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Rebate
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 Material Information
Title: Rebate
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Creation Date: May 29, 1910
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00001672:00039

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( BRIDGECACHE )

( BRIDGECACHET )


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CEARA-BRASIL * DOMINGO, 29 DE MAIO DE 1910 * ANNO 1-NUM. XLV


EXPEDIENT; ,tos milhares de almas, muitos soemne, se os homes se ml-
Smilhares mesmo, que hoje 'po- tiverem inermes, custe o que cu
-ivoam e frequentam oJon.seiro,at- star, porque este estado morti-
OREBATE= pulica-se semanalmente. trahidos pela influencia benefica do de uma situagao ndo poderai
I:EI)ATOR=CHEFE -.Padre Joaquim do sacerdote. se manter.
d( RETE=Felim-io P. de ANo ha labias nem illus6es; Joaseiro possuindo elements
ASSIGnATU'RAS nao ha excessos nem fumos in- naturaes superiores aos do Cra-
censorios: d a alma de um vian- to, nao estando inficionado pelo
Semeztre ....................500 dante que se extasia de prazer ao virus da political de campanirio
PAGAMENTOS ADL-,NTADOS ver'progredir uma das ce.lulas sem altruismo nern amor pelo
As phblicacAes de inter-ese particular. do organismo national. bem rublico political ne fiz da
0 que z-da


cu aiinuncios dependem de contractors, sen
do o pagamento adiautado.
A redacqoio ;niG e responsavel pelos arti-
gcs inedictorlaes, nem pelas publicaqGes
alkeias, assignadas.
Acceita:n-se artigos de religiAe. scienaca..
literature etc, prehenchendo as coudicoes
Li' nosso progrnima.
f'.iacao. gerencia e typographia -Iuan
Pa ire Cicero-n*. 343.

JOASEIRO DO CARRY


joa5rto


E' quasi uma lenda refcrlr-se
ro progress espantoso por que
teon passado esta terra, que, co-
mo avalanche immensa, tende
cada dia, a pouco e pouco, a
supplantar outros logares que se


Ihe antep6em chronclogicamen-
te. Ainda ha bern pouco tempo
era um pequeno conglomerate
de casas, sem ideal, nem desta-
que, no meio das villas, povoa56-
es e cidades que o cercam.
Como idilio da Providenc'a,
ao long, comegavam a echoar,
sempre retumbante, as palavras
e virtudes de um dos mais eximi-
os sacerdotes que tenho conhe-
cido-o Padre Cicero Romao
Baptista.
Homem de physionomia cal-
ma, risonha, sympathica, ao mes-
mo tempo cheia de respeito e
admiracao, em cujos tragos ja-
mais v&-se afflorar a colera, do-
tado de grande poder de pene-
traglo, tenaz, tendo por ambigAo
a estima de Deus e dos homes,
atroz inimigo da vinganga, de-
striifuindo esm6las A flux, perdo-
ando sempre os ultrages de que
tern sido victimaf em summa urn
verdadeiro evangelista nestes
tempos de cortupcao e mentira,
egoismo e presumpgao, nao so-
nhava, talvez, o que hoje esta se
passando.
0 Pa re Cicero faz lembrar
justamente as palavras do Evan-
gelho: gDae tudo que tendes,
pedi o que nAo tendes e ha.veis
de ver milagres,. E de facto: se
lhe esvasiava umalalgibeira e as
outras logo se engorgitnvam de
recursos, prestes estas tambem
por sua vez a se despejarem em
prol dos miseraveis.
E foi asam que o que podia
parecer a derrocada de un ho.
mer, nao era tas do que a sua
glorif5ca9oeshuberante pormnl-
4.


Joaseiro possiie milhares de just:9a uma burla e mercadeja o
casas e entire ellas muitas de va- d'reito pelos interesses de uma
lor apropriado As condicges do familiar olygarcha, Joaseiro, repi-
sertao; ha mesmo edificios quej to, corn estes elements que ha-
figurariam corn destaque em Ivemos de ver mais em detalhe,
qualquer das nossas'capitae-; ha e como que um phantasma tctri-
neste lairro de homens urma ver- co, erguendo bravos de Titan
Jadeira febie de conztrucq6es: para lanpar densa mortalha so-
trabalh--se diariamente em cer- bre a moribunda cidade do Crato.
ca de unma centena de predio.s; Situada em uma quasi inter-
ha uma agit-iao continue. como m:na planicie, tern no seu sob-so-
que um delirio de crescer no, io agua da melhor qualidade em
meio deste povo; a feira cue se abundandancia, para todos os
Sfz aos domingos adquire ja pro- misteres da vida; e nem podia
por6es extraordinnri s; a agri- deixar de ser assim, jazendo, co-
cuhura vae-se impondo pelos se- mo as suas irmis do Cariry, na
us recurs-s variados. Entretai- j grande fralda do Araripe. Fican-
to, como irrisao da sorte, o Jo.- do. po i, mais distant desta,
seiro ainda permanece na infima serra, ja nas immediacges do ser-
cathegoria c:e aldeia: ahi esta o tao, participa no mesmo tempo
que irritaria memo os nervous de da fertilidrde commum ao
um infusorio se elle os tivesse. valle do Cariry e do clima ame-
E isso tudo e obra de urma no das regi6es seccas. Os seus
pohtica detestavel, mesquinha, terrenos se prestam a quasi to-
egoistica, toupeira no ultimo das as cultures, -naxime As de
quarter de suas ambigaeb des- arroz, canna de assucar e sobre-
medidas; political que vive a per: tudo de algodao, para o que sao
seguir homes de bem, political dos mais ferazes; a industrial pa-
que term as suas raizes no orgu- storil ahi vae desenvolvendo-se
Iho e na presumpgdo, que vive perfeitamente. Os seus habitan-
a explorer o trabalho de milha- res teem desenvolvido, A gran-
res de*homens .. ; de, na serra do Araripe, o plan-
Pohtica que assim procede, tio da manigoba e principalmen-
ha de chafurdar no lodo. Sim. te da mandioca. Os cereaes sio
Porque conservar ainda o Joa. plantados em larga escala nos
seiro, quasi du s vezes maior do terrenos das catingas; e ao redor
que a cidade do Crato, que '. da imponente e prospera pove'a-
considerada a primeira nestes 8ao desenvolvem-se pommares
sert6es torridos de 4 cu cinco dos mais agradaveis e variados
eotados visinhos, dando ao fisco fructos.


um rendimento euperiorao desta,
na sombra do despreso corn al-
cunha de povoagdo? Triste anta-
gonismo da sorte !
Grande numero de viajantesl
illustres que tem pa6sado por
esta terra, fica-horrorisados de-
ante deste crime de lesa-patrio-
tismo. E' que estamos nos tem-
pos dos mesquinhos extremos,
n'uma terra em que se faz de al-
gumas cabanas uma cidade e a-
correnta-se ao mastro da inveja
e do despeito, corn o nome de
povragafo, um bairro cheio de vi-
da corn milhares de precios re-
cheados de families provectas.
E' porque. o Cratow do polvo que
vae haurindo a seiva do Joasei-
ro.
Entretanto, quer queiram ou
naoq'queiram as pygmeus que
buriam a espliera polidtica do Ca-
riry, a natureza ha de protester,


Oh v6s joaseirenses, filhos da
miseria e da dor, porque sois
na sua maioria filhos de romez-
ros que deiraram o patrio I a r
por circunstancias diversas, affei-
tos A necessidade e as luctas, oh
v6s crianqas lindas nascidas ao
relento.e As ardentias de um sol
abrazador, porque o romeiro re-
cem-chgado dorme em Lres de
improviso, nio consintaes o cri-
me em vosso seio, puni sempre
o banditismo, espalhae a justifa
corn equidade,diffiundi a instrucio
por todos os meios, que, affeitos,
como sois As tempestades da vi-
da, ndo podeis deixar de ser um
grande povo no fucturo, pois que
a necessidade faz genios e santos.
E tu oh Joaseiro, que abrigas
no teu seio a comnmtnnhaode tan-
tas almas, tenho saudades de ti
que has de ser o centro da civi-


lisag o do Cariry -a cidade i- depois que perversamente anni-
deal destas regioes ingratas. quillasse os demais chefs, po-
Canudos a q u e a inveja, o desse predominar como o unico,
despeito, o louco orgulho que- o supremo chefe do Catiry.
rein te comparar, nao era, nem Sao estas, nao ha negar,5as
Fo-ia ser como tu es o fructo de opini6es que foram e contintiam
umn sacerdote illustre. a -. er emittidas em todas as loca-
Viva o Padre Cicero. lidades pelo povo apavoradlo, jd
nas calgadas e casas de negocio,
Maio-1910. ji nas feiras e nos proprios lares
onde :t reflexao 6 maior e inspira
Dr. Flavio Gouveia maior cuidado.
E todos os chefes, except ps
-- mandes do Crato, estavam, co-
w mo ainda ,estio, apprehensivos,
5tp 8 f i ll0, meditando, sem poderem encon-
trar uma solugfo satisfatoria pa-
0 que Se(T? ra tal problema. -
N6s, porem, que, por demais,
Em todos os cantos e recantos conhecemos o elevado grau de
do Carry, des .e o anno pas- perversidade e covardia dresses .
la-od corria a noticia assustadora caricatas que ahi estio, reque-
de que oCrato seria a side d'um brando-se em ameagas, quaes
batalhdo a organisar-se para-c bonecos desengongados,*'*N
seu policiam*nto; e, como con- s1c-que homes sao menimosque
sequencia de tdo fatal boato, se temevt das feiascarrancas que
multiplas interperta5es eram possuem; rfns que sabenios do
dadas, cada qual mais aterrado- extremado ra:-aq do exacer- '
ra, cada qual inspirando maior bado odio que vi. 4 a..riosoS
receio tanto pela realidade do chefs de Missao-. elha, "i --'-
fim 61 que era destinado, como lha e Milagres, e ao nao nenos
pelo modo de sua orgatisag o e brioso e altivo Cel Jose Ignacio
de sua distribuiqdo. que n'um repto honroso soube
Diziam uns que elle seria com- mostrar que n o teve, nao tem,
pletamente organisado corn pra- nem tera medo dos arreganhos e
gas da Fortaleza; diziam outros bravatas do Sr. Antonio Luiz;
que viria de IA completamente n6s, que temos visto, aqui, rno
organisado, porem, por canga- Joaseiro, cangaceiros celebres
ceiros enviados pelo reguloAn- por crimes barbaros, como Joa-
tonio Luiz; affirmavam alguns quim Antonio, Manoel Vicente,
que viria corn cem pragas da ca- Sabino, e outros,- officials de
pital para ser completado corn mil caveiras, fardados, polician-
assassinos e desordeiros do mes- do por ordem d'elles corn o de-
mo regulo; garantiam alguns ou- salmado do Nazario, e matando
tros quo viriam tao somente offi- para roubarem, como mataram
ciaespara junctamente e de corn- e roubaram ao infeliz -JoAo Fa-
mum accord icom o caricata ustino, e deflorando, e prostitu-
chefe do Crato organisarem o i-do pobres mulheres casadas, e-
referido batalhao corn os canga- descaradameOite,-e coam o maior
ceiros assassinos- e desordeiros desrespeito ao venerando Padre
que elle podesse possuir; susten- Cicero; n6s, que estamos'..vendo
tavam muitos. que elle seria di- o surdo movimento que sae ope-
stribuido em destacamentos pe- ra e que ouvimos a oppinido de
las localidades d'esta zona; ain- seus porta-vozes; n6s, finalmente,
da muitos outros apostavam,nio que, por t.:do isto que dizqmos e
sabemos porque, que seria para pelo muito mats que sabemot% n% J
impedir que o povo 0o Joaseiro sempre acreditAmos que-um pklia
hasteasse sua bandeira de inde- no sinistro era por elles archite-
pendencia e invadir a cidade de ctado A socapa...
Milagres, por qualquer preterto9, E, por isso mesmo, foi que
para desmoralisaremr o Sr. Coro- public"mos em numerous anteri-
nel Domingbs e prenderem o Sr. ores o artigo -, Pa *uuouer-'. -
Coronel Jose Ignacio,- satisfasen- PsA que a' motos pareceu-lhes
do ao-tolo capricho do novoNero um brado de medo por n6s dado,
e dos- novos Tigellinos que mi- quando era iinmbrado de --aler-
seravelmeute o guiam, e desaba- ta! -
fando ao Sr. Cel. Belizario que E hoje que somos informados
'por interesses particulares nas por pess6a de inteira fe ique vi-
minas do CoxA, se julga, sem ra- rao tio somf.nte ciuCO-
sao, offendido pelos chefes d'a- inclusive e capitol
quelPa localidade; e, finalmente, Milfont e corn elles muit
affirmava e jurava a maior part mento, munico e fn
que o batalhio, formado, ou nao para organisarem no Crato a
no Orato, seria sob as ordens do terido batalhao corn os catgaC i
Sr. Antonio Luiz para que elle ros do Sr. AntoDioJ.LUi


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houve ligacio alguma co-n o e- zonfiana., porque correram e- digna de concerto, tanto mais se sao de que falla
lemento de desordem que per- avoridos, em precipitado aban. deg.adam e cahem rolando <'a blica.
turbou L-vras e So Pedro, e ono ? pequena altura, a que ho- E, saibio pub
que de mo o algum qualquer a- Si ha cousas inconsiliaveis, mens de b6a f6 e.n um momen- arbitrario, pervert
migo seu do Crato poderia ter incompativeis, incongruentes, im to infeliz os colloc ram,=ao im- ctivo foi commetl
harmonia corn quemrquer que possNVeis-essa e umr. munda lamaial onde devem re- terem illudido o nf
f osse alli-it.teressado Entio o que valem os docu- focilar. dre Cicero que pc
Muito bem mentos pro Vasques ? Oh! homes menos que ho do muitas vezes
A tout le seigneur, t. u' l'hon 0 terr,,r perguntou: mens e mais que selvagens .. propost :s de p-z,
nett.. O Vasques e bom, e sancto ? basta de tantas miserias! de tan- bem a boa fd de
Assim pois tendo a honra de E o melo responded: tas vJlanias! de tant s iniquida- e bem intencionac
acreditar na p.davra de honra do i E' sim, senhor des !! jor Francisco Jose
Correio do Cariryv, apenas Ihe NIo val!e apenas descer a Ate quando quer-rao abusar A' n6s, que ja
pergu-tamos si naio cahio em apreciaqio dos arreganhos do da pac:encia do povoesses-tra- por demais, e sat
contradiccao comsigo mesmno de- terror, nem das accommoJages hidores e traicoeiros Catilinas?! mente como sao u
fendendo o ,chefe do element do medo. 0 journal 6 a mnviolavel tribu- ros nas traig5es,
dedesordem que perturbou La- E no mais fique aos mortos o n:i das accusac6es e das defesds! stranhesa nos cau
vras e Sao Pedro; quando nem cuidado de en.errar os mortos. E per elle que o pevo, essa panto a!gum proc
1 r si, nem por qualquer amigo Os Vasques justif.quem os collectividade soberana, sobera- Padre Cicero que
s- u do Crato teve parte alguma Vasques, mas o 'Correio do Ca- na entire as mais soberanas, faz que esses home,
no mncvimento ? rry. como politico, come jorn: olibello contra os seus algozes; d'um acto nobrve,
Si nao Vasques, nem o man- lista vise horisontes mais amplos e por .lce q 'e o povo opprimido talvez ainda posda
em teve parte alguma corn e mais elevados. amea4ado, ser garantia, en lagrin-: dle crco

el'e, ~ defense, comohlhemnome ,-f ah s chine- erersos em
ia honras de trio da confi- sas dos rifles e bacamartes, en- querem perseguir
i ncies .de dep ari or das ,- COg-g 0 XsiU0r tregue a saha dos vandalos, causar surpresa.
anga public, e a .,_ supplica ao governor a repressao Mas... diremos
casas e das fortunas .m'es' Aristides Americo de Magalhaes, dos abusos, a punigao dos culpa- sempre o que ja'
quando a sua cheg2da, a sua doctor em medicine e pharmaceutico do-, a moralidade dos que diri- venerando Padre C
presenca em Sao Pedro fez cor- pela Faculdade deste Estado, m ior gem os seus destines, e o que pela puresa de su;
rer todo o povo ? reformado, medico de 3' classes, do mais 6 que tudo, a sua liberda- nado e por elies zo
Que paradox! orpo Sanitariot o erc etna. de,-a unica aspiragao just, comnosco para in
minl clinic o Elixir d, Xoq:ur'a. pela qual toda a reccgao e digna a nossa march, n
Todo o povo, today a popula- Saa Carobie Gaayaeo loit, ada. de applausos, principalmente pectativa d'uma r(
qao de SAo Pedro correndo comrn fornla do pharmaceulico Jo.1 da quando o povo que a reclama Iheiad6ra de barb;
mrdo de Vasques, depositario Silva -Jv:"eir, ob sempre o0 tern. conferilI.s pe a arta ma- infringida ao povo
guardador de ihoresultad -r ( terno
de sua confiana e guardador de a doestado e at plada Re- Diremos e repe
sias casas e dc seus ha.?-res e como Constitui4g .ral, pre
Paradoxo e absurd! .. J ,vs do sangae. para as aci- =Povo do Joas
E' que no se ser m fe de men gru.-!)r, Aisti e fin a t elle, to o Sr. Antonio
advogado em. c ra aris h qe M h -Rehe pelo ornal, que a in- politico do Cariry,
menoe m u em aa- irmasan pra-Iraosos nos que o cercam
d-, 6qpelh.osa 6 dere- J ce
mente per:dida.o ssdese defendtem' lham, poderern b
O Correio do Cari--Em tentem aho d- verle.-- Si e 0f1ehn c vossa custa, su
fragou nas aguas do Leoth niando, co,- ngue-sugas fam
Esquecen-se, em seu n onso Ira e r- ,t "r-. .a gu ,.
284 da f6 de officio que p em- We vosso trabalh,
ao Vasquesemseu n? 281. orram e justiga; las gotas de vo
E' poi as icarosa '~ a itd rao qu eirm privar o povo, quanto elles po
pwresci -ai Nte. pelo melo mais criminoso, de sua vos, de azorrag
leitura. quaes barbaros
Desabafo ridicule. tiveiro siberiano
I public. Utopia escandalosa! a quem d'elles
i da i de offcio que o gru- oer0fP KafS0 Naio! N.o queiram fazer d'u- nio reage, a que
,ae atacou Lavras, foi chefi- ma cidade como a do Crato uma mette e contra
-ado pelo Vasques e que os seus nova Calabria onde imper actos
cangaceiros repellilos bala re- Atarrachados peas imperio- Calabri a onem do Joase ir o ses actos ar o de, yn
cuaram para SIo Pedro, oade sas verdades lpor n6s emittidas n ova Siberia onde m doa seiro deis de se onvence
chegando, o seu chefe fez alli o sobre o canibalismo infrene, a so ecruae effeito das amea
quarrel de sua gente. covardia soez, a traio o misera- sacres e crueades e tortu- alsas manob
Diz ainda ajd de officio que a vel e a tiberiana perversidade aSi esses anes-postas de cociliao, para
populaqIo de Sdo Pedro pacifica claramente descobertas e ror to- Si esses manden-ostas- de commciiao, pardes,
e ordeira, avessa is luctas san- dosaltamente conheridas,os man- sem, ao me os diante do n rides n'elo e,esper
guinarias, espavorida abandonou does do Crato, regulos seAm em, ao me os diante do nri, dade,vos sub
os seus lares, descend em vari- piedade, nmo podendo justifi- ddo; si soubessern, por aca- berdade,vos subntr
os pontos. car-se perante os homes de so, comprehender e interpreter primirem, entr
saed points. dee umr trecho constitutional, para garras do desalm
Diz mais que foi uma calami- bem,recorreram ao meio mais ir- qu eco enesemdo cnl- outras tantas pes
dade,um desespero Senhoras e risorio, mais indigno, ao do mais que se onvencessem do crim u trasitas e
ser que commetteram e persisted qui transitam, v
sde sermrb er de pais, de baixo calao:-mandarar mse- que commetteram e cab
creanas sem saer e pais, em reprodusil-o, poderiamos ci- de fda, tremend
irm.os, descalsas, pelos barran- us sequazes, publicamente, em tar-lhes o artigo 72 da Const nao vos coaem c
cos das ladeiras em precipitado plen rua, rasgar todos os nume- tag- o s ca 7 u2 o n --astivaro o r
abandon! e qnando, muito de- ros d'e Btehasete, de domingo E Rguinto E. Redaset
pois seguio uma forga ao encalso p. p., os quaes foram env~a los seguinte:do ?
dos perturbadores, ainda encon- na segunda feira paraos resp cti- (Em qualquer assumpto C li- Digam ln !
trou varies casas abertas denun- vos assignan.es,prohibindo, corn vre a manifestag-o de pensa- Nao ha muito,
ciando a presenga dos malfeito- ame. 9 de prisao,espancamento mento, pela imprensa ou pela to o nosso distinct
res em Sao Pedro! e morte, a sua circulaao. tribuna,sem dependenciade cen- Britto, home d
Ora, segundo ao ]de ofic'o, O tempora! 6 mores!... sura,respondeado cada um pelos f, por eller illudi

populagio espavorida, si senho- mais querem que o povo leia e pela forma que a lei determi- nunca acreditam
ras e creangas is carreiras sem jornaes, nard. taremos, outros p
saber de paes, de irmaios; si ma- Quanto -mais esses infelises enviados pelo p:
is tarde mesmo, as casas abertas procuram fugir, corn arrot.s de Mas n.o perderemos com el- o Sr. Antonio L
ainda denunciavam a presenqa pato macho, a responsabilidade les nosso tempo sobre tal as- proprietarios de s
de perturbadores e malfeitores; das miserias que commettem pa- sumpto, porque seria derramar, do auxilio de cab
como 4 que se entregou A Vas- ra nos desmentirem, tanto mais mos agoa n'um csto ou me- empastellarem
ques a pose de chaves de lojas facilmente sao agarrados pela Ihor gastarmos cdra muito fina assassinarem o r


e de casas corn muitas mercado- gola na execugdo nojenta dos corn leluntos muito ruins,e que, Chefe, o Reved
riase roupas ? sinistros piano, e por n6s sao de p6Ires, jh estao fedendo. quim .de Alenca
Si todos sahiram is czrreiras apresentados ao public que os Limitar-nos-hemos ao corn- pingardearen o
e precipitadamente, como tive- contempla cheio de compaixao e mentario, verberando corn a ru- ro.. e telegram
ram tempo e sangue frio para se nojo, "r nm tempo, como verda- dez que o caso exige, tAo d'alma, sados ao govern
chegarem ,A Vasques e consti- deiros culpados. quanto de coracgo, contra tama- policial, talvez pa
twirem-no depositario de suas Quanto mais se esforcam, em nha ignominia d'esses caricates Mas, gragas A
casase zelador de seus haveres?! desbriada simulacao, para se e- que ahi estao de quatro pes, ga- protege, ou ao di
E si elle merecia-lhes tal levirem a uma esphera superior, tinhando para imatarem ao San- segue.mais urnav


a historic bi- ram:'e queoshomens de bem do
Crato, a,'uelles que tern real
co. esse acto prestigio e forgas propris de
e improdu- reacgdo e garantia,nao os acom-
do depois de panham, nem os acompanharao
sso amigo Pa- no terreno das iniqvidades. E na
'elles tern si- Fortalesa, capital de nosso esta-
'irahido corn do, o'bergo ond- se implumarani
iflHdindo tam- e bem alto voaram as primeiras
~qso distinct aguias da Liberdade, quando e-
do*amigo ma. mementos officials concorressem
.de Britto. para tao monsttiosa e tamanha
os conhecemos desgraga, o qti nao queremos
)emos optima- ac'reditar, teriarlos, como entra-
izetyo; e vezei- ve ao pretencido' canibalismo, a
l :ham I e- tenaz e sensata opposigdo do
iso, nem es- Ex'm? Sr. Dr. Jose Accioly, que
duziu; mas, ap, na ausencia de seu pae, o digno
ainda supp e president do estado, zelando a
s sao capazes responsabilidade de seu nome, e
e J povo qne mantendo o equilibrio de que
acreditar -.m tanto carece a political, nao con-
lillo que esses soytiria que forgas para aqui vi-
verter quando essem massacrar mais o povo,
,4 que deveria conflagrando o Cariry, para sa-
tisfaser ao vao capricho d'um
e repetiremos chefe .nullo e. mais nullo ainda
temos dito ao pela estulta vaidade que possue.
Cicerd,quando, Por isco, por tudo isso que te-
i alma, enga- mos dito e pelo muito mais q':e
mbado- insiste precisamote -d- i&j-, pejito
terrompermos dos horrores por elles practicadis
a illusoria es- continuaremos semn receio e seta
econciliacao a- temores no desempenho nobili-
ara oppressao t Inte da ardua tarefa a que nos
do Joaseiro. submettAuos, a qual desempe-
tiremos sem- nharenmos ainda que tenhamos
de arrostar os maiores sacrificios
eiro! emquan- atd o da propria vida.
Luiz-o Nero E .qui para te:minarmos r p:-
-e os Tigeli- tiremos:
a e o aconse- -Povo rJoaseirense! o Joa-
banquetear-se seiro I' vosso foster v6s quun
gando, quaes o fise es a soibra augusta do
intss, o vosso venerando padre Cicero!...
hIdo proticiL, Lembrae-vos de qe o
o adqxerido pe- does do Uirato 5a6 Gs vossIs II?-
)sso suor; em- iores algozes e qut elles proca-
)derem obrigar- ram illudir-vos coni promies.as
;ue em punho. de paz,.para a sombra de trai-
feitores, ao cap- goes crucis, vos aigemar, espin-
que sabem dar gardiar-vos e assass uiar-vos. si
se atemorisa e Ihes for possivel, conlo espin-
m i elles se sub- gardearavm e assassinam-am ifia-
a violencia de mente os indetesos do Taveira
so revolta; n.o e de Lavras, e os infelizes do
icamente, depo- Pau Pr'to, em Brejo Secco !...
erem de nenhum
gas, recorrcrem a-
ras de falsa re-
, depois que vos 4elma !
que vos confiar-
indo a vossa Li
jugarem,vos op- Alerta! povo do Cariry! aler-
egando-vos as ta! povo do Joaseiro! os que ain-
mado Nazario e da nao estamos armados. arme-
AStas que por a- mo-nos !
erdadeiros caes Os ultimos accontecimentos
os inimigos que nos forgam, obrigam-nos a isso.
Torque na.o po. Armemo-nos para defender a
vossos ossos nossa vida; armemo-nos p ,ra de
estara mentin- fender a nossa nronriE-.,-... .


s dias, emquan-
:to am'go major
le maxima b6a
do, era enviado
da paz,a que
os, nem acredi-
?ortadores eram
rincipe regent
juiz, a. diversos
Sitios, sollicitan-
ras, talvez para
0 Reobie pV,
>osso Redactor-
I"'? Padre Joa-
ir Peixoto, e es-
povo do Joasei-
nas foram pas-
b pedindo forpa
ra o mesmofim.
Di us que nos
iabo que os per-
vez se convence-


memo-ncs para defender a honra
e a dignidade de nossas filhas,
de nassas mulheres, de nossas
families.
Armemrno-nos! que nao ha mais
lei, nao ha mais justiga. nao ha
mais direito que nos valha, que
nos garanta.
Armemo-nos para repellirmos
corn energia j inimigo que nos
espreita a todo moment, e a to-
do moment, e d todo instant
esta a tramar, a urdir, a archite-
ctar a nossa ruina.
Armemo-nos!
Os horrores de La% ras e de
Sao Pedro salo licg6es tremendas
que nos acabam de dar, for;an-
do-nos, obrigando-nos a armar-
mo..nos.
Armemo-nos, pois!
Nao ha.pe.rmos, qge ndo
percaAmo;, &.
Si. de *ewt* t temps tra"
*'r .."* ^-'i^"CL^Xit-",iVa -'*^


* ., .


I


* I


- 40- 1 &&








U KEtSATL'E


Sou mais rifles, dupliquemol- B ixem a semi nome pirar ella aos regulos do Crato
tripliquemol-os, quadruplique-' esconfianca, ou si para melhor
s! N.to tern outro nome o proce- eaccbrirein elles os seus pla-
Braqos robustos e vigo.'osos dimento de certo typ,' reles nos ...
,que us manejem zo pcrigar a nos- desta localidade que, de todo Mas, sabemos que os taes
sa liberdade, honra e vida,,naooos meios infimes, tern langado chefes do Orato estao esperando
nos faltam; temol os de sobejo, mAos para n-s faser mal, e as- i forca que ahi vemn, composta
sem precisarmos de ir procural-Isim se impor ai consideraga de cem pragas e cinco officiaes
os f6r=. dos taes chefes. do Crato ob o commando do CapT- Ed-
E, aqui,- par'a terminar: per- De todos esses meios, porem :nund,. para avi-arem ao Vas-
gurtando-se a Gambetta o que o mais baixo, o mais vil e mais blues e depois ... na sorpresa e
*era precise para salvar a Frana;, infame tern sido ultimamente as as t.Ievas da noute faserem
este responded sem hesitagao:-cartas apocryphas, ospasquins... estoiear a bomba .....
audacia, mais audacia e muita aui Esse monstro infernal para fu-
d.cia. Assim, Ca:iryenses, para;gir a responsabilidade de suo lament:vwel
salvarmos a nossa vida, a nossa baixesa, d'essa baixesa sem no-
propriedade, a horra e a digni- me que, desalmado, attribue aos Pcssoa vinda de Milagres, a-
dade de nossas filhas, de nossas empregados desta folba, falla a- aba-nos de dar a triste noticia
mulheres e de nossas famdlias eL de si mesmo... le ter o Majoij.aquim Pereira
ame..adas, e, agora, main's que l Miseravel! ate quando queres esbordoalo all. a um irmo odc
nunca, pelos horrores de Lavraa continuar co:n tuaobra nefanda. Te Cel Antonio Gomes de La
e de Sao Pedro, rifle, mais rif eic m as tuas inf-mias, corn as tu- cerda, commerciante acreditado
e muito rife. as miserias? r'co e trabalhador.
Mas, fica certo, d' u m a Por tao grande affronta de
vez, infame, que ncs, que nao que vem de ser victim a family
te conhecemos de hoje, arran- a Gon es,a nota rouxa de nos-so
V A, car-te-e-os a mascara e decli- pesares e sentiments.
inar-te-emos o nome corn todo o
Ma' "intec teu passado de vilanias e mise- De lounge
M teneao ias innominavels.
Um certo typo que nao pode Continha, pois, com as tuas Estiveram aqui em visit a<
andar sem -ssustar a paze a tr cartas apocryphas e os teus pas- +.u venerando amigo Padre Ci
qu...ilidad, diss n quins infamantes. e difamantes, cero os distinetos proprietario
de seus i intios: sem vergonha de qanaro costr- Pedro da Silva Barreto Falcao
-Teno feito multa despea d9s. on do engenho o Pedro
-,, losee Mguel Qiintihlano de Sou
corn cangaceiros; a custa del le Jo 0i gue 1 Q ini
m:s os hei de pgar-me oldados no Crae t/.a, de Alagoas.
Depois do saque de Sao Pedro. Assegurando seus sentiiento
n a m h or Consta-nos que ji chegou no e idhesao ao sen benemeritt
nm abvymo chama outro abysmo: .... -,. .
pre. m ch... tod. r y Crato a forga policial que, em amigo, poseram a sua disposicA,
S. pequenas levas de soldado3, se seus serviaos em qualquer emer
.- achava destacada em- gencia,em que se podesse achar
Santanna, Joaseiro.
Quando .ouvirdes diser que J'idii-' -
Belem saltou em Recife; que o Barbalha, -"' -; -o pedagogio
Sr. Antonio Luiz vem visitar o Sao Pedro, hundanda n'.. -
Joazeiro; que o Tixeir'a partiu Jaguaribe, Vai set a aa aula no-.
para a Fo.taleza;.que o Nazario Iguatfi, eturna gratuita em bene'icio dos
sonhou com barulho e que foi Cachoheira, pobres, para que todos possam
visitar o Padre Cicero, podem Ic6, participar dos beneficios da ins-
jurar que pianos sinistros estao Maria Pereira etc. itrufao e melhorar a rudesa da
sendo architectados no Crato De today essa forga reuinida nosorte, em que os collocou a in-
contra n6s e grande cilada se Crato, destacou-se a divisao que gratidAo da ignorancia.
prepara.. la estaya, e la se foi, para Bar- Quem aprende, quem, se edu-
Previnam-se balha! Nao sabemos si por ins- ca, quem se illustra, promove


todos os meios de ser fa!iz. Assncar branch 0 9$500
Ararta < 88000
Vocal e Instrumental Farinha do reino < 9.500
Algodio 4 3$000
5. feira ao melo dia ao rchestri Rapaduras bWas carga 196000
-ordinarias o 15000
ISznta Cecdia tern de renirse Kerozene lata 7*000
para conmear os ensaios d'Ave- Phosphoros groza 9$000
Maria do Guarany de Carlos Bacalhau barrica 55:000
Goe s. Aguardente canada 3$000
A' noite tambam haver ensa- Vinho branch
AVinagre tinto 4$000
io da banda musical do Conser- n1a nm meio 78000
vatorio. Couro.de espicha um 8s00o
Fiquemn todos avisados. Couro de bode um 2*400
Alem-tumulo al

Na 5? feira ultima que recor- ARTE DE MUSICA
dava o triste anniversario do
premature falleciimento do ines- vende-se nesta redacgqo
quecivel cidadao Jechonias Be-
zerra; sua distinct familiar fez
celebrar pela sua niemoria e pela
s a felicidade d'alem-tumulo pie-
dosos suffragios e o sacrificio c'a r 2? TABELIIAO e official
SMssa. do registro hypothecario,
" N so s6 compareceram so acto Lucas E. de Salles o car-
os parents e amigos, mais ain- torio e a rua do Rosario.
da uma numeros:t multidao. BARBALHA CEARA
I nvoluntarlamente

Aos protos d'O "Rebate" es-
" capou involuntwriamente o nome LOJA E ARMAZEM
s da gentil senhorita Maria Jose' DE
Sda Silva Estacio nas congratula- Joao Beserra tie Menese3
qas dirigidas a Exm? Sr? Doni-1 Grande liquidagao de fazeuda-,
nha beserra no festim de seu calgados, chapeos, punhos, collari-
anniversario natalicio.' uhos, meias, len os, suspen-orios,
A Perdao, que ha faltas-involun- gravatas, extra tos, c.pos, b2bidas
o t. *&. &.
o taras. iTodos, pois,,A grande liquida<&o !
r BOLETIM COMMERCIAL Rua do Padre Cicero N. 5 2 7
0
Prepos dos generous durante a se
mana finda:
Care verde kilo $600
t secc a $ 00 BORRACHA NO PARA'
l orco 8600
de-ae "J CARVALHO, despondo
de cafneiranrtu, ,, .600_ sa, J -.
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Toucinho a tualmente dande
Farinha 80 litros 3,1' 1 a / possuem; l n, ual'u
Milho 3< Co0 bo extremado rai. ., '
ma 7000 numero de pesueN v< a- #.
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de arrancar o 108000 Para informaqao procura ressu
SCaf (rio) arro-la 10= 0 R ir. A- 1 ip i I


'--'--F


A *VITALICIA PERNAMBU


SOCIEDADE MUTUA DE PENSOES VITALIC1AS
APPROVADA POR DECRETO DO GOVJERNO FEDERAL, N? 7638 DE 4 DE NOVEMBR
FUNCCIONA EM TODO)S OS ESTADOS DO BRAZIL
CAPITAL INICIAL Rs. 40:000$000-CAPITAL MUTUARIO ATE' 31 DE DEZEMBRO


4'


0i *ja m aos i Lrstao e P rio arvailo.




ICANA




I


O DE 1909.


Rs.265:327:000


CA.x:xA. A-co 5$.oo qu ccoolsaris potr az, tos assoclando I Vitalicia, obtrels, depols de lo ano$, pe.
sits ats at lo1o$ooo, nrastt a fd. a pei

C.A.XC.A. B-con a p1aut1A ecouoais dt 2S5oo 00 cada (z, alcaugar(Is, dtpois d15 aunos de associado t i
taticia, pskIts n t safts at 15o$oo mto eIaSio flda titdes.
O .xx c-co 1$) ooo usate, poderis legar -o a ppslo at( 5o$ooo potr ez no uM pecullo lutretgal
attIs. l:ooe$oo. 7?ta9 ica Glral 6i at6itt6cal JsttInair

PB D1EFE A VITALICIA : I E a M um r i* Mo.
A VITALICIA: a ider i0fWas Iliaft.iM
A VITALICIA: IE dEElulr s fiA k fa e 0 phudmdC.
AA SEDE:-RUA BARIO DA VICTORIA N? I9--l ANDAR REC1FE


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L'.r:a vi*.:a. ;. ,, i."'JA VinTI:'LA.l..
de (incinat, ; -. :i. PJAr: ('i.- r,
s". :j29l.


PHARMACIACARVALHO
tHa n --ta c. : i nc.: ....; ,.'.:'r!n ;::; .i:
vILriaP.(o' fr'rt I4* i '.- ,'r',;'.-L c I.r( '' iu t(-
ch.umi'co 't -hsn ;:,,i: .-.- j.h! rri-.ce:.'tc-I
'-. E: s C,:, I'r r:ri.';' r., -.
Ai lain-.-'- r .'-.Kti:,- If.-q?- ( u.:r h1,r-t c','
t*rrrptid.ro. cui ,iL' ij +. ; . i
i 'h:ta Pa'.dr CL-e. r -'I .


0 BARATEIRO
)X no-l Vit'-r:,IIo ('a S;-.:', CV i ( d,! .-
I, j:- nm oIirt':i- I. t- ''.- o- art4 o '.
'onimereio. Rut N,:. :". N',. 4- R -
Padre (Cicero, ui". :i.
i'r co Im ocrmlE-t-.:'na c-tto da a it.l


A POPUI .AR
L in f. nd e utro a-r; o "
cor'Etn*rt':o, v(endi tAt o (: -ti' no *,.-'niP ..E i
I.- i.purlur 1 lea.ift:.l > fre .[i,-z lprcuire i;:t .R:lat N. v', ; 0.;;
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Dois IRMAOS
!-(.a !e f;-endas, ferrbgens, e estiva.,
tin PraaI. d., Liberdade, n". 972. S 9 ce2ri-
di.de de negoio. umodicidade de prenos e
afiabilidade de freguesia.
Di:omedes Siqueira & Irmao.


FUNILEI RO
Officina complete de tolos os artefacto
4' utensilios m flandres, corn grande sorti
menuto para vendas em grosso e a retalho
Si acharem out rob te nio La d
ser tanto como o proprictario Joao A.'toni
Fnrtado.
Pra;a da Liberdade n'. 978.




LOJA

de faz 'adns mercadorias e. gens, chapeus. Tendo recebido do Cea:
um complete sortimento dos artigos acin
mencionados que sAo vendidos pir prei
sen competeocia, convida t-do o public
I ara f: z -r ama visit a dito estabelecime
to que se certificari do que 4 affirmade.


APRO\


VERDADEIRO QUE1MA!
VEITEM! APROVEITEAI
Joiio Baptista de Oliveira.
Rna Padre Cicero N,. 336


SAPATARIA
B64ESPERANAr
Eta kpataria de Joaqwim BReerra S
bind' ha-e. A dispo~iAo do public e d
amigos, e enearrega-se de todo'e quialqu
tnabljho em coiro.com grande prestess
modieidade em preTos. Rus do Crnse
so. 990.


R-_ BATE









- -'' :^-^ *^ __


err; -a Us As2
iro Pedro Xavier de


Arau~o


lDhleUrluIJ V I a. eer ,, 1 o -
1 4 -I-iua do Commerci o


.s tem M- re8 era
Ae prei.int

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SAPATARIA ECONOMISADO AIBARAAL0 BA
PERSEVERAN A 3PAULISTA A ALHA
'ita .:'.:ta!-:. se en'-arecga (dI I('TXA INFERNACIONAL DE PEN-
! ,i-a rur trl',alho t,,'3 ,, elCn ,.. I e ,< S VITA K ]<. .
2 dara:t- ii F'tt- fr" i.- o 'A-r p ror. p.r D erer r;- r c.car 1T() 3
1$ S .. . A......TT: : -r, -C, r-,
i, , ,:-? 1. (e:nq d'If {r. .. n ;L,_-: .:e<. , x- !A ^,.'.:orc.9::"i" <-;.f-.^ .-I-.d i-,+-, : + d,: r;,l Fa-o 5.',-r q ,- t, -, -,
i ;. L- -a-:a r. nls.-e ,n. e ,, n L ran , c t u a propr -.,: ;.,
'*. (id al e" 5, grand-_!, c u 1,ons comuodoz p ar. PRe. tr P au:. J Cd c.co' ~.m -
S' .-a bCa] l ,e C ."i t: , a ; n u f "C. .
u. *-r -- f :milin.7. 10S t rs l.p:g am, ito 8 0 P an a t c' .
*. '*! r { :, I n- ;r fu.-trr I-dea-;,i.;;TC. r e :n -. P L : A BENTO. G:; racis :. ..
1-- -_ -i:..-s- outr, e,...,, e.n-ma ;i ::, n '-. '. igo :ero pto-iod- "- mpinpanii; .Ivya.. i ,-e'n t r'far d i :' ':;.,. v-'
j 1". c,.: ..- .r,,cr,. a, m:,ito com o- Iul o -io:-RUA 7 DE SETE.MBF O. r. M 3
'o- 1-- I .. 7 . 000 l or u.z. ,g m-rto. .. tri- 1!3 der c,.,.oj .
vl ERC IA RIA 1-.dtre ;d-lnt-:o. ENTRE G-(;.XrALVlS DIAS E AYE- n quatro ti d- An..
'. -A rctar Igua Grt.i^:,. : r 'n NIDA CENTRAL . --- i..
<':,IV tRA & NATIM C.oP J. J T. airroeo.. r, .,.4 FO z., l A : ...
r -t Irlit PPESIDENTE--'nalocr Lu.z Piza.' DrB. :.;: -
l- .: ..::. dor E-..d,,a :-ch.-.f d Policia u E
S.es NinVA PHARMACIA ; : d. u s.


n r. ; r s.e s..,c ,::: ,:::r:;..,-ir.a ; I, heop hilo A ,. S (C al' a,t. G" ; a,-, ti m Fl v S eb- r . C- d 0 ( *Er, _
-Er ...: i a : ,-, < -.! r.-.-u, .... i 1.d .P.rn.ca r5. ca T o E" "S
.r,.. e -Ir- ,,: :::i n.-r< ,-- .. .. i -. n"r Ia .f 1 r r C. ,EIIENTE Dr. C'lau-i : ou. ,- p ri o i. ,- r
d v -' q- l ..i "r I .. ri) N* e^.ra A cc i "roH io.. .. .o - dice e indartriaL da cida... -. r
t *" A_ ('EaO. I.. 0 ,. .
S,:- i- r- q .. . ri ,..r e.or. .-e . . *..lr (;. n. i a. a -og -i -d1. an"o a, .o
.... t *-. '+ -, :g,: "- "'.C +' e. +.", '"- ;. r. > ::r rv1i-, -. <--pfcr.ndo pe r ist Compaull i;- Judui .tri,: (;e ?. I>ul- e !a u' o t ypt ; ,+ .u...
*:. C -.o : .;.L-c-o t. snaes etiada- Cop.-i; Po s C a! I id o n 1 ,r .... - "

j 12 ... J: ..r. :e 19 0 Exmno. .. Con, e ( Prates. Dirtctor "E' ]r
_'l.r. "%il ez A..... 10 Eanco d. Seo Pul.o-E- xmo. S,.r. Co-i
rouw. Fernando Pr-sts:. v'-rrC i. t


-Jos LANDIM ATTENCAO j^^2:;r" i kDrOEPURATIV0 CANDID
a rae.... .,t'... I.. "I

Av.:t o :-fr.r .- q::. c..:, :r: '-t fasen la de .. o l I .T sta, suran '- r , ... ,
S. .r. :.:t. O r' iando, co angue- s Arerusi., e Pr icaba Lo-es. e e o-- e-s . -
=...i. .. ... ,., d :p o f r l-D- r. ,.UL Alvez .i i ,,r.i.S.- a : ....j :
i.. "+" O + .... ". ^ .10 --- ndice e lro ,r, ar"n-. ::rr,. L. i ,ao es crop. mu as e drthrooas. -
e '+ lj',.,- p '," 1 r- :i't-to 4 .t W.ir I yb-- de Qu r,, ,, r:n, L Q-er .. . o gran e (o 1 . C
-.. ... tr ,: '' ,:," 1 .i Rod' rlies Moate:ro tendo dae proprietario da Dro::aria ..in-ric.;na f iad, .oe-r ..t.r. .
:.r.,,ntve de .. ,-" :- :' * t..( ,. cidate 10 i.-tnito de, Fabrica de P^rohcto chin.icos' Dr. P1 dro I +s p ;-. _t"t." qu. t..
*. ro:' T -'.'. .! ,. ,d ;. -t ,rcura a E a ai ~to ,d Poutual e Dr. actorr (;'. lii.ho c. .it;'li't;- 1 "-id imPo.. s. .- -
".,:n . . ePOi;:....u .t' r '-- 1. .. La-p f al A ECO-NOMISADDITA P ALISTA 1 Unico d:-p.-'r n- ,n:, ,,- -
popua:r<-s: .i ,, '.sqtr:r;:=.J:.s, .:E>;*. nh ..n.e sc-.lre a!tcrada, declara, a rnma sociedat, mutual, con foni : eS do li| ,u -o ..
I:...t*a ,r:t,', ,.ce,'l:.t-'. P::_il.. Pi1- i e, ent -r-esal, que estao exposta, Governo. cujo finm estaeIleer u as REN-
..; : o .:. A tudas ass casu.nesta c-adc-- DA VITAL'. IA en. s.. '.C .. :.. .-
~Tu p-.r pr.. ..s rn.a.i sa fazenaas .ae gado neste mun,-l *:-oi. Te-n l ci a ca A PAMACIA S1L .1VA
'.. Ic o ... . . ci.,o e no telmo d Sat-Anna d'o a o C LVA

e --- i Cariry e mais umr sitio no m-f.llmo r joia e -r500 de 'E-nsalade ., t->n direi- )le Silvino J,,--- du :ilv,. na i:- d,,, ._:-
Sferido term d-nom'nado 1 A C A S ,C Q ,co rm engenho (,e ferro e.casa propria. no serA malor de 150SoO0 per ,mez. " rtimento a? ,re..g s, r.r ,a- _e.. -.:.-,; --o,
Jeronvno Franis.. o de Lma 'casa de viitendt, tudo de tl-,a, e Os s_ eios 1da B, p.ai v E C d c -p iida. r"-mt; ..U ..
temm. nesta locaidma1. -, venda, u duas egura constrm;."o, com jima pcquea a o e f de 0 enno a ut pn. .o "re ni 4n : rDecE.eIa p: :r=.a ..:. .-
iassas de ta-Ja -(,1tert:s de t hbanma 4ascenva e udede pdra e cal, co pe a o. p. z
e"..' I a o tra cann.. .. -" ,senta n o podersi exeeoer de 10($.e r ;.z r,--.:- u :.u.----------

sita Rua di S. Francisco ea otra cannavial para dusentas cara de oa d falkeer antes d chzr a -----
Sna traea da Rua Nova,pelapriei rapadura, possuino extnsas matta receber a pe a aociao par o
-tnatrave.. da Rua verxe-nta." 'er pers".a. a, / ,'itorar .

. ra pede00:0)0-pelasenndalS0:000 corn madeira de contrnaio: outmo ,se herdeiros necearios todas aR con- IDRRO SIUMI
SA'tratar na RUA )DO CRUZEIRO sim pede a aquelles dos sens animgos ibuad- f,.c-u elt' depois que o mu-r
1 _____ue tm corn o mesm negocio, tuarioestirer em oo da pensico, eta fi- D-sapparecera'nt (e maS: s:-T u-.
Sque:rao por bondade sat:sfaser seus c.re'i extineta, een quo ao seas hi'-rdeiro i1ur1ro cird-o e uLl.I Unria ( a-t.!l,
frARINHA DE compromissos, ninua vez que tern de assist qualquer dirito. *inaz preta amnb--' comn etu. mr.lri:a-
S MANDICA ausentar-sepor tempo indt.-rtina-4 A penStO *er. p; a r-pro .indivi- e con; a 5:?.in t Ir1e':
Si o, o ao sen prourador leal, on pOT J
rnutuar o a e ae taDr qortranero. nto
*J)e Alves Ra .ilva, av'si ao* ?e- do e ter de prover-se de recursos su a-iArd d q q B q c
Ss fregueses e ao pnblico em geral ficientes. mutuario se acar no extrangeiro.
Qne temn em deposit' grande qnaitiA- 0 socio contribute em dia, quo ficar Quem der not>c.a. certa- nI R1d --
lade de *Farinha de -Maadicna de- Crat-, 26 de Ontubro de 1909 impossibilitado de pros-.gur na.; uas en- Ho d' O -Rebfatt on ver me -.; e-
S-- a ndad e -VENDE tradas, depois' de cinco auos d" a'soc'ia- g dtos animae. s-ra .t
rInh 'aRT e mgrosdoe e arto Jose Rodrigues Monteiro em consequecia d nolest chronic. generosamente.
SDINHElO-em groo ea reto l incuravel, qe o inlabilite par o tr- g rsa
q< & preqos BARATISSIMOS. ------ balho, sern considefiado spipenso e nao Barb'lia, Sit'. Brei.-. 1' d? N>
RU A TD pADRE PTCCR O 3-Il ^ perderk diieito iu peunao. Ve abro de 1,,9
n- ADO PADRE ICRO N 3 -.-R-AT Os paamnto_ no.nteceipados de JoDd1 enIX1 A
1n- .v R 1r Jonto Demostb-u)es r":;IatE-:. r
S- ------ L A m gozam da reducito de 5(o,o, os paga3entos
&LELUt'E'I de ftianuoS. [20o/oe os pagatneLnta de l ______. .
S anno 15o/o. 1.:
u e. DE i1 u o O mutuario que so inscrever um m'.z
l ... antes Ado sorteio e tiver *, serto eto ser CT, An-O
U 1 ID A. BEL1I SOBRINHO premiado. piagarr apensa pouen, uil rnii n : L#ALji
ter:i direito a umra pensio para ton d a
Grotifico ber a qu-m me eutre- 45-.U.A D .3 COMMERCIQ-45' su. -foram vderteads .
*a* ... iAte dezembr.oram dortea ci c "
gar r.m poldro rosilho que desappa- CRATO-CEARA'. cardern.tas, (iR eia no pc-riodo de nov
ree na serra do Araripe- siteze A ECONOMISADOlA' A i: e
ei-fumaaFG ?am do Araipe-Sibo- st es de aquo fas orteio de doiem- dois 4 ezes t L U I
Queimada Grande, corn a .eguiite s stabelme.to dFeS finas, rnd srto ta
na Miudezas, Novidades, artigo, de uso do- Socios inscriptos de abril- de 1908 a Urn cavtl c.ardo exru, o no, ,,i-
anrca e Iregesia mestico, Alta fntasia, & & &. J o:ito9l..--34O0o. Henl una outra se- to oniouo, "in '. o Ctdo o T. 1 -
uem o eontrar I Espeialidade ea: artigos para iedade obteve toal nuero dee socios no
pode en- y t:egar a re- homes e senhoras; objects para presen- Ped dos do pro pets, propo tas, cader .. Rr
o jda do d' 0" Rebate tes e perfumaria finissima!! -- netas e informages minusiwa, ao e "Refra
er on em miuha residencia:- Pre.os esm conipetider! Represeritante no Crato. e-r
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