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S--'-SDOMINGO 14 DE AGOSTO DE 1910. ANNO II-NUM. LVI E u, ;(por quiq'er fece que se em tudo isso um fimipremcdita- pes, a alma de todos os mysti- tods as almas que ni.o sac. ta- queir eacararo phenome o),nao do. preconcebido, corn uma cer- cos e de toJos os poetas, mas o canlIs e miseraveis. 0 .REBATE. publica-.e I.',(,. poiendo exceder se ou ir alim teza clara do future? A iphiloso- Christianismo f.-z in is ainda : Coitdos dcllcs, que na suLn OEDAT Hr,,..c -p.... .,,,, co'cepro. eCacheu-a de phia da historic nos ensina, hoje, sendo Ella e Jesus a synthese de pataca o demoni3 tern 310 reis, 1, de ATl)R= er Peo.r .J.qn:n toas a prerorativas: fel-a Vir- que em todas a3 grandes refor- perfeiqao huminj, na.. tendo mr- e o que lhes fi-a, no chega p ra ;ERETE=Feino P,,e. 'e e.r a :n.mo tempo. mas sociaes, political ou religio- 's o que lhes conceder. reu!iu a gotta d'agua, que lhes mitigue ERETEF e A r Ella precisava ser unica, inex- sas, ha sempre umrn precursor, ambos a Deus que d a synthese a sede no inferno de sua avarc- ASsI;NAT-'!:. cei ehl' p ira ser o mo !elo mo- um home;n como que prede.ti- da perfeigao universal sa. Anno......l de tod............ ..asasmulhere. nado a preparar o; caminhos acs Nada mrn i lo-ico. Nao d pois conm e.tes, que a semnebtre .......... ....... ., re ..\ seus sicess res que sao os con- a(Beaeficenc.ia Publica conta., PAGAMENTOS ADcANTADOS F coo e' s:mj'. ingenue, cluIdores d: ob' conmeada. ,, ( eqr.< F6ra os imprestaveis! Pii mana, tod, a h-istria de sua eada d t Virg:mn deNazare- Entretanto para estes mesmos As publiases e.. ....... '- taromo foi a toas as nos cot corn esa6ce sntretantoi-ra estes mesmos on annunti1mo 1ndem 0, : rta :om.o fo a t .las 3as .h nos cont t com essa d6c si- a Beneficencia Publica, abre ,,o10 o p,-r-,.t, .:,A,,,. ,... Vcssit ides da sorte? plicidade fdrmni porque a Mae c franqueia as portas da Bblio- A.red.av-\o .renoavel \ ni'S ,stc.o.o proce-s, de Christo visitou a Mac deJoao t 9 thecaqueia pietende fundai ad- qCO theca que pretende fundar, al- gos ineditoria--. n-.m p-la p l.: d cr t ca ne, por v.:: r,a ..-: q'e havia ,.e ser o precursor. quirido mesmo por compra os -aheeias. .- ai,, de r,.--ubnecter....o c,... ;- s. Feriam er!les n'aquelle te:npi A sociedale litteraria, que se meliores livros deinstrucdo po- litteratur ete.r.h.-c... ;n re a r c im coi.Iiecime-.to, e, portanto. :ne- vai install-'raminha sob1os aus- pular, e assignando Revistas e tie ioso !*,r. : .. .:.:J ft ,l tr.:vz do tempo cessidade ,L contirmanao d'essa picios 1da protec-aIo de Nossa Jornaes nacionaese estrangeiro,, Reda ... ... .. i.. j hist 1ri trab ihou como t- li soc:elog ca que tantu encare- Senho-'a da Acsu-npga, tern por e incontestavel utilidade pu- Padre Ci. ro-'/.. 4- ma forqa consciente, para a ret- cemos hoje? E assim, desde o fi:n derram.r a instruecaeo o blica. .. ,'s. .-._. i-ssidade su- inicio, o; fc,:tos estao ligados aos meio do povo, do m >do o maiq Consagrando,-seaos interesses JOAS.--:IRO DOCAI" RYV prema. factors pelos clos de uma aJmi- ample, o mais lrgo e o mais ex- do povo, do pobre, do pequeo Em tod a historic de Maria ravel lo-ic. que pole ser estu- tenso, que for possivel. do analhaibeto, os socios, so t i:-1 ". h. i. :- :: uaqao, dada, a luz le today a razao. Ne.te empenho, outro nao po- membros activos da uBeneficen- jtara ;u.a enc.aicm :... .ao iAogico. d., Saindo d' esse ninho poe:ico, dia ser o seu nome, o so. titulo cia PublicaD tem nectssidade .c: ~, e .. s- poe ,.zer Je uIa r.gem que parece um sinao quiez to la ell siej unia lenda, sonho oriental; cercado de pas- porque o prim-iro e o m-is imn- criptivel de curar de si mesmos et jll0o no dila d Stla AS Mlpo0O porque a lend i d por si mesina toras, de reis iMlgos guiados pontante Lenaficio qu se pode e de alargar a esphera de sem,.- illogica e de:conexa. por umna estrella protectora, sal- faser a creaitura humina-e ir.- conhecimentos. Viver um pouco da terra e Nenhuma 1-nda, em a huma- vo da morte por int .rvengao dos struil-a. Assim os E tatutos sociaes um pouco do ceu e conliecer um nidade ou em todas as Religi6es sonhos ou das revela6oes n'uma Assim a (Beneficencia Publi- l\\ impoem o deer d-e ,apren- admiravel segredo da vida. por qualquer process litterario fuga; alhi, surguL esse doce e ca, peloininisterio.leseus mem derem semore alg-ama mu-i d Vive o home eternamente ou historic por que tenhapassa- meigo lesus, o doutrinador ad- bros os mais habilit udos, fari to- nvod .n e ire o :ro ,- or. aspirando uma cousa melhor, in- do, janais poderia servir a umr inir.vl que teri.t de, corn sua dos os meses co-ferencias que merodeeses possel em pa- tangivel, mysteriosa, perdida no fundo moral .c tjmanha gran- idea e co:n sua palavra, revulu- instru.Lm o povo em t"dos os ra- lestras semanaes, e conferencias alto, que constitute o seu deses- deza. cionar o mun lo, fundando o mos desse conhecinentoque ma- mensaes. pero, mas que 6 tarubem a sua O0 Christianismo puro nasceu Christianismo. E em tol.t a su.t is lhe interessar. Obrigados todos ao culi.vo .e eterna esperanqa. da concorrencia l.gica dos factos vida de missionario e de martyr Licg6es de agriculture, precei- sua propria intelligenrcia, cada Quer essa aspiraqao seja De- minimos e maiores e estA todo nao faltou a mesma coilti::u.iaio tos dJ eJucaqao. regras de hy- um discorrerf sobre assumpto us, quer seja simplesmeine o 1- elle tio encadeado, tao segu'-o, logica dos fLctos respeit-da por gyene, noees de moral e prin- scientific de sua esc.Alhi, oa de- dial, a humanidade nao pode tao firme que jamais sera des- toJos os pe:isadores, inclusive cipios de d'reito-tudo Ihe sera signaqdo da so.. viver sem ella. truido. Renan. explicado de modo a deixar-lhe "Este programma tao amplo D'ahi, nasceram as Religioes E d'onde veio eile ? Fundado o Christianismo que no espirito e no coracao a cons- n.o podia esqueccr o estudo the- e a Arte. Veio da historic simples d'es- d o maior e o mais admiravel ciencia do dever e o conheci- ori:o e pratico do E pera-to. a- E nao hadecerto,creaqGesma- sa Virgem de Nazareth. surto do pensamento human, mento da verdade. fim de habilit ar os Socios da is admiraveis na historic do espi- Velo d'essa terra humilde de foi creada tainbem e.nii or..o da Dithnalds es;eci.c!mente pa- RBenefice,.cia Publicaa a se com- rito human do que sejam as do pastores; do seio rude de um po.- fgural da Virgem, a mais d6ce e ra os adults, cuj.z edade, gene- municarem corn o mundo inteiro, Christianismo. vo, perdido n'um recanto igno- de'icada poesia que a linguagem ro e profissio de viJa nao lhes a se confraternisarem corn os E entire todas,-a nao ser a radio do mundo, cercado de mon- humana registra. Os padres da permit-a f.-equentar os curses es- seus similliantes na Europa e na grande figure moral de Christo tanhas, de valles e de rios incul- Igreja, cs mysticos de toJos os co!ares do dia ou da noute, estas Asia, n'America e na Africa, e -nenhuma mais bella, mais po- tos. tempos. chamaram-n'a pelas mA.- conferencias da praqa public nas ilhas mesmo as mais incul- etica, mais consoladora, mais di- Veio da innocencia candida is acariciadoras evocag6es: sao escolas que aproveitam, e tas da Ocehnia. vina. do que scja a figure de d'essa Virgem, que na sua hu- Rosa Mystica, Toire de1Mar- que admitem ao seu ensino o Si outros grandes intuitos nao Maria. I mildade e na sua ignorancia sou- fim, Porta do Ceo, Casa de Oiro, mais pequeno, o mais humilde encarecessem a importance da O espirito sceptico ou materi- be chamar-se a Serva do Senhor Estrella Matutina, Saude dos mesmo. Sociedade, que amanhi vai in- ahsta dos seculos poderi, quan- e a quem o Anjo de Deus cha- enfermos, Consolaqao dos Affli- Sem esquecel-o nunca, a KBe- s'allar-se solemneme"te,-bas- do muito, negar a verdade his- .mou a Bemdtdicta entire as mu- ctos, Virgem das Virgens, Rai- neficencia Publica dard todo taria somente para angariar-lhe torica dos facts, mas nunca dis- Iheres. nha dos Ceos, dos Martyres, dos incremento, e todo o desenvol- as sympathies publics o doura- truir ou desterar do espirito hu- Como se podera explicar, Apostolos, A Salve Rainha-a vimento as escolas existentes, do sonho de sua com- uniea2ao mano essa verdade symboli- que, sendo isLo uma lenda pro-.e- prece angustiada dos filhos de multiplicard seu numero e me- e de sua convivencia corn todos ca ou real que d a existencia da dente da mais remota e inculta Eva, n'cste valle do lagrimas, a lhorara, quanto for possivel, a os povos do Unicerso. Mae de Jesus. regiao de um paiz conquistado, Ave Maria que 6 a oragao ves- sorte do meste e a condigao do Deus pelas glorias da Virgem Se sois descrente, materialis- se possa ter transformado n uma peral e pelas palavras do Anjo a discipulo. d'Assumpcao fade bern a sl3e- ta ou atheu, deveis acreditar verdade que ha de atravessar to- conclama Bemdicta entire os mu- A um e a outro virh sempre neficencia Publica,. em Maria, porque ainda assim, dos os seculos ? iheres e a eloquentissima oravao em auxilio, melhorando o'salario ella vos uma necessidade; :nao Fi.cou isolada a lenda ? de S Bernardo, sao de urma bel- e conferindo premios de anima- podeis viver sem ideal, e Ella' Nao! Os aconteeimentos con- leza tao grande, que encherao Oo ao que ensina e ao que a- ,-Pourquoi l'aimer si la profonde- vos servirdl de typo ideal, de syn- tinuam, succedem-se, comple- de poeyia a alma de todas as ge- grende. ur de I'abime qui s'elance devant no- these abstract de todas as per- tam se. por uma form tao har- raoes. A tarefa exige, de certo, us, es oalmen in rmome q rnv- feic6es humans na mulher. momca, t.o logical no tempo que Na terra, entire os mortaes, capital sufficient; mas a Bene- do bonhenr dans les plaisios munla- Nao se poderd jamais, ideali- a Historia, embora feita por ho- ficou o seu culto; ficaram os seus ficencia PublicaD espera havel-o ins...-R6se Meyer. - sar umrn typo mais perfeito na mens rudes se v4 obrigada a re- altares; ficou a sue imagem co" da riquesa inesgotavel da Provi- terra; e foi por isso que o Espiri gistral-os. roada de eslrella ce cercada de d'-.nia Divina e do concurso de gg,, tc Christao ou o Espirito de De- Tiveram elles, por. ventura, anjos e de rosas; fiCou'S.seus todos os coracoes patrio'icos, de -. 42 .i/ .'Sbir3-8~gi %. ^-- ' i ^ I t ! ~-1'--- - -'- -.. - Al *LDIErB ca suffragios: solicit prr-as. fa vores. indulgencias, e mendiga! um olhar. L:n sorrso, um suspi- ro: ruge e chora, ji timida dessa nimidtz de columba, :a 'ous-da d'essa ou-sadia dc hven: ; rm.is v +zes scvI-ra, outras jo.i: ora s.e mnstra iprantla como urna v.- r. ,o, ora amea..:dora coma aa crtera d'um vulcdo, ou tuiLM-P uim mar enraivecidlo; aqui per- -uasiva como um- sorri-o de Ve- nus, alli convincente como c a- c,-no da c.bec. "- i- uiiter. A p.ldavra o reme /*:: a.'ocza os l biot e o rel que embr-a.i- coragv;: c a chamma ij"- mina e a chiamm -tp'i -. v bra: e o rio qn:-- des-.' -,. r, --. n - in-ate por eatrm nr.irgens ;,on-r das e o r.o c.u.laiso e fort- qu_ rompe a3s sus barri-'iras -: dirrama pelos campos tuJo ala- gando e tudo levando em rsn a nmarcha pricipitada emin eos. tm vio'encias; e, inalrmer.te. a nuvem. d'r nde se desatam chu- vas fecundantes e a nuvem qv: gu ,rda ou dispede o ra:o Eis ahi, em ligeiros tra?.. e n'uma linguagem coacreca, u.s long da pal..vra humana. o ,mais alto predicado,-uma pre- cicaaio, o dom de m.iis preo e mais preciosocom que Deus brin- dou ao home. PADRE J. rE ALENCAR PrExoCTm Ac. ; L.tj i ara z etas WAnik Med;. la narmnsidaI. sorb.' arrebooe . D -vast6 unbe- v ro zpl' kuraanes : tirnan au la y maresv vans. La epopeya con vrcios tornas-,les. 0( KRE-BA Ei .~anntnci nonJo.la , SEv ,-ador 41- !. ilu-sre man annuncio no oa. Pa a hje o segundo annuivee- Pior laI lira ,ue caut;i i ritanes --- isario-ds morte do dovenaturado 1a-. la latria en firci-tu .!eo. jornalista Jose Esmerald Sobri- a Atbit oiaa vy Promete Com o intuito de tornar mais nho, uma das glorias do jornalis- Y sailrt n rali..-soal entelieo festivosa a inauguragio que se amo cearense. Lo l., Aunde .. 'aion-.. Paladines .. pretend faser da sociedade Be-i Sobre o seu tumulo depozita- S eeficencia Publica, no dia 15 drc mos mais uma co6a da pauladcs. T.,-i vibra en la inbente catarata > corrente, o Sr. |os6 Ferreira de =- De inspiraci'An que desbord6 del Plata e int.pirae nque de ixen rd del Plai- Meneses promove u-s ensaios A -rande SnertA l de concerto no Pedagogio. TORI:ES FRIAS Con;ta-nos que fasem part A festividade da Exceka Se- __________ -. do instrumental os Srs. Cicero horaSancta Anna realiso-s Villa-nova. Severino de Brito. defiant e commovent d- ten -'n opin'6n publca. porque A linia uio re'pounla nila; iaaa i Antonio de Mello e outros ama- xando 4 t -dos a convicioaV d.- las naciones se form n ,- tiea d.nl- does. que foi niesmr- abmncoala pela habstacones en qu^ ie tian s B-ao rIh. era lo- oS. .Jexeea a da Divi Di habitac:ones en que se cn ehido pr eia. sieuria ae- Da parte vocal acham-se en- e e progenitor d D nios tva. como qne sale que faz e nio curegadas distinctas senhoritas d ehrto. \ an hay quien se cmnefic c-ti para onvir palavras lonas. A a-, de nossa sociedade. Promovda por uma uoqa pc- en ca:nbiar el destino dt los ni- "ganh; yeni que elia nio Ihe dava O0 ensaio de hontem a noite bre. a Sr? D. Raymunda aSomu- st. trob.ndoles la inocencri. 13z respost. caliou-se tambem e i an-de deu born resultado, que muito el. a festa encontron um aTppo n pur dan sa de los pensam;entos. pli'plic'ldic" da agsnlha no panno. Apres la bonne nuit passee, penho. .Cahiudo o sol. a costare:ra d.broa a Poar vous accucillir au r-eil Ninguem se negou a prestar- istaa paira 0 d:a seu:iiute:- ut:na- On voit sourire ai la croise he franeo e gener 'o concurso, *(-# ania nas-;e -nooLtro. atdque no h -as i e as destesis do culto ermbora }Arnur e nta hara.i. a ...... e Al- j q --t- f peran- Ln las.... .au - Encoutra-se na Pharmacia T e finee 11 ne sait que chanter et rire grades, forampromptamente sa- VcanYdo ic a nei:t d., bale. e a haroueza 11 d&bouche d_ vieux flacons, tisfeitas. Era aur vez ea ac.h i. qne .I v.--t:u-e. A c,-tureira que a ajadou Et, lc soir, de sa poche il tire Corn a bancio de DUus tudo ,ra um novello de linha: ,a vestir-ae. levava a agulha espetada Des flutes et des violons. corre propricio. LOS NIMOS -wr v ca ne ar. corpminh. par-a dar alm puto u .--- ia cheia de si, oa enroll. a.a. para n- -ario. E emquanto compunha o Baela uhlc Los nifios son como el s.l: pT finr que v ae alguma :,-a n-t vee-tid la hella damn. e puxava a mtBeec. e Aonde quiera que penetran le- m "laJ oo ont0r.,. arrvza;ava daqui oou ionde quiera que penetran le- nli. a. atlj. oando, a ,ich No Ped gojio abriu-se mais Es- em via de exeeuqAo o pro- van la irradiaci6n de la luz. _Que a deixa ? que a de u per- tiando: a linha. rara mofarda azulha. curso de ensino destinado a me- jecto de crear-se ama sciedade El sol ilumina la nauraiza; que? Porqueihedig) qne e-st comipwrmunt.ai-he: ninas e monas qua nao poiem destinada a promoter o bem ge- los nifios iluminan el hogar. umr ar insuprtavel? Repit. que 'In. -Ora agora diga-me: quem e que irequentar aulas durante o dia. ral pela propagaqAo da instruc- Donde quiera que se present e faI!lareti mpre o que me der na ca- vai ao bale. no c-orp da haraneza. Assim tuaeeiona todas as noi- ao no meio de todas at claoses te un nifio esplende una aurora Q faendapt Senhora? A n- a vest idoe ar tes sob o magisterio das Exam ni cinae. n .e m.do que aquelle qae que saluda al adia; 6 el n:nio a ra nao e abianete. e aniha. Aqueolla mintos ediplowmitas eniauatro vo- Sr? D. MariA Christina de Jesus ja souber alguma cousa, apren- porver. m cabeta ar a caix:uaa da costa- e D. Antonia Macedo de S&i Bir- Ida mais e aperfeiqoe sua cuhura Los nifios son brisas de prima- menUar? Cada qual tern o ar que De- reir. antes de ir par balaio das rete e i count as seuintes a- intellectual: e o inoranre, o a- vera impregnada de perfumes. he mporte com vda "mcanas Vamo. didelet. lumnas: nalphabeto saia da priluitiva ru- Los nieos son diafnas an a Mas v- or tlha. dar m u a1 ane ca de Maria das Dores Pereira dsa e brutatidade, adiantmndo-se cas nubes que transpoitan al ci -; -De certo qne son. d o experlecia murmurou Maria Amara de Jesus qualquer couss, que seja antes elo. Mas p~rqae? i e u;o reno. experiencia marmurmaou e Mr d _ elo. -Mas porque? Ia Vobrel aul : N Anda. apreade.' Jo efa Maria da Conce:ao I anhaso do u sem nori. Son los angeles de amor que -E' boa Porque cozo. Entao .s aa. po15ae t L: anrdr cam-:nhoe Maria Leite -t Ia. Can aa_ ~ en ahr:r cala.nho Marda Deie adnnr alegran la tierra. os vestidos e enfeites de nos ama. pi a ella. e ella e que vai gozar da Caeina Fe rote a.j Su candorosa sonrisa, su es- que que s coze sino en? ida, q to ahi fleas na aixinha M ia e ones S-Voci- ? Esta agora , melhor. Vo- I'de cosra. Faze como en. qae nao a- Maria das DoresGomes trepitosa algazara, forman el him- i c que os oze ?Voc ignora que hoparanem. e a- Petronilla M de Jss 0 anno passed entrarsm no no constant de la inocencia que quem os coze son eu? espetam rico. Maria das Dores E: Santo. liraz:l 85,416 imnmigrantes. dos se eleva al cielo de la familiar. i -Vocfnurao panno,nada mais: enu I Conti e ta h:.-tria aun professr Antonia Maria de Jeans quaes-32.575 espon*ancamen- Tristes 6 alegres, sentimos u-. que cozo, prendo am ped ao ao outro. de melan'olia. que me dis'e. aba- Ursa Marg aria de Jes te. send: na duke tranquilidad al contact don fei as babaos nando a abea:-Tambe e tenho Gertrudes Alves Pereira Portugueses e-Sire, mas que vale lis.so? Eu5 u s evido de agulka a mnita linha. a Portgseos 4.40' de esas criaturas adorables. que faro o panno, von adiante.poxan- maita linha ordiaria Maria rmblelia Rssos 4.4019 Los nifios son tiernos mensa- do por voe6, que vem atraz, obede.- Maria Saturnina Allemaes 3,337 jeros de esperanzas sublime! cendo ao qne eu fago e mando .. RaymundaClementina Austriacos 3.145 En sus semblantes suavemen- -Tambemos batedores vo adian- Mhado d .Ai. Maria as Dores Gomes. Svro 1 te rosados siempre irradia una t do imperador. Holladese? 1.009 promesa. -Niao digo isso. Mas a verdade Ae Franceaes 654 Dis ama a los nifios porque qae voce faz am papel subalterno, A ida de fazer-se nesta loca- 0 rest dos Immigrantes per- son en la tierra los divinos inter- indoadiante vai s6 mostrando o ca- lidade urma exposiio de todos tencia A outras nacionalidades. pretes de su selestial idioma: el minao, vai fazndo trabalho obsaroarte e d insdus Semfim. En que prendo,ligo jnto. os product. d'arte e da insdus- -- amor verdad. Estavam nisto, quando a cstarei- tria da terra, encontroamais A'rMd.a do aad sin embargo hay quienes ra cIaqon a easa da baronesa. Nao 1I 1111 franca egenerosa acceitavIo. se complacen en poner en sus sei se disse qe isto se passava em Consta-nos que todos os nos- Chegou A cida le de Cxn ca. tiernos labios frasesdescompues- casa de ama baroneza, que tinha a Atteto que, na minha clinim. sos artists e industries, jest a io Mexica, o andarilho Luiz Ma- tas, para provocar en public la modi-ao de i, Pra T dar e p ocasos de Pls prepmrdo seus trabahos, e as- drigal qu. segundo as suas d.- hialidad inconsciente fuera de latraz della. aeustmir, P- daris t=hO6 e&ad0o w- sim tefetnos de ver e de aprec- dcm ezpa^ e fctaar sentido moral, que solo debiera gon da linha, enfoa a litha a ape- pg do Elizir de Ne4rra, ar maito breve mui~a nobvidade: una inagem A roda do muudo. complacer A series gastados por Iha e entron a cozer. Urs ie on-a i de: aethico Joao d Wva Ohatiilssimo Sr.Pelusio Cor- ae'iroferir una palavra e sem el vicio. am andando orgalhosas pelo panno, Silveira e sempre com resultados reia dc Macedo est .preparando iro. Aftea co. Hay quienes miran con indi- ad ante, qae era a melhor das sedas, rsatidftorios. Ium a cda ei a dinheo oai a on erencia esos adorables series, e tre a l streira, geis O St. Franm i .s da companhia mt a S ead como i ostgalgo pdetDiana. p diza a r Dr. Dr... .. N .-da .... B 0S.. ... _o a u -porta-- d e...O .,pew-0 sapesar que como ha dicho isto a6r poetic. E diia a agn- Br gil uma espingarda de fogo' andarilho eahiu de Buenos Ai- ma grand pil6sofo: tha Firma. eonsda...) cetra. "ree em 1906 e esteve sassesiva- os s pequelosragmen- Entisenhoraliha,and ti- Sr. An o d Mello uAou, Sde o semadosenel no qe d a poviolo memo correct, systhe- EquadorColumbiaV zu de los niflos en Ia vida Irque ase, dim d "IW I b ma -Stradivirus. ew s.^ I importa couigo? en 6 que von M ffisd o isthmo de aqamk- privada, se abren un poco mas entre os dedos della, unidinha a el- i i 0 Sr. Jechonias Cavalca-jte poSl & aaMxiaodMex o stad.-U- tard ca ecl mundo y se convier-: les, fcranmdo abaixo e acima.. de Albuquerque ura curiosa es- nidd Ai ia *9 + ? rv I-'r- vania. SEntre o BeLa Sexo correm animadissimos os trabalhos de suas mimosas maos. Uma vez por todas avisa-se Gravatas, fronhas, fichi., toa- que todos os domingos a uma lhas, lengos, bordados. palm-s, Shora da tarde haveri ensaio da f.ores, e tantas prendas de ~os- Orchestra Sancta (,cilia no 2? to e merito, que long scri salao do Pedagogio. ennumerar. A' noite, pelas 7 horas, nos' Tudo, poLs, tern de figurar domingos sempre havera no! nesta Exposigao, mesmo o cha- Conservatorio ensaio da music peo de couro,aperneira, o gitao, Padre Cicero. a mala & & & Assim fiquem todos avisados De tudo iremos dando noticia para o infillivel ensaio nos do- -~ :.;n,,-;--venha on nro venha I Esme-drawId ; Rico, tti f: fi i,.re Cx.ic.. p pcs, quc tiverem de o0 pole dtoer-se d( pt'. ms po-so lepuratiivoCan.didacomodotesmoreae,queoelevamna uma 'D' i .pt.i. p' o ..r. xosico podemde tambemm o per usno tla poenas. o mellior especifico contra as ephera onde jamai poe - tInitic. par t'r" : aoo 1-d1l vnr o1 manldir appresentar no' o op no tve reli- molestias da pele-O pequeno tingir-lh3 calomnia seelhate. em But non Aires. pIo territ7,i.. 'la",'.jo o seu nome e decla-', cocl-se q a P lytica cro soffr o uma crup O Pe. Maranhte unncea proto- d" Brazil, O, n .:,rilho vi-.j co- ,, oj. .co ...u.. pr.tendem of- ,to comple'amente curnda pla na pelle de pequenins vesicu- geu can aceiros, nunepatroci- .- m< l .rprte qu .;h t.dIu, r, .fre- -c su. ar.. ou industrial. tempestade. las en differences logares com-nou criminosos. I.i::1ic.t A imprens. .ublicar:h os no- i --" secrecqaode uma serosid.-deque E' falso, d mentira. ., ;mes los .xp.;itores. e. o tod .ub.7 m arn se transformaram em crostas. Ha oito annos que para honra 'I. V.ITALICIA PERNAMBUCANA SOJEDADE MUTUAL DE PMENSES V1TALIG1S APROVADA POR DECRETO DO GOVERNOR FEDERAL, N? 7638 DE 4 DE NoVEMBRO DE 1909. FUNCCIONA EM TOD' )S OS ESTADOS DO BRAZIL CAPITAL INICIAL Rs. 40:000$000-CAPITAL MUTUARIO0 ATE' 31 DE DEZEMBRO Rs.265:327:00 AX.A&." com 5$iooo q t ecosdOisaides por atz, Vos assoclando I Vitalicia, obterlis, depels it lo- ames, sits utnsas at l oo$wo, iraute a lida. C A. coa a pquata (cosenia 2 t 5 2$5otn cadamez, alcanarids,d epo isdt 15 aug0s de associdad taltcia, pIasits tnasats a15 5$oo m qato liia tiftrde. a O AX .A. $ooo msa l dtis telar sa paslto atf5o$ose ponauz nou pecUllo Istri at ls. 1:osoo$1 0. 7ta aguca c Gml 6 alnttlscal Joest Aidr A VITALICIA : ( Isnpolw d fiifktL PBERI1 A VITALICIA : (UtiI dma (ifaSii. A VITALICIA: Uad tW II 0 IfilftEia rlik. *SEDE:-RUA BARAO DA VICTORIA N I19-l1ANDAR RECIFE A. ". . *L L . 4 .i41,' - "" o : : .... " - usou apenas I vidrO do mara- de Deus e salvae&o dSR alm"0 0pmIaui 1'ctt)s ." v.., -. -.ito, hl~ e enlofr. e,)m bariha de pa)rco busto e sdo. Estou prompto aju-grado miniserio nests friguesia, 0 Sr. Joan jos Jc 0 1v-.r,. 1 p Irop .s On de 8 mrammas de flo toe Estu pmpt aju- grado ministerio nesta freguesia, o p:m':iroqJ s trox .\'r: i: f i... d(prop, io de g rammas de r rarpor tao feliz resultado. trabalhando admiravelmente as o"nperri'de enx,,re are3') g-rammas devinli qua Deli onfo.era- to par--, a.xpo.;-o. bad nafaz-se umn pomada con- Barhalha, 8 de Setembro ie vpreinh que Dens ihelconfioa, em- mUni banpuinho c' c.r.io sa.. (',d a tlodos os ofn:-ia- tra a surra d,.i anninmas, a qual 1908 upropaaro sua verdade e illuffi hido de uan offi :.a ,.e c.,rpn d: )-riros p.tra compare-' tambnmu applicada nas empin-. em propagar a verdade e diffi pobre, sen ter me" : rr.i :.cre:; "o .., i .iw dii :;. pri- gns e da-rtros. R-iymundo Beserra de Mlariadr a em, sem pratbcar at hoj mental necesarmiaos st-u r;.,- lo, mni'iro -,.tio J-' !'- da'..'., afim -e_ um ao acto que o desabonDasn, fi entretanto su of--rt" ,,',': s" ....,,inr concoriar no i na- --on'-_....e..ora.... lReconlhego a firmna supra: dou ft utua acqfo qe escandalisaarBe oa vaf competiranto sir'.ut.f, si aem r c ncor. niente afim deU 't Brarbalha, 27 de Julho de 191o. s us parochiannos. seus colleges d'aurte. :oderem concorrer e figurarl Com enorne concurrencia, o T.-= p.- Tudo quanto acabamos de af- Si neo ganh.-r o pre:ni,< )e timbcm n"a Expjsiao. Mlensenhor Cottafari onm nome de firmar podera ser attestado, nao perfeiao, ninguen Ihe disputcarai -=-_ Sua Santidade o Papa 1io X, Lucas E. DE SALLES por gentle do quilate do correa- ;a gloria de ter sido o primei,'t t"c. ar:,-.e eau.PortaiMte collocou u:ua me.lalha de ouro pondente de Lavrs, mas polos object que veio para a Exp., ae peito d t senorita Cordoba, Ghomens de bern derta terra. si<;ao. ,M. Gjutoy.se, nti-clerical do de 11 annos de idade, que in- Geralmente estimado; ricos e -=f- *.;-upo dle Combes teve a tranque- pedin que various pasto:'.- pro- INEDICTORIAES pobres, grandes e pequenos to- r Ille Rw'e Isa de dizer o seguinte: testantes tomassem conta do vin dos tributam-lhe sincera estima, SCrt io qnc in', anti-clerica- te czianlqas que tinhibam ficada na : respeitosos acatamentos, que el- Em 1894 este alfaiate inven- ,,, soms raiv so~, fracos e impo-,orphanlade, em c nsequ jncial M ILAG R ES !le pela sua vida Evangelica con. tou urnacourasn de feltro e ao, 'tciutes. T'emosci imed da Egreja, dos turrewtutos. quistou nos coraqoes Milagren- pe-anto quatro kilos, e quo pro 0 d'ahi provoem, sobretudo, o nos-| Na secyao CiCarteira dos mu- ses. tegia a quem a vestisse contra as so odio contra ella. Nao te:nos incipios 0 do O Cetamav, depa- Continue o gratuito inimigo baas das carabin-is d-. gueT1..1 valor bastante p tra realisar cou- ranos corn unia corresponhlencia do Pe. Maranhao na sua inglo- Submettidoaprova,porordem sua superiores ao que ella faz; de Lavras, na qual o seu escre-' ria missaio, que elle jamais dar- do ministry da guerra nleman, a o que queremos o struir e vinhador procurou ferir a honra1Ihe-do appreqo,pois a sua grande o inventor collocou-se h sis pas- 'sua obraq.d q e s esuir 10 nosso illuitre, virtuoso e mui illustraago alido-se ver adeiras o d'um plotao de soldados que erido Pastor, Rev"l? Vigario virtudes de humildade e prui- trasiam as principals carabinas! Tmnpesta:le 4que cuera P'. Miranhao, emprestanto lbho dencia sem par. t tes como Winchester,LAbel. M- o titulo do protector de c2nga- Continue o rancoroso escrevi- nulicher.Disparadas estas arm-is,i Eni Emlonkobes, noPalatimndo.I You are exceedingly kind to ceiros e croeinosos. nhador a votar-lhe incabivel as balas encravaram-se ij infle- uma mulher, qu-, ha doz annos. invite me, h.lwever I cannot a- Aquilatauios do detestavel odio, que elle a imitaaio de xivel courage sem que causassei'vivia paralytica em umaca'na,foiiccept your invitation. 'procediment6 do corresponden- Jesus Christo s6 Ihe votari com- o menor damno ao inventor. curada d'uma maneira vredadei- Dear friend, always ezcuse te do 0 W('etama, e s6 pelo a- paixdo. Isto anniquilaria a balistica ramente extraordinary. me. mor e estima que dedicanmos ao Continue o correspondent de modern; a couraca nao foi ado-j Tempestade espantosa acorn- Sacui. nosso dignissimo Vigario damos- Lavras a calumniar o nossg bon- ptada pela Allemanha, e nernto panhada de graniso devastou a- t Ihe a bonrn de uma resposta. Idoso Vigario, que elle dando o pouco a Italia,pela quem o invtn- quellas regiao, aniquilando todo- 1 e triafiphto m triumph Antes de tudo deelaramos aoldesprezo merecido tera para _ tor oflerecen-se tambem. ios vinhedos. tal escrevinhador, que o Pe. Ma-ISnr. correspondent as palavraf. D'essa epochaem diante o al-1 A tempestade era de tal modo Senr. Pharmaceutico r-anhao nao darA o menor apre.o do meig> Nazareno, mento; A ninguam quiz revelarjestrondo e reinava umna tao gian- Am? 0 Clero cearense, os homenslelle ndo tern juizom,. o seu segredo e, agora, 26 annos:de escoridfo que todos julgaram de lein da Capital -lo Estado e1 de Juho de 1910 depois, acaba de morrer em que era chegado o fim domundo. E' replecto de enthosiasmo e d1o interior conhecum o Pe. Ma- Franefort sobre o Meno. Tomad do terror, a paralyti prazer que tenho a honra de vos'ranhqo e sab.;m avaliar d) seou Os Milagrenses. 0 r_ J -ASU% E M." oCrOur& ~UL1L1AiP uu7 - . ..... .... - -- JOAS^IRn ; GAPATARIA JOA EJPERSEVElANQA S i E sti "p< ttar '.t % se encarrega d t. cICINATo V WI' .a',rer ralc toos em couro e Viato 4',* ;ar .ihn. c;.o I r- ar i t ito s-n rs gieses oras qi u rmaatni ?<. h.i- rx ear' eveide I t-.w ^ ( 11 1: d rm lhoris e de I w -- i t t ,.i:4 i. A t-.-c ni,, '. -tm'o I c''n' < Ci'- :I de Ol:veirA I'wa vs,t.i ,\ I ..1A KSTit;' .5 I-A-I e t i io I a t :i !- $' dr , "'-." I IZ i P r, U M'!" PARMAClA CARVALO; O,'EIRA & rNATIM Ha ntis centcetuic.-:; ph' aem t .* j 0 ri: r:. *-:- .rlt > ret-:. V aria .~ O rtii pn ;. e r::--r e p';rv," I "o'g" t .". >:, t.^4,.e : -t' Che naI Cl ,hitnicos. e~s~ ia.idapr a harm -iae*t:.- a t dt r -.iqo -,a iae swrs Inv nc- IRa 't-a? itanr'-. u h -* ;r i .o e rl qi e s< p mptnid. cu:-datio r s--A i. m dr ~, s ,'i. -a .,xtrsnceirn ; ..a 0 BARATEIRO H Y: "anocl Y'u kljas bit t-' o. wa 1 T ,' \,-,--,' i-t .' - l .t r C.-o. --- a.. --t,- :.'A-TinF r.-A A POPULAR SJ, LANDIM l^i d, fa .L*s ;:=', ar.-,4 *t s c-e-. r. d ap .r 0 ,p A : .-. ".ga- . a (e" .- ? ei c,'c..> -.^..t d ;* ,' r. -j ; " SI u ri , ine;ri an >da ^ ^ .... .- S.t r x.-. e. P pat P OoIS IA RMA S o T Ta. p.:r py-at r, c,. IA iA dm fias(.<, f a-rr -n.. e-'!t a-- . -A PraC d< I'daSt. n*. ?72E Sn.rnri- s*. .*C r *-. dale do raeaoc-.' no.iw;i& 6e a -1 r ----- - I4 ta&, Si e~r& P! a c .7t " I Jer.&4c0 Fri-.' <. e . FUN ILEI RO I: 0. -e t . ad l:t. ArAr e Tradis f- TTA r F .A O -i.ei ... ca- -p d tod a r- ti ; i ;, t: d F -,- : aa =, - i aet Larwat rx r .ds T5r, o, a i- a t w :a1-s ae .- -- ., OW tatm.6 ,w prrt.tZ. Js A-, A A'tratr'& a R A CrZ E O Prart d .* -I 9 _____ FARINHA DE a PN.-AJ os, Ar Mr& a-.NDIOC. e ft~~~~~~~~ ~ ^?YA X? Jf^A.e;d&^'S Ti - LUJJs db acsadaps KWLaecias s-.. i. ow oe e er i'ik4i ^e a-fa ir P ames Wmp^Mieta. d. tL.. T, jtix seaftrma MTwria a c r I * . *iSeawi 4' ae.. grnm.i..as a fr -3es c .:- .... -o e- a ; *ind I Farinkia as' M&dic' ct pis'ira .Ila>.ade. -VENIE A DINHEIRO--- ae .t--- ea r talk(. i ],re c BARATIS'STMO. . RUA 1`0 PADRE CICERO :.' 3,1 K Bep a-UMIDO A.. PAw. < X,. \ s ? ra rjdro r** q hn -'w- ra mma do Arar4e 9aU * SAPATARIA .P e..- .-AESPERANCA i B :t *. .a wasse ie do t ser... qmma.. C - Sl- e- peA a do iraw muka residemlac- S IT: Ae Awx Peiiu xar-*.e- It k*z~ Alar- ,n*. ( J. J. ii. t'*t a do. ta 15a No (",-. T .: .' .-er ? .,~ .bf;5i: *:.* r-2r =.; A CRATO ECONOMISADOBA PAULISTA CAIXA INTERNATIONAL DE PEN- SO,.ES VITALJCIAS. App ovadA ior )ecrato Federal. con ldeooeito de -arantia no Thesaoro Fed-ral. BARBALHA 0 rel dos di paralivav StMiXir paoratifv d CAJpAJA SvA A, 5raporreional ao capital de peus)ea de mil I'reparao par Siivro Jcs da Silv2 S canto nae R Lan Approrado pe a In.poetoria de Hy.-ne ae r ccm bonas commnodos para R trla a Jnt al do Cear e antorisado per d xrcto de I. de J~te. .e.u ... flaN Ir Sio Pauio. Novembro de lo9. ami, a100 r eto Sele em S, PAULO: RUA S. BENTO, 63 0 lricuatittsmo em 1uu',per i.rri'., n a .. s Anti ecriporioda Companhia -Mog-aa) p/aew a ene rg;camaet c,&mba)tid: Syp i.'l/i.. Sorr e nmem uu n'.- Fill;d no Rio: RUA 7 DE SETEMBRO. Ilcra de qrr d, q"!i. K por m a t- 113 modl lle: crof3las; Canerca e ,ua!qwur ir- aato ENTRE GOXNALVES DIAS E AVE- lestia de oriem veneria; n" ELIXIR 1.W ar r.a Rua GrnIDde. o. .h i NIDA CENTRAL) CANINAA eSAniefrms a c~a e.rc re, -a T. Mrrrc -- 1- R EC rP r ra pida TlA venda nas Pharmaeiacs e no d& o -it- PRESIDEXNTE-Senador Laiz P:zal. It' mceno ds it senador EFtadoal ex-chefe de Policia e '-Sa:ta.rio da Agricultura. do E. de S. A SARMACA ECR-rARIA-Commenda .;:a .i 'harmachi L'r ..-T ia S. r-i..r.o. 3Salsamn de Tolu e EucaljpLos S A c I : .rio a n 41e i* t aial. -dComposto e prepara-lo per TI-. e-=- T SORE.R -Dr. Griel Diws da Manael Candidm da. L),-es d:. m .. --: Siva. advogado, c.apt.s:a. irvetor da l in do appar.o -il-o. peraio p-r i. mania Industrial de S. Paulo e da uoar Tosses. d- os. rte - c ,;.;imaet T as e -eada inmpanhiA de Pocos de Caldas. rygtIrs a",ama etc. A vend.: na Cans'Slho ieAL i Pharmacia Jose Candido Rua do Vid.-, 21 :. 12 .J ,t. Ex-n.,. S-. Co!d-, d- Prd tes, Dir-ctor' !':* Ikneeo i, S-<> i'e .,ul--Eiun. Snr. Co- S.wi -.ns Io .r-: .e.s." --resinte A.%_ :, EPURATIV0 CAONDIDO N.aiasuw~wu~ US f N r ,-P I R ,t-.h;o -Mir.ad.. -. -:.- ::.ro da Fa'.r - .- .... a de Tecidos Are-'asina, de Piricatiea S *..-, e deputado federal-Dr. Jol, Alvez PDimsa Ar.. do % -'.ry v Te it . *-lo? R .^r'i"es ^^--:.T J Ten ca-. de . .:r ar ... .t idaea n. ,, s, .r i , prxu .i ExA-zal i - ..^;;e ?r-ip-f .tikrads, 4-- -Lra. a r ... .. l -Sa,.A -A-.r. d.<, preparalo pelo boeicanio di. Pores, e te provisda ir :osac. ~epsboubati med-co e prvpt:.r:it-PrhL-ru. L- Pinto r de cz. da fia. L -r & C. gran deaijahor p3.p:ar %o .a r r1a Anm-ricana E e g d d < . .i - .... :. - P o cin,,o_- e o ptderoso elimi . a;.I^,CA ,e -,.>r-.:a;..; ..-.;:.c-* IT. Pe-l.io z 1 t Vi : lihio empitalia dc pexdo san. que A D7ONOMISAXtRA PALISTA Unico depe ito snaphar -.a soee. ~ co e-rn 'i s dac i o n p3ar G-iera.-: e=o fia. e-tabelc-er uma RF- . DA VIT l-li-A ----.!. -m ii ei.'., ao --- s-n so.- Tera acs -x..A, a C:XhA A Ad ea Ca-, RMA IA O s,-:a, (.- :x A psm ~&00i) di. ..... ..... ..... .. J.-' e 2 O1 de mznsaliddde a tmi direi- &c de 7veadi. tadt de t la e;, Os ockic da Catixa B. paean 5tOO de * - 1L'~s.. ~2D~io ex-x~ iauas E~ ~- !-A 3* eon~ctrn~-Lm: o~x ro ~Z rae-x~i- a ao~ci1e~ d~a- - 52h. ~a ~ I*~ c-rn ~Lt ~Ka ~irrc-~i. T-.. !f: iS 10 sa-S. a insi po-s-- ci Kiba pTjt-r er-,it-r de lc$ aXO pa.r me=- No oa*. d i. er-r taes di 'Clher-r a rc-ber a p-usS.. a as oeisci&c pF i-s* a.- s-K h*rir-oa neessArie tribsi<,de3s qua &.3le vir feitu. s-n jau -. Dad-e fa eien depois que cm- trarxi estir-er fs- c:m da p&asla. es 6- ceri *3 aA. --i.. ua- ts sas bherdirco <<0 p-. .-;. -.Za T2 qur tem df assiata qsiqurx dir 3ro. a3nea t-I it-3 te3pn frt-i- u A ?&5ki S-A p.a a pr-ocprio iadivi- dt c tv r &- -rgcr-se de re-rses sait .ca- <= .^a Ia'Cprt3or lie. por ficiente?. flOaTino d- qusqalcr Bares. qiiad c nmmarao e achar no x-ranueiro. Cr& ^ r 0 ^ 1 ani 9 txao Aa I~ ~ -~ -wadss epou de pcinrowsnr as *aso f-ca- k. c caeqd ei ao JaX.W -s eLamica ; ""SB owaexia* -.I- Kf clumue S5iTroL quo iuhabiite pFra e0t3- tm.L- .rn commikrad. sajpce oe .eaniu dsinen pfasit. Manoel Caldi-lo e- Stcia nas. pe- 2-4. c sa. s.yphii7.'e -, dos hniE;-'- vi- iador de r ers -. rmein J,,- <'a- SILVA de Silvino joe da Silva. a Rua do& Cr.- mneri. ni. W tem =m grand! 0- vsr.adi sortim-nto de drogis. prodfckt eSLuAi-- e especia3sdes pha.mameutcias. espschas acek,. pr--zza e mdicidade tie pre . BURRO SUMIDO Desappare'eram dt me stio r.a barrm card o ie ama burra cast.IrLa QBai preta axmbat corn emta Marca - de acorn a ancerts r-va--z!a a d'tO o vif ame emtue- _ar dztos auimaes. seri rat.ficada geere ament.d s Barbalks, s:t-e BreJia. 1Odf N - 'rsltt SV bl1ATO or -,.-t-H-Ap a. 1 ... S DE_0'. 0 - 04 l, i "--- A BEL3E soml -- $0 5l MI w r ie A n M M EE . . --l pa a t .. . E A" 6amSm" m m** cia CmeR Ah- Al At __ Mam -'r&EILM "& A- --nad M AV ALLO UMI M~u.sai XN~i'qd i o- -d- "S"" -- ,a,. a C"a ... _. m rw pie .-ftzmax f.!a..a.. .....fmirea r e ase r Piece s&o &-bdoMel labimbe i i Iat Baku r%-'*WmpoV I ^Weak DO ri>*. - S .I -.; ----~4-~-- ---~-~ 111- 0 REBATE ____ ___ - t * -- ~_I- I . r I to* Ir A A a- ut-t, ! I Ja_ ~3 Ai... .-, * A. |
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