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Rebate
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 Material Information
Title: Rebate
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Creation Date: June 19, 1910
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00001672:00042

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( BRIDGECACHE )

( BRIDGECACHET )


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41


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(I:ARA-BRASIL *...


l)O 10~-MG1 ... f1 4 1
DOMINGO, 1I IIE JU OPE1910


* *
e *


ANNO 1-NUM.XLVIII


I~~~~~~~~~P~ ~ 'I~C -- _. -C i:.d cr IIa ,


JOASEIRO DO CARIRY tentan!o crear pela entriga umrn nao t61 para uctelitar que o baragasse a creagao da villa do
patido contra o nosso Reac:or- Padre Peoto s japresentasse Joaseiro, passou pela decep do
'C- hee, visandr, unicame:nte im- como chefo.l'esta a[idade, sa- de ouvil-o diser que'nao consen-
A uetla ,,pedir a liberdade do Joaseiro, bendo que elles os' mdhAdes do teria em tal, allegendo nao que-
I MitM l para continearemr a ec'-avisal-o Orato procu-am urma 'evasiva, r'r crear mais umrn municipio ini-
lugar-lhe a ultima gatra de,
S gi.r-le a ultima gotta de or qualquer pretegto, para nao mico, sem comprehender que
Eis a arma de que lanqan .sangue. e evarem esta lo-alidade cate- tal resposta era um insult ati-
mao espirntos qucse revoltam Na.jescolhe;n mei6spara che goria de villa. ra3o i face do velho Padre ...
contra'a1 verd .de que os cspnaga. g trem; o fim-uee taosomente Saibam que lhos seccos Todos esses pontos, tratare-
('uanJo ntaoIles 6 pbssiel con- .ocLtpkt.ren-secom nsrcndas.nu Lrio rc'sistum ao p o de quem nios em artigos alteriores..
tessarem e muito menos nega- nicip:.es.fo-rfec;das pelo Joaseiro. n'clles se depe.ndau. Este anno, porem, como esta
rem s.-s Lilts, 6s desalinhos que ...'.Os chefes odu maun,1-s d. O0 Padre Joaquii de hlencar' receioso de que o Ex.'? Sr. Dr.
-ommettentL- .: OCrato nao.devi.am acasellnr-sc Pe.xoto,'appsar d torpe. per- Accioly,convencido da palpitan-
Deparrimos' no Corr.io d ~. em umu -irihcheira tao fraca "e 4eguio6es'&e que t sido victi- te necessidade d'este povo, re-
C-.;riry.,,.(orgaio c.ffi':ial da peli- vulnwr. vcl-a ent-iga para \e.:- ma injusta1ment'*a;.ponto de ex- solva satisfaser o cumpromisso
Ji: a do chefe 'do Cratl), de 1) 2 cerein na crmp:nha t,-v:.d' ptorarenq cornm.oseu-pome junto rontraido o anno passado, ji es-
" :o corrente. uina no.t:eta. son.aj.Cet.;e Z t-s que q erem escravi- ao ocean com fim de afa- prcurndo outro pretext
,f-igraphe (ilomeiross, na-xual s'ir oa pyo Joaseirdse'que pre- stal.-ol'equii. esth satfeitissimo tao futil quanto es das outras
,i notciarista, ul famulo incon'- ci- e ser iberado do o- coa io de..capellao do vezes-de que o Redactor-he-
S .e1 .. .. o, .U- ,.. "vive seuiC' "'V
.sc entm obf endo sorde rnhocA pte%. m evive. Jo.se r1plprte do povo, e fe, que seu inimigo, pr. tende
*-. eus rms. proour' fa'-er- gr-, Sabemi to doI qui'o conje-1 naitrocaem tr pri esta po- ser o chefe .
ir.aor 'aqi i, po J o Pd Jouide siao ela a de.chEfm.ocal. E o que e mais grave, 6, nao
iro, entire os filhos da terra e AlencAr Pixoto naotein a.spira- E, d'.i, dec terra, sai- confiando na posssibilidade do
o roietros, para, por tal. eiltcas,.. ,, m t que.o rm,-- valor de tal allegaposssibilidadeo procurdo
conseguirem a revoltad aquel 5 cs i .s Livesse, as tena revela- so sahira corn a morte, on quan- lavrar a discordia entire os ra-
ci ntra estes na pess6a de nosso do,quantdo.b-tendo-se comr deno- do Deus resolver, por outro mo- turns e os romeiros, creando
i'(-dact.)r-Chefe,-o destcmido do, r.o Crato. vela derrocla dc- do, i-os ses al'os designios;dor- partied d'aquelles
d.fenisor c os direitos de todos us S''. o- 3l :nm, viii tliumphr q:e pelas entrigas e pelas ame- partied d'aquelle cotra es-
qea-tae-a 01 ates...
Jcaseirences. a cause t q: e iefendi'. Lc.s, nun:t!- -nunca! Graqas a Deus que nos pro-
Tao esturenda mentira, tao S1 as tve.sse, n o .e teria aif,,- Para que lancam mrao, pois, t ge e ao diabo que os perse-
r,.voltante calumnia, poderia sor- stado d. actual chefe d'aquella de armas tao vis, querendo en- gue, os natures d'aqui ji co.
t:r o deseja do effe'to comolulti-, localidade e de seus comparsas goi.ear os homes de boa f6 ? nheceram o valor da manobra
ma cart.da no joqo ora admitti- do aurtoritargmio per ver tra- Ama-se a mentira, mas se a- empregada. manobrassa que
to por elles para explorarem a bido o Ideal que son espinito nu- borre o mentiroso . resume no uinte-sble-
opiniiao public, ai o distinctos tria -a p.;z c a oucordia . E' inuito melhor dizrem corn var os animos dos naturaes, isto
c:.valheiros, artists e lavra- Si as tive.-se, muito no10 co:- hombridado, confessando as su- 6 dos filhos do Joaseiro contra
dores, commerciantes e capital trario, conformado corn a conti- fraquesas, ou melhor, as suas os rimeiros. assombrando-os
lists. grades e pequenos, ricos nuacqo do despotismo, contra o desgracas, do seguinte modo: corn o boato de que o nosso
v pohres,nf.o conhecessem, atra- qual tanto combatera, estnria a- -nao queremos que o Joazeiro Redactor-Chefe quer expulsal-os
\ z de toKlas as preven6oes pro- colytando o *'r. Antonio Luiz na seja elevado a categoria de vil- d'aqui (os naturaes), para por
voc.das, qute a attiturde de nosso celebraqdo da missa negra do la,si bemrn que reconhegamos que esse meio, evitarem a solidarie-
lIdactor-Chefe,o IHevdT"? Padre regresso de sua patria . estd em condic6es de ser urma dade nas providencias que de-
Joaquim de Alencar Peixoto, de- Si, finalmente. as tivesse,aqui cidade, e todo esforeo emprega- ve ser pr todos tomadas na
fcndendo os seus direitos e cs- mesmo no Joaseiro estaria caba- remos para isto nao se realisar, occasiao necessaria
fora ndo-se pela sua liberdade lando, fazendo grupos para gal- porque nio desejamos perder a n vimn ara t revol-
c 1pela sua emancipaqao political, gar a posis.ao de chce .. manata das rendas municipaes tante alumni i
tImn sido e sera sempre sem vi Nein reflected esses homes, que elle nos dd; mas, nao inven- E' precise que o povo desta
-ar nenhum predominio,neahum tald a cegneira que as ambi6aes tern impecilios que se nao justi- terra se convenca de que o Pa-
intcrcsse, nenhuma posiq.o e lhles produsem, que a altivez de ficam. dre Peixoto nao tern a menor
muito menos a de chefe politico. espirito e a independencia de E si coragem,, nao,a tem pa- prevent o cointra os naturaes
Como sao pequenos, e quanta character de nosso Redactor- ra tanto, nao calumniem, nem do Joaseiro, c que o seu uni-
villania possuem esses clsssfi- Chefe nao permittiriam que elle, mintam !,o desejo e ue haja harmo-
ca los mentirosos ainda que tal desejo, por infeli- 0 povo por demais couhece a nia de vista entire Joaseirenses e
Como poderia o nosso Reda- cidade, :tivesse. acceitasse urn real causa das negagas,. .do Sr. romeiros para podere ir na
tor-Chefe sublevar o espirito cargo politico, para cujo alcance Antonio Luiz, qu.aido se Ihe fal- roeir conquista poderm agi na
dlos romeiros para expulsar o0 fosse precise a interferencia d'el- la sobre este assumpto. defesa e conqista de a e
natur;'es, consentindo tao so- les .. Elle, o. povo, ainda nio esta cipa' o political.
niente que permanecessem e Nemr reflectem ainda que o esquccido de que, o anno atra-
ICegociassem aqui os romeiro., nosso Redactor-Cliefe bem sado, -quando o Sr major Joa- obr h s
quando o nome lembrado e a- que os conhece e sabe de fon- quimr Bezerra, filhp tambem d'a- A
presentado ao governor, desde o te limpa que elle., para Pao li- qui do Joaseiro, esforgando-se (InformaesaoJornaldeo-
anno passado, pelo KevdP"? Pa. hertarem o Joaseiro pela falta juncto ao governor, para conse- (Iriformda Bes aoJornaladeo-
dre Cicero, e, ainda hoje, por que Ihes fazem as rendas que guir a creaqao da villa, o mooi- N tica da Bahia e Gazeta de
todos apoiido, inclusive o nosso d'el le auferem e empapam,pro- vo allegado pele Sr. Antonio Notcas do Rio de Janeiro)
Redactoi-Chefe que conscien- -uram todoos os meios, qual ma- Luiz para embaragar4lhe os pas- o desejo de faxer mal, o espirito de vin-
ciosapnente reconhece o seu va- is irrisorio, para entravaremn a sos, foraque elle.era seu inimi- aodepeitoeaAvntadeso apaze
dos majors attentados contra a juatiqa e

hr mo-rl, o seu prestigio para sua autonomia, para obstarem a go e ap"iado pelos chefes de contra a verdade dos factors.
chefinr politicomente este muni- sua independencia ... Misso,yVla alha, e Mia. Sb se a ulso,dinimigse qu'
cipi). tfra e c o do d-stinicto ca- As ras6es que elles dao pa- lagres m ntoo peesoess, nae bhsitaram de com-
-%alheiro, Coronel Jos6 Andre, ra justificarem a reluctancia em- 0 anno passado, quando o rmotte. son popi actor, easrifi-
cando a 'verdade e illudindo a boa, fA do
hilho do Joasciro, 'qui n-scido e pregada contra a independencia nosso.-vcnerando amigo, o Rv'"? em nio'oseonheeendo, lhemfasiaahonra
cre ido ? d'esta terra sao asmnais banaes Padre Cicero, confido na con- derl- oshopone ab wo siaudade
Respondam li os que, archi- que se podem conceber. sideraco que merece, foi, cl- do tepmma qde trhe fi trasmittilo,
tectantco, on fasenho architectar Deviam. ao menus, compre- le-o Sr. Antonio Luia, pedir- J,^-dro asu d akiAhOog1Pon
mentiras, procuram tciumphar, hender'que o povo joaseirense he pessoalmento que nao em- mundoeomo sensational ecandalode tero


nosso Redactor-chefe mandado a um seu
irmdo aecompanhado de dois capangas pr n-
der u'am ivaro- e aparar d navalka a
orelha de umn sw pa renle por motivo frivo-
0o.
E para cerregar mais as coresdo quadro,
desdobron-ee a lingua, opregoou-se queo
nos;o Redactor-chefe era o. padre ,~oa-
,quirm de Alentar PeixotQof corn & cArcun-
staneia aggravaiite de *er do Joeaeiroe de
ter revoltado por ease at-to doe elvageria
toda a populaqito do Crate e o proprio Jo-
aseiro!."
Foram mais long ainda os phonogra-
phos do Jornal de Noticias da Bahia, e
no chegarem no Rio.de Janeiro diser3. m
A.Gazetg de No etbsaoqne 0o caR foi ona-
is horrPOdo poadvel-isaassnou-sM 0 pareu-
te p)r maoinvfrivolo'l so lh e cartou rs
ore lhas depois de cadaver !
A ohra delle s6 podia ser assim mesmio.
Illudiram a boa f de importantiss m s
jornaes que nalo os conheciam, e fiserain
delles o echo sinistro de suas tristes men-
tiras e revoltantes calumnias.
E depois reprodusiram-nas no soeu Cor-
reio do Ca riry no. 289.
Que o nosso presado Redactor--clefe niio
tere-parte algmna no caso fue Ihe in pu-
tam inimigos despeit;ad s, sabe todo oL(ra-
to; sabe-o todo o Joaseiro.
E o proprio Correio do Cariry que repro-
dusia a encommenda.ieita ao Jornal de
JVoticias da Bahia, so soubesse dar o sen A
seu dono. si tivesse espirito dejusiHa teria
takubem transcript d' A Provsucia
de Pernambudo o seguinte
Tdlegranmma
0 BISPO DIOCESANO DO CEARA CONTE-
STA A NOTICIA QUE AFFIRMA TER 0 PA-
DRE ALENCAR PEIXoTO MANDADO COR-
TAR A ORELHA DE UM SEU PARENT.
Eis a vexdade
Fiquem, pois, scientes e conscientes
do teslteninho qne Ie accord pom a con-
scier;ic. public della deu o respeitavel
prelad, ,!ixt-ii:o do (Mear, todos .is quo
foram como Jornel de Noticias e a Ga-
zeta de Noticias, illudidos em sun boa fe.
A elles e a todos os que long do theatre
do acontecimento, tern sido victims das
informaqbes apaixonadas do odio e da mA
vontade 0 Rebate reproduz em ligeiros
traiqos o fact que explanou larga econsci-
enciosamente em seunumero 41 de 1. do
mez pasoaado.
Por obra delles, por obra dos actuaes
mandues do Crate, tendo o celebie Alfre-
do Cleobulo,chefe de seu-cangaceiros feito
nma carta insul'1nosa, injuriosa, e amea-
adora Ro nosso Redactor-chefe Padre
Joaquinm de Alencar Peixoto o a. sna rea-
peitabilissima familiar, e andando de por-
ta em port pelas rusa daqnella cidade,
lendo e relendo, corn escandalo 'de todoa
a referida cart. para depois envial-a, sue-
cedeu que a m de sens irmos alli [resi-
dente, accompanhado d'um pardo, de no-
me Manoel de Moura, diriginu-e ao so-
bredito Cleobulo, que se achava arma-
do dos pies A cabega, den com elle no
chno, amputou-lhe uma orelha e depois
tomon-lhe as arms.
Eis, pois, o fact tal e equal so dme.
Eis a verdade n6a e crua. que phono-
grapharam alterada e adulterada A im-
prensa d'alem-mar.
O accompanhamenfo de capangas, a pri-
sao n'um troneo, o revoltamento do Crato
e do Joaseiro contra esse acto de selva-
geria- simplesmente obra delles, os
mandoea on mandarins do Crate.
0 assassinato do Clto'nlo, suona more, o
corte de suas orelhas, depols de cadavor.
a sun entrega so mandante-tambem 4
simplesmente obra dollea.
Tambem quando s6 se pode ser paren-
te por eonsangninidade on affinidadeCleo-
bulo ser-pareate por motive frivolo=taRm-
bem 4 obra delles o infeliz parentesco
per motive frivolo.
-Hydropobir am nci, soltal-o de rus
em rua no Crato a ladrar e a morder am
space rdoto ditincto e sau respeitabilissimia
famiiis, tarabom.-foi obra delle.
Nho center esse eio, quando se s sbe qu.
todosa eals bydrophobieoe e stio ubjeitos
a more, oxpol-o a golpes do pl eieo
que fose .ta de en furor bhydropho-
biao=ainla foi obra dellU
E CGMa nalo Tiratm prose a am tron-
eo,morto, aMMsasinado, insiuaram aOs Jor-
naeo de lg qu era late o que queriam;
poisa o cort de onlh e apen_ o aig-
nal nue earactetetrisa ,.ra delles.
Quiest e0 asns, a eaM .-/mpi.
Quoem hydrohobison o cio, dell* nae
oteve compa ixo.
Foi a obra dellee.


intereue capaz de determinar doVenerando feeque tem ea- desigaiqspresolve, amparandoos dEm n raqu saw como a maior, pois os conhece-
a quebra da.circumsp- o que bido,pele lopelda prndencinnocentes, castigar os culpadoscaprichos de espiri ir etpor m ue no pensavaos po-
I *""* *^"nosde spit" irrla~lecti- 0que nio pensavaaios po- ^


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S.- as f6rmas e os matizes var:am
ao infinite, segundo o ponto de
vista onde a consideram, na ex-
pressao de .Weiss.
i E ella e una e uniforme. El-
la e o que e no facto, scm mais
c6res.
S6 pela irreflexao se entende
sempre a timidez na desistencia.
Ella p6de existir muitas vezes,
que nao sempre. Entretanto nao
nos permittimos defendel-a na
sua manifest existencia, mas
sim no caso em que seja preten-
samente admittida. Interpreta-
mos assim a ide.a do desistente:
-0 meu antagonista nao reco-
nhece a verdade, seja por nao
poder, ou por nio querer.
A sua antelaiao pela forca
impulsiona-o para o pugilato qne
deve ser evitado por incompati.
vel com as pessoas de bons cos-
tumes. A prudencia e eficacissi-
.. ma para fazer triumphar a ver-
dade, e a esta posso levantar
sustentaculo inexpugnavel corn
os elements que 6 direito me.
faculta em todo tempo.
Conseguisitemente eu o des-
prezo; porque, como disse Ver.
nant, o. desprezo o melhor
meio de abater os tolos.-J. Au-
gusto Vieira enunciou mutatis
mutandis: ji vae long o tempo
e ii que o maior espadachim era
_, o aitagonista mais feliz. Ja hoje
U. to -mistkr ir por ahi f6ra emn
merecer


E' quando as andorihas fatlm ninho
'Telos velhos beiraes do men telhado,
Que en ando a ef; de eterno olbar magoado;
Si ni6 me deixam nunca mrais s6sinho.


da, desde que a malefic encia an
sirn o quetra. ..
Agora respocx osu pela face
direita do queA :. 4 klea-
stencia Ao 06d" _er em
prova da ausencia- ito do
polemista, si esse vamente
'awtiste ra.- ftusa; a menQ&.
que a preteosa prova epara
cahir mais tarde tomo fasa po-
is, o direito se estabelece na
verdade do que perante a ra-
"zao; e a verdade, cedo ou farde,
fLtalmcnte apparece, aindammes-
Sme surgindo do fundo de urn po-
vo come a pintara .Mreau..
Tanibem julgar por malefi-
cencia, julgar por exteriorida-
des, por preyveida aversao ou
por apparencia, nio e precisa-
mente-julgar, mas --supp6r,
attribuir falsamente o que nao
existe.
Logo, indebito e rmllo e quan-
t* possum juigar os maleficos
,-obre a desistencia d'*lgum.
las parties.
A desistencia tambem nao
import em pusillanimidade pe-
rante a consciencia dos imparci-
aes que, alheios a quem, de fac-
to, assisted o direito, permane-
cem optativos pela ultima ratio.
A estes, no caso em que so-
mente sejam imparciaes, faltamn
qualidade-. que, convem que e-
xistam corn a de imparcial; fal-
ta-lhes.agudeza; perspicacia; cla-
rividencia para penet'arem.nos
meandros dos sophismas do que
a em falsa posigo.-
ervem para muito as pala-
vras:-paru dizer o bem, e o
mal; para tecer elogio, e fazer
ultraje; para exaltar, e injuriar,
o que ndo imltorta que tudo isto
se faqa menfindo. Os sophistas
dizem bem, muitis vezes. E fa-
lar e prerogative de quern tern
o dom da palavra; falh r bem r
regalia de muitos;n mas poucos
sao os que proclamam a verda-
de. Alem do que, esta p6de ser
comparada a uma paysagem im-
mensa, da qual a perspcctiva,


E' Ia que, pre3a ao.manso olhar de .Chrsto,
Faz ninho eternameate nmia andorinha
Que aos bravos do seu paie nai volta mais.
Mario de Artageo.


Cornta t ia.lley


,. -
A gravura acinia roprose itt Attila; em 1066, cl a conquis-
o Comets de Halley, em su:i ver- ta da Inglaterra peas* norman-
tiginosa carreira, e-p'-io em t6- vos; em 1456, oa paor" em toda
ra. a. Europa foi de ta natures
Deste ve!ho viajante, que que o papa Calixto.Ill prescre-
tanto tern alarmado os habitan- deu oraoies publicas . Destas
tes da terrn, e sam fundamento e outras coincidencias originou
para into. temn-se occupado bas- se, parece-nos,-o signal no ce-u,
tante & imprensa mundial. eastlgo na terra; e d'ahi, o medo
Este cometa foi visto entire o susto dafirelha humanidade.,
nos pela ultima vez em 1835, e, Mas a passagem do cometa
agora, do novo apparece, ap6a do Halley oximo A terra, nao e
75 annes de ausencia. phenomexi6 que assuste, nem
A suri existencia por4m rd- quiet amedronte. '
moiita a3 anno de 451, e por, Deixemos que elle passe, e a
muito tempo, a sua appariq;ao Deus peqamos-lhe a ventura de
coincidiu com factos estraordina-' outra vezo vermos, em sua ver-
ries: em 451, corn a derRota de'tiginiosa carreira espago em f6ra.


num recontro a cabeqa do ad- comeqa e onde acabam a pruden-
versario, ou fazel-o empallidecer eia e a poli4ez. Os hoeemns nao
agarrado ao arago da sella para valem mais pelo que sao, do que
conquistar um bello nome, ago- polo que se fazem valer. E pdor
ra se consegue o mesmo resul- ser. para aquelle que preferir
tado empregando meios diver- dobrar-se de mals
sos: a espada antep6e-sf- a lyra, Outra coisa 6 o silencio ori-
ao vigor do brago prefere-se a undo da razao supra. Baldados
grandeza e a bonda'de do cora- todos os recursos par a conse-
91o. curao de um exito esthbeledTdo
Por certo. nos principios da mais cordata e
A forga muscular deixou de plena harmonia, o silencio equi-
ser habitacio para as campa- vale ao protestol mais solemne
nhas da celebrdade e presente-I contra a estolides, a ardilesia ea
mente s6 habilita para os miste- malleabilidade do character indi-
res de mari61a vidual.
0 que pretend exhibir a fr~- -Pratioar4 assim aquelle queti-
ya de seus muscilos pega de uam vr brio, mas um brio edu&iado
pau e uma corda e vae para a nos dogmas da san moral que "
porta das Altandegas, onde Ia avlygiene dwv alma, comb- o-e-
muito fardo para carregar. primio De Linge, e decide ease
A insolencia e a brutalidade p6deemanar legitimo,e extreme,e
nao devem ter entrada nas pug- in confundivel corn a vaidade.
nas da palavra. Comtudo nao se Entretanto qstarM mui adean-
pense que asim est& sendo feita tado nas llqoes de 'morfld que
da cobadia: mar- soubdr distiuir os traos que
MOCE = A r nais onde elU diferenmn am e outro. 0 prl-


toe V. to. Ump -ng rdece
o h einen, o Qutro 8 o engorda;
onmeirM a Iooteo de ipit viru-
dus, o outro ha. de quasi todos os
viclos e extravaga.icas.
,N confondin.,
liste aum genero de bio, no
uaidse comprdhendem todas as
wfis divinas, e am gqnqro de vai-
d64d que.encerra os sete pecca-
do capitaes. .
Substanciando. -
Ser* pelo amor de mantera
integridade do caricter e a ele- I
va io da digniidade pesmnal. qo 1
Ihade subsistir o ESPEITO, base r
das socied ides organisadas.
Todo home que tiver o or- l
gulbo de ser respeitado, saberi V
relspkitar as convicoOes, as c.en-
gas, as thearias, as virtudes, os
themas -politicos, as positoes, as
categories, a hour, o decoro, a g
propriedade, as leis, a pobreza,
o infortunio, a ignorancia, os vi- n
cos, as paixoes e os soffrimentos a
alheios u


Pernambuco.
Eustaquio Gomes


Rheumatismo agudo on chronic, Si-
phylis aatigas ou recentes curam-ser corn
o EIL1XIR DE CANINANA de
Silvlno Silva.
Barbalha Ceara.

0 rbkaatlisut Ecraftd
r Pedro Emilio Gomes da Silva,
doctor em sciencias medico-cirurgi-
cas, pela faculdade de Medicina e
Pharmacia do Estado de Bahia, .1?
tenente medico do corpo de sande
do' exercito, ex-interno de clinic
medical da mesma Faculdade ete.
Attesto que Pas diversas manifes-
ta"es syphiliticas er henmat is -
m ae s quando necessario a appli-
cango de am deparativo de efficaci-
a real, emprego o Elixir de Noguei-
ra, Salsa, Caroba e Guayaco lodura-
do do Sr. Pharmacentico Joao da
Silva Silveira, como um dos prepa-
rados que mais vantagens offerece
ao clinic; o que juro sob a f6 de
menugr o.
Bahia 5 de Junho de 1908.
Dr. Pedro E. Gomes da Silva
Reconheoo a firm supra. Dr. Pedro E-
milio da Silva.
Em testemnnho e por ser verdade.
Affono" P. de Cerqueira

Vende-se nas b6as pharmacies a
drogari -s desta cidade e nas da ce
pital e Rio de Janeiro-Fabrica-
Telotas-Rio Grande do Norte.

Ferida an-tigas, boubas, darthros e qual
quer molestia de pelle.
Curam-so corn o
ELIXIR DE CANINANA d
Silvine Silva


Deste illustre amigo, deixade
sahiri fj' o aitigo, de que fal-
limos em o numero passado de:
sta folha, porque, devido ao en-
commodos de sadde.4d que fora
atacado, nao poude fasgr Ihe a,
revrisso. Sahir, porem, no pr.
numero.
Aguardem-n'o.


*


SQuizera que perdessem o caminho
Das brancas regi6es do sen noivado,
SPara coimmigo tel-as, Sempre so Iado,-
Aquecidas ao sol do menu earinho. -

Seria crueldade; mas 6 isto -
0 que se faz no cn o quando A notnila
As almas vRo pousarlhe nos beiraes.


Do Barbalha


Esteve alguns dias nesta lo-
c;lidade a Exm? Sra D. Vinvi-
nha de Macedo Sampaio -
Na visit que veio faser-nos,
deixou a todos o mais vivo pe-
nhor de suas maneiras .obsequi-
adoras e captvantes.
A'distinctisia Senhora nos-
so saudoso adeus.


i


4 i. '


- --


~I~A;3R;X~RS


fjoosd Preira, die..
leado desta pw.a. o, ao effe-
ctuar s'f0iSso" d'um doido por
nme Lucas este o feriu com
uma fca d ponta, berncomo a
um dos rapases que o acompa-
nhavam, o 0uaI se acha grave-
merte erifermo.
Tendo-Ihe timiado a arma ao
doido, e cohdusindo-o para a
prisAo, eis que uns rapasohls,
armados de rifes, em se appro-
ximando do desgraao,; disse-
ram--este disbo dss matando...
A' voz de inorte, & que se op-
ppz formalmente oa btioso subde-
legado, 6 pobre do doido car-
reu, e, traz-zaz, atiraram-the os
rapazolas pelas costas, cahindo
ogo crivado de balas o misera-
rel que ainda esti vivo, mas que
iao escapard, por certo.
E esses rapazolas . .
N5o f6ra o pedido d'um ami-
do, A que nao podemos faltar, c
leclinariamos aqui, mesmo corn
i6jo, o rome por inteiro desses
issassinos que,nos apparece-ido,
am dia depois do crime que per.
>etraram friamente, n6s expro-
>ramos de viva voz.
Felizmente, sao esses rapazo-
as bastante conhecidos nesta
ocalidade, como uns desordei-
os e fIaciqueiros, e. agora, co-
no assassinos que sao,perversos
: covardes, ai um tempo, mas,
lessa perversidpde e covardia
le Joao Calangro com quemt vi-
iam de parceria nesta terra.-
umn perversis, perverteris.



0 pae d'esses rapazolas exas-
erado corn a exprobacao qtue
ies fisera A elles o nosso Re-
actor-Chefe, tern andado de
orta em porta pelas ruas desta
3calidade, assoalhande corn to-
o esse cynismo que Ihe e pecu-
ar, que c nosso referido Reda-
tor vae proclamar a indepen-
encia do Joaseiro, botando os
Ihos da terra para fora e
poderando-se de suas proprie-
ades !
Conta a historic direito como
la se passou, maldito e menti-
>so!



Servira de o lte.

0 Unitario aconselha a plan-
Lao da noguetra em larga es-
da, pcr causa das grades van-
gens que nos proporciona.
Di um oleo excellent muito
perior ao da linhaga,maisipro-
io para a preparagao de tintas
mais rico em rendimento.
O mesmo oleo d optimo pa
fabric do sabao e de outros
eparados.
A plant da nogueira se re-
oduz nao s6 pelos seus fruc-
s,como por estacas e manivas.




-e- TI -


N


Em principle destte mez A paz que o Cetsa forgica e
eapso do Nazario Landim, co- oCrreio 9de Carirg resampho-
mo o foi corrente aq~u, mandou nia,-- a quella mesa paz.
um cabra d'edle dar-lhe tum ti,, da qual disia S. Paulo aes Thes-
f6ra de hora, e, sem que tives- salonicenses==no cream, nemr
se, como de vez, e por qualquer confirm: qrnum e in dizerint-
ronho ruim, corride para o Cra- px t secwrits-tiaun repent i-
to A dar noticia do came miera- aa ei esa'pervidetita.niiu . "
velmente concertado entire elle I De repente,de surpresa-a po-
mesmo eseus amigos de corri- litica dos descendentes do Josd
lmo..-logo naquella cidade re- Andz6 no Crato, dispondo de
gougaram as arteieos de perver. 200 pravas aquartelkdas, ao
sidade que o nosso intemerato toque: da comet, As;horas nmr-
Redactor-Chefe foi quem man- ts as far w seguir para' Brba-
dara atirar-lhe. -Iha e ao amanhecer do dia esta-
E s6 agora 6 que tivemos co- r deposto o actual chefe, e flo-
abetimento dessa perversidade reando os conhecidon conspira-
mais em reboladas LI pelo es- does.
treito crculo dos actuaes reg- A paz delles asnim mesmo
los do Crato! Sem despertar desconfiana de
.Megistramol-a, cdmtudo. ,inguem, porque o seu cangacei-
Mas, vejam a os nosmos leito- rismojA e-tA fardadosmnuniciado
res em que circumstancias dia- e aquartellado officialmente, co-
bribicas nos achamos. mo tropa do governor, os mnnei-
Ah malvados !... ros do Crato faro seguir i media
--- noite sua forca para o Barro I
enconitrar-se corn a outra forca


F.ralee PresUle


dos mineiros do Rio do Peixe ei
tomarao de surpresa todoo Coxil


0 Exm? Sr. Conde A. de A paz delles 6 assim mesmo.
Van den Brule esta esindo De surpresa em surprega,masl
convereao trmaees no Peda- semnuncadespert.ardesconfianga
9fi0o, de ningnaem, porque a forga esth
Dotedo de muita aptidon para aqtartellada e prompta ao pri-
o magisterial, elloe e tern feito a. meirotoque,apazatacariMissao-
mar de todos os quoe the ouvem elha. Milagres e-outros pontos e
sams utilimimas lkeive estabelecerA na chefangcae nago-
Com uma paciencia digna de vernanfaos Nazarios,oa Vasques
lonvor, repete mar e muitma've- e outrosj pacificos e pacifiantes
see a phrase do dialogo atA que como os chefes dos cangaceiros
o sen interlocutor aprehenda fardados do Batalhto do Crato.
perfeitamente a verdader pro- -=-
n mniaoa franoeza. Piar ditatier.
Asain as mimoasa enboritam
que frequentam o ersopomeri- Continuam os enmios d'Ave
dian i os brioaos mogos do eur- Marin, no Pedagogio e dasyn-
so noctarmo, jL tem approveata phonia do Guarany no Conserva-
do batstatee mito aida tem torio.
quoe eperar da contiu0aao d 0 primeiro, segundo o costu-
uas eaudot jnme, realiaa-se hoje so meio dia, e
Ao matreae aos diasipulos- o segundo a 7 horas da noite.
muito parabems. Intereassdos e dilettanti nao
Avante faltem.


Diz o Concitio de Trento no
capitulo XI. sessao XXII:
*Fica sujeitoi excommunbhi
quaquer cerigaou leigo, ainda
que sap imperador ou rei que
usape por si ou por outros, com
qusquef atiio,or ou prcteto,
a jurisdicVq dos bencenmmosru-
ctos ou quaesquer o bvenfes de
alguma egaeja ou benefido, eam
quanto nuo as restit-a inteira-'
mente a egreja ou beneficio e
obtenha a absolviglo do S. Pon-
tifice.s


rit A Joaseiro, candhAi a
es do Sul e do Nwte.'
Ainda bem ques a I sWvai
fasendo e a ha debris
lhar em todo o wso esplendr.


Amanha e dia do grande Sa
Antonio.
gOutr'ora era dia sancto em
todo Brasil; mas dispensado fi-
cou someoe no bis-
pado Pernambuco, de que 4


Est4. pois,-excommungado o
vendedor .do si do patrimonio
de S. Vicente Ferrdr; e como Qar V.8.curar- do ASTHMA ?
das leis da Egreja ele somente Una o ZAROPE DE AROEIKA
invoca aquella que manda obde- COMPOSTO de Silvioe Silva.
cer aos vigarios-SXo VicNmE
o castigue, o rdus pobresa BOLETIM COMMERCIAL
e i miseria par exempto e pa
cornec;ao dos vendedo, s dos P:eus dos generos durante au-
patrimonios dos Sanctos. mans fida:
O aemter.aqueiam.poe as Ce ver kilo $600
more timesdam de Lucrecio--4 see $800
coisa que os usurpadores dos de re 0
is & d. wa.deoSire


bens ecclesiasticosnuncacreram,
e nem respeitam.
S8i 1a de cima, nao vidr casti-
go, d'aqui mesmo para uns nada
hi que recei ,r, mas para outros
ha tudo a temer.


Varies jormses aouueiaramm
para este anno a extraodinaria
appariobQ de omse ometas.
Tantoswd'uma ves" 6 Mancs
se viram, e de certo nlo se sre-
rao sctuaaItet; porque dos am-
nuncidoi ji deizaram de appa-
-ecer dierso.
Entmretatto &annMwiaat( a-
ind appa paraa m Otabro.
Ora bola !.
FMla Un
u artigo, que por duas vezes
editamas nest" folha, pulveri-
sando as miseraveis calumnias
que se tramaram infernalmente
contra o acontecimento Eucha-"


a de bode 4
Tocinho
Farinah 80 litros
MMill bo
Gomua o
ArreO 4
Sal
Fejlo de toda "
a de amaaer *
Caf6 (rio) arroba
Amemar branch a
Araruta
Farinha do reino a
AlgodAo 4
BaspMara boan crga
e ordinarias a
Kerosens-e lata
Phophoros groxa
Becal.ea barica
Agn t at n caada
Viahs m bram q
V tagre tt to
Sollsa m meio
Couro de epichas um
Couro de bode an


(600
18000


Isoo

43000
7*000




78(000
74ooc
1NO




8(000
10 000


0 XAROPE DE AROIE1RA
COM0OSTO De Siivino Silva, cEs
qualquer toase em 48 horas. Vidro
3S000


C- ~5 -.. I rpurc.


VITALICIA PERNAMBUCA


hi~ hliLAA~ %9m ~igi


SOCIEDADE IUTUA DE PENSO0S VITALICIS
APPROVADA PUR DECRETO DO GOVERNOR FEDERAL, N? 7638 DE 4 DE NUVEMBRO DE 1909.
FUNCCIONA EM TODiO OS ESTADOS DO BRAZIL
CAPITAL INICIAL Rs. 40:0000000-CAPITAL MUTUARIO ATE' 31 DE DEZEMBRO Rs.265:3827000


A-.-cm 5$.. pe e cmbisarks i" s, *$ assKlnte ( titlda, btereis, It b 1t hne, p es
si essrsn at tlMIsw, flArstf ai. $
.---.-m.----,-- --

S-cm a pequm ecaumis U $S reals m ez, alcauueb, tpels 1.5 sums U asdaM *
13C.tadgds, 165 tE1i45 ma mts 1 Wi.

c-cs 1i$. susss sri eds 2i "ar. uos ls f atE isl -m s, 1 uan pceas eilr*
atts.:w*w*.lduwy ds Gr a IqukI ufbrt


A VITALICIA: ( aI tmm ties WL
A VITALICIA: ( LiN ill I a*ul|
A VITALICIA: I* euih *<8 l uil
8D:--R-UA BABJRO DA VICTORIA 19S--.1 ARDABR.401I


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2' poUB -i I Ja ulde or

AVENDA
Adrnm-se A vuiam 3-
cass nontw le aeab alb
masto be econtruida, cam
rte duas janel dejeue., S -
salaB grande quarto ,e M
bem acabeda 1 sarao dbio'
umnrada' casimbs behero; o tm

,atments cornpo 6
ea stso encravada na Riande
Pedero' uma das p aapau`,.
e mas mauimento.
Qm petender' poii, negoeialm
so bsizo signedo* pa-
liberdade n? 976' de ts to
FeMlon Pittus

LOJA E ARMAZEM
DE
Joso Beserra de Meneses
Grande liquidagLo do fa usda
Ido, chapeos, punhos, collarli
ad=$ me O lenSO6, wasveeio
etractos, copos, bsetM
do, poias grad Uqiaid5eg
do Padre Cicero N. 5 ?2


ARTE DE MUSIC
vende-se nesta redacryo

Sofrefa DOR DE DENTEIS
Uss ODONTALINA qS euz-i-vTw-
iaMdiaeammtr.


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na ra m rtis Riota a..-ea r e ar j.a ':.c










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A( iaOe s-e rn-i-'ta r q,-aqir ' prL"ripso.8Ctlade e ^











Kna ;Pand.& orda-T, n*. 172.S -
0 6ARPEUAR
:;-ano VTtoriso da Siatv com iusa










. affair lid a fra's*ia.
SQ. qu srDi seomn i -queA vida &'i u

DOES IRMAOS
Ii.a dI fa*enidas, farregs-ns, e estivmw
na Praqs dA Liberdads., it. '72. Saeer;-
dase d. negocio, modiitiade de prs-;os *
affabilidado de fregusia.
I>;omedes Siqusira & IrmJno.


FUNILEIRO
Olicias compless do todos os artefact<.
e atoasilies e m nandMr, t co grande amorti-
monto jmra vend- em groeo e a retalho.
&i aebarem ontro awrateiro, nao ha &
s*r tanto come o proprietario Joko AAt',ni,
Fnrtado.
Praqa da Liberdde na*. 978.




LOJA
die fT7.enduast mercadorias e. gens, chap-us. Tendo reeebido do Ceari
uin complete sortimento doe artigM acima
meneionados que pao vendidos por pre~Ve
inm competencia, convida 14e lo 0 publi
iA*s fit. aea. viit ditoe taheOrlea
to quoe certifieari do que 4 affirmado.


VERDA)DEIRO iQUEIMA!

Jobo Baptista de Oliveira.


APIto
1


Rqa Vadre Cieero No. 3Si
-- -. .

_- SAPfATARIA
A ESPAERANA
Esta Sapataria de Joaquim Beserra So-
bral acha-ee i disposio do public e doe
a0p, en arrBgu-fa de todo e qualquer
tabWAho em coiro eo m grande prsoata
m .ida.de em prevos. Rua do C'rumiro
ANf 90


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,.0 S -4 -~


. .....


. .


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,1


EAPATARIA ECONOMY IADODK BARBALHA
F ERSEVEPANCA i PAULSTA
p T ~ iX.A INTERXpIONAL DE Pil0- rf dip 6 1p .aIt: 0
~,a s~p:-dtsta'=. < e .'arr d P-EfS VITAULCIAFl. ;
I'a r< trUl5'.rn < ar-4 3--Ile -pprot* per 1 r-erto de7w.a l Pe 10-r

s -a ..,< ra- -:. A!r--- aa n a ia Laagera e itr. da n J:ta "-namereil d Ce d er. e a.atri;. pexr J:'-e Ce : .
*b** .G5. grnw-,e mhon s commodes ph- P,. o X nt^ Ir'n' a (tal de OlTv -,a !n foa.i. > Is'o U rs pgaf^ ,Ie em .. PALNote e IA .. BENTO. O ^ a^ ,,,o .c-./r
",a -a' e.5 tr:.-,.-. d. An-"r;p*o'o<.panVhiaMor. ; a\1J..cu. ..1li.,: S
-- Al, -,-. _: ic --ao,: -. Ua ,e U itRaa w. A .W.i. . .i (Campsnhia3 o ',-,:a-aa r i j i '
S1s , .a Fi.lial no0 I'i- RlUA 7 DE SETEMBIRO, l. lae de qua ir tieu01 a eM d.... ,t
CUM-- ., t I- opor.* i-eo ,- 113 ,m.erani pelle: L.fdafa: BE.Wr- e qual, ....
do.. iAXA Jer see. p st ENTIM GONVALVES DIAS E AVE- l4i.cs ewvr ea-ra; o ELI I
M ERCIARIA At-r .a u a a ro.. NIDA CEN-RALA' INANA e- m t cav.,r. .-o,.-
A;j ','L-r- a rd.-, mobmdo u- *. "s ')A
(.\LIvEI.A k NATIM p.o .J. T. Mrrt,~. t ar a--. Pi. A v:i s P"harmaia~ e o :- :.
0 re4rio n! acrelitPd-te--' --S.. :,e il-~.r
I r oWr. t I 1e t e r h 14f V J-elSzdor E-t4d'sl ex-el-fe< de Po!icia e e: m i.. i.
S ~ t-u r t i-er.etari, tda Agrienultura. do E. de S.
esp.at N A P tado HAR ACAas mrnr;- Pm lo.
a frgwC e o it rZd,(Io e n1.ee ral qu.- m IO VA r MAC A EE-RETARIA-Coimm-endador Leonio : oKl '1,
.r( 7r7-, ... L'.L TLeophilo A. P. S. Caraleane. Gurgel, da fima Silva Sea!ra & Co.. da
: ... -:t. .r. Teudo mIado a ana Pharma.ia d Frica de "T.c id' S. Bernardo. .a:.ST1O s : I, S.U C nU-alyoCS
u'. s. aia.s 0 o. n ra..u pe.- T* rni.z 1 GEa EINTE Dr. Caadio de Sodasa, ue-
-. voai d.. r.r.ii. rd .M-T e -ornl n" 41 paraeva a rn d ind trial. -Oporo c- pr.".ardo por
-x:raezoLte ver-:qz!i.-. r.;n- -e ,- r ,o- TIESO UEIO-Dr. Gabriel Dis3 da Mai Caaidd, dat LusA
-!;e.al. o_-1P ,. l-,t-'z i. o ea'-,t.!,- t;-" .. ez .-. ql -*
[ A,, d;-..- .::d..-n.-, c:-[ 'v ..-o.mi a .,' na ford oroado-.e adr., drogado, capital'a, dirtor da Mito ut no.ntommoos do ppare.'ho
<,a .. .. p :<.... ., b.-. r ...... r IA-r m --r- il-,a. "terando per ie Comranhia Industrial de S Paulo e i p lnonird Toee., defu.Pou, troc.itr, .-
,.,, ra. ,c. ..-r.o. .. catn:c,.;i de enas estimada Conspanhia de Pos-os de Caldas. 1 ryyttes as, Aa etc. A vestJa jn
Th-i, "i i;.- ::- "~. eU i." t.-.' ,,j C.lal. Mc* Pharmacia Jos Candido P.ua do Vid.:o -*
t-o s. 0 I'! I'iETAlo 4 trte, 12 de Jareire de 1910 I Extno. Snr. Conde de Pmwtes, Director
GOT;KiN!A & NAT:.M tdo Bznco de S5o Paulo-Exmo. Snr. Co-
ron-el Fernando Preste-. vice-presidente
lo Ezitado-1ar io deDnpr:at, director da DEPURATIVO CANDIDO
OS LANDI M ATT E N AO Conpaia Ind.trial de SAo Paul-Dr.
I Rodolpho Miraunda. proprietario da Fabri- preparado pelo botiea-ri MAnoel Candiul
Ar:u as a'o fr,'meque c!c : urc Casat, S to, fa-endas de gado ca de Tecidos ArethurinA, de Piraci-ala da ore<. e e provltd*a e : stcia n p -
-. ttrnio Sant-' e deputado federal-Dr. Joio .Mvez Dima.
cr,.2. r.rtme.nt' d V;..l do s e rt .["ir, '.i t itnic pio tO rtrmo de Sant- e Joo A D rigos affcc6es bouatias, yphlitie. .
"xrwnt iA r .1do Imit Ve I medico e proprietario-Pharm. L. Piato
..t'-!,u'-mir, r. S.ri*.o Aute*,.':<. 4o -.ftr- ;.ti?; i 'arirly 't Hvender. e ueiroz d firma L Qneirz & c. eecrophuil-.ras e darthrofas.
.i. a. .r,,:. t .l,"4 itdrigic- t Monteiro tendo dte iproprietario da Drogra Ameriem e ei. o deoo ador ro t mr.--
J ni -*,,, Aguxrdent-e de Caj;-.! I -. I ciadd e o poderoso enimiador de toxn za
a < : t.g rrA Trup y.rLa Mo r t, -trar-.e ,i ta ,'tdad.l no intu ito de abrica de prodnetoo chimicos) Dr. Pedro doen s pertain ze q te rge:
aMZ4-I4' de Fontuah 1 Dr. Victor n I doenqaa pertinazes quo tent suuprige:-m
Io:io S(i, Bo. Pai;&..tatro L-;':p, polira Lna .tropa aliviO a-sua Pontal e Dr. Vir Godinho capitalist na impuresa do sangue.
F/EONOMISADORA PALISTA 61
P<,psl;.r.'.neP .--;-ra= Je, I.:l :.ade se iyre aiterada, declara, a A E SA A PAlF-A Unico depesito na iUparmacia Joe 'Can-
,,antIa.-i Ir:e. x,- -.r. Papau::c. I~- r t eiua soeiedade mutua, eom fiealaU do i dido, na Run do Video.
au- -y: uL e re- ea. la iquem ent.rcssar, que estao expostas Governo, cajo fim i estabeleeer uma REN-
a venda toda.s aas casas nesta cidade DA VITALICIA mensal, em dinheiro, aos
Tu lo pi ,r prc' m;ioos e w ;as fazendas de gado neste minai- Sene socios. Tem duaa caizas, a ctixa A DA II A IA sI A
R'Sa P.'-ie n..4;2. ipol e no termo de Sant-Anna do e a caixa B. aIa-MA0IA SILVA
O s seeion da Caixa A pagam 5$G00 de
Carry e mais um sitio no memo r, j e 2500 de mensalidade e tim direi- de Silvino Josi da Silva, na Ru t doCom-
ferido term denominado eQueima4o0 to, no fim de 15 err.os. a ti a en-so que meorio, no. S; term um grande e variado
S/ S 4 S com engenho de ferro e casa propria, n1o seri maior de 150$000 por mez. sortimento de drogas, products chimicos
JeronMta Fran'so de Lama aa de vivea a,,..tdo de 4.1,ha Os oeios da .atua B, pagan 5$060 de -speciaidades pharmeenticas.
t m, ltiP o st .A td ), dai seguraa catf~utie, dea : "e joia e :*m.00 d. meSalidade e tmd:ei- lDespack s receit*arios com medica-
.Vo- -antos de weonhecida pureza e g.rante
n:oa poder eyeeder de 100$000 por mez. ateio, preteza odicidade de pr-o.
sita Rna de S. Francisco e a ontra cannavial para dnsentas cargas de No aso de falleeer a de chegar a ----
na travessa da Rna Novapelaprimei- rapadnras, possnindo extensas mattas receber a penslo, a assoeialao pagari aos
ra pede20:00:OO6;pj snadUaJ60;000 colC rMadeir4 dO coi.stri0&o: utro sens.herdeiros necessarios todas as con- UIRRO
A'tratar na RWA DO"CR0ZKTRO sm Wpede aqaelle do d s ami'o tr6a que elle tiver feitro, sem juros. B RS-U 1
Dando-se o fallecimento depois que o mu-
que tm0 com o mesmo negocio, tuario estiver em goso da peneso, esta fi-_ Desappareceram de men sitio nm
queirio por bondade ,satisfaser seqs car extincta gem que aos sens herdeiros burro cardio e nma burra castanha
FAR INHA IPE compromises, nma vez que tern de aasista quaquer.4ireito. quazi preta ambos corn esta marca -
MANTDO CA ansentar-se por tempo indct2rmina. A peas8o seri. pags ao proprio indivi- e corn a seguinte freguezia
Jose Alvei da Silva, av'sa aso se- do e ter de proier-ae de recursos sf- dno, 0m 0o seon proenu.dor -legl, o a r
intermedio de qualquor Ban-o, qumado oA
as fregueses e ao public em geral ficientes. intrmioe alquor Bextrangeiro.
qne tern em deposito grande qianti- O socio eontribuinte em dia, que fear Quem der noticias certas na Reda>-
dade de -Farinha de Mandioca_ de Crato, 26 de Outubro de 1909 iMpousibilitado da prosegair aas aas en- 0ao d' 0 ,Rebatea on vier me entre-
primeira qualidade, e -VENDTI A trada, depois de eineo asuo do assoeia- gar ditos animaes, sera gratifitado
DINHEIRO- em grosso e a retalho Jos4e Rodrigues Monteiro *a, em consequeneia de molestia chronic generosamente.
e aineuravel, quo o inhabilte para o tra-
A preos BARATISSIMOS. lho, a onsiderado au so Barbalha, fStio Brejio, 10 de No-
Ri i ) .ADR* ift.N?,391 g-. 0.e.bro 'd- y 0
0Os pag nto a0 topaao 1 Joa o lo sthenes Fernandes Vieira

.. M L 1-

I3. A E MHSOBRINHO tr tT '

Grotifico bern a quem mne." UA7t --4- ;
Sar w pold.o ssil~ 4 CHATO-OEA- A'. t: .t --
recefna 'setrrt'do* JXih A- o 4 t ALnca
Queimada Grande, eom a -- .- '" **
marca e fregauesia1 i .d. ll tmo ae.^ _-- .8^ ,^ 4( ,t' dt i m a cat' o iidado, nor', m.t-
S m oseetieo, Alt. fantaia, & & A. Janeiro 190. 0. Nenhmma outra so- I bMu, sa*r cii* o x.
Qnem o encontrar 'Eseialidade o: artigo. pe ^iso^.i t
pode en- -) tregar a re- home e noras. objelctos para pr osoSeS S .7 '.'
da&o d' O" Rebate to perfnania hinsimnie!! e ie
on em minha residencia:- P--goPf0 -e Wpuear d flaln n1C!tQeee /t "" :'.j-
Serra dos Asedos Diaheiro i vista. i .o.os ateir o B Sr. Ma-
S Pedro Xavier de Arauo 5 --- Ru do Coi .u 'er, rg-
J ~46-Ras do Commersio..4 fftiunla.


: -_ ---


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