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jr C'- Ill"'.7 CEARA-BRAZIL |i DOMIGO.19 D DEEMBRO DE 1909 A Ak/d .% T I- UEt7. .......... ......... 1 IN 1 AINU I -INUM. XAAXJ . EXPEDIENTE MsI ts .rdo o que talent va Pelo que, ergotisam elles, nao nada affect, em nada repugn- vanecer com o precioso mime,-. nem seu mart yrio aos invictos e p ossivel a identidade especifi- a concep;ao, a idda d'uma vida sem powder corresponder a tam- . n AiT.\To =ic.i-rE=P ueJo.it Machabeos, e confirmou o Chri- c t nos corps resuscitados. pc-petua, irmrortal. nha gentileza. ,.. E AuTO -=(inc.dredto. iu t, ae preou fins P lo Para respondermos esta diffi- Nao conhecemos tao a fund Incremente e prosper Deus o T .:ioas, absurd.o, finalmente, o culdade, podemos-ainda, sem al- a naturesa, declara um grande seu j` basto peculio intellectual, NT ino P. dler que co sentaneo raso? gum inconveniente, recorrer 4 scientist, que possamos tracar e continue voc4, corn mao libe A.-.Is.;lNTI'AS A raso. limits is suas inaravilhas; ndo ral,a semear na imprensa as for- S.... . .. .. .. so. A-o !u,mente,. nao! Essa identidade, 6 indubitavel, podemos d fortiori delimitar o mosas gemmas de seu escrinio. ..: .. ............ :s tx To'o o hbomem d-ve partici- qua nao ha de ser tao absolute poder de Deus, auctor d'essas tr, m ..- .............. ;. .e amigoAJ( p ;.MEN'T:oS ADIANTADOs .ar da sinccqo eterna da ordein e complata que tenhamos de fa- maravilhas e da naturesa que as Collega e amigo moral por isso que tolo 0 ho sel-a consistir na reuniao de to- produsiu. P." Miguel Coelho .. ic.,.. einter.essep.irtiul.r.oui mem foa sujeito dos comb.:tes e da a material que durante a vida A naturesa perpetia as espe- .., ..It-' -'udo. et, se das prcvag6es no tempo. toda nos Fertenceu. cies por meio da geratao; Deus ::,' respons:re! phIs 1- A alma fol a vida do corpo; Certo, um corpo assim forma- perpetuara o individuo human A IMPRENSA ......._,: ... .. Jassigeu-lIhe a safzde, a fo:qa, a agi- do seria mais que monstruoso, e por meio da resurreicao, affirmn- S i iiidlade, a graga, a bellesa, n'um ndo sera' a identadide d'outra o no Guntra Uentes o divino A imprensa e o orgao respira- .\,..it:m-;,.tio relisi:'.senci-i. palivr:, -o.ias as suas perf _-i( ., maneira na resurreiao que na THOMAS todas as sociedades. I ..t.r. .:. prehene.ndoerta eonLi- O corpo foi o instrumento por v:da present. A alma, po.s, im rtal por E a o de todas as s oedades. S '.. ,,ci typorphia--l: que a aim i manifesto o seU po- Pois bem! nenhuma das mole- sua naturesa, e o corpo indestru- E' o ar de todas as atmosphe- I1.. Ire icr, --". 343. der e ostentou a sua realesa so- culas que fiseram parte de nosso ctivel por si mesmo volver-se-ao ras. b.e os demais series da creaqno.o corpo ua infancia, nos pertence a unidade. E' a vida de tolas as vidas. JIS O .... tAs almn concebeu pens:men- n 'Ielhice. E, nao obstante isto, E undo sem antagonismos, E' a industrial de todas as in- JOASEIRO DO CARIRY tos nobres, generosos, altruisti- n6s temos consciencia de nossa nern rebeldias, trocado, emn im- dustrias. cos, e perfilhou e adoptou as identidade em todas as phases mortal o corruptivel, respland,- E' a sciencia de todas as sci- sancta; resoluq6es. .a vida. center a naturesa como os astros encia. 0 EV OLU CIO N S M 0 corp.) conservou-se sob E' que o pr:ncipio basico de que scintillam no (s >aqo, agil E' a luz de todas as luzes. Cpressao aLis grandes fad.g se n:C )ssa identidade nao d a materia, como mal 5iafx..r C H B IS T A O .-.......-- - que lh'as impunha o dever. do corpo, e basta, como diz manidade dle Christo, subtil e espago para mover o neo- A sciencia Yroderna se nao An:e as insi'nuaq5es do malI FREPPEL em sua Origene, que penetrante c( m os raios do sol, A imprensa e mais que a ala- srtisfaz corn esse espirito de ne- perseverou na fL, na esperianqa. o corpo resuscitado reprodusa constitu.rao, no tempo sem tem- vanca de Arcrimedes. :.aqao que bem que a caracte- no amor, na dedicac.o e no he- as mesmas differengas especifi- po da eternidade, o idea! supre- A imprensa s6 por si move o nsa. rolsmo-a alma; ante as amec as cas que o caracterisaram antes mo da bellesa humana. Universo. Nem descanga tranquiila so- do infortunio e as an.ustias do da morte, para que, unido a al- Sao estes os ter.ninos qne d E' ella o phanal e o guia'dos bre tantas ruinas, tantas, por sacrificio e as lancinancins do ma, possamos diser-este e o nessa perfeiqao assignala o- povos. ella Pmontoadas. martyrio,-nada tcmeu o cc rdo. m-u corpo. evolucionismo christao. E' ella quem divinisa os her6- Transcendental em suas con- Ai rclahces estre'tas d'alma 0 corpo ser i o mesmo, mas es. quem exalta a virtude, quem :equencits, ella nao perde oc corn o co.-po mantiveram em re- a. suas condi;6es terato de vari- abate a tyrannia, quem humilha casino, nem meios para atacar ciprocas correspondencias as su-} ar consideravelmente. INa soberba, quern profiiga-e cas- os dogmas de nossa religiao as alegrias e conteatamentos, as Mlas isto, que imp )-ta ? CARTA HONROSA tiga o vicio e quem cura todas Assim, ella que tanta apothe- suas clores e penalidades. Nio assegura a s:iencia que as chagas sociaes. _t ose tern fei:o a material -o ido O0 rosto illuminou-se aos cla- sio um memo corpo, por sua D'entre as carta. preciosas, por Cosmopolita, tern por patria lo de suas adora6e-s; ell-, mis r6es, cos relampagos d'alma; o composigao elementary, o negro que em vida se correspondia todas as patrias. fouosso redactor-chefg, padre Joaquim todas as patrias. que furiosa, revolta-se. ontra a co-po obumbrou-se, por assim carvao e o refulgente diamante ? de Alecar L'eixoto,-o, de saudosa Polyglotta, fala todas as lin- sancta eg-eja, qualif'cando de dJzer, corn os eclyp-es moraes Na) assegura a scitncia que mnemoria, padre M:guel Caelho de SA guas. absurdo, er.tre outras verdades, do espirit-). sao umrn mesmo insect a repug- Barreto, destacamus, e, com maxima Contemporanea de todos os a do anastasismo final. Assim u ; e mui consentaneo nante larva ,- a linda mariposa satiisfatao, abaixo, ptblicaum's a em seculos, ella narra a historic de Deffender as excellencias e a a r.sao, e a rasao o pe3e fun- d'asas matisadas ? qe e lustre saed a todas as nages, de todps os ho- e oe cea-lhe o snuett que Ilie oferecema,tos. cdi.gnidade a material, e depots dame.aada no conhecimento ex-U Nao a segura a sciencia que em lingua italiaua.o qual taibem es- meas e de todos os tempos. condemnar em seu nome a re- perimen.tal de noss i p rsonalida- a corpos qu o vari"-m de pro- tampamos em outra local desta. folba. Liga o infinito do passado ao surrei;ao dos corpos, que des- de em facto de composica:, que priedades, de cond qoes, de ca- El-a: infinito do future. proposito! que contrasenso! 03 que junctos luctaram e pade- racteristicas, sem, comtudo, va- Jardim, 18 de agosto de 1905 E' ella o -Lio da fraternidade Mais do que a a-ancta Cgreja, ceram ni terra. rec:bam o seu riar de compos ioo ? de todos os povos. ninguem absolutamente que te- salario-a rsurreiglao da gloria A estes corps, chama-os a Am? e Collega P. Peixoto E' a advogada de todos os di- nbai conhecido e defendiJo a di- inte.,minavel, como e just que sciencia em facto : e chimica- rei:os, a defensora do opprimido, -gnidade da material. os que se dobraram ante o mar- "..onmiros, e nao acerti em expli- Sud es. a tribune universal, a garantia Si ella cobriu de anathemas more vivo da care public re- car porque o enxofre, por exemn Agradeqo-lhc do intimo d'al- da justiga, o santo paladio da nos adversaries da vida animica surjam p:ira a ignominia eterna. i plo, dissolvido em sulfureto de m i a offerta de sua primorosa Liberdade. sobrepondo a more. corn nao Mais, como se v-rificari isto ? carbon, crytallisa d'uma man.ei producqao poetica. Entre a rasao e o coragqo-os :nenos empenho tern sempre interrompem-nos aqui os repre- ra a temperature ordinariai-e de Digo primorosa nao por dous p61os da humanidade-e rnantido o dogman da resurrei- sentantes da sciencia mioderna. outra a temperature de cem gra- I m'o auctorizar a superficialissima ella'a expressao das grandes id'- .-ao dos corpo-. E' impossivel, exclairaam el- us, volvendo seus crystaes, ao tintura que tenho da lingua de as 'e dos grandes sentiments. Mas, absurdo o que Job que- les, que a alma recobre na re- esfriarem-se, a tomar a forma Dante, mas, porque as coisas bel- Porque os typos sao as mole- :ix gravar a cinzel de ferro em surricaio sen proprio corpo; por- primitive. las se manifestam, muitas vezes, .culas de ouro que constituem a inminas de chumbo e esculpir quanto, no fluxo e refluxo a que Do mesn-o modo, podemos com tanta evidencia, que nao es- vida desse grande corpo chama- m granito? esti sujeita a material, ainda sem diser corn RITTER, a substan- capam a aprecia3ao dos menos do- homem- povo-nag o - Mas, absurdo o que em visao necessidade de recocrermos a cia do corpo human que de pre- competentes. sociedade-humanidade -mun- .blime comtemplou Esequiel, anthropoV;hagii, podemos affir- senate se nos manifesta por mole- Lamento nao me permittir a do-Universo. cantou David em sua arreba- mar com segurancia que as mo- cu*as sensivei;, porque nao exi- minha pauperie intellectnal agra- Porque o prelo 6 a ara sacro- : dora psalmodi, ? leculas qu.. de present comp6- stir independentemente d'estas decer-lh'a senao corn perola d'e- santa onde se celebram os gran- Mlas, absurdo o que vaticinou e n o nosso orgamnismo, nos terao molecules ? porque? gual valor, ao menos corn o mo- des triumphos da rasao edo co-* ;nas sahnjlo incolume do ven- por complete abandonado d'en- Debaixo das qualidades phy- desto brinde, corn que soem po- raco, eterniza-se o pensamcnto c d'um cetaceo, e assegurou tro d'algum tempo por faserem sicas e chimicas do corpo, ha umrn bres corresponder a generosida- e a palavra, o martyrio ou a glo- S;ias corn o monument de sua I parte d'outros organismnos seme- sujeito, diremos, umrn substratura de dos ricos. Pobre sou en, e tan- ria,'e onde o home da teste ara,, ? ilhantes. permane:nte, essencial que em to que sou obrirado a me des- murho de que foi na verda'e fei qu*o n-edai e .. .. .- . . 7 -. _ *T *;-_ -, ". -. -' .-- .. '. ^ I -^ ^ ^ * _. 1 ' '-^t *,i i jv --- --~--- II 1I1 'I I >$L Ilk I -- . - m L -. 1U *J - 4 S.. SALVE 8 DE DEZEMBRO ! temlro, que org; nisa o kalenda- No dia 8 do correrite comme- rio das l'stas da Relij:io e da morou o 13? anniversary da Patria, que conduz:u o lPadre I- sua primeira missa o ex'.? snr. biapina a; glorias de m:ssionario padre Joaquim de Alencar Pei- :postolico, e deti a vossa cabc .i xoto, intemerato Redactor-Che- a coroa do sacerdocio que enno fe d'O <(Rebatec. :rece os Ciceros, tambcm ainr- lPor este. motivo, apresento cue no qu tdrante do seculo dias minihas cordiaes sa-udages ao sobre dias. longos e diuturno.s' exm"? snr. padre Peix6to, dese- annos dcste anniversaries. ianclo a sua rev'.' muitas felici- 8 de IK )zembro de 190.9 abra- .icdes. ai o vosso irmnao :ie 1910. c -. )-0_ I1-1909. I I --IIC ra to.- 10 -11-10. Oh! annes d e Ielicid 1de, pela immaculada Conceigao de Ma-: iia, .pedi a Maria, A seu Flho, i-li a Deus todas as fclic(L-ies Jesus Peix ,to. D. IIDALIA L. MAIA Um anniversario em qpe se entre- laanm flores e perfumes 6 o da sym- pathica senhor:ta Idalia L-opoldina Maia, dilecta filha do capitio-mbir Francisco BelmLro Maia. Ante-hontem, 10 do'correute, a dist:ncta senhorita completou mais tim anna de edade. Na phase da existencia em que sb se vive de souhos eventuras, um an- niveriario e sempre motive das mais int'mluas alegrias e dos mais ternos enleios. - A' jovem annfversariante e aos -ens dignos paes O ta, post tardiamente, por tilo feliz data. - I -~ I ~s~-cq ~ e ~iT~6iPI - -- iara o padre, p: ra o jorualista. P.\DRE PEIXOTO PARAI; S dxar de cegar-te, qiando os infa- p)ara o ciladao e para o sacero- No meio de riss e al as es embuss de t s fas:s e male "re lcdad1 s q o e a sest. s toscas 1: ., coplo1 1dojvolos amigos se desvanecerem,talvez e todas as benos c to .as a n JnI otan.lo estas toscas lnh-s, competou no dia 7 do corrente ento couhecerAs tuas aberrages. lOicidad-s que vin.os alnjai porem i sincer-as, is oraqos ex- eu nono anniversario nataiicio a Porem temo que os presents a- i-o glorioso anniversario de sua plendorosas c As demonstrates mimosa Maria Beserra da Cruz, contecimentos nao me deixem pre- ,primera missa. apreo de-te bom povode predilecta filliinha do honrado .enciard'estae mundo esta desejada Qe. V. Rtn, S." P." Joquim que foste elvo no dia 8 de De-, Sr. Cel. J"-o da Cruz Ncvese de feldad e .er a caso verda- deo A \encar I eqxo o -(J h e r o Cep iec vo Ie m sa-D em sera a caso erda- e Aencar xoo ja o a- mro po complectvo e ma- Exm Sr D. Rosa Besrra. de? que firmate... ai de mm! um manhSa, em todo o tempo e em is um anno de sua primeira Nunca deixaiam passar des- decrcto que expulsava as irmas, as todeaa ctermdade ,S.,c -t,,t-, e- mDsso, te-nho f-ito tudo. percebida esta inesquecivel data, edueadoras de nossa patria; por este Terd o segundo a ordhm ctea D mano e este anno (estej.ram-na corn decreto e por teu covarde: consenti- o sacro-sncto ac ci e lsmio ivsio regosijo, reu'iindo A mento a 'I:-;a arrancanr de seus (1-d Melchisedech! micilios a estes anjos de caridade Minha alna, m-s un oo Jo:siro,8 d Dzebro 1909 sua mesa parents e am:egos e cooladioes e gsassinos. Isto me anfa1.1JIOt,11111:a1r1 .81 D z bC19I I9Ipenhorando a-todos corn as Yen- communicaram; todavia nto creio. mais uma nota, um: noa s6. m -a-.------ less do dedicado testim. Si me engauaram,corre,a incus bra- e d tu e pra os parabens que receberam, gos a diser-nme que te tens opposto ai se: !AINDA POR MTUITOS'ANNOS mbem unt os os nossos de- todos e-t.-s nimpios manejos. Viva o Revdm? S.' P."Peixoto! tamem juntcnJmos os ossos, e ter abr(o me res.tabelece- Viva eternaminte o su S FIelicitcdo V. Revdn n seja.do toJ.s as fclicidades A r., me llvrarlde nma amarga an- V e t- e cctraroeo V. Revdma pet ,i arga an- cer-ocio! solnmue aniversario de u:,.ri- estremeciJa filha de seu cora- gust a que opl rIe o coragno de tua rne rno.ssa no d mae. Mas si ao contrario,for certo o S :. mera missa no dia 8 e De ue me'assiguram., o mnesiao que oS zeCmbro de 1897, fago vtos a! diaries vao espalhando para todos os Deus que nos seja permittido vents; si i'd- certo- que tu te man- Sfestejal-o ainda por nuitos an- ,A8.'D." ,-:S chaste com takes iniquidades, que PA.DRE PEIXOTO no ,t perseguiste as nossas Irmas! ah! en- Pa-a o cora ue tanto e tao-nao queiras escrever-me. Teu si. e.tdeiDa ec o tanto zn bi-!- Peor oeasido de seu anniversa- lencio me livrara de ulteriores enga- odia'que hoS e paDe a crm!etstima ( tanto aprecia V. Reve- ,.;o natalicio ue 1,je passa, < nos e hypocrisias. o dia .le hoje pas ee ataliai" pie /I'eeas,. fusiehypocris-as. n's um anno ue o em ute e es- rediim, se d certo uma a No me venhas, filho desgra- l;,r.ado Redactorm -Chere d'0 Re- grande felicidade. ,' o s. iado, d'ahi em diante com falsos iatt.o exm': senr. palre Jonqu1m de -- protestos.de aior, porque jA nalo t Alencar e'xtto .aLatn a sra pr:mei- Piacido de Noroes. ": P. de Alencq, atmditarei; stmpre repellirei os ia missa. beijos d' aquelle contra o qual todas Alma generosa e grande, ornada J :asro, 8 de Dezembro de 1909 PARABENS as gerag5es fluturat ve.imtanro im- de v'rtules,o illustralo e v:rtnosissi- precaces. Entre estas imprecacoes i.o sacerdute gosa tim nosso n, ---- IIje,dia de ten anuiversa- que lan(;ant as makes francesas, deve tie alto concerto que o hounel- al- ro ic e et o me- acompanhar-te aquella de tua !pro- au:<;a pea h(uradez de su c.aracter. IPALMIAS E FLORES usparabns. pria mae... Queira Denus, que nto i.ela illib-eri' de sua v:da. t :-'naldo- 9 caa sobre tua propria cabeca o eas- fpeli lfo.a de .s levas pr Tenagen e 1 9 tigo;qne prepara o ceu contra os fi- dimcados. um cxemplo vivo para os V Ru, r. Pe. Pleixoto, re..'c. -lacideo doe No:Js -lhosingiratos e ailegos. t ":omens (Io scr;-icio, (le trahalho e oit; 1em commemioi do o ai-1j Tna mile eujo cora:Raoesta tras- ',ni particular para o -l i'i.,sna n ersario d sau plimeira 0Mi:sa, eu PROFALSAS uPassado-de dor .-pprema ni i-sio de de e jue o vin o nt. sn- u alvodua co dia t n Tiuris~to.o'11t ;lii f-Liz, Vil,'.h) s.o nt lit di r i P,,r ntr-, a, a- 'orada3 dodia -u Lo t n Pis"to. V Rinll, qne dle cora1"i,>i mle assoc Por este ail-pa a:ontei meii- 1o brlrhalt:A festival d'amrsaOe e do lccita osmenusincer,,, .r,..- - T-1, sanld da ol i .v aii..l.tp o a patrictism0. 10- -12=',ic! ,i.hoe, fasen S)ezembhru, a 'r--entar a V. Imni. Joazeiro, 8 de I)eze;brlo I, 1 9'" i se(s 'ordieCs e a' t."isfs para1ens ' S:na mais lonia, diutnnid1ade do term- .... 1 \ictrih o Othoniel de satless :: A,:i;.. l ,- s .,, s ;i'rV i'lo J !oaser-o,8 de 10Lbr 1909. -.,i' Sq .\ .no ;!-t.r I .il;;in!!2 e S(.i. -AAA Ailo A.A l AA l A BU- ; SOCIAL . REVERENDISSIMO,) SR. PADRE PEIXOTO I MANOEL ALVES O dia 8 de DI).:zCmbro, emn C'omi.ptom annos ante-hoiit'-nA ..- que cantastes a vossa prinmcira o0 ci llega de redac(;to Manuoel Aive:s :nissa, despertou-me n' alma a a Silva, digno tilho do sr. inujor .Io A! Alves da Silva. :nail affectuosa pr.ce- pela vossa, ter grn telicidade. -edo a est;ia e <,nu i-lerac;o (Ie to- Propicio e brilhante vo.-. seja os que o 0 conhe-e; por sen <-ail: t.ri a e:trella de Ielchlisedech inar .i rme sel7npre -'uTrj- .. J bv'm e pe-! -ancdo-vos no reiogio o temo t ia urbanmda. e elhanesade seutra.to. i -gos annos deste feliz anniver- Qem, 0:ono est. il!.ttre nt0:o, 1possue to) a;primoradlos dutos ,n) dia S.rio, como lhie descja o sincere :e s C natal-ico 1in pode deixar de : 'fecto da ser alvo das mais expoutaneas mani- \f-I ..tace. de apreo, e por isso ,e que Ali c salu'amlos jubilo.os, desejando-lhe Apreciadora \gradccid ,rgos. ann'es de existencia comple- Sta:i:ente enfa-trada de flores e felici- Isabeli "'>, Lt.c m:T .. d. ::,. i.la-'is. 'Ie onlos e ventures. A CRUZ MARIA LEOPOCLIINA B. PA ( '.UZ N". 2S d- qtuinta ft:ira 2 de D)ezeimlno licito- e 1909, recei,ido reo sliiado pienultiio. c cito- O te'u nniver- AiAriu sua edito corn o judicio.o arti- Salio natalicio, e rogo ao born go int:ttlado T, -"'in'to f1.i'd1, emn qute Deus que o reproduza por long ue q .t vai e0 r.edimend toao d tempo para satisf.ag.o de sua fa- grncido canga;eo. 1ie i artielttita, 4, lime, t:mr nilia e contentamento de tna a- (leim-Crisr;sdi tn o no ('Lrir" a toei miga e prnia que to est'ma. it d.e ,stio-o-se i ena dos ma:is qte no10 confraiunge e nos ;irriitiiiun; ci:tri;nuto LeopoiJa Bezrade N Gs Icerto q1h: ul oiri-*ro consi-lenravel doe Smoto. (do todaya t s cIas's Is ',e ':si'o reb;ii- ('-rate,- -7-11i -1, xando u.o ,i'ntanal dos vicios dos cri- nmos (lque ro'tdei:u! i o 1'/a i -p-r t . TeI rina suas retlexOes fasendo umn lp- ....... pIlo ao-s poes k- efaliilia e eoncitando 'os .OL L ShrioiS da propria moeidade, para que so .\ ALVS trile do caninho errado que vai so- "'.in"fo qau.si inseoii t-iai spiesar 1os0 que mais so distinguirama no C'ollegio A w i ivllanpiciosa;tS. 6 J,5"' e lublic.n a relei-co geral das no- Tut 'lhna iinh acte,-tat tas dos exame-s fines de todos os colle- S.tttiUt.o tuardoros; gtes gives. Joaneiro, 10-10bro=909 O core pondente do Brejo dos Santos Adones I noteiia quoe o 'poao ini madissimno, como Adonies aia. Ie st' a, etejstria onposoimente Nossa /~-______________Senhora dat Coceei uo. ('onsta ja do outros jornae a noticia Sree'o pessoas que o ps.-eio e-tiverzai no I Annuneios do co-tume. -n- risoniha data qne pa s- Agiuardamos o n-. 291 : -3 j1 do ten .:ti.uiicrt.urio i tia jnaido-te umn brilhaute futro o ten sincere irmiSo da lirlillia, W. -38 do 5".- rf .ira 2 de De- Jw"o AL VES;. zetmbro de 1909, $000% do asignatura J.,a.s-iro, 10i d D-zemibro d, .no por anno. 0 t 0 REBATE OQue a mio mystcrosa <-ta c- terni-lade. nue abre as pi-rtas do de aprego e consideragao. Muitos parabens. Na mesma cordialidade en- viamos jubilosos nossas sauda- ;6es as interessantes collegiaes Maria Amelia Rodrigues Beser- ra e Maria Candida Gonsalves, maior de 1506$0)0 por mez. sortimento- vmao Ga rortnut,. os du Caixa B, p1gam 54000 do juiae 51000 de Avia-se receitas a qualquer Monre Alegre, 4 de Outubro de LEOPOLDINO BIZERRA 1909.j Rua do Cruzeiro n? 1085 Joazeir> do Cariry UMA CARTA PRECIOSA Eis a carta que a sen filho, entao pre-idente da Franca, dirigin a vi- fiva Loulet: UAmado filho! Talvez seja esta miuha ultima carta... E si te escre- vo e po:qie as circminstancias a isto me o.irii-gm. Desde o funesto dia em que fost-e eleito president, co- mecaste a humilbar-me, renegaudo as nossas tradi Ges catholicas; todas aquellas manifestaqes de a- mor que me davas, eram a margura- Sdas pelas tuas miAs acc<'es. Enu pouco ent ndo de leis e politi- i ca: corn tudo minlta consciencia de clhript, de mae e de fkancesa me o- brigani a condemnar os tristes tra- baihos qne fis"ste e auctorisaste. Por ora me sustenta unia debil es- ineranca: quando o incenso do poder __I S L; L--C tulo que tem 4 li -ao dosfactos, e fulmin.L devidrmente a desgraqada mazella social que sechama cangaro. Deploraftm &manrgura que sobre as rufnas do Aireito tripudia despoticament,, o bandido que pae em sobresalto a vid,, e a fortune alheia, e enche das iais ter- -iveis apprehensoes os cidadiios hlione.stos 1 pacificos. A continuar este miserando estado, o Cariry sezA em lrove um nucleo de per- versidade e de ignorancia. S31iragem-devaneio poetico de Mario Cavaleante, lastimando que a ingratiL ame um outro ente mais feliz do quo Ielle. A corresiondencatt do Jardim critical o engraqado Vicentinho, quo quasi flea sei, o mulambo da vida, por ter tocado no. grande da political da terra. 0 Pal cio das musas hospedou a Lem- lbranra do passado, que da villa de Por- teiras Ihe trouxe o Sr. Levino Barros Netto. -Transcreven em parte o regulamento federal dos serviqos contra os effeitos das seccas. Si o governor, como consta do D,.i,,i Official de 26 do Outubro ultimo, fi.se- tudo o que promette, entao poder-se-lih; diser que ha malesque v6m para bem. Em uma espirituosa variedade mostra o valor e imhnportancia da lettra R. que si por acaso fosse supprimida, tambem sup- primiria Rei. Reinado, Religiito, Roma &-. As mioedas, do maior circula.'Io, tenm Sapenas duas syllabas como: SA libra. moeda ingleza, I 0 franco, mnoeda Franceza, O marco, maeda allema, o rublo, moeda russa, A lira, moeda italiana, O duro, moeda hespanhola, & &. i-No dia 3o de 9bro. ultinmo completou Sse 5". anno de ordenaeao o Padre Fran- Seisco Sylvano de Sousa. -No miesmno dia festejou :o 2. lustro d,( sen consorcio corn a Exina. Sra. 1). A to- I ni- Alves C. Lei'te, o Cel. Jost Bermnildin, de Carvalho Leite, incansavel Redactor d., S ct mta. --No dia 29 do mc-on mez completc.u-. o 3-. anniversario esponsalicio do COl. Ni - pole?:o Quesado .eom a Exma. Sra. D. M3- ria Pinto Filgueiras. --Ceguio para Fortaleza o Sr.: M ano.l Leite de Mello. -E-teve em Earbalha e no Crato o Sr. major A gelino Leite. -Registrl as palavras de felicitae!o qu, A Cruz dirigio no Cetama, meniciona -I romance Eulamipt Corro,, que lhe offer, - eceu o Sr. Zeferiuo Galvito da (Gu:et * Pesqueira e os periodicos: Correio do Prata 0 Grangense A Constellanao 0 Sertanejo O Semanario e a Gazeta de Amargosa. A column pafa traz a despedida > Tenento Franklini Victorino da Silva v dos annuncioa de interesse commercial. Ben v inda sej' ! De volta da Capita!, onue cursava internamente as aulas superiores do acreditado colleg:o de Nossa Senhora" de Lourdes, chegou entire n6s is 5 1/2 da tarde de 8 do corrente Made- moiselle Rosa Leopoldina Be- zerra. Sua chegada deu a todos grande regosijo. Apenas apeiou-se A porta da casa de sua Exm' Tia D. Ge- netosa Bjserra, viu-se cercada de visits e tAo grande foi a de- monstragdo de aprego, que o movimento s6 terminou is horas adeantadas da noite. Muitos parabens, muitas fel- citagoes tambem recebeu na oc- ca;,iao sua mae adoptive a Exm: Sr? D. Angela Bandeira de Mel- to, que a trouxe em sua desve- !ada companhia. A' brilhante manifestagio, dc que foram alvo, (leu novo realcc a ruidosa e solemne visit qu<- Ihes fez a benemerita music do illustre maestro Pelusio Correia de Macedo. Ainda no dia seguintc, alirn de novas visits, a music popu- lar do intelligence Sr. Joio Fia- i iho tambem trouxe ais distinctis- simas senhoras seu testemunho e'9 )i-) I 81 -6l~a~isP '4. .4 _______~~~ I ) Sen prih:ir, artigo bem userece o ti- O REBATE _ SC'--: 2 .i-ma 'tcc-. ..i'n.... ppei en 't las ide bar- Joste Carlos eprimo do coronelMa- MERCIARIA QLIVEIRA & NATIM .-,, rcceier o ,-,,- d tl,, To eal. T-t._ er-ob-ctr gver-. ^:t ,:u:n rece-:^er c."-I C--:ne, .mesmo bispos ca- ro, devendo-se tero cudado areditado Ses iI:.v..s msa, d" ,n-li;Atnbs, adrosi e assas co cutell rl et eto acredtado estabe- 5:p t. d.c :t i-. -,c-; .i:; '.. :p,).d e. .s. e o pe antes c u mo ri, em qu e za mistu- pr.o teros Ac oly queridoga r eg zeea.e.t.ao a ic. m .al .u -a "- .. .. ..... . ..m.. (2. que ebz m stu- r. o snr ccmlvque daopubli-o em gertque 'O;F.ra.!-_,. rpe'il. o' i..r[,o. ra.. cede~a sua ind'ca o 4)ara inelusao acham corn- um complete sortimento do .. ] : i: da obr'a de DI. Est e um meln o de' acabar na cliapa de d-tvs estatl.ia-s do.!ereiadrlias nacionaes extrangeiras.calea- S- i C ,. 7i d~,~~I meias,paira hornens e senhloras,suspese- '\-, :.,) '*":-*^ :,' .-_ro "e: eut:e:'' : :, v r- : *'. '.-, 2.un des-'1.3 n :o .It-os l ,-.CC.... P 4-il.!,i ,.,) To e Ca.Os. ,, ..Foi. aU.a. A!1, t o e iU. re .7el S- tO I-7 ,,Od l ., sorios, cadeias de aluminium, redomags, .. ... .. ll e d a no me dste paraextra.t ( d: diversas qualidades, brilhaan- .l a 1 X : ; :'. !). :: z ,o- s:s e .o. u .i-er -:..tes, Ides--es eh,,fiar 0o "... t.; :l.,O (, o.stant- 0o tinas. oleo de baboza para o cabello; - .: Ir-. -o-o n v . .3".co, .evorando a n O:?*, ,,- i1 h rl",,a a c6ronel .T'". da S'l-! idas de diverams ppulidades, conserves; .c. .. h;a o fr.co e pese n- r'. iLeal, haver rece ut. es, gregas etai cos. rendase :' : s ) co:: -re::co: td s os q'.e istre-se 1 o: de IBorax d mal : n'dl!c"o e coI lagriimas Tudo a dinheiro a vista o por preVos ,- ,-., f- ;; '" o c::' iredu.io a i fio, 2 onrs de ns o~hos fazer-lie ver quanto ia ser -., -' rio ce ..;... i -- i ataTl aqu la esco nha. modicos. 0 PROPRIETARIO .\0 ei Rni oa vy'ar.o de assucar-, ongils farina de tri'o, I A J Crl. na fur-a -..... -? A ,,a, Jose al;.i*s, na sua fnr;a ,.\'i'O J-us C .-it- cu"mpria fielnent poe-se este p6 nos logares f:e- 1 .,a,;, nao r -a ,:-: ) e r-urdava com quentados pela-; bratas, que mas do se primo, a hando-se uma ..s*--.. r c.--2:os vgii:r1.ct o precioso e divino .conem por gost',rem mu;to do delays leit ravente doente, JOASIRO -CEAR A - ^i uo 1: f-.s Is ucr e dlafarinha, que en- 1e11a dr da inell que vinha de -" e: n. a Is ', na sua cor ) z o, ,ordm "'. ft a r;ah-":a cel osa.e' cuia Scr r a outnaue orrem epo:s e q viJoe Carlos movr ao AVISO s n i c Ari a oia do O:icntc Lm c o. s"n m!li . a Cru.. :- '.o:;rb.I. db 1 a p .ra scinp.e. Plo qne fia resmidamnnte n'r- Rosa A. Alves d'Oliveira avi- v:sin. .': Cr.-, i (':,- n1 immenso, i; rei.;: .- --. .-. ralo puico auizabem ('e especi sa aos Snr. paes de familiar que .....,..,..- . .. 0, ' 'h.-t- a nQ em e'te o eu- --. :::. ,;* V, c :m nao !":e h.f:er".m f l 1 .n t .n em sua residencia, prata do Ro- S . Silecar obre in ca tto grave sario, lecciona portuguez, fran- S : que n1io era possivel. emLra. o pe- cez, arithmetic, geographic, hi- S :-;:: q c ;, >; [' p. p, a 7 ? AV iO rigo de enicor.r n::s ira. : ieroz es- storia univer-sal, &, por premo ,.'-L ."v, :: "... <'- i ; .:1 1 dm :^ ,t, p ls o id iii. ; e dico. ,* :. 4f e ['. 't)-. l -'- .t. >c .' q, t.'l( 2 ' a- n ty.- 1 !t 's'" o- A" coronel n l0 an el Leal arenas 1 L : IL4b c ,r-i-' rvao, extrada n1s1 acoueliam's, c'oe -en amil o 1 u4)(e I Crato, setembro de 1909. C bo: s,' 1 "2 de Noxv ro rox ie a_:- -,ei,-: d tempo t emnpo. iue este . ..'-;.-i.1 '. n "o; o : ..:r Lo..,x p4 .u.i i iL n.:, .,, t. o .o r1dasK vcnia I v0'I ,i d tdu. a-Is (.o tat. o - --- -r>(-0---.- So,"' :':-.... : _!- ..: c:, i a- t .- :n_- ;o dc extn:.;: as ,-.. ,,- at. o d'a 31 do corrent- :. S. M;at' ..,14 'de ovembro, de- 009. : .. 1' .:- L.r.': ::a do. dessa data em d; tt a J SI LANDIM , -;-. - .-d i c c :' s a t a erderem t*, o nc'*. A -isa nos s eus fr o ,:I- -' -. A-ia 4loa ars fr enta -pt qu i1-o nm ra a:; 0 s r 2r ; n;tl7'.; -i ; I -ti n', .; -.l :-2.,3.. P', :'o L 'u:c!n-- .1 2 ,, 1 4n. a. ,.*,1 no C _>.:T'o .';:." (:la iF\.:s-;-;;s e o ]E re '" :-cc .' o c.. n ire, s li:ton :--. cor. .- A: toiO d i uci- .:: se:n ::.!-.:r cue bo-zx e r d- '. it l', 2 umi k..o etiro tric:-! :: .u .^/z ; a c ,..- . -., -: ; .-i. .: n:-::s t. ci adc E" tr tnto i n'umeras v,;'es, .I Cro. ,0r ,tos mat:-ors (i;:s a 0 :ou3, chamal-o -seeu e C'I. ) Iir~,1t',d 2;. CO:I..:e q e - o mc.ive i ti,-': ;;ic"vel de iio P'-d. o Lo'u:- : o;C tz': !o-to cm i 1" ra,".'rl t I' ,)! ,n c '' a ,' C fl : -,a c ', C -ri-> o:d tocgI do C t '(. 2 ;'4 t c rit, pa'rt-, muE i o 1 ,' : -' cid-, d io p *.,' : on ti<: V,.! Car i- :, i, N- it: .: _r t m c so C:.a-rct .i . A a C I',oC'i -C'. ; I. a o; p ;C, : '1, :.] ]* i -.;'-;t.L i 1 '0 ; XC 1 ;'. ^; i o : Co .: 1 i \ ..r 6 17 o' Qu' bis *no:l.as, rln e ub-;i..cuos p:r to e mJo .rahd nio c a b 1 itu. 'v ) d' .'f-c o. "' 2 'e ;_-o da :,! l it ekl 2 I -2r'n. p2C1 ': ou .:U .11:'. ur. .. ub,_i...ce'1 o portr -'''.) a) trahi. come '.wc,:. :'a N C '':-2.-. A. b,..l:n: o ..- ei- m -(. "'4.V'"'4 " sp r.:de- d escr'ptorio d; t"' d h :, a s t.i.s 2 - - 2. : . ': o '2:4. 2 o V-- . --:-' c O t3 C";: ,.cl n-cia s .. 1 ...,. n ug enm po. :1 all,-'" ..... ..- - ^nur-'a cia .publca'o u ptes t.-' a-' "'** .. BOL.ETi r.,COMMERCIAL *.i.... ". ';r>, 9 de 1 ," o ( .- 1 ,. A COiMMI;SAl,)0 i:. .-:.c:re:'o Sec:'ct.'o 0 J.-.o: .T;lo ..IManoul Av.-s S. MATHEUS No p6de ficar em silencio o facto sen p'rec-edentes de que foi that l44. mc'a villa no:olt dA 31 de outubro una4do:- l)ir''.a-se o coron-cl [an:)el Leal. ' W1' "O iL.t, P.h.-t a t" -r tu ao-mr .- Inc'o de S. 31atlhs res.' .-nfi- as-nor; :- .o. tparaI -,i cas'g. ,i I,4ii ''i- a,) che ar iao pait.mi. da inn rz.c..ontrou-s e com0 o a.tul n-- n- "t?' c a.o da poli:.a 'ov.-ni- 1 ,a .A .'arls, i. i ,a t i coia a Ille IIIveJ-A. ,T, uat-., -t s ,i'pa 'eg (. 'iA" IUS 1 i ,,I : i ,;,,, de r v.,ver I-.- iu"ho '. iabhado r d:s n-arois aiLr - .,< 1- ri's. ciouiel Manoii L:al . rn'-togt-lle o que pr\o.iur'ava. a ; .' .:.d ;'. ',- t n cn 4,'ador. i' ;r:urava Xeo Frair', pra ma- t.1r v ;ie nantui.a note o matuaria. nlm : e.n!da a di ;s:'. ? -cs capat- -a.s dspararen twros de ri^'ra port: ;11) on St-ar t h M iMI W, po: La m .-r. u ,,;m o de ;u0" l'-. rra e jarre- Pro'-' dos g:en'roS maria finda: Carnme vere . -,<< se'c-a Sde clar'. < dc bode Tou,-nho Farnh:a ,.f lit: Milho < Gomlia l< < Ai'r,7 '< 4< Sat .- << << Feijao de corda , < di' arrancar' << C'af'6 (r -) ad'r'oba. Assnc:'r brnico F 1; r; 0 rein' i -< oj:i ar s k<< S,(z., ''' (. lh o 1 .',i: ,. <- -inagre t:Lto . (', uro do espicha um C,.ouro de bL,.,_e uni C, as, :;t ,. iCason d'lrailite a se- ! grande sortemento deo Vinho do Porto, Mo. catel superior. Santo Antonio, C'ognac,Ver- nute, Vinho, de Missai. geropiga. Serrot d-3 ;jhni.po. Agmardento do Ca(jij. 1do Lima ('anna: ('igarros Tupv,La nmorena, lIostoc. C;:.-i, S.'o i"oiis,de pailih, as Quiiatro ilga-. -.'!.:r!'e; doco Pesqueira=Jo's, FI"'eanhj:' Manteiga 1 retol. Excellente, P'ip.'.g.1io, 1'. - anliv: BInha do porco eni lata. Tud'o por pret.os modieos kilo S3-001 I I< 1.32900 lnl P.' ('icero n." 62. $ 7000 < 76(!00 ,< 1i^0oo AO PUBLIC .8.00 Commuanico ao public cratense,ue 1i2s000 estouaosen despor em exe.::.t ir qual- 12;000 quer trabaliho de pedreiro mediate 14-0.. contrato ou ajuste, La -antindo pre-;- 20,$000 tea e- pjirfeifilo. So niao atjfsto por 2-".,: n diaporple tenho eoccupaoes que na) 10 I me permitted. 5.o Crato, 12 de november qe 190j ^-j, 04,Miguel Rodrigues dos Santes BURROS SUMIDOS :a Dsoappareceranm de men sit:o unt a 3 b000 bur'0o cardtao e nina bura castarih4 a :0c quazi prct' ambos corn esta marc,7- 4 C00 e comn a seguinte freguezia Q0- . :.%.,.. 10o Quem de ,;o d' O0 gar ditos Sg'cnerosal ]1a rbali : veinbro d ^.\i-. 2 t 2: ,. p : p' l -- Ite .,-t'-1 --' iu .. 1, 4n4o dr.' Sant- u D o ".-1 -' -- 1 t' : t ,-: v. .- ,:.0,(:m11'1o>co 1,;n 14 -ra~ L0' Anna do arirv it ven.der. 'nem- notar que uno de 'SI- 1 os' Modri' a, oiti o t -ndo de , M n O t 1C.- .: t l. :. :.t cm ex .:ic'o pI- ?rtirar-.-e de-t:' ,. n int :ti d: \ o t .I-. -..1 5. . n t.- u 1 2 4ocu4r.t a E iu1',,a al 1 v:o 1 a--'su2 1 c's p 1t1untr nte ct -,va ,o ran 1a.10o - t 124 : o. a C( I cncII a e con- qie vi Ire] >a(io iara con- ., e s u"' :t' o i n.a-,o re-s i na trave" uir, squn e obtler k ^ ^-,ma's e r de to e. b unt -rmod, n ie adoltina,-ra pede n"des ficimd's na vWda. n ei.r .snobb:ite .de se ,i- l 4 ru ea cla : po4a, d,,ltra iA tra x ms n or a 11 a uon 0 e s na e vivenda. tudo de tela de e P.. ,..1 .l .. .'u -,- e a ,cha que m or (e, .m -ilr c en a e ar (ude.ade p( dra e cotm T osrr se 4 o1as d1e-p a re- 1"u l 1.1. 1 2 ,. n otes a t ie nri' n l\ 411 p ra di mentas c ar 'as de. -':.: -:-,, c. ,. -1.- 1. ,L: t r i m o e mt que a rapadl rt, 1su ..indo e ixten ds matta s d 'r o W i .aut -4 ",-zlla s ports fo I1porq1e dentro as a i con.trui o: outron 3as d o assucar 14 so.. e Ca s s encP ntravam na' prinWe;ra 1 0 t u oos Grotif . de su bl.niado c ras M ao e 1' e na se"--aa uu p obre n o-P e t. i a' 0' a nAo a nm a io i r m pr os. ,. ,,1,.s n-.- o,.,l n faht enchte (ie nitior iniirta .a- ,d le"psaa e uma vez see tern de, Q truimat -*4 L s- (.4 '-"-,a w 0st. moc ,0'1 i tl2lO L al I t -a(1 C Ia ("on tra,-'o, cum m 1ia pelnonalt J' ......m m , iri, .,( e o .1l a:i.!2". ,: p.,.. do e ter (:le pr ov r-s..ile re, cursos snf- um. 'h;.;. > ,. ou parties, pa- qtuoiado. era. icietets.- pode en-- I'o di 4stribui- e r'e-g s loe-,ars, r 'ara carna. tierar maiso e prouebra- ida o i e ( to 4 i. :; tos sep accu- t vil da i a rantorida a ossui o exte on em m c .a. 4,.-isae a p (a (eo ,cnta as ::, ie ooi -- Cra 2 4 a t o!(. d .' Co 2r 1. Poges a p6 csta conps= aos;2a-o1 s1en iiract-r. v i Rodrigue p r -itefr o iUALi ,ic1t u ce h d lrUUs, auu- 4 "es- n n. Iarma que empunha. te0 et er noticias certas' na Reda.'- < animaes, sera gratiticado) mente. ma. s':i Brejao, 10 de Nc- !e 1909 ),.mosthenes I'ernandos Vir.r CASAS oun 1o Francisco de Li! i i t ilocalidad, e, A ved, .dua. taipa cot-beitas de telha.unta ia de S. Francisco e a outra zsa da Rna Nova,pelaprimei- 11.1:o n Al;; ea ,eg n1dt 180:0 i ar na RUA DO CRUZEiR) ZEIRO DO CARRY OLDRO SUM1lDO ico bern a quem me ent:-''- 'oldro rosilho que desapP'-:- serra do Araripe sit: a Grande, com a segr2ini:2 e freguesia o cncontrar tregar t a re- d' 0" Rebate ruha resideneia:- Serra dos Asedos Pcdro Xavier .e Alri'.o) e:to que po:teria produzi-, -. r'C; I' '-I'. ! C1~ 'A, Sr 6V& S V& 6 S& mensalidade e tnim diroito, no fim de 10 annos, a uma pensAo que ' 9 nAo podmer exceder de 100$000 por nme. CO IO CRATENSE No caso do fallocor antes de chegar a receber a pensfo, a CO EGIO RTN N aassociaAo pagara aos seus herdeiros necessaries todas as contri- SOB A DIREG'AO DE A' E B A T ^-, BM & ^ bui'oes quoe elle tiver feito, sem jurors. Dando-se o fallecimento SOB DREG DE Q depois que o mutuario estiver em goso da pensao, esta filcri ex- Josd Joaquim Telles Marrocos D, RB A tincta, emn que aos scus hb rdeiros assist qualquer direito. A 1P xnsao serJ pag no proprio individ o, ou aI seu pro- 4 Abriu-se no dia 1- doe maro E| EsT TYOA-D LRcurador legal, o por intermedio de qualquer Banco, quando o Prego segundo o costume e ESTA TYPOGRAPHIA ENGARREGA-SE DE QUALQUER t oaInainento adiantado. TRABALIIO DE IMPHIE 5K-O COM .MMAXIMA PRESTESA E NITIDEZ; utuario achar no extrangero. r t 120000 0 socio contiibuinte em dia, que ficar impossibilitado de rnos, trimestre 120$000 IMPRIME proseguir nas suas entradas, depois de cineo ann ts d associa- Extenos,cadapreparatorio 000 CARTAS 9Ao, em consequencia de molestia chronic e incuravel, que o Escoapimara,mensalidad 00 f CART.ZE3, inhabilite para o trabalho, sa3 considerado suspense e no per- odos o pagamentos sAo fei-. CARTOES DE VISITA derd4 direito A nns-o. tos ao comeqar o trimestre. RECIBOS, Os Imga*antos antecipados de 1 anne gozam da reduc- Quen precimsr de qualquer es- I SRUTULO", Ao de ,/o, pagamentos de 10 annos, 20o/o e os pag men- clarecimento, pode entende-se FACTURAS, tos do 15 annos, 15o/0. I com o Directr,rua grande,em ANNUNCIOS, ETC. O mutuario qui s- inscr'ever urn mez antes do sorteio e frente da Egrej.t de S. Vicente 0 traba l/to feito com toda perfeijtao e asseio na terA direito a una pensa para today a sua vida.. Machina P' clici sendo os prepos sem compe- Atd dezembro f oranm sorteados cinco cadernetas, on sjla tencia. no period de nove mezos. A ECONOMISADORA a unica [>g - que az sorteios de dois eni d -is mezes e um grand, sorteio no i S Socio inscriptos de abril de 190S a Janeiro 1909:-130 I R DE AA...AA A A.A. A .A A Nenhumna outra sociedadu obteve tal numero do socios nos seus | primneiros niezes.Se "- PEDIDOS DE PROSPECTS, PROPOSTAS, CADERNETAS E Cincinato Silva tendo recen-l S1A ATI TD ft B teniente c h e g a do do Garm'i- LOJA D A1 A ERU NFORMApOES MINLUCIOSAS Ao A nhuns, Pernambuco, e aqui se Reoprese itante no Crato I^estabelecido com fazendas, nmiu-It MAN 0 EL VICT 0R I N 0 no Crto dezas forragem; avisa as Exs.g A. Belem SobrinhoJ) familiess e ao respeitavel public$ Corn urn variado sortimento do fasendas, a loja tqu trouxe complete c variado% ^ 45-Rua do Commerci'o-45 s~ortimnanto em artigos de moda,f.: Acha-se sempre a desposi(ylo d- seas freguezes ._... fantazia.brocados,fustoes,linhons,- ST C Eetamines, artigos para presentes,W SPRECOS SE31 COMPETENCIA ATO ELEGAT riscados diversos, brings branco eV. !% \de c6res, zphiros' & &, e vendor . nde-se tudo p'o preo da capital por preqos reduzidiosimos. d- Omais exigente freguez acommo-$ RUA NOVA N. 966 6 CRATO-OEARA'. dar-se-A corn os seus preqos, en-S, ST contrando sempre agrado e sin-%, JOAZEIRO DO CARIRY Loja de fasnda. graes, modas, miudezas. Novidades, Arti.o lceridade. Si de us?Domestico, Alta phantaisia, & & Uma visit, pois a'LOJA ftl i Especialidade em: Artigos:para homes, senhoras e creanga. 0 Cincidnato SILVA AEONOMSADO APPISTA REOS SEMICOMPETIDOR RUA NOVA N. 887 S A 1EGO NOM16ADORA PAULISTA "- o v,,RU DO 45-RUA DO COMMEXCC1I--45 JOAZEIRO-CEARA. CAIXA INTERNATIONAL DE PENSOES VITALICIAS -.__ -. .. Approvada por Dccroto Federal, corn deposit de g:aran- tia no Thesouro Federal, proportional ao capital de pfnsoes de mil contoa de rdis.. Registrada na Junta Commercial de Siao Paulo. S& le em S. PAl 'LO: RUA S. BENTO, 63 (.-ntigo escriptorio da Coanpanhia Mogyana) Filial no Rio: RUA 7 DE SETEMB110, 113 (mod2rno) IY. .EGONCALVES DIAS E AVENIiA CENTRAL) LOJA de fazendas mercadorias, estivas. ]erragens chupeos. Tendo recebido do Ceard urm complete sort,mento dos artiJos aciman men cionados qiup sto vendidos por prepo sem competencia. con- vida todo p',blico para fa:er uma visit a dite estabelecim n to que se certificard do qute e ftirmado. TERDADLIRO APROVEITEM! D IltEC TOnI. PRESIDENTE-Sen rlor Iuz Piza, Senador E-taidoal ex-chefe de Pohcia e ex-Secretario da Agricultura do E. de S. Paulo. QELBIA ! APRoVEITEM1! Joao Baptista de Oliveira. Rua Padre Cicero V. 33G AO BAIRATEIRO SECRETARIO-Commendador Leoncio Gurgel, da firma : Silva Seabra & C'., da Fabrica de Tecidos S. Bernardo. ,FARINHA IDE MANDIOCA GERENTE-Dr. Claudio de Sousa, medico e industrial. I THESOUREIRO-Dr. Gabriel Dias da Silva, advogado, Jos6 Alves da'ilva, avis.ti os se- capitalista, director da Companhia In lustrial de S. Paulo e da ns fregueses e ao public em geralt Companhia de Pogos do Caldas. que tem em depo.ito grande quanti- Comnpanhia de Poqos do Caldas. . d(lade de Farinha de Mand'ocao, de ;Conueiho '.ieni primeira qualidade, e -VENI)E A DINHEIRO- em grosso e a rt"mho DHEIos BARATI-gSSIMo. a preUos DPAKAD ICtUJ. RUA DO PADRE CICERO N? 301 Exmo. Sur. Cond3 de Prates, Director do Banco de Sao Paulo-Exmo. Snr. Coronel Fernando Prestes, v ice-presidente, do Estado-Bariao de Duprat, director da Companhia Inbustrial de Sao Paulo-D:. Rodolpho Miranda, proprie.ario da Fabrica te Tecilos Arethusina, de Piracicaba e deputado federal- 1)r. Joao Alves Dima, medico c propricta.-io-PPharm. L. Pinto de Quciroz, da firtma L. Queiroz & (.'. (proprietaria da Drogamia Americana e Fabrica de products chimicos) Dr. Pedro Pontual c I)r. Victor Godinho capitalistas. A ECONUOMISADORA I'AULISTA uma sociedade. -iutua, corn fiscalisaciio do Governo, cujo finm est-:belecr uma fIENDA VITALICIA MENSAL, EM DINHEIRO, aos scus socios. Tem duas caixas, a caixa A e a caixa B. us socios da Caixa A pagam 5ooo do joia e 2r5oo de :ensalidade e tem direito, no fim de 15 innos, a uma pensAo, ze nao serA maior de 150N000 por mez. Os socios da Caixa B, pagam 5-000 do jeiae 54000 de hora promette-se commoda pro- mptidao, cuidado e asssio. Tudo por preqos mtodic( s ven- de-so nesta pharnacie. JOASEIRO-CEARA BURRO SUMIDO JOASEIRO DO CARIRY 0 abaixo assignado gratifca hem a -quem entregar mn burro novo. castanhc PHARMACIA GARVALHO esc ro corn eta marca:- Rua do Padre Cicero n'- 44. Ha n'esta pharmacia um vari- e conr a seguinte fr'gueziu:-- ado sortimento do drogas e pro- ductos cbimico-, especialidade E Quem o aprehender podo entrgar ou pharmaceuticals nacionaes e es- no Joaseiro.A redait;co o(10' lieate. on trangeiras -Espera-se um born o rato ao snr. Donaciano Norues. somtimento vindo da Foitalez-I. Monto Alegre, 41 de Outubro de 1909. Avia-se" receitas a qualquer LEOPOLDINO B1ZERRA Sno serA maior de 150S 0 por mIez. sortimento vindo da ortalezi. S Os socios du Caix.a B, pagam 5$000 do j.iae 54000 de Avia-se receitas a qualquer| 3onte Alegre, 4 de Ontubro de 190. LEOPOLDIXO BIZERRA J AVI7O Aos irmros Irmandade da Terra Santa que,por bondade,tratem Ide pagar.o mil re- is annual dessa assoefi.o,de cujol dever jia se vao excedendo. Azeladora MARIA da SOLIDADE SAPATARIA BOA ESPERAN(;A3 Joaquim Bezerra Sobral Esta Sapataria acha-se A disposi- cao do public e dos amigos, e emcar- r ga-so de todo e qualquer trabalho om coiro corn presteza e modicidade- em preqos* RUA DO CRUZEIRO N? 990 JOAZEIRO DO CARIRY Sementes de Manigobas do Pianhy Amelhor semente da actualidade Dez litos por 2$000-oito cuias por 15$000 Vende Jose Alves da Silva Rua do Padre Cicero N' 3ol JOAZEIRO DO CARIRY SAPATARIA PERSEVERANQA Esta sapataria se encarrega de tolo e qua'quer trabalho em couro e garante aos seus fregueses obras que n&o se po de- sejar melhor e de pre Rua do Cruzeiro n? 1085 Joazer ; do Cariry A J~1 Rna do Cruzeiro n? 1085 Joazeir) do Cariry t i. 1. C.u,, s,,- |
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