o ri--
A, -rre a- E uG:nt..do
A trAtar na Rua GrandIe. ; sorado n0. a-.
cc.m J. J. T. Marroe-.


ECONOMJSADOBA BARBALHA


( AINA TNTIRNA .'.NAI D PElN-I'7 l3o wpuar*(
ApE. VITAL. ICI.\-1to N rri.{Wr e udom do-pi CarA(ia

.le o.P .it- o e gp ranti;. n,, Thii.ou, i" r.*r. "

cjnto ie r". A r.prov:rl .: In.p't>:i dr' TT I -



S iTKial nio -'e: R 'A 7 DE. SETE3f Iil. It")'. n' ', ** .. .* '-. 1 -
113 o'in dern.-) pett"; I ',t r.;,o/..' -.., .^ hr/* l ic;?^,'- . -
EXTt11 GON4'AT:.VE s D:AS 1: AVE- eI de ;.,, c. -..-ra,;so "I'!IXII K
NIDA CENTi'AL CANINANA Cn- ra'r: v.It "
Lll('OI re tI 'A
ven?.. na- P? .rm: ei aa 1n, ,ut..&-.t.
PREIDENFE--.- ,.r I- Pl iza. r.J :Iharn -e a i; .


keg-eritoitvado rt*n**eite hfpiso d. oSenaaaor -tadioal r-chf.-te te Po"e **
aytmi do e tWde Twrimact sseat iniura.e- ex-S e tria da Agriealtur., 4,oL. d 'S.
rs '^r ta e o ubo -i tgerl dq, &e VA PHARMAC IA T.
fc-ih c!-A n cmapleto ti:mna' dc SERFTAReIA-- rmdeal>r .-oncio
Tor C.-.Mae sima ... ex:ra-g-ir as e!. TFnepilo A. ^d C. Ca:lc..nt. urg!, darr Silva Si'. Abr. ;i ., d
u.r^ h | ,-s Kl .-rs do lm :. Tref ,*I *. d e..r.. '. 9, dilersea qualtidaes, hri .n- ; D'. Nogme'r, Ace;<",, prodio z}*. : 1, en- j ice o industriaL
e 1'7 (1 d. .,t pra o -1 ,- i"u' I a t4 1! Am-. e ; THESOUIFEIRO--)r. G;.-riel )':,s d
b de dir.as qualadAdes, cuustrvas cn'7ua *,a n: -ma f.r:.a ef'd-. ih';-- i v.<-gado, eapiisFe::, llr*ctor du.
dc .s-, ce~ do ph tarnta, bice, repda. p: I .M Her 'O --., ..ra"t.o p -r i Companhist Induztria! de S. Fa,- d. da
an:s+- gregaY.& etc etc. merwc to;tc 4, .iheiro vi-:a e pr; C4r- e ~T C Wi.' s -*'i,.,al
ae:.'; 0 PROPRIERTAP I1 Crd.te 12 de ..re,:r.t de :9100 Exm. Snr. Coodf de Pr..*-r, D:rector
OLIVEItA & NATRI 'io Bnec (de Sao BIaul--Er.mo. Snr. Co-
______ T. !roael Fernau-lo Pre-toe, ivke-pr*-idente
.. j do E-tdlo-Barro den t director da
. i LNUDIM M ATT EN C AO Roed- p c+ p., =tr
S &' ;." & Redoipho M:r.ndw, proprita-rio iz FAbri-
Av. s aos se fregum ee quoeche;oo: mJ CaS, StIf0, fa-endas *le gao i e e Ti,,os Arethusc4n, de Pir,.ieiaba
grade aortemento die Vinhe do orto, M nes te ptRni'itiO no tem0 o de SaItt- deputado feiersl-Dr. Jo:.o AIvezs Dmam
.t' lxperior, Santo Antonio, Cognao.Ver- Anna do Cariry & vender. delo. dp' -Phar. L Pinrt
m'ute,ViuLo de Mia, Geropiga rr ,t-de -- lIj' oWt'i ll& firma, L. Qaciraz & c.
JosniIoanttriges Mntt-iro tendo 4c -p roprietar;o (cU Dro-ar) a Amerixcn .
C.nni- C.gardroTupy,La Moren Caj dB Liwat rear-Pdesta Cidade no it nito deo Fabrica de prdctor elmie., I Dr. rPedro
Cono S~ o Bon.Ade PaTask Qtrc.fug.. pr'wurar na Europa alivio a-sa- PowtuAl e Dr. Victor 1'odno capAlt"-TA.o
?uo.t. d<, P u-1eirs-J-c4F na! ;snade sepre alterada, declare, a i to
M~oteieA Bretel,,kxUnte PApa:g,, PI- M d nta, coin fica..do
i.;: Raha de porco e, lt.I qnue ert -rcssar. que estilo exposta. Goerno, enj, fim e.tA or nas. REN-
T- a venda t)da& saas casas nesta cidadc DA VITALICIA meiaS., em .iinheiro, aos
Tr -. par pres mBad iea
e suas fi.zend.- de gadIo neste muni- Ana C oeio". Tern dcis eair.A, a caiea A
Rue P.*Cicere n.M6. ,ipio e n termo de Sat-Anna "du iixa B.
-----ry mis a sitio no esm ida Caix A pg 50 d
e f(ridy e is t n. O es.unrt jois e a2$ 00 de m-nmalidad.' e t&n dir.1-
ferido termno denom.Enadlo.Queim. 0o*& to. no fin, d. 15 c no, r. a 'n;o que
AC N. S corn engcnho de ferro e ca-.a propria. no seri mak.r do l5wx pormez.
Jeronymo Francsco de Lima casa de vivenda, tiido de tt:I'rl e Os s eios da Ciia B, pgatm 5$000 de
tern. neLt-i localida.de, venda, dua segara construa.-o, corn ma lpequera ijotI e 5*000 de menslidad& e t6m direi-
ca !" n34 podlerl e eeJer de O100S-COM per mez.
kita it Rua de S. Francisco e a outra cannavial para dusentas eargas de n3 ca de d e eler a t$do pchegar ez.
ua travesa 1a Rua Nova.pcla primei- rapadaras, possaindo extenas mattas r pen-.o, aseio pa, ao
ra pede203:0'):petaiseumnda 1ij:0ot0 cor madeira de constran-io: outro I i herdeir]R neqsetrioa todasc s con-
A'tratar.na RUA DOCRUZEIRO sim pede ; aquelles dos seas amigos triui;ei que elle tiver feito, sem ju,.,
que tni con o mesmo nego io, t I dAe fallem go..to dea pe.o, eta fi-
qneirio pdr bondae satistaser seniS C eatinctaM tem -queoWso.ia esherdoeir
U compromissos, ama vez. oe ten de asista quIlquer direito.
aIMsentar-se por tempo indetermina- A penese e pag ao proprio indivi-
tEMENTE\ DE MAN[IOBAS DO do e ter de prover-se de recarsos sraf oI so si pr-earador legal, ou por
PA OiciCte?. Iintermel o do qualquor B:rco, quan&o o
13TAV17HV __& --- . __ ----I


A melbor semente da actualidatde

Vende Josk ALves da Silva
a prejos BARATISSIMOS.
F A TDO I4 P A TD VT*It I d*.-I .Wdb -4%-


Crato, 26 de Outubro de 1909

Jop- Rodrigwes Monteiro


A E ICERO INC 301
JOAZEIRO DO CARIRY ^ CBTO


R I#o sn Y" -I- _a-pb rar i5


qlmodpA vovMr16M ,4LV .

-Jos Niasf d or'eirn.. Grotifico be= a quern me estre-
Bas Pad&e C0i N. st gar w I pold roisbe qw deappa-
_reces -mra do Aztripe aiti
Sr uaemada Grade, cmn a sgiate
W SAPATXARIA -m cu e
-MtA E #R6GAftQ' LJ 7 *
*Eigt=S_ d5_.J_ in 3f5 .- da8eo d' O" Belte s .
m .l ec e &dissil id pim eeI ...des -:
_- r -----... *-.-A! o e tlmia reidea--ia-
-",citecia em con- I vtn Cpm p .
Nossa *ti&oira 'd Dres esi i- ii
-aiba mea aO vigarios do sa Diocee'4&


DE
A. JL&EM SOBRINHO
4,-- RUA i o C MEC10-4O 5
CRATO-CEARA'.

Ma, Novitad, artigos do ace do-
, Alfe fantaias, & & &. -
Eapecalidade em art gos pars
S* esenhoera ebjecte p r& preaen-
pefmsn, fian man

DitLeroira A viMi


XAROPk


latsamo de Tolu e Eu' .a!yp'.O.
Co .UT'- t-, e pr'" prr.do r"

S fu,,V C:1 i ,ro ,,r .:- .
puli;mnar: To. *-'--, % ..'* <.:,' b *-,"... *-i =. -
ryna ji tfhra' f. A vinds. ra
Phar:.ca J,-?v. Ci.rid,- l:-t. .vi o -



})EPURATIVO CANOID

prepars k- t-"o hc-. .[ ., rii'
&d-: Dore~s et 6 .Ts x ci; -n
'ig oas affee boi.tipxe, s*phiti^e-.
-,3cTrophal<' +.F e d.rthr.-fas.
So grande de.alejador ds '.":-- -
ciaedos e o. oeroso **Jilan,,r i. WE.s :-+
'ioeonas pert';aze- q-.ue Ct-I *a. *<-,n-. -1
ua1 ipa do-:-irnw:...
Urico.depx-:- ., ru p'arm:+:c'il. .-<>. ,s.:.-
dido, na Rit e. Vit,.


PHARMACIA SILVA,
tie Sivino J:. da Silva, -a Rua. *.:i; -
mere'o, n'. ;: -tern am grand e vl.'
srcimentos d dro..s, product< -.;i-
e e opuulidads pharmaveuticr.-.

mentos de ruconLetii, purssa e .gra:,
ieeio, prue-.- ve m>k-idad.: c'e pru.i.



S RitRO SUMIDO
Di:.pparee. -rn de meu itn
burro cardjo e u:a b-:rra (-yt:;.- :
qnaT:i pr.-t& ambs com esta t-aa --
e corm a sginte 'r


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