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* r ..^ 7 o ... ,
C E A B A ZAl| O" IG O D ,T .| -1 7 w . _. : . ,.... ,' ,- , CEARA-S-BRAZIL ".DOMINGO, .5 DE SETEMBRO DE 199 I ANNO.I -NUM. VIII o *REBATEx paulica-rie semananraiente REDACTOR=CII'.FE.=-.'dre Joaq'imnl S de Aleneas Peixto. GE'ENT.E =Feli.wnO P. di. Alh near ASSUrNATURIAS So'. ... . ....... ... " *A GA.M-NTOS ADIAXTADOS . ,A nuhi't-'e dp, i'tenreT p1articnlar. OP inurK'w~s dIepenlesin de contranteS, send( o lI.ai4amn'to ad(iant;ado. A rdifte-vo iiao re-orponFI vel pelas pr- bl'cvs& .in Aceteisan-me gflao.4e .iieneieni. lit terturi etc. r-finhaado uwffa. eond1i- Rerio;, "gDrelia typograipnia-Ruu Pact re Cicero -n-. 343. JOASEIRO DO CARRY" PAMOU GLIUTRB Em : alq bp.thetcs =prev*niro rnture coant ral rctalafu ta I5 eaaamil n def Qu-ndo esperava que ao me- nos um CIoS takes ... que procu- raram deixar-me Lin ma posigao perante o men superior hyerar- chico sahisse do escondrijo, on- de a perfidi: e a cobzrdia o em- boscaram; fui surprehendiuo pe- \a carta, que se dig-ou dirigir- me nos seguiwtes telmos: r.at o29 ile Agosto de 1909 l:evm? enr. PadrePeixoto. Safide em N. S. J. Chr:to. Tenho neceessidiade ,reent-(lde fal- lar a V. Rtvm': autts da uinha via- gem para a Bahia; peT? que esperv iaL:a o saMritieio de chegar ate aqn. aiiiaiuih Oa :epo. . E tarei ntsta c.Cdtde ate 4. feira Dens o abenDbe. t -Manoel, Bispo de Thabes Coadjut-, do Cear.. Com. as attenocs devidas ao venerando prel-doda egreja cea- rense, Ihe dirigi minha respost. nas linhas infra-scriptas: Exmi e Revm. Sen'apr, DesvaneceniDo- e com- a ca tinha qne V. Exci: se digndn de*errever- Ime, n.o po-sso deixar de mesmo corn ',ccrifticio 'de miulia saLde e de meus . affiaeres, att-nd(r a '.eu ehamalo. Assim qwe, a man hi, aelia.-ne-ei a. 6 ana presenfa, .. tom' tanta sat.sha = aqunto tnaqr 4. c.oan~Iaws i Steir,lsOeqne V, ExciTiiio se preda- orul ys aanejos de menus iniungos , :,deie ". .. , Qt liomen, Ermo. n ho ri ike na, it;.rnsrn 6 -pirnoa -ttjra - lhe a act tr.d&aL, mulstlailu-a paia terreno ecorregadico dos odios outra de Parahyba, corn ordem les, sao os nieus desaffectos e locaTs e das desa esl s e de faserem.do Crato sea p.nto inimigs que me pegam de sor- An t, e .ira- p de encontro, seu centro de ope- piesa crne envolvem na question. mprensi, ell -9 rirani-se, ditse'.l ait 4urd'na .ii; ti.Lam at r41y'e ute Fra E que me resta!?-Pedir soc- ntt:-Ad nmiiI Qual 6 fim?-Na ignorancia corro!-Mihha Mae! meus iir'it- Qualqiet qune eja o fim da intr'- do s gredo, no meio da duvida, os, meus tios que me garantam .a me _0nven<;o qne V. Exci. t. m perguntam tolJosinquietos-qual a vida.-Oue esta gente saiba que ,aradar itl.gad u au.e diies~,a- o ofm?! vosso .filho, vosso irmao, vOsso para dar i .qadd UU 0"l"e e, send?, ao*mesmo temn o, jut-i a a), Acabarocom os cangaceiros,. obrinho nao e umrn co sem do- .. '_ .. Jisem uns;-batero fbnatismo no. SDe V. Exci" Revnim, do Jo:zeiro, murmuram outro-; Emquanto ao mais-nao e a SIBam. Sab.e Am. Adm. Apr. -dar um ensino aos agitadores mim, nem ao povo do Joaseiro Padre Jaqirimn de Alencar Peixotv da Auror !, oinarnm terceiros. que possa dar cuidados a hypo- SE .. ..Eo spirit public d !bate-se these d'um ensino aos agitado- Jpazeiro, de agosto de 1909 stiado no meio 6'essas con- res da Aurora. Cumpri rmina palvra, e se- jecturas, cada qt al nm.is affli- Apenas perguntamos=Paz ou 1ur ,mtc:-.t, demorei-me mais de tiva-. guerra.? uas horas em ,onferencia cornm Acabar corn os cangaceiros! Em qualquer das hypotheses S.Exciz.; pois preciso mre' fo De n cumpria-me prevenir 6 future arr sir um por un os artef c S Si de todos os disp.em contra calumnias e calamidades. da inqu;d2i e assentar em b.- dresses elements de reaccai, ses solid.s osa utemi de ini'haiW's entire as potencias que se cho- .Joaseiro, 3de seembro de 1909 ,o^tris.et dle maint omnimi Int. cam, e se estremecem nas oscil- Padre Jonaquim de Alenear PElXOTO aernn nt nos. laAes politicas-excusada, in- SPiz, pois, o que f-zem toGs justificavel, co,-pletapente inca- os lhuct;d-ores da vid.: defen- bivel, a intervenga"o de forgcas M"' ONST .em-se e jus-ificam-see. soelr. estranhas. . grandeza da luct, firmam No mesmo piano de vista o (A Mom. ze Coate Adthe) grandeza d'a'ma que vence accorJogetal previne o futun na mesmo logar de envolver-me a bouche es ene de malce; sa Assim, pois, mais d'uma vez. em' urnmaquestao rem nuestao. langne, come celle d a vipeie, respor.di i S. Excia. que poderi. A inexequibilidade, pordm, de mor4 sans bruit. :ssegur;.r que eu nao me envol- senielhante accordo e que (da ra- So soule onduit au x es veria em quest6es do Crat3.' sao deser As tristes apprehen- o .osffle condu x e s E para que nunca possami s6esdo esp:rito pu lico sobre as plu xpos et ax endrot ls plus accusar-me de ter f.tado p probLbilidides de converter-se abrit.s, des masses mortels. lavra dada, cumpre-me prever.i- em'lucta de mort- a'scisAo, ha aonstre epiouvantable! o future contra c-lumnias e .- muito, existence entire Guefos e guele est an sepulcre ouvert; namidadLdes em umasitu :code Gibelinos, e agooria centuada le poison des serpents s cache sons apprehens6es affljctivas, em mais que dunca,visando mesmo ses lteres'tal! que a hypothese da guerra fipa os negros horisontes d'uma con- Monstre at vora e amedronta a perspeta fa ag o rao geral do Cariy. Son rre empoine, on regard da paz. r Como, pois, poderia envolver- assassine .t son mugissement tue. Sabe-se que se fillou no pro- ,me na quest ) ? E para que ? Pa- Voila minonstre.. * jectode prcve-ir o Crato -om um ra creal-a, qu rndo ji existed? Pa- Ce. 'est pas tout. contingc-nte de dusints praias. ra extinguil-a, tu-ndoo seu des- Ce monstre abonminalble t terrible Esta nmdida, si fortificava Os feich, pertence A factors extra- est; per ainsi dire, animt paia cet Romanos, punha em sobresalto ordinarios e desconhecidos? esprit qui ddprime l'hnmilite dn Pu- os Albanos. Andou mal a intriga; mas fi iblicain pour exalter sa suppose ji- E foi sempre assim a descon- co-lhe agradeqido: forneceu-me Qt;.ce, -espritd'orgueil; qni accuse aanca e a prevendao entire po- o ensejo de asseguraraimpos- et condamne la chaste iinzanne 'par vos vistlthos, sempre' cisd,<: s bilidade de envolver-me na le faux temoignage de deau lascifs seu predominio-sempre em lu- questao. uges,-esprit de depft; qai conduit eta constant, sinao para alar- Alem disto, todos sabem, to- At- a prisonl'innocentJoseph d'Egy- gal-o, ao renos para fasel-o res- dos comprehende a que proyo- pte par la perfidie d'une impudique peitado.. car a conflagagap geral do Cari- iemme,--esprit de vengeance; qui. Nao d outro o prisma.da. situ- ry,comecal- sustenat..-aem par- prononcel'arret de mort contre Mar- a.o politiea do Catiry;. e t.o te ou in totum-nio d taetfa pa- doches'et foute sa nation par lei in- periposa que nao deiLa a pint- ra imaforga v'olante de,200 pra- sidiensws uiacjinatioit du sqperbe guem o direto de neutralidade. as apenas, nem comnmettimento Aman-.,grit, a"e.ft!.ssemient;I Que.n i-ao e por ni.m. e-,6Ai- de pnidenciiapara h.memns que uni fait deponiller Miphiboset de ses tra mim: nau ha meio term. pisam em t. ra alheia, biens pur lPintAme accusation de Si- Vive-se entire a espada e a p- Insubsistente ,pbis, a primei- ua,--esptit aeupidit; qui fait met- rede, nrs angustias da paz at'ma- ra hyrothupse,meu espirito sente- tre & mort, enfti, quatre-vengt-cinq da prauas n oconveriteu o Cr ,Ltr cgustiado pela-dqoIrosa expecta- les prices sanguiuaires de' Saul,- 1pro,. tArmn4b.a nao ueiKa de ser tiva da hypothese, que mait e ,sprit de exrvilite-et flatterie. menos fflic:Lvo panico do. es-, mais se-ccenti6a, de ser aggre- A'ni6, ainsi, de taut d'esprits prito pubhco. dido, espingardeadace rifladobob iaunvais, i1 n'est point d'harme' ie I Sim, agora mesmp pgreda- o infernal charivari dosrinsultos que ce monstre de I'enfer ne defasae;. se ao ouvino do ,.mago, que 4hi e apodos,dos impiopedios,e doe- il n'est point d'ordre qu il ie ren- vem para o Cariry uu..s forc..s tos de fanatismo reiig.gto. verse; il nest point d'amil qn'-il ae Voluitc-, u.n- uc I'c nam.,umo, Aqui, sim: nao sou etn, sao el- conipe; ii n'est point de discord5 .j qu'il ne provoque; il t'est point Win- Icendies qn' it n'tlfe; il n'.it p-. juint de manx, en an ipot, qi'iq 3Bo;. " casionne, ni d'attentats qu'il ne on, me$te. . " :Eh! que de victims 'ariA gw 'a. ce monster Winfernal ?;4 4 'r~'qIft'4 : lei, nt marchandqui cnoao . a prosperer; se trouve sonIadin credit, et, livr6 an d 6espir,.il,14 fin a sot existevee. LA, un-msgi.trat on fonctionnae" palic, qiti vivait heureux, en aeco-'. plissant ses devoir's,deehoit doe l'1Q* union publique, tet se n presfie ians 1' impossibility decontibner sM respective tbnctions. :t Au loin, un ministre lde I'autdl, qui attirait les fidAles par la mii6-.de sa doctrine, se do dans sa noble mission, etoefp li , z7le d'apbtre, on selen l'expree d'un saint PNre, enterre on cadhi S1ii sa' propre dignit.' , Plis loin, unejeune file rt -' -se, ou- nzn*al ow n ute,-v sait les dfkiceas a.sl iTtifsI I- Vloire de sdn Apoux, s'en velit dats un abime phis nsondable et ple . terrible que lamort ma6me,-daus n - abime de doulenr ouvert apres a w abiini... " ' Oh! ce monstre n'WetA"pigP,.as' . doute, an monstre; c'estun WInou- strnis te que Penfer ne poatitvA - duire, ni plans horrible, ii plmii ae- mirable, ni plus fatal l'haii"utf: o'est la MEDISANCE. - Joaseiro, e'64 setembre 1909- Padre Joaquim do Alencar Peixzto . DATA GLORIOSA Depois da manh* registrarA a hi- .toria mnis umzinodecQ.rriTo'obr'e um dos acontecimentos;de m4is alta :mportancia que se tem dado no proscenio immensp de nossa existen- cia de quatro seculos a da ordem de nossog successes hnimaaos. . Esse dia )embra-nos solemnemen- te aquelle momeivto historic aquelie moment decisive, aquelle momen- to--alma de ihoss redempaio de es- craves da prepotencia... Certo, um dos mais epicos e reso- nantes acontecimentos que se tevqe' desdobiado n'este novo mando que v6a desassombrado, e assombrando mundos, no ca ih o da civilisacg e e do progresao foi a nossa Indeppn- doncia doe rewuo, o nosso canti- co-iI'ada de povos lives que fe tiumbar parat seuipre, d'um A ontro ext remo, n'estas plagas lives ! 0 Ypirag cornm as snas iuunda- iLes de ether e. suas ondulalcoes e luz, doirade plos raiqs do sol, maf- sado pelas tintLs dAi aurora, e bj- .f, do pelas frIcaW azigens que vem do ceu; o Yp:ranga em seas impetos imagestade pllftographa. .st-gtilt tr.a patrni liVre, E oo m iei, dante. din 16r a'dosuae ed Lqt O e E aquelle cant nlior-aWa . I- , :. - .-T -4, *-*._i.:. :..'* :::.* ;- de N - E. nio foi r veihas av6s fat" aos 8 t nhos!.':.. Um amigo Milagres acaba de escrever-me o seguinte: Aviso-1h'e deqi4 6a li quem, si padre ou- seiata, pro- c.rou- in-,rg -6 itW . noel, responabifiaupdo V.,R-a. por tudo quinto tern h:idik!.* alsto 4 certo, porque o ar. D. Manoel conversando com o Cel. Domingos disse :-Ha um vulto bem response .y. ,pelo que tern havido-ef ec aing eu nomn . a Ao que o CeL Doaings res- pondeu:-Si o Pidre Peixoto se envolveu em que-t'ei, foi no SCrato; por aqui ndo consta que elle interviesse de form algu- Quem quer que peja o c 'u ri o tenha acoragem de dt- -' sem'o ;car-.;e, e anpareva de pu- b tio na imprensa ctm a respon- a. bilidade de seu nme. Quando se trat. da-honura e 'da reputaao alheia, nao se po- de ser anonymo, s6.comparavel assassino que se embosca '- para fazer umna victim., e e"dm.r- se d : responsabilidade do crime. Os cavalheiros luctam de vi- seira erguida e se bamem corn o Sieroismo que somente o direito sabe inspirar. Quem quer que seja o meu in- tgan : te, tenha coragem, deixe o escondrijo e- a embascada do a- - nonymo, e venha de public Al 1-jprensa p ra que, possa batel- o e defender. o meu nome de sacerdote e de cidadAo. JAi conheco por experiencia propria a veridade que disse Vi- c or Hup no; Mi e -avei, afir- -. mando que em derredor d'um bispo se agrupam muitos padres sem m-rito, como esses ofliciaes inferiores que cercam uam ge'e- ral, adulando, intrigando, enre- dando, empurrando-s r'acotove- lando-se e genuflectindo para pegar-lhe no estribo, no intuit de conseguirem access e pro- moiAo e amisade A custa de ter- ceiro. Quem quer que seja, pois, o intrigante, adule e engrosse; mas nao intrigue e venha, si 6 homem de bem, a arena, oode se baterm os luctadores honra- dos. OfficiLes inferiores pecam ac- cesso e proiOao,% qAe -atao no svdireio' de pevadUee mas s se r baiem,. s _.egra- 4 as villanias Arat jpega e A` Fiero i lD db Padre Jaaqia d*o V^jXWOJ %MAe do povo, acahon-.se-te;imartfi; . d ia ahtp m -rad n .tl n. i D. Ptdio de ALCANTARA Consta-n' s que certos movos de ".imilia fazem 'paree dessas seren-tis oui ainte de satarlg- zarr4a "de ,,' Y'* de senza- la, pondo as aim emn evidencia a sut pmoca ou nenhuma educa- cao. . B' de esperar, pes, que as au- ceiftiedes-locaes tomem em de- vida -clisiderado a just recla- maca6 do piblico. z A MAIS BELT A PEROLA DO IyUNDO ,Achou-se por.acaso nos Es- tados U-idos. Colhendo nas communs, uma mulher achou a perola em questao que tern per- to de 2 centirretros de compri- iento, duma cor rosea viva e a fornia d'um pera. Depois de ter observado que est is cousas nao acontecem si- nao nas margens do Mississipe, accrescentaremos que a perola fo' logo vend:da por 75 mil fran- cos ao agente d'uma grande joa- Iharia de Chic go, que agora pe- de 200 mi. A esta perola foi dado um nonie; chama-se: nha Marian. a(Rai- nma r ep[o0 uAt. eg 1.1 no sn o.narad co asuu s as visi- do estado. tas a 1 ta Redaccao: cel. Joao , (Os ehos A eipoucar per aqui o Franrg Leite.dceAlencar, cakns. POLIGULTU A confirmam. Manoel Cardoso deOl:veica, Jo- -'*-'- Foi urma verdadeira apotheose. si Maciel do Nasclmqnto; Ma- A CANNA (pe bem:r qpe merece 0 notavel demoielles Maria Gon -alves Ant st t Sobiera, Barbara Cardosa do PLANTIO DA FLECHA Ao ExAm. Sr. DManol. as ns- Amaral, Petronlia Cardosa do T o sas sandaoGe hnmildes, mas cice- Aa T- o os que, entire n6s, se -naral, Adjlia Sobrcira da Cruz, drt nobre e labo ih s ;a rorfin-co SAde.lia Sobreira"de Figueiredod, da cultural da canna e do fabri- Elisia Cabral da Cruz, Anna Eu- o da raadura, queixam-se do SasinaCorreia. Constancia Ma- que em lr Me Martinha I A- pouco desenvolvi:nento que tern _-A._. S galhlesde e Martnha Au- ,tido as .a a, principalmente, S- 0=2~1 0" gus.a de Almeida, Maria Eudo- : Cii d'Assumi _joAina Tertu nesses ultimos temrpos. 4 I. e g d n a Lu. P o-s beem! urn mero qu, temr (ina de, Jesus, Isabel da Luz, c.d, .om. r d, .ho- 1 S, J <_ dadio,, Como- rsul:ado omelho- Maria M. gdalena; Francisco Jo- .... ....... e; -rancisco Joramento das ct.nmns, d o plantio Esteve, em visit ao.Sr. D. se de Anurade, Landimiio Souto di flech, .-ass; Mar oel, na visinha cidade de Pereir-, Antonio So:to Pereira, Em peuenos c es Barbalha, regressando p6s Jodo Duarte, Antonio Felippe se urn puc de terra co mum esta localidade, o nosso Reda- SantiaAo,Antonio Jose d. Mello. ter os agrico mu 0-..dos terrenos- agncolao muito ctor-chefe, Padre J. de Alencai Grato 10 confcs. amos. bem pulverisada, collocando-se Peixoto. _f antes no fundo de cada cai- MANTEIGA EXCELLENTE xAo alguns cacos de telhas e um pouco de folhas seccas. Da iresma cidade, onde de- 0 distinct mogoesr.Joaquim pouEm cim a da terra que se n morou-se alguns dia,, regressou de Lifta, activo agent commer- vela corn o auxilio d'uma peque- o virtuoso e benemerito Padre cial na cidade do Cr; t-, teve a na taboo, semei-se a riecha corn Cicero Romao Baptista. Cu-n- gentilesa de offe.ece--nos uma maximo cu.dado e depois cobre- primentimol-o cordialmente, fi- amostrade excellent ma:xte:gaa ligeira caada da lianlmente. de pto le;te, prr u to das fa- mesa terra, opera etmda que sends ncionaes do Pauh y. se faz corn o adminiculo d'uma je*M, ma r. A- aceeitaao go'al que tern peneira de teia de aranme. tido no commercio do Crato, co- U a vex terminado ese ser- Acha-se nesta localidade o mo em tola a parte, 6 uma pro- o, procede-se a primeira rg nosso fllustre aniigo e notavel va cabal de que essa manteiga e vIcorn upr ""g a primeira rsga jomalista Jos joaquim Telles um pMducto superior e portisso m umVe rrigaor nissimo. Marrocos, digno director do ,ol- a recommendawos nao so ao fe amosr mgora comro se deve legio Cratease. cornep oQ imp6rtador d'aquella dos tzer a ros rebe trarspantnaao Cumprimentamol-o. pray, de seu agent o refi- dos tenros rebentcs as cannas. ridosr:. te Lima, como En pequenos vasos de barro AULA NOCTURNA PADRE CI(Eit0 cambernao e itaver public collocam-se alguns cacos de te- lExperimentar para crer. Ihas. folha seccas e em seguida No proximo mez, de setem- xperentar parcrer. terra bern sessada. bro, abrir-se-a, de novo, esta au- Depois corn "ma pequena pa- la qu- jai nao est fuaccionando,' A BIBLIA lheta se tiram dos caix6es os devido ainda. aoasv mcommodof brotosinhos de cannas, e corn de sa6lde. e nouse. Redactor- 0 ;! Ricado Dichson fez grande cuidado para nao offen- chefe. este caiulo. empregando n'elle, ,der, nem de leve, as novas rai- epe'I.~a o de -8 ara.os oit- ho- zes, e se plantain tm os novos ras p3 .asos. rzs a ". *^ 0 mez mnais proprio ara Pedem-nos corn stencia 1....31 plantamoda eclia em Bparba chamemos a attenc.o das aucto- A pa J.ehod ...6.855 vezes dos 4desempbro; em Campo ridades competente.4lbre umas ., PI~s .......,. 773.662 SAo Paulo tambem 6 neste ez. serenatas ao as Pwp tamen- l- o ", ,6.0 Entre n6s. porem, apht e. e e-hor, nm A, 2.-....: . id deve er feita em agotd, gazarra inferior percorrido as" q~:~.~l' f. PF' :A .a plantaao A feita ngas .lad e.".uban- I m :_dePo pj-da . d6,.desart'e, 6t4 pubfico, F. A o aIech:. d. *-- 4?-^.- ^ ^ * . -. ,I. Aeha-se, de vreente, no Cr1: to ponto final de sea tiabalho. apos- tIicos, o Eu='.' or. D. Maniel An- tonio de Ol:veira. Bispo de Thabes, Coad u tor desta dioc-se. A' jnugarmos pelos prenarat'vos qne vin-s na vis-vnha cidwad, .9. Ex(a. t-ve all man recepe.o estrondo-a. ~_ __r__ _M -, t t .;. de Mlk de papel 9 sregses a e-6o Ri nmodo que a eeodas passem hiunii Uof -0 woto da mesa.. No papel mostra -Ase- lop uma list suja; recnes-n'o std a eova o Dio sojar maiu I.LOavm a eevas maito. j ea m o agua morna A qual add ieiossn ram& oler de aleali volatil para eada meio litro de agua; lavem somente as soed porqae as costas e o cabo perderiam infalivelmente o-verni. . Os pents muito rjos tormam-se irre- prehensivelmente limpos seado lavados nesta agu . COMO SE LIMPAM AS LUVAS Consertem priviamente as eosturas descoeida e ae botOes amarad-. ou bamnbos e ealeem a luva. Embebam ama pequena esponjas aseiada do hbeaina e passem-n's repetidas reses Nebre a Inva; depois enxagnem aeo m r paono limpo, prendam um cordao A ean do .t4tio e pea- durem em lugar arejado, mau nio expos- to ao sol. Antes que euxugue completa- mente eal(eOn-n'a de novo parr impedir que se fonrmena rugas que no deappa- reeerimm -a-ia . Umas mAo de madeira seom o dedo pol- legar moved o (de modo que a mAo p"sa Serviw iow- qVaMfetaeigj^a lva direi- ta e a esquerda), e da msfor t i Wie; sobre ella lava-se a lava e deixa-se att enxugar completamente. Para evitar as manstas indeleres nas pontas dos dedos procedam asim: viiem os dedos da liva .a sora. up b6a camaddsgiw bntm 3nm a asebas) sobre o lado avesso da ponta do@ dded. Para tirarmaanchas de m6fo dollequem as lursa bemrn aberta ema. um latinl.a relativan te grande, na qual deposited prtviamento uam pouco de sal asmmoiaco. Fechem hermeticamente; em dois dias te- rAo desapparecidotoda s manmehas desa- gradaveis produsidas pela hamidade. Para eritar que as luvas se eandaream deve-se de qando em qado calgal-a e pingar sobre a palma algumas gotae de oleo de amendoas doces on de g ee rina para e estregar em todos os sentidesco- mo se lavasaem as maos. MEDICINE FAMILIAR ALBCRIM Pisada a plant com as folhas, ex- trahe-se-lhe o succo, o qual mu*tora-- do com agna applica-se em clytere aos enfermos de febies malignam As flores dentro de urn fras&o corn an ponco de assucar candi e post so sol, per algamas horas,o liquido ne apparecer, applicado aos othos, a-. reia a vista e cura as besides. Piadas as flores corn ur ou ais deutes de alho e infundido tudo em azeite dace, em am vaso de Ibaa vi- drada, passado pelo fogo, 6 um ex- cellente remedio para crr a par lysia, friccionando as jartes leadas. 0 alecrim, tomado em cha pela manhi em jejum, e unm preservativo da apoplexia, conforta o cerebro e os nervos e alegra o coracao. Melhor ainda 6 tomar-e urna at6 4es oitvaw do liquid; .,r:I.4w (as ofteras- flires e das fl1ias. BXTRACTO DO CAFt Infunde-se lima libra de af6 trradoe socado, 'oS-dat gar- lifite ;a od e I- a ., . :':".: 4 ~, V 5., ___~_ ~~____~__ ;_ ' : ._ -Aa ^ .., ": " ""A .2:-- -,-. ..:. : .:- gg it 0 REBATE untada coli gordura: depois de fria embrulha-se em laminas de chumbo; quando se quiser aetr uma chicara de cafe, basta tirar- se um pedaco d'esse extract, e dissolvCl-o egi uma chicara de agoa muito quente. A alrnmaperfuja a nossa mo- cidade. Das Ondas Luiz Murat A guerra e "a escola da digni- dade; mal dospovos que nao tern victorias ,nas suas. tradicq6es, nem ambigAo de cambates no pulsar -as velas. Das Inst. prim. Oliveira Martins * ... O curso tranquilo de sua existencia era como uma cama,- da ne neve que cobrisse um vul. cdo quase extincto. Do L'dme d'enJant Tb. Dostoiewsky Eu comego a me restabelecer d'essa longa doenVa da vid"i; eu encontro tddo no nada de tudo. Do Timon d'Athenas Schakspeare * ... Na amphora de oiro onde a arte bebe ainda hoje pela epo- Cpa homerica a poesia dos deu- ses, ficaram algumnas gottas su- Llimes d'este fel (exilio) que ti- nha de estriar seculos mais tar- de em laivos de amargura no pa- raizo de Dante. Dum Liscurso Ruy Barbosa CARTAO DE PEZAMES Maria Pinheiro Amiga! recebi o eartlosinho qne dignaste de enviar-me, agrade- cendo a humilde offerta que te fiz de meu retracto, e, k um tempo, coi- municando-me o passamento de tua amarel Titia. Ai!querida! Asagulbas da d6rque te feriram n'alma de mot;a sensivel e delicada, feriram-me tamnbem, aingoaudo- me o corago. Sim,minha amiga! senti pro- fundamente o goip e sentiste corn o tres- pause de tua adorada... Para uma d6r tao ;rande, grande refigna~Ao. Resigna-te, po- is, querida! e acceita aqii, triansuiettindo A as de tua exeellente familiar, as condolen- ias de Tua amiga pelo coragae Izabel de Alescar Peiroto Crato, 26 de agotto de 1909 JUSTA DEFEZA Nao ha maior prova de ele- o do espirito do que a exi- cia da lealdade-eixo mo- em torno do qual giram to- os sentiments que constitu- felicidade dos homes, fir- do o equilibrio funccional classes de que se comp6e a de. bsolutamente nao se pode ber a existencia da ordem evolutiva das classes sem a existencia da le- de mutua entire os seus bros. ma 4 a consequencia inevi- da outa. Asim como ieq indo physi- co uila' affinidade de origem. e. stabetece a a.. agcWp .dos ato- mos para, formpa 0 4a mo- leculas dos co pq, no amuido moral a lealdade, o factor pI mordial da uniso en*re os mens que constituent as corpo, rn 5es investidas de altas func- cpes. Em todos os temoos, d'esde a epocha mais remota, quiando ainda imperava a barbaria pri- itiva,os fa tos evidenciam a sua existencia como umra das mani- festages natural Ado espirito. Hoje, mais do qui nunca, coin o espancamento das trdvas da ignorancia pela civilisacao, ella constitute uma das rnidimentares disciplines da educaao dbme- sticatal e a sua utilidade no exer- cicio das responsabilidadespubli- cas do home. t,portanto,f aseado nestas con sideraV6es que fago,e extranhan- Jo a ui igular contrrdiccao que noto na deslealdade commet- tida pelos revs. padres dos nos- sos sertaes corn so Padre Cicero Romao B.ptista, que meu espi- ritaose revolta, e venho, de pu- blico, cump: ir um dever de hu- manidade, protestando contra tamanha injustica. A 'mitto que os revs. missio- narios, sLcerdotes que habitam Jistante, vindo, pela primeira vez aos nossos sert6es, ignoran- do, por complete, as rondi6,-s de vida sertaneji, desconhecen- do, portanto, o prestigio e a uti- lidde de certos homes, e mais ainda, eivados de preveng6es pe- las malevolas informa;6es que ihes sao) dad is, se externem de um mcdo pouco lisongeiro sobre a dignidid- do Padre Cicero; mas o que nio posso admittir, o que ,por demais,ros causa revol- ta, e a attitude pouco circums- pecta assumida por esses sacer- doles em face de takes factos. Alguns, nao querendo pertu- bar a paz da consciencia, nada accus-.m, nem defendem,se res- po isabilisando somnente pelo si- lencio que guardam; outros, ao contrario, levianamente, naotre- pidam em atassalhar a dignida- dade de um seu irmaode habito, um Padre velho, por todos os titulos respeitavel, credor da es- tima e consideraiao de todos, corn referencias pouco dignas. Desde a cidade de Lavras, ate' aqui a Birbalha, tenho observa- do, que uma das maiores preo- cupag6es dos revs. missionariob e dos s cerdotes que os auxili- am, e convencerem o povo de que o Padre Cicero criminosa- mente intretem o fanatismo em Joazeiro, e que o unico meio que se imp6e como media repres- s6ra e a ua retirada! Ora, diante de taesproposi- cOes sou forc:'do a estabelecer o seguinte dilemma: ou os revs. padres que auxiliam os revs. missionaries na Excursao P..sto ral accusam injustamente o Pa- dre Cicero, diffamando-o, poi falta de altivez e independence ou 6 fazem por perversidade. Em qualquer das pontas que se colloquem tomam-se rios da maior culpa, porque aos padres cumpre o dever de dar o exem- plo edificinte do amor e da ver- di de, de accord corn os imma- culs ensihamentos da Santa Religilo Catholici, Apostolica, Romana. E serl possivel que descoihe- cam a integ. i lae de caracer do Pad'e Ci*eio para tascarem- n'o de fanaico ?? Urn pensamento de tal ordem nio deviam revelar, porque, so- bre ser injusto, corrompe o e-pirito religioso do povo, pa- tenteia claramente a decadencia da classes que, pela sublime mis- s1o exercida, possue enormes responsabilidades contrahidas perante Deu e os homes. E porque os revs.padres,mui - tos dos quaes frequentam a ca- sa do Padre Cicero, nella encon- trando todo carinho, tododesvel- lo, e algumas vezec ate o cons6- lo para as suas afflicqfes; prefe- rem, ingratamemte, occultar os actos de benemerencia por elle praticados, corn grave violagdo dos preceitos reguladores da ho- mogeneidade da classes sacerdo- tal, e que venho, pela imprensa, estribado nos direitos que o bom senso me confere, f.zer algumas consideraies sobre a concur- rencia de romeiros ao Joazeiro, a s"a utilidade e o papel que o o velho Padre represent junto a esse povo, afim de que; uma vez por todas. desapparecam os commentaries extravgantes que avultam em torno do seu nome. Eil-as: S:, nos tempos cala- mitosos da secca, o povo batido pela fome,sem pio, sem lar e sem roupa, quando abandonado pe- los homes e pelo governor, en- contrasse ao menos pos. vigarios das respectivas parochias urn seguro abrigo, necessa.riamente nio caminhariam lego.is e lego- as, affrontando os rigores da maior desgraca em busca do Joazeiro. Si a viuva e a casada, a or- phi e a donzella ameagadas na sua honra pelos Lovelaces da epocha,encontrassem ao menos, nos repe-tivos vigarios a miseri- cordia de u"- amparo para sa - varem-se da prostituicao e da miseria, necessariumente nao procarariam o Joazeiro. Si, quando la chegasse, con- tinuasse esse mesmo povo a sup- portar os rigores da f< me, si proventura morresse, e fosse preciso que a policia mandasse enterrar os miseraveis c..daveres para nao!erem profanados nos ta- boleiros das estradas, (porque,di- ga-se a verdade, a caridade ho- je so ex!s:e nos livros ou diluida em palavras) o Joazeiro estaria complete mente desert. Si, q,,ando os miser..veIs em giupos, suppli-assem a muitos viganrios umra esmrnla, e este nio Ihes dissessem: Vaopara o Joa .seiro qae seuPadriaho z Cwero & qawm tern para darn-estou cer- to que li nao chegariam. Si o Padre Cicero nao fosse amigo do rabalho e do progres- so; si se preocupasse, cavillo- same.ite, a explorer o povJ que d'elle se acerca, talvez ainda h .- je estivessem despovoadas as serrrs do Araripe, de S. Pedro e tantos outros logares do nosso Estado edeoutros, paraos quaes elle envia os romeiros, fornecen- Je-lhes os recursos precisos pa- ra o inicio e coste:o do trabalho, muitos dos quaes sio hoje abas- tados. Quem conhece o se, tio, sa- be que os mais ricos, nos tem- pos da secca, approveitando-se Ja miseria do 1 ovo, fi r.aeceith um pouco de semente do legumes para receber a metade a safra;' que a rosa do pobre iolada para o ,.do do rico comer o que deverit 4 atar-lhe a fome e c.e a Stroca IM re t a far finam .-se d eseq En tanto Padre Cicero, re quo aemsa muiteoto con para 4kenefici ainda `im, e s college e irmaos de habito que blica, porque o p elle retirando-se -de Joazeiro, a d'ellasseesqueS religian se eleva, o respeito se Casas de tt mantftt e o progress se accen- sao verdadeiros I tfa deiros ninhos on Verdadeiro paradoxo.! abandonaga e ; -* Si o Padre Cicero fosse um dos arminhos d sace-rdote cavilloso, embusteiro, deviam ser victim hypocrita, usurari,, maluco, con- navel abandon forme dizem os inimigos da ver- da religiao. dade, em tempos de grande agi- 0 Joazeiro 4 taaio political, quando as local&- que possue quai dades d'esta zona se estreme- casas e uma-pop cem ao peso das ameacas, a sua e cinco mil alma presenga nio seria a bandefra dizer, que d um; de pat, nem a sua palavra seria ci 1 e, consequei acatada e respeitada pelos vul- fonte de rendime tos mais proetian ates. : tado.. Si o Padre Cicero fosse um Portanto, son revolucionario, ap. se aharia elle, o PadMre ic no ultimro qaralda vida,'doen- dor d'se iud te, a emprehender viagens pe- mereceria os app nosas para suffocar rebelli6es, e dos seus collect que nao terminadas, determina- Alem d'isso, p riam os maiores prejuizos, e, gao que tao i perseguido como tem sido e con- cornm a religiao, p tinia a ser, jA teria se revolta- freguezia regular do co"immelhores elements que o que mais aind; outro qualquer, pois 6 o unico razao da desleal homerm que tem real prestigio ctivos sacerdot< nestes sert6es. velho Padre. Dizem que elle vive das es- Ora, diante d molas dos romeiros, occultando, de benemerencia porem, que 6 elle o maior lavra- ral que o povo, dor dos sert6es do note e que nha, em tempos da mais esmolas por dia que re- Ihe uma esmol . cebe. qualquer, render Porventura nao sabem que preitos de home "lie tern plantac6es de legoa de do a mao do seu mandioca, de sececentas e oito- Eu queo no centas bragas de cereaes, de flicto d'este mod canna, de algoddo, e nesses tra- os que deviam balhos occupa grande numero emplo sao os q de trabalhadores que ganham desviar das boa honestamente os meios de vida? ponderacges inter E que o resultado de toda es- Quem,:omo ei sa cultural 6 cem mil vezes mai- sacerdotes comn or que o diminuto numero de es- serg6es tio extra molas que recebe ? de-se em congec Por acaso ignoram os que fre- mente redundamr quentam a sua casa, o grau de soluta da fM, pois cordialidade, a finesa de tra- prehender quet to qua elle -. todos os seus dis- nossa religiao c pensam aos seus hospedes? de tanta desleal Ignoram ainda que em Joa- um seu irmao, a zeiro elle su: tenta grande nume- sao, tao soment ro de families, zel indo-as na sa- quemr nao acre ude, na molestia; bem como a morreu amando mais de cem donzellas, orphis, humanidade ingr casando-as e protegendo-as de- do a moral mais pois de casadas ? E tanti coifi Ainda ignoram que elle 6 que nao falto c quemr fornece o necessario para quemrne animo a o enterramento dos pobres, isto to aos Padres, e, a mortalka e mais accessori- principalm*nte os,comprando-os aos commerci- para que venhat antes corn o seu dinheiro, bemrn refutar os meu como, quem paga todas as des- pois estou certo pezas de casamentos dos romei- nhum corn corag cos pobres! Por acaso nunca viram-a'o Manoel Ferrein confessando enfermos, na hora extrema, as duas e tres horas da madrugada, apezar de velho e Nota:-Amiss Joente, jom uma dedicacao de m is intense ade verdade iro ministro de Christo? to, onde atermar Ja ouviram seus labios profe- as rirem uma referencia, siquer, dif- famatorja d alguem, maxime aos raa us seus coflegas ? acirraros mando E wara que tanta deslealda- ta contra este pa de !? cific oara quem Se efle vivesse prestigiado, tade 1 i tirada como merece, pelos seus irmlos, a-casa de caridade de Missao A R Velha e outros estabelecimen- tos congeneres, prd ctos de es- .. borgos de homes da estatura era " icaridade, alo masdo coNdem- dos Wiiiats uma '4 uma pcvoa0WOL tro sml e tantase dlaqAo de vinte s, podendwd sc ponto %mt-f ntemente, Wma4 ento para o Es-.:.. en - nente, Ow ser erde >lausos do gas. eala sua pop den.ificada vi ode ser ate u mente re a justific a dade dos es para com Ie tantos a L, muito na. agradecido, de safra, ou um prese endo-lhe ju nagem, beij bemfeitor. :' do; entretanto, dar melhor ex- ue tentam nos is normas com empestivas. u,ouve dos revs. mentarios e as- avagantes, per- cturas, que final ana perda ab- Sno posso com- um ministry de :ommetta actos Idade para cornm ictos esses que e, peculiares a dita que Jesus e perdoando a rata, pontifican- elevada. anga tenho de om a verdade, lancar umnrep- destes sert6es, aos do Cariry, m contestar ou s arguments, que nao ha ne- gem para tanto. de Figueredo. laocontin6a comrn ainda, no Cra- *se-A nesses di- nao venha ella ,s d'alli revol- vo ordeiro e pa' a sua mi vogp- limpo. EDACCAD 0 .,, :* ^ - mr- * .* I I+ I 44 r. 44 4 4 4 ,i I 4 I n wrrATE 4 4 D IttAi a 1 ESTA jWVeRQAPA ,T E 'GAR EGA- E DE QUL l R TRABALHO DE IMP sEiO (C0M MAXIMA PRFbTE NITI DEZ IMPRIME CARTAT.I. CA-l-TAE . CABTOES PE VISTA 4 .Q 'trdAlho- t, <-o,, todWa perJeirao e asseio na Aiackhuw c, /.ih,-,, do .os prevos seam compe- tencia. P Tym qsIC ys 4.0,. ed. .: 5, 4 ., A .LL AA..AA..A..A..A.A..AJ4..A A ACO.NO1MSADORA PAULISTA CAIXA INTERNATIONAL DE PENSOES VITALICIAS -'Approvada pon- Dpcr to Federal, comn deposit o ,e garan- tin no Thesouro Federal., r'-wlir-i Registrada na Junta Commercial de Sao Pt.ulo. S le em S. PAl O;: RUA S. BENTO, 63 (Antigo escriptorio da Companhia Mogyana) no Rio: RUA 7 DE SETEMBRO, 113 (nmoderno) (ENTRKGON AIAX F. DIA. : AVENIDA CENTRAL) :PRESIDENTE i-n vior I uiz Piza, Senador. Estadoal ex-chefe de Policia e ex-Scretario da Agricultura. do E. de S. Paulo. SBORETARIO-Conunwodador Leoncio Ourgel, da firma Silva Seabut & Ct., da Ftbrica.de Tecidos S. Brniard . GERENTE-Dr. Cladio dtie Soua -medico e industrial. THfESOURERO- -Dr. Gabriel Diam da Silva,- avogado, Scapitaiita&, director: da Coimpatia In lustrial de S. Paulo e da ..omipahiiia de Po.os de CqaSlla,. 4 .. elk. FrleAl - I :e V. I - ,- e & -p , tip - lento, e -n t-- I f 1 Exmo. Sor. Condue de Pratei, Dihreto rg o Banco de Sfto Palp.,Exu"m ,nr., Costa de S.o Paulo-D., Rodolpho Miranda, proprieio ds'l64 riea dd4 Tec los Atretlsina, d: Piracicaba e :.deputadoe tral- Dr. Joto Alves DiMa, miedico e- prprieto--.a-jman. ., -Wto de Queirte, de finala L.Quat roz & ('. (proprietari&da Di Ahnericsam e FahrAia deproduetos chimicos) Dr. Pedro Poutual e .)r. VietUi-Gadi3h.caaqpkiiHs.. ,,,-. A ,11U0 UM (I(tWRA- PAULISTA 6 uma -acie&& soutms ,.giQ elitiageo- Governco,.rneja.fim estbOielcAr.mina RKD1 V1yA CFA p. A, aM uIaw Ro, aos scus ,ocios. Tenm ea (azma .B. .pae 6to 4e joiae2Afiooi de 4^1" h9tim Ale,15.,nnoe,.a untma peuro, Saia B, pagam 5000 de je 5 de W u da Caixa B, pagam 5$000 de jciae 45000 de iNFOEMACOES MINUCIOAS AO Represe itante no Crato A. Belem Sobr2nho 45-Rua do Commercio-45 45-Rua do Commnrcio-45 CRATO-CEARA'. Estabelicimcnto de Fazendas finas, Mindezas, Novidades, artigos de uso Domestico, Alta fantasia, &. & . Especialidade em: artigos para hom-ns c senhoras; obje- ctos para presnes e perfumaria finissima!! Pre LOJA. de fa:en las mercadurias. estia.q, jerragens chapeos. Tendo recebido do Ceard um complete sortimento dos artiqos acima wencionadosquie sdo vendidos por preco sem competencia. con- vida todo public para fa:er uma vista a dito estabelecimento que se certificard do que e' ajfrmado. .PROVEITEM! V .E A.DAIOA APRUVEITEM! Jcao Baptista de Oliveira. Rua Padre Cicero N. 836 AO BARATEIRO VENDE-SE 80 garrafes vasias de vinho do- porto por preo miito rasonvel, ;.tratarcomn Manovo Alves,A Rua dJo Padre Cicero no-301. JOAZEIRO PHARMA CIA GARVALHO ATTENCAo Jnao Victurino da Silva, ten- do de seguir ,brevermente para Fortaleza,resolveu fazer formida- vel queima em todo o sen avulta- disaimo sortimento de fazendas, miudezas, molhados, ferragens, &:&. rragens, Rna do Padre Cicero n'-44- Por este.motivo, convida aos Ha n'est pharmacia um vari- seus freguezes e ao publicoemg ado sortimento de drogas e pro- ral a vizitarem beu estabelimgmen dnetos chimicoe'- especiajidade to afim de cetificarem-se da rena- pharmnace uticieaes- Ocass eran- lidade do seu fomui davel quen&a. gerosvu o -~erase um bom Pede tamiber sou s.s deved,-m,. soitmento .vindo da Foitalea. a tiazaqo que venham matif ', A-ia-se recceitas a qualquer 0os Seus debitos quanto ante aer okh a .r&.omtitA-eo4nImd rant- e s. mptid'o,cuidado esauieio. Tudo2.rr-p;os modicc a ven- dc-se neMh phaiacia. JOASEIRO-CEARAM. 4 0 JOAo VICTURINO RUA NOVA N?-9671 ' JOAZEIRo DOCEARA * *- 1in0~~~miw )- Li LL*t~.t ~e ~E~hI~m5mMu.,.&~)ZK RECI'OS, ROTULO$, . FACTURLAP, _---- L~ ~ -~- -=-----~CI- ;__, JOAZEIRO DO CABRIRY .,AGU .ENTE. . caawjas de agItardeS r tagdrn 50 tnul commodos e l... pregadeo dao do o a ,em Placido de Nores | I jfl A(1 I o MANOELVtICTOR INO SCom mu varialo' ertimentc: de tasendas, a loja Acha-se sempre a dvtlposiolo de scus freguezes . PREIOS 'SEM COMPETEXCIA Vende-se tudo pe'o premo da capital RUA N0 A N. 966 JOAZEIRO DO CARIRY -V-,v v f v..q:. -.. .:: -: I v v te direito,. fim r de 10 anneM a' | OdiA Iexcader de 1O0sOOO por r"nI- . p iqs sew- h"reirod Dk-oB "qc sfWe dier teitoe, g J-urOs. n N 0-n , dk-" &PWep i q.o amuthario estivor em goso da .pe ,. .. e ,Ito. F tiulta, .que anw suis hi rdeiros auMi3fla qOaaq.er -*t. - A 'p d" pagi ao proprio individa U ro Waudor ekaI, ou por intermedio de qualquer -anoo, BUhII o Mutuario bs ael *&no extrange:ro. o. I Omio contiibuinte em dia, que fiear impoubitdo de proseguir na suns entradas, dcpois de cincor ann Mde Ao3 - 0 o, em consequencia de molestia chronic e inceWavel, que o inhabilite para.o trabalho, sra considerado suspense e nao per- e dire'to 4 pensAo. I Os pagamentos antecipados de 1 anne gozam da reduc- < .Ao de 5/o, os pagamentos du 10 annos, 20o/o e os pag umen- tos de 15 annos, 15o/o. 0 mutuario que s) inse:*ever umrn mez antes do sorteio e Striver a sort do ser preniiado, pagara apenas poucos ml ru s I p tera direito a umea pensau para toda a sua vida. I Ate dexembro Iorau sorteados cineo- cademetas, on seja Sno period de nove mezes. A ECONOMISADORA e a umca -que tnz sorteios de dois em dois mezes e'um grande sortejo no Natal ! .jSociostiscriptos.de abril de 190S a Janeiro 1909:-13000 SXenauma to-a sociedade obteve tal numero desocios nos seus prineiros nuezes. PEDIDOS DE PROSPECTS, PROPOSTAS, CADERBETA8 E 00, 01 New _-- A khm ~a~7L;-- ~~-c~.,.~_~~~ IS I T^J 1 . Li(. . S. mMsegno o r me e Sclaracimento,, potU ntender-.e > com o D itectonrM s, >frente da Egej4de S. V'iente 4 Ferrer. | GRANDlE QUfIAI | -Cincinato. Silva tpndo recen-1 tnete c h e g a do de Gart-S S:njun, Pernambuco, e aqui soee e atabeleddo com fasendas, miUwa adeasa e ferragem; aviam as ExE. ramilia .e aQ respetavdl $que trouxe complete e ariado %sortimanto em artigos de mods* %fantazia.broeados,fastges,iinhoans, etamenes, artigos para preoentes, riscados divermos, brings branch e39 #de cores, zephiroe & &,e vendet .por preeos reduzidiuwimos. ; Omais exigente freguewacomm0,m Idar-se-A com os sewo pros, en-5 Icontrando sempre agrado e sin.- Sceridade. W Uma visit, pois ALO4A A Cincinnato SILVA : RUA NOVA N. 887 f JOAZEIRO--CA& , AVIZO Aos irmios Irmandade da Terra Santa que,por bondade,tratem de pagar omil re- is annual dessa associ~io,de cqjo dever jA se vio excedendo. Azeladora MARIAida SOLIDADE SAPAT'ARIA BOA rESPERAN4As Joaquim Bezerra Sobral Esta Sapataria ach-ase A disposi- :o do public edo amigos, e emcar- r ga-so de todoe qualqer trabalho am coiro comn presteza e modicidade em preeoe* RUA DO CRUZEIRON? 990 JOAZEIRO DO CARIRY Sementes de Maniobas do Pianhy Amelhor semente da actualidade Dez lito e pter2o0-eite caias per 1)00) Vende Jos Alves da Silva Rua do Padre Cicero N' 3o1 ,, t i . |'. y .,' 1 ) ,; < '. '*' " ; " ': H '- .. . *. ...A, : . ,, Ci ANNUNCIOS, ETC. QuL.EIAA ! $ 11 |
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