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Rebate
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 Material Information
Title: Rebate
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Creation Date: September 4, 1910
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00001672:00053

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( BRIDGECACHE )

( BRIDGECACHET )


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4 .4- ..T .


CEARA'-BRAZIL DOMINGO,.4 DE SETEMBRO DE 1910. * ANNO II-NUM. LIX





A QUESTAO DO JOAZEIRO


Como 0 Sr. Autouno tuz abusou 4 pdi da do polo do 3oaseIro
A


Approximando-z a abertura I Pela mutidade de esforcos em pr6ol
da Assemblea legislative do E- tis pr'ncip os liberaes, melhor sabe
stado,uma commssao de Joasei- 8. s4 qnue se consegne a harmiouia
renses com uniara ao R mo le v:.St para a manutenwhtodaordemi
renses com m uni-ara ao R ev .. !' do ltar ssoI.
Padre Cicero a resolucao de pe- j ho, m:rs do que nunca,qa pre-
direm ao Dr. Accioly para fazer venes"imprevistas e sem rnzaio tem
elevar esta localidade a, munici- erado lamentavelmentu nosespir:to.i
pio, este anuo, resta le.isla.tura. apprebeunses e receios comproinet-
O Pdr.s prudente e conci!ia- tenlares da nossa fel:cidade, torn.i-se
dor, lembrando- st.r a seara apr.Ax:m.') pela
dor, lembrando-lhe a -promea -ord'alidade politca e pessoa', afirm
do Dr. Accioly, feita o anno pas- Ile qe este per:odo de interpreta sado, por telegramma,-de que irrazave's term'nee,inciando-se uma
este anno seria satisfeito tal de- iova era tde absolute paz e un:Ao de-
sojo a co-itento de todos; e que- terminada pela convicAo do deci-
e rent e dido esforeo de V. S.. a favor da nos-
rendo restabeiec *r a paz c a har- .a cazsa edo no~so etrno rconheci-
monia entire o povo e o Snr. An- imento a tao alta generosid:ule A nrs I
tonio Luiz, ordeffara que este,- dispenqadl.
como chefe do Crat3. represe:i- D:sta comnpensaao consoladora 6
tante do Cariry na Catmar,, ^ p" "na -
somente pedisse, ,romettendo,ao calidales deante do qual hWio de fal-1
mesmo tempo, a ambos escrever lecer todas as tentativaA em se-tWdo
no.mesmo sentido, e corn o povo contrario.
assignar o respective pedido. Aecresse ainda a circumnst-mcia de
Eis o document enviado pelo que tmnamos esta resolu,;o anima.is
Spela promessa de V. S., na qul sem-
povo ao Sr. Antonio Luiz, pedin- pre conflamos.e
do o cons.entimento para ser ele- Por isso mesmo qne a V. S. 't
vado o Joaseiro A Villa. soimeute nos dirigimos,neste moment')
Iopportino, pedindai. d sense o mnaior
111mo. Sr. Cel. Antonio Luiz Alves int2ressea nosso favor, coaieut:nd)
Pequeno, Digno Chefe do Municipio na elevaqgao do Joaveiro A Villa e se
do (rato. empenhando corm a lealdade que o ca-
racterisa junto aos demais membros
N6s aba'xo assignados represen- daCamara Estadnal,para que.este an-
tando o povo de Joaseiro, vimos,res- no,nesta legislature, seja realisada a


peitosamento, neste moment, em que
se acha funccionando a Assemblea
Legislative do Estado, solicitar de
V. S., n&o somente come chefe poli-
tico deste municipio, mas tambem
come deputado, o valiosissimo anxilid'
em pr61 da nossa emancipacao politi-
ca, isto 6, da elevaqca desta povoac&o
A cathegoria de Villa.
A reflexaio per demais conhecida
do espirito de V.S., bastari para per-
ceber corn claresa a razoabilidade do
nosso pedido e convencer-se da pure-
as de nossa inten~Ao. Ninguem mais
do que V.S., que 6 filho desta zona-e
sabe como esta povoacao se formon
e tern evoluido,e hoje,como nosso che-
fe politico, a par se acha do sea adi-
antamento, poderA conhecer a neces-
sidade da sna elevacAo a tal cathego-
ria. Nio e, pode V? sificetaMnente
'-,acreditar, que n6s. tomando ttl reso-'
Inuao, queiramoS ,istanpiar-ko.1 poli-
ticamente on mesmo enfraquecer a
estima considera~io e respeito que
tributamos AVS. como politicoe como
cidad&o,nenquoieterfqrencias do ou-
trein tevhamu infiaidoem nosso espi-
rito para assim resolver-mos; mas,
tio somente porque, pm face do de-
senvolvimento desta localidade, co-
bhecemos a necemeide destl me-
)heraimedtoT' tanto ale reina em
nosso espirito a menor sombMi de
prevengao on de cqpricbo que aldm
de darmos o testemunho mais vivo da
nossa confianua, derigindo-nos pri-
meiramente A V.S., desejamos que se-
ja V. S. mesmo,o iniciador olcial da
idea na Camara de deputados e aquem
queremob pertenca o triumph da
nossa casa.


nossa aspiracao.
E confiados nos bons sentiments
que caracterisam al superioridade do
espirito de V. S. e na boa intencao
que revela como politico e como ami-
go,esperamos que,como primeiro d'en-
tre todos, acatarA nosso pedido.
Reiteramos ainda que a nossa in-
teneAo, que.6 a do povo destaterra, ,
estabelecer corn V. S! a uniAo mais
decidida, pessoal t politicamente fal-
lando,e esforgarmo-nos o quantg po-
derem as nossas forgas para que o Jo-
aseiro e o Crato sejam dois manicipi-
os unidos por lagos mutuos de estima
consideragae e respeito, e pjaimms
pxpgredir mais e mais.
Eis finalmente, illustrm? Sr Cel.
Antonio Laiz Alves Pequeno, a aspi-
ragao do povo do Joaseiro,que repre-
sentamos, cuja solujEo sobre os seus
destines queremos e esperamos que
seja, para maior honra nossa, dada
por V. S
Joaseiro, 25 de Julho 1910

J. M oeo
M.* Victorino da &.
Jo"_ Victwrin di 8'I
JoAd Lorea o da S.' Zuza
Peluio Carrera de Macedo
Jeo^d.8.- i -
Cingetato J. da $..
l left-d&S l.... "-
SJo- o Beama de Menezem
Fenelon- Gonstam- Pitta
,Bamido -Nonsto Ad Oiv.*
J q Ft.;:Pine..
Joed Elnterio de Figaeredo
Joed AlM ds&, -
Dimem do Siq. .Tam. s
J.0 8sb1tilo de (UvaaIho
J.- Fla d&a 8.*


D)omiugos Gomea dt S.*
JoLao baptista de Oliv.-
SPedro Fernandes Coutinho
1 J. de .Mattoa e Silva
Fausto da C'oAts Guinmares
J.' Vavier d A Olr.a
I Jois Leiiro de oMen.zes
Fran.'." da Crnz Neres junior
Firmino Teie'ira L.mI.m
I Joao Duarte Pinheirj
E-nesto I ahelo
Theodomniro J kc'ia
Francisco Nery da C.' MI ,rato.
Jmeo Roclha
Jacintho da Rocba Sobreira

Neste docimento cada p-rio-
do prima pela clevaado dos con-
:ceit(s.pel. boi rerexao.pela pru-
denc;ia,c I[la to, zia e.mais que
tudo, pela puza de intenq5o, o
que justifica ,um ricd. claro a
te povo.
uem quer que seja quc o ler,
ha de sentir enthusiasmin pela
causa que defendemos, poise ella
patenteia o alto patriotismno d'es-
Le povo.

Eis a carta enviada ao Stir.
Antonio Luiz na mesnia occasi-
Ao,pelo venerando Padre Cicero.

Jozeiro, 25 di Jolo di 1910.
A4migo Cel. Antonio Laiz
Cordeaes saudafe&s.
Confiado na promessa a mim fetta
o anno passado, de que este auno, de
b6a vontade,trataria da l1evacae do
nosso Joazeiro a Villa, ordennei aos
amigos qne ihe pedissem o sea con-
sentimento e com elles assigned o res-
pectivo pedido,querendo,deste modo,
dar-lhe a prova mais irrefragavel da
segauranqa do compromissQ e -da ver-
dadeira paz fatmra.
Como amigo, me animo Aponde-
rar-lhe que a elevaqfto do Joasbiro
A Villa, nao trarA A marcha political
do Crato neahmma perturbaqlo;. ao
contrario, sinceramegte creio e ga-
ranto, mais seeAtoeitario os lagos
de cordealidade e de consideration.
E como Cfatense qae eu o son e
de que maito me honro, sintirei sem-
pe, em silencio, 6 verdide, os dis-
tAbores res*Itttes das interpreta-
Ofes -incona tJjetes, qua choques
impIvts a-k determinado; e por
isso, no intaitaode vAl-o impor-se A
real sympalhia- deste povo, pelo
esfo rs.epregado a favor do sen
neoramento, para deste mode, am.
boa bas, conseguir-mos a decidida.
harmonia entire todo9, qesejo, se re,
aline esta' afpiraigo.
Ia emergencies na vida public,
bls'S lajgo, que a defiano do. pen-
sauae.to e .a:jtiAicatth da. intein,
;an se tornam iousweia e imaita
alims, adiautb taIs, donel es inOe
timaggfit qle irrethictidilhente1
tirada do silettio a que a conven-
nienfia obtig *- .- :-
A miiha idide anxiliadapeoa-ex-
peri"cia qe -os soffri- a M
teqm conferido,permitte av_


Ii


'ar-me junto a si, para realisagao
dn um acont c um.,ntavql na sua
admnistra'Ao politiea do Crato, e
qu hlia de reco.nendal-o, e tirnal-o
iaIvo das sympathiias g.r.ns. E' u-
n:-aments o que en desejo, pode
crer. DeLst2 mo ,) tdo con 'm entario
,injust-) fe'to a si, sera sutlfcado pe--
la defesa. expont-inea de povo agra-
idecido. Assim, pe(o, comnj amugo,
coasinnt, e sc esforce para queseja
leste anno eleved) a Villa o Joa-
ze''ro.
Si rezolver satisfazer-m-, dan-
,do-me este prazer, responda-me por
t-legramma, para que eu Ihe eurvie
as informa.es sobroe o.- limitt.s de
Missio-velha e Biarbalha, pois os que
se referem ao Crtto e S. Pedro vo-
ce melhor poderA dar.
Disponha sempre-
Do sen am? velho.
Pe. Ciccro RomiSo Baptista


Veja o public com:) o Rev".?
Padre Cicero, procurava orientar
o Str. Antonio Luiz para o ver-
dadeiro caminho...
Quem nAo perceberai neste
document que o velho Padre e-
stavalevantando um arco de
triumph para o S:ir. Antonio
Luiz atravessar s3b elle, accla-
mado pelas bengaos di povo?
Quem poderd contest- r que o
Padre, assim procedendo,quoria,
ensinal-o, pelo exemplo, a pro-
ceder com civismo,a "abando-
nar a preten;ao, a saber ser po-
litico e amanter o eq',ilibriofunc-
cional da political -do Estado de-
rigida pelo ExT? Sr. Dr. Accio-
ly ?

Eis a carta enviada ao ExT.
S- Dr- A *n,%^ D;--^ NT^ ,.. ;-,


'vl-j critor d:) re0on'eeim ;it d,<-
te povo, qua tambem nmt) i ,'-ro, ,
qun, assim esfor;p-m..
Nao ,ha, pede trer, nenhumra odio-
s'dade deste pove contra elle; o qie
existe aprvaa,a umn samples ressen ti-
mento por n:i' ter sido ainda sat.s-
'et) no Fen just-) des*f.
Justimentu acabar corn itto trnau-
do-o s.nceramentO. querido, e que,
procur.) o mn2io.
E como crefo na 1ua intenvio
d'elle, que inuontestavelment. h umn
m6Oo sensate e um b- m amigo, crei'i,
Vrossa Exsellencia unAo eni..m)trarai
diffi :uldade em obt-r d'elle o com.ein-
timento pa:-a a boa consecun.i0.
Quinto a permanencia do bata-
lhAo de volante' a ini,no' C wiry, pa-
rs o nobre fim de acabar com o infe-
liz 6lemento de cangaceiros, est.on
de accord coin Vossa Excelleneia,
produsirA os melhores resultados.
E' indispensavel a cont!nunaiio
*l'elle aqui nesta zona per p in. o
timpo, atO acabar, per complete. coin
este 6lIem-nt) p)riiicioio, p i<
jiA se n)tt gran'- milhoramentt.
0 Capitao Edmundo Millount corrs-
poude perfeitainente a confiana de-
posata-lh pelo Go rerno, e eston er-r-
to, iuos restituirA a paz de que taiht
precisamos.
Em fim, a prudencia e o tino admi-
nistrativo de Vosso Excellene'a vH ,
Ihe destacaado inais. comno nn Chcfr,
politico superior; e como til, ha dri
continuar a viver, como tern vivid,1
coberto' das bencaos do povo. Que
Dens Iheprolongnecs dias para felid-
dade epaz do CearA, co proteja im
todos 6s seus passes, sio os vot.s
De seu volho amig.)
Pe. Cicero Romfo B.ptlisft
Toaseiro 26 Jnlho 1910


Por esta carta- se verlfica o
grao da boa fd em que esteve o
Velho Padre e como estava ilu-


jr. Ljr. ntnon o into agua
i. uu dido ainda quanto a sensatez do
Accioly, na mesma occasiao, Sr. Ato Lu e nedee-
lo venerando Padre Cicero. Sr. Antoiio Luiz e sincerid
S de amizade.
EXMO AMIGO DR..ACCIJL1 Enfirm iremos "ommenttando
minuciosamente todos os topics
Respeitosas saudaqdes. destes" documents, depois da
Dep6sse da presada carts d- VEx- publicaao da desastros,,respos-
ci,de 27 de Janho uJtimo, fico siente ta de Sinr Antolio Itu....
do que me d.2: A~~ora mesmo orde-
nei aos amigos d'aqui, que pedisses. -'* '
ao nosso amigo Cel Ant? Lniz p' Eis a resposta desastrosa e
coneeutir.na elevagio de Joazeiro A rosseit-a do Stir Antcnio Lu izao
Villa ecoilles.tambem assignei, es- Padre e ao pQvo, a.qual em ou-
crevendo- ao mesmo temport- tro numero desta folha comment
colaimente,pedfndo,que se esforCasse ,- ..., --
ieate sateNt. taremos:
QQaer- miaisuma vax, dar-lbe rim
testimanUo de que Iou. .esmo.ami. f" i 15 A AV*-
go&6iempre, d'elle; e mais, qne do- L 5i o nao od
seo, pelot lodo mais bonroso para s Receb ca ta. into no powder
todos, 4erminar todas as prven- est anno satisjazwe ,inesfopdido
aes sam rao existentes, restabele- a dos amigos n elepaqo "oAize-
ceido a& re todos a harmonia neoet- ro a villa por"ue 'vtilin. pre-
saria. 86 en se o ,resaltado prov- T a ap l s-
toso, si e6'is aimifgo Cel Antonio paado para al n
Luizreseover-se acncede-, ao eOSSO estou apdr mites qte deo d2r.
iediAo ... .. -- aem disto circustanmimS s ..,
E porque son d'elle amigo e dezejo deram que impzssibilitaiaml-lfe





I


I~~ Pl~ab,












~~ ___~~~~~~- ~~0 REBATE_:_ x~~~~_~_______1__-I----


I


I


MElO FACIL PARA CON"fR. 1V ii
DOSFEKTES
Atribue-se commumente a ck-
rie dentaria, on ao clima, ou a a-
gua, on aos alimetos. A ccusa
principal, porem, sindo a unica,
pondo de part a predi.posiago rmi
c ngenitadoindividuo, C o pcu- -
c conhecimento que ha da pro- Do antigo b. a na
phylaxia dentaria. Long d4 saBb das
Raras sao, relativamente, as Guerra e dos uivos d
pess6as, que a noite ao deitar- Jaz solita ia a fune
se escovam os dentes, e por is-
so tambem mmi poucas sao s Perto, um arroio, so
que os tem bem conservedos. o jun"i, o lyrio eag
Escovar os dentes a noite Viridecem ao sol da
c, pois, o meio facil para conser-
val-os sem care. Mas o silencio funeb
Provem esta dos alimentos a- Da solidao inhos:ta-
mylaeeos, pAo, bolachas, etc., e Ha na floresta como
dos alimentos assucarados, do-
ves, assucar, etc., por n6s tritu- A lympha pAi a; que
rados, e cujas particular se aglu- Rondam na sombra o
tinam na superficie dos denotes,
apes as refeig6es.
E' a noite que esses primei-
ros agents de que carece o nos-
so apparelho digestive se deteri-te eurada.
oram, pois as particular alimenti- oje devo a said H mente ao
cias aglutinadas no seu exterior, aravilhoso alhxir de m'oaeeira
paeo long esp;o de tempo em e acwnselho a todes quw soffrem
que nos entregamos ao repouso; d o trriel a aer u
passam per muitas aces quimi- tesae precioso remedio.
cas, as quaes produzem os aci-
dos acetico, butyrico e lactico Maria Joanna Pereira.
que atacam as materials calcarias
de que, como sabemos, e cons- Reconh,.-o verdadeira a amsig-
tituida a major parte dos dentes. natural supra, do que dou M.
Uma vez dissolvido por elles o Em testemunho (A. R.) da
esmalte, fica aberta a port pa- verdade.
ra a accau destruidora da parte Pj i, 8 d Maro do 1908.
organic, pelas innumeras bacte- Pelotas,8deMaiod
rias que os circumdam. Antsonio B Anslt.
Escovem-se os dentes todas Terceiro nota!io
" as noites h bea &covados odesa-I I


re e presago
aparora,
am sonh i vago:


dani-se as foli gean;
resta aitr.i
)s inacnt,- selvag, as.


Artiur 7,oo


,tout Pariz, o professor Doyen
propihecizou a prolongaqao da
vida da humanidade, granas a
mycolisina, que decuplica a acti
I vidade dos phagocytes, augmen-
tando a resistencia do organism
e fazendo assim desapparecer a
maioria das molestias infecciosas,
notavelmente das vias respirato-
rias, tubo digestive e da pelle.
0 dr. Doyen disse qne a base
da mycolisina e coi-stituida pr
certos colloides pathogenos, e
que a sua descoberta reunida A-
nova therapeutic da tutbercu-
lose e do cancro realize o son ho
dos alchimistas: o desappareci.


greguem-se-lhes as particular a- Vende-e nas boas pharmias e ento da v mlestia a plonga
limenticias, e evitar-se-ao 80 % drogarias desta cidade e na da ci-
das caries. pital e Rio de Janeiro-Fabrica-Pe- -
Durante o dia nao se faz ne- lotas-Rio Grande do Norte. As meatiraI d* dlreite
cessario escoval.-s, corn excep-
gao de uma vez de manhA, por- FeridW ant bouba, darthreoequal Tolstoi, o grande apostolo rus-
que nao ha tempo para fermen- quer molai de pelle. Caram- msonm o so, dirigiu ultimamente uma in -
tag6es quimicas, nero para a sa- ELIXIR DE CANINAA doeSivino Silva teressante carta a um estudante
liva se deteriorar, pois a bocca de sciencias juridicas.
estidurante o dia em constantes Eis as suas palavras sobre o
funi6es. De modo que, durante i 8 direito:
jA comegadas. air, J3. ut? jde tirar aos homes o product
Si o escovar os denotes de ma- do seu trabalho, de mandal-os
nha um costume louvavel, Em vista ao nossa venerando commetter aquelle assassl-os
noite e uma obriga;ao hygieni. amigo padre Ccero, esteve U'e- que se chama a guerra.
a. -sta cidade o distinct e virtuoso O direito civil o direito de
Eis uma das maximas que as sacerdote, padre Josquim Sother umn posse de milharet e mi-
snes extremosas devem legar a de Alencar, dignissimo capell shares de hectares de terra e de
seus fio. doQuixa mo. infinitos instruments de traba-
GODO DO ARN Y Cumprimentamol-o. ho: e para os que nao tem ter-
Gfol rf- ras nem instruments de traba-
l (ffd i Iho, o direito de vender o pro-
Il Same s de in..srs ohi- Dias, ha que o nosso veneran prio brago e a propria vida aos
i DE CANINANNA do Sivino Silva do:amigo padre Cicero fora ji- que posauem terras e capitaes, e
B1ABALRA CEARA' geiramente atacado d'~u d pe- direito de morrer i fome.
queno encommodo de saude: w O0 direito penal e o direito de
defluxo, simplesmente. um s6 a deportar, encarcerar,
TRO ATTITAA' esta hora, pordm, achase mataros homes quando julga
Selle quase restabelecido, gracas Inecessario.
lPnR TlM 4 Deus. Esse complex de direitosd
IP RT 1 / Assim que falsa a noticia em sanccionado pelas leis. Mae as le-
alarme que, pelo Crato, ora cor. i foram inventadas pelos pro-
oimm. Sra. Viuva Silveira & re que S. Rev" se acha mal de prios homes: imperadores, reis,
Mho. more I ministros, senadores, deputados,
Pelotas. Tenha vergonha, pois, correio que vivem de violencias de que,
faaso onsequentementesdefendem es,
A4, a mi.agd,, iof&i- sas violencias mediante leis fei.
do pr maes anma d terriveis tas por elles.
eophl pda in- Odireito nao tem nenhuma
pprtas do depoi de ter Diz um telegramma de Pariz importancia moral. A causa prin
lmn teo do maita pripardos para o Jermado Cob s er cipal da immoralidade do man-
m' resultado sigkm, i MeO.-e. .0 professor Doyen realioa do christao no nosso tempo esti
md& a to mr o poderou depma- ma important confemida ma nee abominavel engano que se
i d awi idi 2.- Sociedade de Conferencias Sd- chama o direido.
0 fo1 p mT -uti. anti cas, com uma numergosai- Ie Agedw social publicado
Sa. Silva SUi- maO eoeurrncia. ul 7Rmama eRa ,fez enor-
l pDealme de ssa das e ac IWm8d.me ,s. -
.. . :. ..- ~', .. . -, . ;


Sda tapua

Snu.ez di'.l
paixces, da insana
la fereza hukians,
bre tapera.

b o est ts de-hetii'
into ;'i t'ote a isina,
este e a ag:este aanua
primavera.


A vidaI Inteas


Nova York augment d'um
modo tao extraordinario que
dentro em pouco, sera muito ma-
ior do que Londres.
Um paciegte obsorvador deu-
se so trabelho de compor unma
estatitica, que di uma idda ap-
proximada do desenvolvimento,
cada vez main crescent, da gran-
de metropole americana.
De aegundo em segundo, diz
o actor da famosa estatistica,
chegam quatro estrangeiro. To-
dos on 45 agundo. desembarca
um immigrants e em todoasM 52
segundo. cbega nm omboio.
Todoa on trees minatos d preso uam
individuo na' ruen doe .hova
York; todom os 7 minutoa nasce
uma creanga; todos os 6 minutes
more uma pesoa e todoa os 13
Imi Oelel-se am casmmen-
to. Todoe o 3 apsse hora en-
Contra- ume ova vthsoria soci
S prod innendio, um
pSq Vmh& ferr, colUoca-se
a Dnmewa 4 d' amnovo edi-
%ar De. egistra-
o sun do eartauipod

um Pem 6 oa su .


centa 4organisador da curioa
estatisca, t.nde a crescer dia ia
dia. 0 movimento cada veZ ma-
ior a. impaoiencias, as le tas, as
paixoe, de mni'uto -a minu,
mais deesbperadase mais inteu-

'Ait haul. t

3os(( EMa cos


'*mo-e tta e -de"

De todoe on processes que tern
s do descbertos para extinguir,
para matar a .ede, o main sym-
ples e maji ao alcance de t, do 1,
o aeguinte: ep~e conm sede? pe-
gse d,'am pausinho secco do mar-.
melleiro, cumanir, morord, etc.,
ou d'u.m I oacochlnbho do la de
algodio e chupae queassimn coin-
I atercis a sede, por mais desagra-
vel e mais terrivel que seji esta
sensaqt-o. D'isto si duvidaes, es-
perimentae que vereis...


N-oticia-se em Pariz que..........
2N'00 i olicos csbc-leceam uma
republican em territorio brazileiro
ao sul do nca s paiz, clegendo
president da nesina a Jose
Stan .berski.


Nuni journal extrang ,iro colhe-
"logs as scguintes interessantes
niaximas ch'uezas:
Nao expecules corn o futuro.
V'Nao destruas a tua vid i.
Nao abuses das coisas boas
quo a Providencia p6z11 no car-
nho da tua vida.
Nao des guarida ao inmdo.
NAo opprimas os orphaos ncni
as viuvas.
Nao compares as coisas inuteia.
Nao contraias intimidades
corn o0 teus superiores.
Nao fales nwni murmures da
vida intima do pessoa alguma,
nem revelers os segredos que te
fore'm confiados.
Naointerrompas it marcha que
tivcres conmegado para alc.aiqar a!
realiza*ao do qualquer assumpto.
Nao descutas o que os outros
come ou como andam vestidos.
Nao Cexp pstos lirros a mulhe-
res, afim do que ellas udo doscu-
rem os sous trabalhos domesti-
cos.
Nao incites o proximo a que
corra atr tz do impossivel.
NAo aprendas coisas mis neni
que nAo sejam proveitcs 's.
Nao apreg6 Os as tuas riqaezas
nem ponhas a descoberta as tuas
miserias..


MEUS SENHORES!
A morte, que deploramos, ar-
rancou de cada peito urn" su'spi
ro, do cada coracao um ._ que
bem traduzem o sentime....o quc
invadio a alma Joazeirense!
Meus senhores.
Quando veio morrer o virtuo-
so educador da mocidade ?... n-:
vespera d'uma festacivica,aos1i
de agosto, dia antecedentemente
designado por elle para solem-
ninasar a ina6gura 5io da socie-
dade daBeneficencia Pubiican
creacao sua, d'elle que era a ci-
,'idadc personificada, a encarna-
ao do natriota, do progressista !
Como 6 incerta a vida e terri-
vel a mo-te !
Hontem a sorrir nos comba-
tes, ainda os mais terriveis po:
que tem passado o Ceani, o Ca-
riry, particularmente, seu bergo
natal; a encorajar a fraco, o tibio;
a proteger o necessitado; a vigo-
rar o esforgo que sempre dedicou
ao alevantamento da nossa socie-
dade patricia;a rear, sustentar e
dirigir collegios e associai6es lit-
terarias; a auxiliar o sacerdote
catholico nos ensinamentos mo-
raes; a animar o artist no
arduo exercicio do trabalho, da
industrial; a retempirar o equi-
librio do commercio nas suas os-
cillag6es cambiaes, porque .elle
era um genioum encyclopedico:
hoje, re lusido so nada, de cque
fomos creados, deixando apenas,
de si, saudades que nao sa ex-
tinguem, fructos que irao a pos-
terida e que por certo o leva-
rao f etherea habita.io dos jus-
tos !
Meu Deus! que fatalidade !

Quanto, porem, .4 consolador
mnorer-se como JosA Marrocos !
S-.No lelto, onde apenas demc-
rou-se tesz dias, e onde, conse-
quentemente, experimentava os
cruciantessoffrinmentos precursp-
res da meorte, e'le, qual cujo ce-
leste, nunca proferio uma pala-
vra de desconforto, nunca deu
um.gemido, cons6lo da fraqueza
humana; pelo cbntrazio, conser-
vou nos labios suave sorriso,.que
a stificava a paz de sua consci-
encia, ol nenhum receid da mQr-
te! .
As"nd que enganou aos que
o vi arram. sqedo sua ntarte
.ua~.r .iv4~rpreza,-e par isto
as (gAoroiea era qestue
qula (um o venerav., quc


Discureo pr'ferido :o, e -
miterio junto a cera ao mor-
to...


i

















r


Sp juisas agr -
mas; justissimo nosso tio inten-
so soffr"mento.
E v6s,. mocikade joaseirense,
chorai e chorai muito, porque
perdestes o vosso carinhoso,
bondoso, assiduo e illustrado
Mestre e Amigo, e corn elle vis-
tes cahir o Collegio em quo be-
bieis a instrucgao litteraria e reli-
giosa!
Deus te dt o cdo, oh just !
P. Xogyadire. I


Proferido pelo
Nogueira Filho.


alumno


Que pode-ei dezer diante do-
eadaver do men distinguido Mes-
tr"e Amigo,en, que tAo acabru,
nhado me acho sob o peso do ma-
ior sentiment moral que ja in-
vadio minh'alma!
A emo"ao d'alma produz sem-
pre no coraqAo quo senate maior
ferida que a setta brusea do de-
linquente.
Mae, meus senhores, seria de
minha part grande crime nao
verberar, embora que fragilmen-
te,'o grdo de sentimento de que
me acho possuido pelu grande
perds que tivemos n6s todos do
-I
Sim! meus illutres senhores!
0 grande Joed arr6cos, no-
me que valeu pars n6s nma epo-
lha replete de epopAss e trum-
phos, ja pertence a grande pha-
lage do mortos immortaes. JA
Bateom o cadaver do respeitavel
ao, a quem Wndeos as ut-
homegaq en devidwtsquel-
timas homenoagens d adA laqUe-t
la animaeeo queC lb he dsIu-
idae e crecida almTaw'-
rrava, ma inda s a an-
oritariamente a soberan0 don
que mas se tornam dignos da
Teneraslo e reconheeimento de
eos concidadlos.
Quem, mes senhorer, no a-
Oiry, alo so confess em divids de
grtdiso morto que prnte-
moo? Quoem?
Votwf pois osgrnasBobre
sus eamps; homnre "su in-
Y1 0memori; imgmn- so's

eno, o .hi~v' '-o'--ao'n
sM N


.Jos, Marrocos, inome- qerdo e
quoe ha iuasi quatorze lunstros reper-
ente fnlgurante no jornalismo do pa-
iz, nos clubs litterarios, nos collegi-
os, nos grades commettimentos pa-
trioticog qne fazem part de nos8a
historic, e que tanto se notabelison
na gloriosa e vencedora campana
do abolicion smo, dos proveitosos
ensinamentos moraes uas puguas da
civilisasio hodierna, e objecto hoje
do ma'or sentiment moral qu- ja
experimenton a alma do Joaseiro, do
Joasiro que tauto renomzi Ihe trouxe
e de quem se constituiu edt-enuno a-
dvogado !
Chora-o a viiva, o orphio e o men-
digo, que tinham nelle o ps", o ves-
tido, pois que ninguem, jamais ex-
cedeu-o no dulcissimo exerc'cioda ca-
ridade; choram-no as lettras pa-
trias, qne foram por elle enrique-
cidas de products extasiantes de urm
cerebro cnlto e judicioso, de sun pen-
na honrada; choram-no o grande na-
1 mero de amigos que soube crear em
sua long peregriaatio pela terra,
os parents que extremecia; choram-
So, em fim,e corn muita razAo, a gran-
de phalange de discipulos que deixon
aqui, alli, acoli e que hje, como eu,
euchem de lagrimas sen feretro, tri-
buto de saudade e graidio, e qae
fazem votos a Dens paraque s bemn
fazeja alma tenha na Patria dos jas-
tos leogar condigno As suas excel-
sas virtudes!
Tenho coneluido.


CEL. JOSE MARROCOS





beca&aIs, me no e0o ha lIz m&is purs,
De eerto gowarA d'outra ventura
Do justo a placidez.
C. Abreua

Entre lagrimas, soluoos e des.
congolo feneceu o scientist, o
jurisconsulto abalisado Cel. Jose
Marrocos.
Homem este, como sabemos
n6s, soube captivar as altas glo-
rias do nosso Brazil.
Apezar do pouco couhecimen-
to e da franca amisade que corn
elle entretive, pude conhecer
a realidade personificada de um
Brasileiro illustre, de um cida-
dao benemerito, que soube con-
quistar a estima de altos perso-
nagens, e de juristas como elle.
E' sempre assim!!!...
N6s muito o queriamos, po-
rem a Omnipotencia delle mais
ainda precisava.
Dorme, poie, na mansio dos
justos deixando todo este mundo
que se chamnC ariry immerso
na profeinda d6r da saudade,
privado deste mestre sublime
e amigo dedicado.
4 u do alto ps, Cel. Jose
Marrocos, queita acceitar a pe-
quenina mas, justa expressao
dave iadra estima de qae
per demnais rector.
O pequeriao amigo


artwi i9 riso mStre...


Meus Senhores | I
SJoaseiro. centro de nume-
rosa populaiAo que, qu.l aguia, Proferid i pelo alunno
v&a is regi6es do progresso, Henock Nogueira.
ajoelha-se respeitoso e agradeci-
do ante o cadaver do seu maior,
mais leal e mais estrenuo defen-
sor.
Seu augusto nome, que era,
repetido e atatado na residencia
do potentado e no albergue do
plebeu pertence hoje i historic
dos grande factores do progres- M s SNO !
so do Ceard em cujo character 0 cadaver que vemos, corn triste-
sahentou-se por feitos que Ihe za esmagadora, diante dos nosss o-
immetmlisaram o nome e que WIhos, por todos os titalos nos 4mao.
the trouxeram as obla65es po- Assim C, meas senhor.a, que a
pulates. mi orta que deploramos foi, lara todos
Tltat d r o is n,.. i.-.- n6s.m vi'dadeiro cat.ciysmo


Telei6oheis en olig6 eplero-
se khronous makrofis.
Arestd g~r en t6 Kyri6 6 phy-
kh6 autou" dia touto espeusen
autan metast6sai ek mdsou po-
nerias.
Tis esti, kai makariomen au.
ton;
Soph6s, kai ath6os kheroi
kai katharas te kardia-16seph
Marrocos.
Su,tem6 kai klWas epistemrs,
su, penias spoudasta, su, maka-
rias Parthdnou therapeuta pro-
thym6tate,su,o en tois ouranois,
eukhou yplr mn6n.
Sevirino Pires


Verto uma lagrima sobre a
camp de men nunea esquecido
Padrinho Joad Marrocos tao cado
roubado pelo terrivel anjo exter-
minador .& familiar a patria e ao
grande numero do amigos que
soube croar,e que hojeestlo cum-
prindo o dever de deplorar sna
more !
Caro Padrinho Estimado
Mestre I recebei no cdo onde, sem
davida. mtes, um adens saudoso
de, vo.mo
afiio, disciplo e Am? inti-
mo.
~* ,gsuwjNmfrkafir


TRISTEZA E LUCT3!


A tristeza e o lucto de que se
cobre a illustre popila zeirense, sAo justisgimos, pois
que perden o seu illustradr, lou-
vado e respeitavel defensor Josd
Joaquim Telles Marrocos, de fe-
liz a inextinguivel memorin!
Perten,oniom ufania, so gran-
de numero das discipulas do
prantendo morto irummortal, e
neste character dirijo ardentes pre-
ces i Deus para que Ihe dt logar
distinct na manflo dos justos,
A que tern ello direito palas suas
exoelsas virtudes.


Joanna Miranda Xogueira


0 uCd!iz'am uatoriaite cmpdutt

Barbolha, 6 de Junho de
1910.

.Ill? Sr. Pharmaceutico
Manael Candido das Dores.

Cordeaes saudacoes.

Tern por fim a prezente par-
ticipar-lhe 1que, minha filha, Se-
nhora, como familiarmenta d
tractada, dando a luz o anno pav-
sado, depois do parto appareceo-
Ihe uma tremenda ii.chaao nos
seios, a ponto de tornal-os em
ulceras suppurosas, cujos incom-
modos forio radicalmente cura-
dos, depois do uso de muitos re-
medios,com o afamado laft li
C(ldll de sua propriedad e to-
mando apenas cinco vidri-
nhos !
D'esta cura, realisada n'esta
cidade, muitas pessoas gradas,
poderAo attestar quanto foi be-
nefico o resultado de seo prepa-
rado !
Pego de publicidade a estas
linhis ndo s6"como um benefi-
cio dos que soffrem similhantes
affecg6es, mais tben como umrn
penhor da gratidto que ficamos
a dever-lhe.

Subscrevo-me com muita esti-
ma e considera;io,

Am? Att? e Cd?

Maioel Futado de Filgueredo

Pago ~ 804is de sllo Esta-
duaLe Fawm iReQo

I I


'ma dur ipungentlssima a-aba de,
profundamente,ferir o nosso coramao:
falleceu o nosso qner:do e bondoso
miestre-.Jo 0 Marrcos.
E umn tio triste acontecimento reio
lanqar no lacto e na consterna ;o
no s a todas nBs, siams discipnlas,
como a toda esta immense population,
Squem den"j I s yvis? de-


instrnindu-a, edn&do-a.
Sim. trabalhava elle, o mestre,
com towa a energia de ana alma de
velho, pelo nosso adeantamento in-
tellectual e moral, qnando a morte o
arrebatou quase de chofre, deixando-
nos mergulhadas oI'esse immenso pe-
lago de dor que cruelmente nos pun-
ge...
Que grandesa pyramidalmente fu-
nerta e pyramidalmeit esmagadora
a deste instant que vale nm secalo!
Ante a magestade deste moment
terrivelmente ailquilador, e por en-
tre o Incto e a dor, o meteoro candi-
d,) de po-sas lagrimas....
Mestre e amigo sincero e dedica-
do! que o pranto, qne, amarguiadas,
vert.mos do eoraqao, seja, n'ui can-
tico de Antonio Beserra, ten compa-
nheiro de luctas pela redempgao de
nossos irmaosescravos,seja
. ten Iaptisamo no Jordlo dat gloria !
Lo?6 Beserra


IOSfiPH MARROCOS


Pedro da Cwoa NVogueira



DECI.ARA.;AO.

NAo devendo ficar em silencio
negocio que envolve responsa-
bilidade present e futdea, ve-
nho declarar ao public e ao
commercio desta zona e da Ca-
pital dcste Estado, que dissolve-
mo eu e o illustre cidadio 1ide-
fonso Augusto Lima, a sociqd-
de commercial que celebramos
sob a firma alldefonso Augusto
Lima & Ca conforme dedfira-
95o do referido socio, que tenho
em men pavor.
Assim 6 que venho declarer
ao public e especialmente ao
corpo commercial do Estado,
que nenhuma responuaWM dado~i.
tenho cornm todos os tractos, dis-
trata e compromissos-da deerilda
firma, cme cogess4o pa i l- *
defonso Auw-iAn j-
Jsnea a s *e .

Agase" d -.iA.
a0


- .'. ..d. -.


-c_ 41 ~; S7~:~


I


MEUS SENHORES !


L


I


SA L A ..


------T,


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i
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t


1.


INEDICTORIAES

PROTEST

Copia. --Estado do Ceari. 2?
Tabellionato muaidade do Milagrw.
1 Trasladj.-Ia^r bta2
test pedido por Felix Bapi#, dos
Santos, tu'o como abafxo se vi, et
cetera.-Saibamn qnuatos eatg tlstrs.,
mento de protest virem rm esendo
no a o do Nas em6 Mt4 Ie-
ahor Jesus Ghbrit Ae "L
tos e Sez, ads t re ( to iet e A"
gosto, de d.to anno, nesti eidade de
Milagreste0o e area .doMsL
nonnr, atle da o .N
criptorio apparectui 1elix iHapirta
dos Santos, morador uo'sitio MDia
mante, depte term. e perante as tes-
temunhas atdante nomoads e ino-am
assignadas d:sse que, elo. prseafe
instrument, protestava contra a*.-
tcficaco qne, sobre o lima:tes do- ,-
t'o Serrote com os do UamAte, de
propriedade d'elle pr.ettante e da
sua familiar, lado do Poeute, havia
dado no juiso subvtituto .dcste term
o proprietario Jo4 Paz de Alencar,
visto como possqi el e fMB .
verdadeiros Ibruites do refino sitio
Serrote com os sitios visiahos.dados
A registro pelo sen anttgo -posanior
de nome-Vicente Baptsta 4'Aurujo
e sAo inteiramente ifferentes dos
jnstificados pelo .meacionado Jos6
Paz de Alencar e constaates dos ti-
talos que este possfie, que se revelam
assim de ma f6 e por tanto sem ne-
nhnm valor juridico, como protest
tambem elle protestauts jastifi8a
em juiso. E, assim ppotestaado p
garantia do seu direito, requer que
se-lbe dA duas copies do present
protest, uama para sr publicada pe-
la imprensa, e ontra para doctimen-
tar elle protestante a justificallo que
tern de dar a respeito. De tude so la-
vrou o present instrumeato qu?, li-
do e achado conforme, vae a.4signado-
pelo lir*ottante e pdlas tAtemuAas
Antonio Bezeira de Menezes e Jo1o
Xavier de Sonza Pajnis: do qile don
fN.
Eu, Pedro di Costs Nogueira, Ta-
belliio d '~ escrivi, subscre-
vi e assi r, em public e raso, cor
o signal de qnu nso. Em testemunha
da verdade (Estavam as iniciaes, o
signal- publco e o s611o federal, de
novecentos r6is as trez estampilhas
de trezentos reis, cada nina, devida-
mente inutilisadas) 0 Tabelliao Pu-
blico, Pedro da Costa Nognu.ira. A'
r6go do protestante Felix Baptista
des Santos, por nio saber. este I
nem escrever, Raymundo Hercules
Mont'Lares.-Antonio Bezerra do
Menezes-Jeoo Xavier de Souza Pa-
ins.* EstA conforme no original, ao
qual me report e don fM. Cidade de
Milagres, em 13 de agostoe 191o.
Em test. da verd," (p. c. 1.) OT.- P.*


48


-mt.


I





~.
* -5.
14~.


__ _.EATU U 3, _.



.... -' -'
.........
. . . . .. ..


JOASEIRO


CwCINKFO SILVA
VWad d Garsahuwa, estaco de P r
ambaeo, acha-se estabelhido nesta pra-
O *om u m mplete rariad o rtHt"into
de fab ndas e mewcaderias que endede per
yrige mim eempeteada, A eontento nmesi*
d. mais exigete fregae.
Ume v4 iat,poa, a LOJA ESTRF-LLA
*d Ciacinato ilvra, Ra Padre ('ceru
3*. 32.

PhAMACIACARV*LHO
Ba mate -meetuda phlarmcia nu
,aiid sortimeato de j rgas e prodkitoE'
ektmaie, eee.lalides phracea tCfas
easiema"e 0 strapgelw.
Adam-wneeiteaSqualquer hera com
*jwotidlo, audado esBeio..
Rau Padre Ci(Seo 41.


0 BARATEI RO
IAAI Vfetm d. Silva, eomr dea
oiom bea bortidas d todos o a6rigo 4 do
eomme 0, -Ra, Nova, n-.9K eiR A
Padre Cicero, n*. SB
rVetsW competencia, eto d tal ittd


A POPU 6AR
Loja de fasenda e outros artigos de
.commercio, vendas polo custo no empenhL
'd* apraro 0eapital empregado.
o fregune proeure Iai 1 Nuyea a
O. 9W eas Rua Padre Cicefa4losa *.e
Squo rA serrido A medida de sen d*-



DOIS IRMAOS
Loja de famaedas, ferragens, e estivas.
.a& Prafe da Liberdade, n'. 972. Sicenri-
dade do megoeio, modicidade de pr"o. *
-aebltidade de fregeia.
Dioamd. Siqueira & Irm!o.


FUNILEIRO "
Oleiaa eompleta de todsoa artefactos
S, atiauilioe em fladre, 6om grande sorti-
aufto pare rendase m greoo a a retalho.
l banam otruo biarateiro, nao ha de
asr taat o omo oproprietario Joho Axtonio
YMrtado.
Tragada Jterdade a*.978.


LOJA


-A hmd .M -iemadis atmva, fema-
goem, apusT. Teado reeebido do Car
m Asnpli nsorimnaWto doe artiges ani
mmmal d qm t6 vedidoe per pr c
o umphm e*i, iqdwa t$do poubicm
~ms frftfw a viet asditaaatabaleciun
S qu a s ufimA do quo arnada


VEBDADB UO QUEIMA


Jdbe aismt de Olirira.
AW PadoCiem N. 306


LTAmIA .
.1

IPBI N6 Am

> J<-ilD-W8a


roi j i~ pmis -o *


SAPATARIA CNOMIA BARALHA
[ PERSEVEPANGA iUi iIA U PAULISTA _.-
CAIXA INTERNATIONAL DL P e rePENld- sp (ver
Est i sapatarX: se encarre-a de seldoS VITALId -PeIAS.
C S.1.:S VITALICIAS.
001 i,--craprPosit. e itrantiii no Thesieuro 1esferal, a fS. t* J3
garante aos ;ews fregueses oblta qe Il'e p,.rtpoTe le Prr.orn jwn" .h.oe .Sr '
Ino se pmdem dhsvjar inelhore t de -o .o p coutos u pe- rasa s. -e a. e.pa Rea Larangera :egtrda na Junta -?f.nmere-al o do 'ear. .oator.ado per deereto de t'
r re (" '- d, dgral, e'im bone commodos para e Puo. No.orote 9.
S reuio Cabral de Oiv.ra nm.ierro.- fnlia, ai 10$00L rs paganmentos Sge em A. PAU : UA ETO. r i 7 :,.f. m;.SqtP wo .d
na do Cuzeiro 1085 a trinre a.deantado. Ant rtorio-Moya.) p / ; '. ; S
-Aluga-se outro cea.. iii me.ma U n.I Antloeiptorio p. ,
-Aia-ee outr" an. n' .emi a R ea, Filial ao Rio: RUA 7 DE Si-TEMBlRO, [,r. e qahpr ni', mole'. .
S.11, c l3ss propor*ioes e mlto come- tl3 (mnoderns) p-ll:; E -fdas; r.. r.,-( e '.t. ,, -
do. a 1t0 per m( pagameutoa a tri- "-I'TRE GONXA.I.VES DI!AS E AYE- l.F3tWia d ,Sr-.A rn,-.'>: ro I:I.X1 r'
M ERCIA RIA ,< CENa ra.ne, NIDA CETRAL) ('ANI A a r
1 rA t.;trua RuaGrara le, iolrazon-. Ile,
OLIVEIRA & NATIM Vow- J. J. Marrce. ] RE|rgOPI.A aa as P rmaies r n d< ,,^
PRESIDENTE-Senador Ltiu rPiz*age
0 proprietario dete aereditad.1 ettale-- ;---i.-enador Po e eral, aharmacia Silva.
,.imento tendo recentemente chegado dal Oe or -t;.,l,,! ex-ch Po.ci. e _______
l lm ntotendorecinte mteehegadodta ex-Secretvr,. da Agricultura, do E. de S.
Scapita (1o ttado aries eecsree-A Pax! io. X"AROP1E
re fregnese e ac Ppublico eHf ger Vl e ARMAC IA ,RTAI Aa--Conu'rEetlaor Lo.ereo
aeha comn a:- cMoplet3 sortimento d e G rgel, da firms Silva S:llra & C., dDE
mereadcrias aacionae;, extrasgeirs:; talya-s CC. Theophilo A. eFariga de l(irl..a S(I Ser'rSiee. d
r1.Ten wud1ues a .ns Pharmiaeia daiFabrica do"'eeid.,s S. ltrmrdo.
doe, meia,para homes e senhorieI&spOL T Irmr. Fr T '*r. lu e.e- alea -de Tolu e Eucq^vptos
anriw, eadeias dc aluminlmn, redomas, I T d ira tru I NTE Dr. Clam me S.,. me- ", e
extracts do diroersa quaidnz brilh- Dr. Nogv:era Accioly: proieo i*. 3, corn- ee iutril. l Compoeto e -pre.rso e per
t;as.oleo de baboza para o calelie; hi I ma 0 e s Am. qle Sil ORv. dogd, a, director da Aancl Cal d DD
Si i- q dl e, ur a eouitinuia do We.- a f r,-ma esforsando- Silv adrogado, director d-
bido, d e ivrpas qualidaeo, e perando pr CoIuna l Inh dustrinal de S. Pi.ale i da Me tem 1l nos iinommo o sa co po d p rantaxia, bito-, mendam pS. n &.ul-oUniter o nor is t Tt 1no11-14 i o r!,w*
sut te g| meeer as eont.aao de sits esttmadaa Cofmlanhia de Po.o. de Calda. pulinomidr: TooPes, detuxoo, I i-wri., /.-
.. ,ordeng. Consaellas lai.eala ..it_ afle de. A vend r.a
Tado a dinheiro A vi-ta e peor, jm^ ,.rmi Jo.e Candide KPtt do Vire m}
modicos. 0 PROPRIETARIO Crato 12 de Jareiro de 1910 Exmo. S!ir. Condo de Pr ates, D.ireeor
OLIVEIRA & NATIM 'do Banco de Se o Paulo-E-Ixmo. FSr. Co- -
ronil Fernando lPreste. vI:.:-pie-id Ct
Sdo Etalo-Bari&o d L'dprat. director da DEPURATIVO CANDID O
A('on;anhE. Iiumtriad do 5Pal*=Dr.
SJ% aOS LAH0DItM ATT RENdAO *Mlrand.i '. :dt rT!e M C., a.'
Aries oe soust sfregenseeque chegou nu i Casas, Sto, fasenda: de gado ca de Toecidoe Arthuia, de :rc.,a I a red * prvat. *es n e! -
grande sortemento de Vinhedo Port, Mew nete mnicipio no termo de Saint- edeputado fderal-Dr. JrA I rga .e ts, -iic
gnmedico e prdprie..trio-IPhar. L. Pioi o
eatelSuperior, Santo Antonio, CogaeC.Ver- Anna do Cariry i vender. de Queiroz. da firm, L. Qn iroz & C. ec.reph>l~es de--a-ut.
mute, Vinho de Missa, Geropiga, Serrot de Jose Rodrigues Monteiro tendo) de 'proprietarlo da Drogaria A>er;cans e e grand. desalojador d ham. -
Cnipap, Cigrros TnpyLa MorenaoItAe, retirar-se desta eldade no intuit de Fabrics de prod a:os chinicoe) Dr. Pedro i e o podr elimin*id,,r <( td!i '
Eop CPontual o Dr. Vietrr GeduBiho capitalia,. ooen< prtiM*ve qu : ti:, c a u-4ti ,
Come Sie Bonde Palha, as Quatre Ligas, procurar na Europa alivio a-sua A EON SADOR PALISTA impr do sangu.
Populahwedoee Pesquei_=-a Favaha; sud(Ie sempre alferada, declara, a n iat.com fl.cl do U ie depesite a pharmae. ( ... -
Mateigareroe euPapagaupi-t tnaCoaeolfl6eahrsa e -do
Manteig Bretel, Exellete, Papaao, Pi quem ent :ressar, que estAo expostas Governo, enjo Em d estabe r a RE ide, a lRus a do Vidia.
suby; Bana de pre em lata. a venda todas suas casas nesta cidade DA VITALICIA mensal, emu dinheiro, sos
Tude por pro maodio e snas fazendas degado neste muni- sell iocio Tem "ueas .!ix."a, a c2i" A .P A AMA A VA
SP.pio e no termo de Sant-Anna do Os scioa Ca pa;;fm st0 de-yA
iy e. n Os sseio Usa CaaI sa A pag 5S0XiO de P R A A
-- Cariry e mas urn sito no mesmo r-- joie 2$500 de mnen lidade P tOm direi- de Filrine Jd~ S i Sva, a R ai dos .,u-
feridotermo deaominado cQnuima'o. to, no fim de 15 .rnIt na -aso quae mervi, **. l; tern am Ngran -1atri.
0 co m engenho de ferro e casa propria, n',o serA maior de o1CSOOO por mez. sortimeato d* drtpe, pro. ;actes uchifa;tvi
Jeroaymo Francisco de Lima casa do vivenda, tado de t.l'a e Os socios da Caixa B, pa* m 5*000 doe especialidades pharaimeentiras.
tern, nesta localidade, & venda, duas segura constrniao, com urma pequei a joia e 5S000 de meneslidade o t6m direi- De'pacha as receituari s cOm iedli.--
cas de taipa obertas de t a; a nascena e ude d pedra e cal, co to, no im de 10 anns, a a penies quo mentoe d* reeGam eeida pirezt- e arA ; Lo
i d ip cobertasd 3 n i n poderd exeeder oO 1 pr n aei, prst4za m dicldide UprvI.
sita a Rua de S. Francisco e a outra cannavial para dusentas cargas Ade no poder d ealeedr do 100000 per .mez.
No caao do falleser antes do chegar a -----
na travessa da Rua Nova;pelaprimei- rapadnras, possuindo extensas mattas receber a pensio, a assoeia-iLo pegark aos
rapede200:000;pelasegunda 180:000 cornm madeira de construgao: outro senu herdeiroa necessaries todas as con- BURRO SUMIDO
A'tratar'na RUA DO CRUZEIRO sim pede a aquelles dos stus amigos tribuioes que elle tiver feito, sea jurors.
t I o Dando-e o fallecimento depois que mu-
qe tm corn o mesmo negocio, tuarioestiver em goo da penao, estafi- Deappare crant de ine tif urn
queirao por bondade' satisfaser seus ear, extincta, some que aos seas. h.rdiros bnrro cardAo o e m burra ca4t~.at
RARI NHA DE compromissos, nma vez que tern de assista quaiquer direito. qnazi preta.amb? corn etaar
MANDIOCA ansentar-se por tempo indet rmina- A penslo serA paga so proprio iadivi- co"a a Scgunie fl'ra, -
Josi Alves da Silva, avisa sas O s- do e ter de prover-se de recursos suf- duo, on saoseu proearadot legal, fu per "6 4 .
as fregueses e ao public em geral ficienteS. intermedie do qualquor Bneco, qiandeo o ,
S, muttuario soe aehar no extrangero. .
qne temem depsito grande anti de 1900 seio contribuinte em dia, quo fear Quen der noticias cert#s sa R&d.4 -.
dade de Farinha de Mandioca de Crato, 6 de Oatubre de 1909 impossibilitado de proseguir nau saus on- .O d'dO .Rebat~ si V er -me entrd.-
primeira qualidade, e -VENDE A trqdas, depois de cine annos d associa- gar ditos antiais, s rCi gratltitici
DINHEIRO- em grosso e a retalkeo Jos Rodrigues Monteiro v *, em neneequeneia de moleotiachrobie gs eOWa e."
& pri BARATISSlOS e ineuravel, que o inhabilitl para tra-
pre" BARATISSIXOS. bathi, sorA aeod e ado rspen to a g ae Setro -Brei 1-k No-
RUA DO PADRE CICERO : 301 0 C perdera direito peAso. eit 1909
DO E 31 RATO oam da redgaentos antecipado do 1 **no e D she. s Fernand" r
w r Aft e oaam oa da n roducilad o 0010.0f FerBAm* !'.


SUMIDO
Grotifice bem a quem me entre-
gar am poldro rosilho que desappa-
reces na serra do Araripe sitio
Queimada Grande, con a eguiates
area e freguetia -
QuO [ encontrar
pede e- tregar & r-
dag" o d' O" Rebate.
Oa em ,ika residents:-


erra dos A deso
Pedro Xavier de Arao


DE
A. BELEM SOBBRIHO
45--RUA DO COMMERCIO--45
CRATO---CEARA'.
Estabelecimexto deFaxendaa finas,
Miedesa, Novidedes, artiges do woo do-

peeialidade em: arbl paris
hamasa emahoras; objoetos par prse-m
te a pirfmnuaria fnimima!!
Pns aum eompotided


'e 10 sannos, 20 0 o,'o e o pagament d 15
annos, 150oe. -
0 mutuarie que ae inserever e m rv me
antesi.do ortero e tiver a- aorte do ser
premin do, pagar, apemas poucosma il ria;e
tera direito a nma peasso para-toda a
sua vida. W. |a
Atd dezembre foran ertaaM einco"
eardernetas, oun eja:pperiodo de noe.
meees. A ECONOMISAORAA A 6 a uiea
quo fax aorteioe dejil em deoi mfte-.
Ui, grnd mrti&n Natal!
Socies inserip tie abril de? 1908 a
Janeiro 1909.--84000. Nnhums eta-.
ciadade obteve tal Domero de soiosam
seus prineis moL
Pedidee de prespebtom, propOBtab a"dw
netas eafo int a a atao a
BspreseatmntBAso Orate.
BdeJR Sobr~rbem
4R-B- do C saj.


4-

MILAGRES



CAVALLO SUMIDlo
Urmn are eaa.rrdl rasdad., ote, ic:-

Marboa 1 hfeihea

.Que *a t resr e e r. -
** J^aJ 7fmc ia M&fs~ e44p-


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RITMN


APROVIITEMI


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