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Rebate
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 Material Information
Title: Rebate
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Creation Date: October 3, 1909
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00001672:00014

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( BRIDGECACHE )

( BRIDGECACHET )


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C R ...-. DEO D 1909 I NN...-UM


AVISO apparecemos, de public, e pela res aos que se.commettem con- SERA POSSIVEL ?
imprensa, sem. receio, nem te-n tra os fundamente-da familia-
Rosa A. Alves d'Oliveira avi- mor de quemquer que seji fnudamentos sagrados-obra da Serd possivel que mo0os, na
sa aos Snr? paes de familiar que bradando em frcnte desse'silen-, religido que nos legaram nossos primavera da vida, na idade das
cm sua residencia, praga do Ro- cio calculado, dessa negligencia paes.,. illusoes, se entreguem as miserin-
sario. lecciona portuguez. fran- condemnavel, d'esse indifferen- E, entao, ter o, claramente, as da corruplo para commette-
cez, arithmeti-a, geog.aphli, hi- tismo brutal das auctoridades defenido o abysmo profundo pa- rem o maior dos crmes, o mais
storia universal, &, or ro que em vez de deffenderem os ra onde vamos caminhando.. o hediondo, affrontando uma so-
odico. que eteita
modico. direitos mais sagrados da familiar, anarchismo que be que se ac- cedade te
Crato, setembro de 1906. deixam ultrajal-os n'aquitlo mes- eentfa,--o anarchhimo absolute, Sera possivel que o espirito
mo que para ella ha de mais ca- ou o que val o mesmo,-a ruina da mocidade cratense ja esteja
JOASEIRO DO CARIRY ro, de mais precioso, de mais no- social. to saturado de perversidade e
bre, de mais elevado e de mais; Mas, si nos enganamos corn a baixesa, que, sem receio, onze
S U os sancto. hypothese, e, d'esta vez, o que moqos (1), a luz clara do luar,
M 0 NSTRUO S E. como talvez, essas aucto-i muito e muito nos admirara, as em plena rua, n'um excess de
DA DEI ridades se tmnham esquecido das auctoridades da terra se dispo depravagao, vendassem uma po-
A dispbsicqes da lei, vamos citar- em a faser justiqia punindo osbre donzella para libidinosa-
II Ihes as proprias palavras do no- devassos, punindo os infames, mente, espatifarem a sua honra
visrmo Codigo Penal dos Esta- punindo os corruptpres de Anna e commetterem os maiores actos
Ainda preoccupa, c ha de dos Unidos do Brazil, para as le- Maria, e sem accepao de pes- de bestialismo?
preoccupar ainda, c por muito rem, medWarem: soas, sem distin de elasse, Seri possivel, nreu Deus?
tempo, a attencgo public, o ou partido, enta0 aos ., obra. Quando eu tive noticia d'esse
monstruoso caso occorrido, apos Art. 266. Attentar u iHai o S-Bas i crime horripilante, senti minha
8 do mez pr. findo, na visinha pudor de pes6ba ,Id ,wi, on on- ,g_2 l AJII rAW
c idade-do Crato. 0 o1I 'ampMor -i ,'0.I aw
Tal a naturesa nfia, sem a paixoes lascivas &u por depra- honra e a honestidade da familiar ero
mais tenue, sem a mais leave a- vadeio moral: cratense ameaada; s6 assim po- ra as minhas ionocentes filhi-
citara, desse caso monstruosc,- Pena-de prisao cellular por dero oppor um dique 4i essa ex- nhas ... lagrimas rolaram pelas
o mais mionstruooo. mis baixo, Paragrapho unico. Na mes- travasio de paix6es qual mais minhas faces ...
o mais vil, o mais esteirperapdo, nia pena incorrera aquelle (uie repulsiva; s6 assim poder.o do- Chorei . .
o mais heJiondo eo mais repul- corromper pessba de menor ida- mar essa tendencia selvagem da E porque ndo chorar, yen-
sivo que ja se desdobrou no seio de, praticando corn ella on con- natureza que, mo-os de familiar, do que mogos de familiar foram
d'um povo. tra ella actos deloibid iiia e levou-os a sanja asquerosa da os autores de tal crime ?
Certo, nunca se viu, em part At. 267r idade, eprega ndo er d bestialidade. Que confianga poderd mais
aguma d'este paiz urn fcto tao c, engao on frade: Mos obra, pois que ainda inspirar essa mocidade tao cor-
horripilante e tao bestial como Pena-de prisAo cellular por tempo. rompida, para a familiar abrir-lhe
esse do defloramento de Anna I a 4 annos. Ouanto n6s, e p.ra bem fri- as portas do lar, dando-lhe in-
Maria da Conceigao. Art. 268. Estuprar mulhe -unto p'osio de jornali- gTesso ?
Tambem nunca se viu tama- virgem on nao, nas hoseuta sar aIo s a Que homes poderro aer, a-r
nha indigna ao, tamanha revol- Pena--de priso cellular p*r s a, urn facto apenas, um facto Que homes poder~o ser, a-
nha indignao que, tamanha revol- 1 a qcellular orue se passou bordo d'um manha, esses mogos miseraveis,
ta, como essa que, de mais a' i si a estuprada for mu- transport de guerra inglez, no d'almas tao negras, para dirigi-
mais, se engrossa, causando mes- Iher publica on prostitute: sul da Africa perto da Colonia rem os destinos da familiar, si,
mo vertigens. Pena-de prison cellular p'or s" C criminosos como sao, a justii a
Em meio, porem,. d'essa in- 6 mezes 2 annos. do Cabo. d crato ao punil-o co todo
Em neio, re, essa in-, 2 Si o crime for praticado Esse transport, Westmore- do Crato no punil-os cor todo
dignasao, d essa revolt Igeral, corn o concurso de duas on ma- land, levava um regimento de o rigor da lei?
s6 as auctoridades do Crato se is pessoas, a pena ser'i augmen- infanteria; prestes a sossobrar, Quaesquer que sejam os lacos
calam, atraigoando assim os ma- tada da quarta part. sem uma aresta 4e salvao, de ligao co elles,-os de
is sagrados deveies de sua mi-- Art. 269. Chama-se estnpro sem orm a rlegmento a parentesco, de amisade, ou de
sao social, e consentindo assim o acto pelo qual o homen alusa coronel formeu o regiment renteresco, de amisadeo ou dera
que seja ulrajada a moralidadei corn violencia de uina mulher. told, a bandeira d frente, a mu- interesse politico, nio podero
que seja ultrajada rad seja vfrgem, on ni. sica tocando o hymno national. ser bastante fortes para a impu-
publica, ameagada a honra Por violencia entende-se nio O regiimento, em fila, foi-se, nidade, porquanto, muito mais
gr nde familiar cratense, e escar- s4 o emprego de forca phlysica, o a pouco, .submergindo, que eses, serao os da conserva-
necida a ieligiosidade d'um po- cOmi,) o de mneios que privarem u m dos soldados qo da dgdade da familiar cra-
vo que se gloria de sua f6, que a nmuihu. de suag faculdades sem que nenhum dos soldados g ao ca dignidade ca familiar cra-
vo que se gloria de sua f que e assu da possibili- abandonasse a fileir tense que, indignada, pela affron-
ofez grandenos tempos que ae de resistir e defendr-e, Pois bern c o esse regi- ta, solta os brados de revolta
lai se foram, e que s6 ella o po- corn Isejam o hypnotismo, o infanteria inlesa n6scontra a major das ameaas.
de regenerar para uma vida no- chloroformio, o ether, e em ge- mentor de inanteria ingesa, n6s, E preciso que as auctorda-
va e arrancal-o do abysmo ,que ral os anesthesicos e narcotics. a flammula do.Bern frente, a des do Crato, chefes de familiar
Ihe cavou fundo, e n'elle ose- . music de nossas nrgias can- que o condescendam,a-
pultou a ncuria, diremos, afalta Ahi temo que diz ale; eis astando hymno da- asplraes indo conforme manda a lei.
de justiga que mais parece im- penas corn que ella pune os ultra- de umn povo; n6s, sem abando- *
piedade, dos que, actualmente, ges publicos feitos ao pudor; eis nar jamais o nossopostQ de hon- Appello para o 11T? Sr. Juiz
os destinos, lhe dirigem. ahi a.s penas corn que ella fulmi- ra, ireros ate o ja traba- de Direito da Comarca, quede-
im, as autoriaes, s6 es na os crimes perpetrados contra lhando pelo eng ndecimento e ve empunhar em taes occasi6es
nSimo entras auct para o grade c6ro a hora e a honstidade das fa- prosperidade de ss gleba, j a balanga da justia, cumprindo

da reprovagio geral; s6 ellas se milias. pugnando pelos direitos e liber- corn mais resico dos de-
acant6am, deixando que a onda Si tudo isto continfia a passar dades do povo, j ideffendendo a veres.. ,
da corrup5o, a mais desbraga- coio letra morta, rasguem as honra e a honestidade de nossAs Appello para o 111. Sr. Co-
da, liv.e, corra, sobre a superfi- auctoridades, d'uma vez, o codi- families, j apontando devassos ronel Antonio Luiz, cuja mora-
da, liv.e, corral, sore a superfi- auctoridades, muma vez, de Anna liade de hoje, como pae de fa-
cie encrespada desse snere-goag o penal; pnha aoabrigo des- e corr bres ndo, finams de Annamliade de hoje, como pae defa-sua
num de males que nos cercam, se mesmo silencio abominavel, Maria j 9" bradandf', fialemilia a mesma dq e toda a sua
tudo, ameacando, arrastar em os reus de todos os dem. s cri-, te, em frent d'esse 'silencio cal- vida passada, que nunca foi des-
sua carreira verti giosa. mes, de todos os demais alten- culado, d'essa negligencia "con- mentida, para -que,' comprehen-
Acant6em-se,' dt indifferent tados, pois por maiores que e- dcmnavel, des.a cuinplieidade dendoa gravidade do caso,exerqa
deAcant Buddu, emquanto que n t.parer, 'o muito inferio- criminosa das auctoridades. !a sua influencia em prl da don-


zella deshonrada que seAestorce
no leito de agonias, nos'paraxis-
mos da morte, victim da maior
perversidade de onze moios de
familiar do municipio que S. S.
dirige!...
Appello para as families era-
tenses, para que se revoltem
contra a condemdavel condes-
cendencia da justiga, fasendo va-
ler o risco de tal ameaga a sua
honra, a4 honra de suas filhinhas,
mogas amanhd, exigindo mari-
dos, aos irmaos, aos paes, a ju-!
sta campanha contra tanta im-
moralidade!...
Appello, finalmente, para o
RevT? Sr. Padre Quintino e os
dcmais sacerdotes do Crato, a
fim de que, sem receio, nem te-
mores, na tribune, no confissio-
nario, em casa, na rua, onde
otrquLe seja, emfim, exprobem
Sip oo en-

cessade da repressed absolute
d'essa tendencia perigosa damo-
cidade pela insistente exigencia
da indispensavel punic;o!...
A nao ser assim, onde iremos
parar?
Como repercutird, ao long, a
noticia d'es.e monstruoso crime?
Que juiso poderd fazer o Ex.?
Sr. Bispo D. Manoel e os mis-
sionarios que ahi estiveram, sa-
bendo que, depois da Visit i Pa-
storal, commetteram, np ,Crato,
um acto tao repulsive que ate
entdo nunca f6ra commettido, e
que a justice nao puniu, nem os
homes se interessaram pela
punigo?
Urge portanto, romper corn
todas as condescendencias,e pu-
nir os criminosos, para evitar
reproducq6es, pois sabem todos
que: cesteiro que /az am cesto,
faz duzentos e tendo cipd e tem-
po faz qidnhentos......

* Araripe,23 de Setembro de
1909
Antonio Fetal
(Romeiro)

(1) Bote mais .gente

CARTA ABERTA

Hllm? e Revm. Snr. Padre
Joaqnim de Alencar Peixo-
to, illustrado redactor che-
ie do %'Rebate..
Apezar dos meus setenta Janeiros,
phase da vi4a em qae o home, phy-
siuamente, 6a synthesedo anniquila-
mento, pela. mrte least. e grad-
al das energias, pelo amorteeimest!*
das sensacOes, polo abadono or
das illusaes, ainds me preocupam.os,'
accontecimento de heje.
Li, bemrn refflectindo, o artige de
fund do .Rebate2 de 26 do corren-
t e, sob a epigraphe---Monetruesida-


-N


____ ~__ -~___~____ ___ ~ ~7-_


. -


CEARA-BRAZIL' |i


DOMINGO, 3


DE OUTUBRO DE 1909


~-II- Sob.-


I1 ANNO I -NUM. XI







_. .i .I .. ....._L ..__ .... EA -" --

.a.ho- d<..nes cos; taa | ,, dvi, p =tin .tremecimen- feriu, soe o Crato foi o ero
Iho-detpo dent. o q a os ift d or e qo raO o e o vho oado se
e censraa i C e d tal ena o, saber 'omo emballou acrradao Ptods as sr



s im r pr di causados aos ee da mpde u. po e o povo o cencias oespelh ondeso re-
reul desastros das sui mcia de r en ie i I& vzspo pdnmeion e pela prime a




r fereq d G ero d E :do is que uo altrs pa ao do aspires se o Crato foi
:, A idain. n uetihasido. cc r publca -po.I. oteS. Revu.ml.;.."e"eti cohoela onds e ae apo tem me aer
o o eirds e natures, a soda 0i contemporana M eu pelo qu pela e dsa e d a so r e rperoar; sn
hntr o s pde ie por da ?ent, dr jo cearensehoje aio rat era uma dad civilian ja, powtemdieenine p catadupas es poros exemplos de
U elava os s us re t mc rem como priea s, to pa ham encerr e stas as au
iR'nciando pacir'icaentea l-. p'Ria.aia c rar, pelorba- educada, e r dign e melhr nj .e.do-e nephera ur s a eca rda6qes, t espiat A tao ren-
nduici d I-qIu i espeqho o.e





Wi re~accionana. ( to, F condaises de inuepdaen- concerto. jdigndale. volvendo-o todo, toanando-o tat-d




rDe fto os jozircs-.s ma-r n ia nas regd -s do Nort ?. .. Quero dize,,,,..om isso que a O qu hoe entire Joazeiro e tigivel aosasalosdas injustas
paavras d S. Rev t co r..ro m de erit tradicciona, e e attt ca cau o ama e venera, cultuado o su






Sm produ- do ,, oesijado ef- .n "a bens r flm. em "de ori" mu"to rem .ta- n0 .oi m.is nem meno que aita noom- eque ha de ser para os so-
l:.to, prevenindo o espito do ,.ca d'ese, s rogies ?... desejava contemplar o bnnque- contruredade de iiperniioter us p6steros o patrimomo mass
Sr..vo d Cratoconta elle d fo .Anda. quera ignorar, e m,- i;do extI. v vaeI ..t codlegas ti-saido pepla su eddido Ao, polo voada de sonso?! o inn es e
"taws n'un fre uinte .4 ..s ... .
:n; m t zqro Ga R)vdreriDoe, qe, a doesp rando s .s s xque da revoti a lo u atro-uismo, p orempoa v doe spira6oes, foi uma us a Cde
SC rositdde que se n o cac u- Po rventura n e o SRe.,ro mna superficie tranq -uivlla d o .ey ser, voluntaria chame ontemporaaeo o tern uma a
a, e po d averdadirra- aes -ticaspro ip- e, amprincipalmente o a laga qu cr paz, pea t bn-d e nem oca, su ese poo so marco vivsad osidas gloria esm,
en por natur-es, n uma solida- hsOria contemporift .eu pelo que vi, pela -extrod aense, preessta a easer roetor dos ran- vultnia d com ua m ontan
Sros,edaue ademonstravlti nobrem Esto natal, para saber, eque o rara mnifestprov o que teve, que: cores peoa, ie qu.m quer qu de lo vues, daconde jorramoroso em
r neentr o sen pticio, suppl o n em na phase d rnas-rvlou dis :andohe, a codn- e xolio que, S. Rev cm a vlhce ea mocade
e shO rao era uma idadecjt e e






id, p: aa i so, uma sent r ton que raunc toritarisomo dprino ra d de a su sociedade, sto ben ida s par separaroe jm todo tigo, aidor e cada deque s so a aure-
iciando pci c.IanV.:e; e se no rar, pelojr aibas- educada, era 4igni eda mhri ; v stdo-se na e phmais de sao laque circunda o seu espiritoaz e







reacci ovelho Panaa. dr teci do omei o eleme- con nati dae tbi d i nidreorrer a pvo c.e pa d, odesse ser espatiad o a, co
De f.ctoos jozc.r:es cia. nas reg s do Norte ?... Ouero dizer..com isso que a 0 que houve entire Joazeiro e tigivel ssa osdasinjustas


















ro do a prudncia,- ica paa productor d'essas zons, cmen- bem educados, quiz prove a re- deedel-e, prue eria mais tanta crueldade, por u -extra
o e era, oas tristes boats o E que para a reaiz ao de tocali ociedade cratense, cuja edleva-; Crato ir S. Rev, o. ui humans; se, finalmente, o C
tuc as palavrh s que evtaS. R sev t desejo colvim r.entro st... material prdoan de eritos de tradiccional, e sid np de aito u m c am o atti a e venera, cultuado desse







cl m produce o o dies ejad fea, nita.b predonnio do cangacii em de orires r uito remo ads tno ar danis noem mdeno que a jlt no men, pelha de ser parixa s se








tde que alguns desatados, .-o elemento destruidor. pnsada. hoje matida, d ccordo co momentaneas, uma soao de
,crrto, preveniids por mo esp a-to do b torque existem romregi6e ir?... desejaa contemplar o bsimplnque- u ntriacipide doa per nto tr us p6steros o patrimonio sse as










hal-os e o denial influencia do Rev Pa deseucada. que a vista em 'precio que o Rev nr. Pa-dade sinto que a mh nna a
do Cratcontra ele -,-fo .. A:nd.. qer(erd ignorar, il-do exta..va' irt dc S. Revo as ati-i "p d -- sj h o











1. izqr a|i Revl! P.'dr 'C- lustre v esi qieorasse em ou-os de d aslica ras s. 2da i9evolta po otr que ini o mran ro i- p alavra, porue ea utosaia,
orE penso R m0 uito bm torque e.tro ,estado; masnes, resident a su erficie tranquiela ds cm srer, vol ntaria e harmumo im un S. Revt a acreditar que uportas
.ssm accontecndo, sea para igarioTde, prnc almorrenedo o C staino lao da az, perntim.me nte co te, e xclasivo i deopporaar o de oiro do se cora no para nmmo
e am das desillus rp-la,es tes, nc dos romros o!... m eni ade das sus aguas., nncrdotePadreCice, e erem profanadas as creas!.










pdor mais pungan trque haviados e u Re nilo dvu. n n justament que accon. Romo aptista. E to som te ella bastaria
rios.uma erm, naa-ddo- joeiaro ? E, ella a st c dA..de cra~ense, podess.k, 1 elas odiosidadas, tar- vencia de tantos annos, consoli-
orio, uma.demontr o s sabe S. Rev que esta- da repovou ne magda s l- igos dada pelo aonchralizar toda a virulen-










ombra da suam supplican-imos de pi-na phase diploma ado. revelou dispen cando-lhe,o Crato, poitivamente que a len cia dos eie e a mocidados e,or
ta prai so, uament pacena do autoritarisno dq ha- trio, deferen,-ia e amistosida- i, ultuoo pt Rev em todo s identificada, mesmo, los sorri-
pela isndi- c rs te;u e se nAo fosse be xi- ds, porquen ainda ha. quis um arez, s ous tetames, ne s ais poder- sos e prantos, no prayer eme na










r a, o velho Padre, escuda- tecia do iomeiro-ao eleuma tocom a natuo deeidade habito al- do. recorder ao poo eratense ra d6r, podesse ser espatiada, cor
ro., do Ila prudence a, ea iada basesproductor d'essas zon, c.cen- bernto educados, quiz pr-qu re-lo dee Qudel-o, por-nue seria logo is anta crueldade, pr uaxim -extro-
r11 qCeenverga, ,AS alidade de sua fina educabo, urea ituprudeneiaa, coagil-o, sew nho desvairado!
Viqcpaselhou-os que evitasse, doseenvoviementoe.. material perdoando e desculpand6'o hos- neceidade, a 'asunir uma atti- E quando S. Rev'?' podesse
S eeacto to sensato quo uenteente emo o si- pede inonavinieo junte que nao sabi- ude supeita, p n e dao power des- encontrar no espirita cujos harou-
cp .s#jente, nos dis de feira, ro pea propagand d nos hvrc- s coredor, e com premo de meiro ro. o mehor ea mentos venced6resario de pai










1a q oos do- ado, Pa- o element destruidor. pna. que me- t "os pea uta osenaU n
|grandesagdesa almesvando b erdentom mtr. Masp era ueS. Revotr t adpr a ana nerando Padre e maior infelci-
ecorrompidos per maos ensina- E porque existed romeir s,: Essc acto foi urn simple n-a Qeus principios de boan edcaquek. continuidade que perettisse a
nmentos, ndo os maltratassem ta- supprindo a falta dos nturaes, flexo da classic -ondescenden- Fe'izuiietIt- a surto dos impru inoculaigdo de sentiments odio-
bosagmentc, possibilitando con- nos felicitando COrn 0 eis- eus- cit de urea fmailia de b6a edu- dentes e' viver entire Scylla e sos, ce-tamente no espirto da
dm hsrcsr sinspiracjoaqper ofto -ir paios ei rancos o ro ti a s a ae-
a!leg a acconse- foros seo, deoidoe a' provi- C tno. pr a c ausa ere an to ai 80bi es.. ne ite uher cratense a sinceridade da
"la imo qprat ie -ele nlo 'sirof- gdencial influencia do Rev".'? Pa dese ucada. que a visit em, preci o e o Rev'Sr. Pa-idade sintoquea mi.pnna a
fcie mpadecid n. dre Cicero ? co:npanhia dos pc-res, perdoando- dre ''abusa. se convena de que esboarno possa,mas que pal-












d, i
seus amiaoS 'Cratenserstlbn-r Ainda se potleria admittir quel Mhe toaas as traquinadas, em at- minutes .wonlo todos os esfortos pita em todos os seus aetos,n:o
os t i.. iia- S. Rev.. cbntestasse a utilidade, tencigao 2os seus propriospricipi- parm sustentar a surdida camips- encontraria seguro asylo As s
veis. -d'esse povo, si morasse em ou- iOs de delicad, z ,nm s.cuja irregu- Inha que iniciou cmtra os rowei- palavras, porque ella saberia,
E pensou muito bern porque tro Estado; mas,neste residents, aridade de c6Lturnes sempre ros do Joazeiro, m tda reato. tr.-nar as pertas
Issim accoinecendo, ser;a' para: Ii pecored epersoCn un
ie acn d Vigario, percorendo os ": on pez intimrnamente com o e exclusive do ,emoralisar o de oiro do seu cora para n
hle aa tei sert6es, ndo mentada. viritoso sacerdote Padre Cicero serem profanadas as creneas!
d6r mats pungenfe.que haviade S. RevI?'h nao Ldevt:, %0 1. Fo: justamente o que accon. Rontilo Ilaptista. E to sorente ella bastaria
torturar-lh,0 o o o seilr, :. nos, par amor as respoasaabilit a- teceI. Queni nun peretcd.l clara e para neutralizar today a virulen-

ma t'raij;oeiramenteai nllada xar tdn patents a ignorancia no for coi.dignainente recebido, di- jinsultuosa de 6. Rev er-A uwa que em todas os tempos a mu-
pela irig.. tid;o u.os -us am,- que ha de mais ele nentar sobre stinguido comras hon a que um aggresslo civarde a esse sacr- ,her tersidoa venced6ra inteme-
gas, dos seus irmans, dos filhos o valor da immnigra ao urna PaAre no desempenho de tdo al- dote na pessoa do romeiro? rata da irreductibilidade do cora-
ta mesnia terra quc o vio iias- das basesdo progress e que ja to eimj ortante.paI el,_quA ode Quen oonhi coa, logo olo o dos homes, maxirn, patro-
Ncer. est& z.o alcance de q!iem sabe: mi sionario junto an Bispo,.pode exordio estupefaeien e do s._u pni- cinando uma causa, cujos a-gu-
"eclr, pela propaganda nos livrc- 'cr c:redor, e comb prernio. d e imeiro senmito. oa ittolhor de' sen mentos venced6res serial di-
rpie Io.;o elevando-s- A urna al- those jornaes, pois os romeir,.- tao alto acoihimento, de urn mo- libello difarnatorio, ou que me- tados pela sua consciencia,ainda
tura que todos nao dd.,do a-i-joazeirenses, por sereni local.s-i do leviano, semneou os germens thor home jos.s ter, a caviliae-ao pura, sem macula,"n plenitude


noowee filha, ainda na fiorescen eo"Pre urn qY de inmunia ao re- que fossein ro m- --7 .o -o s.s' que i


.o.. ..er ist.. C logar escoihido parSi R..e." pa- epalhal-o. no Crqao, rim persua- ra< re ftai^; ".'u i ^-.- W^P~r corn, es-
feias Crato, sem ne- 1, tuioI ia era p- traria r 'terO tei-. nhaAn -? ej -a S '
a nhdai:j ud-ena,.coin serio q UeM. ...- ras f- s .. -.
od d , ..c~. ,u.., a- n l r l a l


pr j mercio creadas, aracterdesse povo manso. td r-lhe -htr, utia 6im .les .d- E Ati ". dd r a la strda
reloc- meiros, as C o se o6u j. peqsqMe ese rpm
o .o da . .orenm....... no- se oee" oncider.,ado.... nunca seia, nem seru sz t .n. 1 ro ladas qud s ...... pro -ram, s6 m esmo' a . -.,poo e _
\ pro-ran* s6 mesmo ass-m ra'.
I I& . *. -* 7. POMO O .t . .



-Po '-a sit
sm a grandiosa de esforos Imites que apre, Cnto a
,.,,-a n eu aDoa- Ipor telegramma. EsperoMque i d'este es En









































































I.



I.


abi eb o doro do pob etc.,da istar a rimeira escriptura de comparecru tm uagres, no dia
uatender qtu de fact o aetor de ~compr a4 e sio Dia.- 16, o Ill* Sr. Mjijor o Ba- Na tarde d'etse mesmo dia
wmwhbsutp rime wfi -w refpridon mantel, quc6 e cravado n'esta ptista de Aquino, alegando .ser IG, partintos todos para o local
ry.no. Mas qri r mi:q"ea,.(Antas) conforb "se vei,f- procurador e advog do dos da 4udidndcia, que era o sti 3 Ta-
das prorvn? qre da- tet-mninnhas.? 0. ca da c ot4 o infra: Illn;os. Stirs. Corbinel Teixeira e veira. .
rT. Maxm no eo not .-a,;sta nAoi ,1 *IDr. Joao Beaetra e ali'se'achar E porque nos achamos fat;ga-
.r.calws1 de osptsental-as. I)e-c' ,t*I.. e.rs, ibe paraassistir'6 I'respedtiva uudi- dos, "iernoitamtosno, sitio .Bar-
'"nftMiiL- IersT:., ,* epla n.-ema (ertific a APdido vwrbkl do Pr. ik.r.. 'encia. ro,a ae disia de Milagres.oito
an.I-., to sT... a el -t. @ ue Dquo tir,,, .ene- .Asim o'disse, mas nao quiz leguas, em a residencia do ml I
ca&Bnill a,. 1- Uratug0 .**Im f}Pit. U* er < a tmeripsao do trasmm.w*.. -
vl,.. 4 t ,'a u ,', e) .-.Ci. ,l, aih e x.te ...>- h.biltarIc perse 0 f6ro, jun- Snr. majorr Jos Ignacio, dontde
]i0Vl] a eJ ta .o ,',l, m -. qt,. k,"e'i has sere eximtsnte ea ,u .l e i hbi:U


Rev. podera evitar a reproduce. aiad nio comar. t; I a$ .amle ett
6io de takes imlincias, que awto itquer que o de.D. oDo- .,d-o m
-u clasalfico e iumpltav l- outa-e mma al r O o.e f.ez, a a i ar o .Es
do -
I-opada., para nao cumprometter iso que no provanla., 1r u rIp 4ta#1_._s--os .e ,m-- -. v. ug.. egz I uvr di
. s dignidde, perae. os ho- m tmpo =t=m que o sr..spIm uep W 6 I i*2m r i t,' rdea
means, nem sua alma l perantHenrile seja o' raxtor dis iSo .3 ade dnes da
Deus; perversidade. Deofmtan ce l e ^wi ,Fuma da Oap,:a tpe s
Minoel' Ferreir de Figuer4o te, pela mesma calmna-, pr iw e A~ tesidentes naei- s consitintes, cuja cert ido
que na occasiao em quoseo"retrafh N. doiCelat od easeguinte.
NOTA: Agradecenos, tAo d'alma. No me dBmkieMidotraneBnttBto,-D9. c segnte:
NOTA:stre Maol F tei daFi o aq le fa to horrivel, ese moqo n a oFl.'1 Ped- Moreira ef ihos, P.- .Pdro da Costs Noguaira. Et.rivlo do
ill.tre Maqudel Fer de r Figuo o. aehava-A nTo Crato, host ede de suao a dsaataam Lima us malher Do Cil de Milta e
di as sf"o" .rna FUphrmuins o-i4 de Al, alta-s. Doms e
Sec. orCato, q1.e hem longer "i,oj,,:^ gn twa Hort-lana de Alenear Pe*t Maria to Nores Mo.virs e Dons Videlin,
.otirf e- olevadto oentiimeVUM i tr'or;o xot-e, e disto addusiremos. provat 'na- I or .a'iie. rO itedtt-s i, de dor c. Cemi. BadJ-11 a Iti vorqle do Dr. Foro
.- .. ... ..... to. Titalo.-Compra,. venua. Forma io artholoint ida I qtoata. que do lIvro de
t -ntimUdevraddiser-lhe iste.Le; aono.- s qne i refragaveis. ( sr. liguel *' italo e TalmliO- qut paou. Eecriptura trai.cripdiei doe immoveia deatetermo,
o euictrt.t credit, ao tr tamnod'un iaximmino. s a.mm rrocedmenu, ree-- public a.. V*aor vo d i.trato=trtsentos mil 4xi"tente em men eartolro, aoh o numero
fa-to exporadico. Arnarde- pra.i' .. *i-. I' ndi;*,- t.o eontrat,-.-No eao do treo, folhas oto, eonta o epuinte regiatro:
nes ponettire ,ouvir horror :endo A calomnia, eplica-se pelo ,eritiar- -.., txi.tincla do algum mine-- uNwer do ordean,-vint, e treis, Da--
um s ntir, orro de ser inimigo do sr. Henrile r i, IQ u i-,Irmo; prcioes nuo imuove! e que ta,--de.aisade Deemmbro de mi nove
ow 0 e64nha 14plorr, ter o o ven(dedores ent.-e oito Freguezia do immovel-Mi-
n--ne ma nenhnm inh few nm maI I.drreii o-. reL i0ominaiS0o real do ininovel.-
:,ginu lhe deseloi conmo Ihe deiam nt u"nentn *ao quinhio ,exd)do por eada trn da OnBas. C.onfrontagAo e caracte-
js- .. d"o t h d un l ,aum d'elles do product liquid da explo- ristic's do irmnovel-Partes de terras, a-
ol 9*a.s *s wians inimign1O qPe saeo quaee tod)Pe rj,'.o d-eai sninereo, qu4r uaeja feita dire- propriada4 A ereaao e ealtura, corn as
ShabitantesI *)lo d'Aga, e i etatuie r n com oreA ou us sue- utilidade, que houverem, limitando-m coun
_abintes (IO -0llo ri Agna, e e e ^or, qutr uj potu eiode aegoeiaerio a/fa"pea ,Bandeir4,- jtunto do CoxA. No-
N SO RJATO -0 EFE an.. immedia~ s; tal ,p i, a i.ni- cOm outr: e no e de adad exitir, p. toe e domieilio do adquerente--Coronel
ad d'... M .Mo ..t. .derho reseindir o contracto. Era o con- JIoo p rauc;co Alves T.ixeira e Dr. Jtoo
PC 9' pswio t fV-si l .iat, u '. me Ma,, O no C tenuo do retpectivo, a que me report; Auguato Bezerra, rt-ide.tea no term do
(,. ra r..ereson o ntansso Redaro' ir'slt? Sahe do eseondr" o &callmni- doa nf. C rat. Noime e dfii4iu, do transmitten-
*fe rer er. Padre Joauim de at dor infame; bota a cabe a de fora ilai.. 10 de etembro'de 190o o t. na ria ls Dome re-
-Jwii~ o do Civil Pedro d' Costa No- sidente no tero.) dq iuixad. Titualo-
A'.tncar Pcixotu. inequeremus bate-te. gueirs., Compra e e*da. Foirma de titulo Ta-
Saudsmel-o. Por essa escriptura vf o pu- c roeirip*ap cam .-
I.* JOAQI SOTERj blico, queo 0 111'? Snr coroner diegoes do contracto=iNo Mao do soVern-
S* T TTeixeira come-ou a com prar ter ficar a estencisa deqo 'al aon
,meve nesta localdade o iPtntr, M M NAS 0 J 0 l J i Iras depois da audiencia de lova- veuiha explorer, terA a vendedora direito a
SvitneO.O .earedot. P'. .Joanimo- o e ue sabia que as terras eeos 4r -mais cincoentp por cento, propor-
h r de Ah-nar, dgnisqimoIe abi qe as "errascionalmonte ao qumhi'- vendido do produ-
th r do Alencar, dgassiio e LIGEIRAS Co)NsIDERA;CWS de sAntasb nAo eram demarca- eto liquid da exploraVLo d'esse mmntreo,
4 Cnmprimtintamol-o respeitosamnen .. .. r01/T "L (.1 ts id rpu e o<. 0o s eu .sutc -or, quor .seja por
.0 .OS AI)DUZIDOS PELO ITM S..-, "- ,"nos itvros ropectlvo,. Era ,o que consta-
CCCNFL CN TNATO SR. CORONE1 JOSE F. ALVES acceit -as, comprando, sem ne- vJ e fielmte .opii- do tiCidade d
TEIXEIRA NO (COI, RE1IO 1o Inhumnt declara;iio sobre tal as- Milagres 10 d, Setambro d., 190). 0 Es-
i'om destino h ornlenta .'dade do CAlJRY DE 5 DO C:)RRENTE ismto. crivio do Civel Pedro da Cota N eira.
1 oeife, ondei dewnora'-se-A aliruns di- I r d C: Pedr d Ct i o gr
.. i il a tre 1r. cor. C'ini- ,,,C, o T1nC prezo ire' d acz dao 'Ja nao quero entrar em com-
i,ao Silva, abastado commerciaute qu a lei dutermina para o inrte- mentarios sobre a referida com-
S- pPia. 3' o PROCESSO) DE DE. res"ados conrte.taremu o pedido do parade tearas na aFuri. da On-
Ao nobre cavalhe ro,de.sejamos-tlht MARCAwiAO DA AREA COXA i .ator na petiqAn micial. e duran-i; a, quando todos sabem, e eu
r espera viagem e breve regreso. NAO CORREIU: .)WB ABSOLUTA toe ess i.razo que terminon no se que ess re pertece e-
AGGRErSSAO RESERVA, NEM AoS I INTE- dia 15 do mesmo mez de Deztem- clusivamente ao llll? Snr.: Co-
RESSADOS FOI T )LHI)( 0 bro (IP08) nnhauna cnteitayfui ronel Antonio Lu.z, por heranca
Manoel Avelino .L r A:tos. ra- DIREITO Dli D)EI EZA 'ELA fai feiti, nem wme-nto por nyga- paternal e compra aos seus ir-
paz ordeiro e pacifico, ni. a o' de dJUSTICA DE MILAGRES. i :Co, conforme proeva a- egumte .mos hrciro ; qu-ro someone
112 do correrte, violeintatI1t W a9- icertidAo: mao, hcruiro; quo someone
Sedido pir nam Isoldado desordeiro, P restabsaber. porque motLvo o illustre
d rdeiro, P Tra-restabelecer esta verda- o
,In sua arraca, :ta pra&a da ie- advogado nAo se habilitou n'es-
ia. O aggraedido quexon se o distiu- de, sinto-me fortalecido. alem l Pedro da io0ta Nogueira Escrivao si dvogado nao se habilitou nes-
'to s rgerto Moyses Freire, que to- das muitas provas que darei,pe- eive,. M elidverbal, Dr. Flora occasO autos, nd a prestroura-
n on logo providenria. la propria declaraiao do Ill.? inrtholo,mni da ('ita, quedo. atos da nenham ti ulo ue rovasse se-
Snr. cor. Teixeira, quando diz acao de detmaresah;o e divesuo de Arnenha m ti.ulo que proasse se-
SA'' / Co. sexitente "e meu cartorio, faihad rem seus con tituintes condomi-
() MAR' I'LL)que efectimenuote ao set ado- ento e trinta e quatro, re'ro. conta a nos na area Coxia
O eorr.ptor- de Anna M X. lndf W']Or dofio Bnptlsta dfi''s eartidixo sexuiute. .aCertido.o. Certifi- a Cx.
-Of corruptores dle Anna MSm in I deo.d quoe esgotaram-it r ddrz di..s d h-, a- Atd e.sa occisiao, veja o pu-
da Conceivao, assanbailns cornm -l9no. deriqi'-se algqa.mas re- e-Iitna. sos inter.adoe para conte.tavAo blico, nad cram co;idominos no
interrogator que acabzes d Mlar, a m de tratar do o p-.ii do do autor da preneaate cauCa, ein
interrogatoxio pque a Rta acata m de dea ,, u drt r t ua petito initial. woan que nenhuni d'el- Coxd, visto como a oFurna da
dte faner-lhe o noswo Redactor- de dejera de m direto. tles trouxesse A cartorio nenhum recurso, Onqan e uma area distinct.
he, -o e Mas S. S. o disse de um mo- d" contesta Ao. nean requere-se vista, do& i
-help, c~np-nfoC que vfAO crear nesmios autos para contestar a actio por Aind- assim, somente porque
C.oi o rotulh neima um jirI Hec, do tio singular, que vejo-me o- naio, dou f Cidade de Milagres. Ceu o I ll? Snr. Major Aquino disse-
ue te pr m a extrav de brigado a explicar as competen- i .d de lDzemnbro de 190i. 0 Es.rivao do
jrpeti por tn m a extra v.v aa omee-AO de & .('vel. Pedro da C6ota Nogeira. Era o qne r.. set advogado, o Es.crivao Pe-
"usC scntincltos de buixe sa tes minuciosidades contava da reforidas rtid-oa qume re- Nogueira, o intimou, como
Si.bem todos que foram pu- prto: don te: Cidado de Milagros I d! og i
inm-.icados os rp vo edit Setembro de 1909 0 EscrivAo do Civel prova a certidao infra:
Quo ve.~ham o crpulistAn e blicados os. respct:vos edita _o Pedro da-Csa Novgeira.do
SA noCrato,em Fortalsa, e em ou- -tifico, Apedido verbal do Dr. Fmo-
ri.a torn 0 a rello Venham f tras capitals do Paiz, bem como, Po essa certidAo est' prova- ro iartoloinu d a. qu do
Saffixados em todas as localid.- do que o III. Snr. coronel Tei- ote dmes em me powder, fo d Ara ento e ,
CRITME HORURORoSO des que a lei determinava, con- xcira, bemicomo todos os inte- trinta e cinco, consta o termo aeguinte:
forme constao dos autos as res- ressados, que nao comparece- Cer ridio. Certi fie ao enrdorea Theopai-
0 ritro e sup d oiera aborao, RTheopni-
Scob esta epigraphe lemne a not:- pectivas certicaes e jornaes, p r~ m, nem requercram conte- to Alves de Uliveira Cabral, Raymundo
4 d ded d fiP1Hereules Monte LAreso Majur Marellino,
,.ia iue.. obre o facto oceorrido n mais ainda, a presenga de mui- stand o pedido do autor, ficou Leito de Arainio Lioia; Mio ortieli PedroI
wrra do Araripe, perto do .Olho tos interessados na a-diencia obrigado a star no f6ro, ac- Onofr de Fanaw_ e Major Joao Baptista
'Aguw, termo de. SAnna. do Bre- da lovaao, que teve logar no companhando a march -a ac- dade, j o dizendo procuradoros judiciaes
.io, astampono .Correio lo Caririys dia 5 de Desembro do anno p. cao, por serem todas /,A demaiss do coronei Antonio LuiTZ Aires Pequ-
de 12 do pirate. p. (1908) na C sa da Camara c tq6es feitas sob pregao ecm tr .Joi, Augusto Bezom oe eitrs, em-
0 .r. ~rPgnel MaIim o qre foi Municipal de MilaigrTes. audiencia, ou, pessoalmente, aos boru qne nlo tivese juntado aLo autos
na ,das vi'tiw rnqn bla 1arbari- A' essa audiencia SS. n-o auvogados judiciaes que se a- osprmaenor Joaquim gbaer o sabril e
dade, ejos anctores ainda I br ram compareceu, niem se fez repro- cha sem presents no- f6ro res- arbitradores Joe de Soua e Bellarmiuo
descobertos, declaron em sen depoi- sentar por nenhum advogado. pectivo. dBartholomeu da Costaeprocurador e advo-.l
t:ento, segundo aquella tfolba, qne o E nem podia comparecer, por-j De algum modo j you pro- gdo do ator, o f Pare Cico o-
anctor de tamalhe crime foi o sr. quanto, ate esse uia, ainda nao .indo o comeco do abandon a Baptista,Joeo doea Santes Saraiva. Major
Henr que Tereucio, reler:ndo-se as- possuia legalmcnte terra nenhu-' causa. f C is.dd Sioto a os a.i:-
im so diftineto Bmov Joaquim Hen- ma, nem na area Cox.,ne na idee Decsignado, pelo Juiz, o dia t oa fe. JOa d pMtaagxesl ae
ale de Alencar, fiiho do sr. Major Antas, Ls s6 no dia 11 uo mes- 17 do mesmo mz, para reali- De bro C1 9 oe. o geris1o do e
Terelcio de Macedo, residesute em mo mcz de Desembro, seis dias z itr-se (a adin prin tmordi ave drde copii. Don r Cidade deo ags it
sen sitio do *.)lho d'A.wa*. O noti- depois da citada audiencia de lo.- tambem ch.mnada audwmincia de 12 de Setembroi de 1909.
riarista por

Continda
Milglre., em 10 de Betembre do 1909
Dr. Floro Bartholomeu da. Costa

:AVISO
Tendo n a do irm breve' For-
talm trtar do mu new c ao eommrc-
asO, venho, do ast deMs amr"s Peair
so6 newn bow freee quoi reshm malt-
r o ner s deto- eoSm m .

Raymnmdo Natsio doe liveirs Natai
Joassir, 24 de SteambLr de 1909.


II


- -Er -- -


parti4Qos, de ,novamente, p e I a

Quando cheg&mos, porem,
i povoakao da aBoa Esperan-
Ma, que dista do Taveira duas
media leguas_ w sete horas da
manha, aos informfam que tra-
vCra-se umR Cofl(f etr ~-
radores deste siipo e de Aufora
Em vista d'essa nocia, que n-
mediatamens, foi confirada
por umr positive, o Juiz Prepaira-
dor, o Coronet Manoel Furtado
de Figueredo, digno ChetePo-b
litico de Milagres, ordenou 4 au-
toridade judicial e do destricto
que em companhia da forva, fos-
se verificar o que havia e man-
ter a ordem, e ahi fi co u em
companhia de todos os intees-
sados e autoridades, agurdan-
do a solu9ao..
Corn a noticia do conflic,:O
Ill"? Snr. Major Joso de Aqui-
no retirou-se, declarando ntlo
querer mai., esperar, e voltar
pa1 qoCrato.
D'aai sahi 4 dez horas *
da manhA,, .mals ou menos, por
se achar fatigado, 'o" descanpar
no sitio Macaco, que dista "u-
ma legua. "
A' tardr. voltando i ref i'a
audiencia e declarando nA.o ter
encontrado mais nenhum cOnfli-
cto, affirmando estar mantida a
or4em. o Juiz resolveu designer
o dia 19 para realisar-se a res-
pectiva audiencia.
Nessa occasilo, ja o Majbt;
Aquino nio querehdo. seguir pa-
ra o Crato n aquelle dia, tiaha
volt.tdo do sitio onde descia'a-
ra, e se. achava presence, 'tudo
ouvindo.. "
As oito horas, mais ou menos J
la noite, des dose de 6s,.
declarou-nos o Major Joo de
Aquino, que no dia immediate
partiria definitivamente, mas
que pela mr.anhA voltaria 'a fallar
comnosco, antes de viajar. -
Effectivament;e, As seis horas
da manhA, voltou o illustre cava-
Iheiro, despedindo-se de todos, e
meia hora depots pairtiu, nao
obstante o Juiz ter affirmnado
que a ordem estava mantida e.
que no dia immediate se realiza-
ria a audiencia.
Em vista disso, o Juiz ordenou
por portaria ao Escrivao Pedro
Nogueira, que se achava em de-
ligencia, duas legoas distantes,
que fosse intimar o referido ad-
vogado, para que elle, nao ob-
stante nao ter se habilitado como
tal, em tempo algum, allegasse
ignorancia.
Em cumprimento, o Escrivao
Pedro Nogueira seguiu ao en-
caldo do major Joao de Aquino,
o encontrando a tarde,' em a re-
nidencia do Corone| Domingos
Furtaio, no Sitio Nazareth. on-
de .o intimou, conformae consta
da certidao abaixo transcript,
voltando a noite mesmo para a
povoagto da Boa Esperanca',
onde nos. achavamos, chegando
is treis horas da madrugada. j


.. I .


FAgra.,












S. P ,J r a COLLEGIO CRATENSE (
SM asociaq .a.m os ss ldersA A tod..i a. ont. SOB A DIRE O D
6 uie.0 quo eetiver feito, sem jq. -o* aUeimed nto
+ -d A 1po dis qu"ao.iniutuario estiver em g 0p.da so, ebtaficaraoex- Jos Joaquim Telle Marrocos
D'-tim- i B-m qu9 4os %es herdeiroaBassieh Abriu-se no dia 1- de manro
DA p nAf p(na er 'pag xao proprio ilividuo, ou apo seu pro- A
EA TYPOGRAPHIA ENGARREGA-REDE QUAL c dor legal bu pr mintermedio de qualquer Banco, quando o Pre(o. segndoo costume e
TRABALHODEIMPHE iSAOOOM MAXIMA PRF..E1A E NITIDEZ .Utano w ahar no ext. It osO timer e 120000
S0 socio ibuinte em dia, que ficar impossibilitado de Externos,c.dapreparatorio 5000
SIMPIRIME prosegrur ais suns entradas, d.pous doe ciuco amnn s de associa- Escolaprimaria,mealidade200
CARTAS, ii,. em oniqueIicia de milestia ,clrminica e incuravel, que o 0 Todo oe pagamentos sao f~.- q
CAltTAZES. iinhtbiltiteparao trabtlnho, sii cunsiderado suspouo e uno-per- Todon o pagamentossao fei.
CARTOES DE VISITA "! tec-A direto a pcnso. Que ao ecar o triestre. s-
Mc I 3 t I Quen preciatr de qualquer es-
S R uTULOEIOS. Os pa gameiti, antecipados de-1 ann- gozam da redu c arecimento, pode entede-se
uTT'ULO R, S de ./. ,.s pngancInLu dI 10 auuos, 20o/o e os pag men- cor mo Directi,~na grande,em
FAACTURAS.NloS, c. de 15- ainos, 15o/o. 1 t dfrente d,Egreja de S. Vie
ANNUNCIOS, ETC. O m utn i-o (que s* ihsc ;'ever unm m ez antes do sortein0iore te r..d.. c da gce de S...c e
t, ver a sort d( ser prenuiado, pagar4 apenas poucos mil ress -
0 trablho feito corm todu perjfiqco e assetoo na tcr direito a u sua peusau para toda a tt vi. .
Alachina f'pclicia., seulo u.. pIr-us sem co)mpe- Ate dezembro toram sorteados cuico caderneta, ou sea
tencla. no period de nove mnezes. A ECONOMISAi)ORA 6 a unic ea $ WSW $3
que taz sorteios de dois em dois umezes e um grande sorteio o. f
A Ac1o Natal !ANDE QUEIMA i
W I 41"m61.1m Sociowscriptos de abril de 190S a Janeiro 1909:-13000


1 LOJ ODBAOATEIRO 1:

MANOEL VICTOR INO 0
Comr umn variado sortimento de tasendas, a l(jiJ

- Acha-se sempre a desposiao dc seas freguezes

PRECOS SEM COMPETENCIA

Vende-se tudo pe'o preo (da capital

RUA NOVA N. 9t;t ;
JOAZEIRO0 DO CARRY




A I ONOMIlBADO6A P1ULISTA
CAIXA INTERNATIONAL DE PENSOEtS VITALICIAS
ApprQvada por D-,creto Federal, coni depos: o de ,aran-
tin no Thesouro Federal, proporcional ao capital d!e p mnsi)s de
miil conto.-s de ris.
Registrada na Junta Commercial de Sao Pau'o.
S le em S. PAl LO: RUA S. BENTO, 63
(Aultigo eascriptorio da Companhia Mogyana)
Fiial no Rio: RJUA 7 DE SETEMBRiO, 111 (nIldeino)
(E. .EGON(,:ALYES DIAS F AVENMDA CENTRAL,.


Nennhumia outra sociedadeu obteve tal iumero de socios not
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de fazendas wercadoreas, esfiva., Jerraqen. ch.pens.
recebido do Ceard um complete sortfmento dos a (rtiqo
Wen cionados que sdo ,endidos por preco sem competence
oida todo public para fazer uina vista a dito estabele
qae se certiicard do que d affirmado.


VERDADAIRO


APROVEITEM !


II ElIEE- I.t
PRESIDENTE-Sen aidor I uiz Piza, Senidor Estndonit
ex-ohefe de Pohcia e ex-Secretario dla Agricultura. do E. de S.
Paulo.
SECRETARIO-Commendador Leoncio Gurgel. da 'irma.
Silva Seabra & C'., da F;.lrica de Tccidos S. Bernardo.
GERENTE-Dr. CIl:adi; de Sousa, imelico e industrial.'
THESOURIER.4O-Dr. Gabriel Dias da Silva. alvnoado.,
Capitalist, director ,' w ',mnqunhia In lustrial de Pauio e da
Companhia de Poos de Caldw.
Coumellh. I2suA|


8 seus N
SCincinato Silva tendo recen-I
I temente c h e g a do de Gara-f
l nhuns, Pernambuco, e aqui se -
3estabelecido corm fazendas, miu-SP
,4dezas e ferragem; avisa as Exs.@,
familiesas e ao respeitavel public.
VSquu trouxe complete e variadon
4 sortimnnto em artigos de moda,R,
ftantazia.brocados,fustoes,linhous,I
Ifetamines, artigos para presentss#
Sriscados diversos, brine branco e%
de cores, zcphiroes & &, e vende@
.4por preeos reduzidissimos.
SOmais exigente freguez acommo-*
%ldar-se-i corm osseus preros, en-<,%
Vcontrando sempre agrado e sinm-
Artigos gceridade. L
Uma visit, pois ALOJA *,-
| Cincinnato SILVA 1
W RUA NOVA N. 887 9*
g JOAZEIRO-CEARA


AVIZO
Aos irmaios Irmandade da Terra Santa
que,por bondade,tratem de pagar o mil re-
Sendo is annual dessa associiio,de cujo dever
s acimoa .j se vio excedendo.
ia. con-
cima. to Azeladora
MARIA da SOLIDADE


Ql.EIMA !
APROVEITEM!


Joiao Baptista de Oliveira.
Rua Padre Cicero N. 83G
AO BA RATEIRO
" "" -I


VENDE-SE
8(0garrafu vasias de vinhbo do-
v'rt, per IFrevs muito rasosav*..
:;tratar t, Padre Cicero no-301.
IOAZEIRO


Exno. Snr. Conde de Prates, Director do Banco de Sao'-
Pawlo-Exmn. nr. Coronel Fe inando Prestes, ice-pre)intip PIT tACIA ARVALHO
do 'Etado--Baro de Duprat, dire.stor da Conmpinhia nbuntal. A MACI OARVALHO
tie Sn Paulo-Dr. Rodolpho Miranda, proprie.ario da Fabrica Rna mdo Padre Cicero n'- 44.
d Tecijos Arethusina, de Piracicaba e deputado federal- Ha n'eem pbarmaeia um vri-
r. Jos Al fDima", me e proprieta.io-P:rm. L. Pinto ado sortimenutde drogas e pro-
de da firma L. Queiroz & (.proprietardar ductos hi especilidade
.A.....mei a e .yF ica de products chiico). r Pj*ii dut i * *
e r. ctor odihdo capital unta. Dr. ontal phaacez "nascionaes e es-
A" EC aUMITSATXJA PATLISUTA e ta .Arun geia" -.ePer. m bor
A r o" .i SoA ePoo t urma aeiedond sortimento vmdo da Fortaleza.
mutua. conm-fiscalisaAo do Governo, cujo tim estaibeleer na Avia. eeta a quiaquer
E E ;yIjATlPJA Mr1.AT MIENMALTI M DINI" eaoio;eus IAviaae recgtas a qualque r
D.& ;YJT.rALlC A MEN$AL, M DIXHRO,8 soseus ociou. hora pr.)mnette-se commoda pro-
Teru du-s cisas.amix e a eaixa B.n itidsio *uidm B .
isocievi (-a,~a R4pagan 59oo de ioAt e 25,roo de 7 ptielo o, preios fl io.ven-
me.jaidade e ttlm direit',, 11) tiiI (deI15U 8130o, S n ek a peueU,(, '!,-a., ntAta pharnIacis.
q e r a .-r i ,an i ioir d e 1 50. "O00 p)p r m e z. A A
O 3ch(io.d. CzatBita Ip^ m 4000 de jtiae 56000 do JOASkIURO-CEARA



s- a existencia deve., pcla aL .
...s u-,. .1 a1." m


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Fortaleza,rexolveu fazer formida- JOAZEIRO DO CARIRY


vel queima em todo o ecu avulta-
dissimo sortimento de fazendas,
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Por este motlvo, convida aos
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ral a vizitarem beu estabelicitnen-
to af im ,deo edfl' me 'aee&a-
lidade Ae.uliiw d 'ijeima.
Pede tatubemgSj aos eus e' oros
a traaqo que venhbam stif'zer.


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JO


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SIRU DO ClEIra, Joaseor) 0o Cariry


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