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-4.- -U' CEARA-BRAZIL ****- - --** DOMINGO, 30 DE OUTUBRO DE 1910. .4 * ANNO-II. NUM. LXVI ORETBATEr publica-s nrmana!montmes REDAC( !- = (IHEFE--P,:re Jraqnim GERENI.E-=Felismino P. de Alencar ASSIGNATURAS Anno ... ... .. ............ ooo Senmestrt . ....... . ..... soo RAGAMENTOS ADIANTADOS As publieamces dc- interesse particular! on atnnncios dependeam de efn'trctos, s~n- do o pagamento adiaiitdio. A redscf.o niko 6 responsavei plos arti- gos inedictoriaes, nete pilAs publicaOes alheias, assiguadas. Acceitam-se artigos de religiio, sciencia, litteratura,etc., prehenbendu *K condi;,Gei3 de no~so ogranima. Redaes o geronc'a Typographia-Rua Padre Cicero-N*34b. JOAZEIRO DO CAftIltY p atulda ? c sta - pidoz il loscuia ? Contam legends da Scandi- navia que no acumen de alta- neira montanha, a debrugar-se.i entire o Pit'a e o Tornea, sobre as aguas do golfo de Bothnia, quasi ao romeer d'alva, quando para as bandas da Russia ape. nas comeCava o ceu a tingir-se dos primeiros rubores do dia, vinha pelo verao sentar-se um vi-lho, a cabelleira brarnca como as neves polares que ali vinham de v!z cahir. E o sol, quando inuudava de luz o magestoso palco daquelle theatre, e cornm seus raios, ba- tendo em chejo aos flancos da montanha, dava-lhe a rareada vegetagdo esmeraldinos tons de um verde inimitavel, e lamben- do a superficie das aguas, junca- va o golto de largas tiras Oe ru- tilos brilh-ntes, q velho de- leitava-se em ver reflectida,no li- quido espelho em que tambem se desenha-a a mnontanha, seu throno, a nitida figura do pro- prio corpo envelhecido. E como o sol attingia a mes- ma linha do acumen daquelle throno gigantesco, o velho co- mecava a rir-se d'uma alegria franca e atirava, is harpas ca- noras dos ventos, canqces vi- brantes cheias de amor e poesia. E rindo, e cantando, o velho erguia-se em toda a estatura do. seu vultoe de p6, estendido o braqo e algada a destra cornm o indicadur em linha, mergulhava o olhar n'aquelle diluvio de luz, ppontando o proprio vulto que se desenhava, ao long sobre o golf, corn aquellas grandiosas linhas que omero emprestaral aos collo)sses titansda myzholo- gia hellenica. E, fatuo, ostupido ou louco, julgava-se entao rei e senhor d'aquelle ceu, d'aquella monta- rh.a, d'aquelles rios, d'aquelle golto, d'aquelles ventos cano o's, d'aquella luz, que incendiava, em laminas ofluscantes. o ceu, a montanha, o rio e o golfo. E nao via o miseravel que elle proprio era. uma sombra, e que apenas ao sol devia aquella gi- gartesa adilataiao de si a peque- nez animal! nom sequer cogitava no seu proprio apagamento si o sol t mbem se apagasse, e a ter- ra,como disse o mouro shak-pe reano, iterrorisada, se abrisse l5AA:1m tA4L biL.LPLhJL& d-O, dJ&pIl V ,, l ^Uldig t-I i-.M.,UjOll A -3t VrO, 11 da propria naturesa: ...and that the aflrighted g'obe Lid yawn at alteration. Mas, chegou a estarao do in- veiro, e as nevoentas brumas da Laponia russa vieram cerrar cor- tinas ao olhar fulgido do sol, o velho, apagada a doce illusao em que vivia, sem mais se jubilar na vaidosa contemplagao Je si mesmo, arrojou cornm impeto o pronrio corpa ao espago. Encarnaqdo perfeita d'csse ve- lho da lenda scandinava, lenda esta que ha treze annos lemol-a, Mno sabemos em que escriptor public da epocha, temol -a na pequenez animal do Sr. Antonio Luiz Alves Pequeno. 0 sol da liberdade cratense rasgando cornm seus raios azues o horror das trevas do absolutismo que nos trazia a todos n6s estar- recidos, escravisados, aquelle ho- menm transpoz a montanha do po- br do da do me qu si lo lo: va ou se ge da qu uni 4a aq de pr be le ve mt tr local a .debru;ar-se por so- re o valle do Cariry. E no apice da montanha,ergui- ),rindo e cantando,como o velho ; lenda, e, como elle, apontan- i, na chela voluptusidade das ais insuffladas delatac6es de 3e 4 susceptivel, nao sabemos, a fatuidade, si a estupidez ou ucura, a propria figure que, ao nge sobre b valle, se desenha- d in; w,n certesa,que bem a ex- tiva o olhar. plica a fraquesa de imdginaqao Ha, pelo contrario, um tal que, segundo HIPPEL, 6 uma contrast, uma t.l discordia n - eiip ecie de tysica moral, na cer- is attrahente do que a harmonia tesa-de que er.t verdadeira- demasiado complete, sempre um m.nte, realmente um soberano, pouco, fria e monoton j. e soberano absolute, erTtendeu Por exemphl: uma mulher corm subjugar todo o Car'ry e por ul- formas completes e as linhas ma- :timo arrasar o Joaseiro... is esculpturaes serd menos se- Mas, as revoentas brumas, ductora, do que uma mulher de nao ',sabemns, inda uma vez. si fei,6es irregulares e que possua de sua fatuidade, si de sua estu- um nao sei que deexcitan:e e at I pez ou loucura, vieram por fim trahente. cerrar as cortinas a" olhar fulgi- Assim a espirituosa morena do d'aquelle sol ideal, e o des- d- olhos pequenos, nmas scintil- gracado do homem... como o lantes, de labios grossos,mI.s de veiho di lenda scaadinava, sem um encarnado violent; de nariz aquella illusao -m que vivia,sem arribitado, mas espirituoso, de mais se alegrar corn a vaidosa ou cabellos fortes e negros,pegados eafatuada contemplagdo. de si muito abaixo do pescogo, ou a memo, pre,:ipitcu-se. corn im- loirinha chijounde de formas de- petuosidade, no espago, e cabin- licadas, que os seus cabellos Sdo, espedacou-se sanja da des- crespados fazem assamilhar a umn moralisatLo,a sarjetado ainiqui- Kingla Charles, excita a curiosi- lamentLo. dade, atiga o desejo e muitas Morreu . vezes mesmo despeta paix6es Umn home desmoralisado, repentinaa., anniquilado e um home moral. A belleza adqurida 6 a Lelleza mente morto cara a sociedade, emprestada pela arte de se pen- para a politica- tear, de se vestir,de reforinar os E aqui para terminal: qual a i defeitos da naturesa. causa d essa iro:te do actual! Esta belleza toda a mulher de chefe do Crato ? espirito pode adquirir. d A fatu idade ? Direi mais: aquella que sabe x A estupidez ou a loucura ? vestir-se, calgar-se, mobtliar su- ,ww. a casa, que tem gosto pelas futi- a S' Ilidades, que tem espirito e que p A blleza traz ao seu todo, aos seus ges- tos, a sua maneira de andar, de Em que consist a belleza ? falar de dirigir a sua casa, unm A belleza como a verdade, ar de elegancia e distinc-o, m absolute? Pode conceber-se, se- sera mais tacilmente reputa a u- c gundo ella, um typo egual, uni- ma elegant, uma mulher linda, co ? do que outra qualquer realmen- Nao, a belleza e .encial te bonita que n4o saiba emmol- durar a sua better, Ism a por mente relative aos tempos, aos a sua be paizes, is ragas e, mesmo, aos em relevo; que abandonar a sua gostos individuaes. toillete, que commetteu faltas de d A blleza grega nao e a bel- gosto, que, em umapalavra, nao leza parisiense. tenha consciencia do seu valoi'. ci SA belleza ingleza nao e a bel. Affirmo, pois que para ser leza italiana. bella, basta querer e toJa mt- a A bolleza europ6a n5o 4 a bel- lher que conhece a sua missao, h leza persa ou chineza. Ideve querel.on ch 0 Boudha dos indios nao tem DUQUEZA L.UREANA nada do Jupter grego. fa L pnantastica, fatuo, estupido, A arte antiga differe da "arte I louco, julgou se entAo rei e modern. nhor de todos e de tudo: da Na arte antiga a belleza resi- .nte, dos campos, dos values e diu na harmonia das proporq6es: is serras... a pureza da linha e arredondadp E nao via, comno o louco d'a- dos modelos, a nobreza das. for- ielle velho, que elle mesmo era mas e das attitudes. na sombra, e que, A luz do sol --Na arte modern a belleza S. liberdade, devia, apenas, consiste principalmente na gra- luelle phenomenon da dilata.o c;a, no sentiment, na intelligen- . sua pequesez cia e na intensidade da vida. Nem sequer pensava em seu Ha, al6m disso, a belleza na- oprio desapparecimento,sitam- tural q a belleza adquirida. -m o sol da liberta5io d'aquel- (Ha duas species de belleza, povo desapparecesse!... disia Mme. de Girardin: a que Mas chegou a estacio do in- se recebe e a que se adquiren. rno... I rumosa, sombria, e A belleza natural 6 east con- uito... juncto feliz de liilhas e expres- O misero d'aquelle trangalha- a6es que soticita, encanta, cap. OUE AMA N'uma da. sec Os retarias do Es- 0 tado tomou posse ultimamente do logair para que foi nomeado em concurso, um amanuense no- vo. Logo dois ou tres dias depois o amanuense entra mais tardc da heri, chega-se ao chefe para lhe tirar a faita e justificar a de- mora: -Eu piego desculpa a v. exc. de vir mais tarde, mas minha mulher teve hoje um parto, e por isso me deitei *& madruga-. da,. I.' I (I tat trc e ; di; se mi ta Caltauldo ri ilo (30 outubro 191(0) A fillia do ve- Iho Hilario a>- sombrou-se iom a panga do viga- rio do Crate, p.'r occasi'o,aqui,de um casamento, e quase morria... Assistindo A -uim casamanto, A filha do velho Hilario Assombron-se horrivelimente Corn a panga do vigario. Coitadinha da menina! Quase d'assombro morria; Ny pra meno; quando a vejo Toda A care m'arrepia . Qne panga, men Deus, horrivel! Ah conno essa en nunca vi; E, como tal, jai cantara 0 born poeta-Jacy ! J. Aerr.irlt -Ora essa I esta desculpado izia amav-lmente o chef- cOei- ando-o assignar o pon:o. Passados outros tres dias, o manuense entra outra vez de- ois de fechado o ponto. Dirige-se de novo ao chefe: -V.exc. queira perdoar, mas ao pude vir mais cedo. Deitei- le hoje era ji dia claro, por ausa da minha mulher. -Que esta peior ? - Ndo senhor, mas teve un% arto esta rnoie, -Outro? -Outro sim senhor; resporqi ., eu o amnanuense. 0 chefe amuou cornm o nego-. o mas tirou-lhe a falta. Dias apos a mesma scena: o0 manuense entra perto d.-s duas oras e vae direito a n,esa do hefe. -Eu venho pedir a v. exc. o, vorzirnho do costume. O chefe olha-o meio carran- ido e rsmunga: -Eu ndo posso estar todos- dins a tirar-lhe a falta. tfntao- senhor quer me fazer .accredi- r a serio que sua mullher teve - ez pirtos men 15 diats? . -Pode crer, sr. Conselheiro as vezes tern mais ainda. -Mais ? . -Sim senhor . Teom tida as de ter dous, trez parts, a guir. , -A segu ? mas entUio a* :. ulher e uarata. -t sHar. no -004 two 6 p rtoi * JA S:4lh&- afliQ**P^EK 1~14r". ~~a~-r--i, I~ ._ _~PT1_2_._ ' _.__1~11_- '--'-- -- I I I~ I I lsl~ L Lls~ -I I I Llshl ~LI I ~- s I * Lod e , - . ----- I M .. til e interessante local de nos,;- mento das Lavr da Mangabei- ia -aft", declhramos Ihe. aqui ra F1( de Officio Lima Pasquino. Em Philhdelphia.Washington, ,puridade e corn mor satistai ; empre.gado publi~co cm Forule-; 131 am individuo n'unta lucta eni I que voltaremos a ella. a. que se envolvera, recebcu sobre Quando comequimos d9 cnom- A' estes, accrescenta:-os air- o coraqAo diversaa punbaladas. qo do fim essay local, qu t-i:it da cs segwintes nomes: N Os nedioos chamados immedia- deu que fazer a cert gente, : Antoni oo Pedro ,a S.... tamente para s'correl o, retira- com ten'Ao que aimida nos per - Caga-Em-Pe, vrad no Ca ram aquille ripo e praoederam ra du atermal-a comi o firn Jo c to:s T ai Zr KCt a cineosuturas, collocmido-o de- m Truss e Maria joq ic M a noa ala operadc. apresenta-se ei ar, que esperamos em D-us vt:. carenhasoo Lob Agric t ,cir. an ia alma geme; boas condic(e-, esperando-se em cer corn applausos da multifa. Antonio Luiz da Ful.. Ca- .nt e r.r. a ramh'a. aora breve o seu comipluto restabeleci- abriu'se unm vacuo CAfm a mor: telo a Freta M.tta .c. F..e .. ,rt,, ..: a na & ais t"-rme imento. de nosso distivto collegay de r - !ho Can"-,nD e Mequet e t Que prodigio ... da iao-JVSA J3eaqti TelRIs a2 Schetru do r t. r Ete, na verdade, sd de ingle- reftW, de saudo issima memori . E par.s ..'irscntaora-s port- a -_ m: :.:.,,zes amnjricanos. .esse vacuo ji esti d'al-m-ri s. rqs e ua s c.ntror- -. ..s .4' ,-=- te prehenchido, gra4s ai adoa.- aquanto ba .. vel e divina providencia . t : ,: n- Moral certeza, temol-a. cc-., SD SeE .gundo asn ais recentes e.+ efleito, de que acatiaremos .ac- O DEPURATIVO CAND O o- u r.-. tatis:icas. na Inglaterra ha hoje dalisando ... em today a ext-:. - cura os maos h:Amor .<, b,,.-, ,, 'siscentas mulheres qu- ivem s deste part'cipio present. .-;q chr-nicas. *? '::. 1a d ..a.. ido ijrnalismo, e na America du- Mas, pouco nos importa cur- c. e c:, t r..-|.p, *:^ ad "a-.:. :mm! as ml e cento e no ta e trees pr-se mos um vez a lettra -ml 2. Na Allemanha havi.-C emn 1894. Evangelho que diz-necsa I D. r..< .je Iquatrncentas e dez mulhere ; jor- ium est ease escandalum : I nalistas, numero quo actua:me.i-I E escandalos haja . S- -- nente so eleva a nile duzentas. Esperen-nos, pois, que,. l r. a ral' . c. -:a r-a'n lIrz'i. A 1 7 do jiu!h u!:i n-r, ob w que das estatisticas qno con que o desembaracarros de- Sde t. s c titaijo ci:na, trazia aquei'e dia- sta e se na mesma priporo neocios politos s do Joa2.e:- Medico. Ope-dore P-to c. q- -.ra^ or-'r-ou o :a:n- rio regulate e c rios notia:i angmenta numero <'e homes appareceremos de novo corn a Dipomadu pela Faialdai- de da .z.r o r 0. .. a .eal...a- No Brazil. e ta tbern )11 cu- que empr-eramn o seu tempo a quelila-santissima gente. . SMedicina d' -iu-Ex-: r .. prri..a- o i. s 'ut-r- tros aizr_ onde we cultiva. c-- fazer ineias e tVatar do arr :njo da Esperem-nos do Hospital de Misnrico-i.a do M..jor ph.rmaceutizo. *# o sou t em alta escal,. exiite am casa. Saber esperar, disia a no,- R-ode Janero. et:. e:.et. s rar':damente econtt:tu.u-ihe l tmeut singular. Qjand( s.asce --- grrande Alencar,'saber ep-rtr as Irci, tSnicco- o e r-st--be- uma cre-an c,.:.-es .o'r ta a. . ..- .. --..... . -.. .. .. Em Sa, d Consuka em sua residen- Ica este qu ad,. quea ordtiriamnte e S (Medd co- ci^a i Rua das Laranjeiras Este acto trazerdo m-:ima of- recido per raum parem're ou n-ricalno5 ter-s realdo aChri urn -t na Cidade do Crato. 4aiao e perenne alegria ao per u.u veho :mngn. o, quai con- rande m anti-!ieal no Slie dcCI <{i I qual tomaram parte cerca de cin- -- ar --a am: a, que ::~o ca de tiu ua especie de e- c miqual to here. p Nrrte a er Ben, de oa d n- Acceita chamados A qual- ad-r.irar ess cura milagrosa chad.- a Ihumbo )e -ia..e. m ddo: :qu:. h6ra e corn a max.m conrma today a .mportanca tunimie do nome 'ro pequ-n pro- a U tSOria e attender jonsultase chama- Io e aduop.a deelara Descobr-seoEstaosUni- do no hospital desta praia -ni i d a ra iM B o Cari P a 4 dr M 'R enca do dcaf, a dat dos, um geyser extiordinari | ta r por rman Irma de Caridade, .or preo ra o Cariavel Pelotas, 4 de Marco de 1 $9S colh-ita e today, as irdi re- que proiecta, d. 24 em 24 hora, ali enfermeira. por preg;o razoavel.- ecta, d" 24 em 24 horas, ah enfermcira. SAntoniorNeentes naseimnento da erean- ur a colwu'nn d'agua absouta- Umdos soldados que se a'- CRATOCEAR. nnt ment gelad, phenomeo esi vm n hospital apresentva .ATo ^ Reconho verdadeira a as- eomo cont:v.? ouro u i- que dura 15 minutes. Est des- ves ulceras no p: o m Xl ,d. - ,signaura supra. Iantes. O saceo e aberto pela coberta destroe a thvoria geral- riu tao graves caracter-s 1,k Pelotas, 8 de Margo de 89. ;prim-rra vez quani4o seu dno mente acceita a respeito dos gev- os medi-os manife'tar.r:: -Im testemunho da verdade 2, se trn nivo. ervndo-se ao sers.isto e, de proiectaremn agua nao havia meio de salvaao .- gfl D. kAe, not-rto F nh ,- .-- ',onvidadoqn c-af. 'qaeenc -rraie notario, Frane,--u P.- de Lima. o dad. t e rr fervendo. ra o enfermo. Numia con::. I A ceremonia se replete nn daa doiram a opino --- estes emitiram a opinjao cqu o ma c casamonto. Depois, 0 preez ,Cs A r. M hat SIGi Vende-se nas boas pharmaci- c ". si IaftW ; unco meio para evitar a me= )r. Jii das e drogarias desta cidade e! saoo rmettido pira a casa dos .wnas dacapital e Rio de Janciro' reemeasados. Conformea tradi- No Rio de Janeiro foi concedi-o plefrs o era collocar ua . -Fabrica-Pelotas-Rio Gran- ,o, o novo casual deve gautar. do privilegio ao dr. Joio Pont pe sold na parte enferma do. Attesto que ineu filho Aifredo de do SuL e lmeos. um anno para con-d de Carvalho pid o aparelho de o . Falco da Frzta,:de 18 .nnos de dsumr o cafo sUa inveralo denominadochde"y Irma Petra aqu assistia no edadestanoofrenddesdesumir o ca s inveno denoinado enfermos da sala onde se ach.,- edade, estanleo soffrendo desde a Havern realmente est- costu- 'cphro, destinado a embalag rm evarmos dado, oerece-se ac>: 1897 de ulceras syphiliticas na AMIDOL. pr f me no Bazil? Nanca uvimos da borrha em saccos meal medio soldado. offerece n a sa ra- garganta as quakes lhe trouxe- Pharnmasa Jue Camd a- BARBA LHA Icos medicos para que nelia sa pr.- garganta as quae lhe trouxe- Pamae'a Js cazd c B.ABLIA falar nelle. e iviolavei, me i ram o immeoiato depaupera- ticasse a operaigo. mento physico, a ponto de s-r Estes. depois ee nova cons'- considerado incuravel, apezar de Ap--.*le t a, accettaram e no dia seeu:n- observadas att entao todas as A. Sob a presidencia do Exm' :te se fez a operagao cirurgica. prescripeoes medical, resolvipor pr dz, Asslm intifu-e o n ul vro Sr. Cardeal D. Joaq-i'm Arcoo que sahiu ccroado de born x ... Vrdareprodebd peldo.R.. e to isso, e ja em caso extreme, fa- Tendo esta nossa folha. em, cis ta, Eojae XVerde, arcebispo do Rio de Ja-to. z~ ur o Vo ra 1 ..... ., ,, -- - neiro. reaisou-se aoa vinte e A caridaosa Irma Petra sofr'e: zel-o usa-r 0 giie o~guera suas uknltimas edi~tes de comte- como quasi todas, sense todas, as cno- dIone a ie, dos a Irr a o r. atsa, .ar.ba e Guayaco ,oo d- co de setembro iesta part, sa- produce S do cptrmar- inco do lez p P ar s dos. oran-o rurgica no brae.. radio. preparado do lU'? DSr. Ma- hid cori bastantes incorr.ec6es.tInhense. chia belas ta ipos do Sul-emnumero de 19, mostrando-se serenissima. jor pharmaceutico Joo da Silva de o isto ausencia d'um de s e cbuos no. ll asco im de mbinarem nos, O rasgoda irma de ca.i Silveira, b6a hora fique prom- noss cegas encarregado ex- ma vez, er e amea adequados fomen e object de enthusiasticos elo- po v dissparse as mnhas p-clusivameate de sua revisAo, o astr j;i disse de si mesmo:" propaganda da doutrina sa- gros po part de todos os dIr.- prehensbes e constant temor fo dadosubstituio ha grada, diiplina eccesiastica e os de Madrid., de v& um fim sinistro ptr termo noie trabalo, e dao nos sendo tasita son u m irriaciveldpha,- fervor re gioo. As delibera- aesse soifrmento. nemsOse trabalho. e nio nos sendio tasigta e s onn" r i deliber- d a esse sofnmento. posivel fUzer-lhes uma corrig-n- vnooc, -o- os tomnad serao depois publi- Como pae que tern a felicida- -do dimos desculpas w cadas e assnada em carta pa- de suprema de vr resgatado nossos intelligence leitores. toral c.llectiva.eio da chimica CO- dmorteadI Por mero da climica coi-t de um filho cossa idolatda Emquanto assimnos desculpaS imU 8dlo l wine a color, o das ie re-. : dse n flho, cattestadonsagro noP re- inmos, aproveitamos o easejo de. OYedt tmodo que se poderka obter rc-s: srateso do o as in aqui, declarar aos nosos ama- O maestro Guilberme MHelo w Piracicaa, de S aues ou amarellas, violas 'v. gratiddo como o aconselho asm Em- .- ontra: n ..,ao de S. veis assi nanes que. pr mo- eontrouno archivo do antigo: a a pess6as que se acham naquelklas .v- gns.ip s pq "~, ,od--Cll4ad. ePaulo, acabli d ser fundada,_ des ouvermeuhas. A descober:o. condies, garar3tindo que a ira- .. .dlo" mverpa& e lar a ""--.. condies, garantdo que a im- iingo proximo, circular O .Re' do Hymno Nacional, turaia pelo a ersidade Poplar, ap p- -casu portante cura de meu filho, sen- bates. se actor. o maestro Franciawscoir do Brazl, coiorne is su- --- do um fact incontestavel, asss -=- Manoel. da Franca e da a I kI confirma as poderosas condio6es W(d sdotg Verifica-se por essa c6pia que therapeutics do referido m-di- o entrechoda patriotic compo- -=-- O Japco estA fabricando pd- camento. .La Dominica de. .wrre:, sjo musical copItameni i pel corn o bambu adquirido na Em additamento, tenho ainda journal italia., tern publicado in- difference do executad hoie em A'il ha FormosA. Ese fabric, ha a declarar que, como era natu- teremantisimos inform obre o'dia. t qe aPed lue nos tern, bas-imuito que era conhecido relos *cn, lamdo per esta tao u-' chinezcs. ,=-,,,_m -_ k. .. . .. .- . . . SREBA:. TE. 0 REBATE $ a magsta e o Al0c! ('mhe.-men-ne? .: En sou o prir -, 'ipe d(1 tolbs as al-grias, o csinpa-l nheiro de todos os 0psos miod'ern.s.; ,a ensageiro dai moite, o pri.,-rip <-u1 ,-overua o mundo. , -t-ln pjresente'ei todas 5 i'r.--i ")1n1ia. e tTuihnlma renuiao tent logarI emn a minha presen<;a. Fahrico ,s cri nefs, faco "n--e .s'. c<-ra.t;es os pen.amentois ins, nh:.-, (ho >is ls a.'cs, ouu pai (dos litiW.; semn pai. traun o U, n'vethCim1n$ito, a; depravagai,, os y'ieC:d:os. a lot ;li'rai , ,rim, m.:n t,,da< ns -iias ,.m:.as j; -r .uit.laveis. ; .A aho ,',, "is fam.n li4s. pas rs'o :-, 1 0t o.- l (us ii -,s. lati perder .' v-:;i -, ;2 a. a hrira.1 a hra lI a . 1il oi 1 llil VfO soba.e n.< othos, so- li.-i ;i roI 'ci4'1nt'i a, e IaQo apri'ecer *', cli; me t- 'Ijni, v' uiran.-a. a awi, <:;- "- im dliIgnidade, a intIIn tatlidartie (,ouItr ypassateipo, o aduiter-, coio onii quist'i iralanite. T nhon.a:sv et,'riasque Al,-xandre. hem iJn1fid:.) nPl!t piv-wo a meun rca'r',i . n hanr. i,. *'.ominal 11 maI:s p, i--'s: ,e Atia. faoo que o4 mardos se r;;n .; i,;Sdelidateli da espos.a altieia, traha-! i'mindo viioso para a I'ilna de swa I ropria pes-a;: por niihia cansa, i ,- Ta;,.'0os e ;s vl],',s s,, diviIdem fazpn-: do epirrammas contra a moral e a! reliriao. a;:o depnta:lo.s. ,ohtendo-Ills parai que iagam i le's qu, .a,,moientem men reino, que e de today a terra. Asupro a !-onverter n munlo emn uil hospital, 'eni !1f iimanicom:o, (II> TrI. in cireo 4udet e'la encerla.Ios t'c-r.-s, asuis. oros. falie's. e abu- tres; qu; o sani <, desol(tQ.:A o, raiin'as, leviandades. ra-ncrcs, guerras, de-I s.-speros e bla s|phemias. Estou em todnr as parties, conheQo as frias r-''gies da Laponiae Siberia; as ar.lent.-< T'egreH'-' do Ek-nt' .* da Jon a: tinh, origem io trigo, no amlroz, no110 llho, na evada, no IIucco da uva. na v:le. no leIte; uminha pa- tria e a tc-rra. meus escravos os hou- mrns: o que mnu envia, o principle do mal. Se, que conhe'eis, porem nan que- r.is dleclarar men nome, porque to- Eu son vosso rei. En sou... D. Alcool. Catdle M.endes ?!atI!i cra 0t e Iascu rsa D1)rribei pa',s a niyimlhalo, I llatto tho ) r lcei, 1eKS '.otm lugo quehmeit 4e |ira,;as de ro,;a eml quadro0 IDep's de bIen pr-parado,, A t.'rrl 4ica-i mi-oae a,- A'-":n d( s-" ; eu'';i .e-- A u.iti cm a;iana tiri.a; lDepo'; d- vinte e unm dias P'aatl j r oPi Ir l s 't'I1 O .1i'l, Ari"'n'!I-i t-l) ,o capim, M l'-- Ia ; '--.l a T.ol .. h'it a i', I t. Sm t.i't e,. Pilo'. kl) *l itt) ( *itd11111 !). Paa nnV<') mais ter ;'.. E F"--l jnla vV.tot ;n'ss 1s, P.t< rim 0an im '. tnt r ch'itir,-> , " "' 1W.1 i lll--'l>s tlila ,. oNS (natsro -aitos d 1 Inuro. PIla tl .i ,r'ro i" nac( t rusa. 0 lyro o mangiteri'il Qu ie re t'e";i uintl .iard'ilm, imli qtiiera ser ass:n t paraio dte Ad.o. Men jarlimi tern perf eio Tern vo zeiras precio-sa% Dltiad-t s e dengoseas, To,r-andl as ramas no chilo. Inda ilut a do prtrtod lantati craco e i a co ro. ,a. TJamins, croutons. escuirra'leira NMistran.lo mimo.as rores, Tudo que exist.e em flores Nie'ionaeas e estraugeiras. Quando rni-,t brilha, outra cheir Ter" ando-se gtrac io as, Bemrn copdas e frondosas. Que me d to vida e future. Mesmo na rampa do muro Planted craro e nascoet rousa. Plautti crafo asctn rosa Nem vi paos nem vi machado, Nem matto fino roeei; N.m eun com fogo queimei Dez braQas de roo-. em quadro, Ner sai onde 6 tal rogada; Isto on A sonho on 6 prosa. Nem vejo terra arre"osa. Nem agnaquente, nem fria. Nem me lembro si algnm dia Planted crave e nasceu rosa. :t1 VITALICIA r'ERNA MBUCAN SOCJEDADE MUTUAL DE PENNIES V1TALIC1 APROVADA POR DECRETO DO GOVERNOR FEDERAL, N? 7638 DE 4 DE NoVEMBRO DE 1909. FUNCCIONA EM TODOS OS ESTADOS DO BRAZIL CAPITAL INICIAL Rs. 40:000$000-CAPITAL MUTUARIO ATE' 31 DE DEZEMBRO Rs.265:327:00 c A.x2A. A.-c 5$ooo quc ecooIalsardes por iz, os assoclatdo li Vitalica, obters, dpois de lo annuos, pr sis sat at( loosooo, WnraIte a lida. c A,-ce(0 a petqta ecooPntia 1 2c$5o Bo cda nez,alcanaris, ldpois de 15 anuos de associao cia taticia, peIstis ut saes at 15o$ooo in quIto iia tideries. SAcA. c-4cm l$ oo nae sats, podirds lqar ui a peasao at 5o$ooo porfutz on 0 pecullo'" it- t at bs. 1:00o$e.? a agiuch Gfral 6alqatt Iscal JoesAtir - PRBFEF A VITALICIA: (I uOlhr apar dla elihk t. A VITALICIA: ia Istodt I aat*rsidae. A VITALICIA: (e O anhr a a fhft e orplMadita. SEDOA BARA DA VICTO RIAN I19--1ANDAR RECIFE Nerm vi mattos, nerm capit :sorriso . tnha coJ!lieci(td? E-ta, a AfMIDOL. P. para curar f.orida. Neni vi signal de tijolo. 1 item mais esbelta,alva e sohi a.,ei-.; Paraea Jo; Cand do. ARALIA Nemi vi de que ter conis,'!o, ra impondf.)-.e ainti o 'sada,e n. Teminul' Nern vi principio nem tur. inmatriz.a morada asseiada e rondrina A VISO NESCESSARIO Nenm sei onde e tal jardimn, do -y.ub 1 co) vulto da minha pad. o ra r N .. .....I. Que tern roseiras ninmosas, a Senohra dos .Milagres:que erguendo anoe Victorino d lva. t Tao) lindas flioes echeirosas; 0os isei torriiao e front. no epa de ir a Fortalesa fazer so'tienlt E onto dia earockiltha. Ioncerva suas largas-piortas abertas,para sua casa commercial, atoi P'lis en nunna em vida mini a a ... .pa so.a casa comv derciao, ato o tim P1,i e va mu -ate do correnten mez. avisa ass saus fre- I 'antel rco e nascea rosa. Christianino que. ali procuram guezts em atrazo comrsens debits, pa- nolo e rpons d'alma ea out ra dignar'-se soldal-os quanto an- Nii, vi aI mangericio ilma em, a in kilommetro d esta, te vietando assim liqnida. o por Ne- vi ro ne mm; rm a obre sollo otrns de etermedio de sea procurador. t st vein a ser, potr fim, granite, vestida a forma uipcial, e al A parar inagina(ail,, filha hiertrehira d aella, e apel- Joaseiro do Cariry 10 de Obtbro On sonho on illsano, alaa senhora do Rosario ique de per- de 1110e Obtbro Oun eosas mysteriosas, feito accord coml sna mite, recebe, * Ion historias jocosas lhana e fvranca; os devotos do santo Sja vm da traliout) de Dus. BARBEARIA POPULAR '11 in,.a ,*or inhnl mia,) Alem ainda vejo,coino que desenro-J ., )E SInI nVICE .TE RANCH" GONCALVES t','",. '01.0,'aco nas^-K ros. f lando-se ra-te-'nmunte nura rander ICl NiE .AN.. GtON(ALVEN i toalha alva-asulada. que a primeira ppeta e nov brbe .vist _"pare- w".'sere tnavens an- ()0proprietario desta nova barbea- Nno co.lheQo pspirradeiras,. -vst rP la avisa aos seus freguaees e ao pu- Neom ,uas ss sa s's- cores, ta na tra; epis ve.ti bl lic, em geral ter montaldo sua ofti- Eu ni, enteudo de flores serem as a' as do Reho d, P"OS' icina na Rua do Padre Cikero n? 3)s. Navionaes on estrangeirss: ias ques limpidas e prCeuioJas se-o01ide encontrarAo a par de ol- Nin sei qnal e.r qe cheira. i m dmanda, a le-timos trabalhos consernente a art, Nem qiuas st as preiosas. iando e di\xando saudals. de barbeiro, asseio e .promptidao, 1iniha lyra e < niho.sa, Milagres 2g de Fevereiro d 1910a-rado e rmodicidade em preos-. DIsUeina*hira e torna a fazer. Uma vista, pois, a BARBEARIA Nm ro trlos sabe. dis-r: Jose P. da Cunha Fegueirel)o POPULAR! Il'an~ i S -,.lo Pa ao Co m(.r1o .M!:' Ithiumati-mo agulo on chronic. Sy- p'hils -,ntis;- oun rtecentte curam-se con o0 .A VEND R -ELIXIR )DE CANINANA I -e Frau:-is'o Cavalantt, resdente SSilvinoSiva emr Floriano do E-otalo do Piauhy, t.-ndo adquerido por compra a fazen-l Acha-se esposto avenda tun aA 4~ Ida Cant, Alegre do mnlnicip;i d" Sitio no lugar denominado Fari- NI\ D"IC TOP'IAES iAppare OUob 1(oba e lavradores que quizerein se d!- a- p u r,. u"'afgregar na mesma azetnda nixando nte agua ara rag o um A .i .... dt onu nao residencia defiuitiva. bom quintal de C feeiros bana- Ao n dtnt parent, e am' Chama attenqao especial das pes-neira laranjeira Couqueiros da ,Antoio Bes.a de Mnese. ss que pretenderem se aggregar pa- Prain Caza de morada e urn avi- I Nima bella aurora de abril, aindara o siegrint.e HH n fl endla Cautolamento de f;izer farinha foncio- quase atormn".jido en sonhav.a, e, q -Alegre granuide. manicobaes, grades a, d a do.-querni lUizer comprar pro- or-tica illhs4o preseniiav:' ... ibrejos e baixoes, estes apropiadose ze co r pro Tran'nponta.lo rapidament,. a urea para toda e qualquer plantai, to emncure 0 seu propietario Raymun- -mi.,ntt, ,colliua di visiaha serra ordem a offerect r tacil e lcrativo re- do Francisco Viardo que o ven- ihrav'; (de 1?. lancei rnrioso olhar pa- sultado a quem se dedic-ir a lav.oura.!4e por pouco comodo Fariam 'ra ao sul. e ,t nhanta-tic) e stole l E' int.ito do proprietario tornar ad'aBarbAl., 4 de 8br- dL4os - ii&ntnlr*'n., '. ,m- .ido dei.de o so- sua grande fazenda habit-da snuffli- ipt do out-iro. vi. e anadida que a entemente: garante por iss.o regalias! . visti se alongavn, estender-se Ima e vantagens ainda nlo offerecidas! Rav d? Franc? Viardo ,imme"sa e miestosa campina verde- por uenhum outro proiriet'.,-io de esoura, e ao lone, mulito on-e. ile- terras em condIioes identijca-. Que:n ,urtinar-se-mT- duas Inmagen.s pathlie- pretender residir temporaiTia ou de- O DEPURATIVO CANDIDO iticas e elegante.s a- qiuaes at trairin tfuitivamente na mencionad-a fazenda' ;tda minha attenklio. iCanto Alegre dirija-se ao proprieta- cura os maos humores, boubas, t Attonito, confunlido, soahando rio em Floriano. chag~s chronicas, ulcers da boc- ainda., nao as conheci. mnedei Floriano, 15 de Junho de 910 ca, syphilis, empingens e' rhea- mirei curioso, e, espedi um ameno Francis o Cavalcanti matsmo. _ _____ ~n~_ ---~--~ -lllllr~lll~-~-r~ -m~~-~R I~ -'-~ad ,rrm -Irara se ,,, _,, -I- ______ _~_ __ rf. __; ~~1__~__.~~_~ ~--~- --- S I --it -~--~'-~ .4', 44 ~ 4Xct~e2~4~*,L4" :~ 0 -T.A ZI .. --_. .. -- S "i. -?52 74s e , w~s^ Loa- 44^-A ..j,* r 3q- li'N 3f ^ JOASEIR PEBSEVEANnQA UMCINATO SILVA 4A t ".. . " -am e -p -- t >wn n tr- . d Vi o f (ar' p -Tm *a r tiw'& --* '.r .'. .- Frec f^Ci *-* + r,--;-.. >... :.*-.* .o Tr-**- -" do ma'. exis.-,:- fr:=r- 'a '. 'rn*":- -'-' -e C- -i;L -.,to Silra K . ""a 1"r " - ERZCIARIA ARMIACiACARVALW OLI.'WA NA r, var:.do c s.-am;n:" d," . "" +hi,'ios. e.pei-lHi d- ---'- promptidso, cidao ) 4 -- -1 RaA Padr, Cie-ro n'. 41. 0 BARATEIRO Man,'-1 VY t,-.co N. A- lo -m sorto i l -a .o -: : -: a " pad-r ('le>'?:..- n'. '. A u* LAR l l *A OilATO IECONOM-SADO A A TO PAULISTA SC!A R\ TR.N II\tONAI I 1 ..rs VIT LICIA-S. CY A S A ?* c -n--' i l f ,, -.: T n a .. ,- -1 ;A I N .'- ..1 l f !-A SI .-D _...-.-N tEc rFT:S NTE-- :a ,r i.:" - T'i~FT~::'KNTF- -~ .4. P;. .... '.~. ~ ~. I *'4.~~'-.- -. .4. 'a! c.: .o rE e e-t c ec -:de x f, I : ; 3 VA PHARMACIA I. W. --, -*- -ra.-i e p-r ;' .t i or.,- 0 RO TA RIET... r *_- r de 15:6 CL'', RA & N.ATM _7, - !%a I .*saf* AmnTLIr-A o t'-- '.it 4.t-" Gilva. d.-,:,_'TE, D- c.t,.a i .... .ii- -, ,-r Com:p n-h' Is PC--:-" eC? C&s. P. E^-.- -.-.. '-", -. Fr.:- I. D r- gtor do B.sau. :- }'.~a.-- 1::-. S.r. Co- ronel F _- a -'o i "r r. vi.--.r,.-i t i ,.1.man.,,a I .u :>a--.l d .... P .z...= Dr. BARBALHA 0 rei de~o de-purathi-o So SXir pruNU 4 W( ?. l ,.** P ra rd o Vy r .f fl d s o .JT ; . I _fi,.r' -* u ? n .i4 I. 4!-.' - S .-. .. sh.-o d e (I *9 . * ,.7;, ,. : --' n-r- P i r cl ;' L : '- r ii iA .. "[ XAROPE S 's -q T'aIu e f9 vF . Pe,=t-ei prp-r-r, .do r IR A T I T C.... D0. A r + ,a i.tI::'.--'Ra JI-- VJ Cnd. ICiNu:> d, ,-. _ '*EPURATIVO CANDID 0 7-.^ F10 t' Imp 1r 1h ..r .. 4-t em 'p4c Lu .- d. o e a. ^ --p T ,-_ .1 - i s-.. -. .- n ." I c T. Ae' e -D .- L4 ;. A-P '.4. l'. r -t. _- -- D , .mn .-e^ ^-. v de p-oe u :epe ^^ ^ ^.o o~c.- se ^ te 2::mi i S o de ^ bp Ai : ^ .ev br fwcd-S%= de sr a c pi-.."t seaor. oSaa Antonio. CoTWn-,Ver- v u de -rv I r:a-ltr. C erophal r.4 th '4. 1 nar- e t eCs, nr r t. Gr t. I v d- * (, O er a -e r-i '- -- .- --. - . .'- 2.V^- (;GU!ir -,. c i -- .r s4ng ^e. *..9^ R _---- --~ n Ja--- nipCAe.. -,aleC-a d-r.e .p ,',' h, a a E.-pr..... 'e Dr. c ..ado c --- r.-= r' .-t rma-.- - __Come see B.d-sPat'aBMg ZIA EU:'pa alvio a-sua A E^\-< .^ u VA PALIST mpure a .l... nrAt- P.puaredo P-quir '- a declTra. a .- .: r A.n'S-'- B ,e el, E xce ll ? )nt Pa-; ,-.. r .. ti.... .. .. 44+. ., . e-n. -.- : ;i u n It :- .. V i -. _II M A O S -+ -: u p me v c.~- . s ta s ci:-- DA VI T !. -'_iA m .- em Ji-L'r,..-. ' L d. f*.'. *e-rmss e : : ..,-" !. -P- .s ; AR. MACIA SIL.V m P-1e ds Librirnid.. n',i'. S1?nar- pi r -r P' teri & _t-Anra 4. ec. O A s "- : O r .-.ia rir'.*. da C a _sV ,-VIO S d- dad d- nes e io. ao).icii a e d. p;'la r e a, R .am I -0 -- .*- - _, 5de .- d. I -; ,, r : o4 4 d:- ) vu -: '.-.. ' a Di md de friros i- u .erldv te a d-.3a"mai+ tQa 0* no -im de 15 ar.o. a i a q e:- r ----: le7 ." -L.- Dimn Siqeir. s l jco-n eEnenbo de fr,-r.: e .:a.a pro-a. a er; ma-r $ 150SOOC p.,r | r a., 4 tre.-. pn-"a..: c-. - Jeonyvmo Francs - i- L a -.a de vivenda. zd.. de t-lia i- Os i- CaixA R. ip .-.n COO d-. epecia:.a.i pr e -:.. temn. nes-t l'-aliiad. A v h. -- Crcnstru;-. co a a te : a t d a d e a di.-: .CA-- (- re.hen .tu..h dC*.=-d -a FUN I LEI RO ( li, e air ceras de tnha. dma, na -e0aa e agne de ra e cai, ..-. *,L taniagy m- % a t- rl . Ofeia& eompl--sa .e todto o+ = afctos sita Raa de S. Fran.o e a ou-trai canzavial para duscn-as carwash d- v x ie por * atpnsilio em findres. com grade wori- na travesla da Rua Noira. !aor- mei'- rapadras. pas.cnindo exao ma=< as? r ~b.r a pena--o. a -,eia ,- pag'ar' mento warml enas em grcto e retal, ra p"ede?.O-WI:.... --'- p. I .l :... .o iad eira -de r.-.Io: ut. -s ni. -" "" -.e1 a--o e l Si am outro barei .oha de TRO m pe a ---.--- ee ve it.e. r >.."de UM DO wr tntozco-m-otoproprietaric Jio eAntan a - D417- c fl imer o d -sie quno mju-| Farado ------t e- o t- =+- --e-o :_ 'nvio -.i. er .. da.. .n. '- Ap Par,-- ur e mrr 5 !: SUUU UU e qe e aisa qaer di'. ai prta h . ausentar-?e por tempo indetriaa- pA px-so ser paga so proprio iadivi- e c- a tiuee fre: SEMENTES DE M.ANICOB AS DO e ter d pr d d onao s0 p:-xarador legal on po DP Y - dfiie tes.r de te- de de-. quoq-or B.neo. quando : JS AA PAUH Y c metladrio s e char no extragi.ro. Ita .. soi contribinte em diA. qae fiea-T r .-c.a t Certl"s na R1% 1 _~ A elhA.mrllemente di ac&t- ltal. ide TraLt,. 2-4 le Octabro de 199 .-- .. .... " de faz-nda mereasdorias esia. fera- SeBe. ehapsu. Teod reeetdo do Coarl am eomplto sort-inento doe artigas aci mescionadea qoe do readid por preo am co(peveneis. emirids todo o pabbeo para facr aa visit a a di stascabekiinmn- to uwe v cenrtiseari do qu e 4i aramado. VEBDADEEBO QW MNl! APROVEITEM? AFROVEITEM! -0Baptist& do O eirGrotifico bem a quem me entre- Rua Padr, Ciewo X-. aS gar ca poldro refile que dsjap.. rece na s ~er do Araripe sitio SAQueiaGada Gruade, e a 9 a.e SAPATARIA e fregeia BA E sPA pAa- Bt ^ r7- bt.smrtaa p de Jesquim Bmw. S.- Ip r n S~-.Adi -s dpI do panes& dafdo d' 0 debate i. re~e wee d tde. quiqr on em mliaha residencia:- gsba^s. e'. graSer da d AmemP Ad ao. AIL Pcr Xav'*tr de Arajo 4^ d'7 l Zjbi4a-Io pd osair o a s A 'u *k T 'n r s:u . a ,.deppoi de ino aa o i a. le ocia- -i:t ; anima,. r.i tifiC J' Cit-i Ma6teir3 em coseqoenaiea do molemtis crolicA a rosa e uemrareL qte o infhailite par ota- aho. erz-a coaside-ado s-:pe-a-.a e ni s Barba'ha. St'o Bre:t>. .e N" I C, f A T pO di pito i l I ;emhbrT dle 19-,i ..R.ATO Os PsSmeno, ateeipadoe de 1 M Jan o. ehs Fpr-:n. v- 4zam da reducv.cL, d o 50 9.10.43. pg.Ezmer.& S 0E CA A ?! E : o, n -uos a.,2 0 =,-! DE .ar, --aa'. i-o / --- O metatrie qse smminer-Ver UM m, A. BELEM SOBRNO p "e e MmLAGRE S 4--rA"DOCOMMEERCIO2- i ma a. pa" toi a CRATO'CEAcAu. -- Lw. iUei Ca* Perk& do meow- A ECONOMY UA A/ t Z Eatabehrimnseds? S-af.bs.- smi- d, 2 a dois anese i OUMI| Miad*i ma is doa- d 4W908a a Ca l c c d a meetic Alh asamme. & & & 4- Jsaire 1909q -34000 rualhms t S4....60mNeum. t r5. .r - - a, imr Fe n t ^ i et mu me r de s Marca e ibei A Peps -s poapes - SI Bp w-4am atfu tr e eabteor c Sr. N - ^ Jod Igneas' e o JV.d .gra sc- -a S - I -Ba doCoCmmerjo=5 * 4-; -B I; Vende Jc.se Alves da Silva A pre-os BARATISSIMOS. RUA DO PADRE CICERO N' 351I JOtZEIRO DO CARRY B t a o 0 w ,o --- ,- -~-~----~----- --- ~ - --~-- ~ I --- ----- ~ ---~ - :: |
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