Rebate

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Material Information

Title:
Rebate
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Creator:
unknown
Creation Date:
March 13, 1910

Subjects

Genre:
newspaper   ( sobekcm )

Notes

General Note:
Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
All rights reserved by the source institution.
System ID:
AA00001672:00034


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Full Text








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CEARA-BRASIL ,*, DOMINGO DE MARCO DE 131910 ANNO --NUM. XXXlN


EXPEDIENTE


0 -REBATE, publica-se semanalmente
Emi:DACTOR=CHEFE=-Padre Joaquim
de Alencar Peixoto.
GERENTE =Felismino P. de Alencar
ASSIGNATURAS
Anno . . 5000
Semestre ........... ... 5asoo
PAGAMENTOS ADIANTADOS
As publica95es de interesse particular,ou
annuncios dependem de contracts, sendo
o pagameuto adiantado.
A redac9 o nAo d responsavel pelos ar-
;'igos inedictoriaes., neim pelas publica-
t6es alheias, assignadas.
Acceitam-se artigos de religiso, sciencia
litteratura etc. prehenchendo as condiges
de noso programma.
RedagTio, gerencia e typographia-Rua
upPre Cicero -n." 343.


JOASEIRO DO CARIRY


MAIS UM

ATTENTADO

CRIME DEESTELLIONATO

Crilineso e 1 vigarlo

Desassombrados, e sem temer
gaifonas de quemquer que seja,
jai fizemos notar em linguagem
vibrant a situagdo canhestra
dos maus tempos que correm.
Temos, por mais d'uma vez,
do pino desta imprensa, verga-
stado os erros e as mazellas d e-
sta situagao, em que todos nos
achimos,sem lei, sem morz.l,sem
liberdade e sen garantias so-
ciaes.
A nossa critica tern sido seve-
ra, pondo em relevo todo esse
alluvido de malles que vao, de
mais A mais, pesando sobre os
nossos destines de povo, escal-
dando-nos as aspiragaes do co-
rag o, extinguindo-nos o scin-
tillar da idea e matando-nos a
.alma.
Situagdo terrivel! foi este o
vehemente grito de desespero
que, nao ha muito, escapo.t de
nosso peito.'j.
Ao explodirmos, assim, em lai-
vos de dor e amarguras, mal
pensavamos que, em meio a' va-
stidAo desse lago de miserias po-
lymorphicas e sombrias, uma pe-
dra, tombando da montanha, ca-
hisse, pesada, alteando-lhe, corn
estranho fragor, a onda, em cir-
culos concentricos, ai espalhar-se,
agora...
Mal pensavamos, corn effeito,


Realmente, o acto criminoso
do reved'n? sr. vigario do Crato,
e mais um attestado da degra-
dag o que Lvra escamp4dameri-
te; e mais uma prova cabal do
despotismo A que, tAo d'alma,
se allia,-d'esse despotismo que
nos estarrece e que nos aporri-
nha.
Mas, que acrto criminoso, esse,
do reved.m? sr. vigario do Crato ?
Vejamol-o.
Aos 23 de setembro de 1897,
Jr ao Lopes da Silva vendeu ao
sr. Antonio Fernandes da Silva
22 palmos de terreno foreiro do
patrimonio de N. Senhora das
Dores, na rua da Conceigao, de-
sta localidade, e d'este terreno
deram-lhe recibo de cordoamen-
to os srs. Jode Leandro Beserra
e Elias Affons Pereira Moreno,
entio, f,.briqueiro da mi.triz do
Crato.
O segundo possuidor deste
terreno, o referido sr. Antonio
Fernaades da Silva, v.-ndeu-o,
aos 24 de junho de 1898 ao sr.
Antonio Jose dos Santos que pa-
gou ao mesmo fabrique'ro da
matriz do Crato os foros de cin-
co annos, A contar de 1895 a
1899.
Aklm d'estes foros pagou ain-
da ao mesmo fabriqueiro um di-
reito de laudemio que elle exigiu
sobre o imposto ( e transmission !
Dono, tres vezes, do supra
dito terreno. pela transmissAo do
primeiro po-.suidor-Joio Lope"
da Silva, do seg-undo--Ant Fernandes da Silva, e pelos foros
que pagou por elles que nunca
os pagar'm, e que elle pagou
desde 1895 ate 1899, cinco an-
nos successivos, alem de ter pa-
go mais um d'reito de laudemio
que, sobre o imposto de trais-
missAqs, Ihe exigiu o menciona to
fabriqueiro,-o sr. Antonio Jose
dos SAntos, acossado pela secc%
de 1900, teve de retirar-se d'e-
sta terra para o sul, (como cha-
mou aqui as Alagoas), deixando,
porem, um encarregado de velkr
pela sua propriedade.
-E propriedade esta, notem
bem, que, sobre consistir no ter-
reno aforado, consistia mais n'u-
ma pequena casa que edificou
para residencia sua, e de sua po-
bre mAe.
Mas, aos 4 de fevereiro de
1908, o sr. Jose Ferreira da Sil-
va, sachristao, e ei.carregado das
coisas despa Capella de N. Se-
nhora das Dores, passou, de or-
dem do reved'n? sr. vigario do
Crato, o aforamento- da mesma
propriedade ao sr. Miguel Be-


que um facto tao frisante viesse serra da Silva, disendo na respe-
em adminiculo de quanto temos ctiva escriptura que. assim, o fa-
dito d'esta situagao deprimente, sia, por ordem-do mesmoreved1.?
i que nos langaram esses Esaus sr. vigario do Crato, e por esse;
da liberdade. terreno em guestio, sem question,


recebeu o pagpmento dos foroI trimonio
de 5 annosque b sr. Antbnio Jo- te Ferrer
s' dos Santos j6s- tinha pago, sim em1
e mais ainda os dos annos de chiato, oi
1900 a 1908. 4- tabilisadi
Entrando nt posse da propri- Ao, d'
edade que, aos 4 de fevereiro nos, nAo
de 1908, Ihe alienou # revedan? ahi, que
sr. vigario do Crati, o sr. Miguel cemos in
Beserra da Silva. a vendeu, aos jniserias
9 de margo do meismo anno, ao De tud
sr. Manoel Roberto dos Sanctos. que, em
Como se ve, pois, dWeste pe- da, temo
queno historic, a~ttenro acto mais que
attrabiliario, despotico e crimi- mentos r
noso do actual vigario do Crato. Cresea
Certo, s. revelJnt, mandando, sr. vigari
por seu encarrqgfado, ou procu- seu carai
rador, aqui, no Joaseiro, o sr. J'o- do de du
se Ferreira da Silva, vender a Appar
propriedade que, de facto e de Vamo,
dire to, pertence ao sr. Antonio terceiro
Jose dos Sanctos, in*correu n'um justiga, e
grande peccado erante a le di- der-se, ai
vina,e n'um gra" exeBA- "ormid4(
te a lei humaim i
estellionato, previsto pelo 0ovis- a proprie
simo codigo penalda Republica, Venha
(art. 338, 2?, coin penas de como M
prisdo cellular por um a quatro sua prop;
annos e multa de 5 a 20 o/o do N6s o
valor do object sobre que recair e corn es
o crime); crime esse, finalmente, nos anim
public, e, portanto, sujeito a dos de
accqo da justia. firmas re
A justiga! mas, que me impor- nao idem
ta ella? dird s. revedTnt no auge ma de su
de sua magestade de rei no civzl o pera
e no eclesiastico? Estes,
E, de facto, que lhe importa faltr'em
a justica, quando s. revedTT con- prelindi
tiniia, em sua faina ingloria de sar o fac
tudo menoscabar, nao poupan- desprega
do mesmo o direito divino que -S6 ass
tantas vezes tern acalcanhado ? e urge a
E' dessa forma que s. reved'., busos e
quer engrosser os seus capitals, do crime
como nao vacilla em attentar vigario d(
contra a propriedade alhs-.a? E ago
Ndc ve s. revedTma que de Ion- nar:-qu
ge vem, e long se vae toman- to de pr
do a series de suas exigencias at- bemrn no
trabiliarias e de suas determina- por isso
9oes despoticas ? direito a 1
Onde estamos n6s, onde esta- dera;ao.
mos, entao, que nem sequer o
direito sagrado de propriedade -
se respeita ?
Hontem, esbulhava de seus 0 FO
direitos, em prol da lover, A uns
pobres orphdos desv'allidos; hoje
corn todo o cynismo d'um cala-
brez que nunca soube o que era
consciencia, manda vender umna N&so sec
propriedade que, nem de facto, liha.
nem de direito. lhe pertence Nem por
De meios terms arrastados, Viviam
posto seja s. reved"P?, tern sur- abysmo in!
tos, comtudo, d'uma audacia de Habitava
Apuleyo t-ansformado, e, como funds e ma
se mette em certas empreitadas, A palha
ha de realisal-as, muito embora este miesm
aos pinchos ror cima de direitos a vae-se az
-, infindo
e de leis. Foi assim na alheacao, bladas, ei
ou alienacao do inalienavel pa- boleta.


da capella de S. Vicen-
r, do Crato; tern -sido as-
politica, cpmo no piro-.
nde se tern bastante no-.

esta forma, extemarmo-
entendam carolas, por
urdimos calumnias, te-
famias,ou architectamos
!
do o que levamos dito, e.
facto de relagio, e na-
s, e sobejam-nos provas
e irrefragaveis, e argu-
nais que convincentes.
a, e apparega o reved"?
o do Crap com todo o
) de Aronze, emoldura-
ros, ing-atos ios...
.eva, pois!
s por si i.esmb6,ou
is barrat "do tribunal da
! ahi comece.por deffen-
ttenuando,psi pode,-a e-
de do" 'mu de .


;dade ailheia!
i! apparea nao fuja
achbeth, corn medo de
rii sombra...
esperamos, sr. vigario,
sse mesmo espirito que
a, e nos disp6e, adarga-.
_documentos sellados e
conhecidas, A, uma vez
nise s. reveda a victi-
La extorsio, intentar ac-
ante os tribunaes do paiz.
p6rem, si, por ventura,
, teremos, entio, o im-
vel dever de escandali-
:to, rindo as bandeiras
das.
rim poderemos acabar,
cabemos, com esses a-
crimes desta naturesa
perpetrado pelo actual
o Crato.
ra, e aqui para termi-
em nAo respeita o direi-
opriedade alheia, tamrn
respeita mais nada, e
mesmo-perde todo o
toda e qualquer consi.-




GO E A PALHA


Fa cone natural face in


6co. .


(Dante)


onheciam o fogo e a pa-

sonho.
elles distanciados por um
sondavel...
i o fogo as grutas mais pro-
ais reV ditas da terra.
tinha por estancia amada
o espago que se desdobra,
ul, da terra, aos ceus; espa-
A que soiaelevar-se em re-
rn estonteamentos do bor-


Certo dia, sea que, ao menos amna
rajada de vento a interrompease em
sen repouso k sesta, ouvin a palha,
ronfenho e surido, uam como rumor que
lhe parecia & ella escapado a& bem den-'
tro do seio da terra.
Ey aecentuando-se de mais para ma-
is, extrauho, o phenomenon, esquei-
ron-se afflicta, a cenvnlso nos labios,
a lividez nas faces, os olhos fixos e
sem var.
E, em attitude, jA, de quem se es-
forqa pot correr, sem poder, eis que
ihe appareceu, & certa distancia, car-
rancudo e rouquejante, tudo ascuando,
tudo esbrazeando e consumindo tndo
ao sen alcance, o fogo.
.
*


-NAo temns, amiga, Ihe elle dis-
se. Ha millenios de millenios que en
Inltava desesperado conm me por A
salvo desse aysamp que fo'rosamente
liab~tava. E, s6 agora, o con.seui, de-
vido A mn retesamento de esforgos ti-
tanicos psychologisado d'uma vontade
sobremaneira ardbrosa.de-vencer on
morrer. Vendt, pois L A deApeito mes-
'=p'tf.~ &I %.-^ %woo


effeito da colera e da rabia que me
dominava at6 a medulla n'essa pele-
.ja, n'essa campanha de vida e morte.
Ah! nio 6 sb de minha naturesa fe-
rir, abater, espostejar, consumir...
Eu sou o principio da lnz que te acla-
rn, do calor que te anima; sou o gran-
d- purifivador do ar, e da athmosphe-
|;. ,,xt aii'lo is mia-uas que, m i
cedu, quia, te dessem a inorte, vol-
vendo-te ao inconcebivel nada.
-E aqui eston, proseguia o fogo.
Perdoa-me, palha, o ter-te desinquie-
tado A sesta. Perdoa-me na certesa
moral de que nada ha, nada havera
que receiar de mim.
E, A propor.ao que o poderoso ele-
mento assim fallava, ia compondo a
palha as feioes, illuminando o sem-
blante, concertando o diseurso, mobi-
lisandi o todo.

E, desassonmbrada, mas receiosa, e
muito, entrou a palha em relagoes
com o fogo.
Tratava-o ella, come n6s, os chri-
stios, tratamos as almas do purgato-
rio: de long, de long.
Mas o fogo, corn 'artificio que esca-
paria A percepqao do es mais ilumi-
nado, soube, a pouco e ponco, vencer
o grande recelo A palha em nao que-
rer a elle tratal-o de perto, de mais
perto.
E, tend, alfm, corn seogransa, a
pobre da palha, em facto de vencida,
disse-lhe, entao, o fogo, com mais se'-
guranga ainda:
-Um beijo? pallia !
E a pobre, enlanguescida, corn me-
lodia que, depois, mais tarde, se re-
flectinu as syllabus de Eschylo:
-Um beijo ? fogo !
-Simplesmente um beijo, palha.
-Que monta cousa tio pouca ?
E, n'um apice... n'um beijo arden-
te de fogo, la se foi a palha.

$ t *
MORALIIADE do conto: tratar o
home, a mulher, de perto, e, o que
mais e,-viver corn ella sob umn rues-
me tecto, e depois, nao fazer como a
naturesa faz no fogo, 6, dil-o S. Ber-


vAGM vendeu &o sr. Antonio Ylm venda, si Os -8 pe- essa escriptura, vr-se anda [ nome, que onera aa lsieiu
a, --- SC ----n-aj &II no3se, u---- wra di ahyrD. Maria doAzmip. S upir'so


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d o q-e bavia de man na de.
E tambem 1A cabiramu mitos
nmuitos que foram arrucad de fa-
do das Egrejas, quo siu*ad exter-
namente manifestar devo0o e pieda-
de, so sepulchres braSqueados que
vscondem po ftndo do cora-eo as ma-
is rmins paix6es.
Mnita alma piedosa, que todos ot
dias talvez frequenta as praticas ma-
is sanctas da religiIo e ablando a es-
sa vida de pequeninadevoOes a ma-
is infame bisbilhotice e assidna mur-
muracAo, tambem foi roubada pelo
demonio para ir encher o sacco que
jA Ihe cnstava a arrastar.
Corridos to-.s o. recantos da eida-
de, e nAo encontrando mais iada que
recolher. reparon em am Bmo)tAo de
boas intenCgle que etava ei uma
praca desert.
Deteve-se junto a esse monte de
boas intencoes e vacilando um pouco,
murmuron corn desdem:
-Boa* intengSes... boasintengAep...
E' verdade que por si so nPe valem
nada. D'ellasest&cheio, ebem cheio,
o fund do inferno. Emflm, contina-
on elle, levo-as todas no men sacco,
porqne aqubi ha logar para tudo.
-Para dentro, boas inten'Oes.
-Ellas nio valem ao ,anio, que
somente na quaresma vae fazer a bar-
rella ao sen sacco mnitQ mais atuiha-
do que o men, de gordos peccados.


-.AnOes, anOes, anies,
Corn boas intengOes?
Comvosco en mais ataco
0 men bojndo sacco.


E o legado de Belzebuth, A nltimi
hora feito poeta, a reclta da quadr
que invent, vae atacando o cimo do
alforge com os classics rotineiros di
desobriga.
-Ah!... para o alforge, malandrim
sapateiro que guardas a sernnda-fei
ra e trabalhas no domingo, e que to
dos os aunos pronettes emendar
vida aos pes do confessor, baldando
as tnas boas inten"Oes.
-E ta, negro ferreiro. qne todos os
sabbados bebes um -cgolinho,* comr
dizes, emborcando quatro canadas..
e a missa?...
-Para dentro... vaes dar ao folle d
Vnleaae.
E corn este foi tambem engalfinhs
do um magro alfaiate. que em va
Intava cornm as tesoiras abertas que ti
nbhar provado sem conscienciau I an
no albeio.
Atra delle a modista que levav
20000 por naa nit& deseda: um pa
deiro que amassava o pao corn serria
e gem; nm estudante que passava
dormir mobre os livros................
Tudo isto 'Fe confeson tconm boa
. inten6oes.
-Ide todus para -o inferno receber
absolviq~A; n&ovos valen a do Padr
. a quem enganastes, seguiudo a voss
rotiMa annual.
Depois de carregar cornm tudo, d<
terminon retirar-sa, mas ao duorar
S ltima esquina de uma encruzilhadl
encontron-se corn nm home cuj
condigi nio reconhecia, pu.s io ei
um borracho, new um agiota, une
um ladrio, nem nm maldizentd.
Porem, clare estA quoe no era bo:
S home, porque Dens o tinha abaudu
, --4uem es? Pergunton o diabo,
brindo o alforge parsa matter mclt<
-Eu nonca iui amigo, nem mimig
S ,de, inguem, nio nz rnal newm ben
0 ao roubei, nwm dei nada, uao 1u1
S 0ao, O" a (O0io, cuutcut uu u interr

-Ira, s am philosophy indiffere
te, 4ia8e o. diaa viruaud as cutaM
S a4 serviste para Dens, tambem ou
S erves aP aur mm e comweo u a and
sea deter-se a apanhar unia coisa t
innin.
Tinha side grande a colheita pa
o ixterx6. ao i ha duviwa, poreo
quando e le voltar de novo nes
I lin da noites de inar podoe trazuer
mesmoe ea aior alturge, porque
emendas= 8oponcaw.


Padre Alberto T,


eetras


ACROBATA DA DOR


I


Afogado em ten sangie estuoso e quente
Ri Coraoe, tristissimo palhago.
CRUZ E SOUZA.



REG ION AL gada do I? do corrente---o Club
Civilista de S. Miguel auj44 nc-
r.TIPR E 1 Itciona na Capital de *oa Esta-
.CORREIO DO CARIRY do, dirigiu o seguinte telegram-
ma ao
da Cidade do Crato, 27 de Fevreriro de Revao0- Pe. iero
1910, reproduz a chaa d.a candidates e
i presidencia da Republica, e BOn Teegyrah-
s otidina neqy Pedimos a V. Rdmr que tele-
-o SenadoruBay Brboe regrets d raphe ao Comith Civilista de
Minas, onde fez sua conferencia politics e
foi reeebido festivamente. SAo Miguel em Alagoas sollici-
-o president da Republica sepiga p tando o appoio do povo para a
Petropolis.
O arbitro dos Estados Unidos nto annuio causa do Seuador Ruy Barbosa
un o Dr. Ruy Barbosafoeo oper-rlatro e do Dr. Albuquerque Lins.
L ua quettao corn Venezuela.
a -0 CeL Teixeira e sna Familia tern side
muito obeequiadoe nfa CapitaL Comite Citvlista
-=0 editorial relembra a data da promul-
a Sgao da constituigAo Federal no dia 24 de Nao obstante a hora da expe-
Fevereirode 1 91.
n =Luar volton aos seus Trawos Soltos e diao e a nota de resposta paga
canton n..linguagem poetic as 3a*r.,,teu Ia ar- tel ma
Sque enriqecem o Araripe. .ate 30 Apalavras, o te ..gramma
=Continua o conto da laundado escripto supra s6 chegou ao seu destiny
a E0or- i ldo. Lares noticia que oGover. s2 horas e 15 minutes da tarde
no aeaba de p.tgar a construcVto do encou- do 1? de Marfo; quando ja se
Sraado Mias Gerr que vira ouboiau-tinha naturalmente terminado a
s do oeruzador Americauo que traz o cada- ....
0 ver de Joaquim Nabnue parao Brazil. Em- Eleiao pm todos os Estados do
bora doente a mulher uo pre-i lente Taft Brasil.
Sassistiu os funeraes de Nabueo.
1 -0 governo Russo chamaudo a si o mo- -
o copolio de vender be! i la?, esti persegnin-
do tenazmente aos congressistas contra o
alscool. DepSeIs da Eleka.
o -0 Dr. Ruv Barbosa alistou-se eleitor n;
capital Federal para poder votar allL
i- -Na innuudagio de Pariz os deputados PO Araripe, en-.data de 3 do
I- foram transportados para os se"bes co c corrrente, veio o seguinte tele-
stas dos carrevradores.
a -0 Correio do Lares Jai paraens pelo ar- gramma ao
niverario nardicio a Exm. Sra. D. Vio-
l ante da Rocha Lyra, ao vih-az Alovsio, Revd9 ? Pe. Cicero
m filho do Dr. Jo'o fBeerra e i gentil Diva, Redam? Pe. Cicero
a filha do major Paulo da Franca.
-- As .NoAicaDo disem que o padre Pe.rc. Na eleiiAopresidencial o Her-
Esmeraldo foi i Capital tratar dos it- mes teve 250 eo Senador
resres do Collegio do Seminario. mes teve 250 votos, eo Senador
-Foram passar o inferno no sertAo o dr. Ruy Barbosa 15.
0 Hermino Botelho, o major Joaquim Fer-
rf nan !ei Lopes, o it or Pedro Pinheiro B. Pero Silvon
Sd Meneses e o praotor public Joao PBa-dro Sitn
a ptista de Aquino.
=Aceiam-ee doentes o jovem Mario Tei- Conita-nos que as urnas. elei-
t- x.ira Memdes e os majored Joe" Ulysses dtoraes de otr
a S. 7leioto, Arthur Earroa Leonel de tOraes de Outros municipios no
Barros Cavaleante. esqueceram de todo o nome do
a Falleceu em arzalegre o eapitio Au- if d d r i
JU tonio Gonsalves de Araijo. glorificador do Brasil em Haya,
ta -Casou-se em Boa-vista do Eahiano, no e Ihe deram various votes, cujo
M Para~, o nos&o patricio Antonio Mlatoril
com a Exm'. Sra. Da. Anna Maria Monto- numero nao nos poJeram infor-
ril. mar exactame.ite.
m -A' passeio esteve no Crate o Sr. Josino
u- Firmesa t a villa do Assard.
annuncia-se correspondent d' A ErtL-a,
periodico do Aracaty e redigido por di-
e. versas seshonas. ('or'nel ('aeim ate
-r -0 Dr. Jose Ribeiro Monteiro da Silva,
n, pelo Joraal do Comamercio preconisa o em- De volta de Mossor6 estado
U prego d'agua de bananeira contra as ente- e volt de MossoO estado
rites s.guaas e chronicas-contra a dyspe- do Rio Grande do Norte, aonde
(" picia e contra a propria tisica.
As bananeiras que devem ser nuadaa de fora a negocioparticular, acha-se
-. preferencia sho as curtas on de 8. Thomei entire n6s o con0 picuo cidadao e
a, "r, i ea' tm, e as da terra (a a distinctissimo Sr. Coronel Cinci-
ao -Editaese annuneios terminaram a edi- nato Silva, honradoco ercian-
ar a;ko do n'. 275 do -Correio do Cariry-. te esa ra
o te, nesta praga.
CETAMA Aos votos, que fisemos, sin-
Sda Cidade de Barbalha, numero de Do- ceros, pela sua prosper e feliz
M mningo27 de Fereiro p.p, eonsta ter said viagem, junctamom agora, corn a
comra regularidado docoatume: rus uioti- sua chegada, a nota cordial de
o vemos o pra.ser de evel-o em noe Eaa d de
as tono, ie i lambemn o reee eram no Cr- Lossas saudaq6es e respeitosos
t osnossos Coilegas d R-.d io. cumprimentos.


.--ON- .. elxe-e cu pux

e0 O novo Gjefe do district te
Comrn 30 palavras pagas para legraphico do Ceaz4 acaba de fa
respost?, e as 3 horas da madniru- ser umaenormealtera- n oem


_ ---I-- ~-~Z* ~


r-liae.


Na proKima sextu-feira a San-
cta Egreja Catholica celebra a
festa quaresmal do Precioso San-
gue de Nosso Senhor Jesus Chri-
sto.
A segunda festividade de seu
Adoravel Sangue, a solemnidade
paschoal tera logar no primeiro
domingo de Julho, conforme foi
instituido pelo immortal Pio IX
depois de sua volta de Gaeta.


Por communicavgo telegraphi-
ca ji costa que na Capital Few
deral deixaram de votar no Se-
nador Ruy Barbosa 44 secgoes
eleitoraes; porque A4pretexto do
boato adrede propalado "de que
se tratava de assassinar o depu-
tado Irineu Machado, o governor
fez distribuir armamento, muai-
g6es, soldados e artilheiros em
proporgio tao enorme, qne incu-
tia terror aos transeuntes.
Nestas condig6es os 'leitores
recorreram a imprensa e fiseram
nos cartorios publics sua decla-
raAo de voto, de modo que fi-
casse bern ac:eituada e ; u.hen-
t cada a sua votozdo, s :gun Jo a
formula da Lei Ehlitoral.
AolCongresso compete tomar
conta dessa votagdo e apural-a,
quando tiver de julgar das elei-
95es de 1? de Marco.


Aauis* e Chuvais

Segun%.o as observaiSes plu-
viometricas do habilissimo Snr.
Pelusio Correia de Macedo, todo
o inverno do anno passado no
Joaseio mediu 558 millimetros e
trez decimos. -
0 inverno deste anno, aqui
mesmo nojoaseiro, ja excedeb
desporcionalmente ao do anko
p s ado; pois somente achuva do
1? de Marvo marcou no' pluvio-
metro 84 millimetros e 5 decimos.
Em Janeiro 5 chuvas-100
millm. e 7 decimos.
Em lvereiro 8 chvas--927 1
millm. e 6 decimos.
Agradecendo ao Sr. Pelusio a
sua delicadeza, pedimos a todos
os Sis. Agentes do Telegrapho
Cariryense que transmlttitm I
imprensa o registry do idverno.




Teria feira, 22 de Marco or-


Teve, de sobra, esse illustra
sacerdote, motives e raseas parA
publicar, como publicou, uni ex-
tenso artigo contra certos bispos
de sua naAo que, exoedendo -so
de sums attribfaiwqs, e postcrian-
do os direitos mais sagradcs, tor-
naram-se uns verdadeiRos ele-
meitos do desordens e p3rse im-
eoes, de od:os e perturbaaoes em
SB diopew .


de seus chaleiran d'ellei,

a,-nem por isso, voltou atr ,
Proseguiu, com todo o
sonabro, un cauipaaha que ini n
fez conferencims pub'ica e adqu
riu milhares 4e 'aherentes.
Seu movimento distingue-so
por i1 n gra rdo muidranwAo e vi-
nb* tome&ite uma reform&a na
discipline: quer o sacerdote ca-
th6lico, bout*e regular, subdito e
nAo escrav, do superior 4 ponto
de, em sacrificio do sua propria
religiao, satiadzer a. suas perse-
gui0Oes pesmoaes e syetheuatioas,
os seus odios e os seus rancores
do miseravel que trocou as vestes
6piecpa iPi pela opa buta d'um ty-
rani?.itu. estuatde Tibjno ou Ti-
gelito.
Rtespeita e. profCaaa tpdo** os do-
gnans de nossa religiato catholio.,
defoade a unid'ide da sanca egra-
e a infallibiliiade.do papa.
'Assini o Jadre Pey Ordeix s6
deseja e s6 clama por uma refor-
ma quanto 4 dciplina, que cor-
romperam, e tern corrompido os
man. bwpos!
esa ahio .o.po do illustee
Veuerando saceirdote, nessa cim-
pa .por e le, aberta, na qualla
vatsi regiao dqo O da Earopa.


Ab a..agse


lapleraantes

Todos os logares que foram
favorecidos per Deus corn algu-
rna graca especial, tern tido seus
romeiros e suiwpnregrinacaes de
f6, que dAo tbstinirnho da graga
recebida e serven'm d'exemplopa-
ra que se cre~a,. que, ainda hoje,
como em todd~ os mpos, ha
milagres; "porqu- ..Deus nunca



--5
~ t.:~L


- IA'


ixeira


I


_ --


(4


do o pemoa1~ pti'o i scu

u Encarregado da
9S Estaw do Ic6 par a asec;ao
deMosasr6.
0 Encarregado da do Araca,
ty 0 Aq(rszfiranfcVido para
ado lc6, e o Oa Secio do Ic6
para a do Aracaty.
0 Dr. Aristides ainda estisem
ubi certo- para oade sera remo-
vido?
Mas 4 certo que nao ficou,
nem ficar& pedra sobre pedra.
Continue: quem corn pedras
mexe ..........
0 Guarda qw nos transmittiu
a noticia, terminou em cantilena:
SBa&o, bao, bao, b6o:
Nao me coma tubardo:
Bio, bMo, blo, lbe,
Deixe-me em paz, Lesbo.s


Gargalsh, ri, nam rise de tormeta
Como pa Haa, qm 4esempmio
Nerve, ri, aun rwi abswmdi, nilado
De ur ironia e de uma dow violent

Da gargalkeda atros, sanguiolenta,
Agita a gaisos e convulsionado
Salta grwaoch, salta clown, varado
Pelo estertor dessa agonia lenta

Pedea-te bis e am bis no se despresa !
Vamos reaM os maesulos, retmi
Nessas macabras piruetas d' age

Embora caias sobre o chio, fremente


l


F. I


i


_ ________


--6-4--%-a awsau uv cll LIU-I


*


iCC


&v. Wkwp AOII


rente is 12 boras do dia, na Col-
letaria ailm do Crato, se pro-
cedc9, a arrematago dos dizi-
me de ados grossos dos distri-
ctos do rato, L ,meJirooasef,
Ipueiras, S. PFedi e Junco.
0 pagametMo pode ser feito
em duas preata~8iAs eniSetem-
bro e Dezembro mas quem pa-
gar A bocca do ekre, tera doze
por cento de abadtalulo.
-Nas mesmas coodigbes se pro-
cederd tambem no dia 29 do
mesmo mez a arretatagAo dos
dizinmos de gade, grosses e mi-
unoas de S ana, Brejo Gran-

29 de gBo tambem cahe em
imia terae ra.





Vae ganhando terreno, alar
gando-se por today a Hespanha, e
jA se irradiando em outros pontos
para alem da peninsula iberica,
o noo-catho'ecki no.
Foi seu inciador o Revd7". Sr.
Padre Pey O-rdeix, sacerdote dis-
tincto, honra e gloria de saa clas-
se.










deixou de ser o Pae das mise-
ricordias sem fim, a Providencia
do desgrapado e o Protector dos
de duspwados.
Abuadandfo nestas consider.
o6est ti escreve o Rvdm? Viga-
rio .. o segunte:
hTeohe, sido algumas vezes
censui4do por alguns colleges,
porqu (t-o trovejo do pullito
contra o Pe. Cicero e os Romei-
ros.
A tlerancia que N. Senhor
pregou, nunca deixou de ser o
lemma que adopto na minha ad-
ministracgo parochial ...
Dem=is tenho observado e me
coonvencido pela experiencia que
os meus parochianos que vao ao
Joaseiro, voltam melhor.s, mais
tordeiros, mais submissos e mais
christZos.
Logo nao vejo rasAo para ex-
commungar ou amaldicoar aos
meos parochianos quEAio ao Jo-
useiroi. .',. :


Be= vergemlbs
Foi preso ante-hontem pela
policia aqui destacada Regino
Lopes pelo facto de ter ca-rega-
do, do Cratp, uma mo ca por no-
me Vicencia de Tal.
Justa prisAo!
Esse p itife, que, de ladrAo de
1oiro, passou a furtar moca, a-
cha-se recolhido na cadeia publi-
ca d'aquella cidade.
Arra! sem vergonha!


Ceiqaa de ta *id.

Quinta-feira da semana tran-
acta, um doido,-,Manoel de
-!.i viho;, de Missao-Ve-
..esta localida, em..Fo-
ag-h' de'3iu pae, & 'deste
garrando, entrou portas iden-
'uma casa. e deparando-se-
'he nella uma creanca de cinco
nnos que dormia, pegou-lhe das
\ rnas e arremessou-a de encon
o a parede.
A pobre da m gue y ace
va Ia para os funds do quinta,
acudindo aos gritos da creanga,
jai a enconmrotomorta.
N'este comenos, em chegaeao
o pae do doido, este (o doido)
seatou-lhe umrn pbrete, rachan4o
Ihe a cabea.
Preso, logo apos, foi remettido
para a cadeia do Crato.


JgSeie*' pel, ave**.*

Em dias do mez pr. passado
pre.o e arrastado pela PWl
,asa de detenq9 desta .k d
de umrn tal de Mar.l Brejemp-.
Essa prison, m6ofrou-a 9
cto, provado ate a evidencia,
ser, esse desgraado. |adrao .
cavallo.
Mas, A esse la '
protegidb..por
terra,()-be er .

sta altura comos.o.-a gm ladr-do

de. e a u


cusado, mas se- .. ,me* pr .

fari i, o
algibeiraA, es ncam-o e
ra1 nrte, lanam- "' f errors.
ramente, la na- _.me..es,
conservam-n'o, haiO "

b&N a prE, aou

Dirio 0 9 pelo a"i 1
/ I **** ,..-


K -S -ON"
I IE


I


VISITS
Dignaram-se de vi.sitar a eta. Redaceo
0, illustres e dis.tinctos eavalheiros;
Dr. Francisco Cunha Coutiuho
9 Fioro B;,r:holco!iiii da Costa
CeL Antonio do E. Santo Correia
a Jos Andr' de Figueireda
Major Severino Duarte Grangeiro
Jos6 le-dro (Go.;oalves
SJonquiin Augusto Sohreira,
Antonio BaEerra de Menexes
SJosei Francisco de Sousa
Capitol' Jo to Coelho Filho
SJapi Raymundo de Macedo
SJesus Peixotq de Aklenar
Pedro Peixoto
Francisco Linhares Tourinhe
Tente Joaquim Tavares
e Franzisco Dantas
Alferes P.aynundo de Noroes
e Jos6 de Nor6es M.aiv-
Agradece nos-lhes as honrosas visitas.


EI0racer o memo

Os Bispos Catholicos da In-
glaterra publicaram umna pasto-
ral, sobre as elei96es que Aora
ali se realizam, e nella ordena-
,rm aos eleitores catholicos de
'suas dioceses que vote s6nvib-
nos candidates conservadores
f$is a Egreja.
".' Q Brazil tambem temi catholi-
'jps "Exm'Cet ivdr'i s '
i :.verino arcebivpg de Maria-
'na, t A. J.oui Bispo de Dia-
mastina.I Joao, Bispo *i Cam-
panha,n Antonio Bispo de
pouse Alegre, D. Eduard Bis-
po Uberaba, e D. P ncio,
j po de Goyaz-todo, ina tir-
Ouatr coli ctziva de 24 de DezeM-
Jro, terminantemente recomn
darait e a s catholicos que s io
.au aswe. a eleiqao dos candi-
)t6V onico*.
SGivs a Deus: nem rodo
S horrfs Inudos; segundo
aplessxo biblica: canes mutit
rf lentes latrare.


*


do que estamos no fim dos tem-
pos.
-E estamos mesmo!


Dlverces
Varias casas commercials do
Rio tern recebido cartas anony-
mas, pedi ndo dinheiro, sob pena
de voarem esses estabelecimen-
tos ao explodir das ;b6mbas de
dynamite. As cartas sio carim-
badas pela associacAo (Mao Ne-
gra.
-0 Sr. Ruy Barbosa tern ulti-
mamente recebido numerosas
cartas anonymas, cada qual mais
ameacadora,
-Consta que o dr. Barbosa Li-
ma, em consequencia dos di-
scursos que proferiu na Camara,
atacando ao exercito, foi aesafia-
do para um duello por um official
superior.
Nao acceitou, porem, aquelle
deputedo, o desafio.


College patrleio
Comegaram de funcionar no
dia 1? deste mez. e no mesmo
seminario de S. Jose, do Crr.to,
as aulas do collegio dos padres. !
Casou-nos -especie nao terem os'
seus directories annunciado pela
imprensa da terra a su-i reaber-
tura. Foi uma grande falta que
commetteram, mas, que, de al-
gum modo. a redimiram, annun-
ciando ji por cartas, jd de viva
voz, For orcde passavam, que as
a ulas corr ega iam, como, u.,e f-
cto, no primeilo dste mez.
Parabens aos sr. rev,." pa-
dres e ao povo cratense.
4 -


Foi, de trazer-me. a noticia
At6 a cabeCa tout .
Exclamei:-perdi umerifie
Q .ie liada tevava en wonta
cangaceiro sem ignal,
Perdi aga -umn punat
Que nunca virou a penta.
Tive minitos 'angaceiros,
Que ~nando 6o tinba a men lado,
Comeboer, elle e Ralampo.
Joo-Telho e Jaqninm do Gado,
En ia at0 me assentar
Para poder ese tar
Os tiros de PIA6 eitado.

s cangaweies que en tinha
Nao havia nrp insol*nte,
Pegavau-se m m dagneles
Era nn'alaimiunocente,
Nio seado seas intrigados
Era#. p&6 elles tr4tados
Muft delicadamenten

Pero que vejo o governor
Acaba. meus (emIanheiros,
Acha que eu de
Por benaties, loiteiros,
Ja nae po-so m ee
Chego ao ponto e
SemeUit d49g c& -s.

Relampo estA na prisio
Para today e e de
Fo'i- e tambem IiBPreto
Por nato ter i aade,l
Snmin-se Maooel Novpto,
SMataram .16aniA Beaio,
'Perdi tambem Tempesta:le.

Era virgem de ehorar
Nessa mnuha pouca edade,
ig-Porque ate o present
-.Nafo tinha Mecesidad,_
Is a hora i hm.c

So!,'vei p r T T'm trade.


Corretp do eorsee

Embora a irregularidade de
qossa repartigio postal,temos re-
cibido por vezes o Correto do
Norte, orglo do Pamtido Revi-
sionista do Estado do Amozo-
nas.
E' digno de leitura pelas boas
pennas que honramsuaa Redac-
9ao e pela variedade de assum-r
ptos de cqie'se occuPa.
No Amazoos tudoe grande e
magestoso...
0 Correio do Norte tem-se
empenhado em attingir ai altura
da grandipsa-terr&aqut *rWesen-
ta na imprenr-a do Mbrte, e. n&s
fasemos votos sinceros para que,
conseguindo seu desideratum,
conte a mais long e brilhante
existencia.


Ahi dos cino pafzanto
Nbs.ficamos dewcawnados.
Porque tres:,-.orreram logo
E dois -estavam baleados.
O.fogo sempre cesson,
O queinos atropellou
Foram 18 soldados.

0 capitio Angelim
Diase:-posso me acabar,
Quem ficar vito me enterre
IQQOMatieer pode chorar,
N6s'itos somos humans.
Perdeos ci nco -ainaoia-
Quem deseja mais ficar?

Pude iar a Ooemad
Veja sepode ir ahindo,
0 fogo estA engrossando,
A fropa pstA inve'ndo,
SCoemda gde eradir-se
Naht"aqa escapaliu-se,
N6s fiesamos esistado

Ma mpesta&de gritava,
q(4io .qne'taa zombax6d-
Qh apitao Angelim,
Osenlior est demabrado,
Raauobebo amgu eaeso,
Maudei botar a almnec.


J


hade. tar esr'ando.


Perdi am ri de laze,
Um punbal de conflauna,
Fimil que nao mentoS-
-Que perns de segaw l I
Piloto dutro no giro,
Cabra que nuncaerrou tiro,
A fall delle era-avana _!

Inda von A Garanhuns
Embora seja cidade,
Von ap cemiterio e abro
A cova de Tempestade.
Vou iho levar urn punhal
Qne 6 apenas am signal
e Bnossa grande amizade.

Chama.i a alma delle,
Lhe prguato: cstAs lembrada
Das facahas que fizemos
Mais Rio Preto e Cocada ?
Do negro que n s matamos
E de uma surra que demos
No pae daquelle anspeqada ?

Uma ves na Imburana
Elle, eu, Relampo 6 Cocada,
Estavamos almooando
Quando a casa foi cercada

E b Aono maIs e uma bora
Mastigando carneassada..

0 pardavasco Relampo,
Esse chegou a dizer:
-Cubra a mesa corn um panno
Agora tenho que fazer
Pegon o punhal no dente,
Disse: a comida esti quer.te,
Bote ji venho comer.

Eram 18 soldados
Que vinham de Pajehf.
Cinco paisanos de raga.
Brada-Mundo e Fogo-Crii,
Riacho-Negro e Caicara,
E am tal de Capivara,
Todos cinco do Exit.

Esse tal Riacho Negro
Jnvestin logo Cocada,
Vibrom-Ileosolhosedisse:
VocA more' camarada!
En me criei numa serra
E vim hoj6 A sua terra
NMo foi fazer cacoada.

'Eseeti passei-lhe uma bala
E disse a elk-- ollega
Dens te ajude e nAo me atraza,
Pi-aga tambem nao me pega,
Briga de tiro um jogo
;e o sen rifle mente fogo
Garr.nto que o meu nao nega.

Esse tal de Brada Mundo
Como nma cobra assanhada
Foi corn pnnhal a Relampo
E atirou em Cocada...
Eu uio othei para waz
Vinbam dois officials
Udi den-me um golpe de espada.

Entio o tal Fogo-Crfi
A'Temqpestade investfn,
Baixon-lhe o riffeno peito
Qnue a fmaga o cobri,
Tempestade ahi gritou-lhe:
Corlega, estA am que don-the
0 bruto quieto ecahin,.


NuWca corr.. em pedigo
Inda qe lntasse m mez,
Vinte, trinta, para mim
Eram como cinco on seis,
Porque as nossas proezas
Eram vinte fortalezas
-Atirando de uma vez.

Hoje etn s nesse sertflo
Nao" temipdu'tlfneBIf
Aquelle nao e ninguem,
Nao tenho quemn me ajude
Eston com6 Bonaparte
Na ilha de Saintarem.

M31 digo como elle disSe: -
No degredo sem distino
Inda son Napoleao,
Son grosseimojA fni flno
Embora em grande perigo
Okhap'ry adio.:
tftso Anti sib ilvino.'

Assim mesmo inda ha ingar
Que en passando tocam byyai
o preto, perganta ao branco,
Pergunta o bhomein ao menin
O matto pergunta a praca,
Quem 6 aquelle que pass?
Respondem:-6 Antonio SUi
Leandro domes de Bar


jib.



ros


-AVISOS
0 Coronel Jos4 Andre de Fi-
gueiredo, honrado e crierito o
commerciante, neta praga, acha-
so auctorisado pela easa commer-
cial Gonalve. TCunha & Cia do
Pernambuco, irWa vender as pio-.
priedades quei-ei form dadas
em paganment&proSl.bba tilo
Fialho de llritto, a saber: 1 sitio
pequeno d'agia regalia no logar
-Regadia do Pllado; 1 fasenda
c ano casa e oiawo bemfitoriax, em
Fasendas Novas; 1 posse de ter-
ras em Paui-cep; I dita em Re-
troneo;I dita em Bradecy; 1 dita
em Chico LIopes; 1 dita em Ma-
me uc,; 1 -ita eni Riacho Fundo.
y; que de ejareln comprar di-
tasterrm, dirijaim-se no encarre
gado a cima que todo negocio tara

Visto nao saber ds resultadios
de unt* bilhetes quo Dn
d&l-os em var" tio,
r y r e o l v t d. 2 7 a-
rifa. doA4
np P o aso interegadw n"l
popqninbo doe pi d 1
Jogseiro, 4 de maro z o110


V .


* 9*.


I


~i~cl~hr


" ^


Ahi chegou nm alfT "-
De S. Jos6 do E4oa
Cadi anpa mi* perito,
En asic mei c amarada,
Urm b
Torna-se aWo bouito.

A fomags tapon tado s,
Podemos nos retirar, o,







aFiz medostas as classes,
PoFi geus de bvalqeiro,
Na&a ,fazdistrai, d
Nao deizarei de sent i
A more dos oang4ceiros.

Corn elles, venci afontas,re
G hei omma de d a iero ro,tae

FigBro qrade baenqeiro,
NeCom ells cqu e n mast ass,
VNeds odqo oe aneorresse

Com elles nunca eneontrei
Perigo que me affrontasse
Braco que me-resististte,
Nem homemtque en ndo matasse,
Nem 4aro que alo morresse
Nem cerco que nao rompesse,
Nem logar que eu n&o entrasse.


AS LAGRIMAS DE ANTONIO
SILVINPOR TEMUM ADE
Eu estava Ia m Grossos,
Corn nm eamarada menu
Quando chegou tia-rapaz
E urn recado me den:
-Manda -dizer men padrinho
Que soube qtuem Canhotinho
O TempestaW wnoriTen.


S ... -.- .m-
,' "- ; .': a -. z** ^
..... ..,^. ..,:. ,,' : j ^^^.^^^:.^^ ^,,I^ ^,.,,^^^



















Co'0adoari


J ASEIRO


CINCIrMo SILVA


SAPATARIA
PERSEVERANQA

Esta sapataria se encarregade
qnalquer trabalho todos em couro e


Vindo de Garanhns, estado de Per- garante aos sens fregueses obras que


rtinbuco, Ocha-se estabelecido nesta pra-
cornm um completo e rariado sortimeait -
t.' iasendai0i mercadorias que vende por,
pros semnt compete mneia, A content mesmo
do inais exigente fregucz.
Utna visit, pois, a LOJA ESTRELLA
de Cincinato Silva, Runa Padre Cicero
I ". 32.


PHARMACIACARVALO
Ha nesta conceituada pharmacia uU
varinado sortimento de drogas e product
clhimicos, especialidades phannaceuticat.
na sionaes e estrangeiras.
Aviam-se reeitas a qualquer hora comn
promptidio, euidado e asaeio.
:lunA Padre Cicero n". 44.



0 BARATEIRO
Manoel Vietorino da Silva, corn dunas
lojas bem sortidas de todos os artigos de
Commercio, Run Nova, no. 996 e i Runa
Padre Cicero, n". 2S.
Preos sem competencia, ctsto da a ital.



A POPULAR
Loja de farendas e outroe artigos dte
eoinmercio, vendas pelo custo no empenho
de apurar o capital empregado.
O freguez procure na Rna Nova 4 casa
n-. 955 e na Rua Padre Cicero a loja no
30, que ser-i servido A media de -eu de-
sejo.


DOIS I RMAOS
Loja de fasendas, ferragens, e estiva,
na Praca da Liberdade, n". 972. Sinceri-
dade de negoeio, modicidade de pre affabilidade d' freguesia.
Diomedes Siqueira & Irmi-o.


FUNILEIRO
Officina complete de todos os :;rtefactos
e utensilios em flandres, com grande sorti-
- .mento para vendas em groeso e a retalho.
Gi acharem outro harateiro, nro ha de
ser tanto como o proprietario Joio Antonio
Fnrtado.
1'rata da Liberdade un.978.




LOJA

de fa: end s mercadorias estivas, ferra-
gens, chapeus. Tendo recebido do Cearai
um complete sortimento does artigos acima
meneionados que s to vendidos por prego
sem competencia, convida, todo o public
p-aa fawer uama visit a dito estabeleoimen-
to que so certiicarA do quoe aflirmado.
VERDADEIRO QUEIMA!


APROVEITEM!


APROVEITEMI!


.Jo d Baptista de Oliveira.
Run Padre Cicero No. S36



SAATMARIA
HB6ASPERAN9A
S Est Sapatarin de Joaqaiu Beierr. S-
bral achn--e ai disposito do pbiLico e dos
I samigod, e encarrega-se I trabalhe em coiro com grande presto a e
S*A iMnieidlade men. preewo. Rub do Cruseiro


ja.t e.-. ..-,..


ndo se podem desejar melhores e de
pregos rasnaveis.
Irenio Cabral de Oliveira
Rua do Cruzeiro n* 1085


CAS A S
Aluga-ae uma casa na Run Larangeira
n". 65, grande, com bons commodos para
nnmerosa familiar, A 10$000 rs pagamentoi
A trimestre adeantado.
-Aluga-se outra casa, na mesma Runa, n".
118, corn boas propory6es e muito comamo-
Idna 1AIM nri0w0 omtota m i;


o, A IA puuor mez, pagaumeiuto. a lt-
M ER A RI A mestre adeantado, 4
M E CI I j A.tractar na Rua Grgs obi'n.aB
OLIVEIRA & NATIM corn J. J. T. Mrrroco. -.
0 proprietario deste acreditado estabe-
lecimento tendo recentemente chegado da -
capital do eotado avisa sos seus innume- At1
ros freguezes e ao public em geral qune se r A KW C .
wcha corn um complete sortimento de
mercadorias nacionsae, extrangeirar;-l a- I alel -Teophilo A. de S Cavalcante.
dos, meias,para homes e senhoras,suspeI.- Tindo mudado a, na n Phawnmacia da
-orios, eadeias de aluminium, redomas, Tressa da CsWorai* n' 4 t parma ita
extractos de diversas qualidadea, brilhan- M D 'ogoeira Accioly, eprodio p%. 33,A m-
tinas. oleo de baboza para o cabello; bi- niuma ao seus Am", e fregnezes qcue;
'i dJc.: copos d. phautazia, bicos,g rendas, pam bemn servfl-os, esperando por mso,.
sunx-'s'ggregas. ate etc. a mercer a continuacV-o dle suas estimadas
Tuno it diahieiro A i ta e por, preVos orders.
modicos. 0 PROPRIETARIO Crato i1t de Janeiro de 1910
OLIVEIRA & NATIM


U


JOSE LANDIM M/ rS. N AO
Avi a aos w ns fregnes a qp" .elhe;.oi u,,, Casas, Sitio, fasendas de gado
grande sortemento de Vinho do Porto, Mose- Ueste municipio no term de Sant-
eatelSuperior, Santo Antonio, Cognae.Ver- Anna do t.jry a vender.
mutB. Vinho de Missa. C.-npipa, Serrot de '
Jose Rodrigues Mouteiro tendo de
Jinipapo, Agnardente de C i. de Lima e oses otei tendo de
Canna: Cigarros Tnpy,La Morena, Bostoc, retirar-seidesta cidade no intuito de
Como Sio Bon.,de Palha, as Quatro Ligas. procurar na Europa alivio a-suan
Populares: doee Pesqueira=Josed Faanha. saude sempre alterada, declare, a
Manteiga Bretel, Excellente, Papagaio, Pi-
auhy; Eanha de porco em lata. quem enteressar, que estio expostas
ao por os medicos venda todas suas casasnesta cidade
Ttilo por-preios medicos
e suas fazendas de gado neste muni-
Rua P.*Cicero n. 62. -ipio e no termo de Sant-Anna do

Cariry e mais upn sitio no mesmo re-
Sferido termo denominado ,Queimado-
SS ,0 S f cam engenho de'ferro e casa propria,
JTeronymogFranciso de Lima casa de vivenda, tudo de telha e
tern, esti localidade, a; venda, duas I segura constrai0o, corn ma pequena
c as de taipa rcobertas de tilha, uma nascenva e aaude de pedra e cal, com
qita A Rua de S Francisco e a outra cannavial para dusentas cargas de
na travessa da Rua Nova.pelaprimei- rapaduras, possuindo extensas mattas
ra lede2oo00:,n;pelasegunda 180:0ooa com madeira de constru(a.o: outro
A'tratar na RUA DO CRUZEIRO sim pede A aquelles dos seus amigos
---. quie tem corn o0 mesmo negocio.


FARINA DE
MANDIOCA
J ose Alves da Silva, avisa aos se-
us fregneses e sao public em geral
que tern em deposit grande quanti-
dade de wFarinha de Mand'ocaa de
primeira qualidade, e -VENDE A
DINHEIRO- em grosso e a retalho
A pregos BARATISSIMOS.
RUA DO PADRE CICERO N? 301


Bup -go
BU 0SUMIDO

Grotifico bem a quem me entre-
gar um poldro rosilho que desappa-
receu na serra do Araripe sitio
Queimada Grande, ..bm a sFguiLte
marca e freguesia.
Quem o encontrar ,-7
pode en- tregar A re-
daeiio d' 0" Rebate
o1 em minha residencia:-
Serra dos Asedos
Pedro Xavier de Araajo

\ ."- .~if'^^.-- "


queirAo por bondade satisfaser sewa
compromissos, uma vez que tern de
ausentar-se por tempo indetarmina-
do e ter de prover-se de recursos saf-
ficientes.

Crato, 26 de Ontubro de 1909

Jos4 Rodrigues Monteiro



0 CRATO
iLEQANTE

DE
A. BELEM SOBRINHO
45--RUA DO COdtMERCIO-4
CRATO--CEARA'.
Estabe'e imento deFazendas finus,
Miudezas, Noridades, artigos de uso do-
mestico, Alta fantasia, & & &.
Especialidade em: artigos para
homes e senhoras; objects para presen-
tea e p3rfumarn'finaisma!!
Preqos Tm competidor!
Dinheiro A rista.


,~ ~~~~ .. Ii. .


ECONOMISADOR
PAULISTA
CAIXA INTERNATIONAL DE I
SHOES VITALICIAS.
Approval por Deereto Federal,
deposit de garantia no Thesouro Fe
proporcional so capital de pensoes d
contos de&rei&.
Registrada na Junta Commerei
S'e Paulo.
Sede em 8& PAULO.RUA S. BENT
(Antigoescriptorioda Comparhia Mog
Filial no Rio: RUA 7 DE SETl:M
113 moderna)
ENTIREE GONQALVES ;DIAS E 1
NItA CENTRAL)
D igRECR@IA
PRESIDENTE-Senador Luiz
Senador Estadoal ex-chefe de Poli
ex-Secretario da Agricultura, do E.
Paulo.
SECRETARIA-Commendador Le
Gurgel, da firma Silva Seabra & C
Fabrica de Tecidos S. Bernardo.
GERENTE Dr. Claudio de Sousa
dico e industriaL
THESOURE )RO-Dr. Gabriel Di
Silva, advpgado, capitalists, director
Companhia Industrial de S. Paulo
Companhia de Pogos de Caldas.
C.(m. eliko FizcAl
Exumo. Snr. Conde de Prates, Dir
do Banco de Sio Paulo-Exmo. Snr
ronel Fernando Prestes, vice-prei(
do Estado-Barifo de Dnprat, direct(
Companhia Industrial de Silo Paulo:
Rodolpho Miranda, proprietario da F
ca de Tecidos Arethusina, de Piraci
e deputado federal-Dr. Joao Alvez D
medico e proprietario-Pharm. L. I
de Queiroz, da firma, L. Qneiroz
(propr:etario da Drogaria Americat
Fabrica de products chimicos) Dr. P
Pontual e Dr. Victor Godinho eapitali
A ECONOMISADORA PALIST
uma sociedade mutua, com'fiscalisago
Governo, cunjo fim 6 estabelecer nnma R
DA VITALICIA mensal, em dinheiro
seus socios. Tern dunas caixas, a caix
e a caixa B.
Os socios da Caixa'Arpagam 5$00
joia e 2$500 de inensalidade e tem d
to, no fim de 15 annos, a ui a oiao
nio serA maior de 150$000 por mez.
Os socios da Caixa B, pagam 5(00
joia e 5*000 de mensalidade e tem d
to, no tim de 10 annos, a um.:. pension
bao poderA exceder de 100$000 por
--No caso de fallecer antes de [cheg
receber a pensio, a associaVio pagar
seus herdeiros necessarlos todas as
tribuiq~es quo elle tiver feito, sem j
Dando-se o fallecfinento depois queo
tuario esativer em goso da pepaeso eA
car.d extinct, sem que aos seas herd
assist qualquer direito.
A pensko seran paga ao proprio in
duo, on sep eu procurador legal, ou
intermedi9 de qualquor Banco, quan
mutuario se achar no extrangeiro.
O socio contribuinte em dia, que
imposalbilitado de proseguir nas sua
tradas, depois de einco annos de ass
clo, em consequencia de molestia chro
e incuravel, qub o iphabilite para r
balho, serA cousiderado sauspenso e
perdeft direito A peodoo.
Os pgamentos antecipados de 1
gozram da redueoico te 50 o/o, os pagam
de 10 anno*. 2 o/o e os pgagmente a
annos ;15-o/o.
0 matunrio que so insmcrever um-
antes do aoteio e tiver a sorte d
premiado, paprl apenas poucos mi
tera direito a nnma pensio para to
sua vrid..
Ate dezembro foram sorteadas
enrderb, on .ejii no periodo de
mezes. A ECONOMISADORA e a
que fax sorteiosde dois em dois nme
am granude morteio no Natal!
Soeis inscriptos de. abril deii
Janeiro 1909:-34t00. Nenhurama oat
eiedade obteve tal numeral de soelo
SPido de proapecto, pro as, e
aetae e infoetma'gie minacibsa ao
B aprewsntant o Crato.
Belem Solriasko
41-Rua do Cdommrsio.tt


'a


BARBALHA
----*-



Orgi do PartideoRepublicano da Bar-
balha, Director Politico Coronel Joao Ray-
mundo de Macdro; gerente Jod Pio Ro-
drigues: pulaica-se ao" domingod e asign.-
so A 5S000 per semestre, pago adeantada-
mente.
Redacq&o e Gereacia i Ria do Viddo


in. 55.


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. Co-
dente
or da
=Dr.


abri- prel arado pelo boticario Mano-
icaba el Candido das- Doae, ede rada effi-
Nima. sacia nas perigosas "e .be
Pinto syphiliticas, escrophulosas e darthroas.
& C. Eo grande desalojador dos humores vi-, j
na e ciados e o poderoso eliminador do todas as-
'edro doengas pertinm.zis que tem sun orige
istas. na impuresa do sangue.
A 4 Unico d6pesito na pharmacia Jobe Can-
Us do dido, na Rua do Video.
IEN-
, aos
A PARMACIA SILVAJ

0 de
irei- de Silvino Jose da .Silva, na Rua do Com-
que mercio, n. 8; tem nm grande e variado
sortimento de drogas, products chimicos
)0 de e especialidades pharmaceuticals.
irei- Despacha os receituarios com medica-
mentos de reconhecida pureza e garante
mez. aceio, prestezae modicidadede pr"et.
ar a ,
A aOs
con-
uros. BURRO SUMIDO
mu-r
a fi- Desappareeeram de men sitio urnm
reiros burro c-irdio e nma burra castan5a
qnazi preta ambos corn esta marca -
divi- e com a seguinte freguezia
a per
do

fear Quem der noticias certas na Redac-
s en- glo d' 0 4Rebates on vier me entre-
ocia- gar ditos animaes, sera gratificado
Mnia generosamente.
o tra-
nio Barbalha, Sitio Brej o, 10 de No-
vembro de 1909
anno Joio Demosthenes Fernandes Vieira
entos
de 15
me:
il MILrAGiE
oda a

cinco 'A '
" CAVALLO SUMmo
zes ,
08 cawllo carndao ra, socb, ,atsi-
a o-' o bonito, itatiro, chotdc, oho. asmes.
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Ques ifor- Jwe 0 Ig i2s Wam Milagre sra gran-

i h.


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4


p. 5


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periodico politico, criticoie noticioso: di-
reetorLe proprietario Antoalo Pinto. As-
signa-ee a 4 pur anno, pagamento ade-
ant do e publica-se em qualquaer dia da
semana, em que soe unpressa.


0 C KTAMA

periodic litterio, commercial e noticioso
da cidade da Barbalha, publica-se quin-.
zenalmueute e aasina-sI .. radio de t400u
por anno adeantado.
Suna typographia funcciona na Run do
'Video n-. 9i e imprime corn perfeiViko car-
tas, circulares, convites, rotalos, avulsos e
annuncsio.


DEPURATIVO CANDIDO
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