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* * b A: ,~2p ". * . CEARA-BRASIL DOMINGO, 3 D ABRIL DE 0 * * X'L N L EXPEDIENTE O *REBATE publica-se semanalmente R* EDACTOR=-CHEFE=Padre Joaquim de Alenear Poix6to. GERENTE =Felismino P. de Alecar ASSIGNATURAS Anno .................. 51000 Semestre ................. 3$500 PAGAMENTOS ADIANTADOS As publicaitges de interesse particular,ou annuncios dependem do bontractos,sendo o pagamento adiantado. A redacito nao 4 responsavel pelo. ar- Vigoa inedktoriaemt, nem pelas publica- t6es alheias, assignadas. Acceitam-se artigos de religiao, scieneia litteratura etc. prehenchendo as condi-es de noeso programma. Rdaglo, gerencia e typogrplia-Rua wpPre Cicero -n. 3Ud AINDA 0 CRIME DE ESTELL IONATO Crimni. *R- vlgasr* PROVAS Nao ha duvidar. 0 actual vigario. do Crato, mandando, por seu encarregado, ou procurador, aqui. no Joaseiro, o sr. Jose Ferreira da Silva, ven- der a propriedade que, de facto e de direito, pertence ao sr. Anto- nio Jose dos Santos, incorreu miseravelmente n'umgrande pec- $ado perante a lei divina e n'um grande crime perante a lei huma- na; crime esse de estellionato previsto pelo novissimo codigo penal da Republica, (art. 338, 2?, corn penas de prisao cellu- lar por um a quatro annos e mul- ta de 5 a 20 ./' do valor do ob- jectolsobre que recair o crime); crime esse,finalmente, public, e, portanto, sujeito A accao da ju- stica. Sim! o revedtm? sr. vigario do Crato 6 reo desse crime de e- stellionato como jA o 'dissemos em o nosso edictorial d'esta folha, n? 34#1e*13 do mez pr. findo, e como, agora, o, para que nAo se diga que tecemos infamias, ou ar- chitectamos calumnias, demos- traremos A evidencia. As provas, pois, de tudo o que levaimos dito, ema o nosso referi- do edictorial, acerca da enormi- dade do crime; as provas de que-o actual vigario do Crato e um estellionatario, um crimino- so public, e, portanto, sujeito A acqao da justipa, e As penas da lei, eil-as ahi! Em 23 de setembro de 1897, dissemos, que o sr. Jolo Lopes Fernandes da Silva 22 palmos de terreno foreiro do patrimonio de N. Senhora das D6res, a rua da Conceicao, d'esta localidade. Eis a escriptura, n? 1): tDigo en abaixo assignado qne en- tre os mais bens que possuo livres e desembargados de qualquer hipo- theca bem assim uma pequena casi- nka de taipa corn 2 plalmos de frente a rua da Concei~io, lado do Sul no terreno do Patrimonio de N-ssa Se- nhora das D6res Padroeira desta po- voagio do Joaseiro, cuja casta ssima descirita vendo como de facto vendida tenho de minha livre e expontania vontade sem constrangimento algum ao senior Antonio Fernandes da Sil- va de quem recebi em qnitacAo de paga nm cavalo Nafrico. E por assim qer verdade transfiro na pessoa do comprador toda posse juzg domihio que-em dita ca tialt afim de que a possua como sna quyHe -fica sen- do de hoje em diante e por isto en- trego-lhe a presented Escriptura corn o recibo do cordaemento ser qae me fiqe mais res aujbilidade algama do que por verdade pass apresente que por nap saber ler nem serever pedi ao Senhor Elis Affonso Pereira Moreno, que esta por min passasse, e ao Senhor Antonio Ramos Nogueira que a men rogo assignasse corn as te- stemunhas abaixo assignadas. Joasei- ro 23 de setembro de 1897. Arrogo de Joio Lopes da Silva Antonio Ramos Nogueira Como Test. Joio Fialho da Silva Antonio Gomes Coimbra Villa Nova.* D'essa venda, eis o recibo passado pe!o sr. Elias Aflonso Pereira Moreno, a rogo de Jose Leandro Bezerra, provando que o sr. Joao Lopes da Silva, no mesmo dia da venda, e ipara po- der vender a sua propriedade ao sr. Antonio Fernandes da Silva, pagara a importancia correspon- dente ao cordoamento; eil-o, n? 2): eRecebi do Sr. Joio Lopes da Sil- va 880 reis do cordoameuto da frente de sua casa correspondent a 2S pal- mos a rua Conceigao lado do Sol. Joaseiro, 23 de Setembro de 1897. Por Josi Leandro Biserra Elias Affonso Pereira Moreno* Em 24 de junho de 1898 o sr. Antonio Fernandes da Silva ven- deu ao sr. Antonio Jose dos San- tos a referida propriedade. Eis a escriptura, n? 3): Digo en abaixo assignado, Anto- nio Fernandes da Silva que passo to- do o puder que tinha em um chao de 22 palmos nas terras do patrimonio de N. Senhora das Dores na rua da Conceivao e vendo a casa n'elle en. cravada por mim comuprada so Sgr. Joao Lopes da Silva vendo so Sear, Antnnio JosA dos Santn wr a emn 'e0 (i pr Si da Silva vendeu ao sr. Antonio) tentes recibbsin'o s6 dos foros como dolaudemio, n?! 4, e 5): *Recebi dl Snr. Antonio Jose dos Santos a qn4tia de quatro mil e dn- sentos delforos de sna media agna corn vinte e dois palmos de frente, a rua da Conceiiao lado do Sal no terreno do Patrimonio de Nossa Senhora das Dores padroeira d'estaeovoacAo cor- respondente a Cnco annos 1895, 1896, 1897, 1898, 1899. Joaseiro, 30 de Novembro de 1899. 0 Fabriqueiro Elias Afono Pereira Moreno* ,Recebi 'do Sr. Antonio Jos6 dos Santos a quantia de 120 reis de lan- demio imposto dl transmissio de um chio que coml odt por 5000 reis. Joa- seiro 30 de N Fembro de 1899 6 Fabriqueiro Elias Afoalo Pereira Mpreno Como'inov4 claramente dos dornmeWftos upra, n?? 3, 4 e 5, a casa e junctamente o terreno em ue dI1e acha encravada peFleC 'facto e de direito ao sr. Antonio Jose dos San- ctos. Pois bemrn o sr. Antonio Jose dos Sanctot., dono da casa que comprara e reedificara no terre- no que de lei Ihe pertencia, como aforador, e em vista do referido terreno achar-se occupado pela sua propriedade, ausentando-se em 1900, mas deixando um en- carregado de por si responder,- o ieved.? sr. vigario do Crato, corn today a magestade de oei no civil # no eclesiastico e corn todo o descaramento d'um fel'ah que nunca teve nodes de conscien- cia mandou a seu sachristAo ven- der a casa, a propriedade do ho- mem. Eis a escriptura, n? 6): iHavendo no terreno do patrimo- nio de Nossa Senhora das Dores Pa- dro6ira desta Povoaglo Ido Joaseiro do Cra*o uma media agua imprestavel e quasi extinct corn vinte e dois palmos de frente, e comrno Senhor Antonio Jos6e 3 do Santos, dono da meiaagua supra referida nio pagon os devidos foros do chao da dita meia a- gua, de ordem, da Revedm? Senhor vigario do Crato, aforei a supra men- cionada meia agua as Seshor Miguel Beserra da (Silva, de quemt recebi (11440 reis) onze mil e 4Rraeentos reis, que pag 4e -+foros de vinte e dois palmos d-fIente do chao que contem' aditT' feia agua, sendo este pagamento correspondent aosannos que o dicto Senhor Antonio Jose dos Santos nunca pagoun, cemo seque-se: 1896, 1897, 1898, 1899, 1900, 1901, 1902, 1903,1904, 1905, i19Q6, 1907, e 1906. Joaseiro do Crato, 4 de Fevereiro de 1908. 0 procurador-Jos6 Ferrei- ra da Silva*. quantia cert de dezeceis mil reis D'essa escriptutra, ve-se que o 6:000 rs) i por ger vendids tasso a referido sachristo, para eximir-, esente em que mi asaigno. se da respoa bilidade, nio de- Joaseiro 24 de Junho# de 188 clarou em terms a existencia da Arrogo de Antonio Fernandes da casa em 19088 quando em 1897 Iva casa em 1908. quandoem 1897+ Joio Baptista Professor a reedificara o seu terceiro dono, -o sr. Antonio Jos- dos Sagctos. D'essa venda, eis os compe- D'essa escriptura, ve-se ainda que o sr. Josd Ferreira da Silva, Ib onrosas tradioes de familiar, viver'a sachristao e procurador do actual tempre abengoadonamemoria dosque vigariodo Crato,commetten um. .o passado cultivaram sua preciosa ="r .a ,...... a.. amisade e no preente nao podem es- andheira; porquanto quem le quecel-a nessas felac"es sociaes, que esse document supra e o d cu- mantim corn os sens honrados e be- mento n? 4 convencer-se-a de nemeritos irmaos, Coronel Jos6 Ro- que o referido str. Jos :Ferreira drigues Monteiro, Monsenhor Fran- cobrou foros ao sr. Miguel Beser- cisco Rodrigues Monteiro, e Major ra da Silva quej os tiha pag o Manoel Rodrigues Montoiro,qne fig u- ra da Silva que j os tinha pago ram conspicnos em nossa sociedade e o sr. Antonio Jose dos Sanctos. fasem reviver o nome. e a lembranqa D'essa escriptura, finalmente, 4aquella heroine que lhes aeu o ser, fica patente e demonstrado a e- a educagio, Ihes encinou os segredos videncia que o revedlm? sr. vigatio da lIcta pela vida e lhes preparon as vincia quooreve sr.ga iarhado future, que attingiram tAo do Crato incorreu n'urn prande hourosamente. peccado perante a lei jdivina e D. Antonia Monteiro de Araripe n'um grande crime de estellionato Sncupira tambem revive, do modo a previsto pelo nosso codigo penal, mais digno de louvor, o inesquecivel mandando alienar uma proprie- nome desua illustr progenitor D. dade qe, ie de facto, nod Maria Luisa Rodrigues Monteiro. dade que, iem de fact, nem de Ainda hoje ihe rendemos o mesmo direito, Ihe pertencia. tribute de apreqo, e bern quizeramos Si o sr. Antonio Jos6 dos San- consagrar A saa sandosa memorial e ctos se nio achava present para de sen bonrado consort Manoel Ro- pagar os foros atrasados, compe- drigne'Monteiro algums inhas das tia A s. reved?. procurar cobral- pagi coRae mace as r% rk ut i djpr nh.f11 A.- fits a por oul ros miIos, oU l UU niLca, c a casa por meios leg e; mas nun- ca man.Jar que o sr. Miguel Be- serra da Silva entrasse corn a quantia de 11:440, entregando- Ihe por escriptura, passada pelo seu sachristo, a mesma casa do pobre home ausente, proprie- dade esta que o referido Miguel Beserra, um mez d-pois, vend6u por 40:000 ao sr. Manoel Rober- to dos Sanctos, parecendo-nos esta venda um d'esses sermoes pregados... por s. revedm E agora, e por aqui descam- bando: vamos, sr. vigario, por si. ou per terceiro, As barras do tri.- bunal da justica, e ahi comece por deffender-se, attenuando, si p6de, a enormidade do crime de estellionato que commetteu, alle- nando a propriedade alheia. Venha! apparea em quanto que n6s documentados como nos achamos, continuamos cad vez mais d;spostos A, caso s. revedma nAo idemnise a victim de seu acto injusto, iniquo, e perverse, attrabiliario e despotico, intentar accao perante os tribunaes do paiz. Dos jornaes do Sal, que tivemos A vista, reolamaram nossa especial at- teneAo o 0Ju d/aymese de S. Paulo, o Paiz e a6 Jor a do Commercio da Ca- pital Federal. - Lendo o .eatido. necrologio que conagrama saudesa memorial d'u- uma distinct matron, que foi nomn conterranea, que. brilhoi sempre em nose sociedade, e, fra della, sqube bkeorar sea nome de Cratense;.auo podemos, emo os illustrados college da impresm, deismr de pagar nosso tribute ae sibilidade do coragio .i man, vertendo tambem nossa laggi- ma .eon~dlencia e deo sanudade sobte o tenulto q" recolheu as triftes exi- vias de D. Antonia Monteiro de Are- ripe Sucapira. Sea nome, que encerra as mais Sao hospedes que nos honram, e a elles tAo somente cabe a palavra: Falla, pois,- o 0 JUNDIAHYENSE No. 508-Domingo, 9 de Janeiro do 191o PFaUecmento Falleceun ante-hontem n-3sta cidade a veneranda enhors dons Antonia Sucupira viuva do voluntario do Paraguay major Carolino Bolivar do Araripe Sucupira, de saudosa reeoidcao. Padecimenioi fortes vinham, do hamni- 4to tempo, afflign. a inditosa senhora e se- as filhos, na uctfeam de umans vida preciosis- sima, submetteram-n'a aos tratamentos e operabeos aconselhados pelos mais distin- etos medicos de S. Paulo. E:gotados os recursos da seientia, d. Antonis foi trazida pars esta cidade e, na aprazirel vivenda deo son geurp sr. Jorge Henworthy, eereada de seus filhes Dr. Ma- noel Araripe Sucupira. Dr. Antonio Sueu- pira pharmace tio Jose Sucupirs, D. Ma- ria SilVa e D. A .na Henworthy, falleceu 'na tardo de anto-hontem. O sahimento don-se hontem As quatro horas da tarde, send ex.raordimagio o a- *cpuspanhamonto o cadaver ficou depositado naacapella do eemiterio e s6 sera dado A sepultura iI5o- apf I chegada do Liuiz e Francisco, fil os de D. Antonia, que so achavam no Rio. A' familiar Sucupira apresentamos nos- sos sentidos pesames. 0 PAIZ Rio de Janeiro-Domingb, 9 de Janeiro de 1910 Facimento Fallneee em Jundialy, hontem. As 4 horas da tarde, a Exma. Sra. D. Antonia Monteiro de Araripe Sueupira, esposa do amudoao major Caroline Bolivar de Arari- eSucupirs, um dos heroes da guerra do A insd, A uuna intelogencia brilhante alliava am cora"ov em- extreme caridoso, sendo' ao aampa pereome dos pobres e des- -odog. '" PFeo ioeproe-uni TTo modelo de virtudes domeatiae, sofrendo Oem stoiea coraem todoeeWp Mrw de urnms leoga s fermida- de, clsefehda qiMudo jA ttnb eollocados tedos se um filhobs, do% do equss cursam eom real sproveitamnto as banaes do Cllegio Mi 2at. A vnemrand- Oehora deoixs o eeguintes Sb Dr. Manoel teiro d Araripe Su- e~ttw, medico ei S. Paulo; Dr. Antonio Moateiro de Araipe $uaepira, advogado e" A P.alo; pharmaeatiteo Joe Monteiro do Araripe Sucupir, presioute em Jun- diahy; D. Maria de Araripe Sucupira e ppp- .. d ~ a-- I P~--h *j -.. ,11 ~Ti i ANNO 1-NUM XXXVII 450- I I d d d VE CRUX. PS UNIC(A 1 A Cruz! eil-a, erguida alem no topo lo Calvario! Eil-a, corn os seus bragos abertos, ni mparai- o companheira no meio las does que 'nos rasgam a alma e lilacer:m o coracao! I |< 0 REBATE _ LA JUXTA CRUCEM Amparo e conforto, com effeito, enm meio ds agruras des:a vida; doce em- blema de nossas mais caras esperangas; deslumbrante palma do triumph nas maos d'um Deus; symbol sacrosanto dos epopticos de nossa reflgiao a Cruz, amemol-a, christios! Amemol-a! Si a scien ia do seculo a detesta; si a philosophia enfatuada a insuka; si a impiedade a escarnece, aht nioa rene- guems r.6 abh! ncio a renegue a nossa. piedade,a nossa humildade t echristlaos que somosI Adcremof-a! Ah Calvario! christacs! A cidade das glorias e dos ultra- ges, deixemol-a dormir nas convuls& es do. remorse mais. u.nia oute. Ao. Calvariot Alli, n6s,que grnememos ech'ranmos, que somos todoi, r.este vlUe de lagri- ma, alli encontramos nas does de Je- sus e nas lagrimas de Maria o unic.o balsa-moque pcde cicatrisar as chagas. que a dor abriu profimndas em. nosso coraao ~ Ao Calvario, christafid AUi naquella orago pathetica do Filho de Deus que perd6a aos seus crueis algozes, e, depois, se encommen- da o espirito nas maos do eterno Pae, aprendemos nAo so a. perdoar as inju- rias qu.e nos sangram, mas, a aorrer com a coragem e resignagao de chri- siaos Felia esperan-a meiga do ceu! Ao Calvario, christiost! AllF,uaquella palavra ultima qve espedaga o umverso, cahePdo Nazare- no, o derradeiro olhar para que se el.e- ve urmn aurora. ... Ahb nao nos corrnaos de, alli, pro- star a lace por terra, adorando os in- sondzaveis mysterious da Justida divina! Ao Calvario, inda uma vez, chri- staos! E d'aili contempleios as trevas da hora sexta, envolvendo o mundo como. mortalha funeraria estendida pela mao, de Deus por sabre a orbe, tumulo de seu Filho. Conteinplenmos d'alli a terra trans- formada em carro funebre, e la muito em cima, a immensidade,turbilhoes de estrellas que choram; estrellas que serve de tochas p;wa alumiar o athaa- de d'um Dens que 4 motto por nos dar a vida, per nos salvar a todos ! Christicsi n'este dia, destinado pe- la egreja a celebrar os mysteries mais augustos de nossa religiao, adoremos a Cruz, esse symbol sacrosanto de seus, mysteries mais sublimes; adoremos a Cruz, esse emblema de nossas mais cars esperanras; adoremos a Ci na, es- so, no tempo e na eternidade, unica es peranga nossa I Awe crJus, pes uAmna. P? PADRE JOAQUIM DE ALENCAR PELXOTO 6 Virgem, MATER DOLOROSA, bemdita Fejasotu, bemdita sejasl I PE. RODRIGUES VIEIRA Extinguiu-se o ecco dos ultimos aconte- cimentos, perdido e abafad9 na rama dos cy- prestes e nos reconcavos das quebradas. Nem uma d'aquellas vozes assassinas, n m uma d'aquellas injuries atrozes, nem u- ma d'aquellas blasphemias terriveis que a plebe insensata dirigia as suppliciado, nem nma sequer se escutajA! EstA em repouso a ingratidao e o crime que se haviam associado no mesmo penfamen- to, e de mios dadas desfalleceram, emfim, no termo da sua obra iFefanda. E' que nem nmsmo para a iniquidade as fobras humans sao duradouras: quebram-se exhaunstas e amortet idas no auge dos desvari- os a que se abalancaram temerarias... Na cidade maldita que reclamara o san- gue do Justo para sobre a cabeca de seus Ii- thos condemnados, o desenlace por horrivel da tragedia do Golgotha imprimiu em todos us semblantes a nota lugubre do pasmo e do assombro que e a primeira condeninaio da iniquidade, talveza mais several, porventura a mais terrivel. Na v6z muda da consciencia que comecava a avultar-se, a erguer-se teme- rosa e grave, liam-se prenuncios certos do castigo por vir, a execraqao tacita do crime perpetrado, recent. : Em cinema, ro topo daquelle penhasco memo n ando, que etscutaa paVmau a agomna de tantos moribundos e que se tendera e despe- dacara na hora extrema da agonia do Homem- Deus, Ia,o socego lugubr, que -u. cede as gran- ties agitayues, uma quetat'ao ninterrompida que a propria naturesa respeitava suspenuen- t1o nos arvoredos o murmurio da tolhagem... a Cruz arvorada em seu pedestal de granite, alevantada, time, erecta, como a espada fla- iejaiiteda .Justtia eterna, e d'ella pendente u cadaver do justinado, descahida a front in' uea expres.-ou caracteristica de de-confor- to, cerlauas as palpebras n'um somno sereno u .ve, unidos us lablos n'uma sublime resig- inaou protunda, d'cnde se haviam destilano s. utuinas palavras d'uma agon a supreme, tiie curam ao mesmo tempo a chave d'ouro da i, m )sa epopea da Redempio! Em torno, coalhavam-se sombras corn toda a suna mudez desconsoladora; a noute es- tendia a sua mortal ha enorme sobre a terra adormecida, e la, alem muito em cima, em xh- nha recta com a ironte madida do Nazareno, a lua, parecia surprehendida na rota ordina- r.a, sahir do vertice da sua reduma cinzenta escura e debrucar-se a espreitar aquelle es- pectaculo que nunca vira... Consocia de tudo isto,mas a tudo extra- nha,-toda vergada ao peso dasuna immense dor, tendo no coraq o gemente o fel de todas a- amarguras, a espada de todas as mortifica- ;6es, e nia face mimosa nota mais expressi- va da tristesa e da desolaq~o, orphan, viuva, na terra abandonada, os olhos embaciados de pranto, inalteravelmente titos no rosto palli- do e amortetido d'aquelle Filho extraordina- rio que o Eterno conliara a sua pureza e aos seus amores e que dos seus carinbos fugiu e para o Eterno se alou, a Virgem offerecia o quadro mais complete, a expression mais per- feita e acabada da Mater Dolorosa. MAE DOLOROSA! Velou o sol a face, soltou a v6z o trovao ecoando de serra emn serra, abriram-se as sepulturas, rasgaram-se as montanhas, toda a natureza estremeceu pavida e assombrada. Como e que se nao ha- via de partir o coracao da Virgem, d'ella que mais do que ninguem soubera (ponprehender todo o alcanse do sacriticio de Jesus e toda a grandesa da humana ingratidao! Por tAo al- to preco resgatara-se a devida contrahida pe- lo home para com Deus quatro mil annos antes, sb assim se ftranquearam de novo ao hIomem as portas da bemaventuranca e da vi- da eterna. Jesus foi a victim immolada na ara no- va do novo sacrificio, a cruz o buril corn que se gravou a sentensa do libertamento da hu- manidade,e Maria, Eva immaculada, toda pu- ra, toda formosae toda bella, a sacerdotisa que realisou o consorco da hnmanidade corn a Divindadedo homem corn Deus. Aos pes da Cruz ajoelhada, toda entregue a sua desola- cAo e dor, seguindo em espirito o espirito do Verbo, ella inspira aos seus novos filhos, -a humanidade inteira,-o amor o mais santo, a esperanca a mais consoladora, a ideia do li- bertamento e da regeneraqao. Bemdita sejas, 6 Cruz, Spes uniea, Ia- baro abencoado qne arvorado no toapo do Cal. vario proclamaste aos quatro quadrantes da ncas; o ceo era mais esmagador em seu sombrio tecto do que a abobada d'um carcere; o Golgotha, ainda oscillante, estav;., removido e corn longas fendas abertas: e at6 a fria e humida aragem da noite feria as faces, mas nao secca- va o pranto !... # De quando em quando li rangia sob o peso do cadaver o sinistro pati- bulo; piava uma ave noct-rna que jA L I 0 Boletim da diocese de Bayona refere o fact seguinte, attestado por uma religiosa norte-americana: A' porta d'uma pobre casa da cidade de New-York jazia um jovem de vinte anaos, ja quasi moribund na cama, em frente da qual pende uma image de Christo crucifi- cado, para o qual dirige olhos de rancor. Junto ao leito estA de pe uma mulher que, com os olhos banhados em lagrimas, diz ao jovem: *Men filho tern piedade de mini. e ji que tudo te tenho perdoado, o abandon, v - da licenciosa, sacrilegios, ameacas; dize-mnie, sequer, se n'este supremo instant acceitas, o men perdao.w Entio, a pobre mAe, como f6ra de &s, sAe precipitadamente do quarto, e dirig'ndo- se A egreja mais proxima, cae de joelhos de- ante do altar, onde o sacerdote estA celt - brando o santo sacrificio. Alli abysmada n'uma oracAo profunda, e substituindo como que por uma repentina inspiracAo ao sen pro- prio filiho, exclama em sen nome: .Lembrae- vos de mim, Senhori quando estiverdes ro paraizo.* E regressando algum tanto confortada a sna casa, apenas terminou a Missa, nao se atreve a entrar; tal era o temor que senate de que sen filho Ihe atravesse o coraqio corn algum olhar de odio, on corn alguma horrivel blasphemia. Vence finalmente o desejo de o ver; e apenas abrin a porta: MiMae, minha mie!-exclama commovido e, apontando pa- ra 9 crucifixo, olhou para mim, vi-o, falloa-m%, ouvi-o e disse-me: WNa verdade, digo-te que hoje estarAs commigo no paraizo.- Oh prodigio da misericordia divina! Jesus tinha acceitado a oracAo fervorosa da mAe, e tinha-se dignado renovar a seena que se effetuon no Calvario entire elle o Bomn Ladrio. A mae, quasi lonca de alegria, abraca o sea filho querido, e corre a chamarn amsa- cerdot3 qne terminal a obra da bondade di- vina, proporcionando ama santa more ao joven transfigurado pelo arrependimento, pela gratidio e pelo amor. Morreu Jesus! Cerraran. ;e aquL- les d6ces labios que tinham pregado bem, a verdade e oamort Fecharaua se os olhos em que se cspelhava c rissima a luz do ceo! Morreu Jesus! sol recolheu o seu manto de fulgores t vestiu o negro crepe da noite. A treva que no principio do mundo c-b-ru o a- bysmo. cobria agora a face da terra; as rochas partiram-se; o orbe tremeu; os mortos ergueram-se da algidez dos tumulos, envoltos em seus nevados su- darios como espectros: trido patenteou a morte do Homem-Deus!... No Calvario foi grande a confused. Os algozes foram banquetear-se, mas n'um festim de vergonhas e remorsos! Tudo fugiu! Apenas a, doce MAe de Jesus d que ficou triste, desolada, s6, de pe,estatuado martyrio, da cora- gem, e do amor! S6 ella ficou junto do ensanguentado cadaver do Fil.hoi S6 ella ficou a esposar a sua enorme dor no altar das suas copiosas lagrimas, u- nicas e bemrn tristes companheiras do seu soffrer! Tudo quanto pode ferir o coragao d'uma mae na hora em que ve pendi- da pelo sopro duma morte para a algida profundeza d'um tumulo a cabeca d'um filho unico, idolatrado, estreme- cido: tudo estava n'aquella soledade immensa, incomprehensivel, notavel- mente esmagadora!!!... O sol nao mostrava o brilho dos rqios corn que doira o dia; a noite nao Sprestava o pallido refiexo das estrellas; as sombras nao faziam mais do que a- castellar-se negras, medonhas, terrori- I "IF .. .. .. -0 REBATE _ W tisP tN _I 7.. '1pI~lHlm M~ m 5tHWIii g mamg W W AM ItNMIM M~i ?F Ukd ~ igM AHIMllb m WH II@wn 5Sm aaib lml se ap:'(-,x 1..:1 do pl ri> ,, li-.t n ].)I - canSe .' c. r ) ,o ; i .... .: -c irrn.t m co ..s.. L 0t itso san'ue ultc- Ilo d1 v c.ui : cad'" t: :; i )\Wi- menL,. qr co eC V Mam sons im is vivo. c;:' 'm o).'p q.C l..',iceava o co- ra;i ,) d. ic ,o...\:. 1aae - Y'. c,:i-..! ir st.c .!-C- f.a n ,:b/',; o? da r : oia"aaf n / ., .,s p 'l'. .,'l. d', s-, ,'t, '. .::: ,.. O .' pro l;hetj de A t. i ." '. *^ _,' v ,l,).c .ra -z. s de- c:i.,., > .. :-.., \ 1'clL, a >e nada e c:; :'." :n..; ". c'. -e.n ch,. >:, entire ,11 p I l" e.l, '.: t.' - .: 2 .im tU- m l ; .a '>.." ,;.: .. (.. it". L e tn e vae de::," . ,:.,, i .h ve .," [A,, > ,; "': i na<> S- ,. a :n ... c- ;.>. t ..,v .a ex I :, f. '. ,i ,f .;.',.. ..- O la/ i;e ( ;'., .'... "r]. " " I "' .-C ".- ":; :, v ,",-;: t .t ., ," innrck .;.: .. y. ::. 1- ( l- d'n i -1m 'Il.get I' l'' :. :.' "' h.i.ie "' "^ d. ',apL?: v,. t ,- e( : a-- . ,('}: ) ,c-,. a- ;is ent' ...cias d; l J. 1'7' , g.J. l' l, CONSUMAATUNI EST Fl )0 .de Ch i'..,. v ttmn n-;.,-s agcnr l >.. c.A a' n c , t I I J a J iaOr ..tn:) .- ' t' SP . re .L" 1 0(. S : r .,I... vo, p '-a i i. ]' \v <.' .*. >r.\-?' *:, ,Ji l ia! c '" j ,"i -" 1- ' 0 ... i ) ;. -.: re i I e p t ; It. mt J c [ te n ii;. t ): - Clia b eL I I V. i. Vc, . reK- l e-. S.:. a i *c' me :cm! . (IC i)-i. a re. < lena , .deSalniomo e 0 sb., d('Ahsilai) a,' concti ..hi bin . d') T':mp ) .s \- :.. m: .. '.:;, os m o.; olio.; d'E.:IcC-, nao. 1e i-rainca-ram a venda da ton cegueira hlorre ;da? niao te fizeranm tremer?!... TI'niLos annos de torn:n'L-tos. tantos fieis monuminTeiLO ua terra como ro: ce',, , nao dizem que o Na:. :-c.io, tao f() te, e abio,, l' creno, er'; oL Mi;s; s do;'tcu.,? Pcr.-unta :-o fiel C lb, pergunta d sarga do Horeb, prmiintLi se clie era unm DIeus! I)'I:;a;ic pergu-t a c epo,, , j)(.','g ita .) Li: cho:o'o , peC. .u:t.i a C i. RJcel; )pc .;'inta fo I no :a I): -. anbe a quIn l um ;ci .: ilina! ounc ; l.hi.s de R : , outve D6bor. a-guer; a! per u 'ta :to p:-e'o homl.:da ve.c de Gc.ih a; seCJ)Ial.uas, v.,c do Ti'1.).: : a'" Ituras, ' a T"har pergu t7u! vx Ch :.n, ve o E.vpto! e hai de achi.r se. nome escripto r:o ceu, na terra, e 1no mar! Ou:. b-'reve sdio c:quecido:; os I. i:ro; re': u 'i.dos dla i -.,:.t. Jc.us.lcim ! all''vo.; I d( .:i:t.,:; pe . *vo-:so aimor, 6 M laM!: 'a- o):; p .soVCes de Blc.,lc.rn! e Ce.sa esteila pcre'gi-rla d tC e Deu ensila 1 _.o r x Vr ,e i n ! ~-4E Irb -~ Ai! tu pi'c-. ':;Ae a icmoniia das profeci.13, da h:stori-i, madrasta sem co;--'o! mas, de sp. n.e : dlp::.'(os, scrrao t .; a :.' dos e.C-pdi)eo de malF-c.o ten:; mo-':ccs nio teiao sel vhs; teus pliiso:, tlol-es, reim relvas, leLhal, e.st .l-e- Siao! Como ('arLm utof; d<-mninhos, olhe:,c; Co: iente e.spin)ho.-, das ro.;..: Je Jccich6 v'ero :;eculo.; i'rc::); CIem :(oda r. e ;,: : os m : .: d_ Jcoo! Iijm: -.. o LcCu, :C.- tCe esIagai , ,p 2 :. ...)c,. :u c Oa do m.: n':o, .'-n.o Iuob! Ai dC ti! que penitencia powder. g-.nhiI clem',:ni ia p, ra o Leu pov1, I.;r.'el? 1l '. ia, 1c.j.ji a- de;:dle PI-' h) '.:, :, ;mpura, desUe a co'rui,'-a l..bel! Alliv .\ 1 .iC, decreacte- U1\. CL o..s do idr _cniado a by.i .i o Egypto,.oppi-essor! I)e Hlemor cIlpada a cidade p em a:. e c-. ca !d. dce d'm-n v'."inm do SKor!0 N ....I Co .mo;-c snto tiCL unm c:.Ime :1long-o pranto, imno sangue, e mulita dor !- P..'<*elo-uir.'je dos Le\vitas, o crime e dos Bevj cm tas falzo espaito dejup.!r 1)e Babylonia a torpesa cresce e reina em torno a meva... c/ .no: t. Cs Tu... m. s qu.' toJ.:s peric, a tUv fo:o;-, c'>\:Iu:', que ::o: 'e horenda ser?!-. lPerdo, Ch iCto, se umna dor mundana vein fIlar de c". r o's n'este dia! Tu bebeste poc tcla a humanidade o calix da agonia! No tristdnho Jardlm ldas oliveiras (tu s6 velavar, tudo o mi-s dormia!). eu vi-te aprox.m;nr do:, Lbios tremulos o calix da agonia! 0 amnargoso do fcl te lace-ava fibra po- fibra! "e dor te consumia! e lavaste corn pr..ntos mnis amargos o calix da agonia! Poisqu:'m :e vclga? o home! Deus perd6a. S6 a vo;-:t, e bhumrnia se entibia da morte nor, umb':.e;; :6 Deus acceita o rcli-x da agonia! N6s somos d'I.r0cl filho; :mpu'os, cos a luz do sol61 em pleno dia! Tnrde a venda c u, m is ta;rde opranto pela tua agonia! Senhor! tu que ln. .te olbos bondosos ao discir ul vil que te vendi-, oh! salva as des:L(rad ,i filhos d'Eva pela tua agori i! Na eminencia do Calvario morreu de D)eus o cordeiro! c o soluco derr,(deiro foi o perdao de Jesus! Treme em eus cixos a terra, que no", parccc t:.manha e e fr: qu,"in. pe.niha ., .,nara ,, t 'fir Im i.cruz! D'uma dor sem semelhante a triste MiMe traspassada, cae na terra ensangiuentada, e ao pI d< cruz se abragou! Nos olho: temr tal angustia, nos labios tanta meiguice, que o anjo que disse -Ar-'e Maria- chorou! . . . . . . . % . .. .. . ..o . . . . . . . . . . . . . . Tudo esti concliftlo, segundro v6s, prof---4a. deSiio! ... 0 Veic)o eil-o cumprido:- os prcd:gios! o crime!... a redempqaio! \ Tior.M.xz RIITIRO STABAT MATER Brancaso:,sadas,sangue,e rochas duras, onde nem cre:;ce o musgo das. ruiuas, n:-m p:ssa a vir:' ao ! on 'Ce :.o ci.n:-m waves peregrinas seus se'.,re _.os d'mlores e lcrnuras aos eco; da soidlo ! cerro de mrnLc-ao, furi':s per'di.s,. onde abut- e:, so, vx-im a mecia noite co put. lo fe-tii ! throno pra quecm foi do mndlo .cite ! pedestal pJr"- e.stauas de homicides, de Nero, de Cairm mal hj a;, 6 C,:hv:rIo !-D esea agrura nas Cr; :cad pedi:.s ha noimentos .se ., ...a.: uma cruz ! leva-a -a m o tmi u nror or. Ip .'-Fs IA to!; e, a6s oes mi'-t rores d:i ra-guri, _~-ln~m7*,:**F~,*FlarS"'~PIIIIB~s~idCS n'ella morreu Jesus't"' Emquaiinto l por baixo em festins ledos no tripudio febril de cem orgias, alogi Jerusalem, on restos sacro&iAntos dco Mess-s, sentiuella perdjda entire os rochedos, (ruarda a chorosa Mde ! Fugi d: Junto d*ela,. almas descrentes ! uaao m.culius a der da Virgem bla ! ?. tides d ? passage f Mve s Jcg-a'adcs,. pranteae corn ella . OdJAiO- pores, meninos innocentes, - v rossa Maet chore t Guarda no sefi o cofi-r uoos ronres, pro cr6a tom a Iis de o'L.*- X nos ibi.x. o per^ E Air quem recolhe:t powbU' da at;inca, ue aa*lacangada sobe ummardedorzs pedii.dc um. coratio ? t Nin .u-.m ? ninguentm, Vrge- pm a, e: v-eli d'clV-a chorosa,. potib de meiga candura, kiinha d'anj's mimosa ! Nioguem M Na soiddecruel em que ic :-:.te me.squinrha, emq Ifobfe... hoje, trnmllto e festa nessa ciidce mtilit? r .aanrtra, viuvecz ftirmeta na lbyloniA incTntrita que ma bodz x de CC.ani,. aende iomr tata ;ari:i,. ji faia a Virget Mfaria. j .falta o Deus de Juda-' 3e na aimargura d'est'horma nao achas wn peito amigo, d~i-mme os meus SWm" Soora, ju- - >a- _chor Scomtigh ^ IDa iniata Jersalen a sou en- d-I nmo'ut, 6 v -caide:; m:, V'r~sui da. solL- de,. I e a aou- teufilho tambem L Ao ver-te a face antrviada de tantas, de tantas dores, ante-a Ibrma regaladaw to*. esr Me, tes amores-,. eoas aims E m as di f6 yerconi mand e inteims - tr:..u4-t0 tntos Ometiros, &V tAgfm desaareth. Cheguei-me Sportados v vos; does encantos que oa alge-rnmn ? dsg.-agadms biasptcnitrn VFu aeaivorim ev.ar; e m sepovlmes, condoidion d'cscnt r os teams genTido-^ se ahriram de par em par ! Api teas santas imageirs:. da der e do desconix 0o; Sanfragaram twas perDna' do Ocean que uao ur.m pejto- Se 4-aier tw. a&cmlio. se uBo pa ieseram tato,. ai !' desfek-se-lhes em prantub a seiva do ceraeo L Aqui te,is Ewa, a coitada I tao Lcil.are tiaodesditosa ! to armante, e tao anada ! tao poibre, e tAo criminosa No seu martyrio cruel chora em profuanda aiwargura do sea peccado a negrura, sandades do sea Abel t Veto, Agar, escrava.. embora ! rae que padec..ste horsores t "J-.-jI 0 REBATE ***^rti*111111""""*11"1"^1m . t , low Ti ,te lhebrea, obscura e pobre, sobe a encosta do Calvario ! tens um logitr muito nobre neste adjul.o funerario ! a Vir:cm s::bc querm ns, conhece o tri<:te sigillo de quando cntrcguste ao Nilo o berqo do teu Moyses ! Jephte, que em troca da gloria a casLa filh condemnas, nuiica se counprou vi~- ,, " a '&"Y.!.Tautii.s penas I Na manha do 'seu abril (ma jura que tu juraste ) infeliz pae, que ceifaste de Maspha a rosa gentil t -aQuem 4s tu, vulto gigante, de rei a fionte c'road-, na dcxtr. espada brilhante e na se-:ri.za harpa doirada ? 1 -wEu& so, David, o cantor, o mocarc-ha penitente, rei, opulento, indigente, ,a gloria, o remorso, a dor ! Da negra sorte aos rigores nunca ninguem chorou tanto ! Senhora Virgem das Dores, Ave.iho offertar-te o meu pranto ! oal.I, occaso, o norte e o sul, o rio, o valle, a montanha, me viram curvado & sanha feroz do ingrato Saul. A dor que o peito consome ninguem calcula, nem mede: chorei de fi o, e de fome, e de cansago, e de sede; e sempre em cada manha t:u pedia a Deus o esquife, ou nos desertos de Ziphe, ou nas covas d'Odollam. D' U1 its pranteei a sorte; D' Isboseth... tarde, bem tarde, chorei a aleivosa morte !... forte, o amor fez-me covarde ! Por mim, por Bechesabd, noso amor, nossas maldades, carpi! chore de saudades nos montes de Gelboe ! Fui pae,tomprehendo os teus ptanto;; perdi men filho, Senhora ! do amnor paterro os eneantos v( se os eu choro inda agora! I !- ,, x '& n'este logar e n'est'hora ndo ha servos, nem senhores ! Nos ermos de Be-sab6 fugiu-te a luz dos tens olhos ! tinhas um cento d'abrolhos nas chagas de cada p ! Em vao buscavas torrentes na ride;: d'aquelle monte... cm vao! tens prantos ardentes tinhas por unica fonte ! mas o teu caro Ismael achou cristaliin.as aguis; c v M' tyi di t :a.ts magaas tcvc urma c.: i... de fel 1 Veiho dos bai b.s de nieve, Abrahao, lembras-te, valente, de quem te o golpe deteve sobre o teu filho innocent ? Ahi tens a Mae de Jesus, sem ventura e serm fadigas ! Quem obrou t'nto prodigio foi seu filho !... olha essa crmz ! Quasi do sepiilchro As bordas, tcus pi-1na' :-; tuo a onia, Jacob, se a:id .33 records, p,..,.t1 .i 1 <- d o ,- Mfaia ! Dcus, qpc ..0 t)Uu uo Jose cobriu de p:dlnias no Egypto, morreu corrido e proscripto entire o eu povo seni f6 ! Se, reu de morte d'Israel perdWla, arrasto a vida encarcerado aqui, Ia nos teus reinos d'uma eterna aurora le.ubra. Senhora, que choriei por ti! Morreu jesu...- --- ^ "-'--r... Rti,,,i,. I ULTIMA PRECE A. pe da Crux Jesus! se o mundo se agita, Da-me descanso, Jesus! Faz-me grama parasita Encostada ao pe da Cruz. Faz-me insecto na ramada Que ninguem ve na amplidao; Quero, a sombra do meu nada Perder-me na solidao. Faze-me fonte na serra Que ninguem bebe, nem v6; Tira-m e os mimos da terra; Mas da-me a crensa e a fd. Que eu sinta sew p-e o teu nome Mi-turar-se ao, p; antos meus; Que eu possa morrerde fome Abenioando-te, oh Deus! Thomas Ribetro 1~ . - =- ; I -Iq--l-,r --I IV~-7-T-7"7 - ,'-'-- Minhas cans, mcu coravco, cobriti de vergo,)ha infinda; mas eu mwrreria ainda pelo meu filho Abs'lao !*- Vem tambem, Respha piedosa, que os filhos qt.e conceberas, por seis mczes, 1 :g.-:mosa, furtas aos corvos e is feras ! Venham as mrmes T'I:;rael, as viuvas da Judda, de Sarephta, a Chananea, a Sunamitis, Rachel! A' Virgem prestae confortos; na sua dor confundi-vos ! aja um cortejo de mortos hpara vergonha dos vivos ! LA em baixo, n'esse testim de tdo sinistro ruido, ha de estar Jairo esquecido e a viuva dc Naim. I-a em baixo, risos e cantos por entire os fumos da orgia; aqui... solupos e prantos nas convuls6esda agonial... Do mundo nao vern ninguem -is solid6es do Calvari ! Chorae, sombras, no sacrario do seio da virgem Mae !... Virgem das Dores, ria solidAo chorosa ! pomba formosa, inconsolavel, s6 ! so, n'esta magua, e solugando tanto! s6comrteu pranto..esem ainguemterdd! !I; ~, ~s~89~1~SI~p |
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