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Rebate
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 Material Information
Title: Rebate
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Creation Date: August 28, 1910
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00001672:00052

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( BRIDGECACHE )

( BRIDGECACHET )


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derA elle escalar desassombrado
a cordilheira de sua grande-
za a lobrigar-se azul atravez de
todas essas perseguiv-es que ihe
move, sem solugAo de conti-
nuidade.
Cuidar, por6m, da creagAo
d'essa aggremiagao, jA podemos
dizer corn mbr satisfag o, que
nao C mais preciso, pois que, nao
tendo sido, como annunoiamos,
inaugurada aos 15 do corrente,
devido ao trespasso de nosso
distinct e saudoso amigo-Jos6
Marrocos, o mais illustre de se-
us promotores, inaugurar-se-A
mais tarde a sBeneficencia Pu-
blica, que, em homenagem A
memorial desse grande morto im-
mortal,-intitular-se-i--*Benefi-
cencia Publica Jos6 MarrocosD."
Satisfeita tao grande necessi-
dade corn a creaqo dessa phi-
lantropica associagao, que nos
resta a n6s, portanto ?
Congragarmo-nos todos em
torno d'ella, tornando-a forte e
vigorosa pela dynamic da uniao;
darmos-lhe vida, um pouco de
nossos parcos recursos para que
ella zombaudo dastempestades
que possam antolhar seu desen-
volvimento, consiga tornar em
real iade o ideal a que se i
poz: pomover o bern geral pela
propoga o da instrucCo no
meio de tos as classes sOC ,
de maneira que aqucUe que ja


terra, 4 grandesa desta Canaan
dos tempos novos,nao consintaes
que sobre tao benefica associa-
oo caiam as maldic6es da des-
crenga e do indifferentismo, e
vinde beber nos mananciaes da
eBeneficencia Publica Joa6 Mar-
rocos,, o nectar saboroso da in-
ftrucqio e gozar de seus delicio-
sos effeitos.
Ah! por quem sois, nao deis
tregoas aos trangalhadancas do
scepticismo e da indifferenga que
tanto mal fasem ao desenvolvi-
mente das grandes concepO6es
e dos grandes ideas.
Oxala que estas linhas que ahi


gularidades de todos os lados,
ambicao de tirar lucros da escho-
la, fazendo do ensino negocio em
logar de profissao; pre'ssa em ti-
rar resultados, etc., !c.
Entre tao grande numero] de
tao grandes defeitos, se ha um
que hoje sobresahe mais do que
outro, e que e mais facil corrigir,
e o erro lamentavel do ens"no
forlado e espectaculoso; pro-:ura.
se la todo o transe obrigar o
alumno a adeantar-se em mate-
rias is vezes f6ra do sen alcance,
antecipando a natureza, e dando-
lhe um desenvolvimento syme-
trico e precoce.


ficam, possam influir em vosso A natuireza aborrece prdssa e
animo e concitar-vos ao ver- espalha/ato; os seus processes
dadeiro caminho social, sem o sao silenciosos e placidos.
qual nao podeis chegar ao zenith O desenvolvimento mental 6
de vossas aspira6ges no espaco gradual e march corn passo len-
e no tempo. to e regular; nao se p6de impu.
nemente violar as suas leis.
E'\um facto innegaver que as
A 1 leis que governam o desenvolvi-
mento human sao fixas e immu-
O desenvolvimento e melho- taveis; os que ensinam, nao te-
ramento da instruccao tern sido, em feito, nem p6dem fazer mais
durante os ultimos cincoenta an- do que descobrir e applicar estas
nos, e continuari a ser, a preoc- leis, e s6 na exacta media que
nosuao contstante das maqoes os seus methods se conformam
cupacao corn a lei, p6dem auxiliar este
cultas em provado desenvolvimento; nada m-is.
que, pelo menos, a trca parte Os alumnos que,com marchas
de todo o produCtO industrial do foryadas, conseguem riostrar-se
home nao chega aser utilisado, precoces,que conseguem prestar


F- ...... #SAW-
ral, intellectual e physicamente,
e entregal-o i sociedade corn a
intelligenciarobustecida por me-
thodos logicos, e capaz de fazer
applicagdo dos seus coi.heci-
mentos.


A cougmri


A proposition da separacto da egre-
ja do Eswalo, contaram-me una asue-
cdota que, si nao k rc'rao bench tro.:a-
ta.


Nas portas de tados :os esta- mo dertod o d' pr. 7 do j..e de.
belecimentos de instrucqio de- 1890, o marec Al Dodoro Li.procd-
via escrever-se: Festinare lente. radio, no Itarmaraty, por um re.p ita-
-eDe vagar se vae ao lon. vel sacerdote, que exercia altas fun-
ge.o cqoes ecclesiastlcas e era sen amigo
de velha data.
Padre Guilherme Dias -Que foi isso, marechal? Ent-o,
separaram a egreja do Estado?
-- Assim foi precise. Essa nidida
impunha-se ao governor provisorio.
9wu d TeIsloi -Mas. digra-m c6, e a congrna?
-A c'ngrua?: ,:.
Uma pequena fabula de Tolstoi pa- -Sim, o governor consarua a ,ep-
ra nos consolar de... muitas cousas. grua?
Um home, descontente com a sua Deodoro olhou vagarosamente pa-
sorte, qaeixava-se de Dens,-Dens, ra o sea interlocutor e responded sem
dizia elle, di. aos antros as riqaezas convic'0o:
e a mim nao me da nada? Come que -Conserva'. '
eu hei de fazer o men caminho nesta -Conserva? ''
vida sem possrir cousa nenhunma? -Entao,.-uo havia de-conservai?
Um velho onvin estas palavras e Conserva, sim senhor.
disse-lhe: -Bom.
-Acaso &s ta tao pobre como di- 0 padre denmoroa-se ainda mela ho-
zes? Dens niao te deu, proventura, ra na palestra, e, por fiai, despediu-
saide e mocidade ? se. "
-NAo digo que nao e atW me orgu- No moment em que ia sair, Deo-
Iho bastante da minha forga e do ver- doro deteve-o dizendo-lhe:
dor dos meus annos. -Oh I padre... Nao repare.a i.-
O velho pegon entAo na mao direi- nha pergunt; ni eu estofi'Hi-'
ta do homeme pergiataonlhe! do. Qbe coiss congrna? C.
-Deiavas cortar essa m n por am -r-Oro essa... congr-i 6...
milhbo de moeda? E osacerdote esfregou o BP Rp .
. -Nem4pr dez milhOes: no index. .
-E 9 esquerda ? -Ah! soldld? N.&O 00 K A -
-Tambem no! senhor. Jnlguei que' eog ftf Ar4F
-E p'r dez milhSbs, consentias ootracousa! ...
em lear e6go por today a vida? 4 ,, ,
*-'* ?--,- A ., '


CEARA'--IBAZIL _
CE-ARA' A- _DOMINGO, 28 DE AGOSTODE 1910.* ANNO II-NUM. LVIII

EXPEDIENTE sober agurnacoa, renda s r or sk ,i estes exames brnihantese fazer -Nen u olh dava en por tl di-
mi p t! sua culture in- ouorauia, viciose tras muitas bonitas fi'uras Westes especta- uieiro!
.REBATE pliee semanln tellectual.. causas oriundas da ignorancia ou culos escholares, tao acreditados -Vs, observon o velho, que ri-
4) ,REBATrE, pttblie-e semanal.nentM Ensinar, instruir, eis, pois, o brutalilade. isro e, a ter a porte hoje, pagardo hbem cara a festa, xas!
JiEDATORIr H 7E -Padire Joaqaim fim principal d'essa tdo humani- do teupo e trabalho de todos os corn a ea intelligencia prernatu -I -
do Aeinar P, ixoto, taria e beneficente associao. que trabalham, vae em puro des- ramente cangada, espirito abor- 0 ?W8itilg
ERENTE=Felismino P. d eAlencar ._ Evsinar, instruird naolha obra pordicio. recilo coin os estudos e incapaz
ASSIGNATURAS mais grandiosa, nem tarefa mais A missao da eschola deve ser, de grandes esforgos. (LENDA BRET.)
sublime do que esta! em parte. produzir hornims edu- O0 professor, que acceita a dif- ( )
seotre ..................... : Esinar e trabalhar pela pa- cados, cuja intelligencia se tenha fic:l tarefa de dirigir os estudo3 Quando Jesus carregando a
tria e. pela humanidade, como desenvolvido corn os estudos m.- da mocidade, deve em prim-iro cruz encautinhou-se para o Cal
PAGAMENTOS ADIANTADOS aprender 6 ser feliz, 6 ser.n bre, thodicos das aulas, de sorte que logar ter ideas cltras daposig vario, ate mesmo aquelles q.ie
As pnblicactes de interested particular, e libertar-se. possam combinar suas forgas corn que a eschola occupa como fac- haviam vividoda suaPalavra;, f-
on nunmios depended de contri-tos. e.- U.n po13 nio livre, simples- mais acerto e melhor exito a fim tor social, e star compenetrado giram... S6 um pequenino pasa-"
do o pagamento adiantado. mente pelo facto de ter a liber- de evitar este immense desper- da grave responsabilidade que ro, ao qual no dia da Ceia cEbh
A rede'acon.V respon avei pelos rrti- dade escripta na carta magnada dicio de tempo, trabalho Q capi- assume para corn o povo; que havia dado algumas migatias,
Sinedictoiaes, nema pelas puliucayes constituigo d. seu estado. tal. da sua fidelidade depend, em seguia a Victima e os algozes.
Acceitam-se artigos de reliii.o seieneia. .Ser livre e aalarar corn a seen- Infelizmente, a eschola nao alto grau, o future da naqo, De.ntre os amigos do Filho do
tteratur etreenchendo as condi.sea telha magic da instrucao a in- desempenhi bern a sua missao; disse-o o sabio Leibnitz: (Dae- Homem, foi esse o unico que Hs-
oror telligencia, e conhecer o direito, ainda nao se compreheadeu que me a educaoqo d'uma geraGao e sistiu ao lamentavel drama do
Redaao. gerencia e typographia-Rua e praticar a virtude, 6 cumprir a future prosperidade das nao6es eu renovarei a face da terra.p Golgotha.
Padre Cicero-n*. 343. o ever, 6 educar o coracqo, e depend da maneira por que se Alemn de ter pleno conhecimento Quando Jesus sentiu que se
,____ formerar o character, e abrir a alma educa a geraqao nova. das materials ensinadas, o pro- approximava a sua morte, baixou
JOASEIRO DO CARIRY para as aspira9oes que engran- Os mesmos defeito., que tan- fessor deve ter no.oes exactas os olhos sobre um arbusto em
,_____________ __ tdecem e nobilitam, 6 erigir no to mal fazem no mundo industr'- da peito um altar para o amor. al, acham-se arraigados nos sys- habilidade de medir a capacida- nha. e disse-lhe. #E's berndito.
"ssttritttfi ]tblfC E a tudo isto se abalanga a tema escholares. de de seus discipulos, prop.,rcio. tu que no abandonaste Aque l,
vsoziedade- ca Jose Marrocos,. terga parte de todos os esforgos da de suas forgas intellectuals. nal,
E qual de v6s, joaseirenses, feitos vae em pura perJa, por A eschola, estudada nas suas EntIo, poisando sob e it eabo-
.deixarA de correr pressuroso A desleixo na direcqao e methods relaqoes complexes, com o in- a do crucificado g niz-nte, o
E' sobremodo intuitive a ne- amparar, A auxiliar A essa tao desnaturaes; falta de conheci- structor, corn o alumno e coin a pintasilgo arrar ou umrn espiho
cessidade d'uma associadao que grandiosa obra devossa resurrei mentos, de dedicacgo, de enthu- sociedade, tenrid em vista a ex- da coroa ensanguentado e lvo,
concretise as aspiracoes deste 0-o social, 'e vo.so engrandeci. siasmo da parte dos que ensinam periencia do passado e as ne- no bico. E urni: ,ott do sanyuo
bom povo. mento intellectual e moral ? e consequentemente de interes- cessidades do present, deve e- cahiu da santa reliquia o dsc,,
S6 assim podera elle veneer o Povo do Joaseiro! v6s que tan- ses da parte dos alumnos; corn- !vitar estes baixios superficiaes, e polo peito do passaro, orn:.n.'o-o
esteirao accidentadc da civilisa- to apreco dates A tudo o que diz pendios ruins, edificius mal apro- dar uma instruccao real e solid; corn o mais glorioso estigma.
,;do e do progress; s6 assim po- respeito ao levantamento desta priados aos fins do ensino, irre- deve aperfeicoar o alumni mon-


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e'i nhou.-se, com todo o fogo de sua alma
] ] de cki.o, em acaber, como ;.cabou, comn
a escravidAo de nossos irmios neste e-
stado; era a satisfaKio das aspirac6es
-d'um povo livre que o impulsionava a
Stio pyrami-al obra.
N6s bem sabemos que essa victOa^
foi o product de grandes esforgos, mdP
Stood sacrificios e altas dedicac6es; nao
desconhecemos abs lutamente os rele-
0 tan a. p.prnmeo.,
t6u ora rramae'so. anti-simos services que, ai tio sancta
Tea anthr pou o khant, caus, prestaram-lhe a abnega;o e o
T;krnmSatou eunisei tal.nto de bomens illustres que fiseram,
Kai o thinstos autos como elle, propaganda na imprensa e na
hto kitebbte toe tanphtznei
Sba t :n ,uzanei tribuna, no livro e no jomrnal; mas ao con-
Kai ton th~ptei nonaihk6 templarmos esse marco brilhante d nos-
(PAMAGO SOUTZO) sa civilisa;a), vemos no vortice da a-
cumada pyramid: a firm -. o coracAo
Sentimo-nos profndamente commo- de JOSE MARROCOS.
vidos ante o espectaculo que se desen- Elucador eximio, z vida, derreteu-a
rola deante de nossos olhos! j Elle,esgotou-a, consum'u-a, immortalisa-
Oh! que espectaculo triste e som do no magisterio e dynamisado pela
brio ~ ete? que lucto, que pranto. sAo mais salutar de todas as paix6es,-a
estes que envolvem toda a populvAio paixio da beneficencia pela eduaglo,
u'esta terra? que silencio e este que a- pela instrucgic.
penas nos deixa ouvir os gemidos da Comprehendeu Elle perfeitamente
gratidao, e s6 chegam aos nossos ou\i- que ensinar e trabalhar pela patria, pela
dos os solugos da saudade ? humanidade.
Ah! certesa estonteante, cruel, no E que muito que Elle trabalhou! tra-
tavelmente esmagadora... a morte!... ah! balhou at' suar sangue! trabalhou at6
vein ella de, inexoravel, arremessar de morner!
encontro is arestas d'um tumulo aquel-m Ndo se contam, por impossivel, os
le home excepcional que neste dester- que Ihe devem a educacao intellectual;
ro da vida chamou-se -Jose Joaquim sao muitos os que devem a posigao que
Tr-lles Marrocos. com brilhantismo occupam hoje na socie-
Sim! esse home extraordinario que dade.
dos abysmos e das sombras da naturesa Jurnalista de pulso, ahi estao os seus
humana fasia brotar 2 vida e a luz; esse aprimorados artigos publicados em van-
hom-m, em quem vibravam todas as os jornaes do paiz, alguns dos quacs-de
grandes forgas do espiri-o c do coraao; creaqao sua, como A Vo: da Relgino,
e-sse homem-hoinens, como assim qua- no Crato, 0 Libertador, em Fortalesa,o
Lficava elle os maiores talents de todos. Journal do Cairity, em Barbalha, etc.
,,s tempos e de todas as raqas; esse ho Theologo abalisado, pxr ahi pairam
mem pre-homem, segundo a flamme- os seus magistraes escriptos, profliga'-do
jante philosophic de NIETECHZ.sumiu- e -os, dilud.indo e mantendo os pin-
se a foz do rio tumultuario da vida que cipios e as verdades de nossa reli.fio
d, passage para o tenebroso ocean"! na impavida magestade de sun potencia
athlntico da morte! insubmersivel.
Sumiu-se! desappareceu par sem- Trovador benemerito da camp:.nha
pre! do Bern, ainda nio cangado de tantos
Morreu .. serviqos, tantos, prestados .a causa d a re-
E eis a rasao de ser desse apparato ligiao, da patria e da humanidade, para
funebre que olhos humans nesta a'tura .qui veio, e aqui fundou um Conserva-


nunca viram; eis a rasao de ser dessas
tao grandes honras que mais parecem
adorac6es que funeraes!
E que bem que as merectu elle!
Cada linha de sua vida e um poema
de ensinamentos grandiosos; cada face
de seu vulto amoravel-um mundo de
insignes valores por onde se moldam a
intelligencia, a vontade, o amor, a dedi-
cacao, o sacrificio, a piedade !
E que 1irlo, que exemplo, que abne.
gagao, que forfa de vontade, que amor,
que cerebragio possante, que virtudes
* peregrinas, que lidimas inspirages as
suas ?
Christio divinamente piedoso, e por
isso mesmo intransigente fustigador dos
phariseus em facto de religiio, nunca se
correu de, publicamenterconfessar a sua
f-qui sme confessed fuerit coram ho-
uumsbus, confitebor et ego earn coram Pa-
tre uwso.
Tanto em public, como na sna vida
intmha, para o illustre homemio Evange.
lho foi sempre a sua unica norma
de vida, a unica negra de suas aco;es, a
candal de inspirac6es, por excellencia,
de sea cultural espirito.
Vivendo na sociedade, conservou-se
seampr nodesto, despretencioso e hu-
miMe, sem se deixar levar pelos ourope-
is d randesas hamanas, fasendo a e-
di6cagao de todos os seus conterraneos
que muito e muito admiravam,por mais
que Eie o occultasse, a prodigalidade de
sua ade, que se extendia a todos,
de pessoas.
d ALVES MEN-
Sque s abria para'a con-
Squt se B abria:para-o
que se abriam para a

de -equidade, Elle e mpe-
e ;,._ v


torio de music; criou o Pedagogio on-.
de distribuia opao salutar da instrucqto;
redigia comnosco esta folha e tratava do
festival de inauguracao da Publica, quando veio a morte, e inex-
oravel, quase de improviso, o arreba-
tou em suas espaduas para o Alem dos
limits da vida.
Morreu!-fasendo o bem!
Eis porque n6s pranteamos a sua
morte; mas nos resignamos! e resignemo-
nos e consolemo-nos corn a dulcissima
esperanca de que quem assim passou a
vida no exercicio detantas obras de be-
nemerencia e misericordia nAo pode
deixar de ir receber na eterna bemaven-
turanva a recompensa d'um sem-numero
de merecimentos, cornm que se enrique-
ceu durante today a sua vida mortal.
Entrementes, oremos i divina Cle-
mencia, para que, si por qualquer huma-
na fragilidade ainda nao esti gosando as
doguras ineffaveis da visio beatifica,bem
depressa a va possuir juncto d'aquelle
Senhor a quem tanto amouem todaa sua
vida, a quem sempre confessou publica-
mente corn todas as demonstrates de
fM mais constant e mais viva, sem nun-
ca se envergonhar de seu Evangelh',
de sua santa lei.
A' illustre e nobilissima familiar do
grande morto immortal, especialmente a
seus conspicuous e distinctos amigos co-
ronel Deusdedit Mirrocos,cap Abel Luiz
Arnaut e padre Pedro Luiz Arnaut, a-
presenta a redacao4 d'O Rebates as
suas humildes condolencias por tao im-
mensa perda e aos nossos bons leitores
pedimos, cornm todo o encarecimento, um
Memento na sancta missa e as ora6oes
da sancta Egreja pela alma de tio gran-
de morto. Requiem aeternam dona ei
Domine,et lux perpetua laceat ef.


JW A,


Quantus dolor nunc pectora pungit!
luctus undique adest! mceror omn'a ha-
bet! magnus ubique clamor patet!
Cur hodie cuncti ad lumina mceste
suspiria mittunt? cur hodie fetus per vul-
tus amarus manat? cur hodie planctus
ingens sonat? cur hodie casus omnia tan-
tus corda dolore premit?!...
Mors! o morse! qui manum suam ape-
riebat inopibus et palmas suas extende-
bat ad pauperes; qui sitientes potabat -et
hospites colligebat; qui nudos operiebat
et consilio indigentes juvabat; qui ange-
lice afflictos beabat et ignorantes doce-
bat; qui, uno verbo, bene/acwendo per-
trawsiit, tu barbara, tu nobia inclytum
Joseph Joachim Telles a Marroces omne
per cevumn ex tenpore rapuisti!
Quam torva, quam moesta, quam
horribilis, 6 mors! quam project tua au-
dacia, quam effraenis tuus impetus,quam
praxceps tua licentia, quam truculenta
tua rabies, quam iracunda tua sevitia!
qua violentia tu insolescas, qua superbia
tu prosilias, qua improbitate ti, barbara
rerque crudelis illustres in viros debac-
cheris?!
.Joseph Joachim Telles a Marrocos
-quasi subito periit...
Et nunc... quid afflictis, quid dolen-
t bus, quid angoribus perditis, dulce le-
vamen erit?!...
-Hen! hen! vos lacrimas,oeulisuffundite, tristes,
Irrorate, oncli, moesta seplchira meiL..
Hen! hen! vos hodie cuncti non pa.cite fletn,
Proque viro tanio vota dictate piaL.
Hoe mirae virtutis habent quod pectora munus,
Atque viris merees gnmdibas eme solet!
Et tu, qui coelo frueris nune, accipe, care
Quae saevua prompsit tristia verba dolorp.

PADRE JOAQUIM DE ALENCAR PEIXOTO




JOZE' J. TELLES MAKROCOS


SJ'appurus un jour, etje meurs. !
Tel fut le dernir enri que I'Ami, le Maitre lan-
Va a sea disciples et A tons.
Cette expression d'adien si simple et si court,
arrachMe par la mort, 6crit une longue histoire, i'his-
toire d'uue vie entire.
Et noelle vie?
Joze Marrocos, aons l'impulsin de son coear
gnereux et charitable, a liberty see frires enehal-
sa 8 aste intellimO .. pid r de par dfe pf n-
cipes de droiture, a spire ma plume pour Ia dens
deJa justice et de la vrit! d
a patience,sans bores au service du prochain,
a form dee milliera d'le6ve, tos .notable. par I
bonne education ociale qu'il a an leur ineuler,
comme ausi beancoup par lour erudition ot eu
'Tout cola aurait 4puits I'ne re et la vie do
dix giants! Et e sne sont quo t doe do ses grand
e blno destie a emportd dane la tombe se .scret
do bien d'autres.
fla veu pras de soixante-huit hirers, et c-
.e't.. ~ -n P. Mis encoM le'pfred-ar le
jor dto a regret do 'avoir v.0n qt's
C'et ue cette vie,si remplien'oele nouns pamrai -
se, no I18&paseiaje6 l temp. dsaomIplir to~it CO
qu'il aurait voulu. -omplirtote
0 Maitre aim4, repose en paix sur ta couches
froide! quoeton amne s'nvolo -ailim t p e-


eAvozrI l& e 1 eloret 10 e. je
o epal g us qul bien mor
-Torn erit eot ton cofur none resteront, tou-
jourm, dane ns mDmoido dexts e u mn-,- -et,,*
souvenir de tes examples.
Un jeur t'n suflit pour gagner tout. une oeterni-
tido gloir.b v eaim 1eic x et; d muffa l

JoaZoiro, le. 14& aot 19-1,0.
I' X. X.


Accommettido d'ama pneumonia aos 12,
falleces aos 14 do corrente 1& 1/2 da tarde-
o illustre home de lettras Jose Joaquim Tel-
les Marrocos.
Namanhb d'esse dia tentou vestir-se pa-
de preceito, onvir a missa.
Sendo obstado pelo sea intimo e distinc-
to amigo Padre Cicero, horas depois chamon
a religiosa Sr" D. Isabel da Luz e pediu que
ella ornamentasse o salle do Pedagogio onde
realisar-se-ia,no dia 15, e sob os anspicios da
Virgem da Assumpt o, a Sociedade "Benefi-
cencia Publica".
E mais tarde...-meia hora antes de sen
trespasso que foi um collapse, mudon as ron-
pas e foi descanoar n'uma rede em urnm dos re-
partimeutos do collegio.
Pedin umra chavena de cafe, conferenci-
on com o Padre Cicero e depois de terminada
a conferencia, em palestra com outros, sem
que ninguem o esperasse, eatrou em agonia e
morreu. Ja tinha sido chamado por telegram-
ma o illustre clinic Dr. Floro Bartholomes
da Costa, resident em Missio-Velha.
Quando circulou a noticia de que elle
estava exalando o ultimo suspiro, nao se p6de
descrever, o povo invadio a casa,e comsa nota-
vel,s6 se onviam os solouos dos que choravam,
lamentando corn o veneravel Padre Cicero, o
sen major amigo e com o Revmo. Padre Peixo-
to ,o sen discipulo mais querido que, extacticos,
choravam humilhados ante o imperio da mor-
te...
0 commercio em peso, A preitos de. ho-
menagem a sua memorial, apesar de dia de fei-
ra, cerxoa immediatamente as suas portas,
fechando-as ponco depois completamente.
Era para admirar'a romaria ao Pedagogio
onde se achava o ien cadaver.
0 Padre Cicero ordenara que se ataviasse
a casa de Incto e se fisesse camera ardente.
Velado pelos amigos e pelo povo assim esteve
o seu cadaver atW o dia immediate em que de-
via ser levado para o cemiterio, onde ji esta-
va prompta a catacumba de pedra e cal.
Pelas ruas, por toda a parte onde a gente
rassava, s6 se onvia o choro das families,
lamentando a morte do grande home Jose
Marrocos.
NFo se acreditava, nem mesmo se suspei-
tava que Elle tivesse captivado tanto o cora-
cao desta enorme populaoAo !I
Pela madrugada foi encerrado no caixio
que era de casimira pr6ta e galOes dourados...
Sobre o sen athaude foram collocadas cin-
co corbas mortuarias, cada qual mais expressi-
va da dbr e da sandade, sendo: uma em nome
do Padre Cicero e familiar, outra em nome do
Padre Peixoto e seus colleges de redacqco
desta folha, outra em nome da familiar Beser-
na, outra em nome de seus discipulos e outra
em nome do povo...
A's dez horas da manhi nio se podia
mais transitar na grande runa Padre Cicero;
tal era a agglomeracio de pessoas de todas as
classes...
A's onze horas, ap6s o De profundis en-
thoado.pelos PP. Cicero e Peixoto, no que fo-
ram alternadamente secundados pelo cbro da
Orchestra de "Sancta Cicilia," sahin o fere-
tro condusido por entire alas de milhares do
pessoas, ate a Egreja de Nossa Senhoramdas
Dores.
Depois de, corn toda a solemnidade, satis-
feits as formalidades de nosso ritual, fora
condusido ao som de march funebre executa-
da pela banda musical do Conservatorio, pre-
cedido das irmandades do SS. Sacramento,do
C. de Jesus, S. Prar cisc9 etc, e seguido por
mais de cinco mil pessons, para a Egreja de
Nossa Senhora do Perpetuo" Soccorro, d'on-
de sahin para o cemiterio...
Ahi, colk cAdo o caixto sobre duas ban-
quotas junto a sepultura, fallout o Padre Joa-
quim de Alencar Peixoto.
S0 que foi a allocaubo de nosso Redactor
Chefe, que o digam os que lA se achavam e o
ouviram. -
Nem sempre o home pode crystalisar,
em palavras, toda a puresa de sen affect,
mostrando a brancura de sna alma como a
Padre Peixolo iemB hors...
u E quaado9 Ta perorato am despedin pela
hoate quem repreoir pode oe i ast qe-
S'eii ,;,:*.M. foram as sa9 utima6


V


-'6


*K


a DFnRAT


IYt~k~c cdme








f


- 0, -. REBATE


t Rb -e conb ipalavrao sen intelligent.
te diBcipIo ,Ench Nogneira-que em phma-
ses inucerrs de et ma e VLera go,e em nome
de seas colleges vWer dar o sen ul time adeus
ao mestre ext.ncto.
Mal tinha termialo,-qd.) quebrunosi-
lencio que o pranto de dor,repremido,permitte,
a voz pingente do bom niigo, o ar.Major
(Gilhermw M)reira, qu encarando-o come u
verdadeiro apostolo da religito e da fM, pa-
teateoa a maior verdade...
MNo podendo callar os brados do
cora Ao torturado de grande dor, o aiqmno Jo-
se F erreira, corn palavras repassadas de mnuta
magua, tambem, em nome de seas colleges,.
soube render A memorial do mestre um verda-
de'ra preto de homenagem...
Em nome do povo fallon o nosso d'stinc-
to amigo e abalisado clinic Dr. Floro Bar-
tholomen da Costa, synthetisando toda a sau-
dade que nos amargura. A sna oraao, que 6
um poema de amor, sympathia e sentiment,
a rescender lyrics e perpetual publicamos
linhas abaixo, como um primer de eloquen-
cia.
Fallen, finalmente, o nosso distinct ami-
go, major Pedro Nogneira, admiradordo illus-
tre morto, encarando-o como mestre,: cidadao
e amigo no ultimo rigor da palavra...
E logo apoz foi collocadu o caixao na seo-
pultura-......
E ao lado, de pi, silencioso, sem sentir o
sulco cavado nas rugosas fqces pelas lagrimas
que de sensolhos cabiam; de olhar fito na urna
qnu encerrava aquelle corpo, em enjo peito
existia morto o corat.o amigo que batia, pe-
la amisade, pancadas egnaes ao sen coratao;
tirme, erect, immovel, parencendo mais qune
a estatna da Dor, a Dor corporiticada; absorvi-
tdo, abysmado talvez na contempla-ao con-
soladora do limpido luar qne Deus lanua A'
uoute escura do inconcebivel nada para a-
clarar o caminbo per onde a alma do Justo
tern de palmilhar em request do ceo, e que s6
die naquelle moment via atravez do tempo
e do espa4o, destacava-se u vulto aimoravel do,
venerando Padre Cicero.
Labios cerralos, elle semma palavra di-
zer, dizia mais que todos, porque de bravos
.n sens olbos mansos de cordeiro, e pros de
rolumba, gemia sua alma, chorava sea cora--

Da cidade de Barbalha, vieram expanta-
neamentte a arompanhar A ultima morada o cor-
pjo do grande cea-ense, -Coronel Aunton.
de SA Barreto Sampaio, capitalist chfe da
casa Sampaio & IrmAos, seus sobr.nhos Sebas-
tiao Sampaio e o capitalist Dr. Smilio Cor-
reia de Macedo, o dist:ncto moto Antonio Cor-
)reia,filho do honrado negociaute Antonio Cor-
reia, e Coronel Bernardino Le te, intelligen-
to advogado desta zona e um dos redactores
t(o *Cetamas, e outros mnitos, cujos nomes
nos escapam de present.
De Milagres, alemdo illustre advogado
major Pedro Nogneira e filhos, comparecen o
Dr. Jos6 Porphyrio, honrado Jniz de Direito
d'aquella comarca.
De Missio Velha, como de S. Pedro tam-
bem compareceram varies cavalheiros, cujos
nomes de todos nos escaparam.
Da cid d do Crato.porem,donde era filho
o morto, conde tanto serving, ensinando e edu,
cando a tantas geraqoes e por cujo levanta-
mento moral e intellectual tanto -se esforgon,
sacrificando todas as suas energies, sb com-
parecen um de seas sobrinhos, o capitio Abel
Luiz Arnaut hbora do enterramento!!!
Eis abi em poucas palavras a morte e o
enterro do grande home.

NOTA:-Foram-lhe administrados pelos
RR. PP. Cicero e Peixoto, que Ihe assistiram
a morte, todos os soccorros espiritnaes.


ORA QAO FUNEBRE

SENHORES !
Ao lado de cada tamaleo existed um calva-
rio de agonias onde as almas dos que vo levar
os despojos d'aquelles que mais cares Jhes fo-
ram na vida,se crucificiau. .-
Hora tremenda,e( efm qe o corpo do. a-
migo,inerte pam a vida terrena,entregue a vo-
racidade dos ermes para cumprir a lei natu-
ral dar cousas,vae sofrer os phenomenon da
decompoegio reconstituidora.
Hora tremenda,esta,tAo cheia de ancias e
suspiros,deis e confrangimentos em que Lto
somente osoluo e 0 pranto saoo o somente os
companheiros dos nussos corat6es no caminho
da smargafs.
da 0itomento mais solemn da vida hu-
man& porque a nossa .lma asiste a celebraclo
da .im rm a 'da gfauad, em q- o a.a06r

o E' oio^ eto -das meditago --, dps dina-
cerameito, das reminicencias e em qre ]OSSO


espirato trava o pagilato mais tremendo: a
Iucta da illiiso contra a desilinsAo que e a
realidade da vida...
SNao ha quem possa acredittr, ainda mes-
mo sentiadRa fries da more na front de
Jose Marrocos,nesta fronte onde o calor da a-
:-tividade abrasava ardentemente como nm
sol 'e fogo hron do meio dia, diante da i-
mobilidade dos seqs membros dominados pela
regidoz cadaverica, diante da mndez absoluta
da sua bocca percebendo o cointza to das
suas palpebras-as cortinas dos seas olhos
que se voltaram para o ceo, contemplando a
serenida',le da sna fisionomia, sentindo mesmo
as ponjentes pnnhaladas da dor ingrata, dian-
te desta sepultura escancarada que vae rece-
ber o sen corpo A guardal-o para sempre,
nioe ha, rep'to, quem possa acred'tar que elle
morresse. ,
Ha vidas tio caras,tao uteis a Lnman-da-
de q'e se h propria eternidade possivel fos-
se na terra, srria peqnena para o desempenho
da sua ma.or missao, para a realisaqio do sen
inais paro ideal !
A vida de JosA Marrocos era uma des-
tas... Elle foi um d.s homeixa que melbor e
cown mais superioridade cnmpi in o sea destino
na sociedade de seu tempo.
Como um predestinado assinalou ma e-
poc.a na suna patria; foi o immaculado sacerdo-
te da liberdade qne primeiro pontificou a re-
missio de seus irmaos oppreni los; foi elle
qnem,coino um destimido nto-crusado do bem,
primeiro dentre o- maior -s, revist'n-se da con-
rata de combatente, mais valentemente e corn
mais denodo brandira a espada luminosa do a-
blicioun smo nos campos das batalbas da abo-
llqtio no Cjarit.
E qnando vin extinto o cancro que cor-
roia a rara opprimida da sua terra, qual o ca-
valheiro negro de,-Enrico. ua defesa d, Her-
mengarda-a sna amada,paitiu par o R o de
Janeiro e lajunto aos at'lt-tas que rispirav.am
no seu exemplo entron na Incta' encarnigada e
s! voltou quando vencen.
Espan-ando, coin a luz do sen talent. as
trevas da escravidio, veio espancar as trevas
da ignorancia edaand) a min.ilade de sua
tel r.L.
(0 que f,1 elle neste sanit ap)stola4o bemrn
o sabem as ultimas gerac oe. do Cariry.
E quando, espirito immiculo, porce'el
que no desterro da velhice esta patr:a arn.'rga
on-le o- d *-enzranis amarguram tanito, qu os
rigores da v- da po liam corromper as sna- ir-
resistiveis tenden-ias, veio, abriian-lo-se dos
cihoques, a s)mbra da amisade junto no sea ir-
mao pelo coraqio, nest-t terra aben(oada corn
elle trabalhiar pelo sea maor prougr--s) ..
E foi no auge dest nova lIv-ta en :eta-
da, no ultimo quarter de sna vida, qine elle
morren!...
Mas, foi entire seas amigos, entire seus
queridos discipulos, e apertando. pela ultima
vez, a mAo tremula do seu maior amigo,que a
luz de seus olhos se extingniu e a sna almade
just, arrebatada pelos Anjos, alon-se para o
infinito !
Morren, nao ha duvida, para a vida, por-
que a material perden o estimulo vital de sen
fancionamento, porque rompen o equili-
brio cellular do sen organism; morreu para o
trabalbo, porque nao mais poderA, encarcera-
do entire as quatro paredes desta sepultura,a-
gitar-se e combater,empenhando-se nas lactas
do pensamento; mas para o coraiao deste po-
vo que sente-se aniquillado pela hecatombe
moral que sua morte produsin e que aqui se
acha amargurado e triste psalmodiando o sen
nome, nag morrerA porque espiritualisado em
sandades, eternamente vivera, como a recor-
daqao mais d6ce, como a perpetua consolat.ao
de nossa alma !...
Nao morrera, nao, porque a sandade. se-
gundo alguem, 6 o fogo-fatuo das ventures
mortas,errante sobre o coraqAo...
E serA envolta neste sudario que a nos-
sa alma ha de vel-o eternamente, tAo vive co-
mo se vive fosse, e qne ha de sentir o sen ca-
rinho na palpitaco do sen amor, e os extre-
mes da sun amisade e a scintilacao do sen ta-
lento.
Vai-te Jose Marrocos, em corpo, de n6s
te separar para sempre nosta nrna que a na.
turesa te den; mas, recebe nas flores que ago-
ra espargimos sobre ti, nas lagrimas qne der-
ramamose nested nosso ultimo olhar a nncbp
purificadora da amisade l. ..
E fica certo de que sobre a ta camp,
em tocno das flores qne vice}arem,celeres, em
revoada, rnflando as azas, os nossos cora es
-spiritualisados emn sonhos brancos eterna-
mente viverbo turturinando os trenos do noso
amor immaculo ...! "
A paz seja comtigo...


Dr. Flore


JOSE' MARROCOS


Parece vm sonho! parece! mas e a
.ealidade sem a mais leve acitara-mor-
reu o nosso distinct mestre e amigo-
Jose Marrocos!
Desmoronou-se para sempre a sua
prisAo-: a concha humana que ha 67
annos e 9 meses trasia em seu seio a-
quella alma-perola, aquella alma de elei-
t, a espedagou de encontro ao tumnlo,
inexoravel, o archanjo da morte...
Que triste, que dolorosa, que pun-
gentissima fatalidadc! que lucto, que
pranto, que consternaAo immensa, ter-
rivelmente esmaga Jora!!!
Para todos n6s, seus discipulos, seus
amigos,seus admiradores,como para toda
e.ta.populag c, como ainda para todo o
Cariry, para toJo o Cearn, o trespasso,
quase de improvise, d'esse home im-
menso foi um verdadeiro desastre ..
Sentiu-se, e conheceu-se eltao per-
feit- mente o quanto era grande e des-
compassado esse home!
A morte tambem tern d'isso: augu-
menta o tamanho aos grandes, ;a' esses
espiritos privilegiados que passam a vi-
da fasendo o bem...
E nosso querido mestre benefaciendo; foi grande por isso, e,
por isso, maior ainda se torna agora.
cahindo, como cahiu, chumbado pelo
punho da mor-e. E por aqui, di mingoa
de expresses. nos suspendemos, ren-
dendo A memorial do illustre e distinct
amigo, a quem tanrt amamos na vida, c
tribute da saudade que nao se acaba,
nem morre...

F. PEIXOTO DE ALENCAR



G03VOt ( SAUPAD5







Nao po'tso deixar de render meuu
preitos de saudade A memorial sacrosanta
do querido mestre c amigo Jose' Joa-
quim Telles Marrocos.
Ah quo ello os merece.
Luctador, que lembra um desses
heroes dos tempos idos, elle muito _e
muito se distinguiu ua vida, maximni
nas labutas terriveis pela imprensa e
pelas lettras A que muito honrou: foi
educador abalisado e jornalista dis-
tincto, entire as mais distinctos.
Abolicionista iitransigente, foi el-
le um dos que mais contri buiram pa-
ra o exterminio da escravatura no Bra-
zil, redimindo, comr outros de sua feiqco
moral, nossos insgos, os captives de
Iracema.
Eppirito .de eleiWqo, apostolo da
beaefieencia,- travador do bemo, ..aigo
inseparavel dos pobresinhos e desgraqa-
dos, amante da meninada gorgeiante a
quern chamava de men amersinhi, aln a
nobre aberta a todos as sacrificios, acces-
sivel a todas as dores do inlortunio,
coraq~o todo bondade, todo caudara, to-
do amabilidade, Josa Marrocos conquis-
tou a ansade e a sympathia .de todos
os que d'elle se acercaram.
Por isso e que p6 deixou amigos
que sinceramente pranteiam o seu dseap-
parecimento. E corn elles, toda esta po-
pula eo de vinte rail almmas.
E abrindo eu cammiho por entre- o
lucto e i dor, a iagrimr e aprece de to -
do este povo, venho, por mim e por me-


as colleges do Pedaegio,di. ci
querido e saudoso mudtre, depostar so-
bre o sou athadde esta eor6a entretocid
de goivas e sauda tes.
.Manoel Alves.

AS NOSSAS COtJLEGAS







Sumin-se per entre as brumas da eterni-
dade a estrella polar dos nossos sonhos f.. -
Apagou-se para sempre a Inuz que illumi-
nava o nosso espirito ...
Trevas cahiram sobre nossa alma! ...
O nosso mestre morren I. ..

Collegas, n6s que juntas corn elle vivemuo
tantos dias no doce convivio da escola aprea-
dendo a amar a sciencia e a arte, puriicando
pelo conselho e pelo exemplo os nossos cora-
cOes, cltivando a virtnde, agora que nao ma-
is o veremos porque a morte o arrebatop dos ,
nossos, bracos, devemos em romaj;U .1l-.
lente na Avenida das Lagrimas A& sombra
dos cyprestes que vicejam junto a sna aepul-
tura, verter o nosso pranto de saudade.
Vamos ... Vamos !. .


Angelica Soaresda Silva
Donata Bezerra de Araujo
Quiteria Lina da Silva
Rozina Mendes de Oliveira
Maria Cu-todia de Jesus
Maria de Siqueira e Silva
Maria Amelia Bezerra
Maria Victorina da Sil-'a
Joanna Miranda Nogueira
Maria Jose da Silva
Antonia Moreno
Gertrudea
Maria Ramos de Vasconcellos
Maria das Dores Ramos de V.
Maria Quintina
Maria Francisca


REQUIEM IETERNA
DONA El,


DOMINE!
B,


Descanga para sempre em paz na
mansao dos mortos o nosso bom mestre
e saudoso amigo Jose Marrocos.
Apostolo do bem, intransigent de-
fensor da justiga e da verdade^adorme-
ceu apoz a lucta, a front serena de ju-
sto, as maos em cruz sobre o peito.
Lagrimas. que bern do coracio nos
tem feito derramar aqui a more quase
imprevisti dess. grande home.
E que lucto, que consternaqao geral,
e cruel e esmagadora!
A morte do distinct mrstre Jose
Joaquim Telles Marrocos foi, corn effeito,
para toda esta populagdo, como para to-
dos, 4 cuja venera4ao e estima impoz-se,
ja como educador, jA como cidado,ja co-
mo particular, foi um verdadeiro desastre,
uma calamidade!
Ai quem podera perver'esse de&as'-
tre, essa calamidade ?!
Tremendo juiso de'De'us l no bppo-
nhamos n6s as suas determimaraes a lou-
cura ingrata de nossos murmutibs...
Curveo:-nqo, pois,. deante da divi-
na Clemencia e, em acto de adoragio, pe-
qamos-lhecon':eda ao nossosaudosot anligo
a luz perenne da gloria, a eterna bema-
venturanga dos ceos-requiem aeteri. i
dona ei,.Domne! ..
Afamoel Sastino de Me.v



AlancAdps calm pela *mnter.
hom6m deq Iettmae ben-a it.
Telles MarimU 11 D66 'viYgp
_depOr 7obreo au Wtuu '
buto de nousau dade liqvidid.
d0 o T =-4yp. dO








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Vindo t r.am' 'men. 'a --se .*-ta,,til.i.hl, t: ,-:' r.,- *, -d le.r. d(-s -jar r'.;,l. -r-:- t 'I
g-a fuou uvi eo:i-plet<> e ar{.'i',o - de ft:,.:.'.;.-e mn readlr:ir q<:! :.-1-- ;,'r
preg- o ;am comrm -t-nei, ;' cor.:'- a' I-i- T L '- C01, de <'. '- .
do mais exi.etite fro-gue ... .a (Ilt 'fri |: I'1-'
LUra vista. ,,is. a LOJA EK'I i:l..- .
de ('ine;mato 1lva. Run Pa.irc t'; -r.
------ ERCIARIA

PHARMACIACARVALHO i*: IRA & NATIM
Ila nevta c( lce#tIu. i 1 -.r c ; | ; .r:. 1* '-: .. : o
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.kj b .iU' , ,- T ,
C P.dre <'cro.. JTA: l
Press % -. ; cn Jo -i 1: I T .


A POPULAR -OS LANDIM
Loja de fa=eida.*, ou.tro a rri'- : ..... ,
*-mmner--.o. v.-nd t :i? el o' cit -to a' .-: .
do apirar ao capitAl y.-gad. ,.
0 fr.-,.ea prr.-n"re a: R-in Noeva. 4" .; . '-
ro. t r55 e na Rua Pu:.re 'Cicero a a :a a An-..rnte de (',j. ,-
bY. que serA servido mez-ida de -t-u !ie- I(^ ,. *':gMirr Tup'..i Morv:.. I-
o__ ( n-it St, -'.nS -, P. dh: as IE. at -.I '.
-Populare-: 1'- P -q e-ird=Jod I,- :'..-.;.
Mant,,iz;a iret<-. Ex -ellnte. P;,l.:q.* a:,.. 1":-


OANN ILVA


CINCINATO SILVA


SL" c r>ium et r iiI sarL.-i.. Que estt u ex ) ta.s i overno. enjo fim e estabelecer un.i EI.-
ots I A S auh: nh d rc lat. : vonda to. ,la; suva. casas nesta Loja de fandas, ferrageTu r e tivar'. : ieo taz--nMa de gado neste muni i- seus socios. Tern duas caixacs, a cai. a A
na Praqa da Liberdade, no. 972. Sineeri- P.Ciro n.;2. e n- tro e Sar.t-Anna do 3 C.i .
dade de negocio, modicidade de pre.os e a y------- ( a e !l nm to tno m.smo re- i joiae m -sa pag idae r e
C r *joia e 2SX0 de mensalidade % tn direi-
affabilidade de freguesia. fielido tierno dmo0::fnado < Diomedes Siqueira & Irmno. C S A corn enenlio d ferro e road propiria, nio f)rA maior do 150.000 pur mez.
---'--ronylo PFr'a;,:.:so ie linla casa de viven'la, tudo de t.lha e! Os socios da Caixa B, pagam 5 )OO de
1tam. w-* fta lo*:aliad e vendla. duas segura costr.. corn ura pnque- a joia e 58')00 de mensalida.l e ttn dire;-
I L Ol a tr al, 1n derexceder de oI0'0 por mer.
Officina complete de todos os artefatl sita a Rna 4e -. Francisco e a ontra annavial para d scnt:u s carg-as de no poder l xceder de ehe00, or ae.
e utensiliosem flandres, eom grande :orti- a tra da Rua Nova.eaprmei- rpatlura., posuiino extensas matta's reeber a pena, a assoct a o ca:ar aos
mento para vendas em grosso e a ret'alh.Itro .aa
Si aeharemn outrobarateiro, no ha a re'-'20'),:t)::l: pelasegunda180:o00 coin madeira de constrio: outro seus herdeiros necessaries todas ascon-
er tantosomooproprietario Jo0o A. ,iJ A t.ti na 'A 1DOCRUZEIRO sim pede A aquelles dos s.is amigos tribuiOes que elle tiver feito, sem jurors.
rtado. e tm co o mesmo negoe Dando-se o falecimento depois que o mu-
Frtado. L qe t *i corn o mesmo negoe!o. tuarlo e.tiver em goso d; pns.o,t. e-ta fi-
Prnada Liberdade n*.978. queraio por bondade satisfaser ses cari extinct, sem que neo scus herdeiros
FARINHA DE cotmpromissos, uma vez que temr de assista qualquer direito.
M 4ND IOCA ansentar-se por t-mpo in.-et rmina- A pensAo seri paga ao preprio indivi-
LAO f *Ji, ,: A'.vez da Silva. avisa aos se- do e ter de prover-se de recursos suf- du<, ou ao seu procura'o- legal, en por
Su freue ..... '. . u- .... em e inmutuario se achar no extraugeiro.


de fazendas mereadorias estivar, ferra-
gens, ehapeus. Tendo recebido do CearA
um complete sortimento dos artiges acima
meneionadoe que sao vendidos por prejo
sem eompetencia, convida todo o public
para fis r ama visits a dito estabelecimen-
to quoe e eertificara do que 4 affirmado.


VERDADEIRO


APROVEITEM!


QUEIMA!


APROVEITEM!


Joio Baptists de Oliveira.
Rna Padre Cicero N. 336


S. ATARIA
galikSPERANCA
atiataria de Joaquim Beserra So-
.. m disposigAo do publieo e doe
~gse e d einirga-se de todo e qualquer
tsbthe am co ebcom grande prestoe se
suidbMd em. pro gm. Boa do Cruaeino
. ~s..


tq; tem em deposits) grane quanti-
dade de -Farinha de Mandiocao de
primeira qualidade, e -VENDE A
DINHEIRO- em grosso e a retalho
A preios BARATISSIMOS.
RUA DO PADRE CICERO 'N? 301


BUP O
SUMIDO


Grotifico bem a qnem me entre-
gar um poldro rosilho que desappa-
receR na serra do Araripe sitio
rimnada Grande, com. a seguinte
marca e freguesia
Quem [ o eneontrar
pode en- 1- tregar re-
dacao d' 0" Rebate


ou em m


inha residencia:-
Serra dos Asedos
Pedro Xavier de Araujo


0 socio coiatribuinte em dia, que fiear
Crato, 26 de Outubro de 1909 iumpossibilift.do de proseguir nas suas en-
tradas, depois doe cinc annos do assoeia-
.Jose Rodrignes Monteilro gA. em consequencia do molestia'chronicA
e incuravel, que o inhabilite parm o tra-
balho, serA considerado snspenso e nAo
perderia direito'A pensao.
0 URATO iOs pagamentos antecipidos de 1 anno


DE
A. BELEM SOBRINHO
45-RUA DO COMMERCIO-45
CRATO-CEARA'.

Estabelecimesto deFazendas finas,
Miudezas, Novidades, 'artigos de uso do-
mestico, Alta fantasia, & & &.
Especialidade em: artigos para
homes e senhoras; objected para presen-
tes e perfumaria finissima!!
Pregos sem competidor!
Dinheiro i vista.


gczam da redlucZio de 50 o'o. os pagamentos
de 10 annos, 20 o, oe os paganitntos de 15
annos, '15o/o.
0 mutuarie que se inscrever um mrz
antes'do sorteio e tiver a sorte de ser
premiado, pagarA apenas poucos pil reis
tera direito a uma pens-io para toda a
sua vida.
Atr dezembro foram sorteadps cinco
cardernetas, ou seja'no periodo de nove
mezes. A ECONOMISADORA 4 a unica
que faz orteios de ldois em dois 'mezes e
um grande sorteio no Natal!
Socios inscriptoas Jde abril de' 1908 a
Janeiro 1909:-34000. Nenhuma outra s-
ciedade obteve tal numero do socios nos
seus primeiros mezes. -
Pedidos de pr etos, propostas, cader
netas e infQrma mimuciosas so
Representante no Crato.
j .Belem Sobrinho
45-Rca do Commeraio= 16


PHARMACIA SILVA
de Silvi-o J. --. .at ;'::. .. R a do (ka:,-
mercio,. i. ; tor. uia grar de \es ;r.do
sortimento de drogas. prod-.'cto ec.im-.'s
e especia; lades pharnau.eutica-.
I)ofpar ou.o receittiar. s c:an iue.ic..-
i:ii.itj. d" reconhei..a purea e ;gara:.i
", ecio. p e s-t -za e v ,: i-il;ai;;e J, sr p.



!1URRO SUMIDO
Desapparecer-a: de mn- sl't'o npo
burro ardTlo e unea bri'i.t --co.Tan-;A
inazi preta amho:- corm esta mar..a -
e corn 0 a segn"in fr..-!c-z a



Q;iem der nticia crrt:s na Re,',.--
-rao d'1!O ,Rebat.-, ou vier me ent:-
gar d:tos animaes, ser orat fictild
ncerola'mnente.
Barbalha, S't'o Brejiao, lid. No-
vembroide 19n9
Jo-to Demosthene- Fer: ri.., \-i-ira


MILAGRE S


CAVALLO SUMIOO
Um caracav ard.Jo ruudad, no<, ,:;.-
to boi.o, tint-ir, cOltdao, olhos uzues.

Marca ,tl e Ribt*iraG

QueM oecewtrar e ,catregar ae Sr. Ala-
or .JGi IgaSim &a Mayrc* w-4 gr
digfedo. -


4


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1'














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`'~-~ s--- ----~- ------ ----_---I- -~~ -~ ~~~ ~.;~.~-- --,, -----~-~~--~----,`. ~~, ~-L4~C~ ~-~C-~~I-~-I~A=--- I~~l~bPB-l IIZI~Z~rm~&ZPa;CLIIgPP~Ci~5i~


OPfi ECONOMISADO[;A BARBALHA

-\IXIXA INTERNACIONAL D)E PEN- 0 rei dlo% d-purativo
SOES VITALICLAS.
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