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* * i. . _.- -i f- i -s ".- : lyf, ;. ^'f ,=,I^ ^ ..3 .. I L^ . ___ i - .d* CEARA-BRASIL ,*, DOMINGO DE MARCO DE 131910 ANNO --NUM. XXXlN EXPEDIENTE 0 -REBATE, publica-se semanalmente Emi:DACTOR=CHEFE=-Padre Joaquim de Alencar Peixoto. GERENTE =Felismino P. de Alencar ASSIGNATURAS Anno . . . . . . . . 5000 Semestre ........... ... 5asoo PAGAMENTOS ADIANTADOS As publica95es de interesse particular,ou annuncios dependem de contracts, sendo o pagameuto adiantado. A redac9 o nAo d responsavel pelos ar- ;'igos inedictoriaes., neim pelas publica- t6es alheias, assignadas. Acceitam-se artigos de religiso, sciencia litteratura etc. prehenchendo as condiges de noso programma. RedagTio, gerencia e typographia-Rua upPre Cicero -n." 343. JOASEIRO DO CARIRY MAIS UM ATTENTADO CRIME DEESTELLIONATO Crilineso e 1 vigarlo Desassombrados, e sem temer gaifonas de quemquer que seja, jai fizemos notar em linguagem vibrant a situagdo canhestra dos maus tempos que correm. Temos, por mais d'uma vez, do pino desta imprensa, verga- stado os erros e as mazellas d e- sta situagao, em que todos nos achimos,sem lei, sem morz.l,sem liberdade e sen garantias so- ciaes. A nossa critica tern sido seve- ra, pondo em relevo todo esse alluvido de malles que vao, de mais A mais, pesando sobre os nossos destines de povo, escal- dando-nos as aspiragaes do co- rag o, extinguindo-nos o scin- tillar da idea e matando-nos a .alma. Situagdo terrivel! foi este o vehemente grito de desespero que, nao ha muito, escapo.t de nosso peito.'j. Ao explodirmos, assim, em lai- vos de dor e amarguras, mal pensavamos que, em meio a' va- stidAo desse lago de miserias po- lymorphicas e sombrias, uma pe- dra, tombando da montanha, ca- hisse, pesada, alteando-lhe, corn estranho fragor, a onda, em cir- culos concentricos, ai espalhar-se, agora... Mal pensavamos, corn effeito, Realmente, o acto criminoso do reved'n? sr. vigario do Crato, e mais um attestado da degra- dag o que Lvra escamp4dameri- te; e mais uma prova cabal do despotismo A que, tAo d'alma, se allia,-d'esse despotismo que nos estarrece e que nos aporri- nha. Mas, que acrto criminoso, esse, do reved.m? sr. vigario do Crato ? Vejamol-o. Aos 23 de setembro de 1897, Jr ao Lopes da Silva vendeu ao sr. Antonio Fernandes da Silva 22 palmos de terreno foreiro do patrimonio de N. Senhora das Dores, na rua da Conceigao, de- sta localidade, e d'este terreno deram-lhe recibo de cordoamen- to os srs. Jode Leandro Beserra e Elias Affons Pereira Moreno, entio, f,.briqueiro da mi.triz do Crato. O segundo possuidor deste terreno, o referido sr. Antonio Fernaades da Silva, v.-ndeu-o, aos 24 de junho de 1898 ao sr. Antonio Jose dos Santos que pa- gou ao mesmo fabrique'ro da matriz do Crato os foros de cin- co annos, A contar de 1895 a 1899. Aklm d'estes foros pagou ain- da ao mesmo fabriqueiro um di- reito de laudemio que elle exigiu sobre o imposto ( e transmission ! Dono, tres vezes, do supra dito terreno. pela transmissAo do primeiro po-.suidor-Joio Lope" da Silva, do seg-undo--Ant que pagou por elles que nunca os pagar'm, e que elle pagou desde 1895 ate 1899, cinco an- nos successivos, alem de ter pa- go mais um d'reito de laudemio que, sobre o imposto de trais- missAqs, Ihe exigiu o menciona to fabriqueiro,-o sr. Antonio Jose dos SAntos, acossado pela secc% de 1900, teve de retirar-se d'e- sta terra para o sul, (como cha- mou aqui as Alagoas), deixando, porem, um encarregado de velkr pela sua propriedade. -E propriedade esta, notem bem, que, sobre consistir no ter- reno aforado, consistia mais n'u- ma pequena casa que edificou para residencia sua, e de sua po- bre mAe. Mas, aos 4 de fevereiro de 1908, o sr. Jose Ferreira da Sil- va, sachristao, e ei.carregado das coisas despa Capella de N. Se- nhora das Dores, passou, de or- dem do reved'n? sr. vigario do Crato, o aforamento- da mesma propriedade ao sr. Miguel Be- que um facto tao frisante viesse serra da Silva, disendo na respe- em adminiculo de quanto temos ctiva escriptura que. assim, o fa- dito d'esta situagao deprimente, sia, por ordem-do mesmoreved1.? i que nos langaram esses Esaus sr. vigario do Crato, e por esse; da liberdade. terreno em guestio, sem question, recebeu o pagpmento dos foroI trimonio de 5 annosque b sr. Antbnio Jo- te Ferrer s' dos Santos j6s- tinha pago, sim em1 e mais ainda os dos annos de chiato, oi 1900 a 1908. 4- tabilisadi Entrando nt posse da propri- Ao, d' edade que, aos 4 de fevereiro nos, nAo de 1908, Ihe alienou # revedan? ahi, que sr. vigario do Crati, o sr. Miguel cemos in Beserra da Silva. a vendeu, aos jniserias 9 de margo do meismo anno, ao De tud sr. Manoel Roberto dos Sanctos. que, em Como se ve, pois, dWeste pe- da, temo queno historic, a~ttenro acto mais que attrabiliario, despotico e crimi- mentos r noso do actual vigario do Crato. Cresea Certo, s. revelJnt, mandando, sr. vigari por seu encarrqgfado, ou procu- seu carai rador, aqui, no Joaseiro, o sr. J'o- do de du se Ferreira da Silva, vender a Appar propriedade que, de facto e de Vamo, dire to, pertence ao sr. Antonio terceiro Jose dos Sanctos, in*correu n'um justiga, e grande peccado erante a le di- der-se, ai vina,e n'um gra" exeBA- "ormid4( te a lei humaim i estellionato, previsto pelo 0ovis- a proprie simo codigo penalda Republica, Venha (art. 338, 2?, coin penas de como M prisdo cellular por um a quatro sua prop; annos e multa de 5 a 20 o/o do N6s o valor do object sobre que recair e corn es o crime); crime esse, finalmente, nos anim public, e, portanto, sujeito a dos de accqo da justia. firmas re A justiga! mas, que me impor- nao idem ta ella? dird s. revedTnt no auge ma de su de sua magestade de rei no civzl o pera e no eclesiastico? Estes, E, de facto, que lhe importa faltr'em a justica, quando s. revedTT con- prelindi tiniia, em sua faina ingloria de sar o fac tudo menoscabar, nao poupan- desprega do mesmo o direito divino que -S6 ass tantas vezes tern acalcanhado ? e urge a E' dessa forma que s. reved'., busos e quer engrosser os seus capitals, do crime como nao vacilla em attentar vigario d( contra a propriedade alhs-.a? E ago Ndc ve s. revedTma que de Ion- nar:-qu ge vem, e long se vae toman- to de pr do a series de suas exigencias at- bemrn no trabiliarias e de suas determina- por isso 9oes despoticas ? direito a 1 Onde estamos n6s, onde esta- dera;ao. mos, entao, que nem sequer o direito sagrado de propriedade - se respeita ? Hontem, esbulhava de seus 0 FO direitos, em prol da lover, A uns pobres orphdos desv'allidos; hoje corn todo o cynismo d'um cala- brez que nunca soube o que era consciencia, manda vender umna N&so sec propriedade que, nem de facto, liha. nem de direito. lhe pertence Nem por De meios terms arrastados, Viviam posto seja s. reved"P?, tern sur- abysmo in! tos, comtudo, d'uma audacia de Habitava Apuleyo t-ansformado, e, como funds e ma se mette em certas empreitadas, A palha ha de realisal-as, muito embora este miesm aos pinchos ror cima de direitos a vae-se az -, infindo e de leis. Foi assim na alheacao, bladas, ei ou alienacao do inalienavel pa- boleta. da capella de S. Vicen- r, do Crato; tern -sido as- politica, cpmo no piro-. nde se tern bastante no-. esta forma, extemarmo- entendam carolas, por urdimos calumnias, te- famias,ou architectamos ! do o que levamos dito, e. facto de relagio, e na- s, e sobejam-nos provas e irrefragaveis, e argu- nais que convincentes. a, e apparega o reved"? o do Crap com todo o ) de Aronze, emoldura- ros, ing-atos ios... .eva, pois! s por si i.esmb6,ou is barrat "do tribunal da ! ahi comece.por deffen- ttenuando,psi pode,-a e- de do" 'mu de . ;dade ailheia! i! apparea nao fuja achbeth, corn medo de rii sombra... esperamos, sr. vigario, sse mesmo espirito que a, e nos disp6e, adarga-. _documentos sellados e conhecidas, A, uma vez nise s. reveda a victi- La extorsio, intentar ac- ante os tribunaes do paiz. p6rem, si, por ventura, , teremos, entio, o im- vel dever de escandali- :to, rindo as bandeiras das. rim poderemos acabar, cabemos, com esses a- crimes desta naturesa perpetrado pelo actual o Crato. ra, e aqui para termi- em nAo respeita o direi- opriedade alheia, tamrn respeita mais nada, e mesmo-perde todo o toda e qualquer consi.- GO E A PALHA Fa cone natural face in 6co. . (Dante) onheciam o fogo e a pa- sonho. elles distanciados por um sondavel... i o fogo as grutas mais pro- ais reV ditas da terra. tinha por estancia amada o espago que se desdobra, ul, da terra, aos ceus; espa- A que soiaelevar-se em re- rn estonteamentos do bor- Certo dia, sea que, ao menos amna rajada de vento a interrompease em sen repouso k sesta, ouvin a palha, ronfenho e surido, uam como rumor que lhe parecia & ella escapado a& bem den-' tro do seio da terra. Ey aecentuando-se de mais para ma- is, extrauho, o phenomenon, esquei- ron-se afflicta, a cenvnlso nos labios, a lividez nas faces, os olhos fixos e sem var. E, em attitude, jA, de quem se es- forqa pot correr, sem poder, eis que ihe appareceu, & certa distancia, car- rancudo e rouquejante, tudo ascuando, tudo esbrazeando e consumindo tndo ao sen alcance, o fogo. . * -NAo temns, amiga, Ihe elle dis- se. Ha millenios de millenios que en Inltava desesperado conm me por A salvo desse aysamp que fo'rosamente liab~tava. E, s6 agora, o con.seui, de- vido A mn retesamento de esforgos ti- tanicos psychologisado d'uma vontade sobremaneira ardbrosa.de-vencer on morrer. Vendt, pois L A deApeito mes- '=p'tf.~ &I %.-^ %woo effeito da colera e da rabia que me dominava at6 a medulla n'essa pele- .ja, n'essa campanha de vida e morte. Ah! nio 6 sb de minha naturesa fe- rir, abater, espostejar, consumir... Eu sou o principio da lnz que te acla- rn, do calor que te anima; sou o gran- d- purifivador do ar, e da athmosphe- |;. ,,xt aii'lo is mia-uas que, m i cedu, quia, te dessem a inorte, vol- vendo-te ao inconcebivel nada. -E aqui eston, proseguia o fogo. Perdoa-me, palha, o ter-te desinquie- tado A sesta. Perdoa-me na certesa moral de que nada ha, nada havera que receiar de mim. E, A propor.ao que o poderoso ele- mento assim fallava, ia compondo a palha as feioes, illuminando o sem- blante, concertando o diseurso, mobi- lisandi o todo. E, desassonmbrada, mas receiosa, e muito, entrou a palha em relagoes com o fogo. Tratava-o ella, come n6s, os chri- stios, tratamos as almas do purgato- rio: de long, de long. Mas o fogo, corn 'artificio que esca- paria A percepqao do es mais ilumi- nado, soube, a pouco e ponco, vencer o grande recelo A palha em nao que- rer a elle tratal-o de perto, de mais perto. E, tend, alfm, corn seogransa, a pobre da palha, em facto de vencida, disse-lhe, entao, o fogo, com mais se'- guranga ainda: -Um beijo? pallia ! E a pobre, enlanguescida, corn me- lodia que, depois, mais tarde, se re- flectinu as syllabus de Eschylo: -Um beijo ? fogo ! -Simplesmente um beijo, palha. -Que monta cousa tio pouca ? E, n'um apice... n'um beijo arden- te de fogo, la se foi a palha. $ t * MORALIIADE do conto: tratar o home, a mulher, de perto, e, o que mais e,-viver corn ella sob umn rues- me tecto, e depois, nao fazer como a naturesa faz no fogo, 6, dil-o S. Ber- vAGM vendeu &o sr. Antonio Ylm venda, si Os -8 pe- essa escriptura, vr-se anda [ nome, que onera aa lsieiu a, --- SC ----n-aj &II no3se, u---- wra di ahyrD. Maria doAzmip. S upir'so *- -"j .". ----RI r ---~I~LI ,,, _' i :~ ~ - "2 - a __ ~3 d o q-e bavia de man na de. E tambem 1A cabiramu mitos nmuitos que foram arrucad de fa- do das Egrejas, quo siu*ad exter- namente manifestar devo0o e pieda- de, so sepulchres braSqueados que vscondem po ftndo do cora-eo as ma- is rmins paix6es. Mnita alma piedosa, que todos ot dias talvez frequenta as praticas ma- is sanctas da religiIo e ablando a es- sa vida de pequeninadevoOes a ma- is infame bisbilhotice e assidna mur- muracAo, tambem foi roubada pelo demonio para ir encher o sacco que jA Ihe cnstava a arrastar. Corridos to-.s o. recantos da eida- de, e nAo encontrando mais iada que recolher. reparon em am Bmo)tAo de boas intenCgle que etava ei uma praca desert. Deteve-se junto a esse monte de boas intencoes e vacilando um pouco, murmuron corn desdem: -Boa* intengSes... boasintengAep... E' verdade que por si so nPe valem nada. D'ellasest&cheio, ebem cheio, o fund do inferno. Emflm, contina- on elle, levo-as todas no men sacco, porqne aqubi ha logar para tudo. -Para dentro, boas inten'Oes. -Ellas nio valem ao ,anio, que somente na quaresma vae fazer a bar- rella ao sen sacco mnitQ mais atuiha- do que o men, de gordos peccados. -.AnOes, anOes, anies, Corn boas intengOes? Comvosco en mais ataco 0 men bojndo sacco. E o legado de Belzebuth, A nltimi hora feito poeta, a reclta da quadr que invent, vae atacando o cimo do alforge com os classics rotineiros di desobriga. -Ah!... para o alforge, malandrim sapateiro que guardas a sernnda-fei ra e trabalhas no domingo, e que to dos os aunos pronettes emendar vida aos pes do confessor, baldando as tnas boas inten"Oes. -E ta, negro ferreiro. qne todos os sabbados bebes um -cgolinho,* comr dizes, emborcando quatro canadas.. e a missa?... -Para dentro... vaes dar ao folle d Vnleaae. E corn este foi tambem engalfinhs do um magro alfaiate. que em va Intava cornm as tesoiras abertas que ti nbhar provado sem conscienciau I an no albeio. Atra delle a modista que levav 20000 por naa nit& deseda: um pa deiro que amassava o pao corn serria e gem; nm estudante que passava dormir mobre os livros................ Tudo isto 'Fe confeson tconm boa . inten6oes. -Ide todus para -o inferno receber absolviq~A; n&ovos valen a do Padr . a quem enganastes, seguiudo a voss rotiMa annual. Depois de carregar cornm tudo, d< terminon retirar-sa, mas ao duorar S ltima esquina de uma encruzilhadl encontron-se corn nm home cuj condigi nio reconhecia, pu.s io ei um borracho, new um agiota, une um ladrio, nem nm maldizentd. Porem, clare estA quoe no era bo: S home, porque Dens o tinha abaudu , --4uem es? Pergunton o diabo, brindo o alforge parsa matter mclt< -Eu nonca iui amigo, nem mimig S ,de, inguem, nio nz rnal newm ben 0 ao roubei, nwm dei nada, uao 1u1 S 0ao, O" a (O0io, cuutcut uu u interr -Ira, s am philosophy indiffere te, 4ia8e o. diaa viruaud as cutaM S a4 serviste para Dens, tambem ou S erves aP aur mm e comweo u a and sea deter-se a apanhar unia coisa t innin. Tinha side grande a colheita pa o ixterx6. ao i ha duviwa, poreo quando e le voltar de novo nes I lin da noites de inar podoe trazuer mesmoe ea aior alturge, porque emendas= 8oponcaw. Padre Alberto T, eetras ACROBATA DA DOR I Afogado em ten sangie estuoso e quente Ri Coraoe, tristissimo palhago. CRUZ E SOUZA. REG ION AL gada do I? do corrente---o Club Civilista de S. Miguel auj44 nc- r.TIPR E 1 Itciona na Capital de *oa Esta- .CORREIO DO CARIRY do, dirigiu o seguinte telegram- ma ao da Cidade do Crato, 27 de Fevreriro de Revao0- Pe. iero 1910, reproduz a chaa d.a candidates e i presidencia da Republica, e BOn Teegyrah- s otidina neqy Pedimos a V. Rdmr que tele- -o SenadoruBay Brboe regrets d raphe ao Comith Civilista de Minas, onde fez sua conferencia politics e foi reeebido festivamente. SAo Miguel em Alagoas sollici- -o president da Republica sepiga p tando o appoio do povo para a Petropolis. O arbitro dos Estados Unidos nto annuio causa do Seuador Ruy Barbosa un o Dr. Ruy Barbosafoeo oper-rlatro e do Dr. Albuquerque Lins. L ua quettao corn Venezuela. a -0 CeL Teixeira e sna Familia tern side muito obeequiadoe nfa CapitaL Comite Citvlista -=0 editorial relembra a data da promul- a Sgao da constituigAo Federal no dia 24 de Nao obstante a hora da expe- Fevereirode 1 91. n =Luar volton aos seus Trawos Soltos e diao e a nota de resposta paga canton n..linguagem poetic as 3a*r.,,teu Ia ar- tel ma Sque enriqecem o Araripe. .ate 30 Apalavras, o te ..gramma =Continua o conto da laundado escripto supra s6 chegou ao seu destiny a E0or- i ldo. Lares noticia que oGover. s2 horas e 15 minutes da tarde no aeaba de p.tgar a construcVto do encou- do 1? de Marfo; quando ja se Sraado Mias Gerr que vira ouboiau-tinha naturalmente terminado a s do oeruzador Americauo que traz o cada- .... 0 ver de Joaquim Nabnue parao Brazil. Em- Eleiao pm todos os Estados do bora doente a mulher uo pre-i lente Taft Brasil. Sassistiu os funeraes de Nabueo. 1 -0 governo Russo chamaudo a si o mo- - o copolio de vender be! i la?, esti persegnin- do tenazmente aos congressistas contra o alscool. DepSeIs da Eleka. o -0 Dr. Ruv Barbosa alistou-se eleitor n; capital Federal para poder votar allL i- -Na innuudagio de Pariz os deputados PO Araripe, en-.data de 3 do I- foram transportados para os se"bes co c corrrente, veio o seguinte tele- stas dos carrevradores. a -0 Correio do Lares Jai paraens pelo ar- gramma ao niverario nardicio a Exm. Sra. D. Vio- l ante da Rocha Lyra, ao vih-az Alovsio, Revd9 ? Pe. Cicero m filho do Dr. Jo'o fBeerra e i gentil Diva, Redam? Pe. Cicero a filha do major Paulo da Franca. -- As .NoAicaDo disem que o padre Pe.rc. Na eleiiAopresidencial o Her- Esmeraldo foi i Capital tratar dos it- mes teve 250 eo Senador resres do Collegio do Seminario. mes teve 250 votos, eo Senador -Foram passar o inferno no sertAo o dr. Ruy Barbosa 15. 0 Hermino Botelho, o major Joaquim Fer- rf nan !ei Lopes, o it or Pedro Pinheiro B. Pero Silvon Sd Meneses e o praotor public Joao PBa-dro Sitn a ptista de Aquino. =Aceiam-ee doentes o jovem Mario Tei- Conita-nos que as urnas. elei- t- x.ira Memdes e os majored Joe" Ulysses dtoraes de otr a S. 7leioto, Arthur Earroa Leonel de tOraes de Outros municipios no Barros Cavaleante. esqueceram de todo o nome do a Falleceu em arzalegre o eapitio Au- if d d r i JU tonio Gonsalves de Araijo. glorificador do Brasil em Haya, ta -Casou-se em Boa-vista do Eahiano, no e Ihe deram various votes, cujo M Para~, o nos&o patricio Antonio Mlatoril com a Exm'. Sra. Da. Anna Maria Monto- numero nao nos poJeram infor- ril. mar exactame.ite. m -A' passeio esteve no Crate o Sr. Josino u- Firmesa t a villa do Assard. annuncia-se correspondent d' A ErtL-a, periodico do Aracaty e redigido por di- e. versas seshonas. ('or'nel ('aeim ate -r -0 Dr. Jose Ribeiro Monteiro da Silva, n, pelo Joraal do Comamercio preconisa o em- De volta de Mossor6 estado U prego d'agua de bananeira contra as ente- e volt de MossoO estado rites s.guaas e chronicas-contra a dyspe- do Rio Grande do Norte, aonde (" picia e contra a propria tisica. As bananeiras que devem ser nuadaa de fora a negocioparticular, acha-se -. preferencia sho as curtas on de 8. Thomei entire n6s o con0 picuo cidadao e a, "r, i ea' tm, e as da terra (a a distinctissimo Sr. Coronel Cinci- ao -Editaese annuneios terminaram a edi- nato Silva, honradoco ercian- ar a;ko do n'. 275 do -Correio do Cariry-. te esa ra o te, nesta praga. CETAMA Aos votos, que fisemos, sin- Sda Cidade de Barbalha, numero de Do- ceros, pela sua prosper e feliz M mningo27 de Fereiro p.p, eonsta ter said viagem, junctamom agora, corn a comra regularidado docoatume: rus uioti- sua chegada, a nota cordial de o vemos o pra.ser de evel-o em noe Eaa d de as tono, ie i lambemn o reee eram no Cr- Lossas saudaq6es e respeitosos t osnossos Coilegas d R-.d io. cumprimentos. . .--ON- .. elxe-e cu pux e0 O novo Gjefe do district te Comrn 30 palavras pagas para legraphico do Ceaz4 acaba de fa respost?, e as 3 horas da madniru- ser umaenormealtera- n oem _ _ ---I-- ~-~Z* ~ r-liae. Na proKima sextu-feira a San- cta Egreja Catholica celebra a festa quaresmal do Precioso San- gue de Nosso Senhor Jesus Chri- sto. A segunda festividade de seu Adoravel Sangue, a solemnidade paschoal tera logar no primeiro domingo de Julho, conforme foi instituido pelo immortal Pio IX depois de sua volta de Gaeta. Por communicavgo telegraphi- ca ji costa que na Capital Few deral deixaram de votar no Se- nador Ruy Barbosa 44 secgoes eleitoraes; porque A4pretexto do boato adrede propalado "de que se tratava de assassinar o depu- tado Irineu Machado, o governor fez distribuir armamento, muai- g6es, soldados e artilheiros em proporgio tao enorme, qne incu- tia terror aos transeuntes. Nestas condig6es os 'leitores recorreram a imprensa e fiseram nos cartorios publics sua decla- raAo de voto, de modo que fi- casse bern ac:eituada e ; u.hen- t cada a sua votozdo, s :gun Jo a formula da Lei Ehlitoral. AolCongresso compete tomar conta dessa votagdo e apural-a, quando tiver de julgar das elei- 95es de 1? de Marco. Aauis* e Chuvais Segun%.o as observaiSes plu- viometricas do habilissimo Snr. Pelusio Correia de Macedo, todo o inverno do anno passado no Joaseio mediu 558 millimetros e trez decimos. - 0 inverno deste anno, aqui mesmo nojoaseiro, ja excedeb desporcionalmente ao do anko p s ado; pois somente achuva do 1? de Marvo marcou no' pluvio- metro 84 millimetros e 5 decimos. Em Janeiro 5 chuvas-100 millm. e 7 decimos. Em lvereiro 8 chvas--927 1 millm. e 6 decimos. Agradecendo ao Sr. Pelusio a sua delicadeza, pedimos a todos os Sis. Agentes do Telegrapho Cariryense que transmlttitm I imprensa o registry do idverno. Teria feira, 22 de Marco or- Teve, de sobra, esse illustra sacerdote, motives e raseas parA publicar, como publicou, uni ex- tenso artigo contra certos bispos de sua naAo que, exoedendo -so de sums attribfaiwqs, e postcrian- do os direitos mais sagradcs, tor- naram-se uns verdadeiRos ele- meitos do desordens e p3rse im- eoes, de od:os e perturbaaoes em SB diopew . de seus chaleiran d'ellei, a,-nem por isso, voltou atr , Proseguiu, com todo o sonabro, un cauipaaha que ini n fez conferencims pub'ica e adqu riu milhares 4e 'aherentes. Seu movimento distingue-so por i1 n gra rdo muidranwAo e vi- nb* tome&ite uma reform&a na discipline: quer o sacerdote ca- th6lico, bout*e regular, subdito e nAo escrav, do superior 4 ponto de, em sacrificio do sua propria religiao, satiadzer a. suas perse- gui0Oes pesmoaes e syetheuatioas, os seus odios e os seus rancores do miseravel que trocou as vestes 6piecpa iPi pela opa buta d'um ty- rani?.itu. estuatde Tibjno ou Ti- gelito. Rtespeita e. profCaaa tpdo** os do- gnans de nossa religiato catholio., defoade a unid'ide da sanca egra- e a infallibiliiade.do papa. 'Assini o Jadre Pey Ordeix s6 deseja e s6 clama por uma refor- ma quanto 4 dciplina, que cor- romperam, e tern corrompido os man. bwpos! esa ahio .o.po do illustee Veuerando saceirdote, nessa cim- pa .por e le, aberta, na qualla vatsi regiao dqo O da Earopa. Ab a..agse lapleraantes Todos os logares que foram favorecidos per Deus corn algu- rna graca especial, tern tido seus romeiros e suiwpnregrinacaes de f6, que dAo tbstinirnho da graga recebida e serven'm d'exemplopa- ra que se cre~a,. que, ainda hoje, como em todd~ os mpos, ha milagres; "porqu- ..Deus nunca ' --5 ~ t.:~L - IA' ixeira I _ -- (4 do o pemoa1~ pti'o i scu u Encarregado da 9S Estaw do Ic6 par a asec;ao deMosasr6. 0 Encarregado da do Araca, ty 0 Aq(rszfiranfcVido para ado lc6, e o Oa Secio do Ic6 para a do Aracaty. 0 Dr. Aristides ainda estisem ubi certo- para oade sera remo- vido? Mas 4 certo que nao ficou, nem ficar& pedra sobre pedra. Continue: quem corn pedras mexe .......... 0 Guarda qw nos transmittiu a noticia, terminou em cantilena: SBa&o, bao, bao, b6o: Nao me coma tubardo: Bio, bMo, blo, lbe, Deixe-me em paz, Lesbo.s Gargalsh, ri, nam rise de tormeta Como pa Haa, qm 4esempmio Nerve, ri, aun rwi abswmdi, nilado De ur ironia e de uma dow violent Da gargalkeda atros, sanguiolenta, Agita a gaisos e convulsionado Salta grwaoch, salta clown, varado Pelo estertor dessa agonia lenta Pedea-te bis e am bis no se despresa ! Vamos reaM os maesulos, retmi Nessas macabras piruetas d' age Embora caias sobre o chio, fremente l F. I i _ ________ --6-4--%-a awsau uv cll LIU-I * iCC &v. Wkwp AOII rente is 12 boras do dia, na Col- letaria ailm do Crato, se pro- cedc9, a arrematago dos dizi- me de ados grossos dos distri- ctos do rato, L ,meJirooasef, Ipueiras, S. PFedi e Junco. 0 pagametMo pode ser feito em duas preata~8iAs eniSetem- bro e Dezembro mas quem pa- gar A bocca do ekre, tera doze por cento de abadtalulo. -Nas mesmas coodigbes se pro- cederd tambem no dia 29 do mesmo mez a arretatagAo dos dizinmos de gade, grosses e mi- unoas de S ana, Brejo Gran- 29 de gBo tambem cahe em imia terae ra. Vae ganhando terreno, alar gando-se por today a Hespanha, e jA se irradiando em outros pontos para alem da peninsula iberica, o noo-catho'ecki no. Foi seu inciador o Revd7". Sr. Padre Pey O-rdeix, sacerdote dis- tincto, honra e gloria de saa clas- se. deixou de ser o Pae das mise- ricordias sem fim, a Providencia do desgrapado e o Protector dos de duspwados. Abuadandfo nestas consider. o6est ti escreve o Rvdm? Viga- rio . .. o segunte: hTeohe, sido algumas vezes censui4do por alguns colleges, porqu (t-o trovejo do pullito contra o Pe. Cicero e os Romei- ros. A tlerancia que N. Senhor pregou, nunca deixou de ser o lemma que adopto na minha ad- ministracgo parochial ... Dem=is tenho observado e me coonvencido pela experiencia que os meus parochianos que vao ao Joaseiro, voltam melhor.s, mais tordeiros, mais submissos e mais christZos. Logo nao vejo rasAo para ex- commungar ou amaldicoar aos meos parochianos quEAio ao Jo- useiroi. .',. : Be= vergemlbs Foi preso ante-hontem pela policia aqui destacada Regino Lopes pelo facto de ter ca-rega- do, do Cratp, uma mo ca por no- me Vicencia de Tal. Justa prisAo! Esse p itife, que, de ladrAo de 1oiro, passou a furtar moca, a- cha-se recolhido na cadeia publi- ca d'aquella cidade. Arra! sem vergonha! Ceiqaa de ta *id. Quinta-feira da semana tran- acta, um doido,-,Manoel de -!.i viho;, de Missao-Ve- ..esta localida, em..Fo- ag-h' de'3iu pae, & 'deste garrando, entrou portas iden- 'uma casa. e deparando-se- 'he nella uma creanca de cinco nnos que dormia, pegou-lhe das \ rnas e arremessou-a de encon o a parede. A pobre da m gue y ace va Ia para os funds do quinta, acudindo aos gritos da creanga, jai a enconmrotomorta. N'este comenos, em chegaeao o pae do doido, este (o doido) seatou-lhe umrn pbrete, rachan4o Ihe a cabea. Preso, logo apos, foi remettido para a cadeia do Crato. JgSeie*' pel, ave**.* Em dias do mez pr. passado pre.o e arrastado pela PWl ,asa de detenq9 desta .k d de umrn tal de Mar.l Brejemp-. Essa prison, m6ofrou-a 9 cto, provado ate a evidencia, ser, esse desgraado. |adrao . cavallo. Mas, A esse la ' protegidb..por terra,()-be er . sta altura comos.o.-a gm ladr-do de. e a u cusado, mas se- .. ,me* pr . fari i, o algibeiraA, es ncam-o e ra1 nrte, lanam- "' f errors. ramente, la na- _.me..es, conservam-n'o, haiO " b&N a prE, aou Dirio 0 9 pelo a"i 1 / I **** ,..- K -S -ON" I IE I VISITS Dignaram-se de vi.sitar a eta. Redaceo 0, illustres e dis.tinctos eavalheiros; Dr. Francisco Cunha Coutiuho 9 Fioro B;,r:holco!iiii da Costa CeL Antonio do E. Santo Correia a Jos Andr' de Figueireda Major Severino Duarte Grangeiro * Jos6 le-dro (Go.;oalves SJonquiin Augusto Sohreira, Antonio BaEerra de Menexes SJosei Francisco de Sousa Capitol' Jo to Coelho Filho SJapi Raymundo de Macedo SJesus Peixotq de Aklenar Pedro Peixoto Francisco Linhares Tourinhe Tente Joaquim Tavares e Franzisco Dantas Alferes P.aynundo de Noroes e Jos6 de Nor6es M.aiv- Agradece nos-lhes as honrosas visitas. EI0racer o memo Os Bispos Catholicos da In- glaterra publicaram umna pasto- ral, sobre as elei96es que Aora ali se realizam, e nella ordena- ,rm aos eleitores catholicos de 'suas dioceses que vote s6nvib- nos candidates conservadores f$is a Egreja. ".' Q Brazil tambem temi catholi- 'jps "Exm'Cet ivdr'i s ' i :.verino arcebivpg de Maria- 'na, t A. J.oui Bispo de Dia- mastina.I Joao, Bispo *i Cam- panha,n Antonio Bispo de pouse Alegre, D. Eduard Bis- po Uberaba, e D. P ncio, j po de Goyaz-todo, ina tir- Ouatr coli ctziva de 24 de DezeM- Jro, terminantemente recomn darait e a s catholicos que s io .au aswe. a eleiqao dos candi- )t6V onico*. SGivs a Deus: nem rodo S horrfs Inudos; segundo aplessxo biblica: canes mutit rf lentes latrare. * do que estamos no fim dos tem- pos. -E estamos mesmo! Dlverces Varias casas commercials do Rio tern recebido cartas anony- mas, pedi ndo dinheiro, sob pena de voarem esses estabelecimen- tos ao explodir das ;b6mbas de dynamite. As cartas sio carim- badas pela associacAo (Mao Ne- gra. -0 Sr. Ruy Barbosa tern ulti- mamente recebido numerosas cartas anonymas, cada qual mais ameacadora, -Consta que o dr. Barbosa Li- ma, em consequencia dos di- scursos que proferiu na Camara, atacando ao exercito, foi aesafia- do para um duello por um official superior. Nao acceitou, porem, aquelle deputedo, o desafio. College patrleio Comegaram de funcionar no dia 1? deste mez. e no mesmo seminario de S. Jose, do Crr.to, as aulas do collegio dos padres. ! Casou-nos -especie nao terem os' seus directories annunciado pela imprensa da terra a su-i reaber- tura. Foi uma grande falta que commetteram, mas, que, de al- gum modo. a redimiram, annun- ciando ji por cartas, jd de viva voz, For orcde passavam, que as a ulas corr ega iam, como, u.,e f- cto, no primeilo dste mez. Parabens aos sr. rev,." pa- dres e ao povo cratense. 4 - Foi, de trazer-me. a noticia At6 a cabeCa tout . Exclamei:-perdi umerifie Q .ie liada tevava en wonta cangaceiro sem ignal, Perdi aga -umn punat Que nunca virou a penta. Tive minitos 'angaceiros, Que ~nando 6o tinba a men lado, Comeboer, elle e Ralampo. Joo-Telho e Jaqninm do Gado, En ia at0 me assentar Para poder ese tar Os tiros de PIA6 eitado. s cangaweies que en tinha Nao havia nrp insol*nte, Pegavau-se m m dagneles Era nn'alaimiunocente, Nio seado seas intrigados Era#. p&6 elles tr4tados Muft delicadamenten Pero que vejo o governor Acaba. meus (emIanheiros, Acha que eu de Por benaties, loiteiros, Ja nae po-so m ee Chego ao ponto e SemeUit d49g c& -s. Relampo estA na prisio Para today e e de Fo'i- e tambem IiBPreto Por nato ter i aade,l Snmin-se Maooel Novpto, SMataram .16aniA Beaio, 'Perdi tambem Tempesta:le. Era virgem de ehorar Nessa mnuha pouca edade, ig-Porque ate o present -.Nafo tinha Mecesidad,_ Is a hora i hm.c So!,'vei p r T T'm trade. Corretp do eorsee Embora a irregularidade de qossa repartigio postal,temos re- cibido por vezes o Correto do Norte, orglo do Pamtido Revi- sionista do Estado do Amozo- nas. E' digno de leitura pelas boas pennas que honramsuaa Redac- 9ao e pela variedade de assum-r ptos de cqie'se occuPa. No Amazoos tudoe grande e magestoso... 0 Correio do Norte tem-se empenhado em attingir ai altura da grandipsa-terr&aqut *rWesen- ta na imprenr-a do Mbrte, e. n&s fasemos votos sinceros para que, conseguindo seu desideratum, conte a mais long e brilhante existencia. Ahi dos cino pafzanto Nbs.ficamos dewcawnados. Porque tres:,-.orreram logo E dois -estavam baleados. O.fogo sempre cesson, O queinos atropellou Foram 18 soldados. 0 capitio Angelim Diase:-posso me acabar, Quem ficar vito me enterre IQQOMatieer pode chorar, N6s'itos somos humans. Perdeos ci nco -ainaoia- Quem deseja mais ficar? Pude iar a Ooemad Veja sepode ir ahindo, 0 fogo estA engrossando, A fropa pstA inve'ndo, SCoemda gde eradir-se Naht"aqa escapaliu-se, N6s fiesamos esistado Ma mpesta&de gritava, q(4io .qne'taa zombax6d- Qh apitao Angelim, Osenlior est demabrado, Raauobebo amgu eaeso, Maudei botar a almnec. J hade. tar esr'ando. Perdi am ri de laze, Um punbal de conflauna, Fimil que nao mentoS- -Que perns de segaw l I Piloto dutro no giro, Cabra que nuncaerrou tiro, A fall delle era-avana _! Inda von A Garanhuns Embora seja cidade, Von ap cemiterio e abro A cova de Tempestade. Vou iho levar urn punhal Qne 6 apenas am signal e Bnossa grande amizade. Chama.i a alma delle, Lhe prguato: cstAs lembrada Das facahas que fizemos Mais Rio Preto e Cocada ? Do negro que n s matamos E de uma surra que demos No pae daquelle anspeqada ? Uma ves na Imburana Elle, eu, Relampo 6 Cocada, Estavamos almooando Quando a casa foi cercada E b Aono maIs e uma bora Mastigando carneassada.. 0 pardavasco Relampo, Esse chegou a dizer: -Cubra a mesa corn um panno Agora tenho que fazer Pegon o punhal no dente, Disse: a comida esti quer.te, Bote ji venho comer. Eram 18 soldados Que vinham de Pajehf. Cinco paisanos de raga. Brada-Mundo e Fogo-Crii, Riacho-Negro e Caicara, E am tal de Capivara, Todos cinco do Exit. Esse tal Riacho Negro Jnvestin logo Cocada, Vibrom-Ileosolhosedisse: VocA more' camarada! En me criei numa serra E vim hoj6 A sua terra NMo foi fazer cacoada. 'Eseeti passei-lhe uma bala E disse a elk-- ollega Dens te ajude e nAo me atraza, Pi-aga tambem nao me pega, Briga de tiro um jogo ;e o sen rifle mente fogo Garr.nto que o meu nao nega. Esse tal de Brada Mundo Como nma cobra assanhada Foi corn pnnhal a Relampo E atirou em Cocada... Eu uio othei para waz Vinbam dois officials Udi den-me um golpe de espada. Entio o tal Fogo-Crfi A'Temqpestade investfn, Baixon-lhe o riffeno peito Qnue a fmaga o cobri, Tempestade ahi gritou-lhe: Corlega, estA am que don-the 0 bruto quieto ecahin,. NuWca corr.. em pedigo Inda qe lntasse m mez, Vinte, trinta, para mim Eram como cinco on seis, Porque as nossas proezas Eram vinte fortalezas -Atirando de uma vez. Hoje etn s nesse sertflo Nao" temipdu'tlfneBIf Aquelle nao e ninguem, Nao tenho quemn me ajude Eston com6 Bonaparte Na ilha de Saintarem. M31 digo como elle disSe: - No degredo sem distino Inda son Napoleao, Son grosseimojA fni flno Embora em grande perigo Okhap'ry adio.: tftso Anti sib ilvino.' Assim mesmo inda ha ingar Que en passando tocam byyai o preto, perganta ao branco, Pergunta o bhomein ao menin O matto pergunta a praca, Quem 6 aquelle que pass? Respondem:-6 Antonio SUi Leandro domes de Bar jib. ros -AVISOS 0 Coronel Jos4 Andre de Fi- gueiredo, honrado e crierito o commerciante, neta praga, acha- so auctorisado pela easa commer- cial Gonalve. TCunha & Cia do Pernambuco, irWa vender as pio-. priedades quei-ei form dadas em paganment&proSl.bba tilo Fialho de llritto, a saber: 1 sitio pequeno d'agia regalia no logar -Regadia do Pllado; 1 fasenda c ano casa e oiawo bemfitoriax, em Fasendas Novas; 1 posse de ter- ras em Paui-cep; I dita em Re- troneo;I dita em Bradecy; 1 dita em Chico LIopes; 1 dita em Ma- me uc,; 1 -ita eni Riacho Fundo. y; que de ejareln comprar di- tasterrm, dirijaim-se no encarre gado a cima que todo negocio tara Visto nao saber ds resultadios de unt* bilhetes quo Dn d&l-os em var" tio, r y r e o l v t d. - 2 7 a- rifa. doA4 np P o aso interegadw n"l popqninbo doe pi d 1 Jogseiro, 4 de maro z o110 V . * 9*. I ~i~cl~hr " ^ Ahi chegou nm alfT "- De S. Jos6 do E4oa Cadi anpa mi* perito, En asic mei c amarada, Urm b Torna-se aWo bouito. A fomags tapon tado s, Podemos nos retirar, o, aFiz medostas as classes, PoFi geus de bvalqeiro, Na&a ,fazdistrai, d Nao deizarei de sent i A more dos oang4ceiros. Corn elles, venci afontas,re G hei omma de d a iero ro,tae FigBro qrade baenqeiro, NeCom ells cqu e n mast ass, VNeds odqo oe aneorresse Com elles nunca eneontrei Perigo que me affrontasse Braco que me-resististte, Nem homemtque en ndo matasse, Nem 4aro que alo morresse Nem cerco que nao rompesse, Nem logar que eu n&o entrasse. AS LAGRIMAS DE ANTONIO SILVINPOR TEMUM ADE Eu estava Ia m Grossos, Corn nm eamarada menu Quando chegou tia-rapaz E urn recado me den: -Manda -dizer men padrinho Que soube qtuem Canhotinho O TempestaW wnoriTen. S ... -.- .m- ,' "- ; .': a -. z** ^ ..... ..,^. ..,:. ,,' : . j ^^^.^^^:.^^ ^,,I^ ^,.,,^^^ Co'0adoari J ASEIRO CINCIrMo SILVA SAPATARIA PERSEVERANQA Esta sapataria se encarregade qnalquer trabalho todos em couro e Vindo de Garanhns, estado de Per- garante aos sens fregueses obras que rtinbuco, Ocha-se estabelecido nesta pra- cornm um completo e rariado sortimeait - t.' iasendai0i mercadorias que vende por, pros semnt compete mneia, A content mesmo do inais exigente fregucz. Utna visit, pois, a LOJA ESTRELLA de Cincinato Silva, Runa Padre Cicero I ". 32. PHARMACIACARVALO Ha nesta conceituada pharmacia uU varinado sortimento de drogas e product clhimicos, especialidades phannaceuticat. na sionaes e estrangeiras. Aviam-se reeitas a qualquer hora comn promptidio, euidado e asaeio. :lunA Padre Cicero n". 44. 0 BARATEIRO Manoel Vietorino da Silva, corn dunas lojas bem sortidas de todos os artigos de Commercio, Run Nova, no. 996 e i Runa Padre Cicero, n". 2S. Preos sem competencia, ctsto da a ital. A POPULAR Loja de farendas e outroe artigos dte eoinmercio, vendas pelo custo no empenho de apurar o capital empregado. O freguez procure na Rna Nova 4 casa n-. 955 e na Rua Padre Cicero a loja no 30, que ser-i servido A media de -eu de- sejo. DOIS I RMAOS Loja de fasendas, ferragens, e estiva, na Praca da Liberdade, n". 972. Sinceri- dade de negoeio, modicidade de pre Diomedes Siqueira & Irmi-o. FUNILEIRO Officina complete de todos os :;rtefactos e utensilios em flandres, com grande sorti- - .mento para vendas em groeso e a retalho. Gi acharem outro harateiro, nro ha de ser tanto como o proprietario Joio Antonio Fnrtado. 1'rata da Liberdade un.978. LOJA de fa: end s mercadorias estivas, ferra- gens, chapeus. Tendo recebido do Cearai um complete sortimento does artigos acima meneionados que s to vendidos por prego sem competencia, convida, todo o public p-aa fawer uama visit a dito estabeleoimen- to que so certiicarA do quoe aflirmado. 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Mrrroco. -. 0 proprietario deste acreditado estabe- lecimento tendo recentemente chegado da - capital do eotado avisa sos seus innume- At1 ros freguezes e ao public em geral qune se r A KW C . wcha corn um complete sortimento de mercadorias nacionsae, extrangeirar;-l a- I alel -Teophilo A. de S Cavalcante. dos, meias,para homes e senhoras,suspeI.- Tindo mudado a, na n Phawnmacia da -orios, eadeias de aluminium, redomas, Tressa da CsWorai* n' 4 t parma ita extractos de diversas qualidadea, brilhan- M D 'ogoeira Accioly, eprodio p%. 33,A m- tinas. oleo de baboza para o cabello; bi- niuma ao seus Am", e fregnezes qcue; 'i sunx-'s'ggregas. ate etc. a mercer a continuacV-o dle suas estimadas Tuno it diahieiro A i ta e por, preVos orders. modicos. 0 PROPRIETARIO Crato i1t de Janeiro de 1910 OLIVEIRA & NATIM U JOSE LANDIM M/ rS. N AO Avi a aos w ns fregnes a qp" .elhe;.oi u,,, Casas, Sitio, fasendas de gado grande sortemento de Vinho do Porto, Mose- Ueste municipio no term de Sant- eatelSuperior, Santo Antonio, Cognae.Ver- Anna do t.jry a vender. mutB. Vinho de Missa. C.-npipa, Serrot de ' Jose Rodrigues Mouteiro tendo de Jinipapo, Agnardente de C i. de Lima e oses otei tendo de Canna: Cigarros Tnpy,La Morena, Bostoc, retirar-seidesta cidade no intuito de Como Sio Bon.,de Palha, as Quatro Ligas. procurar na Europa alivio a-suan Populares: doee Pesqueira=Josed Faanha. saude sempre alterada, declare, a Manteiga Bretel, Excellente, Papagaio, Pi- auhy; Eanha de porco em lata. quem enteressar, que estio expostas ao por os medicos venda todas suas casasnesta cidade Ttilo por-preios medicos e suas fazendas de gado neste muni- Rua P.*Cicero n. 62. -ipio e no termo de Sant-Anna do Cariry e mais upn sitio no mesmo re- Sferido termo denominado ,Queimado- SS ,0 S f cam engenho de'ferro e casa propria, JTeronymogFranciso de Lima casa de vivenda, tudo de telha e tern, esti localidade, a; venda, duas I segura constrai0o, corn ma pequena c as de taipa rcobertas de tilha, uma nascenva e aaude de pedra e cal, com qita A Rua de S Francisco e a outra cannavial para dusentas cargas de na travessa da Rua Nova.pelaprimei- rapaduras, possuindo extensas mattas ra lede2oo00:,n;pelasegunda 180:0ooa com madeira de constru(a.o: outro A'tratar na RUA DO CRUZEIRO sim pede A aquelles dos seus amigos ---. quie tem corn o0 mesmo negocio. FARINA DE MANDIOCA J ose Alves da Silva, avisa aos se- us fregneses e sao public em geral que tern em deposit grande quanti- dade de wFarinha de Mand'ocaa de primeira qualidade, e -VENDE A DINHEIRO- em grosso e a retalho A pregos BARATISSIMOS. RUA DO PADRE CICERO N? 301 Bup -go BU 0SUMIDO Grotifico bem a quem me entre- gar um poldro rosilho que desappa- receu na serra do Araripe sitio Queimada Grande, ..bm a sFguiLte marca e freguesia. Quem o encontrar ,-7 pode en- tregar A re- daeiio d' 0" Rebate o1 em minha residencia:- Serra dos Asedos Pedro Xavier de Araajo \ ."- .~if'^^.-- " queirAo por bondade satisfaser sewa compromissos, uma vez que tern de ausentar-se por tempo indetarmina- do e ter de prover-se de recursos saf- ficientes. Crato, 26 de Ontubro de 1909 Jos4 Rodrigues Monteiro 0 CRATO iLEQANTE DE A. BELEM SOBRINHO 45--RUA DO COdtMERCIO-4 CRATO--CEARA'. Estabe'e imento deFazendas finus, Miudezas, Noridades, artigos de uso do- mestico, Alta fantasia, & & &. 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Snr ronel Fernando Prestes, vice-prei( do Estado-Barifo de Dnprat, direct( Companhia Industrial de Silo Paulo: Rodolpho Miranda, proprietario da F ca de Tecidos Arethusina, de Piraci e deputado federal-Dr. Joao Alvez D medico e proprietario-Pharm. L. I de Queiroz, da firma, L. Qneiroz (propr:etario da Drogaria Americat Fabrica de products chimicos) Dr. P Pontual e Dr. Victor Godinho eapitali A ECONOMISADORA PALIST uma sociedade mutua, com'fiscalisago Governo, cunjo fim 6 estabelecer nnma R DA VITALICIA mensal, em dinheiro seus socios. Tern dunas caixas, a caix e a caixa B. Os socios da Caixa'Arpagam 5$00 joia e 2$500 de inensalidade e tem d to, no fim de 15 annos, a ui a oiao nio serA maior de 150$000 por mez. Os socios da Caixa B, pagam 5(00 joia e 5*000 de mensalidade e tem d to, no tim de 10 annos, a um.:. pension bao poderA exceder de 100$000 por --No caso de fallecer antes de [cheg receber a pensio, a associaVio pagar seus herdeiros necessarlos todas as tribuiq~es quo elle tiver feito, sem j Dando-se o fallecfinento depois queo tuario esativer em goso da pepaeso eA car.d extinct, sem que aos seas herd assist qualquer direito. A pensko seran paga ao proprio in duo, on sep eu procurador legal, ou intermedi9 de qualquor Banco, quan mutuario se achar no extrangeiro. O socio contribuinte em dia, que imposalbilitado de proseguir nas sua tradas, depois de einco annos de ass clo, em consequencia de molestia chro e incuravel, qub o iphabilite para r balho, serA cousiderado sauspenso e perdeft direito A peodoo. Os pgamentos antecipados de 1 gozram da redueoico te 50 o/o, os pagam de 10 anno*. 2 o/o e os pgagmente a annos ;15-o/o. 0 matunrio que so insmcrever um- antes do aoteio e tiver a sorte d premiado, paprl apenas poucos mi tera direito a nnma pensio para to sua vrid.. Ate dezembro foram sorteadas enrderb, on .ejii no periodo de mezes. A ECONOMISADORA e a que fax sorteiosde dois em dois nme am granude morteio no Natal! Soeis inscriptos de. abril deii Janeiro 1909:-34t00. Nenhurama oat eiedade obteve tal numeral de soelo SPido de proapecto, pro as, e aetae e infoetma'gie minacibsa ao B aprewsntant o Crato. Belem Solriasko 41-Rua do Cdommrsio.tt 'a BARBALHA ----*- Orgi do PartideoRepublicano da Bar- balha, Director Politico Coronel Joao Ray- mundo de Macdro; gerente Jod Pio Ro- drigues: pulaica-se ao" domingod e asign.- so A 5S000 per semestre, pago adeantada- mente. Redacq&o e Gereacia i Ria do Viddo in. 55. A, corn deral, le mil sl de 0,63 yana) BRO, AVE- Piza, icia e deS. oncio '., da , me- as da Dr da e da sector . Co- dente or da =Dr. abri- prel arado pelo boticario Mano- icaba el Candido das- Doae, ede rada effi- Nima. sacia nas perigosas "e .be Pinto syphiliticas, escrophulosas e darthroas. & C. Eo grande desalojador dos humores vi-, j na e ciados e o poderoso eliminador do todas as- 'edro doengas pertinm.zis que tem sun orige istas. na impuresa do sangue. A 4 Unico d6pesito na pharmacia Jobe Can- Us do dido, na Rua do Video. IEN- , aos A PARMACIA SILVAJ 0 de irei- de Silvino Jose da .Silva, na Rua do Com- que mercio, n. 8; tem nm grande e variado sortimento de drogas, products chimicos )0 de e especialidades pharmaceuticals. irei- Despacha os receituarios com medica- mentos de reconhecida pureza e garante mez. aceio, prestezae modicidadede pr"et. ar a , A aOs con- uros. BURRO SUMIDO mu-r a fi- Desappareeeram de men sitio urnm reiros burro c-irdio e nma burra castan5a qnazi preta ambos corn esta marca - divi- e com a seguinte freguezia a per do fear Quem der noticias certas na Redac- s en- glo d' 0 4Rebates on vier me entre- ocia- gar ditos animaes, sera gratificado Mnia generosamente. o tra- nio Barbalha, Sitio Brej o, 10 de No- vembro de 1909 anno Joio Demosthenes Fernandes Vieira entos de 15 me: il MILrAGiE oda a cinco 'A ' " CAVALLO SUMmo zes , 08 cawllo carndao ra, socb, ,atsi- a o-' o bonito, itatiro, chotdc, oho. asmes. * n2s ar Marca 1 eRlbeia.r Ques i h. N nkI~RATF 4 p. 5 _ d I periodico politico, criticoie noticioso: di- reetorLe proprietario Antoalo Pinto. As- signa-ee a 4 pur anno, pagamento ade- ant do e publica-se em qualquaer dia da semana, em que soe unpressa. 0 C KTAMA periodic litterio, commercial e noticioso da cidade da Barbalha, publica-se quin-. zenalmueute e aasina-sI .. radio de t400u por anno adeantado. Suna typographia funcciona na Run do 'Video n-. 9i e imprime corn perfeiViko car- tas, circulares, convites, rotalos, avulsos e annuncsio. DEPURATIVO CANDIDO A - yc'tMRhATE 0 --T~ orh. AAow |
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