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4 l-* w .VPS a 'a. CEARA-BRAZIL I DOMINGO, 12 DE SETEMBRO DE 1909 AN "r-, M. IX EXP IENTE 0 .REBATE. publiea-se semanalmente p.EDACTOR:=CHEFEPdre Joaquim de Aknea I'eixbtQ. C'ERENTE =Feiinino. P. de Alenear ASSIGNATURAS Antr . *o * 5 0 A ire . ... ....... ... Zk$oO PAGAMENTOR.ADIANTADOS As public ze. anuncios depc!lMe e contr etos,- endo * pagamei.ito .diantado. A redac.o nio rel on.vel elas pu- 1icacB s .inedictorit'., iem plas pu- blicea4wl almeias, ssigr.a la.. SAceeitam-se artigos dp relig.Po. seiencia, litteratura etc. preLenchrdo certus condi- RWed.9o, gerencia e typographia-Rua macdre Cicero -n-. oi.o JOASEIRO DO CARRY -i OftDEOPERIGO1 eos reuueird *U ] mes esmgarirleu? A dor! nao ha sustel-a. Abrangendo, n'rim amlplexo universal, a humanidade toda, ella nos colloca em peleja con- tinua, em combat inaterrfavel! Triste, e muito a condigto de nossa naturesa. - A ventura que nos sorri, suc- Sprbdig-os! como nas estradas, roa, :Simn a evolu o d'e'te bom como nos c mpos, debnlham seu povo tern, comn factor, a dor qne rosario? - zumbre e abate; mas, que exilta Nos romeiros,- enfo ? ou e sublima. n'esses*-homen&4que Veir a cai- E ago-a que el'm irs e mais 'ana d ive, e 1iie atriamt. se accent6 i, Ii S1Atfitam bal- go, a urwier, e nAo a xqspiisianm d6es a cuspinhar-lhe 'visinho, '1 veihici 4 Me o m eIhani' neari improperiot:.new 1inulkos, proper 4e, e a destioeni, a fai nem r.ieanas de entermainii c seda, e a -nasomem ? morte! ode -o perigo, pwis?-nos Temos a calumnia pra depr- romeiros oun-aos canuceirs ) mir-te, vociferam-'eTles, tenos a forga! para desancar-te, chum- J.a e'r 7 4e aetembro de 1909 oando-te! !! .re JoaqviA.s e -'ar ,rh'- -Mas que peccado, que mal. - tao grande tem co.mmettido e- r i-- - ste povo paraque assim se exter- nem ? VrEL..KHARIA ETERNA Porque tahto esbravejam os maldizcntes sycophantas, almas, TA velha e tio antiga coma o frias de ophybio para quem nao muudo, etre n6s, e a usauna que to- ,existe a .P .i vra- r..a..ti ao? da & gete te trn de, a tdo o.puimaiio, existed a pavgrra- ato ? aovidu efermo em seas Porque elles,-esses pa aiyti- ultimos moments. cos da s'ympathia, pregados a' m duvida isto, on para mais se-, cruz de nosso desprgso pelos .gura rai euldadle da ulorte, on cravos da verdade incorruptivel, p l-l!w l r* n "a.n Ua sartago e- amegam a esta populaaao labo- te1 facto de ser en padre, me nao nosa e pacihca, compost, em tira pela vontale de jphilus'phiai sua maoria, de mais ue vinte e o contrario do quc semire pensei, cinco mil romtiros ? quando comecei a pensar. Romeiros! nao foram elles Assim,.uno posso convir nessa ve- que dominar" m por complete a Ilia pr.. e me r bell. coutra ella qeracaue dom nram par solo e es abertanmente. teracidaue de nosso solo e esca- Ninguer, quando en estiver mor- laram as nossas serras ? rendo, que me grite ao ouvido; Nao foram elles que celebra- porquanto, -nada, mais vacuo, nem ram, a grande cl ri .ide do s61 mals uiutil, lLau. derra.orto que, forte, a Lsta da fertuliuade de nas aea larI anada, nossas terras incultas, dando el- ei to. Comeanasei.- li de morrer. e conheeer facilmente; -o avarentol oue elles, melhor' imprehen- alla do i o lo mais indiscreto de se- d :ndo os *eus deveres, se desvi ,s tlsotuos se.u ltados; ortro mor- assemdo escabroo -terreno que re cet ado de te'rores religiOSov. BeordgaAb deliciosa da patrkaA'- trilhavam, 'quanto I A justa cam- sente, entio te apresentas com to- panha contra Joazeiro, m .nten- 49o qa.teqs attractivos, com todA a do intact c' i ecao que tu neerg'ia! todo sacedoede'v45anter. Dep.p do racioefnio e do Juizo, re- E na esph-r di minha con .ebe golpe dadestruio succesivaminha c6n .tfteilMa& de asso-iar ideas; e isto scienca sentia-iie fltiz,em assirr acowtM no estate couhecido conm o proceder, -porque me l sempre nonie le desfallecimeato,, como en desagradavel precoriceber iddas o tenho expiuimentado em mim mes- extravlgantes shdbr o caractes Tautfwawn a conversar corn dem quem quer que eja, svste ig6 qumndo senti nwa difficuldade matisando accusacgfes. Iisperavel de all c ar danas ideas so- Nao ha duvida cite nao me Are cnja seghell ana queria tormar era extranha a 'ttitSiie antypa- un jpzo; sem enmlargo a syncope thica que iam assunzindo, quan- aio era con pita; e cnervava to ao ue m ref, porquant aWnda a amnenmosew e a taculdade de setr; ouvia elamimenteaspes- muitas vezes onira tecalcitran- soas, quando me -odeavam, que disi- tes declamai6e; quie, ao men am: -elle desfallece*; via: como el- modo de ver,justificavam tdo so las se agitavam por met rar d'aquel- mente ou insensatezs ou mi fl . le estado que uno deixava de ter al- Para suavisar, porAm, a amar- go de d(u nraw. A u3moria,'oat!nna o grande phy- gtra que mto'rthirava, procura. s'ologista, voltando d -~f 1epe, va attenuar a abilidade it memo a ext nge-se log0 poR~&iR c tderando'tmentc 0. doente qie, em e i deliria como resultanee da Pimeira hy- reconhecia ainda minellls qne eta- pothese. s vain ao pe d'elle, de.sconhece aftinal seus parents, depois aquelles com E tAo verdadeiro d este con- qui m mais vivia iintimamente. ceito, que n'esse men artigo, s6 IPor ultimo, cessa de stretir; mas me referi aos Re'iv".? Padres dos os sentidos ext ngrem-se n'uma or- nossos sertoes. iem snecessiva e di terminada- o gos- Mas, depos e ovinoCra -to e o olfa.to ja nao dao signaes de C, ro a ' sna existenc:a; os olhos cobrem-se to, o Rv.? -fir Padre Tabosa d'uma uuvem tenue, e tomam uma em linguagem vibrate, clamar expression sinistra; o omvido e ainda desapiedadamente, contra o po sensivel aos sons e ao ruido. 0 mo- vo de Joazeiro,-povo, que ne- ribundo, pois,, no ebeira, no tern nhum malmnncaihe z, nern pre- gosto, nem ve, nem oV, s6 he fluta n ....,..... em an" n.+..: ...L AM.. flajuito nenhum nunealhe deu. po- o- ,a es o a--- -oe-- ... .. .... - f allde a, agiisa.ao uu t i ; zcabrunha e a desconfianga que os fructos.4e suas arvores ? me impression, sem que ela, que a cada iustante de posig&o; fa2 cer- nos infernisa. Naio forainm elles que levanta- me aterra e me espauta, me eucha tos movimentos analogos aos do feto A gloria qeinoacaricia, op- ram cornm a alavanca possante d de terror eespanto; portito, incon- que as move no fio iGat rou. pSem-se-lbe, escalfurnia, a inve- scus bragos a arvore da agricul- Ningueu, poie, que se admire di- conclue o ab, a more e vac de ja dos adversaries que nos ma- tura que tanto floresce e tructi- sto: o umesm, cem- -elle comega, a- carregar sea golpe, nto pode inspi- g6a, os doestosCe as invectivas nca em inossos campos ? caba de viver, sem o saber. rar-lle espsnto algum, por isso que uos, que nos ferem, antagoni- Nao foram elles que alarga- Umasapis outa ie viofallecendo j nio to ideas e acaba de viver, stas. rm os imbtos de noss co as tuncsoes extern as e todos os sen- oomo comoun, em o saber.. stas. s io ramrosilnbetosa ss com-r i tdos se lhe vio snccessivaInente do isto, que mente Richerand, Na escala sc ,,- nos Pleva- mercio em todas as suas ramifi- obliterando, e de maueita que as e, com elle, oS physiolegistas mais meo, affrontam-nos perigos de caOes? casas ordun arias das seusages pas- celebres, prova- sffictietmte o t xia a source; si -ba.xamos .o ni- E nao sao elle os eternos sam por elle sein que o impire-sionem quo sempre pMseiquaado cmecei a vel da ob-curidade, li vem 0os Ariteus mystico;, os incansa- Bichat, tcelebre phiysiologista fran- poenBr: ,acer e -orrer n o passam desalentos que nos torturm. eise-a cobr.,rem novos alentos A cez,dmitte d de da- de acoes teieaiogrias p-" nosso flo- animal e engalica; qnudo a primei- Ao eiprili-ir-nieassim,acredito go. N'esta ,vida, em qi aqucr po- derrga, a lucta pelo nosso flo- ra c-ss, auda pd a bsistir e ter ittapassado as ras qe sphi sig~o em que nos achemos, de recimeito, pela nossa prbsperi- guuda; eutai, afds hapUssib'irlade es.)hia e O trekgi'Ao me prescrevem. dor, caramunhamos, indomita, dade, Ipl nosisa giridesa ? de recuperar a tiA mas, quando a Aeabe-se, portauto, a velbaria e- invencivel E nfo concurreih elle con a dos orgaos se exl-g a en a xt.ngo teraa. NAo ha, certo, galvanismo pa- sua somma de quarenta contos Riceran ovtoso Richerand pe.Joaqulm de Alenccr Peiato ra o coracgo human. de reis annuaes para as areas da em seas inPmortaeo--Noaveaux ele Assim, todos soffrem; soffre cainara fin-.ricipal e do thesouro ments de physiologiew desereven, (Acan de Inqg&) o individuo, como a f.Lmilia; sof- estadoal? assim, a desoriauisaiao do corpo hu- . Ire a fWmitiace unm povo in- Assiifi, p ois essas persegui-, ta q teiro. g6esporque IAes lasem? porque julga o h omet pedi excluai- que - De memorial, de home, en- tramam .auWmA& conitra elles, e r, daasfeidadedieutelleegIo, 0. ri-" tre n6s, nenhun porm, que na inconscie-cia e quer na i a. ENTEPO maistenhasoffridd, nenhum que mede.as 5~& pr- E ristr E poder d. mais soff-a do qe-o apowo d'esta que l go uaado escrei o u pr-i- rra. .. Porqq.y 'e s coma p0r n. e..s..ma,. e ... ,ear a me to Justaroefe a E',por ;denmailpgp .o- seu ahi alaideiam, umn perigo immi- a. .D.-it -sw prtcud i se r. ma oprft t artai lqogio; 4por demais e- nente ?! "".- io, di %win atm o doonte possivel, nAo me referin4po, d;t- m a a gneriide. sew soffri- Mas, nos romeiros que vivem perde a e-ab q Aiarro,.qe cdtaament i nenhum do& o,*iO.- mientes- -1t*yccos 'wnraes. eieusivamente de ;seus traba- 0" r dei. :rtiarlina'e .- W n ,. o E, por ;isso,'a-hitoa de spa tIho? n'esses faiwtico-, cumo m o ,-m rai--faa mo mi.Wt.sae so "'?S B .Bspo -o .r01 e'- i iu i h--0.rC amspno -C f, a; evolucio paismosa,' admiravel! por despresos ch.-me Cim- -dvid,. .:. -! rent ec 3 sp po i ona; A ,c! s6 ei., cem u'esses plesmente porque braoza io AsiBa, a paixao loainante dexa- e assim o iz, na esptavad t. A~m,:a .om~a at dexa- ,e sim o fiz, na esp_. vad" vo, que s6 trabatha,4heio de f6, pela elevat o da wnoa religiao, guiado pela .Usegur- orie nit .ao do virtu' PAdre. Cicero, plena- ment vte me de que as- sim procediap por insensa- tez, porem, potmi fm . Eis, portanto, poique venho, agora, sem estabeL*eer differen- ciaglo, nivelae no mesmo pia- no de resphisabilidade. S. Rev' .aso~misu falsa po- sigo de deetamfai vul>'.r, trahindo a esphetMitv dos que o ouviram, des'ltIndo, for- malmente, a rea httio que go- zavade bomrn P~ +,iolan o cul- posamente os pretiftos da nos- sa. reIigi'Ot poadito transfor- mou a Tribiina Sagda em pe- lowri Abdi d'i hide alaheia, a- Stassiathdak himtde um po- vo, doth- elihls deprimente-s. Tern if i ihAas'palavras va- lor de-i nk *p.teto vehenicnte conti-ra tantal aggressao a ei- ie 1 uii e altivo, que s6 temn d' w. ter f:rvorosa - n.eam e-veo revol"r- se craft 0 covar- c Ea u *t ade dos 'i w r, ', p kuc, se a 'tpoi' l Aostolica - 4. L- ~1 I ~1 I. ~4 ~,9 I ~ *~ *1 ___ - tA 4- abe de o w timgO eatre ,psasdo som 4Si psria que poaderwwo, poiu o motivOs que OSigielm " de de homena os a celebrar com t rte fthlai1$4vueS est data lo'os*-? 7de setembro. Cre4 nt-a- pon'!' Joaseiro,-4-909 Pe. J. de Alencar Peixoto LENDA PIEDOSA . *WIj ADES I'.D t.a a.aitA, _"i, ehoranil, - U a. ie i.uzli es. Per tbd potas mash f allando I Vejo men pak a usa csminhpAdo, B am fihm lidos clarSes; De mi nu e t is oesI, NvAhy**4L.j ae:qoelbei, rezando. Brincam minhas irmans (doee lembranea !) S.,l, j.tir-.Ai! modidae, .. E's to 0o-eo tempo un dese O' sonhot! subof. meus de claridade! Cqmo C tard a a, lt.ma esperauna! Ilu D1us! como 6e'tamanha esta sandade! Jo BONIFACIO ' todos venho assdciar-me i i. dia ua a e a vos cOrugLr, am em. toda tqu!u nio .nbrtlopryo-; Extm- Senhora, e diser-vos ain- a eta l-eu da uma vez: -{. -^e-ge! --iva -me! San- Viva ( gloriosodia de vo.so a to Prophet do Senhor; um pas- natalicio!.. sarqfd z mej gu. Placido de Nordoe. ' 0 Prophet c -deCpiedade e.-" " .S escowt pomba ".xo da Jpaseiro, 4 de setembb e e 9 } . capa. Quasi ap mesmi tempo --. uam fajio precipiou-se sobre el FELICITA ES le cof, as aias aabenas. FELICITA OES S! iLta que 4de Setembro . . S hinos "tfoune e pedem co- :1Mais um anno complete, n e- Ihinhos item 1me e ppdem co- b. ste di., a minha estremecida a- p- Gia. Twuane esia ppmba 1, "I st- 004,. f wn Iew esa, nmiga llortuolana de Alencar Pei- st -,# e aigtiA !!f_ i la-apresa, e6 Ipju-/ sti s par cq'- ""e colcRrqpipas irz ihi a morrer de Data auspiciosa, nao posso deixal-a ,passar em silencio, e, no E refu por isso, do.pino desta imprensa; m p q~ o eu o ose P he-verifio, de alegria, externar urn st .. ......o. -* 'icantico que me vem do coracao: ou o fal- s..uda oes a excellente e distin- su s filhihos o cta amiga, de eni ,lta corn os ta os ns otos que favo pela diu*urnidade dem orrer de fome ... -Deixaderefrij p es, dis- e seus dias. Acceita-as, p iF,, e o spo. hbolQ-m sorpnuo; vou tulana a hum. am :. l-l' 0 equrvalecte da press" e q-e rreclamas. Luiza Maia sn Diad ist.o, tomou da faca e preparva-se a cortar em seu co Sm.p de came do do Stamanho daquea pobre avesi- SAUDAQOES n haL. (A D.H. de Alenear) -PAra, exckmoulo falcao cu sou oarchanjo S. Miguel e a Hoje, por entire as alvores da: .. pomba a anjo Gabridl. Quize- alvorada e a orchestraqAo pul- ta mos experimentaratua cridade.cherrima d.passarada cantado a ... a vida matipal, passa, n'um zz- diaco de demostrag6es de esti- MAE HORTINHA, ma *. aprego, o anniversario na- talicio da virtuosa e exc. sre D. ta -loje, diade seus annos, e Hortulana de Ale-car Peixoto. ta iivo de alea meu co- dignissima mae do rev, Padre Jo ravAo e de regosjo para a mu- Joaquim de Alencar.Peixoto mui do nha alma, queir acceitar as ma- dign Redactor-chefe d'esta fo- de is effusivas sau idoes de seu gtohao Por ete ntivo de regsiio m Iho, parasOm wpuar~osa edj tinctaf Fr JOAQU4iM milia, as aghas saudaloes de Jo; 4---9-- 9 humildecompanbeirQ.de trabalho lh, -- 'esta Redaccao. dd MINHA ATE HORTULANA, [ ri Joaseiro, 4 de setembro de 19:.9 4- pela a, aurultgente ue vor- .a pricosa existencia, a qual se passou no u ,picioso e :risouho -di 4e hontem---.accitac as mi-, Cbas sinceras comgr a6es. Do IeWnilde filho FelieWimo. PARABENS A.' ps. Ile a" a -Viva ogkpios W ia de Vosso piae4selqpre a- ..... es dos pa ente l, oA os e u~fcod. . SDB PASSAGE.M. Estiveram nesta localdlade, dignando-se de visitar a Redac- pio d'esta folha, o que Anui no? honrou, os illustres caumheiros z dr. Aristides Pexeaei de Ledo, inspector teleg.aphicow o trecho do Cariry, e actual constructoi da'linha telegraphica de &; Ma- theus a Saboiro, .e cel. J'osi 'Maia, 4 qu'm agradecemos . geftilesa da visit. Vi vi gi na n- ajo.r .' rne dl Vi-eri o Partiu no dia 30 do mez pro-, imo findo para a capital do es- Ldo, A tratar de seus negocios ommerciaes, o prestimoso cida- I6 ma ir Manoel Victorino da B I i'ICAO Os habiW s da. Villa a Conceizao,; ..I ado 4*-- Bahia. protest a" otra a denami-g 1io de o, Penna, dada AqueUa i6tuarosa.localidade. - E' j urima licq4o qjue not con- sola. - IPolymaab | 0 Exm0 e-Re-dti? Sr. D. Manoel teve a gentilesa de nos offerecer pessoalmente o nume- ra 16 d'A Cr, edioio especial, que Ihe foi consaglada por'ho- menagem do povo cratense, em solemnne comrmemoraCo dca visi- ta pastoral de 26 de Agosto ul- timo. Muito bern Esplendido! Si otrabalho typographico re commendou-se pela nitidez do cliche representando oretrat de S. Exc., e*primorosa impres- sao dos artigos que Ihe foram consagradoa--o litterario. mere- ilv : acreditado commerciante ce louvores; pois distinguio-se est praga. pelos illustres nomes que 9 fi- ie faga feliz viagem e bom maram. -eocio 6 o que Ihe desejamos. Gostamos de ler e applaudi- mos corn enthusi asmo os artigos DA CIDADE DO ICO dos Revdm" Sacerdotes: Em vizita ao seu venerindo Pe. Quintino R. de Olive Silva Ldrinho P'. Cicero, acha-:e ne- Pc" QIu..n... de- .. a localidade a Exma Sra D. Ma- Emilo Cabral i da Gloria Dias. Dr. JoAo Beserra Conhecida e apreciada em Dr. Herminio Botelho Dsso meio social, term recibido uitas provas de cordialissima e-, ons. F. R Montero ima. Pe. Pedro Esmeraldo da Silva Ao so!Ine testgipnho de Academice, M. Monteiro a benemerehcia tambem jun- Pharmaceutico, J. A. de Figd? mos nossa affectuosa sauda9ao. E alumnos do collegio S. Jose. A' AS.IEx.eia Revdma affectu- Contiuua ainda bastante en- osos agradecimcntos pela deli- rmo-o distinct e. vnerando cada offerta, e aos illustres arti- jr. Cel Joaquim Ignacio de Fi- culistas paraben- sinceros Ipelo ueiredo, dignissimo pai do snr. brilhante trabalho litterario. W-t AT- IdoM roneljosde Andrde oe rlgueire- >, conceitiado commerciante, esta localidade. Fasemos votos pelo restabe- imento d..sua preciosa saide o cara a sua illustre familiar e sociedade joaseiretse. S* .. Dianaram-se de visitar a es- RedaccAo-o illustre joralis- e notavel home de !eP s sd Joaquim" Telles Marrocos, i Crato; eel. Manoel Fernan- -s de Amorim, de Milagres; ajores Raymundo Nonato, rancisco Nery, Jose Eleuterio, aquim .Paulo da- Silva, Gui- erme. Moreira, Jose Bezerra, 1. Maria Pereira de Sousa, Ma- LdasP9ior.Oes ocalidade; Maria 4a., lBi a.do6; ps. Josof Peteira de Sousa., center Betaalo de Sousa e cd. nacia Maria .da Conceigio, 4e a-Bella, Esdo de Pernam- 1 0o. : .... .. . Gratos pela gentileza. Novo tYUINO NATIONAL: O .notyel esqriptr Coelho gt cQfter umn Wit? .reis, a rq 9 p ar_ u nv 9 lyA ano cional. x jQlhpr se preste D compasso da music. ALuSTAMETO MILITARY A .commissAo ('e alistamento "itar do Rio de Janeiro ulti- CIGARROS J. PONTES Ao illustre Sr. J. de Pontes Sim6es, agradecemos-lhe a gen- tilesa da offerta, que vem de fa- ser-nos, de um pacote de cigar- rosfabricados especialm-nte corn fumos seleccionados e sem com- posigao. Fumador, os esperimen- timos logo. exclamando As bafo- radas de fumo: optimos, os -i- garros Pontes! Recommenda- mol -os, pois, jtodos os fuma- dores, como nos. Procurenm-nos a Mercearia e Tab.,caria J. Pon- tes, na cidade do Crato, rua do commercio p0 41. ('el. Usee Zombando dos recursos medi- cos e, desvellos da fainilia que tanto o idolatrava, eis que a mor- te, sempre imnlacavel, semp re cruel,. acaba de atirar de encon- tro as auesla lo tumnlo, o eel. Joaquim J. da R9cha. E pelas'quatros horas4da ma- drugada do dia0.do mez em.reu, psiio da Timba6ba, dis tae, ;ifpfB ,s,.d' stake *ns.i o m dA tns upde- . flq Is or d a nibeq^ oL td mos dpss sdsta o 'l.. i ani s ma- -._f a --- P-.-. .'e a ha. , o idei da p.at a meaeU9d. ~m. i e trwqun yb d un ao me, S ns S m s . e e el" 0* A p w Lme dis S Thm Sem uervil-@ cmo rod. Pla ^m^ta&;S ilnen ristAso adra Do a o co idagra A Do me. nps a p ldead. . eniUmtr w&i a do" a o WaO eX Ea s o @ m outros J dfm o- be, ler -o neo irmo as veo, 0ie e mhridi se .Aw1 r .prwe _o ftou F. Mauicur.at mornada d qua poare prviamnte nmas aroel do fde da i bo.ia i. A ojadesbtoiada a a rfhi - -mas mo dometohe prop ..u. nora ea lado. at oo. pls ladre diReito 4L sgoem em o n ra. K prolem-aSS cm na te alh WB A pide tado de filho, qese B fe itic Pa ,,, CPo SE a etiso de so sfre am n o a e a aeias; metumams ian o ~.van e- mounsda m qprireps diieem m fe n Sde e pamr aoleddo omeia debotad or. pe" ixem s ueian d molho paoeta o arnso- hr. ellprafi pcquoaa part. da ia e mord lavem do imeo .wewo0a e umdapo- iado di'sito 4idoem .era *.o*g* .oa- do., dissolvarmeum poaea dom as ap mt- Enror em-an's e(m1 gr. oah r car pa- Aut.s dmmo-leB o u oitio e opsiem m feo arAe sno.' : .a one _ostes-us dPo sd a a erdsoda poo ede , eosam eprviera le rente o ass nA ._ewaftBUnne sabndehBluvsobor- Deizem o objeeto, e i ..__de .'a ums.pot 9We.dums& h"or dicioem da tins um ita aMa or eetetnndio- bxe ell- dma peqaen-a o m9 pur e d do vetido e esgro %d eoa uv lswa ,de d flanella brahe qno-'gemtido do amo. L.te modo lavem priom i o lado- alheo idepo- ia o d Lireit<,,rta bnd lavadro nx ow- to alvo em agua (100 gr. de" -ar pl- ohoectoa da seals tpor aMfe de 20 mind - toa poueo iao Antad qs"e enfxBme eaonmpea pan" iere as -o pte9 lado rewo ao not&ado de soda, as aioW de menoe ado dem e lava m -peo olado'-pn ao. MEDICINE .FAILWAR AIIINTWO I ISNA E" o absintho umn dos remedi- os estomacaes ip s.nl. oga, e e tomado emoform' a 4I e ieli- miia Ps gazpdo estomago, me- 'horaos succoscst e des- perta o appte a eo. Etie ciRnta o n .bocca, quado este. hao pro- vem an de Ma . 1 I- I. . ia-" -jL- -MdaffiAmb o , . .. eee, cuja repira;Ab era ottEdap ge, putridsg ainda mais p'tridos, ha de %4 a novamente cum mawor CHOCOLATE Taoimm-se as sementes de. edau, torram-se e dsdcascam- se. comp aendoim, podendo.er apOvnita eitas cascas pAra Dm chA inutti. i Tomem-se oito. libras destafr bagas que Fe p6em dentro d'mn alsmofariz de ferro, assentado so- b#4 um forno, no quAl se accen- de. um fogo de carvAo; depois qu" o lmofanz se.tenm aquccido. machucaim-se as bagas do cacAu at, former ima pi*a moLe, a juntando->se4hes 8 libras de as- sawr rediido i p6 e Passdo per peneira de seda; 40itavas de baunilha, 4 de canella' e 1 de cravo da India e 1 de flores de noz SPoscada; mexe-fe bern para faser uma pasta homoge-- teat e deita-se em pequenos ta- boleiros de folha batendo corn estes sobre uma mesa, A fim d; eadireitar a massa poregual n'e4 stas forms. Depois de fria e du- ray embrulha-se a massa em a-' ndnas de chumbo; d este 6 cho- colate de baunilha. L A POPULAR 0 Cangaceiro E'esse o mal terrivel Qua. upla o Cariry; SUrnm ma aim 4o grande, S To grande inda nio vi! Mal, nlo ha, se defrobte No nmund, co'esee mal; E'mal peior qu'a peste Negra- Mal intferga! D osam amh! tIde soffre k, d'dwe Wmal, aceio: Bolm, comme .io, industrial, Lavouara e creasao. A VERDADEIRA GRAND ESA Uma veneranda m'trona te- ceu uma c6roa de louros para dal-a ao home de maior merito. Apresentou-se um home de olhar vivo e penetrante, pequie- no de estatura, coberto de bri- thante armadira. -Soube, disse elle,saudando- a respeitosarnent6; que a Senho- ra estidisposta a dar uma c6roa Aquelle que julgar de maior me- rito. Venho ex-por-lhe os meus. -Como vos chamaes? per- guntou-lhe a Senhora. -Alexandre de Macedonia, I quem a Hunpanidade deu-lhe o' nome de Grande. -Quaes sao os vossos meri- tos ? -Conquistei todoo Oriente; venci Thebas em Tyro, no Gra- nico, em Iso e em Arbela; vin- guei a Grecia das injustigas dos persas e immortalisei meu nome mas mais remotas regions da A- S Q..u- foi o movrel das vom sas epresas ? -A gloria. -Que resta de vossas con- quiutas ? orn.zelgZ a gu. eM es, Que assola o t ri1"; Um mal.assin tloe grande, T c aw leinada ~ie II Jacy Um tabellisIe no act d. fazer teetamen- to im wibundo, pe qta-he: _--q btoe iilhoa tern V -. Cineo, mieM, cmoie que mnorerafs dez. -C=mo s chawsma. mforto s? conti- SUno o taibeoli. '-stanlh. amui *n*S trn ml u* om t , ehaz-irn-a... deJat. CAM*erWaMr dons agriltros sobabe a exzj ten appareoucia do estaAo. Diias m in elenes- -e eaton chuvas continuarem asim, pornalss alguns dias,'tudo re6nTgirA da -.2...., erna o outro. m A tr de mir! euaque tenboli dra Unim ujeito, vendo-se em um espelho ac uado-se velho, dirge-ne a um batbiro * nrmada bparar barbs tods. No tim volta-se para o mostre e per- guhnta-ihe radiant: SD-igs-me c aiada pare"to um velho? -Na s tenhor, responded o barbeiro, a- tioa pare unia velha. -_Seu fanatiek, vOe 4 do Joeseiro? -N&o Sainho., -Entio d'ende T? -Fallando com pouco eusino, seu Reve- resOa da PE aia d Egua. - -.- - LA ROSE ET LA TOMBE La PA S dite&a-T- i* m lMre, re ce p k6 j fis, ia M romeb Ua.-puafy dam*bat de mid , L# dit!-rFl Ple e, D c twouq Ao q mamrrive ' fl .Un ange. dd ielt1. Das Leso int. int. . VietorrHago Et erois quM tea coser @'illumine Des prleb qt verset tae yeu r! TU Ma mw A"U -i fo da [gel *iF MIA &F, 0a fA *i e justigs associar lomboiao uemvetj a'p J=ar Pandilairei ~tos tdos parici; saodadies - Ns'extiaguirlAo. \ H=1lle um grand apostolo de A o c i e d a d e mcoridi_ e amor& term ratl. Asociedade transformada, i. mo t" rr -ta trazifotrhou o hoe faet m i"o tiva, vt- O hornem, como toda cousa gand4-o de eas advewrarios poltAl- viva, muda corn o ar que o ali- cos e vando o seu nome s ialtaras , menta. de sointheon glorioso. ment. .fipisdo'lM ao M-; r pow qu lfa E'assim d'um extreme ou- d co o leo ex- tro da historia: cada seculo comn prt de mes sentiments de pa- circumstancias que The sao po. trio'e familiar diioltda do odta4rl prias prduz sentiments e bel- extia e eiedade alsgoant, in- lesas quehe so coaeon el pelas perda irreparavel de less que he so proprias tam-m deus mais dtdicads e leaes bemi; e a edida que a raca hu- servid:.. mana march, deixa ap6s si for- Joausd & Age:' 4d mas de sociedade e sortes. de Al es perfeigAo que se nIo encontram ,I - JWi. de crit, at d ,ost. H. Taine S** A imperfeicao 6, cQngenita A naturesa humana, e, -i nio.o fos- se, comn caminha a humanidade para a perfeicao ? 0 indispensa- "vel 6 que a sociedade conheca os seus erros, para que haja de progredir melhor. Doe 'rMindos D. Antonio da Costa I NEDICTOR.I AES DR. JOAQIM Pl. DEMAN D.. DR. JOAQUIM P. DE MIRANDA SA alma amlaga sente-se doloro- La tHmbea dit A la rose: samente emocionada corm a fatalida- -Des fleurs don't l'anbe t'arroae doimplacavel da morte do illustie Que fais-tu, fenr des amours? e notavel homemade letras dr. Joa- La rose dit Ad la tombe: quim pNte doe Mira"da, occOl6rida -Que fais-tu de ce qui tombe no dia 31 do preximo mez passado, Dane ton gouffre ouvert toujours ? em eei6. . -Nada. -Perd4o ainda Ique eu vos -Ide-vos entio; um home consider um genio como um ho- que derramou o sangue de seus I mem de armas, e ainda que ser- irmaos, levado scmente pelo a- vistes A Patria, e Ihe consagra- mor A Gloria e que, nao obstan- stes osmelhores dias, digo vos te o seu genio, nada poude fun- que a c6roa esta reservada para dar, nao 6 digno da coroa que o merito duplo conquistado na eu tenho para dar. paz e na guerra ju. ta. Alexandre -sahiu e apresen-I Logo depois apresentou-se tou-Ae um home de estatura outro guerreiro de estatura ele- regqlar, tez bronzeada, barba es- v .da, b rba comprida, nariz direi- psia, senmbiante altaneiro que to e de olhar grave, pedindo que apoiardo a mAo direita scbre o se Ihe desse a- c6roa. punho d'uma adaga relusente, --Quem sois? Contae os vos- adeantou-se para pedir a eoro1 sos feitos. desejada. -Sou Julio Cesar, vencedor -Fulae. dos' gaulezes. Corn 30.000 ho- -Chame-me Annibal, filho means vtnci cerca de 3.000.000 d'um here, e desejando reali- de inimigos. Pasqeio Rubiscon, sar grandes emprehendimentos, triumphei das fa46eds'que oppri- encontrei opportunida e tie ser- miam Roma, sahi vencedor em vir a minha Patri, oppondo-me Pharsalia e. promettia levar A ca- A ambicao romana. Fui A Hes- bo grandes empresas "dignas do panha, tom-i o Sagunto, passei povo romano, quando o punhal os Alpes, triumphei doexercito me interrompeu -a carreira da dos consules no combat de giori.. Cannes e, ainda que vencido em -M tastes a republican e der- Zama, nunca me dobrei ao po- ramastes o sangue dos romanos, der romano: foram immensas as maispelodesejo de engrandecer- difficuldades que tive de vencer des do gue por fazerdes a felici- para invadir a Italia. eGrande fqi dade dziPatria. Ide-vos; sois um a consternagAo em Roma, onde home intelligence e enprehen- se ouvia o grito A nnibal ad por- dedor, mas nio. posso dar-vos a tat cor6a. -Fizestes alguma cousa na -Permitti que vol-a peca, pax? disse um military adeaniando-se. -Nao tive tempo para isso. A minha gloria obscureceu a de Sempre achei-me em guerr.!. todos os que me precederam. CARTA ABERTA - (Ao bowem do fimn do m-ado Venho communicWr-lhe, hoje que recebi 'e men amigo ,si6 de Ain- math#a a segainte carta; A. Anigo jdemos. JA JN duas carta suas sobre o whomeido ftm deo mando E gos- tei nfii0. As lapadas nlo foram deste iuado; os lombo dob himeb i ardidS. S6 no fai ajudal-o porque tenho emtado bastante occtpailo. Lo- go que ea desoccupe-nw estarei i seu laW4. Adeas de seu amigo Jos6 de Arimath6aw. Pailpando-lhe o racehbie"to des ~t A, tenho em visia iser- Ihlb ono JU oaigora e corn o.a- nit V Wu inath. -- 8i S.8. quier apparecer em .iti secqAo eRabulices ,aproveite em- quanto aquelle amigo este occapado e muito. Adens no sei at8 qnando, O'homem do fim do axundoA De, olhos, tens, a liz s'apague E te leve o cOxo immundo. NICODEMOS. Venci cem povos, planted tri- umphante a bandeira da Patria sobre a maior part da& cidades, europeas. Dei leis sabias A mi- nha Patria e a teria elevado A maior altura, si. oda a Europa nio se tivesse colligado contra mim par perder-me. . -Que fizestes da Republica que vos ajudou a subir ? -Todos os partidos cons- piraram para perdel-a. Arreba- tado pelo furioso torvelinho da guerra, fui obrigado a reunir to- uas as minhas fortas para evi- tar resistencias que haveriam prejudicado a minha Patria. As- sim triumphei; de outio Imodo a Franga, obedecendo A forgas op- postas, teria sido o joquete das nao6e- e preza facil da Europa5. -NapoleAo Bonaparte, s o i s um genio privilegiaco. Tenoes- vos avantajado a todos que vos precederam; matastes, pordm, a Liberdade comprada corn tantos sacrificios e nao a pudestes con- ciliar corn o vosso regimen poli- tico. STalvez ainda se apresente ou- tro home n'este concurso. Chegou, emfim, um home de olhar grave e pediu a cor6a. -Falae. -Eu sou filho de Miscelau, rei da Polonia, commander as suas tropas; succedi-the por sua morte e no fim de dois 'annos menf! |ue n3c M f . ves I er, ..1,.. o jde alaS ai No- 4. 108, 206, b2, 11, [9Pft,7, RF, 6:-eomw 2...r,121. 188 3 5, 8 SS 385, 89. "38, MEREARA FONTES DE J. POINTS 8BMo s Rua do comagci _? 41 CRATO-CUA"RA Variado mnrtimerto da beMs 6MS, eomsrts. de diverm o uaid a, artibsp todos rnoves-E' feats mwemi oad. onesoutra-ee divers Umaseas do doe, bhi- bacsornaes4 atrsage*--.specla* aereditads 4g"am (mm du ba"TO+ ofWndos' Mudesat Pods. SEGbEDO... Coiapadre 1* ej, JAibe entregof as j( as ique at a poco teIo tinbh em.seu poder ? 0Q9e'do. desci do throne para ir cultivar o campo, e encontrei sempre a ar- te de viver comente em ualq u e r estado da vida. 'A Liberdade e a Lefforam o o meu norte, e quanda vi que estava cumprido o meu deve-, retirei-me,pobre, como c'antes, a confIanir-sme corn os meus con- cidadAos, recusando o poder, que segunda'vee mie i offere- cido. -Como vos chamaes ? -Miceno. -Muito 'bern; sois nwaito dig- no da cor6 toma-a!. I' --Qtem sois perg~ntaram Alexandre, Cemar, Annal, Na- poledo--que vos arrogbs o di- reity de julgar n6s outro ? ="-SiU a Historia, cauas sen- tencas nao .dveis forgar, nem obspurecer. ,Quiz outroS e por minha sentea~a re cereis que nio fuis eduwda ne pelos attractivos. do gepio, eW n por uma gloria falla e perecedoura. Busquei o home de coragao recto, que fez o bem e a felicida- de d'um grande povo, pela ge- serosi4ade e pelo ever. Tende por certo que o vosso ome se. repitira por raes Lyaculos, pordp, sempre gOwi m aaior. e mas indisputavel igio a VERTUDE que e a ladeira grandesa. (Dean) V 7 . MEO- ". . i.-' .-t.-T T a . .4 a--'-. 'W-7 tD AtLQ!A ofe ESTA o B o BiJA A ^ as Q lTE N TNABALH[O DERIMPGEM:AO34OP "'A PRIT A It NT E; Z IMPRtME -, T , CARTAS , CAWTOES DE VISIT RECIBOS.' ;UTULOS, FACTUIAA. - ANNUNCIUS, EeTO. 0 trabalho feito comr today perfei5~o e asseto *a iMachina 'cliciav, send os prejes ram Wcope-k Stencia. , w w V V -- w wA A. d .A. `Wl 4 A..w -w .Aw"w A e - 'I MANOEL VICTOR INO Corn umr variade sortimento de fasendaa, a loja- Acha-se sempre a desposicito de seus ireguezes PRE4OS SEM COMPETENCIA Vende-se tudo pe'o preco da capital RUA NOVA N. 966 JOAZEIRO DO CARRY AI.GOroMI1ADORA PAULISTA CAIXA INTERNATIONAL DE PENSOES VITALICIAS Approvada por Decreto Federal, conm deposit de garan- tim no Thesouro Federal, proporcional ao capital de p -ns-is de , mil coato de reis. 'tegistrada na Junta Oonimercial de Snlo Paulo. Se le em S. PAVl O: RUA S. BENTO, 63 (Antigo escriptorio da Companhia Mogyana) Filial no .Rio: RUA 7 DE SETEMB1O, 113 modernn) (EY J .EGOX.NALVES DIAS E AVENJDA CENTRAL) PRESIDENTE-Sen idor Iaiz Piza, Senador Estadoal ex-chefe de Phaicia e ex-Secretario 41a Agricultura. do E. de S. Paulo. SECRETARIO-Commendador Leoncio Gargel, da irma Silva Beab'a-&, C', dd Fabrica dd Tecidos S. Bernardo. GERENTE--Dr. Claudio de Sous, medico e industrial. THESOUREIRO-Dr. Gabriel Dima da Silva, advogado, espit#iilta, director da Companhia In lustrial de S. Paulo e da Conmpanhia de Povos de Caldsa. ommelhe Fineal Exmo. Sor. Conde de Prates, Director do Banco de Sao Paulo-Exnm. Simr. Coronel Fernando Prestes, vice-presidente do'ltado-Barkfo de Duprat, director da COinpanhia lnbustrial di 8si Paulo-Dr. Rodilpho Miranda, prop'ie.a i6 da Fabrica do Tedlos Are~husina," de Piracicaba e deptitado federal- Dr. Jofto Alves Dima, medico e proprieta.io-P.iarm. L. Pinto de Queiroz, da firma L. Queiroz & ('. (proprietarin da Drogaria Americana e Fabrica deproductos chimico) Dr. Pedro Pontual e ):r. Victor Goddiho capinrlistas. A EOUNOMllSADORA TAULISTA e ama sociedade stl-, comr flcalisaat o do Governo, cujo fuim 6 estabelecer mnta SW VITAktICA M 9., O mS DINHEIRO, aos 8ecs socios. i' iMcAfsa caixAi A e a caixa B. SlKods t faCli,,a A pagan 5pooo de joia e 2f5oo de idade e' t6i dfreit,,nodhim de 15 rnnos, a nina pensfo, Dr" .*r, ma nor de !50$000 pot mez. lOs Oeioe du Caixa B, paga=i 5$000 de juiae 5$000 de ,- q -o- os p 0 gn er AUUUu "-i inhabilite para o trabalho, ser considerado suspeno e nto per- tos o ar o 0 rire. "e'T- direito a neiBo.e tr e- Os paga&nifas antecipados de 1 ann" goza4*m AB raei car t- o e tnder-ew gio de be5/. oa pagamentos dc 10 annos, 20o/o e os pag omen- m o 0,t"torrwt eeradee od de 15 annos., 1.5wo. frte da J, de S / mutuario que s, inscrever unm mez antes do sortein e Ferrer. t 'v a sorte de ser jirenmiado, pagarit aponas pocos anil rei- " tern diteito a unia pensAu plara today a sun vida. .A. Ate dezemnbrolora m soriteadob cinco cadernetas, ou sea 'f o periodo de nove nmzes. A ECONOMISADORA 4 a unica g .i que az sorteios de dos em dAis njmzea e urm grand i s iot niT 11 8ocios inscriptos de abril de 190S a Janeiro 1909:-130200 GR Nenhuima outra sociedade obteve tal numero de socios nos seus priueir A wezes. Cincinato Silva tendo recen- PEDIDOS DE PROBPCTOS, PROPOSTAS, CADER %ETAS E .temente c h eg a do de Gart- NFORMAqOES MINUCIOAS AO *nhuS, ?ernambuco, e aqui se 'estabelecido comr fazendao, "mii Represe itante no Cratosa asl lx p A., &Iem Sb,-no alias e ao respeiEavel public $/ .troae complete e varia4o 45-Rua do Comimercio-45 %sortinmnto em artigos do nmoda, SantaEia.brocados,fustOesi,libhos-l R-A O 1FAT- .Btamines, artigos para presents! CRATO ELEGANTE %riscados diver'os,' bring b'ranco e t S ( 5Ude scores, vephiros & &, e vende S 'Sper preoas reduzidisiniOums. Omais oxigente fregteSco O CRA'T O-C-ARA,> 5dar-se-a corn os seus preqos, en- RAT --CARA ._..a Scontrando sempre agrado e a i Lnja de fasendas grae, mi as, mindezas, Novidades. Artigos- tceridade. p e I Dometic Alta ph& Uma visitan pois ALOJA 0 ERpecialidadi enri Artigos para homens, senhorase creanqa. 3 Cincinnato SILy# I PROS SEMICOMPETIDOR 3 RUA NOVA N. 887 4,5---RUA DO COMMERC01-45 JOAZEIRO-OEAlA 5 ______ 4 deo fa:endsi- mer-adorias, e. ioas. ferrgens ch ipeos. Tendo recebidoldo Ceard um complete sortamento dos artigos acimo ,uencionados quo sao v.endid s pr' preco sem. competencia. con- vidaitodo public para fa:er uina vi.ita a dito estabelecimennto qee se certificard do que d aff'rmad . VERDADIIRO APROVEITEM ! QDEIMAA ! APRoVEITEM ! Joao Baptista de Oliveira. Rua Padre Cicero N. 336 AO BARATEIRO VENDE-SE 80 garrafas vania de vinhn. do- porto por pre;- muito rasoaveli :itratar corn Mano-d Alves Rua 1lo Padre Ciceronno01l.- ATTENqAo!i Joao Victurino da Silva, ten- do de seguir brevemente para Fortaleza,resolveu faser fonuida- JOAZEIRO vel queima em todo o seu avulta- w. I dissino sortimento de faxendas, PHARMA CIA GARVALIO miudezas, molhados, ferragens, Rna do Padre ci crb n'- 44. Por este Anotivo, convida aos Ha n'esta pharmacia um vari- s.ns fregaezes e ao public em ge- ado sortimento de drogase pro- ral a vizitare teau estabelicimen- ductos chimicos, especinlidade to atim de cetificarem.se da rea- phirmaceutica naucionaae e ea- lidade do seuormi davel queima. trangeiras spera-se mn bom Pedetambem aoe ses devedors, sortimento vin T'da':Porttilew. a'traz qon que' venhtil at{fae Avia-Be receitas qaftiquer osems deabitos quaito antes. hlora pro;nette-se ennni 6da pro- uiptidao, caldado e asseio. JOAO VICTURINO Tudo por prevos modi cOaven- de-se nesta pharnnaci. RUA NOVA N?-967 TJA CFI rO-CEARA TRAAE7?r'r o ra t r AVIZO Aps irm oJ 1rnjandade. da Terra Su-.ta ine,por bondadwiratwem depigar anmOi it- .s annual dessa associto,de cujo ever iA se vio excedendo. ; Azeladora MARIA da SOtaIDADV SAPATARIA BOA s ; Joaquim Bezerra Sqbral Esta Sapataria acha-se ,. di pos-i- elio do public e dos am ,gos, e emcar- Iegn-se do todo e qua.quer trabalho ,m coiro co presteza e modicidade em preo"* RUA DOt'RUZEIRO N? 990 JOAZEIRO DO CARkRY Sementes de Manibtbas do Piauhy Amelhor semente da actualidade Dez litos por 2$000-oito .uias por 15$000o Vende Jos Alves da Silva Rua do Padre Cicero N' 3ol JOAZEIRO DO CARRY AGUARDENT E 0 abaixo assignadoe tem n vender'50 ma conmodog L Q'm quiser compral-as derii-A w. em- prgado dasoffecian do Leba Placid de Nore a . Placido de NorOam S/I para faser o ladn a- 4 A Js Joaqifs Telle s Marvtc "1 4briun no dia 1" d SPreqo segundoI8 costume e Spagamento adiattdo. O 4 Inteos, trimestre 12 10200. SExtrns,odap.reparatoro 0, SEscolappi nai" menalite 0 A .'a 'no naemimnto 'ib fit I w uldade e t~mii "" D de iC annos, a n n a I" W. " at Ipode4 exieder pot mezsitv *. : No eAo de ftHeeranatie de cclggar B a 54X0facao Palo% ko6 sesot p" ecesari') a as Contr- bakotquele ivtrfeitol sejrc. Da U 4o C, 6ih qua o. sesw hrdeiros awsisti qq,. . A p nsao epag" ao proprit indiyiauo, ou ao sad pro- eurador legal, ou por teeio de qoalquer Bo qndo mutuario ,ie aetar no extraage ro* 0 socio contribuiae enm dia que fiear ilpoibilitad deO proweguir nas suas entradas, dopois de cinco ann M de associa- ao_ em consenuedt-ia de moletia chronic e intcuravel, que o --- I .l %W-FA:.l L -- 0 JL;A :.. -DOnK-A iAv LJEA mw -0016 a \ dI me rtme dito, que ;n. oedidn n i .... .. |
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