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derA elle escalar desassombrado a cordilheira de sua grande- za a lobrigar-se azul atravez de todas essas perseguiv-es que ihe move, sem solugAo de conti- nuidade. Cuidar, por6m, da creagAo d'essa aggremiagao, jA podemos dizer corn mbr satisfag o, que nao C mais preciso, pois que, nao tendo sido, como annunoiamos, inaugurada aos 15 do corrente, devido ao trespasso de nosso distinct e saudoso amigo-Jos6 Marrocos, o mais illustre de se- us promotores, inaugurar-se-A mais tarde a sBeneficencia Pu- blica, que, em homenagem A memorial desse grande morto im- mortal,-intitular-se-i--*Benefi- cencia Publica Jos6 MarrocosD." Satisfeita tao grande necessi- dade corn a creaqo dessa phi- lantropica associagao, que nos resta a n6s, portanto ? Congragarmo-nos todos em torno d'ella, tornando-a forte e vigorosa pela dynamic da uniao; darmos-lhe vida, um pouco de nossos parcos recursos para que ella zombaudo dastempestades que possam antolhar seu desen- volvimento, consiga tornar em real iade o ideal a que se i poz: pomover o bern geral pela propoga o da instrucCo no meio de tos as classes sOC , de maneira que aqucUe que ja terra, 4 grandesa desta Canaan dos tempos novos,nao consintaes que sobre tao benefica associa- oo caiam as maldic6es da des- crenga e do indifferentismo, e vinde beber nos mananciaes da eBeneficencia Publica Joa6 Mar- rocos,, o nectar saboroso da in- ftrucqio e gozar de seus delicio- sos effeitos. Ah! por quem sois, nao deis tregoas aos trangalhadancas do scepticismo e da indifferenga que tanto mal fasem ao desenvolvi- mente das grandes concepO6es e dos grandes ideas. Oxala que estas linhas que ahi gularidades de todos os lados, ambicao de tirar lucros da escho- la, fazendo do ensino negocio em logar de profissao; pre'ssa em ti- rar resultados, etc., !c. Entre tao grande numero] de tao grandes defeitos, se ha um que hoje sobresahe mais do que outro, e que e mais facil corrigir, e o erro lamentavel do ens"no forlado e espectaculoso; pro-:ura. se la todo o transe obrigar o alumno a adeantar-se em mate- rias is vezes f6ra do sen alcance, antecipando a natureza, e dando- lhe um desenvolvimento syme- trico e precoce. ficam, possam influir em vosso A natuireza aborrece prdssa e animo e concitar-vos ao ver- espalha/ato; os seus processes dadeiro caminho social, sem o sao silenciosos e placidos. qual nao podeis chegar ao zenith O desenvolvimento mental 6 de vossas aspira6ges no espaco gradual e march corn passo len- e no tempo. to e regular; nao se p6de impu. nemente violar as suas leis. E'\um facto innegaver que as A 1 leis que governam o desenvolvi- mento human sao fixas e immu- O desenvolvimento e melho- taveis; os que ensinam, nao te- ramento da instruccao tern sido, em feito, nem p6dem fazer mais durante os ultimos cincoenta an- do que descobrir e applicar estas nos, e continuari a ser, a preoc- leis, e s6 na exacta media que nosuao contstante das maqoes os seus methods se conformam cupacao corn a lei, p6dem auxiliar este cultas em provado desenvolvimento; nada m-is. que, pelo menos, a trca parte Os alumnos que,com marchas de todo o produCtO industrial do foryadas, conseguem riostrar-se home nao chega aser utilisado, precoces,que conseguem prestar F- ...... #SAW- ral, intellectual e physicamente, e entregal-o i sociedade corn a intelligenciarobustecida por me- thodos logicos, e capaz de fazer applicagdo dos seus coi.heci- mentos. A cougmri A proposition da separacto da egre- ja do Eswalo, contaram-me una asue- cdota que, si nao k rc'rao bench tro.:a- ta. Nas portas de tados :os esta- mo dertod o d' pr. 7 do j..e de. belecimentos de instrucqio de- 1890, o marec Al Dodoro Li.procd- via escrever-se: Festinare lente. radio, no Itarmaraty, por um re.p ita- -eDe vagar se vae ao lon. vel sacerdote, que exercia altas fun- ge.o cqoes ecclesiastlcas e era sen amigo de velha data. Padre Guilherme Dias -Que foi isso, marechal? Ent-o, separaram a egreja do Estado? -- Assim foi precise. Essa nidida impunha-se ao governor provisorio. 9wu d TeIsloi -Mas. digra-m c6, e a congrna? -A c'ngrua?: ,:. Uma pequena fabula de Tolstoi pa- -Sim, o governor consarua a ,ep- ra nos consolar de... muitas cousas. grua? Um home, descontente com a sua Deodoro olhou vagarosamente pa- sorte, qaeixava-se de Dens,-Dens, ra o sea interlocutor e responded sem dizia elle, di. aos antros as riqaezas convic'0o: e a mim nao me da nada? Come que -Conserva'. ' eu hei de fazer o men caminho nesta -Conserva? '' vida sem possrir cousa nenhunma? -Entao,.-uo havia de-conservai? Um velho onvin estas palavras e Conserva, sim senhor. disse-lhe: -Bom. -Acaso &s ta tao pobre como di- 0 padre denmoroa-se ainda mela ho- zes? Dens niao te deu, proventura, ra na palestra, e, por fiai, despediu- saide e mocidade ? se. " -NAo digo que nao e atW me orgu- No moment em que ia sair, Deo- Iho bastante da minha forga e do ver- doro deteve-o dizendo-lhe: dor dos meus annos. -Oh I padre... Nao repare.a i.- O velho pegon entAo na mao direi- nha pergunt; ni eu estofi'Hi-' ta do homeme pergiataonlhe! do. Qbe coiss congrna? C. -Deiavas cortar essa m n por am -r-Oro essa... congr-i 6... milhbo de moeda? E osacerdote esfregou o BP Rp . . -Nem4pr dez milhOes: no index. . -E 9 esquerda ? -Ah! soldld? N.&O 00 K A - -Tambem no! senhor. Jnlguei que' eog ftf Ar4F -E p'r dez milhSbs, consentias ootracousa! ... em lear e6go por today a vida? 4 ,, , *-'* ?--,- A ., ' CEARA'--IBAZIL _ CE-ARA' A- _DOMINGO, 28 DE AGOSTODE 1910.* ANNO II-NUM. LVIII EXPEDIENTE sober agurnacoa, renda s r or sk ,i estes exames brnihantese fazer -Nen u olh dava en por tl di- mi p t! sua culture in- ouorauia, viciose tras muitas bonitas fi'uras Westes especta- uieiro! .REBATE pliee semanln tellectual.. causas oriundas da ignorancia ou culos escholares, tao acreditados -Vs, observon o velho, que ri- 4) ,REBATrE, pttblie-e semanal.nentM Ensinar, instruir, eis, pois, o brutalilade. isro e, a ter a porte hoje, pagardo hbem cara a festa, xas! JiEDATORIr H 7E -Padire Joaqaim fim principal d'essa tdo humani- do teupo e trabalho de todos os corn a ea intelligencia prernatu -I - do Aeinar P, ixoto, taria e beneficente associao. que trabalham, vae em puro des- ramente cangada, espirito abor- 0 ?W8itilg ERENTE=Felismino P. d eAlencar ._ Evsinar, instruird naolha obra pordicio. recilo coin os estudos e incapaz ASSIGNATURAS mais grandiosa, nem tarefa mais A missao da eschola deve ser, de grandes esforgos. (LENDA BRET.) sublime do que esta! em parte. produzir hornims edu- O0 professor, que acceita a dif- ( ) seotre ..................... : Esinar e trabalhar pela pa- cados, cuja intelligencia se tenha fic:l tarefa de dirigir os estudo3 Quando Jesus carregando a tria e. pela humanidade, como desenvolvido corn os estudos m.- da mocidade, deve em prim-iro cruz encautinhou-se para o Cal PAGAMENTOS ADIANTADOS aprender 6 ser feliz, 6 ser.n bre, thodicos das aulas, de sorte que logar ter ideas cltras daposig vario, ate mesmo aquelles q.ie As pnblicactes de interested particular, e libertar-se. possam combinar suas forgas corn que a eschola occupa como fac- haviam vividoda suaPalavra;, f- on nunmios depended de contri-tos. e.- U.n po13 nio livre, simples- mais acerto e melhor exito a fim tor social, e star compenetrado giram... S6 um pequenino pasa-" do o pagamento adiantado. mente pelo facto de ter a liber- de evitar este immense desper- da grave responsabilidade que ro, ao qual no dia da Ceia cEbh A rede'acon.V respon avei pelos rrti- dade escripta na carta magnada dicio de tempo, trabalho Q capi- assume para corn o povo; que havia dado algumas migatias, Sinedictoiaes, nema pelas puliucayes constituigo d. seu estado. tal. da sua fidelidade depend, em seguia a Victima e os algozes. Acceitam-se artigos de reliii.o seieneia. .Ser livre e aalarar corn a seen- Infelizmente, a eschola nao alto grau, o future da naqo, De.ntre os amigos do Filho do tteratur etreenchendo as condi.sea telha magic da instrucao a in- desempenhi bern a sua missao; disse-o o sabio Leibnitz: (Dae- Homem, foi esse o unico que Hs- oror telligencia, e conhecer o direito, ainda nao se compreheadeu que me a educaoqo d'uma geraGao e sistiu ao lamentavel drama do Redaao. gerencia e typographia-Rua e praticar a virtude, 6 cumprir a future prosperidade das nao6es eu renovarei a face da terra.p Golgotha. Padre Cicero-n*. 343. o ever, 6 educar o coracqo, e depend da maneira por que se Alemn de ter pleno conhecimento Quando Jesus sentiu que se ,____ formerar o character, e abrir a alma educa a geraqao nova. das materials ensinadas, o pro- approximava a sua morte, baixou JOASEIRO DO CARIRY para as aspira9oes que engran- Os mesmos defeito., que tan- fessor deve ter no.oes exactas os olhos sobre um arbusto em ,_____________ __ tdecem e nobilitam, 6 erigir no to mal fazem no mundo industr'- da "ssttritttfi ]tblfC E a tudo isto se abalanga a tema escholares. de de seus discipulos, prop.,rcio. tu que no abandonaste Aque l, vsoziedade- E qual de v6s, joaseirenses, feitos vae em pura perJa, por A eschola, estudada nas suas EntIo, poisando sob e it eabo- .deixarA de correr pressuroso A desleixo na direcqao e methods relaqoes complexes, com o in- a do crucificado g niz-nte, o E' sobremodo intuitive a ne- amparar, A auxiliar A essa tao desnaturaes; falta de conheci- structor, corn o alumno e coin a pintasilgo arrar ou umrn espiho cessidade d'uma associadao que grandiosa obra devossa resurrei mentos, de dedicacgo, de enthu- sociedade, tenrid em vista a ex- da coroa ensanguentado e lvo, concretise as aspiracoes deste 0-o social, 'e vo.so engrandeci. siasmo da parte dos que ensinam periencia do passado e as ne- no bico. E urni: ,ott do sanyuo bom povo. mento intellectual e moral ? e consequentemente de interes- cessidades do present, deve e- cahiu da santa reliquia o dsc,, S6 assim podera elle veneer o Povo do Joaseiro! v6s que tan- ses da parte dos alumnos; corn- !vitar estes baixios superficiaes, e polo peito do passaro, orn:.n.'o-o esteirao accidentadc da civilisa- to apreco dates A tudo o que diz pendios ruins, edificius mal apro- dar uma instruccao real e solid; corn o mais glorioso estigma. ,;do e do progress; s6 assim po- respeito ao levantamento desta priados aos fins do ensino, irre- deve aperfeicoar o alumni mon- ,. - * 5 -5 . ~-s~C ~- -- V I , .' n! < '..~dd~L~7j[~+ .: e'i nhou.-se, com todo o fogo de sua alma ] ] de cki.o, em acaber, como ;.cabou, comn a escravidAo de nossos irmios neste e- stado; era a satisfaKio das aspirac6es -d'um povo livre que o impulsionava a Stio pyrami-al obra. N6s bem sabemos que essa victOa^ foi o product de grandes esforgos, mdP Stood sacrificios e altas dedicac6es; nao desconhecemos abs lutamente os rele- 0 tan a. p.prnmeo., t6u ora rramae'so. anti-simos services que, ai tio sancta Tea anthr pou o khant, caus, prestaram-lhe a abnega;o e o T;krnmSatou eunisei tal.nto de bomens illustres que fiseram, Kai o thinstos autos como elle, propaganda na imprensa e na hto kitebbte toe tanphtznei Sba t :n ,uzanei tribuna, no livro e no jomrnal; mas ao con- Kai ton th~ptei nonaihk6 templarmos esse marco brilhante d nos- (PAMAGO SOUTZO) sa civilisa;a), vemos no vortice da a- cumada pyramid: a firm -. o coracAo Sentimo-nos profndamente commo- de JOSE MARROCOS. vidos ante o espectaculo que se desen- Elucador eximio, z vida, derreteu-a rola deante de nossos olhos! j Elle,esgotou-a, consum'u-a, immortalisa- Oh! que espectaculo triste e som do no magisterio e dynamisado pela brio ~ ete? que lucto, que pranto. sAo mais salutar de todas as paix6es,-a estes que envolvem toda a populvAio paixio da beneficencia pela eduaglo, u'esta terra? que silencio e este que a- pela instrucgic. penas nos deixa ouvir os gemidos da Comprehendeu Elle perfeitamente gratidao, e s6 chegam aos nossos ou\i- que ensinar e trabalhar pela patria, pela dos os solugos da saudade ? humanidade. Ah! certesa estonteante, cruel, no E que muito que Elle trabalhou! tra- tavelmente esmagadora... a morte!... ah! balhou at' suar sangue! trabalhou at6 vein ella de, inexoravel, arremessar de morner! encontro is arestas d'um tumulo aquel-m Ndo se contam, por impossivel, os le home excepcional que neste dester- que Ihe devem a educacao intellectual; ro da vida chamou-se -Jose Joaquim sao muitos os que devem a posigao que Tr-lles Marrocos. com brilhantismo occupam hoje na socie- Sim! esse home extraordinario que dade. dos abysmos e das sombras da naturesa Jurnalista de pulso, ahi estao os seus humana fasia brotar 2 vida e a luz; esse aprimorados artigos publicados em van- hom-m, em quem vibravam todas as os jornaes do paiz, alguns dos quacs-de grandes forgas do espiri-o c do coraao; creaqao sua, como A Vo: da Relgino, e-sse homem-hoinens, como assim qua- no Crato, 0 Libertador, em Fortalesa,o Lficava elle os maiores talents de todos. Journal do Cairity, em Barbalha, etc. ,,s tempos e de todas as raqas; esse ho Theologo abalisado, pxr ahi pairam mem pre-homem, segundo a flamme- os seus magistraes escriptos, profliga'-do jante philosophic de NIETECHZ.sumiu- e -os, dilud.indo e mantendo os pin- se a foz do rio tumultuario da vida que cipios e as verdades de nossa reli.fio d, passage para o tenebroso ocean"! na impavida magestade de sun potencia athlntico da morte! insubmersivel. Sumiu-se! desappareceu par sem- Trovador benemerito da camp:.nha pre! do Bern, ainda nio cangado de tantos Morreu .. serviqos, tantos, prestados .a causa d a re- E eis a rasao de ser desse apparato ligiao, da patria e da humanidade, para funebre que olhos humans nesta a'tura .qui veio, e aqui fundou um Conserva- nunca viram; eis a rasao de ser dessas tao grandes honras que mais parecem adorac6es que funeraes! E que bem que as merectu elle! Cada linha de sua vida e um poema de ensinamentos grandiosos; cada face de seu vulto amoravel-um mundo de insignes valores por onde se moldam a intelligencia, a vontade, o amor, a dedi- cacao, o sacrificio, a piedade ! E que 1irlo, que exemplo, que abne. gagao, que forfa de vontade, que amor, que cerebragio possante, que virtudes * peregrinas, que lidimas inspirages as suas ? Christio divinamente piedoso, e por isso mesmo intransigente fustigador dos phariseus em facto de religiio, nunca se correu de, publicamenterconfessar a sua f-qui sme confessed fuerit coram ho- uumsbus, confitebor et ego earn coram Pa- tre uwso. Tanto em public, como na sna vida intmha, para o illustre homemio Evange. lho foi sempre a sua unica norma de vida, a unica negra de suas aco;es, a candal de inspirac6es, por excellencia, de sea cultural espirito. Vivendo na sociedade, conservou-se seampr nodesto, despretencioso e hu- miMe, sem se deixar levar pelos ourope- is d randesas hamanas, fasendo a e- di6cagao de todos os seus conterraneos que muito e muito admiravam,por mais que Eie o occultasse, a prodigalidade de sua ade, que se extendia a todos, de pessoas. d ALVES MEN- Sque s abria para'a con- Squt se B abria:para-o que se abriam para a de -equidade, Elle e mpe- e ;,._ v torio de music; criou o Pedagogio on-. de distribuia opao salutar da instrucqto; redigia comnosco esta folha e tratava do festival de inauguracao da oravel, quase de improviso, o arreba- tou em suas espaduas para o Alem dos limits da vida. Morreu!-fasendo o bem! Eis porque n6s pranteamos a sua morte; mas nos resignamos! e resignemo- nos e consolemo-nos corn a dulcissima esperanca de que quem assim passou a vida no exercicio detantas obras de be- nemerencia e misericordia nAo pode deixar de ir receber na eterna bemaven- turanva a recompensa d'um sem-numero de merecimentos, cornm que se enrique- ceu durante today a sua vida mortal. Entrementes, oremos i divina Cle- mencia, para que, si por qualquer huma- na fragilidade ainda nao esti gosando as doguras ineffaveis da visio beatifica,bem depressa a va possuir juncto d'aquelle Senhor a quem tanto amouem todaa sua vida, a quem sempre confessou publica- mente corn todas as demonstrates de fM mais constant e mais viva, sem nun- ca se envergonhar de seu Evangelh', de sua santa lei. A' illustre e nobilissima familiar do grande morto immortal, especialmente a seus conspicuous e distinctos amigos co- ronel Deusdedit Mirrocos,cap Abel Luiz Arnaut e padre Pedro Luiz Arnaut, a- presenta a redacao4 d'O Rebates as suas humildes condolencias por tao im- mensa perda e aos nossos bons leitores pedimos, cornm todo o encarecimento, um Memento na sancta missa e as ora6oes da sancta Egreja pela alma de tio gran- de morto. Requiem aeternam dona ei Domine,et lux perpetua laceat ef. JW A, Quantus dolor nunc pectora pungit! luctus undique adest! mceror omn'a ha- bet! magnus ubique clamor patet! Cur hodie cuncti ad lumina mceste suspiria mittunt? cur hodie fetus per vul- tus amarus manat? cur hodie planctus ingens sonat? cur hodie casus omnia tan- tus corda dolore premit?!... Mors! o morse! qui manum suam ape- riebat inopibus et palmas suas extende- bat ad pauperes; qui sitientes potabat -et hospites colligebat; qui nudos operiebat et consilio indigentes juvabat; qui ange- lice afflictos beabat et ignorantes doce- bat; qui, uno verbo, bene/acwendo per- trawsiit, tu barbara, tu nobia inclytum Joseph Joachim Telles a Marroces omne per cevumn ex tenpore rapuisti! Quam torva, quam moesta, quam horribilis, 6 mors! quam project tua au- dacia, quam effraenis tuus impetus,quam praxceps tua licentia, quam truculenta tua rabies, quam iracunda tua sevitia! qua violentia tu insolescas, qua superbia tu prosilias, qua improbitate ti, barbara rerque crudelis illustres in viros debac- cheris?! .Joseph Joachim Telles a Marrocos -quasi subito periit... Et nunc... quid afflictis, quid dolen- t bus, quid angoribus perditis, dulce le- vamen erit?!... -Hen! hen! vos lacrimas,oeulisuffundite, tristes, Irrorate, oncli, moesta seplchira meiL.. Hen! hen! vos hodie cuncti non pa.cite fletn, Proque viro tanio vota dictate piaL. Hoe mirae virtutis habent quod pectora munus, Atque viris merees gnmdibas eme solet! Et tu, qui coelo frueris nune, accipe, care Quae saevua prompsit tristia verba dolorp. PADRE JOAQUIM DE ALENCAR PEIXOTO JOZE' J. TELLES MAKROCOS SJ'appurus un jour, etje meurs. ! Tel fut le dernir enri que I'Ami, le Maitre lan- Va a sea disciples et A tons. Cette expression d'adien si simple et si court, arrachMe par la mort, 6crit une longue histoire, i'his- toire d'uue vie entire. Et noelle vie? Joze Marrocos, aons l'impulsin de son coear gnereux et charitable, a liberty see frires enehal- sa 8 aste intellimO .. pid r de par dfe pf n- cipes de droiture, a spire ma plume pour Ia dens deJa justice et de la vrit! d a patience,sans bores au service du prochain, a form dee milliera d'le6ve, tos .notable. par I bonne education ociale qu'il a an leur ineuler, comme ausi beancoup par lour erudition ot eu 'Tout cola aurait 4puits I'ne re et la vie do dix giants! Et e sne sont quo t doe do ses grand e blno destie a emportd dane la tombe se .scret do bien d'autres. fla veu pras de soixante-huit hirers, et c- .e't.. ~ -n P. Mis encoM le'pfred-ar le jor dto a regret do 'avoir v.0n qt's C'et ue cette vie,si remplien'oele nouns pamrai - se, no I18&paseiaje6 l temp. dsaomIplir to~it CO qu'il aurait voulu. -omplirtote 0 Maitre aim4, repose en paix sur ta couches froide! quoeton amne s'nvolo -ailim t p e- eAvozrI l& e 1 eloret 10 e. je o epal g us qul bien mor -Torn erit eot ton cofur none resteront, tou- jourm, dane ns mDmoido dexts e u mn-,- -et,,* souvenir de tes examples. Un jeur t'n suflit pour gagner tout. une oeterni- tido gloir.b v eaim 1eic x et; d muffa l JoaZoiro, le. 14& aot 19-1,0. I' X. X. Accommettido d'ama pneumonia aos 12, falleces aos 14 do corrente 1& 1/2 da tarde- o illustre home de lettras Jose Joaquim Tel- les Marrocos. Namanhb d'esse dia tentou vestir-se pa- de preceito, onvir a missa. Sendo obstado pelo sea intimo e distinc- to amigo Padre Cicero, horas depois chamon a religiosa Sr" D. Isabel da Luz e pediu que ella ornamentasse o salle do Pedagogio onde realisar-se-ia,no dia 15, e sob os anspicios da Virgem da Assumpt o, a Sociedade "Benefi- cencia Publica". E mais tarde...-meia hora antes de sen trespasso que foi um collapse, mudon as ron- pas e foi descanoar n'uma rede em urnm dos re- partimeutos do collegio. Pedin umra chavena de cafe, conferenci- on com o Padre Cicero e depois de terminada a conferencia, em palestra com outros, sem que ninguem o esperasse, eatrou em agonia e morreu. Ja tinha sido chamado por telegram- ma o illustre clinic Dr. Floro Bartholomes da Costa, resident em Missio-Velha. Quando circulou a noticia de que elle estava exalando o ultimo suspiro, nao se p6de descrever, o povo invadio a casa,e comsa nota- vel,s6 se onviam os solouos dos que choravam, lamentando corn o veneravel Padre Cicero, o sen major amigo e com o Revmo. Padre Peixo- to ,o sen discipulo mais querido que, extacticos, choravam humilhados ante o imperio da mor- te... 0 commercio em peso, A preitos de. ho- menagem a sua memorial, apesar de dia de fei- ra, cerxoa immediatamente as suas portas, fechando-as ponco depois completamente. Era para admirar'a romaria ao Pedagogio onde se achava o ien cadaver. 0 Padre Cicero ordenara que se ataviasse a casa de Incto e se fisesse camera ardente. Velado pelos amigos e pelo povo assim esteve o seu cadaver atW o dia immediate em que de- via ser levado para o cemiterio, onde ji esta- va prompta a catacumba de pedra e cal. Pelas ruas, por toda a parte onde a gente rassava, s6 se onvia o choro das families, lamentando a morte do grande home Jose Marrocos. NFo se acreditava, nem mesmo se suspei- tava que Elle tivesse captivado tanto o cora- cao desta enorme populaoAo !I Pela madrugada foi encerrado no caixio que era de casimira pr6ta e galOes dourados... Sobre o sen athaude foram collocadas cin- co corbas mortuarias, cada qual mais expressi- va da dbr e da sandade, sendo: uma em nome do Padre Cicero e familiar, outra em nome do Padre Peixoto e seus colleges de redacqco desta folha, outra em nome da familiar Beser- na, outra em nome de seus discipulos e outra em nome do povo... A's dez horas da manhi nio se podia mais transitar na grande runa Padre Cicero; tal era a agglomeracio de pessoas de todas as classes... A's onze horas, ap6s o De profundis en- thoado.pelos PP. Cicero e Peixoto, no que fo- ram alternadamente secundados pelo cbro da Orchestra de "Sancta Cicilia," sahin o fere- tro condusido por entire alas de milhares do pessoas, ate a Egreja de Nossa Senhoramdas Dores. Depois de, corn toda a solemnidade, satis- feits as formalidades de nosso ritual, fora condusido ao som de march funebre executa- da pela banda musical do Conservatorio, pre- cedido das irmandades do SS. Sacramento,do C. de Jesus, S. Prar cisc9 etc, e seguido por mais de cinco mil pessons, para a Egreja de Nossa Senhora do Perpetuo" Soccorro, d'on- de sahin para o cemiterio... Ahi, colk cAdo o caixto sobre duas ban- quotas junto a sepultura, fallout o Padre Joa- quim de Alencar Peixoto. S0 que foi a allocaubo de nosso Redactor Chefe, que o digam os que lA se achavam e o ouviram. - Nem sempre o home pode crystalisar, em palavras, toda a puresa de sen affect, mostrando a brancura de sna alma como a Padre Peixolo iemB hors... u E quaado9 Ta perorato am despedin pela hoate quem repreoir pode oe i ast qe- S'eii ,;,:*.M. foram as sa9 utima6 V -'6 *K a DFnRAT IYt~k~c cdme f - 0, -. REBATE t Rb -e conb ipalavrao sen intelligent. te diBcipIo ,Ench Nogneira-que em phma- ses inucerrs de et ma e VLera go,e em nome de seas colleges vWer dar o sen ul time adeus ao mestre ext.ncto. Mal tinha termialo,-qd.) quebrunosi- lencio que o pranto de dor,repremido,permitte, a voz pingente do bom niigo, o ar.Major (Gilhermw M)reira, qu encarando-o come u verdadeiro apostolo da religito e da fM, pa- teateoa a maior verdade... MNo podendo callar os brados do cora Ao torturado de grande dor, o aiqmno Jo- se F erreira, corn palavras repassadas de mnuta magua, tambem, em nome de seas colleges,. soube render A memorial do mestre um verda- de'ra preto de homenagem... Em nome do povo fallon o nosso d'stinc- to amigo e abalisado clinic Dr. Floro Bar- tholomen da Costa, synthetisando toda a sau- dade que nos amargura. A sna oraao, que 6 um poema de amor, sympathia e sentiment, a rescender lyrics e perpetual publicamos linhas abaixo, como um primer de eloquen- cia. Fallen, finalmente, o nosso distinct ami- go, major Pedro Nogneira, admiradordo illus- tre morto, encarando-o como mestre,: cidadao e amigo no ultimo rigor da palavra... E logo apoz foi collocadu o caixao na seo- pultura-...... E ao lado, de pi, silencioso, sem sentir o sulco cavado nas rugosas fqces pelas lagrimas que de sensolhos cabiam; de olhar fito na urna qnu encerrava aquelle corpo, em enjo peito existia morto o corat.o amigo que batia, pe- la amisade, pancadas egnaes ao sen coratao; tirme, erect, immovel, parencendo mais qune a estatna da Dor, a Dor corporiticada; absorvi- tdo, abysmado talvez na contempla-ao con- soladora do limpido luar qne Deus lanua A' uoute escura do inconcebivel nada para a- clarar o caminbo per onde a alma do Justo tern de palmilhar em request do ceo, e que s6 die naquelle moment via atravez do tempo e do espa4o, destacava-se u vulto aimoravel do, venerando Padre Cicero. Labios cerralos, elle semma palavra di- zer, dizia mais que todos, porque de bravos .n sens olbos mansos de cordeiro, e pros de rolumba, gemia sua alma, chorava sea cora-- Da cidade de Barbalha, vieram expanta- neamentte a arompanhar A ultima morada o cor- pjo do grande cea-ense, -Coronel Aunton. de SA Barreto Sampaio, capitalist chfe da casa Sampaio & IrmAos, seus sobr.nhos Sebas- tiao Sampaio e o capitalist Dr. Smilio Cor- reia de Macedo, o dist:ncto moto Antonio Cor- )reia,filho do honrado negociaute Antonio Cor- reia, e Coronel Bernardino Le te, intelligen- to advogado desta zona e um dos redactores t(o *Cetamas, e outros mnitos, cujos nomes nos escapam de present. De Milagres, alemdo illustre advogado major Pedro Nogneira e filhos, comparecen o Dr. Jos6 Porphyrio, honrado Jniz de Direito d'aquella comarca. De Missio Velha, como de S. Pedro tam- bem compareceram varies cavalheiros, cujos nomes de todos nos escaparam. Da cid d do Crato.porem,donde era filho o morto, conde tanto serving, ensinando e edu, cando a tantas geraqoes e por cujo levanta- mento moral e intellectual tanto -se esforgon, sacrificando todas as suas energies, sb com- parecen um de seas sobrinhos, o capitio Abel Luiz Arnaut hbora do enterramento!!! Eis abi em poucas palavras a morte e o enterro do grande home. NOTA:-Foram-lhe administrados pelos RR. PP. Cicero e Peixoto, que Ihe assistiram a morte, todos os soccorros espiritnaes. ORA QAO FUNEBRE SENHORES ! Ao lado de cada tamaleo existed um calva- rio de agonias onde as almas dos que vo levar os despojos d'aquelles que mais cares Jhes fo- ram na vida,se crucificiau. .- Hora tremenda,e( efm qe o corpo do. a- migo,inerte pam a vida terrena,entregue a vo- racidade dos ermes para cumprir a lei natu- ral dar cousas,vae sofrer os phenomenon da decompoegio reconstituidora. Hora tremenda,esta,tAo cheia de ancias e suspiros,deis e confrangimentos em que Lto somente osoluo e 0 pranto saoo o somente os companheiros dos nussos corat6es no caminho da smargafs. da 0itomento mais solemn da vida hu- man& porque a nossa .lma asiste a celebraclo da .im rm a 'da gfauad, em q- o a.a06r o E' oio^ eto -das meditago --, dps dina- cerameito, das reminicencias e em qre ]OSSO espirato trava o pagilato mais tremendo: a Iucta da illiiso contra a desilinsAo que e a realidade da vida... SNao ha quem possa acredittr, ainda mes- mo sentiadRa fries da more na front de Jose Marrocos,nesta fronte onde o calor da a- :-tividade abrasava ardentemente como nm sol 'e fogo hron do meio dia, diante da i- mobilidade dos seqs membros dominados pela regidoz cadaverica, diante da mndez absoluta da sua bocca percebendo o cointza to das suas palpebras-as cortinas dos seas olhos que se voltaram para o ceo, contemplando a serenida',le da sna fisionomia, sentindo mesmo as ponjentes pnnhaladas da dor ingrata, dian- te desta sepultura escancarada que vae rece- ber o sen corpo A guardal-o para sempre, nioe ha, rep'to, quem possa acred'tar que elle morresse. , Ha vidas tio caras,tao uteis a Lnman-da- de q'e se h propria eternidade possivel fos- se na terra, srria peqnena para o desempenho da sua ma.or missao, para a realisaqio do sen inais paro ideal ! A vida de JosA Marrocos era uma des- tas... Elle foi um d.s homeixa que melbor e cown mais superioridade cnmpi in o sea destino na sociedade de seu tempo. Como um predestinado assinalou ma e- poc.a na suna patria; foi o immaculado sacerdo- te da liberdade qne primeiro pontificou a re- missio de seus irmaos oppreni los; foi elle qnem,coino um destimido nto-crusado do bem, primeiro dentre o- maior -s, revist'n-se da con- rata de combatente, mais valentemente e corn mais denodo brandira a espada luminosa do a- blicioun smo nos campos das batalbas da abo- llqtio no Cjarit. E qnando vin extinto o cancro que cor- roia a rara opprimida da sua terra, qual o ca- valheiro negro de,-Enrico. ua defesa d, Her- mengarda-a sna amada,paitiu par o R o de Janeiro e lajunto aos at'lt-tas que rispirav.am no seu exemplo entron na Incta' encarnigada e s! voltou quando vencen. Espan-ando, coin a luz do sen talent. as trevas da escravidio, veio espancar as trevas da ignorancia edaand) a min.ilade de sua tel r.L. (0 que f,1 elle neste sanit ap)stola4o bemrn o sabem as ultimas gerac oe. do Cariry. E quando, espirito immiculo, porce'el que no desterro da velhice esta patr:a arn.'rga on-le o- d *-enzranis amarguram tanito, qu os rigores da v- da po liam corromper as sna- ir- resistiveis tenden-ias, veio, abriian-lo-se dos cihoques, a s)mbra da amisade junto no sea ir- mao pelo coraqio, nest-t terra aben(oada corn elle trabalhiar pelo sea maor prougr--s) .. E foi no auge dest nova lIv-ta en :eta- da, no ultimo quarter de sna vida, qine elle morren!... Mas, foi entire seas amigos, entire seus queridos discipulos, e apertando. pela ultima vez, a mAo tremula do seu maior amigo,que a luz de seus olhos se extingniu e a sna almade just, arrebatada pelos Anjos, alon-se para o infinito ! Morren, nao ha duvida, para a vida, por- que a material perden o estimulo vital de sen fancionamento, porque rompen o equili- brio cellular do sen organism; morreu para o trabalbo, porque nao mais poderA, encarcera- do entire as quatro paredes desta sepultura,a- gitar-se e combater,empenhando-se nas lactas do pensamento; mas para o coraiao deste po- vo que sente-se aniquillado pela hecatombe moral que sua morte produsin e que aqui se acha amargurado e triste psalmodiando o sen nome, nag morrerA porque espiritualisado em sandades, eternamente vivera, como a recor- daqao mais d6ce, como a perpetua consolat.ao de nossa alma !... Nao morrera, nao, porque a sandade. se- gundo alguem, 6 o fogo-fatuo das ventures mortas,errante sobre o coraqAo... E serA envolta neste sudario que a nos- sa alma ha de vel-o eternamente, tAo vive co- mo se vive fosse, e qne ha de sentir o sen ca- rinho na palpitaco do sen amor, e os extre- mes da sun amisade e a scintilacao do sen ta- lento. Vai-te Jose Marrocos, em corpo, de n6s te separar para sempre nosta nrna que a na. turesa te den; mas, recebe nas flores que ago- ra espargimos sobre ti, nas lagrimas qne der- ramamose nested nosso ultimo olhar a nncbp purificadora da amisade l. .. E fica certo de que sobre a ta camp, em tocno das flores qne vice}arem,celeres, em revoada, rnflando as azas, os nossos cora es -spiritualisados emn sonhos brancos eterna- mente viverbo turturinando os trenos do noso amor immaculo ...! " A paz seja comtigo... Dr. Flore JOSE' MARROCOS Parece vm sonho! parece! mas e a .ealidade sem a mais leve acitara-mor- reu o nosso distinct mestre e amigo- Jose Marrocos! Desmoronou-se para sempre a sua prisAo-: a concha humana que ha 67 annos e 9 meses trasia em seu seio a- quella alma-perola, aquella alma de elei- t, a espedagou de encontro ao tumnlo, inexoravel, o archanjo da morte... Que triste, que dolorosa, que pun- gentissima fatalidadc! que lucto, que pranto, que consternaAo immensa, ter- rivelmente esmaga Jora!!! Para todos n6s, seus discipulos, seus amigos,seus admiradores,como para toda e.ta.populag c, como ainda para todo o Cariry, para toJo o Cearn, o trespasso, quase de improvise, d'esse home im- menso foi um verdadeiro desastre .. Sentiu-se, e conheceu-se eltao per- feit- mente o quanto era grande e des- compassado esse home! A morte tambem tern d'isso: augu- menta o tamanho aos grandes, ;a' esses espiritos privilegiados que passam a vi- da fasendo o bem... E nosso querido mestre por isso, maior ainda se torna agora. cahindo, como cahiu, chumbado pelo punho da mor-e. E por aqui, di mingoa de expresses. nos suspendemos, ren- dendo A memorial do illustre e distinct amigo, a quem tanrt amamos na vida, c tribute da saudade que nao se acaba, nem morre... F. PEIXOTO DE ALENCAR G03VOt ( SAUPAD5 Nao po'tso deixar de render meuu preitos de saudade A memorial sacrosanta do querido mestre c amigo Jose' Joa- quim Telles Marrocos. Ah quo ello os merece. Luctador, que lembra um desses heroes dos tempos idos, elle muito _e muito se distinguiu ua vida, maximni nas labutas terriveis pela imprensa e pelas lettras A que muito honrou: foi educador abalisado e jornalista dis- tincto, entire as mais distinctos. Abolicionista iitransigente, foi el- le um dos que mais contri buiram pa- ra o exterminio da escravatura no Bra- zil, redimindo, comr outros de sua feiqco moral, nossos insgos, os captives de Iracema. Eppirito .de eleiWqo, apostolo da beaefieencia,- travador do bemo, ..aigo inseparavel dos pobresinhos e desgraqa- dos, amante da meninada gorgeiante a quern chamava de men amersinhi, aln a nobre aberta a todos as sacrificios, acces- sivel a todas as dores do inlortunio, coraq~o todo bondade, todo caudara, to- do amabilidade, Josa Marrocos conquis- tou a ansade e a sympathia .de todos os que d'elle se acercaram. Por isso e que p6 deixou amigos que sinceramente pranteiam o seu dseap- parecimento. E corn elles, toda esta po- pula eo de vinte rail almmas. E abrindo eu cammiho por entre- o lucto e i dor, a iagrimr e aprece de to - do este povo, venho, por mim e por me- as colleges do Pedaegio,di. ci querido e saudoso mudtre, depostar so- bre o sou athadde esta eor6a entretocid de goivas e sauda tes. .Manoel Alves. AS NOSSAS COtJLEGAS Sumin-se per entre as brumas da eterni- dade a estrella polar dos nossos sonhos f.. - Apagou-se para sempre a Inuz que illumi- nava o nosso espirito ... Trevas cahiram sobre nossa alma! ... O nosso mestre morren I. .. Collegas, n6s que juntas corn elle vivemuo tantos dias no doce convivio da escola aprea- dendo a amar a sciencia e a arte, puriicando pelo conselho e pelo exemplo os nossos cora- cOes, cltivando a virtnde, agora que nao ma- is o veremos porque a morte o arrebatop dos , nossos, bracos, devemos em romaj;U .1l-. lente na Avenida das Lagrimas A& sombra dos cyprestes que vicejam junto a sna aepul- tura, verter o nosso pranto de saudade. Vamos ... Vamos !. . Angelica Soaresda Silva Donata Bezerra de Araujo Quiteria Lina da Silva Rozina Mendes de Oliveira Maria Cu-todia de Jesus Maria de Siqueira e Silva Maria Amelia Bezerra Maria Victorina da Sil-'a Joanna Miranda Nogueira Maria Jose da Silva Antonia Moreno Gertrudea Maria Ramos de Vasconcellos Maria das Dores Ramos de V. Maria Quintina Maria Francisca REQUIEM IETERNA DONA El, DOMINE! B, Descanga para sempre em paz na mansao dos mortos o nosso bom mestre e saudoso amigo Jose Marrocos. Apostolo do bem, intransigent de- fensor da justiga e da verdade^adorme- ceu apoz a lucta, a front serena de ju- sto, as maos em cruz sobre o peito. Lagrimas. que bern do coracio nos tem feito derramar aqui a more quase imprevisti dess. grande home. E que lucto, que consternaqao geral, e cruel e esmagadora! A morte do distinct mrstre Jose Joaquim Telles Marrocos foi, corn effeito, para toda esta populagdo, como para to- dos, 4 cuja venera4ao e estima impoz-se, ja como educador, jA como cidado,ja co- mo particular, foi um verdadeiro desastre, uma calamidade! Ai quem podera perver'esse de&as'- tre, essa calamidade ?! Tremendo juiso de'De'us l no bppo- nhamos n6s as suas determimaraes a lou- cura ingrata de nossos murmutibs... Curveo:-nqo, pois,. deante da divi- na Clemencia e, em acto de adoragio, pe- qamos-lhecon':eda ao nossosaudosot anligo a luz perenne da gloria, a eterna bema- venturanga dos ceos-requiem aeteri. i dona ei,.Domne! .. Afamoel Sastino de Me.v AlancAdps calm pela *mnter. hom6m deq Iettmae ben-a it. Telles MarimU 11 D66 'viYgp _depOr 7obreo au Wtuu ' buto de nousau dade liqvidid. d0 o T =-4yp. dO 4 C _~T - -l t f, "^ ^ F'!;, ^ '4- ~i e6 ^ *^~y 't-* '<-r - .. . . .. 'A ^JcAI1 S I FI'M CPATARI A IPE SEVE'AN A st i s:1p::,ttr ., se enti-arrog, deIt ,i-i'l'-el t al' lu"i h [ semi t -'llt e Vindo t g-a fuou uvi eo:i-plet<> e ar{.'i',o - preg- o ;am comrm -t-nei, ;' cor.:'- a' I-i- T L '- C01, de <'. '- . do mais exi.etite fro-gue ... .a (Ilt 'fri |: I'1-' LUra vista. ,,is. a LOJA EK'I i:l..- . de ('ine;mato 1lva. Run Pa.irc t'; -r. ------ ERCIARIA PHARMACIACARVALHO i*: IRA & NATIM Ila nevta c( lce#tIu. i 1 -.r c ; | ; .r:. 1* '-: .. : o v.:riado sortim itt, d r .- r ' .: .:,, .j., r- :. .-..-le ., . Avia;m-.-" re''eita- r.qn'ilquotr hior. ..^ ; ,, : -,.: :n.' - promptidho. cu'dado ei : 5,;t Rua P Cre t'ic--ro n". 41. ..., i, .. .;, .- : - 0 BARATEIRO : ; : .::. .an ol \ r o da Silv: c ,n i;a !. -. C':. .. *;': :: r :-, ":.,. .kj b .iU' , ,- T , C Press % -. ; cn Jo -i 1: I T . A POPULAR -OS LANDIM Loja de fa=eida.*, ou.tro a rri'- : ..... , *-mmner--.o. v.-nd t :i? el o' cit -to a' .-: . do apirar ao capitAl y.-gad. ,. 0 fr.-,.ea prr.-n"re a: R-in Noeva. 4" .; . '- ro. t r55 e na Rua Pu:.re 'Cicero a a :a a An-..rnte de (',j. ,- bY. que serA servido mez-ida de -t-u !ie- I(^ ,. *':gMirr Tup'..i Morv:.. I- o__ ( n-it St, -'.nS -, P. dh: as IE. at -.I '. -Populare-: 1'- P -q e-ird=Jod I,- :'..-.;. Mant,,iz;a iret<-. Ex -ellnte. P;,l.:q.* a:,.. 1":- OANN ILVA CINCINATO SILVA SL" c r>ium et r iiI sarL.-i.. Que estt u ex ) ta.s i overno. enjo fim e estabelecer un.i EI.- ots I A S auh: nh d rc lat. : vonda to. ,la; suva. casas nesta na Praqa da Liberdade, no. 972. Sineeri- P.Ciro n.;2. e n- tro e Sar.t-Anna do 3 C.i . dade de negocio, modicidade de pre.os e a y------- ( a e !l nm to tno m.smo re- i joiae m -sa pag idae r e C r *joia e 2SX0 de mensalidade % tn direi- affabilidade de freguesia. fielido tierno dmo0::fnado < ---'--ronylo PFr'a;,:.:so ie linla casa de viven'la, tudo de t.lha e! Os socios da Caixa B, pagam 5 )OO de 1tam. w-* fta lo*:aliad e vendla. duas segura costr.. corn ura pnque- a joia e 58')00 de mensalida.l e ttn dire;- I L Ol a tr al, 1n derexceder de oI0'0 por mer. Officina complete de todos os artefatl sita a Rna 4e -. Francisco e a ontra annavial para d scnt:u s carg-as de no poder l xceder de ehe00, or ae. e utensiliosem flandres, eom grande :orti- a tra da Rua Nova.eaprmei- rpatlura., posuiino extensas matta's reeber a pena, a assoct a o ca:ar aos mento para vendas em grosso e a ret'alh.Itro .aa Si aeharemn outrobarateiro, no ha a re'-'20'),:t)::l: pelasegunda180:o00 coin madeira de constrio: outro seus herdeiros necessaries todas ascon- er tantosomooproprietario Jo0o A. ,iJ A t.ti na 'A 1DOCRUZEIRO sim pede A aquelles dos s.is amigos tribuiOes que elle tiver feito, sem jurors. rtado. e tm co o mesmo negoe Dando-se o falecimento depois que o mu- Frtado. L qe t *i corn o mesmo negoe!o. tuarlo e.tiver em goso d; pns.o,t. e-ta fi- Prnada Liberdade n*.978. queraio por bondade satisfaser ses cari extinct, sem que neo scus herdeiros FARINHA DE cotmpromissos, uma vez que temr de assista qualquer direito. M 4ND IOCA ansentar-se por t-mpo in.-et rmina- A pensAo seri paga ao preprio indivi- LAO f *Ji, ,: A'.vez da Silva. avisa aos se- do e ter de prover-se de recursos suf- du<, ou ao seu procura'o- legal, en por Su freue de fazendas mereadorias estivar, ferra- gens, ehapeus. Tendo recebido do CearA um complete sortimento dos artiges acima meneionadoe que sao vendidos por prejo sem eompetencia, convida todo o public para fis r ama visits a dito estabelecimen- to quoe e eertificara do que 4 affirmado. VERDADEIRO APROVEITEM! QUEIMA! APROVEITEM! Joio Baptists de Oliveira. Rna Padre Cicero N. 336 S. ATARIA galikSPERANCA atiataria de Joaquim Beserra So- .. m disposigAo do publieo e doe ~gse e d einirga-se de todo e qualquer tsbthe am co ebcom grande prestoe se suidbMd em. pro gm. Boa do Cruaeino . ~s.. tq; tem em deposits) grane quanti- dade de -Farinha de Mandiocao de primeira qualidade, e -VENDE A DINHEIRO- em grosso e a retalho A preios BARATISSIMOS. RUA DO PADRE CICERO 'N? 301 BUP O SUMIDO Grotifico bem a qnem me entre- gar um poldro rosilho que desappa- receR na serra do Araripe sitio rimnada Grande, com. a seguinte marca e freguesia Quem [ o eneontrar pode en- 1- tregar re- dacao d' 0" Rebate ou em m inha residencia:- Serra dos Asedos Pedro Xavier de Araujo 0 socio coiatribuinte em dia, que fiear Crato, 26 de Outubro de 1909 iumpossibilift.do de proseguir nas suas en- tradas, depois doe cinc annos do assoeia- .Jose Rodrignes Monteilro gA. em consequencia do molestia'chronicA e incuravel, que o inhabilite parm o tra- balho, serA considerado snspenso e nAo perderia direito'A pensao. 0 URATO iOs pagamentos antecipidos de 1 anno DE A. BELEM SOBRINHO 45-RUA DO COMMERCIO-45 CRATO-CEARA'. Estabelecimesto deFazendas finas, Miudezas, Novidades, 'artigos de uso do- mestico, Alta fantasia, & & &. Especialidade em: artigos para homes e senhoras; objected para presen- tes e perfumaria finissima!! Pregos sem competidor! Dinheiro i vista. gczam da redlucZio de 50 o'o. os pagamentos de 10 annos, 20 o, oe os paganitntos de 15 annos, '15o/o. 0 mutuarie que se inscrever um mrz antes'do sorteio e tiver a sorte de ser premiado, pagarA apenas poucos pil reis tera direito a uma pens-io para toda a sua vida. Atr dezembro foram sorteadps cinco cardernetas, ou seja'no periodo de nove mezes. A ECONOMISADORA 4 a unica que faz orteios de ldois em dois 'mezes e um grande sorteio no Natal! Socios inscriptoas Jde abril de' 1908 a Janeiro 1909:-34000. Nenhuma outra s- ciedade obteve tal numero do socios nos seus primeiros mezes. - Pedidos de pr etos, propostas, cader netas e infQrma mimuciosas so Representante no Crato. j .Belem Sobrinho 45-Rca do Commeraio= 16 PHARMACIA SILVA de Silvi-o J. --. .at ;'::. .. R a do (ka:,- mercio,. i. ; tor. uia grar de \es ;r.do sortimento de drogas. prod-.'cto ec.im-.'s e especia; lades pharnau.eutica-. I)ofpar ou.o receittiar. s c:an iue.ic..- i:ii.itj. d" reconhei..a purea e ;gara:.i ", ecio. p e s-t -za e v ,: i-il;ai;;e J, sr p. !1URRO SUMIDO Desapparecer-a: de mn- sl't'o npo burro ardTlo e unea bri'i.t --co.Tan-;A inazi preta amho:- corm esta mar..a - e corn 0 a segn"in fr..-!c-z a Q;iem der nticia crrt:s na Re,',.-- -rao d'1!O ,Rebat.-, ou vier me ent:- gar d:tos animaes, ser orat fictild ncerola'mnente. Barbalha, S't'o Brejiao, lid. No- vembroide 19n9 Jo-to Demosthene- Fer: ri.., \-i-ira MILAGRE S CAVALLO SUMIOO Um caracav ard.Jo ruudad, no<, ,:;.- to boi.o, tint-ir, cOltdao, olhos uzues. Marca ,tl e Ribt*iraG QueM oecewtrar e ,catregar ae Sr. Ala- or .JGi IgaSim &a Mayrc* w-4 gr digfedo. - 4 I 1' ~:t. `'~-~ s--- ----~- ------ ----_---I- -~~ -~ ~~~ ~.;~.~-- --,, -----~-~~--~----,`. ~~, ~-L4~C~ ~-~C-~~I-~-I~A=--- I~~l~bPB-l IIZI~Z~rm~&ZPa;CLIIgPP~Ci~5i~ OPfi ECONOMISADO[;A BARBALHA -\IXIXA INTERNACIONAL D)E PEN- 0 rei dlo% d-purativo SOES VITALICLAS. Approve! p.r ,ber.o er .co.m to EliXir pe UratiNo Apif S. ,.pot.ito de g:r..nt;i no T.h- ,uro Fe-ira!. .AS A S ...roiorj. ;o ti.o it.' .S d i.1i I P,-j-,? .S7 .,-, I. eontos de r,. Anproval- ,pe- In.-p.-tnri, d To --";, , _-1-. ea, t L L.aanggeraI Regi-trad.i dna r t J,1mere;u.l d do Cei-r:1 e .-t :;'o por d.creto oe I t.. te ,r c .n ;.Iia cOinunodtlmod pI ra ) Pal. "No- .h,,ro .1 e 1..9. :.ii-r. ro,.a fau.,lia, ;' 10U 0 r, pig;&menuto i ',O t em s PA LfOl : 1 'A S. BENTO. &1 I U ".w'.-r n '. m i ,i',,er ;'r : *,, 1 trmes:r. ;..- h-ant, .,io. Ant~ios.riptorriod 1: 'o. ipa 'wlih a 'oc', a :1 '. .' / e, ..,-,,t"i'c <,ae :.-'.'Iil> ): S ,'i .': :--.i: o:tr ,-. :. -ma RuI:. n". Fil'al no i,: IR .A T 1- S :MTE :I O. |I 7': -, ..-..r, ,. ;,u,:a m,,..I,, A 11 con }.7 ;:s pr,,l' r -.- mu:to consut o- l13 modern, j -,, !: r..af, ,,: C, ,., e o, ,,,.; .... lo^. 15.0 peor s.^ ,a rou ., ;t- "-ENT" (;ONX ALVES iiAS E AVE- l s,'a Je ,, r:,. ,-A'; r- EI.IX!; 1- iwjtre ii neanltaTo ANi .--; -., ...... A trac;.r na In 4<;ra....;n o r: ; nA. Ci'NTRAL. \ A A N u..... , cor J. J. T. Marr D'.nvdvr E-t;rnil ,ex-cli-f? de ,',d.eia e- -x- .r-: ar. da Agri.u rlt:ra. do e_( .: NOVA PHARMACIA ;*:,- ,m.-.-or r.,-o. I ;, ''. T h A. .. -" < r- .. ,la tir s- I l.a .-;Ihra & I'.. T l',-t-: ,,t L.,.j._. A ;..- ( . ria kie Teeid.J s .- ana . T r,-, !. .;;,r:,a -41 p. r t nTE Dr. Clau me- ic*'. .. ..i-;rt ';r.; o 'o i<-!ritrj (- ttr^l I <,,np.-t- prt;-:,r.i lo ..r S+:-.-z.--- lfr, Tq'OUO-REIR-DI)r. ;,driel Di | a .,t:,,: i .. ,;.. advogado, erp.ia .. a. director da e s i t.:d UL e1(U ../a : -. - e rando pr io. Co' ianh:ka Idnlutr:..l de Paulo e da tt, et:l no i c.m ; do .. r.. r ; C -e o de s s -.' ada ('oimpanhia de Poos de Caidas. pulmonari: Tr,.:., ,'-::,e.. r. .'d .. ,- .., :..a ella> 5 t -. .A v enla n 1-iM2,rciA. .[ a J* 'and!, Z! 6a do V:: I, 12 ,.- .niro deI 1 0 I m Snr. ndr. ndeo d Pr-tes, ,i:rctor do I %anco de1 S .uo P.alo- E:-:;m. Snr. io- rwni IFer'nando l'Prste. Pic'-l>re+idente SPdo Ltd--Bar;.o n..prA d;rcitor. a D |EPURATIVO CANDIDO ATT ENC AO c om:,s,' ia ,1:etr:al de oo 'aulo--). Roolpho Miran~.a. pr- i.-tarj dia F;;a!:ri- pre ,ara. u tic. Del 'ar i:> .'1. ,, ffi,-K&n de -- ra ca de Teeidos Arethu-in.t de Piracicaba ndas lo.e:. e e t .-. e' .,- la.e~ill (it- A da< I o- ? e e '.ii s n' 1 'e- .'-t4 i, no t-mu de .ant- e dopurtdo federal-- Dr. Joo Alvez Dima. rio.as ay.: :es b.ib.ti. i, - u, der Sn- medico e proprietario- Phiarm. L. Pinto .:,:;:a .,.<',,; :y veuder. 'c -^- de Queiroz. da firmm, I.. ineir6z & U'. e i ropiiul- ,w a rrh as. .1 ,,.l i. ; e .r i f M onteir 0 tendo de ''p:roprietario da Drog.ria A:neric -.na e -I r"w' . e ',, -- t -t1 :llatd e Ilo iltut) de Flabrica de prod eo c;i.iico.' Dr. Pedro e ,; i ,.,:. ' '' 4!. .r t io pa a ijy a- su a jPonutr al e D r. V ictar G o dlii ho capitaH ttas.. o i h .t ,, ,i ,- ,:.. ,......r .,. ^Eropa alivio asua A ECONOMISADiORA PALISTA. na :nar. S p.., a-terada, declara, a nca i io m:, -' .l"oa ^: .i- .u e., alterada declara, a ima sociedade mutua, coin fietcsalcase do i a i.... -*ucn it cr~~x Iu t-LU cjJ~~$i~rrn. oo m atb~eerunnlt\ I.L ,* :' |
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