Rebate

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Material Information

Title:
Rebate
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Creator:
unknown
Creation Date:
January 16, 1910

Subjects

Genre:
newspaper   ( sobekcm )

Notes

General Note:
Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
All rights reserved by the source institution.
System ID:
AA00001672:00026


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Full Text






y


nca.. j pre. iluv, nt.... .
o progress human no e obra do que d'antes. senate, como disia Gcethe, que a sts como pretendem. mas sim Nao sabemos absolutamente.
feita de urna s6 pega, mas tim Existem varias analogias e um consequencia e virtude de que idealistas, nao obstante renegan- Entretanto 6 certo, que quem
empresa levada a cabo por con- parentesco muito proximo enre gosam so, por dom gratuito, os do do idealism. Fasem e cum- tira liceana para viver, esta de
tinuos, lentos e graduates esfor- a ordem real e a ordem logical; e heroes novellescos e dramaticos, prema sua obra em conformida- plassa-porte prompt para mor-
cos; 6, finalmente, queo rude-la- se na primeira, fugindo do i.fi- pois o home real, o que vive, de talvez corn as exigencias do rer.
bor da historic s6 rcialmerite nitamente grande que se pntrpv, o que se move e existed ao nosso tmpo, mas no su modo e sy- Q journal que se funda
depura o erroc a escoria do pas- no telescopio se cahe a infi- lado, dinconsequente equebra- sthema de f ser palpta o sentido ige count licenca da A,
sado, deixando a caminho sem- tamenteT)equeno, que micos- digo at6 ao extremo de que, se- exaggerado d'uma reacqao qu doo C dono de sua vida,
pre Aberto a nevas e superirti:s copio revela, na ordem especu- gundo affirma o Evangelho, o nao poe ter immutabilidade e seus destinos.
evolzces. A lativa, quando se foge das gene- mais just pecca sete v ezes ao firmesa para o future, porque em[ No proprio moment de nas-
N0o sabstituiu, or -exemplo, ralidades, dos tyos. que bn dia_ arte nada bubsist-: si nao ipela1 r, estia desde logo coagidol A
na ordem pratica. a Revoloa.o densam qualidades, e paix6oe de r Ouro tanto acontece corn a perfei ao da forma e pela verda- dirigir-se Autoridade que hn i
francesa, bae de to o 6 direito todos bs tempos, cahe-se, Felo upposa infxilidade das a. init completamente humana ddeliena de viver.e diser-
.b e .- e -

.... .'. -. 4, '" : .. '


SI s dee, sem pass. mn do indvia', na gran- fa'ores mito cor xos cujasencial.
.mnt .di n o.


































NATURA STA mo roso rev ucDonno on- cessos cons16uE JAERO dame Bovar1, a'<*! ANN.O JAIME CIRNE.
9.96


















...I "
4 i i























SartEtE t deit a tfvto jo ur yostema e a m ari observaccnoo, se- baixarmos aos meio social coundoo intimo, 0 amago, es-
Tios am ui ntu-. tlo absolto como erpass quel- mais. profundos limbos do meio pel de prat, .na gran- fatoe muito, co lxos cuja sencia.
0 !,.**f^ j!1c: Le I .. r.) <0 romauenciae u do se iacobii smo desa do pequeno, em tonsra ca- do trajetoria se rompe e epjugo matrimo-a, Paa retratar epntar o ex-
-: :.-'TOR roa.iin!inaco, cujas vertigo al 1 ratariatica que os ano tuvos roman- conial. Sendo romance vicissiFu- Coo a numverdade humana de
s c 'ebrs po'e cas ace ,a trartedades mais pare d cmststemno dad s e confeccionar as sue- b de t o elor do genero com- fJaneirddo andanteifficil de comspediu-se den-

(;E: novTE doctrine" s P.tt eAe.-.r i.sa .rtdas generio, o eg.l e qna ptin pris leea do d s suad estinado a ser illudido por sua re- dactor-chefe, o Revd? Pe. Emilion-
on.ertendo-se, i .soestu e va- pico. I ua ti e ns consequencia s em t'apresen- mulher e qe na tram a dsen Cabral hes certifica que e comn
r, ceou a dzer que- ; vn, pois o pictor ibus aq oe-r ma e todesenla a cue ca pcomo triumphar dessalinuid contra Ju- mustante de i ngrata noticia da ne-
' roteso revolucionario env-' is d ioracio impsYt oe-se como productbs infr elexpvel o meio soc- venaltsettunom a-drma o dicto.mre cessidade emerior qne operviu a e prosus-
v uma racao....... .... I preceito verdade, ro venha v- Aem que os personagens sde accusano qu scal .0 Im ho.-duz, er a publicah o do sememhsicoqana-ue
erdade et e se eun- ha e boa hora ao terreno da desenvolvem e como resultado t pe-iorn meformul sut con.ta r oseuauctor, rio catholico, que consag homem moralra os


como a loica da verdde e q nIe xe e bainte oiessantordementeoi se reaes. pa e ue up o napoleonica. Coper a mesma tristeza, cou n
as extremoDs se itort.m e cam ponto der e mcahira a inspiras uio ge lada esta somma inde fiparteda dpeloqne n seMu tilados des'porexemplo, poaracter qu te nesuspenders a publicacumo,
ns ros msmos co e deei- ni, pois taa o vulgar, rentandro e circumstancoias q ue deem como human e o meio social e in que retamb em confessa que elle mes-para
':tdos outros .... r. et come ef- coinario podem e deierna ser resultado d ,um problema mathe- os individuos se movem, quantas de vencer ou sabe determinar quanto-se
f.ito, lei daorem prtica prin-- tochdos pela varh. magica do ar- matico o pen samento por elles m arav, finhas ndo q ue se reunem a naturesa, desconhece-se aral sus-
ciio do especulativo'que as ide tista, e dentro de takes elements preconcebido se refere a in a nero- um mesmo pevago e perspicacia os ntraliadado e cahe-se num idealis-
ta d'auella-s outras ideas sas do pqueno; mas conste (ee acao do experimentalismo, olvi- mances, seymptonem para demda enferr ta a curiosidade pubcra de u.
JcOASEIR batDO CARIRYm co a um pho, ao que pareeem alto grdecsiu dandso d'est'artuidos pelos novos ro- peregrino e seu ciencia genho, mas Falta dq dinheiro.ido do Carenciaor
io orem deaherdar m arte naturalista; sgnarte) q *:e i-o tto de do real, edia contradetorio do s inas isolpara dissimular d, de meLos? Escassez de recursosr-
ds icos emperfeies que rcalcad oe poU r cmlhado idealism character human, e sobretudo, o a ideia por eles preconcebida. Nao de certo, qu fu ndo semo di-
Stem dentro d a sua nces profuas e ointimas stmnosi- qudi6es naturaes que rodeam s descripo qdas suas crert fazes, em faser aos seus assognantes ao
c oxidadeNuEtos emasiva- daeesnd -corao huaano que, pqueiragens eencadeiam osesuc- stirS easem talvez o m srlo de efaltava aoC
N Antos de vista do que a- o prtendido revudoconato se con- do real, quando se pretend pnce,- protesto contra .estupidas e nesi.- completamento de suas assigna-
e ueuma n alyse super- a averte n deaum t lPsta enero, idealisu- Ponetrar nas enranhas darmo s n' esta damente, caracte s; porem, turas.
r tra. cobrir; K que que sado talvez co co ms violencia ao huae natur bom; sber ter pre- no meio de tudo, nio sao reali- En tpo o que foi ?U
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cipia do especulatvo que as ide- tista, e Ientro de taes ele-entos precoacebido. se r

i custa d'aquelias outras ideas sas do pequeno; mas conste (e a,'uo do experir'entalismo, olvi- manes, several para dorews:rar ta a curiosidade public.
ob ee ,o a r Vrd- eq emato uidnitiii.dodet'a, a complexida-fa peregrino de seu engeIxho, mas Fahta dq dinheiroo Carencia
,-( ndi ,o, porer, de herder mu!- import a cons~grar) q ,e 0 t~o ide do real, o coatradictorio dos.o insutficientes para dissimular de meios? Escasst z de recursos?
ts ds Pc equ'n calcado ou tihado idealismo character human, e sobretudlo, a a ideia por e ies preconcebida. Nao, de certo, quando 0 di-
-er Anearigr. q ne a idesce das regioes suprasensis factor impodtantissimo da conse- Bordarn corn filigranas de farina stincto redactor no se dem'rou
realidadPe tern, dentro di sua :as proruaIas e uitimas sludosi-quencia individual. Quanda se o assumpto_ das suas crea -es, em faser aos seus asstgnantes a
opkids mi va-1auS d -dor hu "nna e que queira fe"er sentir as p;Ipitayn6es satisfasern talvez as desejos de restitu;ivo do t -que falcava ao -
riados pontOs de vista do qte a- [o pretendido drre lnto se con- do real, quando se pretenda p."- protesto contra estupidas e nes- compietamento de suas assigna-
queils queuma .nalyse super-iverte n'um tpo .qeerio, ideali- netrar has entranhas da condi-, cias e esi
:i .-.,,.rdA, decobrir; d que sado, talvez corn mais violencia sro humana,- born serz ter pre- no mreio de tudo, nao sao yealih- Er' t e f o oabemos f hsoie
PAG ME T() A IA Ttl S. da e-- D eF~l r oco n;i3 e:Zoa onta udo o n em L~tz~tade t-odese s i ifl enad eo





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-treta o, i ;




2.5oo; e mbos. o -
a oi cam'x *o C..OS


,.os, e morn .

Entretanto 0 :, u .

::500; emnuoie-u 'out, :0u i.na c
ofaicaminholo Cr n!


-:.:" o i-v-c.aeetro na:-rco- 130

?m: ::-vc *mOS.

0 -'c i : : a";e ta "


Do 1:6 :'.>s comn::::-:c::m om :e
m ndr: do d: cr-
e -' cA .u.: IL m _:ir. c.-'-a;
C s ut 2-..e t i


fo2r, 0dc-s de f5.
As:n. n r ,:e S ,e e ----e o povo ?
m ..-,eqe-'-s pDobre vgario
?.~.*" t'nr m o blipo a sua cuata.
e ami no Cr't-, a nns rendo-
-,., a mia: ric., a mnis i n,:'.:.ntb
das fre,-uec:-s desta d'ocee.
- a ... Y-"e impedo^mente, d"j-"
.'i .d me-- :o payo, e 2gora


Passo escorreg.addo, balangando
ievemnrt0 os br-cgoS. Esse pass
repcte-se rnuitas vcses.
47-O [eropluno desce. P.ar:
te -ninr: 03 dansar:nos L n-am-
Se de un Up sC.,Xre o outro, incli-
iando ac.Le-c:.
- Eis a ::-i da moda !


Onc.-hi::ando viv.


Baurru quo toea sia,

"t o v10 disendo logo que 6
o sachristito Fulano ou Cicrano;
po's o caso foi outro, conform
refere Caml.!:o Castello Branco.
((Uma vez entrou um burro
inuito meirro no recinto da sine-
ta (no Pago da Ribeira), e come-


S ... -...:- o e ro u a trii ar a corda, no intuit
;i". ch;-:o o 0 vi:ret.ro a Ext.ors:o, -o'-re c:morlosi *Tel'g-a-ham do Jaao, infor- provavel de a comer.
:nirrcr m:.is d -e .esfen:a i::-:::e- cruel, e mrnto 1 .nn.) ter sido condemnado a Ora, como a sineta repicava
t-ou. O .re Fe-r=nd-s, quando o ser qu.irnado vivo o0 oreano que tao ligeira quanto a fome do
o: :- eo ti:ha mnanon para o outro mando a tangedor que esgarava cor-
I Y., .-C c.-cJ 2 '.: ;os -o cs6
c t n.bn co:-t ter cho-.o lms, s:tuou, fez casas: qu ahi '.m,1 do p.iacipe Ito, assassinan- del, d. Joao 1V, que estava s6
no C : e; toda a 5i. to rendndo foros camera .lo-o. e estranhava o pressuroso dos
o Arac1t.i e de Therez:na. :ip 1, e o ctul, qu caJon- EIn 31 toques, desceu pessoalmente a
Chiuv_ -.ne", em-is-~ ..:-o tern hoje o upo- da popu- Haveri quatro eclipses, do casa da roda e perguntou quem
-ao. e, -.,.mt. .irdim e em ainda nP.o fez e nei faz do o ps, o era.
:0os as ou: s Jpo:o; do Cari- alg."m ".-;,1 terra; tem ecSle C dos3 da lu. pnmeiro Como ninguem lhe respon-
,c a,,euperado o pdo corn ml s sa em lod de es;e, mandou averiguar si a
Ss cr lMaio, mt invisvel; o segund pessoa a s
lec,,,. .,s m..... a-Ceo e !he qe e -,-, -.-, t-a a --e,'e parmbem 1 de INovembro dope sata de eptoca j4teria subi-
fl et 9;i. efbin-P 6 .parcia ern 1? de No e bro do I' saleta de espera.
a CC-.o -* .-t m... 0 a in- s t invisivel.
contemn o lh.vmno dle "oo e 1a- p-ra ee so6 Sor ori: do co O v. O enviado voltou
e Aln: de oOS ^d' s doi;s eclipses da Lua sa: 0 enviado voltou, annuncian-
C.--tenomroso e i: do co- Os do s ec pses da LUa sno doa s. m. que entrara urn bur-
," A:.t ado: .re dc .to-'os a fortune d'um s6. porm isveis, o primeiro no dia

algum 4quella terra, dis--ol 16 te El-remuito magro.
...... ':-ljrnequella terr,`-. Oemobro. El-rei ordenou logo que o le-
,.---- -tl. e.-",^'a0: Entretanto, semelhana olcr e m a

T .;os os annos por occasion r^ tae qte, rnundo em-f6ra, se Q ;o! com recommendag.o de o trata-
S:.-; do. bixos costumam ar- t ( t e udo -f6ra,e- remfartamnente e accrescento.:
S ao bcaix a esmolas dafaz co ~ tuo se su'eit, e 'tuo Exclam. nstintivamente Semelhante requerente no
SCapella de S. Vicnt Ferrdr nosua pat, .qu tqu em der dominar a intern co p6cle ter outra pretend 0o, sinjt
-"...... a e ro quem 1 a na vida da bema- encher bem a barriga como os
la deS. Vc Ferrrq n id d e que tocam sino, os sachrista,-s.


A- dv n

t- j' ;Umr certo padre, m:into co, h-
ci do povo e e:n toJo o C ri-
-" .',, d~iri 'a a urn' s-u co:i :gA o
I~ J .- .. urte:.
o-.- Empre.te-me se_; scc:-roe;a
ie hoje quero tormr um p rro
dejom.
,H dvinhem, quem -. ?
%,Mo


to -'-- -n_. s...... .oC~r- -T,"$ecr---ca em Q "--uixeramobim. venturada Joanna d'Arc, o que fi-

to em o Cr, post se tenha queixado, e zeram os bispos deCambai, d
G^ G r r"contin6" a queixar-se, a falta do I Bouvais, de Coutances, e o cele-
d Gl-ri.a G':-mb _rg a actor G Chio Fe refre es:a, r.o ha ter- berrimo Couchon. -
AL-Y-N ., co.0 '> gx'rsar, est4 muito rico. 0 bispo de Cambrai Joao de
IT.ATda ea dbe-n do-ar iz o -.Po'inho Borgonha tiaha 36 fihos baoetar-
0 O 0 Re a celeste, o Madre, o belia, em sua philosophic fria de Bu- dos, e s6mente officiava de pon-
... Dol!csperanz, dece amor, Maria ha:o und dos expertos... tifical cm eles mesmos que
....".;'" 0T, Ia vita C sel, le o pin, E mesmoa serviam no altar.
Tu la vita c1'1e seil luce, pia, Ee me-mo Si tinha consciencia de tama-

(lia-r e r ltA ;n l d e s re g ra m e n to n .o s e p e ja -
-,C. t Che nel cuor-la fele rinovelln ; ;conferoenial 1 desregramento, ao se peja-
T b.a i ', : sa. i .. s aeva de ultrajar a Deus no seu
T. ben :che set I'amica stelIa O illustre professor Ruckland propriosanctuario,

ci f-a v;,, norouaeLonIres.
-- I ma'e Ad .ondo, o Silnora, m! effectuou enm Londres, perante O bispo de Bouvais, juiz no
S '-. ,"r---, r,: .neila via. r'ande ai_ to_ io, unia long con- ,rocesso inquisitorial contra Jo-
S.-: ... : e-'.l, L.da 'll. ferencia sbre oa teno di- aa d'Arc, procurou matai-a
S-, ... -. --mantiferos do Basil, erecendo corn urn peixe envennenado que
,. :e ste le ue ccte n- r rpp eu.sd publicos e enco:ni mandou-lhe para ceiar na nbite
St., imact, i c.,e, imprea de quinta feira sancta na prison,
... r e: e :, 'i: nito -.t:. onde ella estava.
i:- pr0e O bispo d-. Coutances, do par-
e:n : r. io0 ,r e occultlsta Muc: ido gallicano, excedcu a todos
_' -" (.o:,.. s:-o _. :Te':ea desvendou a sua pro- es outros pela du.resa e pela ex-
P, ^- ., : ,- -:-Ob- "P. ecia das lettras R B, que fo- travaganc:a de suns respostas as
Pa "re CGi -ch cl' A ccr Pxo. -,rm verificdas no catafalco de consultas feitas contra Joanna
-_._:_:,_.: _._'_ <. P,______ __ ".. xd,. rmlpho Briic.s o d'Arc.
.........O 0 bispo Couchon deu sun
S .... .. ... C far:a da coreios horrivel connivencia para despc-
t e::x, .e- ,,-,,- a jog" ,- jl-a do trajo de home, que e-
.1.-.... '--. d- RaymF '-t .a ,1 leva. l mas XZs Dc accordo corn a ref)orma dos ra today a sua salva-guarda, e co-
G^ Ma os ea i'tincvta Ioal t-o 6q a correios que deve ter ido assig- no poude recusar-lhe a con-
S d. Lf- L Po..u v-' m- C 'l amaec" be- n.da no cespacho collect.vo co munhao na hora da more, man-
.. .... : : : o c, .- ,-'.ta 12 do 2s..:.. o, a t.xa da cor- dou-lhe levar a divina eucharis-
C TES O.S inoz::. : tu.do os 4 do .e t4r offIri-:o violence. respo-dencia in:era fi-ca:i rcdu- tia sem estola e sem luz.

Ac. ba e 2 re:,:Lr I:. -.- -.:,...,-, c!: -de-!t ou iu1_I n nc se soube, x' o ex-drior. munhao que recebeu lavada em
r:-d.de dc c.r.c- po t.. : .. : :.' ..... ..- e in. ag-ou oor isto. l grimes, vendo Couchon no mc-
p3-o para o :.l a--n.o em "- -. .- cc ,:z ano vh E i. l mnento, em que os inglezes mm
ce aniq.de l. e i: r: as oque cumpre T-e S Pulo dfmu- ueimal-a, disse-lhe primeira e
-- to S t:ate antes cue o, j vU-,: i., P segunda vz:
.... ...... -:o c.-..i:a para q ot o eo do u .r corno memr ,o programma Bispo, morro por vossa causa.
:'.', / .ofrcoon.mpuaoto antresamm-- Era chamal-o assassin, mas o
,7 _, r -a qu !to ante s;. ',I de Paris.
J--- .-n H c:--co-3 q e aquT- c.'-- p o, e c ::-er...l-.,.uar- assassnmo teve a cara dura de Ju-
S.... : e. A imco e no ,-,:e: :, ::.:: te t,:::'e A ott! ds;: no se commoveu siquer,
1 P -. ;: 1. s c:vas a:" ics pass:n a saturnaes da jo- quando os outros carrascos o bis-
S... -' s p ,ra \. po de Bauvais, ode Bologne e
W. sL- i' I6,5- ... qu : rJo.n-a d, 'A rc.
SC- ,- dentc da Aca.demna ce Dansa.
Eis a sua descripia):
_0So .... Glo"::: .. d nm e trattef.
,:aa mua Sob o pretext de ser em Fe- 1 Os danscrinos colocam-se
PaCrc i To !-:o n :ci d:e .oassa Snra da Pe~nha. canoo para todas as Cl. cnas e
S- .. rr'-Ia de 1 dco cor- circle o J-se:, o Crato, o '.'m m C dos coap:n-,:;s. passo. 0 sr. Odin, francez de nagc,
t -- cop nbe e:d, Carir tonte, imi o arr o de Paris a 15 de setem-
to de do Cto, o a p r-e o do : b-o de 1905, percorreu quaren-
..... dl d' S: dl :;ne- f ste.m- fitas .o exm? sr. d. 1a- 2?-O aerophno v32. Os da:n- :1 ml kIlomnetros A pd, atravez
S" .......- ..... --'s-a- ;rinos ne:e :, .m ometo te. u- -da Ing aterra, Estados U nidos,
....."....v,:,-. ::e- t Et, quc d a verd-de. _"novime:-to Ce brv.g s de baixo California, J p-:, China, Sibe.ia,
S f.i U cu es- A n -nol-- corn sem,"uranl- )ara c,'m .mit.-do assnm o vIo etc. etc., venUendo cartoes pos-
SrP'e ,::-eas1 ::nn :o^ cl:.o :- ...re -.i- rc-, e --,.-, I ev:os de um s -ssaro. : :es e i-se:do conferencias. Que
L to;nd t cot-o mente C. ;I,'' t ate


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SORE


1IMPPENSA®IONAL

CORREIO DO CAR IRY

No. 264"de doming' 5 de' Dezembro, a'iiguatura per seis mezes pagos adean-
querecebemos na dia 15 polo CorYeio pu- t damente, sob a iagerencia do Sr. Jos
lico, aqui chegado 4*. feira ultima. Pieo Rrigues.
CComea pelo AC. :.o041 amsinante3 em 0 Numnro 28 de domingo 12 de Do-
tras zenmibro cadente dirige o E1itorial no Dr
03 Teleqara-tsu noticia'n qun o Df. Ro- M1attos, fasendo-lhe sentir em contraposi-
d "rpho Miranda j: asstuoio a pi.sta do io do que di.se o Uuitario qune as toe-
niuister o. .d'ziagrultur. o ncusaq6es filhas do despeito partidario tern
-For regitada por 100 votoa contra 42 a solide. das sombras phantait'cas: fomem
a nmo-l de protesto do Dr. Barbosa Lina primeira investga(Fi, nto resi jodo ao
polo fact. d- ter sido corr:d4 e prohibido :nais tenue aoito da a tiror. o
ie entrar ar:awlo no conelho municipal =Henoch Nogneira uda enthuii siea-
o Dpt.t:lr rInnm Ma3h: o mnente a fonrno.sa pvo;tqnAo Itiao r.v,
-eui p:r.r o Ri o &naldor Damin- que aena inceramente e tfana-se de te.a
S-arno'.r.>. como mAe.
0 pri:nmir- editorial sob as iniciaes H Diz mais que desejava cleval-a de po-
-. na. i i-Ias dL Join Fo-ter, o auto: da ro aao A c'dade. p
I -,. e:i-1.i, dsacrove maatralmen-| (E' V <6 .nnexal-a no municipio do <'ra-
t.. a is. mai brbalra do qun to, que tern" villa S c3mo S. Pedro poe )
-,, i^:;ri~n',. voacoes como o Joafeiroi.
.I n--e as lo na se corn ella- -L-n ui, como qualifi a Liberat ) Her-
,rr-a.. c.:.s e ptaaeos. 1 eles, de Milagres, a confiss-o do de-
O gnwt -o .0 hbrato e a u ina resp:3ta vaneio poetico que o prende A sna ell-t
,'. sr rt c ,ra:) elle. i sna formosa amanne,
O sgn-i'io .- ltorial nimn torceiro arti. Coreio dol JUuid';pios passa enm revista
d1o al o a.df- Jolio B. d Aquino. oe- )s acontecimentos que tiveram logar en,
c:rpando-se ainda largainente da; -lfwi 3r-jo do3 Santos, MijsAo vei'ha e Jardim.
,i C o.. e do historuo do e e- d2mCtrc- -=Em Brejo d,3 S:nos ja tinha chovid
,. 'opiosa nente trez vezes.
Occupa quasi nov3 columna3 e promet- -0 foro eostA em fervente o.ihligfio Ie!~ a
to c atinuaAto. -himadi .t. juizo de livers orpos de
_N.e e.o S-l:trio fiotr.t o soneto de lei.to, qie e.qhlclido3 A m i:, tempo
DI. Peliro de Ale utara, alludindo A perds i.a esperavam ser do3pertados pele Dr.
ili s-ln fliho 1m'.lo. ?olari.
0 s C,-','io dom Lor-s regitra o anni- -Mm sua fasenda Queimad'( do Meio o
.-.sario natalicio da Er "'. Sr. D. Maria major Manoel Ignacio Bezerra fe.tioun
.!-:iia Nogneira Pinh -iro no dia 4 tde Do- "ondignamente o cammmto de d.as fi.h is
:.--nbro corrente. da interessante Ricoliss ,tias, deixando snus convivas iwahorados
Linhare. Peixoto no d:a 5 e da Ex'" Sr'. ela e atil sa corn que form tira~ alos.
'). Elisa Moreira Vianna no dia 6. -Em Missao-velha realison-se no dia 24
A Xo'siciat do Tr'ibt-'al do Jury q de-e:ovbr". uhirno o ca-ameato ev-l de
funceionou d din 3'.)de No vemro & o Joso Alexan.ire Teieira e P. Camilla
do corrente aecuramn submettidos A jul- )ran eiro, e no dia 26 o do Sr. Ray-
g:amento e condemnados A 29 annos e 9 inundo de S-1 e Philomena Furtado.
nmezes par crime do homieidio os reos Jo- Choven- coFioFamente no dia 30.
s4 Pereira di Silva e Joaquim Peraira dt Trata-se de festejar o Excelso Sto Jos,
Slva.--e a 7 annos os reos Salustrianr Padroeiro da freguesia, e const.1 que ne-
Pe e'ra Nun-es e Antonio Per-ira Nane ;te sentido estA promovendo a acqnisig.ao
Foi absolvido Patricio Jo-;e de Oliveira le music. E
A' aote e aos dois primeiros defended< =No Jardim ecahiram duas chuvas, que
C'el Pe.lro Ono're do Faria., e no; ontioe, auuanramr muita alegria pela esperana
oi senho:.-s J sd .'ac mi .io-d Bernardino de Carvalho, cuja defe- -Foi eleito vereador municipal o Snr.
sa o Corrieo qualifieou do elissma. najor Hermogeaes Pinheiro Bezerra do
N.. forma de sen louvavel eAtylo o Sr. Meaezes.
Dr. Bo:elho encerroua sessilo. m =O ordamento municipal de 1910 serA
-A' passeio estiveram no (C a o major le d ze conto-, e tera mait 3 emnpregados tc
Pedro Silvino de Alenear, do Araripe. e ovos. t
o Cel. Joe.o Baptista Thomaz d'Aquino -Foi nomeado promoter interino de Bar- al

v -ss ministerios coucederam mil e dn- ubstituto e assunmio o exerc0eio interino in
fen os ecntis de re's de pa-sagom na estra- le Julz do Direito. ta
,ai d! ferro centr(il do BrasiL -0 Ceutro Arti-t stico e Litterario levou a
=9 Br.til t-m eis fabrics de seda. 0 ceua no di:A. do corrente o dramnn= Re- m
,o Rio gran le do Sul, 2 no Rio de Ja- ,eneraqao e a comedia-O matnto e os di
nairo e uma em Santa Catharina. ;:,tnJani>e. e teve o prnz r de agradar
=Em Faxina. S. Paulo, Fernuandes MacI- g.ralme.,te nos sens espej:tadores. tC
1 dF! s) anno- tento' Las nar Mnnoe' -N)o di.i *3 de IDezembro corrente as 1-2 3oi
M'l.-h:Vo. do 70, por cinines da namnoradai ho-.i.; do do.' serlo nrreiat.-'los n;i ('a- L
qa, imntior de 0. .nari .Mini.ipi:l de Bar'alha os imu\tos os l
Trez d..ilos' lo exercio de 1910. e
-Em 17 de \Ag:o ujltimo qren.i& anm-.e jUm, \ar;e,-lnle de Tolstoi e os anmin-
o10 Thesoro 6,123 nota-s de recolhitimento 4;o past.es e o; cummercia,-s feehli.raei o r
..o valor de 924 conto; 640 mil reiu- nunero -2 d'.l ',aido.
-Est-i em pr;a.:a a ca-H n. 16 di rua de P
S. Jo.:.avala'la power um conto de reis p;ra r
p.giamenito da cred5r.a D. A.na Linhares no
-Pot editl doe. z d orpams do rato LYRA POPULAR di
forum convocados corn o pr;os d.- G 0 di --- vi
1a a compareceram no inve: tar;o de D. G
Antoni. da Franca de Macedo os herlei- CRE XAO. DO UNDO G
-os Julio Miguel de Macedo e Francisco C .RE, ex
Antonio da3 Chaga-', caLalo coin D. Mar;m
Vicencia do Macedo, residents uo Ama- FuI ver se est:'dava a form te
7onas, em logar nnko sabido. Como foi a criaa-o cil
=-A Pharimacia Siqueira mudoi--ead Quasi pade couseguir te
t a dia California part run Nogneia te
Acil sC, n. zi-- Como ella foi eutao do
Elitaes-A' requerimen'to o major Joa- Falton-me achar a parteira
qn-m Pinheiro Bezerra de Mciezea, Jois Que pego 0o velho AdAo. e
l'inheiro Lobo de Meuezes Jnrume,,ha. ro
.Abe! Plereira Luna, e D. Veronica Cr- Antes de nada exitr
mind do Oliveira-e CeL Antonio Luiz Antes de nada exists r dc
.lme s Pqeno, lnte ndente Mnnicipal fez CoUsa alguma no aviaca
Imblicar a partilha d ts aguas regatdas do Nem ceo nem terra eitm mar F
Iaa tira, e marcou o praso de 60 dias Nem luz nem ar existia
-ita o com-wnd'irriga o faerem tor lioml a l Mas nos diz a escriptiura re
.I pu o do pnar.s e deo mol quo cad Deus sobre as aguas vivia. p
.vphilis. lh
-Pharmacia de Jo- G. de Sonsae Reo'im Aqui fa n1 Run Formosa corn o mais c)mp'-eto sor- Nada valhen o estudo
timento de ructo ehimieos :cionaes for pensar nesse dogma te
estrangeiras, A content do freguez.- ue pensar nssdoga e
iharmacia Ctnral doECarry, do Josh Al- F' capaz de ficer snrdo di
de Figueredo. A Rua do Commercio Porque existia agna ca
n 14. co-n variado sortimento e preoos ba- Assim nao faltava tudo. se
'o.perativa Caise'r.l de Jonqn~m de Li-
ma, as Traves da Califoia, n. 46 Porqne nos diz a histora
tuor sortimeuto de moe-hados, estivas e C^o e terra nfto bav~a P:
.utrais meredorooas. A mesma historic confirm el
E mais outre annonceioa' como da Pro- Que Deus nas aguas exist'.a cc
v.Jen/.a, Sul-America, e artigos de com- P rizonde eram q
u-n es tire d'agua o tanto que Ihe pertence As aguias onde Dens vivia. ra
-0 fiscal Pedro Rodrinei Main mareoo
*. dins para se proceder a eorreiC0o nas Ceo qe Dens am dia disse ci
<. ,sas e logradouros da cidade. V fazer a creao s
.s IL da rnhh A3 a tdard lhe. [as o cGo& j estava feito
Diversos As aucos.--D'. Joto Bezera Que ra una habita ao m


-;alistas em part, operalre, r.ita, Dens no moralva nas ag st
in-ernas e affeoe6 occnarens recent, Qae no era tabarao.
Sr t os pobrt. qu
_ _,r, riunou Bilhar, especialists en mo-
d. n. a, g av urin ai a' Des fez a terra eo mar li
S o eandon qne a terra criasse c

A U NIAO genero da animalia
Que sobre ella pisasse
E o mar cr.asse pexxe
O.'rgio do paruido reoublieano da Bar- E mar crdaso p eixe t e
l a, publica-e aos dmir.g, 5SOOo do Que em sa odas nd e e


Depois que a terra enchugon
Elle fez nrea olaria
Fez o diabo e o home
Seado Adio da part fria
Fez o diabo da quente
Que o fogo Ihe conipet'a.
Disse o diabo "ao Senhor
Cmn isso nAd v s ata o
Vossa obra ate aqni
Deia-me dando o cavaco
Fizeste a mim e ao homcm
Mas ainda falta o macaco.

O Senior disse ao diabo
Nao entire nos mess assumptos
EstA veehado por macaco
Espere que fafo muitos
Vista voc6 star vechado
Entto o farenios juntos.
O d'abo ali ficon
O'ie so qem est em ressaca
Disse entrando alli
Aqnella obia sai fraca
Pegoit a atropellar Dens
La fizera.n uma macaca.
Dens d:ss en bem n'o queria
Que ta metesses a mAIo
Disse o diabo e verdade
Erramos por entio!
Chama-se a bich'nha Eva
Pode ca;ar corn Adao.
Eis a principal historic
Porqne foi tudo erigido
A mnller veio di macaco
Do barr) veio o marido
O qne nao pensar asim
Saiba qn- estXI illudido.
Leandro Games de Barros



NEDICTORIAES

MILAGR ES

((Protesto que em not is faz An-
n:o Pereira Nunes, tudo como
baixo se v6, etcetera.
lStrumento de protest em no-
as virem, que sendo no anno de
iil novecentos e nove aos onze
ias do mes de dezembro, de di-
anno, n'esta cidade de Mil.-
res, term e comarca do mesmo
ome, Estado do Cearai, em meu
scriptorioapparezeu Antonio Pe-
.ira Nunes, morador na povoa-
,o de Maurity, deste termo, e,
erante as testemunhas adiante
omeadas e no fim assignadas,
issue que, Ihe constando que a
uva e filhos do Capitao Miguel
ongalves Dantis do Quental,
x-proprietario e ex-commercian-
da povoad.o de Maurity, jA
tada, assoalhavam que elle pro-
itante ficara a dever ao espolio
e seu esp6so e pae imaginaria
nao pequena somma de dinhei-
), resultante de abono que lhe
6ra na acreditada e abastada
asa commercial Boris Freris de
ortaleza, vinha, usando do di-
ito consagrado em todas as leis
itrias, protestar contra seme-
ante arguigao, que mais tarde
deria se converter em flagran-
extorsao a sua propriedade,
fficilmente adquerida em pou-
monta, por urn trabalho per-
verante e afanoso, p q ]anto
real que o fallecido esposo e
ie dos protestados abonara a
le protestante na referida casa
,mmercial, mas tambem o
ue antes de sua morte, recebe-
Sd'elle protestante a importan-
a integral de dito abono, que
Sfoi solvido por occasi.o do in-
entario judicial da massa pelo
esmo deixado, como tudo con-


a do respective inventario, do
ue guard elle protestante va-
o.ios documents, send ainda
erto que do ,mesmo inventario
Id consta de ddbito d'elle pro-
estante a viuva e filhos de seu
x-afiangador. E assim protes-


tando, requer'seja o'mesmo pro- ATTENCC '
testo, para os fins de lei, intima-
do a viuva e filhos de seu ex-afi- CasasS'i ti,' mu e '.
aniador. Depois deltudo decla- Anna do Cariy n Eo'
rado pelo protestante, lavrei es- Jose Rodrignes 1a tea
ts instrument que, lido e acha- retirar-se dests cida6 A10
do conforme, vae assignado pelo procurer na Etropa alii -
protestante e pelas testemunhas sande sempre alterada, des _tl.,
J so Xavier de Sousa Pains e a venda todas q asi uae
Josd Pompilio Sisnando Pereira: e suas fazendas de gado neste i-
do que dou fe. Eu Pedro da c:pio e no termo de S&at-A*=sdo0
Costa Nogueira, Tabellido pu- Cariry e mai unm sitio no msme W W
blico de notas, o escrivi, subs- feridotermodenominado Qu-6eaid
crivi e assign, em public e ra- coma engenho da ferroe aea propi,
casa de vivenda, tudo de telbadib
so, corn o signal de quc' uso. iegura construao, comn uma peq=m%.
Em testemunho da verdade nascenva.e acudede pedra e cal, cqir
(P. C. N). cannavial para dusentas cargas de
0 Tabelliao Publico Pedro rapaduras, possaindo extensas mattas
da Costa Nogueira. Antonio Pe- com madeira de construa-o: outro
da Costa Nogueira. Antonio Pe sim pede 6 aquelles dos seas amigod
reira Nunes, JodaoXavier de Sou que tern cor o mesmo negoei,
sa Pains, Jose Pompilio Sisnan- queiriao por bondade satisfaeer seas
do Peraira.x Esti conforme ao compromissos, uma vez que tern de
original o equal me reprto e ausentar-se por tempo indetermina-
dou fd. Cidade de Milag-es, em ficientes.
11 de dezembro de 1909.
(Sobre duas estampilhas de Crato, 26 de Outnbro de 1909


tresentos reis, cada umra, devi-
damente inutilisadas). Em teste-
menho da verdade (P, C. N.).
O Tabelliao Publica Pedro da
Costa Nogueira.


DESPEDIDA

Raymundo Pereira da Silva e fa-
milia tendo de ,retirar-se d'esta ci-
dade por indeterminado, e nao lhes
send poscivel levar a cada um de
seas bons amigos Isuas despedidas,
dao-se pressa em Ifazel-o por meio
d'este offerecendo os seas diminutos
I r-stmos onde quer que o destino
Ihes conduza.
Crato, 7 deDezembro de 1908.


AVISO

Qnem a'uda tiver cautelas da aLo-
teria Maravilhosa", extrabida nos
dias 10 2 de Novembro proximo pas-
sado, ainda niao conferidas, venha
conferil-as ate o dia 31 do correute,
ob pena de, dessa data em diante,as
Seferidas cautelas perderem todo sen
ralor.
VE para que ninguem possa allegar
norancia publicamos o preseute a-
Igso.
viJoaseiro, 9 de Dezembro de 1909.
A CO MISSAO
Thesoureiro Secretario


Joss Jhlio Manoel Alves



BOLETIM COMMERCIAL


Pregos dos ge
mana finda:

Carne verde
c secca
< de porco
de carneir
< de bode


Toucinho
Far:nha
Milho
Gomma
Arroz
Sal
Feijio :e :ord
4 de arranca
Caf6 (rio)
Assucar branch
Araruta
Farinha do rei
Algodio
Rapaduras boa
ordinary


neros


durante a se,


kilo 13000
4c 11200
S 8$700
o < $600
$ 8600
4 16000
80 litros 51000
4 4( 8COO
A < 13-'000
4 12$000
9 14*000
a c 20$000
,r 4 25$000
arroba 12$500
o 4 9$800
.9 6$000
ino 4 88500
3$000
is carga 25$000
rias t 221000


Jose Rodrigues Monteir o .

BALANIA ROMANA
Vende-se uma B-lmina Ro- -.
mana em perfeito estado, forga ,
40 libras, na Rua do Padre Cice-
ro N? 301.
JOAZEIRO


MERCIAIUA OLIVEIRA & NATIM

0 proprietario deste acreditado estalb-
letimento tendo recentimente chehado da
capital do estado avisa aos seus mum3e-
ros freguezes e ao public em geral qufe soe
aeham corn um complete sortimetp do
mercadurias nacionaes extrangeiranalma- '
doe, meiaspara hoemens a senhoras,Sei'qM-
sorios, eadeias de aluminium, redomas,
extractos de dive, brilhan-
sutaxes, rF.r3is. ate etc.
Tudo a inheiro a vista e por preo s
modicos. 0 PROPRIETARIO
OLIVEIRA & NATIM

JOASEIRO CEAR A -


POLDRO SUM1DO

Grotifico bem a quem me entre-
gar um poldro rosilho que desappa-
rec na serra do Ararine sitio .


Queimada Grande, com. a segniute
marca e fregnesia
Quem o encontrar f
pode en- 3 tregar & a re-
danio d' 0" Rebate
on em miuha residencia:-
Serra dos Asedos
Pedro Xavier de Araujo



BURROS SUMIDOS

Desappa receram de men sitio Bm
burro cardio e nma burra eJsatha
qunazi preta ambos com esta tnrea- -
e corn a sdguinte fregnezia *
,LA


Quem der noticias certas na Bedac-
o d' 0 IRebate. on vier me entre-
gAr ditos animals, serA gratificado
generosamente.
Barbalha, Sitio Brej&o, 10 da No-
vembro de 1909
Joie Demosthenes Fernandes Vieirs


JOSe LANDIM


Avisa aos se
grande sortemei


K-eroQzene lata 7$000 catel superior, I
Phospk ros gioza 9$000 mute,V uaod
Bacalth barrica 55 0000 in Cigarim
AguaradeNit canada 3M000 Como SMo Boe
Vmnho brane. i 4000 doe
Vinagre tint.. 4000 a Bstes
SoUtl am\meio 7$(00 .auhy Bauha
Couro de espilchiam 8m000 Tudo por pi
Couro de bode lm 2$400 Ruea I
_- /
'.' f .- .. .- .


as fregnesesquoe hegou um
nto de Vinho do Porto, Ma
Santo Antonio, C ,
alMa, ge PijtiSerMt d
dente de Caj" dLb"
s Tupy,La morens,
,de palhei
PeaqueoracJoP s
OL Excellente, PaPs,
te porco em lat.
reos modicoa
.. Cicero n. 62. .-


I





- -.- -


F-r


*1









~;iII1


^:l i,/i'; conto1 de rdi- .

:" '- -- en 8. PAI'LO: RILA .- B:VNTO. ;;3
"- *.muti5 cricntori da Co:nvarh,:a M.. -vana
S Falial n Rio: !RUA 7 DE SETE' ::0. "1 3 (" d1rnor




SPRESIDNTE--S. r 1 I uRz P:za. -:dor E~t ofall
ex-zhefo d 1P;!.eti e ex-- rs-tri9o (la Agricultiira. do I. d" .
Pa "SECRET- 1IO-- i0 ':- ..a ,r I :-e;o Gur :l. .,a irma
Silva heabra & C .. ,da 1 Fi-ric d: T"ci ei S. I.rrir itI.
GEREN'TE--Dr. Ceaii.i.,de Souan. medie e indn-trial
.. TH.IE-O.UREIRO-IJr. Gaubr-, b ias dia .iva. advogad,..
Scapitalista. director da C ...,!.;: Ini.stral de S. lIulo e da
Compa~ hia d. P-C., d--, a. ,


7 i, 7 ; i. AT irTos Irnandade d a Terra ta
;..i ,. Cr.'ira. f rra e, .,F Tm-1, u-. .r i:,iniade.trakem de ir om- re.-
.A d Co ar. cpleto sort.muentt do s artiqs acii .tal] dessa ass,,ei o.de cujo; deer
e ci-')ddos qe o 'e.,i. pr preco a cnpeenia. con- se excedendo.
ci:'! t or) p:lfic, p rizer uma visita a dit ese- nt. Azadr
,e certiEard d .e afirmad,. nt. Azeladora
se ce i of:atrmad-,!


I Eli-DA DLIRO
APRIOVEITEM !


QLEI TEA !.
APROJYEITE-


Jco J Bj. ti.ff de Olheira.
Rb.a PaJre Cic'ero N. 33i
AO ,. r


.tAJ ).A


FARiNHA' DE :AXDIOCA
-.-. A :-s da'lSva. at'sa as >-
L :ine-uw- e as plubili'-m em e al
i- Te:n ea dpi .:to grande qii.t'-
ri:weia iqualidade. e -VENME A
INT IRI1,sO- em fra;son e a r-talTioe


S MARIA da SOLIDADE


SAPATARIA BOA
cESPERANXA.
Joaquiim Bezerra Sobraj


LL. Itr-!__ E; t i Sapatnria aeia-se~ disposi-
q -ao do public e4 dos amigos, e emrar-
ra pr ete c oa pro- ga-s de todo e qualquer tralh-
idpao, clh-, oiro cm presteza e modicidade
rniptidau. cnhiado, :Q.-% sZ%"-%


Tudo por preos ii< v-
de-se nesta pharinacs,':.

JOASEIRO-rC Eit


Exmo. S'ur. Com, de Prat'es, Director do Banco de Sr i re0s BARATLsSiMO. .
.Px lo- Exmo. Sni '. Coro 'iel Fenando Pr-st.s. ice-pre si ente RUA DO PADRE CI1'iO X 3-"1
s I F ado--Barto d, I),,i-at, dire orjr da Cu:l>hia lnbu-tria! BURRO SUM
e Paulo--'. Ro.o iho -Miranda, 1proprie.ario da Fabrica JOASEIRO DO CARIRY
^i l 'ecilos Arethusina. d4 Pracicaba e deputado federal- o si0 o gb,
.Dr. Joio Alves Dima. mI cico e proprieta io-P'.arm. L. Pinto quem enr rgr um bnrroa
d Qeiroz, d firnma L. Que-ir & ( (proprietari da Droga it PIIARMACIA GARVALHO eser a esta o aa-
ericana~e Fabric S de produtf' sto cjimice Dr. Pedro Puntual Ra do Padre Cio -
1 )r, Victor Godinho capiJtiatua<. Rca do Padre Cicero h'- 44.
W E AEONuL. DORA- IAILIT.XTA uma s,-cieda* II n'esta pharmacia um var- e eom' s A i; fr. Zea.:
M.....o do GoveNoS L ',iE f" '' c:r uaads)dartimento de drogaas epro-
,ikWW |icVlS. dju-aMEIAL. EM .dLtos chbiumeo;aes i-
an d ass c sl z a, a cax.t A ea caixa I a -"u. cec ,hda 1 Qr o oP-"ho er
Ssmoos dla Gaixa A pgan II o d., pharmacen ticas naconaes e es- ,no jmac,oia t O
S- e tfm direita, nolinm de 15 ::n).m. a uma pe trangeiras --E.pera-se umn Ihm r. Dorielano
aloer nior d o 5030f) por m. soitinento vindo da F ,rtalcz-r. Monte Alere. 4 de Out
Os n ciom du Caiza B, p-gnm 5 0 de j*,ae 55000 del A:-a-e receias a .quaaqucr' d On
Ik-" ",. -LEOPOLmi, n mrn,-.


R-UtA


[DO


'ifca bern a
m0. Ceastanhc






e t. Ion
bNjre&
br-i de 130Q9.


', m preqos


RUA DO CRUZEIRO N? 99q
JOAZEIRO DO CARIRY

Sementes de Maniiobas do Pianhy
Amelhor semente da actalidade
Dez litos por 2-,)-0-o'to caas por 15$0 0
Vende Jos Airves da Silva
Riua do Padre Cicer6 N' 301
JOAZEIRO DO CARIRY

SAPATA A PERSEVERJAXA
Esta sapataria I enamrrega de to e
qn er trpbalh em coaro e garante os
sens fregeses obras que a, pode de
sejar melhor e de pre os spodede-
ecos rasmvek-.
Irenio Cabral de Oliveir.
Rua do Czeiro no .08
Joazeir. do Cariry .


__- e 1 d o 1 0 S 4
Spod ewadier Je& IOI00 per mwff. COLLWIO CRATME
I.o so blkir n e chepar 2raceber a d 1 O[g0
Tondz^ NNn sw a Wenim Ton-.0 2
b*1apowgir aqsn 6e t man jwpsi L- 0oc 0 aI-o

puRTAi!;.vErpo em coenia e ue-a r hrem icge ineuars, quexo Todus i s p~,amels j,

CARTAZE. lsmu oas a i trap'ah, e.r c mi-ra ss7 aso e uan W p)P-, t0s. pnIed o 0 ou ="
"ARTO&. DE VSITde. d-eiaiPa per.. -iu nm.io de al fq-er Banac .e
F p.TURAi .r u..d 15 4an,-q, s.e 59. q" i m 1daEgro-S de S1- V P WmCe

MLrNCou ETC. Ai5O o qe sz oLZuver hn me anteurado yr.que f Ferrer
e a soWti d-a seq-erx pia Je pasazi apan pou 1-4m 0 6is ndos
SC.. it, a.- tda pe,,ms e a, dieite pa ma pe.ir ,, lrai co aPo ss- ida.o e no per-- te



,- ---., : v pres se~ a,,,,-. ,At2 d--ze -,tram .srte d I caneo cadeoe= o seie
e o FA(TAS dd1ios 15a 5o. s aa2cooDicrru grandered on nt

d e 1 -.:,os de a fr! de19 a anero te da gre09:--13 0 mte
Nenhmw oura (c 'i.-.-eve tal um4ro deos n s *Ferrer.
tpr er a e d r prercinto ia !. pa pSilva nendo poo ai
t; .- -5 pa P x-r 'e am-o xa w.era diteito a ua pens sra tpia a sa=s vida. 0 ,, -*,r-. -I!?-


V/, '^ < ''-; -* o9o 2e)z. pw e (.j- S ; Ated ICq lir. CteAad temce cheadegia ao des. arA -
> .' 'i +,4te g, rm s t rtedo s. s so h u-nh Pera mbu oo, e aq*ni se
n "ReorAse d no CrapD O, e ferram; avi-- aiRA Ex a i
que taz sorteos de di. emdsroue seompeto e grai




A Soci os a fantazio.broc1adosfu s,0 Iinho As
SAcha- A ,re a ,-sN nh d aas rgrz. e..ve ra -mmineserordigos paraspro s sesn

1 p.- .) i.Ap-Zj 's temeldte c h e gr a do de. O rn-
IPREOS i. COMPETILNCIA .iA EA A Peoambutno, e aqai se
,.pnrDs-s tu a; prt-o da cal reoco fazeudasd mioo-
S.AN0EL VICT mOR Is eNxigente; avifre a ommo-
A NOA CRATO- ARA. qdatrou-e- complete p rar&n-
Ss ,,- eonintrando em artigdo e sin-%
a :l skrgzde ia~u a Btraen, mMa, miu.4z% s. _u-Iia o e.ifw..tar-l pnbhicm
d, ____________ -fantazia.lBcado6.fust*)esliflhCTls.^
JOAZEIRO DO CARIR ine artgos para pente
4 P R E ( 0 S S E M Cr T -PF irL C I A 'T E L F J; A NT E A r isc a d o s d iv e r so s b ri nm b ra n c o e V
SR ,de c&.&&res ziphsr & &, e vendel
V t pre da c a r pr redUA idiOsiv .
xt -.Omasexg fregruez acomUio-S
RU-L'A NOVA N. q;| CRATO-C:ARA-. Adar-se-ai c-m e sc-us pros, en-




RCAIXA INTERNUOAN..L DE' P., ViTAL CSiAS7 i. A


A ,.ro'a, y a ',r r D cr- t I," ,.-e l ,-!,- -- A r,-3o c "-S


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E era note em Betjhlemi,
D)a vencida JudW qmm
Qne a domada cabega jinlo cinge
Corn a palma iduia.
Dois aMfictos e pebres pueigrios
Cansados vem ehegando
Aos tristes mnros, a comprir do Cesar
o nperioso baudo...
Tarde chegaram; jA nio ha pobuadas.
Que importam qae elles venham
PDa estirpe de Jess6 e o sangue r'*gio
Em suas veias tenhitm ?
Na geral servid&o, sab ma avalta
Distineuao-a riqueza;
Na corrupAo geral, s6 ama avilta -
Degradaqio-pobreza.
Os filhos de David foram coitar-se
No presepe entire gado,
E dos animaes bratos receberam
Amparo e gasalhado.


E a!li nascen Jesus;... alli a eterna
Immense Magestade,
Appareceu no mando;-alli comega
A nova liberdade.
Cantam-n'a os Anjos que no CUo pregoam
-Gloria a Dens nas alturas
E pax na terra aos hoMens !* Paz e gloria,
Promessas tao seguras
Do Ceo a terra n'esta Boite santa,
0 que e feito de v6s ?
Jesus, filho de Deas, qne alli vieste
Humanar-te per n6s,
Tn que mandaste os.-e6ros dos tens aujos
Aos humildes pastores
Que dormiam na serra,-ao pobre, so poro,
Primeiro que aos senhores,
Que aos abi e qe ao reis te revelaste,-
Oh! que e dellas, Senhor,
Que i das tnas promessas? Resgatados,
Divino Salvador,
I)o antigo captiveiro nfo seriam
Os homes qne fizeste
Livres co' o sopro tea, qnando os create,
Livres quando nasceste,
Livres pelo Evangelho da verdade
Que em tua lei Ihe d6ste,
Livres em fim pelo ten sangue ,pro
Que pot elles verteste
Do alto da irz no Golgotha de infamia
Em que por n6s morrestel

Ye, b filho de Deus:-quasi passados
Dots millenios jia so -
(Qne esta noite em Bethlem principiava
Tua longa paixao,
E o edicto do Cesar inda impera
No mannd avassalado.
Os Cesares,sens tbronos,e---quantos throeo: !
"Tudo cahio prostrado...
Embalde As le's iniquas, que destroem
A sa-ta liberdade
Que n'esta pia noite annunciaste
A' oppressa humanidade,
Essas estao de p6 SerA que o pacto,
Sera que o testament
i'elebrado na Cruz tn quebraroias.
Senhor, no ethereo assento?...


Nao, men Dens, nfo: eterna 6.a Palavia,
Eterno e o Verbo ten,
Que, antes do- ser dos seenlQs, nos dest,
Que o mando receben
N'esta noite solemne e sacro-santa.
NMs, nbs, e qne o quebramos,
Ns, sire o novo pact e juramento
Sacrilegos viohimo'-;
Esafts do Evangelho, nbs vendemos,
Corn torpe necedade,
Por appetites sordidos a heranga
Da gloria e liberdade.
Por isso os reis da terra inda nos contain
Esoravas, As maaadas;
Por isso, em vao, do jugo sacudimos-
As cervizes chagadas.
Porque nao temos f6, nao temos crensa
E a Crhz abandonamos,
I)' onde s6mente estA, s6 vem, s6 fulge
A IBz que procuramos.
E os vios sabedores, esses images
Que a valdade cegou,
N\.o olham para oa co, uao veem a estrella
Que hoje em Bethlem raion.
Almeida G,'.'ret.





i W. -:
Em rpIaimhsl odeitI aidel

(Cantilena Popular)

Estava Maria na bordado rio,
Lavado.s o pannin h d sen bento filhos
Ma.ia lavait, Je te"mdia..-
chorava oaen o o i que tinko.
N&5charOal n on" chores amor.
.%lowao B p@q9d9e q aorft.m sem dor! II
.0.flThu -dim *lm em ben, doimdo...


r* ... .r .- .
,' ; ; -


~


I4


11' Id na
ricordarsi c(
center, con fe
gioia pih o
S ,Ma, il
compare. a
ndo, noi,
con entusias
I. gioia univer
?r della nostra
- di Ipartenza
felice della
r) mergers ne
S Ile tenebre c
Al prim<
1) mondo guas
[$ bile Gesh, it
b) ad un sorrisi
tano:


((Gloria in excelsis Deo et in terra
pax hominibus bonse voluntatis-. I
II Sospirato dalle nazioni, appena
co' suoi casti e nivei piedini tocch ques-
ta terra miserable e maledetta per la
rebellion della colpa, santificolla d'un
fiume di grazie e di benedizioni; appena
schiuse le labbra immacolate e divine,
rest, pieno d' incanto, l'universo alla
bellezza della grazia e dell'innocenza,
ricomparsa fra gli uomini; volse appena
le caste pupille al firmamento, ed esso
curvossi amorosamente fino alla terra.
0 come esulta il nostro spirit e
s'infiamma il nostro petto al riflesso del-
le maraviglie dell"' Eerno operate a ri.-
guardo del buono e dolce Gesh, -che
oggi apri gli o0chi alla b1lla luce del
giorno!
Qual dolcezza save, qual suavith
dolce, qual soddisfazione, qual gioia es-
pansiva infonde la NATIVITA nel cu-
ore dei veri credenti!
Si, il pianto dell'umanita per la col-
pa d'Adamo-per cui tutte lo genera-
zioni restarono immerse nella desolazio-
ne e nella, miseria, termin colla NATI-
VITA del Redent6re del mondo, gior-
no tutto felice, giorno tutto fortunate,
giorno auspicatissimo di pace e di con-
wolazione, dai secoli sospirato ed aspet-
tato!
Si, si; il pianto- dell umanith termi-


no.., .
Viva Gesh, nostro Redent6re !
Viva Gesu, nostro Salvat6re !


Oh! que asperrimo43ezemnbro!.
Treme o frio em cada membro
Se cogito, se me lembro
Do que lA por fora vai.
Pelos gelos da vidraga
Olho a rua; ninguem passa
Mais que o vento que esvoaga
Sobre a neve; e neve cai.


i"s A 77 ;1- 44
: ".4-_,

"' '-:


signore


talizio degli uomini 6 solito
on pompa pihto meno lu-
esta pih o meno grande, con
neiuespansiva.
giorno avventurato, in cui
al mondo il Salvat6re del
cristiani, noi lo celebriamo
mo di fede, d'amore e di
sale, perch fu il principio
reparazione, il primo punto
della nostra. salute, l'alba
redenzione deli umanith
ll'ombre della morte e nel-
lel pe-cato...
o istante della esistenza nel
sto e corrotto dell'Adora-
I cielo corrucciato si mosse
o d' more, e gli angeli can-


N'este dia, n'esta hora,
Em que infante um Deus se adora,
N-o ha penas, ninguem chora;
Toda a terra esti feliz.
Toda ? A's portas desse nobre
Ndo vejo eu bater um pobre,
Que o vento cruel flescobre
Das rotas vests subtis?


E no elle umn menino?
Nio vaga sem luz, sem tino,
Ludibrio de aroz destiny
Por entire tanto folgar ? !
Vem Ihe oacheiro dos manjares,
Vem-lhe o estroncto dos folgares,
E centre tantos ridos lares...
Ni0 incontra aberto um lar.


Frio e fome! (coitadinho!)
Como ave implume e sem ninho,
Vai, sem importar caminho;
Vai, sem saber onde ira.
Ninguem sabe nem presume
Quantas penas em cardume
Aquella avesinha implume
Curtindo em silencio esta.


Ir avante... nao se atreve.
Ajoelha sobre a neve;
E desata n'esta breve
Prece humilde a voz e os'ais
(Humilde prece que o vento
Abafa e tratica violent,
Para a ir por no ethereo assento
Longe de ovvidos mortaes):


oaseiro, 24-12-909Meu Deus! morrer s6 comsigo!
Joaseiro, 24-12-909 Deus meu! nao ter um amigo!
PADRE AQ DE AEAR P T No ter, 6 meu Deus, abrigo
PADRE JOAQUIM DE ALENCAR PIXOTO De pae, de mae, nem de irmao!
SNo posso mnais... nao resisto...
Tenho fome e frio, oh Christoi
Pequenino soU... E nisto 1q1uad
N Soluga do coraco. -ctor nao se deimorou
NA NOITE DE NATAL aos seus assignantes a
ao do que faltava ao
...... VTodos, todos desta edad .petameno q suas assina-
Entrei na egreja.-Ouvia .... --:- de suas assign a-
D'um orgio doeeriente cias convenobes sociaes; porem, turas.
Um cautico dormente re- no meio de tudo, nao sao reali- En tao o que foi ?
Queco ecco repetia.. ..<, que a stas como pretendem, mas sim Nao sabemos absolutamente.
uide de que idealistLs, ndo obstante renegan- Entretanto 6 certo, que quem
E a minha phantom gratuito, os do do idealismo. Fasem e cum- tira licenga para viver, esti de
Andeanm Scos e dramaticos, prem a sua obra em conformida- p'assa-porte prompt para mor-
Bern lon~.4em real, o que vive, de talvez corn as exigencias do rer.
move e existe ao nosso tempo, mas no scu modo e sy-' Q journal que se fundai
Eu via-o maito aL inconsequente e quebra- sthema.de f: serpalpita o sentido Aige corn licenca da Au e
Em paihas, enbate ao extreme de que, se- exrggerado d'uma reaccao que5b 6 dono de sua vida, em
NaIcer e verfndo affirma o Evangelho, 0 nao pode ter immutabilidade e seit, d. .tinos.
mais just pecca sete :ezes ao firmesa para o future, porque em No proprio moment de nas-
Idia. arte nada iuibsist- si nao pela Tc.r, sta desde ogo. coag ido
4e Outro tanto acontece cornm a perfeigao dda forma e pela verdi- idirigir-se a Autoridade que he
fflelol 'upposta inflexibilidade das cir- de completamente humana do deu lieenga de viver e diser
/ S


iA


-..--


Mas a nossa residencia
(Gragas mil 6 Providencia)
Traz de Dezembro a inclemeacia
Delicias a plenas mAos.
Viva o Natal,: sahto dia!
Born fogo aquiece e alumia
A domestic alegria
De mininos e anciaos.

VWde este bando innocent
Como folga e ri content
Cantando em t6rno a luzente
Arvor do Santo Natal...
Mas em rica sala acceza...
Que a domina, si em tosca meza
Nein aos filhos da probreza
Falta a usanpa festival?...






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---a u3me-aE s-- ars- el .Ad n. A. cenes oeason +a ear!e saa mme aB. -. ap l
:an equ cohous wek,. Aes 1a r. .I e :inMn hag mass e ma g ls a &mb
prJE4t1i4YDwo--t* anea poemanq O'imaakene~h aneigrede-a tUar isssa *Yue~ sea Iu
no 3.gn*-sius 4 .tied esa' meiebs.*medbws Nor mf- s 0






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maeanstu a.o-:L. Gnb gunn(* qu.a. ,per e~he aligme. me. amm iq.gall pemmm.athant* u e.a~ .
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g~fe. jS A WH- va,*> f4p.rbet enin.T qf-rr usa-if igni* i&n pt ons~~iex&'BmK. ec |e pusho l-ae so b ear-ar- 1111 mide n Zh rmei so eBJr gir'iame wax
cau- ^ t.ser c d^H ia p s1 H e a ZK W too:: e r Me6ddh ia 3B ^ Jed u meni A 's ease cha a ks att '.. JMae a ueen dbB e. egra- mer was dim ib
_jn &awc ywssa-fere. WE seed ot a-. pqu demcr aw a e naCt seri& e na .e.m .ia4 d*11 nnMi -CW Sin isUa4
an as pi .a&an e =ra an. 4e d r Tna w 2 ebI a. -i *l ug
,Y a ra~esw~-e ma. -ness:5a ijmanoma.. enai &e ,ms wa s sahar a I.Pe tamp 4. ella..
naarmad inkm --a n w oen. .g .az jaesa sk frprima.. as iw.. A' 1.. T'af:autt r. d remawe.- {hin me
pat zgrsw- .s jy-mime. xm pa. ainm*. Me0 e as d. um ga. Tele mn deslm 1 o mg femes o en .
S* ownMr XeaM 0.Qam. wr o esLt- 'nturn as eans-wEi wk d Bua fnya 'nmizri ar sa-o am twso-ar de |e eI l am
.*. m MfgbCd teS l ed ae ieto r. Jn m ti"- gri& & pak o. A aa. ZG m nasa Ime as D Meu -e _a_ e
abs *e* 1 iinii- fmduMi e 4|f o r asussa csonzait-ae T nns s.w n asesnras a Bei Zteaa da canra, bSeItre alilaise^ **
ScommaEsta fed A erufm E qu &an a de LiaumAmkrrL. rt-pesa daeo- utasi zuieatreselH. esearT 3m3 flls aatf l enj8m m .
H izatm3.a e bari n iaB diaa qy a -r .mix 1:.. f.i-cra naeniw a anaone~ F**eisBow amda. t rra? de T ]aprimaaE. mes dBeedanian
4pta e =pmm esB ase ails. i At.e. g s dsBa maer2 a ar.xr r sinrse BmB M ia eir 4da tSemS ess pa=laer4.. t0a e pramk
-. -. .. -.. .:.. -. ..-a. 41.V ORnu 6* Aw el d' nBak rnie. M S c "MraeIhaa e G a pvu eai irmwnO
-- u -o d cronjs. '*wa t.itg aue gannthb e p 7.tmg. er. MaikLL ,J'ea.
-I a -'1 *- .*-. a':u 4_ .4.t-.i m -M. c iti intia4. Ora c r* Truz i;an-mate -e. l W a-era < aA fu*AMD
us a- an 2nd ande, una xuoas a der ver. Iiamiaae wer ~m f-'rTr~ incm wiirev. Jeame &1sai-ee ce
** E uc 2,...ns s-i<,-- ...Ibrz aE -.~e .a__a c a C Ot Pc fie aB &
--<: cna tr E r ^ i- ..2 r- ... 4hd1. a. ts se C d ar. b. x .I cE U eliUe4 2 a1 c 4.. i^, i ner .od e :ia -' t me ie caaa ns e crfimia... n a t ca-
? L .a .i o. *. .- a ^ a si. --a a- d- r 4 y a c I'. u q c M te a a T s i E i m St t a dI 6 a a a D e jiq. 5 &
w e- -a rn of.*. 4'-- --- s 2 --6- -r* -f d ia .aiip i -L4.... ade w E eBeAra m &e eatr ar O rS cxresas.
.Mei.-a-si0ae! ( n^aiou. a..c "im'a ..* _JR_ A- L 1 'm~~a t a.1u* o 'e n' a i es act 'n t44 v s m.z.e ca hdeu~aJaqe Com e rola'ar dos a~nn. s ansua diat pnainuzm. e J(MguS De-
-. &d .m- 1 4-. --a en. -ar- r m, khaqua'a r ut ado- a f e a iaa. a

v ^ ^ ,x -..a.-.. *-.' ^B-. '-..- ;". .- -W. A.fa .x a deff i-a3- T e2 m quno4 u s= ebm & r n Z e C a 24 4 ss A-. na .
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--*p forms -e- esbei-a joven. eekb-a cam 3epesrs a ra tnmfiaal fea &a
s ks as 5, Uo e. U3n ud e dA eemaf em afreatre -rhft. o le.-gar de h r3 in- nmza satmpe aem er a
-'-s a me* zma (h cb-a l car t. etrer-S& eCmom o m iRna M=2ia.
,.k 2Z,- 7 e -- aac e m d aada .... grrmas. sarrmsae & cm-

ti l .- e r c e
-. +. r :++ T-a.ra r a a eana di* n n t OH- ra n e r i F.
...- .. .. < ,d-+ + + + r n-"- *Ur-" --lE Sm ~a d* Ei. GASTON S I fi FiL.



tn- to r u. A r Ta 0 -

r;i*4N .. utron a pase !al. st-
-. 1+ "a x-; ,- w.- ti-i -r 'k a" T ac "m d4 .- p 1(Wk

fR2ie( e e M M




0 Re-,d"? Padre Joiquim de Alencar Peixeo
ea- C7 ra rereja Nessa Sen~ora das D rt., des-z
ALP -C- :acad a4& .. as trs misses de fe =a a p m a
-Q a'* f !^6 RIO.e i12 or,0as em ponto; a da aurora
--ai m as 5 h or-s da ma:nh. ea do dia asI 7 hras.
cur -. p Un.uir L. 'aft-i.. n d i tie n -

Pta m&= emaa ta m R ,



j Re aa pdno* direr que nao as home es-
aqui no Joa crro poncontam--3se apenas 49 La-
---66t--- ----A.--ir msda tex- FESTAS DO'AT


^f^ir a ,j- a ur. a- *r ie .. ., No. Crato- is- I horas da noite de 22 do coAren. "e-

An. t:i.3 maa- c a ruto-ses neme-te a bandeira
a -- .. a. FaSnoveas
^ 3^ ,. ^ ,-...._:.- .<... .. ,._. -_-.---- +. m,+ ..- +, >'-' ^- <* ;= ^ d- Tvan m-sed ^ s--me~e a-l h eu-a p caora ddas


NoC a abo..- --, -" -'-I no a pa--P

cia uvens cAa tempest. .t ., O _Ctoa esteve !pom~ s basaa fa J
de dezenbro, nasceu -. -:7! .. --sx .d_...- ... .....
p az. o doutrinado.'a p S major Jos6 Gowaes da
P. da hum an isdade i ss- b -a n 7- ea'- N C a e
Mpalh__,e o o que o bafejar d-s animaes ieziV"C-_de 3 S$ 7ea8da Fm.n, d2a L.e .
dAral-- ,d.m r o bero;s canden:es lag rma-s vessa a con. .C ,ms-._.e as
de xr tipidolfor d a o maternal fizeram- guida escala de -,.. 4 sas e natal uma r me iaeo,
de umain comm ensar heallumio a tantos triumphos. na pelo R .2? amdjs preaeae Se a

.a levo saa -i so tou respo deu-lhe se o teoem erguido parqu de. e-c-omm--ndsi oa -apr-i pO
S rtin Astesn "1s e urn hymno de lagrim-s que se volveram e ,.-na a Peea de




estrophes d um( m Cm cse
e a o e n v o l v e r s e n a s a .x a s a n d a o s.u s2, --7 -u m --L-. a g ii e ; -

-cadas. q s spira ,-aeomo tvindcou aaoppres so- d' "dost"uti-a'-^ e lu MdapT L? a
pso r A s alcnqu...r ap esar do continuadoIcaque po ha ma1 i pem s _I- ue3 4a s
como um remorso. des-peiu-se ao todosu qees para-- a --q ere-=m-aneM z.o apre~ p 1b dm as ,*
aesiumbrante d'um Sol que despomtava opulen- e 0-bernumnestl
via- d aaeA obra de redemnv o realisada --- "=' --w

rle singular n'este nascimeato e-de destaca-se em toda a histodia +_
n'aquela gentile creanwa, no o podiam I sua origem. extrrdiaca em e a enLap

cmd=aa-we agradq aos de
embTlasso posne euto na t"-di "eo-c"cisuma oTa -- Na ruaPne&Lavra& "
, g C C e d aS s i m 'Ps d t o a k c a g m e n o s s e c u t q u e a a s 7hm i g
alcaiW, apesar docoanuado ea-CD no m mais ..

: .-- ,a


Ppaix6to


SoS
Oh. .1.s


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.t.l U.


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41


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. -. .. ..


'.'^y^^B-,-' '


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-A


H era note ei B3thlem,ra
S-Da vencida JUdfa'
Que a domada cabea jA nleo cinge
Corn a palma idumna.
Dois afflicto, e pobres pertgrinos
Cansados veto ebegando
Aos tristes mars, a cumprir do Cesar
S0 umperioso bando*.- :
Tarde chegaram; JA nio ha pousadas.
Que importam qae dies venham
Da estirpe de Jess6 e o sange region
Em snas veias tenham ?
Na geral servidlo, s6 umn avauta
Distincq&o-a riqueza; -
Na corrupAo geral, s6 uma avilta
Degradaio--pobreza.
Os filhos de David form coitar-se
No presepe entire o gado,
E dos animaes brutos receberan .
Amparo e gasalhado.


E a!li nascen Jesus;... alli a eterna
Immensa Magestade,
Appareceu no mnndo;-alli comega
A nova liberdade.
V'antam-n'a os Anjos que no Ceo pregoam
.Gloria a Dens nas alturas
E paz na terra aos homens !. Paz e gloria,
Promessas tUo seguras


ILa Mttivit






II dI natalizio degli uomini 6 solito
11 ricordarsi con pompa pih o meno lu-
cente, con festa piu o meno grande, con
^ gioia pih o meniespansiva.
-.Ma, il giorno avventurato, in cui
compare al mondo il Salvat6re del
f) 9aondo, noi, cristiani, noi lo celebriamo
, con entusiasmo di fede, d'amore e di
F Z gioia universal, perch fu il principio
) -della nostarEarazione. ilnrimo ounto


0 NATAL


4,Thl


Mas A nossa residencia
(Gragas mil 6 Providencia)
Traz de Dezembro a inclemencia
Delicias a plenas maos.
Viva o Natal, santo dia!
Bom fogo aquece e alumia
A domestic alegria
De mininos e anciaos.


Vede estp ---


W7--




| .


Pernitti qu'em voz canor
Vibrante de puro amor,
Entoe solemnememte
Louvores no Redemptor.l

Como f6or annunciado,
Eis do imundo o Salvadq;,
JA chegou, tristes ovelham
D' Isr el o born Pastor. .
4


0' pyOnt0! grogmy y),
Pctvosso poder olamdo
Ordenastes e nasceu
O Jesus tao suspirado.

S- .
, '


Solemnemente cmnprida
Eis a Ftalavra do Eterno;
E.s quem vein livrar o homrem
Da captiveirb do inferno!

Emnfim ao mundo chegou
0 Redmpurtor.;'usdo: -
Eis o.mundo, com.a se angue,
Do peccado rosgatado:


Can tmos bhyinos em honra
Do Dens home jk naecido;
Resoem os sets loIvorcs
N'cste mnmdo redemido.


As prisoes que a grande culpa
Nos havia preparado,
Quebi drao-se s6 ao toque
De seu sangue derramado.

Nossos o&ramoes ao co
Humildemente elevemos;
1il graqas demos a D us,
Mil louvores tributonios.


Ao Senhor hoje cantemnos
Gloria o male alto cdo;
Juntd ,os anj s, aos pastors
Louvemos Deus qui nascent.


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Oh! qme aspefrno~pezemibro!
Treme o frio em cada membro
Se-cogito, se me lembro,
Doque la por fora vai. -
Pelos gelos da vidraca
Olho a rua; ninguem pass
Mais que o vento que esvoaga
Sobre a neve; e neve cai.


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.palhas e o fno, que o bafejar da3s animaes Assente nas bases do imperecivel, sua obatra-
S "deixira tpido, foram o berao; as candentes lagrimas vessa a corrente do temp.) nas victorias o'btidasn se-
"de umaincomme-isravel dedicadio maternal fizeram- guida escala de combates, no hymno harmo+) de
I e ma ivoramda de amor qne primeiro Ihe allumiou aS tantos triumphs, na poesia de tantas inspira4 que
E rotin Aros tenues vagidos que soltou, respondeu-lhe se teem erguido para saudal-a, no cortejod ntas
SU ( cra, d'anios corn as estrophes de urn hymno de lagrim-s que se volveram enxutas e de tantosizes
P craMeao envolver-se nas faxas andrajosis, viu-se que se viram consolados, nosequitodos esc que
k .los pastors. A noite que estava ne Yra como vindicou da oppressio dos tyrannos, no culto de
iaa como urn remorse, despediu-se aa todos aquelles para quem a verdade e uma ,
Slumbrante d'um sol que despontava opulen- e o bem urnm estimulo civiisador.
S .A obra de redempao realisada pelo H De-
I" via de singular n'este nascimento e de us, destaca-se em toda aliistoria porque em
6 ^ n'aquella gentile creanga, nao o podiam sua origem. extraordinaria em seu plano, rosa
Os hebreus, embora o anciar da espe- em suz grandcsa, soberana en sUa e&i su
giasse o peito na tradi&o ininterrom- cacisuima como universal. Traduz-se &t al.
". ... .ger.soes educadas nas inspiraces do to alcance DMn secun'_ quea a
ancar, apesar do coltifuado e ccia-s no movinoento mais prOgrIv tie


PADRE F. J.-PATRICIO





0 Cesar disse do alto de sen throu;
-ePerega a Ulberdade I
*Quer ,ontar os hes qu ha na, terra
RQbm 6 minha hnmanaade.,
E, cab aa q ea a como rfe ,
Aa gentea vio contad .,
Pro-consaes e-reia faem res
b --rao as Bandg "s
0 aO P .ll o ..... .


Oeixfto, a 21 eisd
-., "&qwitnc c -..I -^ nue .,


1 A .


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mensalidade e to, no fim do 10 annos, a nma ptaskque ,w .
nAo poderd exceder de 100000 por mcz. .
No caso de fallecor antes de chegar a receber a pensfao, a CQLLE01O CRATENSE 4
Sassociaoo pagan naos scus herdeiros nccessaris todas as contri- SoB A bIREGCXO DE.
buiAoes que elld tiver feito, somjuros. Dando-se o fallIeApoaIr
depois que o mutuario estivar em goso da pensao, esta i e x- Jos Joaquim Telles Alarrocos
D tincts, sem que aos scus h( rdeiros assist:r qualquer direito.
A pA nsgo senl pagi ao proprio individuo, ou aQ so. pro- Abriu-se no dia 1" do margo (
ESTA TYPOGRAPIflA EXGARREGA-SE DE QUALQUER curador legal, ou por intermedio do qualquer Banco, quando o ) Preos segundo o costume e
TRABALHO DE IMPRE S10 COM MAXIMA PRESTESA E NITIDEZ; : Iutuario so achar n1 extrange ro. ) pagaminnto adiantado. (
0 socio conti ibuinto em dia, que ficar impossibilitado de Internos, trimestre 120W00 0
B11 DIPRDI3E proseguir nas sans entradas, depois de cinco ann m do associa-
CARTAS, ao, em consequcncia de molestia chronic e incuravel, que o Escolaprimaria,mcnsalidade2o00
CARTAZES, inhabilite para o trabalho, sr:i considered suspnso o niu per- I Todos, os pagnmentos sno febi
CARTOES DE VISITA derd direito a pensao. tos no comegar o trimestre.
RECIBOS, Os pagamentos autecipados de 1 anne gozam da reduc- ) Que'ni precisinr do qalquer es-(4
ROTULO FACTURAS, tos de 15 annos, 15o/o. coin o Director,rua grande,em
ANNUNCIOS, ETC. 0 mutuario que s.i insc,'ever urn mez antes do sorteio e frnte da Egrej.ide S. Vicente
ti'ver a sort d& ser premnialo, pgara ipoenas poucs mil rdis Ferrer.
0 trabalho e feito corn toda perjeican e asseio na terd direito a urua pensa para today a suM vilda. .
S"prese e'de Be n os prcos se compe- At dezembro oram sorteados cinco cadernetas, ou seja -
sombreado pelas negruras d'uma no-te infernal; umi tar: e erda este O anodasabedo a eternaOreAfA uges-.
desabrigo mesmo na miseria, umrn desconforto at n os excess suprema misericordia al onstituio liberal dos
pobesasso penstabulo depara os ahumaes; o prebanho epe de Bethlem Jesus ens gav idade authoritarian dos osophos, lacionam as classes sociaes abrindo fecundantes sul-
patenteao nasc imento s; o pre epe de Beth ess ensinava as verda d es nunca ouvidas; ser aespa- cos a deslumbrantes progresses; a arte que veste novas
patented o nascirnento do Homem Deus; ecc6a da dos conquistdores, elle realizava dominates ja- azas para se altear a inspirai es mais belihas e a scien-
alli o hymno dos anjo3 e o cantico dos pastores, reune mais sonhadas; da pedra que se debrua nae ar- claque se illustra em combates mais disinos; a sin-
a adoracdo dos povos j vassallagem. dos reis e sente- gen de u-! ri g odo an e se brugava na mar- cla que se illustra em combates mais distinctos; a im-
se transform dos poes vassallagonde a lei nova da paz d prostra ou do anive so tonco que a tempeita- prensa que leva o pensamento do home a todas as
seda toleransfmcia, dao em Sinai d'onde a li nova da paz, de rosibra no decline da montanha, elle fazia arathe regi6es e a bussola que guia o navegante a todas as
aomundoleraquelle recantcl o money to ignoralido e ruaesa tribua; o m e o altar; reunindo alguns pramis; a poesia que na fineza do sentinento buscano-
espresvelndo; epassa a erguer-e oo mo toempigo foru !es escadores em volta de si, ell ralisava ua vas flores e a botanical que no reino vegetal descobre
despresivel, pass a a ergier-&e coaioun tempo for- academia que havia de faser cahir esquecidas as esco- novas encantos. a fora que se multiplica no vapor e a
mosissimo que ha de acobertar sob as suas abobadas las de Athenas, o Liceu e o Areopago: e pcidas as scompe- novos encantos urta as disncias; o telesopio qu
de luz todas as gerav6es do mundo modern: por isso tar tudo, os egos recuperavam a vista, paralyticos va os e isncialsc opio ea
ftcou como urn alto e visivel marco, entre o mundo abandonavanoeta, os paralyticos desvenda Os astros e croscopio t
ioupas ceo do pr.sente v e future, entire as socieda- nulo. e os mortos erguiam-se do tu- mos; a electricidade que transmitted a palavra e a pho-
do pado e o do presented e future, centre as socieda- mulo.ee -grh0qure ro sornaque t tadois tose o
tes antig e as librtadas, ntr a le moysaica, cheia N~ano idealisaram ainda todas as inspires idylli- filira d c aquista erguidas c o e statue os na luzenta
de symbolss. a lei nova, repleta de realidades! cas na pintura do viver campestre, maior singeleza de estrada por onde a obra e Jesus veiC o at n6s nodeslun
Ponderosbs s.so pois os motives que levam a hu- vida do que a do Jes s. Ninguer ainda evolucionou brante trajecto do quasi vinte seculosd
manidade a celebrar corn estrondosas manifesta 6es tanto nos qcotumaJes huanos corninguem a sinda evolumplicidadonou brante trajectode svineculo ns olu
o o .....,do an g o nisa- seushabito- des aEm rod este movimento que conduz e evoluciona
esta solenidadhsdo; a .f0i und estaanstituida li- ses -hasreo de ayes as sociedades que teem vivido alentadas pela-benefica
vaementeshrl'os alicerces d'um pro amort a liber- quo havitam pernoitado entire a folhageni d'um rosal, influencia da doutrina de Jesus, ha progress que se
Srementes e s acerces d'un pur anor; a iber-o as auras da tarde o perpasarem baoiando as ar ostentamdeslubAntes nacmpreheno da verda
ade otava o s is rtsgads na amlido vores da t o produziram harmonies coo a na ins
P 9-.. yspijOes; odireto luctava corn o d'aquella voz nern cre"camos na irith piraq o :o dao verdade,
iri-ha e coma forga que senobi .qram que fossq .- ac- '0 oc-ulto o -
S1 ll iA r trB i PREC q ajustia. Negal-o seria rasgar as paginas dis-
S] nta --do que a_.a pal--vra.~~sos. ue a tinctas dos mais notaveis fastos da humanidade e olvi-
p-vilegio que se impur, DE PENSO.S- -deslum Arabia havia preparado nos esfor s da suna traditional daros melheres triumphs obtidos pela civilisaoio.
itira; a poesiae a art ..- Js d oalchimia, cranm profundamente inferiores aos que sal- A lantern que guia o mineiro nas galerias subter-
ete helleza, alncavamnt s; a por horisophintes mas lmpiosten- tava dos seus conselhos; assim como todos os armas raneas e a lampada de Edison que allumia s cidades;
e ideas mais allvantad< s; a phosophia questre de con- que o Oriente extrahira do calix de tantas flores e da o barco impermeavel que sonda os abysmos do mar e
tar-se mais opulent de verdale e mas qlustred Jesc seiva d'uma regeta~io opulentissima, nAlo enltvam o aerostato que pairano espago; o som que se transmit-
uistas: tal era o estado da scciedade quando Jesus an o espirito como a influencia suavissima do seus te no telephone e a inagem que se reprduz na photo-
nasceu recedia cofirou- ro-receitos. graphic; o tunnel que perfura as montanhas e o viadu-
A espectivaque o precedia confirmou-a Tudo quanto p6de illustrar o entendimento, for- cto que galga os vales; o canal de Suez que so rasga
digiosamente nos exemplos da sua vida e no sacriticio
diiosa morente na exemplos do sua vid enosna sant'- talecer o coraqRo, accender o enthusiasm, inflanmar para dar passage entire dois continenteb e ocabotrans-
dade sua a doutrinae n a eleva ffiao dos cia seusa sn morale n dicae inspiar a poesia, exalar a arte,, esen- atlantico que une dois mundoe: todas etas maravilhas
dade da sua doutrina na volver a conscienrcia, consolidar institmiCOes, ff*undar que as geraO6e- hodiernas applauded com enthusiasti-
alcancedasua obra de redem pariu as agemas do a moral, radicar a ordem e robustecer a juntiatastava cos hosannas; tudo isto que e muito, junto A grande
E transformou o mundo, pricipios a jsti. delineado por uma economic soberana no planoleterno conquistas de ordet moral, que sao e vAlem mais, ele-
escravo, evidenciou os eter Pho reuven ceunos da sua divina doutrina. Asigrandes labuta s das va-nos em decidido c6ro de sincere veneraqio ante o
fecundou os elementosido trabalhoeitos fo" os da escolas philosophical da antiguidade, product e uma bero de Jesus, pois d'ole prov6m a benemerencias
corac6es o amor, sant6cou os legms sfoos .- activdade intellectual evidenciada no movim4to de d essa revolufdo fecunda, d'essa obra eterna, d'es luz
actividade humana nas conquitasdav., oa r ante s sect os, as declbertas quistas cl ro tec taa fei te o na -eminente que ,eaci a apiracao de tods oeirit e
conciliou tode o genero human nos v ncus am. do teantos sabios,as theories que exal'aram tan4 eru- involve em d6co ambient de amor a todos coraces.
d'uma s6 familiar d-tos -s conquitas que foram coroadas pelo aplauso Por isso a commemora-8 wo relii do i
Tdm a esta obra, que e colossal; toda-osta mpre- s, conquiStaqo u Po r a m moraorelig do nascimen-
Toda esta obra, quooe l colossus toa eao, qemue do tetnt s gera 6es, tudo era excedido pela scieniM que to do Homem Deus ha de represeata-sempre a nais
za, que s re ua a abnegaio, plo sacrifice. ello revelava na architecture colossal da sua ra de augusta das solemnidades, quer no lar domestic des-
ivno, ea oraiap sue era que e'o a m ea el e E alIm d'isto, e acima de tudo isto, ca. a notsantario da crena emoaioinando osduavea eatreme-
divino pela fora palavra mundo vira em uma galeria extensa de tantas ~iega. cimnentos da piedade erguendo emfima. gerae esume-
Nsao da eternal .erdade. r huildo ostabulo, es, nemr nas chronicas bem longas dos humls sa-tas n'tma consagracoenthusiastica de eaZ e bn -s.
s No miseim a spad o ur o sm ao p ^ ios nem mesmo na historic bemrn ampla dodas Aproveitem poi as a q o Jc a-
| sob a t s em plona a- do a te' -- dedica oes, urn amor mais energico, fecund pro.- sad y na celebratao d'esti fesat; entonmv Christibmento
do evens da t e me apostolo d amor e da vado. do que o amor que Jesus cons'grdra A nani- este hymno do tmente
Sde dezembro, nasceu rd de e da ustia, rede- dade estreitando ag peito e querendo recolhe os a .Gloria a Deusnos cn o e na terra.azos homon
paz, doutrnads'a e e todos no seioda sua infinita misericordia. de boas inten6e. paos homen
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