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CEARA-BRAZIL r* T I INJ I r k T I * UJJ Il'NtYjD. ';-. 1)-'. .I-'11 1 2 1 I 1R 1 Q1/4l A TTTi. "1I TT TtS. "rJr iri ___________ ___________ ,- JA1N1NJ i-I U A I EXPEDIENTE applicada a tudo... I dade ? REBATEublica-sesemn.ente Julgo soberanamente os ho- Sao estes o- adiantamentos SEBATE ba-s sm ente means es deuses. da sciencia modern ? REDACTOR=CHEFE==Padre Joaquim Nao ha para mim mysterious E ista se chama sciencia ? SAlenr eto. po, resolve tcdos os enyg- Oh! d o sarcasmo da sciencia, GERENTE =Felismino P. de Alencar mas, quebro todos os encantos, exclama G UAL, d a theoria da SIGATURAS rasgo todos os veus ignorancia humana enroscada G T S E ainda bern que mais ... a cuspide da mais presumida..e nnmtre ...... .............. oo Sou a unica auctoridade infal- orgulhosa soberba, e paraphra- livel; chamo-me Taine, Charcot, seando GCETHE, em suares- PAGAMENTOSADIANTADOS Richet, Be:uiis e Ferr':re, de posta de Mephistopheles a Fau- As publicases de interesse particular,ou Franga; chamo-me Lombroso, sto-ich bin der Geist der stets an.nujncisdependemn de cotractos,sends Sergi e Mosso, de Italia; chamo- ,verneintt, d o gen'o do mal, o ge- 4) pag.mento adiantado. A redacqo nloe e responsavel pelas u -o me Spenser, Lewes, Maudsley nio da negagao, o espirito que blie.5-s .inedictoriaest nem pelas pp- e Bain, de Inglaterra; chamo-me sempre nega, o espirito que tudo l,!-ca-s alheias, assinadas. Fechner, Wundt, Helmo!tz e nega Aceeitam-se artigos de religiao,scienein Ci-, d'Alemanha; chamo-me Har- Certo, a sciencia modern, litteratura etc. prehenchendocertas cor.di- zen e Vogt, da Suissa; chamo-me disse, em tremenda zerib3nda Sed.eio, gerencia e typographin-Run Grote, da Russia, Delboeuf, da aos seus ; representantes della, Padre Cicero -ne. 343o Belgica, e W. James, dos Esta- um dos mais judiciosos escripto- __dos Unidos:ou o home, po, PO .publicos da-epocha, a scien- JOASEIRO DO CARIRY que tudo julga, tudo explica, tu- cla ioderna, que que5 investigar do resolve, tudo define e, o que tudo, acaba p6r near tudb: ne- mais d, tern sobre TUDO-uma ga a Deus, negla a alma, ndga o A SCIENCIA palavra ultima. home; negandcr Dets'ilega S. Assim, em seu afan 4epor ter- toda a justiqa e toda a ijnb'viden- ;VM DER NA moas chamadas preccupaoes cia; negandoaafma;3 neg twda do espirito human, a sciencia a moral;'neganrdo.o home. ne- Orgnullosa e estnlta! es moderna sonda as profundesas ga toda a sociedadeL.Como a phi- tn a vertigem que produz o dos aby mos e lanba por terra a losophili pagan, desconhece o abysmo divindade "da Biblia. Supremo Bern, ignora-o, e, a se- J. SELGAS. Esquadrinha o espago, onde melhanga d'ella, o busca na sci- volvem formigueiros de mundos encia, na riquesa, na apathia, na A intellectual ger-aqo moder- e desthrona o Deus que lhes tra- indifference, na ausencia de to- na, insoffrida do exame rigoroso 9ou seus movimentos. das as does, na posse de todos e philosophico, incapaz de, por Mede pelo seu estesiometrode os praseres, nos gosos do espiri- si mesma, sondar os latibulos Weber 2 determine, Helmoltz e to ou do corpo, e, por isso, por- impenetraveis da naturesa phy- Wundt, a velocidade das sensa- que o nao encontra, tambem o sica e da epiphysica; amedron- 9oes atravez dos nerves. nega ! tada de, caminho, abril-o por en- Examina pelos processes de Condemnada aos horrores d'u- tre os anfractos da metaphysica sua chimica de VIolleschot o ce- ma incertesa eterna, disse uma e das substancias espirituaes, do rebro human, decomae-n'o em notabilidade em facto de scien- extra-temporal e da divindade; sua anatomi2 Je Lu nalysa o cia, dividida e subdividida em ataviando-se de fest6es e laurels protoplasma e a cellue ene. escholas, em seitas, em opini5es, fraudulentamente usurpados a ga a existencia d'alma, a realida- em aviltres, sem nenhum criterio forga de versuzias,de sophismas e de especifica ,a'alma, a espiritua- commum de verdade a que se conspirag6es, levantavoz em gri- lidade d'alma, a immortalidade ater, acaba por ultimo em dene- to semelhante ao reboar do ca- d'alma. gar-se a si mesma. hos em seus embates As harmo- Procura na estatistica e na lei Oh! essa tao dec tada sci- nias do cosmos: a sciencia, a sci- da conservafao da energia argu- encia de nossos dlias, que parece encia, eis o novo codigo da so- mentos, e, re-nixando o home n'um surto de intelleccao plato- ciedade, o dogma irrefragavel da a escoria, arranca-lhe, subtrahe- nica-porro saphias elaunein; es- religiao, o oraculo infallivel para lhe a liberdade moral, livre sa sciencia, nao 6, nem scientifi- todas as verdades-the inward bitrio. ca, nemmodma-nem philoso- oracle to all truth requisite /or Interroga aos monumentos da hica. men to know! Mas, tao em grita, anguidade, e, deps de o scientific, por isso, por- que sciencia, esta ? d sei que resposta, a- q-e nao te ella sabido xar os -A sciencia mrndderna pr ecom areas de quem principo ter ells basics e fundamen- E aqui enterpellando a essa triumpha, pretendendo haver de- taes dprincipios conhecimentos huma- mensageira, a esse angels das monstrodo que absurd a nos- . notas ideas-quad de i tpso responder-nos-6, e corn accent prophetico: Eu sou a forga livre, o poier central, a rasao humana em ma- ximo de sua exprffsso. 0 estudo empirico da nature- sa, disse Cotta citado por Bu- chner, nao tern outro scopo que a investigacao A verdade, seja esta consoladora ou triste, esthe- tica ou anti-esthetica, logical ou anti-logic#, n'uma palavra, ra- cional ou absurda. Mas, eu sou a mesma rasao sa te, que sao vans as ,oussa cs- perangas; que o ber e o m al nao existem em suas accepg6es clas- sicas; que a virtude e o vicio sao dous products, como o assucar e o vitnolo; que o genio 4 uma nezurose,a santidade urn erotismo, e inuteis, portanto, e derrisorios os nossos esforcos de mantedo- res do christianismo. Que diser d'ess maneira de delirar ? Que diser d'essas chimeras, d'essas blasphemias, diremos, dessas offenses de lesa-humani- Uma sciencia, corn effeito, que e ? E', segundo M. LAUREN- TIE, em sua pyramidal Intro- dution dc la Philosophie, 6 nada mais,nem menos quecun recueil de connoissances certaines qui s'appuient sur des principles invariables, soit que ces connois- sances be bornent A un nombre fixe de veritis, soit qlu'elles puis- sent s'accroitre incessamment par les decouvertes et 1'experiencei. Ora, que ha de certo na sci- encia modern ? que ha de certo nesta sciencia noQva ? Leia-we a sua velha historic, que, de sua leitura, ver-se-A, po- is, que muita cousa ha de certo: contradic6es, suboil-sas e men- tiras, ideas contrj ideas, theories contra theories, sylthemas con- tra systemas,-um fluctuar no vacuo, como ja o disse alguem, ou um baratustrar em labyrin- tos de hypotheses, qual mais ab- surda, qual mais repugnante, pa- recendo incrivel que podessem ser concebidas por entes racio- naes. Que montao de palavras, que terminologia abstrusa, inintelli- givel, essa ? Morphologia, mo- nismo, omologia. atomismo, bio logia, determinismo, clprofila, e- liotropismo, geotropigmo, ntavis- mo, philogenie, evolucionismo, mallacee, nostocacce,sarcodi,bat- teri, monera, bathyblus, etc. eaS4 e scistia, pois, ja o vimos; nao 4 moaerna, vejamo- l-o. Nao 4 modern, por isso, por- que nao tern feito mais do qIFe recolher e resuscitar todos os er- ros, todas as aberra(5es, todos os desvarios, todas as extrava- gancias,todas as trevas da philo- sophia pagan, por nao diser hu- mana, estremunhando seus abo- minaveis costumes, despertando seus vicios degradantes, reno- vando o escandalo de suas inter- minaveis luctas, dessas luctas que assignalaram as epochas principles de sua triste historic, desde o reriodo syncretico, que teve por representante historic -o mundo oriental, ate aoperi- odo analytico, que teve como factors no mundo grego, e romano-a independencia e o individualism; desde o period analytico atc ao period synthe- tico representado na edade me- dia pelo mundo europeu. Finalmente, nao 4 philosolfi- ca, por isso, porque onde tern el- la, a sciencia modern, o princi- pio seguro dos conhecimentos ? onde, a regra fixa dos juizosAon- de, a base permamente dos de- vereg do home ? Nao 4, pois. em verdade,- nem scientific, nem philosophi- ca, nemr siquer, uma novidade nova .. .. Que 4, portanto ? E' a audacia da soberba; d a desesperaco da impotencia; 4, n' uma palavra, d o opprobrio do entendipiento human ! Tal a rciencia modern !,.. *Orgulhosa,e estulta! es tu a vertigem que produz o abysmo!a '-abysmo em que se abysma a intellectual geracao de hoje. PRESTACAO DE CONTAS Os que suuscreveram seus, do- *f natives para o festival de yre&p- t ,ao do Ex'"? Sr. Bispo Coadjuc- tor do Ceara', e promptamente, a immediatamente satisfiseram: Nakario Landim 20:000 Joaquina Grande 20:000 Jose Andre 10:600 Chita Fina 10:000 Damiao Pereira 10:000 Jolvino Farinheiro 10:00 Joao Francisco 10:000 Antonio Flor 10:000 Domingos G. da S? 10:000 Luiz C. de Franca 6:000 Jose Eleuterio 5:000 Jose Jnlio 5:000 Jose Bap. de Oliveira 5:000 Adonias Sobreira 5:000 Joio da Cruz 5:000 Maria Luiza Gonzaga 5:000 Manoel Macario de Lima 5:000 Jose C. Villa-Nova 5:00) Paulina W4Seira 5:000 AmneliaMatls.as .X5- - Anginha,e Gener6~% eserra a5-0' Raymundo N. Branco 5:000 Angelica, UmbelinaCylindra 5:000 Jose Ferreira Pires 5:000 . J0oao Antonio Fnrtado 5oo00 Joaquim Sobreira 5:ooo Joato Duarte 5:ooo Esequiel F. de Almeda 4:ooo Pedro de Mattos e Silva 4:ooo Jose Augusto 2:ooo Jeronymo F. de Lima 2:ooo Jos6 Canario 2:ooo Raymundo M. de Sant'Anna 2:ooo Pedro Pereira de Assumpgao 2:ooo Joao Cyriaco 2:ooo Pedro Coitinho 2:oo Antonio Santino 2:ooo Maria de Arauijo 2:ooo Josephinha da Franca 2:ooo DarioLeandro F. Gomes 2:ooo Vicente Aradjo 1:ooo Francisco Daniel Gomes 1:oo Manoel Francisco 1:00ooo0 Joao Pitta 1:ooo Joaquim Ferreirs 1:ooo 0 Velho Cansanuqo 1:ooo000 Manoel M. de Araujo I:ooo Marcolino P. da Silva 1:ooo Antonio Apostolo 1:ooo Amaucio de S. Pinto 1:ooo D. Theresinha 1:ooo Manoel Sapateiro 1:ooo Raymnndo Natim 1:ooo Angelica Figneiredo 1:ooo Mhnoel P. de Vasconcellos :5oo Somma 245:500 Addicionando A esta sonuma a quantia de reis 29:1oo que rece- bemos de diversos, isto e, dos pobresinhos que tambem concor- reram corn o seu vintem, perfaz a importancia de 274:600. Os que subscreveram seus donativo.e nao satisfiseram de- pois, em vista da noticia de que Sr. Bispo nao tocaria, como nao tocou, por aqui: Manoel Victorino da Sily 20o:ooo000 Joao Baptista d'OU"Air( So:0 SJoo Victorino dea V Joao Beserra de go ese * i.. 3 'o ' I Joao de iquerua . Antonio Pias Ferrea _~~____ ___ ____ _ _~_ _ -11" *', MBR, ,. .: -L\. .,;2."'i ","r :.. --.-'; I 41i ' K I In mgi-l law3 cemead$ spdI- Nella se renovaram c te a o as ptos rowseas. t s maf. de amisade e de sen particular interest co-i Pobre Jb a a nsa, soe accmituaraip-iecom idais inten- wmo correspoodercias, communui- obrigado a pmalWIoar o dia em si3ade o votos e fritestos delcados. defesa felicitaes &- que nasce' e a noite em que foi solidariedade. crcet' bio. I Assim se -viitaram reciproca- I AccomFanhaamol-O ra sua U mente os nossos amigos Jok A- OFFICIAL DO REGISTRO CIVIL tmensa tristeza. vs. Cincinato Silva. Inao Victo- " Sentimenta- poris so illu- rino. Domingos Gomnes os ~ An-o A pedid foi emxnerado 0 stre fundador e -tdac:or-chfe dr., Manoel Victorino. 1Joo B- nosso coUega de Redacao Ma- d'A 'Cra-. o Rew& Pe. Emilio .e-ra, Jos6 Joiio. Marro1os. os noe Alves da Silva do cargo de Cabral, fasemoa. axos para que Xavier, Manoel A'ves e o nosso do egiso vil desa o xote vida a impensa e poal redactor-chefe P." Peixo-o. calidade. sendo nomeado, em; S em gyro o prwco so taleto que A visit que todos fiseram por. bsituiao, o snr. donias So- t D .. *- riti n env,,- e _bre.ra da Cruz. No ircc unto quie fez.-,(%d--irio P.7 Cicero, feixon o chrculo -e -szante exp.inecia pzra co- n recer os c- hopes, d riare- magnurm da mprensa. e Treca- v-Jo powder passer income ee- tre as perigos de Scylla e Cani- b-.ides. LUniz Veulat e Marokti:, se q,.eram pres-ar, co:no presta- am. os m iores e os mais as- signalacs servit s czusa da RKe'i.1o e da Humanidade. re- :uncarm n prime'ro que q :M a iceIca devi.ver para ese--xr-e.n ;ia L=-- .-.c-e o Qassa----c e ce - o e s:r-aca e ingo ..-e-: - in1: 'ram na imper.si. zc' mcday de spids e c Arrre e ua t I ie, so oleise dia dJ- Sr. e ; T-ablica. fvrma dist.H-alG.- .-j-- "es m de f ar is T-mbEimfiS- ^ P -'f ,af .. e ; "- ..*- -- F -;- M .-.-B 2e,.r-.s- z,: P-'r" Ia.,3-f --. f? .az <.- -t ,4 ,e., Cf 3 ,c., > .'+--- . ,- ?. .,Zi3 _1:2+ '7- -.--. -- J .,,~, --.s---. s - * < s N -, ;F24:-. si.y - <,3~a- ":t .^-* 'A -' * *Lf 4:.*C .r... ...; ." -- . LPY .L.,y^'t *q.-' A* -'2. ; - *, JfS2W~aC' 2-n- -:.~^ J- '," . * J iat'-oica a---.-;' 2- 1 *' . a Icc-i ED /' . -l -*- * J.'t .a Jf s'f 'f '.' * S' ~ - -; "d -6-',*.'- x.A 4^^ ?..-r t. --- : .. . . A.*-. .- -. J t r ^X.--T.,..A Jfea J S j..; .".--: Jm142 /=".--f *- *.: ;- INTM ]er ifBi ifdo t: &a go Claca B---a.- er :- a * 6es tao ::,c.tnisz ? S- .t ,cexou a mais grata recordagao da festa da intrnidade. Bem haia o nosso prestinmoso amigo C.- Cincinato pela sua feliz lembranpa que veio estre;- tar mais e mais os elas desta unilo ce todopr um e um por aos. Escusado e diser que os visi- tanrese v :sizd3s cta rIc'pram em ger-'ese.s de cavaleirism3o. Ce modo que pro-.so :o: o co-oo de ce-vea olerecao os ar :.s c. m tanna Zdaid..ide. qu.e . se Ce:xou ence. cM ris:i2a e dicades-s soci es, EM LEMBRANGA Ar-adecensc codralmne-:e so 10-dr -? e:2 CO m -ess: i ze R :.h M A ",.- icz Pa ..e.e. D o S .- SnCc-"S e o -e A g-.e d -e s a rSMU- -.e'o - '- - r as Co:eas sei~s Re- _- 2 e!5 d- 0f -.r-- -e.-. de A. -m--ijo. 3:-. -- -=' :-- R 5.a ^ Ees L 5 e-s i^ - - -C Z:,-e .t.= -+ -':: ~ S W~ I~U~ A r I BISPO A Repnc5iu da Fortaleza, em seu =- 297, no~ciou que o Sr. D. ManoeL accompanhado da se secrero padre Qudr, seguiri-a no I1 de Janei-o corren- te, em vis-ta pastoral as fregue- nas de Pac-aba, Redemzpgo. Bantrite. Cotd.. Mulungi-. Oon- cei-.Io da Barra e povoaao de Paimeira. O espP-r de Deus sac c-pa- 'he. dinra e inspire o Ijlstre di- ocesano. A VERIFICAR L-se no c D'-rio de Pernambu- coi de 21 ce Dezemb-o "hi o se_:i--__ .Em- cat d3e 18 do corrente o :-. Ul-es Cosa. chefe de poi- ::a rezebeu de -e_ coluega do E-t ao da BaHa, o 1eg;u:te te- <,Peco v- exc- i armar-me se L-rra Pz Ax -eacar e ci- :-so :-mao Ex-a o qaquer tesse EEstado. S-adacoes L=e o s3so ass-izncO. o -.. L as Cssta rece-be inada 5.-2No p.ss:.. o-r-o despa- -'- te U _raphsco da reden.- a - :-i-da-ie. pmxa-- rizando o caso. E -: L oes hTaer -os zele- eea Y ao c -nimoso nesre r - L Sno Pc xao cde Alen- So =. ue r--de es- 7lr t-e ca- a- - v3z-i Cierjs cii- - a. se : -na-n-- oecessmias Ad w-imjem weem 46?1 S1cert-s p -de. S o cocie- io do pTo-z e cm iodo a Gari c E*g-se-me se= sacs-rotsa LTE EISPo5s a o d .s- s C nc- cn &art, se 25aP cs - -e - -t a; o s-oc Ae ja on .C C-=ea -7 3- CS=- 1cse. rud a.^ =I a m she a p-was 4;on--- '1^-- ~ essle P ddo a per as moss s7=t T z a c=ridade eam pmr = 4- ,= E-ar see E-- s e-o aa pdn a ^ ^ * S. * -Sd-. SInoi ea 4aamp ela vivia N'se po e bre abadoado No comhe-da pae nee mic doia Fitar aqudle rsto macesado. Nenhum rapax esbeho a convidava Para as descantes da festiva aldeia, A E comsigo a xmesquinha suspirava: o Doce Jesus porque nasci tao feia ? a Odwndo a Ia no ceo azufl snrgia,. De alvor banhando a mirmura deveza No postigo do albergue a s6s genia, Triste muiher sem viqo nem belleza. Chamnou-a Deus emfim: quando passava O singeio caixio aa ta- e aldeva, telanacc&co o povo murmurava: 4 Vae ta "bonita, olhail a era rio feial.... S Gosq-u.vs CRESP. Hi dezanos.poumo aisoa memns. encontuo-se ma apela- ma dg sen secitario, dentre ou- tros. crm document que se acha actiul-nente no archhvo da mani- cin!.dcide de Paris. Nese doc-uento es exara- do t:: o perrerso e infame d'es- _z -0po tentxo contra a hones- tidda e honra de Joanna d'Arc e em nata perversidade qa-e che-| goz mesmo a arran-ar-lhe em ferrn em b_-rsa peda os de ca-ne 5e ca co '... Fazo3 d'es-a natr-esa nao 4 :ico na hiszoria como a-resar- *eir&s de Lasaro. Ncs reampos L-q-isto-iaes. o, tcetispo dc Sevih :e- nsdo ex-( gotdo todos os me os de que se erv~m p.ra perer-ter a ucma po- b-re nmaa de fanilia. de suaa r:- '-~ese. ca'2o-ou-a de he-' e -:. ro terceiro. perante o tri-| >-u3.1 csqi :0o-iaL t A-asada. zos orom-es dos reez s .da incquisiao a desdito- Se_-a, e ahi. !te-nando domal-a r LIP a r r < s ,i a i 0V s e AVtanm Duarte Jnicr Jmp& ade Akaer Pixoto Ramando de ieira -atia Oetailio Jos da Sira * As Ermas. Sras.L D. Hortalawa de Aleacar P X;o Maria de NXroTes Chavre Aana Rodrigms Alewcar Maria Linhibi Toriah. Arrina Pereira Fechine Ant,:,iia Pereira Li a Maria Gloria da Silva BIaadina Mar;a da Silra Maria TheresaAlvIr de J---B Maria Pereira da SIhra Mar~a R-sa -1e Azeredo E as 3enhoritas- Idalinia da-e N-er6e Chives Enoy de Aleacar Peixoto Ad.- ia de Alenaar Ma-edo Daih4ia Peqserade Alemear Aditia Sobreira Eafasia Feitosm de Britt PartiMa Lope# dos SanIwX Le-poldixa Alida da Silva No a5etaoso apert de mio em qo arsre:Y3?p. 3sa~ssancn- a ral de agradecimento. - co2 rom n-a foqninha de me- a c-e oa oemaram por es--aec- - a p--.o. e cua rx, IMPRENSA a-esna a -ser no marnmore do or- es.- a boara de son nae e pr. find. temos recebido. coam o -xrne de sa hona, 1-m- itaram a que no sabemos q= da vira a prca _bLca. exp3ear. eque mmito que lamen- -erido 5comss0o aspeos bran- m aas segwntes l -gas cas de ade. Getlama. A Uniao, 0 L.ctoier. A Aranka. de Barbalha; 0 Ca- winde. de Canind&, 0 Rebate de VISITA Sobral a V- d Proress, de Ma- ranguape;0 SW. de Aracatv: Jor- A~ rd & sa 3TEia m & COerd, Uitario. Cons- m vw mf a e Ba p rs.tellageal CrKzeiro do Norte. Re- S-- c&ralet a rstai rista Csmuerwmal. Bdetin de S. ~ rz-,x~ ~, ~cnz,~ioI-V. de Pax&o, de Fortalm. A V- ^1T *iffo. de ParabybW A Par~ia, j Sar>. de GdaGhans Gasesti de ^jiIc tifl Pmeim eatado~de Pen2aantcc: ^ Aiaie SuA Lamterma., Alamac&n da Ac FmstasArami n&palar.da &iao,.aJ e Ale- J%' it Ale P g.s 0 medo, de Penedo.esta- aRm* X- do de Alagus.e Hums&ea XraraFad jde Humahyvti. ea& do A so ensaFre TeadoPr, do & An- e u stomad do Prasia.C'Oreade fr___sc FW a gRi La de G pr$ema, doPa- ^Me~~i jra; 0 pelafc 11Msu9*O ^ ? C^g.^ &P~l??er.^ SoWL A. ifo D faK.i ra;^T -um" lK 1tins hMlemiamft, Ahwsaxcwlia-.& -sCT& {tr a lem~la cudmima^ Astrmi& de m EceR eI= 'RRon L e- 5& agm.: ... -.: Sam N-.- .-'*T' ^ - -"so .. O. I' ii!' I.: F I I .11 -'I) fr 7 ' I '1CEDZII ada - I r I a Coln todos estes college, B-o lIolivar de Araripe Sucupira de nos excusado dizer, que temo. saudo.sa ineminria. pcrm,.tado e rontinuaremos a, de Aos nossos prcsados amigos imxin.a boa vantade, permotar. CA Jose Rodrigues, Monseanh-r E, aqui, para terminar: agra- Mon:teiro, major Manoel Rodri- decemos tao d'alma a visit c a gues c atodas o s seus-distinctos permuta que os nossos collegas sobrinhos .oabemos.o aiute tribii- da impreqsa indigena e estran- to de uossas condoelecias. geira nos tern feito e que, e-pe- rnrmo, continuario a fasmr. DIVERSAS IMPREL'A REGIONAL 0WU^ .W. .4* BREATF I Esta nomeado juiz'substituto do Crato o dr. Rapl de Carvalho. preomp. pei idmde ,o i -0 Governo Federal mandou 4oa 1 te. 41 I Dao 9 de Janei- corn urgencia que se comecassa 0 cao Few raz todo o asoampto do e- sem demora a'gguma o servio de editorial, elaborado eonseneoiosuimente pe- Sudemo r s a intelligent penas do Sr. Joaquim Quei- .iudes no interior do Ccuri. roz. -0 Rio de Janeiro recebeu, co- No si'' iniso, Ferer miampass' doan- aguin cerio, nceinro. e mdgo .-erdadeiro mo chuva, uma pancada d' agua nmousro o wlal beoi weocea a pena der tao forte e tio copiosa, que in- f o 4 nundou ruas inteitas, interrom- qua dirigio ano "itn"ao o Sr. J. sili- peu os bondes, derribou casas, tao dAibrque.. O v -t"irio r~istraa comprimentos e deixou muitas pessoas em pe- do hoa f tas e a pos-e da nova directo- rigo de morrerem afogadas. toao eCeatro Artiio e Litterario.. SI .A Codvomaa iwaga contem o aintereasa&nte i -Term seguido pata o Estado Relatorio, que o Sr. Jose de SA'Bateto do Rio mSitos contingents do isampaio, prsdlete do Gabinete de Lei- 1 I. tura O pahalh a 4p rO40B ao& s%"uscon- Exercito, e o ministry da Guerra so.i, n- rso i. o., correroe. mandou por de promptidAo mais f'nl tr",aaIhe t' erttw eonMo confse'- e*ciqws e fnt- inwformasu*es exacta4 aobre batalh6es para seguir ao prime o movimeuto da e siedade e d6 suas finlmaa ro chamado; pois teme-se gravis- E' dignodo ser ido e por si meawo re- comminenda-se a euriosidade e at attenqito do simo conflito na elelgyo Estadu- puuico. ;al, que de fact nao pode cor- Os demais jornaes, 4no os recebemos rer em pa. - -0 Sr. Ruy Barbosa no violen- ti-simo discurso que fez em S. LYRA POPFIAR j Paulo, accusou fortepiente o go- verno federal e fez claras amea- AS CAPAS DE UMA VIUVA 9as de revo'uglo no future go- verno do marechal Hermes. i 0 d'abo teon dez capas -Quando as chuvas alagam, e Uema vinva ter doze ". i A-lhe o diabo mais duas diluviam o Rio d-. Janeiro, eian nter ella quartorze. Buenos Ayres tern feito um calor Em tr -s guarda o sentiments, tao forte e tao intense que j oc-, Em seis.o comportamento, correram mais de 15 casos de Em dons o man sentido, insolayAo. N'outros dons as esperan;as, No ultimn) guard as lembranmas, Do que fez corn o marido. FINADO 0 eitor repare bern, Isto e caseo de Na madrugada de 12 de Ja.. A vinva nil conta as brin-s Que teve corn o marido. neiro corrente abriram-se as por- Diz que foi te bern casada, as da Eternidade para receber Que foi tio bemrn compotada, o espirito d'aquelle que no tern- Sacrificando a saude, po chamou-se Jose de Pinho Pe- Ua que conversar 'om ella, reira. Devido a pomada d'ella, reira. Pensa qee ; certo, se ilitile. Figurou na sociedade, como n q, negociante, e do seu commercio En provo isto corn muitas tirou a tortuna que deixou em Qne as eounheci casadas, heranga a sua honrada familiar. Sem ihaver motive algunm V Bern moio ainda, prolongaria Ficavam logo assanhadas; sua vida, si naio fosse surprehen- EOs maridos viajvam, dido pela insidiosa molestia de Dizia nma: la vai ! coraqdo que resistiu aos melho- 0 diabo vadiar, res recursos theraupeuticos. Pegava a ameaqar Cedeu rj fatalidade o seu eE- 'Dizendo: en conto a papai. pirito. queiaviuvas Paz eterna o accompnnhe. epois iam vivas Pesames ai sua desolada Fa Aboriecem a vaidade Pesames sua esoPara algnem inda peunar milia. Que isto seja santidade. CO'rNDOLENCIAS 0 coragao esta repleto Ao nosso apreciavel amigo Sr. Marcionilio de Assis Pacheco ap- presentamos nossos pezames pe- lo premature fallecimento de sua virtuosa iple, D. Felismina Ma- ria de Pacheco. Si foi por demais rude o golpe doloroso que Ihe roubou a preci- osa existencia, tambem nao po- de deixar de attenuar-lhe as a- marguras a certesa de que os Ceos contam mais ura alma jus- ta, que deixou na terra umrn nome querido e abencoado. UMA DOR! Acaba d'e chegar-nos a triste noticia de haver fallecido em Jun-' diahy (S. Paulo) a Exrnm Sr An- tonia Sucupira Rodrigpes Mon- teiro, vilva do Capm. Carolino D'um sentiment complete, Malcreasao e cifame, Ella s4 quer ? fingir, Agora quem se iltudir Veja depois nato se arrume. Uma corn quem en criei-me, Era una santa no temple, Como filba, era o modelo, Como alumna, um exemplo; Aos seis annos confessou-:e, Corn 'dose ella cason-se, Aos treze atirou no sogro, Como umn lobo enfurecido, Inda obrigon ao marido Deitar-se dentro do fogo. Contava quatorze annos, Quaado enforcon o cunhado, Den no marido e na sogra, Ficon de cacete armado. Griton a todos de casa: Eston mais quente que brasa, io vejo quem me contenlia, Arregayo o vestido E disse a av6 do marido: Quer Saber quote son, venha ! de tries pkra todou os mila- O marido adoeceu.m p . o iaarid0 oeeeu. grenses, prnncipa* t -a Ella pegou a chorar; oI a u ia p I JA *arcando no sentido dade, a equal ainda perten- Com quem havia easar. ce, tal a estima que cada urn " Procrava m bem fraquinho, the tribute e da qual elle se faz Que corn peqneno carinho, digno por seu genio todo affecti- Cahisse na esparrella, vo, lhaneza de trato e comporta- Depos pensava comsigo mento digno de nota, maxim bendo quern era ella, na idade em que estA, na qual o moco sempre obra suggestio- Corn as contrariedades nado. 8e acabon sempre o marido, Sobreleva, porem, incognito Ella fe tAo grade alarm, de sua viagem, sahindo ao rom- Que quasi rompe o vestido. per d' aurora, como que para e- Abraqava-se corn elle. Beijava no rosto d'elle vitar acowpanhamento .e emqgc- - Dizendo: en fico na listima, es que por certo aggravariam os Era enorme a tagarella seus encommodos. Porem que nos olhos d'ella Bons ventos o levem, e que Ningnem via mrna s lagrima. obtenha da s c i e n ci a medical A final fcou v a, complete restabelecimento de se- Volton ara a snidade, us soffrimentos; e qae volte emr Ficon mansa~omo ovelha breve perfeitamente curado, sao Abandonou a vaidade; meus ardentissimd: votos. 0&o deixon mais uma miss 0 que ira pensando e sentian- Stods aquella cobiua do aquelle corarao grande, a DavrDeus por testemunha e, Diedoens porno testcaar, nh quella alma 'candida, por esses Dizendo en torno a casar, Fago outro experimentar invios caminhos ! Da ponta da minha unha. Provavelmente ir4 soffrendo nostalgia e saudad-s infindas da Nao sao todas que fazem isto familiar, dos amigos, patricios, e Tern algumas comportadas, sobretudo de seus paes por N'uni milheiro acha-se quatro u v Prudtntes consideradas. quem e para quem vive. n Alguma nao falla tauito, Sim, ha de levar saudades de t Tern pena de sel defunto. seus paes, de seus amigos, de g Ao mundo niio da resposta. seus patricios, porque deixou n Fallo corn as andadeiras, elle em cada umrn desses corao6- g D'essas viuvas faceiras s (e trs u panninho es igual, se nao mais, que s6 - se extinguirdo corn o seu re- M Leandro Gomes de Barros gresso ao nosso meio, que te- a I mos fe, sera breve e inerrarte. i I Ide, pois, caro amigo, e invo- CORRESPONDENCIA IAcae, sem cessar, a Deus, nosso unico espelho, que te garanto MISSAO VELHA tobterdes a volta da visdo per- i nt dit i, s dida,o:mais necessario e sublime Foi nosso hspede t dos sentidos, rehabilitando-oas intelligence e distinct Am.? Dor.e Pelopidas, digno Promotor de Jus- consquistas dos estudos. tiea desta Comarca, a qual nos deo Adeus: s6 feliz ! muito praser corn sna amavel pales- O 0 teu humilde amigo tra. Que seja feliz demorando-se nes- ta Comarca longos annos, para maisU Enoch Noguira. u de perto admirarmos os seus dotes' intellectuaes e sens sentiments dei . rectidao. Em 10-Janeiro-910. r -Vo-u ao Ceo a graciosa filhiuha do e nosso presado Am.? Jos6 Landim, r correct einpregado da Estagio tele- A IMPRENSA graphlca d'esta Villa, deixando sens A IMPRENSA Progen -tores corn os Coraq6es dila- m ceralos pela dre sandade qne causonu Eu sou a Imprensa, B a quella separacAo dolorosa. Acodia Deusa sublime, pelo nome de Sila e todos admiravio Que a face a face a intelligencia que despontava nessa Cast o crite crianqa de 3 anuos astiga o crime! -0 Natal passion sem o men6r inci- Sou a plavra dente desagradavel; havendo porem Da sa verdade, maita quebradeira, a ponto de ao Na grande luta amanhecer embriagado am s6, dos Da liberdade. . diversos cachaceiros que infelizmen- te reside aqui. -Afinal a festa do anno,com quan- Eitendo os bragos p to chuven bastante na noite da ves- Para os vencidos, i pera, ainda assim nao amanheceo Enxugo 0 pranto E ninguem bebado, ras -.Ta se acha denunciado o facinora Eu sou a imprensa Mannel Carrolla, que, fria e barbara- Deusa sublime, t neate assassinou ao infeliz Jose Isi- Que face a face lio. que nao era la tao boa .biscay. Castioga o crime, l -Vi:.tima de um parto laborioso, c faileceo no dia 4 do corrente a Exm? c Snr? D. Ritta Sampaio,virtuosa con- Nao tenio patria, f sorte do nosso Am? Joaquim Fran- 1 Mas tenho bergo; F cisco Ribeiro, aqnem acompanhamos De troate erguida a sua Exm? fario. na acerba dor CoTro o Uaerso ' de que se acham carplndo. Nao ha thesouro 7-1-910 Que me fascine, 0 Correspondeute. Nem ameaga e =__ _- Que me fulmine q INEDICTORIAES c( ----- Para os cobardes dit ENAS GOMES Sou a Vinganea, Parzi os Victiniados Veic-me hoje trazer suas des- Son a e8paranq&... pedidas para seguir A Fortaleza, Eu s6u a aurora em Ibusca de recursos medicos Da liberdade neu nobre e amavel amiko, o Eu sou a Imprensa, talentoso imogo, Icujo nome epi- Sou a verdade. grapha estas linhas. Rio-1-1-9o5 ri A auser.ca, embora temporaria, Urn Amigoo p de Eneas, ji e motivo de gran- R. Cearense d 0 BOLETIM COMMEACIAL- S ,er rannte a sea iana fluds: P.. Caie verde kilo 1.000 a secca 4 12 -a depreo v z de carneirb de-bode 4 .. ToticinhO Fiinha 80 litros. Arroz eilo dp cord& < . . Assucar branco 9800 Ararnta < 6$000 Farflni do mino d 8*500 Algodo' 8.000 paduran b6asm ega 25000 e 'ord~aria n .as _ Kerozene ata 4 A0 4$) Ph ospli g Bacafhal bawrfea 55 Agiardente canada *90' Vinho Franco $ 4*000 0 Vinagre tinto '4$000 Solla s am neio 7$0 Couro de esp*t urn 28"O Couro de bode am 2$40. SOCIEDADIS MERCANTILE Os abaixo assignados levam ao co- hecimento do public e de quem in- eressar possa, de que, nesta data or- anizaram ama sociedade pha explo- ayuo de fazendas, miuAezas, ferra- ens, molhados. etc, a qual ;gyrara ob a razio social de: -DIMEDES DE SIQUELRA & IR- [AO Ambos sao solidarios'em todas - s tranzaq5es commerciaes e assume ngal responsabilidade. Joazeiro 15 de Dezembro de 1909. Diomfdes de Siqueira Passos Francisco Assis de Siqueira. ATTENCqAO! Fago saber que tenhe exposts a venda ma propriedade na serra do Araripe tu- ar douominado' adas nina de telha e outra depalha e em tarefas de mandioeas novas e velhas uma Matta de dusentas ou tresentas ta- efas conjuneto as mesmas reas ej trees u quatro tarefas de Ananaz de dbis an- 0 velho tudo isto ceaeado. Quem quizel-asI compral-as, procure- ne ma povoawao de Caseiraafs. termo do Barbalha. " Raymundo Moreira da Cruz COLLEGIO CRATENSB SOB A DIREGZAO DE osd Joaquin Telles Marrocos Abriu-- no dia de marco P-eso segundo o costume e agaminento adiantado. nternos, trimestre 129$000 4xternos,cada preparatori5S000 .scolaprimariamenalidade2o00 Todos os pagamentos sao fei- os ao comeear o trimestre. Quen precisair de qualquer 6s larecimento, pode entendee--se om o Direotor,rua grade, em tente da Egreja de S. Vicente 'errer. Communicoao public cratense que Atou ao sen despor em executar quail- uer trabalbo de pedreiro mediante ontrato on ajuste, garantindo pres- esa e perfeiy&o. So nao ajusto por iaporque tenho eoccupayOes que nao e permittem. Crato, 12 de-novembro qe 1909 Miguel Rodrignes do. S 8tWs CARTCES STATES Acabalde re a- iedade de cart6es pro- rio para bride na loja estrella e Cincinato Silva. .-* "- 1 s - .t ' , -ii I ~ .L -UL * * I If I * i H. , 'W A% .fI- - - I ". '. ,'. L' . .** -: ..--.,.-: i .: fc'. '-" *-- "r, Q J____. -,t .. -.. ---..-- .4 I II C JUCE Ciia ri SECONOMISADORA PAULISTA I'CIXA INTHv:N.('ION'AL DE PEN- |6ES VITALICIAS. Approvada por Decreto Federal, comn SAA!epSi;-,to de irantia no Thesonro Federal. CASAS drc Wr al ; ipit de pen6es de m ccu oas de rdis. A'--:e :. e, s- na. Ria L k r L.ReListrada na Junta Commercial de .. f. e-. s co:.S p ra Sao Panlo. n:i.._:c. f: 6:', ..1 0 rU ,.. ,Al em S. PAULO: RUA S. BENTO, 63 i' ::;uetre .,c.;:nt. do. 1 c.\.:r'cer:ptnriod.aC6mpanhiaMogyana) S-Alg.-se. o::ra ca. na. mesma E.. Fl: al no Rio: RUA 7 DE SETEMBRO, j S ". )r: pro nor;,es e mu M:ac .nm.- 1113 ,moernul :c.. T.s O p-r :ez. '-gaue:o- ; .:- ENTIE GON('ALVES DIAS E AVE- A ': NDA CENTRAL) , -. ..:. : rB-. RET-OtRIA ' '. .- r r5s.t..' -... ..IA sT..-.L , !.. .:.i S: y... !:,a.. P.I ir,' (2c5 'rc in'. : t,"2". i-I.. -.. .I. '*,! "< *6 Ca -- ',. s- -- ... ....~. I P.RESIDENTE--Senador Lniz Piza, S :.ra c. : a r..' ; e "" ,ii..nak.r Estadoal ex-chefe de Policia e rr.,.,. !,..;;f:.:. ':. -' 1" .-.- ,-:;-<,.cretario da Agricultura, do E. de S. S,.. .. .. NOVA PHARMACA. ETAA-ommendadorLeoncio . .r-ri co Gur ,' l. da firm Silva Seabr:a Ca.. d1: -: <. -. .. : . de Tecidos S. Bernardo. 7- C .....a I E',ENTE--- Dr. Claudio de Sousa, me- .,." -.l ,oI j.1, .:.. r.. ' . *T r:'..,- '.. '' ..:* .:a n' 4! .- ; : r- a S,:- r n dico e industriaL. ,..- TD". .. r. TIESOUREIRCO-Dr. Garr-l Dias da *-r ipr I C.omnrisi!:a Indnu:trial de S. P.aiulo e dat V, ;. '. s o.:' ':hn-l.a e (7;,os de C J- .-_.s. S- .o :r .s Coasclho Fiscril : -r. .. N .. ,. 0 : .:ETA ., E o. Sir. Cn'de de Prates, Director r- :-.. -. .-. ,t. a i o Be o de S* o ) aulo-Exmo. Snr. Co- i..,:..,,-,-ca c t.,' a : I______ ro- Fernndo Pr stes. vice-pre-idente ,- ,[.-..:..,o- Ir:iTo d. Dnprst director da A POPUL A -6 ,- ..-I:-. -'r!.ts" i1 lre .ntr : !'p.rti :; s.cr. 5. .,--!- '. ' 'T:';5r. 10. 0 fr ,55lI. ,r ,rc u e ni.i P.. S a '. '- @@li ['IR li "" r. "sa 'a "1 "rar -. *.~2 si. - i..... i'.,e :",-L:,,_ ', :pol'c: 1;.d d ir_..o- o f a iilid .. de fra.m-- s . ]i Uw '-s- qu.-r,. & Iri.o. Ianaileiro Oficiina coImlI'-a de ts ',oas :) :rf't.' - e itesiilios eim t;;.:: r.'.--. < 1 s i r'I .:s --- iS.elnto para vtent:.. tS e :. r- os ,a rT: '. i acharem CO05 *s !r.= at._: '.). -. .- - *rta Eto c(. o. l iriet. i: c '-'-:;: ... 'P chra p--nada i --r ,_ r-c" . o C" ; :ise complete sortimin':o '.* r'.. a. uieniionado5 que s.o Vet-:.:- ]. r-, sin competence:, onvid- tr' uilic paa fi sz ma vis:.a a ..: -:,( e : en- io que so e-r..fi ar.A do i.e :.- : .i-.o VEIRDADEIRO c.-::,IA! A:-" uV:.;TE:K: JoAo Baptista do OUv.*ir.. RIta Padre ('icero N'. :; .6 QAPATARIA (BOA marva ESPERANCAI .ar Estsa ;a-pt.apAi d.Joaquirn Beser. P - bral ;.cha- -eI disipsi'Ao do public" e - .uaigos, *- -ncarrega-e de todo e qu..q .I .. . trntalho em ceiro coW grando preste-- e iodieidade enm pre-O j nilTJCCAO i-Cf f ai d1 r-; oC LatdainiEt lC.....- .S I V A I S IU-11EDO F ri. aa '. de e t :..a .s e a :-e: ..C:ia -. A :, .. 5 it "Qa' -'. 21 '-U co ro ea setalh e freguesia 5 t nccntrar TzEdar a re- 0" RThbat S..-r:a ,!.d A.edios Pr: ho Xav:er de Araujo . s _ 1 L -*- : _,.::-:" .':a *.t, a a l l-:aaa v 1' 5 . .5 5 -. .. o re 8!--1 8.... IBARBALHA A t.IOl Orgio do iPartido Repnhlicano da Bar- ballii. Director Politico Coronel Jo.oRhvy- mundo de Mae&do; gerente Jose Pio Ro- drigues: publica-se ;os domingos e assignii. se d 5500 por semestre. pago adeantada- mente. Redacei.o e Gerencia = Rua do Viddo n*. 55. 0 L UI'ADiOR periodic poli:co, critico e notic:o o: di- rector e proprietario Afitonio Pinto. As- sigrna-se a 5S por anno. pagamento ade- antado e public.-sie em q:a;lqner dia da -semana. em q(je sja impre-sa. 0 (CETAIt-1, A periodic litterio, commercial e noticeso d. ecidade da Barbalha. publica-se quin- zenalmente e assina-se c. r s.o de t6SO00 por anno adeantado. Sua typograplhia funeciona na Runa do Viddo n". l7 e imprime cum prf.ie:sio car- ta', circulares. convites. rotulos. avulsos e annnuncos. o.)ul-;:nhia Ii:dustria'.l de Sao Paiulo=Dr. ..... R-odo.lpii Miraw.a, proprietario dOa Fabri- c, do Tecidos Arethusina. de Pir aieala DEPURATIVO - d'iuur';do federal-Dr. JiAo Alv-.z Dim;:. Candido. preparido pe1o boticario;3.Lne- :o.-iIc.. e propriet::rio-P;l!arm. L. into el Candido' da.s Dores, e de provada eff:- de Queiroz. da firm. L. QL. nr'z & C. sacia 11as p-pergoa7 I -f1cw-s bonatic7a-. lo:pr.rar.i:o da Drogaria A ierk:.:a e syphilitic;-, escrophnlosi's e (drthrosas. ili.r: Io de rzoductos chlimicos )Dr. Pedro E o grande desalo'jador dos ftnrI;f;''r- Po:: '.' Dr. Victor u:na ,i DA VITALICIA mensal. em din..;ro. aos dido, natl Ru do Vid*o. .,: -, ,, s .*wi. Tern duas caixas, a -aixa A ,es da Caixa A pagam 5SO00 d, PHARMACIA SILVA ... no lsmo _r-j-a 2 0 d.- s;, slidade e t1-m direi- L :: :l -- ma tlo. no fim de 15 annos, a ,ma pensto que de Silvino .Jos, da Silva. n.a :Ra do Co.m- S _::::: .-: e ,. rpia. :1 ser maior d- 1SCO(O por mez. inercio. n". 4; tem rnm gra::de e va:r.do S -; :" *, :--].a e Os i., da (Caixa B. pag.:m 5S00 do sortimento de drcgas, produhctos chim'c , ; - O' e:U 1i joiae 'Sf0 de menusalidade e tnm direi- e especialidades plarmiaceutscas. -' '^ 'pea ( 1, tof. 5i' 10 anrn-'. a ;ma pens?:o que Despa-ha os reeituarios coin i:me.c.- ,: ,-, ,.,= a e .- ,1 ,-, i.,rA ,.xcedr d" 100$000 ,prr m,. mntos de reconhecida pureza e gr. ,,..='- : ,"--.-n':. 'a; '. No ca, de fallecor antes de -chegar a aceio. presteza e modicide.de de prices. ....:. x.'as .,; na -t reebr a pen-ao- a a _ci:5Ci0:o png::rs: ios '. :.. : .. I ,'t.: se' h:-rdeiros nec-ssarios tons as con- seas amio ,r:ui.es qu, ell.- tiver feito. seml jur';s. BURROS SUMIDOS m 0 rna-o- ,- o fallinmento derpois qu, o mu- --- ""- :rm esthv r iem grro doa 1penso. es-t5f i- Desappareceram de men sitio unm 'x .1 -- :r; e : a qtie aos.ses herdeiros burro cardao e unia burra castn1.:a .-. VEZ.t. ta quav,-7 dirito. ,, : 1 -- r-:- s'r. do prop n:r r t i qonazi preta ambos corn esta mar'a - i d ',> ;::*'.*-,- }.,_ .- :-.-.. :-,:j ;- T':-'r::'.: A- res- :.o $er;-i .p.-a ao proprio indivi- d o, G u ats, son procurador legal. cu Iper e com a seglinte fregnez'a - inT,-rm -Jr, d- outalquor B:snco, quaundo o ,-_.s.mut;a r:;, se achar no extrangero. T -' 0 ,.. contribuint.e em dia. qne fiear S::.), > '-. e 19, 9 i:po-.tilitr.do d proseguir nas snas en-i Quem der noticias e.rta- na Reda"- :! sr.. W5 8 s de cinco annos de associ.a- 0o d' O W Rebate on vier me entre- o .. ,.r:g-s .: '-,.: C'on-eq !enca de molestia chronic ar ditos animaes, serk gratificado 1 .,iCura-ve.l. (pe o inihabilite para o tra-: generosamente. t -,. !..s<.e. ,a. cusiderasdo soSt.0 o e nao i .--; ,* sr.i.;t d psuo e .o Barbalha, Sitio Brejio, 10.Q Nc 0 CRATO o's p0',sags,-ntos antecipados de I anno vembro de 1909 ELE' ANTE ;. .o ducvoAo de .0 ooos paganieutos I Joso Denonthinus" Fernandees Vieira ^-eANTE I- si.j.no.f0e o0 pzg-ametoz de 15 : .s:O-o. ;15o .. " DE 0 m nitumrio qne se inscrever itn mez antes do Qorteio e tiver a orte de .-Tr' SA.., N. r-i tdo, pagara apenas poncos ail r.is ,r'i-r. direito a urna peasao para today a ;0 M ILA - ;-;:.A 0 0'3JER:O--. ua s ida. At.: dezembro foram sorteadas cinco - 'RATO-CEARA'. cardnrnetas, on seja no poriodo de novel , in-ezes. A ECONOMISA )AoLA Z a nr.ica S.e :-ur:o deF zeo s : s. que faz sorteio- de dois em dois mezes e CAVAL )O SUMHDO -s um r.Ande sorteio no Natal! M!i E ... :,.idad : &rt .s r ciedade obteve tal numero de socios co n to os: a dto. ion i.". cIo't,, duows azues. -'na e: ;, r" r *seis primeircs mnezes. ..tn-s ,r;..-s: djects rpar. p-en Psedidos de propeetos, propostas. cader s e e r.:a a j nets e i'iformaqbes minueciosas ao Marca e Ribeira P'-.;os -m ,eti.,.r! i R.presentante no Crato. ::epro 4 ra. A. Belem SobrCo. Quen 6 eneontrar e eetregar ao .r a- .o Jroei Iacio eam .Milagres scr?: :a- 4--Rua do Commerelo=45 fifcedo. * 4A- , :I JOASEInO P ERSEVERA A S *lv a.- .lo ru f..r-oa ,Ps .r- rl- :: 'a.. .-tt-. .- . * r.. sr'o sle 'liVs a' st'o in t .::..5 Cs.so :ncof~ kn oC aI de('x erAia ,LIVE-RA & AI m I I. ---- -- -- - --- ---- -------------- I- APROVEITEIM! .f-MW * |
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