Rebate

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Rebate
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Creator:
unknown
Creation Date:
September 5, 1909

Subjects

Genre:
newspaper   ( sobekcm )

Notes

General Note:
Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
All rights reserved by the source institution.
System ID:
AA00001672:00010


This item is only available as the following downloads:


Full Text
* r ..^ 7 o ... ,

C E A B A ZAl| O" IG O D ,T .| -1 7 w








_. : ,.... ,' ,- ,












CEARA-S-BRAZIL ".DOMINGO, .5 DE SETEMBRO DE 199 I ANNO.I -NUM. VIII


o *REBATEx paulica-rie semananraiente
REDACTOR=CII'.FE.=-.'dre Joaq'imnl
S de Aleneas Peixto.
GE'ENT.E =Feli.wnO P. di. Alh near
ASSUrNATURIAS
So'. ... ....... ... "

*A GA.M-NTOS ADIAXTADOS .

,A nuhi't-'e dp, i'tenreT p1articnlar. OP
inurK'w~s dIepenlesin de contranteS, send(
o lI.ai4amn'to ad(iant;ado.
A rdifte-vo iiao re-orponFI vel pelas pr-
bl'cvs& .in illia'oe8 lhifW, &WiRM a' 16.

Aceteisan-me gflao.4e .iieneieni.
lit terturi etc. r-finhaado uwffa. eond1i-
Rerio;, "gDrelia typograipnia-Ruu
Pact re Cicero -n-. 343.

JOASEIRO DO CARRY"



PAMOU GLIUTRB
Em : alq bp.thetcs
=prev*niro rnture coant ral
rctalafu ta I5 eaaamil n def

Qu-ndo esperava que ao me-
nos um CIoS takes ... que procu-
raram deixar-me Lin ma posigao
perante o men superior hyerar-
chico sahisse do escondrijo, on-
de a perfidi: e a cobzrdia o em-
boscaram; fui surprehendiuo pe-
\a carta, que se dig-ou dirigir-
me nos seguiwtes telmos:
r.at o29 ile Agosto de 1909
l:evm? enr. PadrePeixoto.
Safide em N. S. J. Chr:to.
Tenho neceessidiade ,reent-(lde fal-
lar a V. Rtvm': autts da uinha via-
gem para a Bahia; peT? que esperv
iaL:a o saMritieio de chegar ate aqn.
aiiiaiuih Oa :epo. .
E tarei ntsta c.Cdtde ate 4. feira

Dens o abenDbe.
t -Manoel, Bispo de Thabes
Coadjut-, do Cear..
Com. as attenocs devidas ao
venerando prel-doda egreja cea-
rense, Ihe dirigi minha respost.
nas linhas infra-scriptas:

Exmi e Revm. Sen'apr,
DesvaneceniDo- e com- a ca tinha
qne V. Exci: se digndn de*errever-
Ime, n.o po-sso deixar de mesmo corn
',ccrifticio 'de miulia saLde e de meus
. affiaeres, att-nd(r a '.eu ehamalo.
Assim qwe, a man hi, aelia.-ne-ei
a. 6 ana presenfa, .. tom' tanta sat.sha
= aqunto tnaqr 4. c.oan~Iaws i
Steir,lsOeqne V, ExciTiiio se preda-
orul ys aanejos de menus iniungos ,
:,deie ". .. ,
Qt liomen, Ermo. n ho ri
ike na, it;.rnsrn 6 -pirnoa -ttjra -
lhe a act tr.d&aL, mulstlailu-a paia


terreno ecorregadico dos odios outra de Parahyba, corn ordem les, sao os nieus desaffectos e
locaTs e das desa esl s e de faserem.do Crato sea p.nto inimigs que me pegam de sor-
An t, e .ira- p de encontro, seu centro de ope- piesa crne envolvem na question.
mprensi, ell -9 rirani-se, ditse'.l ait
4urd'na .ii; ti.Lam at r41y'e ute Fra E que me resta!?-Pedir soc-
ntt:-Ad nmiiI Qual 6 fim?-Na ignorancia corro!-Mihha Mae! meus iir'it-
Qualqiet qune eja o fim da intr'- do s gredo, no meio da duvida, os, meus tios que me garantam
.a me _0nven<;o qne V. Exci. t. m perguntam tolJosinquietos-qual a vida.-Oue esta gente saiba que
,aradar itl.gad u au.e diies~,a- o ofm?! vosso .filho, vosso irmao, vOsso
para dar i .qadd UU 0"l"e e,
send?, ao*mesmo temn o, jut-i a a), Acabarocom os cangaceiros,. obrinho nao e umrn co sem do-
.. '_ .. Jisem uns;-batero fbnatismo no.
SDe V. Exci" Revnim, do Jo:zeiro, murmuram outro-; Emquanto ao mais-nao e a
SIBam. Sab.e Am. Adm. Apr. -dar um ensino aos agitadores mim, nem ao povo do Joaseiro
Padre Jaqirimn de Alencar Peixotv da Auror !, oinarnm terceiros. que possa dar cuidados a hypo-
SE .. ..Eo spirit public d !bate-se these d'um ensino aos agitado-
Jpazeiro, de agosto de 1909 stiado no meio 6'essas con- res da Aurora.
Cumpri rmina palvra, e se- jecturas, cada qt al nm.is affli- Apenas perguntamos=Paz ou
1ur ,mtc:-.t, demorei-me mais de tiva-. guerra.?
uas horas em ,onferencia cornm Acabar corn os cangaceiros! Em qualquer das hypotheses
S.Exciz.; pois preciso mre' fo De n cumpria-me prevenir 6 future
arr sir um por un os artef c S Si de todos os disp.em contra calumnias e calamidades.
da inqu;d2i e assentar em b.- dresses elements de reaccai,
ses solid.s osa utemi de ini'haiW's entire as potencias que se cho- .Joaseiro, 3de seembro de 1909
,o^tris.et dle maint omnimi Int. cam, e se estremecem nas oscil- Padre Jonaquim de Alenear PElXOTO
aernn nt nos. laAes politicas-excusada, in-
SPiz, pois, o que f-zem toGs justificavel, co,-pletapente inca-
os lhuct;d-ores da vid.: defen- bivel, a intervenga"o de forgcas M"' ONST
.em-se e jus-ificam-see. soelr. estranhas. .
grandeza da luct, firmam No mesmo piano de vista o (A Mom. ze Coate Adthe)
grandeza d'a'ma que vence accorJogetal pen 6 ;que an n stia o passado ria os m-'rcenarios e nao me da- ue boI "stpee de malice; sa
previne o futun na mesmo logar de envolver-me a bouche es ene de malce; sa
Assim, pois, mais d'uma vez. em' urnmaquestao rem nuestao. langne, come celle d a vipeie,
respor.di i S. Excia. que poderi. A inexequibilidade, pordm, de mor4 sans bruit.
:ssegur;.r que eu nao me envol- senielhante accordo e que (da ra- So soule onduit au x es
veria em quest6es do Crat3.' sao deser As tristes apprehen- o .osffle condu x e s
E para que nunca possami s6esdo esp:rito pu lico sobre as plu xpos et ax endrot ls plus
accusar-me de ter f.tado p probLbilidides de converter-se abrit.s, des masses mortels.
lavra dada, cumpre-me prever.i- em'lucta de mort- a'scisAo, ha aonstre epiouvantable!
o future contra c-lumnias e .- muito, existence entire Guefos e guele est an sepulcre ouvert;
namidadLdes em umasitu :code Gibelinos, e agooria centuada le poison des serpents s cache sons
apprehens6es affljctivas, em mais que dunca,visando mesmo ses lteres'tal!
que a hypothese da guerra fipa os negros horisontes d'uma con- Monstre at
vora e amedronta a perspeta fa ag o rao geral do Cariy. Son rre empoine, on regard
da paz. r Como, pois, poderia envolver- assassine .t son mugissement tue.
Sabe-se que se fillou no pro- ,me na quest ) ? E para que ? Pa- Voila minonstre.. *
jectode prcve-ir o Crato -om um ra creal-a, qu rndo ji existed? Pa- Ce. 'est pas tout.
contingc-nte de dusints praias. ra extinguil-a, tu-ndoo seu des- Ce monstre abonminalble t terrible
Esta nmdida, si fortificava Os feich, pertence A factors extra- est; per ainsi dire, animt paia cet
Romanos, punha em sobresalto ordinarios e desconhecidos? esprit qui ddprime l'hnmilite dn Pu-
os Albanos. Andou mal a intriga; mas fi iblicain pour exalter sa suppose ji-
E foi sempre assim a descon- co-lhe agradeqido: forneceu-me Qt;.ce, -espritd'orgueil; qni accuse
aanca e a prevendao entire po- o ensejo de asseguraraimpos- et condamne la chaste iinzanne 'par
vos vistlthos, sempre' cisd,<: s bilidade de envolver-me na le faux temoignage de deau lascifs
seu predominio-sempre em lu- questao. uges,-esprit de depft; qai conduit
eta constant, sinao para alar- Alem disto, todos sabem, to- At- a prisonl'innocentJoseph d'Egy-
gal-o, ao renos para fasel-o res- dos comprehende a que proyo- pte par la perfidie d'une impudique
peitado.. car a conflagagap geral do Cari- iemme,--esprit de vengeance; qui.
Nao d outro o prisma.da. situ- ry,comecal- sustenat..-aem par- prononcel'arret de mort contre Mar-
a.o politiea do Catiry;. e t.o te ou in totum-nio d taetfa pa- doches'et foute sa nation par lei in-
periposa que nao deiLa a pint- ra imaforga v'olante de,200 pra- sidiensws uiacjinatioit du sqperbe
guem o direto de neutralidade. as apenas, nem comnmettimento Aman-.,grit, a"e.ft!.ssemient;I
Que.n i-ao e por ni.m. e-,6Ai- de pnidenciiapara h.memns que uni fait deponiller Miphiboset de ses
tra mim: nau ha meio term. pisam em t. ra alheia, biens pur lPintAme accusation de Si-
Vive-se entire a espada e a p- Insubsistente ,pbis, a primei- ua,--esptit aeupidit; qui fait met-
rede, nrs angustias da paz at'ma- ra hyrothupse,meu espirito sente- tre & mort, enfti, quatre-vengt-cinq
da Si o contingente de. dq s4is Ie opw0 povodeW Joaseiro, an- deseeidance de Doeg, de pair avec
prauas n oconveriteu o Cr ,Ltr cgustiado pela-dqoIrosa expecta- les prices sanguiuaires de' Saul,-
1pro,. tArmn4b.a nao ueiKa de ser tiva da hypothese, que mait e ,sprit de exrvilite-et flatterie.
menos fflic:Lvo panico do. es-, mais se-ccenti6a, de ser aggre- A'ni6, ainsi, de taut d'esprits
prito pubhco. dido, espingardeadace rifladobob iaunvais, i1 n'est point d'harme' ie
I Sim, agora mesmp pgreda- o infernal charivari dosrinsultos que ce monstre de I'enfer ne defasae;.
se ao ouvino do ,.mago, que 4hi e apodos,dos impiopedios,e doe- il n'est point d'ordre qu il ie ren-
vem para o Cariry uu..s forc..s tos de fanatismo reiig.gto. verse; il nest point d'amil qn'-il ae
Voluitc-, u.n- uc I'c nam.,umo, Aqui, sim: nao sou etn, sao el- conipe; ii n'est point de discord5
.j


qu'il ne provoque; il t'est point Win-
Icendies qn' it n'tlfe; il n'.it p-.
juint de manx, en an ipot, qi'iq 3Bo;. "
casionne, ni d'attentats qu'il ne on,
me$te. "
:Eh! que de victims 'ariA gw 'a.
ce monster Winfernal ?;4 4 'r~'qIft'4 :
lei, nt marchandqui cnoao .
a prosperer; se trouve sonIadin
credit, et, livr6 an d 6espir,.il,14
fin a sot existevee.
LA, un-msgi.trat on fonctionnae"
palic, qiti vivait heureux, en aeco-'.
plissant ses devoir's,deehoit doe l'1Q*
union publique, tet se n presfie
ians 1' impossibility decontibner sM
respective tbnctions. :t
Au loin, un ministre lde I'autdl,
qui attirait les fidAles par la
mii6-.de sa doctrine, se do
dans sa noble mission, etoefp li ,
z7le d'apbtre, on selen l'expree
d'un saint PNre, enterre on cadhi
S1ii sa' propre dignit.' ,
Plis loin, unejeune file rt -'
-se, ou- nzn*al ow n ute,-v
sait les dfkiceas a.sl iTtifsI I-
Vloire de sdn Apoux, s'en velit dats
un abime phis nsondable et ple .
terrible que lamort ma6me,-daus n -
abime de doulenr ouvert apres a w
abiini... '
Oh! ce monstre n'WetA"pigP,.as' .
doute, an monstre; c'estun WInou-
strnis te que Penfer ne poatitvA -
duire, ni plans horrible, ii plmii ae-
mirable, ni plus fatal l'haii"utf:
o'est la MEDISANCE. -

Joaseiro, e'64 setembre 1909-
Padre Joaquim do Alencar Peixzto .


DATA GLORIOSA
Depois da manh* registrarA a hi-
.toria mnis umzinodecQ.rriTo'obr'e
um dos acontecimentos;de m4is alta
:mportancia que se tem dado no
proscenio immensp de nossa existen-
cia de quatro seculos a da ordem de
nossog successes hnimaaos. .
Esse dia )embra-nos solemnemen-
te aquelle momeivto historic aquelie
moment decisive, aquelle momen-
to--alma de ihoss redempaio de es-
craves da prepotencia...
Certo, um dos mais epicos e reso-
nantes acontecimentos que se tevqe'
desdobiado n'este novo mando que
v6a desassombrado, e assombrando
mundos, no ca ih o da civilisacg e e
do progresao foi a nossa Indeppn-
doncia doe rewuo, o nosso canti-
co-iI'ada de povos lives que fe
tiumbar parat seuipre, d'um A ontro
ext remo, n'estas plagas lives !
0 Ypirag cornm as snas iuunda-
iLes de ether e. suas ondulalcoes e
luz, doirade plos raiqs do sol, maf-
sado pelas tintLs dAi aurora, e bj- .f,
do pelas frIcaW azigens que vem do
ceu; o Yp:ranga em seas impetos
imagestade pllftographa. .st-gtilt
tr.a patrni liVre,


E oo m iei, dante.
din 16r a'dosuae ed Lqt O e
E aquelle cant nlior-aWa


. I-





, :. .-T -4,

*-*._i.:. :..'* :::.*


;- de N -
E. nio foi r
veihas av6s fat"
aos 8 t nhos!.':..


Um amigo Milagres acaba
de escrever-me o seguinte:
Aviso-1h'e deqi4 6a li
quem, si padre ou- seiata, pro-
c.rou- in-,rg -6 itW .
noel, responabifiaupdo V.,R-a.
por tudo quinto tern h:idik!.*
alsto 4 certo, porque o ar. D.
Manoel conversando com o Cel.
Domingos disse :-Ha um vulto
bem response .y. ,pelo que tern
havido-ef ec aing eu nomn .
a Ao que o CeL Doaings res-
pondeu:-Si o Pidre Peixoto se
envolveu em que-t'ei, foi no
SCrato; por aqui ndo consta que
elle interviesse de form algu-

Quem quer que peja o c 'u
ri o tenha acoragem de dt-
-' sem'o ;car-.;e, e anpareva de pu-
b tio na imprensa ctm a respon-
a. bilidade de seu nme.
Quando se trat. da-honura e
'da reputaao alheia, nao se po-
de ser anonymo, s6.comparavel
assassino que se embosca
'- para fazer umna victim., e e"dm.r-
se d : responsabilidade do crime.
Os cavalheiros luctam de vi-
seira erguida e se bamem corn o
Sieroismo que somente o direito


sabe inspirar.
Quem quer que seja o meu in-
tgan : te, tenha coragem, deixe o
escondrijo e- a embascada do a-
- nonymo, e venha de public Al
1-jprensa p ra que, possa batel-
o e defender. o meu nome de
sacerdote e de cidadAo.
JAi conheco por experiencia
propria a veridade que disse Vi-
c or Hup no; Mi e -avei, afir-
-. mando que em derredor d'um
bispo se agrupam muitos padres
sem m-rito, como esses ofliciaes
inferiores que cercam uam ge'e-
ral, adulando, intrigando, enre-
dando, empurrando-s r'acotove-
lando-se e genuflectindo para
pegar-lhe no estribo, no intuit
de conseguirem access e pro-
moiAo e amisade A custa de ter-
ceiro.
Quem quer que seja, pois, o
intrigante, adule e engrosse;
mas nao intrigue e venha, si 6
homem de bem, a arena, oode
se baterm os luctadores honra-
dos.
OfficiLes inferiores pecam ac-
cesso e proiOao,% qAe -atao no
svdireio' de pevadUee mas
s se r baiem,. s _.egra-
4 as villanias Arat jpega e

A`

Fiero i lD db

Padre Jaaqia d*o V^jXWOJ


%MAe do povo, acahon-.se-te;imartfi;
. d ia ahtp m -rad n .tl n.


i


D. Ptdio de ALCANTARA


Consta-n' s que certos movos
de ".imilia fazem 'paree dessas
seren-tis oui ainte de satarlg-
zarr4a "de ,,' Y'* de senza-
la, pondo as aim emn evidencia a
sut pmoca ou nenhuma educa-
cao. .
B' de esperar, pes, que as au-
ceiftiedes-locaes tomem em de-
vida -clisiderado a just recla-
maca6 do piblico. z


A MAIS BELT A PEROLA DO
IyUNDO
,Achou-se por.acaso nos Es-
tados U-idos. Colhendo nas

communs, uma mulher achou a
perola em questao que tern per-
to de 2 centirretros de compri-
iento, duma cor rosea viva e a
fornia d'um pera.
Depois de ter observado que
est is cousas nao acontecem si-
nao nas margens do Mississipe,
accrescentaremos que a perola
fo' logo vend:da por 75 mil fran-
cos ao agente d'uma grande joa-
Iharia de Chic go, que agora pe-
de 200 mi. A esta perola foi


dado um nonie; chama-se:
nha Marian.


a(Rai-


nma r ep[o0 uAt. eg 1.1 no sn o.narad co asuu s as visi-
do estado. tas a 1 ta Redaccao: cel. Joao ,
(Os ehos A eipoucar per aqui o Franrg Leite.dceAlencar, cakns. POLIGULTU A
confirmam. Manoel Cardoso deOl:veica, Jo- -'*-'-
Foi urma verdadeira apotheose. si Maciel do Nasclmqnto; Ma- A CANNA
(pe bem:r qpe merece 0 notavel demoielles Maria Gon -alves
Ant st t Sobiera, Barbara Cardosa do PLANTIO DA FLECHA
Ao ExAm. Sr. DManol. as ns- Amaral, Petronlia Cardosa do T o
sas sandaoGe hnmildes, mas cice- Aa T- o os que, entire n6s, se
-naral, Adjlia Sobrcira da Cruz, drt nobre e labo ih s ;a rorfin-co


SAde.lia Sobreira"de Figueiredod, da cultural da canna e do fabri-
Elisia Cabral da Cruz, Anna Eu- o da raadura, queixam-se do
SasinaCorreia. Constancia Ma- que em
lr Me Martinha I A- pouco desenvolvi:nento que tern
_-A._. S galhlesde e Martnha Au- ,tido as .a a, principalmente,
S- 0=2~1 0" gus.a de Almeida, Maria Eudo- :
Cii d'Assumi _joAina Tertu nesses ultimos temrpos.
4 I. e g d n a Lu. P o-s beem! urn mero qu, temr
(ina de, Jesus, Isabel da Luz, c.d, .om. r d, .ho- 1
S, J <_ dadio,, Como- rsul:ado omelho-
Maria M. gdalena; Francisco Jo- .... .......
e; -rancisco Joramento das ct.nmns, d o plantio
Esteve, em visit ao.Sr. D. se de Anurade, Landimiio Souto di flech, .-ass;
Mar oel, na visinha cidade de Pereir-, Antonio So:to Pereira, Em peuenos c es
Barbalha, regressando p6s Jodo Duarte, Antonio Felippe se urn puc de terra co mum
esta localidade, o nosso Reda- SantiaAo,Antonio Jose d. Mello. ter os agrico mu
0-..dos terrenos- agncolao muito
ctor-chefe, Padre J. de Alencai Grato 10 confcs. amos. bem pulverisada, collocando-se
Peixoto. _f antes no fundo de cada cai-
MANTEIGA EXCELLENTE xAo alguns cacos de telhas e um
pouco de folhas seccas.
Da iresma cidade, onde de- 0 distinct mogoesr.Joaquim pouEm cim a da terra que se n
morou-se alguns dia,, regressou de Lifta, activo agent commer- vela corn o auxilio d'uma peque-
o virtuoso e benemerito Padre cial na cidade do Cr; t-, teve a na taboo, semei-se a riecha corn
Cicero Romao Baptista. Cu-n- gentilesa de offe.ece--nos uma maximo cu.dado e depois cobre-
primentimol-o cordialmente, fi- amostrade excellent ma:xte:gaa ligeira caada da
lianlmente. de pto le;te, prr u to das fa- mesa terra, opera etmda que
sends ncionaes do Pauh y. se faz corn o adminiculo d'uma
je*M, ma r. A- aceeitaao go'al que tern peneira de teia de aranme.
tido no commercio do Crato, co- U a vex terminado ese ser-
Acha-se nesta localidade o mo em tola a parte, 6 uma pro- o, procede-se a primeira rg
nosso fllustre aniigo e notavel va cabal de que essa manteiga e vIcorn upr ""g a primeira rsga
jomalista Jos joaquim Telles um pMducto superior e portisso m umVe rrigaor nissimo.
Marrocos, digno director do ,ol- a recommendawos nao so ao fe amosr mgora comro se deve
legio Cratease. cornep oQ imp6rtador d'aquella dos tzer a ros rebe trarspantnaao
Cumprimentamol-o. pray, de seu agent o refi- dos tenros rebentcs as cannas.
ridosr:. te Lima, como En pequenos vasos de barro
AULA NOCTURNA PADRE CI(Eit0 cambernao e itaver public collocam-se alguns cacos de te-
lExperimentar para crer. Ihas. folha seccas e em seguida
No proximo mez, de setem- xperentar parcrer. terra bern sessada.
bro, abrir-se-a, de novo, esta au- Depois corn "ma pequena pa-
la qu- jai nao est fuaccionando,' A BIBLIA lheta se tiram dos caix6es os
devido ainda. aoasv mcommodof brotosinhos de cannas, e corn
de sa6lde. e nouse. Redactor- 0 ;! Ricado Dichson fez grande cuidado para nao offen-
chefe. este caiulo. empregando n'elle, ,der, nem de leve, as novas rai-
epe'I.~a o de -8 ara.os oit- ho- zes, e se plantain tm os novos
ras p3 .asos.
rzs a ". *^ 0 mez mnais proprio ara
Pedem-nos corn stencia 1....31 plantamoda eclia em Bparba
chamemos a attenc.o das aucto- A pa J.ehod ...6.855 vezes dos 4desempbro; em Campo
ridades competente.4lbre umas ., PI~s .......,. 773.662 SAo Paulo tambem 6 neste ez.
serenatas ao as Pwp tamen- l- o ", ,6.0 Entre n6s. porem, apht
e. e e-hor, nm A, 2.-....: id deve er feita em agotd,
gazarra inferior percorrido as" q~:~.~l' f. PF' :A .a plantaao A feita
ngas .lad e.".uban- I m :_dePo pj-da .
d6,.desart'e, 6t4 pubfico, F. A o aIech:.
d. *-- 4?-^.- ^ ^ .


-. ,I.


Aeha-se, de vreente, no Cr1: to
ponto final de sea tiabalho. apos-
tIicos, o Eu='.' or. D. Maniel An-
tonio de Ol:veira. Bispo de Thabes,
Coad u tor desta dioc-se.
A' jnugarmos pelos prenarat'vos
qne vin-s na vis-vnha cidwad, .9. Ex(a.
t-ve all man recepe.o estrondo-a.


~_ __r__ _M


-, t t .;.


de Mlk de
papel 9 sregses a e-6o Ri nmodo que
a eeodas passem hiunii Uof -0 woto da
mesa.. No papel mostra -Ase- lop uma
list suja; recnes-n'o std a eova o Dio
sojar maiu
I.LOavm a eevas maito. j ea m o agua
morna A qual add ieiossn ram& oler
de aleali volatil para eada meio litro de
agua; lavem somente as soed porqae as
costas e o cabo perderiam infalivelmente
o-verni. .
Os pents muito rjos tormam-se irre-
prehensivelmente limpos seado lavados
nesta agu .
COMO SE LIMPAM AS LUVAS
Consertem priviamente as eosturas
descoeida e ae botOes amarad-. ou
bamnbos e ealeem a luva. Embebam ama
pequena esponjas aseiada do hbeaina e
passem-n's repetidas reses Nebre a Inva;
depois enxagnem aeo m r paono limpo,
prendam um cordao A ean do .t4tio e pea-
durem em lugar arejado, mau nio expos-
to ao sol. Antes que euxugue completa-
mente eal(eOn-n'a de novo parr impedir
que se fonrmena rugas que no deappa-
reeerimm -a-ia .
Umas mAo de madeira seom o dedo pol-
legar moved o (de modo que a mAo p"sa
Serviw iow- qVaMfetaeigj^a lva direi-
ta e a esquerda), e da msfor t i Wie;
sobre ella lava-se a lava e deixa-se att
enxugar completamente.
Para evitar as manstas indeleres nas
pontas dos dedos procedam asim: viiem
os dedos da liva .a sora. up
b6a camaddsgiw bntm 3nm
a asebas) sobre o lado avesso da ponta
do@ dded.
Para tirarmaanchas de m6fo dollequem
as lursa bemrn aberta ema. um latinl.a
relativan te grande, na qual deposited
prtviamento uam pouco de sal asmmoiaco.
Fechem hermeticamente; em dois dias te-
rAo desapparecidotoda s manmehas desa-
gradaveis produsidas pela hamidade.
Para eritar que as luvas se eandaream
deve-se de qando em qado calgal-a
e pingar sobre a palma algumas gotae de
oleo de amendoas doces on de g ee rina
para e estregar em todos os sentidesco-
mo se lavasaem as maos.


MEDICINE FAMILIAR

ALBCRIM
Pisada a plant com as folhas, ex-
trahe-se-lhe o succo, o qual mu*tora--
do com agna applica-se em clytere
aos enfermos de febies malignam
As flores dentro de urn fras&o corn
an ponco de assucar candi e post so
sol, per algamas horas,o liquido ne
apparecer, applicado aos othos, a-.
reia a vista e cura as besides.
Piadas as flores corn ur ou ais
deutes de alho e infundido tudo em
azeite dace, em am vaso de Ibaa vi-
drada, passado pelo fogo, 6 um ex-
cellente remedio para crr a par
lysia, friccionando as jartes leadas.
0 alecrim, tomado em cha pela
manhi em jejum, e unm preservativo
da apoplexia, conforta o cerebro e os
nervos e alegra o coracao.
Melhor ainda 6 tomar-e urna at6
4es oitvaw do liquid; .,r:I.4w
(as ofteras-
flires e das fl1ias.




BXTRACTO DO CAFt
Infunde-se lima libra de af6
trradoe socado, 'oS-dat gar-


lifite ;a od e I-
a ., .


:':".:


4 ~,

V

5.,


___~_ ~~____~__ ;_


' : ._ -Aa ^ ..,
": ""A
.2:-- -,-. ..:. : .:- gg it









0 REBATE


untada coli gordura: depois de
fria embrulha-se em laminas de
chumbo; quando se quiser aetr
uma chicara de cafe, basta tirar-
se um pedaco d'esse extract, e
dissolvCl-o egi uma chicara de
agoa muito quente.





A alrnmaperfuja a nossa mo-
cidade.
Das Ondas
Luiz Murat


A guerra e "a escola da digni-
dade; mal dospovos que nao tern
victorias ,nas suas. tradicq6es,
nem ambigAo de cambates no
pulsar -as velas.
Das Inst. prim.
Oliveira Martins

*
... O curso tranquilo de sua
existencia era como uma cama,-
da ne neve que cobrisse um vul.
cdo quase extincto.
Do L'dme d'enJant
Tb. Dostoiewsky

Eu comego a me restabelecer
d'essa longa doenVa da vid"i; eu
encontro tddo no nada de tudo.
Do Timon d'Athenas
Schakspeare
*
... Na amphora de oiro onde
a arte bebe ainda hoje pela epo-
Cpa homerica a poesia dos deu-
ses, ficaram algumnas gottas su-
Llimes d'este fel (exilio) que ti-
nha de estriar seculos mais tar-
de em laivos de amargura no pa-
raizo de Dante.
Dum Liscurso
Ruy Barbosa


CARTAO DE PEZAMES
Maria Pinheiro
Amiga! recebi o eartlosinho
qne dignaste de enviar-me, agrade-
cendo a humilde offerta que te fiz de
meu retracto, e, k um tempo, coi-
municando-me o passamento de tua
amarel Titia. Ai!querida! Asagulbas da
d6rque te feriram n'alma de mot;a sensivel
e delicada, feriram-me tamnbem, aingoaudo-
me o corago. Sim,minha amiga! senti pro-
fundamente o goip e sentiste corn o tres-
pause de tua adorada... Para uma d6r tao
;rande, grande refigna~Ao. Resigna-te, po-
is, querida! e acceita aqii, triansuiettindo A
as de tua exeellente familiar, as condolen-
ias de
Tua amiga pelo coragae
Izabel de Alescar Peiroto
Crato, 26 de agotto de 1909


JUSTA DEFEZA


Nao ha maior prova de ele-
o do espirito do que a exi-
cia da lealdade-eixo mo-
em torno do qual giram to-
os sentiments que constitu-
felicidade dos homes, fir-
do o equilibrio funccional
classes de que se comp6e a
de.
bsolutamente nao se pode
ber a existencia da ordem
evolutiva das classes
sem a existencia da le-
de mutua entire os seus
bros.
ma 4 a consequencia inevi-
da outa.


Asim como ieq indo physi-
co uila' affinidade de origem. e.
stabetece a a.. agcWp .dos ato-
mos para, formpa 0 4a mo-
leculas dos co pq, no amuido
moral a lealdade, o factor pI
mordial da uniso en*re os
mens que constituent as corpo,
rn 5es investidas de altas func-
cpes.
Em todos os temoos, d'esde a
epocha mais remota, quiando
ainda imperava a barbaria pri-
itiva,os fa tos evidenciam a sua
existencia como umra das mani-
festages natural Ado espirito.
Hoje, mais do qui nunca, coin
o espancamento das trdvas da
ignorancia pela civilisacao, ella
constitute uma das rnidimentares
disciplines da educaao dbme-
sticatal e a sua utilidade no exer-
cicio das responsabilidadespubli-
cas do home.
t,portanto,f aseado nestas con
sideraV6es que fago,e extranhan-
Jo a ui igular contrrdiccao que
noto na deslealdade commet-
tida pelos revs. padres dos nos-
sos sertaes corn so Padre Cicero
Romao B.ptista, que meu espi-
ritaose revolta, e venho, de pu-
blico, cump: ir um dever de hu-
manidade, protestando contra
tamanha injustica.
A 'mitto que os revs. missio-
narios, sLcerdotes que habitam
Jistante, vindo, pela primeira
vez aos nossos sert6es, ignoran-
do, por complete, as rondi6,-s
de vida sertaneji, desconhecen-
do, portanto, o prestigio e a uti-
lidde de certos homes, e mais
ainda, eivados de preveng6es pe-
las malevolas informa;6es que
ihes sao) dad is, se externem de
um mcdo pouco lisongeiro sobre
a dignidid- do Padre Cicero;
mas o que nio posso admittir, o
que ,por demais,ros causa revol-
ta, e a attitude pouco circums-
pecta assumida por esses sacer-
doles em face de takes factos.
Alguns, nao querendo pertu-
bar a paz da consciencia, nada
accus-.m, nem defendem,se res-
po isabilisando somnente pelo si-
lencio que guardam; outros, ao
contrario, levianamente, naotre-
pidam em atassalhar a dignida-
dade de um seu irmaode habito,
um Padre velho, por todos os
titulos respeitavel, credor da es-
tima e consideraiao de todos,
corn referencias pouco dignas.
Desde a cidade de Lavras, ate'
aqui a Birbalha, tenho observa-
do, que uma das maiores preo-
cupag6es dos revs. missionariob
e dos s cerdotes que os auxili-
am, e convencerem o povo de
que o Padre Cicero criminosa-
mente intretem o fanatismo em
Joazeiro, e que o unico meio que
se imp6e como media repres-
s6ra e a ua retirada!
Ora, diante de taesproposi-
cOes sou forc:'do a estabelecer o
seguinte dilemma: ou os revs.
padres que auxiliam os revs.
missionaries na Excursao P..sto
ral accusam injustamente o Pa-
dre Cicero, diffamando-o, poi
falta de altivez e independence
ou 6 fazem por perversidade.
Em qualquer das pontas que
se colloquem tomam-se rios da
maior culpa, porque aos padres
cumpre o dever de dar o exem-


plo edificinte do amor e da ver-
di de, de accord corn os imma-
culs ensihamentos da Santa
Religilo Catholici, Apostolica,
Romana.
E serl possivel que descoihe-
cam a integ. i lae de caracer


do Pad'e Ci*eio para tascarem-
n'o de fanaico ??
Urn pensamento de tal ordem
nio deviam revelar, porque, so-
bre ser injusto, corrompe o
e-pirito religioso do povo, pa-
tenteia claramente a decadencia
da classes que, pela sublime mis-
s1o exercida, possue enormes
responsabilidades contrahidas
perante Deu e os homes.
E porque os revs.padres,mui -
tos dos quaes frequentam a ca-
sa do Padre Cicero, nella encon-
trando todo carinho, tododesvel-
lo, e algumas vezec ate o cons6-
lo para as suas afflicqfes; prefe-
rem, ingratamemte, occultar os
actos de benemerencia por elle
praticados, corn grave violagdo
dos preceitos reguladores da ho-
mogeneidade da classes sacerdo-
tal, e que venho, pela imprensa,
estribado nos direitos que o bom
senso me confere, f.zer algumas
consideraies sobre a concur-
rencia de romeiros ao Joazeiro,
a s"a utilidade e o papel que o
o velho Padre represent junto
a esse povo, afim de que; uma
vez por todas. desapparecam os
commentaries extravgantes que
avultam em torno do seu nome.
Eil-as: S:, nos tempos cala-
mitosos da secca, o povo batido
pela fome,sem pio, sem lar e sem
roupa, quando abandonado pe-
los homes e pelo governor, en-
contrasse ao menos pos. vigarios
das respectivas parochias urn
seguro abrigo, necessa.riamente
nio caminhariam lego.is e lego-
as, affrontando os rigores da
maior desgraca em busca do
Joazeiro.
Si a viuva e a casada, a or-
phi e a donzella ameagadas na
sua honra pelos Lovelaces da
epocha,encontrassem ao menos,
nos repe-tivos vigarios a miseri-
cordia de u"- amparo para sa -
varem-se da prostituicao e da
miseria, necessariumente nao
procarariam o Joazeiro.
Si, quando la chegasse, con-
tinuasse esse mesmo povo a sup-
portar os rigores da f< me, si
proventura morresse, e fosse
preciso que a policia mandasse
enterrar os miseraveis c..daveres
para nao!erem profanados nos ta-
boleiros das estradas, (porque,di-
ga-se a verdade, a caridade ho-
je so ex!s:e nos livros ou diluida
em palavras) o Joazeiro estaria
complete mente desert.
Si, q,,ando os miser..veIs em
giupos, suppli-assem a muitos
viganrios umra esmrnla, e este nio
Ihes dissessem: Vaopara o Joa
.seiro qae seuPadriaho z Cwero &
qawm tern para darn-estou cer-
to que li nao chegariam.
Si o Padre Cicero nao fosse
amigo do rabalho e do progres-
so; si se preocupasse, cavillo-
same.ite, a explorer o povJ que
d'elle se acerca, talvez ainda h .-
je estivessem despovoadas as
serrrs do Araripe, de S. Pedro e
tantos outros logares do nosso
Estado edeoutros, paraos quaes
elle envia os romeiros, fornecen-
Je-lhes os recursos precisos pa-
ra o inicio e coste:o do trabalho,
muitos dos quaes sio hoje abas-
tados.


Quem conhece o se, tio, sa-
be que os mais ricos, nos tem-
pos da secca, approveitando-se
Ja miseria do 1 ovo, fi r.aeceith
um pouco de semente do legumes
para receber a metade a safra;'
que a rosa do pobre iolada
para o ,.do do rico comer o que
deverit 4 atar-lhe a fome e c.e
a


Stroca IM re t a
far finam
.-se d eseq
En tanto Padre Cicero, re quo aemsa
muiteoto con
para 4kenefici
ainda `im, e s
college e irmaos de habito que blica, porque o p
elle retirando-se -de Joazeiro, a d'ellasseesqueS
religian se eleva, o respeito se Casas de tt
mantftt e o progress se accen- sao verdadeiros I
tfa deiros ninhos on
Verdadeiro paradoxo.! abandonaga e ; -*
Si o Padre Cicero fosse um dos arminhos d
sace-rdote cavilloso, embusteiro, deviam ser victim
hypocrita, usurari,, maluco, con- navel abandon
forme dizem os inimigos da ver- da religiao.
dade, em tempos de grande agi- 0 Joazeiro 4
taaio political, quando as local&- que possue quai
dades d'esta zona se estreme- casas e uma-pop
cem ao peso das ameacas, a sua e cinco mil alma
presenga nio seria a bandefra dizer, que d um;
de pat, nem a sua palavra seria ci 1 e, consequei
acatada e respeitada pelos vul- fonte de rendime
tos mais proetian ates. : tado..
Si o Padre Cicero fosse um Portanto, son
revolucionario, ap. se aharia elle, o PadMre ic
no ultimro qaralda vida,'doen- dor d'se iud
te, a emprehender viagens pe- mereceria os app
nosas para suffocar rebelli6es, e dos seus collect
que nao terminadas, determina- Alem d'isso, p
riam os maiores prejuizos, e, gao que tao i
perseguido como tem sido e con- cornm a religiao, p
tinia a ser, jA teria se revolta- freguezia regular
do co"immelhores elements que o que mais aind;
outro qualquer, pois 6 o unico razao da desleal
homerm que tem real prestigio ctivos sacerdot<
nestes sert6es. velho Padre.
Dizem que elle vive das es- Ora, diante d
molas dos romeiros, occultando, de benemerencia
porem, que 6 elle o maior lavra- ral que o povo,
dor dos sert6es do note e que nha, em tempos
da mais esmolas por dia que re- Ihe uma esmol .
cebe. qualquer, render
Porventura nao sabem que preitos de home
"lie tern plantac6es de legoa de do a mao do seu
mandioca, de sececentas e oito- Eu queo no
centas bragas de cereaes, de flicto d'este mod
canna, de algoddo, e nesses tra- os que deviam
balhos occupa grande numero emplo sao os q
de trabalhadores que ganham desviar das boa
honestamente os meios de vida? ponderacges inter
E que o resultado de toda es- Quem,:omo ei
sa cultural 6 cem mil vezes mai- sacerdotes comn
or que o diminuto numero de es- serg6es tio extra
molas que recebe ? de-se em congec
Por acaso ignoram os que fre- mente redundamr
quentam a sua casa, o grau de soluta da fM, pois
cordialidade, a finesa de tra- prehender quet
to qua elle -. todos os seus dis- nossa religiao c
pensam aos seus hospedes? de tanta desleal
Ignoram ainda que em Joa- um seu irmao, a
zeiro elle su: tenta grande nume- sao, tao soment
ro de families, zel indo-as na sa- quemr nao acre
ude, na molestia; bem como a morreu amando
mais de cem donzellas, orphis, humanidade ingr
casando-as e protegendo-as de- do a moral mais
pois de casadas ? E tanti coifi
Ainda ignoram que elle 6 que nao falto c
quemr fornece o necessario para quemrne animo a
o enterramento dos pobres, isto to aos Padres,
e, a mortalka e mais accessori- principalm*nte
os,comprando-os aos commerci- para que venhat
antes corn o seu dinheiro, bemrn refutar os meu
como, quem paga todas as des- pois estou certo
pezas de casamentos dos romei- nhum corn corag
cos pobres!
Por acaso nunca viram-a'o Manoel Ferrein
confessando enfermos, na hora
extrema, as duas e tres horas da
madrugada, apezar de velho e Nota:-Amiss
Joente, jom uma dedicacao de m is intense ade
verdade iro ministro de Christo? to, onde atermar
Ja ouviram seus labios profe- as
rirem uma referencia, siquer, dif-
famatorja d alguem, maxime aos raa us
seus coflegas ? acirraros mando
E wara que tanta deslealda- ta contra este pa


de !? cific oara quem
Se efle vivesse prestigiado, tade 1 i tirada
como merece, pelos seus irmlos,
a-casa de caridade de Missao A R
Velha e outros estabelecimen-
tos congeneres, prd ctos de es- ..
borgos de homes da estatura


era "




icaridade, alo
masdo coNdem-
dos Wiiiats
uma
'4
uma pcvoa0WOL
tro sml e tantase
dlaqAo de vinte
s, podendwd sc
ponto %mt-f
ntemente, Wma4
ento para o Es-.:..

en -
nente, Ow ser
erde

>lausos do
gas.
eala sua pop
den.ificada vi
ode ser ate u
mente re
a justific a
dade dos
es para com

Ie tantos a
L, muito na.
agradecido,
de safra,
ou um prese
endo-lhe ju
nagem, beij
bemfeitor. :'

do; entretanto,
dar melhor ex-
ue tentam nos
is normas com
empestivas.
u,ouve dos revs.
mentarios e as-
avagantes, per-
cturas, que final
ana perda ab-
Sno posso com-
um ministry de
:ommetta actos
Idade para cornm
ictos esses que
e, peculiares a
dita que Jesus
e perdoando a
rata, pontifican-
elevada.
anga tenho de
om a verdade,
lancar umnrep-
destes sert6es,
aos do Cariry,
m contestar ou
s arguments,
que nao ha ne-
gem para tanto.
de Figueredo.


laocontin6a comrn
ainda, no Cra-
*se-A nesses di-

nao venha ella
,s d'alli revol-
vo ordeiro e pa'
a sua mi vogp-
limpo.

EDACCAD 0
.,, :* ^


-


mr-


* .*







I


I+ I
44









r. 44
4
4 4







,i










I


4



I


n wrrATE


4
4


D IttAi
a 1
ESTA jWVeRQAPA ,T E 'GAR EGA- E DE QUL l R
TRABALHO DE IMP sEiO (C0M MAXIMA PRFbTE NITI DEZ

IMPRIME
CARTAT.I.
CA-l-TAE .
CABTOES PE VISTA


4


.Q 'trdAlho- t, <-o,, todWa perJeirao e asseio na
Aiackhuw c, /.ih,-,, do .os prevos seam compe-
tencia.


P Tym qsIC ys


4.0,. ed. .: 5, 4 .,
A .LL AA..AA..A..A..A.A..AJ4..A A


ACO.NO1MSADORA PAULISTA


CAIXA INTERNATIONAL DE PENSOES VITALICIAS
-'Approvada pon- Dpcr to Federal, comn deposit o ,e garan-
tin no Thesouro Federal., r'-wlir-i mil contos de wis.
Registrada na Junta Commercial de Sao Pt.ulo.
S le em S. PAl O;: RUA S. BENTO, 63
(Antigo escriptorio da Companhia Mogyana)
no Rio: RUA 7 DE SETEMBRO, 113 (nmoderno)
(ENTRKGON AIAX F. DIA. : AVENIDA CENTRAL)



:PRESIDENTE i-n vior I uiz Piza, Senador. Estadoal
ex-chefe de Policia e ex-Scretario da Agricultura. do E. de S.
Paulo.
SBORETARIO-Conunwodador Leoncio Ourgel, da firma
Silva Seabut & Ct., da Ftbrica.de Tecidos S. Brniard .
GERENTE-Dr. Cladio dtie Soua -medico e industrial.
THfESOURERO- -Dr. Gabriel Diam da Silva,- avogado,
Scapitaiita&, director: da Coimpatia In lustrial de S. Paulo e da
..omipahiiia de Po.os de CqaSlla,.
4 .. elk. FrleAl -


I
:e
V.








I -
,- e
& -p
, tip -









lento, e
-n t-- I f 1


Exmo. Sor. Condue de Pratei, Dihreto rg o Banco de Sfto
Palp.,Exu"m ,nr., Costa do E -'tado-Hatrode tn4t, -liremtor da o;mpa r .Inbastrial
de S.o Paulo-D., Rodolpho Miranda, proprieio ds'l64 riea
dd4 Tec los Atretlsina, d: Piracicaba e :.deputadoe tral-
Dr. Joto Alves DiMa, miedico e- prprieto--.a-jman. ., -Wto
de Queirte, de finala L.Quat roz & ('. (proprietari&da Di
Ahnericsam e FahrAia deproduetos chimicos) Dr. Pedro Poutual
e .)r. VietUi-Gadi3h.caaqpkiiHs.. ,,,-.
A ,11U0 UM (I(tWRA- PAULISTA 6 uma -acie&&
soutms ,.giQ elitiageo- Governco,.rneja.fim estbOielcAr.mina
RKD1 V1yA CFA p. A, aM uIaw Ro, aos scus ,ocios.
Tenm ea (azma .B.
.pae 6to 4e joiae2Afiooi de
4^1" h9tim Ale,15.,nnoe,.a untma peuro,
Saia B, pagam 5000 de je 5 de
W u da Caixa B, pagam 5$000 de jciae 45000 de


iNFOEMACOES MINUCIOAS AO
Represe itante no Crato
A. Belem Sobr2nho
45-Rua do Commercio-45



45-Rua do Commnrcio-45
CRATO-CEARA'.
Estabelicimcnto de Fazendas finas, Mindezas, Novidades,
artigos de uso Domestico, Alta fantasia, &. & .
Especialidade em: artigos para hom-ns c senhoras; obje-
ctos para presnes e perfumaria finissima!!
Pre Dinheiro a vista.


LOJA.

de fa:en las mercadurias. estia.q, jerragens chapeos. Tendo
recebido do Ceard um complete sortimento dos artiqos acima
wencionadosquie sdo vendidos por preco sem competencia. con-
vida todo public para fa:er uma vista a dito estabelecimento
que se certificard do que e' ajfrmado.


.PROVEITEM!


V .E A.DAIOA


APRUVEITEM!
Jcao Baptista de Oliveira.
Rua Padre Cicero N. 836
AO BARATEIRO


VENDE-SE
80 garrafes vasias de vinho do-
porto por preo miito rasonvel,
;.tratarcomn Manovo Alves,A Rua
dJo Padre Cicero no-301.
JOAZEIRO


PHARMA CIA GARVALHO


ATTENCAo
Jnao Victurino da Silva, ten-
do de seguir ,brevermente para
Fortaleza,resolveu fazer formida-
vel queima em todo o sen avulta-
disaimo sortimento de fazendas,
miudezas, molhados, ferragens,
&:&. rragens,


Rna do Padre Cicero n'-44- Por este.motivo, convida aos
Ha n'est pharmacia um vari- seus freguezes e ao publicoemg
ado sortimento de drogas e pro- ral a vizitarem beu estabelimgmen
dnetos chimicoe'- especiajidade to afim de cetificarem-se da rena-
pharmnace uticieaes- Ocass eran- lidade do seu fomui davel quen&a.
gerosvu o -~erase um bom Pede tamiber sou s.s deved,-m,.
soitmento .vindo da Foitalea. a tiazaqo que venham matif ',
A-ia-se recceitas a qualquer 0os Seus debitos quanto ante aer
okh a .r&.omtitA-eo4nImd rant- e s.


mptid'o,cuidado esauieio.
Tudo2.rr-p;os modicc a ven-
dc-se neMh phaiacia.
JOASEIRO-CEARAM.
4 0


JOAo VICTURINO

RUA NOVA N?-9671
' JOAZEIRo DOCEARA
* *-


1in0~~~miw )- Li LL*t~.t ~e ~E~hI~m5mMu.,.&~)ZK


RECI'OS,
ROTULO$, .
FACTURLAP,


_---- L~ ~ -~- -=-----~CI- ;__,


JOAZEIRO DO CABRIRY

.,AGU .ENTE. .
caawjas de agItardeS
r tagdrn 50
tnul commodos e l...
pregadeo dao do o a ,em
Placido de Nores |


I jfl A(1 I o


MANOELVtICTOR INO
SCom mu varialo' ertimentc: de tasendas, a loja

Acha-se sempre a dvtlposiolo de scus freguezes .
PREIOS 'SEM COMPETEXCIA

Vende-se tudo pe'o premo da capital
RUA N0 A N. 966
JOAZEIRO DO CARIRY
-V-,v v f v..q:. -.. .:: -: I v v


te direito,. fim r de 10 anneM a'
| OdiA Iexcader de 1O0sOOO por r"nI- .

p iqs sew- h"reirod Dk-oB
"qc sfWe dier teitoe, g J-urOs. n N 0-n ,
dk-"
&PWep i q.o amuthario estivor em goso da .pe ,. .. e ,Ito.
F tiulta, .que anw suis hi rdeiros auMi3fla qOaaq.er -*t. -
A 'p d" pagi ao proprio individa U ro
Waudor ekaI, ou por intermedio de qualquer -anoo, BUhII o
Mutuario bs ael *&no extrange:ro. o.
I Omio contiibuinte em dia, que fiear impoubitdo de
proseguir na suns entradas, dcpois de cincor ann Mde Ao3 -
0 o, em consequencia de molestia chronic e inceWavel, que o
inhabilite para.o trabalho, sra considerado suspense e nao per-
e dire'to 4 pensAo.
I Os pagamentos antecipados de 1 anne gozam da reduc-
< .Ao de 5/o, os pagamentos du 10 annos, 20o/o e os pag umen-
tos de 15 annos, 15o/o.
0 mutuario que s) inse:*ever umrn mez antes do sorteio e
Striver a sort do ser preniiado, pagara apenas poucos ml ru s I
p tera direito a umea pensau para toda a sua vida.
I Ate dexembro Iorau sorteados cineo- cademetas, on seja
Sno period de nove mezes. A ECONOMISADORA e a umca
-que tnz sorteios de dois em dois mezes e'um grande sortejo no
Natal !
.jSociostiscriptos.de abril de 190S a Janeiro 1909:-13000
SXenauma to-a sociedade obteve tal numero desocios nos seus
prineiros nuezes.
PEDIDOS DE PROSPECTS, PROPOSTAS, CADERBETA8 E


00, 01 New


_-- A


khm


~a~7L;-- ~~-c~.,.~_~~~


IS I T^J 1 Li(. .
S. mMsegno o r me e






Sclaracimento,, potU ntender-.e
> com o D itectonrM s,
>frente da Egej4de S. V'iente
4 Ferrer.




| GRANDlE QUfIAI |

-Cincinato. Silva tpndo recen-1
tnete c h e g a do de Gart-S
S:njun, Pernambuco, e aqui soee e
atabeleddo com fasendas, miUwa
adeasa e ferragem; aviam as ExE.
ramilia .e aQ respetavdl
$que trouxe complete e ariado
%sortimanto em artigos de mods*
%fantazia.broeados,fastges,iinhoans,
etamenes, artigos para preoentes,
riscados divermos, brings branch e39
#de cores, zephiroe & &,e vendet
.por preeos reduzidiuwimos. ;
Omais exigente freguewacomm0,m
Idar-se-A com os sewo pros, en-5
Icontrando sempre agrado e sin.-
Sceridade.
W Uma visit, pois ALO4A
A Cincinnato SILVA
: RUA NOVA N. 887
f JOAZEIRO--CA& ,


AVIZO
Aos irmios Irmandade da Terra Santa
que,por bondade,tratem de pagar omil re-
is annual dessa associ~io,de cqjo dever
jA se vio excedendo.
Azeladora
MARIAida SOLIDADE


SAPAT'ARIA BOA
rESPERAN4As

Joaquim Bezerra Sobral
Esta Sapataria ach-ase A disposi-
:o do public edo amigos, e emcar-
r ga-so de todoe qualqer trabalho
am coiro comn presteza e modicidade
em preeoe*
RUA DO CRUZEIRON? 990
JOAZEIRO DO CARIRY


Sementes de Maniobas do Pianhy
Amelhor semente da actualidade
Dez lito e pter2o0-eite caias per 1)00)
Vende Jos Alves da Silva
Rua do Padre Cicero N' 3o1


,,
t i

|'. y
.,' 1 )



,; < '. '*' "

; "




': H


'- .. .
*. ...A,





: .


,,
Ci


ANNUNCIOS, ETC.


QuL.EIAA !


$


11