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9. . . *.. ..
.. *1 - -,. CEARA-BRAZIL . .DOMINGO, 19 DE SETEMRO DE 1909 ANNO I -NUM. X 1| DOMINGO, 19 DE SETKF'I .RO DEI 1909 llI ANNO I--NUM. X EXPEDIENTE fse nao explica, sindo, como repercutemno azul aqiiellas pro- disse, pela falta absolute doc dicas calorosas de frci Marcelli- 0 ,REBATE, publics- amanlmentesentimeutos da honra e do pun- no e padre Antonio Tabosa, em REDACTOR,=CHEE =Pulre Joequim donor. sancta mission; e, coi-trastando, de Alenceir PeixGto. Certo, e precise um cora co ja, corn tudo isso,-1m facto... GERENTE =Fel:-.mino P. deAlenear gasto, inteiramente pervertido, extroordinariamente orrivel ! e completamente despido de to- Sim, um facto extriordinaria- AS,.SIGNATURXAS do o sentiment nobre e eleva- mente horrivel acabade, a vo- Anno. .....-....... ........ do para chegar As raias da de- ses plangentes, vir % i publi- SFewetre ..... ......... S.o gradaqio moral, como esses ca- ca, arran'ando, a tods lagri- PAGAMENTOS ADIANTADOS nibaes e assassinos da honra mas, a maneira de telebiades, alheia, da repataaio alheia. o Atheniense,-de i a nacao e AspnublicAeSdde intereme rartieular,os Patinhando n'csse terreno revolta! - mnnnelios depended tde wtrctor, sendot" e pagaiento avdimtato. charcoso e immundo, estdo elles Um caso monstru esse, re- A redaso o t respomavel pela pu-r como em seu Ilouri verde dos vi-tido de todas as b sas dos icaft-s inedictorifes-. nem pflaa p- w I blices alheias, .eegneuda-. sonhos de propheta. alcouces; um caso tuoso Infames, que riem-se da pro- que naio deixari de,, nuito I SAeeeitaitr- artigo es ndo rligco. seoendia, pria inf.mia, da propria iniqui- tempo, preoccupar nqao ter rdade, por elles, perpetrada, de- public, alastrando .a- Redwe,.o, gerencia e typographia-Rua .empenham com perfeigao co 'cao public. wedre Cicero -n*. p 'el de Ckam que .riu-se das Ur crime repu e a________ r-misieri.s Jde seu pae e as publi- corn todas as c' cias, JOASEIRO DO CARIRY c-va aos seus irmaos; corn a dif- qual mais agra - rnJOASEa, porm, que Cham ria-se sabemos. nezm --f-... ... i J'da verdadei'a nudez, e essses ver, eil-o abt:. miseraveis pequenos zrchitec- sociedade cratense.pegaram de IN FA M ES! u.me assoalham,com cores qual sorpresa pobre maoa ind fesa, mr.is horripilante. as sonhadas e, a forca, arrastaram-n'a a uma Nada mais revoltante do que miserias, iniquidades'e infamias das talhas id''quella cidade, e essa campanha 6e infamias pela de seu conselheiro, de seu pro ahi, como n'um lupanar de Pa- dcrrocada de um nome que ma- tector, de seu bemfeitor, de seu monha, o horriblee! o horrible.'! is e mais se al ta imm:iculo nos alvador, o virtuosissimo e bene-; most horribel ! estos do enthusiasm de todo merito sacerdote,-padre Cice- E levantando o panno: a po- umn povo. ro RomAo Baptista. bre da rapa-iga continda a de- Campanha degrad.ant Lcm Miseraveis! si elles fossem bater-se, mas, nas agonias da deixa ver elL, e clar~.mente, a christios, saberiam peifeitamen- orte. falta absolute dos sentait.1mos te que se nao pode tocar n'umf Justiga do Crato! si tu, corn da honra e do pundo:nor Christo, dilacerando-lhe o nome, a missao, de ha pouco, j4 vol- Campanha abje ta! os que a inaculando-lhe as vestes sagra- taste de teu desterro de longos promovem sao homes menos das, cobrindo-o de apodos, e im- seis ann s, pun" esses caniba- que homes e mais que selva- proptrios, insultando-o, escarne- e. 1! castiga esses infames! gens. cendo-o diffamando-o, injurian- j. Infames! vivessem elles no do-o.-Yolite tangere Christos - -meio dos que arrastam a vida men. nomada nas regibes da Asia ou Vitor Hugo, fallando da H A1ST AU TRIBUNAL DU JURY nas montanhas do Thibet, e, qui orrande batalha de Waterloo, A V'oeasion de la ripostiont ca, teriam attenuantes. disse que nesta palavra estava d, (thrila ateutria feda t j Mas viver, como vivem elies. synthetisada a narrative desse em meio d'um povo altamente estrondoso acontecimento. J1 n'y a pas longtemps que le catholico, cercados de fimilias Nesta outra equivalent esti Christ fut, dans la capital fd6rale, que timbram por sees sentimen- consubstanciada a historic 'd'es- banni du tribunal do jury. tos de religiosidade, e dar-lhes ses canibaes e assassinos da Et comment ? um escandalo d'essa ordem, honra alheia-infames II est difficile de le dire ici: A bai- golphando o ridicule e lancando Perdoai-os, rev. sr. padre Ci- ton vibre par les mains sacriln s o escarneo sobre aquelle que cero! de Medeiros de Albuquerque, le J. deviam venerar, acatar e res- dos Sanctos, on-umiuxA:1e pornogra- peitar pelos seus cabello ; bran Misericordia 6 de setembro 1909 phique kerivailleur de la &Noticia, cos, pelas suasvirtudes excepcio- DR. F. GOUYEIA. a qui les families acarioceaw. conlient naes, pela sua posiqao social e la direction et l'edacation de leims pelo seu character sagrado; atar .* ^" *s files! ao pelourinho da diffam ;ao a- Cela fult un des actes de pin quelle que a provident ia desti- SEM TITULO grande repercassion de cette mns&- hou para ser o anjodo consolo, rable lIepublique, et :qui blessa le S.o conforto, da caridade, da paz 0 horrible I o horrible plus 1' Ame de toon les bresiliens, e concordia n'esses centros do most horrible except one demi-donzaine de philo- Cariry; sacrificar. sem d6 e sem (Shakspeare, Hamlet) sophes,part.sa.tp nmaBatealisme- piedade4 n, pretri9 da, infamia poille, quk .pFani t p om erguido na pra;a public aquelle Ainda se a&* eatinguiram, br oz.preq qp'iths ont pluns tarbu- que Deus collocon ):o 1 a'niliste- .pjr complete, o s rutres d'a- lenots. rio segrado para perpttu.,r a quella grande fstividade cor MNis, en &araton dece sigrand sa. divip, missao de iOmor, per- que o povo rratense acolheu ao sacrilege, lee temple as oeat mrea S.o, e misericordia, rege"eran-: ex. ? e revAsr. d. Manoel; ainda pli. de A-d ;, ilyw a ea des prieres do a humamdc.-e,- sctarecendo .-eboam -pelas alturas aquelles et des processions pbliques. . a humanidade. sanctiflcando ai hosannas fervmdos, tecidos pel. II n'y a eu persoune quni a man- LumarnaCt .e,e proce...mento que, alma d.aquela popilag*o; r.inda disse ce can.balisme perpetre en .de Buddu, e uanto que n -..,- stsare- ,to muito inferio- crinunosa dcs auctonraucs. de Budcdu, enquanto que n- i ts pat^m aomn 1i- plain salon da jury, dans la capital f ederale. Et, maintenant, 6coules presque trois. lubtres, voici de nouveau le Christ an tribunal du jury. La, il a a presider la conscience faite saroasme, la'loi t~te irritant proc6d l arbitraire, la justice faite bourrea sans Ame, sans coeur et sans entraiUles. Oui, liU oi on o triangle les ca- ra tteresWIes plus sains et les plus purs; 1 oit on souille la tunique sans couture de la ver.tO; IA ot on con da.ane sans pi tW l'innocence; laie on met en liberty les plus charge s de crimes et les plus grands r6prou- v6s da pays; lI oilu ancune differen- ce existe entire juge et pr6venus, en. tre aecusateurs et causess, entire a- vocats et consfituants; 1i dans ce theatre, lit oi on: represente les far-' ce a les plus sombres et les comedies Jp, Vps rides, void de nouvean le Christ. 1 n'y a, ni il ne pent y avoir, i aine moquerie, ni une irrision plus grande que celle que 1'hypocrisie on l'impift6 vient de jeter A la divi- ne face, douce de pardon, di blond Babbin de Madalene, du Fils ule Marie et Sauver du monde. Mais, la chrA tiente se rejouit de la rpositionu du Christ crucifle avec la liberty. avee la justice, avec le droit daus ce tribunal-li parce qu'elle croit que ce meme Christ qui traverse la mer rouge du marty- re, transform le gibet de la croix en tr8ne de gloire, et fit du s6pul- cre un antel de triomphe, ea se le- vant au milieux de trbs-vives splen- denrs, et en vainquant la distance qui va du mystere du temps an my- stkre de i'eternite, fera, las de par- dIon et misericrde, vibrer un ray,.n de sa col0re, et vaincre nn moment ce qu'on a perdu durant des amnnes. Nous, chrktiens, nous le croyons ainsi; nous, catholiques, nous l'es- 1prons ainsi. Do Penies' ditachles (inedito) Padre J. de Alencar Peixoto PARTILHA Cantava e as lagrima's rola- vain- he em dois fios ao long da face. Soffria, mas, como era preci- so que o .pequenito adormeces- se,' -ata ',j-indo 'e tindo, de va.- gar, embalando nos bravos a creanrp.- Q. nais velho tresannos, o- thava-a sorridente e, de quando em quando, cantarolava: Estou corn fome 'ifmae. Estou corn fome ammae... E o pequenito, insomne, ol ha- va-a, muito esperto, a boquinha collada ao peito. aEstou corn fome .v.. ca'ata- ro va outro. la .. altaa, hl, mas se sol alegrava o quintalejo, que triste- sa em casa! Viuva tysica, des- figurada pela molestia e pela fome, temidt. de ma~'s para pe- dir esmolas, que havia de faz6r a desgr'pada ? c Estou corn fome mamle.. cantarolava o mais velho. -Espera, filho; espera. Como o pequenito adormeces- se, a mae foi, p6 ante pe, e deit6u o num f6fo colchao de pennas A un. 0to da casa: et mais Fe- lho,*uindo-a cantari - pre:. EsiAomo e, E acenando-lhe, correu a co- sinha, mas que havia de fazer? ** Ardia no fog.o a derradeira acha, e a mnie, os olhos rasos d'agua, poz-se a soprar a leitha para ateiar o lume, emquanto'o filho que se Ihe agarrara As sai- as cantarolava irMinha maesi- nha! Minha mAesinha conte-* - te corn ver que 'a chaleirinha fu- mava. Mas, a mesa; 'quando a mae the apresentou a tigella e o pe- dacinho do pAo da vespera, o pequenito fitou-a corn espanto. -S6 cafe, mamAe ? -S6, meu filho. O pequeno, levando a.colher bocca, foi repellindo a tigella, corn um beicinho, prestes a chorar. -Nao chores! olha que vaes acordar o maninho.- Espera. E, desabotoando o corpinho, tirou o peito farto, pojado de leite e espremeu, trihcandb ds labios descorados por onde as lagtitnas corriam. fio fio e, entregaqdo a tigellinha ao filho: .-.Toma I e nao fagas bulha E o pequeno aregallando os* olhos satisfeitos: Agora sin !t, poz-se a cantarolar. SBaixinho, ent.o, ellal he disse: -E nao peas mais, ouviste? O outro 6 para o maniho. Coelho 14E'fTO ia su uiu.,i.a ,m-", -" '-' "-'', to, sou a epigrapne- -<.on!truonot-rd- I -. -~ "`tl` ''*"S~':r''";~pr~C~i1 I ;) - rwrI- '4<" W4. r*t7,,. --.- .-.^-+:-. .. *' */-- . -C aoiuwhr~j w .u ..s - - ..,- I* P; indaquea afulague. cr4 qa' Elle condes, S nistros c~~ dt aw couft an', qua^, Iio..SI V ee e W 4* rt 6 i .- . que reve-m mar ega--mo, o, q W -. oven&~ Jug"MM . *mma, hte iUDssWU Snuyet teiro!.. qu- mnos obedW s is eid . cit sye .-'" c-!aso, so etso-si, por ex- cheio de odios e rancos gra dee mystcno. upe -so, s, por defeto de religi- its, tog calBnioameuWeO ma r $.K .4 .I. i.. ese ndeiw 9nBT up"s-pon II. -. moe quc, S. Rev". to- savei por f& - S ..-..ma-ni las dUr' de professor de iasB systematicmomIe suma- da- a logLMW~ --"r JC dogmaticamente resol- land na-o co.rp.en fer. que smo c d -an"" vs x ..veu a queAnlo, deixands atd Os esse meo d o mais apfeigado a t s eclas dasje a applaudiramn em complete para deschristiaui-ts pvo. -I ."t oi biqude. Eu podef-a f zer Desejava que S.Rev viesse s "+ +i-W M t r cer' aeconsidera<--s pir-,rafton exubi- Pela imprensa diser torque as- p w . ,menIe.p, ov. r q4e vS. Rev nsim procedeu, e qual a orient-- r14no arroubos da suan eloquenia, io que presidio o eometti- 1 ? ^P'^a egitfas.^ ^fiu~s rains do faB- contrario is boa? normas c ans U r c- lanse am, fanafieaeil . | D grqaa.Au Mdas as pelq excess S. Rev'nao podeignora que Sgpo. s i :i* ei o que quiz dem.nstrar, tr as i -.(c..onta, .os an_ Imod de ser; mas. deixal-as-hci ne saber, procmsr, sfenderea. J 1a... em o n nspe- paa occasion snais opportuna, A Lal a dee reqwaios., emc -l~C Aem ld con himiandomcAm considerav6es de urn Padre,+ o ducnn.e basic pe. bdo nI- em .norrda sua incompatible pra o pakas euI@ S, de facto, os romeiros de rig-,. i Ito p, pl . pela e o dos loazeiro desviam-s da si f moral sta qm noia en4na rd Jc ---.- o christiaim in genua ou ma- goi; qu ppren so.iado. lo SLeao XIII, o vuko mais I icosamrnte, porque motive S. pr ,icu raape.et hypese, S. SSqio XIX, -uja Reven proe-urou chegarRv'?? revehonetEsidde,por -_ ^ ~cerebrso assombrou e ssa loc:lid de, par a, de eue gamlaia ene.ab falou com Sdo, ja dSa, comn aquelle pert, conhecer a causa, e com- q caridadm. bandot C as alc So ie na-bi'sva se' batel auadidos pe con- joaaeirenses. qu, fore Si i conctos:---ma setho,pelo exemplo, corm affirms, erti sob o dommio do . r o. j pfOstanft pela estatuem as regras eclesiatitas demon, apredrejando w povo S.... 4se a- ado CArsto-ie- e canonicas? quej vi apredejado,*emco0 qeudl c nstara-the que Padres Qwal o p=pel do Padre, senao pli ovo isitao ao exemplo di- S. ep dbalde, converter u-I cmpadeer-se das miseries hu ficante Claisto, regemerando, iogleza. manis, e extinguil-is, sasteando corn a misericordia &Aw amn6r, A. utrteano, os Padres do Ce- o efit da Kiumanidade, facili- Magdalen, prv a'a- t.u g L ence oi taidoo se destino, deprad quelles tposC, ta pedre- S ,uito to no adho da f. prparand j pa rba na segda as cos.aro pensam, ejulgami a para'o. gra ftde dia de duvidas hyothese, S. Rev" rev in- weAt.e mais convenient corrom- e receioss as s.e, porque no teve o im- S per o espito religioso dos fieis, e espiuito d'es poe estA prescidivsl escrupu dle recu- ndoos levndoos o re-o fatio, o ato cendo P* Joppletando-sc, vaidoa- e i s etrnas cha mmas do que altava na et0 pm applausos mystifica-- imnfr (o inenue ., uma pca. -l de meia dnzia de mconsd- p"5 ---ita S. R"v*n Mas, quem tern a infeiaidade S ,..W s esse melo, que a cempr e s collocar na po4 aeS. fusMoe" ,io pa galgaI- b + .,# :. aEo-m^ quep zt4 wkfhm" varpt ner ama apeoos a- 40 CADo deSIiciade.bht etmdadt asnbdwb i Rea& do.a !e.kaSaiuS de pgart n ded,.spei- o ,pomausuaaiuq, h : o mpR e 4*...r Xhnsoupe soriso, emsbaagando-se co' wcmapaixaa. petrwAmpeat a- 'h tempo que suave e capitonO perfume evo- or UpSo de c. corn cumpr-- C*Cb---*---0 den t ri neg.ir que rai -e ?nsa! de mis u vhiolando, desseea soi oa l ladp d i 'sitem em ""-,- u to"n" maseJt, devi ,i a d eao j" ad.* .. p jasa wmu e, co vrte rou- ec__... ..ao..... .. debldu; flav* ust IMnr7~~ La m t. gra... , empregou para Inn - ." eacck a t *"'1 ; -i ,,.. . r~-~-d ~:.- 1 da|i a mas, c resultado, talvez ,,,J^, F, ., Speftubacoes 4da ced coc-' tlictos irremediaveis, uma con- Wtco,- ef f, nesta ~i a ? Eo que fartwS. Rev'., iwtal occasion. Pssimu acscosueenA' ? Prvestata julgarA que, -dis- cas podert msetar as do;wmak da irresponsabilidade, ets face cL tasftanha hecatombe ... de uma cu-aelid de tal o:- dema ?L .; , fO cedimnento de S. Rev..? atiaodo adios, de long, contra ease povo, e vohando, plida- mente.. se m nenhum reorso, para o lar, fax l brar o de iam mascara, no dia do carnaval que, v idosamente cioso de apptau- sps e confiado na tradiccional itr- responsabilidade do dis, ema ple- na rua, procura fjcer espirje, para ober a hilaridade dos citr cumstanves suspeitos, escaramu- *ando A certa distan-ia de um pobre individuo, insultando-o, desmoralisando-o, acanalhando- o, sem refflectir sobre os ulteri- ores damnos morals e materials que po ssamcausar a sociedade e I famiia. - E porque o*Rev'?? snr. Padre Tabosa assim procedeu, despim- do-se, na Tribuna Sagrada, das vestes d Jdotrinador para vestir a farda quixrtesca de wdccla- mador vulgar, suspeitos foram IMdos s seus conceitos, pelas in- verdades quo encorravam, come suspeito; foram os applauscp Jos inconscientes quo o applau- diram Mnoel Ferreira de Figneredo LENDA CORIOSA IHA d'entre as lends orients- es unsM queo d4 o seginte: Qwmndo De.s planson. na ter- ra, a .primeirA vih s, Beta, h ocqalta a bor 0 o sean- guep d'm p -vo qua-ido & *o 4p.al co-n p v~ d st A dl .. :h- - 'i .;as pique tot *4hrs. Isl^_.r' . iak. "pun -.'.-. .s: p -'h4 Corm dotim Ca (Mt oade fom h ,n a*&a D2 | %Ael, eateve mgti nts o rirtasmia- sto Padre S. -ut' dia d c- too cavasIhuidB couoco agFretS 0i Imej eiw d6 m-- pro a j emg eld t- iuteslleetal lbmwa r adee a deli- cadeda .is . Pa a vidmauneidde d OCrate, Wegiu me dia Ido current o exi- mio educador. astoel homem de lettrasJosh Jomqaim telea- Mar- DO viageon. HOSPEDES Demoraram-ee alga diae entire s os illustres mars. or. riamoel Fernandes de A e mg e- dro Beerrm MNat, residtes Abragamol-os. -. GUARDANDO 0 LEITO Acha-se ha dim gamado Jito o hlpado cOsim*'Ur 4S pra- ia, Rmajor Jos.e- 0ak . Faemam vopol pl see restabele- cimento. Com m..ta uatia.agq caigamaios as viitas que epa A eeta redac- u os illnusatrer shrn cel. Fmbto euisr -e AriW Maj. Nlo B ialo, Va mA Valde 6 o SRaymd e .. Nats. Baymanud Valdeine *a Pir. tJehe-S - Fanac!.eto .desig. Maeel C. de Alb. PDehyu. BeRt ^-^^f--^^^--^- Am's At n" mo g.. B,'l fc^.-^4f ^Defiaaa.4f~t Sobaft i oa-- i~t,-'.fc 4555*4e abripe, em Adssia -A - i . 7. ,.* .*," . .- .' : *:.+ , .... '.1.- + :.+::+ .+ ~"La~4$~,~i~LI~P~,~ ~aarrm*r~ -- I J N ri: I --:.II.: l...p . . :-.' s ka~.. ~ O~il A p-~Al - '--a ou r-P.s 0 Bnra g. .-. . .'.'.- deiasr e Pare r MAL ra n fae e ame- rtall 4a M das t diffmerem. . 4_ mhin-rme de P'ria (G*Ilelmus uaK iniga*e Uh 4.w 46 is*. p talorui o q pelle aw brj e re-O e, derto mode, q M de ar a let da gravitaql. " Qundo nu quer nor levantado da leior, mingum jaole demovel-o. Pe- n spews 60m klot e quandoe no quer ohr do lor nde emti de , pOemd doo oueparone b vi A for amysteioun m cega e~tio a trabalhar o per may's esforig .que faa o, ontro Individur, Riouaro eanp afasal- urvMSpebgo doe iogar. Sa efde pae ame m cabgva d'um .eaimi, inguem eecemogue abalar . pedte. dllogar em qeuo etiver. o N era Charot, nm Virehow pude- ram expliear m tistm toiieate est S infguar toder. S SEDA ARAN A #assend&06 .~ew-Yft qPer- t-ac b h'e da feitomatsiode aaa. o i par d la& aCAto -aseloo a 500 dollar e mm vetido Anmple I300odollrs. Exism. ji Ut8s EtadoNa Unidos various d lr pI eOda de a- ranba. T-s* o'' dOenvolvirnento desta indeutria.od:, e ar HFm avan iada edade llec no si tio R larh o de ermo s de ilagres prea oso cidadlo eeal. Olymp;o Al v~s de Medeiro, megro de st esv de- dicado amigo smr. major Jjs6 Alvez, do Barros. Antgoes pa d ae s levaram-no as voragens do Omelo. Era m bomeau gtralmente esti- mado pelas qualidades excellentep quee o lmaras a aa m aivi taliade que bern revelavaa seu crater in quebrantavel. Era uam adgo s ncer, leaW e de- dicado. No oleW doe m a i abrem m.i menmo va ,f w per demmis iautimavel a serdu. Apresenta mo a. oues sihterm condoleaciau' A ua ixm? familiar a. pe asoa de nse dia~t.e aminge am- j or Jos6 Ig3o ". Tambem fallece em Pastos Boas, e.tado do Maramis, pem' pva rm - ,s sn.ra. d. Jl~ giefrs, dig- nirsiwa mair do lasmse agpe epus- vetn o advugado major Pedro No- gueira, a sdaoe a faigla , A' todos eeo avmaeromt fimfiw, O -Rebate, en hiisa notes rean de suas condo end a m M \TINAES 0 MEU THEOU0RO Eu tanho.ng ..agitesa Sep plefro, ^ wea vidkz Que herdet dadme querida. t C. OIln-'Ap i,-Jtnhm W. 4 Levino de Barros Netto. COMO SE LAVAN FITAS DE SEDA E DEYELLUDO A m.e trft de agtu* s'W& a sju kbtem 200 seis do tintam de beujoira, fatQdm at a Pp bre a. ns tabo limps e friccionem com i pedaoe de iflait branca molbAhda meta mistara. Depoits em sea dm s veses em agf pura, pnham eamtu doe pais Bos e padres m ferro queBto. Para dar consittenciaAlfta podem pansal-a em ura eve d'ssol.uto de gomn1a rabica, eoada em una escow- Fitaa de velludo preto renovam-se do modo reguinte: .dma. pOas se- garem nas extremidades da ta; ama terceira passe sobre o lado 4reito a lepols sobre o avesso uama eponja humedecida de cerveja e, eemquato co tinuam a ,egarar,j passe o ferro 1 enter pelo lado avessre. PROCESS PAKA LAVAR FLANELLA BRANCH Prepared urn mruaing!o de giz palverisado e agas morna. Corn esta preparaMiio lavem a flanella branch esfregando-a eomnmewso"v; depoi4 deixem por tmek fhora d~ttrv deuta Agna branea. EnxagC em em agua pnra ate reti- rat o gis. Nao se deve nance esfregar a f'a nella corn as maos, nem torcel-a; passem-n'a na mio fechada, forman- do 'annel. SEtendam em logar abftldo, par-- que o contact do ar endurece a fla- mella; passem a ferro antes que en- egune completamente. PROCESS PARA LAVAR 0 MERINO BRANXt'O Ponbam a faxenda de molho erm t'na cheia de agna corrente (a agna :le chuia A preferivel; a depogo amie -e precta absolntamente par a alava- ,em da roopa). Nmusa aegnda mtita, ontendo quinze ltros de aguA, dst 1 .imi lno qzram as do melhor sabao (0 de Ge- nova 6 o maie apropriado para a la- vagem do mer:n6 branco) e 150 grammas de fel de boi pnrificado. Nesta anua lavem o merinu, enxa- w6'm em agua pun a s qual t nham ',solvido uraa pequena dbse de pe- dra bhnme. Antes que enxugu m comple m *. tepameom o fri ropelo lado aive5s- entre dois panos rigoromsaente al- v0s. MEDICfNA FAMILIAR DOR DE DENTE Segando affirm o Dr. Seve-' rino Meir-eiet, an 'n artigo ao J.sornal di Cowemmwrtw, ha Um oueIenimpleSd6m nVi~ .n5tanhi" n*nte dm do 4e te:-oou i- ste na ap o local da anu-. py-ina- mp'. lzg54e a iavi- dad do, Aet coomn ua bolasi- ohs lie n,. e,.eom ai epq- tula d-mtEV tpo D . an tipyris V I iiAmoa eida-- do que l w It u m" 4 em as p ilmh de . I 0" miat' ahmaAL !t V DE ABOBORA ,.s ._'u ,e ti r, a IW mpa 0-sm oea por U, n*m4 ini mus poan- penm ra; d spe drae rM j- n tawH k eaia %tbram.d'esta v"M9 .a Aottn d moo da, l 0aroasor msmaiasaem pars Eu, c- rta oe. om nm coha 4e i4pura rremc'r. inieflsp -aw e0i Q.ie pansa! Ea, coBm e.eu. comhego Uma paes bramt, euorme, SMaio vMta qua o mar immeao, Oh! meu Dens! quoa omtso inforne! Trinu rio# Amawonas .Wah IA s ucieintes. P'ra bhar,dome grninlesa, As mi egrasM onas queptes. - -. vsqpm., grtaf, talhado., Term jOi fortea, heorveis Toa s ecoLras, f-amea dAe, a lMpeeie, In montre mil infernae&. .u't e mse GaO- ato TaBm eam e a iege quradradas. sheo 104o aolhou. E, &Am who beve segura, Dien o Cuaha entogmuaric, S' A. ". Jacy FACECIAS aj e into e cineo mil re.is,- ea A.ifpdamdos e vinte dos do- -Vs qw i polieia. -Q u"o d a si quizr. -N-M nLo et ai eom o dinheiro ns mikeo ? -E-tou, aim enhor, ma"s o dinheiro 4 do Josseiro. -0 qA tea isto? -QuiW jaatico, qual nada- passe o0 eehobr 1A tode pode ser fanatieo. ,e-nos ftf i shm, sea vigario, troqueuws as btq M Ofatismo no dinheiro e o .-Impo.miveli boewi, no& edo. Christo, e op terra int! g topu.o p u a, dsa mias do interlocn- tor'q wab I mble pmpr eiriedo. VIVA 0 REBATED Rev'?. Sr. Padre Peixoto :Quando s'lignei 0 Reba- quei nai~ompectativa de que Id o periedb de osa im- "cbr. s a si fagdara t *tow l; si me a tia3 -nisemco- -n-_. .- '. -.. .. _.f ".. ..4 . '& -r .* i-^ ..' .i ^ -. . dmlldaos &s-iirsb jf A conduado satis- t de que O fReltescot re ifemigamcnte esA ~ctat^ ~ contin6a a pre- star C 1i4res servios i cau- sa dvea darjustiva. Parabens, R&r.. Sr. Padrt Peixo. Alpos, como aquelle do Sr. Figeredo em defesa do met te-' nerando padrinho Padre Cicero, sao p.eciesidades que valem ua. npa M eD inteira. i Tambem bati palmas ao seu bril e"nte artigo-Paz o Gerra? applausas ao seu intrepid .Re- date. . Joageir' 6 de 7br? de I19 Guilhrme Moreira R. de Maria. OLYMPIO ALVES DE SMEDEIROS SAMPAIO Agaba de fallecer em seu si- sto Rischio, deste termo, o ve- neraa&k octogenario, cujo nome, vantajwmente conhecido, epi- graphb.as presents linhas. 0 ilustre morto'teve sen ber- go nkermo de Pombal, Estado da Parahyba, onde ainda hoje existed notaveis membres-de sua distinguida familiar, casando- se nest< t tt na numerieoa dt- tincta f..inia JacariliA ,'vet por teitos de heroismo, da qual deixou dois filhos, que herdaram suas virtudes civicas. Exerceu diversos cargos de eleig o popul-r e de nomeaao0 do governor no antigo regimen monarchico, nos quaes-salien tou-se sempre como home de honra e invejavel independencia de character. P;z a sua bemfaseja alma e pesames a sua illustre familiar, part c. lai me te a seu prestigioso psenro Major Jos6 Ignaqio de Sousa e 4 seus dignos filhfos, Ex.? D. Amelia Brasilina de Sousa e Cap'm Rosendo Alves de Medeiros Sam-'aio ! Milagres, 6 de 7br? 909 P. Nogueira. DR. ORO ocebem s dgfte ilhstre amigo e notave Inm= de letra, m ar- tigo. .o-aPus mfrtkaa4, aram o por- Wopwy os argumentos do .eel. Jo -racawsco Avres Teixeira, DO *rigoh;bi po co, m jetaminpdoo Cor- reio do Cairy sobe as mniumas do Cox, o qal pablicaremos no ine- ro sei'nut d'ests folba, por now ter cbega tarde. Chbls tes e jea a atteng.o do pabieot ps eae artig. .I NDICTOR I AES CARTA ABERTA (Ao Aeumen do fa do muwndo) Dcsamaq!mhjfu com a aUnilo de BharbdlIm ta naf to au aian L smn a ON t The, de5 6 do cireaien, eo MV (i -IU elaancu " '" i Coem NEtro, __ ap ', '*'*vim d S ,. . .' .- :: .i t-. .:'-+* -. . .. ..' 7., 7.-1, .- - :"",,. ,- ., l^ l w *-. -.,. ^. . .^ i n m im n " *. --' ^ '*.'.s j-- .... ... . ... _. '-" :, -4 (. ','- ; "_= j I Otteoat e A quem psanmma W*64 '6a. E bri6a em )juralWw".k a rc I im, pois qeutmata r;r-ch~e. mata gmreu i* typographs, dista ta impresses h aias pteu roda, mta leitores. E d'efla as nas, i':t dariasSl har f e g ,i d; oMut, cao-? dir-te-: d meres, durante trinta dias secutivos, de manha, ao dia wa tg' fl de gada, e decade vez, kiloe de miolo dmipade boe cho com summo de mnIao 4de Caetano. E to4tas as ves comeres, diseres dpre ciorrocecorob6, .bnm esta brucharia dez vezes cm cim.a da outra. Garant que, usando desta receita, tu demaWbrizaas e, deseosbrib.d podes vir as tuas RABUuCES. ' 1 nAom dom d .7, melhor, auCtomaisbre mcDEMO& RIFA DE LIVROS Os abaixo-aignados, mem- bros da conimissAo da ria sen- tre amigos, avisam ascedobies e possuidores de cautelasque ' dia 15 do corrente teve lugar o sorteio da mesma em 12 de Ja- neiro proximo passado e.foram premiados os numerous infra-scri- ptos. Quem, pois, tiver -'ireito ao premio, se digne dirigir a Tra- vessa da Cahfurnia n? 50, e re- cebel--o do socio. Joao de Lima e Silva Grato, Agosto 24 de 1909 A commission. Jodo de Jma e iUva JerE de&.HArnd Bawl.. Joad Mw Sa "*N 4. 103, 206, 302, 11, 106, 211, 305, 19; 107, 219 .. 314, 22,120, 278, 316, 32,121, 290, 830, 36, 157, 299, 341, 74, 160, 345, 76, 164, 351, 80o, 188, 355, 89, 373, 376,- 385, 3;9, 894. MEREARIA 'PONTES J. PONTES 8IMOES Rua 4:, cqmnoercio n? 41 S. C"AOCEAA ,Vulad. umetf-qo do'.^ .0.b. .,J .,- -. :,, : *. -i" - "" : Y '-" " o ,** A- A S ErrA.TrseOAPbA SNOARREIA-- IS QPAQIyR7 4 STRABALIHOpiatdPitE sAo .OUAM MA3MA PREsTE A g N1;TEDE 2, IMPRIME CART ,: . S "-. OCARTOES DE VISTA t .lJIIOS. -- RE IRuTULO , - A(TUBAS,. , S .ANNUTheIUs, ETC.' o trabafl o feiLo on to, k pevf o i-e Akchinq aelicia*, sendu os precos 'line a. ...** - *e se' 12 A.fI~C0BQIRiPAULISA CAIXA INTERNATIONALL 1DE PENSO'~S ViTAL'CIAS | Aprvas a por D creto Federal, com deposi'o de garan- ti.'o ThNmaurn 14e-deral, proporcional ao capital de p-'nss de aDil coato* d, r,';s. Regiustrad nia Junta Commercial de S'-o Paulo. Sale em S.PAI LO: RUA 8. BENTO, 63 (4utigo es.cripterio da Coaipanhia Mogyana) F Fial na Rio: RUA 7 DE SETEMBIRO, 113 modernn) (EYi -GOXA\LVZS DIAS E AVENIDA CENTRAL) -% r I.s td- . PRESIDENTE-Scn ,dor [ua Pia, Senador Estadonl ex-ch&fo de Po!cia e x-Ssert-tario Id Agricultura. do E. de S. Paulo. SEORET ARO-Commendador Leon!o Gurgel, da firma -ilva S A C tr., da ?F:brica de T dcidos 8. Burnarde. 611-, iE2tt-Dr. Chiadio de Sed; uiidieo e industrial. THESOUREIRO-Dr. Galr+ Ok4 i d Sitva, advogado, tir, director da Conminhia In futisl J'd S. Paulo e da ( uaea d6 Poos do Cal..w. Cnmsel. Pwieall po So'ur. Conde de Prates, Director do Banco de 8&o 1m.eloExBd.ur. Coronel Frnn, ndo Prestea, vice-premsidwte do, -Barao de Dprant, dirm-tor dat dumpanhis lnbuwtrial di .' .Rodolpho Miranda, proprie.qio da F:sbriea "'.. ds^^ IJ Artbusina, tie Paracienba e deputy do federal - Dr, Tf -rBus Dine, lmdwlico e propa-efi :<,r. t.ljh- < 'da firma L, Qucirox & (.. (jp pnetesno A it Drim &6sithductov chimiibo) Drd owI piuAistas. *. .I ..Ik&_A PAULISTA S 'mn'a sC widet SGovetno* cmjo fnu esti bdelec:r ama --.A g-w 5a o, de Aoi-e 2iasoa d, do 1[w Vwmo ,a'a me p n5tow t B,. 6tg^ dc jie 5a000 dL 1qut-a. ee q to a .. I " u- fario a chaer nv g'ig'ge o. ... . ;loi, em Consequeniu M 'io e iol~eti chro da .. .aabilit, pqu o amobetui g scer*onsidrado sugile na per- 'e' p dire t A p aus o pisi t * OS legamentos anteeipado' de I ann goum da rieduc- o dOe p~ iim contibiento de 10 anino, 20o/ e os pag men- ir r a mturio qu1e0 ad inm ver un menc antes do sortein - uver n s Nerte do er preniia o,l pia chro penas poe sA mi ris Ahrbiritco ra moa j enkAm piiT tdaira una vida.: .n Atd dentrbro I oran sorteado. cineo cadornetas, on seja no peri.do de novea nietcip A Ec~ls d NO1 A OA da unic- que iss sorteits !e doims em du 10s anme e 20/ goandp soteio tn S e intcriipto de abri!p de or n a Janeiro 1900:-te130 Nonhuma outrasociedu obteve taid umero de mcioe nos seas prinmeiro n'ezes. . P.Dw' DE F.PRf OSICTOS, PROPOSTAS, CADOERNTAS Z iNFJAR f. uAMINL'CIOnB AAO Repreoe itante no Crato A. Belena S brinho 45-Rna do C1onintreIo-45 CRAMY) RLE6AXTE C.RATO- K :. R frLj.. de titsenda". gra oa, m m v a.,niulnezl.v, NoviidadeO. Artio de.us Doumestieo, Alit phantara, & &. -Fopecianidnid. em: Artigos para hpmeons, sethoras e cronnqa. PRE';OS SEMICOMPETID3R 46-RUA DO COMMERCAI-45 dl fazend ,,e. -adorta ., r..ti, fer 'gens chi ,p"As. Tend drohil-m do Ce\ard a Wm couple sortmoento dos artilos aci#m .11cion-'dos ,t so ,,ela-id m pnr preco s.m competen-ia, con vi(a todo p, blico para fazer Lsia "ri ita a dito ejtadefecim nt qm se certiicard d .i u afairmnado. VERDADAIRO APROVEITEM ! T..J:q. 2Wsr* .afarrocos pa ..nc ..i "t~l tit do : ' Int"mosa0t i tm j. 2 [~sotariimaimyS S e *o000 ( -;Todom o pgarne Ao tf-i- l acomeaeroos. clarpreent. pods *ntendea-se com o vDirectoirma grande,em 1 Fer'er. mete hbe g: ado deGrt- F troua e co mpleto varied soxrtimanto em aptigos do mods 50 ianlazpa.brocadns,fustnes,1inhans. t cmrines, artigos pars preiente ' iscados diversos, brius brauco e-e de ,6re, zphiroe & &, e vende% pr preose reduidisimos. tt .Omais exigerite ~rgez acormmo- r-q-It coma Ps eus prepos, en-i. utrando spmppragrado es a- seridade. . t U visit' poise LOJA SCinennato SILVA . RUA NOVA N. S87 S JOAZEIRO-CEARI ^fai~SWe a r 1Weiavlpulio 1- 0 QtlEI~;f 4. Joaio Baptista de Oliceira. 1ba (,re Cicer Y1 83# AO BARATEIRO YENDE-SE 80 garrafw va.isd -ao.AvW Co porto porpreO .uolUnn"aOavei stratar conm Man -)1. Alveu, Roa .t& Paire Cicero no-30M jOAZEIRO PHARMACIA AR VAI9 Ruaa do Padre Ci o %'- 44. HA n'wti p harnU .i~rkr do sortiasweao do droggtg pro hors priomtt-7. 4e MMMI -.o*8 deI meas priactte ir. v JOASEIRO-CEA JoAo Victurino da Silva, ten- do de scguir b evemonte para Fortalea!,remolvB tser' tornus- .el qieim, em e 6,, oewenm o. diebtho ~eNtinmnio de t peends, miudeau., mollade, e~em Por cste motlvo, convlda Os Seeh ifre e fro- ofiiu de v.." - *- --. '-+ -- J: ? 7 '-r ,.oAo vCiVT , RUA NOVA N?-r9 Y. .4 JO~lteRO ^tEiATA AVIZO Aos Irmios I rulanA4bda .Terra Santa qae,por bondade,tratem depagar omif re- it annual dessa associVo,de cujo dever ii se vao excedendo. Azeladora MARIA da SOLIDADE SAPATARIA BOA wESPERANC;Aj Joaquin Be rra Sobral Esta Siqpatria acha-we i dAspyi- qAo do public edoamlgcu, e #mcar- eg~a'e de todo 1-ViWquwr trabalho *ti boiro cdn i prestezsa e modicidade m prego*' RUA DO CRUZEIRO N? 990 JOA2EIRO DO CARRY Sem.ates, de Manipbus do piabhy Aflelhor semente da actualidade lexz litos por s9f0o.oito cawst por 158000 Vende JostA'recda SlSnva Rua do Padre Cfcero N' 3ol JOAZ E.BQi ,Ac RIRY Esta 0sp*I e tod e ways W do- .d -- Joazeire * I. sua ID htt I. r L;L~U~Bg~L~rl-I I C ." . ,' |
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