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* *RB RADOLING -. .il.'hA L AN U ~DOMINGO1 DE JULH~n~OD 90 ANN -NUM. L EXFEDIENTE 0 .REBATE, publica-es seemanalmente. REDATOR-CHEFE --Padre Joaqnim de Alenear Peixoto. GERENTE=Felismino P. de Alonear ASSIGNATURAS Anno ..... ............. .000 Se etre .... ....... ....... 3 O PAGAMENTOS ADINTADOS As publicaices de interesie particular, on annuneiow depended de contractors, sen- do o pagamento adiantado. A redacVLo nr c i responsavel pelos arti- gos inedictoriaea, nem pelas publicaes I alkeias. assignadai. Acceitam-se artigcs 'e religiAo, scieneia, litteratnra'ete, prehenehendo as condigNes de nosso programma. Redavo. gerencia e typographia-Rna Padre Cicero-n". 343. JOASEIRO DO CARIRY Airitt anhelo Nao e de hoje que o povo de- sta terra:deseja a sua liberdade, a sua' independencia, a sua e- mancipagao political. Vem de long, corn effeito, vem jA de muito long esse de- sejo ardente quelmais e mois se accentuia. E hoje mais que nunca. 0 Joawsiro esth Iplenamente convencido de que possue de so- bra todos os elements para ser elevado i categoria de villa. Simr! o Joaseiro nao 4 urma ociosa bastardia social, um d'es- ses povos mumias, um d'esses povos sem aspiragdo, sem pre- stigio e sem significacgo que ve- getam languidamente, pobres plants parasitas sem ar, sem luz, sem vida sobre o sepulchro de sua historic. Nao! o Joaseiro 6 uma locali- dade que se ostenta, corn just ufania,laboratorio de grande a- ctividade. A sua febre de construccgo parece um i allucinacgo: traba- lha-se actualmente em ma'sde cincoenta predios. 0 seu commercio, si 6 certo que nao excede ao do Crato e de Barbalha, tambem e certo que, d'urn e outro, si nao distan- cia, e excede a todos os demais d'esta comba immense. A sua industrial manufacturei- ra, ou fabril desenvolve-se, co- mo nA P em pane liguma nestes cert.-o. A aua lavoura alarga-se admi- r'velmente, assombrosamente. E, de par corn toda esm eva. lug o material, a sua evolu;Ao intelecpual e morab multiplicam- se escollas particulares que ji se elevam A qu irenta e cinco, e Ninguem The responded. temos dito tudo. Essa 6 boa!.., unma arvore! e res- O Joaseiro, como se ve des- p'ron. Po's, n.o acreditei que era tes ligeiros tr.gos, move-se agi- acabaria este maldito lar. ta-se Chegon A estrada, cuja larga cinta O Joaseiro vive branqneava por entre terrasde cul- A sua vitalidade, porem, se turn A claridade indecisa da manhA. nio conhece. nem se afere, de -0 campo! Aqui nao corro peri- Scertopelo conjuncto de uas tresgo de que me, surprehendam. Si me certopeloconjunctode.uas tres perseguirem, nio faltar valladoo ml e tantas casas cobertas de matagal onde possa esconder-me. telhas, destacando-se d'entre el- Ao anoltecer terei passado o rio, e las, predios dianos de figurar em nma vez na outra margem, nada te- qualquer capital do paiz; se nio nbo que temer. conhece. nem e afere pel con- Seis horas. At6 As oito da manhA conhece. nem e afere pela COl -pessba alguma notara que a port da I glomeracao de seus v:nte mil casa do snr. Jobo nao ae abre. habitantes, miis do duplo da po- Depois apparecero ocuriosos. Cha- pula.io da cidade do Crato; se marAo... ninguem responderA. nao conhece, nem se afer-, fi- E quem ha de responder ? Osmor- tos nAo falam. Logo irA a justisa; nalmente, pela sua *robustez ap.-p netrara na sala; alii a area aberta parent e resplandescencia exte- ea ronpas -revoltas; na alcova, ao rior, mas se avalia, mas se gra- p'- da cama, o snr. JoAo corn os bra- ddiA pelas grandes ideas e g:an- !-s em ernz. o coraqbo partido de des ideas que inhalam o cere- uma punhalada e os olhos abertos, bro de seus filos e pelos nobres mto abertos!- e alevantados sentiments que por Dens,_ nao me mates,--e se Ihes impulsiona o corago gene- abragava aos means joelhos. roso. -*Juro que ti nao denunciarei, Naturaes e romniros, todos it- que ano falarei ... .- maados, todos identificdo, to- Para qe acredital-o? No; os mor- maados, todos identified, to- tos nafo falam E quedou-se corn os dos, em ancias de crescer, crear olhos abertos, olhando-me espanta- subir, tern fome insaciavel de do... Todavia, ainda os vejo ... verdade, tern sAde inextingulvel Mas elles no me v6m, nada v am ! de virtue. Tenho sangue nas maos... nao t E corn certesa a verdade os import; hei de as lavar no primeiro I regato. a satura, a virtude os defended, os Paron um moment olhando em ampara, os protege. derredor de si, e contrahin a bocca a E corn cert'sa, dissemol-o; corn repugnante sorriso. nao ha near. -Aqut estaojunto ao men peito t E por isso que o langui- dez, vinte, trinta! Trinta contos de E por isso que no angui- reis. Tero salpico de sangue as no- descem como arvores sem seiva; tass ?... por isso e que se nao aniquilam Son rico!! E pensar que, fazem s como searas sem sol. poncas horas, nao tinha ns quan- e Mas, para sua felicidade no tos reis para matar a fome ... - alle ao contrario: tetras, casas e 1 empo, para mais avan;arem na dinheiro. Bastante tempo desfructou f senda da civilisagdo e do pro- as saas riquezas. Setenta annos! t gresso,e me!hor direccao de se- Que Ihe restava por viver ? is altos destinos, todos almejam Maldicbo! nio tenho:sapatos, dlei- s ardorosamente a sua emancipa- xei os means pars entrar sem rnido na q ;Io political. alc6va. Caminhar, nm dia linteiro Sobmpoisica. ddescalT o e em campo escabroso!... d Sobram-lhes, de facto, para Triste de mim! c I C n d p t S u a g isto, rasao e direito. EstA, pois, nas mios do go- verno, e de seus represeatantes, fasendo justiga k este bom povo, elevar esta localidade A catego- ria de villa. Esta, a mais palpitante de suas nessecidades; esta, a mais just de suas aspirac6es; este, o seu mais ardente anhlo. 0 salto d cIlioo Ninguem o vira. A rua estava so- litaria e o diaapenas raiava. Um clario pelo oriented, e nada ma's. Eram seguramente cinco ho- ras. -Ob !Si sempre fosse noite... tudo sombras, tudo obseuridade. 0 sol 6~ am deaunciante, pensava o fu- gitivo desisando coidadosamente, rente As casas da principal run do povoado. - Deorepeat deteve-se. -QAem U est I ? e e Pleno dia. c 0 fugitive desviou-se da estrada. Em derredorIde si extendia-se o d campo solitario e triste -JA fiz sangue nos p6s. Malditos o abrolhos!... Como vem contents aquelles agricultores! Cantando, im- becis! Trabalham ahi como bests de% tribunal dojury, a detengAo. NAo, nio... Adeante, ainda que as pedras e os espinhos me dilaceremn os-. Silvon o trem; onvji-se a ponco e ponco o respirar forte e oppresso da locomotive e o rodar pesado da enor- me massa. Deteve-se urn moment na esta"ao e afaston-se, silvando de no- vo e semeando no espago baforadas de famo, que o sol nascente donrava e o vento desfazia. -Corre, corre... Oh! Quem po- dera correr como elle! ... Todavia corre mais o telegrapho. Dentro de duas horas estes posts de ferro e estes arames, que parecem mudos, gritarao corn voz que se on- virA a centenas de leguas:-Ao as- sassino! Perto da senda por onde o home caminhava .extendia-se um bosque frondoso e sombrio. 0 fugitive inter- nou-seepor entire as aryores. -Aqui 6 mais facil de me occultar do que no campo. Que ruido 6 esse?... E' nm vaqueiro que grita As suas rezes. Occultar-me-ei entire estes car- rascos. Como se esta bem aqui! Esta sanja parece uma sepultura ! Si podesse dormir... NIo, nio pos- so. Vejo-o sempre... sempre... E' melhor andar. Quando estiv6r a salvo poderei dormir. Que dor nos p6s Estes espinhos sao peibres que as pedras. Ah! ruido de agna corren- te. Saciarei a sede que me devora e lavarei as mios. IOh! men Dens!. j approxima-se um rebanho. Si me vi- rem os pastores... Por aqui, que 6 nais-espesso. - E o miseravel, olhando corn espan- to, occulton seentre os espinheiros. Medeava ji o dia, quando sahiu do bosque.:A'nquella horajo sen crime de- nia estar descoberto. Sem duvida per- segniam-n'o; talvez a poucos passes s estivesse a policia; e acommettido da j vertigem do pavor, fugia cahindo e a evantando-se, perseguido 'pela con- usao de seas inanmeros pensamen- os. s Corton vartas direegOes, atraves- i son um campo, chegon a unm lugar em d tue se cruzavam dois caminhos. r Antes de mais vacillacoes tomon o v la direita, deixando-o bem depressa. ii A estrada formava varies angulos, d seguindo-a era facil encontrar-se n om algum viandante. -Si me descuido !... Aquelles o ois homes sto soldados I d Agacho-me neste barranco. Sinto r coraslo palpitar-me na garganta... f( Ougo-os. JA estio aqni. Pararam ? d Parece qune passam... afastam-se... ta Sim, afastam-se... Um esforgo ma- carga, como bois no sulco. : is I... En serei livre; son rico. - Havia duas ,horas que sahira ;da Na fimbria do horizonte, pela par- povoaeao. ICaminhava rapidamente, toe do poente,destacavam-se os cumes sem voltar a vista, sem lanqar uam s6 azulados d'uma corailheira. olhar par a atorre, cujas janellas pa- -Por entire aquelles montes corre reciam lolhos maito abertos obser- o rio. Adeante, adeante, disse em al- vando ao long. ta v6z o fagitivo, e acceleron a sua Ao chegar perto d'ontral aldeia pa- march. 0 terreno que pisava ficava ron por alguns instantes. manchado de sangue. -A's oito e meiaiclhega o trem i -Men Dens, dai-me forgas I... estagio; As dez na fronteira. Si me E digo-men Dens. Quanto -son atrevesse.'.. Impossivel NAQ tenho tolo ! outro dinheiro sinbo este. C'omo si Dens onvisse as supplicas -Dar unma nota grande, um home dos assassinos... Si ja fosse noite!... descalo, para pagar ama passage Terminava a hapadae comegava de segunda ? !... a montanha; viam-se ali schistos ar- Como as este dimheiro ?x gilosMs, que faziam pensar-Ae em 2o0 Examinar-me-iam, observaram e- sa que enorme amoutoamento de IA-. ste sangue... xLadrAoI Asasa moI pidas rotas, aotraidasrde um cemi- Para a cadeia!* E logo a deasa, 'Aterio dey'gantts. Entre as juncturas d'aqueltgro- das, cujas extremidades se qaebra- vamn aos p6s do caminhante, brota- vam insalubresplantas amarellentas. 0 home, por mais quneandasse, ar- rastava-se pelas faldas dgs cerros ca- da vez mais asperos. 0 cansao, a fo- me, a sede e as feridas dIos p# s fazi- am-no parg a cada instante; o pa- v6r, porem, dava-lhe forgas sobre- humanas, e seguia, segaia sempre. AtM a propria victims teria lasti- ma d'esse misero, tal era a expreslo d'angustia do sen semblante contra- feito. A tarde era serena e tranqailla, uma tarde de estio, clara e alegre. Reclinava-se o sol sobre nuvens avermeihadas, diffundindo no bar- bechos e plantios-raios obliquos. A largas distancias estavam as se- ries de casas, cujas cbamines fame- gantes faziam pensar na paz do lar, na ceia saborosa, no somno tranquil- 10o. -Os que eatbo alli, pensono fagi- tivo contemplando uma granja dis- tante, nao tAm medo. EntAo, passon-lhe pelo espirito a record ao da sua infancia, da soa juventnde. E parecen-lhe ver a po- bre casa, em cajo hambral havia go- sado as caricias do sol; as arvores do monte visinho, entire cujas ramas es- p6ssas arrulhavam os pombos; as f6s- sos feitos pelas enxnrradas, cujo rui- So as nstava nas tenebrosas notes de inverno; as rowas, em cajos snlcos fecundos tantas vezes havia gotte- jado o subr de sen rosto. Tambem elle amara... Aos domingos, pelo cahir da tar- de, mocos e mocas, ao som da viola, dansavam no vasto terreiro da al- deia. Alli elle a viu pela vez primeira. Que restava de tudo aquWao ? Mais cruel que a aspera subida da serra, er&aquella ta viva lembran- qa dos sens prazeres extinctos e da ina honradez abatida! Perto d'um povoado, cnja casaria e destacava aos ultimos reverb6ros to sol poente, corre o rio que a certa listancia mais acima tem urma largu- a de muitos metros, e ponco a pouco vai-se estreitando, ate se precipitar rum regneiro de pedras que tern si- lo a camsa d'uma tradicao e do no- me de Wtae do eigao. Conta-se que unm d'estes bohemi- s, persegnido pela tropa e accossa- o de tal sorte que uao tinha outro ecurso sinAo morrer on entregar-se, ez carreira e daudo am salto verda- eiramente prodigious, salvon a dis- ancia que sepaft as duas margens. Quando ofugitivochegonao salt do iganoa noiteestava bemrn adeantada. langar nao podia ser mais interes- ante t Pontas de pedras, aqi e alli,. areciam espanteads, assomaAdo-da roefnda cortadnra;asplantas pendn- idas sobre o abysmo agitaram suas blhagens aos sopros do venlto; as ar- ores retorciam-se, come de espaate, borda do peunhaeo, e no fundo o urmurioe cavernoso das aguas ! o caminhante parMn. A' vaga claridade da Ins, que su- ia no e6eo~treho, observou a pro- aMdidade da etadfra, e sentou-se beirs do esp atoso bArathro. Assim permrne lelle algans mo- mentom, Bma. atridade t De repente oavrvoves que seap- roximavam; levnton-se eomo aea- ido per ume. eleetdca. .De p6, na olhon. Entre o CEARA-BRASIL * *, i ITLl A .- ...... I. V* oP0^ ^ S- . ........ .#Oro," 0 REBATE r 'm, era ilue el!es, que tasto se interessaram em intrigir 9 nqO so Redactor Chcfk- comno clero c b Ex'"? $r. u'ispo Dricesano, sq impacientassei tanto corn a digna attitude por elles assumi. da, e em se trahindo, os affron-- tassem corn ep.ithetos tAo insul- tuosos! Hiao de convencer.-s-. esses ty- pos que parLa descaral-os, paraI ao!ctal-o 6 [.nblico, como ver- d.ldeiros D. QOnichote de I. M.anch rao p-eclsamos do me- n tr euforgo; pois elles, i'um mno- do-ridicufamente ridicule, quan - tdo mcios sc espera, deixi:h c.,- hir a mascara que occulra a ca- ra ty~iica --de 't-rufos que sao, A iniquidade e assima mesmo. --Meutmta est sibi inliqitas / i - Rheumatismo agudo on chronic, p'tilis antigas on recent enuram-se i o EI,.XlltR DE CANINANA SilTa Silvino BARBALHA CEAtUA - zs tras Como a floresta secular, sembr'a, - TVirgem do passo humane e do machado Onde apena-, Ihorrendo echoa o brado S Do)o tigre, e cuja agree ste iamfa NAo atraves:a nnnca a lu do dia, Assiim tambim da -in do amor parade Tinhas o ecora;iAo ermo e fecado,- l'omo a floresta secular, sOmbria. - Hole eTitre os ramos, a ca, (o sonor " Soitam inestivameyteos Iassar:nhos Tiuge 0 cimlOas arveresi a urora.... Palpitam fiores, eettrmecem niuhos ... E o sol de asaor que nao entrava out'ora Edltra doiraudo a areia dos camInhos. Olaro BILAC. IMPORTANTE CARTA E4as cons:deragoes que le- mos, a niuito, nio sabemos em RECEBIDADA JAHIA ue jicioso ecriptor public ..----- d Ja'epocha, veth-nos A imagina- Bahia, 9 de Juiho de 1908. gao, o presenciarmos essa cam- i..o Sr.. Pharinaico e Oimico panha ingloria.que de infamias 446 da Si'-a lceira-Pelotas. ediffamag6es, de mentiras e ca- .* e --- o^ ra-os- hamnass qual mais revoltante, E coin a in.iorsaitisfauaoque fao pre- hI qu isrevoltante, sAite, afim de darihe conta dos brilhan- novem* desgragadamente, mise- tea resuitados que tenhoencontrado eom L ravelente -ontra o nosso Re- seu prepara4tL.;.ri ." de ngwueitra, Salsa, " Cavtba e Ga .o i riwwa4o. d Jactor-hefe, bs actuaes regulos Seil eoit.ultar a n edleos, tenhto dAddo "i' o- * sos mnus filios, a collierinhaa das de ch A .; o uuta dela manh'i e ontra a noite, senpre frnfams, e covardes, como el- uma hora antes de cada refk&io, obtendo le mesrm ; nj.nes e iovardes resultados~ atis!actorioma boa dispo aigo e w a .Q. jn ta ea e c' ovardes *petite. e dessa, IQfiL a e covardia eleva- Aj l p4, 5o fri*, qqiu en snppeni da.s ao max no a de sua - ser deride ao tempo jnverno;-o,volt.tram ito .s "ax o de a astado-noiianl, rasao de fler f iadt mais tlcia, *ClaSesTyTseiaveis peque- satit t o. nha no pe-eoo- de. -nos qize 's6 temn.de home o as- park .3wr, achand-s neus filho for- fptcto, A nipoen ifalta, A tOws eom e nmts codr eston-plenan, mingon de argumenfos piiv des- te convencido que o sen preparado ,- .o d a n ds. rxir de K ae;ra, nao 6 s4nmete am pre- truirem tudo O ti deleas temn parade para a syphilis pois i um verda- ditk e exuberantineinte pre ado deiro tonieo. ",' "-, .- p' rI . NAo tendo outros meios com que possa 0 "Rebate" descem As alfurjas exp'icar o jubilo que me acho powuaido da Gamb6a e laaiam mAo das pVo acceitar co-io prova do reconheci- . _. . mento Oita h.mille carte, podendo fazer vilaniasda iniquidade e da mise- della o que entender. *ria,-a mentira, a calumnia, a Do criado muito grato . Sifamia, etc., para ferirem o Cafto J. de Moura Rosa. 'nosso Redacto.a-Chefe ! ,Firmra reconhecida) Assim, disem elle, esses Smonstros de perversidade, e Vede-se ns as pharmaciase drogari is desta cidade e nas da ca ... am telegrapher para a iam- pital e Rio de Janeiro-Fabrica- prensa do paiz que o nosso He- Pelotas-Rio Grande do Norte. dactor-Chefe manou prender a Sum tal de Alfre~Cleobulo, e depois... a um tron4o amarral-o, i go i tr e depois... assassinal-o, e depois Sde cadaver... cortar-lhe uma o- 8I1 3015 relha I Accugam-n'o, descarados, de Mal sao comparaveis As som- acts de crueldade que. como bras dos desvarios e das aberra- muito bemrn o disse 0 "Ungver- oes do espirito human as som- -o", do Kio,de 11 do mez passa- bras da naturesa. do, em just defesa A esse sacer- 0 amargor que existe no seio dote, requintam em verdadeiro dos mares nio mede confront symptom d pucura funriosa ! corn o fel dos humans prejui- ArchitectanI e mandam, cyni- zc s, cos, espalharpela capital do es- Acola, para vencrr, temrn-e de tado que o noso Rddactcr-Che- combater a fatahdade dci ele- fe estk sublevando o espirito dos mentos que se alhanam, final, romeiros, para, depois, expulsar docilimos como creancas. os filhos da t9a, e appderar-se Aqui, tem-se de vencer o con- de- todas as sits propriedades ! trapeso das tradio6es, dos habi- Concertam essen miseraveis toe, dos preconcsitos, dos inte- corn o relapso do Nazario, que rasses, dos ptivilegios, da ambi- tantos inimigos aqui os creou e 4Ao e da rotina; tem-se de aca- os tem creado,e depois maindam mar a furia das paixoes que re- dizer qi~ foi o nosso Redactor system sempre rancorosas, que quetn mandou dar-lhe um tyron escabujam, que respingam sem- concertam ainda corn elle em- pre risgidas, assanhadas cono boscadase as'soaham p"r seu serpentes. chaleira e publicaim pelo squi O furacao agouta, mas nao orsai6o,-o"Correio do Carn- affronta; a onda afoga, mas no' ry," de 19 do mez pr.findo, que doesta; a selva tortura, mas nio foi o Padre Joaquim de Alencar diffama; o clima prostra, mas Peixoto quem mandou -embos- nao insulta; a alimaria perse- cal-o para assassinal-o, aceres- gue, aferra, sangr;', esposteja, sentan'do que em breve, 5alvez, inata, mas nao zomba, nern ca- tenhamos em maos dapolicia ~m lumnia. dos vis mandatarios, cpmo Si n6s uwb * Yalka ailla a4uva T'r2nsCrevemos dIt nosso Col-- lkgao -Cruaeiro do, Nortee, de- Fortfalza (domindo 5 do nm' z pr. findo) que por sua veto transcre- ,e do *Centroe da B6a Inpren- sa segnuihte artigoadktfapen- do, d'ontre ontras cplimnias, a que contra o noaso Redaneor- Chefe archit Correio do Carry:.- 0 sEstado de S. Taalo. que pri-< ma elas" as u calainias contra- o lero.m soe nuimero de 6 do corren- to treate em titleose tubttnies a i "nf-ticia de tbremOii'do Prresos do&; ,a- ce doItes que aundstys, ,-diudo esmo- [ las e que causaram distuAbius e v.o- 0 desmeuntdo se fez esp-rar e o proprio *-Itado de P3antlQo publ con o seguinte: *A propolito da not.cia que demos hontem sobre o facto de dois indivi- iiaos vcsti4os de batiias, chegados da Argentina e que andam aexplorar 1 os incautosnesta capital, recebemos Lontem a seguinte carta de Monse- uhor dr. Benedicto de Sousa, secre- tario do Archipispapado: Secretaria do Areebispado de Sao Paulo, 6 de Maio de 1910.-Exmo, sr. redact"r do aEstadode S. Pau- lo. Pewo v. exe. a fineza de declarar pelo sen conceituado journal que dois individuos que andar de batina. a rxplorar a caridade public, nao sao padres, e nem consta na Secretaria do Arcebispado que tenham permls- sio das autoridades eccleslatticas pa- ,ra tirar esmolas em beneficio de o- bi-as pias. Assim fica explicada a local do nu- mere do eEstado de S. Pauloy. de koje, em que se trata do dois padres vyries que hontem foram presos. Muito agradecido pela publicaiAo destas linhas. tenho a honra de subs- -rever-me, etc*. Veio a esta redacao e ar. Salim Jos6 Sahd e assegureon-nos que os es- peculadores de batina nao sio syri- es, nem catholicos, nem orthodoxos, conforme foi publicado, mas chalde- as*. Esta calumnia destruida pelo proprie joral quo imprudentemnenteI a poz em circulacio. A calumnia infame, propos.tal- mente espalbtda per um teklgrtmta I vircnlar, effinmaudo ter o padre Josi- qnim Alenear Peixoto,mandado cor- tara orelha de um seu parente,a des-. mentuimos igualmente em telegram- mI circular aos nosses mais distfnc- toa, collegas,-que gentilmente se di- gnaram publicar, guardando assim a honestidade digna de am jorn ilista. 0 o0me9 desmentido nio foi levia- no, mas baseado em telegramma do veuerando e Santo Bispo do Ceara, que t- rmina o sen telegramma por est:s textuaes palavras: *Louvo a prui.vncia da redaccio -d'O W ('atsei- *'O. --21 - - - -------------- IM pro. ri tb( Atra e einidade de su fami- lia:isto neo 6 rewtaniee eyimeao;-6 altivez, 6 hombridade,6 sentiment, A vergoaha que, em decima millio- nessima part. d'um grio de mostar- da, io posse essa canalha de men- tira, Ie calumnia, e infamia, e torpe- sa, e miseria, como assim chamamos a eoses perversos ecovardes-os actu- aes regulos do rrato. Respots mOticia que, da prias do dutineto mo9o Je- sus d9qeatcr PalapKdeA otal do Cardry de 26 do me pr. findo. 0 Cqrsario dos descendentes da a- ga do ceberrimo fascinora Joab An- dr6,-oa actuaea regi.os do Crato, a- caba deo ticiar a priLso do distincto mogo, Jesum de Alencar Peixoto, co- mose fra elle um criminomo de mor- te, am assassin, urnm desordeiro de I I PW ll n~o comprehendesseimos que el les, esss pervertidos e malva- doe do Crato, querem recorrer ao Procwsso Vaaqes, process este j& por deutais cedico, con-. sistindp em insinuarem a um de seus cangaceiros, ou a um doe capangas do Nasario, e manda- rem depois que apolicia o pren- da, e qu. uma vez preso e in- terrogado diga como elles Ihe ensinaram-foi o pdre Peixoto que mandou que botasse uma emboscada no Nazario, para as- sassinal o... De todas essas e outras men- tiras e calumnias e infamias ji desfeitas; de todas essas armas. tdo baixas e tao vis que homes de bem. homes de brio, de son- timento e vergonha, d'ellas se nio servem, nem para salvarem a vida, tem elles, pois, os actu- aes mandarins do Crato, lanca. do a.o parT ferir o nosso Reda- ctor-Chele, nuo sabendo que semelliantes armas, muitas ve- zes, s6 produzem, como, agora. nessa companha de iniquidades, effeitos de reversibilidade .. E para nao terminar aqui: Cancado de gozos e cheio de thesoures, o anjo das flores va- gava, ao que dizem, havia muito tempo, quando, encolhendo as azas, elle quiz descangar. A rosa inclinou-se para elle corn o fim de abrigal-o e dar- Ihe o seu agradavel aroma. O anjo ao despertar, commo- vido e reconhecido, "isse A. rai- nha das fires: Oh! tu que es a m ,is linda de todas, que te poderia dar para te agradecer -Mais be sa A minha bel- lesa, jA tao grande, rcspondeu- Ihe a rosa. Irritado por esta orgulhosa resposta, o anjo das flores ao re- tirar-se atirou A fageiralum pu- nhado de musgo, para embaci- ar-lhe o brilho d'ella, mas a rainha das flotes ficou ainda mais bonita corn este enfeito verde, e de rosa simples que era, ficou sendo rosa-musgo! Per- versos e covardes, os actues re- gulos do Crate fasem como este anjo: atarrachados pela argu- mentaqAo sisuda d'O Rebate , langam o musgo de suas menti- ras, de suas calumnias e infami- as sobre todas as virtudes que exornam o coracgo de nosso Redactor-Ohefe, e que tanto os offuscam, mas esse musgo faz sobresahir ninda mais o brilho que elles desgragadamente, ai- seravelmente queriam empanar. E nao podia deixar de ser assim. - Folgamos muitissimo corn i- sto. A iniquidade em sua derrota,. urdindo mentiras, tecendo inf-. mias e architectando calumnias, muitas vezes, como agora, pion- ga mas nto gonga. la! t cyi~wl profissio, e como tal capiturado... Mas, tao foi asim omeo- cynica e miseravelmente da a entender o tal Cerreio do Cariry, de 26 do mez pr. hido. A prisao, como ella foi effectuada, ahi tem-n'a o public: No proposito, que continue man- ter, do nada,por qemaquer que seja, absolutamente pedir ae Sr. Antonio Lals, e'jnstamente de accord corn o que dissemos nesta folha-que o mo- go,nao se sujeitandoA vil,pretencio- sae systhematica persegticao do re- ferido Sr. AntonioLuit,8smetter- se-ia a acloe da lei, ea Ilin- Sr. Co- roael Nelson da Franca Alenear, pondo mais em destaqw a sua regi- dez de character, veio esmo pesso- almente .do Lameiro, A p6, entregar a prisifo a brinho legitimo, JesW. deo Alencar Peixoto, come de facto o entregon as 8 horas da noute de 6? feira, 17 do mez pr. fiudo. Eis como foi a prisao. Porque o tal Cor- reio do Cariry nio a noticion assim ? Porque o fez d'nma maneira tiA de- sattenciosa para corn aquelle quela efiectnou ? 'A' noticia miseravel qune den do recolhimento d'aquelle mojo & pri- sAo, aecrescenta o Corsario do. .Sr. Antonio Luiz que elle, o brioso do Sr. Jesus de Alencar Peixoto, apre- sewta ealma, e mais de que isto revol- tante cynisno! Que revoltante cynismo, por6m, es- se ? Assumir a responsabilidade d'n- ma accAo em desafronta 6 honra de sua dist'ncta familiar? Isto nao re- volta; nem 6 cynismo isto. Cynismo, e revoltante 6 o d'esses infames e calumniadores do Crato que, em tellegramma circular, para a imprensa do paiz, disseram que o nosso Redactor-Chefe tinha manda- do prender ao tal!Alfredo Cleobulo, e, depois de preso, amarral-o & urm tronco, e, depois de amarrado, as- sassinal-o, e, depois de assassinado, cortar-lhe nma orelha! Cynismo, e revoltante 6 o d'esses infames e calumniadores do Crato que, am sen Corsario, e per seas ai- gados, assoalharan quae o Padre Pei- xoto mandou dar um tyro no relapeo de Nazaio,,e q. ese ewyessdia- leso gragVs & Protideei .aadoa ainda emboscal-o, chegando mesmo A mastigar n'uma linguagem. de be- barrtea que o mais pnstulents deeeus espoletas aqui no Joaseiro niao tem inimigos, e que sen unico inimigo, e, portanto, o nico responsavel pelo qune Ihe posa accontecer 6 aquelle distinct acerdote ! Cynismo, e revoltante, afinal, e para nao irmos muito adiante, 6 o desses mentirosos do Crato e-que, ae contentes coin tamanhas ealumnias e torpesas e miserias de que tern lan- Oado mao para ferir a reputaeao de nosso Bedactor-Chefe, ainda assoa- lharam que o Padre Joaquim de A- lencar Peixoto procura sublevar o espirito dos romeiros contra os natu- raes d'aqui do Joaseiro, para expul- sal-os, etc., e que a foray que para aqui veio, foi para garautia deo sua vidaa e de suaiberdade restringidas peleoPadre Peixoto em repetidas esca- ramagu I quando essa forga foi pedi- da pelos commerciantes d'aqui, a fim de que, como ja o dissemos em edi- ctorial anteior desta folha, se evi- tassem actos como o da tentative de morte do subdelegado por um louco e deste pelols lhos d'aquelle, e d'al- guns oatros, o que a6 a policia podia evitar. Assoalharem tantas Fentiras, tan- tas in'amias, tantas miserias, tantas baixesas como essas que ja por na6s foram deementidas, e seo o inenaor esforgo; assoalharem tudo isto comrn todo o despldor d'ama rameira des- bnriada, corn tods a impudenciad'rma hetaira esfomeada, isto, .sim, que 6e verdadeiranmeptp cygismo; isto,sim, 6 que verdadeiramento revoltante, verdadeirarente indignante. 'Mas, asiair um mogo de brio, come o r. Jesus de Aena'r .xoto, alresponsabilidade d'um acidente, qune commettera em desafronta da mm~ -i SO REBATE' GARTA ABERTA de vultos amigos de Fortalesa, Dr. Jose Semeio de Macedo. Barbam. asa!adwase rometre ? quoe bicho so esses que ao Sas quaes ponho a disposiqo de Parabens pela sua feliz volta so passarem em frente Capellade N. Illmo Psevdmohr. Pa-dV Re a ue explicam con dlar domestic e a convivencia dos Mais uma victim s caba de ser a- 8. das Dores nomaas menos se des- dre Joaqnirm do Alencar "t qu e cam cor parents e amigos que Ihe tributam tirada A noute dotamulo pelo punhal cobrim em signal de veneragio? Peixot, digno Redactor-exactidAo todo o occorrido, cordialissimo apreo. assasisno. S eangaceiros I Que ha ? Chefe d'o 0o Rebate or A salvaiao nossa foi o fracas- A' noute de 23 do mez pr. findo, Chamamos a attenglo do brieso so em Livras e os telegrammas Feohete vespera de Sao Joo, Jos6 PavAo, Tenente Romo pars essa pente. F e enviados pelo Dr Accioly, do carpintero, Asidente no Orato, ho- ----- dir gme nor carta i V. Rev. ,Rio de Janeiro, prohibindo a A' bondade do nosso particular a- eordoi r e pdci co ar-o ch'garo mM felicitando-o pela maneira comn continuado dos desmandos. miro Deuded t Marrocos, inspector quella cidade,fob brut~lmente aggre- A illnminaqIo da noite de 3 do cue discutiu o caso horripilante V. Rev"' lendo a nota que da linha Telegraphica de Mossor6, dido por dons soldados recrutas do corrente foi geral e prodauia em to- ccorrido no (rato, do qual fo- he envio e qque peo s6 publique g ,a o tl bataho dpa, que 1 se acha- d as ru un bonito claro, que ram protogonistas alguns mo4;oe"em caso de apparecer algum Istrada de Ferro de Mossor6 ao Rio Brutalmente aggredido,sem meios ie on a tod&apop tla9 - <:e familiar e a victim uma infe- protest peLs jornaes, ficara sa- e S. Fincisco. de defesa, o pobre e infeliz do mestre Bem o haja .. donzella. bendo quaes eram os homes do 0 assnmpto foi bern estudao e t- av o, pensando escapar a lamina " At 1hoje nao me consta que~Crato que se achavam tambem cha-se desenvolvido satisfatoriamen- dos sicarios e assassins, abri- do Senvolvi os na questio de La- .te m c bre para mam casa visinha. GRATIFICA-SE a just:na pumsse os crimmosos,I Aso no.oa prestimoso amio agra- Mas,entrando-lhe portas A dantro, G AT ICA S, cvras e nas outr:rosdque navtam -e.l.o 'l -. o que bem confirm o que dis- ra e nas outrs hvi e ec ineraente a sa lei- mesmo agarraram-n'o os malva- n a qeder e entre--., c V. Rev" .pparecer. [itra que nos proporcionou. dos arrastaram o para o meio da "1 p , Tenho acompanhado corn se- Deo adiantar a V. Rev se- hi, com today a friesa d'alma gar no Joasetro o o r. Manoel rio interests todas as quest6eique o batalhai, que esti formado PIalextra Literaria d'nm ophybio, vibraram-le pelas Victormno da Silva, e no enge- Spe no Crato 3 reve voltar para a costas punhalada tAo formidavel que nho croata, Villa viqoza. Alago- discutidas pelo s Rebate) eCaital; e lhe Aranto ser uma Oonsta-nos que a mocidade intel-IThe produsin instantaneamente a as, ao respective dono Joaquim da l.itura feita tenho o juiso fir-_ P c he garanto ser uma ligente que frequent no Pedagogio more. Fernandes3da Costa um mado de que V. Rev.. a freute realidade pelas iformaes de ourso nocturno de franceg pratico, Os assassinos e perversos, que j er desse journal tern prestado um:1amgos meus que 14 moram. pretend crear nma sociedade litte- soe acham recolhidos A cadeia publi- CAVALLO Srvio ie ;tin-iavel ao povo d' e- Para nao lhe aborrecer vou raria, que proporcione aos soios to-cea d'aqulla cidade, chamam-se Seve- ta o a orae co uterminar e prometto esdarecer dos os meoade cultivar e idesenvol- rino Gedes e Antonio Vicente, esteco os ignaos seguintes-crinas Vta zoe t Voq Revi de tudo o que houvever-lhe a intelligencia. deoBarbalha,aquelle,porbm,de B s direitas, castanho ru.io, boa tern #.nfrertado t'o graves que-e ev. :t46 tudoo que houve Aid at rmagnifies. Verde,estadodePernarbueo,ondehala direitas, castnho ruo, oa st6es. e que est 'havendo. Fasemos votospelasuna realisaq"o. ponco, consta-nos, assassinara fria- altura, baxeiro, um tanto barrio 0 real serviqo que V. Rev"* Mas, antes de terminar pe(o0 -. --- I mente ao sen proprio padrinho de gudo, edade regular, e com 4 pre.tou ao nosso Cariry desman V. RevPa que nao enfraquega A' L& de oAeste. baptismo, motivo este que o trouxe marca i margem tao a d r. B1- 'pois at hoje ainda ndo tivemos o Crato,parajunncto'd'an sen paren- telando os pianos do Sr. Belisa- rnal. cRebate, e 0 Bello Sexo que coma o bri. te, ecangaceiro do Sr. Antonio Lmz rio do Igutfi quando Presidenteum,' Jora coma 0u velho ante pessoal da orchestra Sncta -- celeberrimo Dourado. interino do nosso Estado, nao acceteos paraens dum velo ia esta em actividade nos ses Desordeiros, e assassins como es- obstante quererem negar a ver- que muito lhe admiral. preparatiYos pars levar A effeito o ses, sao mnitos os qune assentaram V v dade, ser pr todos c semre Vio vinte mil reis de mails rijecto de fazer uma exposiqAo de praga no tal batalhao da paz,-cn- Desappareceu ou foi furtado dadei sqaaroponIdo"efeoj7sds-ao t reconhecido quatro assignaturas, cujos no- todos os products da industrial do Jo panno de amostra todos estamos em Maro deste anno. o emh i do an povo Joaseirense. vendo... . 0 que me d6e os velhos ner- mes dos assignantes se achm st noe.t Exposi*ao tern de Nao o culpamos, por isso, ao brio- A gratifica o 6 b6a e recom- vos, 6 ouvir a defesa de algunsema nota Juta fi.urar diversas prendas das mimo- so do capitol Edmando Milfont que, pensara bem a queen entregar o individuos A elle feita. Os jornaes V. Revy. remet- as mios das intelligentes Senhoras de ha ponco chegado da capital do referido cavallo. Oue. elle desejava depor o GU1 ter de accord corn enlerefo e outros artefactos de itossos artis- estado, nau os conhece, mas tao so- tao, s Lavras, coocr q tambem heenvio. tas, que fel znente so nitos. ent as actoridads dorat q tvo, ds Laras collocara De V RevdTa Cr? Obr? e A idea e digna de animaeao e De- com elles tern convivido. LOJA E ARMAZEM Aurora o chefe deposto. para n bus lane sobre as promotoras a mais * * ... . ... DE (.eois fUlser aticar o Jose Igna-Resp jpropicia de swns eternas bencaos de -=- Jolo Beserra de Meneses cio do Barro, e envadir Mila-j Antoao Leite Dantae Cabal felicidade. I Canaeires gres e empastellar O iRebate s, -=- oae : atf aGrande liquidaao de fazendas, p6de V. Rev'. crer. Em 28/ Junho / 1910 imbh calgados, chapeos, punhos, collar-- pEu sou pouco "ais e- .ho do H ,', Homem, cerca de 6 horas da tar. nhos, meiss, lenIos, suspensoro0, Eu sou pouco maia velho do Estl publ ralo o edital prorogan- de, passaram aqui pela Rua do Brejo gravatas, extractos, copos, bebidas que o Belisario e estou a par das do at6 30 de Setembro opraso para o onze individws (um montado em am &. & . fagan has deste home. recolhiiento sem desconto das notas cavallo encangalhado, algans de bln- Todos, pois, A grande liquidaeio As unicas localidades que na~o 'do thitsouro Nacional de 5$, de 10$, za de azaulo e todos de chapeo de Cicero N 5 2- 7 serial invadidas logo. eram a A auds esU. de 20$, de 50$, de 1 200$ coiro quebrado, de gaWinheiro ao Ia- Ru do Padre cero . Barbalha e Misslo-Velha elo, 500$ das diversas estamaps jA an- do e alpercatas de rabicho) os quaes amed lue o t ern de San pAIo De volta da Capital Federal, onde nunciadas. embocaram todos no caminho que Rhe.matimo agudo on chronio, Sy- medo que elle tern de SantAnfora a negocios commercials, ji se As notas de 1$000 e de 2$000 se- condaz a tal .Bocca das Cobras'... philie antigas on recentes eromiMse com na. acha entire n6s na visinha cidade da rio trocadas por moedas sea limited Quem sao esses biceho que nem o ELIXIR DE CANINANA Em mou poder tenho cartasuBarbalha, o nosso prestimoso amigojde prasos. ao menos souberam disfarqar-se em SUva silvium A VITALICIA PERNAMBUCANA SOCJEDADE MUTUAL DE PElNSOES VITALICIS APPROVADA PUR DECRETO DO GOVERNOR FEDERAL, N? 7638 DE 4 DE NUVEMBRO DE 1909. FUNCCIONA EM TODO S OS ESADOS DO BRAZIL CAPITAL INICIAL Rs. 40:000$000-CAPITAL MUTUAkIO ATE' 31 DE DEZEMBRO Rs.26:827:000 ,: s - ~A.3C 2A. .A.- r 5$0m e CSttoonsad l por az, s Wsseodailo i Vlitatlld, eIterls, depois io l. Wss, yp- sits siasats atE ) e unrite a "iiM. -cor a epqiMs ticsia (i 2$5. tl cim Uaz, ataskarifd, dpois d 15 asnos dic assoae) i. talicia, posi5es uaes atE 3150$.. e sasht Vii tiftites. tc-c* Ip $ mnssaTs, ptoids eao sioa pah atE 5$. pr rn o "* 33 tio latIjra at sa. :mt.ta agesa clGial 6 a tiscatl Jos( l ilt A VITALICIA : ( te r a ruw om fdti A VITALICIA: { mdher ifm I affik, A VITALICIA: ts f I i&0ftAlme ia If epit. SEDE:-RUA BARAO DA VICTORIA N? 19--!1 ANDAR RECiFE i' -'1 __ _ ~C~ -vo - P-10- r '0 * S.- .- 4 r -T-T T ? T E - O ANACT %^^ ^' ^ ^ ^ ^-^-^ v^ ^ l^ ^a ^z^ \^ *;-" *:-ri^. <^va ^Bi.BS .1F\~b. - -------- --;, II,. ,~-. -- -- -- __,,- .- - ;------ ---;l ---~-n~;. _A, A tA A a spt.r. se en rea CINCINATO S1oLVA n COO r, e : -.; o i I r a.: ; fr gtie ur:.s iqu jai 3i.)ll: C - 7. : .. -t !v... .. .. . ... .. ':'- ja r i .d e '1,ve " U. .... -ERC|ARIA- PHARMACIACARVALH O .:T & NATI I 1 1 eS a -S on. e ,'~i; Ih>.i'.ni-: u O') j r ;r ,.ri.;.ir'a di c -te acr. e .Iitt .d > e t;',>f-i 1..rl ti,' i r r' ,!,' i Y'-1n-'-o i"*-'.'-*q ; 'tt i m'-*.irM ,-e 't .i t,',, To rec ,'Se m -en ttb che _-. do d. t .-niico t-T il .--'-' i:'i:.;-: '' -" .': e-p i. do.' ta. lo a sa 1 sa 0, eO us :lnu e- . ,,:: es -n -, v -. e 1o .ico ei ger.! q:-- st" .. ... D ,S1r0,BARBA .,H M c~PAULISTA ^ SC IXA INTERNACIONAL DE PEN- ,r.i <3o. c-l: pauratit4. SSOES V1TALICIAS. . S Approva.- por Decrt. -Co Fr c04 Nt A C I i ^ s ,A ; ^ ;leoxito0 de garaitia no Thesourn Fedoral, J * SSr..--,:. o cpitd dl pen'e5a de mil Prea do j r Silio P dc Sitr Ala:ig-i 0i.-c. tnatac as.iitot '.RarLarag 30 o r Appreovado pela Inp,.utoria de. Hygien Sg:- n s. a ragerr.,d:, na Junta 9,-nrnercial d do C i e tor-do Po d.cto di d, S,... Y. ,. U .: r sdo Paloo *t -. f o.e:n ro (e i9o09. -- - d S', f L,$00m r pagm. ie:to 86Jo em S. PAITLO: RUA S. BENTO, 6i O jRicuaiatisrao ei qat er peezruo i. tri re. ..:, d (Ant ioperipto 1.1 C'ompaniiAlAMogn. aL) r p'.se i en qic ete c:nLatio; Sypltei:.- .- .. -e : c.i, na Filial no io: R tA 7 DE S ETE:1BRRO, LU!(e- d ;:T',r n'?uresa i- e*i d" coin lboas propor-6o e muito commuo- (no -k ,j net - 10, ca 15.$iO por .ez, p iga.,lcut ti- 113 (modenu) pelle; "' rqft la; ,e,-,. lqi ; ,- ajstro adaritatdo (ENTRE GONCALVES DIAS E AVE- letia oi.jem vencr: no ELIXIR D)E A tractor na Iua Grande, sobradon%. iS NIDA CENTRAL) CANINANA er: m a. a c,-t' co0n J. J. T. Ma"Qn _os. .P. r f .1rT A e Y.{ e .Mg , ot J. J T. Marro... A l v esada n't i hnarm.icins e no depo.: SScusad r. J g,-"hI..fe de Polieia e NVA eAE T- e terlik r1A-o mridcuimra, do E. done S.X: ROP- S;ECRETARIA-Conim mdador Leoucio XAROPE *.-*Vi;.!-- r, iT.1, i ,'- "1 lho r: t I ... ., :. i n c ) :i )1 d) v,;) :.u ., t - .tel. Theph1ilo A. e S. Cavalcante; ra .pt r C. f -11o i. ;..T..;:rii Niiou, e trigiru ;e [ Tendo wmui.d a sua Pharmacia da 0.V: tn. T.. t de Is ra ou-p i'T rave d -a California no 41 para a run d- 1*7*.-to" .-1q' .. -n_- ~ "I Nog : "-'r E AcioY, prodio n0. 33, comrn- 1s1T o.0 o A !oAT IR 0 hi- S ; AmTn"- e freguiezes-que S, dr- q i.i'td da nenma form sforsanido-e .:no, l V. tr:o :A S:;'. coI n dI y- ",','; -a, toIrr 1 semrvl-os, esierando per issue, ... l .,n. d;* ( ti'.',, art : o ,i i t .-.,.-:., .n... ",. :-. .-. reei- r er a contil .tne ao doe suas estimada -Gnrgol, da fibna Silva SCabira & C'., da Fnibriea de Teeidos S. Bernardo. GERENTE Dr. Claudio de Souona, me- dico e imlustrial. TMESOUREIRO-Dr. Gabriel Dias da Silva, advogaflo, eopital's:a, director da Companbiia Industrial de -.- Paulo e da Companhia de Pogoa de Caldas. * *.;.>n-;:. Rn> N A s. n". DN e R Tal. I -:.- l i p '- '- Conseihe RS.a-sait '.,:' *;' i..ro n. '. .'. 1,;in.. 0 PiOPHIETA1 0 r!O "I Cr:ito 1 de Janeiro de 1910 Exmo. Sm r. Conde de Prates, Director i r, -.-; c;ip, .ti'a et 1a .&. it..l ... & Ir do Banco de Sao Panlo-Exmno. Snr. Co- ronel Fernandot Prestes, vice-presidente do E.;::i.--B:r,'.o de Diiprat, director da A POP UL.AR -, S LANDIM TTE NC AO Conpanhialndutr: de Sho u-Dr. ~. I, h, -. -, . f " "~ *R .. lodolphio 2.!iranda, proprietario'd.'. i alri- ,'-,. t> ,,u.:v, Ouras artf. t.o. d. .c d r n :, -', S t-', fa nentas de ga('o ca de Tecidos Arethusina, de Pirack- al a ,. ,r -. v). :: > e i, e ,,n,* I i ii:e-,t ;e 7\ V i e d< -l ''ro,. .o io no_ *riio de S .n t- e deputado federal--Dr. Jo. o A lvez )inia, (d uro i ,r--;. 1 i medico e proprietario-Pharm. L. Pinto S- ur ,.1 Nv a to A ni. r A ode Queiroz, da firm, IL. Qneiroz & C. (m '1u1.i i'wn i,. i.- I;'rnui, .:.-'rr .t i('s- - t.'^ a - .. .. *i:". .: :a i Paair- (' ..r. a .o' i i ..,m o; t g,, .. tei t e Caj -.p cr- -o- )r 80. -i r.- rult-) ~ ;s -il (~ 'irr.u- '' t nr-.- :-t Aont ito do aicadeprodo o) Dr. o r,,e ,ta in-,,-,:e Pa lh:. ,,t 0,: : :. .,,c:-.ar %A .ropa aiivio a-sua Pontual e )r. Viotor Godinlho capitalists. ,,.h.r- 1'.-q-:enaJ.-d i,.:. U.-, .':1pe t.rada delara, a A ECONOMISADORA PALTSTA i p dr:t l ', Eqa:elon-t- re apZlae e lp at:-rada, declara, a uma sociedade mutual, comn fiae:iliseai do Manteiga Er't-, rExcellente, Papa.Io, 1i- quem ent resaar, que csti o expostal Governo, cujo fim 6 estabelecer umna REN- R A 0 S au: B d pore em lata. : enda todas sas casasnesta cidade DA VITALICIA men-al, emdinliiroos Tiso z pd.r prea-ds mo-licod s ide de gado t n-- eas socios. Toen duas caixas, a ca0ixa A I,.a.t de fa-i-:,lis ferrngens, e e-tivi Ufze no e r ao O a a- B v- P'r'ia da i.i!,rlde, ni. 97-. S.i-'eri- iua P.'ri.oro n. n 2. :ip.o e no terno de Sant-Anna do ci' . o -:1 1- i. o -un, O SC1 da LCaixa A pagam 5S000 dc db.'- do ng.do moiciduade d- pre;os e CarIry e maos um s-:to no mes-mo re- joia e 2$500 de mensalidade e tem direi- i-.''.idade de freguesi. fcrldo term denomlinado ,Qunima.'o, to, o iu de 15 :nros, a m Ia '-n-ao que D:omedes Sique-ra & Irm:'Oo. ; 3 \ corn engenho de ferro e casa propria, nao serA maior de 150$000 por mez. Jcronymo Framnc.'so de I'naa casa de vivenda, tudo de t.lha e Os socios da Caixa B, pagam 5$000 dJ tellm, nestlA l-ca:ltiAda", A vend-i, duasI segura cnstrqtgtao, con numa pequei.a Joia e 5$000. de mensalidade e ,-m direi- FrUN I LEI RO Ica as de,tiia -,,ertas de t-a, uma nascenfa e -ude de pdra e cal, coi to, no fim de 10 annos, a uma pensi one. e I, uc to Pd ep1i escetek de 1003000 por enez. ofhnn.. coumplta de to dos o. artf,.to s"ita Rua de S. Francisuo e a outra; cannavial para dnsentas cargas de no pc det exceler de pr '. n'n ort- No caso de fallecer antes do chegar a Sii.ns.:ltos em -nuidre, coi pirate orti- a tra-.-esa 'a 'lNa Nova;pelapr'mei- rapaduras, possuindo extn-as mattas receber a pensito, a associaSaio pagara aos n :.;te pra veronda em groao e ret;ll.. A ; A- .;la egu l 180:000 om mnadeira de construlcao: outro seus herdeiros necessarios todas as con- ai ach:;:rem outro barateiro, nmpio !ha d- s qu ,. f se uros. ir tannt, ome o proprietarie Jo:o Astoni, A'trat:tr na RUA DOCRUZEIL8O som pede o aquelles dos sts am;igo i Dando-sque oallne tiver feito, sem omr-s. l. ^do __que t mrn com o-.om mto negocio e t co o m e oco, tuario estiver em goso da pensao, esta fi- I'r;a a Liberdade ,,*.978. (queriao por bondade, satisfaser seu. cara ext!:ndi, se q,,e aos seus herdeiros FARINHA DE compronfissos, unma vez que tem de d a.sista qilW iireito. MAND1!OCA 'ausentar-se por tenipo indetermiuia- A pensio'W -' pages ao fproprio indivi- S;,- .;. Jos` Alves da Silva, av's. aos se- do e ter de prover-se de recursos suf- o, on ao'seu prcrdor legal, on por Si n freueses e ao publiro em eral ficientes. Imter io dedqualquor Banco qundo o Squne tern em deposto grande quanti- O oeio contrihnint e m dria one ficar doe fazendas morcadorias e:tuIra, fcrri-- ,,ni. ch:apoms. Tendo reecebido do Cearti ;ut compileto sortimiento dos Artiges .aeima ineniciu.lo- ,)ii. si'to vendidos por prego -.,rn Qonqeto'acia. convida todo p publicoO I a-a f. z r unia ri-iita a.dito esta"eleepcmen- tu que se certificarA do que e afffiniado. ' VERDADEIRO QUE1MA! APROVEITEM! APROVEITEM! JT(o Baptist~ de Oliveira. Rua Padre Cicero N0. 336 SAPATARIA B6A ESPERANCA EIta Sapataria de Joaquim Beserra So- Lral acha.-~o a d;.-pos';'.o do public e dos ncarroga-se de tode e qualquer trahalhe om coiro coin grand pres tesa e modicidasle emH pre;os. Rua do Cru.eirul in". - -lade de -Farinha de Mandioca de primetra qualidade, e -VENDE A DINHEIRO- em grosso e a retalho A preecs BARATISSIMOS. RUA DO PADRE CICERO N3 8391 , . > Crate, '26 de Ontubro de 1909 Jose Rodirignie Monteiro 0 C ARATO -LFEGANT-C Bup oDE "" "- ,1 ~O A" /BEi [SOBRINIfO Gritifico bern a queua me enure- i43RUA DO COMMERCIO-45 iar um poldro rosilho que desappa- CRATO-CEARA'. receu n a -serr4 do Araaipe siAtio W . :-. -. :;. -. Queimada Grande, com a segilinte E a. bheIle.ime Quem D o encontrar umestieo, Alta-fantsia, & &' &. S oEenaontrar Epecialidade em: artigos para pl'de en- tregar it1- 7 homens senhoras; objector para presefi., dat:ieo d' 0" Rebate tes e perfamaria finissima!! hu eon e neiho tpihapresdeaeP," iu er minha iresidencia:- Preos' sr eompetidor! Serra dos Asedos Dinheiro A vist. Pedro Xavier de Aranjo j impossibilitado do prosqguir nas suas eni- tradas, depois de ciaco annos do associa- AOl, -nm consequencia do molestia ehronica e incuravel, que o inability para o tra- balho, sera considered suspenso e niio pord-er director A peinso.. Os pagamentoo anteelpados do 1 nano gozamn da redneao de 50 oo, os paiganentos 1 da.m annot 0o,o e os paganineia de 14 ann, S15o/o. -,, .O mutuarie qie se iehecrever Bin mn if onte, ido aoutmie e -ti,er a aorte do aer prrai1ado,-paari0 aponas poco m"il ris tera direito a uma pensio para todaya a -soa- vida. .. . Atr dezemn6ro fort m orteadas ein'to cardprnetas, on sein no ppr;,Ion do nvme mz ;..A ECONMk RS A a tahea que fat sorteiosde doiirem dofs mezke e uj. grande sorteio 6o Naal! -, j ui'A; tB 'do;, bril, y 19 a Janei a--190 n '-"9" o. Nenimuma outia so- ciedade obteve tal numero do socios nos seus irinieiros mezes. Pedito ie proapectoe vpr ostas, cader netaotpi iuforrumaves minueioams ao preaentante no Crato. Belem Sobrin..o -- 5sRa 11o .ommereio==45 3- .is... (18 Toll1,: "-'.""p"!yp S Coinpo.to e preparado por ula;ocd Candi'll, da Dorcs Muito util uos intommodos do appartl.'o pulhnonar: 2Tiss, dfi.uaftcs, lrocites, la- I'ynjttes tiu'/i't etc. A v,-nda na Pharmacia Jod Candido R:a. do VidJo 21 DEPURATIVO CANDID 0 preparado plo boticario K.'onel Ca'-dido das Dores, e e prova.da el'.s icia nas pa- rigosas afi'ee-es boubaticas, syphiliticas, escrop'ulosas e darthrosas. E o grande desalojador dos humores vi- eiado 'ea o .piftUt" ..,imnadoir'da t,,. a.m doeniiaa pertinases quu -tem sua origin na impuresa do sangue. Unico depesito na pharmnacia Joa, Can- dido, na llua do Video. PHARMACIA SILVA de Silvino Joid da Silva.na Rua do Coni- mercio, n'. 8: tcm um grande e varia.do sortimento de drogas, products chiind.i..s e especialidades pharmaceuticals. I)espacha os receituario. com n mditc.- mentos do, reconlecida pureza e garanoc aceio, prstetza e m'dlicidade de pre'o. BURRO SUMIDO Desappareceramn de men burro cardito e unia burra quazi preta amnbo.3 corn esta e eomr a sr-c'-gim Sr sitio um catanliha mIar'a - fr n :a ... Quem der noticias cert.s na RIE,::- qao d', 0 ,Rebate" ou vier me ent.e- gar-ditos ifrimaes, se-A gratificado generosametite. Barbalhla, Sitio Brej'io, 10 de No- vembroo'de 1909 . Jbo Demiosthenes Fernaudos Vieira ". ... ' ." MILAGREIS CAVALIO SUMIWo SUnm 4f.tolln efdtio r-udado, novo, mul- to bodin,tinteir rehotao,ollhoos azues. M arca j i eRibeirIG Q iem oencentrar e entregar ao Sr. a- ior ,Joad IgMncs, m Milagres sc-re g pa- tifscad,. - - ctta-IAac -';"- hT' !f~ ~L)PLs : W1Cr~~_:~_T- it} I -." . -: |
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