Rebate

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Material Information

Title:
Rebate
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Creator:
unknown
Creation Date:
October 30, 1910

Subjects

Genre:
newspaper   ( sobekcm )

Notes

General Note:
Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
All rights reserved by the source institution.
System ID:
AA00001672:00058


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Full Text

-4.- -U'


CEARA-BRAZIL
****- --**


DOMINGO, 30 DE OUTUBRO DE 1910.


.4


* ANNO-II. NUM. LXVI


ORETBATEr publica-s nrmana!montmes
REDAC( !- = (IHEFE--P,:re Jraqnim

GERENI.E-=Felismino P. de Alencar
ASSIGNATURAS
Anno ... ... .. ............ ooo
Senmestrt ....... ..... soo
RAGAMENTOS ADIANTADOS
As publieamces dc- interesse particular!
on atnnncios dependeam de efn'trctos, s~n-
do o pagamento adiaiitdio.
A redscf.o niko 6 responsavei plos arti-
gos inedictoriaes, nete pilAs publicaOes
alheias, assiguadas.
Acceitam-se artigos de religiio, sciencia,
litteratura,etc., prehenbendu *K condi;,Gei3
de no~so ogranima.
Redaes o geronc'a Typographia-Rua
Padre Cicero-N*34b.

JOAZEIRO DO CAftIltY


p atulda ? c sta -

pidoz il loscuia ?


Contam legends da Scandi-
navia que no acumen de alta-
neira montanha, a debrugar-se.i
entire o Pit'a e o Tornea, sobre
as aguas do golfo de Bothnia,
quasi ao romeer d'alva, quando
para as bandas da Russia ape.
nas comeCava o ceu a tingir-se
dos primeiros rubores do dia,
vinha pelo verao sentar-se um
vi-lho, a cabelleira brarnca como
as neves polares que ali vinham
de v!z cahir.
E o sol, quando inuudava de
luz o magestoso palco daquelle
theatre, e cornm seus raios, ba-
tendo em chejo aos flancos da
montanha, dava-lhe a rareada
vegetagdo esmeraldinos tons de
um verde inimitavel, e lamben-
do a superficie das aguas, junca-
va o golto de largas tiras Oe ru-
tilos brilh-ntes, q velho de-
leitava-se em ver reflectida,no li-
quido espelho em que tambem
se desenha-a a mnontanha, seu
throno, a nitida figura do pro-
prio corpo envelhecido.
E como o sol attingia a mes-
ma linha do acumen daquelle
throno gigantesco, o velho co-
mecava a rir-se d'uma alegria
franca e atirava, is harpas ca-
noras dos ventos, canqces vi-
brantes cheias de amor e poesia.
E rindo, e cantando, o velho
erguia-se em toda a estatura do.
seu vultoe de p6, estendido o
braqo e algada a destra cornm o
indicadur em linha, mergulhava
o olhar n'aquelle diluvio de luz,
ppontando o proprio vulto que
se desenhava, ao long sobre o
golf, corn aquellas grandiosas
linhas que omero emprestaral


aos collo)sses titansda myzholo-
gia hellenica.
E, fatuo, ostupido ou louco,
julgava-se entao rei e senhor
d'aquelle ceu, d'aquella monta-
rh.a, d'aquelles rios, d'aquelle
golto, d'aquelles ventos cano o's,
d'aquella luz, que incendiava,
em laminas ofluscantes. o ceu, a
montanha, o rio e o golfo.
E nao via o miseravel que elle
proprio era. uma sombra, e que
apenas ao sol devia aquella gi-
gartesa adilataiao de si a peque-
nez animal! nom sequer cogitava
no seu proprio apagamento si o
sol t mbem se apagasse, e a ter-
ra,como disse o mouro shak-pe
reano, iterrorisada, se abrisse
l5AA:1m tA4L biL.LPLhJL& d-O, dJ&pIl


V ,, l ^Uldig t-I i-.M.,UjOll A -3t VrO, 11
da propria naturesa:
...and that the aflrighted g'obe
Lid yawn at alteration.
Mas, chegou a estarao do in-
veiro, e as nevoentas brumas da
Laponia russa vieram cerrar cor-
tinas ao olhar fulgido do sol, o
velho, apagada a doce illusao em
que vivia, sem mais se jubilar
na vaidosa contemplagao Je si
mesmo, arrojou cornm impeto o
pronrio corpa ao espago.
Encarnaqdo perfeita d'csse ve-
lho da lenda scandinava, lenda
esta que ha treze annos lemol-a,
Mno sabemos em que escriptor
public da epocha, temol -a na
pequenez animal do Sr. Antonio
Luiz Alves Pequeno.
0 sol da liberdade cratense


rasgando cornm seus raios azues o
horror das trevas do absolutismo
que nos trazia a todos n6s estar-
recidos, escravisados, aquelle ho-
menm transpoz a montanha do po-


br

do
da
do
me
qu
si
lo
lo:
va
ou
se
ge
da

qu
uni
4a
aq
de

pr
be
le

ve
mt


tr local a .debru;ar-se por so-
re o valle do Cariry.
E no apice da montanha,ergui-
),rindo e cantando,como o velho
; lenda, e, como elle, apontan-
i, na chela voluptusidade das
ais insuffladas delatac6es de
3e 4 susceptivel, nao sabemos,
a fatuidade, si a estupidez ou
ucura, a propria figure que, ao
nge sobre b valle, se desenha-


d in; w,n certesa,que bem a ex- tiva o olhar.
plica a fraquesa de imdginaqao Ha, pelo contrario, um tal
que, segundo HIPPEL, 6 uma contrast, uma t.l discordia n -
eiip ecie de tysica moral, na cer- is attrahente do que a harmonia
tesa-de que er.t verdadeira- demasiado complete, sempre um
m.nte, realmente um soberano, pouco, fria e monoton j.
e soberano absolute, erTtendeu Por exemphl: uma mulher corm
subjugar todo o Car'ry e por ul- formas completes e as linhas ma-
:timo arrasar o Joaseiro... is esculpturaes serd menos se-
Mas, as revoentas brumas, ductora, do que uma mulher de
nao ',sabemns, inda uma vez. si fei,6es irregulares e que possua
de sua fatuidade, si de sua estu- um nao sei que deexcitan:e e at
I pez ou loucura, vieram por fim trahente.
cerrar as cortinas a" olhar fulgi- Assim a espirituosa morena
do d'aquelle sol ideal, e o des- d- olhos pequenos, nmas scintil-
gracado do homem... como o lantes, de labios grossos,mI.s de
veiho di lenda scaadinava, sem um encarnado violent; de nariz
aquella illusao -m que vivia,sem arribitado, mas espirituoso, de
mais se alegrar corn a vaidosa ou cabellos fortes e negros,pegados
eafatuada contemplagdo. de si muito abaixo do pescogo, ou a
memo, pre,:ipitcu-se. corn im- loirinha chijounde de formas de-
petuosidade, no espago, e cabin- licadas, que os seus cabellos
Sdo, espedacou-se sanja da des- crespados fazem assamilhar a umn
moralisatLo,a sarjetado ainiqui- Kingla Charles, excita a curiosi-
lamentLo. dade, atiga o desejo e muitas
Morreu vezes mesmo despeta paix6es
Umn home desmoralisado, repentinaa.,
anniquilado e um home moral. A belleza adqurida 6 a Lelleza
mente morto cara a sociedade, emprestada pela arte de se pen-
para a politica- tear, de se vestir,de reforinar os
E aqui para terminal: qual a i defeitos da naturesa.
causa d essa iro:te do actual! Esta belleza toda a mulher de
chefe do Crato ? espirito pode adquirir. d
A fatu idade ? Direi mais: aquella que sabe x
A estupidez ou a loucura ? vestir-se, calgar-se, mobtliar su-
,ww. a casa, que tem gosto pelas futi- a
S' Ilidades, que tem espirito e que p
A blleza traz ao seu todo, aos seus ges-
tos, a sua maneira de andar, de
Em que consist a belleza ? falar de dirigir a sua casa, unm
A belleza como a verdade, ar de elegancia e distinc-o, m
absolute? Pode conceber-se, se- sera mais tacilmente reputa a u- c
gundo ella, um typo egual, uni- ma elegant, uma mulher linda,
co ? do que outra qualquer realmen-
Nao, a belleza e .encial te bonita que n4o saiba emmol-
durar a sua better, Ism a por
mente relative aos tempos, aos a sua be
paizes, is ragas e, mesmo, aos em relevo; que abandonar a sua
gostos individuaes. toillete, que commetteu faltas de d
A blleza grega nao e a bel- gosto, que, em umapalavra, nao
leza parisiense. tenha consciencia do seu valoi'. ci
SA belleza ingleza nao e a bel. Affirmo, pois que para ser
leza italiana. bella, basta querer e toJa mt- a
A bolleza europ6a n5o 4 a bel- lher que conhece a sua missao, h
leza persa ou chineza. Ideve querel.on ch
0 Boudha dos indios nao tem DUQUEZA L.UREANA
nada do Jupter grego. fa


L pnantastica, fatuo, estupido, A arte antiga differe da "arte
I louco, julgou se entAo rei e modern.
nhor de todos e de tudo: da Na arte antiga a belleza resi-
.nte, dos campos, dos values e diu na harmonia das proporq6es:
is serras... a pureza da linha e arredondadp
E nao via, comno o louco d'a- dos modelos, a nobreza das. for-
ielle velho, que elle mesmo era mas e das attitudes.
na sombra, e que, A luz do sol --Na arte modern a belleza
S. liberdade, devia, apenas, consiste principalmente na gra-
luelle phenomenon da dilata.o c;a, no sentiment, na intelligen-
. sua pequesez cia e na intensidade da vida.
Nem sequer pensava em seu Ha, al6m disso, a belleza na-
oprio desapparecimento,sitam- tural q a belleza adquirida.
-m o sol da liberta5io d'aquel- (Ha duas species de belleza,
povo desapparecesse!... disia Mme. de Girardin: a que
Mas chegou a estacio do in- se recebe e a que se adquiren.
rno... I rumosa, sombria, e A belleza natural 6 east con-
uito... juncto feliz de liilhas e expres-
O misero d'aquelle trangalha- a6es que soticita, encanta, cap.


OUE AMA

N'uma da. sec


Os
retarias do Es- 0


tado tomou posse ultimamente
do logair para que foi nomeado
em concurso, um amanuense no-
vo.
Logo dois ou tres dias depois
o amanuense entra mais tardc
da heri, chega-se ao chefe para
lhe tirar a faita e justificar a de-
mora:
-Eu piego desculpa a v. exc.
de vir mais tarde, mas minha
mulher teve hoje um parto, e
por isso me deitei *& madruga-.
da,. I.'


I (I


tat
trc

e ;


di;
se

mi

ta


Caltauldo ri ilo


(30 outubro 191(0)
A fillia do ve-
Iho Hilario a>-
sombrou-se iom
a panga do viga-
rio do Crate, p.'r
occasi'o,aqui,de
um casamento, e
quase morria...


Assistindo A -uim casamanto,
A filha do velho Hilario
Assombron-se horrivelimente
Corn a panga do vigario.

Coitadinha da menina!
Quase d'assombro morria;
Ny pra meno; quando a vejo
Toda A care m'arrepia .

Qne panga, men Deus, horrivel!
Ah conno essa en nunca vi;
E, como tal, jai cantara
0 born poeta-Jacy !
J. Aerr.irlt


-Ora essa I esta desculpado
izia amav-lmente o chef- cOei-
ando-o assignar o pon:o.
Passados outros tres dias, o
manuense entra outra vez de-
ois de fechado o ponto.
Dirige-se de novo ao chefe:
-V.exc. queira perdoar, mas
ao pude vir mais cedo. Deitei-
le hoje era ji dia claro, por
ausa da minha mulher.
-Que esta peior ?
- Ndo senhor, mas teve un%
arto esta rnoie,
-Outro?
-Outro sim senhor; resporqi .,
eu o amnanuense.
0 chefe amuou cornm o nego-.
o mas tirou-lhe a falta.
Dias apos a mesma scena: o0
manuense entra perto d.-s duas
oras e vae direito a n,esa do
hefe.
-Eu venho pedir a v. exc. o,
vorzirnho do costume.
O chefe olha-o meio carran-
ido e rsmunga:
-Eu ndo posso estar todos-
dins a tirar-lhe a falta. tfntao-
senhor quer me fazer .accredi-
r a serio que sua mullher teve -
ez pirtos men 15 diats? .
-Pode crer, sr. Conselheiro
as vezes tern mais ainda.
-Mais ? .
-Sim senhor Teom tida
as de ter dous, trez parts, a
guir. ,
-A segu ? mas entUio a* :.
ulher e uarata.
-t sHar. no -004 two
6 p rtoi *



JA S:4lh&- afliQ**P^EK


1~14r". ~~a~-r--i, I~ ._ _~PT1_2_._ _.__1~11_- '--'-- -- I I


I~ I I lsl~ L Lls~ -I I I Llshl ~LI I ~- s I


*


Lod e ,






-


----- I M .. til e interessante local de nos,;-
mento das Lavr da Mangabei- ia -aft", declhramos Ihe. aqui
ra F1( de Officio Lima Pasquino. Em Philhdelphia.Washington, ,puridade e corn mor satistai ;
empre.gado publi~co cm Forule-; 131 am individuo n'unta lucta eni I que voltaremos a ella.
a. que se envolvera, recebcu sobre Quando comequimos d9 cnom-
A' estes, accrescenta:-os air- o coraqAo diversaa punbaladas. qo do fim essay local, qu t-i:it
da cs segwintes nomes: N Os nedioos chamados immedia- deu que fazer a cert gente, :
Antoni oo Pedro ,a S.... tamente para s'correl o, retira- com ten'Ao que aimida nos per -
Caga-Em-Pe, vrad no Ca ram aquille ripo e praoederam ra du atermal-a comi o firn Jo c
to:s T ai Zr KCt a cineosuturas, collocmido-o de- m Jose Trueo I aq r Zurri pois no seu respective logar. Si em comego d'esse j.urn:;i.-
Truss e Maria joq ic M a noa ala operadc. apresenta-se ei ar, que esperamos em D-us vt:.
carenhasoo Lob Agric t ,cir. an ia alma geme; boas condic(e-, esperando-se em cer corn applausos da multifa.
Antonio Luiz da Ful.. Ca- .nt e r.r. a ramh'a. aora breve o seu comipluto restabeleci- abriu'se unm vacuo CAfm a mor:
telo a Freta M.tta .c. F..e .. ,rt,, ..: a na & ais t"-rme imento. de nosso distivto collegay de r -
!ho Can"-,nD e Mequet e t Que prodigio ... da iao-JVSA J3eaqti TelRIs a2
Schetru do r t. r Ete, na verdade, sd de ingle- reftW, de saudo issima memori .
E par.s ..'irscntaora-s port- a -_ m: :.:.,,zes amnjricanos. .esse vacuo ji esti d'al-m-ri s.
rqs e ua s c.ntror- -. ..s .4' ,-=- te prehenchido, gra4s ai adoa.-
aquanto ba .. vel e divina providencia .
t : ,: n- Moral certeza, temol-a. cc-.,
SD SeE .gundo asn ais recentes e.+ efleito, de que acatiaremos .ac-
O DEPURATIVO CAND O o- u r.-. tatis:icas. na Inglaterra ha hoje dalisando ... em today a ext-:. -
cura os maos h:Amor .<, b,,.-, ,, 'siscentas mulheres qu- ivem s deste part'cipio present.
.-;q chr-nicas. *? '::. 1a d ..a.. ido ijrnalismo, e na America du- Mas, pouco nos importa cur-
c. e c:, t r..-|.p, *:^ ad "a-.:. :mm! as ml e cento e no ta e trees pr-se mos um vez a lettra
-ml 2. Na Allemanha havi.-C emn 1894. Evangelho que diz-necsa
I D. r..< .je Iquatrncentas e dez mulhere ; jor- ium est ease escandalum :
I nalistas, numero quo actua:me.i-I E escandalos haja .
S- -- nente so eleva a nile duzentas. Esperen-nos, pois, que,. l
r. a ral' c. -:a r-a'n lIrz'i. A 1 7 do jiu!h u!:i n-r, ob w que das estatisticas qno con que o desembaracarros de-
Sde t. s c titaijo ci:na, trazia aquei'e dia- sta e se na mesma priporo neocios politos s do Joa2.e:-
Medico. Ope-dore P-to c. q- -.ra^ or-'r-ou o :a:n- rio regulate e c rios notia:i angmenta numero <'e homes appareceremos de novo corn a
Dipomadu pela Faialdai- de da .z.r o r 0. .. a .eal...a- No Brazil. e ta tbern )11 cu- que empr-eramn o seu tempo a quelila-santissima gente. .
SMedicina d' -iu-Ex-: r .. prri..a- o i. s 'ut-r- tros aizr_ onde we cultiva. c-- fazer ineias e tVatar do arr :njo da Esperem-nos
do Hospital de Misnrico-i.a do M..jor ph.rmaceutizo. *# o sou t em alta escal,. exiite am casa. Saber esperar, disia a no,-
R-ode Janero. et:. e:.et. s rar':damente econtt:tu.u-ihe l tmeut singular. Qjand( s.asce --- grrande Alencar,'saber ep-rtr
as Irci, tSnicco- o e r-st--be- uma cre-an

c,.:.-es .o'r ta a. ..- .. --..... -.. .. .. Em Sa, d
Consuka em sua residen- Ica este qu ad,. quea ordtiriamnte e S (Medd co-
ci^a i Rua das Laranjeiras Este acto trazerdo m-:ima of- recido per raum parem're ou n-ricalno5 ter-s realdo aChri urn -t
na Cidade do Crato. 4aiao e perenne alegria ao per u.u veho :mngn. o, quai con- rande m anti-!ieal no Slie dcCI <{i
I qual tomaram parte cerca de cin-
-- ar --a am: a, que ::~o ca de tiu ua especie de e- c miqual to here. p Nrrte a er Ben, de oa d n-
Acceita chamados A qual- ad-r.irar ess cura milagrosa chad.- a Ihumbo )e -ia..e. m ddo:
:qu:. h6ra e corn a max.m conrma today a .mportanca tunimie do nome 'ro pequ-n pro- a U tSOria e brevide promptif.ca-se xmaspplto rasg hum.inir -io, pr.tic.-
attender jonsultase chama- Io e aduop.a deelara Descobr-seoEstaosUni- do no hospital desta praia -ni i
d a ra iM B o Cari P a 4 dr M 'R enca do dcaf, a dat dos, um geyser extiordinari | ta r por rman Irma de Caridade,
.or preo ra o Cariavel Pelotas, 4 de Marco de 1 $9S colh-ita e today, as irdi re- que proiecta, d. 24 em 24 hora, ali enfermeira.
por preg;o razoavel.- ecta, d" 24 em 24 horas, ah enfermcira.
SAntoniorNeentes naseimnento da erean- ur a colwu'nn d'agua absouta- Umdos soldados que se a'-
CRATOCEAR. nnt ment gelad, phenomeo esi vm n hospital apresentva
.ATo ^ Reconho verdadeira a as- eomo cont:v.? ouro u i- que dura 15 minutes. Est des- ves ulceras no p: o m Xl ,d. -
,signaura supra. Iantes. O saceo e aberto pela coberta destroe a thvoria geral- riu tao graves caracter-s 1,k
Pelotas, 8 de Margo de 89. ;prim-rra vez quani4o seu dno mente acceita a respeito dos gev- os medi-os manife'tar.r::
-Im testemunho da verdade 2, se trn nivo. ervndo-se ao sers.isto e, de proiectaremn agua nao havia meio de salvaao .-
gfl D. kAe, not-rto F nh ,- .-- ',onvidadoqn c-af. 'qaeenc -rraie
notario, Frane,--u P.- de Lima. o dad. t e rr fervendo. ra o enfermo. Numia con::.
I A ceremonia se replete nn daa doiram a opino
--- estes emitiram a opinjao cqu
o ma c casamonto. Depois, 0 preez ,Cs A
r. M hat SIGi Vende-se nas boas pharmaci- c ". si IaftW ; unco meio para evitar a me=
)r. Jii das e drogarias desta cidade e! saoo rmettido pira a casa dos
.wnas dacapital e Rio de Janciro' reemeasados. Conformea tradi- No Rio de Janeiro foi concedi-o plefrs o era collocar ua .
-Fabrica-Pelotas-Rio Gran- ,o, o novo casual deve gautar. do privilegio ao dr. Joio Pont pe sold na parte enferma do.
Attesto que ineu filho Aifredo de do SuL e lmeos. um anno para con-d de Carvalho pid o aparelho de o .
Falco da Frzta,:de 18 .nnos de dsumr o cafo sUa inveralo denominadochde"y Irma Petra aqu assistia no
edadestanoofrenddesdesumir o ca s inveno denoinado enfermos da sala onde se ach.,-
edade, estanleo soffrendo desde a Havern realmente est- costu- 'cphro, destinado a embalag rm evarmos dado, oerece-se ac>:
1897 de ulceras syphiliticas na AMIDOL. pr f me no Bazil? Nanca uvimos da borrha em saccos meal medio soldado. offerece n a sa ra-
garganta as quakes lhe trouxe- Pharnmasa Jue Camd a- BARBA LHA Icos medicos para que nelia sa pr.-
garganta as quae lhe trouxe- Pamae'a Js cazd c B.ABLIA falar nelle. e iviolavei, me i
ram o immeoiato depaupera- ticasse a operaigo.
mento physico, a ponto de s-r Estes. depois ee nova cons'-
considerado incuravel, apezar de Ap--.*le t a, accettaram e no dia seeu:n-
observadas att entao todas as A. Sob a presidencia do Exm' :te se fez a operagao cirurgica.
prescripeoes medical, resolvipor pr dz, Asslm intifu-e o n ul vro Sr. Cardeal D. Joaq-i'm Arcoo que sahiu ccroado de born x
... Vrdareprodebd peldo.R.. e to
isso, e ja em caso extreme, fa- Tendo esta nossa folha. em, cis ta, Eojae XVerde, arcebispo do Rio de Ja-to.
z~ ur o Vo ra 1 ..... ., ,, -- neiro. reaisou-se aoa vinte e A caridaosa Irma Petra sofr'e:
zel-o usa-r 0 giie o~guera suas uknltimas edi~tes de comte- como quasi todas, sense todas, as cno- dIone a ie, dos a Irr a o r.
atsa, .ar.ba e Guayaco ,oo d- co de setembro iesta part, sa- produce S do cptrmar- inco do lez p P ar s dos. oran-o rurgica no brae..
radio. preparado do lU'? DSr. Ma- hid cori bastantes incorr.ec6es.tInhense. chia belas ta ipos do Sul-emnumero de 19, mostrando-se serenissima.
jor pharmaceutico Joo da Silva de o isto ausencia d'um de s e cbuos no. ll asco im de mbinarem nos, O rasgoda irma de ca.i
Silveira, b6a hora fique prom- noss cegas encarregado ex- ma vez, er e amea adequados fomen e object de enthusiasticos elo-
po v dissparse as mnhas p-clusivameate de sua revisAo, o astr j;i disse de si mesmo:" propaganda da doutrina sa- gros po part de todos os dIr.-
prehensbes e constant temor fo dadosubstituio ha grada, diiplina eccesiastica e os de Madrid.,
de v& um fim sinistro ptr termo noie trabalo, e dao nos sendo tasita son u m irriaciveldpha,- fervor re gioo. As delibera-
aesse soifrmento. nemsOse trabalho. e nio nos sendio tasigta e s onn" r i deliber- d
a esse sofnmento. posivel fUzer-lhes uma corrig-n- vnooc, -o- os tomnad serao depois publi-
Como pae que tern a felicida- -do dimos desculpas w cadas e assnada em carta pa-
de suprema de vr resgatado nossos intelligence leitores. toral c.llectiva.eio da chimica CO-
dmorteadI Por mero da climica coi-t
de um filho cossa idolatda Emquanto assimnos desculpaS imU 8dlo l wine a color, o das ie re-. :
dse n flho, cattestadonsagro noP re- inmos, aproveitamos o easejo de. OYedt tmodo que se poderka obter rc-s:
srateso do o as in aqui, declarar aos nosos ama- O maestro Guilberme MHelo w Piracicaa, de S aues ou amarellas, violas 'v.
gratiddo como o aconselho asm Em- .- ontra: n ..,ao de S.
veis assi nanes que. pr mo- eontrouno archivo do antigo: a a
pess6as que se acham naquelklas .v- gns.ip s pq "~, ,od--Cll4ad. ePaulo, acabli d ser fundada,_ des ouvermeuhas. A descober:o.
condies, garar3tindo que a ira- .. .dlo" mverpa& e lar a ""--..
condies, garantdo que a im- iingo proximo, circular O .Re' do Hymno Nacional, turaia pelo a ersidade Poplar, ap p- -casu
portante cura de meu filho, sen- bates. se actor. o maestro Franciawscoir do Brazl, coiorne is su- ---
do um fact incontestavel, asss -=- Manoel. da Franca e da a I kI
confirma as poderosas condio6es W(d sdotg Verifica-se por essa c6pia que
therapeutics do referido m-di- o entrechoda patriotic compo- -=-- O Japco estA fabricando pd-
camento. .La Dominica de. .wrre:, sjo musical copItameni i pel corn o bambu adquirido na
Em additamento, tenho ainda journal italia., tern publicado in- difference do executad hoie em A'il ha FormosA. Ese fabric, ha
a declarar que, como era natu- teremantisimos inform obre o'dia. t qe aPed lue nos tern, bas-imuito que era conhecido relos
*cn, lamdo per esta tao u-' chinezcs.


,=-,,,_m -_


k.


.. .. .- .







. .


SREBA:. TE.








0 REBATE


$ a magsta e o Al0c!

('mhe.-men-ne? .: En sou o prir -,
'ipe d(1 tolbs as al-grias, o csinpa-l
nheiro de todos os 0psos miod'ern.s.;
,a ensageiro dai moite, o pri.,-rip
<-u1 ,-overua o mundo. ,
-t-ln pjresente'ei todas 5 i'r.--i
")1n1ia. e tTuihnlma renuiao tent logarI
emn a minha presen<;a.
Fahrico ,s cri nefs, faco "n--e .s'.
c<-ra.t;es os pen.amentois ins, nh:.-,
(ho >is ls a.'cs, ouu pai (dos litiW.;
semn pai. traun o U, n'vethCim1n$ito, a;
depravagai,, os y'ieC:d:os. a lot ;li'rai
, ,rim, m.:n t,,da< ns -iias ,.m:.as j; -r
.uit.laveis. ;
.A aho ,',, "is fam.n li4s. pas rs'o :-,
1 0t o.- l (us ii -,s. lati perder .' v-:;i -,
;2 a. a hrira.1 a hra lI a .
1il oi 1 llil VfO soba.e n.< othos, so-
li.-i ;i roI 'ci4'1nt'i a, e IaQo apri'ecer *',
cli; me t- 'Ijni, v' uiran.-a. a awi, <:;- "-
im dliIgnidade, a intIIn tatlidartie (,ouItr
ypassateipo, o aduiter-, coio onii
quist'i iralanite.
T nhon.a:sv et,'riasque Al,-xandre.
hem iJn1fid:.) nPl!t piv-wo a meun rca'r',i
. n hanr. i,. *'.ominal 11 maI:s p, i--'s:
,e Atia.
faoo que o4 mardos se r;;n .;
i,;Sdelidateli da espos.a altieia, traha-!
i'mindo viioso para a I'ilna de swa
I ropria pes-a;: por niihia cansa, i ,-
Ta;,.'0os e ;s vl],',s s,, diviIdem fazpn-:
do epirrammas contra a moral e a!
reliriao.
a;:o depnta:lo.s. ,ohtendo-Ills parai
que iagam i le's qu, .a,,moientem men
reino, que e de today a terra.
Asupro a !-onverter n munlo emn
uil hospital, 'eni !1f iimanicom:o, (II>
TrI. in cireo 4udet e'la encerla.Ios
t'c-r.-s, asuis. oros. falie's. e abu-
tres; qu; o sani <, desol(tQ.:A o, raiin'as,
leviandades. ra-ncrcs, guerras, de-I
s.-speros e bla s|phemias.
Estou em todnr as parties, conheQo
as frias r-''gies da Laponiae Siberia;
as ar.lent.-< T'egreH'-' do Ek-nt' .* da
Jon a: tinh, origem io trigo, no
amlroz, no110 llho, na evada, no IIucco
da uva. na v:le. no leIte; uminha pa-
tria e a tc-rra. meus escravos os hou-
mrns: o que mnu envia, o principle do
mal.
Se, que conhe'eis, porem nan que-
r.is dleclarar men nome, porque to-
ja que haveis perdido o dos factos.
Eu son vosso rei. En sou... D.
Alcool.
Catdle M.endes


?!atI!i cra 0t e Iascu rsa


D1)rribei pa',s a niyimlhalo,
I llatto tho ) r lcei,
1eKS '.otm lugo quehmeit
4e |ira,;as de ro,;a eml quadro0
IDep's de bIen pr-parado,,
A t.'rrl 4ica-i mi-oae a,-
A'-":n d( s-" ; eu'';i .e--
A u.iti cm a;iana tiri.a;
lDepo'; d- vinte e unm dias
P'aatl j r oPi Ir l s 't'I1 O .1i'l,

Ari"'n'!I-i t-l) ,o capim,
M l'-- Ia ; '--.l a T.ol ..
h'it a i', I t. Sm t.i't e,.
Pilo'. kl) *l itt) ( *itd11111 !).
Paa nnV<') mais ter ;'..
E F"--l jnla vV.tot ;n'ss 1s,
P.t< rim 0an im '. tnt r ch'itir,-> ,
" "' 1W.1 i lll--'l>s tlila ,.
oNS (natsro -aitos d 1 Inuro.
PIla tl .i ,r'ro i" nac( t rusa.

0 lyro o mangiteri'il
Qu ie re t'e";i uintl .iard'ilm,
imli qtiiera ser ass:n
t paraio dte Ad.o.
Men jarlimi tern perf eio
Tern vo zeiras precio-sa%
Dltiad-t s e dengoseas,
To,r-andl as ramas no chilo.
Inda ilut a do prtrtod
lantati craco e i a co ro. ,a.

TJamins, croutons. escuirra'leira
NMistran.lo mimo.as rores,
Tudo que exist.e em flores
Nie'ionaeas e estraugeiras.
Quando rni-,t brilha, outra cheir
Ter" ando-se gtrac io as,
Bemrn copdas e frondosas.
Que me d to vida e future.
Mesmo na rampa do muro
Planted craro e nascoet rousa.



Plautti crafo asctn rosa

Nem vi paos nem vi machado,
Nem matto fino roeei;
N.m eun com fogo queimei
Dez braQas de roo-. em quadro,
Ner sai onde 6 tal rogada;
Isto on A sonho on 6 prosa.
Nem vejo terra arre"osa.
Nem agnaquente, nem fria.
Nem me lembro si algnm dia
Planted crave e nasceu rosa.


:t1


VITALICIA


r'ERNA MBUCAN


SOCJEDADE MUTUAL DE PENNIES V1TALIC1

APROVADA POR DECRETO DO GOVERNOR FEDERAL, N? 7638 DE 4 DE NoVEMBRO DE 1909.

FUNCCIONA EM TODOS OS ESTADOS DO BRAZIL

CAPITAL INICIAL Rs. 40:000$000-CAPITAL MUTUARIO ATE' 31 DE DEZEMBRO Rs.265:327:00

c A.x2A. A.-c 5$ooo quc ecooIalsardes por iz, os assoclatdo li Vitalica, obters, dpois de lo annuos, pr

sis sat at( loosooo, WnraIte a lida.

c A,-ce(0 a petqta ecooPntia 1 2c$5o Bo cda nez,alcanaris, ldpois de 15 anuos de associao cia

taticia, peIstis ut saes at 15o$ooo in quIto iia tideries.

SAcA. c-4cm l$ oo nae sats, podirds lqar ui a peasao at 5o$ooo porfutz on 0 pecullo'" it- t

at bs. 1:00o$e.? a agiuch Gfral 6alqatt Iscal JoesAtir -


PRBFEF


A VITALICIA: (I uOlhr apar dla elihk t.
A VITALICIA: ia Istodt I aat*rsidae.

A VITALICIA: (e O anhr a a fhft e orplMadita.

SEDOA BARA DA VICTO RIAN I19--1ANDAR RECIFE


Nerm vi mattos, nerm capit :sorriso tnha coJ!lieci(td? E-ta, a AfMIDOL. P. para curar f.orida.
Neni vi signal de tijolo. 1 item mais esbelta,alva e sohi a.,ei-.; Paraea Jo; Cand do. ARALIA
Nemi vi de que ter conis,'!o, ra impondf.)-.e ainti o 'sada,e n. Teminul'
Nern vi principio nem tur. inmatriz.a morada asseiada e rondrina A VISO NESCESSARIO
Nenm sei onde e tal jardimn, do -y.ub 1 co) vulto da minha pad. o ra r N .. .....I.
Que tern roseiras ninmosas, a Senohra dos .Milagres:que erguendo anoe Victorino d lva. t
Tao) lindas flioes echeirosas; 0os isei torriiao e front. no epa de ir a Fortalesa fazer so'tienlt
E onto dia earockiltha. Ioncerva suas largas-piortas abertas,para sua casa commercial, atoi
P'lis en nunna em vida mini a a ... .pa so.a casa comv derciao, ato o tim
P1,i e va mu -ate do correnten mez. avisa ass saus fre-
I 'antel rco e nascea rosa. Christianino que. ali procuram guezts em atrazo comrsens debits, pa-
nolo e rpons d'alma ea out ra dignar'-se soldal-os quanto an-
Nii, vi aI mangericio ilma em, a in kilommetro d esta, te vietando assim liqnida. o por
Ne- vi ro ne mm; rm a obre sollo otrns de etermedio de sea procurador.
t st vein a ser, potr fim, granite, vestida a forma uipcial, e al
A parar inagina(ail,, filha hiertrehira d aella, e apel- Joaseiro do Cariry 10 de Obtbro
On sonho on illsano, alaa senhora do Rosario ique de per- de 1110e Obtbro
Oun eosas mysteriosas, feito accord coml sna mite, recebe, *
Ion historias jocosas lhana e fvranca; os devotos do santo
Sja vm da traliout) de Dus. BARBEARIA POPULAR
'11 in,.a ,*or inhnl mia,) Alem ainda vejo,coino que desenro-J ., )E
SInI nVICE .TE RANCH" GONCALVES
t','",. '01.0,'aco nas^-K ros. f lando-se ra-te-'nmunte nura rander ICl NiE .AN.. GtON(ALVEN
i toalha alva-asulada. que a primeira ppeta e nov brbe
.vist _"pare- w".'sere tnavens an- ()0proprietario desta nova barbea-
Nno co.lheQo pspirradeiras,. -vst rP la avisa aos seus freguaees e ao pu-
Neom ,uas ss sa s's- cores, ta na tra; epis ve.ti bl lic, em geral ter montaldo sua ofti-
Eu ni, enteudo de flores serem as a' as do Reho d, P"OS' icina na Rua do Padre Cikero n? 3)s.
Navionaes on estrangeirss: ias ques limpidas e prCeuioJas se-o01ide encontrarAo a par de ol-
Nin sei qnal e.r qe cheira. i m dmanda, a le-timos trabalhos consernente a art,
Nem qiuas st as preiosas. iando e di\xando saudals. de barbeiro, asseio e .promptidao,
1iniha lyra e < niho.sa, Milagres 2g de Fevereiro d 1910a-rado e rmodicidade em preos-.
DIsUeina*hira e torna a fazer. Uma vista, pois, a BARBEARIA
Nm ro trlos sabe. dis-r: Jose P. da Cunha Fegueirel)o POPULAR!
Il'an~ i
S -,.lo Pa ao Co m(.r1o .M!:' AVISO
Ithiumati-mo agulo on chronic. Sy-
p'hils -,ntis;- oun rtecentte curam-se con o0 .A VEND R
-ELIXIR )DE CANINANA I -e Frau:-is'o Cavalantt, resdente
SSilvinoSiva emr Floriano do E-otalo do Piauhy,
t.-ndo adquerido por compra a fazen-l Acha-se esposto avenda tun
aA 4~ Ida Cant, Alegre do mnlnicip;i d" Sitio no lugar denominado Fari-
NI\ D"IC TOP'IAES iAppare I i AES visa qneadceita estractores de mani- bricado de Canna corn 4 dios e
OUob 1(oba e lavradores que quizerein se d!- a- p u
r,. u"'afgregar na mesma azetnda nixando nte agua ara rag o um
A .i .... dt onu nao residencia defiuitiva. bom quintal de C feeiros bana-
Ao n dtnt parent, e am' Chama attenqao especial das pes-neira laranjeira Couqueiros da
,Antoio Bes.a de Mnese. ss que pretenderem se aggregar pa- Prain Caza de morada e urn avi-
I Nima bella aurora de abril, aindara o siegrint.e HH n fl endla Cautolamento de f;izer farinha foncio-
quase atormn".jido en sonhav.a, e, q -Alegre granuide. manicobaes, grades a, d
a do.-querni lUizer comprar pro-
or-tica illhs4o preseniiav:' ... ibrejos e baixoes, estes apropiadose ze co r pro
Tran'nponta.lo rapidament,. a urea para toda e qualquer plantai, to emncure 0 seu propietario Raymun-
-mi.,ntt, ,colliua di visiaha serra ordem a offerect r tacil e lcrativo re- do Francisco Viardo que o ven-
ihrav'; (de 1?. lancei rnrioso olhar pa- sultado a quem se dedic-ir a lav.oura.!4e por pouco comodo Fariam
'ra ao sul. e ,t nhanta-tic) e stole l E' int.ito do proprietario tornar ad'aBarbAl., 4 de 8br- dL4os -
ii&ntnlr*'n., '. ,m- .ido dei.de o so- sua grande fazenda habit-da snuffli-
ipt do out-iro. vi. e anadida que a entemente: garante por iss.o regalias! .
visti se alongavn, estender-se Ima e vantagens ainda nlo offerecidas! Rav d? Franc? Viardo
,imme"sa e miestosa campina verde- por uenhum outro proiriet'.,-io de
esoura, e ao lone, mulito on-e. ile- terras em condIioes identijca-. Que:n
,urtinar-se-mT- duas Inmagen.s pathlie- pretender residir temporaiTia ou de- O DEPURATIVO CANDIDO
iticas e elegante.s a- qiuaes at trairin tfuitivamente na mencionad-a fazenda'
;tda minha attenklio. iCanto Alegre dirija-se ao proprieta- cura os maos humores, boubas,
t Attonito, confunlido, soahando rio em Floriano. chag~s chronicas, ulcers da boc-
ainda., nao as conheci. mnedei Floriano, 15 de Junho de 910 ca, syphilis, empingens e' rhea-
mirei curioso, e, espedi um ameno Francis o Cavalcanti matsmo.


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Frec f^Ci *-* + r,--;-.. >... :.*-.* .o Tr-**- -"
do ma'. exis.-,:- fr:=r- 'a '. 'rn*":- -'-'

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Gilva. d.-,:,_'TE, D- c.t,.a i .... .ii- -, ,-r

Com:p n-h' Is PC--:-" eC? C&s. P.

E^-.- -.-.. '-", -. Fr.:- I. D r- gtor
do B.sau. :- }'.~a.-- 1::-. S.r. Co-
ronel F _- a -'o i "r r. vi.--.r,.-i t i
,.1.man.,,a I .u :>a--.l d .... P .z...= Dr.


BARBALHA

0 rei de~o de-purathi-o

So SXir pruNU 4 W( ?.
l ,.** P ra rd o Vy r .f fl d s o .JT ;

I _fi,.r' -* u ? n .i4 I. 4!-.' -
S .-. .. sh.-o d e (I *9 .




* ,.7;, ,. :
--' n-r- P i r cl
;' L : '- r ii iA ..

"[ XAROPE


S 's -q T'aIu e f9 vF .
Pe,=t-ei prp-r-r, .do r


IR A T I T C.... D0. A r + ,a

i.tI::'.--'Ra JI-- VJ Cnd. ICiNu:> d, ,-. _


'*EPURATIVO CANDID 0


7-.^ F10 t' Imp 1r 1h ..r .. 4-t em 'p4c
Lu .- d. o e a. ^ --p T ,-_ .1 i s-.. -. .- n ." I c T. Ae' e -D .- L4 ;. A-P '.4. l'. r -t. _- -- D
, .mn .-e^ ^-. v de p-oe u :epe ^^ ^ ^.o o~c.- se ^ te 2::mi i S o de ^ bp Ai : ^ .ev br fwcd-S%=
de sr a c pi-.."t seaor. oSaa Antonio. CoTWn-,Ver- v u de -rv I r:a-ltr. C erophal r.4 th '4.
1 nar- e t eCs, nr r t. Gr t. I v d- *
(, O er a -e r-i '- -- .- --. .'- 2.V^- (;GU!ir -,. c i -- .r s4ng ^e.
*..9^ R _---- --~ n Ja--- nipCAe.. -,aleC-a d-r.e .p ,',' h, a a E.-pr..... 'e Dr. c ..ado c --- r.-= r' .-t rma-.- -
__Come see B.d-sPat'aBMg ZIA EU:'pa alvio a-sua A E^\-< .^ u VA PALIST mpure a .l... nrAt-
P.puaredo P-quir '- a declTra. a .- .: r
A.n'S-'- B ,e el, E xce ll ? )nt Pa-; ,-.. r .. ti.... .. .. 44+. ., e-n. -.- : ;i u n It :- .. V i -.
_II M A O S -+ -: u p me v c.~- s ta s ci:-- DA VI T !. -'_iA m .- em Ji-L'r,..-. '
L d. f*.'. *e-rmss e : : ..,-" !. -P- .s ; AR. MACIA SIL.V
m P-1e ds Librirnid.. n',i'. S1?nar- pi r -r P' teri & _t-Anra 4. ec. O A s
"- : O r .-.ia rir'.*. da C a _sV ,-VIO S d-
dad d- nes e io. ao).icii a e d. p;'la r e a, R .am I -0 -- .*- _, 5de .- d. I -; ,, r : o4 4 d:- ) vu -: '.-.. '
a Di md de friros i- u .erldv te a d-.3a"mai+ tQa 0* no -im de 15 ar.o. a i a q e:- r ----: le7 ." -L.-
Dimn Siqeir. s l jco-n eEnenbo de fr,-r.: e .:a.a pro-a. a er; ma-r $ 150SOOC p.,r | r a., 4 tre.-. pn-"a..: c-. -
Jeonyvmo Francs i- L a -.a de vivenda. zd.. de t-lia i- Os i- CaixA R. ip .-.n COO d-. epecia:.a.i pr e -:..
temn. nes-t l'-aliiad. A v h. -- Crcnstru;-. co a a te : a t d a d e a di.-: .CA-- (- re.hen .tu..h dC*.=-d -a
FUN I LEI RO ( li, e air ceras de tnha. dma, na -e0aa e agne de ra e cai, ..-. *,L taniagy m- % a t- rl .
Ofeia& eompl--sa .e todto o+ = afctos sita Raa de S. Fran.o e a ou-trai canzavial para duscn-as carwash d- v x ie por
* atpnsilio em findres. com grade wori- na travesla da Rua Noira. !aor- mei'- rapadras. pas.cnindo exao ma=< as? r ~b.r a pena--o. a -,eia ,- pag'ar'
mento warml enas em grcto e retal, ra p"ede?.O-WI:.... --'- p. I .l :... .o iad eira -de r.-.Io: ut. -s ni. -" "" -.e1 a--o e l
Si am outro barei .oha de TRO m pe a ---.--- ee ve it.e. r >.."de UM DO
wr tntozco-m-otoproprietaric Jio eAntan a D417- c fl imer o d -sie quno mju-|
Farado ------t e- o t- =+- --e-o :_ 'nvio -.i. er .. da.. .n. '- Ap Par,-- ur e mrr 5 !:

SUUU UU e qe e aisa qaer di'. ai prta h .
ausentar-?e por tempo indetriaa- pA px-so ser paga so proprio iadivi- e c- a tiuee fre:
SEMENTES DE M.ANICOB AS DO e ter d pr d d onao s0 p:-xarador legal on po
DP Y dfiie tes.r de te- de de-. quoq-or B.neo. quando
: JS AA PAUH Y c metladrio s e char no extragi.ro.
Ita .. soi contribinte em diA. qae fiea-T r .-c.a t Certl"s na R1%
1 _~ A elhA.mrllemente di ac&t- ltal. ide TraLt,. 2-4 le Octabro de 199 .-- .. .... "


de faz-nda mereasdorias esia. fera-
SeBe. ehapsu. Teod reeetdo do Coarl
am eomplto sort-inento doe artigas aci
mescionadea qoe do readid por preo
am co(peveneis. emirids todo o pabbeo
para facr aa visit a a di stascabekiinmn-
to uwe v cenrtiseari do qu e 4i aramado.
VEBDADEEBO QW MNl!


APROVEITEM?


AFROVEITEM!


-0Baptist& do O eirGrotifico bem a quem me entre-
Rua Padr, Ciewo X-. aS gar ca poldro refile que dsjap..
rece na s ~er do Araripe sitio
SAQueiaGada Gruade, e a 9 a.e
SAPATARIA e fregeia
BA E sPA pAa- Bt ^ r7-
bt.smrtaa p de Jesquim Bmw. S.- Ip r n
S~-.Adi -s dpI do panes& dafdo d' 0 debate
i. re~e wee d tde. quiqr on em mliaha residencia:-
gsba^s. e'. graSer da d AmemP Ad
ao. AIL Pcr Xav'*tr de Arajo


4^


d'7 l Zjbi4a-Io pd osair o a s A 'u *k T 'n r s:u .
a ,.deppoi de ino aa o i a. le ocia- -i:t ; anima,. r.i tifiC
J' Cit-i Ma6teir3 em coseqoenaiea do molemtis crolicA a rosa
e uemrareL qte o infhailite par ota-
aho. erz-a coaside-ado s-:pe-a-.a e ni s Barba'ha. St'o Bre:t>. .e N"
I C, f A T pO di pito i l I ;emhbrT dle 19-,i
..R.ATO Os PsSmeno, ateeipadoe de 1 M Jan o. ehs Fpr-:n. v-
4zam da reducv.cL, d o 50 9.10.43. pg.Ezmer.&
S 0E CA A ?! E : o, n -uos a.,2 0 =,-!
DE .ar, --aa'. i-o / ---
O metatrie qse smminer-Ver UM m,
A. BELEM SOBRNO p "e e MmLAGRE S
4--rA"DOCOMMEERCIO2- i ma a. pa" toi a
CRATO'CEAcAu. -- Lw. iUei Ca* Perk& do
meow- A ECONOMY UA A/ t Z
Eatabehrimnseds? S-af.bs.- smi- d, 2 a dois anese i OUMI|
Miad*i ma is doa- d 4W908a a Ca l c c d a
meetic Alh asamme. & & & 4- Jsaire 1909q -34000 rualhms t
S4....60mNeum. t r5. .r -
a, imr Fe n t ^ i et mu me r de s Marca e ibei A
Peps -s poapes -

SI Bp w-4am atfu tr e eabteor c Sr. N -
^ Jod Igneas' e o JV.d .gra sc- -a S -
I -Ba doCoCmmerjo=5 *


4-;


-B


I;


Vende Jc.se Alves da Silva
A pre-os BARATISSIMOS.
RUA DO PADRE CICERO N' 351I
JOtZEIRO DO CARRY

B t a o
0 w ,o


--- ,- -~-~----~----- --- ~ --~-- ~ I --- ----- ~ ---~ -


::