Rebate

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Rebate
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Creator:
unknown
Creation Date:
July 10, 1910

Subjects

Genre:
newspaper   ( sobekcm )

Notes

General Note:
Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
All rights reserved by the source institution.
System ID:
AA00001672:00045


This item is only available as the following downloads:


Full Text


























* *RB RADOLING -. .il.'hA L AN U
~DOMINGO1 DE JULH~n~OD 90


ANN -NUM. L


EXFEDIENTE


0 .REBATE, publica-es seemanalmente.
REDATOR-CHEFE --Padre Joaqnim
de Alenear Peixoto.
GERENTE=Felismino P. de Alonear
ASSIGNATURAS
Anno ..... ............. .000
Se etre .... ....... ....... 3 O
PAGAMENTOS ADINTADOS
As publicaices de interesie particular,
on annuneiow depended de contractors, sen-
do o pagamento adiantado.
A redacVLo nr c i responsavel pelos arti-
gos inedictoriaea, nem pelas publicaes I
alkeias. assignadai.
Acceitam-se artigcs 'e religiAo, scieneia,
litteratnra'ete, prehenehendo as condigNes
de nosso programma.
Redavo. gerencia e typographia-Rna
Padre Cicero-n". 343.


JOASEIRO DO CARIRY


Airitt anhelo


Nao e de hoje que o povo de-
sta terra:deseja a sua liberdade,
a sua' independencia, a sua e-
mancipagao political.
Vem de long, corn effeito,
vem jA de muito long esse de-
sejo ardente quelmais e mois se
accentuia.
E hoje mais que nunca.
0 Joawsiro esth Iplenamente
convencido de que possue de so-
bra todos os elements para ser
elevado i categoria de villa.
Simr! o Joaseiro nao 4 urma
ociosa bastardia social, um d'es-
ses povos mumias, um d'esses
povos sem aspiragdo, sem pre-
stigio e sem significacgo que ve-
getam languidamente, pobres
plants parasitas sem ar, sem
luz, sem vida sobre o sepulchro
de sua historic.
Nao! o Joaseiro 6 uma locali-
dade que se ostenta, corn just
ufania,laboratorio de grande a-
ctividade.
A sua febre de construccgo
parece um i allucinacgo: traba-
lha-se actualmente em ma'sde
cincoenta predios.
0 seu commercio, si 6 certo
que nao excede ao do Crato e
de Barbalha, tambem e certo
que, d'urn e outro, si nao distan-
cia, e excede a todos os demais
d'esta comba immense.
A sua industrial manufacturei-
ra, ou fabril desenvolve-se, co-
mo nA P em pane liguma nestes
cert.-o.
A aua lavoura alarga-se admi-
r'velmente, assombrosamente.
E, de par corn toda esm eva.
lug o material, a sua evolu;Ao
intelecpual e morab multiplicam-
se escollas particulares que ji


se elevam A qu irenta e cinco, e Ninguem The responded.
temos dito tudo. Essa 6 boa!.., unma arvore! e res-
O Joaseiro, como se ve des- p'ron. Po's, n.o acreditei que era
tes ligeiros tr.gos, move-se agi- acabaria este maldito lar.
ta-se Chegon A estrada, cuja larga cinta
O Joaseiro vive branqneava por entre terrasde cul-
A sua vitalidade, porem, se turn A claridade indecisa da manhA.
nio conhece. nem se afere, de -0 campo! Aqui nao corro peri-
Scertopelo conjuncto de uas tresgo de que me, surprehendam. Si me
certopeloconjunctode.uas tres perseguirem, nio faltar valladoo
ml e tantas casas cobertas de matagal onde possa esconder-me.
telhas, destacando-se d'entre el- Ao anoltecer terei passado o rio, e
las, predios dianos de figurar em nma vez na outra margem, nada te-
qualquer capital do paiz; se nio nbo que temer.
conhece. nem e afere pel con- Seis horas. At6 As oito da manhA
conhece. nem e afere pela COl -pessba alguma notara que a port da
I glomeracao de seus v:nte mil casa do snr. Jobo nao ae abre.
habitantes, miis do duplo da po- Depois apparecero ocuriosos. Cha-
pula.io da cidade do Crato; se marAo... ninguem responderA.
nao conhece, nem se afer-, fi- E quem ha de responder ? Osmor-
tos nAo falam. Logo irA a justisa;
nalmente, pela sua *robustez ap.-p netrara na sala; alii a area aberta
parent e resplandescencia exte- ea ronpas -revoltas; na alcova, ao
rior, mas se avalia, mas se gra- p'- da cama, o snr. JoAo corn os bra-
ddiA pelas grandes ideas e g:an- !-s em ernz. o coraqbo partido de
des ideas que inhalam o cere- uma punhalada e os olhos abertos,
bro de seus filos e pelos nobres mto abertos!- bro de seus filhos e pelos nobresI d-zia: dar-te-ei o que qneiras, mas,
e alevantados sentiments que por Dens,_ nao me mates,--e se
Ihes impulsiona o corago gene- abragava aos means joelhos.
roso. -*Juro que ti nao denunciarei,
Naturaes e romniros, todos it- que ano falarei ... .-
maados, todos identificdo, to- Para qe acredital-o? No; os mor-
maados, todos identified, to- tos nafo falam E quedou-se corn os
dos, em ancias de crescer, crear olhos abertos, olhando-me espanta-
subir, tern fome insaciavel de do... Todavia, ainda os vejo ...
verdade, tern sAde inextingulvel Mas elles no me v6m, nada v am !
de virtue. Tenho sangue nas maos... nao t
E corn certesa a verdade os import; hei de as lavar no primeiro I
regato. a
satura, a virtude os defended, os Paron um moment olhando em
ampara, os protege. derredor de si, e contrahin a bocca a
E corn cert'sa, dissemol-o; corn repugnante sorriso.
nao ha near. -Aqut estaojunto ao men peito t
E por isso que o langui- dez, vinte, trinta! Trinta contos de
E por isso que no angui- reis. Tero salpico de sangue as no-
descem como arvores sem seiva; tass ?...
por isso e que se nao aniquilam Son rico!! E pensar que, fazem s
como searas sem sol. poncas horas, nao tinha ns quan- e
Mas, para sua felicidade no tos reis para matar a fome ... -
alle ao contrario: tetras, casas e 1
empo, para mais avan;arem na dinheiro. Bastante tempo desfructou f
senda da civilisagdo e do pro- as saas riquezas. Setenta annos! t
gresso,e me!hor direccao de se- Que Ihe restava por viver ?
is altos destinos, todos almejam Maldicbo! nio tenho:sapatos, dlei- s
ardorosamente a sua emancipa- xei os means pars entrar sem rnido na q
;Io political. alc6va. Caminhar, nm dia linteiro
Sobmpoisica. ddescalT o e em campo escabroso!... d
Sobram-lhes, de facto, para Triste de mim!


c
I





C
n

d

p


t
S

u
a
g


isto, rasao e direito.
EstA, pois, nas mios do go-
verno, e de seus represeatantes,
fasendo justiga k este bom povo,
elevar esta localidade A catego-
ria de villa.
Esta, a mais palpitante de
suas nessecidades; esta, a mais
just de suas aspirac6es; este, o
seu mais ardente anhlo.


0 salto d cIlioo

Ninguem o vira. A rua estava so-
litaria e o diaapenas raiava.
Um clario pelo oriented, e nada
ma's. Eram seguramente cinco ho-
ras.
-Ob !Si sempre fosse noite...
tudo sombras, tudo obseuridade. 0
sol 6~ am deaunciante, pensava o fu-
gitivo desisando coidadosamente,
rente As casas da principal run do
povoado. -
Deorepeat deteve-se.
-QAem U est I ?


e
e
Pleno dia. c
0 fugitive desviou-se da estrada.
Em derredorIde si extendia-se o d
campo solitario e triste
-JA fiz sangue nos p6s. Malditos o
abrolhos!... Como vem contents
aquelles agricultores! Cantando, im-
becis! Trabalham ahi como bests de%


tribunal dojury, a detengAo.
NAo, nio... Adeante, ainda que as
pedras e os espinhos me dilaceremn
os-.
Silvon o trem; onvji-se a ponco e
ponco o respirar forte e oppresso da
locomotive e o rodar pesado da enor-
me massa. Deteve-se urn moment na
esta"ao e afaston-se, silvando de no-
vo e semeando no espago baforadas
de famo, que o sol nascente donrava
e o vento desfazia.
-Corre, corre... Oh! Quem po-
dera correr como elle! ...
Todavia corre mais o telegrapho.
Dentro de duas horas estes posts
de ferro e estes arames, que parecem
mudos, gritarao corn voz que se on-
virA a centenas de leguas:-Ao as-
sassino!

Perto da senda por onde o home
caminhava .extendia-se um bosque
frondoso e sombrio. 0 fugitive inter-
nou-seepor entire as aryores.
-Aqui 6 mais facil de me occultar
do que no campo. Que ruido 6 esse?...
E' nm vaqueiro que grita As suas
rezes. Occultar-me-ei entire estes car-
rascos.
Como se esta bem aqui! Esta sanja
parece uma sepultura !
Si podesse dormir... NIo, nio pos-
so. Vejo-o sempre... sempre...
E' melhor andar. Quando estiv6r
a salvo poderei dormir. Que dor nos
p6s Estes espinhos sao peibres que
as pedras. Ah! ruido de agna corren-
te. Saciarei a sede que me devora e
lavarei as mios. IOh! men Dens!. j
approxima-se um rebanho. Si me vi-
rem os pastores... Por aqui, que 6
nais-espesso. -
E o miseravel, olhando corn espan-
to, occulton seentre os espinheiros.
Medeava ji o dia, quando sahiu do
bosque.:A'nquella horajo sen crime de-
nia estar descoberto. Sem duvida per-
segniam-n'o; talvez a poucos passes s
estivesse a policia; e acommettido da j
vertigem do pavor, fugia cahindo e a
evantando-se, perseguido 'pela con-
usao de seas inanmeros pensamen-
os. s
Corton vartas direegOes, atraves- i
son um campo, chegon a unm lugar em d
tue se cruzavam dois caminhos. r
Antes de mais vacillacoes tomon o v
la direita, deixando-o bem depressa. ii
A estrada formava varies angulos, d
seguindo-a era facil encontrar-se n
om algum viandante.
-Si me descuido !... Aquelles o
ois homes sto soldados I d
Agacho-me neste barranco. Sinto r
coraslo palpitar-me na garganta... f(
Ougo-os. JA estio aqni. Pararam ? d
Parece qune passam... afastam-se... ta
Sim, afastam-se... Um esforgo ma-


carga, como bois no sulco. : is I...
En serei livre; son rico. -
Havia duas ,horas que sahira ;da Na fimbria do horizonte, pela par-
povoaeao. ICaminhava rapidamente, toe do poente,destacavam-se os cumes
sem voltar a vista, sem lanqar uam s6 azulados d'uma corailheira.
olhar par a atorre, cujas janellas pa- -Por entire aquelles montes corre
reciam lolhos maito abertos obser- o rio. Adeante, adeante, disse em al-
vando ao long. ta v6z o fagitivo, e acceleron a sua
Ao chegar perto d'ontral aldeia pa- march. 0 terreno que pisava ficava
ron por alguns instantes. manchado de sangue.
-A's oito e meiaiclhega o trem i -Men Dens, dai-me forgas I...
estagio; As dez na fronteira. Si me E digo-men Dens. Quanto -son
atrevesse.'.. Impossivel NAQ tenho tolo !
outro dinheiro sinbo este. C'omo si Dens onvisse as supplicas
-Dar unma nota grande, um home dos assassinos... Si ja fosse noite!...
descalo, para pagar ama passage Terminava a hapadae comegava
de segunda ? !... a montanha; viam-se ali schistos ar-
Como as este dimheiro ?x gilosMs, que faziam pensar-Ae em 2o0
Examinar-me-iam, observaram e- sa que enorme amoutoamento de IA-.
ste sangue... xLadrAoI Asasa moI pidas rotas, aotraidasrde um cemi-
Para a cadeia!* E logo a deasa, 'Aterio dey'gantts.


Entre as juncturas d'aqueltgro-
das, cujas extremidades se qaebra-
vamn aos p6s do caminhante, brota-
vam insalubresplantas amarellentas.
0 home, por mais quneandasse, ar-
rastava-se pelas faldas dgs cerros ca-
da vez mais asperos. 0 cansao, a fo-
me, a sede e as feridas dIos p# s fazi-
am-no parg a cada instante; o pa-
v6r, porem, dava-lhe forgas sobre-
humanas, e seguia, segaia sempre.
AtM a propria victims teria lasti-
ma d'esse misero, tal era a expreslo
d'angustia do sen semblante contra-
feito.
A tarde era serena e tranqailla,
uma tarde de estio, clara e alegre.
Reclinava-se o sol sobre nuvens
avermeihadas, diffundindo no bar-
bechos e plantios-raios obliquos.
A largas distancias estavam as se-
ries de casas, cujas cbamines fame-
gantes faziam pensar na paz do lar,
na ceia saborosa, no somno tranquil-
10o.
-Os que eatbo alli, pensono fagi-
tivo contemplando uma granja dis-
tante, nao tAm medo.
EntAo, passon-lhe pelo espirito a
record ao da sua infancia, da soa
juventnde. E parecen-lhe ver a po-
bre casa, em cajo hambral havia go-
sado as caricias do sol; as arvores do
monte visinho, entire cujas ramas es-
p6ssas arrulhavam os pombos; as f6s-
sos feitos pelas enxnrradas, cujo rui-
So as nstava nas tenebrosas notes
de inverno; as rowas, em cajos snlcos
fecundos tantas vezes havia gotte-
jado o subr de sen rosto.
Tambem elle amara...
Aos domingos, pelo cahir da tar-
de, mocos e mocas, ao som da viola,
dansavam no vasto terreiro da al-
deia.
Alli elle a viu pela vez primeira.
Que restava de tudo aquWao ?
Mais cruel que a aspera subida da
serra, er&aquella ta viva lembran-
qa dos sens prazeres extinctos e da
ina honradez abatida!

Perto d'um povoado, cnja casaria
e destacava aos ultimos reverb6ros
to sol poente, corre o rio que a certa
listancia mais acima tem urma largu-
a de muitos metros, e ponco a pouco
vai-se estreitando, ate se precipitar
rum regneiro de pedras que tern si-
lo a camsa d'uma tradicao e do no-
me de Wtae do eigao.
Conta-se que unm d'estes bohemi-
s, persegnido pela tropa e accossa-
o de tal sorte que uao tinha outro
ecurso sinAo morrer on entregar-se,
ez carreira e daudo am salto verda-
eiramente prodigious, salvon a dis-
ancia que sepaft as duas margens.
Quando ofugitivochegonao salt do
iganoa noiteestava bemrn adeantada.
langar nao podia ser mais interes-
ante t Pontas de pedras, aqi e alli,.
areciam espanteads, assomaAdo-da
roefnda cortadnra;asplantas pendn-
idas sobre o abysmo agitaram suas
blhagens aos sopros do venlto; as ar-
ores retorciam-se, come de espaate,
borda do peunhaeo, e no fundo o
urmurioe cavernoso das aguas !
o caminhante parMn.
A' vaga claridade da Ins, que su-
ia no e6eo~treho, observou a pro-
aMdidade da etadfra, e sentou-se
beirs do esp atoso bArathro.
Assim permrne lelle algans mo-
mentom, Bma. atridade t
De repente oavrvoves que seap-
roximavam; levnton-se eomo aea-
ido per ume. eleetdca.
.De p6, na olhon. Entre o


CEARA-BRASIL


* *,


i ITLl A .- ......


I.






V* oP0^ ^


S- ........ .#Oro,"


0 REBATE


r 'm, era ilue el!es, que tasto se
interessaram em intrigir 9 nqO
so Redactor Chcfk- comno clero
c b Ex'"? $r. u'ispo Dricesano,
sq impacientassei tanto corn a
digna attitude por elles assumi.
da, e em se trahindo, os affron--
tassem corn ep.ithetos tAo insul-
tuosos!
Hiao de convencer.-s-. esses ty-
pos que parLa descaral-os, paraI
ao!ctal-o 6 [.nblico, como ver-
d.ldeiros D. QOnichote de I.
M.anch rao p-eclsamos do me-
n tr euforgo; pois elles, i'um mno-
do-ridicufamente ridicule, quan -
tdo mcios sc espera, deixi:h c.,-
hir a mascara que occulra a ca-
ra ty~iica --de 't-rufos que sao,
A iniquidade e assima mesmo.
--Meutmta est sibi inliqitas /


i -


Rheumatismo agudo on chronic,
p'tilis antigas on recent enuram-se i
o EI,.XlltR DE CANINANA
SilTa Silvino
BARBALHA CEAtUA


-


zs tras


Como a floresta secular, sembr'a, -
TVirgem do passo humane e do machado
Onde apena-, Ihorrendo echoa o brado
S Do)o tigre, e cuja agree ste iamfa

NAo atraves:a nnnca a lu do dia,
Assiim tambim da -in do amor parade
Tinhas o ecora;iAo ermo e fecado,-
l'omo a floresta secular, sOmbria. -

Hole eTitre os ramos, a ca, (o sonor "
Soitam inestivameyteos Iassar:nhos
Tiuge 0 cimlOas arveresi a urora....


Palpitam fiores, eettrmecem niuhos ...
E o sol de asaor que nao entrava out'ora
Edltra doiraudo a areia dos camInhos.
Olaro BILAC.


IMPORTANTE CARTA E4as cons:deragoes que le-
mos, a niuito, nio sabemos em
RECEBIDADA JAHIA ue jicioso ecriptor public
..----- d Ja'epocha, veth-nos A imagina-
Bahia, 9 de Juiho de 1908. gao, o presenciarmos essa cam-
i..o Sr.. Pharinaico e Oimico panha ingloria.que de infamias
446 da Si'-a lceira-Pelotas. ediffamag6es, de mentiras e ca-
.* e --- o^ ra-os- hamnass qual mais revoltante,
E coin a in.iorsaitisfauaoque fao pre- hI qu isrevoltante,
sAite, afim de darihe conta dos brilhan- novem* desgragadamente, mise-
tea resuitados que tenhoencontrado eom L ravelente -ontra o nosso Re-
seu prepara4tL.;.ri ." de ngwueitra, Salsa, "
Cavtba e Ga .o i riwwa4o. d Jactor-hefe, bs actuaes regulos
Seil eoit.ultar a n edleos, tenhto dAddo "i' o- *
sos mnus filios, a collierinhaa das de ch A .; o
uuta dela manh'i e ontra a noite, senpre frnfams, e covardes, como el-
uma hora antes de cada refk&io, obtendo le mesrm ; nj.nes e iovardes
resultados~ atis!actorioma boa dispo aigo e w a .Q. jn ta ea e c' ovardes
*petite. e dessa, IQfiL a e covardia eleva-
Aj l p4, 5o fri*, qqiu en snppeni da.s ao max no a de sua -
ser deride ao tempo jnverno;-o,volt.tram ito .s "ax o de a
astado-noiianl, rasao de fler f iadt mais tlcia, *ClaSesTyTseiaveis peque-
satit t o. nha no pe-eoo- de. -nos qize 's6 temn.de home o as-
park .3wr, achand-s neus filho for- fptcto, A nipoen ifalta, A
tOws eom e nmts codr eston-plenan, mingon de argumenfos piiv des-
te convencido que o sen preparado ,- .o d a n ds.
rxir de K ae;ra, nao 6 s4nmete am pre- truirem tudo O ti deleas temn
parade para a syphilis pois i um verda- ditk e exuberantineinte pre ado
deiro tonieo. ",' "-, .- p' rI .
NAo tendo outros meios com que possa 0 "Rebate" descem As alfurjas
exp'icar o jubilo que me acho powuaido da Gamb6a e laaiam mAo das
pVo acceitar co-io prova do reconheci- _. .
mento Oita h.mille carte, podendo fazer vilaniasda iniquidade e da mise-
della o que entender. *ria,-a mentira, a calumnia, a
Do criado muito grato .
Sifamia, etc., para ferirem o
Cafto J. de Moura Rosa. 'nosso Redacto.a-Chefe !
,Firmra reconhecida) Assim, disem elle, esses
Smonstros de perversidade, e
Vede-se ns as pharmaciase
drogari is desta cidade e nas da ca ... am telegrapher para a iam-
pital e Rio de Janeiro-Fabrica- prensa do paiz que o nosso He-
Pelotas-Rio Grande do Norte. dactor-Chefe manou prender a
Sum tal de Alfre~Cleobulo, e
depois... a um tron4o amarral-o,
i go i tr e depois... assassinal-o, e depois
Sde cadaver... cortar-lhe uma o-
8I1 3015 relha I
Accugam-n'o, descarados, de
Mal sao comparaveis As som- acts de crueldade que. como
bras dos desvarios e das aberra- muito bemrn o disse 0 "Ungver-
oes do espirito human as som- -o", do Kio,de 11 do mez passa-
bras da naturesa. do, em just defesa A esse sacer-
0 amargor que existe no seio dote, requintam em verdadeiro
dos mares nio mede confront symptom d pucura funriosa !
corn o fel dos humans prejui- ArchitectanI e mandam, cyni-
zc s, cos, espalharpela capital do es-
Acola, para vencrr, temrn-e de tado que o noso Rddactcr-Che-
combater a fatahdade dci ele- fe estk sublevando o espirito dos
mentos que se alhanam, final, romeiros, para, depois, expulsar
docilimos como creancas. os filhos da t9a, e appderar-se
Aqui, tem-se de vencer o con- de- todas as sits propriedades !
trapeso das tradio6es, dos habi- Concertam essen miseraveis
toe, dos preconcsitos, dos inte- corn o relapso do Nazario, que
rasses, dos ptivilegios, da ambi- tantos inimigos aqui os creou e
4Ao e da rotina; tem-se de aca- os tem creado,e depois maindam
mar a furia das paixoes que re- dizer qi~ foi o nosso Redactor
system sempre rancorosas, que quetn mandou dar-lhe um tyron
escabujam, que respingam sem- concertam ainda corn elle em-
pre risgidas, assanhadas cono boscadase as'soaham p"r seu
serpentes. chaleira e publicaim pelo squi
O furacao agouta, mas nao orsai6o,-o"Correio do Carn-
affronta; a onda afoga, mas no' ry," de 19 do mez pr.findo, que
doesta; a selva tortura, mas nio foi o Padre Joaquim de Alencar
diffama; o clima prostra, mas Peixoto quem mandou -embos-
nao insulta; a alimaria perse- cal-o para assassinal-o, aceres-
gue, aferra, sangr;', esposteja, sentan'do que em breve, 5alvez,
inata, mas nao zomba, nern ca- tenhamos em maos dapolicia ~m
lumnia. dos vis mandatarios, cpmo Si n6s


uwb


*
Yalka ailla a4uva
T'r2nsCrevemos dIt nosso Col--
lkgao -Cruaeiro do, Nortee, de-
Fortfalza (domindo 5 do nm' z pr.
findo) que por sua veto transcre-
,e do *Centroe da B6a Inpren-
sa segnuihte artigoadktfapen-
do, d'ontre ontras cplimnias, a
que contra o noaso Redaneor-
Chefe archit mente 0 mlhara a gentalha do
Correio do Carry:.-


0 sEstado de S. Taalo. que pri-<
ma elas" as u calainias contra- o
lero.m soe nuimero de 6 do corren-
to treate em titleose tubttnies a i
"nf-ticia de tbremOii'do Prresos do&; ,a-
ce doItes que aundstys, ,-diudo esmo- [
las e que causaram distuAbius e v.o-
0 desmeuntdo se fez esp-rar e o
proprio *-Itado de P3antlQo publ
con o seguinte:
*A propolito da not.cia que demos
hontem sobre o facto de dois indivi-
iiaos vcsti4os de batiias, chegados
da Argentina e que andam aexplorar 1
os incautosnesta capital, recebemos
Lontem a seguinte carta de Monse-
uhor dr. Benedicto de Sousa, secre-
tario do Archipispapado:
Secretaria do Areebispado de Sao
Paulo, 6 de Maio de 1910.-Exmo,
sr. redact"r do aEstadode S. Pau-
lo. Pewo v. exe. a fineza de declarar
pelo sen conceituado journal que dois
individuos que andar de batina. a
rxplorar a caridade public, nao sao
padres, e nem consta na Secretaria
do Arcebispado que tenham permls-
sio das autoridades eccleslatticas pa-
,ra tirar esmolas em beneficio de o-
bi-as pias.
Assim fica explicada a local do nu-
mere do eEstado de S. Pauloy. de
koje, em que se trata do dois padres
vyries que hontem foram presos.
Muito agradecido pela publicaiAo
destas linhas. tenho a honra de subs-
-rever-me, etc*.
Veio a esta redacao e ar. Salim
Jos6 Sahd e assegureon-nos que os es-
peculadores de batina nao sio syri-
es, nem catholicos, nem orthodoxos,
conforme foi publicado, mas chalde-
as*.
Esta calumnia destruida pelo
proprie joral quo imprudentemnenteI
a poz em circulacio.
A calumnia infame, propos.tal-
mente espalbtda per um teklgrtmta I
vircnlar, effinmaudo ter o padre Josi-
qnim Alenear Peixoto,mandado cor-
tara orelha de um seu parente,a des-.
mentuimos igualmente em telegram-
mI circular aos nosses mais distfnc-
toa, collegas,-que gentilmente se di-
gnaram publicar, guardando assim a
honestidade digna de am jorn ilista.
0 o0me9 desmentido nio foi levia-
no, mas baseado em telegramma do
veuerando e Santo Bispo do Ceara,
que t- rmina o sen telegramma por
est:s textuaes palavras: *Louvo a
prui.vncia da redaccio -d'O W ('atsei-
*'O.


--21 -------------- IM


pro. ri tb( Atra e einidade de su fami-
lia:isto neo 6 rewtaniee eyimeao;-6
altivez, 6 hombridade,6 sentiment,
A vergoaha que, em decima millio-
nessima part. d'um grio de mostar-
da, io posse essa canalha de men-
tira, Ie calumnia, e infamia, e torpe-
sa, e miseria, como assim chamamos
a eoses perversos ecovardes-os actu-
aes regulos do rrato.


Respots mOticia que, da
prias do dutineto mo9o Je-
sus d9qeatcr PalapKdeA
otal do Cardry de
26 do me pr. findo.

0 Cqrsario dos descendentes da a-
ga do ceberrimo fascinora Joab An-
dr6,-oa actuaea regi.os do Crato, a-
caba deo ticiar a priLso do distincto
mogo, Jesum de Alencar Peixoto, co-
mose fra elle um criminomo de mor-
te, am assassin, urnm desordeiro de


I I


PW


ll


n~o comprehendesseimos que el
les, esss pervertidos e malva-
doe do Crato, querem recorrer
ao Procwsso Vaaqes, process
este j& por deutais cedico, con-.
sistindp em insinuarem a um de
seus cangaceiros, ou a um doe
capangas do Nasario, e manda-
rem depois que apolicia o pren-
da, e qu. uma vez preso e in-
terrogado diga como elles Ihe
ensinaram-foi o pdre Peixoto
que mandou que botasse uma
emboscada no Nazario, para as-
sassinal o...
De todas essas e outras men-
tiras e calumnias e infamias ji
desfeitas; de todas essas armas.
tdo baixas e tao vis que homes
de bem. homes de brio, de son-
timento e vergonha, d'ellas se
nio servem, nem para salvarem
a vida, tem elles, pois, os actu-
aes mandarins do Crato, lanca.
do a.o parT ferir o nosso Reda-
ctor-Chele, nuo sabendo que
semelliantes armas, muitas ve-
zes, s6 produzem, como, agora.
nessa companha de iniquidades,
effeitos de reversibilidade ..
E para nao terminar aqui:
Cancado de gozos e cheio de
thesoures, o anjo das flores va-
gava, ao que dizem, havia muito
tempo, quando, encolhendo as
azas, elle quiz descangar.
A rosa inclinou-se para elle
corn o fim de abrigal-o e dar-
Ihe o seu agradavel aroma.
O anjo ao despertar, commo-
vido e reconhecido, "isse A. rai-
nha das fires:
Oh! tu que es a m ,is linda de
todas, que te poderia dar para
te agradecer
-Mais be sa A minha bel-
lesa, jA tao grande, rcspondeu-
Ihe a rosa.
Irritado por esta orgulhosa
resposta, o anjo das flores ao re-
tirar-se atirou A fageiralum pu-
nhado de musgo, para embaci-
ar-lhe o brilho d'ella, mas a
rainha das flotes ficou ainda
mais bonita corn este enfeito
verde, e de rosa simples que era,
ficou sendo rosa-musgo! Per-
versos e covardes, os actues re-
gulos do Crate fasem como este
anjo: atarrachados pela argu-
mentaqAo sisuda d'O Rebate ,
langam o musgo de suas menti-
ras, de suas calumnias e infami-
as sobre todas as virtudes que
exornam o coracgo de nosso
Redactor-Ohefe, e que tanto os
offuscam, mas esse musgo faz
sobresahir ninda mais o brilho
que elles desgragadamente, ai-
seravelmente queriam empanar.
E nao podia deixar de ser
assim. -
Folgamos muitissimo corn i-
sto.
A iniquidade em sua derrota,.
urdindo mentiras, tecendo inf-.
mias e architectando calumnias,
muitas vezes, como agora, pion-
ga mas nto gonga.



la! t

cyi~wl


profissio, e como tal capiturado...
Mas, tao foi asim omeo- cynica e
miseravelmente da a entender o tal
Cerreio do Cariry, de 26 do mez pr.
hido.
A prisao, como ella foi effectuada,
ahi tem-n'a o public:
No proposito, que continue man-
ter, do nada,por qemaquer que seja,
absolutamente pedir ae Sr. Antonio
Lals, e'jnstamente de accord corn o
que dissemos nesta folha-que o mo-
go,nao se sujeitandoA vil,pretencio-
sae systhematica persegticao do re-
ferido Sr. AntonioLuit,8smetter-
se-ia a acloe da lei, ea Ilin- Sr. Co-
roael Nelson da Franca Alenear,
pondo mais em destaqw a sua regi-
dez de character, veio esmo pesso-
almente .do Lameiro, A p6, entregar
a prisifo a brinho legitimo,
JesW. deo Alencar Peixoto, come de
facto o entregon as 8 horas da noute
de 6? feira, 17 do mez pr. fiudo. Eis
como foi a prisao. Porque o tal Cor-
reio do Cariry nio a noticion assim ?
Porque o fez d'nma maneira tiA de-
sattenciosa para corn aquelle quela
efiectnou ?
'A' noticia miseravel qune den do
recolhimento d'aquelle mojo & pri-
sAo, aecrescenta o Corsario do. .Sr.
Antonio Luiz que elle, o brioso do
Sr. Jesus de Alencar Peixoto, apre-
sewta ealma, e mais de que isto revol-
tante cynisno!
Que revoltante cynismo, por6m, es-
se ? Assumir a responsabilidade d'n-
ma accAo em desafronta 6 honra de
sua dist'ncta familiar? Isto nao re-
volta; nem 6 cynismo isto.
Cynismo, e revoltante 6 o d'esses
infames e calumniadores do Crato
que, em tellegramma circular, para
a imprensa do paiz, disseram que o
nosso Redactor-Chefe tinha manda-
do prender ao tal!Alfredo Cleobulo,
e, depois de preso, amarral-o & urm
tronco, e, depois de amarrado, as-
sassinal-o, e, depois de assassinado,
cortar-lhe nma orelha!
Cynismo, e revoltante 6 o d'esses
infames e calumniadores do Crato
que, am sen Corsario, e per seas ai-
gados, assoalharan quae o Padre Pei-
xoto mandou dar um tyro no relapeo
de Nazaio,,e q. ese ewyessdia-
leso gragVs & Protideei .aadoa
ainda emboscal-o, chegando mesmo
A mastigar n'uma linguagem. de be-
barrtea que o mais pnstulents deeeus
espoletas aqui no Joaseiro niao tem
inimigos, e que sen unico inimigo, e,
portanto, o nico responsavel pelo
qune Ihe posa accontecer 6 aquelle
distinct acerdote !
Cynismo, e revoltante, afinal, e
para nao irmos muito adiante, 6 o
desses mentirosos do Crato e-que, ae
contentes coin tamanhas ealumnias e
torpesas e miserias de que tern lan-
Oado mao para ferir a reputaeao de
nosso Bedactor-Chefe, ainda assoa-
lharam que o Padre Joaquim de A-
lencar Peixoto procura sublevar o
espirito dos romeiros contra os natu-
raes d'aqui do Joaseiro, para expul-
sal-os, etc., e que a foray que para
aqui veio, foi para garautia deo sua
vidaa e de suaiberdade restringidas
peleoPadre Peixoto em repetidas esca-
ramagu I quando essa forga foi pedi-
da pelos commerciantes d'aqui, a fim
de que, como ja o dissemos em edi-
ctorial anteior desta folha, se evi-
tassem actos como o da tentative de
morte do subdelegado por um louco e
deste pelols lhos d'aquelle, e d'al-
guns oatros, o que a6 a policia podia
evitar.
Assoalharem tantas Fentiras, tan-
tas in'amias, tantas miserias, tantas
baixesas como essas que ja por na6s
foram deementidas, e seo o inenaor
esforgo; assoalharem tudo isto comrn
todo o despldor d'ama rameira des-
bnriada, corn tods a impudenciad'rma
hetaira esfomeada, isto, .sim, que
6e verdadeiranmeptp cygismo; isto,sim,
6 que verdadeiramento revoltante,
verdadeirarente indignante.
'Mas, asiair um mogo de brio,
come o r. Jesus de Aena'r .xoto,
alresponsabilidade d'um acidente,
qune commettera em desafronta da











mm~


-i


SO REBATE'

GARTA ABERTA de vultos amigos de Fortalesa, Dr. Jose Semeio de Macedo. Barbam. asa!adwase rometre ? quoe bicho so esses que ao
Sas quaes ponho a disposiqo de Parabens pela sua feliz volta so passarem em frente Capellade N.
Illmo Psevdmohr. Pa-dV Re a ue explicam con dlar domestic e a convivencia dos Mais uma victim s caba de ser a- 8. das Dores nomaas menos se des-
dre Joaqnirm do Alencar "t qu e cam cor parents e amigos que Ihe tributam tirada A noute dotamulo pelo punhal cobrim em signal de veneragio?
Peixot, digno Redactor-exactidAo todo o occorrido, cordialissimo apreo. assasisno. S eangaceiros I Que ha ?
Chefe d'o 0o Rebate or A salvaiao nossa foi o fracas- A' noute de 23 do mez pr. findo, Chamamos a attenglo do brieso
so em Livras e os telegrammas Feohete vespera de Sao Joo, Jos6 PavAo, Tenente Romo pars essa pente.
F e enviados pelo Dr Accioly, do carpintero, Asidente no Orato, ho- -----
dir gme nor carta i V. Rev. ,Rio de Janeiro, prohibindo a A' bondade do nosso particular a- eordoi r e pdci co ar-o ch'garo mM
felicitando-o pela maneira comn continuado dos desmandos. miro Deuded t Marrocos, inspector quella cidade,fob brut~lmente aggre- A illnminaqIo da noite de 3 do
cue discutiu o caso horripilante V. Rev"' lendo a nota que da linha Telegraphica de Mossor6, dido por dons soldados recrutas do corrente foi geral e prodauia em to-
ccorrido no (rato, do qual fo- he envio e qque peo s6 publique g ,a o tl bataho dpa, que 1 se acha- d as ru un bonito claro, que
ram protogonistas alguns mo4;oe"em caso de apparecer algum Istrada de Ferro de Mossor6 ao Rio Brutalmente aggredido,sem meios ie on a tod&apop tla9 -
<:e familiar e a victim uma infe- protest peLs jornaes, ficara sa- e S. Fincisco. de defesa, o pobre e infeliz do mestre Bem o haja
.. donzella. bendo quaes eram os homes do 0 assnmpto foi bern estudao e t- av o, pensando escapar a lamina "
At 1hoje nao me consta que~Crato que se achavam tambem cha-se desenvolvido satisfatoriamen- dos sicarios e assassins, abri- do
Senvolvi os na questio de La- .te m c bre para mam casa visinha. GRATIFICA-SE
a just:na pumsse os crimmosos,I Aso no.oa prestimoso amio agra- Mas,entrando-lhe portas A dantro, G AT ICA
S, cvras e nas outr:rosdque navtam -e.l.o 'l -.
o que bem confirm o que dis- ra e nas outrs hvi e ec ineraente a sa lei- mesmo agarraram-n'o os malva- n a qeder e entre--.,
c V. Rev" .pparecer. [itra que nos proporcionou. dos arrastaram o para o meio da "1 p ,
Tenho acompanhado corn se- Deo adiantar a V. Rev se- hi, com today a friesa d'alma gar no Joasetro o o r. Manoel
rio interests todas as quest6eique o batalhai, que esti formado PIalextra Literaria d'nm ophybio, vibraram-le pelas Victormno da Silva, e no enge-
Spe no Crato 3 reve voltar para a costas punhalada tAo formidavel que nho croata, Villa viqoza. Alago-
discutidas pelo s Rebate) eCaital; e lhe Aranto ser uma Oonsta-nos que a mocidade intel-IThe produsin instantaneamente a as, ao respective dono Joaquim
da l.itura feita tenho o juiso fir-_ P c he garanto ser uma ligente que frequent no Pedagogio more. Fernandes3da Costa um
mado de que V. Rev.. a freute realidade pelas iformaes de ourso nocturno de franceg pratico, Os assassinos e perversos, que j er
desse journal tern prestado um:1amgos meus que 14 moram. pretend crear nma sociedade litte- soe acham recolhidos A cadeia publi- CAVALLO
Srvio ie ;tin-iavel ao povo d' e- Para nao lhe aborrecer vou raria, que proporcione aos soios to-cea d'aqulla cidade, chamam-se Seve-
ta o a orae co uterminar e prometto esdarecer dos os meoade cultivar e idesenvol- rino Gedes e Antonio Vicente, esteco os ignaos seguintes-crinas
Vta zoe t Voq Revi de tudo o que houvever-lhe a intelligencia. deoBarbalha,aquelle,porbm,de B s direitas, castanho ru.io, boa
tern #.nfrertado t'o graves que-e ev. :t46 tudoo que houve Aid at rmagnifies. Verde,estadodePernarbueo,ondehala direitas, castnho ruo, oa
st6es. e que est 'havendo. Fasemos votospelasuna realisaq"o. ponco, consta-nos, assassinara fria- altura, baxeiro, um tanto barrio
0 real serviqo que V. Rev"* Mas, antes de terminar pe(o0 -. --- I mente ao sen proprio padrinho de gudo, edade regular, e com 4
pre.tou ao nosso Cariry desman V. RevPa que nao enfraquega A' L& de oAeste. baptismo, motivo este que o trouxe marca i margem
tao a d r. B1- 'pois at hoje ainda ndo tivemos o Crato,parajunncto'd'an sen paren-
telando os pianos do Sr. Belisa- rnal. cRebate, e 0 Bello Sexo que coma o bri. te, ecangaceiro do Sr. Antonio Lmz
rio do Igutfi quando Presidenteum,' Jora coma 0u velho ante pessoal da orchestra Sncta -- celeberrimo Dourado.
interino do nosso Estado, nao acceteos paraens dum velo ia esta em actividade nos ses Desordeiros, e assassins como es-
obstante quererem negar a ver- que muito lhe admiral. preparatiYos pars levar A effeito o ses, sao mnitos os qune assentaram V v
dade, ser pr todos c semre Vio vinte mil reis de mails rijecto de fazer uma exposiqAo de praga no tal batalhao da paz,-cn- Desappareceu ou foi furtado
dadei sqaaroponIdo"efeoj7sds-ao t
reconhecido quatro assignaturas, cujos no- todos os products da industrial do Jo panno de amostra todos estamos em Maro deste anno.
o emh i do an povo Joaseirense. vendo...
0 que me d6e os velhos ner- mes dos assignantes se achm st noe.t Exposi*ao tern de Nao o culpamos, por isso, ao brio- A gratifica o 6 b6a e recom-
vos, 6 ouvir a defesa de algunsema nota Juta fi.urar diversas prendas das mimo- so do capitol Edmando Milfont que, pensara bem a queen entregar o
individuos A elle feita. Os jornaes V. Revy. remet- as mios das intelligentes Senhoras de ha ponco chegado da capital do referido cavallo.
Oue. elle desejava depor o GU1 ter de accord corn enlerefo e outros artefactos de itossos artis- estado, nau os conhece, mas tao so-
tao, s Lavras, coocr q tambem heenvio. tas, que fel znente so nitos. ent as actoridads dorat q
tvo, ds Laras collocara De V RevdTa Cr? Obr? e A idea e digna de animaeao e De- com elles tern convivido. LOJA E ARMAZEM
Aurora o chefe deposto. para n bus lane sobre as promotoras a mais ... ... DE
(.eois fUlser aticar o Jose Igna-Resp jpropicia de swns eternas bencaos de -=- Jolo Beserra de Meneses
cio do Barro, e envadir Mila-j Antoao Leite Dantae Cabal felicidade. I Canaeires
gres e empastellar O iRebate s, -=- oae : atf aGrande liquidaao de fazendas,
p6de V. Rev'. crer. Em 28/ Junho / 1910 imbh calgados, chapeos, punhos, collar--
pEu sou pouco "ais e- .ho do H ,', Homem, cerca de 6 horas da tar. nhos, meiss, lenIos, suspensoro0,
Eu sou pouco maia velho do Estl publ ralo o edital prorogan- de, passaram aqui pela Rua do Brejo gravatas, extractos, copos, bebidas
que o Belisario e estou a par das do at6 30 de Setembro opraso para o onze individws (um montado em am &. & .
fagan has deste home. recolhiiento sem desconto das notas cavallo encangalhado, algans de bln- Todos, pois, A grande liquidaeio
As unicas localidades que na~o 'do thitsouro Nacional de 5$, de 10$, za de azaulo e todos de chapeo de Cicero N 5 2- 7
serial invadidas logo. eram a A auds esU. de 20$, de 50$, de 1 200$ coiro quebrado, de gaWinheiro ao Ia- Ru do Padre cero .
Barbalha e Misslo-Velha elo, 500$ das diversas estamaps jA an- do e alpercatas de rabicho) os quaes
amed lue o t ern de San pAIo De volta da Capital Federal, onde nunciadas. embocaram todos no caminho que Rhe.matimo agudo on chronio, Sy-
medo que elle tern de SantAnfora a negocios commercials, ji se As notas de 1$000 e de 2$000 se- condaz a tal .Bocca das Cobras'... philie antigas on recentes eromiMse com
na. acha entire n6s na visinha cidade da rio trocadas por moedas sea limited Quem sao esses biceho que nem o ELIXIR DE CANINANA
Em mou poder tenho cartasuBarbalha, o nosso prestimoso amigojde prasos. ao menos souberam disfarqar-se em SUva silvium


A VITALICIA PERNAMBUCANA





SOCJEDADE MUTUAL DE PElNSOES VITALICIS

APPROVADA PUR DECRETO DO GOVERNOR FEDERAL, N? 7638 DE 4 DE NUVEMBRO DE 1909.


FUNCCIONA EM TODO S OS ESADOS DO BRAZIL

CAPITAL INICIAL Rs. 40:000$000-CAPITAL MUTUAkIO ATE' 31 DE DEZEMBRO Rs.26:827:000
,: s -


~A.3C 2A.


.A.- r 5$0m e CSttoonsad l por az, s Wsseodailo i Vlitatlld, eIterls, depois io l. Wss, yp-
sits siasats atE ) e unrite a "iiM.
-cor a epqiMs ticsia (i 2$5. tl cim Uaz, ataskarifd, dpois d 15 asnos dic assoae) i.

talicia, posi5es uaes atE 3150$.. e sasht Vii tiftites.
tc-c* Ip $ mnssaTs, ptoids eao sioa pah atE 5$. pr rn o "* 33 tio latIjra
at sa. :mt.ta agesa clGial 6 a tiscatl Jos( l ilt


A VITALICIA : ( te r a ruw om fdti
A VITALICIA: { mdher ifm I affik,
A VITALICIA: ts f I i&0ftAlme ia If epit.
SEDE:-RUA BARAO DA VICTORIA N? 19--!1 ANDAR RECiFE


i'


-'1


__


_ ~C~


-vo -


P-10-


r








'0


*


S.- .- 4


r -T-T T ? T E -







O ANACT
%^^ ^' ^ ^ ^ ^-^-^ v^ ^ l^ ^a ^z^ \^ *;-" *:-ri^. <^va ^Bi.BS


.1F\~b.


- -------- --;, II,. ,~-. -- -- -- __,,- .- ;------ ---;l ---~-n~;.


_A, A tA A

a spt.r. se en rea
CINCINATO S1oLVA n COO
r, e : -.; o i I r a.: ; fr gtie ur:.s iqu
jai 3i.)ll: C -
7. : .. -t !v... .. .. ... .. ':'- ja r i .d e '1,ve "


U.


.... -ERC|ARIA-

PHARMACIACARVALH O .:T & NATI
I 1 1 eS a -S on. e ,'~i; Ih>.i'.ni-: u O') j r ;r ,.ri.;.ir'a di c -te acr. e .Iitt .d > e t;',>f-i
1..rl ti,' i r r' ,!,' i Y'-1n-'-o i"*-'.'-*q ; 'tt i m'-*.irM ,-e 't .i t,',, To rec ,'Se m -en ttb che _-. do d.


t .-niico t-T il .--'-' i:'i:.;-: '' -" .': e-p i. do.' ta. lo a sa 1 sa 0, eO us :lnu e-
,,:: es -n -, v -. e 1o .ico ei ger.! q:-- st"
.. ...


D ,S1r0,BARBA .,H
M c~PAULISTA ^
SC IXA INTERNACIONAL DE PEN- ,r.i <3o. c-l: pauratit4.
SSOES V1TALICIAS. .
S Approva.- por Decrt. -Co Fr c04 Nt A
C I i ^ s ,A ; ^ ;leoxito0 de garaitia no Thesourn Fedoral, J *
SSr..--,:. o cpitd dl pen'e5a de mil Prea do j r Silio P dc Sitr
Ala:ig-i 0i.-c. tnatac as.iitot '.RarLarag 30 o r Appreovado pela Inp,.utoria de. Hygien
Sg:- n s. a ragerr.,d:, na Junta 9,-nrnercial d do C i e tor-do Po d.cto di d,
S,... Y. ,. U .: r sdo Paloo *t -. f o.e:n ro (e i9o09. -- d
S', f L,$00m r pagm. ie:to 86Jo em S. PAITLO: RUA S. BENTO, 6i O jRicuaiatisrao ei qat er peezruo i.
tri re. ..:, d (Ant ioperipto 1.1 C'ompaniiAlAMogn. aL) r p'.se i en qic ete c:nLatio; Sypltei:.-
.- .. -e : c.i, na Filial no io: R tA 7 DE S ETE:1BRRO, LU!(e- d ;:T',r n'?uresa i- e*i d"
coin lboas propor-6o e muito commuo- (no -k ,j net -
10, ca 15.$iO por .ez, p iga.,lcut ti- 113 (modenu) pelle; "' rqft la; ,e,-,. lqi ; ,-
ajstro adaritatdo (ENTRE GONCALVES DIAS E AVE- letia oi.jem vencr: no ELIXIR D)E
A tractor na Iua Grande, sobradon%. iS NIDA CENTRAL) CANINANA er: m a. a c,-t'
co0n J. J. T. Ma"Qn _os. .P. r f .1rT A e Y.{ e .Mg ,
ot J. J T. Marro... A l v esada n't i hnarm.icins e no depo.: : PRF.Si n-r Luiz Pzva.a,
SScusad r. J g,-"hI..fe de Polieia e
NVA eAE T- e terlik r1A-o mridcuimra, do E. done S.X: ROP-

S;ECRETARIA-Conim mdador Leoucio XAROPE


*.-*Vi;.!-- r, iT.1, i ,'- "1 lho r: t I ... ., :. i n c ) :i )1 d) v,;) :.u ., t -
.tel. Theph1ilo A. e S. Cavalcante;
ra .pt r C. f -11o i. ;..T..;:rii Niiou, e trigiru ;e [ Tendo wmui.d a sua Pharmacia da
0.V: tn. T.. t de Is ra ou-p i'T rave d -a California no 41 para a run
d- 1*7*.-to" .-1q' .. -n_- ~ "I Nog : "-'r E AcioY, prodio n0. 33, comrn-
1s1T o.0 o A !oAT IR 0 hi- S ; AmTn"- e freguiezes-que
S, dr- q i.i'td da nenma form sforsanido-e
.:no, l V. tr:o :A S:;'. coI n dI y- ",','; -a, toIrr 1 semrvl-os, esierando per issue,

... l .,n. d;* ( ti'.',, art : o ,i i t .-.,.-:., .n... ",. :-. .-. reei- r er a contil .tne ao doe suas estimada


-Gnrgol, da fibna Silva SCabira & C'., da
Fnibriea de Teeidos S. Bernardo.
GERENTE Dr. Claudio de Souona, me-
dico e imlustrial.
TMESOUREIRO-Dr. Gabriel Dias da
Silva, advogaflo, eopital's:a, director da
Companbiia Industrial de -.- Paulo e da
Companhia de Pogoa de Caldas.


* *.;.>n-;:. Rn> N A s. n". DN e R Tal. I -:.- l i p '- '- Conseihe RS.a-sait
'.,:' *;' i..ro n. '. .'. 1,;in.. 0 PiOPHIETA1 0 r!O "I Cr:ito 1 de Janeiro de 1910 Exmo. Sm r. Conde de Prates, Director
i r, -.-; c;ip, .ti'a et 1a .&. it..l ... & Ir do Banco de Sao Panlo-Exmno. Snr. Co-
ronel Fernandot Prestes, vice-presidente
do E.;::i.--B:r,'.o de Diiprat, director da
A POP UL.AR -, S LANDIM TTE NC AO Conpanhialndutr: de Sho u-Dr.
~. I, h, -. -, f "~ *R .. lodolphio 2.!iranda, proprietario'd.'. i alri-
,'-,. t> ,,u.:v, Ouras artf. t.o. d. .c d r n :, -', S t-', fa nentas de ga('o ca de Tecidos Arethusina, de Pirack- al a
,. ,r -. v). :: > e i, e ,,n,* I i ii:e-,t ;e 7\ V i e d< -l ''ro,. .o io no_ *riio de S .n t- e deputado federal--Dr. Jo. o A lvez )inia,
(d uro i ,r--;. 1 i medico e proprietario-Pharm. L. Pinto
S- ur ,.1 Nv a to A ni. r A ode Queiroz, da firm, IL. Qneiroz & C.
(m '1u1.i i'wn i,. i.- I;'rnui, .:.-'rr .t i('s- t.'^ a .. ..
*i:". .: :a i Paair- (' ..r. a .o' i i ..,m o; t g,, .. tei t e Caj -.p cr- -o- )r
80. -i r.- rult-) ~ ;s -il (~ 'irr.u- '' t nr-.- :-t Aont ito do aicadeprodo o) Dr. o
r,,e ,ta in-,,-,:e Pa lh:. ,,t 0,: : :. .,,c:-.ar %A .ropa aiivio a-sua Pontual e )r. Viotor Godinlho capitalists.
,,.h.r- 1'.-q-:enaJ.-d i,.:. U.-, .':1pe t.rada delara, a A ECONOMISADORA PALTSTA i
p dr:t l ', Eqa:elon-t- re apZlae e lp at:-rada, declara, a uma sociedade mutual, comn fiae:iliseai do
Manteiga Er't-, rExcellente, Papa.Io, 1i- quem ent resaar, que csti o expostal Governo, cujo fim 6 estabelecer umna REN-
R A 0 S au: B d pore em lata. : enda todas sas casasnesta cidade DA VITALICIA men-al, emdinliiroos
Tiso z pd.r prea-ds mo-licod s ide de gado t n-- eas socios. Toen duas caixas, a ca0ixa A
I,.a.t de fa-i-:,lis ferrngens, e e-tivi Ufze no e r ao O a a- B
v- P'r'ia da i.i!,rlde, ni. 97-. S.i-'eri- iua P.'ri.oro n. n 2. :ip.o e no terno de Sant-Anna do ci' .
o -:1 1- i. o -un, O SC1 da LCaixa A pagam 5S000 dc
db.'- do ng.do moiciduade d- pre;os e CarIry e maos um s-:to no mes-mo re- joia e 2$500 de mensalidade e tem direi-
i-.''.idade de freguesi. fcrldo term denomlinado ,Qunima.'o, to, o iu de 15 :nros, a m Ia '-n-ao que
D:omedes Sique-ra & Irm:'Oo. ; 3 \ corn engenho de ferro e casa propria, nao serA maior de 150$000 por mez.
Jcronymo Framnc.'so de I'naa casa de vivenda, tudo de t.lha e Os socios da Caixa B, pagam 5$000 dJ
tellm, nestlA l-ca:ltiAda", A vend-i, duasI segura cnstrqtgtao, con numa pequei.a Joia e 5$000. de mensalidade e ,-m direi-
FrUN I LEI RO Ica as de,tiia -,,ertas de t-a, uma nascenfa e -ude de pdra e cal, coi to, no fim de 10 annos, a uma pensi one.
e I, uc to Pd ep1i escetek de 1003000 por enez.
ofhnn.. coumplta de to dos o. artf,.to s"ita Rua de S. Francisuo e a outra; cannavial para dnsentas cargas de no pc det exceler de pr
'. n'n ort- No caso de fallecer antes do chegar a
Sii.ns.:ltos em -nuidre, coi pirate orti- a tra-.-esa 'a 'lNa Nova;pelapr'mei- rapaduras, possuindo extn-as mattas receber a pensito, a associaSaio pagara aos
n :.;te pra veronda em groao e ret;ll.. A ; A- .;la egu l 180:000 om mnadeira de construlcao: outro seus herdeiros necessarios todas as con-
ai ach:;:rem outro barateiro, nmpio !ha d- s qu ,. f se uros.
ir tannt, ome o proprietarie Jo:o Astoni, A'trat:tr na RUA DOCRUZEIL8O som pede o aquelles dos sts am;igo i Dando-sque oallne tiver feito, sem omr-s.
l. ^do __que t mrn com o-.om mto negocio
e t co o m e oco, tuario estiver em goso da pensao, esta fi-
I'r;a a Liberdade ,,*.978. (queriao por bondade, satisfaser seu. cara ext!:ndi, se q,,e aos seus herdeiros
FARINHA DE compronfissos, unma vez que tem de d a.sista qilW iireito.
MAND1!OCA 'ausentar-se por tenipo indetermiuia- A pensio'W -' pages ao fproprio indivi-
S;,- .;. Jos` Alves da Silva, av's. aos se- do e ter de prover-se de recursos suf- o, on ao'seu prcrdor legal, on por
Si n freueses e ao publiro em eral ficientes. Imter io dedqualquor Banco qundo o
Squne tern em deposto grande quanti- O oeio contrihnint e m dria one ficar


doe fazendas morcadorias e:tuIra, fcrri--
,,ni. ch:apoms. Tendo reecebido do Cearti
;ut compileto sortimiento dos Artiges .aeima
ineniciu.lo- ,)ii. si'to vendidos por prego
-.,rn Qonqeto'acia. convida todo p publicoO
I a-a f. z r unia ri-iita a.dito esta"eleepcmen-
tu que se certificarA do que e afffiniado. '


VERDADEIRO


QUE1MA!


APROVEITEM! APROVEITEM!

JT(o Baptist~ de Oliveira.
Rua Padre Cicero N0. 336



SAPATARIA
B6A ESPERANCA
EIta Sapataria de Joaquim Beserra So-
Lral acha.-~o a d;.-pos';'.o do public e dos
ncarroga-se de tode e qualquer
trahalhe om coiro coin grand pres tesa e
modicidasle emH pre;os. Rua do Cru.eirul
in". -


-lade de -Farinha de Mandioca de
primetra qualidade, e -VENDE A
DINHEIRO- em grosso e a retalho
A preecs BARATISSIMOS.
RUA DO PADRE CICERO N3 8391
>


Crate, '26 de Ontubro de 1909

Jose Rodirignie Monteiro



0 C ARATO
-LFEGANT-C


Bup oDE ""
"- ,1 ~O A" /BEi [SOBRINIfO
Gritifico bern a queua me enure- i43RUA DO COMMERCIO-45
iar um poldro rosilho que desappa- CRATO-CEARA'.
receu n a -serr4 do Araaipe siAtio W :-. -. :;. -.
Queimada Grande, com a segilinte E a. bheIle.ime marca e freguesia m muefat,, vN .4 ttio-i, ,po ilt
Quem D o encontrar umestieo, Alta-fantsia, & &' &.
S oEenaontrar Epecialidade em: artigos para
pl'de en- tregar it1- 7 homens senhoras; objector para presefi.,
dat:ieo d' 0" Rebate tes e perfamaria finissima!!
hu eon e neiho tpihapresdeaeP,"
iu er minha iresidencia:- Preos' sr eompetidor!
Serra dos Asedos Dinheiro A vist.


Pedro Xavier de Aranjo j


impossibilitado do prosqguir nas suas eni-
tradas, depois de ciaco annos do associa-
AOl, -nm consequencia do molestia ehronica
e incuravel, que o inability para o tra-
balho, sera considered suspenso e niio
pord-er director A peinso..
Os pagamentoo anteelpados do 1 nano
gozamn da redneao de 50 oo, os paiganentos
1 da.m annot 0o,o e os paganineia de 14
ann, S15o/o. -,,
.O mutuarie qie se iehecrever Bin mn if
onte, ido aoutmie e -ti,er a aorte do aer
prrai1ado,-paari0 aponas poco m"il ris
tera direito a uma pensio para todaya a
-soa- vida. .. .
Atr dezemn6ro fort m orteadas ein'to
cardprnetas, on sein no ppr;,Ion do nvme
mz ;..A ECONMk RS A a tahea
que fat sorteiosde doiirem dofs mezke e
uj. grande sorteio 6o Naal!
-, j ui'A; tB 'do;, bril, y 19 a
Janei a--190
n '-"9" o. Nenimuma outia so-
ciedade obteve tal numero do socios nos
seus irinieiros mezes.
Pedito ie proapectoe vpr ostas, cader
netaotpi iuforrumaves minueioams ao
preaentante no Crato.
Belem Sobrin..o
-- 5sRa 11o .ommereio==45


3- .is... (18 Toll1,: "-'.""p"!yp S
Coinpo.to e preparado por
ula;ocd Candi'll, da Dorcs
Muito util uos intommodos do appartl.'o
pulhnonar: 2Tiss, dfi.uaftcs, lrocites, la-
I'ynjttes tiu'/i't etc. A v,-nda na
Pharmacia Jod Candido R:a. do VidJo 21



DEPURATIVO CANDID 0

preparado plo boticario K.'onel Ca'-dido
das Dores, e e prova.da el'.s icia nas pa-
rigosas afi'ee-es boubaticas, syphiliticas,
escrop'ulosas e darthrosas.
E o grande desalojador dos humores vi-
eiado 'ea o .piftUt" ..,imnadoir'da t,,. a.m
doeniiaa pertinases quu -tem sua origin
na impuresa do sangue.
Unico depesito na pharmnacia Joa, Can-
dido, na llua do Video.



PHARMACIA SILVA
de Silvino Joid da Silva.na Rua do Coni-
mercio, n'. 8: tcm um grande e varia.do
sortimento de drogas, products chiind.i..s
e especialidades pharmaceuticals.
I)espacha os receituario. com n mditc.-
mentos do, reconlecida pureza e garanoc
aceio, prstetza e m'dlicidade de pre'o.


BURRO SUMIDO


Desappareceramn de men
burro cardito e unia burra
quazi preta amnbo.3 corn esta
e eomr a sr-c'-gim
Sr


sitio um
catanliha
mIar'a -
fr n :a ...


Quem der noticias cert.s na RIE,::-
qao d', 0 ,Rebate" ou vier me ent.e-
gar-ditos ifrimaes, se-A gratificado
generosametite.
Barbalhla, Sitio Brej'io, 10 de No-
vembroo'de 1909
. Jbo Demiosthenes Fernaudos Vieira

". ... ."

MILAGREIS



CAVALIO SUMIWo
SUnm 4f.tolln efdtio r-udado, novo, mul-
to bodin,tinteir rehotao,ollhoos azues.

M arca j i eRibeirIG

Q iem oencentrar e entregar ao Sr. a-
ior ,Joad IgMncs, m Milagres sc-re g pa-
tifscad,.


- -


ctta-IAac


-';"-


hT' !f~ ~L)PLs : W1Cr~~_:~_T-


it}


I


-." -:




Full Text
y&'&'a %t-
<**.
&^
***-,'
Q

"-'-- .
j

ZjKzmz-: *>lj*
n



"
HUt
-
i ^x^HJH|

,
datura

-j*:i_z rr,r

i ~-
L~---..- .




-
- ~~-r


-

*"- T


H-""*- 3T~
wr
- - - -


-_ -
_^>r-=__.
_
"
- ariiian ,.
~-

^_ ^


-