Rebate

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Material Information

Title:
Rebate
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Creator:
unknown
Creation Date:
June 12, 1910

Subjects

Genre:
newspaper   ( sobekcm )

Notes

General Note:
Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
All rights reserved by the source institution.
System ID:
AA00001672:00041


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Full Text





-I'
~ 1~






:1


CEARA-BRASIL DOMINGO, 12 DE JUNHO DE 1910


**


t*


ANNO 1-NUM.XLVII


EXft[: LENTE

C .REBATE* pullica-se semanalmnut..
REI)ATOR=-CHEFE Padre Joaqulmi
de Alencar Peixoto.
GERENTE--Felismino P. de Alencar.
ASSIGNATURAS
Anno..... ............... 000
Sewetre.................. .35500
PAGAMENTOR ADI&NTADOS
As putblica ion anuuncioe. dependem de contract, sen-
do o pagamento adiantado.
A redaeflno nit 6 responsavei pelos arti-
gos inedictoriaes, nem pelas publieasesa
al'heias, assigncdae.
Acceitam-se artigos de religike, ciencia*
litteratura etc, prehentheido as condiyMe.
de nosso progruinma.
Redaoao, gerelcia e typogfahZo-Rua
;(re Cicero-n. :D C3.

I)OASEIRO DO CARRY


38famas e coar(5


Nao ha negar .
A ma vontade dos mandces
do Crato para corn este povo,
ha muito que foi tirada i limpo.
E aqui perguntamos: qual a
causa disto ?
A fatuidade, o despeito e, so-
bretudo, a inveja que lhes estre-
munha o Joazeiro, avangando,
como vae, admiravelmente, na
senda do progress e da civilisa-
sagdo,-eis a causa complex
de toda essa mai vontade, ou
antes, de toda essa series de per-
seguic6es de que tern sido vi-
ctima, principalmente de ha um
.nno a esta part.
Certo, de ha um anno a esta
part, tern sido por demais ter-
riveis as perseguicqes que os
actuaes regulos do Crato lhe
move, e continual a mover-
lhe, sem solugqo de continuida-
de.'
Tudo quanto a inveja pod.e
suggerir e o odio rastejar; tudo
tern elles posto em pratica con-
tra este bom povo altamente or-
deiro e pacifico.
lnvejosos, cheios de odios e
rancores, accusam-n'oA todo mo-
mento, ai todo instant, sem Ihes
importar a verdade; julgam-n'o,
sem olharem para a lei; con-
demnam n'o, sem se recordarem
dajustipa, e, depois... entregam-
n'o A sanha de seus canibaes, A
peiversidade dos bandidos, as-
sassinos e desordeiros de que se
cercam.
F. u'ahi, todas essas negruras
quL, uram hora por outra, se
desdobram n'esta grande cellular
*do organismo national: assassi-
nates, espaldeiramehtos. aggres-
s6es e violencias qce-ae nea
computani, por inmpoevel .


E tudo ifto sobreposto as .; terra classic dos preguicosos,
extorsoes see nome que se lhe quando nfao conhecemos povo
nio ca cam dc faser, ai nefasta m;,is laborioso e trgbalhador do
oppressao de impostos, qual ma- que os romeiros, A quem deve-


is exorbitante, que vexa uns,
exaspera outros e revolta a tod y,
aiexcepao de seus poucos chalei-
ras famulos e que por aquios tern.
E, como se tudo isto ainda
f6ra pouco, os tyrannetes do
Crato recorrem aos apoios, aos
improperios mais baixos e mais
vis; lan.am rnio das maiores in-
famias e das maiores vilanias da
miseria paraferil-o,para abatel-o
para esmagal-o.
Disem que oJoaseiro 4 uma po-
cilga asquero:a e repellente; en-
tretanto gostam de, por aqui, es-'
pairecer corn as suas families,
sendo bern tractados, acatados e
respeitados. como o sdo,sein ac-
cepqao de essoas, todos os que
visitam esta grande localidade.
Disem que o Joaaeiro e uma
tapera. quando d a maior 1ocali-
dade d'estes centros; pos:-ue ma-
is de tries mil casas, (repletas de
families provectas),destacando-se
dentre ellas, predios dignos de
figurarem em qualquer das ca-
pitaes do paiz.
Si um logar nestas condiq6es
ecomo disem elles, e disto nao
se pejam, uma tapera, esta ta-
pera Ihes rende quarenta contos
de reis annualmente.
Que tapera badeja !
Mas, contiruemcs.
Dizem elles que o Joasciro 4
um logarejo retrogrado, sem as-
piraqao alguma. completamente
falto de educacao e de instruc-
q-o, quandn aqui se contain du-
as escholas publicas e'mais de
vinte particulars, um Pedago-
gio, dois periodicos, um Con-
servatorio corn mais de cem ap-
prendises de musica,duzs bandas
locaes superiores a unica exi-
stente no Crato.
Disem elles que o Joaseiro
e uma corja de bandidos, assas-
sinos e desordeiros, quando os
que mais desordens aqui provo-
cam e esfollam e estrangulam e
matam e ficam para ahi impunes,
sdo bandidos, sto assassinos,s.o
desordeiros que, para aqui. do
Crato, os enviam corn carte
branca.
Disem elles que o Joaseiro e
uma especie de Sodoma ou Go-
morra, quando, pelo contrario,
nio ha, em facto de relatividade,
leg*r mais moralisado e do me-
Ihores costumes do que este; que
o digam todos os que por aqui
andam em visit; que o digam
mesnmo os ue do Crnato para
aqui tern vindo comr mAs tenq6es
de libinagem que nao tern leva-
do i effeito pela resistencia he-
roica das filhas deste povo.
m elles que o Joaseiro 61


I


I--- II -r


aspiraiao grandiosa que irrom-
pe expontaneamente do senso
intimo e metaphysico d'um povo,
d'uma populag o !
Bern como um rio que, violen-
to, sahe f6ra de seu leito de ful-
vas areas, alaga campos e de-
stroe Ichoupanas e derrue pala-
cios e arrasta searas e arranca
arvores; assim o amor da propria
dignidade parte todos os diques,
destroe todas as barreiras, es-
pedaca todos os obstaculos, es-
farella todas as difficuldadcs e
faz irradiar, corn fulgores d'uma
luz eminentissima, a Liberdade
d'um povo !
Quern nastce combateno pe-
la f4 que tern sido combatida,
mas nao vencida, ha de, mais
cedo ou mais tarde, ser fortale-
cido pela Providencia para con-
quistar a sua Liberdade I
E disto fiquem certos, infa-
mes e covardes --


0 RESPEITO


mos o escalamento de nossas
serras, o alarganerento de nossa
Ilavoura e o florescimentode nos-
so commercio.
Disem elles, finalmente, e man-
dam espalharpelos seus parents
e chaleiraslh pela capital do esta-
do que o Joaseiro amega de ex-
terminio, de destruigdo, de sa-
ques e roubos a cidade do Crato,
-quando, muito ao contraio,
sao elles, os takes perversos da
d'aquella cidade que ameram
de public ao Joaseiro corn as
desgracas de Aurora e corn a
hecatombe de Canudos. ---,
De todas gssas baixesas e in-
famian. de que tem lancado mAo
para. faserem mal ao Padre Ci-
cero e ao7,povo do Joaseiro, o
que mais mrssenche de indigna-
Vao e revolta ate a medulla, e,
como jai o dissemos, diserem es-
ses infames e covardes 1a para
a capital que este born povo la-
borioso e pacifico quer ou pre-
tende atacar o Orato, como elles
atacaram, espingardeando e as-
sassinando friamente os indefe-
sas do Taveira e de Lavras e os
infelis~e do Pau-Preto, em Brejo-
Secco.
Nao! infame-! niao! covardes!
nao 6 essa a intenao do povo
do Joaseiro, absolutamente nio;
o que elle quer, o que elle de-
seja, o que elle aspira, diga-se,
e confessed esta verdade,---6,
tAo somente, a sua liberdade, 46
a sua autonomia, 6 a sua inde-
pendencia do Crato, e nada ma-
is.
E' esta a sua aspiracao.
E estrale no ar a mais horro-
rosa das teigestades, fenda as
nuvens o fogo do ceu, abram-se
as fauces de mil abysmos, qual
mais pavoroso, nada Ihe poderA
sustar no peito essa mais que
just aspiracAo de muitos an*-
nos.
Fardem cangaceiros, assassi-
nos e desordeiros que farder pos-
sam os actuaes regulos do Crato;
formem es batalh6es que for-
mar; disciplinem-n'os e man-
dem-n'os todcs para aqui que nao
o impedirAo de, a sazio propria,
proclamar a sua liberdade a este
colosso de vinte mil almas.
Mandem-n'os!
Pode a tyrannia coagir pelo
chanfalho, ov pela espada, .ou
pela complain, saas 6 impatente
diante dadigniddde; as perse-
guigoes conseguemn martyres,
mas nio conquistam, nao fasem
cmversos; gue p6de abolir
unt thro ocomo te. aboli-
do tronos, mas nW A apaga urma
idea lumiunosa, nem afoga, uma


p.-.
L,~ a -
1 Zm.~ 7-


embora.
-Isso s6 part aquella das
parties que estivdr inferior em
forga physical.
-Bem vejo que nao tens a
verdadeira intuigfo da polidez.
Ainda que ambas as parties
eqtejam equilibradas em forca
physical, janmais d.verd ser o pu-
gilato a scena ultima de uma
destas contestagoas rompidas
entire pess6as de cultural social.
Em tres conjuncturas poder -o
contestante usar du forIa physi-
ca: *
primeiro-para fazar defesa
contra a violencia; -.
segundo--para ostentar vigor;
terceiro-para satisfazir umr
instinct natural.
Aos partidistas dos dois ultid'
mos casos aproveita a deducq;o
do meu raciocinio, no qual ter&q
tailvez a liio para corrigirem ou
modificarem esse peculiarismo'.
de seu character. 0 argumento-
da primeira conjunctura estA de-
feso pelo direito em que assen-
ta, e em qualquer dos outros se
encontram os casos fundamen-
taes da tua opqao; pois, de mo-
do diverso nao so podera inter-
pretar as ultimas palavras por ti
proferidas.
E porque a antelacio por um .
acto indkecente ?
-Indecente ?
-Sim, porque a verdadeira
decencia vem do interior e con-
siste nos intimos sentiments de
honestidade e irodestia, asgim
como na conformidade das ac-
goes exteriores, jA corn as leis
positivas, jh corn as que imp6e
a opiniao geral.
A' parte a defesa pala forga
contra a violencia, a circumspe-
cqo no caso subiri gradativa-
mente de valor at6 alcancar o
mais pomposo triumph na lu-
cta cordata da palavra. Improfi-
cuo este recurso, alias podero-
sissimo, a previdencia que pela
conjecture faz corn anteciparao
que se conhega e que se evite o
perigo, faculta a melhor das e-
vasivas: abandonar. o prelio
(nao de modo acintoso).
E p6de a desistencia d'rm
polemista ser entendida como
pusillanimidade ?
Pode, pelos irreflectidos. Po-
de ainda. por aquellds a quem
nao f6r affect o desistente.
Os que lhe tiverem affeicgo
saberio tomar-lhe o partido, (is-
so pode dar se) ainda quell he
nao assist o direito, mas por u-
ma coherencia que s6 a amisa-
de justifica.
,Pode a'desistenia rN& .
em prova dafalta de direio do
que despite ? '
Pode, quando o dirito nunca
existiu na su causa, Pod o-"


-Bem. Estao as nossas ide-
as perfeitamente andlogap; 'nzo
so delega auctorisaigo a outrem
para defender a propria dignida-
de ultrajada. Pessoalmente cum-
pre-se este direito. Mas, que de-
verd occorrer ao individuo offen-
dido nas suas convicV6es, na
persuasao intima, fundada na
.certeza adquirida pela demons-
tracgo ?
-Defender-se precisamente.
-E d reiteracao do aggravo
como responder ?
-Conforme a maneira por
que elle 6 feito. Si esta 4 delica-
da, as raz6es servirao de argu-
mento at4 final para fazer que
triumph o direito. A causa di-
rectriz, as provas, as relaV6es
entire circumstancias apuradas
denunciarao a evidencia.
Si discortez, concluo, s6 o pu-
gilato poderd p6r termo ao que
a razio nao conseguio veneer.
-Convenho na primeira hyp6-
these; na segunda, porem, julgo
que uma pess6a de bem nao esta-
rd na delimitacao da sciencia dos
costumes. -
-Na moralidade. Mas outro
meio de defesa nio poderei to-
mar sendo aggravado corn desa-
brimento.
-Par epte lalo o concludent-
te que o .desforo 6 partido ac-
cei travel, e mais que isso: 6 par-
tido que se toma por um dever
deo honra.
Salvo este caso,quesobrevem
raramente quando os inimos che-
gam ao auge exaaltacao, ou-
tro recurso deve ser preferido.
para evitar o pugilato. E' clao;
possa o debate complicar- e,


' .': -







049BT


IT6iL- ~;~~__~_-~


nan]s "que falvoa a pobre da
mulher.
Descrever os beneficios e os
servigos prestados pelo velho e
respeitavel sacerdote ao chefe
regulo do Crat e -a sua familiar
naquella como Aas demais emer-
gencias em que se acharam, inh-
possivel, absolutamente impossi-
el
vel; mas, dizer, como n os, que
elle e os demais de sua familiar


devem a existencla ao referido
sacerdote, tcm-se dito tud6o.
Pois bem! vejam 14, agora,
como esses monstros de ingrati-
dao term procedido para comn
velho Padre, seu salvador e seu
bemfeitor, depois da elevados a
chefia do Cratt; vejam 14..
Nao ha apfdos que nao te-
nham atirado contra elle, o Padre
Cicero; nao ha improperios que
lhe tenham vomitado; nao ha
escarneos que Ihe nao tenham
cospido no rosto; nao ha infami-
as e b-ixesas que nao tenham
tecido em torno 4 sua augusta e
veneranda pess6a; nao ha meios,
finalmente, tao baixos e tao vis
de que rao tenham largado ma-
os para feril-o, para magoal-o,
para abatel-o, para esmagal-o!!!
E. como j comprehencepram
que tudo isto mnaisso tern post
em destaque, A semelhanga d'a
sombra que,em vez de empanar,
tanto realce da ao fundo d'oiro
d'unw quadro bisantino; que a
personalidade augusta do Padre
mals e mais se ah la; que final-
mente,-sqa *influencia moral
mais e mais se expand, A ma-
nefra do ether que nao deixa de
expandir-se emquanto encontra
espz-o, procuram desmoralisal-o
4 toda fprga.
Sabem elles que o Padre Ci-
cero ama deveras a esta terra;
sabem elles que a sua sombra e
que ella deve a sua evolugao
pasmosa, admiravel; sabem elles
de quanto o benemerito sacerdo-
te tern empregado, retesando-se
de esforgos, para a prosperidade
desta immens;' cellular do orga-
nismo national; e d'ahi a rasao
sem rasao de todas essas perse-
guic6es que movem e se nao
cangam, porque a tyrannia dos
algoses nao canga nunca, de fa-
ser h elle e a sua grandiova obra
-o Jo iseiro !
E, oque mrius 6, e mais d6e,
e mais sangra n'alma,--d'ummo-
do acintosamente escarnado, es-
candalosa-mente aberto para des-
mor..lisal-o !!!
Assim, postos a margem os a
podos, os improperios, as vila-
nias da misf-.ria e da infamia 4
que recorreram para a derroca-
da d'um sacerdote illustre e vir-
tuoso, apparecem-lhe corn todo
o cynismo d'um desbriado; to-
mam-lhe a casa, onde sao trata-
dos corn regalia; mostram-se-lhe
amigos, e, depois... mandam
por detraz espingardiar e espal-
deirar este bom povo que tanto
elle presa; e, resultando disto
mortes e ferimentos, abrem in-
queritos e processam de romei-
ros ate ausentes !
Sim! dizem-se amigos do Pa-
dre Cicero esses actuaes man-
d&es do Crato, e depois... fal-
tam redondamente ao seu pedi.
do de passar esta povoacao de
vinte mil almas & categoria de
villa|
Dizem-se amigos do Padre, e,
depois... de encontro 4 sua
vontade,-mantem aqui bandidos
da catadura d'um Joaquim Vas-
ques, d'um Jolo Calangro, d'um
Manoel Vicente, d'um Sabino


Alitra!


Alerta! povo do Cariry!
ta povo do Joaseiro! os qu
da nao estam-s armados,.
mo-nos !
Os ultimos accontecir
nos forvam, obrigam-nos &


oil


I


--- ----1--- ---- --- -s


que as-assinam, esfol m
deiram e ficampara ahi .i-
Dizem-se, amigos -o P
depois ameagam o J
corn as desgracas de A0i
corn a hecatombe 'de C
Dizem-se amigos db P
depois... perseguem ate
portadores de cartas, coil
gro Thomaz que escape.'
si o e 4sanha dos canib
policia, 'porque se nao
em casa !
E esses lhomens ainnd:
cynismo de dizer-, e am
Padre Cicero, quando, p
apellaSao contra a dem
legal das terras do Coxi;
lagdo essA feita f6ra da
portanto, completamente
appellagao essa que sc
um an-o epois, '6 <1
despacho .. porque se
presidencia do Estado urr
sr.Belisario,chefe de Igua'
rented e advogado dos quw
voram de interessados d:
terras, querem, apoderar
suas propriedades Alli exi.
Terao ainda esses home..
caramento de diser-se am
Padre Cicero, quando, r(
communicaago que tiverr
Fortaleca--ameagam-n'c
mnorte, caio se lhes erng
meios de qu# tem lanpa_
despoticamente para ap
ram-se das terras do Co::
mo si fosse o nosso consi
vsnerando amigo o unic
ressatte dessas referidas
Finalmente, terao aind
homes a impudencia de c
amigosdo Padre Cicero, vc
nao conteotd& corn taman
quidades e diabruras,aindL
sinistros e diabolicos archi:
contra e~te born pov., con
das perparam para todo'
riry ?
Ah! nNo digam mais q
amigos do Reved'"? Sr.
Oicero; declarem-se logo
inimigos terriveis; sejarn
e leaves, como n6s o soiaos
como te n sido-falsos, tri.
perversos e covardes.

REPUBLICAN ARGEN'
Rafaela, 16 de Novembro (
Dignissimo Sr. Sitlveira,
Como no existe en la R
Argentina un preparado ta.
por las infermidad venereas
afamado Elixir de Noguqira y
Caroba e Guayaco, y en virtue
qualidad yo le pido remnitei
argencia 12 frascos di dicho
y si por acaso usted no quiei
la espedicion me made con u
e,l precio porque le remetere
tidad que fuera necesaria par,
1fs 12 frascos de vuestro eli>
Con suma consideration,
said atto. soy S. S
Dr. Ernesto CibJ
(Medico)
Rafaela provincial de Santa Fe,
blica Argentina, easa de Hum. y
ser Lto.
Vende-se nas boas pharmr
drogari4s desta cidade e nas <
pital e Rio de Janeiro--Fcl
Pelotas-Rio Grande do Nort


.,-^


I


O REBATE


" -E


I





~4 ,c-~ *--- ~- -


.4iI~w~'w



-V


a
F


....


o KEBATE4


Armemo-nos para defender a
nossa vid~a; armemo nos p.ra de-
fender a nossa propried-de; ar-
memo- co para defender a Ihonra
e a dignidade de nossas filhas,
de nmssas mulheres, de nossas'
families.
Armemo-nos! que nao ha mais
lei, r.-o ha mais justi;a. iaio ha
mais cireito que nos valha, que
r o; garantr.
Arnemo-nos para repellirmos
coin energia 0- inimigo que nos
esprq:ta ai todo moment, e i to-
tio momento, e i todo instant
estd a tr.mar, a urkir, a archite-
ct;.r a nosa runAi.
Armemo-nos b
Os horrores de Lavras e de
Sio Pedro sdo lici6es tremendas
que nos acabam de dar, forian-
do-nos, obrig.:ndo-nos a arm.ir-
mo-nos.
Armemo-nos, pos !
Nao ha perdermos, urge na
I ercamos tempo.
Si, de pre-ente, temos tresen-
tos ou mats rifle, dupliquemol-
os, tripliquemol-os, quadruplique-
mol-os !
Bravos robustos e vigo:osos
que os manejem ao perigar a nos-
sa liberdade, honra e vida, nio
nos faltam; Lemol os de sobejo,
sem precisarmos de ir procural-
us f6r;.
E, aqui, para terminar per-
guntando-se a Gambetta o que
ora precise para salvar a Franca,
este responded sem hesitaigo:-
audacia, mais audacia e muita au
dacia. Assim, Cariryenses, para
salvarmos a nossa vida. a nossa
propriedade, a horra e a digni-
d-de de nossas filhas, de nossas
mulheres e de nossas families
amea;adas, e. agora, mais que
nunca, pelos horrores de Lavras
e de Sao Pedro, rifle, mais rifle
e muito rife.


UK licads
Saudade! Saudade Vae !
Onde encontrares meu pae,
Orae! ...
A min a Mae querida
Acbaris n'outra jasida
Rese ...

Nio receies V6a... vae
Onde estai a MI.e, o Pae;
E encontrarai
Uma bonita cidade,
Onde tu, cruel saudade,
Ponusaras.
**
Porques tremes, e recuas ?
Seris mendiga das ruas ?
Que receias ?
Se acaso to faltam pennas,
Dar-te-ei as minhas penas,
E te arreias!
**
V6a! v6a!... evae jA ...
Deixar aos que estAo IA,
Minhas does!
Nao te percas em caminho...
Fica l-s no doce ninho
De means amores.
*
Demarr.




Agsardem m'*

Recebemos de nosso ilustre
e distinct amigo, Dr. Floro Bar-
tholomeu da Costa, em pasreio
por esta localidade, a continua-


5io de sua esmagadora resposta
ao Sr. Joao de Aquino. advoga-
do dos Sr! Josd F. Alves Te'-
xeira e dr. Joso Beserra, a qual,
por afluencia de materials, publi-
caremos em o numero seguinte
desta folbha.
Aguardem-n'a.


Fego m l*i rego I

A chefatura political a mais
perigosa do Sul do CearM estA
completando a obra da militari-
sacao d) Crato.
lnstitui., a sociedade do Tiro
e p 6z todaa rapaziada ena armas.
Pei pei, purn tibuf!
E' um pandemonio: por toda
a parte o estampido do tiro a en-
conunodr os6 ouvidos e acostumal-
us para dia do fogo n rua do
fogo.
Que aviso nos povos visinhos
. . .
Agradecido, muito agradecido:
quein me avita meu amigo 6.
(Conittium *
Fogo mais fogo !



Previmam-se !

Quando ouvirdes diser que
Belem saltou em Recife; que o
Sr. Antonio Luiz vemi visitar o
Joazeiro; que o Teixeira p:rtiu
para a Fortaleza; que o Nazario
sonhou corn barulho e que foi
vis'.tar o Pdre Cicero, podem
jurar que pianos sinistros estaio
sendo Aarchitectados no Crato
contra nos e grande cilada se
prepare .. .
Previnam-se !


C-renet n Cisciaate
A-*-
Acaba de chegar do Recife,
aonde f6ra a negocios cogimer-
c ae., o nosso aistincto amigo,
Coronel Cincinato Silva. hunra-
do e criterioso commerciante ne-
sta prava.
Ao nosso prestimosoamigo &
,conspicuo cavalheiro, o nosso
cart.o de cumprimentos de, boa
vinda.


0 maui uos didi

Cartas e tel -grammas que,
da cidade de Barbalha, temos re-
cebido, dao-nos a agradavel
noticia de que o artigo-A paz
aht ven publicado no aCet.Ama
de 29 do pr. mez findo, desagra-
don gerahnente.
E nAo podia deixar de ser as-
sim, quando aquillo nao pass
d'uma ridicula bajulatoria tfeita
aos mandues d-) Crato, atravez
da qual bem so vA a conspira-
9o que. d'elles part contra todos
os demais chefes do Cariry.
Porquanto, como refreiar, na
liagaagem do escrevinhador de
tantas bobages, o mando discre-
cionario dos chefes do Cariry que
vae entrando em period le nova
formal, quando sao grande
ainda os seus altimns estertores?
Como, sinao ihes declarando
guerra o mando discrecionario
dos actu aes chefea do Crato ?
Mae, vira assim a Paz do arti-
culista-pulha do Cetama,ou a
conflagraaio do Cariry que pro-
curamos evital-a?
0 A manha nos dirA.


Pel Pel t Pu- Trbfre !


Acaba-se todo o Cariry,mata-se
tud i- comtanto que predomine
um s6 chete no sul do Estado.
E' este o fim, le o segre4o da
extraordinaria militarimsao do
Crato, segundo se deprehende
do juai"-so-editorial do Jornad


de Ceard em seu numero de 20
de Mawo p. p.
Assimr aflirmon que os oly-
garchas mandpram, mesmo as
pressas militarisar os cangaceiros
do Crato, onde tm series inte-
res.iep.
Neste proposito serk consti-
tnida uma companhia volante de
150 bandido; fardados acurta dos
cofres pu blicos, cuja miasso ser
-nh.o res tabekder a ordem, nem
garantir direitos=-mas sujeitar
ao Crato todos on outros munici-
pios do Cariry, garantindo as-
sim a olygarchia alli dominan-
te>.
Para imo serao promovidos
extraonlinariameAto dois alferes
que, corn um tenente e um Ca-
pita, seguiraio pira o interior,
assuinido este alli o commando
dessa companhia sui genertss.
E corn effeito jA esta tudo em
acc~o e o movimento ahi veinm.


Tribute a verdado

O benemerito Sr. Coronel Ma-
noel Fernandes da Costa, rico
proprietario do engenho Bana-
nal em Alagoas teve a bondade
de remetter-nos various numerous
d' 0 Norte, important orgam do
partido civilista de seu Estado,
cont ndo o Irtigo Fiat Lux que
pulverisou as calumnias inferna-
es que o. Judas levantaram con-
tra o accontecimento eucharisti-
co do Joaseiro.
Agradecemos, pois, de todo o
coragco o tribute que prestou a
verdade o benemerito Coronel
Fernandes.

"'"* ~
Sa visits

De sua fasenda Cacamba, na-
L.goa do Monteiro da Parahyba
do Norte, esteve nesta localida-
de o Sr. C*1. Manoel Isidoro
Pereira, que veio expressamente
visitar o sea benemerito amigo
Padre Cicero, e renovar-lhe seus
offerecimentos de apreo,. dedi-
cacao e amisade.


A JNOssa lTOM

De fins de abril a; etta parte
tern augmentado consideravel-
mente as assigs.aturas de nossa
folha.
LA se vae para 1:500 a sus ti-
ragem de hoje.
Nunca uam Jornal aqui pelo
centre attingira ease numero.
Pelo que, isto mais umia pro-
va de que O 'Rebate. naoe,
nem se Itorna, como miseravel-
mente disse o sabujo do escrevi-
ihador do 'Cetaitas. em suna ii-
dicula bajulatoria aos mandnes
do Crato, sob a epigraphe-.A
paz ahi vem !/ supra-criminoso
e indigno d'umpoto !


Be passel.

De Nova Floresmi, Estado de
Pernambuco, estiveram nesta lo-
calidade e nos honraram corn su-
a apreciavel visit as Ex'?. Sr*.


4). D.:
D. Beuigna Goyanna
Ignez Goyanna
a Maria Barreto
Anativa Barreto
a Maria Josi Barreto
a Alexandra. Dorothea


SEmilia Athanasia
e os illustres senhores:
Major Jose da Silva Barreto
Capm. Joaquim Dorotheu.

Gratos pela gentilesa da visi-
ta de tao distinct familiar, em
quem tivemos occasiao de apre-
ciar a mais final urbanidade, Ihe
enviamos saudosos nosso adeus.


lade

JA nio pertence A phalange dos
vivos a Exm? Sr? D. Ambrozina
Dantas d'Alencar, astro que eclyp-
son-se no fatidico dia 14 de fevereiro,
do current, anno, em sna fazenda
Estrella, Itermo de Pombal, Estado
da Parahyba, victimada por uma fe-
bre malign., que desobedecen aos re-
cursos da sciencia tao pontual quan-
to cnidadosamente empregados.
Porque a more nao ponpon tAo
preciosa existencia na tenra edade de
30 annos ... porqne, em sua erade-
lissima Ivoragem, se apronve o
mnjo do exterminioc deixar na vi-
nvez o esposo modelo, na orphanda-
de cinco interessantes criancinhas.
produzindo no lar, que ella fazia de
sacrario on temple de virtudes pere-
grinas, sempre repleto de risos, de
encantos, de felicidades mil, ,vacuo
empreenchivel, saudades inexqueci-
veis!
Ao receber-se nesta cidade a fatal
noticia do passamento da illustre
pranteada,foi dirigido a sen desolado
esposo a nota de pezar que invadio
a alma milagrease por tAo fatal acon-
tecimento, telegramma que foi assig-
nado pelas pessoas mais gradas deste
manicipio.
Paz a snal candida alma e pesames
a todos os membros de sua numeri-
ca e distinct familiar, particular-
mente ao distinguido esposo da fina-
da, men illustre amigo Major Arge-
miro Liberato de Alencar.

Milagres, 31 de Maio de 1910.

Pedi o da Costa Nogueira.





Na verde edade de 22 annos fale-
eeu, na cidade de Pombal, Estado da
Parahyba, o esperangoso moqo, mem-
bro das mais distinctas families d'a-
quelle municipio, Antonio Vieira Fi-
Iho,casado ha dez mezes, corn a Exm?
S..T D. Analia Vieira de Medeiros.
Teve logar este cataclymo para a
sociedade pombalense no asiago dia
19 deste mez, pelas 7 horas da ma-
nhA.
A' desolada e jnvenil esposa, pa-
rentes e amigos do illustre morto
sentidos pesames.

Milagres, 31 de Maio de 1910.
Pedro da Costa Nogueira.


SALVE 31 DE MAIO
Minha veneranda av6

0 diii do hoje destaca-se dos
outros marcando o vosso natali-
eio. Oxalh que o bom Deus, em
recompensa des innumeras cari-
dades que tends praticado, quei-
ra que tenhaes muitas datas co-
me esta.
Assim eu corn a submissj, de
neto e humilde cordialidade, ten-
do o coraclo repleto da mesma
impressao contente que invade a
vossa alma, venho respeitosa-
mente, cheao de gaudio. vos abra-
var, trazendo ao mesmo tempo
OB meus cordiaes parabena ao


veoso extremoso espofo e meu
venerantdo avO-Benedicto Gon-
qalves Dias Sobreira.

Joaseiro,-31-5-910.

P. da Franca


A VENDA
Acham-se expostas 4 venda
3 casal nesta localidade, sendo
uma muito boem constraida, com
2 portas e duas janellas de fren-
te, 2 salas grades, 3 quartos,
cosinha bem acabada, 1 terraco
de lado, murada, eacimba e ba-
nheiro; outra corn 2 portas e 1
janella de frente, 2 salas e 2 quar-
tos, ete?; outra, finalmente, corn
portas que se presta para negocio.
Tod s estas casas oesto encrava-
8as na Rua de Sao Pedro,. uma
das prinoipaes e do mais movi-
mento.
Quem pretender, pois, nego-
cial-as, dirija-ae ao abaixo as-
signado, na Prara da Liberdade
n? 976, desta localidade.
Fenelon Pitta




3OMN, EGO iAo

JoAo Baptista Correia, nalo de-
sejando m.iis continuar corn a
sua tPadara, nesta localidade,
vende, por prego modico, em bom
estado ainda, todos os utensilios
que ihe pertencem.
Assim, quem pretender com-
pral-os, dirija-se ao mesmo Joao
Baptista que farA bom negocio.


ARTE DE MUSIC
vende-se nesta redacdo


BORRACHA NO PARA'

JOZE CARVALHO, despondo de
obns Siringaes em Faro, e estando
a borracha actualmente dando
bom jin'ieiro, colloca qualquer
numero de pessoas na extraqAo
nAo so deborracha, como de co
pahiba.
Para informaqlo procura.r seus
irmaos Tristao e Pio ('arvalho

LOJA E ARMAZEM
DE
JoAo Beserra de Meneses
Grande liqnidagAo de fazendas,
calgados, chapeos, punhos, collari-
nhos, meias, lensos, suspensorios,
gravatas, extractos, cops, bebidas
&. &.
Todos, pois ,A grande liquidaio !
Rua do Padre Cicero N. 5 2 7

BOLETIM COMMERCIAL
Pre os dos generous durante a se
mana finda:


Came verde
4 sece a
de porco
4 de carneiro
de bode
Toucinho
Farinha
Milho
Gomma
Arroz
Sal


kil



4
litros
4K




Feij&o de corda 4
w de arrancar 4 -
Cafe (rio) wrroba
Assncar branco a
Araruta 4
Farinha do reino 4
Algodio 4.
Rapaduras bias carga
K ordinarias
Kerozeae lata
Phosphoros groza
Bacalhas barrica
Aguardente canada
Vinho braneo 4
Vinagre tinto o
Solla am meio
Couro de espicha rnm
Couro de bode am


lo $600
$800
$600
$600
$600
1$000
3$000
3$000
7$000
73000
12$000
8$000
10*000
12$500
9$500
8*000
9$500
3$000
19$000
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86000
4$6000
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4$000
7$000
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ECONOMISADOBA ARBALHA
PAULISTPATAIA
OAS cIR ,P SEVERANA QB4TO`\ PALLASTA-0
i p. TA IN- ,TERNACIONAL DE PEN-
L' :--. se en.arre- a de. SOE S. IT- ALICIAS.
CINCINATO SI WM 4I r u-',io to0 0-oro e "a,. per CDecr et, Federal, con ATTEN CAO
Se t ns r-inesse oAr; q 3-. r.:..:: o capifal do pets6es de mil Faqo I barqle tenho expoto # p-
V "t,. ^ ,r lore |- & ents a rr. dma propriea'elo na srrm do Ararip '.:
r.:;.uc. a .- *' r A g-e C- range ,rd n Jut gar'de4 omnad .E.t.iic".- comav@.*
ta ,.-.e, e- ^ e te. :i .. 17 0L t....: "A (' Cy n mro familiar. d i *Sl(' rs payg ento ,de e S. -LO- RU S. BENTO, 6 radas6 ura deteU la e outra de p ..
1reo -. c-,.g.-.::., t r.i.o.'. c .r-.-.. rL:Src adean' o. Fem' tarefas de mandiocas novas v..
...ii. [: .-.. "i, ....:..., ., ( c t .:1.,_ga--ve outia a., na mesmaRus n^. ~ oscr. r r Co n h a 0 mina Maita de &'sntaj ou trassnIa,
[ tra(.:cinat -. ..-... comr boLas r opor.es e muito cornino- .. D refa3 conjunceto a m~snma roias e tr.
...o ,, ... .-. d. a 15000 per me,, pag s. ctos s tri- : ) LVES DIAS nAVE- quatro trfas Anauaz de do
I w ~:re adoa4tado. (ENTRE GON-ALVES DIAS E A --)I a tro ttir t a.,, A ,il "d e d oi:i:,
e adeautuo:I Q m ve q 'o tui.o- ;i;t),- coejn I.r.
M RC A RIA A trac-tr na Rua Grande. obrado n. j;IDA C'N'-RAL) Qu.m quizel-as comprj!-an, procur -
PHARMACIA CARVALHVET & NAi- ,n J. J. T. Marroeos.. o d a tero
rHRM CAiKA I^ 1r; II.AiId. PRE DENTE-Senalor Luiz Piza, ., ...
i n.st :m. : r :rm t.a O O' rop trid -t. acrei d e t e- 'Senador E-.doal ex-chefe de Policia e Raymundo Mo:eir. d Cruz
varci.io srti' c .-. e "r to l.-.',-im to- m .-, r, e :r:e enter chet". a i"n -, ex-S ecretarib da Agricultura, do E. de S.
t.himico. esp,.eial .- : .. cptal d t a os ses inumo PIA
e:,..,a... e :rtangeiri.. ro. fr-gnezes e ao ;.blico en" geral qu.- e rSECRETARiA-Co menud or Leocio
Cel. T- ,ophilo A. de S Caralcante. I targ!ur, da rma Silva SeaLra & C&., da 0,E 1'9 II I
Iprnmptilreo. c'ic o e n rercad.rri. trc g:,e extra .ger ; a; : SP ro n 1 a h pe:- alorni n 4 G Dr. Claudo e Sousa, me- peio co tterio, commercial e not .
I.', .. '. .. .. r T r: v-e -a da C ali'ornia n 4 1 para 'a rc a a d de.Gtc -.
ork. caias :. al inim, r s Negera Acealy. prodio n 33. com- dico e in stria. da cidade da Barbalha publica-,e .e:a-
-s:xtractas d.-' *livera quahlii:., bril e an- "."" TUrESOLU iltO- Dr. Gabriel Dias da nalmente e asina-_e a ra.io die 6t 0JU .ji:
S B AaAT R. o dleo (.e ba .' tr.s o e o; bi- o a.. .sa ..s a -e ,S i,.. ~ o capitals-Sa, director da anno adeafntalo.
d* 0 1... RO .oo ca'i' b,, rn. ..' -e-ren-o p: uCez i p C a In, dustrial de S. Paulo e da V uid nPt6i iA. 9f7nccic.9 na, 1
c"l Vit(.r-:ii. .a Si -. n d .r es .. b r r cA.n :.UaC O de suas e tm da, Companim ia de Podos de Caldas. Vid o n ". 97 e imprime ccm pperfei e;-
-lo.as. .e sort: : .d- tn, ; c..-a:-ro t a e grga. t et, J.e.s. C o s llsl o I.,a l tc( circulares, con it, ro tual s, a
Con ,mm-re ir. n N v-. '. E wa _* T a.l u dI-:-'.a i'J vii' e p _n r prego .n m aes. o. -
F:..:re (Cicer. ".. :t. o- 0. O I',RE ETA IOt C'rat 12 de Janeiro de 1910 Exmo. Snr. Conde de Prate.=, Director
re s s cmtpeten- -e--to, daW., it-.l E:.- & NATII do Bi.neo d: Sao Paulo-Exneo. Snr. Co-
'+ "--ronel -rnano Pres.te?., vice-pre idente P
., --..--. do ---lE.Jt, -B-D.rato deDnprat, director da EPRATIV0 NDIDO
A POPULAR LANDIM : ATTEN9AO tco~ 0 l, :,tio. ,.Strial de Eloi,,,o=r. DEPURATIVO CANDID
A POPULAR Josk LANDIM ATTENAO
fa' "d'Is -e g Rdodoipho _1Ir.nachl, propr',-tar'o da Fabri- preparada p lo bot c vo Manoel anil
L- f-. a ..s o:r, rarigo- e i C;sa S t faseadas (egado ca de Te 'idos Arethuaina. doe Piracicaba das Dores, e e pro.-:tia e st-ica no p--
rrte o V .P.r-. -t milic `,io no termo de Sant- e deput.ao federal-DIr. Joo Alvez Dims. rigoss ff es bobatic. syphilitic.-,


medico e proprierariuo-iiarn. J_ i.ntio : er ae danthrosa.
t, n eserophulosas e darthroias.
4! ,,XVi '%-I:"vo .
Er ne u gra de desalojador dos humor vi-
(proprietario da Drogaria Americana e iados o poderoso elliinadior e to.l:- ais
Fabric de products chimicos) Dr. Pedro joendoas pertinazes que tern sua ori.:n
Pontuar e Dr. Victor Godinho capitalistas. a impuresa do sangue.
A ECONOMISADORA PALISTA 4 Unico depesito na i.harmacia Jo-. Can-
umra so-iedade mutua,.-tom" fiscalizas do dido, na ua do Vid4o.
Governor, cujo fim ,'- estabelecer uma REN-
-DA VITALICIA mental, em dinheiro, abo
sens soTios. Tem duas.caixas, a c.ixza A DuA 1 ASIA IA
e a caxa BP. r RMACiA OILVA
Oi sacios d.: Caixa A pagam 5S000 de
joia e 29500 de mensalidade e tem direi- do Silvino Jos6 da Silva, na Ruza do Con:-
to, no fim de 15 r.i:os. a n a --.no que unercio, no. 8; tcm umrn grande e var'zid
nao ser mTa:or de 150S000 per me.. sortimento de drogas, products chimices
Os socios da Caiix". B, pagam 55000 de e especialidades pharmaceuticals.
j6ia e 5S000 de mensalladole e tAm direi- DUepaeha os receitaariod com medica-
to, no funim 10 annos, a nma pensto quo neto. ecohecida preza n
nio poderi excoer do lYJ par mex. otaeio, presteza e moJiicdade de pre,;u.
nto podera exeeder de 100$0.0 por mez.
No caso de f.illecer aute.3 do chegar a
receber a pensilo, a a, sociaio pIgaor. aos
sens herdeiros neeessarrio todas a con- II lU SUMIDO
tribuniSes que elle tiver feito, semn jnros.
Dando-se o fallecimento depois que o mu-
tuario estiver em goso da pensh,.esta fi- Desappareceram de meu sit'o n
ca.r extincta, sem que aos seas herdoiros buro c trd'o e ume ,rra cat:nl:a
assista qualquer direito. luazi preta ambo:. corn esta mar a -
A pensao serial paga no proprio indivi- e comr a S'tguinlte frul',"e '::
duo, on ao seu proeuralor legal, on per
intermeilio de qualquor Banco, quando o
mutuario se achar no extrangoiro.
O socio contribuinte em dia, que fear Quem der noticias certa, iiA Rtda'-
impossibilitt.do de proseguir nas suas on- ;~.o d' ( <,Rebate>> on vier me onts. -
tradas, depois de cinco annos de associa- gar dItos ai rmaes, sera grat!fca->
-gr, em consoquencia do molestia chronic pgenrosamente
e incuravel, que o inhabilite para o tra-
bialho, sera conside-ado surpenso e no Barbalha, Sitio Brejio, 10 de No-
perderi direito A pensAo. ve'.ibro de 19,'9
Os pagamentos antecipados de 1 anno Joo Deosthenes Fernand eira
gozam da reducqio de 50 o/o, oa pagamentos
de 10 annos, 20 o/o e os pagamentos de 15
annos, '15 o/o.
O mutuario qu c se inserevoer nin m .z
antei do sorteio e tiver a sorte de LAG R E
premiado, pagark apenas poncos mil .. ..LA G E
terA direito a umna pensalo para toda a
sua vida..
Ate dezembro foram sorteadr.s cineco
cardernetas, on seTa no ptriodo dLe novlo C
mezes. A ECONOMISADORA e a unica 1AVA
que faz sorteiosde dois emi dois mezes c
um grande sorteio no Natal!
Socios inseriptos de abril de 1908 a Um cavallo carddo rudado, novo, mui-
Janeiro 1909:-34000. Nenhuma outra so- to boni'o, inteiros, c aof ohos tzes.
ciedade obteve tal numero de socios no.
seus primeiros mezes.
Pedidos do propeatos, propostas, cader Marca f eRibeira
netas e informaoses minuciosas ao Marca eRbeira
REpresentante no Crato. ae
.. Quem o enco-rar e entreJar ao Sr 1La-
Boelem obifio j/or Josa Iyna, it'_-p p jIh res scrZ gra-
I it-- a do Commercio=-45 'i-a


. :t 7 A.it :. '.. c:.teS ri-r. S: .: O.:: c : -


~" ii ~rafoIiII~W;a*~.


r r :- .' .. .toe, Vinho de M:sa. .r.p:. ,-err, .T -: -Tg', -s Monteiro tendo de
;/. -,-. ;- :r.t'- ice :: lo.^ J ,I l 0, Agnardcr.te de C;';l. de !L:imt ( i..a
,. q. rvi a.: ,;e :. C .r i rar-si -- --t,tt .ldade no intuito de
l o-. '". ,'uatr. p. 1 rocurar ha Europa alivio a-sua
Ipoi.tre.-s: Pl-q:~ ,r;a=., ".':. 1.-c.le s,:.,ire a;terada, declara, a
SManiteig rrte-, Exe-eo.Ppa.' ,- quemn ent_rcssar, que estao exposta,
DO S I R M AO S alhvy: Bnha de poro em iLta. a venda tudas suas casas nesta cidade
L .a -e fa-ends, ferr.gen., e tiv. Tu p molics e suas fazendas de gado neste muni-
n: Pra.a da Liber:'.de. nn. 972. Sinceri- ,ua P.Cicer 1.o62. cipio e no term de Sant-Anna do
<. d dd' n-egoaiol. medicilade de preos e ------ Cariry e mais um sitio no mesmo r:-
..bmiliulade de fregnesia. I ferido term d-im' -iuado .Queima 'o.
k.mcdes Siqueira & Irnno. A. corn engenlo de ferro e casa propria,
JTeronvmo Frane's-o d L-'macaa de vivenda, tudo de tdl.a e
FU I LEI O tm, ne.t localidid9, A venOa, dnas segura constru;iao, corn uma pec'uei a
F UN LEl R0a de t:'pa cole-t, t,; le tLila, ama inausceno;a e atndede pedra e cal, corn
ficina compita de todi. os artefactos sita A Rna" S. Francisco e a ,utra cannavial para dasentas cargas de
ve .t._nlios em flandre, ror. grande ort.i- na travessa Ra Run Nova.pelaprei- I rapaduras, possuindo extensas matts
rme-nto para velidar em gr(so e a rta.ho. rapei 2 -,.-:,-, ..O.; i"a 1'.:0o corn mdeira de -contstrl.o: outro
Si acharem ontro barateire, ino La dU e o madeira de const- '
s.r tanto como o proprietaruo Juio A.-tonio A'trater W. RUA DO CRUZE RO sim pede A aquelles dos seus amigos
.::rt:'do. que tm corn o mesmo negocio,
Praci da Liberdade n".976. qnefriao por bondage satisfaser seus
FAR INHA DE compromissos, uma vez que temrn de
MANDIOCA ansentar-se por tenlpo indtt'-rmina-
Jos: Alves dla Slva, av sa ao,- se- do e ter de prover-se de recursos suf-
us fregueses e ao public em geral ficienteF.
qne'tem em deposit' grande quanti-
.- ........ .. I rlrade de F.,arlniha de fandlioexa de CratO, 26 de Ortubro de 19C9


.-e fazendias mereadonar c ivp.s, ferra-
g-ns. chapeus. Tendo recebido do Ceari
uil com} i-to sortimeapto dos artigos aci m
Inencionados queo ao vendidos por pr l
hiae ccnmpetencia, convida todo o public<
I-a-a f z r amma viiita a dito estabelecimen-
to que se certificarA do qe e affirmnado.
VERDADEIRO QUEIMA!


AFROVEITE M!


APROVEITEM!


Joho Baptista de Oliveira.
Rna Padre Cicero N. 336


SAPATARIA
B6A ESPERANAL
Esta Sapataria de Joaquim Beserra So-
bral aciha-se A disposi ao do public e dos
amigos, e encarrega-se de todo e qualquer
trabalho em coiro corn grande preptesa e
modicida '. em preao.s. Runs do Cru.seiro
no. 990.


p:-imeira qal'dade, e -VENDE A
DINHEIRO- em grosso e a retalho
a pregos BARATISSIIMOS.
RUA DO PADRE CICERO N" 301


Jose Rodrigues Monteiro



0 CRATO
LO n AMo"I?


I iQ_ Ie.%RV*4 I I r.
BUP 0 DE
U M ID 0 A. BELEM SOBRINHO
Grotifico bem a quem .me entre- 45-RUA DO COMMERCIO-45
:ar um poldro rosilLo que desappa- CRATO-CEARA'.
,receu na serra do Araripe sitio
Queimada Grande, corn a seguinte Estabele-imemto deFazend.s-finas,
marca e freguesia Miudezas, Novidades, artigo- de uso do-"
/ne o e III 1. mestico, Alta fantasia,& & &.
Q.udem en-ontcrar rso t ,a, -,,
ke e- tregar a re- homes e senhoras; objects para presen-
da~io d' O" Rebate tes e perfumaria finissima!!
on em miuha residencia:- Pre-os s-m competidcr!
a.l 1.i., r.rS .. .. -


1x.Ii Xaver e Arauuo
Pedr:> Xav'er Ce Araujo i


Dinheiro A vista.


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