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U- - e qp' ,"y^ rt-. ^- 41 .5... (I:ARA-BRASIL *... l)O 10~-MG1 ... f1 4 1 DOMINGO, 1I IIE JU OPE1910 * * e * ANNO 1-NUM.XLVIII I~~~~~~~~~P~ ~ 'I~C -- _. -C i:.d cr IIa , JOASEIRO DO CARIRY tentan!o crear pela entriga umrn nao t61 para uctelitar que o baragasse a creagao da villa do patido contra o nosso Reac:or- Padre Peoto s japresentasse Joaseiro, passou pela decep do 'C- hee, visandr, unicame:nte im- como chefo.l'esta a[idade, sa- de ouvil-o diser que'nao consen- A uetla ,,pedir a liberdade do Joaseiro, bendo que elles os' mdhAdes do teria em tal, allegendo nao que- I MitM l para continearemr a ec'-avisal-o Orato procu-am urma 'evasiva, r'r crear mais umrn municipio ini- lugar-lhe a ultima gatra de, S gi.r-le a ultima gotta de or qualquer pretegto, para nao mico, sem comprehender que Eis a arma de que lanqan .sangue. e evarem esta lo-alidade cate- tal resposta era um insult ati- mao espirntos qucse revoltam Na.jescolhe;n mei6spara che goria de villa. ra3o i face do velho Padre ... contra'a1 verd .de que os cspnaga. g trem; o fim-uee taosomente Saibam que lhos seccos Todos esses pontos, tratare- ('uanJo ntaoIles 6 pbssiel con- .ocLtpkt.ren-secom nsrcndas.nu Lrio rc'sistum ao p o de quem nios em artigos alteriores.. tessarem e muito menos nega- nicip:.es.fo-rfec;das pelo Joaseiro. n'clles se depe.ndau. Este anno, porem, como esta rem s.-s Lilts, 6s desalinhos que ...'.Os chefes odu maun,1-s d. O0 Padre Joaquii de hlencar' receioso de que o Ex.'? Sr. Dr. -ommettentL- .: OCrato nao.devi.am acasellnr-sc Pe.xoto,'appsar d torpe. per- Accioly,convencido da palpitan- Deparrimos' no Corr.io d ~. em umu -irihcheira tao fraca "e 4eguio6es'&e que t sido victi- te necessidade d'este povo, re- C-.;riry.,,.(orgaio c.ffi':ial da peli- vulnwr. vcl-a ent-iga para \e.:- ma injusta1ment'*a;.ponto de ex- solva satisfaser o cumpromisso Ji: a do chefe 'do Cratl), de 1) 2 cerein na crmp:nha t,-v:.d' ptorarenq cornm.oseu-pome junto rontraido o anno passado, ji es- " :o corrente. uina no.t:eta. son.aj.Cet.;e Z t-s que q erem escravi- ao ocean com fim de afa- prcurndo outro pretext ,f-igraphe (ilomeiross, na-xual s'ir oa pyo Joaseirdse'que pre- stal.-ol'equii. esth satfeitissimo tao futil quanto es das outras ,i notciarista, ul famulo incon'- ci- e ser iberado do o- coa io de..capellao do vezes-de que o Redactor-he- S .e1 .. .. o, .U- ,.. "vive seuiC' "'V .sc entm obf endo sorde rnhocA pte%. m evive. Jo.se r1plprte do povo, e fe, que seu inimigo, pr. tende *-. eus rms. proour' fa'-er- gr-, Sabemi to doI qui'o conje-1 naitrocaem tr pri esta po- ser o chefe . ir.aor 'aqi i, po J o Pd Jouide siao ela a de.chEfm.ocal. E o que e mais grave, 6, nao iro, entire os filhos da terra e AlencAr Pixoto naotein a.spira- E, d'.i, dec terra, sai- confiando na posssibilidade do o roietros, para, por tal. eiltcas,.. ,, m t que.o rm,-- valor de tal allegaposssibilidadeo procurdo conseguirem a revoltad aquel 5 cs i .s Livesse, as tena revela- so sahira corn a morte, on quan- lavrar a discordia entire os ra- ci ntra estes na pess6a de nosso do,quantdo.b-tendo-se comr deno- do Deus resolver, por outro mo- turns e os romeiros, creando i'(-dact.)r-Chefe,-o destcmido do, r.o Crato. vela derrocla dc- do, i-os ses al'os designios;dor- partied d'aquelles d.fenisor c os direitos de todos us S''. o- 3l :nm, viii tliumphr q:e pelas entrigas e pelas ame- partied d'aquelle cotra es- qea-tae-a 01 ates... Jcaseirences. a cause t q: e iefendi'. Lc.s, nun:t!- -nunca! Graqas a Deus que nos pro- Tao esturenda mentira, tao S1 as tve.sse, n o .e teria aif,,- Para que lancam mrao, pois, t ge e ao diabo que os perse- r,.voltante calumnia, poderia sor- stado d. actual chefe d'aquella de armas tao vis, querendo en- gue, os natures d'aqui ji co. t:r o deseja do effe'to comolulti-, localidade e de seus comparsas goi.ear os homes de boa f6 ? nheceram o valor da manobra ma cart.da no joqo ora admitti- do aurtoritargmio per ver tra- Ama-se a mentira, mas se a- empregada. manobrassa que to por elles para explorarem a bido o Ideal que son espinito nu- borre o mentiroso . resume no uinte-sble- opiniiao public, ai o distinctos tria -a p.;z c a oucordia . E' inuito melhor dizrem corn var os animos dos naturaes, isto c:.valheiros, artists e lavra- Si as tive.-se, muito no10 co:- hombridado, confessando as su- 6 dos filhos do Joaseiro contra dores, commerciantes e capital trario, conformado corn a conti- fraquesas, ou melhor, as suas os rimeiros. assombrando-os lists. grades e pequenos, ricos nuacqo do despotismo, contra o desgracas, do seguinte modo: corn o boato de que o nosso v pohres,nf.o conhecessem, atra- qual tanto combatera, estnria a- -nao queremos que o Joazeiro Redactor-Chefe quer expulsal-os \ z de toKlas as preven6oes pro- colytando o *'r. Antonio Luiz na seja elevado a categoria de vil- d'aqui (os naturaes), para por voc.das, qute a attiturde de nosso celebraqdo da missa negra do la,si bemrn que reconhegamos que esse meio, evitarem a solidarie- lIdactor-Chefe,o IHevdT"? Padre regresso de sua patria . estd em condic6es de ser urma dade nas providencias que de- Joaquim de Alencar Peixoto, de- Si, finalmente. as tivesse,aqui cidade, e todo esforeo emprega- ve ser pr todos tomadas na fcndendo os seus direitos e cs- mesmo no Joaseiro estaria caba- remos para isto nao se realisar, occasiao necessaria fora ndo-se pela sua liberdade lando, fazendo grupos para gal- porque nio desejamos perder a n vimn ara t revol- c 1pela sua emancipaqao political, gar a posis.ao de chce .. manata das rendas municipaes tante alumni i tImn sido e sera sempre sem vi Nein reflected esses homes, que elle nos dd; mas, nao inven- E' precise que o povo desta -ar nenhum predominio,neahum tald a cegneira que as ambi6aes tern impecilios que se nao justi- terra se convenca de que o Pa- intcrcsse, nenhuma posiq.o e lhles produsem, que a altivez de ficam. dre Peixoto nao tern a menor muito menos a de chefe politico. espirito e a independencia de E si coragem,, nao,a tem pa- prevent o cointra os naturaes Como sao pequenos, e quanta character de nosso Redactor- ra tanto, nao calumniem, nem do Joaseiro, c que o seu uni- villania possuem esses clsssfi- Chefe nao permittiriam que elle, mintam !,o desejo e ue haja harmo- ca los mentirosos ainda que tal desejo, por infeli- 0 povo por demais couhece a nia de vista entire Joaseirenses e Como poderia o nosso Reda- cidade, :tivesse. acceitasse urn real causa das negagas,. .do Sr. romeiros para podere ir na tor-Chefe sublevar o espirito cargo politico, para cujo alcance Antonio Luiz, qu.aido se Ihe fal- roeir conquista poderm agi na dlos romeiros para expulsar o0 fosse precise a interferencia d'el- la sobre este assumpto. defesa e conqista de a e natur;'es, consentindo tao so- les .. Elle, o. povo, ainda nio esta cipa' o political. niente que permanecessem e Nemr reflectem ainda que o esquccido de que, o anno atra- ICegociassem aqui os romeiro., nosso Redactor-Cliefe bem sado, -quando o Sr major Joa- obr h s quando o nome lembrado e a- que os conhece e sabe de fon- quimr Bezerra, filhp tambem d'a- A presentado ao governor, desde o te limpa que elle., para Pao li- qui do Joaseiro, esforgando-se (InformaesaoJornaldeo- anno passado, pelo KevdP"? Pa. hertarem o Joaseiro pela falta juncto ao governor, para conse- (Iriformda Bes aoJornaladeo- dre Cicero, e, ainda hoje, por que Ihes fazem as rendas que guir a creaqao da villa, o mooi- N tica da Bahia e Gazeta de todos apoiido, inclusive o nosso d'el le auferem e empapam,pro- vo allegado pele Sr. Antonio Notcas do Rio de Janeiro) Redactoi-Chefe que conscien- -uram todoos os meios, qual ma- Luiz para embaragar4lhe os pas- o desejo de faxer mal, o espirito de vin- ciosapnente reconhece o seu va- is irrisorio, para entravaremn a sos, foraque elle.era seu inimi- aodepeitoeaAvntadeso apaze dos majors attentados contra a juatiqa e hr mo-rl, o seu prestigio para sua autonomia, para obstarem a go e ap"iado pelos chefes de contra a verdade dos factors. chefinr politicomente este muni- sua independencia ... Misso,yVla alha, e Mia. Sb se a ulso,dinimigse qu' cipi). tfra e c o do d-stinicto ca- As ras6es que elles dao pa- lagres m ntoo peesoess, nae bhsitaram de com- -%alheiro, Coronel Jos6 Andre, ra justificarem a reluctancia em- 0 anno passado, quando o rmotte. son popi actor, easrifi- cando a 'verdade e illudindo a boa, fA do hilho do Joasciro, 'qui n-scido e pregada contra a independencia nosso.-vcnerando amigo, o Rv'"? em nio'oseonheeendo, lhemfasiaahonra cre ido ? d'esta terra sao asmnais banaes Padre Cicero, confido na con- derl- oshopone ab wo siaudade Respondam li os que, archi- que se podem conceber. sideraco que merece, foi, cl- do tepmma qde trhe fi trasmittilo, tectantco, on fasenho architectar Deviam. ao menus, compre- le-o Sr. Antonio Luia, pedir- J,^-dro asu d akiAhOog1Pon mentiras, procuram tciumphar, hender'que o povo joaseirense he pessoalmento que nao em- mundoeomo sensational ecandalode tero nosso Redactor-chefe mandado a um seu irmdo aecompanhado de dois capangas pr n- der u'am ivaro- e aparar d navalka a orelha de umn sw pa renle por motivo frivo- 0o. E para cerregar mais as coresdo quadro, desdobron-ee a lingua, opregoou-se queo nos;o Redactor-chefe era o. padre ,~oa- ,quirm de Alentar PeixotQof corn & cArcun- staneia aggravaiite de *er do Joeaeiroe de ter revoltado por ease at-to doe elvageria toda a populaqito do Crate e o proprio Jo- aseiro!." Foram mais long ainda os phonogra- phos do Jornal de Noticias da Bahia, e no chegarem no Rio.de Janeiro diser3. m A.Gazetg de No etbsaoqne 0o caR foi ona- is horrPOdo poadvel-isaassnou-sM 0 pareu- te p)r maoinvfrivolo'l so lh e cartou rs ore lhas depois de cadaver ! A ohra delle s6 podia ser assim mesmio. Illudiram a boa f de importantiss m s jornaes que nalo os conheciam, e fiserain delles o echo sinistro de suas tristes men- tiras e revoltantes calumnias. E depois reprodusiram-nas no soeu Cor- reio do Ca riry no. 289. Que o nosso presado Redactor--clefe niio tere-parte algmna no caso fue Ihe in pu- tam inimigos despeit;ad s, sabe todo oL(ra- to; sabe-o todo o Joaseiro. E o proprio Correio do Cariry que repro- dusia a encommenda.ieita ao Jornal de JVoticias da Bahia, so soubesse dar o sen A seu dono. si tivesse espirito dejusiHa teria takubem transcript d' A Provsucia de Pernambudo o seguinte Tdlegranmma 0 BISPO DIOCESANO DO CEARA CONTE- STA A NOTICIA QUE AFFIRMA TER 0 PA- DRE ALENCAR PEIXoTO MANDADO COR- TAR A ORELHA DE UM SEU PARENT. Eis a vexdade Fiquem, pois, scientes e conscientes do teslteninho qne Ie accord pom a con- scier;ic. public della deu o respeitavel prelad, ,!ixt-ii:o do (Mear, todos .is quo foram como Jornel de Noticias e a Ga- zeta de Noticias, illudidos em sun boa fe. A elles e a todos os que long do theatre do acontecimento, tern sido victims das informaqbes apaixonadas do odio e da mA vontade 0 Rebate reproduz em ligeiros traiqos o fact que explanou larga econsci- enciosamente em seunumero 41 de 1. do mez pasoaado. Por obra delles, por obra dos actuaes mandues do Crate, tendo o celebie Alfre- do Cleobulo,chefe de seu-cangaceiros feito nma carta insul'1nosa, injuriosa, e amea- adora Ro nosso Redactor-chefe Padre Joaquinm de Alencar Peixoto o a. sna rea- peitabilissima familiar, e andando de por- ta em port pelas rusa daqnella cidade, lendo e relendo, corn escandalo 'de todoa a referida cart. para depois envial-a, sue- cedeu que a m de sens irmos alli [resi- dente, accompanhado d'um pardo, de no- me Manoel de Moura, diriginu-e ao so- bredito Cleobulo, que se achava arma- do dos pies A cabega, den com elle no chno, amputou-lhe uma orelha e depois tomon-lhe as arms. Eis, pois, o fact tal e equal so dme. Eis a verdade n6a e crua. que phono- grapharam alterada e adulterada A im- prensa d'alem-mar. O accompanhamenfo de capangas, a pri- sao n'um troneo, o revoltamento do Crato e do Joaseiro contra esse acto de selva- geria- simplesmente obra delles, os mandoea on mandarins do Crate. 0 assassinato do Clto'nlo, suona more, o corte de suas orelhas, depols de cadavor. a sun entrega so mandante-tambem 4 simplesmente obra dollea. Tambem quando s6 se pode ser paren- te por eonsangninidade on affinidadeCleo- bulo ser-pareate por motive frivolo=taRm- bem 4 obra delles o infeliz parentesco per motive frivolo. -Hydropobir am nci, soltal-o de rus em rua no Crato a ladrar e a morder am space rdoto ditincto e sau respeitabilissimia famiiis, tarabom.-foi obra delle. Nho center esse eio, quando se s sbe qu. todosa eals bydrophobieoe e stio ubjeitos a more, oxpol-o a golpes do pl eieo que fose .ta de en furor bhydropho- biao=ainla foi obra dellU E CGMa nalo Tiratm prose a am tron- eo,morto, aMMsasinado, insiuaram aOs Jor- naeo de lg qu era late o que queriam; poisa o cort de onlh e apen_ o aig- nal nue earactetetrisa ,.ra delles. Quiest e0 asns, a eaM .-/mpi. Quoem hydrohobison o cio, dell* nae oteve compa ixo. Foi a obra dellee. intereue capaz de determinar doVenerando feeque tem ea- desigaiqspresolve, amparandoos dEm n raqu saw como a maior, pois os conhece- a quebra da.circumsp- o que bido,pele lopelda prndencinnocentes, castigar os culpadoscaprichos de espiri ir etpor m ue no pensavaos po- I *""* *^"nosde spit" irrla~lecti- 0que nio pensavaaios po- ^ -- J__ I Aa ^- * J-7 --' --- I T I S.- as f6rmas e os matizes var:am ao infinite, segundo o ponto de vista onde a consideram, na ex- pressao de .Weiss. i E ella e una e uniforme. El- la e o que e no facto, scm mais c6res. S6 pela irreflexao se entende sempre a timidez na desistencia. Ella p6de existir muitas vezes, que nao sempre. Entretanto nao nos permittimos defendel-a na sua manifest existencia, mas sim no caso em que seja preten- samente admittida. Interpreta- mos assim a ide.a do desistente: -0 meu antagonista nao reco- nhece a verdade, seja por nao poder, ou por nio querer. A sua antelaiao pela forca impulsiona-o para o pugilato qne deve ser evitado por incompati. vel com as pessoas de bons cos- tumes. A prudencia e eficacissi- .. ma para fazer triumphar a ver- dade, e a esta posso levantar sustentaculo inexpugnavel corn os elements que 6 direito me. faculta em todo tempo. Conseguisitemente eu o des- prezo; porque, como disse Ver. nant, o. desprezo o melhor meio de abater os tolos.-J. Au- gusto Vieira enunciou mutatis mutandis: ji vae long o tempo e ii que o maior espadachim era _, o aitagonista mais feliz. Ja hoje U. to -mistkr ir por ahi f6ra emn merecer E' quando as andorihas fatlm ninho 'Telos velhos beiraes do men telhado, Que en ando a ef; de eterno olbar magoado; Si ni6 me deixam nunca mrais s6sinho. da, desde que a malefic encia an sirn o quetra. .. Agora respocx osu pela face direita do queA :. 4 klea- stencia Ao 06d" _er em prova da ausencia- ito do polemista, si esse vamente 'awtiste ra.- ftusa; a menQ&. que a preteosa prova epara cahir mais tarde tomo fasa po- is, o direito se estabelece na verdade do que perante a ra- "zao; e a verdade, cedo ou farde, fLtalmcnte apparece, aindammes- Sme surgindo do fundo de urn po- vo come a pintara .Mreau.. Tanibem julgar por malefi- cencia, julgar por exteriorida- des, por preyveida aversao ou por apparencia, nio e precisa- mente-julgar, mas --supp6r, attribuir falsamente o que nao existe. Logo, indebito e rmllo e quan- t* possum juigar os maleficos ,-obre a desistencia d'*lgum. las parties. A desistencia tambem nao import em pusillanimidade pe- rante a consciencia dos imparci- aes que, alheios a quem, de fac- to, assisted o direito, permane- cem optativos pela ultima ratio. A estes, no caso em que so- mente sejam imparciaes, faltamn qualidade-. que, convem que e- xistam corn a de imparcial; fal- ta-lhes.agudeza; perspicacia; cla- rividencia para penet'arem.nos meandros dos sophismas do que a em falsa posigo.- ervem para muito as pala- vras:-paru dizer o bem, e o mal; para tecer elogio, e fazer ultraje; para exaltar, e injuriar, o que ndo imltorta que tudo isto se faqa menfindo. Os sophistas dizem bem, muitis vezes. E fa- lar e prerogative de quern tern o dom da palavra; falh r bem r regalia de muitos;n mas poucos sao os que proclamam a verda- de. Alem do que, esta p6de ser comparada a uma paysagem im- mensa, da qual a perspcctiva, E' Ia que, pre3a ao.manso olhar de .Chrsto, Faz ninho eternameate nmia andorinha Que aos bravos do seu paie nai volta mais. Mario de Artageo. Cornta t ia.lley ,. - A gravura acinia roprose itt Attila; em 1066, cl a conquis- o Comets de Halley, em su:i ver- ta da Inglaterra peas* norman- tiginosa carreira, e-p'-io em t6- vos; em 1456, oa paor" em toda ra. a. Europa foi de ta natures Deste ve!ho viajante, que que o papa Calixto.Ill prescre- tanto tern alarmado os habitan- deu oraoies publicas . Destas tes da terrn, e sam fundamento e outras coincidencias originou para into. temn-se occupado bas- se, parece-nos,-o signal no ce-u, tante & imprensa mundial. eastlgo na terra; e d'ahi, o medo Este cometa foi visto entire o susto dafirelha humanidade., nos pela ultima vez em 1835, e, Mas a passagem do cometa agora, do novo apparece, ap6a do Halley oximo A terra, nao e 75 annes de ausencia. phenomexi6 que assuste, nem A suri existencia por4m rd- quiet amedronte. ' moiita a3 anno de 451, e por, Deixemos que elle passe, e a muito tempo, a sua appariq;ao Deus peqamos-lhe a ventura de coincidiu com factos estraordina-' outra vezo vermos, em sua ver- ries: em 451, corn a derRota de'tiginiosa carreira espago em f6ra. num recontro a cabeqa do ad- comeqa e onde acabam a pruden- versario, ou fazel-o empallidecer eia e a poli4ez. Os hoeemns nao agarrado ao arago da sella para valem mais pelo que sao, do que conquistar um bello nome, ago- polo que se fazem valer. E pdor ra se consegue o mesmo resul- ser. para aquelle que preferir tado empregando meios diver- dobrar-se de mals sos: a espada antep6e-sf- a lyra, Outra coisa 6 o silencio ori- ao vigor do brago prefere-se a undo da razao supra. Baldados grandeza e a bonda'de do cora- todos os recursos par a conse- 91o. curao de um exito esthbeledTdo Por certo. nos principios da mais cordata e A forga muscular deixou de plena harmonia, o silencio equi- ser habitacio para as campa- vale ao protestol mais solemne nhas da celebrdade e presente-I contra a estolides, a ardilesia ea mente s6 habilita para os miste- malleabilidade do character indi- res de mari61a vidual. 0 que pretend exhibir a fr~- -Pratioar4 assim aquelle queti- ya de seus muscilos pega de uam vr brio, mas um brio edu&iado pau e uma corda e vae para a nos dogmas da san moral que " porta das Altandegas, onde Ia avlygiene dwv alma, comb- o-e- muito fardo para carregar. primio De Linge, e decide ease A insolencia e a brutalidade p6deemanar legitimo,e extreme,e nao devem ter entrada nas pug- in confundivel corn a vaidade. nas da palavra. Comtudo nao se Entretanto qstarM mui adean- pense que asim est& sendo feita tado nas llqoes de 'morfld que da cobadia: mar- soubdr distiuir os traos que MOCE = A r nais onde elU diferenmn am e outro. 0 prl- toe V. to. Ump -ng rdece o h einen, o Qutro 8 o engorda; onmeirM a Iooteo de ipit viru- dus, o outro ha. de quasi todos os viclos e extravaga.icas. ,N confondin., liste aum genero de bio, no uaidse comprdhendem todas as wfis divinas, e am gqnqro de vai- d64d que.encerra os sete pecca- do capitaes. . Substanciando. - Ser* pelo amor de mantera integridade do caricter e a ele- I va io da digniidade pesmnal. qo 1 Ihade subsistir o ESPEITO, base r das socied ides organisadas. Todo home que tiver o or- l gulbo de ser respeitado, saberi V relspkitar as convicoOes, as c.en- gas, as thearias, as virtudes, os themas -politicos, as positoes, as categories, a hour, o decoro, a g propriedade, as leis, a pobreza, o infortunio, a ignorancia, os vi- n cos, as paixoes e os soffrimentos a alheios u Pernambuco. Eustaquio Gomes Rheumatismo agudo on chronic, Si- phylis aatigas ou recentes curam-ser corn o EIL1XIR DE CANINANA de Silvlno Silva. Barbalha Ceara. 0 rbkaatlisut Ecraftd r Pedro Emilio Gomes da Silva, doctor em sciencias medico-cirurgi- cas, pela faculdade de Medicina e Pharmacia do Estado de Bahia, .1? tenente medico do corpo de sande do' exercito, ex-interno de clinic medical da mesma Faculdade ete. Attesto que Pas diversas manifes- ta"es syphiliticas er henmat is - m ae s quando necessario a appli- cango de am deparativo de efficaci- a real, emprego o Elixir de Noguei- ra, Salsa, Caroba e Guayaco lodura- do do Sr. Pharmacentico Joao da Silva Silveira, como um dos prepa- rados que mais vantagens offerece ao clinic; o que juro sob a f6 de menugr o. Bahia 5 de Junho de 1908. Dr. Pedro E. Gomes da Silva Reconheoo a firm supra. Dr. Pedro E- milio da Silva. Em testemnnho e por ser verdade. Affono" P. de Cerqueira Vende-se nas b6as pharmacies a drogari -s desta cidade e nas da ce pital e Rio de Janeiro-Fabrica- Telotas-Rio Grande do Norte. Ferida an-tigas, boubas, darthros e qual quer molestia de pelle. Curam-so corn o ELIXIR DE CANINANA d Silvine Silva Deste illustre amigo, deixade sahiri fj' o aitigo, de que fal- limos em o numero passado de: sta folha, porque, devido ao en- commodos de sadde.4d que fora atacado, nao poude fasgr Ihe a, revrisso. Sahir, porem, no pr. numero. Aguardem-n'o. * SQuizera que perdessem o caminho Das brancas regi6es do sen noivado, SPara coimmigo tel-as, Sempre so Iado,- Aquecidas ao sol do menu earinho. - Seria crueldade; mas 6 isto - 0 que se faz no cn o quando A notnila As almas vRo pousarlhe nos beiraes. Do Barbalha Esteve alguns dias nesta lo- c;lidade a Exm? Sra D. Vinvi- nha de Macedo Sampaio - Na visit que veio faser-nos, deixou a todos o mais vivo pe- nhor de suas maneiras .obsequi- adoras e captvantes. A'distinctisia Senhora nos- so saudoso adeus. i 4 i. ' - -- ~I~A;3R;X~RS fjoosd Preira, die.. leado desta pw.a. o, ao effe- ctuar s'f0iSso" d'um doido por nme Lucas este o feriu com uma fca d ponta, berncomo a um dos rapases que o acompa- nhavam, o 0uaI se acha grave- merte erifermo. Tendo-Ihe timiado a arma ao doido, e cohdusindo-o para a prisAo, eis que uns rapasohls, armados de rifes, em se appro- ximando do desgraao,; disse- ram--este disbo dss matando... A' voz de inorte, & que se op- ppz formalmente oa btioso subde- legado, 6 pobre do doido car- reu, e, traz-zaz, atiraram-the os rapazolas pelas costas, cahindo ogo crivado de balas o misera- rel que ainda esti vivo, mas que iao escapard, por certo. E esses rapazolas . . N5o f6ra o pedido d'um ami- do, A que nao podemos faltar, c leclinariamos aqui, mesmo corn i6jo, o rome por inteiro desses issassinos que,nos apparece-ido, am dia depois do crime que per. >etraram friamente, n6s expro- >ramos de viva voz. Felizmente, sao esses rapazo- as bastante conhecidos nesta ocalidade, como uns desordei- os e fIaciqueiros, e. agora, co- no assassinos que sao,perversos : covardes, ai um tempo, mas, lessa perversidpde e covardia le Joao Calangro com quemt vi- iam de parceria nesta terra.- umn perversis, perverteris. 0 pae d'esses rapazolas exas- erado corn a exprobacao qtue ies fisera A elles o nosso Re- actor-Chefe, tern andado de orta em porta pelas ruas desta 3calidade, assoalhande corn to- o esse cynismo que Ihe e pecu- ar, que c nosso referido Reda- tor vae proclamar a indepen- encia do Joaseiro, botando os Ihos da terra para fora e poderando-se de suas proprie- ades ! Conta a historic direito como la se passou, maldito e menti- >so! Servira de o lte. 0 Unitario aconselha a plan- Lao da noguetra em larga es- da, pcr causa das grades van- gens que nos proporciona. Di um oleo excellent muito perior ao da linhaga,maisipro- io para a preparagao de tintas mais rico em rendimento. O mesmo oleo d optimo pa fabric do sabao e de outros eparados. A plant da nogueira se re- oduz nao s6 pelos seus fruc- s,como por estacas e manivas. -e- TI - N Em principle destte mez A paz que o Cetsa forgica e eapso do Nazario Landim, co- oCrreio 9de Carirg resampho- mo o foi corrente aq~u, mandou nia,-- a quella mesa paz. um cabra d'edle dar-lhe tum ti,, da qual disia S. Paulo aes Thes- f6ra de hora, e, sem que tives- salonicenses==no cream, nemr se, como de vez, e por qualquer confirm: qrnum e in dizerint- ronho ruim, corride para o Cra- px t secwrits-tiaun repent i- to A dar noticia do came miera- aa ei esa'pervidetita.niiu . " velmente concertado entire elle I De repente,de surpresa-a po- mesmo eseus amigos de corri- litica dos descendentes do Josd lmo..-logo naquella cidade re- Andz6 no Crato, dispondo de gougaram as arteieos de perver. 200 pravas aquartelkdas, ao sidade que o nosso intemerato toque: da comet, As;horas nmr- Redactor-Chefe foi quem man- ts as far w seguir para' Brba- dara atirar-lhe. -Iha e ao amanhecer do dia esta- E s6 agora 6 que tivemos co- r deposto o actual chefe, e flo- abetimento dessa perversidade reando os conhecidon conspira- mais em reboladas LI pelo es- does. treito crculo dos actuaes reg- A paz delles asnim mesmo los do Crato! Sem despertar desconfiana de .Megistramol-a, cdmtudo. ,inguem, porque o seu cangacei- Mas, vejam a os nosmos leito- rismojA e-tA fardadosmnuniciado res em que circumstancias dia- e aquartellado officialmente, co- bribicas nos achamos. mo tropa do governor, os mnnei- Ah malvados !... ros do Crato faro seguir i media --- noite sua forca para o Barro I enconitrar-se corn a outra forca F.ralee PresUle dos mineiros do Rio do Peixe ei tomarao de surpresa todoo Coxil 0 Exm? Sr. Conde A. de A paz delles 6 assim mesmo. Van den Brule esta esindo De surpresa em surprega,masl convereao trmaees no Peda- semnuncadespert.ardesconfianga 9fi0o, de ningnaem, porque a forga esth Dotedo de muita aptidon para aqtartellada e prompta ao pri- o magisterial, elloe e tern feito a. meirotoque,apazatacariMissao- mar de todos os quoe the ouvem elha. Milagres e-outros pontos e sams utilimimas lkeive estabelecerA na chefangcae nago- Com uma paciencia digna de vernanfaos Nazarios,oa Vasques lonvor, repete mar e muitma've- e outrosj pacificos e pacifiantes see a phrase do dialogo atA que como os chefes dos cangaceiros o sen interlocutor aprehenda fardados do Batalhto do Crato. perfeitamente a verdader pro- -=- n mniaoa franoeza. Piar ditatier. Asain as mimoasa enboritam que frequentam o ersopomeri- Continuam os enmios d'Ave dian i os brioaos mogos do eur- Marin, no Pedagogio e dasyn- so noctarmo, jL tem approveata phonia do Guarany no Conserva- do batstatee mito aida tem torio. quoe eperar da contiu0aao d 0 primeiro, segundo o costu- uas eaudot jnme, realiaa-se hoje so meio dia, e Ao matreae aos diasipulos- o segundo a 7 horas da noite. muito parabems. Intereassdos e dilettanti nao Avante faltem. Diz o Concitio de Trento no capitulo XI. sessao XXII: *Fica sujeitoi excommunbhi quaquer cerigaou leigo, ainda que sap imperador ou rei que usape por si ou por outros, com qusquef atiio,or ou prcteto, a jurisdicVq dos bencenmmosru- ctos ou quaesquer o bvenfes de alguma egaeja ou benefido, eam quanto nuo as restit-a inteira-' mente a egreja ou beneficio e obtenha a absolviglo do S. Pon- tifice.s rit A Joaseiro, candhAi a es do Sul e do Nwte.' Ainda bem ques a I sWvai fasendo e a ha debris lhar em todo o wso esplendr. Amanha e dia do grande Sa Antonio. gOutr'ora era dia sancto em todo Brasil; mas dispensado fi- cou someoe no bis- pado Pernambuco, de que 4 Est4. pois,-excommungado o vendedor .do si do patrimonio de S. Vicente Ferrdr; e como Qar V.8.curar- do ASTHMA ? das leis da Egreja ele somente Una o ZAROPE DE AROEIKA invoca aquella que manda obde- COMPOSTO de Silvioe Silva. cer aos vigarios-SXo VicNmE o castigue, o rdus pobresa BOLETIM COMMERCIAL e i miseria par exempto e pa cornec;ao dos vendedo, s dos P:eus dos generos durante au- patrimonios dos Sanctos. mans fida: O aemter.aqueiam.poe as Ce ver kilo $600 more timesdam de Lucrecio--4 see $800 coisa que os usurpadores dos de re 0 is & d. wa.deoSire bens ecclesiasticosnuncacreram, e nem respeitam. S8i 1a de cima, nao vidr casti- go, d'aqui mesmo para uns nada hi que recei ,r, mas para outros ha tudo a temer. Varies jormses aouueiaramm para este anno a extraodinaria appariobQ de omse ometas. Tantoswd'uma ves" 6 Mancs se viram, e de certo nlo se sre- rao sctuaaItet; porque dos am- nuncidoi ji deizaram de appa- -ecer dierso. Entmretatto &annMwiaat( a- ind appa paraa m Otabro. Ora bola !. FMla Un u artigo, que por duas vezes editamas nest" folha, pulveri- sando as miseraveis calumnias que se tramaram infernalmente contra o acontecimento Eucha-" a de bode 4 Tocinho Farinah 80 litros MMill bo Gomua o ArreO 4 Sal Fejlo de toda " a de amaaer * Caf6 (rio) arroba Amemar branch a Araruta Farinha do reino a AlgodAo 4 BaspMara boan crga e ordinarias a Kerosens-e lata Phophoros groxa Becal.ea barica Agn t at n caada Viahs m bram q V tagre tt to Sollsa m meio Couro de epichas um Couro de bode an (600 18000 Isoo 43000 7*000 78(000 74ooc 1NO 8(000 10 000 0 XAROPE DE AROIE1RA COM0OSTO De Siivino Silva, cEs qualquer toase em 48 horas. Vidro 3S000 C- ~5 -.. I rpurc. VITALICIA PERNAMBUCA hi~ hliLAA~ %9m ~igi SOCIEDADE IUTUA DE PENSO0S VITALICIS APPROVADA PUR DECRETO DO GOVERNOR FEDERAL, N? 7638 DE 4 DE NUVEMBRO DE 1909. FUNCCIONA EM TODiO OS ESTADOS DO BRAZIL CAPITAL INICIAL Rs. 40:0000000-CAPITAL MUTUARIO ATE' 31 DE DEZEMBRO Rs.265:3827000 A-.-cm 5$.. pe e cmbisarks i" s, *$ assKlnte ( titlda, btereis, It b 1t hne, p es si essrsn at tlMIsw, flArstf ai. $ .---.-m.----,-- -- S-cm a pequm ecaumis U $S reals m ez, alcauueb, tpels 1.5 sums U asdaM * 13C.tadgds, 165 tE1i45 ma mts 1 Wi. c-cs 1i$. susss sri eds 2i "ar. uos ls f atE isl -m s, 1 uan pceas eilr* atts.:w*w*.lduwy ds Gr a IqukI ufbrt A VITALICIA: ( aI tmm ties WL A VITALICIA: ( LiN ill I a*ul| A VITALICIA: I* euih *<8 l uil 8D:--R-UA BABJRO DA VICTORIA 19S--.1 ARDABR.401I -4 I '.1* - ~4I A A * m. ' cA.zX.A. CA.XZCA. O A.X CA PB I I .saleds, teaLus a 2' poUB -i I Ja ulde or AVENDA Adrnm-se A vuiam 3- cass nontw le aeab alb masto be econtruida, cam rte duas janel dejeue., S - salaB grande quarto ,e M bem acabeda 1 sarao dbio' umnrada' casimbs behero; o tm ,atments cornpo 6 ea stso encravada na Riande Pedero' uma das p aapau`,. e mas mauimento. Qm petender' poii, negoeialm so bsizo signedo* pa- liberdade n? 976' de ts to FeMlon Pittus LOJA E ARMAZEM DE Joso Beserra de Meneses Grande liquidagLo do fa usda Ido, chapeos, punhos, collarli ad=$ me O lenSO6, wasveeio etractos, copos, bsetM do, poias grad Uqiaid5eg do Padre Cicero N. 5 ?2 ARTE DE MUSIC vende-se nesta redacryo Sofrefa DOR DE DENTEIS Uss ODONTALINA qS euz-i-vTw- iaMdiaeammtr. - __ __ ~, -N 1 8~- a- ~ ~mE~ ~ ~:fi 1_ w URn Jawgo l CwcIw ro SILVA u c 3a .i a.- ,'ruid '-. 1 p-r- tsa ro jci*-.A a Atia. *A - En ro e .*onj a *o-a.a exwre i4a..s- ".- v0Al$a. Siio. s l v.A E' i.,t dJI P A SPApuARO L t, A s ct imo dae ar'-,. aci cr na ra m rtis Riota a..-ea r e ar j.a ':.c 50. q t A. tr%,id-, hi mkd;,a ,J -u ,;G.- A( iaOe s-e rn-i-'ta r q,-aqir ' Kna ;Pand.& orda-T, n*. 172.S - 0 6ARPEUAR :;-ano VTtoriso da Siatv com iusa . affair lid a fra's*ia. SQ. qu srDi seomn i -queA vida &'i u DOES IRMAOS Ii.a dI fa*enidas, farregs-ns, e estivmw na Praqs dA Liberdads., it. '72. Saeer;- dase d. negocio, modiitiade de prs-;os * affabilidado de fregusia. I>;omedes Siqusira & IrmJno. FUNILEIRO Olicias compless do todos os artefact<. e atoasilies e m nandMr, t co grande amorti- monto jmra vend- em groeo e a retalho. &i aebarem ontro awrateiro, nao ha & s*r tanto come o proprietario Joko AAt',ni, Fnrtado. Praqa da Liberdde na*. 978. LOJA die fT7.enduast mercadorias e. uin complete sortimento doe artigM acima meneionados que pao vendidos por pre~Ve inm competencia, convida 14e lo 0 publi iA*s fit. aea. viit ditoe taheOrlea to quoe certifieari do que 4 affirmado. VERDA)DEIRO iQUEIMA! Jobo Baptista de Oliveira. APIto 1 Rqa Vadre Cieero No. 3Si -- -. . _- SAPfATARIA A ESPAERANA Esta Sapataria de Joaquim Beserra So- bral acha-ee i disposio do public e doe a0p, en arrBgu-fa de todo e qualquer tabWAho em coiro eo m grande prsoata m .ida.de em prevos. Rua do C'rumiro ANf 90 Im i- ,.0 S -4 -~ . ..... . . '- ':ff: i I ji t' !d ,1 EAPATARIA ECONOMY IADODK BARBALHA F ERSEVEPANCA i PAULSTA p T ~ iX.A INTERXpIONAL DE Pil0- rf dip 6 1p .aIt: 0 ~,a s~p:-dtsta'=. < e .'arr d P-EfS VITAULCIAFl. ; I'a r< trUl5'.rn < ar-4 3--Ile -pprot* per 1 r-erto de7w.a l Pe 10-r s -a ..,< ra- -:. A!r--- aa n a ia Laagera e itr. da n J:ta "-namereil d Ce d er. e a.atri;. pexr J:'-e Ce : . *b** .G5. grnw-,e mhon s commodes ph- P,. o X nt^ ",a -a' e.5 tr:.-,.-. d. An-"r;p*o'o<.panVhiaMor. ; a\1J..cu. ..1li.,: S -- Al, -,-. _: ic --ao,: -. Ua ,e U itRaa w. A .W.i. . .i (Campsnhia3 o ',-,:a-aa r i j i ' S1s , .a Fi.lial no0 I'i- RlUA 7 DE SETEMBIRO, l. lae de qua ir tieu01 a eM d.... ,t CUM-- ., t I- opor.* i-eo ,- 113 ,m.erani pelle: L.fdafa: BE.Wr- e qual, .... do.. iAXA Jer see. p st ENTIM GONVALVES DIAS E AVE- l4i.cs ewvr ea-ra; o ELI I M ERCIARIA At-r .a u a a ro.. NIDA CEN-RALA' INANA e- m t cav.,r. .-o,.- A;j ','L-r- a rd.-, mobmdo u- *. "s ')A (.\LIvEI.A k NATIM p.o .J. T. Mrrt,~. t ar a--. Pi. A v:i s P"harmaia~ e o :- :. 0 re4rio n! acrelitPd-te--' --S.. :,e il-~.r I r oWr. t I 1e t e r h 14f V J-elSzdor E-t4d'sl ex-el-fe< de Po!icia e e: m i.. i. S ~ t-u r t i-er.etari, tda Agrienultura. do E. de S. esp.at N A P tado HAR ACAas mrnr;- Pm lo. a frgwC e o it rZd,(Io e n1.ee ral qu.- m IO VA r MAC A EE-RETARIA-Coimm-endador Leonio : oKl '1, .r( 7r7-, ... L'.L TLeophilo A. P. S. Caraleane. Gurgel, da fima Silva Sea!ra & Co.. da : ... -:t. .r. Teudo mIado a ana Pharma.ia d Frica de "T.c id' S. Bernardo. .a:.ST1O s : I, S.U C nU-alyoCS u'. s. aia.s 0 o. n ra..u pe.- T* rni.z 1 GEa EINTE Dr. Caadio de Sodasa, ue- -. voai d.. r.r.ii. rd .M-T e -ornl n" 41 paraeva a rn d ind trial. -Oporo c- pr.".ardo por -x:raezoLte ver-:qz!i.-. r.;n- -e ,- r ,o- TIESO UEIO-Dr. Gabriel Dis3 da Mai Caaidd, dat LusA -!;e.al. o_-1P ,. l-,t-'z i. o ea'-,t.!,- t;-" .. ez .-. ql -* [ A,, d;-..- .::d..-n.-, c:-[ 'v ..-o.mi a .,' na ford oroado-.e adr., drogado, capital'a, dirtor da Mito ut no.ntommoos do ppare.'ho <,a .. .. p :<.... ., b.-. r ...... r IA-r m --r- il-,a. "terando per ie Comranhia Industrial de S Paulo e i p lnonird Toee., defu.Pou, troc.itr, .- ,.,, ra. ,c. ..-r.o. .. catn:c,.;i de enas estimada Conspanhia de Pos-os de Caldas. 1 ryyttes as, Aa etc. A vestJa jn Th-i, "i i;.- ::- "~. eU i." t.-.' ,,j C.lal. Mc* Pharmacia Jos Candido P.ua do Vid.:o -* t-o s. 0 I'! I'iETAlo 4 trte, 12 de Jareire de 1910 I Extno. Snr. Conde de Pmwtes, Director GOT;KiN!A & NAT:.M tdo Bznco de S5o Paulo-Exmo. Snr. Co- ron-el Fernando Preste-. vice-presidente lo Ezitado-1ar io deDnpr:at, director da DEPURATIVO CANDIDO OS LANDI M ATT E N AO Conpaia Ind.trial de SAo Paul-Dr. I Rodolpho Miraunda. proprietario da Fabri- preparado pelo botiea-ri MAnoel Candiul Ar:u as a'o fr,'meque c!c : urc Casat, S to, fa-endas de gado ca de Tecidos ArethurinA, de Piraci-ala da ore<. e e provltd*a e : stcia n p - -. ttrnio Sant-' e deputado federal-Dr. Joio .Mvez Dima. cr,.2. r.rtme.nt' d V;..l do s e rt .["ir, '.i t itnic pio tO rtrmo de Sant- e Joo A D rigos affcc6es bouatias, yphlitie. . "xrwnt iA r .1do Imit Ve I medico e proprietario-Pharm. L. Piato ..t'-!,u'-mir, r. S.ri*.o Aute*,.':<. 4o -.ftr- ;.ti?; i 'arirly 't Hvender. e ueiroz d firma L Qneirz & c. eecrophuil-.ras e darthrofas. .i. a. .r,,:. t .l,"4 itdrigic- t Monteiro tendo dte iproprietario da Drogra Ameriem e ei. o deoo ador ro t mr.-- J ni -*,,, Aguxrdent-e de Caj;-.! I -. I ciadd e o poderoso enimiador de toxn za a < : t.g rrA Trup y.rLa Mo r t, -trar-.e ,i ta ,'tdad.l no intu ito de abrica de prodnetoo chimicos) Dr. Pedro doen s pertain ze q te rge: aMZ4-I4' de Fontuah 1 Dr. Victor n I doenqaa pertinazes quo tent suuprige:-m Io:io S(i, Bo. Pai;&..tatro L-;':p, polira Lna .tropa aliviO a-sua Pontal e Dr. Vir Godinho capitalist na impuresa do sangue. F/EONOMISADORA PALISTA 61 P<,psl;.r.'.neP .--;-ra= Je, I.:l :.ade se iyre aiterada, declara, a A E SA A PAlF-A Unico depesito na iUparmacia Joe 'Can- ,,antIa.-i Ir:e. x,- -.r. Papau::c. I~- r t eiua soeiedade mutua, eom fiealaU do i dido, na Run do Video. au- -y: uL e re- ea. la iquem ent.rcssar, que estao expostas Governo, cajo fim i estabeleeer uma REN- a venda toda.s aas casas nesta cidade DA VITALICIA mensal, em dinheiro, aos Tu lo pi ,r prc' m;ioos e w ;as fazendas de gado neste minai- Sene socios. Tem duaa caizas, a ctixa A DA II A IA sI A R'Sa P.'-ie n..4;2. ipol e no termo de Sant-Anna do e a caixa B. aIa-MA0IA SILVA O s seeion da Caixa A pagam 5$G00 de Carry e mais um sitio no memo r, j e 2500 de mensalidade e tim direi- de Silvino Josi da Silva, na Ru t doCom- ferido term denominado eQueima4o0 to, no fim de 15 err.os. a ti a en-so que meorio, no. S; term um grande e variado S/ S 4 S com engenho de ferro e casa propria, n1o seri maior de 150$000 por mez. sortimento de drogas, products chimicos JeronMta Fran'so de Lama aa de vivea a,,..tdo de 4.1,ha Os oeios da .atua B, pagan 5$060 de -speciaidades pharmeenticas. t m, ltiP o st .A td ), dai seguraa catf~utie, dea : "e joia e :*m.00 d. meSalidade e tmd:ei- lDespack s receit*arios com medica- .Vo- -antos de weonhecida pureza e g.rante n:oa poder eyeeder de 100$000 por mez. ateio, preteza odicidade de pr-o. sita Rna de S. Francisco e a ontra cannavial para dnsentas cargas de No aso de falleeer a de chegar a ---- na travessa da Rna Novapelaprimei- rapadnras, possnindo extensas mattas receber a penslo, a assoeialao pagari aos ra pede20:00:OO6;pj snadUaJ60;000 colC rMadeir4 dO coi.stri0&o: utro sens.herdeiros necessarios todas as con- UIRRO A'tratar na RWA DO"CR0ZKTRO sm Wpede aqaelle do d s ami'o tr6a que elle tiver feitro, sem juros. B RS-U 1 Dando-se o fallecimento depois que o mu- que tm0 com o mesmo negocio, tuario estiver em goso da peneso, esta fi-_ Desappareceram de men sitio nm queirio por bondade ,satisfaser seqs car extincta gem que aos sens herdeiros burro cardio e nma burra castanha FAR INHA IPE compromises, nma vez que tern de aasista quaquer.4ireito. quazi preta ambos corn esta marca - MANTDO CA ansentar-se por tempo indct2rmina. A peas8o seri. pags ao proprio indivi- e corn a seguinte freguezia Jose Alvei da Silva, av'sa aso se- do e ter de proier-ae de recursos sf- dno, 0m 0o seon proenu.dor -legl, o a r intermedio de qualquor Ban-o, qumado oA as fregueses e ao public em geral ficientes. intrmioe alquor Bextrangeiro. qne tern em deposito grande qianti- O socio eontribuinte em dia, que fear Quem der noticias certas na Reda>- dade de -Farinha de Mandioca_ de Crato, 26 de Outubro de 1909 iMpousibilitado da prosegair aas aas en- 0ao d' 0 ,Rebatea on vier me entre- primeira qualidade, e -VENDTI A trada, depois de eineo asuo do assoeia- gar ditos animaes, sera gratifitado DINHEIRO- em grosso e a retalho Jos4e Rodrigues Monteiro *a, em consequeneia de molestia chronic generosamente. e aineuravel, quo o inhabilte para o tra- A preos BARATISSIMOS. lho, a onsiderado au so Barbalha, fStio Brejio, 10 de No- Ri i ) .ADR* ift.N?,391 g-. 0.e.bro 'd- y 0 0Os pag nto a0 topaao 1 Joa o lo sthenes Fernandes Vieira .. M L 1- I3. A E MHSOBRINHO tr tT ' Grotifico bern a quem mne." UA7t --4- ; Sar w pold.o ssil~ 4 CHATO-OEA- A'. t: .t -- recefna 'setrrt'do* JXih A- o 4 t ALnca Queimada Grande, eom a -- .- '" ** marca e fregauesia1 i .d. ll tmo ae.^ _-- .8^ ,^ 4( ,t' dt i m a cat' o iidado, nor', m.t- S m oseetieo, Alt. fantaia, & & A. Janeiro 190. 0. Nenhmma outra so- I bMu, sa*r cii* o x. Qnem o encontrar 'Eseialidade o: artigo. pe ^iso^.i t pode en- -) tregar a re- home e noras. objelctos para pr osoSeS S .7 '.' da&o d' O" Rebate to perfnania hinsimnie!! e ie on em minha residencia:- P--goPf0 -e Wpuear d flaln n1C!tQeee /t "" :'.j- Serra dos Asedos Diaheiro i vista. i .o.os ateir o B Sr. Ma- S Pedro Xavier de Arauo 5 --- Ru do Coi .u 'er, rg- J ~46-Ras do Commersio..4 fftiunla. : -_ --- 4 |
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