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-I' ~ 1~ :1 CEARA-BRASIL DOMINGO, 12 DE JUNHO DE 1910 ** t* ANNO 1-NUM.XLVII EXft[: LENTE C .REBATE* pullica-se semanalmnut.. REI)ATOR=-CHEFE Padre Joaqulmi de Alencar Peixoto. GERENTE--Felismino P. de Alencar. ASSIGNATURAS Anno..... ............... 000 Sewetre.................. .35500 PAGAMENTOR ADI&NTADOS As putblica do o pagamento adiantado. A redaeflno nit 6 responsavei pelos arti- gos inedictoriaes, nem pelas publieasesa al'heias, assigncdae. Acceitam-se artigos de religike, ciencia* litteratura etc, prehentheido as condiyMe. de nosso progruinma. Redaoao, gerelcia e typogfahZo-Rua ;(re Cicero-n. :D C3. I)OASEIRO DO CARRY 38famas e coar(5 Nao ha negar . . A ma vontade dos mandces do Crato para corn este povo, ha muito que foi tirada i limpo. E aqui perguntamos: qual a causa disto ? A fatuidade, o despeito e, so- bretudo, a inveja que lhes estre- munha o Joazeiro, avangando, como vae, admiravelmente, na senda do progress e da civilisa- sagdo,-eis a causa complex de toda essa mai vontade, ou antes, de toda essa series de per- seguic6es de que tern sido vi- ctima, principalmente de ha um .nno a esta part. Certo, de ha um anno a esta part, tern sido por demais ter- riveis as perseguicqes que os actuaes regulos do Crato lhe move, e continual a mover- lhe, sem solugqo de continuida- de.' Tudo quanto a inveja pod.e suggerir e o odio rastejar; tudo tern elles posto em pratica con- tra este bom povo altamente or- deiro e pacifico. lnvejosos, cheios de odios e rancores, accusam-n'oA todo mo- mento, ai todo instant, sem Ihes importar a verdade; julgam-n'o, sem olharem para a lei; con- demnam n'o, sem se recordarem dajustipa, e, depois... entregam- n'o A sanha de seus canibaes, A peiversidade dos bandidos, as- sassinos e desordeiros de que se cercam. F. u'ahi, todas essas negruras quL, uram hora por outra, se desdobram n'esta grande cellular *do organismo national: assassi- nates, espaldeiramehtos. aggres- s6es e violencias qce-ae nea computani, por inmpoevel . E tudo ifto sobreposto as .; terra classic dos preguicosos, extorsoes see nome que se lhe quando nfao conhecemos povo nio ca cam dc faser, ai nefasta m;,is laborioso e trgbalhador do oppressao de impostos, qual ma- que os romeiros, A quem deve- is exorbitante, que vexa uns, exaspera outros e revolta a tod y, aiexcepao de seus poucos chalei- ras famulos e que por aquios tern. E, como se tudo isto ainda f6ra pouco, os tyrannetes do Crato recorrem aos apoios, aos improperios mais baixos e mais vis; lan.am rnio das maiores in- famias e das maiores vilanias da miseria paraferil-o,para abatel-o para esmagal-o. Disem que oJoaseiro 4 uma po- cilga asquero:a e repellente; en- tretanto gostam de, por aqui, es-' pairecer corn as suas families, sendo bern tractados, acatados e respeitados. como o sdo,sein ac- cepqao de essoas, todos os que visitam esta grande localidade. Disem que o Joaaeiro e uma tapera. quando d a maior 1ocali- dade d'estes centros; pos:-ue ma- is de tries mil casas, (repletas de families provectas),destacando-se dentre ellas, predios dignos de figurarem em qualquer das ca- pitaes do paiz. Si um logar nestas condiq6es ecomo disem elles, e disto nao se pejam, uma tapera, esta ta- pera Ihes rende quarenta contos de reis annualmente. Que tapera badeja ! Mas, contiruemcs. Dizem elles que o Joasciro 4 um logarejo retrogrado, sem as- piraqao alguma. completamente falto de educacao e de instruc- q-o, quandn aqui se contain du- as escholas publicas e'mais de vinte particulars, um Pedago- gio, dois periodicos, um Con- servatorio corn mais de cem ap- prendises de musica,duzs bandas locaes superiores a unica exi- stente no Crato. Disem elles que o Joaseiro e uma corja de bandidos, assas- sinos e desordeiros, quando os que mais desordens aqui provo- cam e esfollam e estrangulam e matam e ficam para ahi impunes, sdo bandidos, sto assassinos,s.o desordeiros que, para aqui. do Crato, os enviam corn carte branca. Disem elles que o Joaseiro e uma especie de Sodoma ou Go- morra, quando, pelo contrario, nio ha, em facto de relatividade, leg*r mais moralisado e do me- Ihores costumes do que este; que o digam todos os que por aqui andam em visit; que o digam mesnmo os ue do Crnato para aqui tern vindo comr mAs tenq6es de libinagem que nao tern leva- do i effeito pela resistencia he- roica das filhas deste povo. m elles que o Joaseiro 61 I I--- II -r aspiraiao grandiosa que irrom- pe expontaneamente do senso intimo e metaphysico d'um povo, d'uma populag o ! Bern como um rio que, violen- to, sahe f6ra de seu leito de ful- vas areas, alaga campos e de- stroe Ichoupanas e derrue pala- cios e arrasta searas e arranca arvores; assim o amor da propria dignidade parte todos os diques, destroe todas as barreiras, es- pedaca todos os obstaculos, es- farella todas as difficuldadcs e faz irradiar, corn fulgores d'uma luz eminentissima, a Liberdade d'um povo ! Quern nastce combateno pe- la f4 que tern sido combatida, mas nao vencida, ha de, mais cedo ou mais tarde, ser fortale- cido pela Providencia para con- quistar a sua Liberdade I E disto fiquem certos, infa- mes e covardes -- 0 RESPEITO mos o escalamento de nossas serras, o alarganerento de nossa Ilavoura e o florescimentode nos- so commercio. Disem elles, finalmente, e man- dam espalharpelos seus parents e chaleiraslh pela capital do esta- do que o Joaseiro amega de ex- terminio, de destruigdo, de sa- ques e roubos a cidade do Crato, -quando, muito ao contraio, sao elles, os takes perversos da d'aquella cidade que ameram de public ao Joaseiro corn as desgracas de Aurora e corn a hecatombe de Canudos. ---, De todas gssas baixesas e in- famian. de que tem lancado mAo para. faserem mal ao Padre Ci- cero e ao7,povo do Joaseiro, o que mais mrssenche de indigna- Vao e revolta ate a medulla, e, como jai o dissemos, diserem es- ses infames e covardes 1a para a capital que este born povo la- borioso e pacifico quer ou pre- tende atacar o Orato, como elles atacaram, espingardeando e as- sassinando friamente os indefe- sas do Taveira e de Lavras e os infelis~e do Pau-Preto, em Brejo- Secco. Nao! infame-! niao! covardes! nao 6 essa a intenao do povo do Joaseiro, absolutamente nio; o que elle quer, o que elle de- seja, o que elle aspira, diga-se, e confessed esta verdade,---6, tAo somente, a sua liberdade, 46 a sua autonomia, 6 a sua inde- pendencia do Crato, e nada ma- is. E' esta a sua aspiracao. E estrale no ar a mais horro- rosa das teigestades, fenda as nuvens o fogo do ceu, abram-se as fauces de mil abysmos, qual mais pavoroso, nada Ihe poderA sustar no peito essa mais que just aspiracAo de muitos an*- nos. Fardem cangaceiros, assassi- nos e desordeiros que farder pos- sam os actuaes regulos do Crato; formem es batalh6es que for- mar; disciplinem-n'os e man- dem-n'os todcs para aqui que nao o impedirAo de, a sazio propria, proclamar a sua liberdade a este colosso de vinte mil almas. Mandem-n'os! Pode a tyrannia coagir pelo chanfalho, ov pela espada, .ou pela complain, saas 6 impatente diante dadigniddde; as perse- guigoes conseguemn martyres, mas nio conquistam, nao fasem cmversos; gue p6de abolir unt thro ocomo te. aboli- do tronos, mas nW A apaga urma idea lumiunosa, nem afoga, uma p.-. L,~ a - 1 Zm.~ 7- embora. -Isso s6 part aquella das parties que estivdr inferior em forga physical. -Bem vejo que nao tens a verdadeira intuigfo da polidez. Ainda que ambas as parties eqtejam equilibradas em forca physical, janmais d.verd ser o pu- gilato a scena ultima de uma destas contestagoas rompidas entire pess6as de cultural social. Em tres conjuncturas poder -o contestante usar du forIa physi- ca: * primeiro-para fazar defesa contra a violencia; -. segundo--para ostentar vigor; terceiro-para satisfazir umr instinct natural. Aos partidistas dos dois ultid' mos casos aproveita a deducq;o do meu raciocinio, no qual ter&q tailvez a liio para corrigirem ou modificarem esse peculiarismo'. de seu character. 0 argumento- da primeira conjunctura estA de- feso pelo direito em que assen- ta, e em qualquer dos outros se encontram os casos fundamen- taes da tua opqao; pois, de mo- do diverso nao so podera inter- pretar as ultimas palavras por ti proferidas. E porque a antelacio por um . acto indkecente ? -Indecente ? -Sim, porque a verdadeira decencia vem do interior e con- siste nos intimos sentiments de honestidade e irodestia, asgim como na conformidade das ac- goes exteriores, jA corn as leis positivas, jh corn as que imp6e a opiniao geral. A' parte a defesa pala forga contra a violencia, a circumspe- cqo no caso subiri gradativa- mente de valor at6 alcancar o mais pomposo triumph na lu- cta cordata da palavra. Improfi- cuo este recurso, alias podero- sissimo, a previdencia que pela conjecture faz corn anteciparao que se conhega e que se evite o perigo, faculta a melhor das e- vasivas: abandonar. o prelio (nao de modo acintoso). E p6de a desistencia d'rm polemista ser entendida como pusillanimidade ? Pode, pelos irreflectidos. Po- de ainda. por aquellds a quem nao f6r affect o desistente. Os que lhe tiverem affeicgo saberio tomar-lhe o partido, (is- so pode dar se) ainda quell he nao assist o direito, mas por u- ma coherencia que s6 a amisa- de justifica. ,Pode a'desistenia rN& . em prova dafalta de direio do que despite ? ' Pode, quando o dirito nunca existiu na su causa, Pod o-" -Bem. Estao as nossas ide- as perfeitamente andlogap; 'nzo so delega auctorisaigo a outrem para defender a propria dignida- de ultrajada. Pessoalmente cum- pre-se este direito. Mas, que de- verd occorrer ao individuo offen- dido nas suas convicV6es, na persuasao intima, fundada na .certeza adquirida pela demons- tracgo ? -Defender-se precisamente. -E d reiteracao do aggravo como responder ? -Conforme a maneira por que elle 6 feito. Si esta 4 delica- da, as raz6es servirao de argu- mento at4 final para fazer que triumph o direito. A causa di- rectriz, as provas, as relaV6es entire circumstancias apuradas denunciarao a evidencia. Si discortez, concluo, s6 o pu- gilato poderd p6r termo ao que a razio nao conseguio veneer. -Convenho na primeira hyp6- these; na segunda, porem, julgo que uma pess6a de bem nao esta- rd na delimitacao da sciencia dos costumes. - -Na moralidade. Mas outro meio de defesa nio poderei to- mar sendo aggravado corn desa- brimento. -Par epte lalo o concludent- te que o .desforo 6 partido ac- cei travel, e mais que isso: 6 par- tido que se toma por um dever deo honra. Salvo este caso,quesobrevem raramente quando os inimos che- gam ao auge exaaltacao, ou- tro recurso deve ser preferido. para evitar o pugilato. E' clao; possa o debate complicar- e, ' .': - 049BT IT6iL- ~;~~__~_-~ nan]s "que falvoa a pobre da mulher. Descrever os beneficios e os servigos prestados pelo velho e respeitavel sacerdote ao chefe regulo do Crat e -a sua familiar naquella como Aas demais emer- gencias em que se acharam, inh- possivel, absolutamente impossi- el vel; mas, dizer, como n os, que elle e os demais de sua familiar devem a existencla ao referido sacerdote, tcm-se dito tud6o. Pois bem! vejam 14, agora, como esses monstros de ingrati- dao term procedido para comn velho Padre, seu salvador e seu bemfeitor, depois da elevados a chefia do Cratt; vejam 14.. Nao ha apfdos que nao te- nham atirado contra elle, o Padre Cicero; nao ha improperios que lhe tenham vomitado; nao ha escarneos que Ihe nao tenham cospido no rosto; nao ha infami- as e b-ixesas que nao tenham tecido em torno 4 sua augusta e veneranda pess6a; nao ha meios, finalmente, tao baixos e tao vis de que rao tenham largado ma- os para feril-o, para magoal-o, para abatel-o, para esmagal-o!!! E. como j comprehencepram que tudo isto mnaisso tern post em destaque, A semelhanga d'a sombra que,em vez de empanar, tanto realce da ao fundo d'oiro d'unw quadro bisantino; que a personalidade augusta do Padre mals e mais se ah la; que final- mente,-sqa *influencia moral mais e mais se expand, A ma- nefra do ether que nao deixa de expandir-se emquanto encontra espz-o, procuram desmoralisal-o 4 toda fprga. Sabem elles que o Padre Ci- cero ama deveras a esta terra; sabem elles que a sua sombra e que ella deve a sua evolugao pasmosa, admiravel; sabem elles de quanto o benemerito sacerdo- te tern empregado, retesando-se de esforgos, para a prosperidade desta immens;' cellular do orga- nismo national; e d'ahi a rasao sem rasao de todas essas perse- guic6es que movem e se nao cangam, porque a tyrannia dos algoses nao canga nunca, de fa- ser h elle e a sua grandiova obra -o Jo iseiro ! E, oque mrius 6, e mais d6e, e mais sangra n'alma,--d'ummo- do acintosamente escarnado, es- candalosa-mente aberto para des- mor..lisal-o !!! Assim, postos a margem os a podos, os improperios, as vila- nias da misf-.ria e da infamia 4 que recorreram para a derroca- da d'um sacerdote illustre e vir- tuoso, apparecem-lhe corn todo o cynismo d'um desbriado; to- mam-lhe a casa, onde sao trata- dos corn regalia; mostram-se-lhe amigos, e, depois... mandam por detraz espingardiar e espal- deirar este bom povo que tanto elle presa; e, resultando disto mortes e ferimentos, abrem in- queritos e processam de romei- ros ate ausentes ! ! Sim! dizem-se amigos do Pa- dre Cicero esses actuaes man- d&es do Crato, e depois... fal- tam redondamente ao seu pedi. do de passar esta povoacao de vinte mil almas & categoria de villa| Dizem-se amigos do Padre, e, depois... de encontro 4 sua vontade,-mantem aqui bandidos da catadura d'um Joaquim Vas- ques, d'um Jolo Calangro, d'um Manoel Vicente, d'um Sabino Alitra! Alerta! povo do Cariry! ta povo do Joaseiro! os qu da nao estam-s armados,. mo-nos ! Os ultimos accontecir nos forvam, obrigam-nos & oil I --- ----1--- ---- --- -s que as-assinam, esfol m deiram e ficampara ahi .i- Dizem-se, amigos -o P depois . ameagam o J corn as desgracas de A0i corn a hecatombe 'de C Dizem-se amigos db P depois... perseguem ate portadores de cartas, coil gro Thomaz que escape.' si o e 4sanha dos canib policia, 'porque se nao em casa ! E esses lhomens ainnd: cynismo de dizer-, e am Padre Cicero, quando, p apellaSao contra a dem legal das terras do Coxi; lagdo essA feita f6ra da portanto, completamente appellagao essa que sc um an-o epois, '6 <1 despacho .. porque se presidencia do Estado urr sr.Belisario,chefe de Igua' rented e advogado dos quw voram de interessados d: terras, querem, apoderar suas propriedades Alli exi. Terao ainda esses home.. caramento de diser-se am Padre Cicero, quando, r( communicaago que tiverr Fortaleca--ameagam-n'c mnorte, caio se lhes erng meios de qu# tem lanpa_ despoticamente para ap ram-se das terras do Co:: mo si fosse o nosso consi vsnerando amigo o unic ressatte dessas referidas Finalmente, terao aind homes a impudencia de c amigosdo Padre Cicero, vc nao conteotd& corn taman quidades e diabruras,aindL sinistros e diabolicos archi: contra e~te born pov., con das perparam para todo' riry ? Ah! nNo digam mais q amigos do Reved'"? Sr. Oicero; declarem-se logo inimigos terriveis; sejarn e leaves, como n6s o soiaos como te n sido-falsos, tri. perversos e covardes. REPUBLICAN ARGEN' Rafaela, 16 de Novembro ( Dignissimo Sr. Sitlveira, Como no existe en la R Argentina un preparado ta. por las infermidad venereas afamado Elixir de Noguqira y Caroba e Guayaco, y en virtue qualidad yo le pido remnitei argencia 12 frascos di dicho y si por acaso usted no quiei la espedicion me made con u e,l precio porque le remetere tidad que fuera necesaria par, 1fs 12 frascos de vuestro eli> Con suma consideration, said atto. soy S. S Dr. Ernesto CibJ (Medico) Rafaela provincial de Santa Fe, blica Argentina, easa de Hum. y ser Lto. Vende-se nas boas pharmr drogari4s desta cidade e nas < pital e Rio de Janeiro--Fcl Pelotas-Rio Grande do Nort .,-^ I O REBATE " -E I ~4 ,c-~ *--- ~- - .4iI~w~'w -V a F .... o KEBATE4 Armemo-nos para defender a nossa vid~a; armemo nos p.ra de- fender a nossa propried-de; ar- memo- co para defender a Ihonra e a dignidade de nossas filhas, de nmssas mulheres, de nossas' families. Armemo-nos! que nao ha mais lei, r.-o ha mais justi;a. iaio ha mais cireito que nos valha, que r o; garantr. Arnemo-nos para repellirmos coin energia 0- inimigo que nos esprq:ta ai todo moment, e i to- tio momento, e i todo instant estd a tr.mar, a urkir, a archite- ct;.r a nosa runAi. Armemo-nos b Os horrores de Lavras e de Sio Pedro sdo lici6es tremendas que nos acabam de dar, forian- do-nos, obrig.:ndo-nos a arm.ir- mo-nos. Armemo-nos, pos ! Nao ha perdermos, urge na I ercamos tempo. Si, de pre-ente, temos tresen- tos ou mats rifle, dupliquemol- os, tripliquemol-os, quadruplique- mol-os ! Bravos robustos e vigo:osos que os manejem ao perigar a nos- sa liberdade, honra e vida, nio nos faltam; Lemol os de sobejo, sem precisarmos de ir procural- us f6r;. E, aqui, para terminar per- guntando-se a Gambetta o que ora precise para salvar a Franca, este responded sem hesitaigo:- audacia, mais audacia e muita au dacia. Assim, Cariryenses, para salvarmos a nossa vida. a nossa propriedade, a horra e a digni- d-de de nossas filhas, de nossas mulheres e de nossas families amea;adas, e. agora, mais que nunca, pelos horrores de Lavras e de Sao Pedro, rifle, mais rifle e muito rife. UK licads Saudade! Saudade Vae ! Onde encontrares meu pae, Orae! ... A min a Mae querida Acbaris n'outra jasida Rese ... Nio receies V6a... vae Onde estai a MI.e, o Pae; E encontrarai Uma bonita cidade, Onde tu, cruel saudade, Ponusaras. ** Porques tremes, e recuas ? Seris mendiga das ruas ? Que receias ? Se acaso to faltam pennas, Dar-te-ei as minhas penas, E te arreias! ** V6a! v6a!... evae jA ... Deixar aos que estAo IA, Minhas does! Nao te percas em caminho... Fica l-s no doce ninho De means amores. * Demarr. Agsardem m'* Recebemos de nosso ilustre e distinct amigo, Dr. Floro Bar- tholomeu da Costa, em pasreio por esta localidade, a continua- 5io de sua esmagadora resposta ao Sr. Joao de Aquino. advoga- do dos Sr! Josd F. Alves Te'- xeira e dr. Joso Beserra, a qual, por afluencia de materials, publi- caremos em o numero seguinte desta folbha. Aguardem-n'a. Fego m l*i rego I A chefatura political a mais perigosa do Sul do CearM estA completando a obra da militari- sacao d) Crato. lnstitui., a sociedade do Tiro e p 6z todaa rapaziada ena armas. Pei pei, purn tibuf! E' um pandemonio: por toda a parte o estampido do tiro a en- conunodr os6 ouvidos e acostumal- us para dia do fogo n rua do fogo. Que aviso nos povos visinhos . . . . . . Agradecido, muito agradecido: quein me avita meu amigo 6. (Conittium * Fogo mais fogo ! Previmam-se ! Quando ouvirdes diser que Belem saltou em Recife; que o Sr. Antonio Luiz vemi visitar o Joazeiro; que o Teixeira p:rtiu para a Fortaleza; que o Nazario sonhou corn barulho e que foi vis'.tar o Pdre Cicero, podem jurar que pianos sinistros estaio sendo Aarchitectados no Crato contra nos e grande cilada se prepare .. . Previnam-se ! C-renet n Cisciaate A-*- Acaba de chegar do Recife, aonde f6ra a negocios cogimer- c ae., o nosso aistincto amigo, Coronel Cincinato Silva. hunra- do e criterioso commerciante ne- sta prava. Ao nosso prestimosoamigo & ,conspicuo cavalheiro, o nosso cart.o de cumprimentos de, boa vinda. 0 maui uos didi Cartas e tel -grammas que, da cidade de Barbalha, temos re- cebido, dao-nos a agradavel noticia de que o artigo-A paz aht ven publicado no aCet.Ama de 29 do pr. mez findo, desagra- don gerahnente. E nAo podia deixar de ser as- sim, quando aquillo nao pass d'uma ridicula bajulatoria tfeita aos mandues d-) Crato, atravez da qual bem so vA a conspira- 9o que. d'elles part contra todos os demais chefes do Cariry. Porquanto, como refreiar, na liagaagem do escrevinhador de tantas bobages, o mando discre- cionario dos chefes do Cariry que vae entrando em period le nova formal, quando sao grande ainda os seus altimns estertores? Como, sinao ihes declarando guerra o mando discrecionario dos actu aes chefea do Crato ? Mae, vira assim a Paz do arti- culista-pulha do Cetama,ou a conflagraaio do Cariry que pro- curamos evital-a? 0 A manha nos dirA. Pel Pel t Pu- Trbfre ! Acaba-se todo o Cariry,mata-se tud i- comtanto que predomine um s6 chete no sul do Estado. E' este o fim, le o segre4o da extraordinaria militarimsao do Crato, segundo se deprehende do juai"-so-editorial do Jornad de Ceard em seu numero de 20 de Mawo p. p. Assimr aflirmon que os oly- garchas mandpram, mesmo as pressas militarisar os cangaceiros do Crato, onde tm series inte- res.iep. Neste proposito serk consti- tnida uma companhia volante de 150 bandido; fardados acurta dos cofres pu blicos, cuja miasso ser -nh.o res tabekder a ordem, nem garantir direitos=-mas sujeitar ao Crato todos on outros munici- pios do Cariry, garantindo as- sim a olygarchia alli dominan- te>. Para imo serao promovidos extraonlinariameAto dois alferes que, corn um tenente e um Ca- pita, seguiraio pira o interior, assuinido este alli o commando dessa companhia sui genertss. E corn effeito jA esta tudo em acc~o e o movimento ahi veinm. Tribute a verdado O benemerito Sr. Coronel Ma- noel Fernandes da Costa, rico proprietario do engenho Bana- nal em Alagoas teve a bondade de remetter-nos various numerous d' 0 Norte, important orgam do partido civilista de seu Estado, cont ndo o Irtigo Fiat Lux que pulverisou as calumnias inferna- es que o. Judas levantaram con- tra o accontecimento eucharisti- co do Joaseiro. Agradecemos, pois, de todo o coragco o tribute que prestou a verdade o benemerito Coronel Fernandes. "'"* ~ Sa visits De sua fasenda Cacamba, na- L.goa do Monteiro da Parahyba do Norte, esteve nesta localida- de o Sr. C*1. Manoel Isidoro Pereira, que veio expressamente visitar o sea benemerito amigo Padre Cicero, e renovar-lhe seus offerecimentos de apreo,. dedi- cacao e amisade. A JNOssa lTOM De fins de abril a; etta parte tern augmentado consideravel- mente as assigs.aturas de nossa folha. LA se vae para 1:500 a sus ti- ragem de hoje. Nunca uam Jornal aqui pelo centre attingira ease numero. Pelo que, isto mais umia pro- va de que O 'Rebate. naoe, nem se Itorna, como miseravel- mente disse o sabujo do escrevi- ihador do 'Cetaitas. em suna ii- dicula bajulatoria aos mandnes do Crato, sob a epigraphe-.A paz ahi vem !/ supra-criminoso e indigno d'umpoto ! Be passel. De Nova Floresmi, Estado de Pernambuco, estiveram nesta lo- calidade e nos honraram corn su- a apreciavel visit as Ex'?. Sr*. 4). D.: D. Beuigna Goyanna Ignez Goyanna a Maria Barreto Anativa Barreto a Maria Josi Barreto a Alexandra. Dorothea SEmilia Athanasia e os illustres senhores: Major Jose da Silva Barreto Capm. Joaquim Dorotheu. Gratos pela gentilesa da visi- ta de tao distinct familiar, em quem tivemos occasiao de apre- ciar a mais final urbanidade, Ihe enviamos saudosos nosso adeus. lade JA nio pertence A phalange dos vivos a Exm? Sr? D. Ambrozina Dantas d'Alencar, astro que eclyp- son-se no fatidico dia 14 de fevereiro, do current, anno, em sna fazenda Estrella, Itermo de Pombal, Estado da Parahyba, victimada por uma fe- bre malign., que desobedecen aos re- cursos da sciencia tao pontual quan- to cnidadosamente empregados. Porque a more nao ponpon tAo preciosa existencia na tenra edade de 30 annos ... porqne, em sua erade- lissima Ivoragem, se apronve o mnjo do exterminioc deixar na vi- nvez o esposo modelo, na orphanda- de cinco interessantes criancinhas. produzindo no lar, que ella fazia de sacrario on temple de virtudes pere- grinas, sempre repleto de risos, de encantos, de felicidades mil, ,vacuo empreenchivel, saudades inexqueci- veis! Ao receber-se nesta cidade a fatal noticia do passamento da illustre pranteada,foi dirigido a sen desolado esposo a nota de pezar que invadio a alma milagrease por tAo fatal acon- tecimento, telegramma que foi assig- nado pelas pessoas mais gradas deste manicipio. Paz a snal candida alma e pesames a todos os membros de sua numeri- ca e distinct familiar, particular- mente ao distinguido esposo da fina- da, men illustre amigo Major Arge- miro Liberato de Alencar. Milagres, 31 de Maio de 1910. Pedi o da Costa Nogueira. Na verde edade de 22 annos fale- eeu, na cidade de Pombal, Estado da Parahyba, o esperangoso moqo, mem- bro das mais distinctas families d'a- quelle municipio, Antonio Vieira Fi- Iho,casado ha dez mezes, corn a Exm? S..T D. Analia Vieira de Medeiros. Teve logar este cataclymo para a sociedade pombalense no asiago dia 19 deste mez, pelas 7 horas da ma- nhA. A' desolada e jnvenil esposa, pa- rentes e amigos do illustre morto sentidos pesames. Milagres, 31 de Maio de 1910. Pedro da Costa Nogueira. SALVE 31 DE MAIO Minha veneranda av6 0 diii do hoje destaca-se dos outros marcando o vosso natali- eio. Oxalh que o bom Deus, em recompensa des innumeras cari- dades que tends praticado, quei- ra que tenhaes muitas datas co- me esta. Assim eu corn a submissj, de neto e humilde cordialidade, ten- do o coraclo repleto da mesma impressao contente que invade a vossa alma, venho respeitosa- mente, cheao de gaudio. vos abra- var, trazendo ao mesmo tempo OB meus cordiaes parabena ao veoso extremoso espofo e meu venerantdo avO-Benedicto Gon- qalves Dias Sobreira. Joaseiro,-31-5-910. P. da Franca A VENDA Acham-se expostas 4 venda 3 casal nesta localidade, sendo uma muito boem constraida, com 2 portas e duas janellas de fren- te, 2 salas grades, 3 quartos, cosinha bem acabada, 1 terraco de lado, murada, eacimba e ba- nheiro; outra corn 2 portas e 1 janella de frente, 2 salas e 2 quar- tos, ete?; outra, finalmente, corn portas que se presta para negocio. Tod s estas casas oesto encrava- 8as na Rua de Sao Pedro,. uma das prinoipaes e do mais movi- mento. Quem pretender, pois, nego- cial-as, dirija-ae ao abaixo as- signado, na Prara da Liberdade n? 976, desta localidade. Fenelon Pitta 3OMN, EGO iAo JoAo Baptista Correia, nalo de- sejando m.iis continuar corn a sua tPadara, nesta localidade, vende, por prego modico, em bom estado ainda, todos os utensilios que ihe pertencem. Assim, quem pretender com- pral-os, dirija-se ao mesmo Joao Baptista que farA bom negocio. ARTE DE MUSIC vende-se nesta redacdo BORRACHA NO PARA' JOZE CARVALHO, despondo de obns Siringaes em Faro, e estando a borracha actualmente dando bom jin'ieiro, colloca qualquer numero de pessoas na extraqAo nAo so deborracha, como de co pahiba. Para informaqlo procura.r seus irmaos Tristao e Pio ('arvalho LOJA E ARMAZEM DE JoAo Beserra de Meneses Grande liqnidagAo de fazendas, calgados, chapeos, punhos, collari- nhos, meias, lensos, suspensorios, gravatas, extractos, cops, bebidas &. &. Todos, pois ,A grande liquidaio ! Rua do Padre Cicero N. 5 2 7 BOLETIM COMMERCIAL Pre os dos generous durante a se mana finda: Came verde 4 sece a de porco 4 de carneiro de bode Toucinho Farinha Milho Gomma Arroz Sal kil 4 litros 4K Feij&o de corda 4 w de arrancar 4 - Cafe (rio) wrroba Assncar branco a Araruta 4 Farinha do reino 4 Algodio 4. Rapaduras bias carga K ordinarias Kerozeae lata Phosphoros groza Bacalhas barrica Aguardente canada Vinho braneo 4 Vinagre tinto o Solla am meio Couro de espicha rnm Couro de bode am lo $600 $800 $600 $600 $600 1$000 3$000 3$000 7$000 73000 12$000 8$000 10*000 12$500 9$500 8*000 9$500 3$000 19$000 86oo 86000 4$6000 soo 4$000 7$000 85000 2$400 s 0o 9 A* A] -~.-~- ~~1 16 . ''* " 41 4 S0 REBATE ..--F- SIr- Q~42~-t~2 VL&*L..( -, .... _-----U--- -, ,,,, "-' -- .. --. ,.-. X .-.. Y7 I .. ': 4,. ..- -:j {- - . .- + *o., [ p,, z- .l: .: .4P ,. -. r __ _ __ _ . .. .. .... ECONOMISADOBA ARBALHA PAULISTPATAIA OAS cIR ,P SEVERANA QB4TO`\ PALLASTA-0 i p. TA IN- ,TERNACIONAL DE PEN- L' :--. se en.arre- a de. SOE S. IT- ALICIAS. CINCINATO SI WM 4I r u-',io to0 0-oro e "a,. per CDecr et, Federal, con ATTEN CAO Se , t ns r-inesse oAr; q 3-. r.:..:: o capifal do pets6es de mil Faqo I barqle tenho expoto # p- V "t,. ^ ,r lore |- & ents a rr. dma propriea'elo na srrm do Ararip '.: r.:;.uc. a .- *' r A g-e C- range ,rd n Jut gar'de4 omnad .E.t.iic".- comav@.* 1reo -. c-,.g.-.::., t r.i.o.'. c .r-.-.. rL:Src adean' o. Fem' tarefas de mandiocas novas v.. ...ii. [: .-.. "i, ....:..., ., ( c t .:1.,_ga--ve outia a., na mesmaRus n^. ~ oscr. r r Co n h a 0 mina Maita de &'sntaj ou trassnIa, [ tra(.:cinat -. ..-... comr boLas r opor.es e muito cornino- .. D refa3 conjunceto a m~snma roias e tr. ...o ,, ... .-. d. a 15000 per me,, pag s. ctos s tri- : ) LVES DIAS nAVE- quatro trfas Anauaz de do I w ~:re adoa4tado. (ENTRE GON-ALVES DIAS E A --)I a tro ttir t a.,, A ,il "d e d oi:i:, e adeautuo:I Q m ve q 'o tui.o- ;i;t),- coejn I.r. M RC A RIA A trac-tr na Rua Grande. obrado n. j;IDA C'N'-RAL) Qu.m quizel-as comprj!-an, procur - PHARMACIA CARVALHVET & NAi- ,n J. J. T. Marroeos.. o d a tero rHRM CAiKA I^ 1r; II.AiId. PRE DENTE-Senalor Luiz Piza, ., ... i n.st :m. : r :rm t.a O O' rop trid -t. acrei d e t e- 'Senador E-.doal ex-chefe de Policia e Raymundo Mo:eir. d Cruz varci.io srti' c .-. e "r to l.-.',-im to- m .-, r, e :r:e enter chet". a i"n -, ex-S ecretarib da Agricultura, do E. de S. t.himico. esp,.eial .- : .. cptal d t a os ses inumo PIA e:,..,a... e :rtangeiri.. ro. fr-gnezes e ao ;.blico en" geral qu.- e rSECRETARiA-Co menud or Leocio Cel. T- ,ophilo A. de S Caralcante. I targ!ur, da rma Silva SeaLra & C&., da 0,E 1'9 II I Iprnmptilreo. c'ic o e n rercad.rri. trc g:,e extra .ger ; a; : I.', .. '. .. .. r T r: v-e -a da C ali'ornia n 4 1 para 'a rc a a d de.Gtc -. ork. caias :. al inim, r s Negera Acealy. prodio n 33. com- dico e in stria. da cidade da Barbalha publica-,e .e:a- -s:xtractas d.-' *livera quahlii:., bril e an- "."" TUrESOLU iltO- Dr. Gabriel Dias da nalmente e asina-_e a ra.io die 6t 0JU .ji: S B AaAT R. o dleo (.e ba .' tr.s o e o; bi- o a.. .sa ..s a -e ,S i,.. ~ o capitals-Sa, director da anno adeafntalo. d* 0 1... RO .oo ca'i' b,, rn. ..' -e-ren-o p: uCez i p C a In, dustrial de S. Paulo e da V uid nPt6i iA. 9f7nccic.9 na, 1 c"l Vit(.r-:ii. .a Si -. n d .r es . .. b r r cA.n :.UaC O de suas e tm da, Companim ia de Podos de Caldas. Vid o n ". 97 e imprime ccm pperfei e;- -lo.as. .e sort: : .d- tn, ; c..-a:-ro t a e grga. t et, J.e.s. C o s llsl o I.,a l tc( circulares, con it, ro tual s, a Con ,mm-re ir. n N v-. '. E wa _* T a.l u dI-:-'.a i'J vii' e p _n r prego .n m aes. o. - F:..:re (Cicer. ".. :t. o- 0. O I',RE ETA IOt C'rat 12 de Janeiro de 1910 Exmo. Snr. Conde de Prate.=, Director re s s cmtpeten- -e--to, daW., it-.l E:.- & NATII do Bi.neo d: Sao Paulo-Exneo. Snr. Co- '+ "--ronel -rnano Pres.te?., vice-pre idente P ., --..--. do ---lE.Jt, -B-D.rato deDnprat, director da EPRATIV0 NDIDO A POPULAR LANDIM : ATTEN9AO tco~ 0 l, :,tio. ,.Strial de Eloi,,,o=r. DEPURATIVO CANDID A POPULAR Josk LANDIM ATTENAO fa' "d'Is -e g Rdodoipho _1Ir.nachl, propr',-tar'o da Fabri- preparada p lo bot c vo Manoel anil L- f-. a ..s o:r, rarigo- e i C;sa S t faseadas (egado ca de Te 'idos Arethuaina. doe Piracicaba das Dores, e e pro.-:tia e st-ica no p-- rrte o V .P.r-. -t milic `,io no termo de Sant- e deput.ao federal-DIr. Joo Alvez Dims. rigoss ff es bobatic. syphilitic.-, medico e proprierariuo-iiarn. J_ i.ntio : er ae danthrosa. t, n eserophulosas e darthroias. 4! ,,XVi '%-I:"vo . Er ne u gra de desalojador dos humor vi- (proprietario da Drogaria Americana e iados o poderoso elliinadior e to.l:- ais Fabric de products chimicos) Dr. Pedro joendoas pertinazes que tern sua ori.:n Pontuar e Dr. Victor Godinho capitalistas. a impuresa do sangue. A ECONOMISADORA PALISTA 4 Unico depesito na i.harmacia Jo-. Can- umra so-iedade mutua,.-tom" fiscalizas do dido, na ua do Vid4o. Governor, cujo fim ,'- estabelecer uma REN- -DA VITALICIA mental, em dinheiro, abo sens soTios. Tem duas.caixas, a c.ixza A DuA 1 ASIA IA e a caxa BP. r RMACiA OILVA Oi sacios d.: Caixa A pagam 5S000 de joia e 29500 de mensalidade e tem direi- do Silvino Jos6 da Silva, na Ruza do Con:- to, no fim de 15 r.i:os. a n a --.no que unercio, no. 8; tcm umrn grande e var'zid nao ser mTa:or de 150S000 per me.. sortimento de drogas, products chimices Os socios da Caiix". B, pagam 55000 de e especialidades pharmaceuticals. j6ia e 5S000 de mensalladole e tAm direi- DUepaeha os receitaariod com medica- to, no funim 10 annos, a nma pensto quo neto. ecohecida preza n nio poderi excoer do lYJ par mex. otaeio, presteza e moJiicdade de pre,;u. nto podera exeeder de 100$0.0 por mez. No caso de f.illecer aute.3 do chegar a receber a pensilo, a a, sociaio pIgaor. aos sens herdeiros neeessarrio todas a con- II lU SUMIDO tribuniSes que elle tiver feito, semn jnros. Dando-se o fallecimento depois que o mu- tuario estiver em goso da pensh,.esta fi- Desappareceram de meu sit'o n ca.r extincta, sem que aos seas herdoiros buro c trd'o e ume ,rra cat:nl:a assista qualquer direito. luazi preta ambo:. corn esta mar a - A pensao serial paga no proprio indivi- e comr a S'tguinlte frul',"e ':: duo, on ao seu proeuralor legal, on per intermeilio de qualquor Banco, quando o mutuario se achar no extrangoiro. O socio contribuinte em dia, que fear Quem der noticias certa, iiA Rtda'- impossibilitt.do de proseguir nas suas on- ;~.o d' ( <,Rebate>> on vier me onts. - tradas, depois de cinco annos de associa- gar dItos ai rmaes, sera grat!fca-> -gr, em consoquencia do molestia chronic pgenrosamente e incuravel, que o inhabilite para o tra- bialho, sera conside-ado surpenso e no Barbalha, Sitio Brejio, 10 de No- perderi direito A pensAo. ve'.ibro de 19,'9 Os pagamentos antecipados de 1 anno Joo Deosthenes Fernand eira gozam da reducqio de 50 o/o, oa pagamentos de 10 annos, 20 o/o e os pagamentos de 15 annos, '15 o/o. O mutuario qu c se inserevoer nin m .z antei do sorteio e tiver a sorte de LAG R E premiado, pagark apenas poncos mil .. ..LA G E terA direito a umna pensalo para toda a sua vida.. Ate dezembro foram sorteadr.s cineco cardernetas, on seTa no ptriodo dLe novlo C mezes. A ECONOMISADORA e a unica 1AVA que faz sorteiosde dois emi dois mezes c um grande sorteio no Natal! Socios inseriptos de abril de 1908 a Um cavallo carddo rudado, novo, mui- Janeiro 1909:-34000. Nenhuma outra so- to boni'o, inteiros, c aof ohos tzes. ciedade obteve tal numero de socios no. seus primeiros mezes. Pedidos do propeatos, propostas, cader Marca f eRibeira netas e informaoses minuciosas ao Marca eRbeira REpresentante no Crato. ae .. Quem o enco-rar e entreJar ao Sr 1La- Boelem obifio j/or Josa Iyna, it'_-p p jIh res scrZ gra- I it-- a do Commercio=-45 'i-a . :t 7 A.it :. '.. c:.teS ri-r. S: .: O.:: c : - ~" ii ~rafoIiII~W;a*~. r r :- .' .. .toe, Vinho de M:sa. .r.p:. ,-err, .T -: -Tg', -s Monteiro tendo de ;/. -,-. ;- :r.t'- ice :: lo.^ J ,I l 0, Agnardcr.te de C;';l. de !L:imt ( i..a ,. q. rvi a.: ,;e :. C .r i rar-si -- --t,tt .ldade no intuito de l o-. '". ,'uatr. p. 1 rocurar ha Europa alivio a-sua Ipoi.tre.-s: Pl-q:~ ,r;a=., ".':. 1.-c.le s,:.,ire a;terada, declara, a SManiteig rrte-, Exe-eo.Ppa.' ,- quemn ent_rcssar, que estao exposta, DO S I R M AO S alhvy: Bnha de poro em iLta. a venda tudas suas casas nesta cidade L .a -e fa-ends, ferr.gen., e tiv. Tu p molics e suas fazendas de gado neste muni- n: Pra.a da Liber:'.de. nn. 972. Sinceri- ,ua P.Cicer 1.o62. cipio e no term de Sant-Anna do <. d dd' n-egoaiol. medicilade de preos e ------ Cariry e mais um sitio no mesmo r:- ..bmiliulade de fregnesia. I ferido term d-im' -iuado .Queima 'o. k.mcdes Siqueira & Irnno. A. corn engenlo de ferro e casa propria, JTeronvmo Frane's-o d L-'macaa de vivenda, tudo de tdl.a e FU I LEI O tm, ne.t localidid9, A venOa, dnas segura constru;iao, corn uma pec'uei a F UN LEl R0a de t:'pa cole-t, t,; le tLila, ama inausceno;a e atndede pedra e cal, corn ficina compita de todi. os artefactos sita A Rna" S. Francisco e a ,utra cannavial para dasentas cargas de ve .t._nlios em flandre, ror. grande ort.i- na travessa Ra Run Nova.pelaprei- I rapaduras, possuindo extensas matts rme-nto para velidar em gr(so e a rta.ho. rapei 2 -,.-:,-, ..O.; i"a 1'.:0o corn mdeira de -contstrl.o: outro Si acharem ontro barateire, ino La dU e o madeira de const- ' s.r tanto como o proprietaruo Juio A.-tonio A'trater W. RUA DO CRUZE RO sim pede A aquelles dos seus amigos .::rt:'do. que tm corn o mesmo negocio, Praci da Liberdade n".976. qnefriao por bondage satisfaser seus FAR INHA DE compromissos, uma vez que temrn de MANDIOCA ansentar-se por tenlpo indtt'-rmina- Jos: Alves dla Slva, av sa ao,- se- do e ter de prover-se de recursos suf- us fregueses e ao public em geral ficienteF. qne'tem em deposit' grande quanti- .- ........ .. I rlrade de F.,arlniha de fandlioexa de CratO, 26 de Ortubro de 19C9 .-e fazendias mereadonar c ivp.s, ferra- g-ns. chapeus. Tendo recebido do Ceari uil com} i-to sortimeapto dos artigos aci m Inencionados queo ao vendidos por pr l hiae ccnmpetencia, convida todo o public< I-a-a f z r amma viiita a dito estabelecimen- to que se certificarA do qe e affirmnado. VERDADEIRO QUEIMA! AFROVEITE M! APROVEITEM! Joho Baptista de Oliveira. Rna Padre Cicero N. 336 SAPATARIA B6A ESPERANAL Esta Sapataria de Joaquim Beserra So- bral aciha-se A disposi ao do public e dos amigos, e encarrega-se de todo e qualquer trabalho em coiro corn grande preptesa e modicida '. em preao.s. Runs do Cru.seiro no. 990. p:-imeira qal'dade, e -VENDE A DINHEIRO- em grosso e a retalho a pregos BARATISSIIMOS. RUA DO PADRE CICERO N" 301 Jose Rodrigues Monteiro 0 CRATO LO n AMo"I? I iQ_ Ie.%RV*4 I I r. BUP 0 DE U M ID 0 A. BELEM SOBRINHO Grotifico bem a quem .me entre- 45-RUA DO COMMERCIO-45 :ar um poldro rosilLo que desappa- CRATO-CEARA'. ,receu na serra do Araripe sitio Queimada Grande, corn a seguinte Estabele-imemto deFazend.s-finas, marca e freguesia Miudezas, Novidades, artigo- de uso do-" /ne o e III 1. mestico, Alta fantasia,& & &. Q.udem en-ontcrar rso t ,a, -,, ke e- tregar a re- homes e senhoras; objects para presen- da~io d' O" Rebate tes e perfumaria finissima!! on em miuha residencia:- Pre-os s-m competidcr! a.l 1.i., r.rS .. .. - 1x.Ii Xaver e Arauuo Pedr:> Xav'er Ce Araujo i Dinheiro A vista. * ~ I I i PRmm |
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